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Amparo tombada


PEREIRA, CAROLINA SCATOLINI AMPARO TOMBADA: REQUALIFICAÇÃO URBANA– SÃO PAULO , 2012

ORIENTADOR: NEWTON MASSAFUMI TRABALHO FINAL DE GRADUAÇÃO – ESCOLA DA CIDADE – ARQUITETURA E URBANISMO 1. ARQUITETURA 2. URBANISMO 3. PATRIMÔNIO 4. ENSINO


CAROLINA SCATOLINI PEREIRA

AMPARO TOMBADA:

MONOGRAFIA APRESENTADA À COORDENAÇÃO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA ESCOLA DA CIDADE COMO REQUISITO FINAL PARA A CONCLUSÃO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO.

Orientador: Prof. Newton Massafumi São Paulo NOV/ 2012


CAROLINA SCATOLINI PEREIRA

AMPARO TOMBADA: Requalificação urbana: Recuperação e preservação do patrimônio cultural, recuperação e preservação ambiental, faculdade de arquitetura e urbanismo, polo de educação patrimonial e plano de mobilidade.

BANCA DE QUALIFICAÇÃO Prof. Newton Massafumi Prof. Pedro Sales

Prof Guilherme Paoliello BANCA FINAL

Prof. Newton Massafumi Prof. Guilherme Paoliello Arq. Rafael Gardelin Poloni

Orientador: Prof. Newton Massafumi São Paulo NOV 2012


DEDICO MEU TRABALHO AOS PROFESSORES DA ESCOLA DA CIDADE


AGRADECIMENTOS Agradeço em especial ao meu orientador Prof. Newton Massafumi, por ter acreditado em mim e na minha proposta desde o começo desse trabalho, por sua dedicação e paciência. Acredito que a maior qualidade de um orientador é ser paciente, esperançoso, calmo e nunca deixar de acreditar em seu orientando e, por ser assim, cheguei ao resultado esperado. Agradeço também a todos que colaboraram de alguma maneira para a conclusão deste trabalho.


PARTE I – A minha Amparo PARTE II – A cidade de Amparo

PARTE III– Problemática do tema, propostas e projetos

PARTE IV – Conclusão


RESUMO / RESUMÉN INTRODUÇÃO

EXPERIÊNCIAS E VIVÊNCIAS NA CIDADE

LOCALIZAÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS PATRIMÔNIO CULTURAL E O PROCESSO DE TOMBAMENTO HISTÓRIA DA CIDADE E EVOLUÇÃO URBANA PLANO DIRETOR

EVASÃO POPULACIONAL, A FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO E DE ENGENHARIA AMBIENTAL E O POLO EDUCACIONAL PATRIMÔNIO CULTURAL PRESERVAÇÃO AMBIENTAL E PAISAGEM URBANA TRANSPORTE E MOBILIDADE DESENVOLVIMENTO DO PROJETO

BIBLIOGRAFIA

ANEXOS


Resumo/ ResumĂŠn


Amparo Tombada - Carolina Scatolini

RESUMO

Meu trabalho final de graduação estuda a cidade de Amparo e seu patrimônio histórico. A cidade de Amparo encontra-se na região de Campinas e foi fundada por ser caminho para Minas Gerais na época da busca pelo ouro e devido à procura de sertanistas por terras férteis. As primeiras construções da cidade começaram com uma capela próxima ao rio. Amparo se tornou Capela Curada, Freguesia, Vila e no dia 28 de Março de 1865 foi elevada à categoria de cidade. O núcleo histórico é tombado, juntamente com mais 41 edifícios, pelo Condephaat. Existe uma mancha da área envoltória que não foi bem regularizada durante o processo e por consequência os imóveis desta mancha estão sendo modificados, demolidos ou abandonados. Inicialmente, comecei fazendo uma pesquisa sobre os edifícios históricos tombados ou não, mas com interesse histórico principalmente arquitetônico próximos aos eixos principais da cidade. Também pesquisei sobre o pequeno volume de população jovem, na idade entre 17 e 30 anos, e os motivos da evasão e quais seriam as possíveis soluções. Juntando esses dois princípios comecei a pensar em um projeto que fosse adequado para as duas problemáticas. A primeira solução foi fazer uma faculdade na cidade para atrair os jovens, tanto da cidade como de fora e aproveitando a essa faculdade pensei que poderia ter um curso relacionado a cidade e principalmente ao próprio patrimônio histórico. Então criei uma faculdade de arquitetura e urbanismo com ênfase em patrimônio histórico. A outra solução foi usar edifícios históricos da cidade para instalações da faculdade e para cidade que envolvesse o patrimônio. Uma infraestrutura muito debilitada atualmente. Com esses estudos percebi que além de fazer propostas para o uso do patrimônio e estudos de tais, era necessário fazer uma

infraestrutura urbana para colaborar como a preservação do patrimônio além de colaborar com os moradores e fiz então um plano de mobilidade que prevê o aumento da ciclovia para toda a cidade e a diminuição de fluxo de automóveis particulares com a implantação de um transporte publico adequado a cidade como um todo, incluindo áreas periféricas que não tem acesso ao transporte publico atualmente. Diminuindo os transportes em massa e de cargas pesadas, o patrimônio seria melhor preservado ganhando uma importância maior na cidade, principalmente no centro histórico. Com o centro histórico um pouco mais restrito proponho alguns passeios históricos temáticos feitos com transportes públicos para o público geral e turistas da região. Estudando a preservação e conservação do patrimônio construído, percebi que também havia a necessidade que pensar em alguma solução que também protegesse a questão da paisagem cultural, que é um aspecto muito importante e evidente na cidade. Então proponho a chancela da paisagem cultural, que seria uma forma de proteger o meio ambiente e a sua relação com o homem, mesmo que visual. E acrescento um curso de engenharia ambiental para colaborar com esse patrimônio ambiental. Com esse novo curso acrescentei programas em alguns edifícios históricos que não se encontram no centro e nem nos eixos principais mas que estão implantados dentro dessas áreas verdes que ganhariam proteção ambiental pelo programa de chancela do IPHAN. Para concluir fiz um levantamento de áreas verdes internas de quarteirões no centro histórico, propondo algumas tipologias de praças que poderiam ser implantadas nesses locais para uso da população e preservação de áreas verdes no centro histórico da cidade. A conclusão do trabalho é que para pensar e propor algo para o patrimônio histórico é necessário fazer toda uma infraestrutura urbana para a cidade além de trabalhar diretamente com o edifício e que a relação homem e meio ambiente deve ser preservado para as próximas gerações como diz a constituição de 1988. Palavras - chave: Patrimônio Histórico 1. Cidade de Amparo 2. Cidades Históricas 3. Preservação e conservação de áreas verdes


Amparo Tombada - Carolina Scatolini

RESUMÉN

Mi trabajo final de estudios es sobre la ciudad de Amparo y su patrimonio histórico. La ciudad de Amparo se encuentra en la región de Campinas y fue fundada para ser la manera de Minas Gerais en el momento de la búsqueda de oro y debido a la demanda de tierras de labranza por hombres de la frontera. Los primeros edificios de la ciudad se inició con una capilla al lado del río. Amparo se convirtió en capilla Curaduría, Pueblo, Aldea y 28 de marzo de 1865 fue elevada a la categoría de ciudad. El centro histórico es tombado, junto con otros 41 edificios por el Condephaat. Hay un punto que sobre la zona no estaba bien regulado durante el proceso y por lo tanto las propiedades de este lugar se están modificando, abandonadas o demolidas. Inicialmente, empecé a hacer investigación sobre edificios históricos tombados o no, pero sobre todo con interés arquitectónico histórico cercano a los principales ejes de la ciudad. También se investiga la pequeña cantidad de jóvenes en edades comprendidas entre los 17 y 30 años, y las razones de los abandonos y cuáles son las posibles soluciones. La unión de estos dos principios puse a pensar en un diseño que es conveniente para ambos problemas. La primera solución fue hacer una universidad en la ciudad para atraer a los jóvenes, tanto de la ciudad como de fuera y disfrutar de esta universidad pensé que podría tomar un curso relacionado principalmente con la ciudad y patrimonio propio. Así que creé una escuela de arquitectura y urbanismo con un énfasis en el patrimonio. La otra solución era utilizar los edificios históricos de la ciudad a las instalaciones de la universidad y de la ciudad. Una infraestructura actualmente muy débil. Con estos estudios me di cuenta de que además de hacer propuestas para el uso de los estudios sobre el patrimonio y tal, era necesario

hacer una infraestructura urbana para colaborar como la preservación del patrimonio, así como colaborar con la gente del lugar y luego hizo un plan de movilidad que proporciona mayor carril bici por toda la ciudad y la reducción del flujo de vehículos privados con la implementación de un transporte público adecuado a la ciudad como en su conjunto, incluidas las zonas remotas que no tienen acceso al transporte público en la actualidad. La disminución de transporte a granel y cargas pesadas, el patrimonio se conserva mejor ganando mayor importancia en la ciudad, especialmente en el centro histórico. Con el centro histórico ligeramente más estrecho proponer algunas excursiones con temas históricos hecha de transporte público para el público en general y los turistas en la región. Con el estudio de la preservación y conservación del patrimonio construido, me di cuenta de que había también una necesidad de pensar en alguna solución que también protegen a la cuestión de paisaje cultural, que es muy importante y evidente en la ciudad. Así que propongo la chancela del paisaje cultural, que sería una forma de proteger el medio ambiente y su relación con el hombre, a pesar de que visual. Añado un curso de ingeniería ambiental para colaborar con este patrimonio ambiental. Con este nuevo curso añadido programas en algunos edificios históricos que no están en el centro y no en los ejes principales, pero se implementan en estas áreas para ganar programa verde protección del medio ambiente con el chancela del IPHAN. Para completar una encuesta realizada en el interior de zonas verdes manzanas del centro histórico, lo que sugiere ciertos tipos de plazas que podrían aplicarse a estos lugares para utilizar a la población y la preservación de las áreas verdes en el centro histórico de la ciudad. La conclusión de este trabajo es diseñar y proponer algo para el patrimonio que necesita toda una infraestructura urbana de la ciudad, así como el trabajo directo con el edificio y que la relación entre el hombre y el medio ambiente debe ser preservado para las generaciones futuras como dice constitución de 1988. Palabras claves: Patrimonio Histórico 1. Amparo 2. Ciudades Históricas 3. Preservación y conservación de las zonas verdes


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INTRODUÇÃO

CONSIDERAÇÕES INICIAIS Esse livro é fruto de anos de estudos, vivências e pesquisas sobre a cidade de Amparo. Amparo é a cidade natal da minha família, e por esse motivo passei muitos anos viajando para a cidade. Desde criança já demonstrava interesse pela cidade e seus edifícios, tendo alguns como favoritos. Quando iniciei o meu curso de arquitetura e urbanismo comecei a fazer pesquisas pessoais sobre a cidade com o olhar de uma estudante de arquitetura. Atualmente todos esses estudos e pesquisas fazem parte do meu acervo pessoal. Em 2010 entrei no Programa de Pesquisa Experimental da Escola da Cidade, onde tive a oportunidade e experiência de estudar especificamente pontos da cidade que me interessavam. Entreguei em agosto de 2011 nomeado “Amparo tombado. Edifícios residenciais urbanos”. Com toda essa carga de conhecimento, apresento aqui essa monografia como resultado final do meu trabalho de graduação. Minha proposta é relacionada a cidade como um todo, um projeto de reurbanização da cidade em vários aspectos: desde as vias de circulação até a preservação ambiental; focando em assuntos mais relevantes, e exemplificando casos para toda a cidade.

