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À descoberta de ...

Abril 2011

FICHA TÉCNICA Propriedade: Agrupamento de Escolas de Penafiel Sudeste, Rua do Cruzeiro das Lampreias, 551 4575 - 144 Cabeça Santa Telef: 255 617 440 Colaboradores: Alunos e docentes e não docentes do agrupamento Capa do jornal: Prof. Vitor Azevedo Coordenação: Professoras: Dolores Ferreira, Joaquina Carneiro, Sandra Guimarães, Patrícia Magalhães Educadora Carolina Rodrigues. Design: Prof. Vitor Azevedo Tiragem: 1000 exemplares Impressão: Publito - Artes Gráficas

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É com enorme satisfação que volto a redigir o editorial para a segunda edição do nosso jornal que se projecta novamente com os trabalhos e actividades multifacetadas e plurais dos departamentos curriculares, dos grupos disciplinares e das restantes coordenações que, nos vários momentos e nas interrupções das actividades lectivas, mostram com vigor e capacidade de concretização o que de mais salutar e positivo se promove em termos da promoção da melhoria e qualidade educativas para que os nossos alunos cresçam aprendendo e vão sentindo a escola como um espaço de partilha, de saber e de solidariedade. Nesta senda, de conseguir diariamente melhorar os nossos serviços educativos e a prestação pública dos deveres que se vão cumprindo, vejo que, na Feira de S. Martinho, se conseguiu novamente um excelente resultado não só pelo empenho dos alunos, dos professores e dos assistentes técnicos e operacionais como também pela activa participação dos pais/encarregados de educação e da associação de pais. Neste sentido, novamente a feira foi um sucesso, em que todos, sem excepção, estão de parabéns. A este momento, convirá recordar também a festa de Natal que teve um envolvimento geral elevado de toda a comunidade escolar.

Jorge Pimentel

Director do Agrupamento de Escolas de Penafiel Sudeste.

EDITORIAL

Agora que se inicia mais um ano civil, em dias de alguma crise financeira e social, a escola, através dos seus agentes educativos, continua a conseguir pôr em prática o projecto de solidariedade, designado «De Mãos Dadas», o qual tem sido apoiado entusiasticamente por todos os membros da comunidade escolar que tem depositado e confiado os seus donativos e bens essenciais, distribuindo-os com equidade e justiça à nossa comunidade. Neste âmbito, já no ano lectivo anterior, apoiámos a Madeira com iniciativas que findaram com o jantar solidário; presentemente, olhando para os PALOP’s, podemos ajudar com a entrega de livros na escola sede, de modo a dar dimensão solidária ao Projecto KU TIVA. No âmbito da formação docente, há uma nova expectativa em relação a novas dinâmicas assentes na referida formação na escola sede, tais como a já iniciada acção «Programa Regional de Educação Sexual e Saúde Escolar» e, brevemente, o Plano Tecnológico de Educação, Nível 1. Quanto a este último, a Equipa o Plano Tecnológico do Agrupamento apresentou na biblioteca da escola sede, no dia 1 de Fevereiro de 2011, a nova página WEB - http://w3.eb23-penafiel-n3.rcts.pt – a qual teve até à presente data mais de 17.000 visitas e, sendo a mesma um instrumento valioso, trará informação geral sobre os órgãos do agrupamento, a oferta educativa, os documentos estruturantes, as turmas, os resultados escolares ao longo do ano lectivo, as ementas da cantina, a informação do GIAE online para que os encarregados de educação consultem os movimentos dos cartões magnéticos dos alunos, entre outras, que terá de contar com o registo dos agentes educativos, na programação suplementar que será actualizada regularmente. Deste modo, as implicações e as exigências aumentam diariamente, em sentido amplo, todavia a concretização do projecto educativo de escola assenta nos princípios, nos valores e nas metas que, em articulação com o Programa Educação 2015, coloca-nos a todos novos desafios em que a procura de soluções, estratégias e resultados têm de ser compreendidos, implementados e concretizados. É nesta óptica de rigor e exigência que a percepção e a compreensão da escola pública, sendo plural, terão de caminhar e evoluir…

ÍNDICE

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À Descoberta de... Espaço dos Clubes Entrevista com. Em destaque Actividades na Escola Da Nossa autoria Curiosidades Passatempos


À descoberta de...

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História de Moinhos Leonor

Maria Clara

Há muitos, muitos anos, a localidade de Rio de Moinhos foi habitada por vários povos: Romanos, Muçulmanos, …

A presença destes povos, nesta região, deixou marcas e vestígios. Prova disso são as lendas (como por exemplo: lenda da Moura Encantada) e capelas e igrejas construídas nesses tempos. Diana

José Miguel

Ana Perpétua

Vasco

Os povos dedicavam-se ao cultivo da terra, mas os mosteiros, aproveitando a riqueza do Rio Tâmega dedicavam-se à pesca de lampreias. É por esta altura que são criados os primeiros moinhos, quer no rio, quer no ribeiro que passava e passa na freguesia.

Francisco

Ludgero

É por causa da presença de muitos moinhos no rio Tâmega que esta freguesia se chama Rio de Moinhos.

Igor Fátima Cristina

Maria Clara Ana Filipa

Fátima

À medida que as terras se foram tornando férteis, foram criadas as quintas de Juncosa, Covelas e Figueira. Sandra

Maria Clara

Em finais do séc. XIX, início do séc. XX foi construída a Capela do Sr. dos Remédios num local magnífico. Neste local pode verse o Marão, Montemuro e terras circundantes ao Douro através do miradouro.

Pedro Emanuel

Lara

A procissão de velas em honra do Sr. dos Remédios ocorre todos os anos no segundo Sábado de Julho e é visível a quilómetros de distância.

Mais recentemente, desenvolveu-se a maior indústria de Rio de Moinhos: exploração de granito. O pedreiro, tornou-se depois dos moinhos da Reconquista, no novo símbolo da freguesia. Diogo

Rio de Moinhos tornou-se vila a 20 de Junho de 1991 e é a segunda freguesia mais populosa de Penafiel.

Professora: Susana Cruz Trabalho elaborado pelaturma 1C – Centro Escolar de Cans

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Hino de Rio de Moinhos Terra de muita labuta Que amamos e queremos, É como mãe carinhosa A quem nunca nós esquecemos. Moinhos do nosso rio Só na memória perduram, Os do Ribeiro porém A tradição asseguram. Rio de Moinhos, terra linda Seu encanto não tem rival, Tem no alto a Capelinha P´ra nos proteger do mal. Ao fundo corre tão garboso O Tâmega mui sedutor Sereno e misterioso, Consciente do seu valor. É também berço da pedra, Riqueza com muita dor, Que engrandece Portugal, Esta nossa terra de labor. Percorremos mundo inteiro A procura de bem-estar, Mas logo que ele aparece Nossa ambição é voltar.

HISTÓRIA DA IGREJA Como paróquia, a sua existência é bem anterior à nacionalidade , pelo menos , desde 1097.Chamavam-lhe então São Martinho de Molinos, nome que se veio a alterar para São Martinho de Vila de Moinhos e Rio de Moinhos. Por essa mesma razão, tem esta paróquia como padroeiro S. Martinho. Numa parede interior existe um bonito painel de Nossa Senhora da Conceição.

(Letra: Profª. Maria Josefina Merino) Recolha efectuada pela turma 7C do 4º ano

Texto: Samuel, Rita Sofia, Filipa, Iara, Agostinho e Ana Beatriz. Turma 2C Fotos: Marco, Diana B., Tatiana, David, Diana F. e Eduarda

S E R V I Ç O S P R E S TA D O S N A I G R E J A Nesta igreja de Rio de Moinhos são realizados casamentos, baptizados, festas do Pai Nosso e 1ª Comunhão e ainda funerais. É uma igreja antiga e já se realizam estas cerimónias há vários anos. Os casamentos são normalmente realiza-

dos aos fim – de – semana, tal como as comunhões. Os funerais são realizados um dia depois da morte do falecido; depois da cerimónia faz-se uma caminhada até ao cemitério. As missas realizam-se aos sábados as 17 horas 30 m e aos domingos ás 11 horas.

Daniel, João, Guilherme, Pedro, Maria - turma 2C

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Entrevista

Filipe Manuel da Costa Silva REVERENDÍSSIMO PÁROCO

Gazeta do Estudante - COMO SE CHAMA? Páraco - Chamo-me Filipe Manuel da Costa Silva. GZ - QUE IDADE TEM? P - Tenho 27 anos. GZ - DE ONDE É NATURAL? P - Sou natural de Válega – Ovar. GZ - COM QUE IDADE SENTIU QUE TINHA VOCAÇÃO PARA SER PADRE? P - É difícil de dizer, mais ou menos aos 15 anos. GZ - EM QUE SEMINÁRIO ESTUDOU? P - Estudei no seminário do Bom Pastor, Ermesinde e no Maior, na Sé no Porto, durante 11 anos. GZ - HÁ QUANTOS ANOS É PADRE? P - Sou padre há 2 anos

GZ - GOSTOU DE TRABALHAR NESSAS PAROQUIAS? P - Gostei muito.

GZ - GOSTA DE SER PADRE? P - Gosto muito de ser padre.

GZ - EM QUE DIA CHEGOU Á NOSSA VILA? P - Cheguei á vossa vila no dia 6 de Setembro de 2009.

GZ - ONDE CELEBROU A SUA PRIMEIRA EUCARISTIA? P - Celebrei a minha primeira eucaristia em S. Martinho de Gândara - Válega.

GZ - GOSTA DE TRABALHAR NA NOSSA PAROQUIA? P - Gosto muito.

GZ - EM QUANTAS PARÓQUIAS JÁ TRABALHOU? P - Trabalhei em 2 paróquias em Grijó-V.N.Gaia e Senhora da Hora – Matosinhos, como estagiário e agora em Rio de Moinhos, Pinheiro, Portela, Peroselo (o ano passado) e S.Miguel Paredes.

GZ - QUE ASPECTOS MUDARIA? P - Mais gente a trabalhar na Paróquia e mais tempo para estar com os grupos. GZ - QUAIS AS MAIORES DIFICULDADES QUE ENCONTROU? P - Trabalhar em mais do que uma Paróquia. GZ - GOSTAVA DE IR Á MISSA QUANDO ERA CRIANÇA? P - Sempre gostei. GZ - O QUE GOSTA MAIS DE FAZER NA SUA PROFISÃO? P - Gosto de celebrar missa e dar formação às pessoas, ensinar a doutrina GZ - JÁ FOI ENTREVISTADO MUITAS VEZES? P - Não, só quando fui ordenado padre. GZ - SE NÃO FOSSE PADRE O QUE GOSTARIA DE SER? Gostaria de ser professor.

