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AMBIGROUP • NÚMERO 28 • 2.º SEMESTRE 2014 • DISTRIBUIÇÃO GRATUITA • WWW.AMBIGROUP.COM/AMBINEWS

OPINIÃO - ECONOMIA CIRCULAR Jorge Vicente - Amb3E OPINIÃO - A CRISE E OS RECICLADORES Quitéria Antão - Apoger

AMBIGROUP NA GESTÃO DE RESÍDUOS

Obra de requalificação do Museu da Água


Publicidade

Desmantelamentos e Demolições

Produtos Siderúrgicos

Combustível Derivado de Resíduos

Veículos em Fim de Vida e reutilização de peças

Reciclagem de plástico

Reciclagem de Metais

Resíduos de Construção e Demolição

Transporte e logística

Gestão de resíduos

Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos


INFORMAÇÃO DE ABERTURA

EDITORIAL A implementação de um sistema de gestão da Segurança e Saúde no Trabalho responsabiliza-nos ainda mais pela adoção de medidas de prevenção e proteção dos nossos Colaboradores, assim como permite maior controlo da sua eficácia e adaptação à dinâmica dos processos, equipamentos e métodos de trabalho. Este é um dos campos onde temos vindo a apostar e seguramente será mais um passo a caminho da excelência. Está na moda o desígnio “economia circular” que no fundo vai ao encontro da estratégia europeia para a sustentabilidade. Novas metas se impõem aos europeus, como a reciclagem de 70% dos resíduos municipais e 80% dos resíduos de embalagens até 2030, e a total proibição da colocação de resíduos recicláveis em aterros a partir de 2025. De facto o desafio é ambicioso, mas alcançável com a colaboração de todos, legislação enquadrada e tecnologias eficientes. No que toca ao Ambigroup, na fração nacional de resíduos cuja gestão é da nossa responsabilidade, tudo temos feito em prol desta dita economia circular. Com taxas de reciclagem na ordem dos 89%, de valorização energética 9%, reutilização 1% e apenas 1% de aterro, conseguimos reintroduzir no mercado nacional e europeu uma grande fração de matérias primas secundárias que extraímos daquilo que era considerado lixo e permitir a máxima rentabilização dos nossos recursos cada vez mais escassos. Nesta edição uma palavra de apreço para a APEMETA que tem feito um esforço louvável de aproximação entre o setor dos resíduos nacional e as comunidades lusófonas, permitindo a troca de informações e sobretudo de colaboração entre estes países de língua portuguesa.

João Carlos de Além

Mais formação e sensibilização

A

um passo da auditoria de concessão de certificação do seu Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho pelas OHSAS 18001, a Ambitrena vê reconhecido o seu esforço, empenho e investimento realizados neste âmbito. A implementação do sistema de gestão de segurança integrado com os já certificados sistema de gestão da qualidade e ambiente, trouxe a vantagem acrescida de um conhecimento e perceção mais real nos graus de risco associados às diversas atividades, além do controlo dos requisitos legais (e outros) neste âmbito e do desenvolvimento de procedimentos orientadores e reguladores. A adoção deste sistema responsabiliza-nos ainda mais pela concretização de medidas de prevenção e proteção dos nossos colaboradores, pelo controlo da sua eficácia e pela sua constante adaptação à dinâmica dos processos, equipamentos e métodos de trabalho. À semelhança dos outros sistemas, a garantia de eficácia do mesmo passa pelo envolvimento de todos os colaboradores sendo que, neste caso, as consequências têm um impacto direto na segurança e saúde das próprias pessoas e ultrapassam a barreira física do posto de trabalho.

Assim, e sendo o conhecimento um dos principais aliados para a adoção de boas práticas, o Ambigroup tem também promovido várias ações de formação/sensibilização, sobre alguns temas totalmente novos como “Equipamentos Sob Pressão”, “Atmosferas Explosivas – Diretiva ATEX” e “Equipamentos Dotados de Visor” e outras de reforço a temas já abordados em ações anteriores como “Uso e Conservação de EPI” e “Movimentação Manual de Cargas” e Sinalização de Segurança”. O feedback destas ações tem sido muito positivo o que, a par com a sua aplicação prática no dia-a-dia, constitui um incentivo para todos continuarmos a investir na prevenção de acidentes e na criação, manutenção e preservação de um ambiente de trabalho seguro. Outra iniciativa que tem dinamizado a componente de Segurança e Saúde no Trabalho no Ambigroup tem sido a colaboração com entidades de formação externas, proporcionando acolhimento a formandos em contexto prático, nomeadamente em cursos de “Técnico Superior de Higiene e Segurança” e no curso da SGS Portugal de “Qualificação de Auditores Internos da Segurança OHSAS 18001”. Informação Ambigroup Pág. 3


RCD - Ambigroup é parceiro da RRC em obra de remodelação

Gestão de resíduos no museu da água

E

m conversa com a Ambinews, Alda Cristino, Gestora Ambiental da RRC (Ramalho Rosa Cobetar), falou-nos de como está a correr a obra de requalificação do Museu da Água, propriedade da EPAL, e do contributo do Ambigroup para a respetiva gestão ambiental. Em que consiste a obra de remodelação do Museu da Água levada a cabo pela RRC? A presente empreitada refere-se à remodelação do Museu da Água, localizado no Recinto dos Barbadinhos, freguesia de São Vicente - Lisboa. O referido Museu, propriedade da Empresa Portuguesa das Águas Livres - EPAL, S.A., alberga a antiga estação elevatória a vapor dos Barbadinhos, desativada em 1928, sendo esta classificada como Conjunto de Interesse Público. Encontra-se ainda abrangida pela zona especial de proteção (ZEP) conjunta da Igreja de Nossa Senhora da Porciúncula do Convento dos Barbadinhos e do Palácio Palha, igualmente designado por Pancas ou Van-Zeller. O edifício da antiga estação elevatória dos Barbadinhos representa o local onde será executada a maioria das ações de intervenção, salvaguardando e respeitando o conjunto patrimonial que ali se encontra. Os trabalhos a executar residem sobretudo na execução de novas acessibilidades, restruturação e reformulação do espaço por forma a criar um espaço museológico mais

