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El flamenco Outubro/2012 — Nº 6

Grupo de Dança Tablado www.grupotablado.cjb.net

Editorial Prezados leitores e leitoras, Já se passaram 16 anos de Bienal de Dança e em cada nova edição somos levados à pergunta: o que é a dança? E nela permanecemos. Não em estado de contemplação passiva, mas instigados a captar tendências e vetores intensivos que, ressoando no corpo, fustiguem, inquietem, pedindo passagem a formas outras de concreção e consistência. Numa palavra: trata -se de perguntar sobre o que se passa a fim de poder estimar o que pode a dança em nossa realidade, em nossa (in)atualidade. Trata-se, portanto, de um acontecimento. É nesse sentido que pensar a Bienal de Dança não se restringe aos espetáculos apresentados em suas edições. Trata-se mesmo de trazer à cena a temporalidade própria do processo de construção da dança contemporânea em Fortaleza e suas várias conexões com a dança na atualidade. Ou seja, pensar a dança a partir de matérias diferentemente formadas deslizando umas sobre as outras: encontros, troca de experiências, processos formativos, questões focadas no corpo, reverberações políticas, coletividade, mobilização, dimensões da imagem em movimento e o movimento das imagens, tempo, espaço. A dança, durante a Bienal, se insere na paisagem da cidade, envolvendo escolas, diferentes comunidades e espaços públicos, cumprindo um importante papel formativo, com implicações políticas, sociais e estéticas. Em suas diversas edições, mesas-redondas, espetáculos, debates, laboratórios cênicos, mostras de vídeodança, intervenções urbanas e conversas em diferentes espaços se fundem numa operação ampla da sensorialidade, convocando a experiência subjetiva e a vivência coletiva da dança, ressoando em corpo novas séries de outros tantos acontecimentos. Além de instigar a criação de acontecimentos na cidade Fortaleza, mobilizando artistas e a dança, a Bienal estimula a discussão e problematização em torno de diversas questões que permeiam a dança cênica hoje, criando pontes entre o Ceará e a produção de outras regiões do Brasil e exterior. Essa articulação possibilita a criação de um pensamento e a invenção de espaços diferenciais, dando ensejo a construção de novos conceitos, de “novas caixas de ferramentas”, a serem utilizadas na maquinação de atos de resistências. Resistir. Talvez seja esse o termo próprio para pensar essa série: Bienal + Dança + Ceará. Resistir, nessa série, não designa uma capacidade de suportar; tampouco capacidade de conter. Resistir: até para se pensar numa possível história da dança em

Fortaleza. A moderna Fortaleza construiu espaços monumentais para os vários segmentos da arte. A dança não foi convidada a habitar esses espaços, mas se fez presente. Fez -se presente obedecendo a situação. Não por oposição. Ela trouxe a divergência no próprio gesto de obediência. Hoje, a dança que se apresenta no Ceará explora suas próprias motivações, interroga-se, articula-se a outros movimentos artísticos, engaja-se numa reflexão em torno de sua própria história, cria maneiras de ver o mundo e revelarse em sua lógica coreográfica. Trata-se de um percurso de intensidades que, longe de equivalerem, ocasionam uma avaliação permanente. Daí a resistência. A dança, de alguma maneira, resistindo a si mesma, para reinventar-se em experiências, operações e produções. Um processo que se atualiza a cada nova edição da Bienal. Vale a pena conferir! Ernesto Gadelha e Rosa Primo

Onde Estamos? Colégio Espaço Aberto Av. Dom Luis, 730, Aldeota Contatos: 9951.3788 / 8742.3214 / 8897.7624 AULAS REGULARES: Segunda e Quarta: INFANTIL - 16:00 às 17:30h; HOMENS - 17:30 às 19:00h; AVANÇADO de 19:00 às 20:30h Terça e Quinta: INTERMEDIÁRIO - 17:30 às 19:00h e 19:00 às 20:30h Sábado: INICIANTE de 9:00 às 10:30h; INTERMEDIÁRIO de 10:30 às 12:00h.


