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EDIÇÃO 04

MAIO

BOLETIM ALTISEG 27 ANOS SALVANDO VIDAS A Altiseg está completando 27 anos de atuação no mercado brasileiro de trabalho em altura. A empresa foi precursora de muitos avanços do segmento, como a fabricação de cintos com dois talabartes e a oferta de treinamentos e consultoria aos clientes de EPIs. Atualmente, festeja seu aniversário com mais um grande marco: a sua incorporação à líder mundial Capital Safety. Carlos Eduardo Neves, diretor administrativo.

" Me orgulho em estar presente em parte desta grande história. Pude acompanhar e participar do período de grande prosperidade que a Altiseg atingiu nos últimos anos. Nunca registramos nenhum acidente com os cintos da Altiseg em toda a sua trajetória, o que prova a seriedade e o comprometimento da empresa com a vida do trabalhador".

Ibrahim Kleber Pereira, gerente de contas corporativas

“A Altiseg deixa sua marca na história. Não somente como uma das empresas mais lembradas do segmento da atualidade, mas pela postura e empenho na consolidação de boas práticas nos trabalhos em altura, respeito aos clientes e principalmente trabalhando gradualmente em garantir o aperfeiçoamento do seu conhecimento, melhora de suas habilidades e aprimoramento de suas atitudes”

NOVELA DA GLOBO ENFATIZA A IMPORTÂNCIA DO USO DE CINTO PARA TRABALHO EM ALTURA NA CONSTRUÇÃO CIVIL A novela Em Família, que vai ao ar pela rede Globo às 21 horas, enfatizou a importância do uso de cinto para trabalho em altura. Numa de suas cenas que foram exibidas no dia 05 de Maio, dois operários trabalhavam em uma obra a vários metros do chão, quando um resolveu retirar o cinto alegando que já estava quase na hora do serviço terminar. Fatalmente este sofre um acidente, caindo de um andaime em cima de vários materiais de construção. A morte é declarada assim que ele chega ao hospital. Os cintos utilizados na cena são da empresa Altiseg/Capital Safety Segurança em Altura e demonstram no início da cena a facilidade e comodidade da utilização. Entretanto, a cena da novela mostra claramente que somente disponibilizar os EPIs para os trabalhadores não basta. É o que esclarece Ibrahim Kleber Pereira Gestor de Contas Coorporativas. "O que falta hoje no Brasil é educação com relação ao trabalho em altura. Não basta somente investir em EPIs, é preciso possibilitar o acesso de todos os trabalhadores ao treinamento e atualização profissional. E planejamento acima de tudo: antes de qualquer ação em trabalho em altura, é preciso verificar se a exposição ao risco é mesmo necessária. Se não for possível eliminá-la, daí então é preciso tomar todas as providências para minimizar os riscos de queda, oferecendo proteção de uso coletivo e de uso individual - que são os EPIs", conclui. Atualmente no Brasil, 49% dos acidentes na construção civil estão relacionados a queda de altura, segundo Ministério do Trabalho. A obrigatoriedade de capacitação por todos aqueles que trabalham em altura é exigida desde março de 2013 segundo NR-35, norma que regulamenta o trabalho em altura no país.


PROGRAMA INOVAÇÃO VALORES ALTISEG NO CONSÓRCIO TUC - RJ Proporcionar redução de acidentes de trabalho, de custos e aumentar a produtividade, o conforto e a durabilidade de equipamentos de proteção individual numa grande obra pode não ser uma tarefa fácil, mas já é possível através do Programa de Inovação de Valores Altiseg (PIVA). O PIVA é um processo de melhoria contínua que acontece através da identificação das necessidades dos clientes e apresentação de Soluções para Trabalhos em Altura, através de Projetos, Treinamentos e Distribuição de Equipamentos de Segurança. Um dos pioneiros na implantação do PIVA foi o Consórcio TUC, responsável pela construção do Complexo Petroquímico no Rio de Janeiro (COMPERJ), da Petrobras. No Consórcio TUC o trabalho em prol da melhoria e de resultados finais eficazes iniciou-se em 2013. De acordo com Paulo Barreto, gerente comercial da Capital Safety/Altiseg, o PIVA inicia-se com a realização de uma análise de riscos, com o mapeamento das áreas que terão o suporte de EPIs, da equipe instrutora e com a identificação de equipamentos para trabalho em altura com melhor custo benefício. Em cada um dos itens, são apontados prós e contras sob vários aspectos, como a praticidade de um cinto por exemplo, contando o tempo para vestimenta, regulagem e permanência com o mesmo, objetivando o ganho na produtividade. Sob o aspecto segurança são analisados entre diversos itens: o formato dos equipamentos, a qualidade da matéria prima, a forma de armazenamento e a inspeção dos produtos. "Nestes casos, ganha-se em segurança e também reduz-se custos. Aí há a substituição de produtos, como por exemplo as luvas utilizadas nas obras. Numa análise simples, luvas que eram descartadas em apenas um dia dão lugar a luvas com durabilidade de seis dias. Elas podem ser mais caras num primeiro momento, mas a longo prazo demonstram uma economia de quase 80%, possibilitando também para uma redução de resíduos de igual proporção", conta Barreto. Para Barreto é possível optar por produtos de melhor qualidade sim, que proporcionam maior segurança ao trabalhador. "Levamos através o PIVA ao conhecimento dos gestores da obra as alternativas mais viáveis e econômicas financeiramente. O PIVA tem se mostrado um sucesso e hoje é utilizado por muitas empresas no intuito de ganhar produtividade e reduzir custos".

