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Postulação para EB 2014

Uma obra de Álisson de Moraes Zimermann


Ficha técnica do autor Nome: Álisson de Moraes Zimermann Data de Nascimento: 06/03/1988 E-mail: alissonzima@gmail.com Skype: alisssonzima Telefone: (54) 8114-5059 Cargo atual na AIESEC: Membro GIPi

Epílogo Principal experiência dentro da AIESEC Passo Fundo: Membro GIPi: Membro do time de GIPi da @PF, descobriu habilidades de vendas que não imaginou que tivesse. A persistência foi um dos grandes aprendizados deste um mês de membresia. Atua como membro da equipe de Match, onde desenvolve atividades de busca de intercambistas para as vagas locais. Está aprendendo a lidar com perfis diferentes de profissionais e pessoas e descobriu que é preciso foco nos objetivos. Principal experiência profissionais: Estagiário de TI: Trabalhou durante 1 ano cuidando de toda a parte de suporte de TI da prefeitura de Passo Fundo. Aprendeu a ter muita calma e paciência. Aprendeu que as pessoas não são iguais e que cada uma precisa ser tratada de maneira especial. Aprendeu que é preciso assumir certas responsabilidades e que com isso sua importância dentro de uma equipe cresce, mesmo que estas pareçam pequenas. Técnico em Informática: Por 4 anos cuidou de toda a parte de atendimento ao cliente interno e resolveu problemas relacionados à TI no Hospital da Cidade. Como participava de um time pequeno, era membro de todas as reuniões de negócios e projetos, desde o desenho da planta de um andar inteiro do Hospital quanto a compra e aquisição de equipamentos. Lá aprendeu a desenvolver projetos, desde sua concepção até seu encerramento, aprendeu a negociar com gestores e administradores, aprendeu a saber a hora certa de falar e a hora de silenciar, aprendeu a lidar com egos e pessoas dos mais diversos tipos e enfim, aprendeu a ser parte de um time. Analista de Sistemas: Durante o último ano trabalhou como Analista de Sistemas na Universidade de Passo Fundo, efetuando programação e desenvolvimento de sistemas. Aprendeu, desenvolvendo projetos, a ter muita paciência com todas as pessoas. Melhorou a habilidade de desenvolver projetos e aprendeu a gerenciar times de projetos. Aprendeu a analisar o perfil de cada membro e lidar com ela conforme o seu próprio ritmo.


Capítulo I - Motivações 1. Por que você quer ser LCVP e por que esse papel alinhado com seus planos futuros? (Essa resposta deve ser uma foto de algo construído por você para explicar o porquê (esquema, desenho, montagem...), seja criativo e esquematize da melhor maneira o seu porquê, impressione)

As oportunidades podem bater à nossa porta apenas uma vez... cabe a cada um de nós decidir se iremos ou não aproveitá-la. Acredito que a AIESEC é a oportunidade de fazer um mundo melhor para todos nós. Esta oportunidade bateu à minha porta e esta é uma das maneiras na qual pretendo aproveitá-la. Acredito que possa desenvolver meu potencial e auxiliar a organização à crescer, fazendo com que todos cresçam e se desenvolvam da melhor maneira possível.


2. Com base em suas características pessoais, por que seu perfil deve ser selecionado como um LCVP? Defina os seus três pontos fracos e três pontos fortes, e como essas características terá impacto em seu termo? Meu perfil deve ser selecionado pois acredito ter desenvolvido um perfil de proatividade, buscando as soluções para os possíveis problemas, a indentificação de gaps e agindo sempre em busca da superação dos resultados. Apesar de não ter medo de expôr a minha opinião, sempre o faço com bastante humildade, sabendo das minhas limitações e até onde chega o meu conhecimento, porém sempre estou em busca de aprender mais, aumentar este conhecimento e desenvolver cada vez mais minhas habilidades, justamente por saber a posição que me encontro atualmente. Também acredito que uma das minhas qualidades é a de ser sincero. Como disse acima, não tenho medo de dar a minha opinião. Busco sempre dar feedbacks sejam eles positivos ou negativos, pois é uma tarefa realmente difícil fazer o trabalho sem ter certeza de estar atingindo as metas ou não. Acredito que auxiliando o próximo a se conhecer, e conhecer o seu trabalho, estamos ajudando na formação deste e na evolução dele como ser humano, como profissional e acima de tudo, como líder. Como pontos fracos, posso citar a minha dificuldade na ação, pois eu adoro ter ideias e pensar em soluções para os problemas, porém tenho dificuldade em pôr em prática essas ideias. Até consigo ver como fazer, porém a maioria das vezes essas ideias ficam exatamente como elas são, apenas ideias. Creio que isso pode ser sanado, tendo uma equipe balanceada, formada por pessoas que criam ideias e também pessoas com perfil de implementador, que irão colocar as ideias em prática, fazendo com que as ideias tornem-se realizações de sucesso. Outro dos meus problemas é ser detalhista demais. Sei que pode parecer uma resposta trivial, porém