Linha do Tempo Em 1996 trouxemos para Fortaleza, o espetáculo de dança Flamenca “Quadro a Quadro”, com o Grupo mineiro “Inspiración Flamenca”, dirigido por Marcelo Rodrigues, que foi apresentado de 18 a 20 de Outubro, no Theatro José de Alencar. O bailaor e coreografo mineiro também ministrou uma Oficina de Danças Flamencas, de 14 a 16, na qual tivemos a preciosa parceria da bailarina Mônica Luiza. A Oficina funcionou na Academia Mônica Luiza e na Sociedad Pinzón Amigos de España, (na época, nosso espaço). – Jornal O Povo, 13 de outubro de 1996 (domingo). Esse foi o nosso primeiro trabalho de produção.

Mar de Arte e Cultura, onde apresentamos o espetáculo “Andalucia Baila”. Nesse espetáculo aconteceu a estréia de Raissa Martins (minha filha, na época com 11 anos) no Grupo Tablado (fato relevante). Ainda nesse espetáculo, tivemos uma mostra do público que nos acompanhava. Durante as quatro quintas feiras que nos apresentamos, tivemos casa cheia, o que foi uma grande alegria para todos nós, pois ali estava firmada a parceria com o nosso público, que continua fiel até hoje.

Nesse mesmo ano, o Grupo de Dança Tablado fez apresentações no teatro Santa Rosa, em João Pessoa (PB) e no Teatro Guararapes, na cidade de Recife (PE), onde tivemos a grata satisfação de ter em nossa platéia o amigo e saudoso Luis Tamashiro, ou simplesmente Shiro, que imediatamente após assistir nosso show, fez o convite para participarmos do I Festival Nacional da Dança em Recife. Convite aceito. No mês de junho estávamos nos apresentando no Teatro do Parque e no Shopping Recife. O sucesso da nossa apresentação nos rendeu um novo convite para a segunda e terceira edição do mesmo festival, como grupo convidado, o que muito nos honrou. Em 1997 realizamos a primeira Mostra de Talentos, que se trata do espetáculo dos nossos alunos, que acontece anualmente, para familiares e amigos dos alunos. Essa edição aconteceu no Teatro do Colégio 7 de Setembro. Nos próximos anos continuamos com espetáculos na capital e no interior do Estado do Ceará, divulgando e legitimando nosso trabalho. Em 2000 recebemos um convite do amigo Pedro Domingues, para fazer o Projeto Quinta com Dança, todas as quintas feiras do mês de junho no Teatro Dragão do

Nós em Foco Debaixo dos caracoles... Fábio Lessa um dos coreógrafos dos Grupos Tablado e Al-Andaluz Danza, está arrasando com a coreografia “Caracoles” , ensaiada pela turma avançada de segundas e quartas . O Grupo Al-Andaluz Danza vai apresentar a coreografia em breve. Aguardem e confiram a criatividade desse bailaor maravilhoso! Um lugar para ir Apresentando, no dia 13 de outubro em BH, a peça “Um lugar para ficar em pé”, encenada pela primeira turma do Curso de Teatro-Licenciatura da UFC. A apresentação acontecerá no dia 13 de outubro no Feto (Festival Estudantil de Teatro). Sucesso Denilson!


Ouro da Casa

Cumpleaños Feliz!

Quem nunca prendeu a respiração sem perceber ao ver esse menino dançar? Suspiros, gritos e aplausos, muitos aplausos calorosos e sinceros, porque ele merece. Estamos falando do nosso Joaquim Cortez cearense, mais conhecido como Jonatas, ou melhor, o nosso querido “Chupinha”. Ele chegou de mansinho, ainda “menino véi amarelo” e, devagarzinho, foi invadindo os palcos e os nossos corações. Em pouco tempo, e graças ao seu “chip” e HD sempre zerados, já sabia todas as coreografias de cor e salteado, como bem diria nossa diretora. Mais um tempinho e, pra acabar de endireitar, o menino agora, com cara e músculos de homem, está arrebentando, enlouquecendo a mulherada e deixando todo mundo de boca aberta com o seu talento. É isso aí Chupinha, continue arrebentando e nunca perca esse “ar” de menino.