Trabalho realizado por Helena, Madalena, Érica, Rita T., Raquel e Tiago - turma 2C

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O Carnaval em Rio de Moinhos As Origens! Contamos com a amável participação da D.ª Alice Silva, que desde já muito agradecemos, no esclarecimento das origens do Carnaval em Rio de Moinhos e da forma como ainda decorre. O Carnaval surgiu há 10 anos, iniciativa que esteve a cargo do Sr. Padre Luciano. Nessa altura, a organização do Carnaval visava angariar fundos para obras paroquiais. Cada participante do corso carnavalesco, levava dinheiro ao peito que oferecia para as respectivas obras. Nos anos que se seguiram, o grupo de jovens convidou as diferentes zonas da freguesia Agrela, Cans, Codes e Vista Alegre a organizarem-se de forma a concretizar o desfile. Este desfile nunca teve comis-

são organizadora, daí que a zona que saísse à frente responsabilizáva-se pela organização do desfile. Este tipo de organização não era muito viável visto provocar alguma desorientação sobre o ponto de partida do mesmo. Actualmente o desfile inicia-se no Pavilhão, percorrendo as ruas da vila até ao centro. Ao longo dos anos foi sofrendo alterações, nomeadamente no tipo de materiais para a execução das roupas. Inicialmente eram de plástico e papel actualmente são feitos de tecido. Nos primeiros anos, no final do corso havia lugar a uma confraternização, actualmente não.

Entrevista

Filipe Manuel da Costa Silva REVERENDÍSSIMO PÁROCO

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GE- O Carnaval é apoiado por alguma entidade pública? Temos apoio de parte da junta de freguesia, no que respeita à elaboração dos cartazes para divulgação do evento e contratação da G.N.R.

GE - A organização do Carnaval e respectivos temas têm alguma preocupação para a sensibilização dos problemas ambientais ou sátira política? Não, a escolha das roupas e adereços é feita de forma aleatória, de acordo com os gostos dos participantes.

GE - Quem suporta os custos dos adereços? Os adereços usados e os respectivos custos são da inteira responsabilidade de cada participante. Os carros alegóricos ficam ao encargo de cada zona. Na altura do S. Martinho é realizada uma feira, cujos lucros ajudam nas despesas do corso.

GE - Em média, qual o número de participantes no corso carnavalesco. O corso conta com a presença de cerca de 400 participantes, não escolhendo idades, vai dos 7 aos 77. GE - Pode-se falar de bairrismo no Carnaval de Rio de Moinhos? Sim, muito bairrismo mas saudável. Em suma, o Carnaval actualmente visa promover a região com tudo o que esta tem para oferecer - a gastronomia e os diversos monumentos.

Sala 4 – Jardim de Infância do Centro Escolar de Cans


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A Banda Musical e Cultural de Vila de Rio de Moinhos A Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos é uma instituição de Utilidade Pública que tem servido a população. Nascida em 1907 por um grupo de amigos, esta banda tem levado o nome da vila para além das fronteiras do concelho recebendo várias medalhas. Muitas foram as pessoas que contribuíram para que esta Associação representasse o que é hoje e por isso decidimos entrevistar o seu actual maestro Moisés Araújo.

Entrevista

Moisés Araújo

Maestro da Banda Musical e Cultural de Rio de Moinhos Gazeta do Estudante - Em que ano foi fundada a Banda Musical e Cultural de Rio de Moinhos? Moisés Araújo - Não existe uma data precisa, mas em 1987, a Banda musical de Rio de moinhos foi definida como associação e estipulou a data de 1 de Maio de 1907 como data do seu nascimento.

GE - Quem foi o primeiro maestro da Banda? MA - Como já respondi, o primeiro maestro foi o Senhor Manuel Ferreira Cancela, seguindo-se o seu filho Alfredo Ferreira Meneses. O terceiro foi o maestro Luís António Ferraz que deu lugar ao senhor Armando Ferreira Cancela que esteve 48 anos como maestro desta banda.

GE - Quem foi o seu fundador? Com que objectivos? MA - É difícil saber exactamente como a Banda surgiu pois isso aconteceu há imenso tempo. Sabe-se porém que existe uma ligação com os Bombeiro de Entre-os-Rios e que o seu primeiro maestro foi o Senhor Manuel Ferreira Cancela. Eu penso que tinham como primeiro objectivo dar aos habitantes de Rio de Moinhos algum entretenimento e para que os músicos pudessem também divertirem-se a tocar música. Mas isto são suposições minhas.

GE - Antes de ser maestro, já foi instrumentista? Em que Bandas? MA - Sim, claro. Fui clarinetista e comecei aqui nesta banda com 8 anos a aprender o solfejo. Mais tarde desenvolvi os meus conhecimentos musicais no Porto, onde segui a uma especialidade musical em clarinete. Também toquei em várias bandas como ajudante mas mantive sempre esta como banda principal.

GE - Como é escolhido o maestro de uma Banda? MA - Normalmente são os presidentes das bandas que escolhem os maestros. No entanto acredito que um maestro, ao ser escolhido, tem que ser uma pessoa que entenda bastante de música, que seja responsável e que consiga motivar os músicos. Deve ter carisma e conseguir liderar os músicos não só a nível musical mas também a nível pessoal. É quase como o vosso professor.

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Entrevista

Moisés Araújo

GE - Quantos instrumentistas tem a Banda? MA - Não é fácil dizer. Actualmente tem cerca de 56 músicos. GE - A Banda possui uma escola de música? Com que idade e como podemos fazer para pertencermos à Banda? MA - Sim. Foram feitas várias alterações, actualmente com cerca de 6, 7 anos já é possível realizar a inscrição na escola de música da banda. Não sei se sabem, mas agora com o ensino articulado já é possível estudar música numa academia a partir do 5º Ano. È por esse motivo que a direcção da banda antecipou a idade para a inscrição de novos alunos. Não é necessário uma inscrição formal basta no início de cada ano lectivo escolar falarem ou com um membro da Direcção ou até mesmo com o maestro da banda. Aproveito para relembrar que, quem realmente gostar de música, pode a partir do 5ºano escolher a opção de Ensino Articulado da Música. Poderá assim optar pelo ensino da música numa Academia ou Conservatório aprendendo assim um instrumento que goste e de uma forma grátis. Mas esta opção deve ser feita logo no 5º Ano. Aquando do preenchimento dos documentos, se precisarem de ajuda, poderão vir ter comigo ou com o presidente da Banda e informarem-se mais. Estou ao vosso dispor. Este ensino articulado faz com que se melhor a qualidade da banda.

GE - Que tipo de instrumentos se tocam na Banda Musical e Cultural de Rio de Moinhos? MA - Na nossa banda tocam-se instrumentos de sopro e percussão. Dentro dos de sopro temos os de metal e os de madeira. Estes últimos vão funcionar com uma palheta que vibra e os de metal possuem um bocal. Os de percussão têm a ver com bater, temos por isso, a caixa de rufo, bombo, pratos …

GE - Qual e onde foi a primeira actuação da Banda? MA - Uma vez que a banda vai fazer 104 anos torna-se

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muito difícil saber exactamente qual foi a primeira actuação da banda. Para os mais curiosos, existe um livro com título “Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos” que contém datas mais precisas. GE - Qual é o instrumentista que anda na Banda há mais tempo? MA - No ano passado tínhamos dois instrumentistas, um com 73 e outro com 74 anos. Actualmente é o senhor Cancela com cerca de 65 anos que anda há mais tempo na banda pois entrou com a idade aproximada de 10 anos.

GE - Que tipo de peças musicais executa actualmente a Banda? MA - A Banda tem um reportório feito especialmente para bandas filarmónicas. Também tem arranjos de peças elaboradas para orquestras. Mas de forma geral toca qualquer tipo de música com os instrumentos que tem obviamente. Possui, por isso, umleque variado de estilos musicais, tentando sempre tocar peças que agradem a toda a gente GE - A Banda já se deslocou alguma vez ao exterior do país? Para onde? MA - A Banda já foi tocar ao estrangeiro nomeada mente à Espanha para um festival de bandas e gostaria de se internacionalizar mais. Já se ponderou uma ida ao Luxemburgo, com passagem pela França, em virtude da grande emigração de naturais de Rio de Moinhos nesse país. Vamos ver se isso será possível. GE - Quais os prémios que a Banda já recebeu? MA - A banda já recebeu quase tantos prémios como o José Mourinho (risos) como por exemplo a medalha dourada da cidade de Penafiel, como prémio de reconhecimento, em 1996. Em 1998, a Medalha de Mérito Cultural da Federação das Colectividades do Distrito do Porto. No ano de 2000 recebeu a Medalha e Diploma de Valor e Exemplo pela Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e


À descoberta de... Recreio. Em 2005, o Galardão de Reconhecimento e Homenagem pela Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto. GE - Qual o dia do aniversário da Banda? MA - Tal como disse no início da entrevista, o dia que foi definido foi o 1 de Maio. Nesse dia faz-se uma festa e um jantar para todos inclusive os sócios e músicos onde também há lugar para os discursos. Não significa que foi nesse dia que foi formada a banda mas decidiu-se que seria festejado nesse dia. GE - Gosta de ser o maestro da Banda? O que o deixa mais feliz? E o que o deixa mais triste? MA - Sim, claro. O que me deixa mais feliz é a satisfa-

ção de fazer música em conjunto. Vocês que já tocam flauta, o que vos deixa mais felizes? É quando tocam sozinhos em casa ou na escola quando tocam em conjunto? (quando tocamos todos). Eu gosto quando ouço palmas ao fim da execução de uma peça e ficou muito triste se ouvir assobios. Mas como nunca os recebi, nunca fiquei triste. O que normalmente me deixa triste é quando alguns instrumentis tas não são responsáveis e não estudam. Pois para ser músico não basta dizer que se gosta de música, tem que se trabalhar e estudar em casa. Como isso acontece pouco,

Abril 2011 estou contente a maioria das vezes. GE - Qual é a mensagem que gostaria de deixar aos jovens do Agrupamento Penafiel Sudeste? MA - Em primeiro lugar queria agradecer o convite que me foi feito para estar aqui. Isso significa que valorizam a Banda Musical e Cultural da Vila de Rio de Moinhos. Espero que continuem, à medida que vão crescendo, a valorizar, a gostar e a aplaudir incentivando a banda. E a todos aqueles que gostariam de aprender atocar um instrumento, não tenham vergonha venham ter connosco ou ingressem num ensino articulado pois a música é fantástica.

