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ROTEIRO PEDRO E INÊS

14 DE FEVEREIRO

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Os textos que se seguem foram produzidos pelos alunos do 9ºA e resultam das impressões recolhidas durante a visita de estudo. Por vezes, são apresentadas duas versões de cada texto, a apresentada por cada um dos alunos e a fina Desta forma tornar-se-á mais evidente a importância da apresentação e da correção. Nalguns textos, será possível encontrar alguns recursos expressivos utilizados para enriquecerem os textos originais (metáforas, comparações e hipérboles).

Os alunos que não participaram na visita, redigiram um texto descritivo sobre um local do seu agrado, real ou imaginário. Boas leituras! A professora Ana Cristina Fontes

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QUINTA DAS LÁGRIMAS

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TEXTO APRESENTADO – BERNARDO

O que mais gostei de ver foi a Quinta das Lágrimas. Apesar do desfecho, a história de D.Pedro e D.Inês é muito bonita. O nome dado à Quinta, Quinta das Lágrimas, deve-se aos acontecimentos ali passados. Foi ali que Inês morreu. Segundo Camões, a morte de Inês levou a que a natureza se revoltasse e criasse, então, a Fonte das Lágrimas, onde se diz que Inês foi assassinada. As tradições populares dizem que o fantasma de Inês ainda percorre o jardim à procura do seu amado, Pedro. Para além da Fonte das Lágrimas, encontramos também na Quinta a Fonte dos Amores. As duas fontes são muito bonitas, mas penso que a Fonte das Lágrimas é a mais bonita, porque chora rios de água pela morte de Inês. Na Quinta, também encontramos várias espécies de animas. Em suma, é um local cheio de vida e cor, com vários trilhos, onde se pode encontrar mais próximo da mãe natureza.

TEXTO FINAL

O que mais gostei de ver foi a Quinta das Lágrimas. Apesar do desfecho, a história de D.Pedro e D.Inês é muito bonita. O nome dado à Quinta, Quinta das Lágrimas, deve-se aos acontecimentos ali passados. Foi ali que Inês morreu. Segundo Camões, a morte de Inês levou a que a natureza se revoltasse e criasse, então, a Fonte das Lágrimas, onde se diz que Inês foi assassinada. As tradições populares dizem que o fantasma de Inês ainda percorre o jardim à procura do seu amado, Pedro. Para além da Fonte das Lágrimas, encontramos também na Quinta a Fonte dos Amores. As duas fontes são muito bonitas, mas penso que a Fonte das Lágrimas é a mais bonita, porque chora rios de água pela morte de Inês. Na Quinta, também encontramos várias espécies de animas. Em suma, é um local cheio de vida e cor, com vários trilhos, onde nos encontramos mais próximos da mãe natureza.

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TEXTO APRESENTADO – JÉSSICA

No dia 14 de Fevereiro foi realizada uma visita de estudo a Coimbra, onde visitámos o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Santa Clara-a-Nova e a Quinta das Lágrimas. O local mais bonito que eu achei foi a Quinta das Lágrimas. A Quinta das Lágrimas é um local associado à história de amor trágico de D.Pedro e D.Inês que se situa na Rua António Augusto Gonçalves. Junto aos Lagos e Fontes pode ter-se a sorte de descobrir algumas espécies de aves que constroem os seus ninhos nas sebes do jardim e também anfíbios. A sequóia, imponente convida a uma paragem, para admirar toda a sua grandiosidade. Todas as árvores e arbustos que completam coleções e contribuem para transformar a Quinta das Lágrimas num verdadeiro Museu Arbóreo, por si só, justifica a visita. Os frutos que caem das árvores são alimento dos animais que ali vivem. A Fonte dos Amores já aparece documentada pouco depois da morte de Inês de Castro e integra-se, hoje, num parque de ruínas, tanques e regatos. O cenário completa-se com um Jardim Medieval e o magnífico Anfiteatro Colina de Camões, ao ar livre. Toda esta beleza me encantou e todas aquelas árvores me fizeram lembrar que estava num mundo encantado, pois todas aquelas fantásticas maravilhas me encantaram. TEXTO FINAL

No dia 14 de Fevereiro foi realizada uma visita de estudo a Coimbra, onde visitámos o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Santa Clara-a-Nova e a Quinta das Lágrimas. O local que eu achei mais bonito foi a Quinta das Lágrimas. A Quinta das Lágrimas é um local associado à história de amor trágico de D.Pedro e D.Inês que se situa na Rua António Augusto Gonçalves. 5


Junto aos Lagos e Fontes pode ter-se a sorte de descobrir algumas espécies de aves que constroem os seus ninhos nas sebes do jardim e também anfíbios. A imponente sequoia, convida a uma paragem, para admirar toda a sua grandiosidade. Todas as árvores e arbustos que completam coleções e contribuem para transformar a Quinta das Lágrimas num verdadeiro Museu Arbóreo, por si só, justifica a visita. Os frutos que caem das árvores são o alimento dos animais que ali vivem. A Fonte dos Amores já aparece documentada pouco depois da morte de Inês de Castro e integra-se, hoje, num parque de ruínas, tanques e regatos. O cenário completa-se com um Jardim Medieval e o magnífico Anfiteatro Colina de Camões, ao ar livre. Toda esta beleza me maravilhou e todas aquelas árvores me fizeram lembrar que estava num mundo encantado. TEXTO APRESENTADO – MARGARIDA

Quintas das Lágrimas Na visita de estudo a Coimbra, o local que eu mais gostei de conhecer foi a Quinta das Lágrimas que localizase na margem esquerda do Rio Mondego, na freguesia de Santa Clara. Para mim, foi o lugar mais belo a que fui, não só pelas paisagens mas também pela história de amor de Pedro e Inês. O nome Quinta das Lágrimas deve se ao romance entre os dois e á morte de Inês. A Quinta também é muito conhecida pela Fonte dos Amores, que é um pequeno riacho, e pela Fonte das Lágrimas que encontra-se num parque de árvores centenárias e exóticas, ruínas medievais, grandes lagos, umas grandes canas de bambu, onde a maior parte

estavam

marcadas,

com

nomes

de

casais

e

o

antigo

Palácio.

Passado este tempo todo, a Quinta das Lágrimas continua a ser uma grande atracção

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turística pela sua beleza e pela sua história, sendo muito mais agradável ir visita-la no Verão. A lenda diz que Inês ainda vagueia pela quinta das Lágrimas à procura de Pedro.

