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A REVOLTA DOS NÚMEROS JÚLIA , UMA MENINA DE 8 ANOS CURSANDO O 2º ANO DE UMA ESCOLA PÚBLICA, FICA ACAMADA COM UMA GRIPE MUITO FORTE E DEIXA DE FREQUENTAR AS AULAS E FAZER SEUS DEVERES.

OS NÚMEROS APROVEITARAM PARA SE CONHECEREM MELHOR E QUESTIONAREM SUA SEQUÊNCIA. O 0 NÃO ENTENDE POR QUE UMA HORA ESTÁ NA FRENTE DO 1 E OUTRA ATRÁS DO 1.

O 9 ACHA QUE É PRIMO DO 6 UM POUCO POIS SUA PERNA É VIRADA PARA CIMA.


O 8 QUER FAZER REGIME POIS SE SENTE APERTADO PELO 7 E 9.

O 3 ACHA QUE TEM MUITA CURVA , O 5 RECLAMA DE SEU QUADRIL, ENFIM ,TODOS DESCONTENTES RERSOLVEM FAZER A REVOLTA DOS NÚMEROS.


ENQUANTO ISSO, JÚLIA MELHORA E VAI FAZER A LIÇÃO DE MATEMÁTICA, UM DESAFIO DE SUBTRAÇÃO ONDE RESOLVERIA: 24-13.

QUANDO ESCREVIA OS NÚMEROS SAÍA:

42-31 TENTOU TRÊS VEZES E ACHOU QUE ESTAVA COM FEBRE.


SUA MÃE TENTOU AJUDAR E TAMBÉM ESCREVEU A CONTA QUE SAIU ASSIM: 31-42. AS DUAS FICARAM ASSUSTADAS E FORAM PASSEAR NO JARDIM PARA REFRESCAR A MEMÓRIA. NESSE MEIO TEMPO OS NÚMEROS, CANSADOS DA REVOLTA , RESOLVERAM CADA UM VOLTASR PARA SEU LUGAR.

JÚLIA RETOMOU O CADERNO E REALIZOU A ATIVIDADE ACHANDO QUE SUA FEBRE TINHA PASSADO. O FINAL DA HISTÓRIA FOI FELIZ. MAS IMAGINEM SE OS NÚMEROS RESOLVESSEM FICAR SEMPRE REVOLTADOS ? COMO SERIA A VIDA DAS PESSOAS?


A revolta dos números