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As alterações climáticas Hoje ouvimos falar muito de alterações climáticas e que estas irão causar grandes mudanças no mundo a médio e longo prazo. Mas o que são as alterações climáticas e que impactos podem vir a ter?

O clima ccllima a sse sem empre mpre re e vvariou vari rio io em m ffun função ão od de e causas ccau ausas n natura ais e assi a ss ssim ssi s m co si ccon on ntinua inuará ará a a ará acontecer. ntec e e Existem ste em cca au usas natur atturais que q ue e podem pode dem levar le leva evar va a es essas essa ess s s variações, sa va ções õess como om mo al alterações na rradiação rad a iaçã adia adiaçã ad açã ção ão so solar ssola olla lar ar e er e erup erupções rupçõ pções p ççõ õe vulcân vu vvulcânicas. u cas. as. Mas as causas ssa as natu naturais urais ais is repres rep rre epre ep esent e se se entam n am nta ntam am ap apenas a ape pe enas ena nas a uma u peq pe eque uena na parte do probl do pro p ro roblem oble lem ma que ue e ho hoje ojje o je se ve verifi eri r fica a. A en ner erg rgia gia g ia d do sol sol aq aquece aq que uece a ssu uec superfície erfí rfífície rf ícci da terra íc te errr e rr e esse e calo ca lor or vvolt o ta novamente ente nte t para a a atmos atm at t osfera. O tm Os gas gassses ess e com co om efeit f to de estufa fa a (G (GEE) na atm atmosfe fera era abso abssorvem orve em me man mant ma ntê n têm p parte a d do o calor, que permite erm er m e que q o pla planeta pl e eta tta a m nt man nte ten nha au uma te temperatura rat ra at agradáv grad vel e q que ue ep possi po osssi ssisi-bililita a vvida. a. SSem este efeito de estuf stuf t fa a te tu temperatura empe em peratu ratu ratura ra atu turra mé mé édia glo glo obal d da a terra rra ra seria de -18 18 8ºC. No o entanto e nto to, o,, as n nossas os actividad dess estão estttão ão o a provocar prov p pro rovoca vocar a um acu acumu cum mular m mula arr e excessiv x ssiv sivo ivo o dos oss ga gase g ssess que que ca cau au usa sa am m o effeiitto od de e es estttuf ufa, fa, em em esp espe sspecia sp pecia iall d ial do o dió dió ióxido ióxid xid ido d de e carb rbon bon ono no (CO2 (CO2). (C O2)).). O2 O A util uttiliz iliização izaçã açção ão de de co comb mbus ustítítíveis vve eis is fós fó ósse seis is, s, co ccomo mo o p pe et óleo tról tróleo óleo o ó ou u o ca carv arv rvã rvão vã ão, o,, é um uma u ma ma das pr p incipa ipais pais iss ccausas au a aus ussa a ass d de e emis em issõ sõe ões es d de GEE GEE. E Com a acu Com acum ac umulaçção de umulação de GEEE, o cal G GE cal alor or q que ue e é iirr rra rr adia diad di iado ado d p pe elo lo o ssol ol n não ão é rere flfle ectid ec e ctitido do,, pr d provocando prov ovvocan ovo occan a do ando o u um m aume aum au ument men me nttto o da tte em e mpe mpera m pera p per pe eratu ratu tura ura gllob glo obal do pl pllan la anet a aneta. ane neta. ea FFo For ora ra am m ffeit feitos eitos est estudos os q que ue mostram m mo ostram ost sstrra r qu que ue o au aume aumento men nto nt to da a tempe temperatura tem emperatura em mperat m pe p era ratura ratu ra atu a turra tura tu a d devido evid ev ido id do a este es ste tte e fen fe fenómeno fen enóm óme en po en pode de situsititu itu-

