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MAG

amol

#43

Julho 2013 amolmagazine.net Moda

Elsa afonso EM foco

Wanda pacífico eu na amol

sónia barradas Arquitectura Londres PT.1

Portefólio de Pedro costa

Patrícia leal

New faces /new models: andreia barreiros & Rui ferreira

Quer ser cara de uma marca

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Rui ferreira ĂŠ O nosso New Face boy de Julho. Para conhecer a partir da pĂĄg 49

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Andreia barreiros ĂŠ a nossa New Face de Julho. Para conhecer a partir da pĂĄg 53

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apoios

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Equipa editorial: Elena Di Girolamo Elsa Afonso Florisa Nogueira Helena Oliveira João Alves Loris Gonfiotti Mari Fryca Mark Candari Nuno Pinheiro Pedro Cabral Sara Cecília Gomes

E já estamos em Julho. É com o prazer de sempre que temos mais uma revista pronta e que anunciamos que, a partir de agora, as nossas candidatas a New Face da área de Lisboa terão a vida um pouco mais facilitada pois teremos o Nuri a fotografar também para a Amol. Talvez outras possibilidades se venham a abrir em breve, de modo a podermos estar mais perto de outras candidatas. Registamos ainda o facto da nossa entrevista de moda ser com uma colaboradora nossa, a editora de arquitetura que agora se aventura com o lançamento de uma “nova” marca que vos damos a conhecer no interior. E deixamo-vos com mais uma Amol. E o habitual convite – leiam e divulguem.

22 _ CAPA: Patrícia leal 8 _ Portefólio: anka zhuravleva

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Fotógrafos Pedro Cabral Roberto Rodrigues Itália Elena Di Girolamo Loris Gonfiotti Londres Mari Fryca Holanda Mark Candari

Amol Mag nº 43

Equipa Amol 1 de Julho de 2013

Anuncie na Amol magazine! Seja nosso patrocinador. Basta contactar: geral@ amolmagazine.net Tenha o seu nome associado aos concursos que promovemos, oferecendo os prémios para os nossos concursos! Divulgue a sua marca na nossa revista e o seu anúncio será visto por milhares de pessoas. Edição Impressa: Já podes encomendar a versao impressa da tua Amol Magazine em tamanho A4. Vai a www.euedito. com e trata de tudo online… Em breve divulgaremos através do nosso Facebook o endereço directo para encomendas. A Amol cresceu e baixou de preço, encomendar ficou mais fácil.

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8 _ Portefólio PEDRO COSTA

judith hulst

Capa: Patrícia Leal Fotografia: Pedro Cabral Coordenação: Pedro Cabral IT Manager Tiago Silva Design Gráfico André Araújo Relações públicas Lili Lopes

Editorial EdiçãoNº43 55 _ Amol Nether-

Ficha técnica


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JULHO2013/ Conteúdos 32 _ Em foco WANDA PACÌFICO

44 _ amol UK

47 _ amol netherlands

31 _ MODA

18 _ música 16 _ Cinema 17 _ TEATRO 19 _ música entrevista 20 _ arquitectura 39 _ Amol italy 59 _ New Faces

Elsa Afonso 7


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Portefólio Vive em Amarante que é também o seu centro operacional em matéria de fotografia. Pedro Costa significa paixão pela fotografia...Moda, desporto, reportagem, faz de tudo um pouco.

Pedro Costa 8


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Portefólio/Pedro costa Olá Pedro. Quem é o Pedro Costa, fotógrafo? É alguém que adora o que faz e que por isso coloca todo o empenho e profissionalismo nos projetos em que se envolve. Alguém que procura inovar, ser diferente e que coloca a qualidade acima da quantidade. Passando para a primeira pessoa, para que a entrevista não pareça a um jogador de futebol. Gosto de desafios. Tenho áreas que me sinto mais à vontade, mas gosto de sair da minha zona de conforto e arriscar se o projeto me agradar. Como começa o teu interesse pela fotografia? O meu interesse, e penso que o de muitos dos fotógrafos atuais, surge com o aparecimento da fotografia digital, com equipamentos de qualidade e a preços acessíveis, a “democratização da fotografia”. O objectivo inicial era a família, mas o gosto pelos desportos motorizados leva ao despertar da curiosidade e necessidade de saber mais, daí ao “vício” foi um pequeno passo. Ao que sabemos este era um interesse partilhado com a tua mulher? Continuam a fotografar a dois? Sempre que podemos. A Helena começou a fazer fotografia de forma séria ainda no “tempo dos rolos”, muito por força da Arqueologia por isso foi só transpor o conhecimento para a tecnologia atual. Acho impossível alguém perder o interesse em fotografia se o faz com gosto. Se não partilhamos as sessões, conto sempre com ela para uma critica honesta e atenta ao meu trabalho. O teu percurso na fotografia sofreu recentemente uma alteração. Pensamos que trabalhas agora com um pendor mais profissional... Como foi isso? Sim, a fotografia é agora a minha actividade principal. Foi um risco assumido, partir para um projeto meu nesta altura de crise. Foram vários factores que me levaram a dar este passo: querer acordar todos os dias e ir fazer o que gosto, estar mais perto da família e vontade de apostar na minha terra quando poucos o fazem. O que é que te faz continuar a gostar de fotografar e apostar na fotografia? A constante mudança, é impossível repetir uma fotografia... A aposta na fotografia vai muito para alem dos fotógrafos, está em toda a sociedade, basta ver as redes sociais, algumas delas baseadas somente em fotografia como o Instagram. O desafio está em oferecer um serviço que se destaque dos restantes baseado na qualidade e no profissionalismo.

