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Paróquia Nossa Senhora Monte Serrate

Informativo dos Missionários Ano I, edição ZERO

Domingo 14 de abril de 2013

ATIVIDADE MISSIONÁRIA DA IGREJA A Igreja, enviada por Deus a todas as gentes para ser «sacramento universal de salvação», por íntima exigência da própria catolicidade, obedecendo a um mandato do seu fundador (Mc. 16,15), procura incansàvelmente anunciar o Evangelho a todos os homens. Já os próprios Apóstolos em que a Igreja se alicerça, seguindo o exemplo de Cristo, «pregaram a palavra da verdade e geraram as igrejas». Aos seus sucessores compete perpetuar esta obra, para que «a palavra de Deus se propague ràpidamente e seja glorificada (2 Tess. 3,1), e o reino de Deus seja pregado e estabelecido em toda a terra. [1] A Igreja peregrina é, por sua natureza, missionária, visto que tem a sua origem, segundo o desígnio de Deus Pai, na «missão» do Filho e do Espírito Santo. Uma comunidade cristã deve ser constituída desde o começo de tal maneira que possa, na medida do possível, prover por si mesma às suas necessidades. devem organizar-se associações e agrupamentos por meio dos quais o apostolado dos leigos possa penetrar do espírito evangélico toda a sociedade. A caridade deve brilhar, enfim, entre os

católicos de rito diferente (Col. 1,24). A vocação missionária são marcados com vocação especial aqueles que, dotados de índole natural conveniente e das qualidades e talentos requeridos, estão prontos para empreender o trabalho missionário (Eccli. 36,19), quer sejam nativos quer estrangeiros: sacerdotes, religiosos e leigos. Enviados pela legítima autoridade, partem, movidos pela fé e obediência, para junto dos que estão longe de Cristo, escolhidos para uma obra à qual foram destinados como ministros do Evangelho, «a fim de que a oblação dos gentios seja aceite e santificada no Espírito Santo» (Rom. 15,16). Dever missionário dos leigos Nas terras de missão, os leigos, quer estrangeiros quer nativos, exerçam o ensino nas escolas, administrem as coisas temporais, colaborem na actividade paroquial e diocesana, iniciem e promovam as várias formas de apostolado dos leigos, para que os fiéis das igrejas jovens possam assumir quanto antes a sua parte na vida da Igreja (Lc. 24,47).

Roseli e Ana Paula

Testemunhos Roseli: Ama fazer missões, mas está cansada. Diz que as mães que tem filhos adolescentes não conseguem dormir direito, com as preocupações do mundo. Diz que o barulho próximo as residências tem de ter limite porque as famílias precisam dormir. Ana Paula: Os jovens precisam esgotar suas energias durante o dia para dormir a noite. Este é o momento dos Jovens entrar nas missões.

Maria das Neves: Participa do apostolado da oração e é ministra da eucaristia na Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrate. Disse que desde ano passado está sentindo vontade de participar das missões. Hoje tinha outra formação em Vargem Grande Paulista, mas sentiu no fundo de seu coração que tinha de ir na formação. Salesianos: a missão é para todos, desde o mais novo até o mais experiente. Querem partilhar o que há de melhor, antes de falar de missão é preciso viver e a fonte principal é a oração. Orar e encher o coração de Deus e rezar para a sociedade e pescar os que se sentem excluídos. Se enxergar algo de errado no caminho, precisa retomar o caminho. A oração é uma espiritualidade, é uma força que motiva, é um elo que nos une a Deus. Minha oração tem de ir ao encontro com o próximo, igual a pipoca: uma começa a estourar a do outro também, através do calor. E pau que nasce torço se endireita, SIM! Criança sabe mais que qualquer adulto, não perdeu a inocência. Obrigação de amar? Deus nos deu a liberdade de escolher amar à Deus. Exemplo de quando somos crianças, queremos ir na janela do ônibus para ver o que tem do lado de fora e quando crescemos, perdeu essa inocência. Ana Paula: Não existe distinção, o chamado tem de chegar para todos, devemos usar todos os meios. Existem várias formas de conhecer a Deus. Precisamos aprender a amar


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sem sermos amados, amor incondicional, Ágape, como ensina o Padre Marcelo.