Entrevista colectiva – Turma 7C do 4º ano

Desporto em Rio de Moinhos Em Rio de Moinhos o desporto é praticado já há muitos anos na forma de futebol. Também aqui a freguesia se destacou das outras do concelho de Penafiel. Chegou a ter duas equipas de futebol e uma delas atingiu a 3ª divisão nacional. Tudo começou nos finais dos anos 50, quando os jogos de amadores entre equipas das freguesias vizinhas levavam a população em peso ao campo da bola, nos Domingos à tarde. Por essa altura surgiu um clube de futebol com o nome da terra, que se limitava a disputar os campeonatos de amadores do distrito do Porto. Mais tarde, já nos anos 60, o clube teve como presidente o Sr. José Alves. A situação do clube não era famosa e José Alves deitou-lhe a mão, desenvolveu-o para tornar-se num dos clubes mais fortes da região. Nascia assim o clube de futebol "José Alves", cujo campo de futebol era já na freguesia de Cabeça Santa, mas continuava a ser o clube

dos riodemoinheses. Este clube de futebol cresceu muito à sombra do seu presidente, um dos maiores industriais do granito. A acusação de que José Alves se apossara do clube transformando-o em sua propriedade e retirando-o aos riodemoinheses, levou a que várias pessoas da terra fundassem em 1974 o Sport Clube Rio de Moinhos. A freguesia teve assim durante alguns anos 2 clubes a competir. Apesar do fervor desportivo do novo clube, o antigo "José Alves" esteve sempre acima e já nos finais dos anos 70 quase subiu à 2ª divisão nacional. Em Rio de Moinhos o desporto é praticado já há muitos anos na forma de futebol. Também aqui a freguesia se destacou das outras do concelho de Penafiel. Chegou a ter duas equipas de futebol e uma delas atingiu a 3ª divisão nacional. Tudo começou nos finais dos anos 50, quando os jogos de amadores entre equipas das freguesias viz-

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Abril 2011 inhas levavam a população em peso ao campo da bola, nos Domingos à tarde. Por essa altura surgiu um clube de futebol com o nome da terra, que se limitava a disputar os campeonatos de amadores do distrito do Porto. Mais tarde, já nos anos 60, o clube teve como presidente o Sr. José Alves. A situação do clube não era famosa e José Alves deitou-lhe a mão, desenvolveu-o para tornar-se num dos clubes mais fortes da região. Nascia assim o clube de futebol “José Alves”, cujo campo de futebol era já na freguesia de Cabeça Santa, mas continuava a ser o clube dos riodemoinheses. Este clube de futebol cresceu muito à sombra do seu presidente, um dos maiores industriais do granito. A acusação de que José Alves se apossara do clube transformando-o em sua propriedade e retirando-o aos riodemoinheses, levou a que várias pessoas da terra fundassem em 1974 o Sport Clube Rio de Moinhos. A freguesia teve assim durante alguns anos 2 clubes a competir. Apesar do fervor desportivo do novo clube, o antigo “José Alves” esteve sempre acima e já nos finais dos anos

Informação Geral:

À descoberta de... 70 quase subiu à 2ª divisão nacional. Nessa altura, vários factores obrigaram José Alves a extinguir o clube a que deu o nome. Desde a situação precária das suas empresas, passando pelo falhanço desportivo de não subir de divisão, acabando na parte negativa da freguesia ter 2 clubes de futebol, o que criava rivalidades que ultrapassavam por vezes a barreira do desporto e desaguavam em cenas de violência. No início dos anos 80 José Alves extinguiu o futebol sénior do seu clube e alguns anos depois foi a vez do próprio clube encerrar as portas de vez. Quanto ao SCRM, continuou no activo mas sem atingir as performances do “José Alves”, limitando-se a jogar nos vários escalões distritais do Porto. Actualmente o SCRM está na Divisão de Honra da Associação de Futebol do Porto. O Sport Clube Rio de Moinhos é um clube português localizado na freguesia de Rio de Moinhos, concelho de Penafiel, distrito do Porto. O clube foi fundado em 1974 e o seu actual presidente é António Manuel Silva. Os seus jogos em casa são disputados no Campo da Belavista.

Estádio

Entrevista

António Manuel da Silva

Presidente da Direcção do S. C. de Moinhos Gazeta do Estudante - Bom dia, Sr. Presidente pode responder a umas perguntas para o nosso trabalho do jornal escolar? António Manuel da Silva - Claro que sim! GE - Qual o seu nome? E idade? AMS - António Manuel da Silva, 50 anos. GE - Qual o cargo que ocupa no Clube? AMS - Presidente da Direcção do S.C. Rio de Moinhos.

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À descoberta de... GE - Em que ano iniciou as suas funções? AMS - Em 2010. GE - O que faz um Presidente de Clube? AMS - Um Presidente é responsável por toda a organização do Clube, por definir estratégias, linhas de rumo a que se propôs ou seja tem a responsabilidade total sobre o Clube. GE - Neste momento qual o número de sócios do Clube? AMS - 388 GE - Qual o valor das cotas? AMS - 3 euros o normal e 2 euros para os reformados. GE - Que regalias têm os sócios? AMS - Os sócios têm poderes nas assembleias-gerais onde se define o rumo do Clube, sendo estes que podem definir como e quando, analisam toda a situação do clube, ao seu bom funcionamento….

Abril 2011 GE - Como é o equipamento do Clube? AMS - Camisola preta e branca (linhas verticais), calção preto com tira branca. GE - Qual o nome do campo onde se realizam os jogos? AMS - Campo Belavista com capacidade de 1500 a 2000 pessoas. GE - O que gostaria de acrescentar a nossa entrevista? AMS - Como Presidente do Clube, tenho por objectivo, centrado na formação dos jovens, ensinando-lhes não só a nível desportivo mas também como dar-lhes o conhecimento como homens na sociedade do futuro de amanhã. Turma 4C - 3º ano

GE - Quem são os patrocinadores do Clube? AMS - É a Churrasqueira Central.

FEIRAS Em Rio de Moinhos existem duas feiras por mês, uma no dia 4 e outra no dia 16. São feiras já muito antigas e são frequentadas, tanto por gentes da terra, como pelas gentes das freguesias vizinhas.

Sala 1 – Jardim de Infância do Centro Escolar de Cans

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Espaço dos clubes

Desporto Escolar O Desporto Escolar e a Educação Física da tua escola, continuam a proporcionar grandes momentos de convívio e animação, acabando por descobrir novos talentos. No dia 15 de Dezembro, realizou-se o MegaAtleta, onde os atletas mostraram o que valiam no salto em comprimento e na corrida dos 40 metros (velocidade). Numa primeira fase, decorreu o apuramento por turmas e depois encontraram-se os melhores para o apuramento para o regional, em Amarante. No dia 18 de Janeiro, realizou-se o Corta-mato da escola, com a presença de 420 atletas. Foi uma manhã diferente e cheia de emoção, suor e medalhados. Boa sorte para todos os apurados e Obrigado a todos os que participaram.

Resultados do Salto em Comprimento:

Resultados da Velocidade

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Espaço dos clubes

Abril 2011

Parabéns a todos os alunos que participam no Desporto Escolar - Actividades Rítmicas e Expressivas, Golfe e Futsal. Daremos mais noticias, na próxima edição do jornal. Dia 12 de Março às 9 horas Encontro de Dança na nossa Escola

A Actividade Física é sem dúvida muito importante para melhorar o bem-estar e a qualidade de vida de todos. Quem pratica actividade física, é muito mais Feliz!

Saudações Desportivas

Grupo de Educação Física Grupo do Desporto Escolar

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Espaço dos clubes

Abril 2011

Desporto Escolar Os 3 melhores alunos de 5º ano e os 3 melhores alunos do 6ºano do ano lectivo anterior, participaram no 2º Campeonato Interescolas do Vale de Sousa (Ferrara Plaza). Foram exemplares e só foi pena a organização não estar à altura do evento, tendo prejudicado a nossa equipa. Estes alunos também receberam no mês de Janeiro o Diploma do quadro de Excelência, com os restantes colegas das outras turmas. São fantásticos!

Parabéns a todos e Obrigado aos Pais

Nome dos Alunos: José Ferreira; Nádia Oliveira; Joana Ferreira; Mateus Silva; Juliana Lopes e Alexandra Coelho

Aposta na Natação Desde Novembro de 2010, que os alunos com necessidades educativas especiais, têm frequentado a piscina de Paço de Sousa, todas as manhãs das quintas-feiras. Tem sido uma experiencia fantástica para todos os alunos, onde a adaptação ao meio aquático é fundamental para estes alunos. Tiveram uma surpresa no Natal, com a ida ao Parque Aquático de Amarante, com reportagem para a televisão (que passou na RTP2 no dia 22 de Janeiro). Foi uma manhã fantástica, que dificilmente estes alunos irão esquecer. Professores Responsáveis: Filipa, Hugo, Mariana e Miguel. Fotografo: Prof. Sérgio Ferraz Auxiliar: Isabel.

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Espaço dos clubes

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O Blog do “Clube de Protecção Civil”

A turma 7º E criou um blogue sobre o «Clube de Protecção Civil», no âmbito da área curricular não disciplinar de Área de Projecto. O objectivo deste blogue é divulgar o seu trabalho numa área tão importante como a Protecção Civil. A turma está a ser ajudada pela professora da disciplina e pela professora responsável pelo blogue da escola do PNL (Plano Nacional de Leitura). Qualquer turma pode participar neste projecto,

publicando trabalhos relacionados com esta área. A selecção destes trabalhos é sempre feita pelos alunos do 7º E e pela professora responsável. Também podem fazer propostas de actividades relacionadas com a Protecção Civil para serem dinamizadas na nossa escola Convida-se todos os alunos da escola a seguirem o blogue no link: http://clubeprotcivil7e.blogspot.com/

Explora-o e deixa o teu comentário!!! Os alunos do 7º E

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Entrevista com...