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Portefólio/Pedro costa E momentos de desmotivação? Também há? Sim, claro. Quando não respeitam o nosso trabalho. Quando apreciam o nosso trabalho, mas depois não são capazes lhe dar o devido valor. Ou então a quando surge aquela afirmação seguida da pergunta “ofensiva”: “Boa foto! Que máquina é que usas?” Aposto que nunca perguntaram a um escritor a marca da caneta... Dentro de vários géneros que trabalhas, qual o que mais te atrai? Porquê? Nu artístico é sem duvida o que mais gosto de fazer, porque o faço livremente sem restrições ou imposições comerciais. Porque o entendo como criação artística onde posso experimentar, desobedecer às regras. Por estranho que pareça uma das áreas que menos trabalho, por falta de oportunidade, é sem dúvida aquela que eu trocava por todas as outras caso surgisse a oportunidade, a fotografia de aviação militar... Se te dessem a possibilidade de escolher um/a modelo e um local para o/a fotografar… Quais seriam as tuas escolhas? Depois do que disse na resposta anterior. Um auto retrato num F16 a velocidade supersônica!! Agora mais a sério (mas igualmente improvável) Mónica Belluci em Itália. Qual é o teu projeto de sonho? Eu neste momento estou a trabalhar no meu projeto de sonho, a minha empresa, o meu estúdio. Se bem que ambos já são reais, há que fazê-los crescer e tornarem-se sustentáveis. Quanto a fotografias tenho uns quantos projetos/ ideias que gostava de concretizar, mas para já, não passam disso mesmo. Sentes-te evoluir à medida que vais fotografando? Quais os aspectos em que sentes uma maior evolução? Sim, sinto claramente. Se não o sentisse já teria desistido, estou na fotografia há uma dezena de anos, o que considero muito pouco. Tenho imenso para evoluir. Sinto a evolução nos dois aspectos que para mim são os mais relevantes. O aspecto técnico, a capacidade de tecnicamente fazer aquilo que temos idealizado; e o aspecto artístico, a capacidade de ver para alem do obvio, de verdadeiramente sentir o que se está a ver. Há na fotografia mestres que te inspirem? Quais? Claro que sim, todos nós vamos buscar inspiração a algo que nos marca, que nos agrada desde a primeira impressão. Tenho de começar por autor da exposição de fotografia que mais me marcou, Sebastião Salgado, a capacidade de contar uma história num só fotograma, os sentimentos tão marcados como o preto e branco que usa, é algo que não deixa ninguém indiferente. Depois há vários nomes cujos trabalhos acho geniais e que vou acompanhando, o André Brito, que ainda por cima tenho o prazer de conhecer e o austríaco Andreas Bitesnich.

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Portefólio/Pedro costa Para além da fotografia, quem és tu? Sou um amarantino nascido por acidente em Lisboa há 39 anos, com formação na área da Informática. Já dei aulas, já trabalhei na área da navegação (dos navios e não da internet) Tive a oportunidade de viajar pelo mundo em trabalho e decidi apostar naquilo que gosto de fazer e apostar também na minha terra Quando vais na rua, quando sais para te divertir, quando estás numa festa vês o mundo com “olhos normais” ou tens tendência para o ver através do visor de uma câmara? Cada vez é mai difícil estar numa festa e não estar de facto a ver através da câmera. Nos raros momentos que não tenho a câmara comigo, é cada vez mais difícil desligar da fotografia. Penso que conheces a Amol quase desde o seu início. Qual a tua opinião sobre este projeto? É sem duvida uma aposta ganha, eu vi a Amol no inicio como o projeto do Pedro Cabral e agora como um projeto de uma equipa que foi enriquecendo a ideia (não os bolsos) inicial, acrescentando conteúdos, internacionalizando-se, ganhando dimensão e conquistando o seu próprio espaço. Certamente vai ficar muito por dizer…. De qualquer modo, o que é que faltou perguntar-te? Vou aproveitar este espaço e fazer uma “maldade”. Vou perguntar eu... Para quando a oficialização como órgão de comunicação social? E quando em 2014 vamos ter um calendário AMOL ao bom estilo da Pirelli ?? Abraço e obrigado pela oportunidade e por teres uma parte da responsabilidade no aparecimento do “vicio”.