ar-se entre os 2ºC e os 4 4ºC ºC – e no p pior pio ior d dos os cenários cená será rá de e 6ºC C até 2100, a não sser que ue se tomem medid medidas p ra diminuir os GEE que para ue são sã lançados çados na atmosfera. atmosfer De qualquer er modo, m mesmo mesm mo que deixássemos ixássemos de emitir emit todo todos doss os GEE já á ama amanh manhã, a temperatura atura média já iria aumentar 2ºC. Torna-se, Tornapor este motivo, otivo, urgente tomar ar medidas que contrariem contr esta tend dência. Foi então criado o Protoc Protocolo de Quioto (P (PQ), que é um acordo o internacional voluntário volun que tem m como objectivo o combate ombate às alteraçõ alterações ções climáticas,, através da redução de e GEE, e que e estará est em m vigor v gor en ntre 2008 e 2012. 2. A grande maioria maiori dos países ses d desenvo desenvol olvidos assinou nou u e comprometeu-se compro eu u e a cumprir os os objectivos objectiv jecttivos proposto. Os Estados do os Unidos idos da Am América, que são o paí aíss que mais ma emite mite GEE no o mundo, mundo, são a grande rande lac lacu una no Proto Protocolo, ocolo, uma ve vez que se recusam us a assinar. assinar. EmE bora a exista ta a um uma ma grande pressão interna internaciona internacional, o os EUA E não as ass ssinam mp porque vêm o acordo como um inimi migo do dese esenvo envolvim mento m e económico ico e porque cconsideram am que en não ão dev devem limit mitar as suas emissões, qu quando um m pais pa is como a China (que ue é o segundo ndo maior emissor em de GEE) E) não o está e “obrigada” a assinar porque é um país em desenvolv olvimento. A União Europeia eia assinou o PQ e comprometeu-se prometeu-s a uma ma redução r de emissões missões de 8%, ccom base se nas emis emissões verifi erificadas c em 1990. 990. No acordo de partilha arrtitilh lha de responsabilidad dades entre os Estados-M Estados-Membros, M s, ficou estabelecido que Po Portugal poderia deria a aumentar aument as suas emissões missões em 2 27% 7 (relativa (relativamente ao ano de 19 1990), dudu rante o período eríodo e ríodo de cumprim río rí cumprimento ment do PQ. Q Mas M Ma a ass nã não se pense n nse que iisso sso são ópt óptimas notícias par pa ara a on nos noss osso o sso p sso ss país, uma vez que nós já aumentamos aument sa as nosssas sa as emissõe emis e m missõ issões sões ess e em m4 40%, quando o comparadas co aradas cco om 199 990, o qu q que ue ultrapass ultrapa u ul tra tr rap apa sa sa ssignifica cativamente e a meta m impo mposta, a implic im implicand mpl p ic plic ica ca an ndo do a ado a ad dopção dopç d do opç pçã pç ç de me medidas med edidas e d mais m rig goros . gorosas. EExxiste Exis stem st em m instrumentos ins i sttrum in ume mentos m me en nto ntos nt to oss nacionais i de co combate bate às alte te eraçõ ões climáticas, lilmát má ass, como co como mo o Programa grama Nac Naciona al para as Altterrações a ess Climáticas C as – PNAC PN P AC –, (que apre esenta polít polítitiicas e med m edid didass em m vvários os ssectores, entre os quais i oss tran nsp porte te tes ess e of ofer o erta ta de de en energia, ene erg g que leva à redu re eduçã du ução çção o de emi emiss mis issõe ssõe õess de CO2 d CO2), CO2) O ) o Plan O2 Plano lano N Na acio ac ional ion nal de de Atr Atr trib rib ibui ibu bu uiçã ui ção ççã ão de Licen Lic icen icenç en nçça çass de de Emissão Emis miss m issã is sssão são – P são PNAL PN NAL ALE A LE –,, ((q que qu q ue ue at atri a trii bui bu bui u um m mon nta n ta tan ant ante nte te de de lic licen ença ças as de d e em emi miss isssõ sõ sõe õe õ ões es de eC CO O2 O 2 a ins nsttan ta laç lla açõ aç çções çõe ões iindustriais ões us durante urantte um determinado um errmi mina m in nado do per p período erío ííodo od do de do temp po o,, ou ou seja, sseja se jja, representa represent rep re epr pressen enta nta tta um u m llim imitite e de de e emi mis miss mi iss sssões õe õ ess pa p ra ass iins a nsta stttal ala alaçõ ç es, ess, o q qual nã nã ão pod po pod der de erá rá sser rá er u ultltra rapa pass ssad ado ado) do) e por fim o Fu po por Fundo Fundo d Po Port Port ort rtug rtu ug u guê uês ês de C Car arb arbo ar bono bono o – FPC C ––,, (q (que (que eé um instru nsttrum ume men ento e nto to fifin finan nanceiro nan ceirro o do Es Est sstado tta ad Port ortug tug guê uês, uês ês, que qu ue e irá irá rá tam tta mbém m mb bé bém aju a ajuda ajudar j dar ao o cum cump cump prriimen me mento en d do PQ)).


