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PRÓXIMA EDIÇÃO

tribuna

Edição

Entrevista com a professora e pianista Isabel Celebrini.

A missão dos vereadores perante a Constituição Brasileira e perante o povo de VarreSai. Por que é preciso renovar os mandatos dos que não cumprem suas obrigações com os eleitores o que os elegeram.

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Nova vitória do nosso jornal

Expediente da Secretaria Municipal de Defesa Civil a respeito de artigo publicado em 23 de Dezembro por Valter Fabricante e do pedido feito pela SEMDEC à Oi para a instalaçãode telefone público em Jacutinga, Fazenda Santa Cruz Pág.4

Vereadores recusaram!

NATIVIDADE TASDAS N O C OVA R E R P

Tribunal reprova contas do ex-prefeito Agudo pela terceira vez Mais uma vez o Tribunal de Contas do Estado reprovou a contas do ex-prefeito Agudo. Desta vez referente ao ano de 2008.Péssima repercussão para a imagem do município.

Nossos Colunistas

e ameaça a vida do jornalista Manoel Reis Junior

Depois de invadir a redação aos gritos acompanhado de familiares e assessores.e de ser solicitado pelo sr. Valter Fabricante a se retirar o Prefeito Everardo, visivelmente transtornado deu um espetáculo deprimente na calçada da redação Aos berros chamou os jornalistas de vagabundos e tentou impedir que fosse fotografado, ameaçando “quebrar o editor pelo meio”. Editor ameaçado apresentou queixa à Polícia e afirmou que denúncias de fraudes e pagamentos por serviços fantasmas vão continuar.

DEFESA CIVIL

Vereador Sandrinho pede CPI para apurar pagamentos fantasmas na Prefeitura

“Ainda assim o jornal mantém oferecimento ao prefeito Everardo de todo o espaço gratuito que ele quiser para possa explicar os seus atos, como prova de que queremos ajudar a prefeitura a sair da difícil situação em que foi encontrada pelo sr. Everardo e que piorou muito neste seu primeiro ano de governo”, informa o jornalista Manoel Reis Junior. Pág. 3

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Gestos obcenos, palavras de baixo nível

“Sou eu que mando nesta p... deste lugar” “Pare de fotografar!” berrava o invasor totalmente transtornado. A descompostura do alcaide mostrou falta de controle pessoal muito grande e implicou em quebra total do decoro imperativo do cargo que ele ocupa.Palavras de baixo calão acompanhadas de conhecidos sinais obcenos com as mãos completaram o triste espetáculo.Em qualquer município onde a Câmara Municipal tivesse um mínimo de personalidade e independência inerente ao Legislativo e o caso seria investigado. Mas, aqui em Varre-Sai?

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Constrangimento com a gritaria do prefeito

A gritaria do prefeito atraiu numerosas pessoas que passavam e que acenavam negativamente com a cabeça, condenando o que viam. O incidente teria começado quando o nosso editor fazia curativo em um cão ferido que transitava pela rua e fez comentários a respeito de o município estar emancipado há mais de 15 anos e não ter criado até hoje um Serviço de Recolhimento de Animais de Rua quando vários municípios com receita menor do que a de Varre-Sai têm esse serviço. Nem reclamar se pode nesta terra. Mas, é tempo de mudar esse comportamento.

Povo está acordando para os seus direitos

O editor exercia somente um direito individual inerente à cidadania comum a todas as pessoas no regime democrático vigente no Brasil. Esse direito de criticar que a classe política local “cassou” do povo varressaiense mas que agora começa a despertar em cada homem, cada mulher, cada jovem. Reivindicar, reclamar, criticar são direitos de cada pessoa e a autoridade que não respeita esse direito perde também o direito de ser respeitada. Quando falta transparência ao governo, tudo de ruim é possível. A falta de princípios demonstrada na cena diz tudo.

LEIA NA COLUNA DO EDITOR

Quem tem amigos como esses que estimularam o Prefeito Everardo a patrocinar a cena triste não precisa de ter inimigos. Os verdadeiros amigos do Prefeito teriam evitado que ele fizesse coisa tão feia.

Hospital: luta árdua pela recuperação

Hospital São Sebastião de VarreSai: em muitos momentos e aspectos sua história está ligada à história do povo de Varre-Sai para a qual ele foi criado. Páginas de sacrifício, heroismo e ideal foram escritas em sua construção. Mas, a insânia da classe política vem sistematicamente destruíndo essa obra que pertence ao povo. Entrevista com a administração atual revela aspectos dessa degradação, o estado em que a mesma recebeu o Hospital e o que está sendo feito para recuperá-lo. Prefeitura vem cumprindo regularmente seu compromisso com a instituição mas o é preciso aumentar o valor do repasse para acabar com o déficit mensal e melhorar o atendimento à comunidade. A dívida atual pode crescer muito com as ações trabalhistas de funcionários do governo anterior que se valem dos serviços prestados a outros setores da prefeitura para pleitear pagamentos da atual administração do hospital. Pág. 7

Presidente Amâncio Bendia e vice Otávio Santos Filho: muito esforço pela recuperação do hospital da situação caótica em que foi deixado pela administração anterior e pela ampliação dos serviços prestados à população. ‘O povo precisa e merece’, dizem eles

. R$2.389.173,61?

foi esse o buraco financeiros encontrado por Amâncio e Otávio nas contas do Hospitla, deixado pelo antigo presidente sr. Josemar. Entre outros graves problemas estão a dívida de quase dois milhões de reais, cheques sem fundos, salários atrasados, veículos sucateados, prédio deplorável. O buraco financeiro de R$2.389,173,61- é diferença entre o arrecadado e o gasto comprovado pela administração anterior. Onde está esse dinheiro?

A fé venceu o ódio A promessa feita por duas varressaiense já resultou em brotos verdes e folhas tenras. A árvore, quase destruída pela fúria do governo municipal na Praça da Matriz já está renascendo. A promessa feita é que o município ganharia 100 mudas de árvores se a castanheira não morresse. A fé do povo que ofereceu amor venceu o ódio furioso de quem cortou a bela castanheira plantada e amada por muitas gerações. As mudas serão doadas ao governo Everardo, o mesmo que cortou a castanheira. Há quem goste mais de ouvir o metralhar das moto-serras nos dias quentes do que o gorgear das aves no arvoredo nas madrugadas silenciosas ou tardes de luz.

‘A coisa tá feia’ Escrevendo com precisão e clareza, nossos colunistas expressam sua idéias a respeito dos fatos que envolvem nossas vidas. Lê-los faz bem ao corpo e ao espírito.

R$1,00

Prefeito perde a compostura

Após sucessivas reportagens que fizemos sobre o bairrro São Miguel Arcanjo, prefeitura iniciou obras de pavimentação e saneamento. Verba foi destinada desde os governos anteriores. Parte do bairro ficará sem benefícios.

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VA R R E - S A I Propriedade de MRJL - Ano 2 - nº 015- VARRE-SAI, RJ, Fevereiro de 2010 - Editor: MANOEL REIS JUNIOR

Câmara Municipal

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tribunavarre-sai@gmail.com

Primeiro deu no conceituado jornal O ITAPERUNENSE com o título “A coisa tá feia” que politico do Noroeste com mandato dispensou advogado da região, em processo de compra de votos que poderá resultar na sua cassação. Agora, nosso colega Mello Campos descobriu: o prefeito Everardo contratou a banca do dr. Luiz Paulo Corrêa Viveiros de Castro. Haja dinheiro pois o dr. Viveiros de Castro é um dos mais caros e competentes do Brasil. Só trabalha para clientes endinheirados. Prefeito perdeu a fé nos seus advogados e, desprestigiando-os, procurou outra banca.

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Graves problemas encontrados mas o povo merece nosso esforço

O repasse mensal da prefeitura tem sido regular mas é insuficiente para cobrir o custeio mensal do hospital. Amâncio e Otávio estão pleiteando aumento do repasse ao prefeito Everardo. Graças ao esforço dos dirigentes e à dedicação de todos os seus servidores o hospital continua atendendo diariamente muito acima de suas possibilidades. Mas, segundo eles, o povo precisa do hospital e merece esse esforço. (Primeira de uma série de reportagens).

PASQUIM COLORIDO Ed Lamar estréia explicando porque os homens corruptos, os estrangeiros ladrões e as mulheres vadias chamam os jornais sérios de Pasquins Coloridos. Começou na França durante a 2ª Grande Guerra Mundial quando os alemães ocuparam Paris e os patriotas atacavam os estrangeiros, os traidores e as mulheres de vida fácil que lhes davam apoio. Pasquim eram os papéis de comunicação entre os heróis da “Le Resistence” francesa. Pág. 4

VINGANÇA CONTRA DR. JOÃO SAID O vereador Sandrinho, com apoio dos colegas Juninho e Gilsinho apresentou Moção de Louvor ao dr. João Said. A Moção foi recusada pelos vereadores Claudio Paulanti, Marcos Carneiro, Maristela, Rafael Ramos e Fabrício Pimentel. Rafael Ramos chegou a alegar que o Dr. João Said não sabe o que fala. Jornal sugeriu por escrito aos vereadores que voltassem atrás e apresentassem nova Moção de Louvor ao Dr. João Said. O prefeito Everardo suspendeu as locações de imóveis do dr. João Said pelo mesmo motivo: represália ao pronunciamento feito pelo lider político contra a inoperância, omissão e a falta de imaginação do governo municipal. Quem tem imóvel locado pela prefeitura não pode se pronunciar contra os crimes do governo. Esse é o preço sujo do silêncio. Dr. João Said não aceitou, não se vendeu. Preferiu manter a dignidade e a honra.