realmente às vezes eu me atenho muito aos detalhes, fazendo com que a ação demore a ser desenvolvida. Na minha opinião as coisas precisam estar muito bem alinhadas e cada possível problema deve ter sido mapeado. Meu terceiro ponto fraco é a falta de autoconhecimento. Sei que tenho defeitos e problemas, porém às vezes não consigo enchergar em mim mesmo estes. Tenho facilidade em identificar e tentar desenvolver os pontos fracos das outras pessoas, porém se tratando de mim pode-se chegar ao ponto de repetir a mesma coisa, e estar fazendo isso de maneira incorreta e não conseguir ver que o problema da situação pode ser meu. Isso pode ser resolvido com um apontamento de alguém externo, que possa identificar estes problemas para que enchergando-os eu possa melhorá-lo. Consigo lidar bem com críticas, desde que estas venham para acrescentar e não sejam depreciativas, portanto acredito que não impacte tanto de maneira negativa no meu termo.

Capítulo II - Perfil Profissional 3. Quem é você, quais são seus valores e como isso está relacionado com o papel LCVP? Diga-me com ações durante a sua experiência na AIESEC. Oi, eu sou o Álisson, prazer em conhecê-lo. Eu sou filho único de uma família de pais católicos, que sempre prezaram muito por me ensinar os valores. Nunca passei por necessidades, por assim dizer, porém meus pais sempre se preocuparam em fazer o que um pai pode fazer de melhor, dizer não ao seu filho. Conheço pessoas que conseguem lidar muito bem com o fato de terem tudo que sempre quiseram, mas são raras exceções. Recebendo nãos, aprendi o valor de cada coisa. O valor de cada gesto, de cada centavo, de cada minuto de trabalho duro. Aprendi a ser sincero e honesto, e também que a ética deve prevalecer em todos os momentos da vida. Sei que roubar é errado e todo roubo milionário dos quais nos queixamos muito, começou de maneira pequena. Aprendi que preciso me livrar das pequenas corrupções do meu dia-a-dia. Aprendi que não posso querer arrumar o mundo antes de arrumar o meu próprio quarto. Aprendi a amar o próximo, e também aprendi que esse próximo pode ser MUITO diferente de mim, mas nem por isso merece ser tratado diferente. Acima de tudo, aprendi que nunca se deve desistir dos sonhos, e é à partir desses sonhos que começo aqui a minha postulação para LCVP 2014. Desde que fiquei sabendo dessa organização já pedi, na primeira entrevista, como fazia para ser membro. Demorou algum tempo para que isso acontecesse, mas desde que aconteceu, me joguei de cabeça nesse sonho. A paz mundial pode ser utópica, mas não é utópico o fato de que devemos dar o nosso melhor para que isso aconteça. Acredito que eu possa fazer mais pela organização... mais pela comunidade... mais pelo mundo! Foi nesse espírito que decidi participar da conferência de liderança, foi nesse espírito que decidi enviar email à vários VPs de diversas áreas questionando sobre as coisas que eu tinha dúvidas e dando ideias que, mesmo sem saber se elas já não tinham sido dadas, o fiz sem pensar duas vezes. A @ tornou-se um exemplo daquela máxima que diz que você precisa arranjar um emprego que gosta e assim nunca precisará trabalhar. Estou sempre atento à oportunidades, abordando empresáros e alunos que poderiam