Entrevista

João Martins

Representante dos Encarregados de Educação Após ter manifestado muito gosto em participar nesta actividade, O Representante dos Encarregados de Educação respondeu às nossas questões. No passado dia 14 de Fevereiro, um grupo de alunos das turmas C, D, e G do sétimo ano de escolaridade realizou uma entrevista ao presidente da Associação de Pais e Encarregados de Educação do nosso agrupamento. O entrevistado, o senhor João Martins, nasceu no dia 29 de Junho de 1967, em Queluz, Sintra, e mora há 21 anos em Jugueiros, Rio de Moinhos. É empresário na área da jardinagem / paisagismo. Tem duas filhas, uma das quais frequenta o 1º ciclo do agrupamento. Gazeta do Estudante - Há quanto tempo exerce o cargo de representante dos encarregados de educação? João Martins - Quando eu fundei a associação de pais, não havia nenhuma. Foi por volta de 2006 que eu verifiquei que havia essa falta de representação dos pais e dos encarregados de educação e então resolvi com um grupo de pais formar a associação, para defender os interesses de todos. GE - Quais os motivos que o levaram a candidatar-se a esse cargo? JM - Os motivos foram essencialmente o facto de não haver associação até à data e a necessidade que havia de uma voz dos pais para participar na vida da escola. Os pais são basicamente o grupo maior da comunidade escolar e, sendo um grupo grande sem qualquer representatividade, considerei, tendo em conta os problemas que havia na altura, fundamental a criação de uma associação de pais e desde 2006 que temos vindo a participar nas actividades e na vida escolar. GE - Sendo o representante dos encarregados de educação, quais são as principais tarefas que desempenha? JM - Há dois tipos de tarefas principais que a associação desempenha: a representação legal no Conselho Pedagógico e no Conselho Geral. Este último é o órgão da comunidade escolar do agrupamento que dá pareceres e aprova os vários documentos que são estruturantes para toda a vida escolar, como sejam o Projecto Educativo e o Regulamento Interno.

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GE - Das tarefas que referiu, quais são as que considera mais difíceis de desempenhar? JM - As mais difíceis de desempenhar são sempre aquelas que exigem a participação de todos os outros pais. É sempre difícil fazer com que os pais aceitem participar nas actividades da associação. As pessoas cada vez mais têm menos tempo, dedicam mais tempo ao trabalho, à sua profissão, e têm menos tempo para actividades cívicas. É muito importante que vocês compreendam e desenvolvam também essa actividade cívica, sendo participativos em todas as vertentes da sociedade. Participem, não sintam medo em expor os problemas, os vossos anseios, e sobretudo que tenham gosto em fazerem-no, porque só participando activamente na sociedade é que conseguimos melhorar aquilo que temos, podendo sempre tornar melhor. Concluindo, o mais difícil é de facto fazer com que todos os pais participem e percebam que são necessários na vida escolar. GZ - O que pensa acerca da participação dos encarregados de educação na vida escolar dos seus educandos? JM - Dado que a Associação de Pais representa todas as escolas do agrupamento, posso dizer que nos jardins-de-infância e no primeiro ciclo são participativos. Depois desviam-se um pouco dessa actividade, quando os seus educandos entram para o segundo e terceiro ciclos do ensino básico. É necessário que participem mais, é necessário que os pais tenham vontade de participar, porque além das conversas que têm com os directores de turma, é preciso que participem mais na actividade cívica, a tal actividade que


Entrevista com... vai desenvolver a sociedade. Aproveito para referir uma actividade que a Associação de Pais vai desenvolver no dia 5 de Março, que consiste numa caminhada contra a obesidade e pelo desporto. Vamos tentar chamar os pais e uma das estratégias que usaremos é a presença de algumas figuras públicas. Contamos desde já não só com a vossa presença mas também com a presença dos pais para demonstrarem que estão do lado da associação, quando nós desenvolvemos estas causas. Nos tempos actuais, a obesidade infantil, apesar da dieta mediterrânica ser uma das melhores da Europa, é uma doença da sociedade moderna. Portugal começa também a sofrer desta doença. GE - Por ano, quantas reuniões realizam com encarregados de educação? JM - De uma forma ordinária, ou seja de uma forma corrente, temos sempre uma vez por mês, na primeira quintafeira de cada mês. A partir das 21 horas, estão na escola sede os representantes da associação ao dispor dos pais, que podem vir expor os seus problemas sem qualquer marcação. A associação costuma também reunir com os representantes dos encarregados de educação eleitos em cada turma de todos os níveis de ensino. Os nossos contactos estão disponíveis aqui na escola para todos os pais que, de um modo mais espontâneo, queiram contactar com a associação. GE - Que avaliação faz das condições da nossa escola? JM - A nossa escola está a passar por uma fase em que as condições se degradaram de alguma forma. Há excesso de alunos e as instalações, por vezes, tornam-se reduzidas para a dimensão das turmas e para o número de turmas que tem. Sei que o vosso director não tem recusado alunos, todos são colocados no agrupamento, sendo positivo porque ficam no agrupamento da sua área de residência, mas agrava os problemas das instalações. No que respeita à escola sede do agrupamento, as preocupações são essencialmente com algumas infiltrações, com o frio que existe em algumas salas, mas temos tido toda a abertura do director para que essas situações sejam remediadas ou, de alguma forma, definitivamente colmatadas. Nas outras escolas do agrupamento, a situação torna-se mais difícil, porque não dependem do Ministério da Educação, mas da autarquia. Com todas estas reduções de verbas, existem, por vezes, dificuldades em resolver estas situações. A câmara tem menos dinheiro, mas continua com a mesma boa vontade e, dentro de todas estas limitações, temos tentado resolver os problemas. Considero que houve uma melhoria, porém temos

Abril 2011 que continuar a trabalhar para mais. A associação tem-se debatido pelas coberturas da chuva aqui na escola sede, uma vez que fora dos pavilhões não há locais onde os alunos possam estar quando chove. O director tem feito um esforço para que estas situações se resolvam. GE - Como representante dos nossos encarregados de educação, de que forma pode intervir na escola? JM - Podemos intervir de duas formas permitidas pela lei. Através do assento que temos no Conselho Pedagógico, onde são definidas as formas de funcionamento das turmas e todas as características pedagógicas que são exercidas na escola. A outra forma é através do Conselho Geral, que é o órgão por excelência de administração da escola, onde temos direito a 6 lugares. É uma grande força que temos, já que é o local onde temos grande impacto, grande aceitação da nossa opinião por parte da direcção da escola e onde intervimos com mais incidência. No Conselho Pedagógico não temos tanta expressão, porque os pais não são técnicos de pedagogia, normalmente somos pedagogos por improviso. Somos pais, logo temos que o ser, independentemente das nossas formações e da nossa função. A capacidade de intervenção no Conselho Pedagógico é sempre muito limitada. No Conselho Geral, intervimos bastante, somos bastante aceites. Temos um número de representantes que nos permite algumas visões, de tal forma que conseguimos alterar a direcção da escola. Independentemente das razões, os pais tiveram capacidade, autonomia, poder para ter essa intervenção. GE - Como era enquanto estudante, quando tinha a nossa idade? JM - De certeza que era um estudante como vocês. Tinha os meus dias bons, tinha os meus dias maus. Não era um estudante excelente, nunca fui. Era um estudante médio, fazia as minhas asneiras, mas sempre com sentido de responsabilidade. Participava nas associações de estudantes e tinha sempre uma voz activa na escola. Eram outros tempos, havia outras dificuldades que não temos agora. Fiz toda a minha escola depois do 25 de Abril, portanto já numa fase em que havia mais liberdade nas escolas. Tive sorte na minha vida de estudante, porque antigamente havia outros problemas extra-escola, como problemas de delinquência bastante mais graves do que os actuais. Tive sorte de passar incólume por essas coisas, foi só sorte, ter “os olhos muito abertos” e, acima de tudo,

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Entrevista com...

Entrevista

João Martins

ser responsável. Os meus pais nunca me pediram para ser o melhor da turma, pediram-me sim para ser responsável nas minhas atitudes e para cumprir aquilo que era a minha obrigação na altura, que era ter aproveitamento nas aulas e respeito pelos professores e pelos funcionários da escola. GE - Podemos solicitar-lhe que nos faça uma autocaracterização como encarregado de educação? JM - Como encarregado de educação, sofro das mesmas dificuldades dos outros encarregados de educação. A sociedade exige que nós nos dediquemos cada vez mais ao trabalho. Torna-se, por vezes, muito difícil dispor de tempo para os filhos. Eu tenho duas filhas, com dez anos de diferença, uma está neste agrupamento, a outra já frequentou esta escola. Tento, e consigo, estar constantemente junto delas, apoiando-as nas necessidades, ajudando-as a fazer os trabalhos de casa, dentro das minhas limitações, porque não tenho nenhum curso universitário. Tento transmitir-lhes valores para que elas, de forma autónoma, consigam vencer as dificuldades que lhes surgem todos os dias na escola. Os três períodos escolares, assim como toda a vida escolar, são muito longos. Há dias maus e dias bons. Torna-se fundamental dar-lhes o apoio necessário para que elas nos momentos maus consigam desenvolver as capacidades que lhes permitirão futuramente alcançar a actividade que anseiam. Não exijo que elas sejam aquilo que eu quero, desejo que sigam a sua vocação,

mesmo que não mostrem, pois “para aprender a andar de bicicleta é necessário cair algumas vezes”. Muitas vezes, sobretudo quando se é jovem, temos o desejo de ser determinada coisa, todavia podemos não ter vocação para essa profissão. É importante a intervenção do encarregado de educação, que deve ter o espírito aberto para alertar: “Se não gostas disso, vamos mudar, vamos tentar outra coisa!”. Concluída a escolaridade, as pessoas devem sentir-se satisfeitas naquilo que estão a fazer, o que pode demorar mais tempo do que o previsto inicialmente. Actualmente, a sociedade é cada vez mais competitiva. Há uns anos com o 12º ano, éramos os mais capacitados da freguesia. Hoje, a escolaridade obrigatória, para alguns, é o 12º ano. As habilitações são cada vez mais importantes e, por isso, estudar é muito importante. Há uma música, ainda não editada, mas já muito ouvida, que diz: “Para que é preciso estudarmos, para sermos escravos”. Há quem diga que esta música põe em causa o estudo. Esta música não põe em causa o estudo, mas lembra que, para tudo, é preciso estudar. A par das habilitações literárias, deve existir um desenvolvimento pessoal para que possamos empregar tudo aquilo que aprendemos na vida curricular na vida profissional. É necessário também que, durante as férias, se preocupem em aprofundar aquilo que dão durante as aulas e exerçam, num período curto de tempo, uma actividade prática, para que terminada a vida curricular não sejam pessoas cheias de conhecimentos técnicos, mas com poucos conhecimentos práticos.

Tanto vocês como os vossos pais e encarregados de educação disponham sempre da associação de pais. Penso que está a ser desenvolvida uma associação de estudantes aqui na escola, desde já a associação se disponibiliza para quando precisarem.

