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ana beatriz elorza

2010

curr铆culo projeto portf贸lio


Ana Beatriz Elorza

são paulo, sp – 1987

Ana Beatriz Elorza é de São Paulo capital, onde estuda e trabalha. A artista visual é bacharel em Fotografia com aplicação em Arte e Cultura pelo Centro Universitário Senac desde 2009, mas já em 2006 começou a se envolver profissionalmente com arte. As produções artísticas de Ana Beatriz Elorza já renderam a ela participações em diversas exposições coletivas em São Paulo, Fortaleza e no Pará. Rua Iquiririm, n. 321 Butantã – São Paulo/SP CEP: 05586-000 (011) 96511244 (011) 27380872 e-mail: beatriz.ana@uol.com.br 00www.flickr.com/photos/beatrizana


exposições/atividades culturais Apresentação do trabalho S/H. no 16º Salão de UNAMA de Pequenos Formatos, 2010. Apresentação do trabalho Por Isso no 61º Salão de Abril - Qual o lugar da Arte?, 2010. Exposição e composição do trabalho Coleção de Distâncias para a revista conceitual Oroboro da artísta Maria Luísa Risi, 2009. Exposição do projeto fotográfico Retratos apresentado no evento PARATY EM FOCO do ano 2008. Exposição do trabalho fotográfico Sobre o espaço/ Com nanquim e curadoria da exposição coletiva CATARATANOW, que contou com apoio do SENAC e da CASA GALERIA CAFÉ, 2008. Exposição dos trabalhos fotográficos Retratos e Sem Título nº1 na exposição FOTOGRAFITE, agosto de 2007 e FOTOGRAFFITI E OUTRAS ARTES versão 1.2 em novembro de 2007. Produção do curta/documentário independente sobre arte com entrevistas com: Rodrigo Naves, Nuno Ramos, Carlos Pires e Arnaldo Antunes, 2004.


Projeto para apresentação no SAMAP O trabalho que pretendo apresentar no XIII SALÃO MUNICIPAL DE ARTES PLÁSTICAS DE JOÃO PESSOA é a instalação distância entre dois pontos/liga pontos, que esta presente na segunda parte deste portfólio. A instalação é composta por duas peças, uma caixa de madeira que suporta toda a trama elétrica e outra o tecido colorido pela solução fotossensível cianótipo, que aos poucos, revela costuras. O ambiente criado pela duas peças é, a principio, um espaço formado por conceitos intrínsecos à fotografia, memória, arquivo, coleção, luz, fotossensibilidade e – negado – bidimensionalidade. Cada uma das peças sugerem estes conceitos, as lâmpadas da caixa de madeira, que como imagens de arquivo, vão tomando novos sentidos e intensidades a partir do momento que retomamos ao próprio arquivo. No caso, as lâmpadas são interligadas por medidores de intensidade, que se localizam no interior da caixa, dando a possibilidade de variar a intensidade de cada uma delas. Esta variação, como na recodificação/identificação das imagens de arquivo, só é dada a partir da interação do colecionador, e por isso, encontramos a caixa fechada no ambiente expositivo. Também podemos observar um movimento similar no tecido, pois, encontramos nele pequenas


imagens – ampliações em tecido também emulcionado com cianótipo de fotografias 3x4 - de arquivo dispostas de maneira irregular sobre uma trama; como o movimento de quem retorna ao sua coleção, e a partir desse momento, cria novas relações com os objetos colecionados, sendo essas novas relações entre ele e os objetos mais significativas que a coleção. A interação entre as duas peças ao mesmo tempo que se afirmam, ressaltando a dualidade de conceitos, elas também se negam, materialmente. Pois, como no conceito de memória, estamos tratando de algo orgânico, passível a mudanças, e neste caso, a instalação apresenta uma peça fotossensível paralela a uma peça fonte de luz.


memorial descritivo peça #1 - caixa de madeira de 210cm de largura, necessária parede com largura superior ou igual a 210cm. - cada um dos 210cm de largura foi dividido igualmente para os fios que suportam as 21 lâmpadas. -110cm de altura, da caixa as lâmpadas. - fonte de energia. peça #2 -tecido 230x120cm, necessária parede com largura igual ou maior a 230cm e altura superior a 120. -A aplicação do tecido é direta sobre a parede.

A distancia entre as duas peças é variável, a única necessidade fundamental é elas se encontrarem em paralelo no espaço expositivo. Também não há a necessidade de iluminação especial no espaço expositivo,


portf贸lio


título: S/H. conjunto de 10 imagens digitais e madeira de 8x5x4cm cada Obra exposta 16º SALÃO de UNAMA de Pequenos Formatos. Belém do Pará ano: 2010


tテュtulo: Por isso conjunto de 7 imagens digitais de 105x70cm cada Obra exposta 61ツコ SALテグ DE ABRIL - Qual o lugar da Arte?. Fortaleza, CE ano: 2010


título: Cinema imagem digital orginada de manipulação digital de negativo. dimensões variáveis - para a apresentação desta imagem é necessária sua projeção. projetor digital ano: 2010


tĂ­tulo: doamor imagem digital composta pelo conjunto de 6 fotografias que buscam evidenciar o conseito simples e essencial da fotografia: a fotometria. 120x53cm ano:2010


título: distância entre dois pontos/liga pontos instalação composta por duas peças: caixa de madeira,instalação elétrica, lâmpadas 210x110x10cm tecido cianotipado, costura, imagens fotográficas 230x120cm ano: 2009


título: s/título instalação composta por 7 imagens interligadas por fios e luzes ; retratos em cianotipia, caixas de madeira, conjunto de lâmpadas dimensões das caixas: 40x40cm ano: 2009


tĂ­tulo: s/ tĂ­tulo imagem digital 70x70cm ano:2009


TĂ­tulo: Por Aqui conjunto de 4 imagens digitais, sendo trĂŞs delas 50x33cm e uma 70x50cm ano: 2009


título: coleção de distâncias objeto/livro composto por sequência de 6 auto-retratos (impressão digital) e estiquetas de arquivo


título: foto de mão conjunto de 3 imagens emulsão de cianótipo sobre papel cartão ano: 2008

n.1 30x20cm


n.2 30x20cm

n.3/baleia 30x20cm


título: Sobre o espaço/Com nanquim dupla de imagens fotográficas analógicas P&B com intrvenção de naquim sobre papel fibra 40x30cm ano: 2008


Título: Es-paço conjunto de 14 imagens digitais publicadas na revista da Faculdade de Letras da Universidade de São Paulo. ano: 2008


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