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CINEMa

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Festival Internacional de Cinema:

21º Curtas Vila do Conde Este mês a nossa secção de cinema desvia-se um pouco da linha habitual, para falar um pouco de um acontecimento que vai decorrer muito em breve, de 6 a 14 de Julho, o Festival Internacional de Cinema, 21º Curtas Vila do Conde. Como a própria organização diz “Aos vinte e um anos, o Curtas Vila do Conde é um festival de resistência: depois de um ano zero no apoio ao cinema português e de uma crise económica e social generalizada, o Festival regressa após a comemoração da sua 20ª edição, para continuar a celebrar o cinema contemporâneo.” Este ano a programação procura dar visibilidade a cineastas e artistas que trabalham a película como meio, suporte e/ou fonte de inspiração. Daí resulta a Exposição “Film” e uma retrospetiva In Focus do realizador Bill Morrison. Para além deste programa especial, as competições continuam a proporcionar as sessões mais diversificadas do festival, demonstrando o estado atual do mundo. A competição internacional exibirá 34 filmes de 21 países diferentes, também a competição nacional mostrará 17 curtas-metragens portuguesas que se dividem entre nomes consagrados e jovens autores que arriscam no cinema o seu olhar sobre o mundo. A não esquecer as competições experimentais, Curtinhas (filmes para crianças) e Take One! (filmes de escola) que serão uma excelente oportunidade para assinalar as melhores curtas-metragens do último ano. As secções paralelas da 21ª edição procuram também destacar as mais recentes tendências do cinema. Para acompanhar a obra de cineastas que já passaram no festival, a secção Da Curta à Longa traz, este ano, a obra de quarto autores: Sergei Loznitsa, Yann Gonzalez ,Basil da Cunha e Antonin Peretjatko. Nas experiências do Stereo, o Curtas apresentará quatro filmes-concerto. A dupla The Legendary Tigerman e Rita Redshoes volta ao festival para musicar um filme de Paulo Abreu; na 16

mesma sessão, e para outro filme do mesmo cineasta, também Vítor Rua tocará música ao vivo. Numa encomenda do Curtas, os Zelig (ex-Ornato Violeta e Pluto) compõem uma banda sonora para um clássico mudo de John Ford, recentemente recuperado, “Bucking Broadway” (1917). Numa experiência curiosa, o músico e compositor italiano Alex Puddu apresenta um espetáculo musical para filmes porno dinamarqueses dos anos 70.

Finalmente,João Vieira, a partir do pseudónimo de White Haus, dará um concerto com inspiração na Nova Iorque dos anos 70, na sua música e nas imagens em movimento. Muito ficará por dizer, para o leitor mais interessado deixamos a recomendação de visitar o site da organização onde encontrarão informação bem mais pormenorizada: http://festival.curtas.pt/festival/intro/


TEATRO Sara Cecília nasceu em Vila das Aves, Porto, à vinte anos, mas reside actualmente em Cascais. Formada em Interpretação e Artes de Espectáculo pela Escola Profissional de Teatro de Cascais, concilia ser modelo com ser actriz, dois mundos que a fazem apaixonar-se diariamente e reinventar-se.

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Teatro Teatro rápido rápido

Vá ao Teatro: Rua Serpa Pinto, 14 1200-445 Lisboa (CHIADO - na 1ª à esquerda logo abaixo da Brasileira) Quinta a Segunda, das 18h às 20h25

Quatro salas, quatro espectáculos de quinze minutos que se repetem em cinco sessões de Quinta a Segunda. O Teatro Rápido com este seu conceito inovador é o ideal para consumo no fim de um dia de trabalho, após uma tarde de compras pelo Chiado ou simplesmente para terminar uma visita por Lisboa sem desculpas de que para ir ao Teatro é necessário perder duas horas… Se é que se pode falar em perder quando o tema é este. Com pouco mais de um ano de existência,

o Teatro Rápido distingue-se pela escolha que o espectador pode fazer: O tempo que quer passar no Teatro, como as micropeças a que quer assistir e ainda o valor que está disposto a gastar, já que cada apresentação tem um custo unitário de 3 euros ou por 10 euros poderá assistir às 4 salas, com a promessa de que todos os meses terá uma programação completamente diferente, tendo em conta a mudança de tema mensal.

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MÚSICA Nuno Pinheiro, 30 anos, jornalista sem carteira. Nasceu e mora em Lisboa, numa casa com janela para o rio. Talvez por isso esteja muitas vezes bem-disposto e nunca escreva mal de nada. Colabora com a AMOL há uns bons meses e, que se saiba, não escreve sobre Música em mais lado nenhum. Também não precisa.