Esse mês damos parabéns para: Dani Medeiros (03.10) Al-Andaluz Luis Carlos (06.10) Al-Andaluz Viliane Bento (31.10) Tablado

Contribuíram para esta Edição: Aloísio Menescal, Graça Martins, Karine Falcão, Ligênia Duarte, Lívia Parente, Raissa Martins, Solange Pincella e Vicente Leite. Contribua enviando textos, fotos ou dicas culturais para o e-mail groumartins@yahoo.com.br

Dica da Vez Corpo e Alma no Flamenco Quem assiste aos movimentos de um(a) bailaor(a) de flamenco, logo percebe a grande energia trabalhada e transmitida ao espectador através destes movimentos, ora vigorosos, ora suaves e sutis. A grande dificuldade deste baile é que se necessita coordenar pés, braços, mãos, cabeça, corpo e o primordial: a alma. É desafiador aprender esta dança que enche os nossos sentidos e os fazem transbordar em emoções. Há toda uma técnica a ser compreendida e assimilada. O corpo deve-se manter ereto, com elegância, permitindo movimentos harmoniosos com naturalidade, não podendo ser rígido, pois desta forma aparentará uma postura artificial. Corrigir a postura e se olhar no espelho é essencial. Os braços devem manter-se altos, acima da cabeça, sem levantar ou contrair os ombros. O formato arredondado é desejável, sem, contudo saltar os cotovelos. Os movimentos partem dos ombros, depois cotovelo, pulso e por último as mãos, finalizando com o movimento dos dedos. Quando fizer movimento giratório dos punhos, procurar girar minimamente o braço. A princípio, concentrar-se neste movimento executado de forma lenta, nos ajuda a criar a consciência deste. Um pouco de tensão nos braços evita que eles pareçam mortos e desajeitados. O sapateado do flamenco tem características específicas, pois

os joelhos devem estar levemente flexionados para absorver os impactos, evitando lesionar as articulações e também para que o movimento saia em direção ao chão, sem que o corpo pule. Ombros, quadris e pés devem ficar alinhados. O sapateado é uma percussão executada com os pés golpeando o tablado com sapato específico para o baile flamenco e cada forma de golpear os pés recebe um nome: golpe (golpeia-se o pé todo), planta (golpeia-se com o metatarso), tacón (golpeiase com o calcâneo), ponta (golpeia-se com o bico do sapato). Por falar em percussão, é impressionante a quantidade de possibilidades de sons que podem ser utilizados no baile, golpeando com as mãos em forma de palmas ou golpeando, com as mãos, partes do corpo, como pernas e peito, e o estalar dos dedos denominados pitos. Um detalhe à parte é a cabeça. Com o pescoço alongado, fazse por vezes movimentos rápidos como se fosse um "choque". Estes são alguns detalhes de técnicas do baile flamenco, mas há algo que não se ensina, que é o "sentir". Este é o detalhe mais importante nesta modalidade de dança, pois é o sentimento absorvido pelo bailaor que ele transmite ao público. Se apenas executar tecnicamente uma coreografia, será bonito, mas não emocionante. Faltará a alma, o espírito, o duende, que vem a ser a tradução, a interpretação e expressão da energia que atravessa o corpo do bailaor e chega ao público, que percebe e sente como uma onda que toca profundamente o coração. Solange Pincella