Dediquem-se, participem activamente na sociedade ainda que não gostem dela. Uma só pessoa não muda, mas ajuda!

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Em destaque

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Feira de S. Martinho No dia 12 de Novembro, sexta-feira, fizemos a feira de S. Martinho da nossa escola. A feira realizou-se juntamente com a escola EB 2,3 no recreio da escola-sede do Agrupamento.Cada um de nós levou alguma coisa para vender. Havia dióspiros, tangerinas, figos, kiwis, limões; nabos, nabiças, couves, cebolas, batatas, salsa, tronchudas espinafres, repolho, cenoura, flores…; também havia pizas, bolos, chocolates, gomas, chupas, queques, rebuçados…; havia também água, sumos e vinho; também se venderam guarda-chuvas, luvas, bonés, malas de computador, camisolas, capas de chuva, peluches e muitas outras coisas… A nossa barraca estava à beira das outras. Tinha três mesas de banca e estava enfeitada com decorações

que nós fizemos na escola. Cada turma da escola EB 2,3 tinha também uma banca. Nas outras bancas vimos muitos outros produtos à venda, como castanhas, sandes, cachorros, bebidas, etc. Numa das bancas fazia-se serviço de manicure; noutra pagava-se para ouvir uma música que se quisesse. Na feira de S. Martinho deste ano havia muita coisa à venda e muitas pessoas. No fim, estava quase tudo vazio. Este ano a nossa feira de S. Martinho foi diferente e nós gostámos muito. EB1 de Assento 2

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Em destaque

Festa de Natal... No dia dezassete de Dezembro, realizou-se a Festa de Natal da nossa escola, que contou com a participação activa dos alunos e dos respectivos professores. Pelas quinze horas e quarenta e cinco minutos, deu-se início à festa com a actuação dos alunos do Clube de Música, os quais cantaram músicas alusivas ao Natal. De seguida, foi representada a peça “Sonho de uma Noite de Natal”, pelo Clube de Teatro e ao longo de toda a festa, os presentes foram ouvindo músicas e contos relacionados com o Natal. A turma do 9ºE representou a peça “O Pai Natal no Auto da Barca do Inferno”, os alunos da

turma A do oitavo ano recitaram um poema de Miguel Torga “Uma História Antiga” e o director da escola dirigiu algumas palavras a todos os presentes, desejando boas festas a toda a comunidade escolar. Para finalizar a festa, alguns alunos dançaram as músicas “Waka waka”, “Vem dançar” e “I wanna” e a dança espalhou-se pelo público até ao fim da festa. Foi uma tarde divertida, uma óptima forma de finalizar o primeiro período. Ana Silva, nº2, 9ºC e Sílvia Silva, nº 24, 9ºC

... no jardim de Infância de Cruzeiro Peroselo Foi grande o empenho e entusiasmo com que crianças, Encarregados de Educação e algumas avós participaram na Festa de Natal, que se realizou no dia 17 de Dezembro, juntamente com as crianças da EB1 de Devesa. As crianças alegraram a Festa proporcionando cor e vida através da representação das canções “A borboleta pequenina” e “O Rapaz do tambor” que fez o orgulho dos seus familiares. Por sua vez, as mães e algumas avós, juntaram-se aos seus filhos e cantaram uma linda canção de Natal. Houve um lanche convívio, onde todos confraternizaram num ambiente Natalício, por fim o Pai Natal chegou “carregadinho” de presentes. E tal como nos anos anteriores o Pai Natal estava constipado e não podia falar porque lhe doía a garganta. A árvore de Natal foi decorada por cada um dos meninos, com uma bola vermelha contendo a sua fotografia.

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Visita de Estudo do 7º ano No passado dia 20 de Janeiro, todas as turmas do 7º ano de escolaridade participaram numa visita de estudo organizada pelos docentes de Língua Portuguesa e História. A visita iniciouse com a ida ao teatro a Matosinhos e, após o almoço, visitaram o Palácio dos Duques de Bragança em Guimarães. Para muitos, esta foi a primeira vez que assistiram a uma dramatização, tornando-se evidente a satisfação no final da peça. A adaptação da história “ O Cavaleiro da Dinamarca ” pela companhia de teatro “O Sonho” está muito interessante. A multiplicidade de cores, associada à movimentação dos cenários, fez com que ninguém se aborrecesse. Terminada a representação, as palavras que mais ressoavam eram “Scapino um, Scapino dois e Scapino três”. Na parte da tarde, a visita ao palácio dos duques foi muito educativa. Foram muitos os que ficaram estupefactos com as dimensões do palácio e trouxeram na sua memória as namoradeiras, as armas, as tapeçarias e os bons momentos passados no Castelo. Turma do 7ºB

Opiniões... Nós gostámos muito desta visita de estudo, porque tivemos a oportunidade de ter uma aula de Língua Portuguesa e de História fora da escola. Da parte da manhã, fomos ver uma peça de teatro a Perafita. Esta peça intitulava-se ”O Cavaleiro “ e era uma adaptação da obra ”O Cavaleiro da Dinamarca”, de Sophia de Mello Breyner Andersen. Esta peça foi muito divertida, por causa das personagens que surgiram em palco. Estas faziam-nos rir muito. A seguir, fomos para o Centro Comercial, em Guimarães. Nós adorámos esta parte, porque havia comida muito boa e pudemos entrar em algumas lojas. Depois, fomos para o Palácio dos Duques de Bragança, onde tivemos uma visita guiada. Todos gostamos desta parte. Alguns tiveram a oportunidade de visitar o Castelo de Guimarães, que fica ao lado do palácio. Pudemos ver quase todo o castelo. Por fim, viemos embora muito cansados, mas contentes por um dia tão bem passado!!! Os alunos do 7º F

Eu acho que a visita de estudo foi muito interessante, porque aprendi muitas coisas novas. Gostei da peça de teatro, porque foi muito engraçada. Também gostei do Palácio dos Duques de Bragança, já que vimos muitas salas bonitas e ficámos a conhecer um pouco daquela época. A parte do Centro Comercial também foi muito divertida, porque estive a almoçar com os meus amigos e visitámos muitas lojas. Tânia Luís, nº 22, 7º E

Na minha opinião, toda a visita de estudo foi divertida, mas a parte que eu mais gostei foi a do Castelo de Guimarães, já que tivemos a oportunidade de tirar fotografias com toda a turma e mostrar como somos unidos. No autocarro cantámos muito, embora as nossas vozes não combinassem muito bem. Foi um dia divertido! Ana Rodrigues, nº 1, 7º E

Eu acho que a visita de estudo foi muito boa, porque fomos a vários sítios. Gostei muito da peça de teatro «O Cavaleiro da Dinamarca» e de termos ido ao Centro Comercial, em Guimarães. Para mim, foi um dia diferente, já que fui ver uma peça de teatro e fui almoçar ao Centro Comercial, onde também visitei algumas lojas. Também gostei do resto do dia, mas a melhor parte foi a da parte da manhã e a do almoço. Ângelo Ferreira, nº 5, 7º D

Na minha opinião, esta visita de estudo foi uma das mais divertidas. Gostei muito da parte do teatro, porque foi muito alegre. Havia personagens muito engraçadas e extraordinárias. Adorei a parte do almoço, pois fomos visitar algumas lojas no Centro Comercial, mas também gostei da parte do Castelo de Guimarães, pois estávamos sempre a subir pedras e mais pedras! O regresso à escola, já no autocarro, foi muito divertido. Viemos sempre a cantar músicas famosas, algumas do tempo dos nossos pais e professores. Não parámos um minuto! Foi um dia muito bom!!! Filipa Ferreira, nº 10, 7ºD

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Visita de Estudo do 9º ano

Um dia no Porto

No dia 25 de Novembro, a nossa escola proporcionou aos alunos do nono ano e dos Cursos de Educação e Formação uma visita de estudo ao Porto, no âmbito das disciplinas de Ciências Naturais e Língua Portuguesa. Durante a manhã, visitámos a exposição “O Corpo Humano Como Nunca o Viu”,no Museu dos Transportes e Comunicações, na Alfândega do Porto. A visita à exposição foi fascinante, pois tudo o que nós lá vimos eram corpos verdadeiros, devidamente tratados para nos ajudar a aprender mais sobre a anatomia do nosso corpo. Com esta exposição, pudemos ver ao vivo e a cores o que aprendemos nas aulas de Ciências Naturais, o que tornou a matéria muito mais apelativa e nos deu mais vontade de aprender. Após termos visto a exposição, saímos a pensar que o nosso corpo é uma autêntica “máquina” que trabalha de uma maneira muito perfeita. Isto faz-nos reflectir um pouco sobre os nossos maus hábitos que prejudicam o nosso organismo, tais como o tabaco, o álcool, as drogas e a má alimentação. A exposição mostrou-nos, ainda, o que acontece aos órgãos quando são afectados por alguma doença, como, por exemplo, o cancro. Acho que foi a melhor maneira que a escola arranjou para nos prevenir dos malefícios do tabaco, pois pudemos observar um pulmão são e outro destruído pelo tabaco.

