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O início do século XIX ficou marcado pela instabilidade política na Europa. Naquela época, Napoleão Bonaparte, Imperador da França, ameaçava toda e qualquer nação que não participasse na sua luta obstinada contra a Inglaterra. Portugal, então aliado da Inglaterra (desde o século XIV, no reinado de D. João I), recusou-se a aderir ao Bloqueio Continental imposto por Napoleão ao seu país amigo.


Esta atitude provocou um ultimato de Napoleão - ou Portugal cumpria ou era invadido. Temendo ser aprisionado pelas tropas francesas, o Príncipe Regente, D. João, resolveu transferir a Corte Portuguesa para a colónia mais próspera e desenvolvida de Portugal, o Brasil.


Nos quatorze navios, além da família real, vieram centenas de funcionários, criados, assessores e pessoas ligadas à corte portuguesa. Trouxeram também muito dinheiro, obras de arte, documentos, livros, bens pessoais e outros objetos de valor.


Em março de 1808, a corte portuguesa foi instalada no Rio de Janeiro. Muitos moradores, sob ordem de D. João, foram despejados para que os imóveis fossem usados pelos funcionários do governo. Este fato gerou, num primeiro momento, muita insatisfação e transtorno na população da capital brasileira.


D. João. O rei trouxe a Missão Francesa para o Brasil, estimulando o desenvolvimento das artes em nosso país. Criou o Museu Nacional, a Biblioteca Real, o Banco do Brasil, a Escola Real de Artes e o Observatório Astronômico. Vários cursos foram criados (agricultura, cirurgia, química, desenho técnico, etc.) nos estados da Bahia e Rio de Janeiro.


Homens, quero ver todos trabalhando, quero ver esta terra prosperar, esta Ê uma terra abençoada, tudo que se planta då.


É os franceses já saíram de Portugal, já posso voltar, más gosto tanto desta Terra, com belezas naturais sem igual, um clima maravilhoso, melhorei até mesmo da minha gota, acho que não vou embora ficarei por aqui.


Lenisa hq