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PixelArt apresenta

Editora responsável Daniela Carrara Conteúdo Daniela Carrara Alessandro Carvalho Projeto gráfico, arte e diagramação Daniela Carrara (dandanhiphop@hotmail.com) venda de anúncios: tattoodigital@gmail.com

Foto: Carmine warren Modelo: Elizabeth Tarter


Distribuidor de Materiais TĂŠcnicos

Tel: (11) 3222-2245 www.sinoart.com.br

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Csaba


Mullner I

niciou na tatuagem em 1.999 apesar de já aos 06 anos de idade ter ganho seu primeiro diploma de desenho. Inspirou-se a tatuar na ilha da Croácia, e decidido a viver da arte, já pensava em um estúdio de tatuagem para trabalhar, mesmo não sabendo ao certo como tudo começou, só sabia que estava caminhando para esta direção. No início acabou optando por não abrir o estudio somente tatuando amigos. Para ele a nova geração de tatuadores tem diversas facilidades seja de equipamento, tintas e máquinas quando se inicia na carreira, isso é uma

grande vantagem quando se começa a tatuar, outra coisa que auxilia muito é a quantidade de ferramentas sociais, como o Facebook por exemplo que facilita o aprendizado, porque tem um fluxo grande de informações e você pode ver diferentes técnicas de trabalho comenta Csaba. Gosta muito dos trabalhos portrait e realista fato é que cita um brasileiro como um grande profissional nessa linha de trabalho - Ganso Galvão. Define seu trabalho como algo improvisado, feito através de experimentos buscando a melhor forma de trabalho para atender seus clientes.


Phernandu

A

conquista por um lugar ao sol veio bem devagarinho. Nascido na cidade de Itú, interior paulista, Phernandu (com Ph e u) como resolveu se intitular para ficar diferente dos outros “Fernandos”, desde cedo já tinha certa aptidão pela arte. A coisa foi ganhando forma até que resolveu ir atrás do que tanto gostava. Mudou-se para São Paulo e, como a maioria dos tatuadores, passou por diversos estúdios até achar o seu caminho, atualmente em Santos, na Náutica Tattoo. Início Cresci ouvindo bandas com caras tatuados, “caroçando” nos estúdios de tattoo e assistindo Popeye. Tinha que dar nisso. O início foi difícil, morava no interior de São Paulo, lá há muita concorrência pelo fato da cidade ser muito pequena então nenhum tatuador está aberto à lhe tirar duvidas ou ensinar algo. Na época a internet era limitada, os materiais eram horríveis e a tatuagem não estava tão reconhecida como hoje. Mas acredito que isso só vem a ajudar a valorizar tudo que conquistei até hoje. Sou muito grato ao Gonta que me ajudou no início e a Náutica Tattoo, que abriu as portas pra mim há 4 anos, e que até hoje me trata como um membro da família. Profissão O que me incentivou a seguir nessa profissão, com certeza foi o prazer que tenho em tatuar. Nunca continuei em uma profissão por mais de 2 anos, sempre havia insatisfação. Hoje sou feliz, completo e realizado fazendo o que faço. Estilo de Tatuagem Acho que ando de mãos dadas com o tradicional americano, o neo-tradicional e umas pitadas do bom humor e carisma brasileiro. Rotina de Trabalho Tatuar, desenhar, estudar muito para evoluir.


Nunes

Mudança de Cidade Na verdade a vida sempre me levou para onde ela quis, eu nunca digo não para as portas que se abrem. Fui pra SP por acaso, vim para Santos assim também, são oportunidades que não dá pra dizer não. Do contrário eu viveria a vida toda me perguntando se teria dado certo. Vantagens São Paulo sempre será minha inspiração, costumo dizer que SP “fede arte”, sempre encontro algo “nouveau”, algo que vai me influenciar, estar em SP é como garimpar ouro. Morei 5 anos em SP e estou a quase 4 em Santos, que hoje é meu lar, onde moro com minha esposa e tenho alguns amigos. Aqui tem tranqüilidade e muito trabalho. Me atrai as coisas que o mar arrasta pra terra; a tatuagem chegou no Brasil por esse porto, a história da cidade é repleta de lendas e descobertas. Influências Pergunta difícil, mas acredito que tudo é influência, desde a música que eu ouço, pessoas que converso, e coisas que vejo. Música está sempre no meu dia-dia, pra desenhar gosto de música instrumental, também piro em ouvir as histórias de mil novecentos e bolinha que os tiozinhos contam, especialmente as histórias daqui da baixada e sou apaixonado pelas construções históricas/antigas. No final do dia misturo tudo isso com papel e tinta e durmo sabendo que meu dia foi completo. Artistas Da nova escola Annie Frenzel, Jim Sylvia, Amy Willians, Angelique Houtkamp, Eckel, Jack Mosher, meu amigo Don Chuck Carvalho e os clássicos Bert Grimm, Stoney St. Clair, Lee Roy Minugh e o cara que deu carinho e arte final a tudo Sailor Jerry. phernandu@gmail.com www.facebook.com/cykel6 www.phernandu.com www.nauticatattoo.com.br