LINHA DE PESQUISA - PAISAGEM Define-se como paisagem um espaço aberto que se abrange com um só olhar. A paisagem é entendida como uma realidade ecológica, materializada fisicamente num espaço que se poderia chamar natural (se considerando antes de qualquer intervenção humana), no qual se inscrevem os elementos e as estruturas construídas pelos homens, com determinada cultura. Designada também como “paisagem urbana” (Mascaro, Juan Luis – Infraestrutura da Paisagem – p.15)

TEMA O tema do meu trabalho final de está dividido em quatro partes: Urbanismo; Patrimônio histórico cultural; Meio Ambiente; Ensino e educação.

OBJETIVO O objetivo específico é fazer um projeto de urbanismo que abranja a cidade como um todo, com alguns temas sendo evidenciados, como: transporte urbano, mobilidade, proteção ambiental, patrimônio histórico, educação e turismo.


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EXPERIÊNCIAS E VIVÊNCIAS NA CIDADE

A cidade de Amparo me foi a presentada desde muito cedo. De principio relacionava a cidade com datas comemorativas, pois eram nelas que sempre ia, mas com o tempo comecei a conhecer uma nova cidade. As primeiras histórias que ouvia eram do meu avô que que morou em Amparo e conheceu minha avó. Histórias essas que falavam sobre lugares da cidade e acontecimentos, esses que aconteceram a muitos anos. Aos poucos comecei a me localizar. E perceber a cidade. Meus bisavós eram italianos e chegaram em Amparo após a queda do café, quando eles não tinham mais emprego nas fazendas e foram morar na cidade. Meus avós também nasceram em Amparo e até hoje tenho primos e tios na cidade. Minha família sempre teve uma casa na cidade, e por isso desde muito cedo, vou constantemente. A casa e a família que ainda mora lá, fez com que eu me aproximasse cada vez mais com a cidade. Além disso tenho uma tia residente que é arquiteta, que sempre batalhou muito pelo patrimônio histórico cultural, inclusive o primeiro pedido de tombamento da cidade foi efetuado por ela. Quando iniciei meus estudos para a pesquisa experimental da escola da cidade, ela me apoiou bastante, inclusive me proporcionou muitos documentos importantes que só ela tinha, sendo muito importante e incentivadora para que eu não parasse ou desistisse de meus estudos na cidade. Acredito que com minha família aprendi a ter afeto pela cidade que, após minha entrada na faculdade de arquitetura mudei minha visão e que minha tia arquiteta Rita de Cassia Carrara Castan me inspirou e me fez acreditar que vale a pena batalhar pelo melhor da cidade. Na cidade a maioria dos eventos são religiosos (católicos), os únicos que participei são: o carnaval, o festival de inverno e o natal.

O festival de inverno é um evento cultural que acontece no mês de julho inteiro. Ele conta com shows de música, teatros, apresentação de danças, oficinas culturais e exposições. No natal acontece um concurso de melhor decoração natalina, em decorrência disso a cidade fica inteira iluminada, além de empresas que fazem eventos públicos como por exemplo o Grupo Ypê, que faz uma decoração natalina onde as pessoas podem entrar e fazer um passeio. Sempre me interessei bastante sobre o festival de por sua questão cultural, porém a organização ainda é muito fechada. A mais de dois anos tento participar fazendo palestras, oficinas e exposições sobre o patrimônio cultural da cidade e sempre sou vetada por não ser amparense. Acredito em breve eles começarão a abrir mais possibilidades para estudiosos de fora da cidade. O último trabalho que enviei para a exposição esta no Anexo desse livro. Em Julho de 2010 minha proposta foi aceita no processo seletivo para pesquisa na Escola da Cidade. Primeiro reuni todo meu acervo pessoal sobre a cidade, e assim comecei os estudos sobre a cidade. Na maioria das vezes optei por pesquisa em campo, mas nunca fui bem vista pelos amparenses, os mesmos tinham receio que eu fosse do CONDEPHAAT, então o contato direto com a população sempre foi difícil. Nesse momento percebi o quão era importante revisar essa relação população x CONDEPHAAT, percebi a importância das pessoas entenderem mais sobre o patrimônio da cidade, o ato de posse da população com o patrimônio e um conselho municipal. Um resumo breve da conclusão da minha pesquisa esta anexado no fim desse livro. Durante o mês de julho de 2012 tive a oportunidade de trabalhar no setor de desenvolvimento urbano da prefeitura municipal de Amparo. O convite partiu do arquiteto Rafael que conheci quando fui a prefeitura com a intenção de pegar algumas plantas de edifícios históricos.


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Durante um mês de trabalho tive a oportunidade de conhecer os projetos que estavam sendo desenvolvidos naquele setor, além de conhecer as obras que estavam sendo construídas pela prefeitura. O trabalho que fiz de maior utilização da prefeitura foi uma maquete eletrônica da cidade inteira, a partir de levantamentos topográficos e imagens aéreas do acervo da prefeitura. Essa experiência teve relação direta com a definição e conclusão do meu trabalho final de graduação, pois durante um mês morei e trabalhei na cidade, onde comecei a perceber alguns tipos de problemas e dificuldades dos moradores. Descobri que muitas das minhas propostas já são propostas futuras da prefeitura. Encontrei um trabalho realizado no setor de desenvolvimento urbano bem estruturado, independente e cheio de propostas de benefícios para a cidade. Uma equipe engajada para melhorias. Esse setor trabalhava com várias áreas de projeto para cidade, alguns projetos exemplificam bem como: estação de tratamento de esgoto, parque linear, escolas, creches, parque, praças, centro esportivo, infra estrutura urbana em geral. Conheci áreas e bairros da cidade que nunca imaginei que existiam. O que mais me impressionou nesse mês foi a falta de opções de transporte publico na cidade e como é necessário por inúmeros motivos um plano de mobilidade com urgência, todas as pessoas que conheci usavam carro para tudo. Em uma cidade tão pequena onde o fluxo é tão intenso e com trânsito em horários de pico. Outra questão que encontrei nesse convívio foi a falta de um setor forte e ativo para os edifícios históricos. O setor responsável esta instalado num edifício histórico que deveria ser a Pinacoteca da cidade, e atualmente o setor se encontra parado com nenhuma previsão de novos projetos. O único projeto que havia em relação a esse assunto é a implantação da fundação pró memoria, projeto que proponho nesse trabalho.

O edifício histórico do mercado municipal estava restaurado e com novos usos e o museu estava com as obras de restauração quase finalizadas. Essas obras não foram realizadas pela prefeitura e sim pelo CONDEPHAAT. Enfim, essa experiência foi bem enriquecedora e conclusiva para o término e conclusão do trabalho


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LOCALIZAÇÃO

A cidade de Amparo é um município paulista localizado a 93 km a nordeste da Capital São Paulo. A cidade faz parte da região de Campinas e também faz parte do Circuito das Águas (cidades com as águas potáveis e medicinais). Atualmente a cidade é considerada a capital histórica do circuito por ser umas das mais antigas. Suas coordenadas geográficas são Latitude : 22o. 42' 04" S Longitude: 46o. 45' 52" W.


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Amparo fica a uma distância de 155 km de São Paulo, 18 km de Serra Negra, 56 km de Campinas, 91 km de Limeira e 525 km de Belo Horizonte.

As cidades limites são Itapira e Serra Negra na direção norte, Morungaba na direção sul, Bragança Paulista na direção leste, Santo Antônio da Posse, Pedreira e Jaguariúna na direção oeste.


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Topografia


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Hidrografia


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A cidade de Amparo tem muitas particularidades. A cidade esta localizada em um vale. A cidade se desenvolveu nas áreas mais baixas e com declive de no máximo 10% próximo a várzea do rio.

Topografia da zona urbana de Amparo. Pode-se ver que a maior parte dos bairros cresceu dentro da área mais baixa, área de várzea do Rio Camanducaia e com declividade até 10%.

Topografia + Hidrografia


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Em azul-marinho, o antigo trajeto do Rio Camanducaia antes de sua retificação, representada em azul claro.

Pausa na malha urbana. Pode-se perceber em amarelo a cidade consolidada e em laranja os novos bairros que surgiram após a década de 1970.

Em azul, Loteamentos Irregulares; Em azul claro, Ocupações Clandestinas; Em Verde, Invasão em Área Particular; e em Cinza, Ocupação em Área Pública.

Em rosa, os bairros dormitórios e de loteamentos posteriores a 1970. Já em azul, bairros mais antigos e consolidados. A área em cinza, é de uso industrial, comercial e não apresenta malhar urbana consolidada.


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Em Preto, as pontes para carro e pedestre; em vermelho, pontes pênseis para pedestres.

Em verde, as áreas vazias ao longo do Rio Camanducaia. A área em dégradé de verde para amarelo encontra-se sem cobertura vegetal.

Em rosa, as áreas contaminadas ou passiveis de contaminação. Em azul, as áreas que sofrem enchentes.

Em vermelho, as Praças existentes na cidade; já em verde, os parques incluindo o Parque Linear Águas do Camanducaia.


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Mapa malha urbana atual.