Depois desta interessante “aula de ciências”, fomos almoçar e de seguida fomos ao Teatro! Aqui começou a segunda parte da visita, onde pudemos assistir à representação da peça Auto da Barca do Inferno, a qual lemos na aula de Língua Portuguesa. Não existe melhor maneira de assimilar esta obra senão vê-la a ser dramatizada, num palco, por maravilhosos actores que deram vida às personagens, tal e qual como Gil Vicente as descreveu no Auto. Foi um momento hilariante, pois todas as personagens tinham graça com todos aqueles cómicos de linguagem, situação e carácter que a professora nos ensinou a distinguir! Um dos objectivos de Gil Vicente foi alcançado, pois através do riso (houve momentos em que a sala se “desmanchou” a rir) se criticaram os maus hábitos e costumes da sociedade e se pensou nas consequências daquilo que fazemos. Esta visita foi muito importante, pois com ela aprendemos melhor a matéria, a tratar adequadamente o nosso corpo, como vimos na exposição e também a respeitarmos o nosso próximo, como nos ensinou Gil Vicente na sua obra. Esta visita de estudo foi sinónimo de aprendizagem, mas também de lazer e foi muito divertida. Liliana Almeida 12 9ºF

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Implantação da República

Comemoração do Centenário da Républica Portuguesa No dia 4 de Outubro, o Centro Escolar de Cans (J. I. e 1º Ciclo), bem como todas as escolas do 1º Ciclo do Ensino Básico, do Agrupamento de Escolas de Penafiel sudeste, comemoraram a Implantação da República com actividades dedicadas a esta tão importante data. Os alunos fizeram a bandeira de Portugal na sala de aula e em conjunto dirigiram-se para o recreio da escola para cantarem o Hino Nacional e verem o hastear da bandeira de Portugal. Todos

E.B.1 de Cans os presentes ouviram atentamente a explicação sobre o tema da Implantação da República. No final, aplaudiram com entusiasmo e cada turma teve oportunidade de observar uma exposição no átrio da escola, apresentada pela turma do 4ºAno 6 C ( E.B. 1 de Cans), sobre o significado Histórico do 5 de Outubro. Texto dos alunos do 4º Ano, 6C, E. B.1 de Cans

E. B.1 de Assento 1

Feira “No tempo dos meus bisavós”

Jardim de infância de Cruzeiro Peroselo No dia 26 de Novembro, o Jardim de Infância de Cruzeiro Peroselo, realizou uma Feira “No Tempo dos Meus Bisavós”, contando com a participação activa dos Encarregados de Educação e Familiares, quer nos preparativos da mesma, quer no empenho e dinamismo com que participaram com produtos para serem vendidos, bem como, se empenharam na venda dos mesmos. Esta Feira teve como objectivo principal divulgar a cultura de um povo, sensibilizando as crianças e comunidade para profissões do tempo dos Avós e de alguns casos dos Bisavós, uma vez que nesta Feira estiveram presentes os Artesão da freguesia, realizando trabalhos no decorrer da Feira, explicando às crianças do Jardim de Infância e a crianças de outras instituições que

nos visitaram, como foi o caso das crianças da EB1 de Devesa, do Jardim de Infância de Comunha e as crianças do Centro Social de Peroselo, nomeadamente as Senhoras Tecedeiras de cober-

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Actividades na escola

Feira “No tempo dos meus avós” tores em lã de ovelha, a Senhora das rendas de Bilros, a Senhora que executa adornos com folhelho, ou com palha, o Sr. Cesteiro, e um grupo de Senhoras que animaram um desfolhada à moda antiga. Para que esta “Feira” retratasse a época dos Avós, a Comunidade Educativa do Jardim de Infância vestiu-se com trajes dessa altura, para tornar mais real o acontecimento. E porque, as crianças são a razão destes acontecimentos, para elas, houve jogos tradicionais, que exploraram de forma entusiástica, dando vida e alegria a esta actividade. Mas não foram só as crianças que se divertiram, também os adultos se divertiram ao som da concertina.

Esta actividade foi extremamente positiva, não só pela vivência das tradições, pelo empenho e dinamismo com que Pais, Encarregados de Educação e familiares participaram na actividade, como também pelo intercâmbio estabelecido entre a Comunidade e a articulação entre crianças de outras instituições. Foi também com muita honra, que a Comunidade Educativa deste Jardim de Infância recebeu a visita do Exmo. Sr. Director do Agrupamento de Escolas de Penafiel Sudeste, que contribuiu para engrandecer, ainda mais esta iniciativa.

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Visita ao Presidente de Junta de Rio de Moinhos

Joaquim Rodrigues

No dia 25 de Janeiro, os alunos do 1º e 3º anos da turma 5C, juntamente com a professora e a auxiliar Maria José, deslocaram-se à Junta de Freguesia de Rio de Moinhos para entrevistar o Presidente da Junta, o Sr. Joaquim Rodrigues. Começaram por colocar questões pessoais como a idade, a família…Descobriram que o presidente tem 50 anos, é solteiro, tem catorze sobrinhos e dá muita importância à família e, além de ser Presidente, é administrador de uma empresa. Depois colocaram questões relacionadas com a junta. Esta já conta com 98 anos de existência. Há treze anos que é Presidente, gosta muito de o ser, apesar de ser complicado, porque os tempos que correm são muito difíceis. Candidatou-se, porque gosta muito da sua terra e entendeu que deste modo a podia

ajudar. O seu objectivo é ajudar os seus residentes a terem uma melhor qualidade de vida. A pior situação que lhe aconteceu foi o falecimento de um funcionário em serviço pela Junta. As melhores situações foram a requalificação do centro escolar, o saneamento e a construção do pavilhão gimnodesportivo. A maior despesa da Junta foi o aumento das instalações da junta. Considera a ligação escola – junta, muito importante e neste caso ela felizmente existe. Por último perguntaram-lhe se lhe fosse concedido um desejo, qual escolheria? Respondeu que não tem um desejo, tem vários, mas decidiu pelas obras nas margens da albufeira, uma praia fluvial, um cais para pequenos barcos, parque de lazer, uma piscina… No final todos agradeceram ao Presidente a disponibilidade demonstrada para esta entrevista.

Turma 5ºC

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As Janeiras

Na nossa escola - EB1 Assento 2 Hoje, dia 27 de Janeiro de 2011, fomos cantar as janeiras pelas ruas próximas da nossa escola. Levávamos na cabeça umas coroas que tínhamos feito na sala de aula. A primeira casa foi a do Miguel do 2º ano; depois fomos à casa do avô do Luís: ele deu-nos bolachas e baunilhas. A seguir fomos à casa do avô do Diogo e ele deu-nos duas sacas de gomas. Depois fomos à casa da mãe da Diana: nós fizemos uma fila para receber um sumo ou um ice tea e um rebuçada. Depois viemos cá para fora jogar matraquilhos e estivemos na esplanada. A casa a seguir foi o restaurante “Pedra Azul”: eles deram-nos bolachas, três sumos e copos. Depois de irmos ao restaurante, fomos a casa da mãe do Hugo do 3º ano e ela deu-nos uma nota e um saco de rebuçados. Quando saímos da casa da avó do Hugo fomos a casa da avó do Renato. Depois fomos a casa da Beatriz, que nos deu rebuçados. A seguir fomos a casa da avó da Diana e ela deu-nos dinheiro, como a avó do Bruno. A antepenúltima casa foi a da avó da Ana do 3º ano, que nos deu rebuçados. A última casa foi a da minha avó, e ela deu-nos miniaturas e doçuras. Eu andei a distribuir as miniaturas pelas turmas e pelos professores. Quando já tínhamos ido a todas as casas, fomos para a escola. Eu gostei de andar a cantar as janeiras pelas casas, com os meus colegas, os nossos professores das turmas, o de Inglês e a de Música, que nos ensaiou e nos emprestou instrumentos.

No nosso agrupamento No dia 20 de Janeiro, os Alunos do Clube de Música da EB 2,3 de Penafiel n.º 3, deslocaram-se à Direcção Regional de Educação de Norte (DREN) a fim de cantarem as Janeiras. As crianças do Jardim de Infância de Cruzeiro-Peroselo aguardavam a sua chegada na Câmara Municipal de Penafiel, para cantarem as Janeiras e desejarem um Bom Ano, ao Sr. Presidente da Câmara, Vereadores e Funcionários. De seguida, foram desejar um Bom Ano à Equipa de Apoio às Escolas do Tâmega, e por último, na Sede do Agrupa-

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Carlos Daniel (4º ano, Turma 6-CAB)


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As Janeiras

No nosso agrupamento mento de Escolas de Penafiel Sudeste, onde dezenas de Alunos e Professores, assistiram a esta iniciativa. Refira-se que, os grupos cantaram um de cada vez, dado as canções não serem as mesmas. Foi uma actividade muito positiva, principalmente para as crianças do Jardim de Infância, não só pela articulação estabelecida entre o Pré-escolar e o 2.º e 3.º Ciclo, como também, pela forma como o Clube de Música nos encantou com a sua actuação.

Em Luzim No dia 15 de Janeiro (sábado), pelas 21 horas, houve Cantar de Janeiras na Escola do 1º Ciclo de Lomar. Para tornar a festa mais interessante, os alunos apresentaram o teatro “Ano Velho, Ano Novo…” em que explicaram os movimentos da Terra e a utilidade dos meses do ano para medir a viagem da Terra à volta do Sol. Nesse teatro, também se falou dos comportamentos que os seres humanos devem ter para haver um ano de 2011 feliz: trabalho, honestidade, compreensão, saúde… Depois, alunos e professores cantaram três canções com melodia e letra adaptadas e ainda houve uma surpresa com a participação de um grupo formado por pessoas da freguesia que vão organizar duas festas religiosas e que animaram ainda mais a nossa festa.

No final, houve um lanche-convívio para “animar o estômago” e “pôr a conversa em dia”. Muita gente participou aceitando o convite que lhe tinha sido feito (os alunos aprenderam a redigir um convite e muitos “amigos” da escola também foram convidados). Obrigado a todos!

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Os Reis

Alunos de Abragão

Cerca de 200 crianças do ensino básico e jardins-de-infância de Abragão juntaram-se no passado dia 14 de Janeiro, no Pavilhão Gimnodesportivo de Abragão, para cantar os Reis à população da freguesia. Com as bancadas do Pavilhão Gimnodesportivo lotadas e num ambiente de contentamento, alegria e boa disposição, cerca de 400

Noite de Reis No dia 13 de Janeiro, a EB1 de Assento 1 comemorou a tradição de Reis, com um sarau. Esta actividade foi realizada na Junta de Freguesia, com a participação de todos os alunos, professores, funcionárias, pais e outros familiares. A actividade teve uma grande adesão havendo um grande empenho, por parte de todos os participantes. No final, distribuíram-se guloseimas pelos alunos e ofereceu-se um vinho do Porto aos adultos.

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pessoas, entre professores, auxiliares e familiares dos alunos, ouviram e participaram em diversos cantares alusivos à tão peculiar tradição de cantar dos Reis, registando-se momentos únicos e hilariantes, protagonizados pelos mais pequenos. No final, os professores elogiaram o empenho dos seus alunos na iniciativa e prometeram voltar para o ano com mais cantares.


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Teatro Musical

Musical Infantil: “Bzzz, bzzz, bzzz, a união faz a força”

No dia 9 de Fevereiro, as crianças dos Jardins de Infância de Cruzeiro Peroselo e de Lomar Luzim, foram assistir a um Musical Infantil na Exponor em Matosinhos, com o tema “Bzzz, bzzz, a união faz a força”. Uma história passada num cenário que nos levou até um bosque, onde já há muitos e muitos anos, que as abelhas e os beija-flores (também chamados de colibris) viviam em rivalidade devido a um antigo desentendimento. Bela, uma jovem abelha que não entendia o facto das abelhas só trabalharem, trabalharem, trabalharem, um dia encontra Bento, um jovem beija-flor, que anseia provar o mel das abelhas. Alheios ao antigo desentendimento que afasta as suas famílias, Bela e Bento fazem nascer uma verdadeira amizade que leva à reconciliação das espécies. Desta forma, deram uma grande lição a todos, de que não se deve andar de costas voltadas para os amigos, por causa de maus entendidos, sem primeiro se esclarecer toda a verdade. Esta actividade, encantou as crianças, levandoas para um “Mundo imaginário” cheio de encanto e beleza, onde as crianças conheceram outra forma de ouvir contar uma história e no final puderam interagir com os actores. Despertando-as assim para a Cultura.

