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REPRESSÃO (1915)

NOTA DO EDITOR INGLÊS DIE VERDRÏNGUNG (a) EDIÇÕES ALEMÃS: 1915 Int. Z. Psychoanal., 3 (3), 129-38. 1918 S.K.S.N., 4, 279-93. (1922, 2ª ed.) 1924 G.S., 5, 466-79. 1924 Techinik und Metapsychol., 188-201. 1931 Theoretische Schriften, 83-97. 1946 G.W., 10, 248-61. (b) TRADUÇÃO INGLESA: ‘Repression’ 1925 C.P., 4, 84-97. (Trad. C. M. Baines.) A presente tradução inglesa, embora baseada na de 1925, foi amplamente reescrita. Em sua ‘História do Movimento Psicanalítico’ (1914d), Freud declarou que ‘a teoria da repressão é pedra angular sobre a qual repousa toda a estrutura da psicanálise’ (ver em [1] acima); e no presente ensaio, juntamente com a Seção IV do artigo sobre ‘O Inconsciente’ que a ela se segue (ver em [1] e segs.), oferece-nos sua formulação mais elaborada dessa teoria. O conceito de repressão remonta historicamente aos primórdios da psicanálise. A primeira referência a ele que foi publicada, consta da ‘Comunicação Preliminar’ de Breuer e Freud (Edição Standard Brasileira, Vol. II, pág. 51, IMAGO Editora, 1974). O termo ‘Verdrängung‘ fora empregado pelo psicólogo Herbart, no início do século XIX, e possivelmente chegou ao conhecimento de Freud através de seu mestre Meynert, que tinha sido admirador de Herbart. Mas, como o próprio Freud insistiu no trecho da ‘História’ já citado (pág. acima), ‘a teoria da repressão, sem dúvida alguma, ocorreu-me independentemente de qualquer outra fonte’. ‘Foi uma novidade’, escreveu em seu Autobiographical Study (1925d), ‘e nada semelhante havia sido reconhecido anteriormente na vida mental.’ Existem, nos escritos de Freud, vários relatos de como ocorreu a descoberta: por

Freud, sigmund obras completas (imago) vol 14 (1914 1916)  
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