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Mapa de cheios e vazios


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DADOS DO IBGE 2007


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DADOS DO IBGE 2010

Imagem 20 – Total de edificações em construção

Imagem 21 – Total de endereços

Imagem 22 – Total de endereços com coordenadas coletadas


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PROCESSO DE TOBAMENTO E AS NOVAS PROPOSTAS

No ano de 1985 a arquiteta Rita de Cássia Carrara Castan enviou uma primeira carta ao Condephaat pedindo ao órgão que enviassem técnicos a cidade para verificar o patrimônio histórico e cultural em Amparo. A arquiteta Rita, em entrevista realizada para esta pesquisa, comenta que seu interesse pelo patrimônio histórico começou na faculdade em uma visita a cidade de Bananal com o professor responsável pela disciplina de história da arquitetura de sua faculdade. Enquanto andava pela cidade de Amparo e observava seus edifícios, percebeu que em sua cidade também havia arquitetura de interesse histórico. Percebeu também que esta arquitetura não possuía nenhuma forma de proteção. Quando se formou, entrou no grupo do museu de Amparo com a intenção de valorizar a memória da cidade. Participou então da organização de alguns eventos para trabalhar a questão da memória junto à população. Fez o museu de rua, com fotos antigas das famílias na cidade e teatro na rua contando a historia da cidade. Depois foi contratada pela prefeitura como arquiteta. Propôs então o tombamento de alguns edifícios junto ao Condephaat, pois percebeu como a cidade estava rapidamente descaracterizando, e em alguns casos perdendo, seus edifícios históricos. Em 1986, no dia 21 de fevereiro, o prefeito da cidade foi oficialmente comunicado que o processo de tombamento tinha sido aprovado. Quarenta e um edifícios distribuídos em dezesseis itens de tombamento, a partir daquela data, estariam assegurados. Além disso foi definida uma área envoltória em torno desses edifícios. A área envoltória era constituída de circunferências de 300m de raio, a partir de cada bem tombado. Com esta definição a mancha de área envoltória cobria grande parte da cidade, inclusive novos bairros. A primeira versão do artigo no. 137 dizia que nenhuma construção poderia ser feita sem prévia autorização do Condephaat

Passado um ano do tombamento a questão das áreas envoltórias passou a ser questionada, pois ela freava o desenvolvimento da cidade, fazendo a Divisão de Planejamento Urbano da Prefeitura enviar uma nova proposta ao Condephaat. Este, depois de uma análise sobre o caso, acatou a mudança proposta. A mancha de áreas envoltórias foi diminuída e não incluíam mais bairros em desenvolvimento, porém estas áreas passaram a ser categorizadas como Z.C.E – Zona Central Especial, e teriam uma lei municipal específica para construções. O Condephaat também exigiu a criação de um Conselho Municipal de Preservação. A RESOLUÇÃO n° 10 de 11 de fevereiro de 1987 foi anexada ao processo, colocando assim oficialmente a nova situação das áreas envoltórias. Segundo o artigo 1º desta resolução, ficam tombados como bens culturais de interesse histórico - arquitetônico 41 edifícios dispostos em 16 itens, cujo conjunto define o Núcleo Histórico Urbano de Amparo, tendo sito justificado por sua importância como rara seleção arquitetônica de uma cidade em nosso estado, apresentando, ainda, de modo vivo, o aspecto de sua formação urbana original, decorrente do apogeu atingido pela economia do ciclo cafeeiro na região Mogiana, cuja cristalização complementou-se entre 1886 e 1920, caracterizando o início do período republicano quanto ao caráter de sua conformação. (CASTAN, 1997). Já o artigo 2º discorre sobre a nova lei das áreas envoltórias. Com isso esta zona passou a ter um plano específico de desenvolvimento, não o colocando como objeto de preservação. Considerando o espaço [área central da cidade] trata-se de uma área central, por onde entrelaçam-se os trajetos dos moradores de muitos outros bairros da cidade, o objetivo é, ainda hoje, possibilitar a elaboração de um plano de desenvolvimento urbano com destinação de recursos para a preservação do patrimônio histórico e ambiental, garantindo adaptações dos imóveis para usos e atividades diversificadas e atuais.


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A preocupação principal concentrou-se na preservação das características próprias da cidade que lhe confere um valor como área potencialmente atrativa. A estagnação do processo se deu a partir do momento que não mais trabalhou o assunto coma comunidade em geral, com os moradores da área central, e com a conscientização de todos sobre o valor daquilo que pertence a todos. Os proprietários dos imóveis listados e tombados sentiram-se prejudicados pala inexistência de uma forma de ressarcimento face às restrições criadas e impostas por essa lei. E, até o presente momento, faltam instrumentos legais complementares e recompensatórios pela não disponibilidade total sobre seu imóvel, como também persiste a necessidade de negociações flexíveis para tratar a lei e sua aplicação caso a caso. A não previsão da destinação de recursos por parte do poder público advindo de um programa de preservação do patrimônio histórico e ambiental, aliado a falta de recursos dos proprietários dos imóveis listados ou tombados continuam gerando procedimentos considerados ilegais como a demolição total ou parcial de imóveis listados, a substituição de materiais original3mente utilizados por outro disponível no mercado, ao contrario de que é previsto, os proprietários não submetem a documentação da sua obra a previa anuência e orientação do Condephaat, estimulados por um fato precedente não arguido. (CASTAN, 1997). A seguir apresentaremos a lista dos imóveis tombados no processo 24300/85 do Condephaat, divididos nos dezesseis itens apresentados no referido processo. Posteriormente apresentaremos um breve resumo, acrescido de algumas imagens coletadas por nós, acerca deste patrimônio tombado. Atualmente novos estudos de tombamento foram feitos na cidade, esses estudos não foram aceitos ainda pelo arquiteto Tobias do CONDEPHAAT, porém estou considerando que essas novas propostas já foram aceitas. Além dessa proposta existe uma proposta que foi feita dentro do plano urbano que acabei de apresentar,que também estou considerando como aprovada.

Imóveis tombados no processo 24300/85 do Condephaat: 1. Santa Casa “Anna Cintra” e conjunto de 23 casas 2. Igreja São Benedito 3. Igreja Nossa Senhora do Amparo 4. Igreja de São Sebastião 5. Igreja Nossa Senhora do Rosário 6. Hospital da Beneficência Portuguesa 7. Prédio do antigo Conservatório Musical 8. E.E.P.S.G “ João Belarmino” 9. E.E.P.G “ Luís Leite” 10. Edifício da Mútua Sociedade Italiana 11. Casarão 1 – Rua Barão de Campinas, 161 12.Casarão 2 – Rua Barão de Campinas, 173 13. Casarão 3 – Rua Barão de Campinas, 181 14. Museu histórico pedagógico Bernardino de Campos 15. Edifícios da antiga intendência – PM 16. Mercado Municipal.


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SANTA CASA ANNA CINTRA E CONJUNTO DE 23 CASAS

IGREJA Sテグ BENEDITO

IGREJA NOSSA SENHORA DO AMPARO

IGREJA DE Sテグ SEBASTIテグ

IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSテヽIO


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E.E.P.S.G “ JOÃO BELARMINO”

E.E.P.G “ LUÍS LEITE”

EDIFÍCIO DA MÚTUA SOCIEDADE ITALIANA

CASARÕES DA RUA BARÃO DE CAMPINAS

MUSEU HISTÓRICO PEDAGÓGICO BERNARDINO DE CAMPOS


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MERCADO MUNICIPAL

EDIFÍCIOS DA ANTIGA INTENDÊNCIA – PM

EE RANGEL PESTANA

HOSPITAL DA BENEFICÊNCIA PORTUGUESA


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HISTÓRIA DA CIDADE

O inicio do povoado de Amparo foi no fim do século XVIII, próximo ao cruzamento de dois caminhos, de Bragança Paulista e de Mogi, que os Sertanistas de Bragança Paulista, Atibaia e Mogi Mirim começaram a se fixar nas primeiras décadas do século, atraídos pelas terras férteis . Nessa época a região era chamada de “Sertão de Bragança” e de “Retiro do Camanducaia”. Essas famílias foram consideradas as fundadoras de Amparo e em 1820 foi fundada a primeira capela em homenagem a Nossa Senhora do Amparo, nas margens do Rio Camanducaia, essa logo foi retirada da borda do rio e reconstruída em uma região mais alta, por consequências das enchentes. Amparo se tornou Capela Curada, Freguesia, Vila e no dia 28 de Março de 1865 foi elevada á categoria de cidade. Nessa época, o plantio e a comercialização do café deram um grande impulso à cidade, que se tornou uma das quatro cidades mais importantes do estado, junto com Santos, Campinas e Sorocaba. A Companhia Mogiana de Estradas de Ferros chegou à cidade no ano de 1875 e o desenvolvimento da cidade cresceu desenfreadamente, pois levava toda a produção do café direto ao porto de Santos. Os imigrantes chegaram à cidade no ano de 1885 sendo eles: Italianos, Portugueses, Libaneses, Sírios, Dinamarqueses e Suíços . Com a queda do café em 1929, a economia da cidade, que se destacou até a segunda década do século XX, foi abalada e a cidade ficou estagnada até o fim da década de 40 quando as indústrias descobriram ali uma nova oportunidade de se expandirem. Assim, a economia da cidade foi melhorando e grandes empresas foram atraídas e se instalaram na cidade, como Ipê e Seara.

Em 1945 a cidade se torna a primeira cidade hidromineral do circuito das águas, devido ás propriedades medicinais de suas águas e, devido à queda do café, a estação ferroviária foi desativada no ano de 1967. O fomento a cultura começou em 1974 com a inauguração da Pinacoteca da cidade, no ano seguinte foi inaugurado o Museu Pedagógico Histórico Bernardino de Campos, em 1976 foram iniciados os estudos sobre o patrimônio histórico arquitetônico e no ano de 1985 o processo de tombamento foi comunicado oficialmente ao prefeito de Amparo; nesse processo foi tombado o núcleo histórico, com 41 edifícios.


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DESENVOLVIMENTO URBANO

A primeira organização da cidade aconteceu entre 1820 e 1870. A região mais antiga da cidade está entre a Igreja Nossa Senhora do Amparo e o rio Camanducaia. Na década de 1820 o primeiro núcleo de construções estava localizado próximo as margens do rio onde se encontrava primeira capela em homenagem a Nossa Senhora do Amparo. Depois de algumas cheias do rio e alagamentos na capela, foi decidido que o melhor seria construir uma nova capela, em um ponto mais alto, para evitar outros incidentes. Quando reconstruída, na Praça Monsenhor (onde se encontra até hoje), foi constatado um aumento significante na população e na malha urbana. Com essa mudança os traçados das ruas começaram a ser mais ortogonais. As ruas eram paralelas ao eixo do rio e, por consequência, à Praça Monsenhor. As construções eram situadas no alinhamento das ruas, sem recuo, definindo seu traçado. Essa geometria era bem articulada à topografia local. A localização da nova capela foi estratégica: ela estava a uma altura suficiente para fugir das enchentes e ficava em uma altura intermediaria entre o rio e o ponto mais alto da cidade, pois nesse momento não havia água encanada e era usada a água do rio para abastecer as casas. A produção do café foi muito significativa entre os anos de 1850 e 1867 e a produção da cidade de Amparo entrava, ano a ano, na lista nacional de produção. Com esse crescimento, ainda em 1850, foi pedido o primeiro correio da cidade. No ano de 1858 uma ata da sessão da Câmara fez com que os moradores tivessem algumas obrigações que mudariam o desenho da cidade: o calçamento da frente de cada lote, por exemplo, ficava na responsabilidade de cada morador, em contra partida o calçamento de becos e laterais de lote eram responsabilidade do poder publico, assim como caneletas para águas pluviais.

Em 1857 o padre local pede a Câmara um cemitério público, pois até então os mortos eram enterrados no terreno da própria igreja. Em 1858 foi edificada a casa da Câmara Municipal e a cadeia. Em seguida, em 1859, foram colocados pedágios nas saídas da cidade. A ferrovia Santos-Jundiaí começou a funcionar em 1867, ativando a economia de Amparo por decorrência da facilidade de transporte do café ao porto de Santos. Em 1864, pela primeira vez, as casas foram numeradas e as ruas, nomeadas. Quando se iniciou a nomeação, os nomes eram vinculados com a realidade física do local, meramente topográficos. Mais tarde os nomes passaram a ter relação com uma realidade mais abstrata, com temas locais como, por exemplo, Rua Formosa onde tinham as mais belas casas e Rua do Silveira, onde morava a família Silveira. Posteriormente os nomes ganharam referencias históricas como a Rua Duque de Caxias e Rua do Imperador. As melhorias feitas pela Câmera Municipal tinham a intenção de preparar a cidade para atender às recentes demandas provindas do ciclo econômico do café. Questões como alinhamento, nivelamentos, aterros, higiene pública e segurança eram agora abordados. Na década de 1870, a cidade começa a se revigorar, mudanças eram claras, a procura por embelezar a cidade também. As praças da Matriz e Rosário, por exemplo, ganharam árvores. A cidade estava praticamente restrita entre a praça da matriz e o rio Camanducaia. Entre os anos de 1871 e 1874, o partido arquitetônico era uniforme, apesar das irregularidades do terreno. As construções eram muito parecidas com as construções rurais da época, os telhados avançavam sobre as paredes lisas, aberturas sem ornamentos, não tinham platibanda ou áticos, as paredes eram feitas de taipa de pilão ou taipa de mão. No ano de 1874, é possível identificar prédios feitos em tijolo de barro. Nesse momento a cidade começou a crescer desordenadamente, principalmente pela dificuldade de adaptação ao terreno irregular.