FINAL

Na visita de estudo a Coimbra, o local que eu mais gostei de conhecer foi a Quinta das Lágrimas que se localiza na margem esquerda do Rio Mondego, na freguesia de Santa Clara. Para mim, foi o lugar mais belo a que fui, não só pelas paisagens mas também pela história de amor de Pedro e Inês. O nome Quinta das Lágrimas deve-se ao romance entre os dois e à morte de Inês. A Quinta também é muito conhecida pela Fonte dos Amores, que é um pequeno riacho, e pela Fonte das Lágrimas que se encontra num parque de árvores centenárias e exóticas, ruínas medievais, grandes lagos, canas de bambu, a maior parte das quais com nomes de casais apaixonadas que por este espaço têm passado gravados no seu tronco, e o antigo Palácio. Passado todo este tempo, a Quinta das Lágrimas continua a ser uma grande atração turística pela sua beleza e pela sua história, sendo muito mais agradável ir visitála no Verão. A lenda diz que Inês ainda vagueia pela Quinta das Lágrimas à procura de Pedro.

TEXTO APRESENTADO – INÊS COSTA

Testemunhos de um amor inesquecível Na passada sexta-feira, dia 14 de Fevereiro, também conhecido como o Dia dos Namorados, fiz uma visita a um único e espantoso lugar – a Quinta das Lágrimas. Conta a história que lá se encontravam Pedro e Inês e que lá começara a sua história de amor, contada ainda hoje devido ao seu fim trágico. A Quinta, situada em Coimbra e na rua António Augusto Gonçalves, tem como habitantes vários e raros animais, mas também muitas plantas, algumas delas pouco conhecidas. De entre elas, destacasse claramente a sequóia, imponente e grande como uma montanha, bonita e bela, como uma flor. As maravilhosas ruínas que ainda hoje contam as histórias antigas passadas naquele imenso paraíso, e as suas fontes. A fonte das lágrimas 7


conhecida por chorar a morte de Inês e a linda fonte dos Amores, onde se diz que corre o sangue da heroína de uma trágica história de amor. A natureza é algo que lá nunca morre, como se, passando os portões daquela quinta, saíssemos do mundo cruel e nos encontrássemos num mundo belo. O simples cheiro das flores, ou o barulho dos animais, nos traz paz. Também lá se encontra o magnifico anfiteatro Colina de Camões, onde são realizados muitos espectáculos. Resumindo, visitei um dos mais belos sítios desta nossa região, a Quinta das Lágrimas.

TEXTO FINAL

Na passada sexta-feira, dia 14 de Fevereiro, também conhecido como o Dia dos Namorados, fiz uma visita a um lugar único e espantoso – a Quinta das Lágrimas. Conta a história que lá se encontravam Pedro e Inês e começaram a sua história de amor, lembrada ainda hoje devido ao seu fim trágico. A Quinta, situada em Coimbra e na rua António Augusto Gonçalves, tem como habitantes vários e raros animais, mas também muitas plantas, algumas delas pouco conhecidas. De entre elas, destaca-se claramente a sequoia, imponente e grande como uma montanha, bonita e bela como uma flor. As maravilhosas ruínas e as suas fontes, a Fonte das Lágrimas, conhecida por chorar a morte de Inês, e a linda Fonte dos Amores, onde se diz que corre o sangue da heroína de uma trágica história de amor, ainda hoje contam as histórias antigas passadas naquele imenso paraíso, A natureza é algo que neste local nunca morre, como se, passando os portões daquela quinta, saíssemos do mundo cruel e nos encontrássemos num mundo belo. O simples cheiro das flores, ou o barulho dos animais, nos traz paz. Também lá se encontra o magnifico anfiteatro Colina de Camões, onde são realizados muitos espetáculos. Resumindo, visitei um dos mais belos sítios desta nossa região, a Quinta das Lágrimas.

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TEXTO APRESENTADO – LÍGIA

Um Amor Impossível A Quinta das Lágrimas é um dos locais que representa as aventuras do príncipe D. Pedro e da dama Inês de Castro. É o marco de uma história muito emocionante, uma tragédia romântica que continua a ser contada nos dias de hoje. Na Quinta das Lágrimas podemos observar variadas árvores centenárias que despertam a atenção de qualquer um pela sua grandiosidade. Também as ruínas despertam o nosso lado mais curioso, pela expetativa de encontrar a história humana ali retratada. Mas os regatos, esses sim, despertam em nós a ideia de que a dama Inês de Castro viveu um amor intensivamente sofrido ao lado do príncipe D. Pedro. Numa paisagem encantadora onde a Natureza reina sobre o olhar humano, podemos observar algumas árvores exóticas, como a acácia, o castanheiro-da-índia e

o pitósporo-da-china,

todas elas magníficas e

encantadoras. O jardim, espantoso e cheio de sentimento, mostra as suas roseiras, flores de alecrim e jasmineiros-do-monte. Referindo os frutos, podemos encontrar o marmelo e alguns frutos secos, como as nozes e as avelãs. A principal razão da visita à Quinta das Lágrimas é a Fonte dos Amores, que apareceu documentada pouco depois da morte de D. Inês de Castro, e que continua a ser uma importante referência. Todos estes factos apresentados contribuem para que se faça uma visita à Quinta das Lágrimas, onde se viveu uma das histórias mais belas da nossa região.

TEXTO APRESENTADO - ANDREIA O que mais gostei de visitar foi a Quinta das Lágrimas, mais propriamente a fonte dos Amores. A Quinta das Lágrimas deve o seu nome às desventuras do romance entre a dama Inês de Castro e o príncipe D. Pedro. A Fonte dos Amores integra-se num parque muito bonito e muito vistoso, onde há árvores centenárias lindas e enormes, ruínas, tanques e regatos. É uma paisagem lindíssima que vale a 9


pena observar em família ao ouvir o vento soprar e o sol a espelhar na água da Fonte dos Amores para descontrair. Tem um campo de golfe bem tratado pelo que vi. Também existe animais, embora estivessem a hibernar nesta época do ano, como o sol hiberna no inverno. A Fonte das Lágrimas que ainda por esta altura chora a morte de D. Inês. A Quinta das Lágrimas tem tantas lágrimas como uma enciclopédia. Gostei da Quinta das Lágrimas também porque gosto da história que D. Inês e D. Pedro viveram, apesar do seu trágico final. Coimbra é uma cidade magnífica que todos deviam conhecer. Tem vários monumentos para visitar, locais lindos e pessoas muito simpáticas. TEXTO FINAL

O que mais gostei de visitar foi a Quinta das Lágrimas, mais propriamente a Fonte dos Amores, que ainda hoje chora a morte de D. Inês. A Quinta das Lágrimas deve o seu nome às desventuras do romance entre a dama Inês de Castro e o príncipe D. Pedro. Gostei da Quinta das Lágrimas, porque me agrada a história que viveram, apesar do seu trágico final. A Fonte dos Amores integra-se num parque muito bonito e muito vistoso, onde há árvores centenárias lindas e enormes, ruínas, tanques e regatos. É uma paisagem lindíssima que vale a pena observar em família, para descontrair ao ouvir o vento soprar e o sol a espelhar na água da Fonte dos Amores. Pelo que tive oportunidade de ver, tem um campo de golfe bem tratado. Também existem animais, embora estivessem a hibernar nesta época do ano, como o sol no inverno. A Quinta das Lágrimas tem tantas lágrimas como uma enciclopédia. Coimbra é uma cidade magnífica que todos deviam conhecer. Tem vários monumentos para visitar, locais lindos e pessoas muito simpáticas.