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Maratona da Leitura No dia 1 de Março, a turma da Educação Especial deslocou-se à biblioteca para participar na “Maratona da Leitura”. Quando chegámos, as cadeiras estavam todas ocupadas. Ficamos um pouco nervosos porque, afinal, íamos cantar e tocar o poema sobre o inverno “ Chove, chove”. Os rapazes ficaram com os jogos de sinos e as raparigas com as caixas chinesas. O professor Sérgio Ferraz acompanhou na viola. Para terminarmos a nossa participação, a Joana (5ºF) e o Fábio (8ºD) declamaram o poema “Flocos de Neve”. Apesar do anseio, correu bem e toda a gente aplaudiu. Gostamos muito de ter participado.

Texto colectivo: A turma da Educação Especial

A Piscina com ondas No dia 14 de Dezembro fui à piscina de Amarante com os meus colegas e com os professores. Fomos de autocarro, juntamente com os alunos da Escola Secundária do Pinheiro. Chegados à piscina vestimos o equipamento e fomos para a água. A piscina tinha ondas e jacuzzi, foi uma manhã muito divertida. A televisão, também não quis faltar e filmou todas as nossas actividades: os mergulhos, as brincadeiras nos repuxos de água e nas bóias. A Agostinha (9ºB) e os colegas da outra escola falaram para a televisão, tendo a gravação passado mais tarde na RTP2. O que gostei mais foi de dar mergulhos debaixo da água, do jacuzzi e das ondas. Foi muito fixe...

Autor: Rui Silva (9ºG)

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Actividades na escola

Abril 2011

“Eu também quero ler”

Na EB1 de Miragaia 2 - Ara gão

Esta é uma actividade contemplada nas muitas actividades do Plano Nacional de Leitura do nosso agrupamento. A turma 1ABR , do 1ºano, da EB1 de Miragaia nº2 está a participar nesta actividade com bastante empenho. Os Pais, Encarregados de Educação e familiares dos alunos desta escola mostraram-se bastante receptivos ao serem convidados para lerem ou contarem uma história à nossa turma prontificando-se logo a participarem nesta iniciativa. Os alunos ficam maravilhados sempre que um convidado especial vai �� escola para contar e encantar com a sua história.

JI de Áspero - Vila Cova No âmbito do Plano Nacional de Leitura, na actividade “Eu também quero ler”, os encarregados de educação são convidados a deslocarem-se à escola do seu educando para ler ou contar uma história ao grupo. Foi o que aconteceu neste dia: a mãe contou com o apoio da filha a história: “Winnie the Pooh e a festa”. No final e de acordo com a história tivemos uma surpresa feita pela mãe da Maria a qual nos presenteou com um bolo.

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Actividades na escola

Abril 2011

Green Cork “O planeta é a minha casa e a terra o meu endereço. Como posso viver bem numa casa mal arrumada, mal cheirosa, poluída e doente? A Terra é um “novo paradigma “ Leonard Boff O Jardim-de-infância de Bairros e EB1 de Boelhe inscreveram-se no início deste ano lectivo no Projecto Green Cork na Escola. O Projecto propõe a recolha de rolhas de cortiça usadas apostando num envolvimento da comunidade escolar; crianças, pais e familiares, vizinhos, Junta da Freguesia, Município de Penafiel, cafés, restaurantes e outras entidades que possam manifestarem interesse em colaborar. Este projecto de reciclagem ajudará o ambiente de 3 formas: 1.Redução de resíduos. 2.Defesa da rolha de cortiça como produto plenamente ecológico e consequentemente defesa do montado. 3.Plantação de novas árvores (espécies mediterrâneas). Tem como finalidade não só a transfor-

mação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, com o seu esforço de reciclagem, permitir o financiamento de parte do Programa “CRIAR BOSQUES, CONSERVAR A BIODIVERSIDADE”, que utilizará exclusivamente árvores que constituem a nossa floresta autóctone, entre os quais o Sobreiro. Paralelamente à actividade de recolha de rolhas de cortiça, o Jardim-de-infância e a EB1 já começaram a implementar um jardim de plantas aromáticas, uma bio-horta, a compostagem de produtos orgânicos e a sementeira de árvores autóctones para a criação de um bosque. Este projecto permite a participação das crianças, dos encarregados de educação e de toda a comunidade no zelar pelo espaço que também é deles, contribuindo activamente para a sua conservação. Cada um de nós tem de ser um caminhante no caminho da luta contra a poluição, contra a destruição do nosso planeta.

“CAMINHANTE, NÃO HÁ CAMINHO! O CAMINHO FAZ-SE AO CAMINHAR!”

(Antonio Machado y Ruiz) 31

Elaborado por: Jardim de Infância de Bairros e EB1 de Bairros nº 2


Actividades na escola

Abril 2011

eTwinning

Class B of 8th grade is participating in an etwinning project with schools from Italy, Poland and Turkey.

This project called “How do you celebrate…?” is about our festivities and celebrations. Students introduce themselves, they present their school, city and country and they create a logo to represent the project. After that, students write about their favorite festivity or celebration. The etwinning project is for European schools. We can talk with our partners from other countries, share experiences and have fun. Last year, we worked with Czech Republic, France and Poland and we learnt a lot. This year you can visit us in this link: http://new-twinspace.etwinning.net/web/p44458

“A Meia da Minha Aldeia”

Students from 8th B

Jardim de Infância de Cruzeiro Peroselo “A Meia da Minha Aldeia” surgiu de um trabalho realizado com as crianças do Jardim de Infância aquando do (re)conhecimento do Meio, nomeadamente na descoberta de profissões em vias de extinção, tais como: Tecedeira de cobertores de lã de ovelha, Cesteiro, Artesã de renda de bilros, Artesã de decorações feitas de palha e de folhelho, o Agricultor, etc., que levou à realização da “Feira no Tempo dos Meus Avós”.

sépio das Artesãs, vime para a estrutura do suporte da meia e cabana do presépio do cesteiro. Esta actividade foi muito enriquecedora, não só, pela participação no Concurso promovido pela Biblioteca Municipal de Penafiel, como também, pela participação activa de alguns Encarregados de Educação, e principalmente pelo recurso ao Meio que envolveu elementos da Comunidade e onde as crianças foram sensibilizadas para profissões em vias de extinção. Assim, esta “Meia de Natal”, que fez parte do “Concurso de Meias de Natal” da Biblioteca Municipal de Penafiel foi elaborada com a colaboração de alguns Encarregados de Educação, e com os recursos que o meio de Peroselo nos ofereceu como: serapilheira do Agricultor, lã de ovelha da Tecedeira, renda de bilros e folhelho com que se elaboraram as figuras do Pre-

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Da nossa autoria

Abril 2011

O Rei e a sua ganância Era uma vez um feiticeiro extremamente gordo que gostava muito de comer. Este vivia num belo palácio. Certo dia, o rei pediu-lhe para lhe criar uma poção que transformasse tudo em ouro. Assim fez o feiticeiro que temia a ira e a loucura do monarca. A poção era magnífica, apenas teria que verter o conteúdo do frasco por cima de qualquer coisa que, de seguida, se transformaria em ouro. Passados alguns dias, o rei pediu a poção ao feiticeiro, que era muito desastrado. Quando este a foi buscar, pegou nela, mas esqueceuse de fechar o frasco. Uma parte do conteúdo da embalagem com a poção saltou para a caneca de vinho que o rei bebia sempre ao fim-de-semana, ao meio-dia. Quando o feiticeiro estava a chegar perto do rei, deixou cair o frasco desastradamente e o pátio rapidamente se transformou em ouro. O rei, entretanto, ficou furioso com aquela situação tão imprevista e pediu a caneca de vinho ao feiticeiro para cumprir o seu ritual de sempre. O soberano bebeu o vinho, mas não aconteceu nada de invulgar. No mês seguinte, a filha do rei fez uma surpresa ao pai, aparecendo no seu palácio para jantar. Como ele queria sempre tudo só para ele e era invejoso e avarento, não ficou muito

satisfeito. Ainda assim, quis mostrar o pátio de ouro à sua filha, que ficou espantada com tamanha riqueza. Quando foram jantar, o rei sentou-se na sua cadeira. Lentamente, esta transformou-se em ouro, sem ninguém se aperceber. Entretanto, o rei pegou no seu garfo que também se transformou em ouro. Ao ver isto, o monarca chamou o feiticeiro, que foi a correr para o ajudar. O rei estava bastante espantado, mas ao mesmo tempo muito satisfeito e deslumbrado. Assim sendo, quis mostrar-lhe o seu maravilhoso dom. Estendeu a sua mão para exibir as suas capacidades fantásticas e o feiticeiro transformou-se de imediato em ouro. Rapidamente, todo o palácio se transformou em ouro, depois as suas terras, depois o mundo inteiro se transformou em ouro, incluindo a sua filha e os seus amigos. Foi nessa altura que o rei aprendeu que quem tudo quer, tudo perde e que não devemos ser avarentos, nem gananciosos. O seu desejo incontrolável e ridículo por ser ainda mais rico do que já era revelou-se fatal para os seus familiares e amigos, que pagaram na pele o preço da loucura daquele homem. Este viveu ainda durante vários anos, mas nunca mais foi feliz, por não ter junto a si aqueles que tanto amava e que gostavam dele sem quererem nada em troca. Autor: Paulo Jorge Ferreira Coelho Nº: 17 7º F

Juizinho na tua cabeça e tem muito cuidado com o que fazes O pior é quando a mãe resolve ser má também. Não é bom ser espertinho é melhor ser burrinho. É tão bom ser resmungão do que ser brincalhão. Não é nada bom ser malandrão e comer os ossos do cão. Gosto de ser idiota e num jogo fazer batota. É tão bom ser piloto e comer um gafanhoto. É tão bom ser condutor e roubar um motor. É tão bom ser traquinas e cortar o cabelo às meninas. É tão bom ser anormal e ir directo para o hospital. É tão bom ser ladrão e roubar um balão. É tão bom ser imitador e não prestar para cantor. É tão bom ser diabrete e ouvir um raspanete. Não gostas de ser diabrete é tão bom porque podes ver filmes sem bilhete.