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Disclosure

Settle Settle é o um álbum de estreia do duo de irmãos ingleses Disclosure que, com apenas 22 e 19 anos, estão a revolucionar as pistas de dança de todo o mundo. Como qualquer coisa realmente incrível, o trabalho destes miúdos gera amor exacerbado (como o meu) e ódio que pode até ser compreensível. Há quem diga que a música deles tem a frescura e a genialidade que a musica de dança precisava para se reinventar e não ficar aborrecida, há quem ache eles não fazem nada de novo, apenas foram recuperar sons do deep house e meteram vocalizações mais actuais

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para fingir que estão a fazer música nova e há quem ache (como eu) que, rótulos à parte, a musica dos Disclosure é o ideal de uma musica de dança pop, acessível e sem ter necessidade de recorrer às barulheiras comprimidas e repetitivas de um David Gheta. Talvez por isso não tenha lugar nas rádios mais comerciais. Settle começa com 5 singles seguidos. Sem espinhas. Vozes incríveis em beats soberbos e irresistíveis para dançar. When a Fire starts to Burn, Latch, F For You, White Noise, defeated no more, January… Juro que

é deixar tocar até chegar ao fim, até porque encerra com chave de ouro. Os Disclosure decidiram incluir no disco de estreia o remix que fizeram para preciosa Running da cantora Jessie Ware que já aqui falei na AMOL. Dêem uso ao Spotify… ouçam o disco inteiro e aproveitem. Visto que os Daft Punk se demitiram da tarefa, este pode bem ser o álbum de dança do ano!

Nuno Pinheiro


Entrevista Música

Helena Oliveira é jornalista, licenciada em Ciências da Comunicação. Actualmente, integra um projecto televisivo na área da Música e, desde Outubro de 2011, é também colaboradora editorial da AMOL.

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UNDERDOGS Como se formaram os “The Underdogs”?


Os The Underdogs conheceram-se num bordel em Paris enquanto trocavam cromos da liga Portuguesa com prostitutas ucranianas. Porquê “The Underdogs”?


O nome foi escolhido pelas prostitutas.

Quais são as vosss influ��ncias musicais?


O blues/rock dos anos 50/60/70 e a falta de bom gosto da maior parte das rádios portuguesas. Os temas “She is la” e “Thousand Kisses Of Love” foram os temas que vos deram a conhecer. Como classificam estes temas?


São jeitosinhos.

O single “She is La” foi incluído na compilação Novos Talentos Fnac foi uma surpresa?


Não, Tivemos uma cunha. Os fãs podem encontrar neste álbum um LP com 10 músicas originais, um DVD ao vivo que inclui temas deste LP, do EP “Silence” e algumas versões, e um poster com 3 homens bastante elegantes e imagens do concerto “Extended Version”. Este 1º álbum de originais vem acompanhado de um DVD bónus gravado ao vivo “The Underdogs Extended Version” , é uma prenda para os fãs? 
Sim porque o registo Live sempre foi o nosso preferido e no qual nos sentimos mais à vontade. O que querem mostrar com este trabalho?


Que somos uns meninos prendados e trabalhadores. Quem escreve as músicas e em que se baseiam?


As letras tiveram que ser escritas pelo nosso vocalista após a recusa do Carlos Tê. Foram uma das bandas escolhidas para atuar entre centenas de bandas de todo o mundo, para estar presente no Canada Music Week (Março 2012), uma das maiores convenções de música do Canada, não chegando no entanto a marcar presença. O que se passou?


Era uma presença importante? Sentem que acabaram por ser prejudicados?


Sim, nós e Portugal. Para o governo deve ter sido uma óptima opção. Faltam de facto apoios aos novos projectos musicais e também à cultura?


Sim, os tubarões continuam a devorar grandes quantidades de sardinhas. É dificil viver só da música em Portugal?


Muita gentinha deve viver muito bem, mas para nós e para a maior parte dos portugueses dedicados a esta arte é absolutamente impossível. A internet é cada vez mais uma forma de divulgação?


Sim.

Como são os “The Underdogs” em concerto?


Os “The Underdogs” em palco são 3 rapazes suados a fazer pela vida. Os festivais são importantes para vocês divulgarem o vosso trabalho?


Sim, os festivais são um bom local para fazermos chegar a nossa música às pessoas. Que planos têm para 2013?


Temos como planos para 2013 continuar a dar concertos e fazer música. Que mensagem querem deixar aos fãs?


Obrigado por continuarem a acreditar em nós e esperamos estar sempre à altura das vossas expectativas .Ou ainda mais alto

Toda a iniciativa dependia do apoio do governo português, como este não deve ter achado relevante a nossa presença, assim como a das demais bandas, numa das mais importantes convenções de música do mundo, não fomos.