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atual e permitir a instalação do arquivo histórico da EPAL. Que tipos de resíduos são gerados pelos trabalhos que estão a decorrer? Um pouco de tudo, desde embalagens de papel e cartão, embalagens de plástico, embalagens compósitas, a misturas de betão, tijolos, ladrilhos, telhas e materiais cerâmicos, madeiras, vidro, metais, reee, etc.. Procuramos realizar ações complementares de gestão ambiental da obra por forma a garantir uma taxa favorável de reciclagem: Realização de ações de formação ambiental com exemplos concretos na frente de obra, dirigidos às atividades de subempreiteiros e à função dos trabalhadores; - Realização de vistorias ambientais semanais com vista a verificar a implementação do SGA em obra e a triagem efetiva de resíduos. Por exemplo, até 30 de Junho de 2014 foi ministrada formação ambiental a 93 trabalhadores. AMBIGROUP TEVE A MELHOR PROPOSTA TÉCNICO-COMERCIAL Como se processa a gestão de resíduos em obra, fazem separação dos resíduos? A gestão dos resíduos da obra visa encaminhar para reciclagem e valorização a maior quantidade possível de resíduos e consequentemente a redução dos resíduos encaminhados para aterro. Desta forma procura-se efetuar uma sepa-

ração logo na fonte de produção e executar limpezas frequentes da frente de trabalhos, por forma a facilitar a triagem dos resíduos pelos trabalhadores. Dado tratar-se de uma obra de requalificação, os trabalhos iniciaram-se pelas demolições, o que produziu grandes quantidades de resíduos. Promoveu-se desde logo a execução da demolição seletiva das instalações. Para além da separação por código LER, também se efetua a separação por “qualidade” do resíduo. Destaca-se a separação entre perfis HEB de aço e o restante aço da obra. Pode referir-se a segregação efetuada entre PVC, PEAD, embalagens de plástico e policarbonato, já que possuem mais-valias diferentes.


A gestão ambiental em obra visa encaminhar para reciclagem e para valorização a maior quantidade possível de resíduos. Para o efeito procurase efetuar a separação logo na fonte.

O que motivou a RRC a constituir parceria com a Ambitrena/Ambigroup para a gestão de resíduos desta obra? Para além da Ambitrena possuir alvará para a gestão de todos os resíduos que se previam em obra e possuírem os equipamentos adequados à zona onde a obra se insere, também apresentaram a melhor proposta económica. A gestão de resíduos efetuada pelo Ambigroup está a contribuir para a vossa sustentabilidade ambiental? Tendo a RRC o seu SGA certificado segundo o referencial ISO 14001:2004, a empresa não se limita a cumprir o previsto legalmente. Estabelece metas ambientais para cada obra com vista à melhoria contínua. Assim sen-

do, a gestão de resíduos que o Ambigroup efetua, nomeadamente, o encaminhamento de resíduos para recicladores, valorizadores e CDR, contribui positivamente para que se alcancem os objetivos ambientais definidos no início da empreitada. Enquanto operador de resíduos, o Ambigroup tem estado à altura das vossas expectativas? Quais são os pontos fortes? É de referir o acompanhamento frequente do técnico comercial, bem como o esforço do serviço de logística em responder em conformidade com o solicitado. Há aspetos a melhorar? Atualmente, na fase em que a obra se encontra, considera-se que estão a responder de

acordo com as expectativas da RRC; no entanto, na fase das demolições, quando se registou a produção de maior volume de resíduos, verificaram-se algumas dificuldades pontuais em responderem de forma mais célere. Como avalia as soluções propostas pelo Ambigroup na gestão dos resíduos? As opções da gestão de resíduos da obra foi definida em colaboração direta com a Direção de Obra, tendo o Ambigroup colaborado ativamente na prossecução dos objetivos definidos e, sempre que necessário, foi apresentando propostas de ajustamento. Recomendaria o Ambigroup como parceiro na gestão ambiental? Sim.

Informação Ambigroup Pág. 5


Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos

“É essencial, por um lado, diminuir a quantidade de recursos naturais que são extraídos (...), tornar os próprios processos de fabrico mais eficientes. Em paralelo, é vital a redução de materiais desperdiçados(...)”. Jorge Vicente, Diretor Geral da Amb3E

