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atravessando

turbulĂŞncias


ufsj dauap

parte 1

arquitetura e urbanismo tfg

banca intermediária de avaliação

lasmar, a.

almeida, m.

abril 2016

são joão del rei


1

2

3

4

8

7

6

5


1


Qual o tĂ­tulo?


MagalhĂŁes / Corpo hĂ­brido na cidade


Qual a proposta?


ensaio crĂ­tico-propositivo de um objeto arquitetĂ´nico em ambiente urbano metropolitano nacional


Onde?


Área de intervenção

Marginal Pinheiros

Bairro Itaim Bibi

São Paulo, SP - Brasil

Fonte: Google Maps


Com base em... ?


U

m número cada vez maior de pessoas e de cidades significa uma maior exploração dos recursos limitados do mundo.

Precisamos encarar a fragilidade do planeta e de seus recursos como uma oportunidade para investigar novas possibilidades arquitetônicas, e não como uma forma de legitimação técnica para promover soluções convencionais. Quais são os parâmetros para avaliar o impacto de um objeto arquitetônico na cidade, não apenas em termos de sua aparência estética mas também em relação a seu desempenho ético? A cidade não pode mais ser pensada apenas como um artefato físico; ao contrário, devemos estar atentos às relações dinâmicas, tanto visíveis quanto invisíveis, que existem entre os vários domínios da grande extensão das ecologias urbanas, mas também rurais.

Fontes: Mohsen Mostafavi - Urbanismo ecológico (Gustavo Gili, 2014 )


A

paisagem não é apenas o contexto físico, o espaço público construído, os parques nacionais, as orlas marítimas, praças, passeios e ruas, lugares para caminhar ou sentar e assistir ao mundo passar; ela também reete nossas memórias e valores, as experiências que vivemos em um lugar - como cidadãos, trabalhadores, visitantes, estudantes, turistas. É o contexto físico, cultural e social de nossas vidas. É essencial, no contexto mais amplo, parar de dividir as coisas em pedaços mastigáveis, sejam eles biológicos ou culturais, de preocupações científicas ou artísticas. Devemos conectar estratégias espaciais a lugares reais e desenvolver maneiras de trabalhar que estimulem e demandem a expressão de ideias fundamentais para atingir a excelência arquitetônica, a habilidade de criar lugares atraentes, porque a qualidade de nosso ambiente é diretamente proporcional à qualidade de nossas vidas. É uma equação tão simples quanto irresistível.

Fontes: Mohsen Mostafavi - Urbanismo ecológico (Gustavo Gili, 2014 )


2


Qual o mĂŠtodo?


1 Investigação sobre a memória do lugar Diretrizes gerais de projeto.

2 Investigação sobre a paisagem atual do lugar. Diretrizes gerais de projeto.

3 Investigação e formação de conceito.

3 Experimentações propositivas. Definição de um corpo de estudo.

4 Desenvolvimento do corpo de estudo.


Com base em... ?


inquietação teórica e estratégia projetual na obra de oito arquitetos contemporâneos rafael moneo

arquitetura em diálogo alejandro zaera-polo

cidade para pessoas jan gehl

urbanismo ecológico mohsen mostafavi, gareth doherty

pequeno manual do projeto sustentável françoise-hélene jourda


3


Investigação e memória...


A. O Bairro-chรกcara imigrante

Fontes: vejasp.abril.com.br/materia/itaim-bibi-da-lama-riqueza itaim.com.br/historiadobairro.htm prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/bibliotecas/bibliotecas_bairro/bibliotecas_a_l/annefrank/index.php?p=106


Bento Ribeiro dos Santos, propriedade insalubres e inundáveis 1896, General José Vieira Couto de Magalhães, propriedade

1907, Dr. Leopoldo Couto de Magalhães, propriedade

1916, Dr. Arnaldo Couto de Magalhães, loteamento das chácaras

1934, Subdistrito, Lei nº 6.731/1934 bairro popular, imigrantes produção e comercialização de alimentos 1970, Canalização de córregos e abertura de avenidas valorização, mercado imobiliário


B. O Rio-lago morto

Fontes: vilamundo.org.br/2011/12/enterrados-vivos-a-saga-dos-rios-de-pinheiros/ acervo.estadao.com.br/pagina/#!/19860409-34081-nac-0044-999-44-not/busca/rio+Pinheiros


1560, jesuítas Recreação, caça, pesca árvores frutíferas e capinzal 1927, Light, canalização reversão do sentido 1970, Marginal Pinheiros esgoto