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Em 1875, chegou a Cia Mogiana de Estradas de Ferro, e em 1878 foi solicitado à Câmara um empréstimo para iniciar as obras de abastecimento de água encanada às construções. Nesse momento, a iluminação da cidade tinha apenas 70 lampiões a querosene. Em 1887, o cemitério se muda para a periferia da cidade e abre espaço para o jardim público. No final da década de 1880 e inicio da década de 1890 houve uma evolução na construção civil na cidade, muitos edifícios antigos foram demolidos, dando lugar a novos edifícios. Um surto de construção de novos edifícios atingia a cidade, e a tendência a modernizar os edifícios antigos também. Neste período a arquitetura neoclássica introduzida no Brasil através da Escola de Belas Artes, fundada no Rio de Janeiro em 1816, era adotada como a arquitetura oficial do governo. Podemos citar como edificações exemplares deste período em Amparo os edifícios do Hospital Ana Cintra e do Teatro João Caetano. Enquanto nas construções novas a arquitetura oficial neoclássica imperava, o casario comum também sofria suas alterações. Paredes de tijolo substituíam as paredes de taipa e elementos neoclássicos simplificados eram acrescidos às fachadas. Os antigos beirais eram substituídos pelas platibandas, e as consequentes calhas e condutores metálicos para condução das águas pluviais. No período de 1878 e 1895 a trama urbana triplicou. A iniciativa privada era responsável pela construção de quase todos os edifícios da cidade, sendo eles, públicos, religiosos e também pela a iluminação das ruas. As plantas da cidade de 1895 e 1904 são parecidas, pois havia um projeto de ampliação urbana que não fora concretizado e também surgira um bairro não figurado no mapa de “Ribeirão” denominado “Armazém da Cidade”. Nasce também a ligação da estação de trem ao bairro novo da Av. Progresso, posteriormente chamada de extremo da Av. Bernadino de Campos

Em 1898, houve a substituição dos lampiões a querosene pelos postes treliçados com lâmpadas de arco voltaico-elétricos e a construção do grupo escolar Luis Leite, projetada pelo arquiteto Vitor Dubugras (1868-1933). Em 1902 foi implantado o sistema de água e esgoto mais a implantação do parque da Caixa d’Água, posteriormente conhecido como parque Dr. Arruda. O calçamento, no período de 1907, foi substituído de pedregulhos naturais, usados com a intenção de conter a erosão na rua e nas edificações, para paralelepípedos. A partir de 1929 tanto a economia como a população de Amparo passam por um período de declínio, devido à quebra da bolsa de Nova York e suas consequências econômicas na economia mundial, e especificamente na economia cafeeira no Brasil.

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Imagem 49 – Planta Cidade 1830.

Planta provável da Cidade de Amparo em 1830 (*) (*) Ilustrações retiradas de: LIMA Roberto Pastana Teixeira, A cidade racional: Amparo: uma cidade do “oitocentos”, Amparo/Campinas – Faculdade de Ciências e Letras Plínio Augusto do Amaral, Centro de Pesquisa em História da Arte e Arqueologia – UNICAMP, 1998

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Planta provável da Cidade de Amparo em 1858 (*) (*) Ilustrações retiradas de: LIMA Roberto Pastana Teixeira, A cidade racional: Amparo: uma cidade do “oitocentos”, Amparo/Campinas – Faculdade de Ciências e Letras Plínio Augusto do Amaral, Centro de Pesquisa em História da Arte e Arqueologia – UNICAMP, 1998

Imagem 50 – Planta Cidade 1858.


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Em amarelo claro, bairros anteriores a 1950. O dégradé do amarelo claro ao escuro mostra ocupações seguintes a 1950 até 2000 e seu sentido de crescimento. Em marrom, últimos bairros ou áreas de crescimento recentes na cidade. Imagem 48 – Ocupação Territorial.


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Imagem 51 – Planta Cidade 1878.

Planta da Cidade de Amparo desenhada por LuĂ­s Pucci em 1878


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Imagem 52 – Planta Cidade 1895.

Planta da Cidade de Amparo levantada por J. CorrĂŞa para o Almanaque de Amparo (1895)


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Imagem 53 – Planta Cidade 1909.

Planta da Cidade de Amparo (1909)


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Imagem 54 – Planta Cidade 1929.

Planta da Cidade de Amparo (1929)


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TÍTULO I DOS OBJETIVOS E DA CONSTITUIÇÃO DO PLANO DIRETOR Art. 1º. O Plano Diretor do Município de Amparo é o principal instrumento de política territorial, devendo orientar as ações dos agentes públicos e privados, tendo por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais do Município e garantir o bem-estar de seus habitantes. Art. 2º. A gestão da política territorial se fará de forma democrática, incorporando a participação dos diferentes segmentos e de entidades representativas da sociedade em sua formulação, execução e acompanhamento. CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS E DIRETRIZES Art. 3º. São objetivos e diretrizes gerais da política territorial: I. preservar as características do Município que o distinguem como Estância Hidromineral, em especial seus cursos d’água e fontes de água mineral, bem como proteger as águas subterrâneas e suas áreas de reposição. VII. ampliar as alternativas de transporte municipal e intermunicipal, melhorando o transporte de passageiros e de cargas; VIII. garantir a acessibilidade universal, entendida como o acesso de todos a qualquer ponto do território, em especial o atendimento às pessoas portadoras de necessidades especiais; IX. promover o desenvolvimento sustentável, a justa distribuição das riquezas e a equidade social no Município; XIX. contribuir para a construção e difusão da memória e identidade do município e região, por intermédio da proteção e recuperação do Patrimônio Histórico, Arquitetônico, Cultural, Paisagístico, Arqueológico e Documental de Amparo, utilizando-o como meio de desenvolvimento sustentável;

CAPÍTULO II DA FUNÇÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO E DA PROPRIEDADE SEÇÃO I DA FUNÇÃO SOCIAL DO MUNICÍPIO Art. 4º. As funções sociais do Município de Amparo consistem na garantia de: V. preservação da memória histórica, cultural e paisagística; e CAPÍTULO III DA CONSTITUIÇÃO DO PLANO DIRETOR Art. 6º. Este Plano Diretor terá como partes constituintes: V. as diretrizes para Política Municipal do Patrimônio Histórico, Arquitetônico, Cultural, Paisagístico, Arqueológico e Documental de Amparo; VII. as diretrizes para Política de Trânsito, Transporte e Mobilidade do Município; e VIII. o Sistema Municipal de Planejamento e Gestão Territorial.

TÍTULO II DA DINÂMICA DE OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO Art. 7º. Para o ordenamento da ocupação e uso do território ficam estabelecidas as categorias de Macrozona, Zona, Zona Especial, Unidade de Conservação do Patrimônio Natural, Unidade de Conservação do Patrimônio Cultural, Núcleo Rural, Núcleo Urbano Pré-Existente, que para efeito desta Lei, são definidas como: e) Unidade de Conservação do Patrimônio Cultural: áreas ou imóveis que, por suas características peculiares, são objeto de interesse coletivo, devendo receber tratamento especial na definição de parâmetros urbanísticos e ambientais, e diretrizes específicas; Art. 8º. São diretrizes da dinâmica de ocupação do território: VII. a preservação e recuperação do patrimônio cultural e da memória; e


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CAPÍTULO VI DAS ZONAS ESPECIAIS E UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Art. 30 As Zonas Especiais compreendem regiões do Município que exigem tratamento especial na definição de critérios e parâmetros reguladores do uso e ocupação do território, diferenciando-se do Zoneamento e classificando-se em: III - Zonas Especiais de Preservação do Patrimônio Cultural (ZEPPC). Os limites das Zonas Especiais poderão ser definidos e revistos mediante Decreto Municipal, após análise e aprovação dos seguintes órgãos: III. Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Cultural de Amparo no caso de Zonas Especiais de Preservação do Patrimônio Cultural. Seção IV DAS ZONAS ESPECIAIS DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL (ZEPPC) Art. 37 As Zonas Especiais de Preservação do Patrimônio Cultural são áreas às quais pertencem sítios, ruínas, conjuntos ou edifícios isolados, onde se deve zelar pela preservação do Patrimônio Histórico, Arquitetônico, Cultural, Arqueológico e Paisagístico, para as quais se aplicam dispositivos especiais, nos termos da Lei 3.048, de 30 de novembro de 2004.

Art. 38 São consideradas Zonas Especiais de Preservação do Patrimônio Cultural: I. o Centro Histórico do Distrito Sede, denominada área envoltória; e II. a área que circunscreve a antiga igreja de Nossa Senhora Aparecida, a Estação da Mogiana, o trecho do antigo leito da Ferrovia até a rodovia, no cruzamento com a atual Rua José Marcatto e a Praça André Jacobsen no Distrito de Arcadas. Parágrafo Único: Os limites das Zonas Especiais de Preservação do Patrimônio Cultural estão definidos no Anexo 4.

Art. 39 As intervenções urbanísticas nas Zonas Especiais de Preservação do Patrimônio Cultural devem zelar pela preservação do valor histórico destas áreas. Parágrafo Único: As construções, alterações e reformas de imóveis situados dentro das Zonas Especiais de Preservação do Patrimônio Cultural ficam sujeitas à prévia aprovação do Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Cultural. SEÇÃO V DAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL (UCPC)

Art. 40 As Unidades de Conservação do Patrimônio Cultural são áreas, edifícios e imóveis, legalmente instituídas pelo Poder Público, que exigem definição de usos e diretrizes especiais tendo em vista sua importância histórica, arquitetônica e necessidade de preservação. Art. 41 O Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Cultural poderá declarar tombados ou protegidos imóveis ou sítios considerados de valor histórico, nos termos de seu regimento interno, os quais passarão imediatamente a ser consideradas Unidades de Conservação do Patrimônio Cultural, nos termos desta Lei. CAPÍTULO VII PLANO SETORIAL DE DESENVOLVIMENTO DO TURISMO

Art. 61 O Plano Setorial de Desenvolvimento do Turismo que tem como objetivos fortalecer o Município como destino turístico e sua condição de Estância Hidromineral, terá como diretrizes e ações: I. manter e preservar o Patrimônio Histórico, Arquitetônico, Cultural, Paisagístico e Documental de Amparo;


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III. promover a formação profissional; X. manter os equipamentos culturais do Município, em especial o Museu Pedagógico Bernardino de Campos, a Pinacoteca Municipal, o Observatório Municipal e a Rádio Cultura, bem como prover a implantação de um Teatro Municipal; XIII. estabelecer um programa de capacitação, informação e divulgação sobre o Patrimônio Histórico, Arquitetônico, Cultural e Paisagístico de Amparo e de suas potencialidades turísticas, em consonância com o desenvolvimento do turismo de forma sustentável no Município, envolvendo todos os setores que estão envolvidos direta ou indiretamente com o turismo; TÍTULO V DA POLÍTICA DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL Art. 63 A Política de preservação do Patrimônio Cultural – PAC – visa sua preservação, recuperação e valorização. Parágrafo Único: Entende-se por Patrimônio Cultural a definição do Artigo segundo da lei municipal 3.048 de 30 de novembro de 2004. CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 64 A Política de preservação do PAC municipal deverá seguir os seguintes objetivos: I.contribuir para a construção da cidadania cultural; II. garantir a inclusão cultural da população de baixa renda no Município de Amparo; e III. estimular o uso, a conservação e a restauração do PAC.