AGENDA DE CURSOS ALTISEG Maio de 2014

Julho de 2014

Resgate em Altura 24horas

Resgate em Altura 24horas

14/05/2014 à 16/05/2014

NR 35 40 HORAS 26/05/2014 à 30/05/2014

Junho de 2014 NR 33 40 HORAS 02/06/2014 à 06/06/2014

23/07/2014 à 25/07/2014


ALTISEG EM PARCERIA COM POLICIAL CIVIL DO RIO DE JANEIRO DESENVOLVE CINTO DE SEGURANÇA PARA AÇÕES TÁTICAS EM ALTURA Novo produto leva o nome de Felipe Leal: recordista mundial em descida vertical e precursor da intervenção tática por corda no BOPE e CORE do RJ A segurança em altura empregada numa situação de extremo risco pode ser fator determinante para os policias que trabalham em forças especiais por todo o Brasil. Os treinamentos e o aprimoramento de técnicas de descida são realizados regularmente para estes profissionais que ariscam a vida diariamente. Mas, somente isto não basta. É preciso utilizar equipamentos de ponta que os auxiliem neste trabalho. Pensando em proporcionar maior segurança à categoria, o policial civil há 28 anos do estado do Rio de Janeiro e recordista Mundial de descida vertical Felipe Leal desenvolveu um cinto, juntamente com a empresa Altiseg/Capital Safety, capaz de melhorar a performance da polícia tática em suas atividades em altura. Felipe é precursor da intervenção tática em corda no BOPE e CORE do Rio de Janeiro e foi motivado pela necessidade dos policiais a usarem equipamentos específicos em suas atividades. O cinto, que leva o nome de Felipe Leal, é baseado no cinto europeu Baudrier, possui fita Kevlar – uma fibra sintética de aramida forte, leve e resistente ao calor -, que permite descidas rápidas e faz com que o atrito da corda com equipamento não provoque sua ruptura. Sua modelagem é simples e leve, como uma cadeirinha, permitindo que o profissional permaneça com o cinto durante toda a ação policial, e que não precise perder tempo para vestir/retirar o equipamento. O cinto possui também sistema Anti-pane, ou seja, uma vez acionado a fita principal da cintura não solta evitando assim um acidente por descuido. Leal agrega ao novo produto um currículo com muita experiência em EPIs. Ele realiza testes em equipamentos nos laboratórios federais credenciados pelo INMETRO, nos da polícia civil do Rio de Janeiro e desde 1995 já testou mais de 3.000 amostras. Suas descidas chegam a 105 graus de temperatura, razão pela qual procurou desenvolver equipamentos de qualidade e com matérias primas que resistam a situações extremas. Felipe Leal está no Guinness Book como o homem mais veloz em descidas de cabeça. Seu último Recorde foi no Texas (EUA), onde desceu um prédio de 16 andares em 4.01 seg. No total, realiza 4 mil saltos por ano. "Costumo dizer que o cinto que desenvolvi com Altiseg/Capital Safety é Simples, Prático, Objetivo e Seguro: “SPOS”. Ele é baseado em 25 anos de trabalho em altura. Afinal, os policias colocam sua vida em risco e precisam de todo o aparato existente para que possam trabalhar em segurança", conclui o policial.


Boletim Altiseg - Edição 04 - Maio 2014