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Brasília, 10 de março de 2014. Ofertas válidas até 24 de março de 2014.

Entrevista

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Hermes Rodrigues, presidente do CRECI-DF, fala sobre sutentabilidade e conscientização ambiental www.acheidf.com

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AcheiDF

@AcheiDF

Edição Nº 1 Ano 1. Jornal de distribuição gratuita. Venda proibida.

Reportagem

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Decoração Luminárias de material reciclado

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Arquitetura Casa Contêiner

Educação Ambiental

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Mercado Imobiliário Noroeste e seus Green Buildings

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Como ela influencia no desenvolvimento sustentável do seu bairro

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Mercado Imobiliário

Noroeste

Primeiro bairro totalmente Verde de Brasília questões como eficiência energética, utilização mais adequada da água, preservação dos recursos naturais e uso de materiais de construção com menor impacto ambiental. Adotar os princípios da ecologia profunda é também uma decisão competitiva. A questão não está em erguer edificações altamente eficientes, mas em oferecer um ambiente construído adequadamente à população, de forma a solucionar problemas sociais e de infraestrutura, integrando toda a cadeia de construbusiness e mantendo a competitividade econômica. O setor Noroeste é o primeiro bairrosustentável de Brasília. Seus “GreenBuildings” são autosuficientes e possuem tecnologias que benefiam tanto o morador como o meio ambiente. Entre os diferenciais que transformam o Noroeste no primeiro bairro ecológico do Brasil estão prédios projetados de forma ambientalmente correta com capatação de água das chuvas que ficarão armazenadas em lagos artificiais, evitando acumulo de água nas vias; muita área verde e um parque ecologico integrado a cidade. Investir na construção verde é investir no futuro de nossas gerações. Saber escolher as melhores práticas dentro do conceito do green building é aumentar a eficiência com o objetivo de dispor de edificações com soluções tecnológicas sustentáveis. O conceito de construção verde não está associado apenas à preservação do meio ambiente. Por isso, muitos preferem o termo construção sustentada, que é mais condizente com a proposta que prevê o desenvolvimento

econômico e social, e o respeito ao meio ambiente. Assim, em perfeita harmonia com o meio ambiente, o primeiro bairro ecológico do Brasil, o Noroeste, traz a possibilidade de se viver em conformidade com as necessidades do planeta, em consonância com o desenvolvimento sustentável do Distrito Federal. Aspectos como a preservação do verde e a implementação de serviços ecologicamente corretos, priorizados pelo setor, abrem portas para a criação de novos hábitos de vida da população de Brasília. A construção civil se enquadra numa das categorias essenciais no processo de mudança de comportamento da humanidade em relação à responsabilidade social, econômica e ambiental. Na tentativa de minimizar o impacto que a construção traz ao meio ambiente e à economia como um todo, o green building, ou construção verde, veio para fazer a diferença e já ganhou muitos adeptos. Investir nesse tipo de construção pode interferir diretamente na solução de

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Emplavi utilizado construção verde em suas obras O objetivo da Emplavi, ao investir no bairro, é proporcionar aos clientes a convivência harmoniosa com o meio ambiente e influenciar iniciativas positivas em defesa da sustentabilidade. Assim, o Noroeste será fundamental para influenciar na cultura ecológica das famílias brasilienses. Atento também à redução dos impactos ambientais, a Emplavi separa por classificação os resíduos provenientes das obras, há anos. No canteiro de obras há contêineres para realizar essa segregação. Os resíduos que podem ser reciclados, como plástico, madeira, papelão, vidro, metais, entre outros materiais, são repassados para as indústrias de reciclagem. Além de reciclar seus resíduos, a construtora utiliza materiais que podem ser reaproveitados em outras obras, como, por exemplo, os tapumes.


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Arquitetura

Inovação em Moradia

Casa Contêiner

O aproveitamento de contêineres para a construção ainda não é muito comum aqui no Brasil, no entanto, a procura pelo mater ial vem crescendo muito. Para se ter uma ideia, nos últimos dois anos o preço dos contêineres reciclados subiu de R$ 3 para R$ 6 mil tamanha a procura. Os contêineres de carga têm uma vida útil para transporte de mais ou menos 10 anos. Usá-los na construção de casas é uma forma de reaproveitar este material, que fica estocado nos portos e ocupando espaços; além de ser mais sustentável e econômico. Construções com contêiner já são usadas há décadas em países frios como a Noruega e a Finlândia; duram até 90 anos e custam muito menos do que os materiais usados tradicionalmente para fazer uma casa. Para levantar uma casa de alvenaria convencional as construtoras cobram em média R$ 1.200 pelo m2, num contêiner de 6x4m, você pagará R$ 250 o m2. As adaptações de um container para a arquitetura incluem o tratamento de isolamento, incorporando as questões térmica e acústica, o corte para portas e janelas para garantir iluminação e ventilação adequada do espaço interior e os revestimentos internos, que incluem o piso e as paredes.