CAPÍTULO II DAS DIRETRIZES Art. 65 A Política de preservação do PAC municipal deverá atender às seguintes diretrizes: I. garantir usos compatíveis para os imóveis que façam parte do Patrimônio Cultural do Município; II. garantir a proteção e preservação do Rio Camanducaia como Patrimônio Paisagístico e Cultural do Município; III. garantir a participação da comunidade na política de preservação do Patrimônio Cultural do Município; e IV. integrar as ações de preservação do PAC da Área Rural com as da Área Urbana.

CAPÍTULO III DOS INSTRUMENTOS DA POLÍTICA DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL Art. 66 São instrumentos da Política de Preservação do Patrimônio Cultural do Município de Amparo: I. Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Amparo; II. Fundação Pró-Memória de Amparo; III. Unidades de Conservação do Patrimônio Cultural – UCPC; IV. Audiências Públicas; V. Plano de Preservação do Patrimônio Cultural; VI. Programa de Reabilitação para o Centro Histórico de Amparo; VII. Instrumentos Urbanísticos.


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CAPÍTULO IV DO PLANO DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL Art. 67 O Plano de Preservação do PAC estabelecerá como diretrizes e ações: I. implantar o Programa de Reabilitação para o Centro Histórico de Amparo, após análise do Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Cultural; II. preservar paisagem e edifícios de interesse histórico isolados ou conjuntos; III. implantar políticas específicas para proteção e recuperação do Patrimônio; IV. promover a complementação do inventário de imóveis de interesse cultural nas Macrozonas Urbanas e Rurais; V. criar incentivos para a reabilitação dos imóveis de interesse histórico da área central para usos institucionais e para Habitação de Interesse Social; VI. estabelecer regulação das condições de uso, compensações e estímulos, inclusive fiscais, visando à preservação do imóvel, de modo a evitar o seu abandono ou a sua degradação; VII. implementar ações de fiscalização com relação ao Patrimônio edificado tombado ou com interesse de preservação; VIII. criar programas especiais de educação patrimonial; IX. consolidar o potencial turístico das macrozonas urbanas, de forma compatível com a preservação de seu Patrimônio Histórico; e X. incentivar a divulgação e inclusão dos imóveis de interesse no roteiro cultural e turístico no Município e região, de forma compatível com sua preservação.

SEÇÃO I DO PROGRAMA DE REABILITAÇÃO PARA O CENTRO HISTÓRICO DE AMPARO Art. 68 São objetivos do Programa de Reabilitação para o Centro Histórico de Amparo em consonância com este Plano Diretor:

I. proteger o Patrimônio Cultural; II. assegurar a construção permanente da memória da cidade e do seu traçado urbano original; III. minimizar os conflitos de trânsito existentes; e IV. recuperar o acervo edilício de valor histórico e arquitetônico em condições de abandono ou deterioração.

Art. 69 São diretrizes do Programa de Reabilitação para o Centro Histórico de Amparo: I. assegurar gestão democrática da área central do município; II. implantar mecanismos eficazes de preservação e valorização do patrimônio cultural; III. promover a conscientização coletiva para o respeito e a preservação dos valores culturais; IV. promover parcerias entre iniciativa pública e privada visando a recuperação dos imóveis de valor histórico; V. estabelecer mecanismos que contemplem Habitação de Interesse Social (HIS) na área central do município; VI. priorizar os pedestres, o transporte coletivo e os ciclistas em relação aos veículos particulares; VII. promover a acessibilidade universal; VIII. incentivar a participação efetiva de educadores e professores na divulgação do programa; IX. valorizar os aspectos da cultura e da tradição local, festas, comemorações e manifestações artísticas; X. incentivar a utilização de imóveis ociosos; XI. incentivar usos associados às atividades de lazer e recreação; XII. incentivar a vida social nos espaços públicos do centro; XIII. mobilizar os diversos meios de comunicação e informação para divulgar campanhas educativas relacionadas à preservação de bens de interesse histórico; e XIV. mobilizar a população para assumir a responsabilidade na defesa do patrimônio cultural.


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Art. 70 São ações do Programa de Reabilitação para o Centro Histórico de Amparo: I. promover intervenções urbanas na área de abrangência do Programa visando melhoria da qualidade de vida dos cidadãos; II. promover a reestruturação do sistema viário e de transportes por meio do ordenamento; III. inventariar e cadastrar o patrimônio histórico material e imaterial de Amparo; IV. promover ações educativas com a comunidade; e V. utilizar dos vários instrumentos para recuperação de imóveis pertencentes ao Patrimônio Cultural.


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A FACULDADE DE ARQUITETURA A faculdade de arquitetura na cidade de Amparo no meu projeto tem duas intenções principais: 1. Ser uma faculdade de arquitetura completa e diferenciada com ênfase em patrimônio cultural 2. Trazer população jovem, assim como turistas, pesquisadores, curiosos e eventos sobre patrimônio Essa faculdade esta sendo feita durante esse trabalho desde de sua grade curricular até o projeto de alguns de seus setores. Toda a grade curricular foi feita com premissas do MEC dos quais estão escritas a baixo. A localização das instalações foi planejada para ficar próximo de uma conexão intermodal e ao mesmo tempo do centro. O edifício principal escolhido é histórico industrial, a sua escolha foi por causa da discussão que ainda acontece sobre o patrimônio industrial no brasil que não é reconhecido por nenhum órgão e por tanto não tem nenhum de proteção para a preservação e conservação desse tipo de edifício. Instalando uma faculdade de arquitetura e urbanismo com ênfase em patrimônio em edifício igual a esse garantiria a sua preservação. O terreno escolhido além do edifício histórico esta localizado ao lado de um córrego. E por tanto me aproximando desse terreno consegui planejar questões como recuperação de mata ciliar do córrego e fazer um novo desenho de vias. Com o desenvolver do trabalho percebi a necessidade de fazer um curso relacionado ao meio ambiente e foi quando eu implantei o curso de engenharia ambiental, que passou a se instalar nos edifícios principais e também em edifícios históricos antes citados.