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Arquitectura Elsa Afonso, de 28 anos, vive no Porto e terminou o curso de Arquitectura na FAUP em 2009. Paralelamente à sua actividade profissional como arquitecta, já fez alguns trabalhos como modelo fotográfico. Em janeiro de 2013 dá inicio à sua colaboração com a AmolMagzine.

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Londres Parte 1

Numa recente viagem à cidade de Londres, tive a oportunidade de conhecer uma das capitais da Europa que não me chamava minimamente a atenção. Tenho a dizer que estou rendida!! Por isso gostaria desta edição Amol Magazine e ainda na próxima partilhar a história da cidade e a sua actual aparência. Assim, nesta edição vamos tentar perceber a evolução da cidade até à sua actual configuração.

A história da actual cidade de Londres remonta ao século Id.C., com as invasões romanas à Britania (actual Grã-Bretanha, e fixação de um porto (Londinium) no rio Tâmisa (Thames). No século III d.C. a cidade já contabilizava 50.000 habitantes. A partir do séc. X Londres começou a ganhar importância económica e política. A cidade começou a crescer além muralhas, sendo possível distinguir a City (que correspondia ao antigo centro romano)que era o centro comercial da cidade e onde foi construída a White Tower (1078); e Westminster, que passou a ser a sede do Governo, onde se construiu a abadia e o parlamento (1240/5). A ponte London Bridge (1176) era a unica ligação à margem sul do Tamisa onde se localizavam os subúrbios da cidade. A estabilidade militar da cidade permitiu um forte desenvolvimento comercial da cidade. Em torno da City, foi-se configurando um anel de subúrbios cujo traçado seguia as ruas dos campos. Ameaçada consecutivamente por doenças e principalmente pela Peste negra, sua população nunca ultrapassava os 50.000 habitantes (séc. XIV).O Renascimento inglês deu-se no século XVI, com o restabelecimento da paz pelos Tudor e no reinado de Elizabeth I (1533-1603), em pleno período das navegações. No entanto, deu-se a Guerra Civil em 1642, seguida pela República de Commonwealth, que durou até 1660, até à coroação de Charles II (1630-85). O Hyde Park, utilizado pela coroa como parque de caça real, tornou-se público em 1635, tal como os Vauxhall Gardens, (um jardim de amenidades, criado em 1660) em 1681. A peste de 1665 e o Grande Incêndio de Londres em 1666 (dizimaram mais de

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200.000 pessoas) permitiram a remodelação de algumas áreas, o alargamento de vias e a fixação de regulamentos para as novas habitações. Baseados em modelos franceses, entre os exemplos barrocos em Londres estão os jardins de Hampton Court, o palácio real de William III (1650-1702) & Mary II Stuart (1662-94), remodelado em 1689 por Christopher Wren; e os Kensington Gardens, separados do Hyde Park no mesmo ano, além de Chartswarth(1680/90) e Langleat (1685/1711). No final do século XVII a cidade volta a florescer impulsionada pela fundação do Bank of England em 1694. Quando George I (1660-1727) subiu ao trono em 1714, Londres já era um importante centro europeu. No final do século XVIII, a urbana de Londres estava totalmente consolidada, distinguindo-se três zonas ao redor da City, (centro administrativo e financeiro): o West End, a zona da nobreza e alta burguesia, o East End, a zona operária; e a zona sul do rio, o sector comercial. Os aristocratas de West End construiram elegantes mansões e praças, inspirando-se em outras capitais européias, com a assinatura de arquitectos como Robert Adam (1728-98), John Soane (1753-1837) e John Nash (1752-1835), este último responsável pelo Green Park, pelo Regent’s

Park e pela Regent Street (1811/28). No século XIX, vários arranjos paisagísticos foram realizados, estes completamente definidos pelos ideais românticos, como os Kew Gardens(1841), os primeiros jardins botânicos reais do mundo; e o Victoria Park (1845), de Humphrey Repton (1725-1818). A capital britânica pode ser considerada a primeira grande cidade burguesa, cuja forma urbana não dependeu só de grandes intervenções do governo , mas da soma de um grande número de pequenas intervenções particulares. Hoje a City, destaca-se na paisagem pela consecutiva implantação de torres que reforçam este local como centro administrativo e financeiro, e que combinam as formas da arquitectónicas contemporâneas com a malha existente. Na próxima edição iremos explorar a arquitectura em altura de Londres.