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Edição VARRE-SAI

Histórias da vida ISABEL MENEZES

“Se Deus não existisse, necessário seria inventá-lo.” Esta frase dita pelo célebre ateu da revolução francesa, o filósofo Voltaire no final de sua vida, nos convida a refletir sobre aqueles que se dizem ateus, materialistas, descrentes. Por certo as pessoas mais simples tem explicações simples sobre a vida e sobre a ação divina no mundo, mas as pessoas letradas por terem visão mais ampla do universo, questionam mais e buscam explicações aprofundadas sobre todos os fatos, inclusive os que dizem respeito a Deus. Pena que muitas vezes chegam a conclusões tão erradas de que Deus não existe e tudo é obra do acaso. “O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído.”(Titãs) O ser humano necessita acreditar em algo superior, muitos então não acreditam em Deus, mas vivem às voltas com deuses inventados como horóscopo, búzios, tarô; outros utilizam miniaturas de pirâmides, amuletos em cordões, etc. Santo Agostinho quando jovem, era astrólogo e ateu, um dos motivos de sua conversão foi quando alguém questionou-lhe o seguinte: “Como explicar através dos astros, destinos tão diferentes de gêmeos idênticos?” Simplesmente não tem explicação. Bem mais fácil e racional é acreditar em Deus por quem fomos criados e para o qual retornaremos. Um Deus que criou cada ser humano com liberdade para escolher seu destino, inclusive com livre arbítrio até no que diz respeito ao bem e o mal. Só um Deus todo sabedoria, sendo poderosíssimo, seria

capaz de criar seres livres, com liberdade até de ofendê-lo.Os deuses inventados são opressores, egoístas e vingativos. “Quem dispôs os membros da pulga e do mosquito, de modo que tenham uma ordem, uma vida, um movimento? Examina o menor animalzinho que queiras, e se considerares a ordem dos seus membros e a animação vital que o move, verás que foge à morte, que ama a vida, que deseja os prazeres, que evita as moléstias, que exercita os vários sentidos, e que é forte dentro da sua medida. Quem deu o acúleo ao mosquito para sugar o sangue? Vês como é sutil a fístula com que o absorve? Aquele que fez no céu o anjo, fez na terra o verme minúsculo. Esse alguém é Deus.”(Santo Agostinho) O homem materialista, esquecido de Deus, vem através dos tempos destruindo a obra da criação, fugindo assim de sua missão, dada pelo mesmo Deus: o cuidado com o planeta. Quantas mortes naquele deslize de terra em Angra dos Reis nas festas de final de ano! É o homem desafiando a Deus e construindo obras em locais onde a natureza domina, onde deveriam reinar as florestas e os animais. A resposta é fatal: calamidades, mortes, tristezas. As famílias devem ensinar as crianças o amor, o respeito e o temor ao Deus que existe realmente a fim de que elas sejam bondosas, verdadeiras imagens e semelhanças deste mesmo Deus. Acostumá-las ao amor e ao temor de Deus, pois mais do que o temor a um Deus poderoso, devemos temer àqueles que não o temem e não o amam, pois são capazes das maiores barbaridades contra as pessoas que o cercam e contra a humanidade.

ISABEL MENEZES é Psicopedagoga, Professora de Ensino Religioso no C. E. Dr. Miguel Couto Filho e de História no CIEP 381)

Fevereiro de 2010

Varre-Sai de ontem e de hoje GIRLANDO HUMBERTO

As fotografias da história de Varre-Sai nos fazem pensar sobre a cidade, como era e como está. Varre-Sai, de ontem e de hoje.Antes, o lugarejo era dotado de um clima romântico! A cerração e a chuva fina anunciavam as manhãs de um inverno, que durava quase o ano todo e à noite as senhoras colocavam as cadeiras nas calçadas para conversar, enquanto, nós, as crianças, brincávamos de pique nas ruas. Varre-Sai era formado apenas pelos bairros: Santo Antônio, Centro e Capitão Francisco Lopes. Lembro-me bem, que andava por essas ruas, brincando de pipa, boleba, futebol e também vendendo picolé.Aos domingos, após a missa, a grande atração era ir ao Estádio dos Eucaliptos, onde todos se juntavam para ver o Serrano jogar, precedido pela Lira Santa Cecília (A televisão ainda não havia se massificado e a internet ainda nem era um sonho). As famílias cultivavam estreitos laços de amizade e nas festas religiosas, de São Sebastião e de Santa Filomena, a cidade parava. Todas as localidades rurais e urbanas se reuniam em torno dos mesmos ideais da coletividade! Durante a semana, as ruas quase sempre vazias, visto que 60% da população viviam na Zona Rural e 40% na Zona Urbana. Porém, aos sábados as mesmas eram tomadas e o clima era festivo, pois todas as comunidades vinham para a sede da cidade. Como numa parceria, a Zona Rural se desenvolvia , trazendo o progresso à Zona Urbana. O café tinha melhor preço e remunerava bem o trabalho, constituindo-se assim um tempo de prosperidade! Ao visitar as comunidades rurais encontrava-se as famílias mais felizes. Os filhos casavam e continuavam morando perto dos pais. Tinham sua casa, seu carro na garagem e suas ne-

cessidades atendidas! Hoje o cenário é diferente. Devido ao histórico de queda no preço das commodities agrícolas, café e leite, que são a base de sustentação econômica da região, as famílias tiveram de migrar para a Zona Urbana, contribuindo em grande parte para formação, em poucos anos, dos bairros Santa Lúcia, Nossa SenhoraAparecida, Santa Terezinha, Nossa Senhora das Graças, São Francisco deAssis, São MiguelArcanjo, IBC e Parque Confiança. Outras foram para a Região dos Lagos: Búzios, Cabo Frio, Macaé, etc. O quadro se inverteu: atualmente, 40% da população mora na Zona Rural e 60% na zona urbana. Quando se chega à maioria das comunidades da Zona Rural, depara-se com muitas casas abandonadas. Outro dia, convidado por um amigo, fui à Boa Ventura, visitar a família do Sr. Vadinho e Dona Odete, que em mais de 60 anos de casamento, conservam toda a alegria de viver, típica dos italianos que colonizaram esta terra, um verdadeiro exemplo de vida! Chegando lá encontramos todos reunidos para uma tarde de músicas, danças, confraternização e alegria! Lá os bons tempos ainda permanecem! Hoje, porém, os ventos são outros. Varre-Sai continua uma cidade pequena, mas com problemas de cidade grande! Nessas idas e vindas entre o Ontem e o Hoje, Varre-Sai foi perdendo aquele aspecto familiar e ingênuo de cidade interiorana, onde todos se conheciam e conviviam, num clima cordial e respeitoso. É nostálgico constatarmos que Varre-Sai não é mais aquela cidadezinha pequena, de aspecto romântico, encravada no topo da Serra da Sapucaia... que amanhecia em meio à cerração e onde, à noite, as senhoras colocavam as cadeiras na calçada para conversar, enquanto as crianças brincavam nas ruas!

GIRLANDO HUMBERTO é Empresário e Produtor Rural.

COLUNISTA EM FÉRIAS MERECIDAS JOSÉ ANTONIO ABREU DE OLIVEIRA

O que é a Verdade? MAXWEL REIS

“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem Ao Pai senão por mim”. Jo.14.6 A filosofia debate ainda hoje o significado da verdade. As religiões estão em busca dela. Cada uma prega a sua própria verdade.Para muitos é apenas uma escolha relativa.É preciso dizer que a verdade absoluta existe. Pode ficar escondida e abafada por um tempo, mas não por todo o tempo. A verdade é mais do que um conceito. É uma pessoa. Jesus é a verdade filosófica que satisfaz a sua mente, a verdade moral que preenche o seu coração e a verdade espiritual que inunda de gozo a sua alma. Dinheiro, prazer e sucesso não podem preencher o vazio da sua vida, mas Jesus satisfaz! Voltese para ele e receba agora mesmo o dom da vida eterna. O que é a vida? Muitos pensam que viver é ter dinheiro. Há aqueles que vivem, morrem e matam por causa de bens materiais. Há aqueles também que pensam que a vida está no prazer, nas viagens químicas e no delírio e embalo das emoções à procura de um sentido para a vida. Mas, ao final desse banquete da carne, colhem mais decepções. Jesus é a verdade e a vida. Somente ele pode oferecer a você a vida eterna. Você pode não ter sido planejado por seus pais, mas foi planejado por Deus. Sua vida

não é um acidente. Ela tem um propósito sublime. Deus amou você e Se afeiçoou a você antes mesmo de criar os céus e a Terra. Ele nunca desistiu de você e por isso, o atrai com cordas de amor e conquista Fomos criados à imagem e semelhança de Deus e somente Deus pode preencher o vazio do nosso coração. Nada mais satisfaz a nossa alma. Ainda que tivéssemos o mundo inteiro aos nossos pés e pudéssemos tomar posse de todos os tesouros do planeta, nossa alma ainda continuaria em extrema pobreza sem um relacionamento pessoal com Deus. Por isso, precisamos ter íntima comunhão e livre acesso ao Deus soberano que governa os céus e a terra. Quando pecamos contra ele e desobedecemos a sua palavra, seu perdão nos alcança e sua graça nos restaura. Quando nos sentimos fracos, ele nos fortalece. Quando caímos, ele nos levanta. Quando não temos mais forças para caminhar, ele nos carrega no colo. Graça e Paz. Venham receber uma palavra de vitória para sua vida e sua família neste novo ano de 2919. Nossos cultos. Domingos, Quartas e Sextas, às19 horas.

