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Para
Entender
as
Mídias
Sociais




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como
rádio
online
(hoje
um
serviço
pago),
como
“parada
 de
sucessos”
digital
(graças
ao
sistema
de
scrobbling
que
 mostra
o
que
as
pessoas
estão
ouvindo)
e
como
rede
 social,
em
que
fãs
–
e
artistas
–
conversam
sobre
seus
 gostos,
divulgam
shows,
playlists,
etc.
 
 Perderam
tempo
precioso
discutindo
(e
tentando
 reprimir)
algo
que
é
da
natureza
humana:
a
troca
 baseada
em
afetividades;
o
boca
a
boca
que,
desde
 sempre,
é
a
forma
mais
efetiva
de
divulgação
e
 fidelização
de
audiência.
 
 Creio
que
o
primeiro
caso
brasileiro
de
“artista
lançado
 pela
Internet”
tenha
sido
o
Mombojó,
com
seu
disco
de
 estréia
Nadadenovo.
Antes
mesmo
de
o
CD
ser
editado
 oficialmente,
no
começo
de
2004
pela
revista
Outra
 Coisa,
o
material
estava
disponível
no
site
da
banda
e
o
 link
para
conhecer
a
nova
promessa
pernambucana
 correu
a
rede,
via
MSN
e
e­mail,
pelas
mãos
do
 tecnológico
hd
mabuse
(outrora
conhecido
como
 ministro
da
informação
do
manguebit,
e
co‐reponsável
 por
projetos
como
C.E.S.A.R.
e
o
Porto
Digital).
Como
 resultado,
houve
uma
enxurrada
de
elogios
da
crítica
 especializada
e
shows
lotados.
 
 Por
mais
que
o
Myspace
(que
também
chega
nessa
 época,
2003/2004)
tenha
se
tornado
o
grande
 parâmetro
de
rede
social
para
música,
é
importante
 notar
que
o
conceito
vai
além
de
uma
plataforma
em
que
 é
possível
hospedar
e
compartilhar
fonogramas.
O
site
 criado
por
Tom
Anderson
e
Christopher
DeWolfe
acabou
 


Para Entender as Midias Sociais  
Para Entender as Midias Sociais  

Livro coletivo sobre assuntos transversais as redes de relacionamento, produzido e publicado por profissionais e pesquisadores da área em ab...

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