Economia circular O nosso planeta tem recursos limitados e o nível atual de extração e consumo é superior ao que o planeta consegue fornecer de forma sustentável. Olhando para o setor dos Resíduos Elétricos e Eletrónicos (REEE), se o seu crescimento continuar a este ritmo, alguns equipamentos deixarão de poder ser fabricados a curto prazo. É o caso dos touch screens e LCDs, cujo principal componente é o óxido de índio, uma matéria-prima escassa que se prevê que esgote num prazo de seis anos. Por outro lado, estima-se que em 2020 sejam gerados cerca de 12 milhões de toneladas de resíduos eléctricos e eletrónicos na Europa. Resíduos esses que podem ser aproveitados para a obtenção de matérias-primas. A partir de uma tonelada de telemóveis usados sem bateria, por exemplo, é possível recuperar cerca de 340g de ouro, enquanto que através da extração de uma tonelada de minério obtém-se apenas cerca de 3g de ouro. Torna-se, assim, necessário que a economia se torne mais eficiente do ponto de vista da utilização de recursos naturais, cujo consumo global duplicou nos últimos 100 anos. É essencial, por um lado, diminuir a quantidade de recursos naturais que são extraídos e utilizados nos processos produtivos e, por outro, tornar os próprios processos de fabrico mais eficientes. Em paralelo, é vital a redução de materiais desperdiçados e de resíduos gerados quer na produção quer no consumo. Falamos da transformação Pág. 6 Ambinews® 28 2.º Semestre 2014

da economia tradicionalmente linear numa economia circular, em que produtos em fim de vida, ou resíduos de determinado setor de atividade, possam ser a fonte de fornecimento de um novo processo produtivo, onde nada é desperdiçado. A União Europeia já adotou a economia circular como desígnio e concretizou algumas ações em programas, cujo objetivo é o de alcançar uma economia mais sustentável. A estratégia “Europa 2020”. No âmbito desta iniciativa, a Amb3E, Associação Portuguesa de Gestão Resíduos, enquanto membro fundador do WEEE Fórum, faz parte de um consórcio internacional que está a desenvolver o projeto “WEEE 2020”. Este projeto pretende transformar toda a cadeia de valor do sector dos REEE, de forma a maximizar a recuperação de matérias-primas secundárias, em especial de matérias-primas críticas a partir destes equipamentos. O principal objetivo é impulsionar um “roadmap” estratégico desenvolvido ao longo de toda a cadeia de valor dos REEE. Desta forma, pretende-se melhorar o desempenho do setor, com benefícios ambientais e de distribuição de recursos da União Europeia, e dar um contributo essencial para responder à preocupante questão da escassez de matérias-primas, o que terá também um grande impacto económico, por exemplo, através da redução da dependência da Europa com relação às importações e da criação de emprego associado a esta economia verde.

“Dá Power ao Electrão” A escola Bairro Padre Cruz, de Lisboa, foi a vencedora do desafio “Dá Power ao Electrão”, promovido pela Amb3E – Associação Portuguesa de Gestão de Resíduos, com o vídeo “O início da consciência”. O primeiro prémio na competição individual foi arrecadado por Joana Santos, com o trabalho “O Mundo de REEE (Continuação)”. O Projeto POW – Dá Power ao Electrão é uma iniciativa que incentiva os portugueses a participarem num desafio de vídeos, funcionando como elementos de mudança comportamental a nível ambiental. Pretende chamar a atenção para a importância do encaminhamento dos Resíduos dos Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) através dos Pontos Electrão, permitindo assim a sua reciclagem. No total, a ação contou com mais de 400 participações e 70.000 visualizações. O vídeo individual vencedor conta com um protagonista especial, o Gustavo, de três anos, que vem lembrar que os REEE contêm substâncias nocivas e quando são mal encaminhados, poluem o ambiente. O segundo prémio coube ao projeto “A Contagem para Meter os REE no Ponto Electrão” de Guilherme Fernandes, e o terceiro ao vídeo “Por um futuro melhor”, de Marta Barreto. Estes vencedores receberam, no Curto Circuito, da SicRadical, um Smartphone, um LCD e uma máquina fotográfica. A escola vencedora irá receber 1.500 euros em equipamentos elétricos e eletrónicos. Jorge Vicente, Diretor Geral da Amb3E, sublinhou: “Estamos muito satisfeitos pelo sucesso do Projeto POW, não só pelo número de participações que superou as nossas expetativas, mas também pela qualidade dos vídeos. Acreditamos que estes projetos são importantes para informar as pessoas sobre a importância da reciclagem dos REEE e para as incentivar a adotar comportamentos ambientalmente responsáveis. Por isso mesmo, a Amb3E tem vindo a apostar na sensibilização dos jovens para a importância do correto encaminhamento dos REEE.”


Publicidade Informação Ambigroup Pág. 7


INFORMAÇÃO AMBIENTE - Reciclagem de Resíduos municipais terá meta de 70%

Deposição em aterro de resíduos recicláveis proibida em 2025

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Comissão Europeia adotou recentemente propostas para transformar a Europa numa economia circular e impulsionar a reciclagem nos Estados-Membros. A consecução dos novos objetivos em matéria de resíduos poderá permitir criar 580 000 novos postos de trabalho, em comparação com os atuais resultados, tornando simultaneamente a Europa mais competitiva e reduzindo a procura de recursos escassos e onerosos. As propostas pressupõem também a redução dos impactos ambientais e a diminuição das emissões de gases com efeito de estufa. Nas novas metas apela-se aos Europeus para que reciclem 70% dos resíduos municipais e 80% dos resíduos de embalagens até 2030, e proíbe-se a colocação de resíduos recicláveis em aterros a partir de 2025. Está também previsto um objetivo de redução do lixo marinho, juntamente com objetivos de redução dos resíduos alimentares. PROPOSTA DA COMISSÃO VISA TORNAR A UE MAIS COMPETITIVA NO PALCO MUNDIAL AUMENTANDO A REUTILIZAÇÃO, REPARAÇÃO E RECICLAGEM A revisão realizada para reforçar os objetivos em matéria de resíduos das diretivas vigentes situa-se no contexto de um ambicioso plano para a transição fundamental de uma economia linear para uma economia mais circular. Em vez da extração de matérias-primas, que se utilizam uma única vez e que se deitam fora de seguida, a nova visão prevê um modelo económico diferente. Numa economia circular, a reutilização, a reparação e a reciclagem tornam-se norma, e os resíduos fazem parte do passado. Ao utilizar mais eficazmente e durante mais tempo os recursos para fins produtivos, a UE melhoraria também a sua competitividade na cena mundial. Esta abordagem é apresentada numa comunicação que explica a forma como a inovação nos mercados de materiais reciclados, os novos modePág. 8 Ambinews® 28 2.º Semestre 2014