Transtorno do Pânico - Final EVA HELENA

" Isso é algo que não desejo nem para meu pior inimigo ". Expressão muito usada por quem passou pelas crises. ração irritável” denominação dada pó Da Costa em 1860 durante a guerra civil americana), embora a primeira descrição sintomatológica tenha sido feita por Freud que a classificou como neurose ansiosa. Até 1980 o quadro foi sob o título de “neurose de ansiedade” e atualmente este mesmo grupo foi subdividido em doença do pânico e transtorno de ansiedade aguda ou generalizada. As diferenças clinicas, razão pela qual derivou a subdivisão do grupo em reações de ansiedade aguda e TP residem no fato de que os fatores geradores da primeira são motivados por agentes externos que ameaçam de forma clara e consistente a vida do individuo tais como catástrofes, panes em aviões, trens,veículos, incêndio em teatros e cinemas entre outros. Ambas as desordens vem acompanhadas de grandes estímulos do sistema nervoso autônomo caracterizados por boca seca aceleração dos batimentos cardíacos, palpitações, palidez, sudorese,falta de ar.O TP é causa freqüente de procura a psiquiatras ,psicoterapeu-

tas sendo considera uma doença da “modernidade” ligado ao estresse cotidiano é uma patologia real ( alguns a rotulam como frescura ) e incapacitante devido a seus sintomas desagradáveis.Só quem padece de TP é que sabe valorizar a intensidade de sua sintomatologia . Para que sejam avaliadas estas doenças é extremamente importante uma boa anamnese e avaliação clinica, como também tornam-se necessário exames laboratoriais . O fator primordial no inicio do tratamento é o efetivo bloqueio dos ataques ou redução na sua freqüência e intensidade, através do uso de medicamentos e abordagens terapêuticas. Todo medicamento deve ser prescrito por médicos, pois possuem efeitos colaterais. O paciente deve ser paulatinamente encorajado a enfrentar os lugares ou situações onde foi acometido pelo ataque e desta forma ir ganhando auto confiança ao enfrentar suas diversidades. EVA HELENA DA SILVA BASILIO, Uni versitária de Psicologia

Em viagem para tratar de assuntos diversos, nosso estimado colunista, Dr. José Antonio Abreu de Oliveira ficou ausente nesta edição. Tranquilizem-se, leitores, porque ele estará de volta na edição de Março.

Imigrantes – moradores do Reino Celestial! PASTOR ALEXANDRE MARTINS

Quando perguntamos quem quer ir morar no céu a resposta é sempre a mesma, e a convicção de morar o céu às vezes é tamanha que a resposta é: – eu vou morar no céu. Isto porque na verdade nós não fazemos parte deste mundo, “porque não sois do mundo” (João 15.19), afinal, nossa natureza não é somente humana, é também espiritual “e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (I Tessalonicenses 5:23b). Mas, assim como os homens deste mundo tem suas características, e o Apostolo Paulo afirmou que seriam “...amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pai e mãe, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigo de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela” (II Tm 3.2-5), os cidadãos dos céus também tem suas características, anda em sinceridade (I Corintios 5.8; Efésios 6.5); pratica a justiça (Mateus 5.8; Romanos 6.13; Hebreus 11.33; I João 2.29; 3.7-10); fala a verdade (Efésios 4.25); não difama o próximo (Tiago 4.11,12; João 8.44);

não faz mau ao próximo (Provérbios 4.16; Efésios 6.7; Mateus 12.33); despreza o réprobo (Neemias 6.2,3; II Timóteo.3:8); honra aos que temem a Deus (1Cor.4.23; Apocalipse 14:7); cumpre seus compromissos (Mateus 5.34; 5.37); não empresta dinheiro com usura (Provérbios 22.7; Salmos 37.25,26); não aceita suborno (Isaias 5.23,24; Ezequiel 22.12-15). O verdadeiro cristão, luta pelo reino dos céus “Mas buscai primeiro o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6.33; Colossenses 3:8–10; 1 Pedro 2:1–2). E não se deixa abater pelas adversidades (Provérbios 24.10), nem pelos obstáculos que os homens de má fé impõem, mas sofre como bom soldado de Cristo (II Timóteo 2.3,4) e então poderemos dizer como Paulo: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” (II Timóteo 4.7). E como todo imigrante deseja retornar a sua pátria “Mas agora desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial” (Hebreus 11.14,16), pois, “a nossa pátria está nos céus” (Colossenses 3.20). “depois de aprovado, receberá a coroa da vida, que o Senhor prometeu aos que o amam.” (Tiago 1.2). Receba... PASTOR ALEXANDRE MARTINS Igreja Batista Pentecostal Viva com Deus

Produtividade, prosperidade, felicidade LUANA DE BIASE

Brincando de prestar contas Em recente reunião doDiretório Acadêmico da nossa Faculdade de Medicina em São Paulo, discutíamos a conduta leviana dos homens públicos do Brasil e para mostrar uma dessas facetas, eu apresentei aos acadêmicos uma prestação de contas feita pelo Prefeito de Varre-Sai, sr. Everado Ferreira, em jornal chamado O ITAPERUNENSE relativa a uma verba de um milhão doada ao município pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro- Alerj. Foi uma gargalhada geral. O prefeito refere-se, entre 25 piadas, a um item denominado “Recuperação de moradias danificadas com as chuvas e reconstrução de muro de arrimo-R$43.254,00. sem citar quais os be-

neficiados. Se ele fizesse isso em qualquer município de classe política que se prezassse seria duramente criticado na Câmara Municipal, até mesmo pela sua bancada, até pedir desculpas e prestar contas de verdade. Contas, sem itens, pessoas beneficiadas e valor de cada item, só mesmo em Varre-Sai, disseram os acadêmicos revoltados. Eu defendi a cidade alegando que o povo não tem culpa dos políticos locais. Disse-lhes que os devios de verbas, como essa a doação da Alerj, está contando com a cumplicidade dos vereadores locais, bem como dos deputados estaduais que aprovaram a prestação de contas cínica. Mas, que, como futura varre-saiense, vou brigar pela verdade. Aguardem-me! LUANA DE BIASE, universitária de Medicina e escritora e, se Deus deixar, futura Veterinária de Varre-Sai.


Fevereiro de 2010

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Edição VARRE-SAI

MANOEL REIS JR. Quem tem medo da transparência? (4)

Falsos amigos O Prefeito Everardo pode dispensar com urgência todos os seus inimigos. Porque, não precisa de ter inimigos quem tem amigos como aqueles que o incentivaram a praticar o degradante espetáculo do dia 29 de janeiro, de agressão a este colunista. É bem verdade que ele, Everardo, como homem público e mais ainda como prefeito, jamais poderia protagonizar uma cena tão degradante, tão indecorosa. Mas, se as pessoas que o rodeavam naquela hora fossem de verdade suas amigas e lhe quisessem algum bem, o teriam até segurado pelos braços e impedido que ele mergulhasse numa selvageria totalmente incompatível com o cargo que ocupa. Nem que fosse preciso arrastá-lo. Um amigo faria isso. O erro começou por quem levou o fuxico até ele. Uma justa reclamação do editor foi apresentada ao prefeito como grande fofoca. Ele, por sua vez, deveria ter tido a serenidade para informar-se do ocorrido evitando uma cena degradante, nunca vista pelo colunista em sua vida pública. Nem pelos varresaienses. Até porque o editor teria conversado com ele. Resultado: A péssima repercursão para a imagem do município, que já está arranhada pelas denúncias de pagamento de serviços fantasmas, pela inoperância da Câmara dos Vereadores e pela falta de transparência do goveno. Além de mais quatro processos contra o prefeito, sendo dois na área criminal e dois na área cível, estes com pedido indenizatório por danos morais sérios. Afinal, este colunista sofreu agressões verbais graves, inclusive com ameaças de atentado a sua própria vida física. Ameaças feitas em público, aos berros. Felizmente, por circunstâncias fortuitas, tudo foi gravado e filmado. Se não fosse gravado eles estariam desmintindo o colunista, porque duvidamos que o agressor teria coragem de confessar, diante das autoridades policias e judiciais a barbaridade que fizera. Quanto às indenizações, elas serão doadas integralmente à APAE-Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, essa entidade maravilhosa que está enfrentando imensas dificuldades desde o início do atual governo municipal.