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Ai com é bom ser pirata e ensinar a nadar a gata. É tão bom ser toureiro e gozo com um pedreiro. É tão bom ser inconveniente e pisar toda a gente. É tão bom ser malvado e não deixar andar alguém ao teu lado. Ai como é bom ser tratante e esconder-me em Amarante. É tão bom não ir a escola e estar em casa a beber cocacola. É tão bom ir a uma festa e dizer que não presta. É tão bom andar de foguetão e ir para Abragão. Ai, ai, ai já levei que até me queixei.

Miguel Queirós, E. B.1 de Cans – Rio de Moinhos, 4º Ano 6 C.


Da nossa autoria

Abril 2011

My Friends

Eating and Drinking

My friends are very important to me. They are the ones who help me when I need. I feel good when I’m with them. Together we are always laughing and joking. There’s only one rule to us: nobody can be sad. But I know that friends can’t agree with us all the time – they always tell me the truth and when I’m doing something wrong they tell me to stop and I thank them for that. So if someone asks me the meaning of life I’ll answer: friends are my life.

My favourite dishes are rice giblets, pasta with tuna, roast chicken, grilled pork, pizza, octopus and French fries. My favourite drinks are ice tea, natural fruit juices and water. I don’t drink alcoholic beverages because I think teenagers shouldn’t consume them. Most people like drinks I hate like coke or soft drinks. I think it’s important to have a healthy diet to be neither too thin nor too fat. Obese people are often discriminated because of their physical appearance. Having a healthy diet implies eating a little bit of everything, vitamins, proteins, carbohydrates, fibres, fats and mineral salts.

Rita Rocha, 8th G

My best summer holidays My best summer holidays were spent in Paris, the French capital. I went there with my parents for a week. There I visited several sites and monuments: the Eiffel tower, the Triumph arch and the Louvre museum. My favourite was the Eiffel tower, though, because it is very high and has a beautiful view from the top. These were the best holidays of my life.

Silence

Emanuel Ferreira, 8th C

Silence is a state of mind, a way of being with ourselves, speaking carefully with our soul. Looking for silence and feeling it, imagining all the possible and impossible good things is the true path to wisdom.

School

Aida Camilo, 8th C

I know that school doesn’t please us much. We see it as an obligation because we have to get up early and make some sacrifices: cold rainy days at the bus stop, long hours studying for an exam… Yet this is the place where we grow, where we learn to be adults. It’s hard now to be at school but it is our future we are building here.

U2

Maria Ferreira, 8th C

U2 is a rock band formed in Ireland in 1976. The group is composed of five elements, Bono (vocals), The Edge (guitar), Adam Clayton (bass guitar) and Larry Muller (drums). They have recorded twelve albums. " Boy”, “War”, “October”, “Pop”, “The Joshua Tree”, “The Unforgettable Fire”, “Rattle and Hum”, “Achtung Baby”, “Zooropa”, “All that you can’t leave behind”, “How to dismantle an atomic bomb” and “No line in the horizon”. The most successful songs are “With or without you”, “Walk on”, “Magnificent”, “One”, “Bad”, “Beautiful day”, “Desire”, “Elevation”, “I will follow”, “Pride”, “Stand up comedy”, “Vertigo”, “Sometimes you can’t make it on your own” and “Where the streets have no name”. In October, the group performed in our country, in Coimbra, and made a great concert absolutely amazing and fantastic. I advise all of you who like music to listen to U2. Carlos Ferreira, 8th B

Family

Ana Ferreira, 8th G

My family is wonderful. My mother is thirty-eight years old. She is very friendly and funny. She is tall and thin, has long curly black hair and green eyes. My father is forty-three years old. He is very generous and a good friend. He is tall and thin, has short brown hair and green eyes. My sister is seventeen years old. She is a fantastic teenager, a lively girl, full of energy. My sister is tall and slim, has long brown hair and green eyes. My brother is five years old. He is tall for his age, slim, has short blond hair and green eyes. He is a prankster, makes many mistakes but I love him the way he is. My family is really cool. I love my family!

Hobbies

Joana Silva, 8th B

My favourite hobbies are playing computer, riding my bike, watching TV and playing soccer. When I watch TV I prefer some programmes, like “World Wrestling Entertainment”(W.W.E.), a Portuguese soap opera for teenagers called “Strawberries with sugar” and a comedy series known as “Malucos do Riso”. I have plenty of time to do whatever I want because I can plan my daily schedule. I really like my life because it is excellent.

Sports

Claúdio Soares, 8th B

I really like sports but in my free time my favourite sport is basketball. In the summer I like swimming, going out with my friends, playing basketball and volleyball. I would like to try extreme sports but the truth is that I am afraid of danger. I love playing sports with my friends because it’s funnier than when I’m alone. When I grow up I hope I can try several sports. Joana Sousa, 8th C

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Curiosidades

Abril 2011

A Lenda do Barão Conta a Lenda que, havia um Barão em Rio de Moinhos, chamado Barão das Lages que teve que teve de se ausentar para o Sul de Portugal. Antes de partir, pediu ao seu cunhado para cuidar da sua esposa. E quando regressou, o cunhado disse-lhe que a mulher o tinha atraiçoado. O Barão quando ouviu essa notícia ficou muito furioso e prendeu-a numa corte mandando a sua empregada apenas dar-lhe pão e água.

Alguns aspectos da Quinta da Juncosa ( casa de habitação, miradouro e jardins) , propriedade do Barão.

Sorrateiramente e quando o Barão não via a empregada dava-lhe os restos da comida. Ás vezes o Barão prendia os longos cabelos da Baronesa, á cauda do cavalo e esta arrastava-a pela quinta fora. Certo dia, a mulher morreu devido aos maus tratos a que tinha sido sujeita. Mais tarde o Barão soube que tinha sido tudo mentira e com o desgosto de ter perdido a sua amada suicidou-se. Conta a Lenda que o fantasma do Barão ainda circula pela quinta…

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As fotos foram tiradas pelo aluno Teófilo João Ribeiro e o seu pai, Srº Téofilo.


Passatempos

Abril 2011

Sopa de Letras Descobre as palavras escondidas na sopa de letras, tendo em conta a obra O Cavaleiro da Dinamarca. As palavras podem estar na horizontal, vertical ou diagonal. Giotto Vanina

1

Cavaleiro Guidobaldo

A R B Z O G I R R A

CAVALEIRO DINAMARCA ITÁLIA

R K A R G I O S O C

Orso Arrigo

G I O T T O C R I R

Averardo Dinamarca

A V E R A R D O G A

I A T M C I B C T M

JERUSALÉM MERCADOR VANINA NATAL

H N U A A E L D T A

F I K R I L A F M N

E N X O S A D U N I

D A R P W V O V V D

Y S Z I L A G X A Z

O F E A A C U Z E I

G U I D O B A L D O

Alunos do 7º E

2

Sabias que... A unha da mão cresce quatro vezes mais do que a unha do pé? Um prato de feijoada leva seis a oito horas a ser digerido? O músculo mais forte do corpo humano é a língua? Uma pessoa tem de 120 a 150 mil fios de cabelo na cabeça? Alguns insectos conseguem viver até um ano sem a sua cabeça? O "quac" de um pato não faz eco e ninguém sabe explicar porquê? Antes da II Guerra Mundial, a lista telefónica de Nova Iorque tinha 22 Hitlers e depois dela não tinha mais nenhum? Treze segundos é o recorde de tempo de voo de uma galinha? O crocodilo não consegue pôr a língua de fora? É possível fazer uma vaca subir escadas mas é impossível fazê-la descer?

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Abril 2011

Passatempos

Crucigrama sobre a obra: “O Cavaleiro da Dinamarca”

1. Personagem principal da história. 2. Terra natal da personagem principal da narrativa. 3. País onde o barco parou, quando ficou quase destruído. 4. Terra onde o cavaleiro foi passar o Natal. 5. Rapariga mais bonita de Veneza. 6. Festa que o cavaleiro foi passar a outro país. 7. A pessoa que ajudou o cavaleiro, quando ele chegou à terra onde o barco teve de parar.

Adivinhas Andamos sempre aos pares, Eu e a minha irmã do lado Temos pauzinho e caroço A nossa cor é encarnada.

Sou vermelho e sumarento Salpicado de pintinhas Fico bem com chantilly Comem-me numas tacinhas

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Visto me de verde Mas vermelho é o meu sumo Tira a casca e as pevides De mim comes quase tudo

Por fora somos peludos Mas por dentro tão macios … Há quem nos coma à dentada Descascados e muito frios

Trabalho realizado por alunos dos 1º ano – turma ABR EB1 de Miragaia nº2


Passatempos

Abril 2011

Anedotas O Pedrinho pergunta ao pai: - Achas mesmo que os pais sabem mais que os filhos? - Acho. Têm muito mais experiência que eles. - Quem foi que inventou o telefone? - Foi Alexandre Bell. - E porque é que não foi o pai de Bell a inventálo.

Um cliente entra apressadamente numa drogaria: - Por favor, arranje-me uma ratoeira. - Qual o tamanho que precisa? - Um qualquer, mas rápido que tenho de ir apanhar o autocarro. - Desculpe, mas para esse tamanho não tenho.

Pergunta a avó ao neto: - Se este comboio fosse de chocolate por onde começavas a comê-lo? - Pelas rodas, avó, que era para ele não fugir.

Dois meninos: - Chiquinho, o que é uma lesma? - É... É... Um caracol nudista!

Um miúdo pergunta a outro: - Que tens tu? - Tenho piolhos. - Encharca a cabeça em álcool para os matares. - Pois! Se não os aguento assim quanto mais bêbados!

Dois bêbedos na rua: -"Olha lá, aquilo é a Lua ou o Sol?" -"Não sei, não moro aqui..."

Um compadre alentejano vindo do Brasil vai visitar a sua casa nova, ainda em construção. Diz o alentejano: - Engenheiro! Então como vai a obra? - Vai bem, vai bem. Só falta uma coisa, quer mosaicos ou azulejos? - Azulejos, verdalejos, amarelejos. O que eu quero é muita cor!

Dois embriagados entraram num eléctrico. Confundem um oficial da marinha com o revisor, e apresentam-lhe os bilhetes. E ele diz não ser o Revisor: - Já lhes disse que não sou o revisor. - Não é o revisor? - Não. Eu sou oficial da marinha. Então dizem um para o outro: - E agora? Enganámo-nos. Isto é um barco!...

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Soluções 1

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Passatempos


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