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1º semestre

2ºsemestre

3º semestre

4º Semestre

Projeto de arquitetura I

Ateliê

Projeto de arquitetura II

Ateliê

Projeto de arquitetura III

Ateliê

Projeto de urbanismo I Estúdio vertical I História da arte I

Ateliê Ateliê Sala

Projeto de urbanismo II Estúdio vertical II História da arte II

Ateliê Ateliê Sala

Projeto de urbanismo III Estúdio vertical III História da arte III

Ateliê Ateliê Sala

História da arquitetura I

Sala

História da arquitetura II

Sala

História da arquitetura III

Sala

História da cidade e urbanismo I

Sala

História da cidade e urbanismo II

Sala

História da cidade e urbanismo III

Sala

Conforto Ambiental I

Lab

Conforto Ambiental II

Lab

Conforto Ambiental III

Informática aplicada I

Lab

Informática aplicada II

Lab

Informática aplicada III

Topografia e análise do ambiente

Lab

Tecnologia da construção I

Lab

Fundamentos sócio econômicos I

Sala

Fundamentos sócio econômicos II

Sala

Meio de expressão e representação I

Ateliê

Meio de expressão e representação II

Perspectiva I Projeto de paisagismo I Projeto de interiores I

Ateliê Ateliê Ateliê

Perspectiva II Projeto de paisagismo II Projeto de interiores II

Desenho técnico arquitetônico I Maquetaria I

Ateliê Lab

Estudos sociais e ambientais I

Projeto de arquitetura IV

Ateliê

Projeto de urbanismo IV Estúdio vertical IV História da arte IV

Ateliê Ateliê Sala

História da arquitetura IV

Sala

Lab

História da cidade e urbanismo IV Conforto Ambiental IV

Sala Lab

Lab

Informática aplicada IV

Lab

Tecnologia da construção II

Lab

Expressão gráfica I

Ateliê

Tecnologia da construção III Expressão gráfica II Projeto de restauro II

Lab Ateliê Ateliê

Ateliê

Projeto de restauro I

Ateliê

Ateliê Ateliê Ateliê

Técnicas construtivas I Sistemas estruturais I

Lab Sala

Técnicas construtivas II Sistemas estruturais II

Lab Sala

Desenho técnico arquitetônico II Maquetaria II

Ateliê Lab

Desenho técnico arquitetônico III Patrimônio cultural I

Ateliê Sala

Desenho técnico arquitetônico IV Patrimônio cultural I

Ateliê Sala

Atividades complementares Escola Itinerante IV

out

Sala

Estudos sociais e ambientais II

Sala

Atividades complementares Escola itinerante I

out

Atividades complementares Escola itinerante II

out

Atividades complementares Escola Itinerante III

out

Língua I

Sala

Seminário Internacional I

out

Língua I

Sala

Seminário Internacional II Língua I

out Sala

Instrumentos

Teatro

Língua I

Sala

Instrumentos

Teatro

Instrumentos

Teatro

Teatro

Teatro

Instrumentos

Teatro

Teatro

Teatro

Teatro

Teatro

Música

Teatro

Teatro

Teatro

Música

Teatro

Música

Teatro

Música

Teatro


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5º semestre

6º semestre

7º semestre

8º semestre

Projeto de arquitetura V

Ateliê

Projeto de arquitetura VI

Ateliê

Projeto de arquitetura VII

Ateliê

Projeto de arquitetura VIII

Ateliê

Projeto de urbanismo V Estúdio vertical V História da arte IV

Ateliê Ateliê Sala

Projeto de urbanismo VI Estúdio vertical VI História da arte V

Ateliê Ateliê Sala

Projeto de urbanismo VII

Ateliê

Projeto de urbanismo VIII

Ateliê

Estúdio vertical VII

Ateliê

Estúdio vertical VIII

Ateliê

História da arte VI

Sala

História da arte VII

Sala

História da arquitetura IV

Sala

História da arquitetura V

Sala

História da arquitetura VI

Sala

História da arquitetura VII

Sala

História da cidade e urbanismo IV

Sala

História da cidade e urbanismo V

Sala

Conforto Ambiental V

Lab

Conforto Ambiental VI

Lab

História da cidade e urbanismo VI

Sala

História da cidade e urbanismo VII

Sala

Informática aplicada V

Lab

Informática aplicada VI

Lab

Conforto Ambiental VII

Lab

Conforto Ambiental VIII

Lab

Informática aplicada VII

Lab

Informática aplicada VIII

Lab

Tecnologia da construção IV Expressão gráfica III Projeto de restauro III

Lab Ateliê Ateliê

Tecnologia da construção V Expressão gráfica IV Projeto de restauro IV

Lab Ateliê Ateliê

Tecnologia da construção VI

Lab

Tecnologia da construção VII

Lab

Técnicas construtivas III

Lab

Técnicas construtivas IV

Lab

Projeto de restauro IV

Ateliê

Projeto de restauro V

Ateliê

Técnicas construtivas IV

Lab

Técnicas construtivas V

Lab

Sistemas estruturais III

Sala

Sistemas estruturais IV

Sala

Sistemas estruturais V

Sala

Sistemas estruturais VI

Sala

Técnicas sustentáveis I

Lab

Técnicas sustentáveis II

Lab

Técnicas sustentáveis III

Lab

Técnicas sustentáveis IV

Lab

Estética I

Sala

Estética II

Sala

Patrimônio cultural I

Sala

Patrimônio cultural I

Sala

Patrimônio cultural I

Sala

Patrimônio cultural I

Sala

Atividades complementares Escola itinerante V

out

Atividades complementares Escola itinerante VI

out

Língua I

Sala

Seminário Internacional III

out

Instrumentos

Teatro

Língua I

Sala

Teatro

Teatro

Instrumentos

Música

Teatro

9º semestre Projeto de arquitetura IX

Ateliê

Projeto de urbanismo IX Estúdio vertical IX Legislação I

Ateliê Ateliê Sala

Informática aplicada IX

Lab

Projeto de restauro VI

Ateliê

Técnicas construtivas VI

Lab

Sistemas estruturais VII

Sala

Técnicas sustentáveis V

Lab

Patrimônio cultural I

Sala

Atividades complementares Escola itinerante IX Língua I

out Sala

Instrumentos

Teatro

Teatro

Teatro

Música

Teatro

Atividades complementares

Atividades complementares

Escola Itinerante VII

out

Escola itinerante VIII

out

Língua I

Sala

Seminário Internacional IV

out

Instrumentos

Teatro

Língua I

Sala

Teatro

Teatro

Teatro

Instrumentos

Teatro

Teatro

Teatro

Música

Teatro

Teatro

Teatro

Música

Teatro

Música

Teatro

10º semestre Projeto de arquitetura X Projeto de urbanismo X Estúdio vertical X Legislação II

Ateliê Ateliê Ateliê Sala

Informática aplicada X

Lab

Projeto de restauro VII Técnicas construtivas VII Sistemas estruturais VIII Técnicas sustentáveis VI

Ateliê Lab Sala Lab

Patrimônio cultural I

Sala

Atividades complementares Escola itinerante X Seminário Internacional V Língua I Instrumentos Teatro Música

out out Sala Teatro Teatro Teatro

11º semestre TFG I Estágio I Prática profissional I

Ateliê out Sala

12º semestre TFG II Estágio II Prática profissional II

Ateliê out Sala


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Projeto pedagógico A instituição de ensino superior deverá, na elaboração do projeto pedagógico do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo, definir, com clareza, os elementos que lastreiam a própria concepção do curso, com suas peculiaridades e contextualização, o seu currículo e sua adequada operacionalização e coerente sistemática de avaliação. Deve ser dado ênfase à necessidade de se valorizar a criatividade intelectual do estudante e a importância do trabalho em equipe destacando se os seguintes elementos estruturais, sem prejuízo de outros: I - objetivos gerais do curso, contextualizados em relação às suas inserções institucional, política, geográfica e social; II - condições objetivas de oferta e a vocação do curso; III - formas de realização da interdisciplinaridade; IV - modos de integração entre teoria e prática; V - formas de avaliação do ensino e da aprendizagem; VI - modos da integração entre graduação e pósgraduação, quando houver; VII - incentivo à investigação, como necessário prolongamento da atividade de ensino e como instrumento para a iniciação científica; VIII - regulamentação das atividades relacionadas com o trabalho de curso, de acordo com as normas da instituição de ensino, sob diferentes modalidades;

IX - concepção e composição das atividades de estágio curricular supervisionado contendo suas diferentes formas e condições de realização, observado o respectivo regulamento; e X - concepção e composição das atividades complementares.


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Competências e Habilidades O currículo do curso de Arquitetura e Urbanismo deverá possibilitar formação profissional que revele, pelo menos, as seguintes competências e habilidades: a) o conhecimento dos aspectos antropológicos, sociológicos e econômicos relevantes e de todo o espectro de necessidades, aspirações e expectativas individuais e coletivas quanto ao ambiente construído; b) a compreensão das questões que informam as ações de preservação da paisagem e de avaliação dos impactos no meio ambiente, com vistas ao equilíbrio ecológico e ao desenvolvimento sustentável; c) as habilidades necessárias para conceber projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo e para realizar construções, considerando os fatores de custo, de durabilidade, de manutenção e de especificações, bem como os regulamentos legais, e de modo a satisfazer as exigências culturais, econômicas, estéticas, técnicas, ambientais e de acessibilidade dos usuários; d) o conhecimento da história das artes e da estética, suscetível de influenciar a qualidade da concepção e da prática de arquitetura, urbanismo e paisagismo; e) os conhecimentos de teoria e de história da arquitetura, do urbanismo e do paisagismo, considerando sua produção no contexto social, cultural, político e econômico e tendo como objetivo a reflexão crítica e a pesquisa;

f) o domínio de técnicas e metodologias de pesquisa em planejamento urbano e regional, urbanismo e desenho urbano, bem como a compreensão dos sistemas de infraestrutura e de trânsito, necessários para a concepção de estudos, análises e planos de intervenção no espaço urbano, metropolitano e regional; g) os conhecimentos especializados para o emprego adequado e econômico dos materiais de construção e das técnicas e sistemas construtivos, para a definição de instalações e equipamentos prediais, para a organização de obras e canteiros e para a implantação de infraestrutura urbana; h) a compreensão dos sistemas estruturais e o domínio da concepção e do projeto estrutural, tendo por fundamento os estudos de resistência dos materiais, estabilidade das construções e fundações; i)o entendimento das condições climáticas, acústicas, lumínicas e energéticas e o domínio das técnicas apropriadas a elas associadas; j) práticas projetuais e soluções tecnológicas para a preservação, conservação, restauração, reconstrução, reabilitação e reutilização de edificações, conjuntos e cidades; k) as habilidades de desenho e o domínio da geometria, de suas aplicações e de outros meios de expressão e representação, tais como perspectiva, modelagem, maquetes, modelos e imagens virtuais;


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l) o conhecimento dos instrumentais de informática para tratamento de informações e representação aplicada à arquitetura, ao urbanismo, ao paisagismo e ao planejamento urbano e regional; m) a habilidade na elaboração e instrumental na feitura e interpretação de levantamentos topográficos, com a utilização de aerofotogrametria, fotointerpretação e sensoriamento remoto, necessário na realização de projetos de arquitetura, urbanismo e paisagismo e no planejamento urbano e regional.

e) pesquisas temáticas, bibliográficas e iconográficas, documentação de arquitetura, urbanismo e paisagismo e produção de inventários e bancos de dados; projetos de pesquisa e extensão; emprego de fotografia e vídeo; escritórios-modelo de arquitetura e urbanismo; núcleos de serviços à comunidade; f) participação em atividades extracurriculares, como encontros, exposições, concursos, premiações, seminários internos ou externos à instituição, bem como sua organização.

Os núcleos de conteúdos poderão ser dispostos, em termos de carga horária e de planos de estudo, em atividades práticas e teóricas, individuais ou em equipe, tais como: a) aulas teóricas, complementadas por conferências e palestras previamente programadas como parte do trabalho didático regular; b) produção em atelieres, experimentação em laboratórios, elaboração de modelos, utilização de computadores, consulta a bibliotecas e bancos de dados; c) viagens de estudos para o conhecimento de obras arquitetônicas, de conjuntos históricos, de cidades e regiões que ofereçam soluções de interesse e de unidades de conservação do patrimônio natural; d) visitas a canteiros de obras, levantamentos de campo em edificações e bairros, consultas a arquivos e a instituições, contatos com autoridades de gestão urbana;

Art. 9º O Trabalho de Curso é componente curricular obrigatório e realizado ao longo do último ano de estudos, centrado em determinada área teórica-prática ou de formação profissional, como atividade de síntese e integração de conhecimento, e consolidação das técnicas de pesquisa e observará os seguintes preceitos: a) trabalho individual, com tema de livre escolha do aluno, obrigatoriamente relacionado com as atribuições profissionais; b) desenvolvimento sob a supervisão de professores orientadores, escolhidos pelo estudante entre os docentes arquitetos e urbanistas do curso; c) avaliação por uma comissão que inclui, obrigatoriamente, a participação de arquiteto(s) e urbanista(s) não pertencente(s) à própria instituição de ensino, cabendo ao examinando a defesa do mesmo perante essa comissão.