Até o prefeito pode ganhar cinco mil reais Finalmente nós vamos poder discutir em juízo as gastos feitos pela Prefeitura do sr. Everardo com a falsa Oscip de Niterói que, em nossa opinião implicaram em prejuízos para o município na ordem de 600 mil reais nos primeiros meses de 2009 (o ano mais perdido para Varre-Sai em toda a sua história). Um dos ítens previstos no convênio (vergonhosamente aprovado pela Câmara Municipal) teria sido serviços de saúde bucal prestados à`população em janeiro, fevereiro, março e abril de 2009. Nosso jornal paga, em dinheiro vivo, com direito à reportagem na primeira página, cinco mil reais a alguém que apresentar, com nomes, endereços, e serviços executados, uma lista de 10 (dez) pessoas que tenham sido diretamente beneficiadas com tais serviços naquele período. O desafio vale inclusive para o Prefeito Everardo Ferreira e toda a sua equipe, bem como os cinco vereadores que aprovaram o convênio-moleque. De outros itens do convênio-safado, nem se fala. As irregularidades foram tantas que não caberiam nesta coluna. Nem adiantaria porque elas serão devidamente questionadas quando estivermos acionando nos limites da lei, a própria Câmara Municipal que aprovou o vergonhoso convênio. Porque engana-se quem pensa que sendo aprovado pelos vereadores, o assunto está encerrado. Está não! Quem vai finalizar esse episódio lixesco é a Justiça, Mas, o fato é que a Câmara Municipal escreveu uma página indecorosa em sua história com essa aprovação. Os nomes dos edis que votaram a favor do convênio e contra o povo que os elegeram serão publicados no tempo certo. Vamos ver como reagirão os eleitores diante desse prejuízo que cinco vereadores ajudaram a patrocinar contra um povo em sua maioria pobre e desprotegido. O jornal irá de casa em casa, escrevendo, falando, explicando. Sob esse aspecto eleitoral, o resultado virá quando se abrirem as urnas. Vamos lutar pela renovação de pelo menos 90% (noventa por cento) da Câmara Municipal. Será um trabalho nunca visto em Varre-Sai e pelo que já sabemos poderemos contar com a participação de pessoas de bem das três correntes políticas atualmente aqui existentes. Quanto ao aspecto jurídico e legalmente punitivo, vamos dar tempo ao tempo. A Justiça demora, às vezes uma instância judicial protege e protela, Mas as instâncias superiores estão aí para que se recorra a elas. Quem sabe, o final dessa querela seja em Brasília?

Prefeito de Varre-Sai ameaça a vida do jornalista editor do Edição VARRE-SAI COMPORTAMENTO INCOMPATÍVEL COM O CARGO DE PREFEITO Foi um espetáculo deprimente. O Prefeito Everardo Ferreira, cercado de familiares e “assessores amigos” invadindo a redação, aos berros, procurando o editor Manoel Reis Junior. Encontrou o Editor de Fotografias Valter Fabricante, que mandou que ele se retirasse. Ele foi para a calçada da Redação onde, durante quase meia-hora, disse impropérios de toda ordem, sacando contra a honra de dezenas de pessoas porque chamava de vagabundos e ladrões todos os que participaram de governos anteriores. governos dos quais, em dado momento, ele também participou. Até agora não se encontrou uma justificativa para que o prefeito misturasse os assuntos. Não estava em jogo a honestidade dele nem de ninguém. Não havia portanto qualquer razão para que ele, furibundo, sacasse contra a honra de tantas outras pessoas e ameaçasse fisicamente o jornalista Manoel Reis Junior. O incidente teria começado quando o nosso editor fazia curativo em um cão ferido que transitava pela rua e fez comentários a respeito de o município estar emancipado há mais de 15 anos e não ter criado até hoje um Serviço de Recolhimento de Animais de Rua quando vários municípios com receita menor do que a de Varre-Sai têm esse serviço. O editor exercia simplesmente o direito de criticar e reivindicar.

“Pare de fotografar, eu sou o prefeito, eu estou proibindo,” Mas a equipe, continuou fotografando e gravando. E o destino virou contra eles a armadilha que haviam preparado para o editor do jornal. Mesmo assim,o Editor oferece espaço gratuito ao prefeito no jornal caso ele queira explicar-se.

Alguém teria escutado e levou o assunto para o prefeito que totalmente desequilibrado emocionalmente procurou o Editor para, segundo ele próprio gritava, “quebrar o sr. Reis ao meio ou entupir sua guela com documentos comprobatórios de da lisura, da honestidade do prefeito.” O estado de confusão emocional era tanto que o prefeito ora gritava que “estava ali como pai e como chefe-de-família”, ora gritava que

ele “era um prefeito honesto e transparente” ou ainda que ele “era o prefeito e quem mandava nesta p. deste lugar”, entendendo-se que em respeito aos leitores e às leitoras, o jornal não deve colocar por estenso o significado da palavra aqui representada por p. nem traduzir os sinais obscenos feitos pelo agressor. Armadilha para o Editor Graças ao bom senso a serenidade do Editor e de seus amigos, o

incidente terminou sem graves agressões físicas porque, segundo pessoa ligada à equipe do prefeito (e que não pode se identicar com medo de represálias), o propósito de vários deles era agredir o Editor com violência máxima e depois alegar que o editor é que havia iniciado a agressão, fato que seria testemunhado pelos acompanhantes do prefeito. Daí a razão de estimularem as ofensas morais contra o editor e a equipe do jornal.

O objetivo era agredir o jornalista e depois testemunhar que este tinha sido o agressor MAS O FEITIÇO NÃO DEU CERTO E VIROU CONTRA O FEITICEIRO Sem dúvia se o plano tivesse dado certo, o jornalsita Manoel Reis Junioir poderia hoje estar morto e enterrado. Eram vários homens adultos, fisicamente mais fortes do que a vítima, todos aparentando sede de sangue e de vingança, vingança por razões injustificadas, meramente administrativas e políticas, uma vez que tudo o que o jornal tem feito aqui em VarreSai é denunciar irregularidades e pedir providências. Além de tantas coisas já conquistadas para a população, como obras do DER, obras da Cedae, obras da Ampla, pesquizas iniciais da Telefônica Oi na Zona Rural, soluções de casos do INSS, obras no bairro São Miguel Arcanjo, água no bairro Nossa Senhora Aparecida., reconstrução de duas pontes caídas durante as chuvas de janeiro e outras. Mas parece que esse trabalho em vez de despertar boa vontade nas autoridades locais desperta o ódio. Daí essa perseguição do prefeito e da maioria de sua equipe contra o jornal Edição VARRE-SAI.

Palavras de baixo-calão e gestos obscenos num espetáculo degradante desrespeitoso e sem explicações.

“Quem manda nesta p.... deste lugar sou eu”, berrava o prefeito diante de algumas pessoas constrangidas e de outras (seus falsos amigos) que o incentivavam na baixaria. Dizia que estava ali como pai e chefe-de-família e ao mesmo tempo gritava que era prefeito da “p. deste lugar.”

Daí a tentativa de armar uma arapuca para o nosso editor e de um modo geral o nosso órgão de comunicação. Cumpre ressaltar a expecpcional atuação do Editor de Fotografia Valter Fabricante que, com uma calma notável rechacou os invasores e aturou deles os desaforos e as ofensas, sem partir parra a briga física, como era o desejo do prefeito que a todo instante gritava emfrente aoVal-

ter: ”Parte para cima se você é homem”, chamando para briga física. Ao que o Valter repondia, serenamente: “Eu sou profissional, prefeito, eu estou no meu trabalho, acalme-se!” Tudo isso fartamente gravado e filmado, com vozes e frases nítidas em DVD que está sendo encaminhado para a Polícia e para a Justiça como prova acontecido.

ESPAÇO GRATUITO

Ainda assim é tão grande nossa boa vontade para com o sr Everardo que, em nome do bem que queremos aos varressaienses, continuamos a oferecer, gratuitamente, o espaço que ele quiser para explicar seus pagamentos fantasmas e seus gastos inexplicáveis, inclusive relativos à receita do ano passado que foi de 19 milhões

FALTA DE RESPEITO PELAS FAMÍLIAS O prefeito Everardo repetiu várias vezes o desafio mostrado na foto ao lado, como se vê e se escuta claramente no vídeo. O desatino e o desrespeito do sr. Everardo pelos valores famiiares foi tão grande que o desafio foi feito na frente da esposa do Valter Fabricante, Sra, Eva, quando a mesma estava com a filha de de um ano de idade no colo e com a filha adolescente e ao lado, Com receio, de esposa e mãe, teve que passar por ele duas vezes. Nem mesmo essa presença despertou no prefeito Everardo o respeito que ele tem que ter pela famílias das demais pessoas, como cidadão e como autoridade pública.

PREFEITO EVERARDO agressivo: -”Parte pra cima se você é homem!”( Ele, estava cercado de assessores e familiares). VALTER FABRICANTE, sereno: -“Prefeito, eu sou profissonal e estou no meu trabalho, acalme-se.”


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Edição VARRE-SAI

Defesa Civil esclarece e solicita publicação de expediente Em ofício que nos foi entregue no dia 23 de dezembro de 2009, dirigido ao sr. Manoel Reis Junior, o ilustre Secretário Municipal de Defesa Civil Marcio Vieira Batista, BM 00/00 - RG 27.686 CBMERJ tece comentários sobre o nosso jornal a partir de artigo escrito pelo nosso Editor de Fotografia, Valter Fabricante, na edição de Dezembro de 2009, página 4, intitulado “Ao povo de minha terra - um novo olhar” e presta esclarecimentos sobre a atuação de sua Secretaria visando melhorar a telefonia em VarreSai. Pede ainda apublicação de inteiro teor da citada carta, bem como dos anexos: Cópia do Ofício Semdec nº 181/2009, de 26 de agosto de 2009 e Cópia do Ofício 107632000/ 2.688/09, de 22 de setembro de 2009, da Telefônica Oi. Na impossibilidade de reproduzir, tamanho real, essas correspondências, estamos reproduzindo o inteiro teor de cada documento, exceto os timbres e carimbos respectivos, valendo ressaltar que os documen tos quenos foram entregues estão preservados em nossos arquivos.