Abrigo de Papelão

Principais vantagens: • A mais importante de todas é a preservação ambiental. • Economia na obra de aproximadamente 35% no custo total da residência, desde a fundação da casa até o revestimento externo. • Agilidade na construção, leva geralmente entre 60 a 90 dias para ficar pronta. • Reutilização de materiais nobre descartável (containers) o que proporciona economia de recursos naturais que não foram utilizados na construção da casa: areia, tijolo, cimento, água, ferro etc. Isso gera uma obra mais limpa, com redução de entulho e de outros materiais; • Podem ser facilmente transportados para qualquer lugar; • Reuso de água da chuva: Os projetos podem captar água da chuva pelo telhado, armazenada e filtrada em reservatório próprio, para uso na irrigação do jardim, limpeza externa, lavagem de carro e máquina de lavar roupa.

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Enquanto a falta de moradia não é solucionada no mundo globalizado e milhares de pessoas ainda moram nas ruas, designer inova e cria casa de papelão dobrado. A americana Tina Hovsepian, na esperança de suprir as necessidades dos moradores de rua, desenvolveu um protótipo de um abrigo feito com papelão dobrado. Projetada em duas versões: a primeira, pensada mais para catástrofes naturais; e a segunda, que tem revestimento resistente à água e retardador de fogo, mais leve e se monta em um minuto . O Cardiborigami – a junção do termo em inglês (cardboard = papelão) com origami – técnica de dobradura japonesa – como é chamada a casa, já fala por si só. Uma idéia prática que custa pouco; faz parte de uma campanha de crow-funding do GoFundMe . Aliás, a designerestá à procura de parceiros e investidores que posam colocar sua inovação de pé.


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Entrevista

Hermes Rodrigues

Foto Divulgação

Presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis fala sobre Sustentabilidade e Consciência Ambiental da classe Hermes Rodrigues de Alcântara Filho nasceu em Cuiabá (MT) mas reside em Brasília desde 1966. É Corretor de Imóveis há 20 anos. Formado em Ciências Econômicas e pós-graduado em Gerência Empresarial. Professor universitario leciona nos cursos superiores em Gestão de Negócios Imobiliários. Em seguida, assumiu a Coordenação dos Cursos de Pós Graduação em Gestão Imobiliária e de Pós Graduação e m Direito Imobiliário, chegando à reitoria da Unimóveis-DF. No movimento sindical, foi presidente fundador do Sindicato dos Gestores e Técnicos Corretores de Imóveis do DF. Antes depresidir o Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Distrito Federal, foi diretor de AssuntosPedagógicos da autarquia nas gestões 2004/2006 e 2007/2009. Atualmente, é representante junto à Confederação Nacional das Profissões Liberais (CNPL), conselheiro Consultivo junto ao SECOVI-DF, Presidentedo Fórum dos Conselhos Regionais de Profissões Regulamentadas do Distrito Federal e membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Distrito Federal (CDES-DF).

Como a SUSTENTABILIDADE é inserida no contexto do CRECI? Tem algum projeto que a entidade realiza em prol desta causa? Nós acreditamos na conscientização ambiental da categoria dos Corretores de Imóveis e da sociedade como um todo. Por isso iniciamos um projeto intitulado CRECI Sustentável em que iremos instalar depósitos de pilhas e baterias descarregadas em cada unidade do CRECI. Assim, qualquer pessoa que desejar descartar estes materiais, poderá usar um de nossos depósitos instalados em Taguatinga, Asa Sul, Sobradinho e Gama. No site do CRECI-DF, www.crecidf.org.br, listamos todos os nossos endereços. Além disso, estamos articulando uma parceria com o Governo do Distrito Federal para participar do programa Plante uma Árvore, em que cada pessoa poderá usar um totem para plantar uma árvore virtualmente e que será plantada fisicamente com o nome da pessoa que plantou. Isso é bom porque vai ajudar na reposição e no reflorestamento da nossa capital, o que vai servir de exemplo para o mundo inteiro. Como o desenvolvimento sustentável pode afetar o desenvolvimento habitacional e econômico? A sustentabilidade ambiental é uma