A grande maioria das da medidas está á dirigiida p par ara a a diminuição inuição da dependência depen dos combustíveis mbustíveis fósseis, e uma ma maior oferta de energias renováveis ováveis (entre elas a as energias ergias eólica, solar so e hídrica), transferência ransferência da utiliut zação ção do transporte transport individual para ra o transporte co colectivo o e uma motivação motivaçã para a escolha olha de equipamentos equipame mais is eficientes a nível n energético o.

De qualquer ualquer modo, mo todos os nós podemos pode dar o nosso contributo buto para uma u diminuição inuição de e emissões a através de pequenas enas acções, acçõe como o por exemplo exem instalar alar um bom sistema a de isola isolamento nas nossas nossa casas, s, reduzir o níní vel de aquecimento aquecim nas as nossas casas (menos menos 1ºC pode po representar entar uma um redução ução de 3 300 kg/ano /ano de CO2 CO por família na atmosfera), fa atmo , descongelar descong o frigorifico e conge-

lador ador or regularmente, regu te, utilizar lâmp lâmpadas lâm mpadas eccon o ómicas, en ntre re muitas outra me medidas. das. As ma maiss pequ pequenas mud u anças nas ass nossas rotinas podem não ão só ajudar aj a evitar em emissões õess de GEE, como o om também p podem pode odem d ajudar a poupar ar dinheiro, iro sem afectarr a nossa qu qualidade de vida. As consequências sequências das alt alterações lter era climáticas já se e fazem sentir, como vagas de d calor (a que ocorre rreu em 2003 3 vitimou cerca de 35 a 50 mil pessoas na Europ opa), pa), maior aior incidência de inc incêndios, subida do on nível do mar ma e inundações e secas seca mais frequentes. s. Se na nada ada for feito,, a mudança do clim ima provocará á custos cada da vez maiores es e perturba bará todo o funcion naa mento en do d meio eio ambiente, ambiente, que ue nos fornece for alimentos, matérias-primas atérias im e outros recursos. ecursos. É necessário nec necessári dimidim nuir ir e estes efeitos, fei oss mass também é necessário com começa co çar ar a adapta ptação taçã ç o aos novos ovo vvos oss cená cenários que podem cenário mo ocorrer. Os custos de e adapt ad daptação aptação são elevados, ma as são s mais elevados os cust ele ustos da a in inacção. inacção cçã ão. o As alteraçções ões climáticas são um mp problem probl blema ma a global glob l e a solu solução s o passa por todos nós. s.

Publicação bimensal da Agência Municipal de Energia de Sintra N.2 Junho/Julho 2008

Para a mais informações ões pode poderá con o sultar o seguinte seg site:

http://ec.europa http://ec.europa.eu/environme ent/c nt/climat/campaign/ index_pt.htm m > SILVIA RICARD ARD DO

Etiqueta Energética É uma etiqueta que nos informa acerca do desempenho, eficácia e respeito pelo meio ambiente. Sem a participação activa dos consumidores não é possível aumentar a eficiência energética na utilização dos electrodomésticos. É o consumidor que decide qual o electrodoméstico que pretende adquirir para a sua casa tendo em conta as suas necessidades, a sua disponibilidade financeira e o seu sentido estético. A União Europeia desenvolveu a Etiqueta Energética para melhor informar o consumidor no momento das suas escolhas. Esta é um distintivo que mostra ao consumidor, no local de venda, a informação sobre a classe de eficiência energética de um electrodoméstico, o seu consumo de energia e água em relação à média, entre outros parâmetros relativos às suas prestações: eficácia de lavagem, capacidade, ruído, etc. Existem 7 classes diferentes identificadas por um código de cores que vão desde a Classe A, a mais eficiente e marcada a cor verde, até á Classe G marcada a

cor vermelha, a menos eficiente e por isso a que consome mais. Os frigoríficos têm mais duas classes de eficiência energética: A+ e A++, estas são de menor consumo que a Classe A. A etiqueta deverá estar num local visível do electrodoméstico, sendo obrigatória em máquinas de lavar roupa e lavar loiça, em máquinas de secar, em frigoríficos, em congeladores, em fornos eléctricos, ares condicionados e lâmpadas. Cada linha de equipamento possui sua própria etiqueta, só mudando as características técnicas de cada produto. No mercado, podemos encontrar variadíssimas opções de equipamentos. Para fazer a escolha mais acertada, consulte a respectiva etiqueta energética. Esta permitir-lhe comparar de forma fácil e rápida a eficiência energética e o consumo dos electrodomésticos da mesma categoria. Sendo assim poderá optar pelo mais eficiente, ou seja, o de menores consumos. > AANDREIA N SILV LVA VA