Dan Smith

Um dos integrantes do High Voltage, um dos maiores estúdios de tatuagem do mundo, conta como foi inserido nesse universo e como se mantém lá até hoje, vivendo no mais absoluto glamour e tendo personalidades como clientes. Depois de participar de algumas temporadas do programa LA INK, transmitido no Brasil pelo canal a cabo TLC, Dan Smith deixa transparecer que se sente grato por ter encontrado seu caminho desde cedo! Como foi seu primeiro contato com a tatuagem? Foi uma total surpresa. É uma coisa formidável descobrir algo que tem tanto mistério quanto criatividade, quando você é jovem e impressionável. Não é comum, quando se é jovem, encontrar um caminho na vida, e eu me sinto com sorte de ter descoberto tão cedo o que queria fazer. Foi uma aventura; e continua sendo, na verdade. Fiquei muito consciente da importância e da natureza sagrada da verdadeira tatuagem, então, me esforcei muito para ser capaz de representá-la da forma mais correta. A tatuagem me mostrou o mundo e fez com que eu encontrasse as melhores pessoas, as quais posso dizer que são meus amigos. Serei eternamente grato a ela, por tudo.

O que o motivou a embarcar nesse caminho? Eu só sabia que não havia outro caminho para mim. Foi o contato com Dean Parkin e Dan Andersen, do Sacred Tattoo, que

me fez perceber a tatuagem como algo pessoal e, em seguida, como quase uma experiência única. Queria fazer com que se sentissem orgulhosos de mim, uma vez que foram tão bons para mim quando mostrei interesse em começar a tatuar. Penso que descobrir algo assim é raro, mas por sorte eu os tinha comigo, além de Shep e Gomer, na primeira loja em que trabalhei, The Body Art Shop, em Adelaide, Austrália, para poder agradecer por tudo. Como conheceu Kat Von D e como foi seu primeiro contato com o High Voltage? Nós nos conhecemos no Inflictions, na época em que outros grandes tatuadores, como Daniel Albrigo, Jim Miner e Colin Dowling trabalhavam lá, também. Isso foi antes de aparecer a TV e tudo mais acontecer. Logo depois, ela partiu para Miami e todos tomaram caminhos diferentes. Minha banda estava ativa e as pessoas foram trabalhar em outras lojas, mas sempre ficamos em contato, e quando ela mudou para Los Angeles, nós nos encon-


trávamos nos shows, tatuávamos as mesmas pessoas etc. Ela me pediu para ir trabalhar no High Voltage algumas vezes, aleatoriamente, porém, eu estava realmente muito ocupado com as atividades da banda, sem certezas do que tinha de fazer. Foi somente quando ela foi clara o bastante e voltou a me convidar, que eu me toquei e compreendi o que devia fazer. Eu sabia que devia aceitar...; então, aceitei. Uma grande oportunidade e uma loja grande e com bastante trabalho para se estar. Como foi o convite para trabalhar no programa de TV LA INK e o que isso mudou na sua profissão? Bem, depois de trabalhar por um ano na loja, eu sabia como aquilo funcionava, pois eu estava presente durante as filmagens da segunda temporada. Nunca imaginei que terminaria participando das quatro temporadas seguintes do programa, mas houve algumas mudanças ocorridas no final da segunda temporada e Kat me disse que achava que eu ficaria bem no programa. Perguntou se eu gostaria de tentar, e foi o que fiz. Filmei um clipe comigo falando e aparentemente ficou bom o suficiente (risos). Foi a coisa mais estranha que já fiz na vida. Em sua maior parte, filmar faz com que você lide com o absurdo e se comprometa com pessoas com quem você não quer compromisso. Não é o meu mundo de maneira alguma, mas me foi dada a oportunidade de fazer algo que eu poderia fazer de modo diferente, e não sou o tipo de pessoa que diz ‘não’ e depois se pergunta ‘mas como seria se tivesse topado?’, e também penso que a indústria prospera enquanto faz as pessoas de tolas e não quero que alguém pegue a oportunidade e não represente a tatuagem do modo como ela deve ser, com respeito e profissionalismo. Deve haver uma lista longa como meu braço de pessoas que usariam a oportunidade para inflar seus egos e perfis. Não me importa o que pensam, sou uma pessoa verdadeira e somente tenho responsabilidades com a tatuagem e com as pessoas que fizeram de mim quem eu sou Como foi criado o formato do programa e como é a participação de cada tatuador? Como qualquer programa de TV, há um planejamento que eles devem seguir. Ideias diferentes são sugeridas e o ‘produtor’ decide quais são as melhores: as histórias da tatuagem etc., o tipo das falas para eles mesmos. Obviamente, todos no programa têm uma história de por que estão fazendo determinada tatuagem. Tem de ser feito dessa forma, para o programa fluir. O material que filmam entre as tatuagens é usualmente forçado ou editado de um modo que pareça mais doido do que é na verdade, mas..., trata-se de TV. Tento oferecer o maior número possível de ideias, e sempre espero que eles as usem. Gostaria de sugerir que mostrassem projetos de pinturas, de tatuagens etc., coisas que os tatuadores de verdade fazem! Se possível, nós escolheríamos as pessoas que tatuamos pelo que elas querem e pelas suas histórias. Prefiro escolher tatuagens diferentes e divertidas ao invés das que evocam memórias, para mostrar para as pessoas que existem mais coisas relativas à tatuagem do que apenas isso. Procuro tirar o máximo proveito de cada situação. Eu teria no programa amigos e bandas que conheço, para poder mostrar e promover seus talentos.