C. Parque-praça esportiva

Antes de 2006: Praças de campos de futebol de várzea

Fontes: vanderlan.wordpress.com/2011/01/25/sao-paulo-a-metropole-do-seculo-completou-457-anos/ Simone Scifoni - Parque do povo: um patrimônio do futebol de várzea em São Paulo (artigo, 2013)


C. Parque-praça esportiva

A partir de 2006: Parque urbano

Fontes: sao-paulo.estadao.com.br/blogs/edison-veiga/quando-o-real-vira-obra-de-ďŹ ccao/


Diretrizes DE projeto...


arquitetura e paisagem

real

futuro

restrito

liberdade (natureza)

perda

objeto arq.

reativação (alimento)

descaracterizado

reafirmação (recreação)

estagnado

dinâmica

memória e identidade


4


Investigação e paisagem...


Diรกlogos com a cidade


Localização: Chácara Itaim ou Itaim Bibi, São Paulo -SP

1

1 Área de intervenção

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Mobilidade urbana: ciclovia

1

1 Área de intervenção Ciclovia

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Mobilidade urbana: corredores de ônibus

1

1 Área de intervenção Corredor de ônibus

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Mobilidade urbana: metrô

B

A

1

1 Área de intervenção A Linha Amarela - 4 B - Estação Faria Lima Linha do metrô Estação de metrô

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Mobilidade urbana: trem

C D 1 E 1 Área de intervenção C Linha Esmeralda - 9 D Estação Cidade Jardim E Estação Vila Olímpia Linha do trem Estação de trem

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Mobilidade urbana integrada

B

A C D 1 E 1 Área de intervenção A Linha Amarela - 4 B - Estação Faria Lima C - Linha Esmeralda - 9 D - Estação Cidade Jardim E - Estação Vila Olímpia Ciclovia Corredor de ônibus

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/

Linha de metrô Estação de metrô Linha de trem Estação de trem


Paisagem urbana: marcos

F

I

H

1

1 Área de intervenção F Centro da cidade: 7Km. G Parque Ibirapuera: 3Km. H USP Cidade Universitária: 5Km. I Parque Villa Lobos: 6Km.

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/

G


Paisagem urbana: verticalização

J

K

L

1

1 Área de intervenção J Centro da cidade (1920/40) K Avenida Paulista (1950/60) L Margem leste do rio Pinheiros (1990...)

Fontes: Joana Mello - Verticalização em São Paulo 1920-50 (Seminário na Escola da Cidade, 2014) Sílvio Soares Macedo - São Paulo, paisagem e habitação verticalizada (Tese de doutorado, FAUUSP, 1988)


Diรกlogos com o entorno


Subprefeitura de Pinheiros: delimitações do bairro Itaim Bibi

6

5

4 3

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi 2 Avenida São Gabriel 3 Avenida Juscelino Kubitschek 4 Avenida das Nações Unidas 5 Avenida Cidade Jardim 6 Avenida 9 de Julho

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/

2


Distrito Itaim Bibi: marcos na paisagem do bairro Itaim Bibi

Q

P

M O

N Área de intervenção Bairro Itaim Bibi M Avenida Brig. Faria Lima N Túnel Pres. Jânio Quadros O Parque Municipal Mário Pimenta Camargo - Parque do Povo, e praças adjacentes P Ponte Eng. Roberto Rossi Zuccolo Q Rio Pinheiros

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Quadras viárias

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Quadras

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


População

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Densidade Demográfica Censo 2010 (hab/ha):

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Cultura

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Biblioteca

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Cultura

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Espaços culturais

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Cultura

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Espaços culturais

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Transporte

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Ciclovia

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Transporte

C

D

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Linha de trem Estação de trem C - Linha Esmeralda - 9 D - Estação Cidade Jardim

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Transporte

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Ponto de ônibus

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Transporte

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Corredor de ônibus

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Transporte

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Faixas exclusivas para ônibus

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Transporte

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Linha de ônibus

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Transporte integrado

C

D

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Linha de ônibus Faixas exclusivas para ônibus Corredor de ônibus Ciclovia Ponto de ônibus

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/

Linha de trem Estação de trem C - Linha Esmeralda - 9 D - Estação Cidade Jardim


Hidrografia

R

S

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Drenagem de córregos R Córrego Iguatemi S Córrego do sapateiro

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Hidrografia

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Bacia hidrográfica do Rio Pinheiros

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Meio físico

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Carta geotécnica: Área sujeita a inundação Terra mole e solo compreensível Planície aluvial Cemitério

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Legislação urbana: Zoneamento revogado - Lei 13.885/04