OFÍCIO DO SENHOR SECRETÁRIO AO JORNAL EDIÇÃO VARRE-SAI Varre-Sai, 23 de dezembro de 2009. Do: Secretário Municipal de Defesa Civil Ao: Ilmo. Sr. Manoel Reis Junior - Proprietário do jornal Edição-VarreSai Assunto: Informação/Presta Anexos: Cópia do Ofício SEMDEC nº 254/2009 Cópia do Ofício 107632000/2.688/09, da Telefôni ca OI Ilmo. Sr. Proprietário, Considerando que esta Secretaria Municipal de Defesa Civil, assim como todos os setores de nossa administração, possui intensa preocupação com o bem estar e com a segurança de nossa população, venho através deste, prestar informações a V.Sa. em relação à matéria veículada no dia 23 de dezembro pelo sr. Valter, fotógrafo do jornal, onde a mesma cita, entre outras, a falta de telefone na zona rural de nosso município, o que num contexto geral, pode tomar uma conotação “política” em relação ao escrito, o que de uma forma geral tem sido a postura adotada pela direção deste jornal. A informação em referência é que, de acordo com os ofícios SEMDEC nº181, de 25 de agosto de 2009 e 1076320000/2.688/09, da Companhia Telefônica OI, de 22 de setembro de 2009. anexados a este ofício, o primeiro solicitando através nossa secretaria a instalação de um telefone público e o segundo através do qual a Companhia Telefônica OI nega o pedido alegando uma população inferior ao necessário para a realização da instalação, pode se comprovar a preocupação de nossa administação em relação ao problema citado na matéria, o que é da maior importância para nós. Finalizando, gostaria de encarecidamente solicitar a V.Sa. que publique em vosso meio de comunicação o inteiro teor deste ofício, assim como dos anexos, comprovando assim a nossa preocupação e o equívoco do exposto na reportagem, tendo em vista que, como sempre, só é publicada matéria sem a devida averiguação. Certo do pronto atendimento, aproveito a oportunidade para renovar protestos de estima e distinta consideração. Atenciosamente, Marcio Vieira Batista Cb BM 00/00-RG 27.686 CBMERJ Secretário Municipal de Defesa Civil

Fevereiro de 2010

PASQUIM COLORIDO Articulista Ed Lamar, com trânsito internacional, filha de jornalista já falecido que foi Correspondente de Guerra, explica a razão porque as mulheres vadias e mal-amadas, os estrangeiros e os ladrões e traidores da pátria chamam os jornais sérios, que denunciam roubos e desvios de condutas, de Pasquins ou de Pasquins Coloridos

Uma das origens conhecidas do nome PASQUIM com que se apelidam alguns jornais, vem da Europa quando, durante a Segunda Guerra Mundial, a França foi invadida pelos alemães e o presidente francês, Marechal Petain, rendeu-se aos germânicos. Os estrangeiros passaram a governar a França, roubar e saquear seus tesouros e suas riquezas e a maltratar e humilhar o povo. Contaram com o apoio dos traidores da pátria, homens desonestos, moradores dos esgotos de Paris e das mulheres de vida fácil, vadias e prostitutas que infestavam as ruas da capital francesa e também aderiram aos invasores por interesse financeiro. Foi quando os franceses patriotas, criaram um movimento clandestino, chamado de “Le Resistence”, ou seja, A Resistência, com o objetivo de minar a ocupação germânica e resistir aos alemães. Esses franceses, “os resistentes”, precisavam se comunicar e passaram a deixar recados, avisos e ordens, uns para os outros, em pequenos papéis que eram largados embaixo de pedras, nos cantos escuros e em outros locais que só eles conheciam. Com o tempo, a resistência cresceu e os papéis foram aumentando de tamanho até se tornaram pequenos jornais. Os alemães desobriram e passaram a chamar os papéis de pasquins e quem fosse pego com um pasquim era preso e fuzilado. Depois que os alemães estrangeiros ladrões foram derrotados e expulsos da França, os traidores e as vadias voltaram para os esgotos de Paris e o Pasquim ficou como simbolo da resistência e passou a circular livremente em forma de jornal tablóide. O nome pasquim ficou como um jornal de combateao roubo, a sem-vergonhice, às fraudes, às traições. Aqui mesmo no Brasil, no Rio e em São Paulo, durante a ditadura militar, os humoristas criaram um tablóide chamado O PASQUIM que, com piadas e artigos criticavam os ditadores que oprimiam o povo. Nosso editor Manoel Reis Junior colaborou com o jornal. Diversas vezes ele foi apreendido nas bancas e seus diretores foram presos porque denuncia-

vam torturas e desvios de comportamento dos dirigentes. Depois, a ditadura foi jogada na lata de lixo da história mas o nome Pasquim continuou a simbolizar luta e liberdade de um povo prejudicado. Não vamos confundir as coisas. Existem os canalhas, os larápios, os difamadores que se utilizam de papéis sem nome e sem identificação, papéis anônimos para caluniar difamar pessoas e famílias. Os criadores desses papéis são os leprosos morais que não se identificam. Esses papéis nojentos não devem ser chamados de pasquins, porque Pasquim, com P maiúsculo, identificado, assinado, é coisa de homem e não de ratos de riachos que cortam os centros das cidades. Portanto, em qualquer lugar do mundo, quando um jornal sério é chamado de Pasquim ou de Pasquim Colorido, isso desperta nas pessoas de bem dois sentimentos: O primeiro sentimento é de que o jornal está combatendo traições e roubos dos bens da pátria e da população, que ele é símbolo da luta pela honestidade, vergonha, honra, democracia e pela verdade na vida pública. O segundo sentimento é que as pessoas que chamam o jornal de pasquim ou de pasquim colorido, estão reconhecendo que são desonestas, que existem estrangeiros ladrões, roubando os bens da comunidade, maltratando o seu povo. E que são pessoas que trairam seus compromissos de honra com sua gente, homens sem escrúpulos, mulheres desamadas, vadias, desmoralizadas, moralmente sem-eira-nem-beira. Assim sendo, em qualquer lugar que estejamos, temos que dar vivas para os pasquins ou pasquins coloridos que possam existir neste Mundo, desde que devidamente identificados.

EdLamar

Esclarecimentos ao Senhor Secretário Municipal de Defesa Civil

Anexo ao ofício acima

(Ofício do Secretário à Telefônica Oi) Varre-Sai, 26 de agosto de 2009 Ofício SEMDEC 181/209 A: Companhia Telefônica OI Assunto:Solicitaçãode Telefone Venho através deste, solicitar a esta conceituada empresa que seja realizada a instalação de um telefone público na comunidade de Jacutinga, Fazenda Santa Cruz, preferencialmente próximo ao colégio Municipal Fazenda Santa Cruz, visto que o mesmo encontra-se em localização geográfica centralizada e que atende igualmente a toda a população da referida localidade. Tal solicitação prende-se ao fato desta Secretaria Municipal de Defesa Civil preocupar-se imensamente com tal situação, visto que esta comunidade não possui meio de comunicação com a sede do Município, tornando-se a mesma vulnerável em situações de emergência, quando um meio de comunicação, em alguns casos, faz a diferença, chegando ao ponto de decidir entre a vida e a morte. Finalizando, gostaria de informar que segundo alguns moradores já existiu na localidade um outro telefone público, que foi retirado por motivos por mim desconhecidos. Certo do pronto atendimento, aproveito a oportunidade par renovar protestos de estima e distinta consideração. Marcio Vieira Batista CB BM 00/00-RG 27.686 CBMERJ

(Resposta da Telefônica Oi ao Secretário) Rio de Janeiro, 22 de Setembro de 2009. Ilmo. Sr. Marcio Vieira Batista Secretário Municipal deDefesa Civil Praça Padre Abaeté Cordeiro, nº 16 Varre-Sai, RJ. Prezado Secretário, Em atenção à correspondência encaminhada por V.Sa.com a soliticação de telefone de uso público na comunidade da Jacutinga, Fazenda Santa Cruz, neste Município, informamos que consta em nossos registros a Comunidade Santa Cruz e no último levantamento realizado identificamos que a localidade não possui população superior ao estabelecido pelo Plano de Metas de Universalização, em consequência, não há previsão em nosso planejamento de implantação de telefone de uso público para esta localidade neste ano. Entretanto, registramos sua solicitação para orientar estudos de futuras expansões do Serviço telefônico. Contando com a compreensão de V.Sa. estamos a sua inteira disposição Atenciosamente, Wilson Bôtto Filho Executivo de Relações Institucionais da Oi - Rio de Janeiro

Sem política sadia a vida vira um “salve-se quem puder” Senhor Secretário Marcio Vieira Batista. Conforme solicitado, estamos publicando seu bem escrito ofício e anexos. Entretanto, vimos esclarecer alguns aspectos dessa matéria. O primeiro deles é que o artigo publicado de autoria do nosso companheiro Valter Fabricante é um hino de amor, paz e de estímulo para que as pessoas abram seus olhos do corpo e da alma para o mundo que as cerca. E que descubram o valor de si mesmas, como criaturas e direitos intrínsecos à cidadania. Ele não fala em política no sentido atribuído por V.Sa. Mas, mergulha na política do relacionamento humano e social. Aliás, senhor Secretário, a vida humana, sem essa política positiva, buscando a verdade, que persegue resultados sociais, resulta no “salve-se quem puder”, na selvageria. Não há, portanto, vida social sem política no sentido mais autêntico dessa palavra. Quanto ao outro sentido, imediatista da palavra política, disso nós não estamos tratando aqui nem em qualquer outro espaço deste jornal em qualquer de suas edições. O Valter, como poucos em nossa terra, tem autoridade para escrever artigos dessa natureza. Ele que esteve degradado pelo vício, desgraçado pelas doenças decorrentes e, quando estava se transformando num trapo humano, lá