TEXTO APRESENTADO – ANA TERESA O local que mais me agradou foi os Jardins da Quinta das Lágrimas. A Quinta das Lágrimas deve o seu nome às desventuras do romance entre D.Pedro e D.Inês. Junto aos lagos e fontes podemos ver vários animais, tais como o Tristão-marmorado ou o Tristão-de-ventre-laranja, o sapo-comum ou a rã-verde. Nestes jardins encontram-se

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várias árvores exóticas tais como a acácia, o castanheiro-da- Índia ou o pitósporo-da-china. Estes lugares são magníficos. Nos Jardins também encontramos a Fonte dos Amores, que se integra num parque de árvores centenárias, ruínas, tanques e regatos. Esta Fonte retrata o amor entre D.Pedro e D.Inês e é muita bonita. As tradições populares dizem que o fantasma de Inês ainda percorre o jardim á procura de D.Pedro. Ao visitarmos estes Jardins ficamos impressionados pela sua fantástica beleza. A Quinta das Lágrimas é como um livro, cada recanto é como uma página que tem uma história para contar.

TEXTO FINAL O local que mais me agradou foi os Jardins da Quinta das Lágrimas. A Quinta das Lágrimas deve o seu nome às desventuras do romance entre D.Pedro e D.Inês. Junto aos lagos e fontes podemos ver vários animais, tais como o Tristão-marmorado ou o Tristão-de-ventre-laranja, o sapo-comum ou a rã-verde. Nestes jardins encontram-se várias árvores exóticas tais como a acácia, o castanheiro-da- Índia ou o pitósporo-da-china. Estes lugares são magníficos. Nos Jardins também encontramos a Fonte dos Amores, que se integra num parque de árvores centenárias, ruínas, tanques e regatos. Esta Fonte retrata o amor entre D.Pedro e D.Inês e é muita bonita. As tradições populares dizem que o fantasma de Inês ainda percorre o jardim à procura de D.Pedro. Ao visitarmos estes Jardins ficamos impressionados pela sua fantástica beleza. A Quinta das Lágrimas é como um livro, cada recanto é como uma página que tem uma história para contar.

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MOSTEIROS DE SANTA CLARA-A- VELHA E SANTACLARA- A- NOVA

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TEXTO APRESENTADO – ADRIANA O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha foi fundado em 1283, pela Abadessa D. Mor Dias que o entregou a freiras clarissas, pouco tempo depois da sua fundação. Após 28 anos da sua fundação, devido a conflitos com os cónegas do Mosteiro de Santa Cruz, localizado na baixa de Coimbra, o Mosteiro de Santa Clara foi extinto. Em 1314, voltou a ser utilizado por Dona Isabel de Aragão, a quem carinhosamente tratamos por Rainha Santa Isabel. Mais tarde, em 1330, mandou construir uma igreja em estilo gótico. O claustro, localizado ao lado do Mosteiro, é o maior do estilo gótico em Portugal. Junto ao mosteiro, foi ainda construído um hospital para pobres, com cemitério e capela em um Paço. O lugar onde o convento foi construído, foi mal escolhido, devido às fortes inundações provocadas pelo rio Mondego. Devido a isso, o Mosteiro foi abandonado em 1677, tendo as freiras mudado para um novo edifício, construído num lugar mais elevado de Coimbra, o atual Convento de Santa Clara-a-Nova. Durante vários anos, o Mosteiro esteve soterrado devido às grandes inundações. Alvo de profunda intervenção arqueológicos e operação de resgate às águas, o Mosteiro de Santa Clara foi objeto de um projeto de valorização que veio a dotar o espaço de um novo centro interpretativo, inaugurado em 2009. Este Mosteiro é belíssimo e dá-nos a conhecer a época da sua construção. Contém, no seu centro, um patamar mais elevado que era onde colocavam o túmulo de Isabel de Aragão após as cheias, antes da construção do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova. No claustro, podemos observar túmulos, alguns dos quais foram retirados para análise. Com essas análises, puderam concluir que muitos morreram com cáries nos dentes, devido ao açúcar contido nos doces conventuais, nomeadamente os pasteis, as queijadas, as barrigas de freira, outros morreram com peste, outros com zonas do corpo partidas, nomeadamente as costelas. Por de baixo dos jardins, por onde caminhámos até chegar ao Claustro, encontram-se ainda partes do Mosteiro, que ainda não puderam ser alvo de escavações. Nas paredes do Mosteiro, conseguimos reparar na marca que o rio deixou podendo assim saber que este Mosteiro está construído abaixo do nível médio das águas do rio. À volta do Mosteiro, foi construído um muro para tentar suportar as águas. Deste muro apenas resta uma janela e uma pequeníssima parede.

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TEXTO FINAL O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha foi fundado em 1283, pela Abadessa D. Mor Dias que o entregou a freiras clarissas, pouco tempo depois da sua fundação. Após 28 anos da sua fundação, devido a conflitos com os cónegos do Mosteiro de Santa Cruz, localizado na baixa de Coimbra, o Mosteiro de Santa Clara foi extinto. Em 1314, voltou a ser utilizado por Dona Isabel de Aragão, a quem carinhosamente tratamos por Rainha Santa Isabel. Mais tarde, em 1330, mandou construir uma igreja em estilo gótico. O claustro, localizado ao lado do Mosteiro, é o maior do estilo gótico em Portugal. Junto ao mosteiro, foi ainda construído um hospital para pobres, com cemitério e capela num Paço. O lugar onde o convento foi construído, foi mal escolhido, devido às fortes inundações provocadas pelo rio Mondego. Devido a isso, o Mosteiro foi abandonado em 1677, tendo as freiras mudado para um novo edifício, construído num lugar mais elevado de Coimbra, o atual Convento de Santa Clara-a-Nova. Durante vários anos, o Mosteiro esteve soterrado devido às grandes inundações. Alvo de uma profunda intervenção arqueológica e de uma operação de resgate às águas, o Mosteiro de Santa Clara foi objeto de um projeto de valorização que veio a dotar o espaço de um novo centro interpretativo, inaugurado em 2009. Este Mosteiro é belíssimo e dá-nos a conhecer a época da sua construção. Contém, no seu centro, um patamar mais elevado que era onde colocavam o túmulo de Isabel de Aragão após as cheias, antes da construção do Mosteiro de Santa Clara-a-Nova. No claustro, podemos observar túmulos, alguns dos quais foram retirados para análise. Através dessas análises, puderam concluir que muitos morreram com cáries nos dentes, devido ao açúcar contido nos doces conventuais, nomeadamente os pastéis, as queijadas, as barrigas de freira, outros morreram com peste, outros com zonas do corpo partidas, nomeadamente as costelas. Na sua baixa dos jardins, por onde caminhámos até chegar ao Claustro, encontram-se partes do Mosteiro, que ainda não puderam ser alvo de escavações. Nas paredes do Mosteiro, conseguimos reparar na marca que o rio deixou podendo assim saber que este Mosteiro está construído abaixo do nível médio das águas do rio. À volta do Mosteiro, foi construído um muro para tentar suportar as águas.