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CAPA/Patrícia leal

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Patrícia Leal 24 anos Vila nova de gaia Vamos começar por tentar saber um pouco de ti? Olá, o meu nome é Patrícia Leal, tenho 24 anos, nasci em Évora e atualmente resido em V.N.Gaia. Qual é o teu curriculum de moda/fotografia até ao momento? Já fiz alguns trabalhos como modelo fotográfico . Também fiz a revista Vidas do correio da manhã e a revista J. O trabalho mais recente que fiz foi para o Jornal Audiência, altura em que conheci o Pedro Cabral, e depois participei também no desfile organizado no Teatro Sá da Bandeira. E o teu currículo pessoal, quem é a Patrícia? A Patrícia é uma mulher que gosta de moda, que tem sonhos, que está a estudar para tentar realizar uma parte desses sonhos e, acima de tudo, é a mãe de duas lindas meninas, a Mariana de 2anos e meio . e a Yara de 1 e meio.. Preferes moda, passerelle ou fotografia? Amo fotografia , sou mesmo apaixonada por fotografia. Gosto de enfrentar a câmara e acho que a câmara me trata bem. Estamos a falar duma vocação para a fotografia ou apenas um passatempo que te dá gozo? Estamos a falar de prazer. Gosto mesmo de fotografar. Em que pensas quando fotografas? Como é o teu diálogo com a câmara? É importante ouvir as indicações que o fotógrafo nos dá e nessas alturas a minha concentração vai toda para cumprir o que esperam de mim. Pelo feedback que vou tendo parece que consigo. Como te sentes no papel de modelo? Gosto. Gosto de toda a atenção concentrada em mim, gosto de estar envolvida com uma equipa que tenta fazer o melhor, e gosto de saber que a minha imagem é a expressão do melhor que essa equipa fez.

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CAPA/Patrícia leal

Como é que olhas para o teu corpo? Que tipo de registo gostas mais? Bom… Gosto do meu corpo, mas um dos meus sonhos é conseguir fazer uma cirurgia para aumentar o peito. Embora algumas pessoas me digam que numa modelo com a minha estrutura física um peito pequeno combina bem, sinto que perco trabalhos por não ter um peito maior. Se houver por aí alguém que precise duma cara para uma marca, ou alguma clínica que necessite publicidade… Eu estou disponível… Há nas tuas sessões fotográficas um momento que tenha sido marcante por um qualquer motivo? Para mim são todos. Mas todos são diferentes e também depende de com quem estamos a fotografar. Qual é a tua grande ambição? Ou, se preferires, a proposta irrecusável? Neste momento a minha grande ambição é mesmo o aumento do peito. Uma proposta irrecusável será aquela que me permita fazê-lo. Em termos mais gerais, como vês o teu futuro? Quais são os teus sonhos? Acabar o meu curso na área da saúde e, quem sabe, futuramente entrar em medicina e fazer neurologia. No teu dia a dia és uma mulher vaidosa? Depende. Sou capaz de ser simples, mas se for necessário também sou capaz de me produzir para arrasar. Como são os teus tempos livres? Gosto de ir ao cinema, ou ficar em casa a ver um filme. Gosto de sair, mas também gosto de estar em casa a brincar com as minhas filhas. És capaz de deixar um conselho para as jovens que querem iniciar um sonho no campo da moda? É um mundo difícil, há pouco trabalho e muita gente. De qualquer modo, se querem muito, têm que trabalhar e ser rigorosas. Não chega a beleza é preciso ser confiável.

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CAPA/Patrícia leal

Amolmagazine, que pensas do projeto? É um projeto interessante , gostei de participar. Foi difícil trabalhar connosco? Não… Já conhecia o Pedro, já tínhamos trabalhado em conjunto e a minha expectativa já era de que esta sessão iria ser de trabalho rigoroso, mas também agradável.

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CAPA/Patrícia leal

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of Fotografia, produção e edição: Pedro Cabral Produção video: mvmTV Modelo: Patrícia Leal Make up e Hairstyle: Patrícia Leal Roupa: Cirrone Jeans

Roupas:

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MODA

Florisa Nogueira nasceu em 1989, no Porto, e desde cedo se interessou por Moda. Seguiu Artes, em Produção Artística na Secundária Artística de Soares dos Reis em 2007, e está atualmente a estudar Design de Moda na mesma escola. Tem vindo a participar em diversos eventos e produções de Moda desde 2006.

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Elsa Afonso

Elsa Afonso é, desde Janeiro de 2013, a responsável pela secção de Arquitectura da Amol Magazine. Dedica-se agora também à confecção de maravilhosos acessórios de crochet que aliam as técnicas tradicionais às últimas tendências. Desde brincos que relembram as famosas arrecadas de Viana a designs completamente contemporâneos Elsa Afonso surpreende-nos com propostas que complementam qualquer visual.

estou a trabalhar mais em colares e estou a apostar em cores mais vibrantes e frescas e peças que conjuguem o artesanal com um toque mais sofisticado, onde combino o crochet com peças metálicas. Como caracterizas a mulher a quem se destinam as tuas criações?

Acho que as minhas criações combinam com mulheres que gostam de peças únicas e diferentes, que gostam de acessórios casuais com um toque sofisticado. Como surgiu o nome do projecto Rendate?