Março de 2009: a primeira reportagem sobre a Oi

no fundo do poço, viu uma fagulha infinitesimal de Deus e emergiu da lama e das cinzas e hoje é um dígno ser humano, chefe-de-família e empresário. Seu nome atualmente deveria ser Valter Fabricante de Milagre. Seu artigo, por isso, ganha a dimensão de um farol na escuridão. Renasceu para a vida social e vem se revelando exemplar para vida comunitária, desenvolvendo a consciência dos direitos que temos cada um de nós como indivíduos e todos juntos como coletividade. Não vale portanto substimálo, classificando-o sob aspectos políticos de menor valia. Quanto o nosso jornal, ele é político sim, Senhor Secretário, no melhor sentido. Ele denuncia, reivindica, sugere. Em nossa curta trajetória em Varre-Sai já conseguimos vi-

tórias memoráveis as quais é desnecessário enunciar. Até mesmo estar hoje publicando sua crítica e sua reivindicação é prova do quanto nosso espírito é aberto para as pessoas, para o governo e para a comunidade. O segundo aspecto é relativo à reivindicação da melhoria dos serviços telefônicos em Varre-Sai. O ofício enviado por V.Sa. para a Companhia Telefônica Oi está datado de 26 de Agosto de 2009. Acontece que muito antes, na edição de Março de 2009, nós publicamos a primeira reportagem sobre a precariedade dos serviços telefônicos em Varre-Sai e este jornal foi enviado para a empresa Oi e para a AnatelAgência Nacional de Telecomunicações. Na edição de Setembro de 2009, voltamos

ao assunto e sugerimos também a participação da Prefeitura de Varre-Sai nessa reivindicação. Sugestão que, como as demais, não recebeu nenhuma resposta do governo municipal. Portanto, o artigo do Valter Fabricante fez a referência certa, quando tratou desse assunto. Algum tempo depois da primeira reportagem de Março de 2009 algumas pessoas percorreram a nossa região pesquizando dados relativos à telefonia. Assim sendo, existe um sistema em andamento com relação a este assunto. Em breve estaremos reiterando a reivindicação, com o apoio da comunidade rural de Varre-Sai. Cumpre dizer a V.Sa. que a reivindicação feita por essa importante Secretaria Municipal de Defesa Civil foi valiosíssima e no que for possível V.Sa.pode contar com o apoio deste jornal. Até mesmo para explicar à Oi aspectos da legislação que a mesma finge desconhecer mas dos quais nós já temos conhecimento. E dizer que o telefone público solicitado por V.Sa. à Oi para comunidade da Jacutinga é um item de um assunto maior envolvendo a comunicação em toda a Zona Rural, pela qual estamos lutando. Aceite nossos votos de estima e admiração pelo trabalho desenvolvido por V.Sa. A EDITORIA


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Edição VARRE-SAI

PROERD - PMERJ

Republicado por ter saído com incorreções

Diplomou nova turma em Varre-Sai Sargento PM Valério Paulanti é o responsável pelo programa Cristiane Abib

Com a presençado Secretário Municipal de Educação, professor Carlos Alberto da Silva., de familiares e conhecidos dos alunos, professores e da equipe do jornal Edição VARRE-SAI, o Sargento PM Valé-

rio Paulanti cumpriu mais uma etapa de sua catequese civico-social, diplomando nova turma de alunos do PROERD que visa orientar os aluno s sobre o perigo do uso de drogas em geral.gas da mais variadas espécies .O curso faz parte da

programação da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e o Sargento Valério Paulanti é o responsável pela sua aplicação em VarreSai e outras localidades. Como sempre nenhum vereador compareceu ao importante evento.

A turma PROERD 2009 de Varre-Sai.

O professor Luiz Carlos da Silva, Secretário Municipal de Educação, representando também o Prefeito Eveardo Ferreira, congratulou-se com a Polícia Militar e com o Sargento Valério Paulanti pela diplomação de mais uma turma do Proerd e exaltou a sua importância para impedir que crianças e jovens se iniciem no vicio dos toxicos e destaca sua utilidade para sociedade.

A Polícia Militar cumpre sua nobre misssão preventiva junto às crianças de Varre-Sai O PROERD-Programa Estadual de Resistência às Drogas é um trabalho de parceria entre a Polícia Militar, escolas e famílias para prevenir a disseminação de dogas e a violência entre jovens estudantes do Ensino Fundamental, aplicado em escolas da rede oficial de ensino, destinando-se prioritariamente a estudantes na faixa etária de 09 a 11 anos. Durante o ano letivo 17 aulas são ministradas por Policais Militares habilitados para o assunto e o conteúdo é baseado no modelo de educação afetiva e desen-

volvido com o auxílio de um Livro de Estudantes.As aulas estimulam as crianças a pensarem nas consequências das escolhas que fazem e reforça a auto-estima, ensinam maneiras de lidar com as pressões do grupo e identificar as alternativas positivas, promovendo no último encontro uma formatura no qual os estudantes recebem um diploma e assumem compromisso pessoal de rsistirem às drogas e à violência. A filosofia do programa prevê o direcionamento de atividades aos pais/responsáveis, promovento a

A Polícia Miitar do Estado do Rio de JaneiroPMERJ constitui-se no primeiro Centro de Treinamento PROERD no Brasil, multiplicando assim o número de policiais militares Instrutores. O programa é aplicado por policiais militares habilitados em sala de aula e não invalida qualquer outro programa de prevenção dirigido àscrianças e aos jovens. Essa prevenção primária é, na realidade, uma atribuição da polícia militar que necessita de parceria com a comunidade pois só assim se conseguirá se manter as crianças longe das drogas. Os PMs instrutores do PROERD contam com um Centro de Capacitação no CFAP (Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças) que oferece suporte técnico para o bom funcionamento do programa. As prefeituras interessadas assinam umconvênio com a PM para a implantação do programa no município e o Secretário Municipal de Educação indica as escolas com as quais o instrutor entra emcon-

Por razões técnicas as fotos estão publicadas sem os nomes das pessoas. Se for do interesse de alguém, favor comparecer à redação e a foto será republicada gratuitamente em próximas edições.

reflexão sobre a importância da família como ambiente primeiro da prevenção. A Polícia Militar atua no programa porque inicialmente a atividade de prevenção é uma das suas atribuições constitucionais. O abuso das drogas não pode ser tratado somente com repressão policial pois esta só consegue reduzir a oferta. È preciso reduzir a demanda, ou seja, a procura, ou seja, o consumo para aumentar a chance de sucesso no efrentamento do problema que atinge a Sociedade.

tato e produz um formulário de programação das atividades, sempre no início de cada semestres, pois são feitas duas formaturas por ano. O Sargento Valério Paulanti era diplomado em Formação de Professores (Ensino Médio) e Pedagogia (Ensino Superior) quando se inscreveu no PROERD em julho de 2001, juntamente com mais 25 voluntários e no final, a equipe de selecão escolheu ele e outro. Valério foi designado para atuar nos distritos de Retiro, Venâncio e Raposo (Município de Itaperuna), nos distritos de Santa Clara e Purilândia (município de Porciúncula) e nos municípios de Lage do Muriaé e VarreSai. Em sua área ele atende a uma média de 500 alunos por ano, tendo chegado ao total de O atendimento total na sua área de atuação, nesse período de 8 anos, chega a 4.000 alunos, isto é, quatro mil crianças que receberam os orientação culturale social para se manterem afastados das drogas.

Palavra do Instrutor Sargento PM Valério Paulanti “A satisfação de fazer esse trabalho é indescritível pois a cada dia temos uma nova alegria, sempre com um retorno dos alunos em aprendizado, em carinho e também quando os alunos informam que conseguiram fazer um pai, uma mãe ou um outro da família diminuir ou até parar de fazer uso indevido de drogas. É muito gratificante nos sentirmos úteis na vida de alguém, pois somos todos Um só em DEUS. Mais gratificante ainda porque pertenço a nossa gloriosa Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, da qual tanto eu como os demais instrutores em todo o Estado recebemos a qualificação e o apoio para o cumprimento dessa tarefa.magna que é a orientar crianças para que elas não enveredem no vício maldito das drogas.”


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Edição VARRE-SAI

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MENSAGEM AOS ‘VAZADORES’ E ‘QUEIMADORES’ DE CHALÉS Mello Campos

“Ele vai vazar em pouco tempo” “Ele vai vazar em pouco tempo.” Esta expressão chula, linguagem de bandido, referindo-se ao nosso editor Manoel Reis Junior, teria sido usada por algumas pessoas de Varre-Sai com quem este jornal nunca se preocupou. Prestem atenção, boquirrotos: Vocês estão levando para o terreno da bandidagem uma questão política, criada pelas denúncias verdadeiras que temos feito sobre pagamentos de serviços fantasmas por parte da Prefeitura, justamente a prefeitura que vocês deveriam fiscalizar para honrar seus cargo público que são pagos com o dinheiro de nós todos, inclusive o meu. Prestem mais atenção, boquirrotos: Quando se está em litígio a palavra vazar significa morrer. Ocorre, boquirroto, que nosso editor é um homem de bem, nunca teve problemas pessoais com polícia, como tentativa de homicídios, envolvimento com tráfico ou uso de maconha, cocaína ou outros tóxicos parecidos. Nosso editor tem serviços prestados à Humanidade e está mostrando a verdade para uma população enganada, explorada, espoliada, traída justamente pelas pessoas que deveriam defendê-la.