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TEXTO APRESENTADO – MARIA LEONOR

Ruínas Afundadas O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha é conhecido pelas suas Ruínas e história incomparáveis. Fundado em 1283, foi entregue às freiras clarissas. Deixou de ser frequentado em 1311, devido a conflitos com os Padres de Santa Cruz. Em 1314, foi refundado pela Rainha Santa Isabel, Rainha Santa, que mandou construir uma nova igreja com estilo gótico, criando assim um dos maiores claustros de Portugal deste estilo. Visto de longe, o Mosteiro é como uma casa abandonada, que chama a atenção dos mais curiosos e aventureiros. A escolha do local não foi a melhor. Devido ao facto de estar construído muito abaixo do nível do rio, houve bastantes inundações, obrigando ao abandono do Mosteiro em 1677, passando as freiras para o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova. Isabel de Aragão, ajudante dos mais pobres e desfavorecidos, mandou fazer um túmulo em sua homenagem e mandou coloca-lo no mosteiro. Mais tarde. Este foi transportado para um piso superior, outrora construído, para não ser danificado com as inundações. As ruínas foram descobertas com a descida do rio, o interesse despertou em muitos historiadores e turistas, abrindo assim ao público. Ruínas vivas, um jardim melodioso, uma paisagem com um brilho incomparável. Mais acima, o centro interpretativo ajuda os visitantes a entender um pouco a história do local, com exposições e materiais interativos que roubam a curiosidade.

TEXTO APRESENTADO – DANIELA

Mosteiro de Santa Clara-a-Nova De todos os três lugares que visitamos, o que mais me marcou foi o mosteiro de Mosteiro de Santa Clara-a-Nova. O mosteiro ou convento de Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, foi construído em 1649, para substituir o antigo convento, denominado por Santa Clara-a-Velha, que sofria constantemente de inundações do rio Mondego e ficava submerso. Muitas das estátuas e artefactos foram transferidos para o mosteiro de Santa Clara-a-Nova. No mosteiro de Santa Clara-a-Nova, tivemos a oportunidade de visitar a igreja e o claustro. 15


Na igreja, encontramos o túmulo da Rainha Santa Isabel. Ao fundo da igreja ( ao lado do túmulo em, pedra), o retábulo da Capela-mor e a urna de prata e cristal, do século XVII. Também se pode observar a belíssima estátua da Rainha Santa Isabel, protegida por grades. A igreja maravilhosa quem la entra ficará maravilhado como ficará quem entrar no Claustro. O Claustro possui flores e estátuas ,harmonia. No Claustro encontramos a mais bela natureza , no meio de flores , do chão de pedra, uma grande estatua co um figura rezar para o céu. TEXTO FINAL De todos os três lugares que visitamos, o que mais me marcou foi o mosteiro de Mosteiro de Santa Clara-a-Nova. O mosteiro ou convento de Mosteiro de Santa Clara-a-Nova foi construído em 1649, para substituir o antigo convento, denominado de Santa Clara-aVelha, que sofria constantemente as consequências das inundações do rio Mondego e ficava submerso. Muitas das estátuas e artefactos foram transferidos para o mosteiro de Santa Claraa-Nova. No mosteiro de Santa Clara-a-Nova, tivemos a oportunidade de visitar a igreja e o claustro. Na igreja, encontramos o túmulo da Rainha Santa Isabel. Ao fundo da igreja, ao lado de um túmulo em pedra, o retábulo da Capela-mor e a urna de prata e cristal, do século XVII. Também se pode observar a belíssima estátua da Rainha Santa Isabel, protegida por grades. O Claustro possui flores e estátuas em harmonia. No meio de flores, erguida do chão de pedra, uma grande estátua com uma figura a rezar para o céu. A igreja e o claustro maravilham quem lá entra.

TEXTO APRESENTADO – VÍTOR

O mosteiro antigo e o novo O sitio que mais gostai de visitar foi o mosteiro de santa clara- a- velha. Este mosteiro e um local interessante, com uma história bonita. Este mosteiro localiza-se na rua das parreiras e foi fundado em 1283, pela Abadessa D. Mor dias. Devido a conflitos, este mosteiro foi refundado em 1314, por Dona Isabel de Aragão. Esta princesa mandou melhorar as condições do mosteiro, mandando construir, perto dele, um hospital para os pobres, um cemitério, uma capela e uma paço. Apos algum tempo, começaram a surgir alguns problemas, devido a que este mosteiro se situava num sitio baixo e perto do rio Mondego, esto fez com que começassem a surgir inundações. Assim, o Mosteiro teve de ser abandonado em 1677 e foi reconstruido num local mais alto de Coimbra actualmente este mosteiro designa-se por Convento De Santa Clara- a -Nova. Actualmente e possível visitar uma parte (10 por cento) do Mosteiro De Santa Clara-aVelha, devido a que foram realizadas obras de reconstrução. Gostei mais de ver o mosteiro de santa Clara-a-Nova do que o Mosteiro de Santa Clara – a- Velha, porque tem jardins bonitos, e também é la que podemos encontrar a rainha Santa Isabel, infelizmente não lhe podémos tocar na mão porque disseram-nos que só lhe poderíamos tocar na mão em 2016. Fora do Convento também era lindo, porque tinha 16


uma óptima vista. Ao visitar este espaço senti uma certa curiosidade em saber como e que o corpo de D. Isabel estava conservado durante tanto tempo. Dentro do mosteiro, o que me fascinou mais foi olhar para cima e observar o teto, parecia que estávamos num citeu pequeno e quendo olhei para cima era gigante e assustador. TEXTO FINAL