Quem é a Elsa Afonso?



Sou arquitecta a exercer a minha actividade no Porto. Neste momento sou colaboradora da revista Amol na secção de Arquitectura. Como mulher, gosto muito de moda e de acessórios e neste momento estou a explorar a criação de peças próprias em crochet. Como surgiu o interesse pela técnica do Crochet na confecção de acessórios?

Já faço crochét desde os 6 anos de idade. Aprendi com a minha avó, e até aos 15 anos ajudava-a a fazer colchas e toalhas de mesa. Voltei a pegar numa agulha no início deste ano, numa brincadeira. Como gosto muito de acessórios comecei a fazer brincos para mim e para oferecer. Agora ando a experimentar mais os colares e pulseiras. O que te inspira na criação das tuas peças?

No início pesquisei técnicas na internet e reproduzia modelos que gostava e qua não eram em crochet. Gosto de experimentar modelos novos e motiva-me experimentar novas formas e técnicas. Neste momento

O nome da Marca Rendate surgiu da palavra renda ( nome usual dado ao crochet nas aldeias do norte de Portugal) e a sua utilização actual. Qual é o conceito da marca Rendate?

O conceito Rendate consiste na adaptação de uma técnica , que é o croché, e adaptá-la às novas tendências de Bijouteria/moda. Como nossa colaboradora na secção de Arquitectura o que pensas do projecto Amol Magazine?

O projecto Amol é muito motivador para mim. Penso que a amol Magazine não é apenas uma revista de fotografia, tenta enquadrar temas diversificados, dando a oportunidade a novos profissionais para exporem os seus trabalhos, tanto de fotografia, moda, música, arte. É muito gratificante pertencer a esta revista e poder contribuir para a sua realização. Podemos encontrar as suas criações em www. facebook.com/rendate.geral e contactar através de geral.rendate@gmail.com.

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EM foco

“BURLESQUE & SENSUALITY” Ficha técnica: Fotógrafo/ Photographer: Wanda Liliana Pacífico Modelo/Model: Diana Lavínia Paunescu Make up: Wanda Liliana Pacífico Roupa e acessórios/Burlesque outfits and lingerie: Yamamay; Houmao Factory; Jinhua Jindong; Intimissimi Local/Location: Studio Saporiti/Roma/Itália

Enviem-nos os vossos trabalhos até dia 15 de cada mês, para geral@amolmagazine. net com “Em foco” no assunto. Em www. amolmagazine.net, no separador “Em foco” copiem a declaração de autorização de publicação que têm que nos enviar e aguardem a saída da revista. Se tivermos a vossa colaboração, todos os meses publicaremos um “Em foco”. Send us your photos until the 15th of each month for geral@amolmagazine.net with “Focus” in the subject. Go to http://www.amolmagazine.net/emfoco/download the disclaimer you have to send us and get acquaintance with the rules of this editorial. We are waiting for you.

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FOTOS DOS LEITORES Categoria: Arquitectura Título: Mosteiro dos jerónimos Autor: Marta Vilão

FOTO DO mês Categoria: Moda

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Categoria: Retrato

Título: Vanessa

Título: Nayara

Título: Sunglasses

Autor: Renato Ferro

Autor: Roberto Rodrigues

Autor: Roberto Rodrigues

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Nome/name: Sónia Barradas Idade/age: 30 Vive em/ Lives in: Entrocamento Altura/height: 160 cm Peso/weight: 50 Kg “Envio este trabalho porque procuro novas oportunidades no mundo da Moda e Eventos  “ “I’m sending my photos because I need new opportunities in the world of fashion.” Fotos: António Chora

“Eu, na Amol” é destinada a modelos/ candidatas/os a modelo, que pretendam mostrar o seu trabalho. Enviem-nos os vossos trabalhos até dia 15 de cada mês, para geral@amolmagazine.net com “Eu, na Amol” no assunto. Em www.amolmagazine.net, no separador “Eu, na Amol” copiem a declaração de autorização de publicação que têm que nos enviar e consultem as regras da candidatura. Ficamos à vossa espera “I am in Amol” is for those who are (or wish to be) models and want to share their work. Send us your photos until the 15th of each month for geral@amolmagazine.net with “I am in Amol” as the subject. Go to http://www.amolmagazine.net/eunaamol/ copy the disclaimer you have to send us and get acquaintance with the rules of this editorial. We are waiting for you!

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AMOL Loris Gonfiotti

Loris Gonfiotti é um fotógrafo de Toscana, Itália. Considera que a aptidão para a fotografia de Glamour é inata e que o seu destino ficou traçado em 2003 quando encontrou a actual mulher e abraçou a fotografia de Glamour. Loris Gonfiotti è un fotografo italiano dalla Toscana. La fotografia Glamour è innata ed instintiva in lui e il suo destino si è proposto nel 2003, quando ha incontrato la sua attuale moglie/modella e ha intrapreso la strada della fotografia Glamour/ Calendario.