Mau exemplo do prefeito Mas o fato de ser ele um homem de bem não quer dizer que ele é um homem sozinho. Pelo contrário, há muito mais gente por trás dele do que vocês podem imaginar, neste seu mundozinho cão sujo e sórdido. E saibam, boquirrotos, que pessoas como ele, dão muito mais trabalho a bandidos depois de mortas,do que dão enquanto estão vivas. Ainda mais se a morte for do tipo que vocês estão insinuando: vazada. Não se sintam, boquirrotos, estimulados pelo péssimo exemplo dado pelo prefeito de Varre-Sai que há poucos dias tentou agredir o nosso editor e ameaçou sua vida. Quando um prefeito faz uma barbaridades dessas seus acólitos sabujos sentem-se estimulados e dizer besteiras e fazer bravatas. Para ganhar um dinheiro do chefe esses marginais sociais se oferecem para qualquer serviço. Dias destes um grupo de mal-amados, que já está devidamente identiticado e localizado, vomitando besteiras, sugeriu que se queimasse o chalé do Editor. conversa esse que foi gravada por um simples telefone celular. Sai dessa, gente! Não chamem para cima de si e dos seus tanta des-

graça. Honrem suas famílias. Portanto, boquirrotos, pensem bem e aceitem este conselho de quem tem muito mais experiências da vida do que vocês, com todas as “viagens” que fazem: não levem esse questionamento político para o lado da bandidagem. Porque, neste caso mais do que em outros, a violência poderá gerar violência. O sangue dos inocentes E a violência quando vem de retorno, ela é cega e surda, atinge a todos indistintamente, inclusive os inocentes. Nós, que somos pais e temos filhos e filhas amados devemos pensar nisso com seriedade. Pensar em nossos familiares, principalmente nos filhos adolescentes, mais fáceis de serem alcançados pelo braço da vingança desse mundo sujo e cruel que nos cerca. Portanto, vazadores e queimadores de chalés frustados e mal-amados, aceitem nosso conselho: dêem valor à paz, pensem nos familiares e especialmente nos filhos que merecem viver num mundo melhor e mais feliz. Passe este mesmo conselho às pessoas com que você convive e das quais recebe apoio, pagamento e outras manifestações de apreço e gratidão pela lealdade

comprada, pela omissão e pela subserviência. Conselho que é estensivo a todas as pessoas que se sintam moral ou materialmente envolvidas nessa querela que poderia estar resolvida se a Câmara Municipal de Varre-Sai, diante das primeiras denúncias feitas neste jornal, tivesse assumido sua obrigação com a comunidade que a elegeu. Profissional sério O editor Manoel Reis Junior é um profissional sério. Ele tem inclusive dossiês de alguns políticos desta terra e se recusa a usá-los. Referem-se a ocorrências policiais envolvendo crimes graves contra a sociedade. Como tem também dossiês sobre aposentadorias irregulares com utilização de falsos contratos de parceria, contratos de favor. Mesmo assim, mantém seu silêncio sobre isso. Apega-se unicamente aos desvios de conduta na vida pública dos governantes de VarreSai. Mesmo já tendo recebido três ameaças de “vazar”pelo telefone. Duas delas estão gravadas e nenhuma das três teve a menor influência na sua atuação em defesa da população. Nem vão ter. Boquirroto e outros: cuidem de suas vidas , cumpram seus deveres!

Entre uma fumaçada e outra cheirada, bobalhões têm dito que eu, Mello Campos, sou um laranja. Sou não, boquirrotos. Sou de carne e osso e considerado, na marginalidade, como osso duro de roer. Se um dia o nosso editor resolver se afastar da Imprensa, como ele está pretendendo fazer dentro de mais algum tempo, eu vou continuar com o jornal Edição VARRE-SAI. A diferença é que nós temos levantadas as vidas pregressas de alguns integrantes da vida pública de Varre-Sai inclusive com ocorrências policiais de envolvimento com tóxicos, aposentadorias fraudulentas do INSS, falsos contratos de parceria etc... E, se for preciso, vou divulgálas. Coisa que o nosso editor não gosta de fazer. Mas, eu, pelo contrário, gosto muito e não terei nenhuma pena de expor à execração pública, quem não tem dignidade e vende seu mandato por aluguel de imóveis, empregos para parentes e mensalinhos, dois mil reais por fora e outros favores sujos.

VARRE-SAI TODO DIA Pergunta A ELETROCELL vende mais porque atende bem ou atende bem porque vende mais? Será pelas duas coisas?

Vovó Creuza e o garotão Luiz Felipe. recordar é viver

ESP AÇO ESPAÇO GRA TUIT O GRATUIT TUITO Seja qual for sua mensagem, particular ou comercial, use gatuitamente o espaço deste jornal

Edson, Denilson, Jardel, Lucas, Kenedy, Vanusa, Luiza.

SR. SEABRA Ele se orgulha de muitas coisas. Entre elas: -Ter 81 anos de idade; - Estar em pleno vigor físico; - Cultivar uma mandioca de 1 metro e quarenta centímetros. - Pode ainda incluir o fato de ser amado por seus familiares e ser estimado por toda a população.

“Alô, sr. Seabra, quanto quer pela mandioca?”

Valdeci Luiz de Mello, O popular Nem da Creche, precisa com urgência adquirir um triciclo para adptar a sua Biz. Ele é paraplégico portador de Paralisia Infantil e está com tendenite no braço direito, ficando impossibilitado de girar a manivela de sua cadeira de rodas. Necessita do triciclo com o qual possa locomover-se e tudo que custa três mil reais. Está apelando para todos que, abaixo de Deus, possam coloborar com ele.

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COLUNA DA AGRICULTURA

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Edição VARRE-SAI

HOSPITAL

Manel Reis Junior

1º parte

Francelino Bastos França

Entregue pela administração anterior em

Estado de calamidade A CRISE ALIMENTAR Companheiros, - é a fala do Presidente Lula - “Não há qualquer virtude na pobreza, que é na realidade uma doença mental e deve ser abolida da face da Terra.” “Então acabaram-se os sete anos de fartura e começaram a vir sete anos de fome, como José tinha dito; e havia fome em todas as terras” - Gênesis41.53 Desde aqueles tempos mais afastados e mesmo nos mais próximos, a fome tem sido a companhia indesejavel do homem. Ela é o resultado de fenômenos cíclicos imprevisíveis, originários de causas climáticas, sísmicas, pandemias, pragas agrícolas, de guerras ocasionando desastres de consequências catastróficas à produção de alimentos para as populações. Em todos os lugares o cultivo do solo começou de forma muito rudimentar. Há indícios de que há 7.000 anos A.C. as primeiras lavouras de banana e inhame já eram cultivadas na Nova Guiné, uma grande ilha ao norte da Austrália. Presume-se que o homem, primeiramente um animal arborícola, desceu da árvore, seu habitat dos primeiros dias, transformando-se em em terrestre, na busca de nutrientes protéicos encontrados nas raízes das plantas tuberosas e nos anelídeos artrópodes do solo. De nômade no início passando a maior parte do dia à caça de alimentos nos camos e nas matas, ao longo desta milenar caminhada pela existência, descobriu o ciclo evolutivo das plantas, observando o milagre da germinação, fez-se sedentário e descobriu uma nova ordem revolucionária - a agricultura. Mais tarde a nova ordem estabelecida, dando continuidade ao processo evolutivo deslanchou em altos parâmetros, criando uma civilização de searas pródigas que só existem porque o homem aprendeu a cultivar a terra. Fosse em 1500 ou 1800 na Europa ou na Ásia uam família típica vivia praticamente de pão. Revirar os lugares a procura de comida e procurar forragem era quase uma forma de vida. Nas florestas procuravam-se cogumelos e frutas silvestres e recolhiam-se ovos de aves. A vida cotidiana em todas as partes do mundo concentravam-se na produção de alimentos. Na Finlândia no início da década de 1650 um longo período de fome chegou a matar um terço da população. No entanto um dos mais graves efeitos das mudanças climáticas, considerada a maior aliança ja enfrentada pela humanidade, conforme relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, foi o de ressuscitar e infelizmente com muito rigor as previsões de Thomas Robert Malthus. O desafio de alimentar 9 bilhões de pessoas em 2050 é preocupante. O aumento da produtividade agrícola em termos globais é de apenas 1% a 2% ao ano. Isto é muito pouco para atender ao crescimento demográfico e o aumento da demanda. A produção atual de alimentos precisa duplicar até 2050. As mudanças climáticas na realidade já estão preocupando com uma maior incidência de eventos extremos, tais como: altas temperaturas e secas o que vai reduzir ainda mais as safras agrícolas, fazendo surgir o que está sendo chamado de “crise alimentar”. Hoje, 2 bilhões de pessoas vivem nas partes mais secas do mundo e as mudanças climáticas vão reduzir acenduadamente a produtividade nessas regiões. Esse assunto será publicado de outra vez. Companheiros, - é a fala do Presidente Lula - “Não há qualquer virtude na pobreza, que é na realidade uma doença mental e deve ser abolida da face da Terra.” O país que planta a fome espanta. FRANCELINO BASTOS FRANÇA, ex-deputado, escritor, empresário rural e proprietário da Fazenda da Bela Vista.

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Editor: MANOEL REIS JUNIOR Editoria Política: CRISTIANE FABRI Editoria Fotográfica: VALTER FABRICANTE Rua Sebastião Alves Figueira 5, Centro, Varre-Sai, RJ, tel. 22-3843-3124

É tão caótica a situação em que os atuais gestores Amâncio Bendia, presidente e seu vice Otavio Santos Filho encontraram o Hospital São Sebastião de Varre-Sai, que a reportagem que fizemos, a partir de uma entrevista que

nós mesmo solicitamos a eles, não poderá ser toda publicada nesta edição. Outras duas partes sairão em edições próximas. A cada parte publicada, o gestor anterior, Dr. Josemar terá o devido direito de resposta para escla-

recer, caso queira, ao sacrificado povo de Varre-Sai, as razões porque encontrou o hospital com uma dívida de cerca de 900 mil reais, administrou durante dois anos, recebendo os repasses a que tinha direito, teve uma arreca-

dação de quatro milhões e trezentros mil reais reais nesse período e, mesmo assim, deixou a entidade com uma dívida de cerca de um milhão e novecentos mil reais, isto é, mais do que o dobro da dívida que encontrou.

