Page 103

Para
Entender
as
Mídias
Sociais




102


uma
equipe
da
própria
redação.
Algumas
empresas
 também
passaram
a
incorporar
blogs
de
jornalismo
 hiperlocal
aos
seus
portais,
e
outras
iniciativas
com
um
 tom
de
participação
comunitária.
 
 Essas
estratégias
participativas,
no
entanto,
raramente
 pautam
os
espaços
institucionalizados
do
jornal,
ficando
 na
maior
parte
do
tempo
limitadas
a
uma
seção
 específica.
A
partir
de
2008,
com
o
crescimento
das
 ferramentas
de
mídia
social,
com
destaque
para
os
usos
 informativos
do
Twitter
e
as
possibilidades
de
 relacionamento
do
Facebook,
o
cenário
ficou
mais
 complexo,
pois
se
criou
um
fluxo
intenso
de
informações
 produzidas
e/ou
disseminadas
pelos
próprios
usuários,
 sem
necessidade
de
mediação
institucional.
 
 Muitas
empresas
jornalísticas
passaram
a
marcar
 presença
nos
sites
e
ferramentas
de
mídia
social,
sem
 saber
direito
o
que
fazer.
Algumas
continuam
 reproduzindo
o
modelo
de
transmissão
da
mídia
de
 massa,
usando
seus
perfis
apenas
para
difundir
 informações.
É
o
caso
do
@g1
(do
portal
de
notícias
da
 Globo),
que
em
geral
utiliza
feeds
automáticos
para
 postar
manchetes
em
seu
perfil
no
Twitter.
Outras
 empresas
jornalísticas,
além
de
postarem
informações,
 também
procuram
interagir
com
o
público
no
Twitter,
 como
é
o
caso
dos
perfis
@estadao
(do
jornal
O
Estado
 de
São
Paulo)
e
@zerohora
(do
jornal
gaúcho
de
mesmo
 nome).
 
 A
participação
do
público,
antes
limitada
a
uma
seção
no
 


Para Entender as Midias Sociais  

Livro coletivo sobre assuntos transversais as redes de relacionamento, produzido e publicado por profissionais e pesquisadores da área em ab...