los empresariais, a conceção ecológica, e a simbiose industrial podem evoluir no sentido de uma economia e uma sociedade sem resíduos. O Comissário responsável pelo Ambiente, Janez Potočnik, declarou a este respeito: “Vivemos com sistemas económicos lineares herdados do século XIX no mundo do século XXI caracterizado pelas economias emergentes, milhões de novos consumidores da classe média e mercados interligados. Se quisermos competir temos de tirar o máximo par-

tido dos nossos recursos, e isso significa reciclá-los para lhes dar uma nova utilização produtiva, e não enterrá-los em aterros como resíduos. A transição para uma economia circular não só é possível, como é rentável, mas tal não significa que a mudança será possível sem as políticas adequadas. Os objetivos que propomos para 2030 exigem tomar hoje medidas para acelerar a transição para uma economia circular e aproveitar as oportunidades empresariais e laborais que proporciona.”


Nova abordagem pressupõe mais sustentabilidade

Comissão Europeia quer transitar de uma economia linear para uma economia circular. Neste novo modelo, a reutilização, a reparação e a reciclagem tornam-se norma. PACOTE DE MEDIDAS INCLUI REGULAMENTAÇÃO MAIS INTELIGENTE E APOIO ATIVO DA INVESTIGAÇÃO E DA INOVAÇÃO A comunicação da Comissão Europeia salienta a forma como uma utilização dos recursos mais eficiente dará origem a novas oportunidades de crescimento e de emprego. Uma maior eficiência será impulsionada por uma conceção inovadora, um melhor desempenho, produtos e processos de produção mais sustentáveis, modelos comerciais virados para o futuro e avanços técnicos que transformem os resíduos em recursos. O pacote que acompanha a comunicação tem por objetivo criar um quadro que contribua para que a economia circular se torne uma realidade, com políticas melhor interligadas, uma regulamentação inteligente e um apoio ativo da investigação e da inovação. Tal permitirá libertar investimentos e atrair financiamento, promovendo simultaneamente um papel mais ativo das empresas e a participação dos consumidores. O pacote também propõe que a produtividade dos recursos deverá ser medida com base no PIB/consumo de matérias-primas, e poderá considerar-se que uma melhoria de 30% até 2030 venha a tornar-se um objetivo central na próxima revisão da Estratégia Europa 2020.

A Comissária Europeia responsável pela Investigação, Inovação e Ciência, Máire Geoghegan-Quinn, declarou a este respeito: “A investigação e a inovação são fundamentais para o êxito da economia circular, razão pela qual propomos hoje uma abordagem conjunta. Juntamente com um quadro regulamentar de apoio, o novo programa Horizonte 2020 contribuirá com o saber-fazer necessário para modelar uma economia hipocarbónica, eficiente em termos de recursos, verde e competitiva na UE.”

As propostas legislativas serão agora analisadas no Conselho e no Parlamento Europeu. Os progressos realizados na consecução do objetivo em matéria de produtividade dos recursos serão objeto de acompanhamento no Semestre Europeu para a governação económica. Esse objetivo deve ser tomado em consideração no contexto da revisão intercalar da Estratégia Europa 2020. De acordo com a proposta da Comissão, os esforços em termos de investigação e inovação no domínio da economia circular serão intensificados. O quadro estratégico para a promoção da economia circular continuará a ser desenvolvido nos próximos anos.

239 milhões para o Ambiente A Comissão Europeia lançou recentemente o primeiro convite à apresentação de propostas ao abrigo do programa de financiamento LIFE para projetos dedicados ao ambiente. O subprograma «Ambiente» do programa LIFE disponibilizará 238,86 milhões de euros em 2014 para desenvolver e pôr em prática novas formas de resposta aos desafios ambientais em toda a Europa, incidindo em particular na conservação da natureza e da biodiversidade, na eficiência de utilização dos recursos e na governação e informação em matéria ambiental. De acordo com o Comissário do Ambiente, Janez Potočnik: “Nunca antes foram atribuídos fundos tão importantes a projetos inovadores de caráter ambiental e de conservação da natureza, o que contribuirá para alcançar um crescimento sustentável através do investimento numa economia eficiente na utilização dos recursos e ajudará os EM a porem em prática os seus planos e estratégias em domínios políticos essenciais como a natureza, os resíduos, o ar e a água.” O subprograma em causa está integrado no programa LIFE 2014-2020 da UE e disponibilizará 2 592 milhões de euros para o ambiente ao longo dos próximos sete anos. Servirá também para apoiar uma melhor governação, a divulgação de informações e a sensibilização para as questões ambientais. Incentivam-se as organizações interessadas a darem início, o mais cedo possível, às medidas preparatórias, mediante o desenvolvimento das suas ideias para projetos, a formação de parcerias com partes interessadas pertinentes e a identificação de apoios financeiros complementares. No que respeita aos «projetos tradicionais», a Comissão gostaria de receber, em particular, propostas que sejam conformes com os tópicos prioritários estabelecidos no programa plurianual LIFE para o período 2014-2017. O prazo para a apresentação de propostas decorre até 16 de outubro de 2014 para os projetos tradicionais, enquanto que para os projetos integrados foi fixado em 10 de outubro de 2014.