O mosteiro antigo e o novo O sítio que mais gostei de visitar foi o Mosteiro de Santa Clara- a- Velha. Este mosteiro é um local interessante, com uma história bonita. Localiza-se na Rua das Parreiras e foi fundado em 1283, pela Abadessa D. Mor dias. Devido a conflitos com os cónegos de Santa Cruz, foi refundado em 1314, por Dona Isabel de Aragão. Esta princesa mandou melhorar as condições do mosteiro, mandando construir, perto dele, um hospital para os pobres, um cemitério, uma capela e um paço. Após algum tempo, começaram a surgir alguns problemas, devido à localização perto do rio Mondego, que fez com que o mosteiro começasse a sofrer inundações. Assim, o Mosteiro teve de ser abandonado em 1677 e foi reconstruído num local mais alto, atualmente designado por Convento De Santa Clara- a -Nova. Hoje, é possível visitar uma parte (10 por cento) do Mosteiro de Santa Clara-aVelha, devido às obras de reconstrução realizadas entretanto. Gostei mais de ver o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova do que o Mosteiro de Santa Clara -a- Velha, porque tem jardins bonitos e é lá que podemos encontrar o túmulo da rainha Santa Isabel. Infelizmente, não podemos tocar na sua mão, porque nos disseram que só em 2016 se abriria de novo o túmulo. Dentro do mosteiro, o que me fascinou mais foi olhar para cima e observar o teto, parecia que estávamos num sítio pequeno e quando olhei para cima era gigante e assustador. Senti uma certa curiosidade em saber como é que o corpo de D. Isabel estava conservado há tanto tempo. O ambiente fora do Convento também é lindo, porque a vista é ótima.

TEXTO APRESENTADO – TELMO No dia 14 de fevereiro de 2014, realizou-se uma visita de estudo a Coimbra, que se visitou o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha e o Quinta das Lágrimas. O que mais gostei foi o Mosteiro de 17


Santa Clara-a-Velha, porque é interessante saber o que aconteceu para o mosteiro ter sido abandonado e como conseguiram retirar a água do mesmo. O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha foi fundado em 1283, pela Abadessa Dona Mor Dias, e foi entregue às freiras clarissas. Foi extinto em 1311, devido à confusão, mas Dona Isabel de Aragão refundou-o em 1314. Construiu-se um hospital, um claustro e um cemitério. As clarissas tiveram vários problemas com a subida das águas do rio Mondego, o que obrigou ao seu abandono, em 1617, para o novo mosteiro (Mosteiro de Santa Clara-a-Nova). No século XX, foi sujeito a obras de recuperação, que levaram à remoção de água e à manutenção do edifício para que não ruísse após a retirada da água. Atualmente, ao pé das ruínas, encontra-se um centro interpretativo para ajudar a perceber a história do Mosteiro. Para o Mosteiro não ficar com água outra vez como antigamente, foram criadas umas bombas que levam a água de volta para o rio Mondego. TEXTO FINAL

No dia 14 de fevereiro de 2014, realizou-se uma visita de estudo a Coimbra, onde se visitou o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha e o Quinta das Lágrimas. O que mais gostei foi do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, porque é interessante saber o que aconteceu para o mosteiro ter sido abandonado e como conseguiram retirar a água do mesmo. O Mosteiro de Santa Clara-a-Velha foi fundado em 1283, pela Abadessa Dona Mor Dias, e foi entregue às freiras clarissas. Foi extinto em 1311, mas Dona Isabel de Aragão refundou-o em 1314. Construiu-se um hospital, um claustro e um cemitério. As clarissas tiveram vários problemas com a subida das águas do rio Mondego, o que obrigou ao seu abandono, em 1617, para o novo mosteiro (Mosteiro de Santa Clara-a-Nova). 18


No século XX, foi sujeito a obras de recuperação, que levaram à remoção de água e à manutenção do edifício para que não ruísse após a retirada da água. Atualmente, ao pé das ruínas, encontra-se um centro interpretativo para ajudar a perceber a história do Mosteiro. Para que o Mosteiro não continuasse a ficar á mercê da subida das águas , foram criadas umas bombas que levam a água de volta para o rio Mondego. TEXTO APRESENTADO – RODRIGO

Mosteiro De Santa Clara-a-Velha A sua primeira fundação deu-se em 1283, por iniciativa de Dona Mor Dias, uma nobre e abastada senhora que se encontrava recolhida no Mosteiro de São João das Donas, anexo ao mosteiro masculino de Santa Cruz. Esta primitiva fundação, ligada à ordem de Santa Clara, originou, contudo, graves conflitos que determinaram a extinção do mosteiro em 1311. A Rainha D. Isabel decidiu reinstalar as clarissas em Coimbra obtendo para tal licença da Santa Sé a 10 de Abril de 1314. A partir desta data a construção do novo mosteiro de clarissas de Coimbra foi marcada pelo protagonismo da Rainha, não só através do seu alto patrocínio mas também pelo seu próprio empenhamento pessoal. Em 1317 instalaram-se no mosteiro as primeiras freiras vindas de Zamora, embora as obras continuassem por mais de uma década. O novo templo só seria sagrado em 1330 pelo bispo de Coimbra, D. Raimundo. São conhecidos como mestres da obra do mosteiro o arquitecto régio Domingos Domingues (que anteriormente havia trabalhado no claustro do mosteiro de Alcobaça), e seu sucessor, Estevão Domingues. A localização do mosteiro na margem do Mondego marcou inevitavelmente a sua história devido à ocorrência de cheias, que se foram agravando com a subida progressiva do rio e tornado difíceis as condições de vida da comunidade monástica. No século XVII, para terminar com esta situação, o rei D. João IV ordenou a construção de um novo mosteiro, num sítio mais elevado, para o qual as religiosas se transferiram em 1677. A primitiva casa dessacralizada passou a ser designada Santa Clara-a-Velha. Transformado em exploração agrícola, o mosteiro alagado e soterrado a meia altura, entrou em degradação, chegando ao séc. XX no estado de verdadeira ruína, embora, dada a sua importância, tenha sido classificado como monumento nacional em 1910.