Sessão fotográfica: A sessão de fotos foi realizada numa bela área da Toscana, na Itália, perto de um antigo moinho e uma fábrica de óleo, num belo dia de verão. Florina, a modelo, perante a câmara mostra uma sensualidade felina. Il servizio fotografico Il servizio è stato svolto in una splendida località della Toscana in Italia, in prossimità di un vecchio mulino e un frantoio, in una bella giornata di estate , Florina è una che davanti all’obbiettivo si trasforma e sfodera la sua sensualità felina. A modelo: Florina Duta nasceu na Roménia e vive, actualmente na Toscana, Itália. Trabalha como modelo e desde que descoberta por Loris Gonfiotti fez vátrios calendários em Itália e apareceu em diversas revistas mundiais. La modella: Florina Duta, nata in Romania, vive in Toscana , lavora come Modella e ragazza imagine ed è uscita su vari calendari in italia e magazine nel mondo, scoperta da Loris Gonfiotti, immortalata in questi splendidi scatti estivi.

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AMOL Mari.F Photography

Mari F. Photography, fundada em 2011 em Londres, é uma empresa criativa de uma fotógrafa de moda e beleza — Mary Frica “Pretendemos criar uma experiência memorável, um momento, um sentimento, um pensamento e não apenas uma imagem. Pretendemos retratoar tudo isto e ainda mais…” MariF Photography Founded in 2011 in London, Mari.F Photography is a creative business run by a a fashion and beauty photographer – Mary Frica. ‘’We aim to create a memorable experience, a moment, a feeling, a thought ,not just an image. We aspire to capture this and more…’’ MariF Photography

50´s Pin Up Modelo Stephanie Brandano é uma modelo Britanica que foi finalista em concursos de Miss London 2012 e Miss Monaco Grand Prix 2012. Acredita na educação e está a terminar um mestrado em Psicologia Forense, mas mesmo assim ainda consegue tempo para colaborar em vários projectos fotográficos. Model Stephanie Brandano is a British model who was a finalist in both Miss London 2012 and Miss Monaco Grand Prix 2012 beauty pageants. A big believer in the benefits of education, she’s currently completing a MSc in Forensic Psychology, but still finds the time to assist photographers in various shoots for different projects’’ Modelo/model — Stephanie Brandano MakeUp/Cabelo/Hair — Carla Araújo Make up provided by: naked cosmetics europe

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AMOL Mark Candari

Mark Candari é um fotógrafo holandês de 28 anos. Gosta de fazer Retrato, Glamour e Moda e neste momento concentra-se em sessões de moda que lhe permitam ganhar experiência e desenvolver o portfolio. Mark Candari.is a 28 year-old photographer from the Netherlands. He mainly shoots Portraits, Glamour and Fashion. At the moment his focus is to get more fashion shoots to expand his experience and portfolio.

Modelo/model: Lisette Lubbers Idade/age: 21 Local/location: Netherlands Lisette é uma estudante de 22 anos que neste momento trabalha como estagiária para um canal de televisão holandês muito conhecido – RTL. Apesar da pouca experiência como modelo, sabe bastante de fotografia pois também é fotógrafa. Lisette is a 21 years old student who is at the moment working as a trainee for a famous dutch television channel RTL. She has very little experience in modeling but she has enough knowledge as she also is a photographer.

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amol_magazine Roberto Rodrigues, 40 anos Engenheiro de Sistemas. Tal como um programa de computador, uma foto precisa da dose certa de técnica, aliada à inovação e temperada pelo instinto. È o novo responsável pelos New Face- boys

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Nome/Name: Rui Ferreira Data nascimento: Date of birth: 29/49/94 Cidade/City: Sta Maria da Feira Medidas/details Altura/height: 186cm Peso/weight: 71 kg Torax: 97 cm Camisa: M Casaco: M

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Calรงa: 40 Sapato: 42 Cor/colours Olhos/eyes : castanhos/brown Cabelo/hair: Loiro/Blonde Contactos: modelos@ amolmagazine.net

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New faces/Andreia Barreiros

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Nome/Name: Andreia Barreiros Data nascimento: Date of birth: 24/01/95 Cidade / City: Fafe Medidas/details Altura/height: 171cm Peso/weight: 55 kg Peito/Bust: 85 cm Cintura/waist: 66 cm Ancas/Hips: 90 cm Cor/colours Olhos/eyes : castanhos / brown Cabelo/hair: castanho / brown Contactos: modelos@ amolmagazine.net

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Tipos de trabalho: Retrato / portrait Glamour bikini / Swimware Lingerie

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AMOL Magazine 43 - Julho 2013