Informação Ambigroup Pág. 9


INFORMAÇÃO AMBIENTE - Pneus usados

1 milhão de toneladas de pneus valorizados em Portugal Publicada prorrogação da licença da Valorpneu Por Despacho nº 8213/2014, de 24 de junho, dos Ministérios da Economia e do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia foi prorrogada a licença da Valorpneu que terminava a 31 de dezembro de 2013. Esta prorrogação tem efeitos a 1 de janeiro de 2014 e é concedida pelo prazo de três meses, automaticamente renovável por iguais períodos até à emissão de nova licença.

A Valorpneu recolhe e valoriza 100% dos pneus usados gerados em Portugal, garantindo-lhes o destino correto e maximizando a sua recuperação.

U

m milhão de toneladas de pneus usados já foram recolhidos e valorizados pelo Sistema Integrado de Gestão de Pneus Usados (SGPU) gerido pela Valorpneu, desde 2003, ano em que o sistema foi implementado. Ao organizar e gerir o sistema de recolha e encaminhamento dos pneus usados através do SGPU, a Valorpneu estimula a melhoria do desempenho ambiental de todos os intervenientes no ciclo de vida dos pneus. Utiliza uma rede de 49 pontos de recolha, distribuídos ao longo do território nacional e das regiões autónomas, para o armazenamento temporário dos pneus em fim de vida, e para o seu encaminhamento e destino final uma rede de 23 operadores de transporte, 29 recauchutadores Pág. 10 Ambinews® 28 2.º Semestre 2014

e de oito valorizadores, que incluem três instalações de reciclagem. Através do SGPU, a Valorpneu recolhe e valoriza 100% dos pneus usados gerados em Portugal, garantindo-lhes o destino correto e maximizando as quantidades recuperadas. Entre 2003 e final de abril de 2014 do um milhão de toneladas de pneus que passaram no SGPU, 21,5% foram recauchutados, 47,3% reciclados e 29,2% valorizados energeticamente. Pela reciclagem de pneus é obtido o granulado de borracha utilizado no enchimento dos campos de relva sintética, nas misturas betuminosas com borracha, nos pavimentos de parques infantis, na indústria de isolamentos e de artefactos de borracha, entre outros.

A Valorpneu requereu oportunamente em 2013 uma nova licença para prosseguir a atividade de gestão de pneus usados, contudo o caderno de encargos que instruiu o pedido encontrase em fase de apreciação pela Agência Portuguesa do Ambiente, I.P., tendo entretanto sido ultrapassado o prazo da licença vigente. Entretanto, em 10 de outubro de 2013, face aos atrasos verificados na apreciação daquele pedido, a Valorpneu requereu a prorrogação da licença em vigor, concedida e agora publicada pelo prazo necessário à conclusão do procedimento de atribuição de uma nova licença. A prorrogação concedida cessa os seus efeitos com a decisão final que vier a ser proferida acerca do pedido de atribuição de uma nova licença para a gestão do sistema integrado de gestão de pneus usados.


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Informação Ambigroup Pág. 11


OPINIÃO - Reciclagem de metais Quitéria Antão, Apoger

A crise do presente, qual o futuro?

A

observação do estado atual do mercado de reciclagem de metais, projeta-nos para uma situação de insuficiência da oferta face ao número de recicladores no mercado que, por sua vez, culmina numa diminuição drástica das margens de comercialização. Este problema, gerado pela crise económica dos últimos tempos, que reduziu muitíssimo as indústrias produtoras destes fluxos de resíduos, foi também provocado, no meu entender, pelo aparecimento excessivo de fragmentadores face à dimensão do mercado português e às mudanças de política das Siderurgias relativamente à estratégia de aquisição dos metais. Na realidade, o custo versus retorno, do investimento na compra de uma máquina de fragmentação, pressupõe que esta funcione praticamente em contínuo para que a valorização gerada seja suficiente para garantir, pelo menos, o encargo financeiro da aquisição. Num momento de recessão, em que a diminuição da quantidade de resíduos gerados pela indústria e pelo consumo em geral é significativa, a procura em grande quantidade, gera uma guerra de preços que conduz a uma anémica produção de riqueza. Não é desejável. Então, qual a solução? O que podemos fazer para inverter esta situação? Todos sabemos que, atuando nós no fim do ciclo de vida dos materiais, teremos que possuir coluna vertebral para aguentar a retoma da indústria, porque para nós, esta, a retoma, chegará mais tarde. Uma das hipóteses de sobrevivência e de mais valia será a de olhar para potenciais mercados alternativos, que funcionem tanto como fornecedores como recetores e valorizadores. Outra hipótese, que eu defendo vivamente, é o investimento na procura de novos processos de valorização para resíduos e, também, na homologação de produtos obtidos a partir de materiais reciclados. Como fazer esta inovação de forma sustentada e rápida? A partir da observação do que se passa no mercado Europeu e Mundial! Identificando quais as matérias - primas crítiPág. 12 Ambinews® 28 2.º Semestre 2014