De Olho na Saúde Exercite sua memória Muitas vezes lembramos de exercitar nosso corpo, mas esquecemos de turbinar nossa memória. Nosso cérebro foi feito para lembrar de muita coisa, mas constantemente terceirizamos esse trabalho usando artifícios que, a nosso ver, agilizam e otimizam nossas atividades, tais como, agendas eletrônicas, smartphones, internet e toda ferramenta tecnológica que pudermos dispor. Mas não podemos culpar o avanço da tecnologia pelo enfraquecimento da nossa memória. O mau uso que damos a essa revolução tecnológica é que nos prejudica, ou seja, nós somos nossos próprios vilões. Ao longo da existência humana foram surgindo várias invenções que inicialmente foram vistas com certo medo e provocavam discussões sobre os males que poderiam nos causar. Um exemplo disso aconteceu no século V, onde o filósofo grego Sócrates defendia que a invenção das letras levaria a mente do homem ao declínio moral e intelectual. Ele dizia que “a escrita só poderia ajudar alguém a lembrar do que já sabe”. A partir daí, em tempos mais modernos, a calculadora nos fez esquecer como fazer contas e a internet se transformou na nossa memória coletiva, é o “Efeito Google”, somos melhores em lembrar onde achar algo na internet do que da informação propriamente dita e isso é retroceder no processo evolutivo. Precisamos exercitar nossa memória, hoje não temos mais tempo para pensar e as coisas importantes disputam lugar com Twitter, Facebook, celulares. Nós não devemos, é claro, ficar à

margem de toda essa inovação cibernética, mas que tal aprendermos um pouco mais enquanto estamos conectados? Aliás, melhorar a memória e adquirir mais conhecimento nunca fez mal a ninguém. Existem algumas dicas que podem nos ajudar a exercitar melhor nossas mentes: Fugir da Curva do Esquecimento, ou seja, você esquece de quase metade das coisas novas que aprende logo após a primeira hora que aprendeu, então não tente aprender todo o conteúdo de uma prova, por exemplo, de uma só vez. Ao invés disso, parcele o conteúdo a ser aprendido incluindo intervalos de descanso para que sua mente consiga assimilar o que foi aprendido. Recordar algo que acabamos de aprender ajuda a fixar o conteúdo, por exemplo, ao ler um livro procure tentar recordar os pontos principais lidos sempre ao final de cada capítulo. Crie uma história, ou seja, se você tiver uma lista de afazeres para memorizar, tente criar uma história com elementos absurdos dentro de um roteiro, como exemplo, lembrar de levar o cachorro para tomar banho, passar no supermercado e pegar as roupas na lavanderia, então imagino meu cachorro todo molhado entrando num supermercado onde só vendem as minhas roupas. E finalmente, acredite em você e se permita aprender coisas novas, você é capaz. A não ser que você seja daqueles que acha que sua cabeça é o pior lugar para se guardar uma memória.

Cantinho do Leitor Cores. Precisão. Ímpeto. Dentre muitas palavras do nosso vocabulário, essas três podem traduzir uma pequena parcela do que eu senti quando tive meu primeiro contato com o Grupo Tablado. Tinha apenas dezesseis anos quando tive a oportunidade de prestigiar a expressividade da dança flamenca. Homens e mulheres com postura ousada armavam seus braços e estufavam o peito. Mais me pareciam belas aves quando estão posicionadas para exercerem seus poderes de atração. Fiquei encantada. Esqueci o mundo lá fora, meus problemas, a prova de Matemática que eu tinha de fazer. Só conseguia pensar comigo mesma: "Eu quero ser igual a essas mulheres... fortes, determinadas, seguras. Eu ainda vou dançar assim e isso vai acontecer quando eu estiver dançando no palco, junto com o Grupo Tablado." Quando o show terminou, fui procurar, com toda aquela minha timidez, a diretora do grupo por que eu queria muito dançar assim. Poucas vezes na minha vida me senti tão determinada a conseguir algo. Foi quase como um capricho meu. Um capricho de adolescente. Até hoje me pergunto por que me senti tão atraída pela dança flamenca, tão diferente da minha personalidade frágil. Era, justamente, o oposto de mim, o que eu admirava. Comecei a fazer as aulas religiosamente, não faltava um dia sequer. Três anos depois estava eu lá dançando com eles, outra pessoa, uma mulher forte, determinada e segura e continuo de palco em palco até hoje. Sou a prova viva de que a dança pode agir em uma pessoa para melhorá-la, para fazê-la crescer. Com certeza não sou mais aquela menina tímida e devo isso, em boa parte, à dança. Aprendi, de verdade, o que é trabalhar em grupo e abdicar de várias coisas para poder ensaiar, mas ser recompensada lá na frente com o prazer de contemplar um trabalho bem feito. Aprendi a conviver com as diferenças, aprendi a me adaptar às adversidades, aprendi a administrar minha vida de estudo, de trabalho, de filha, de amiga e de namorada com a vida de dançarina, vida essa que tenho orgulho de ter. Agradeço muito por ter essa oportunidade de fazer um trabalho tão digno e de poder conviver com pessoas admiráveis como são as do Tablado. Agradeço por ter o poder de, junto ao Grupo, encantar pessoas de todas as idades. Quem sabe em uma dessas plateias haja uma menina tímida que fique tão arrebatada com o espetáculo que tenha uma vontade incontrolável de aprender a dançar flamenco. Márcia Mirla