Maria de Fátima: está cansada também de fazer missões. Além de fazer missões, também reza o terço na comunidade São Sebastião.

A NO I , E D I Ç Ã O ZE R O

I NFO R MA T I V O D O S MI S S I O NÁ R IO S

dos livrinhos de música.

Coordenadora Luzia: a coordenadora é muito simpática e acolhedora. Possui uma energia contagiante. Caso deseje participar das missões podem procurá-la na Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrate.

Missionários que ajudam na cozinha

Florisvaldo: ministro da palavra. Seu testemunho é quando foi blasfemado injustamente por um irmão, não abandou a Igreja.

Rogério:

É missionário dentro da Igreja Monte Serrate, ele ajuda com diversas coisas dentro da Igreja, como por exemplo

Paulus PP. VI O Papa Pelegrino

Referências Ad Gentes—Sobre a Atividade Missionária da Igreja, Papa Paulo VI, Decretos do Concílio do Vaticano II (1965). O Mistério do Deus Vivo, Pe. Albert Patfoort, Lumen Christi (1983).

1963-1978 Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini

A Pele da Cultura—Uma Investigação Sobre a Nova Realidade Electrônica, Derrick de Kerckhove, Annablume (1977).

Ana Paula:

Depois de me ver diante de situações onde via só impossibilidades, busquei a Deus de uma forma especial. Meditei vários dias lendo a Bíblia, publicações do Vaticano e o livro O Mistério do Deus Vivo de Pe. Patfoort. Depois de ter entender a revelação de Deus, senti algo diferente no meu coração e que devia começar a ir nas missas. Algo diferente que não sei explicar com palavras. No dia 21/09/2012 durante a Homilia do Evangelho (Mt 9, 9-13) feita pelo Padre Odair, na Paróquia Nossa Senhora do Monte Serrate, que se referia ao chamado de Deus, não tive dúvidas de que eu tinha uma missão na Igreja Católica: reconstruir a Igreja Católica. Não sabia muito bem como, até que li que o Papa Bento XVI havia decretado que 2012 era o Ano das Missões na Igreja Católica. Resolvi adentrar-me e fui muito bem recebida pela Luzia, um anjo em minha vida. Com meus estudos cheguei a conclusão de que no itinerário da estrada jamais completamente terminado nesta vida, como seres livres, os pensamentos e os afetos, a mentalidade e o comportamento do homem vão sendo purificados e transformados. A fé, dom de Deus, torna-se um novo critério de entendimento e ação. Voltaire entende que o pensamento evolui de cima para baixo, relação Deus-para-Homem e Bento XVI diz que a porta da fé nunca se fecha, logo todos estão convidados a vivenciar a fé de modo particular e único com Deus. Patfoort diz que se a moral tem um aspecto de construção de si, de auto-orientação, de invenção, resta tudo isso ela o faz para respeitar mais livremente uma situação em que o homem encontra-se diante de si, para respeitar as realidades reguladoras pelas quais ele se insere no plano,a vontade de conhecer Deus vem do coração de cada um, de maneira única e particular. A certeza da própria vida só se dá acreditando, através da fé em Deus, que cresce e revigora. A palavra racionalidade vem do latim ratio, que implica um sentido de proporcionalidade e Kerckhove diz que devemos ver as coisas em perspectiva, ou seja, colocar tudo no seu lugar, com as proporções certas para a mente humana. Sendo assim não deixem passar despercebidos o chamado de Deus para viverem sua fé.

Editora: Missionária Ana Paula. Apoio: Luzia e Paróquia Nossa Senhora Monte Serrate

↑Campanha da comunicação de deficientes auditivos de Cotia↑— Ônibus de Cotia


Informativo Misisionário Edição Zero