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Alvo de uma profunda intervenção arqueológica e operação de resgate às águas, o Mosteiro de Santa Clara foi objecto de um projecto de valorização que veio a dotar o espaço de um novo centro interpretativo, inaugurado em 2009. TEXTO FINAL

A sua primeira fundação deu-se em 1283, por iniciativa de Dona Mor Dias, uma nobre e abastada senhora que se encontrava recolhida no Mosteiro de São João das Donas, anexo ao mosteiro masculino de Santa Cruz. Esta primitiva fundação, ligada à ordem de Santa Clara, originou, contudo, graves conflitos que determinaram a extinção do mosteiro em 1311. A Rainha D. Isabel decidiu reinstalar as clarissas em Coimbra, obtendo para tal licença da Santa Sé a 10 de Abril de 1314. A partir desta data, a construção do novo mosteiro de clarissas de Coimbra foi marcada pelo protagonismo da Rainha, não só através do seu alto patrocínio mas também pelo seu próprio empenhamento pessoal. Em 1317 instalaram-se no mosteiro as primeiras freiras vindas de Zamora, embora as obras continuassem por mais de uma década. O novo templo só seria sagrado em 1330 pelo bispo de Coimbra, D. Raimundo. São conhecidos como mestres da obra do mosteiro o arquiteto régio Domingos Domingues (que anteriormente havia trabalhado no claustro do mosteiro de Alcobaça), e seu sucessor, Estevão Domingues. A localização do mosteiro na margem do Mondego marcou inevitavelmente a sua história devido à ocorrência de cheias, que se foram agravando com a subida progressiva do rio, tornando difíceis as condições de vida da comunidade monástica. No século XVII, para terminar com esta situação, o rei D. João IV ordenou a construção de um novo mosteiro, num sítio mais elevado, para o qual as religiosas se transferiram em 1677. A primitiva casa dessacralizada passou a ser designada Santa Clara-a-Velha. Transformado em exploração agrícola, o mosteiro alagado e soterrado a meia altura, entrou em degradação, chegando ao séc. XX no estado de verdadeira ruína, embora, dada a sua importância, tenha sido classificado como monumento nacional em 1910. Alvo de uma profunda intervenção arqueológica e operação de resgate às águas, o Mosteiro de Santa Clara foi objeto de um projeto de valorização que veio a dotar o espaço de um novo centro interpretativo, inaugurado em 2009.

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TEXTO APRESENTADO – MARIANA

O Mosteiro redescoberto. No passado dia 14 de Fevereiro, partimos de Montemor – O- Velho para Coimbra, onde visitamos o Mosteiro de Santa – Clara- a -Velha, Santa -Clara -a -Nova e a Quinta das Lágrimas. O local que mais gostei de visitar foi o mosteiro de Santa – Clara- a – Velha, que se situa na Rua dos Parreiras. A Igreja do Mosteiro de Santa- a Clara- a- velha é de estilo gótico. Este local foi fundado em 1283, século XII, pela Abadesse D. Mor Dias, e entregue às freiras clarissas pouco depois. Em 1311, devido a conflitos com os cónegos do mosteiro de Santa-a-Clara- a Velha, foi extinto e voltou a abrir em 1314, por ordem de Isabel de Aragão. O lugar onde o convento foi construído revelou-se uma má escolha, devido às consecutivas inundações provocadas pelo Rio Mondego. Por isso, o Mosteiro foi abandonado em 1677, tendo as freiras de se mudar para outro local, o atual convento de Santa- a- ClaraNova. Depois de obras de recuperação, e para além da ruína, o mosteiro possui um centro interpretativo que pretende contar a história do local e a singularidade desta comunidade clarissa, através dos artefactos descobertos. Quem entrar o Mosteiro fica imediatamente espantado pela sua grandiosidade. Com esta visita ao Mosteiro de Santa Clara- a- Nova, consegui aprender mais sobre os locais do meu distrito.

TEXTO FINAL

No passado dia 14 de Fevereiro, partimos de Montemor – O- Velho para Coimbra, onde visitamos o Mosteiro de Santa – Clara- a -Velha, Santa -Clara -a -Nova e a Quinta das Lágrimas. O local que mais gostei de visitar foi o Mosteiro de Santa – Clara- a – Velha, que se situa na Rua dos Parreiras. A Igreja do Mosteiro de Santa- a Clara- a- Velha é de estilo gótico.

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Este local foi fundado em 1283, século XII, pela Abadesse D. Mor Dias, e entregue às freiras clarissas pouco depois. Em 1311, devido a conflitos com os cónegos do mosteiro de Santa-a-Clara- a Velha, foi extinto e voltou a abrir em 1314, por ordem de Isabel de Aragão. O lugar onde o convento foi construído revelou-se uma má escolha, devido às consecutivas inundações provocadas pelo Rio Mondego. Por isso, o Mosteiro foi abandonado em 1677, tendo as freiras de se mudar para outro local, o atual convento de Santa- a- ClaraNova. Depois de obras de recuperação, e para além da ruína, o mosteiro possui um centro interpretativo que pretende contar a história do local e a singularidade desta comunidade clarissa, através dos artefactos descobertos. Quem entrar o Mosteiro fica imediatamente espantado pela sua grandiosidade. Com esta visita ao Mosteiro de Santa Clara- a- Nova, consegui aprender mais sobre os locais do meu distrito.

TEXTO APRESENTADO – INÊS CONCEIÇÃO

O Mosteiro Santa Clara-a-Velha No dia 14-02-2014, a minha turma e mais algumas do 9º ano de escolaridade da escola de Montemor, tivemos uma visita de estudo a Coimbra, visitamos alguns monumentos como, Santa Clara-a-Velha, Santa Clara-aNova, e o jardim das lágrimas, o monumento que gostei mais foi Santa Clara-aVelha, vou escrever algumas coisas que aprendi nessa visita. Santa Clara-a-Velha é um mosteiro que foi fundado no século XIII, exatamente no ano de 1283, pela D.Mor Dias. Depois da fundação foi entregue ás freiras clarissas. Em 1311, determinaram a extinção do mosteiro. A partir de 10 de Abril de 1314, foi decidida a construção de um novo mosteiro de clarissas de Coimbra. Enquanto se efetuavam as obras, instalaram-se no mosteiro freiras vindas de Zamora. Em 1330, o novo mosteiro foi sagrado pelo bispo de Coimbra, D.Raimundo. O lugar onde se situa marcou inevitavelmente a sua história. O mosteiro foi alvo de uma pesquisa arqueológica e de um resgate às águas após as cheias. Tornou-se num centro interpretativo, inaugurado em 2009.

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TEXTO FINAL

No dia 14 de fevereiro, a minha turma e mais algumas do 9º ano de escolaridade da escola de Montemor-o-Velho, realizamos uma visita de estudo a Coimbra. Visitamos alguns monumentos como os Mosteiros de Santa Claraa-Velha e Santa Clara-a-Nova, e o Jardim das Lágrimas. O monumento que gostei mais foi Santa Clara-a-Velha, Santa Clara-a-Velha é um mosteiro que foi fundado no século XIII, exatamente no ano de 1283, pela D.Mor Dias. Depois da fundação foi entregue às freiras clarissas. Em 1311, determinaram a extinção do mosteiro. A partir de 10 de Abril de 1314, foi decidida a construção de um novo mosteiro.Enquanto se efetuavam as obras, instalaram-se no mosteiro freiras vindas de Zamora. Em 1330, o novo mosteiro foi sagrado pelo bispo de Coimbra, D.Raimundo. O lugar onde se situa marcou inevitavelmente a sua história. O mosteiro foi alvo de uma pesquisa arqueológica e de um resgate às águas após as cheias. Passou a integrar um centro interpretativo, inaugurado em 2009.