O High Voltage é visto como um dos maiores estúdios do mundo! Qual é o perfil dos clientes e como é o seu dia a dia? Trabalho somente com hora marcada, então, na maioria dos dias é isso o que faço. Gosto de fazer caminhadas e as faço sempre que possível. É uma loja com muito, muito trabalho, mas a melhor coisa dela são as pessoas. São tantos tipos de gente de todas as partes do mundo! Você tem pessoas cobertas de tatuagens e que querem fazer mais, depois você vai fazer a primeira em alguém que acabou de completar 18 anos. Penso que as lojas que excluem pessoas e são muito específicas têm um prazo de validade. Se você é tatuador, você deveria querer estar sempre ocupado e fazer as pessoas felizes.

Claro que, algumas vezes, as pessoas precisam de muita orientação, mas isso faz parte do trabalho, também. Gosto de diversidade. Quais são suas influências? Ed Hardy é o rei. Mas há incontáveis tatuadores que precisam ser lembrados por serem surpreendentes. Sou influenciado por tantas pessoas e tenho sorte que meus amigos representam muitos daqueles que eu procuro para me inspirar. Dean Parkin, Mike Rubendall, Lindsey Carmichael, Grez, Xam, Mario Desa, Chad Koeplinger, Danny Reed, Mike Wilson, BJ Betts, Jim Sylvia, Kat, Nikko..., a lista é imensa. Em um dos episódios do programa, você diz que todo verdadeiro artis-


ta deve ser capaz de fazer qualquer estilo de desenho. Com qual estilo você mais se identifica? Penso que um bom tatuador deve ser capaz de tatuar uma gama ampla de estilos e deve tornar qualquer ideia tatuável. Obviamente, há artistas que se especializam, então, você não vai em um artista de linha fina, preto e cinza, para fazer uma cabeça de pantera na axila, a menos que você tenha plena confiança de que ele possa te dar o que você quer, mas penso que, hoje em dia, as pessoas que vão se tatuar estão sob a impressão de que o tatuador tem de ter um certo estilo e permanecer fiel àquilo. Pessoas que fazem carreira na tatuagem já têm anos de experiência fazendo de tudo um pouco. Nada a ver trabalhar num desenho durante dias para fazer três tattoos numa semana, somente

para postar no Facebook para que digam como elas são boas. A diversidade ajuda quem quer ser um artista melhor. Além da tatuadora Camila Rocha, que trabalha com você, conhece algum outro tatuador brasileiro? Meu grande amigo Maneko! Ele é uma ótima pessoa e um ótimo tatuador. Ele, Tete Franceski, Luiz Felipe Ribas estão no meu livro que acabou de sair, With The Light of Truth. Quem quiser, pode adquirir no endereço seguinte: www.withthelightoftruth. com. Trabalhei por um ano nesse livro e tenho muito orgulho dele. Apresento 60 artistas de todo o mundo que dividem uma mensagem positiva. www.dansmithtattoos.com Twitter.com/dansmithism


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ADT 34  

Capa: Elizabeth Tarter

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