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Oléo Amor é um rio oleoso Eu devoro toda obesa em prece intensa Cíclica, meus olhos vidrados Viscosidade macia e violenta, me seque em paz Estou manchada, encharcada Eu fraquejo em querer, em não ser Eu não amo Derramo

Óleo  
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Poema concorrendo ao Mapa Cultural Paulista 2013

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