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OUTROS LOCAIS

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TRABALHO APRESENTADO – RUI

A minha aldeia Numa paisagem linda onde predominava os tons de verde, observo uma floresta cheia de arvores grandes e altas, montanhas que pareciam castelos cheios de musgo, com cataratas de agua a escorrer do pico da montanha ate a um lago brilhante, o sol brilha no céu e se espalha a luz no lago. O céu tinha algumas nuvens mas mesmo assim vê-se o azul, diria que era verão porque esta um calor muito intenso, e tinha umas nuvens muito branquinhas e redondinhas e um sol ameno e escaldante. Um pouco a frente se vê umas casas muito pequenas, vejo rapazes a jogar a bola, e outros a atirar pedras a um lago, umas meninas estavam a colher flores amarelas e vermelhas, em verdes prados. Vejo um bebedouro onde muitos animais matam a sua cede, pássaros chilreiam. Naquela aldeia existe um grande largo com uma igreja onde as pessoas saiem alegremente da missa comunicando entre si, existe também um moinho grande que parecia um arranha ceus. TRABALHO FINAL Numa paisagem linda, onde predomina os tons de verde, observo uma floresta cheia de árvores grandes e altas, montanhas que parecem castelos cheios de musgo, com cataratas de água a escorrer do pico da montanha até um lago brilhante. O sol brilha no céu e a luz reflete-se no lago. O céu tem algumas nuvens mas, mesmo assim, vê-se o azul. Diria que é verão, porque está um calor muito intenso, as nuvens são muito branquinhas e redondinhas, e o sol ameno e escaldante. Um pouco à frente, veem-se umas casas muito pequenas, rapazes a jogar a bola, e outros a atirar pedras a um lago.Umas meninas estão a colher flores amarelas e vermelhas, em verdes prados. Vejo um bebedouro onde muitos animais matam a sua sede, pássaros chilreiam. Naquela aldeia há um grande largo com uma igreja, de onde as pessoas saem alegremente da missa, comunicando. Existe também um moinho grande que parece um arranha-céus.

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TRABALHO APRESENTADO – HUGO MATEUS

Castelo de Montemor-o-Velho Uma das melhores paisagens naturais que qualquer pessoa pode visitar em Montemor-o-Velho é o castelo, que se encontra situado num “monte”. Este castelo, com bastantes séculos, já se encontra deteriorado mas, mesmo assim, é bastante visitado e apreciado por turistas e não só. Serve de palco a muitos eventos, tais como casamentos, batizados, sessões fotográficas, entre outras. No seu interior há jardins onde reina a cor verde, há um café que muitas vezes é utilizado para o evento “chá das 5” e há uma igreja muito bonita. A paisagem vista das muralhas do castelo é lindíssima. Daí consegue-se avistar toda a vila de Montemor e arredores. Dentro do castelo, podemos relaxar, ver a paisagem e até apreciar a natureza. É mesmo um lugar de sonho. Muitas pessoas não sabem apreciar a beleza da sua vila. Por essa razão, o castelo fica muitas vezes esquecido. Outra atracão do castelo é possível observação de aves migratórias ou da localidade, no Paul do Taipal, onde muitas aves param para descansar. É uma paisagem ideal para visitar.

TRABALHO FINAL

Uma das melhores paisagens naturais que qualquer pessoa pode visitar em Montemor-o-Velho é o castelo, que se encontra situado num “monte”. Este castelo, com bastantes séculos, já se encontra deteriorado mas, mesmo assim, é bastante visitado e apreciado por turistas e nacionais, e serve de palco a muitos eventos, tais como casamentos, batizados, sessões fotográficas, entre outras. 26


Dentro do castelo, podemos relaxar, ver a paisagem e até apreciar a natureza. É mesmo um lugar de sonho. No seu interior há jardins onde reina a cor verde, um café que muitas vezes é utilizado para o evento “Chá das 5” e uma igreja muito bonita. A paisagem vista das muralhas do castelo é lindíssima, conseguindo-se avistar toda a vila de Montemor e arredores. Muitas pessoas não sabem apreciar a beleza da sua vila. Por essa razão, o castelo fica muitas vezes esquecido. Outra atração da vila é a possível observação de aves migratórias no Paul do Taipal, onde muitas aves param para descansar. É uma paisagem ideal para visitar.

TRABALHO APRESENTADO – FRANCISCO PIMPAREL

A ilha Eu gostava de conhecer a praia mais bonita do mundo. Ver a maré bater nas rochas com tanta força que fizesse estremecer a Terra, as águas tão transparentes que conseguisse ver os peixes a nadar. Se a praia fosse deserta, gostaria de a explorar e encontrar nascer vários tipos de animais como Coalas nas árvores, tartaruga a nascer na areia branca e quentinha da praia e, nos rochedos, a desova dos caranguejos que tão difícil e de observar, porque cada vez que se assustam põem a cabecinha na areia. Se algum dia isso acontecesse, levaria os meus pais, os meus irmãos, toda a minha família comigo, construía uma casa com a madeira que houvesse e lá viveria a minha vida.

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TEXTO FINAL

Eu gostava de conhecer a praia mais bonita do mundo, ver o mar bater nas rochas com tanta força que fizesse estremecer a Terra, as águas serem tão transparentes que conseguisse ver os peixes a nadar. Se a praia fosse deserta, gostaria de a explorar, de ver nascer os Koalas, nas árvores, as tartarugas na areia branca e quentinha da praia e de assistir à desova caranguejos nos rochedos, momento que é que muito difícil de observar porque, cada vez que esses animais se assustam, põem a cabecinha na areia. Se algum dia isso acontecesse, levaria os meus pais, os meus irmãos, toda a minha família comigo, construía uma casa com a madeira que houvesse e lá viveria a minha vida.

TRABALHO APRESENTADO – JOÃO BATISTA

A BELA CASCATA Naquele dia, perguntei-me “ De onde vem este barulho que nos entra pelos ouvidos e nos arrasta até eles? “ Deixei-me levar por um som que me atraía. Fiquei intrigado. Queria tanto ver e saber o que era! Aos poucos e poucos, fui-me aproximando e, de repente, dou de caras com…, foi mesmo isto que aconteceu. Fiquei sem palavras. Era uma bela e grande cascata. Foi um momento inesquecível. As suas rochas enormes, que pareciam prédios gigantes, a sua cor da água que era tão clara como o céu e, o mais lindo ainda, o cair da água e o bater dela nas rochas. Parecia uma música que nos entrava nos ouvidos e nos relaxava, com um ritmo que coincidia com o bater do meu coração. Não tive reação nem palavras para descrever este local. Descobri que fazia parte da minha vida, pois nunca me sentira tão bem em qualquer outro sítio.