cas, cuja substituibilidade é cara e difícil, que provocam dependência de uns Países face aos outros e que, como tal, provocam um aumento da valorização do reciclado. Por exemplo, o Lítio é uma das matérias - primas críticas, cujo preço pode aumentar com a alteração das políticas chinesas, que detêm a maior reserva de Lítio, o que torna a sua recuperação de extrema importância para a sustentabilidade futura das baterias Li-ion e, por consequência, dos veículos elétricos. Dadas as metas estabelecidas para a venda de veículos elétricos pela UE, colocarse-á, a curto/médio prazo, o problema da reutilização ou reciclagem de baterias de iões de Lítio (Li-ion), que os equipam. “O MAIOR RETORNO OBTÉM-SE QUANDO SE INVESTE EM ALGO MUITÍSSIMO DIFÍCIL DE ALCANÇAR” O ERCR – European Research Centre for Recycling, decidiu avançar com um projeto de investigação aplicada, projeto RecycLion, antecipando uma solução para um potencial problema ambiental, focado na oportunidade económica que poderá surgir, a médio prazo, associada à reciclagem deste tipo de baterias. Este projeto, que pressupõe o desenvolvimento de um processo de larga escala que permita a recuperação das ligas que constituem os cátodos e ânodos, dos módulos das baterias, está a ser objeto de interesse internacional estando já a ser negociado com as marcas de automóveis que pretendem verificar o potencial económico da retoma destes materiais e que valeu ao ERCR uma reportagem na revista americana Recycling Today que será publicada brevemente. Que outras vias? A diferenciação, sempre a diferenciação. Não podemos fazer todos o mesmo. Não podemos todos fragmentar em grande escala, porque não possuímos mercado para isso, não podemos encharcar o mercado de CDR, porque não possuímos mercado para isso, não podemos transacionar sem acrescentar valor aos REEE, porque não possuímos

Uma das hipóteses de sobrevivência e de mais valia será a de olhar para potenciais mercados alternativos. mercado para isso, não podemos reciclar todos RCD porque não possuímos mercado para isso. Se queremos ganhar dinheiro, se queremos ter margem, temos que avançar e gerar uma oferta imbatível. Bom material reciclado a preços significativamente competitivos face à matéria - prima fóssil, aumento das taxas de recuperação nos diferentes estágios de reciclagem, retirar mais de menos. E há muitíssimo por fazer. A UE identificou 21 matérias - primas críticas, entre as quais o cobre, o alumínio, o crómio, o níquel, o lítio, o antimónio, o zinco…, quem é que possui alternativas? Nós, os recicladores de metais e outros resíduos. Então, vamos por aí! Se já existem muitos recicladores que separam os metais preciosos e não preciosos dos REEE, então vamos acrescentar valor, vamos purificá-los! Se já existem muitos recicladores a produzirem CDR para queima, vamos nós transformá-los e homologá-los para outras utilizações. Se não existe solução rentável para os plásticos mistos, vamos tentar descobri-la... Dir-me-ão, “quem se mete nessa loucura de investimento, nos tempos atuais?” Eu diria, quem pretende sobreviver e apostar no futuro. É difícil, pois é. É arriscado, pois é. Mas qual é a alternativa? Há cerca de uma semana, desanimada com tantos problemas para resolver, em simultâneo, sentei-me numa pequena esplanada de Lisboa a ler um tema para uma pós-graduação que ando a fazer e que me é, atualmente, indispensável. Rezava o seguinte: “O maior retorno obtém-se quando se investe em algo muitíssimo difícil de alcançar ou fazer. Esta é a melhor forma de eliminar a concorrência. O resto é tudo uma questão de resiliência, de estratégia e de um bom plano de negócios”. Embora da teoria à prática vá uma enorme distância, onde de premeio estão uma série de fatores que condicionam o sucesso, acredito que os recicladores de metais continuarão a ter, no futuro, um potencial de sobrevivência e de sucesso económico muito superior à da maioria das restantes atividades económicas.


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Informação Ambigroup Pág. 13


INFORMAÇÃO AMBIGROUP

Desmantelamento de aviões no Aeroporto de Beja

D

ois aviões foram desmantelados pelo Ambigroup no Aeroporto de Beja. A experiência adquirida na execução deste tipo de trabalho terá pesado na razão pela qual foram adjudicadas as operações de desmantelamento e reciclagem dos resíduos gerados. Recorde-se que o Ambigroup já tinha desmantelado outras aeronaves no Aeroporto Internacional de Lisboa. As operações de abate de dois aviões militares decorreram com recurso a meios mecânicos pesados, tendo as aeronaves sido primeiramente estabilizadas e assegurada a segurança. Os resíduos gerados foram transportados e reciclados na unidade do Ambigroup em Beja.

Desmantelamento de Aerogerador

O

Ambigroup efetuou recentemente o desmantelamento de um aerogerador no Parque Eólico de S. Cristóvão I – Lamego, detido pela Iberwind, o qual foi alvo de um incêndio, ficando assim inoperacional e desconhecendo-se as reais condições de conservação e resistência da estrutura. Dada a natureza e especificidade das operações, o Ambigroup desenvolveu minuciosamente a metodologia mais apropriada e segura para a execução dos trabalhos, recorrendo para isso a equipamentos específicos e a uma equipa especializada, coordenada e enquadrada pela equipa técnica do Ambigroup.