tendência natural ao passo que percebemos que alguns recursos naturais estão se esgotando. E o desenvolvimento habitacional influência diretamente no desgaste destes recursos (flora, água potável e energia renovável), porém, é necessário já quê o déficit habitacional está longe de ser suprimido e muitas pessoas precisam de moradia. Na construção civil, como pode ser incorporado o conceito de SUSTENTABILIDADE? Hoje em dia vemos muitos conceitos de sustentabilidade aplicados na construção de casas e prédios que aproveitam a água da chuva, energia solar entre outros, mas, infelizmente ainda é muito caro tanto para o construtor quanto para o consumidor final. Assim, acredito que estamos passando por uma nova fase em que as pessoas e entidades governamentais estão cada vez mais cientes da necessidade de preservação do planeta como um todo e buscando soluções que venham contribuir com o crescimento econômico e social de uma forma geral. Qual a visão do CRECI em relação ao déficit de moradia no Distrito Federal? Como é visto a gestão habitacional no cenário nacional? Segundo a Secretaria de Habitação do Distrito Federal (Sedhab), o déficit habitacional gira em torno de 160 mil famílias, o que depende muito da política habitacional vigente, ou seja, esse valor pode exceder ou pode não ser tudo isso. De qualquer forma, existem milhares de famílias que precisam de um lugar para morar e felizmente podemos ver hoje o

governo local e federal dando uma atenção maior às famílias e baixa renda por meio dos programas Minha Casa Minha Vida e Morar Bem que, de fato, têm beneficiado diversas famílias. Ainda existe espaço para crescer, mas isso precisa ser feito de forma planejada, incluindo a sustentabilidade ambiental para que a qualidade de vida não seja afetada de forma prejudicial. Uma iniciativa interessante já está acontecendo com a Lei de Uso e Ocupação do Solo e o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico, ambos do Distrito Federal.

Estamos articulando com o GDF para participar do programa Plante uma Árvore, onde cada pessoa poderá plantar uma árvore com o seu nome.

Asa Sul - (61) 3321-1010 Setor de Diversões Sul, bloco A Edifício Boulevard Center, sala 401/410 imprensa@crecidf.gov.br Taguatinga Norte - (61) 3562-1011 QNA 42, lotes 03/06 urt@crecidf.gov.br Gama - (61) 3385-0605 Setor Hoteleiro, lote 04, loja 15 gama@crecidf.gov.br Sobradinho I - (61) 3387-1550 Quadra Central, lote K, loja 108 Varandas Shopping sobradinho@crecidf.gov.br


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Reportagem

Educação Ambiental

Sustentabilidade: Você pratica? Tudo é muito bonito na teoria, mas, será que na prática agimos de acordo? Esse é um questionamento que devemos fazer para saber se contribuímos efetivamente para a preservação do planeta ou se apenas falamos isso da boca pra fora. Na natureza na se perde, tudo se transforma, já diziam os sábios! Os três RS (Reduzir – Reutilizar – Reciclar) têm sido cada vez mais inseridos no dia a dia das empresas preocupadas com a responsabilidade socioambiental e aos poucos, da população. Nada se perde tudo se transforma! Com certeza você já viu ou ouviu essa frase. E na sustentabilidade essa frase embasa todos os trabalhos realizados com consciência ambiental. Nesse mundo globalizado de hoje, na velocidade instantânea das coisas, o consumismo desenfreado, a indústria cada vez produzindo mais para atender as crescentes demandas e, contribuindo ainda mais para a poluição e a degradação ambiental. Com educação ambiental e muita consciência das pessoas, podemos mudar esse quadro atual em que o planeta se encontra; aquecimento global, tempestades desastrosas, tsunamis, sem falar na fome e na miséria. Estamos cansados de saber que tudo é consequência das atitudes dos homens preocupados com o capitalismo e quê se esquecem de que eles próprios também dependem desses recursos explorados. Essa é uma discussão muito extensa, que caberia aqui quase um livro. O que queremos é mostrar como simples gestos podem contribuir de forma positiva... Não só para o meio ambiente, mas também para a sua comunidade. A Sustentabilidade existe a partir do momento em que o cidadão adota jeitos de fazer as coisas no dia –a – dia respeitando a si mesmo

(o que você não quer pra ti, não queira para os outros); ao próximo; ao meio ambiente e gerações futuras. Como você pode fazer isso? Atitudes conscientes como não desperdiçar as coisas, principalmente água e comida; reutilizar embalagens; compartilhar o que não precisa mais, assim você se aproxima mais de seus vizinhos e divide, empresta, doa o que não lhe é mais útil; coleta seletiva de lixo, mesmo que no seu bairro ainda não possua essa opção, faça você mesmo, na sua casa, incentive seus familiares a fazerem o mesmo... A mudança acontece de dentro pra fora... Então comece pelas suas atitudes, dentro de casa, com seus amigos, na rua, no trabalho, na escola. Você vai ver como simples gestos podem fazer a diferença. Seja consciente, respeite o meio ambiente!

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