Amâncio e Otávio firmaram entre si o compromisso de lutar pela recuperação do hospital. Embora aconselhados por muitas pessoas a suspender durante algum tempo o atendimento, eles entenderam que isso sacrificaria mais ainda a população. Puseram “mãos à obra” e graças a tal disposição, o hospital vem atendendo, diariamente, acima dos seus limites, graças também ao apoio que têm encontrado dos servidores da instituição. O esforço é geral pelo bem comum.Fazem questão de ressaltar a solidariedade e ajuda das demais secretarias municipais, sempre presentes quando preciso.

2.389.173,61?

R$

Dois milhões, trezentos e oitenta e nove mil reais e sessenta e um centavos, onde está esse dinheiro? Embora nos dois anos da administração do sr. Josemar a entrada de dinheiro no hospital tenha sido de R$ 4.328.304,69 a importância que passou pela Contabilidade da entidade foi R$1.939.171,08, havendo portanto uma diferença de R$2.389.1733,61(dois milhões trezentos e oitenta e nove reais mi reais e sessenta e um centavos). Busca-se uma explicação para essa diferença e o que foi feito com esse dinheiro. Há possibilidade uma parte desse valor ter sido desviado para pagar funcionários que não prestavam serviços ao hospital. Essa questão virou ação no Ministério Público, solicitada pela atual administração. Pedido de prestação de contas. Esposa do ex-presidente entrou com ação trabalhista Desses funcionários que não prestavam serviços ao hospital, muitos que receberam salários naquela época para prestar serviços a outras entidades estão agora entrando com ação trabalhista contra o hospital. A principal dessas ações está sendo promovida por Paula Abib Fabri, esposa do ex-presidente Josemar, que na época prestava serviço ao PSF e recebia R$2.000,00 por mês, sendo filha da ex-Secretária de Saúde Marlene Fabri e sobrinha do ex-prefeito Antonio Said. O valor dessa ação que ela está movendo contra o hospital é de R$352.888,14 (trezentos e cinquenta e dois mil, oitocentos e oitenta e oito reais e quatorze centavos) e seu patrono é o advogado Elcio Junior. Hospital e veículos sucateados Além das dívidas financeiras, o hospital foi entregue sucateado. A situação atual do imóvel é precaríssima, todo o prédio precisando de reformas, alguma bem urgentes. Infiltrações e vasamentos nas paredes e lages, redes elétrica, água e de esgotos em estado lamentável, rede de oxigênio velha e necessitando de desentupimento e as vasilhas (bujões) de oxi-

gênio colocados dentro do Centro Cirúrgico (o que é uma aberração), móveis e utensílios velhos, precisando de reparos e substituição urgente. Tudo praticamente inservível. Ambulância: em 28 de Setembro quando os atuais gestores assumiram a direção do hospital nenhum veículo funcionava e ambulância estava sucateada. Secretarias de Defesa Civil e Obras têm ajudado muito A Secretaria de Defesa Civil tem ajudado muito fornecendo lençóis, travesseiros, fronhas e toalhas, além de kits de material de limpeza. A Secretaria de Obras vem fazendo pequenos reparos e executou uma limpeza geral do Centro Cirúrgico que foi encontrado em estado lastimável e estava praticamente impossível de ser usado clinicamente.

Cheques sem fundos Outra procedimento grave deixada pela administração do sr. Josemar foi a emissãode numerosos cheques sem fundos. O mais estranho é que os cheques foram emitidos em meses em que os balancetes contabilizados do hospital acusava saldo na conta baancária do hospital bem maior do que os cheques somados. Exemplo: MARÇO DE 2008 Balancete: mostrava um saldo de R$37.746,51 Cheques sem fundos, totalizando R$ 8.145,13 Qual a explicação para esse fato: o balancete registrar um saldo de cerca R$37.746,51 e, neste mesmo mês, o gestor emitir diversos cheques sem fundos totalizando R$8.145,13 sendo que entre esses foram emitidos cheques até de R$177,00 de R$320,00 e de R$400,00? São treze os cheques sem fundos do Banco Itau. Eles totalizam R$21.297,53 com nove cheques no mês de março, dois cheques no mês de junho, um cheque no mês de abril, um cheque no mês de maio. Passar cheque semfundos é crime. Tendo saldo declarado no balancete é muito mais extranho.

Mensagem à população “Deixamos bem claro que, apesar de todos os problemas, o hospital continua com as portas abertas para toda a população. Estamos trabalhando 24 horas horas por dia para atender melhor a todos que precisam de cuidados médico, sem exceção. Mesmo com tantas dificuldades, o Hospital continua prestando serviços a um número cada vez maior de pessoas. O fato é que precisamos de mais ajuda da Prefeitura e de apoio da população nesta fase de reconstrução do hospital. A população pode colaborar muito se passar a procurar primeiro os postos de

PSF

PSF em cada localidade para o atendimento ambulatorial inicial e vir ao hospital quando encaminhada pelo o médico. Esse procedimento será bom para todos. Para o doente que terá atendimento

próximo de sua residência e para o hospital que somente receberá o doente encaminhado pelo médico evitandose a sua sobrecarga, principalmente nesta fase de reorganização e melhoria de serviços.”

Amâncio Bendia e Otávio Santos Filho

Através do PSF os moradores podem ter o atendimento médico inicial próximos de suas residências, evitando deslocamentos e gastos de dinheiro e de tempo desnecessários. O próprio médico é que vai deliberar se é necessário procurar o hospital. As localidades do PSF são: -Cruz da Ana -Prata -Jacutinga -Área Urbana (Em obras) -Creciúma -Recanto Ecológico Continua na próxima edição


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PAINEL VS M anoel Reis Junior

Fatos e fotoS Sotof e sotaF

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SV LENIAP

COLUNA SOCIAL - GENTE - ACONTECIMENTOS - FESTAS

Série: O AMOR É LINDO

r o i n uJ s i e R l e o n a M

Beleza de FEVEREIRO

Maurício e Helen

Silaine e Vinicius

Laise Maria Laise Maria Grillo Rodolphi filha de Pedro Paulo de Assis Ridolphi e Eulália Grillo Rodolphi.Estudante. quer buscar o Terceiro Grau. Beleza pura da Zona Rural de Varre-Sai.

Silvania e Beto

Ana Teresinha, Maria Isabel, Angélica de Gilma linda com seus olhos de gata, 9 anos, filha de Carlos e de Rosa Maria Cássia, unidas para toda a vida.

Publique sua foto, PUBLI dos seus familiares e amigos. Noivados, cassamentos, batizados, bodas, aniversários, nascimentos, formaturas e outros eventos

GRÁTIS! Diogo e Viviane

Rafael e Tais

Antonio Carlos, mãe Lucilene e pai Antonio Desidério e Diogo, dois irmãos que se tratam com o carinho herdado dos pais. Carlos, tem jeito de esperto e é mesmo.

Francine no colo, Gilcélia e Geilton um trio pleno de amor

Menino Luiz Guilherme, tranquilo no colo da mamãe Fernanda. Nada tão importante para a criança quanto esse contato com o corpo da mamãe. Transmite paz e segurança ao bebê, sentimento que lhe será útil para o resto de sua vida, contribuindo para que ele se torne um adulto seguro e feliz.


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Jornal oferece provas materiais

À Câmara dos Vereadores publicando cópias das notas fiscais fantasmas pagas pela prefeitura As notas-fiscais abaixo são de empresa com endereço fantasma e de serviços não comprovados. A Prefeitura pagou estas e outras notas em iguais condições. O que falta para que os senhores vereadores e senhora vereadora tomem as providências cabíveis e exerçam sua missão constitucional de fiscalizar os atos da Prefeitura?

Os pagamentos representados pelas notas-fiscais acima são alguns dos pagamentos feitos pela prefeitura municipal de Varre-Sai, usando de forma absurda o dinheiro de uma população tão secrificada. E para isso que estamos chamando, mais uma vez, a atenção da Câma-

ra dos Vereadores de Varre-Sai. Diante da submissão até agora, daquela Casa, nós encaminhamos o assunto para o GTribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro-TCE que deverá proceder vistoria no endereço da empresa e solicitar comprovantes dos serviços que foram

pagos,comprovantes esses que teriam que estar juntados aos processos de pagamento, juntamente com as notas-fiscais. A tantas irrregularidades existentes neste caso, soma-se a omissãoda Câmara de Vereadores, cuja missão constitucional precípua e a de fis-

calizar o Poder Executivo de um modo geral e mais ainda a de fiscalizar o emprego do dinheiro da população. A bem da verdade cabe destacar a atuação do vereador Sanderson, o Sandrinho, que tem enfrentado a fúria dos seus colegas mas

não esmoreceu um segundo na defesa dos dinheiro da população de Varre-Sai. Temos a certeza de que o eleitorado vailevarisso em consideração na próxima eleição municipal quando iremos de casa-emcasa, esclarecendo a população sobre cada candidato.


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Eletrocel: a antiga perunta: vndemaisporaque servebem ou srve bem porque vande mais? ALEXANDRE MARTINS, PR

edson, denilson, jardel, lucas, kenedy, vanusa, luiza Vovó Creuza e netoLuiz Guilherme

Emoções – saúde mental


Jornal A Tribuna de Varre-Sai