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Informação Ambigroup Pág. 15


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Reparação de molas | Desempeno de chassis Fabrico e reparação de caixas de carga basculantes

Urbanização da Carambancha Lote 13 - 2580-461 Carregado Tel.:263850220 | Fax.: 263850229 | E-mail: geral@molavide.pt | www.molavide.pt Pág. 16 Ambinews® 28 2.º Semestre 2014


INFORMAÇÃO AMBIGROUP

Trabalhos a 100 metros de altura

T

reminaram diversas obras de desmantelamento que o Ambigroup estava a levar a cabo no país vizinho. Entre as quais o desmantelamento da chaminé do grupo três da Central Termoelétrica de Lada. Os trabalhos decorreram a 100 metros de altura com recurso a gruas de grande porte e pessoal especializado neste tipo de operações. O Ambigroup efetuou ainda o desmantelamento de elementos situados na base da chaminé bem como a extração, transporte e gestão dos resíduos gerados. A decorrer em Espanha está ainda o desmantelamento da Central Térmica de Pasajes, obra que, pela sua dimensão, concentra uma boa parte da estrutura técnica e meios do Ambigroup direcionados para estes trabalhos. O vasto know how adquirido pelo Grupo tem levado a que muitas empresas espanholas escolham o Ambigroup como parceiro neste tipo de obra.

DESMANTELAMENTO DE EMBARCAÇÕES O Ambigroup efetuou recentemente o desmantelamento de duas embarcações no Seixal. Habituado a este tipo de operações, os barcos foram primeiramente limpos e descontaminados de óleos e combustíveis, de modo a evitar qualquer derrame para a água ou para o solo. As operações de abate decorreram já com os navios em terra, tendo os resíduos gerados sido transportados para a unidade de reciclagem do Grupo no Seixal . Informação Ambigroup Pág. 17


INFORMAÇÃO AMBIENTE - Seminário de Resíduos Urbanos e Industriais

Apemeta liga setor de resíduos nacional e países CPLP

A

Apemeta (Associação Portuguesa de Tecnologias Ambientais) promoveu recentemente um encontro entre diversas entidades públicas oriundas de países de língua oficial portuguesa, constituindo uma oportunidade única para a partilha de conhecimento e para potenciar parcerias entre estes países e o setor dos resíduos português. No evento que contou com visita ao Ecoparque do Ambigroup houve ainda lugar para um seminário de resíduos industriais onde se abordou questões ligadas à área ambiental dos países Lusófonos. Publicidade

Pág. 18 Ambinews® 28 2.º Semestre 2014


INFORMAÇÃO AMBIGROUP

Encontro Lusófono com visita ao Ambigroup O ecoparque do Ambigroup do Seixal recebeu diversas personalidades internacionais ligadas ao setor dos resíduos.

D

iversas entidades de referência no setor dos resíduos da comunidade Lusófona estiveram recentemente em visita ao Ecoparque do Ambigroup do Seixal. O encontro, promovido pela Apemeta, Associação Portuguesa de Empresas de Tecnologias Ambientais, permitiu o contacto e troca de ideias entre o Ambigroup e diversos técnicos e políticos ligados à área do ambiente, de países como o Brasil, Cabo Verde, Angola, Moçambique e Timor-Leste. A visita ao Ecoparque incluiu passagem pela unidade de tratamento de REEE e pela unidade de reciclagem de Plástico, assim como pelas unidades de reciclagem de metais e reciclagem de RCD do Ambigroup, onde os participantes puderam tomar contacto com os processos e tecnologias de reciclagem utilizados neste local. Informação Ambigroup Pág. 19


NOVIDADES LEGISLATIVAS - Ambiente Nacional

Comunitária

- Portaria n.º 40/2014, de 17 de fevereiro Estabelece as normas para a correta remoção dos materiais contendo amianto e para o acondicionamento, transporte e gestão dos respetivos resíduos de construção e demolição gerados, tendo em vista a proteção do ambiente e da saúde humana.

- Regulamento (UE) n.o 167/2014 da Comissão, que altera o anexo I do Regulamento (CE) n.o 689/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho relativo à exportação e importação de produtos químicos perigosos. JO L54 2014-2-24

- Decreto-Lei nº 96/2014, de 25 de junho - Estabelece o regime jurídico da concessão da exploração e da gestão, em regime de serviço público, dos sistemas multimunicipais de tratamento e de recolha seletiva de resíduos urbanos, atribuída a entidades de capitais exclusiva ou maioritariamente privados.

- 2014/52/UE - Diretiva do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de abril de 2014, que altera a Diretiva 2011/92/UE relativa à avaliação dos efeitos de determinados projetos públicos e privados no ambiente. JO L124 2014-4-25 - 20147241/UE - Decisão do Conselho relativa à ratificação ou à adesão dos EstadosMembros, no interesse da União Europeia, à Convenção Internacional de Hong Kong para a Reciclagem Segura e Ecológica dos Navios, de 2009. JO L1288 2014-4-30 - 2014/C 126/11 - Parecer do Comité das Regiões - Proposta de regulamento que altera o regulamento relativo a transferências de resíduos. JO C126 2014-4-26

As informações desta agenda poderão sofrer alterações. Para confirmação oficial, contactar a organização.

