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Sintra Aqui tão perto … A vila de Sintra , Património Mundial da Unesco . Destaca -se das demais por aliar uma beleza natural impar à arquitectura urbanística e campestre , maioritariamente constituída por palácios e chalés da antiga burguesia portuguesa e de toda a Europa . Património Mundial da Unesco desde 1992, Sintra mantém o mistério e o encantamento alcançado ao longo da sua história mas tem vindo a modernizar -se , acompanhando a evolução dos tempos e o surgimento de novas tecnologias . Em termos gastronómicos , Sintra é mundialmente conhecida pela sua doçaria Regional , com destaque para os famosos travesseiros de Sintra e as deliciosas Queijadas , que tornam obrigatória uma paragem para lanche aquando da visita a esta belíssima vila .

Os Monumentos :


PALÁ

Palácio da Pena

Situado em Sintra, na freguesia de São Pedro de Penaferrim, encontra-se o Palácio da Pena (Palácio Nacional da Pena) e também o Parque da Pena. Estes representam uma das melhores expressões do romantismo arquitetónico do século XIX, sendo mesmo o primeiro palácio da Europa construído nesse estilo. A 7 de julho de 2007, o Palácio Nacional da Pena foi eleito como uma das 7 maravilhas de Portugal.

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Quinta da Regaleira A Quinta da Regaleira constitui um dos mais surpreendentes e enigmáticos monumentos da Paisagem Cultural de Sintra. Situa-se no elegante percurso que ligava o Paço Real ao Palácio e Campo de Seteais, dentro dos limites do centro histórico. Entre 1898 e 1912 Carvalho Monteiro transformou-a no seu lugar de eleição, conferindo-lhe as características actuais. Enquanto representação do cosmos, o jardim é aqui revelado pela sucessão de lugares de magia e mistério. A demanda do paraíso é materializada em coexistência com um mundos inferus – um dantesco mundo subterrâneo – ao qual o neófito seria conduzido pelo fio de Ariadne da iniciação. Concretiza-se entre os vários cenários e a representação de uma viagem iniciática, qual vera peregrinatio mundi, por um jardim simbólico onde podemos sentir a Harmonia das Esferas e perscrutar o alinhamento de uma ascese de consciência, em analogia com a demanda do Ser que ressalta das grandes epopeias. Nestes domínios vislumbram-se referências à Mitologia, ao Olimpo, a Virgílio, a Dante, a Miltom, a Camões, à missão templária da Ordem de Cristo, a grandes místicos e taumaturgos, aos enigmas da Arte Real, à Magna Obra Alquímica.Esta sinfonia de pedra – cinzelada pelas mãos de construtores de Templos imbuídos num verdadeira espírito de Tradição – revela a dimensão poética e profética de uma Mansão Filosofal Lusa.


Palácio da Vila Se tivéssemos que escolher o monumento que melhor sintetiza os muitos anos de História de Portugal, desde o domínio árabe e da conquista cristã até à implantação da República, a nossa escolha recairia, sem sombra de dúvidas, sobre o Palácio Nacional de Sintra.Este monumento, cuja arquitetura atravessa diversas épocas e estilos, é hoje um dos monumentos mais visitados do País.Devido à falta de documentação, pouco se pode dizer com forte certeza sobre a história do Palácio Nacional de Sintra até ao reinado de D. João I.No entanto, na generalidade, os especialistas aceitam a sua origem como sendo árabe e afirmam ter sido amplamente utilizado pelos reis da dinastia Afonsina. Quanto ao que já estaria edificado até então, é algo totalmente desconhecido.Em finais do século XIV, o Palácio Nacional de Sintra ficou a ser conhecido como “Os Paços da Rainha”, e foi provavelmente a partir daí que se iniciou a campanha de obras de reconstrução do antigo alcazar.Foi durante o reinado de D. João I que se construíram no Palácio Nacional de Sintra as cozinhas, a sala grande ou dos infantes (atualmente chamada de sala dos cisnes), a sala das pegas, o eirado da audiência e outras divisões que fazem a ligação com a capela, sendo que também esta passou por grandes obras.No séc. XVI, o rei D. Manuel I mandou construir toda a ala manuelina, com as suas janelas decoradas de uma forma bem característica do estilo manuelino.Foi também este rei quem ordenou a construção da sala dos brasões, além de ter patrocinado outros melhoramentos dos quais se destaca a decoração em azulejo de que tanto ele gostava.Estas foram as campanhas de construção mais marcantes neste edifício, embora tenham existido muito mais obras espalhadas por muitos outros reinados.Além disso, até ao nossos dias, o Palácio Nacional de Sintra tem sofrido também várias obras de restauro que têm contribuído para que se continue a manter a dignidade e beleza deste edifício.