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1º semestre

2ºsemestre

3º semestre

4º Semestre

5º semestre

6º semestre

Física Geral e Experimental para Engenharia I

Física para Engenharia II

Física III para Engenharia

Física IV para Engenharia

Climatologia, Hidrometeorologia e Oceanografia

Microbiologia Aplicada para Engenheiros Ambientais

Introdução à Computação para Engenharia

Laboratório de Física para Engenharia II

Laboratório de Física III para Engenharia

Laboratório de Física IV para Engenharia

Energia e Meio Ambiente: Sistemas Energéticos e Seus Efeitos Ambientais

Toxicologia Ambiental

Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia I

Cálculo Numérico

Elementos de Mineralogia e Geologia

Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia IV

Mecânica dos Solos

Hidráulica Geral II

Álgebra Linear para Engenharia I

Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia II

Cálculo Diferencial e Integral para Engenharia III

Técnicas de Planejamento de Empreendimentos

Hidráulica Geral I

Análise de Sistemas Ambientais

Geometria Gráfica para Engenharia

Álgebra Linear para Engenharia II

Física das Construções

Eletrotécnica Geral

Hidrologia Ambiental

Qualidade da Água

Introdução à Engenharia

Representação Gráfica para Engenharia

Introdução à Mecanica das Estruturas

Resistência dos Materiais e Estática das Construções I

Manejo de Recursos Naturais

Tópicos de Química para Engenharia Ambiental II

Química Tecnológica Geral

Mecânica A

Mecânica dos Fluidos X I

Introdução à Engenharia Ambiental

Tópicos de Química para Engenharia Ambiental I

Economia Geral

Introdução à Ciência dos Materiais para Engenharia

Informações Espaciais I

Estatística I

Geoprocessamento para Engenharia Ambiental

Informações Espaciais II

Atividades complementares

Atividades complementares

Atividades complementares

Atividades complementares

Atividades complementares

Atividades complementares

Escola itinerante I

Escola itinerante II

Escola Itinerante III

Escola Itinerante IV

Escola itinerante V

Escola itinerante VI

Língua I

Seminário Internacional I

Língua I

Seminário Internacional II

Língua I

Seminário Internacional III

Intrumentos

Língua I

Intrumentos

Língua I

Intrumentos

Língua I

Teatro

Intrumentos

Teatro

Intrumentos

Teatro

Intrumentos

Música

Teatro

Música

Teatro

Música

Teatro

Música

Música

Música

7º semestre

8º semestre

9º semestre

10º semestre

11º semestre

12º semestre

Sociologia e Política

Legislação e Direito Ambiental

Gestão Ambiental

Planejamento e Saúde Ambiental

TCC I

TCC II

Gestão de Resíduos Sólidos

Urbanização, Desenvolvimento e Meio Ambiente

Avaliação de Impactos Ambientais I

Avaliação de Impactos Ambientais II

Estágio I

Estágio II

Planejamento Urbano e Regional

Controle da Poluição do Ar

Princípios de Administração de Empresas

Uso Racional de Energia Elétrica

Prática profissional I

Prática profissional II

Transporte de Poluentes em Solos e Maciços Fraturados

Análises de Riscos Ambientais

Produção de Energia Elétrica e o Meio Ambiente

Planejamento Integrado de Recursos Energéticos

Saneamento II

Geotecnia Ambiental

Aterros Sanitários

Águas em Sistemas Urbanos I

Decaimento e Mistura de Poluentes no Meio Ambiente

Tratamento de Águas de Abastecimento e Águas Residuárias

Uso Racional e Reúso da Água

Monitoramento do Meio Ambiente

Transporte e Meio Ambiente

Engenharia de Saúde Ocupacional – Agentes Físicos e Químico

Tecnologias de Monitoramento Ambiental

Remediação de Áreas Contaminadas

Ergonomia em Projetos de Engenharia

Reciclagem de Resíduos Industriais

Tratamento de Efluentes Líquidos Industriais

Poluição dos Oceanos: Avaliação, Controle e Prevenção

Projeto e Operação de Sistemas de Reservatórios

Logística Aplicada na Engenharia Ambiental

Disposição Oceânica de Efluentes

Operações Unitárias da Indústria Química IV

Operações Unitárias da Indústria Química V

Química Industrial VI I: Processos Químicos Inorgânicos

Química Industrial V I I I: Processos Químicos Orgânicos

Prevenção da Poluição

Análise Integrada de Instalações Industriais

Atividades complementares

Atividades complementares

Atividades complementares

Atividades complementares

Escola Itinerante VII

Escola itinerante VIII

Escola itinerante IX

Escola itinerante X

Língua I

Seminário Internacional IV

Língua I

Seminário Internacional V

Intrumentos

Língua I

Intrumentos

Língua I

Teatro

Intrumentos

Teatro

Intrumentos

Música

Teatro

Música

Teatro

Música

Música


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O PATRIMÔNIO CULTURAL O patrimônio cultural da cidade de Amparo é muito rico na questão principalmente arquitetônica. Porém ainda nos dias de hoje percebemos uma relação muito distante entre a população e o seu patrimônio, escrevo “seu” pois acredito que essa falta se sentir dono desse patrimônio é o principal motivo do abando. A população da cidade tem começar a ver todo o patrimônio como uma maneira de contar e viver a historia no dia a dia. Algumas iniciativas estão sendo feitas dentro de escola da cidade com a intenção de conscientizar as crianças desde pequenas a terem apego pelo a o patrimônio. Mas acredito que necessário um incentivo maior nesse momento, com a implantação da faculdade uma proposta foi fazer algumas de suas instalações em edifícios históricos da cidade. Algumas instalações públicas acredito que também precisavam ganhar boas instalações e também implantei nesses edifícios. A maior importância de propor uso a esses edifícios é o fato que com uso existe um conservação constante, além do fato que os próprios moradores começam a ver que o edifício histórico pode ter valor e ser usado, que não precisa ser abandonado ou esperar que o CONDEPHAAT não o encontre. Esses programas são complementares ao projeto da faculdade e abertos ao público em geral.


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01 LABORATÓRIO AMBIENTAL E DE RESTAURO

02 PINACOTECA E ÁREA DE EXPOSIÇÕES

03 APOIO HISTÓRICO TURÍSTICO

04 BIBLIOTECA DA FACULDADE

05 HABITAÇÃO TEMPORÁRIO


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06 TEATRO MUNICIPAL

07 ACERVO HISTÓRICO DA CIDADE

08 SETOR DE MÚSICA

09 BIBLIOTECA MUNICIPAL

10 RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO


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11 FUNDAÇÃO PRÓ-MEMÓRIA

12 MUSEU HISTÓRICO BERNARDINO DE CAMPOS

13 HABITAÇÃO ESTUDANTIL

14 LABORATÓRIO AMBIENTAL E DE RESTAURO


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PRESERVAÇÃO E PAISAGEM URBANA Observando a quantidade de áreas verdes e naturais da cidade e especialmente o incrível cenário que a diferença de nível entre a cidade o seu entorno fazem, conclui que era extremamente necessário proteger de alguma maneira a paisagem, pois ela completa as características da cidade como um conjunto urbano. Ao olhar de uma rua em cima de um morro você passa rapidamente pelas ruas e já observa o próximo morro, essa percepção que você e a cidade estão no meio de um vale é de muito valor. Pensando em tudo isso, procurei algum tipo de proteção existente para esse tipo de patrimônio. A solução foi a Chancela, um programa do IPHAN.


RELAÇÃO DE ÁREA VERDE NA ÁREA URBANA


RELAÇÃO DE ÁREA VERDE NA ÁREA URBANA


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LOCALIZAÇÃO DE ÁREAS POTENCIAS PARA EQUIPAMENTO DE PRAÇAS


LOCALIZAÇÃO DE ÁREAS POTENCIAS PARA EQUIPAMENTO DE PRAÇAS


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TRANSPORTE URBANO

O transporte público na cidade de Amparo se resume em veículos automotivos particulares. Sente-se uma necessidade visível de uma infra estrutura de qualidade do transporte público. Com a falta de transporte, os carros e motos viram prioridade. Uma cidade tão pequena em relação de população por metro quadrado tem um tráfego carregado em horários de pico que faz com que se pareça com grandes metrópoles em relação ao seu transito, quantidade de carros e motos nas ruas e o stress dos condutores. Existem algumas poucas linhas de ônibus circulares, que faz percursos específicos e que não chegam nem próximo a alguns bairros da cidade. Além disso para a população mais periférica a única solução é pegar ônibus intermunicipais ou ir de bicicleta ou de carro particular. Proponho como solução linhas de micro-ônibus que sairiam de conexões intermodais que estariam estaladas nas entradas da cidade e também com uma no centro. A linhas fariam caminhos estratégicos que contemplaria todos os bairros inclusive os periféricos. Além do transporte público existe o problema do transporte de cargas pesadas por dentro do centro histórico. Algumas industrias instaladas na cidade ou em cidades próximas fazem o percurso. Diante dessa citação proponho um caminho especifico para esse tipo de veiculo que passaria por fora do centro histórico, formando inclusive um novo eixo na cidade. Para que os caminhões de abastecimento da cidade não fossem prejudicados, faço alguns terminais de carga para que o veiculo pesado pare e transfira a carga para veículos menores e menos prejudiciais especialmente aos edifícios históricos que se encontram em ruas de paralelepípedo.

Pensando um pouco na questão do histórico turístico da região, proponho alguns passeios históricos que poderiam acontecer nos finais de semana, durante o mês de julho (Festival de inverno) e eventualmente quando fosse agendado. Os próprios micro-ônibus da cidade poderiam fazer os percursos, parando eventualmente para as pessoas desceram.


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Transporte pĂşblico atual


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VIAS E PATRIMテ年IO CONSTRUテ好O


PERCUSO GERAL DO PASSEIO HISTÓRICO


PERCUSO GERAL DO PASSEIO HISTÓRICO


PASSEIO HISTÓRICO 01 - ESCOLA


PASSEIO HISTÓRICO 02 - HOSPITAL


PASSEIO HISTÓRICO 03 - IGREJAS


PASSEIO HISTÓRICO 04 - INDUSTRIA


PASSEIO HISTÓRICO 05 – IMÓVEIS TOMBADOS


PASSEIO HISTÓRICO 06 – VILAS OPERÁRIAS


PERCURSO DE CICLOVIA


PERCURSO DE CICLOVIA


PERCURSO DE VEÍCULOS PESADOS


PERCURSO DE VEÍCULOS PESADOS


RELAÇÃO MOBILIDADE URBANA / ÁREAS PÚBLICAS


RELAÇÃO MOBILIDADE URBANA / ÁREAS PÚBLICAS


MOBILIDADE DO TRANSORTE PÚBLICO GERAL


MOBILIDADE DO TRANSORTE PÚBLICO GERAL


MOBILIDADE DO TRANSORTE PÚBLICO GERAL


PERCURSO DO MICRO-ONIBUS – LINHA AMARELA


PERCURSO DO MICRO-ONIBUS – LINHA AMARELA


PERCURSO DA LINHA AMARELA 01


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AMARELA 01


PERCURSO DA LINHA AMARELA 02


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AMARELA 02


PERCURSO DA LINHA AMARELA 03


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AMARELA 04


PERCURSO DA LINHA AMARELA 04


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AMARELA 05


PERCURSO DA LINHA AMARELA 05


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AMARELA 03


PERCURSO DO MICRO-ONIBUS – LINHA AZUL


PERCURSO DO MICRO-ONIBUS – LINHA AZUL


PERCURSO DA LINHA AZUL 01


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AZUL 01


PERCURSO DA LINHA AZUL 02


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AZUL 02


PERCURSO DA LINHA AZUL 04


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AZUL 04


PERCURSO DA LINHA AZUL 03


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AZUL 03


PERCURSO DA LINHA AZUL 05


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AZUL 05


PERCURSO DA LINHA AZUL 06


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA AZUL 06


PERCURSO DO MICRO-ONIBUS – LINHA MARROM


PERCURSO DO MICRO-ONIBUS – LINHA MARROM


PERCURSO DA LINHA MARROM 01


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA MARROM 01


PERCURSO DA LINHA MARROM 02


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA MARROM 02


PERCURSO DA LINHA MARROM 03


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA MARROM 03


PERCURSO DA LINHA MARROM 04


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA MARROM 04


PERCURSO DO MICRO-ONIBUS – LINHA VERDE


PERCURSO DO MICRO-ONIBUS – LINHA VERDE


PERCURSO DA LINHA VERDE 01


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA VERDE 01


PERCURSO DA LINHA VERDE 02


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA VERDE 02


PERCURSO DA LINHA VERDE 03


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA VERDE 03


PERCURSO DA LINHA VERDE 04


ÁREA DE ABRANGENGIA DA LINHA VERDE 04


PERCURSO CONECTOR DAS ESTAÇÕES INTERMODAIS


PERCURSO CONECTOR DAS ESTAÇÕES INTERMODAIS


EDIFÍCIOS HISTÓRICOS COM PROGRAMAS


EDIFÍCIOS HISTÓRICOS E EIXOS PRINCIPAIS


EDIFÍCIOS HISTÓRICOS , EIXOS PRINCIPAIS E ENTRADAS DA CIDADE


EDIFÍCIOS HISTÓRICOS , EIXOS PRINCIPAIS, ENTRADAS DA CIDADE E IMPLANTAÇÃO DA FACULDADE


EDIFÍCIOS HISTÓRICOS , EIXOS PRINCIPAIS, ENTRADAS DA CIDADE, IMPLANTAÇÃO DA FACULDADE E DEMARCAÇÃO DE ÁREAS VERDES


EDIFÍCIOS HISTÓRICOS , EIXOS PRINCIPAIS, ENTRADAS DA CIDADE, IMPLANTAÇÃO DA FACULDADE, DEMARCAÇÃO DE ÁREAS VERDES E CICLOVIAS


EDIFÍCIOS HISTÓRICOS , EIXOS PRINCIPAIS, ENTRADAS DA CIDADE, IMPLANTAÇÃO DA FACULDADE, DEMARCAÇÃO DE ÁREAS VERDES, CICLOVIAS E CONEXÕES INTERMODAIS


EDIFÍCIOS HISTÓRICOS , EIXOS PRINCIPAIS, ENTRADAS DA CIDADE, IMPLANTAÇÃO DA FACULDADE, DEMARCAÇÃO DE ÁREAS VERDES, CICLOVIAS, CONEXÕES INTERMODAIS E PASSEIOS HISTÓRICOS.