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TRABALHO APRESENTADO – SAMUEL

Nassau Um dos lugares a que eu mais gostava de ir era Nassau, capital das Bahamas, no Caribe. No início do século XVIII, Nassau era uma capital pirata e, só pelo simples facto de o ter sido, se pode ver o ponto estratégico e a maravilha paisagística que é. A sua costa tem uma belíssima área de areia branca e montes verdejantes em volta, banhados por um extenso e calmo mar, muito azul e limpo, como uma piscina, onde se deteta facilmente o fundo, que nos faz sentir uma brisa relaxante que voa, com um vento fraco e ameno, a soprar contra a nossa cara. No fim da praia, existem várias cabanas, que serviam para vender o saque conseguido pelos capitães das embarcações piratas que lá atracavam. Mais adiante, vês tudo a ficar mais verde, com os caminhos que vão dar ao topo dos montes macios, com uma estupenda vista, de todo o mar do Caribe, em toda a nossa volta. Seria quase o Paraíso, na Terra! TRABALHO APRESENTADO – JOÃO MOIO

Olhares do horizonte Tenho na memória a recordação de uma paisagem no cimo de uma colina, rica em algumas espécies de verduras, com vista sobre o mar e a cidade. No cimo dessa colina apercebo-me da agitação da cidade e da calma que o mar nos pode proporcionar. 29


É sem dúvida uma da paisagens mais bonitas que vi até hoje, não só por ser bonita mas também pelo que nos faz sentir. É costume ir lá quando me encontro de férias, não só porque gosto mas porque me faz pensar nos maus e bons momentos que a vida já me ofereceu. No cimo da colina, camuflada de tapetes verdes, árvores que parecem arranha-céus, esta paisagem é uma demonstração natural do Séc. XXI e do ambiente que se faz sentir em cada cidade. Cada vez são menores os espaços verdejantes e cheios de energia como estes. TRABALHO FINAL

Tenho na memória a recordação de uma paisagem no cimo de uma colina, rica em algumas espécies de vegetação, com vista sobre o mar e sobre a cidade. No cimo dessa colina, apercebo-me da agitação da cidade e da calma que o mar nos pode proporcionar. É, sem dúvida, uma das paisagens mais bonitas que vi até hoje, não só por ser bonita, mas também pelo que nos faz sentir. É costume ir lá quando me encontro de férias, porque gosto e porque me faz pensar nos maus e bons momentos que a vida já me ofereceu. No cimo da colina, camuflada de tapetes verdes, há árvores que parecem arranha-céus, Cada vez são menores os espaços verdejantes e cheios de energia como estes que se encontram nas cidades.

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TRABALHO APRESENTADO – EDUARDA

VENEZA Testo descritivo de uma paisagem: Tenho na minha lembrança paisagens fantátticas, momentos únicos que passei, viagens inesquecíveis que fiz. Mas, a viagem que me marcou mais, foi, sem dúvida, a minha ida a Veneza, da qual trago recordações absolutamente fantásticas. Veneza é das cidades mais encantadoras por onde passei, com paisagens e monumentos do mais maravilhoso que já vi. É uma cidade enorme, com imenso para visitar, mas o sítio que mais me marcou, sem dúvida pela positiva, foi o Grande Canal da cidade. Recordo-me dessa paisagem como se passasse por lá todos os dias, como se a tivesse fotografado com a memória. O Grande Canal de Veneza é um canal enorme, profundo, igual a um oceano, com imensas pontes que fazem as únicas ligações de um lado para o outro: de barcos pequenos, a barcos grandes, dos táxis, às gôndulas que por ali passeiam. Lá no fundo, vê-se a grandiosa, e famosa Praça de São Marcos , que é talvez das zonas mais conhecidas de Veneza. Uma paisagem belíssima, rodeada de água, normalmente limpa e brilhante, com uma enorme quantidade de barcos, igrejas e capelas por todo o lado. Por ali passeiam inúmeras quantidades de pessoas, a pé, ou de barco… desde turistas, a habitantes da cidade, desde as mais novas e ingénuas criancinhas, às pessoas mais velhas e com mais sabedoria… desde brancos a negros ou a amarelos… de qualquer raça, religião, idade ou tamanho. Vê-se tantas pessoas quanto as gotas do enorme Mediterrâneo qua aquele Canal banha. Veneza não é só uma cidade lindíssima, é como uma terra paradisíaca, algo que é preciso experienciar para sentir. Espero poder fazer uma nova viagem a Veneza, e recordar estas tão boas lembranças que tenho de lá.

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TRABALHO FINAL Texto descritivo de uma paisagem: Tenho na minha lembrança paisagens fabulosas, momentos únicos que passei, viagens inesquecíveis que fiz. Mas, a viagem que me marcou mais foi, sem dúvida, a minha ida a Veneza, da qual trago recordações absolutamente fantásticas. Veneza é das cidades mais encantadoras por onde passei, com paisagens e monumentos do mais maravilhoso que já vi. É uma cidade enorme, com imenso para visitar, mas o sítio que mais me marcou, sem dúvida pela positiva, foi o Grande Canal da cidade. Recordo-me dessa paisagem como se passasse por lá todos os dias, como se a tivesse fotografado com a memória. O Grande Canal de Veneza é um canal enorme, profundo, igual a um oceano, com imensas pontes que fazem as únicas ligações de um lado para o outro: de barcos pequenos, a barcos grandes, dos táxis, às gôndolas que por ali passeiam. Lá no fundo, vê-se a grandiosa, e famosa Praça de São Marcos, que é talvez das zonas mais conhecidas de Veneza. Uma paisagem belíssima, rodeada de água, normalmente limpa e brilhante, com uma enorme quantidade de barcos, igrejas e capelas por todo o lado. Por ali passeiam grandes multidões, a pé, ou de barco… desde turistas, a habitantes da cidade, desde as mais novas e ingénuas criancinhas, às pessoas mais velhas e com mais sabedoria… desde brancos a negros ou a amarelos… de qualquer raça, religião, idade ou tamanho. Veem-se tantas pessoas quanto as gotas do enorme Mediterrâneo que banha aquele Canal. Veneza não é só uma cidade lindíssima, é uma terra paradisíaca, algo que é preciso experienciar para sentir. Espero poder fazer uma nova viagem a Veneza, e recordar estas tão boas lembranças que tenho de lá.

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ROTEIRO PEDRO E INÊS (9ºB)