Área de intervenção Bairro Itaim Bibi Operação consorciada Faria Lima

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


TopograďŹ a

Fonte: geosampa.prefeitura.sp.gov.br/


Diálogos sobre usos e ocupações


1

comércio

estático Fonte: Google Maps


2

serviรงos

isolado Fonte: Google Maps


3

empresarial

compacto Fonte: Google Maps


4

residencial

monolito Fonte: Google Maps


verticalização

densidade humana

Fonte: Lei 13885/04 - Plano Regional da subprefeitura de Pinheiros Lei 16.050/2014 - Plano Diretor Estratégico do município de São Paulo http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/

afastamentos


Diretrizes DE projeto...


infraestrutura urbana

real

futuro

estático

transparência (híbrido)

isolado

objeto arq.

compacto

exibilidade

leveza

monolito

radicalidade

mobilidade humana


5


Investigação e teorias...


A. Híbrido

Segundo o Dicionário da Língua Portuguesa (Costa et al., 1997: 958), Híbrido apresenta a seguinte definição: (Do gr. hýbris, "injúria", pelo lat. hybrida, "bastardo"), adj. 1. (biol.) (…) do cruzamento de indivíduos de espécies distintas (…) raças ou variedades (subespécies) distintas 2. Contrário às leis gerais da natureza 3. Que ou o que tem elementos diferentes na sua composição (…). As primeiras definições de híbrido surgem com os avanços da genética e, principalmente, com os pioneiros genéticos Kölreuter e Gregor Mendel no século XVIII e XIX. Na arquitetura, entende-se como edifício híbrido, entidade de complexa e variada organização programática, numa única estrutura edificada, inserida em espaço urbano com limitações e condicionantes territoriais, incorporada no seio de uma densidade construída e populacional. São edifícios excepcionais na sua concepção programática que se ajustam à trama da cidade. Edifícios cosmopolitas, caracterizados por uma forte exibilidade formal e programática. Podem incluir tanto formas programáticas díspares, sem vínculos associativos, como temáticas, que cultivam a dependência entre as "partes", interagindo, mutuamente, num único espaço arquitetônico.

Fontes: Joseph Fenton - Hybrid buildings (Artigo, 1985) Martin Musia Towicz - Vigor híbrido y el arte de mesclar (Artigo, 2008) Andréia Sofia Felisberto das Neves - O edifício híbrido residencial (Dissertação de mestrado, Universidade Técnica de Lisboa, 2012)


A. Híbrido

O edifício híbrido, capacitado de incorporar a esfera pública e privada numa só estrutura edificada e caracterizado por uma vertente fortemente social, atende a esta nova visão de proporcionar a comunicação do indivíduo com a cidade. A permeabilidade/porosidade característica dos híbridos no que concerne à cidade, bem como a utilização pública e privada dos seus equipamentos leva a ampliar temporalmente a sua atividade, não regida, unicamente, nem por ritmos privados nem públicos, mas sim pela comunhão dos dois mundos. Acolhem dinâmicas funcionais previstas e imprevistas. As relações do edifício híbrido com a cidade dialogam-se, nos dias de hoje, com contextos sociais, econômicos, políticos, com a densidade urbana e disponibilidade territorial, com os uxos automóveis e pedonais (mobilidade), com sistemas de transportes públicos e privados, entre outros aspectos. O equilíbrio conseguido na investigação de soluções contemporâneas plausíveis, que podem basear-se em composições funcionais da antiga cidade tradicional, tem levado ao aparecimento de complexos híbridos em que a combinações de funções não só interage com a cidade e usuários como também cria, em si mesmo, um pedaço de cidade exível que a complementa.

Fontes: Joseph Fenton - Hybrid buildings (Artigo, 1985) Martin Musia Towicz - Vigor híbrido y el arte de mesclar (Artigo, 2008) Andréia Sofia Felisberto das Neves - O edifício híbrido residencial (Dissertação de mestrado, Universidade Técnica de Lisboa, 2012)


B. Fontes conceituais

Yona Friedman

Fonte: archdaily.com.br/br/01-41015/arte-e-arquitetura-yona-friedman


B. Fontes conceituais

Cedric Price

Fonte: archive.ads.org.uk/access/features/stanley-mathews-cedric-price-and-the-architecture-of-complexity


B. Fontes conceituais

Superstudio

Fonte: bmiaa.com/super-superstudio-the-groups-ultimate-exhibition-at-pac-milano/


C. Fontes projetuais

Sou Fujimoto

Fonte: blogs.ft.com/photo-diary/tag/sou-fujimoto/


C. Fontes projetuais

Lacaton & Vassal

Fonte: spatialagency.net/database/lacaton.vassal


Diretrizes DO projeto...


parque + fazenda dinâmica reafirmação reativação liberdade

objeto arquitetônico

corpo híbrido transparência exibilidade leveza radicalidade edifício


6


Processual ?!