EDIFÍCIOS HISTÓRICOS , EIXOS PRINCIPAIS, ENTRADAS DA CIDADE, IMPLANTAÇÃO DA FACULDADE, DEMARCAÇÃO DE ÁREAS VERDES, CICLOVIAS, CONEXÕES INTERMODAIS, PASSEIOS HISTÓRICOS E LINHAS DE MICRO-ÔNIBUS


EDIFÍCIOS HISTÓRICOS , EIXOS PRINCIPAIS, ENTRADAS DA CIDADE, IMPLANTAÇÃO DA FACULDADE, DEMARCAÇÃO DE ÁREAS VERDES, CICLOVIAS, CONEXÕES INTERMODAIS, PASSEIOS HISTÓRICOS , LINHAS DE MICRO-ÔNIBUS, CAMINHO DE VEÍCULOS PESADOS E TERMINAIS DE CARGA

PROJETO COMPLETO


PROJETO COMPLETO


PROJETO COMPLETO


PROJETO COMPLETO


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BIBLIOGRAFIA

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SCATOLINI, CAROLINA. Amparo tombada – imóveis residenciais urbanos. Pesquisa Experimental, Escola da Cidade. São Paulo 2011 LIMA, R. P. T. . Fazenda Santa Helena (Amparo-SP) Vida e Morte de uma Fazenda de Café. Pluralis Multitemática, Amparo-SP, v. 1, n. 1, 2003. LIMA, R. P. T. . Modelos Portugueses para Arquitetura Paulista do Século XIX.. Revista de História da Arte e Arqueologia - IFCH-Unicamp, CampinasSP, v. 2, 1996. LIMA, R. P. T. ; Veauvy, B. . Guia da Catedral de Nossa Senhora do Amparo. 1. ed. Amparo: Gráfica Corradini, 2006. v. 2000. LIMA, R. P. T. . Amparo - Flor da Montanha. 1. ed. São Paulo: Noovha América, 2006. v. 5000. LIMA, R. P. T. . Amparo - Cartões Postais. 1. ed. Campinas: Editora Modelo Ltda., 2005. v. 2000. LIMA, R. P. T. . Modelos Portugueses e Arquitetura Brasileira. 1. ed. São Paulo: Centro de Pesquisa em História da Arte e Arqueologia da Unicamp, 2004. v. 1. LIMA, R. P. T. . A Cidade Racional - Amparo: Um projeto urbanístico do oitocentos. 1. ed. São Paulo: Reprox Artes Gráficas, 1998. v. 1. LIMA, R. P. T. . Amparo-Álbum Comparativo. 1. ed. Amparo-SP: Prefeitura Municipal de Amparo, 1992. v. 1. LIMA, R. P. T. . A permanência do gosto clássico na arquitetura paulista de construtores do século XIX e início do XX. In: V Seminário de história da cidade e do urbanismo, 1998, Campinas-SP. Anais do V Seminário de História da Cidade e do Urbanismo - PUC-Campinas. Campinas-SP : PUC, 1998. Plano Diretor da Cidade de Amparo, 2006; Amparo. São Paulo. REIS FILHO, N. G. Quadro da Arquitetura no Brasil. São Paulo: Perspectiva, 1973. KÜHL, Beatriz Mugayar. Arquitetura do Ferro e Arquitetura Ferroviária em São Paulo: Reflexões sobre a sua Preservação. São Paulo, Ateliê/FAPESP/SEC, 1998. CRUZ, CICERO FERRAZ. Fazendo do sul de Minas Gerais arquitetura rural dos séc. XVIII e XIX. Brasília. Programa Monumenta. 2010. Manual de elaboração de projetos de preservação do patrimônio cultural. Instituto do Programa Monumenta. Brasília.2005. Almanaque Amparo 175 anos. Amparo. 2004. Circuito turístico das águas paulista. Amparo. MAYUMI, LIA. Taipa, canela preta e concreto. São Paulo. 2008. Patrimônio vivo. Pelotas-RS / 7. Programa monumenta. Brasília. 2007. Anais do segundo congresso latino americano sobre a cultura arquitetonica e urbanistica. Patrimonio ambiental urbano e qualidade de vida. Prefeitura municipal de porto alegra. Porto Alegre. 1992.

21. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34. 35.

A memória cultural numa cidade democrática. Prefeitura municipal de porto alegra. Porto Alegre. 2001. Coletânea de Leis sobre preservação do patrimônio. IPHAN. Rio de Janeiro. 2006. Patrimonio edificado. Orintações para sua preservação. IPHAE – RS. Porto Alegre. 2011. POSSAMAI, Zita Rosane. Leituras da Cidade. Porto Alegre. 2010. Patrimonio histórico. Como e por que preservar. CREA-SP . 2008. FILHO, GUSTAVO NEVEZ DA ROCHA.Levantamento sistematico destinado a inventariar bens culturais do estado de São Paulo. Amparo. 1982. HORTA, MARIA DE LOURDES . GRUNBERG, EVELINA. MONTEIRO, ADRIANE. Guia básico de educação patrimonial. Brasilia. 1999. DIOGO, ERICA. Recuperação de imoveis privados em centros historicos. Programa Monumenta. Brasilia. 2009. Centro de preservação cultural da USP. USP. São Paulo. 2005. Direito a memória: patrimonio historico e cidadania. DPH. São Paulo.1992. Leis municipais relacionadas ao patrimonio cultural de Amparo. Caderno 1 e 2 Levantamento de dados para elabiração do plano de reabilitação do centro historico de Amparo. Casa de Arquitetura. 2010. L. MASCARÓ, JUAN. Infra – Estrutura Urbana. Editora +4. Porto Alegre, 2005. L. MASCARÓ, JUAN. Infra – Estrutura da Paisagem. Editora +4. Porto Alegre, 2008. SCHUTZER, JOSÉ GUILHERME. Cidade e Meio Ambiente:A Apropriação do Relevo no Desenho Ambiental . Código Florestal Brasileiro. CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente.


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ANEXO 1

RESUMO Nossa pesquisa estuda a arquitetura dos edifícios residenciais históricos não tombados da cidade de Amparo. A cidade de Amparo encontra-se na região de Campinas e foi fundada por ser caminho para Minas Gerais na época da busca pelo ouro e devido à procura de sertanistas por terras férteis. As primeiras construções da cidade começaram com uma capela próxima ao rio. Amparo se tornou Capela Curada, Freguesia, Vila e no dia 28 de Março de 1865 foi elevada à categoria de cidade. O núcleo histórico é tombado, juntamente com mais 41 edifícios, pelo Condephaat. Existe uma mancha da área envoltória que não foi bem regularizada durante o processo e por conseqüência os imóveis desta mancha estão sendo modificados, demolidos ou abandonados. Inicialmente, realizamos um levantamento acerca dos imóveis tombados no Condephaat e na Prefeitura Municipal de Amparo. Nesta fase da pesquisa constatamos que há um grande número de residências da primeira metade do século XX, que não possuem nenhum tipo de proteção. Grande parte do interesse arquitetônico e urbanístico da cidade se dá pelo conjunto deste casario, que apresenta um valor ambiental, arquitetônico e histórico relevantes. Decidimos então realizar o reconhecimento dos edifícios residenciais não tombados, pois compreendemos que essas são as construções que precisam de atenção no seu conjunto, necessitando de cadastramento e registro, primeiro passo para algum tipo de proteção. A metodologia baseia-se primeiramente no levantamento fotográfico feito em campo, depois na escolha de alguns edifícios para maior aprofundamento com levantamentos gráficos, desenhos das fachadas e implantação, além de localização exata e imagens aéreas. Esse levantamento foi feito nos moldes das fichas SICG – Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão, desenvolvido pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Entendemos que a realização de um cadastro unificado de bens, com informações sistematizadas, organizadas e unificadas, seja uma iniciativa importante e única para a organização do conhecimento acerca de nosso patrimônio. Por este motivo, foram adotadas estas fichas de cadastro de bens, como meio mais adequado de sistematizar o conhecimento obtido nesta pesquisa. Também foi produzido um mapa, com base em um realizado pela prefeitura de Amparo, onde localizamos, além dos imóveis tombados pelo Condephaat e listados para tombamento da Prefeitura, os 35 edifícios residenciais estudados durante essa pesquisa. Concluímos que além da importância individual de cada exemplar, a preservação deste conjunto de casas é de suma importância para que o conjunto urbano de Amparo não seja desfigurado. Palavras - chave: Patrimônio Histórico 1. Cidade de Amparo 2. Cidades Históricas 3.


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ANEXO 1 - FOTOS COM ALUNOS DO SENAC CAMPINAS


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ANEXO 2 -- PARTICIPAÇÃO NO CONCURSO DO FESTIVAL DE INVERNO


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ANEXO 3 -- HISTĂ“RIA DE AMPARO


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“A Paisagem Urbana reinventa a organização perfeita, espaços agradáveis para viver que se revela no estudo, na adaptação, na coerência e na estética dos espaços públicos.” “Paisagem Urbana é um conceito que exprime a arte de tornar coerente e organizado, visualmente, o emaranhado de edifícios, ruas e espaços que constituem o ambiente urbano.” (Cullen, Gordon – Paisagem Urbana)

“Amparo soube deixar o progresso chegar sem abrir mão do valor de suas memórias, gravadas nos monumentos históricos, nos velhos sobrados, casarios, igrejas, colégios e antigas fazendas.” (Roberto Lima)

“É preciso que hoje, nas nossas obras, imprimamos a marca da atualidade, do que é a vida para nós neste momento presente com toda autenticidade possível, para que a história continue a ser contada, que os nossos atos sejam relevantes e para que faça sentido o entrelaçamento de nossas vidas.” (Cassia Carrara )


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