Compartilhando A VII Mostra ProDança, que desde 2004 vem estimulando a circulação de grupos e companhias cearenses e o intercâmbio entre coreógrafos e bailarinos independentes, trouxe esse ano a sua sétima edição, que aconteceu dos dias 1º a 06 de outubro. O evento contou com mais de 30 Apresentações Artísticas, tanto da capital como do interior do Ceará, e ofereceu ainda 7 Oficinas e 2 Conversas Abertas, contando com a participação de cerca de 300 artistas. As atividades foram todas gratuitas e aconteceram no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Teatro Antonieta Noronha, Teatro das Maria, Artelaria Produções e Instituto de Cultura e Arte da UFC. A ProDança agradece a todos que estiveram envolvidos nesse encontro, direta ou indiretamente.

O que vem por aí? Yara Castro em Fortaleza É com muita satisfação (e orgulho e felicidade e emoção...) que trazemos pela 1ª vez a Fortaleza a grandiosa bailaora Yara Castro. Sediada em Madrid-ES, a bailaora fez questão de abandonar o frio por alguns dias, para se deliciar nas nossas praias. Mas não é só moleza não! Yara estará ministrando um workshop de flamenco na sala de dança do SESC Iracema e na Vila das Artes, dos dias 25 a 28 de outubro. Já estamos ansiosos por sua chegada! İY que venga! Espaço Aberto para o Tablado Apresentação em vista! O Grupo Tablado se apresentará no Colégio Espaço Aberto marcando a abertura da Feira do Conhecimento – FC 2012. Dia 29/10 o evento ocorrerá na sede Dom Luís e no dia 31/10, na sede Papicu. Bienal Internacional de Dança do Ceará A Bienal Internacional de Dança do Ceará/ De Par Em Par, que consiste na elaboração e na execução de ações na área de formação, dando continuidade aos processos iniciados no período do Festival, com o objetivo de fomentar e dar visibilidade à produção local, na capital e no interior, fortalecendo os processos colaborativos de criação, nacional e internacionalmente. De 18 de outubro a 04 de Novembro de 2012 Dramaturgias do Corpo 3º Encontro Terceira Margem

Festival Nacional da UFC

Momento UUUUIIII!!!! E dessa vez o mico é coletivo. Bota UUUUIII nisso! Num dia de confraternização de natal, na NOOOSSA sede campestre (né, Marlene), esses dois inventam de regressar à infância numa brincadeira nada segura (para o brinquedo, é claro). Fábio Lessa magéeerrimo com seus cabelinhos super comportados e Jonatas antes da academia e da escova inteligente. Claro, que a nossa diretora não ia perder essa por nada e lá estava ela, morrendo de rir com o nosso ‘amico’ Juju. Será que nos minutos seguintes a essa foto rolou uma queda?


Click e Arte - Ă?mpetu Gitano (Grupo Tablado)


El Flamenco 06