Espaรงo


A. Área de intervenção (cenário real): recorte urbano

50m


B. Adição do Grid no recorte espacial

50m


C. Subtração do Grid a partir das vias

50m


D. Subtração pontual do Grid a partir das áreas com árvores

50m


E. Subtração do Grid a partir de percursos além área de intervenção

50m


F. Subtração do Grid a partir de linhas de conexão internas na área de intervenção

50m


G. Área de intervenção (cenário futuro): microzonas

50m


Corpo


A. Hibridismo a partir de um ‘tríptico puro’

Fazenda

Edifício

Híbrido

Parque urbano


B. Caracterização dos ‘agentes’

1

morar

morar

cultivar

cultivar

comercializar

2

apropriar

apropriar

3

morar

5

apropriar

Híbrido

cultivar

4

passagem

6


C. Caracterização das ‘espacialidades’ por meio de ações dos agentes

aprender criar COMeRCIalizar morar PRAZER refletir Híbrido LAZER FUGir conceber acompanhar PASSAGEM ESPORTE CRIME colar PREVER ENCOMENDAR DESFAZER EMPILHAR

cultivar ÓCIO VÍCIO armazenar causar nada maldade constituir equilibrar ocupar inspirar conectar trocar destruir MOLHAR REVELAR ...


Objeto


A. Célula habitável do Grid

Objeto arquitetônico

Escala humana

Fontes: Jan Gehl - Cidades para pessoas (Perspectiva, 2013 ) Françoise-Hélene Jourda. Pequeno manual do projeto sustentável (Gustavo Gili, 2013)


A. Célula habitável do Grid

Fontes: Jan Gehl - Cidades para pessoas (Perspectiva, 2013 ) Françoise-Hélene Jourda. Pequeno manual do projeto sustentável (Gustavo Gili, 2013)


B. Especificações técnicas da célula habitável

Laje lisa/cogumelo (400 x 400 x 16)cm

Envoltória exível (madeira + vidro) h.: 300cm e.: 5 cm + 1cm h.: 400cm

Pilar redondo h.: 368cm r.: 8cm

Laje lisa/cogumelo (400 x 400 x 16)cm

Escada concreto

h.: 64cm

e.: 16cm p.: 30cm

Fontes: Américo Campos Filho - Projeto de pilares de concreto armado (Apostila, UFRGS, 2014) Leandro Mouta Trautwein - Punção em lajes cogumelo de concreto armado (Tese de doutorado, Politécnica USP, 2006) Edilberto Vitorino de Borja - Estruturas metálicas e de madeira (Apostila, IFET RN, 2015)


C. Permutações da célula habitável

Fontes: Jan Gehl - Cidades para pessoas (Perspectiva, 2013 ) Françoise-Hélene Jourda. Pequeno manual do projeto sustentável (Gustavo Gili, 2013)


7


Corpo hĂ­brido na cidade ?!


A. Exemplo de microzona a partir de permutações das unidades do Grid

Fontes: Jan Gehl - Cidades para pessoas (Perspectiva, 2013 ) Françoise-Hélene Jourda. Pequeno manual do projeto sustentável (Gustavo Gili, 2013)


A. Exemplo de microzona a partir de permutações das unidades do Grid

Fontes: Jan Gehl - Cidades para pessoas (Perspectiva, 2013 ) Françoise-Hélene Jourda. Pequeno manual do projeto sustentável (Gustavo Gili, 2013)


A. Exemplo de microzona a partir de permutações das unidades do Grid

Fontes: Jan Gehl - Cidades para pessoas (Perspectiva, 2013 ) Françoise-Hélene Jourda. Pequeno manual do projeto sustentável (Gustavo Gili, 2013)


A. Exemplo de microzona a partir de permutações das unidades do Grid

Fontes: Jan Gehl - Cidades para pessoas (Perspectiva, 2013 ) Françoise-Hélene Jourda. Pequeno manual do projeto sustentável (Gustavo Gili, 2013)


8


Expectativas ?!


desenvolvimento a nĂ­vel de viabilidade projetual

9

microzonas ĂĄrea total

Baf.


Área a edificar (microzonas) Área natural


Profile for Amon Lasmar

Banca intermediária / TFG  

Arquitetura Corpo Paisagem

Banca intermediária / TFG  

Arquitetura Corpo Paisagem

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