Castelo dos Mouros O Castelo dos Mouros, também conhecido como Castelo de Sintra, fica situado na freguesia de São Pedro de Penaferrim, no concelho de Sintra, próximo de Lisboa, em Portugal. Este castelo foi erguido sobre um maciço rochoso, na Serra de Sintra, no cume de um dos seus montes.Do alto das muralhas do Castelo dos Mouros, podemos desfrutar de uma belíssima vista em que se pode contemplar a sua envolvência rural, desde a serra até ao oceano Atlântico.O Castelo foi traçado sob uma plata orgânica que se encontra adaptada ao terreno, ocupando cerca de 12 mil metros quadrados de área e tendo as suas muralhas um perímetro de 450 metros.Apesar de o monumento ser visível desde a vila de Sintra, a verdade é que o acesso ao interior das muralhas é feito por um caminho sinuoso, feito pelo interior da Serra de Sintra, conhecido como a Rampa da Pena. Este é um espaço que, ao longo dos séculos, tem sido ocupado por diversas obras com inestimável valor artístico e histórico, existindo aí também uma grande variedade de espécies botânicos raros e exóticos .


Palácio Seteais O Palácio de Seteais é um palácio neoclássico, situado no centro histórico da Vila de Sintra, a poucos metros da conhecida Quinta da Regaleira e com vista para a Serra de Sintra. Foi foi construído no século XVIII a mandato do cônsul holandês, Daniel Gildemeester, num terreno cedido pelo Marquês de Pombal. Este palácio é composto por dois corpos de planta composta, a ala esquerda em forma de U, e a ala direita em forma rectangular. As fachadas de cada ala são completamente simétricas.Outros ornamentos típicos também estão presentes, nomeadamente, os frontões triangulares, as janelas de guilhotina e uma escada de dois braços.

Na ala esquerda é onde está a Sala Pillement, com obras figurativas compostas pelo autor Jean Baptiste Pillement, e a Sala da Convenção com diversas alusões marítimas e mitológicas.

O Palácio de Seteais recebeu uma menção na popular obra de Eça Queirós, “Os Maias”, por estar em abandono.

A situação actual é bem diferente e o palácio é agora um hotel de luxo e restaurante da Sociedade Hotel Tivoli

A doçaria conventual \regional


Queijadas e Travesseiros de Sintra As queijadas de Sintra são ícones gastronómicos desta região, sendo que consta que a receita destes doces nasceu no Convento da Penha Longa, pelas mãos do frei João da Anunciação. É em plena Volta do Duche que se encontra a mais antiga marca de queijadas de Sintra, a Fábrica das Verdadeiras Queijadas da SAPA, uma das 5 marcas de queijadas que foram oficialmente reconhecidas pela Câmara de Sintra. Originalmente instalada em Ranholas, onde se encontravam a maior parte dos fabricantes de queijadas da região, foi com a inauguração dos caminhos-de-ferro, no ano de 1887, que a Fábrica das queijadas da SAPA se veio a instalar na Vila de Sintra.


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