PROPRIEDADE: Ambigroup SGPS, SA www.ambigroup.com/ambinews @: ambinews@ambigroup.com Ed. Ambigroup, Rua Quinta das Lamas, 1679-013 Pontinha, Odivelas  +351 217 107 030 | +351 217 107 038 DIREÇÃO: João Carlos Além @: joao.alem@ambigroup.com REDAÇÃO/FOTOGRAFIA/DESIGN: Samuel Ferreira (cart. prof. n.º 6584) @: samuel.ferreira@ambigroup.com IMPRESSÃO: IDG Imagem Digital Gráfica TIRAGEM MÉDIA: 2000 exemplares PERIOCIDADE: Semestral DISTRIBUIÇÃO: Gratuita Impresso em papel reciclado CONTACTOS AMBIGROUP AMBITRENA SA SEDE E UNIDADE DE LISBOA: Ed. Ambigroup, Rua Quinta das Lamas, 1679-013 Pontinha, Odivelas  +351 217 107 030 | +351 217 107 038 @: ambitrena@ambigroup.com @: ambitrena.odivelas@ambigroup.com UNIDADE DE AVEIRO: Parque Industrial de Albergaria a Velha, Arruamento E - 3850 Albergaria a Velha  +351 234 520 150 | +351 234 520 159 @: ambitrena.albergaria@ambigroup.com UNIDADE DE SETÚBAL: Parque Industrial da Mitrena, lote 76, 2910-738 Setúbal;  +351 265 709 630 |  +351 265 709 639 @: ambitrena.setubal@ambigroup.com

AGENDA AMBIENTAL Evento: Iswa World Congress Data: 08 a 11-09-2014 Local: São Paulo, Brasil Descrição: O Iswa World Congress é um dos mais importantes congressos mundiais na área da gestão de resíduos. O evento oferece oportunidades únicas de troca de conhecimento neste setor. Mais info.: http://iswa2014.org/

os principais players do setor dos resíduos. Mais info.: http://www.apemeta.pt/

Evento: Rwm, Recycling & Waste Management Data: 16 a 18/09/2014 Local: Birmingham, Reino Unido Descrição: Este é o principal evento da Europa para a eficiência dos recursos e soluções de gestão de resíduos, tendo a primeira edição decorrido há 45 anos. O crescimento constante da importância da gestão dos resíduos e a oportunidade de conhecer em primeira mão as inovações mais recentes do setor, justificam a visita de todos os que procurem promover a melhoria contínua do seu negócio. Mais info.: www.rwmexhibition.com/

Evento: Pollutec 2014: Feira Internacional dos Equipamentos, Tecnologias e Serviços para o Ambiente Data: 02 a 05/12/2014 Local: Lyon, França Descrição: Pollutec, o líder mundial do mercado do ambiente, reúne em Lyon, durante quatro dias, os equipamentos, tecnologias e serviços de prevenção e tratamento de poluições e preservação do ambiente e desenvolvimento sustentável. Mais info.: www.pollutec.com/

Evento: Responsabilidade Ambiental Data: 07/10/2014 Local: Lisboa Descrição: Seminário habitual que reúne

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Evento: 4º Fórum Amianto e 2º Sobre Substâncias Perigosas Data: 23/10/2014 Local: Vila Nova de Gaia Descrição: 2ª Edição do 4º Fórum Amianto e do 2º sobre Substâncias Perigosas. Mais info.:www.gaia.unisla.pt/

Evento: IV Encontro Nacional: Gestão de Resíduos Data: 11/12/2014 Local: Lisboa Descrição: Seminário habitual que reúne os principais players do setor dos resíduos. Mais info.: http://www.apemeta.pt/

UNIDADE DE BEJA: Parque Ambiental da AMALGA, Apartado 6040, 7801-908 Beja  +351 284 329 880 | +351 284 331 068 @: ambitrena.beja@ambigroup.com UNIDADE DE FARO: Estrada Nac. 125 km 96.7 Caixa Postal 641-Arneiro, 8005-412 Faro  +351 289 896 720 |  +351 289 896 729 @: ambitrena.faro@ambigroup.com AUTOVFV, SA Estrada Municipal da Mourisca, Quinta Vale da Rosa, Armazém 1, 2910 Setúbal  +351 265 701 000 |  +351 265 701 009 @: autovfv@ambigroup.com DEMOTRI SA Ed. Ambigroup, Rua Quinta das Lamas, 1679-013 Pontinha, Odivelas  +351 217 121 910 | +351 217 121 918 @: demotri@ambigroup.com RECIELECTRIC SA / RECIPOLYMERS SA / RECIFEMETAL SA Rua Eugénio dos Santos, n.º1 Pinhal de Frades, Casal do Marco - 2840-185 Arrentela, Seixal  +351 212 269 900 |  +351 212 269 907 @: recielectric@recielectric.pt @: recipolymers@ambigroup.com RECIPOLYMERS Unidade da Chamusca Estrada do Relvão, Casal do Relvão E. M. 1375 Lotes 1 2, Casal do Relvão -2140 - 671 Carregueira, Chamusca  +351 249 741 129 |  +351 249 741 175 RECIFEMETAL SA / TRANSALÉM SA / INCOFERRO SA Edifício Além, EN 115 - km 65,2 2630-058 Arranhó  +351 219 687 430 |  +351 219 687 440 @: recifemetal@ambigroup.com @: transalem@ambigroup.com @: incoferro@ambigroup.com RECIFEMETAL ESPAÑA SL C/Capitan Mendizabal, 20-1ºc 48980 Santurtzi Vizcaya  0034944625194 |  0034944835162 @: recifemetal.espana@ambigroup.com

Nota: Isento de Registo na ERC ao abrigo do decreto regulamentar 8/99 de 9/6 art. 12º nº 1 A | Textos escritos ao abrigo do novo acordo ortográfico

- Despacho n.º 5616/2014, de 28 de abril (2ª série) dos Gabinetes dos Secretários de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade e do Ambiente - Aprova a tabela de valores da prestação financeira a que se refere o n.º 1 da cláusula 6.ª da licença da Amb3E para o ano 2014.

Ficha Técnica

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