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Dúvida do Munícipe Sei que existem alguns conselhos acerca de como conduzir gastando menos combustível. Será que me podem informar sobre os mesmos? A eco-condução assenta num conjunto de princípios simples que, quando praticados pelos condutores, permitem economias de combustível entre 10% a 25% poluindo menos o ambiente e reduzindo os custos com a manutenção. Para se tornar um eco-condutor aqui ficam as 10 regras que deve ter sempre em mente:

1ª Regra: Arranque Inicie a marcha assim que possível, porque aquecer o motor ao ralenti apenas contribui para desperdiçar combustível e poluir o ambiente.

2ª Regra: A primeira Use apenas para iniiciiar a march ha e ttroque para segund da uns segundos depois.

3ª Regra: Aceleração e troca de mudanças Use uma aceleração suave, porque é o suficiente para movimentar o carro e proporciona melhor conforto e troque de mudanças num carro a gasolina entre as 2000 rpm e 2500 rpm e num carro a gasóleo entre as 1500 rpm e 2000 rpm.

4ª Regra: Utilização das mudanças

Agarre este desafio: Use as escadas! Os elevadores poupamnos esforço, é esse o seu objectivo! Tanto nos levam do piso zero para o 15º piso como do piso zero ao 2º piso. Mas estes equipamentos usam energ gia e por consequência contribuem para a emissão de gases com efeito de estufa. Era importante que os usá usáss ssem emos os men menos os ou ou de for forma ma m mai aiss efi eficcie ient nte. e. Vá de boleia, ou melhor, não vá! Se mora ou trabalha no 15º piso ou leva algo pesado é justo. Mas se for sozinho no elevador ou com mais 1 pessoa o elevador gasta exactamente a mesma energia de que se leva le vass sse e a ca capa paci cida dade de m máx áxim ima a. Ent Então ão, po porq rque ue n não ão u usa sa a ass es esca cada das? s? Usar as escadas para além de reduzir as emissões de gases nocivos contribui também para elevar o seu nível de saúde física e em consequência o seu bem-estar. Portanto, use menos energia das máquinas e mais da sua! > ANDREIA SILVA

7ª Regra: Travagem

Opte por mudanças elevadas e baixas rotações de motor, o consumo será menor. Em cidade sempre que possível utilize a quarta e a quinta.

Trave suavemente, para além de poupar o sistema de travagem e suspensão a sua marcha será mais confortável e segura. Trave com a caixa de velocidades sempre que possível, antes de usar o travão.

5ª Regra: Velocidade de circulação

8ª Regra: Paragens

Manten Mant enha ha a vvel eloc ocid idad ade e o ma mais is ccon onst stan ante te p pos ossí síve vell, ssig iga a a flui uide dezz da circulação, evite as acelerações e alterações de mudanças desnecessárias. Não conduza a velocidades elevadas, para além de implicar maior risco aumenta o consumo de combustível. Os limites do código da estrada correspondem a consumos aceitáveis.

6ª Regra: Desaceleração Levante o pé do acelerador e deixe rodar o veiculo com a mudança engrenada, o consumo é igual a zero. Reduza o mais tarde possível.

Em paragens prolongad l das (acima i dos d 60 60 segundos) d ) são ã recomendado desligar o motor.

9ª Regra: Antecipação e previsão Deve conduzir sempre com uma distância de segurança e um amplo campo de visão que permita ver 2 a 3 veículos à frente. No momento em que detecta um obstáculo ou uma redução de velocidade da circulação na via, levante o pé do acelerador para antecipar manobras desnecessárias.

10ª Regra: Segurança propriedade: Agência Municipal de Energia de Sintra • coordenação editorial: AMES (Andreia Silva) • Concepção e produção gráfica: Dupladesign • tiragem: 1000 exemplares • distribuição gratuita • Sugestões ou comentários: economizar@ames.pt • Correio: Economizar, Agência Municipal de Energia de Sintra, Rua Coronel Linhares de Lima, 2705-351 Colares

Evite efectuar ultrapassagens desnecessárias, não ganha tempo progredindo 1 ou 2 lugares na fila de trânsito e a manobra implica um consumo de combustível extra. A maioria das situações anteriores de aplicação de uma condução eficiente contribui para uma maior segurança. Poderá encontrar mais informações no site: www.ames.pt > ANDREIA SILVA


Economizar Nº2