ser potenciais RAs, sem medo de receber um não, pois aprendi a lidar com eles graças a meus pais. Sei que o tempo é curto. Estou ficando velho... mas quem não está? Se o Presidente da AIESEC Internacional (ÓÓÓ PAII, como diria Inri Cristo) errou diversas vezes, chegou ao fundo do poço, deu a volta por cima e, mesmo conhecendo a organização na mesma idade que eu, 25 anos, tornou-se nosso líder máximo, por que não posso fazer o mesmo? E é assim que quero iniciar a minha jornada. Fazendo mais, dando o meu melhor, aplicando meus valores da melhor maneira possível para que essa organização com propósitos tão incríveis, realmente consiga atingi-los, e que essa realização passe por mim. Prazer, foi muito bom ter esse bate-papo com você. Te convido agora a viajar pelas páginas desta postulação, de cabeça aberta e mente livre de preconceitos, e saiba que, aconteça o que acontecer, eu estarei aqui ao seu lado, pronto para dar o meu melhor por você e por cada um que acredita em seus sonhos. Tenha uma ótima leitura... 4. Com base em suas funções de liderança do passado, qual é a sua liderança e estilo de gestão, e o que você vai fazer para atingir seus resultados como um LCVP? Uma das funções de liderança que tive na minha adolescência que mais tenho orgulho foi quando eu morava em Cruz Alta e um amigo meu sempre insistia para que eu fizesse parte de um grupo de jovens da igreja com ele, pois os jovens líderes estavam todos longe da igreja. Eu, por ter meus pais sempre ligados à esses movimentos e por eu ter participado anteriormente junto com eles, sempre fui visto como um desses jovens. Porém aquele momento meu era de uma certa descrença e então não quis aceitar o convite. Então o tempo foi passando e o grupo foi diminuindo, os jovens foram se afastando e, após muito insistir, meu amigo conseguiu fazer com que eu participasse. Quando cheguei lá, o panorama era de apenas 5 jovens e uma projeção de futuro bem sombria para o grupo. Após uma reunião com esse jovens, fiquei sabendo dos problemas que existiam e comecei a pensar em possíveis soluções para ele, pois quando me proponho a participar de algo, eu o faço de corpo e alma. Já na segunda reunião, fui eleito como o presidente daquele grupo diminuto, e o responsável por devolver os jovens à igreja. Muitas noites em claro, muitas reuniões durante os dias que se seguiram, muitas hipóteses e ideias discutidas e muito trabalho a ser feito. Ao longo daquele mês, as ações tinham sido um sucesso e, a cada reunião semanal do grupo a quantidade de pessoas aumentava. Todos passavam por experiências únicas lá dentro e convidavam seus amigos para retornar na próxima semana. Ao final do primeiro mês, quatro semanas depois daquela segunda reunião, a sala do grupo tinha um total de 44 jovens sentados no chão, ouvindo atentamente cada palavra que dizíamos, com brilho no olhar e muito carinho um com os outros. Apesar do grupo ser da igreja católica, através das experiências que desenvolvemos, conseguíamos manter lado a lado uma conexão entre católicos, evangélicos e até mesmo alguns ateus estavam entre aqueles jovens, apenas para viver essas experiências. Acredito que dessa experiência pra cá, muita coisa mudou, porém meu estilo de liderança colaborativa, buscando unir as ideias de todos, buscando ser motivador e fazer com que cada um persevere através dos seus próprios esforços, bem como minha capacidade de encontrar


soluções ou fazer ações para que as soluções apareçam, possa ser um diferencial na hora de obter os resultados como LCVP. Creio que meu estilo de gestão seja de tentar liderar ao invés de exigir, de comandar ao invés de mandar e de dar o exemplo para que cada um desenvolva sua própria liderança e, colaborando com o próximo, fazer com que o grupo inteiro cresça. Acredito que ser duro e rígido algumas vezes seja necessário, porém até mesmo uma árvore, sendo rígida o tempo inteiro, irá quebrar. É preciso encontrar ponto um equilíbrio em cada ação, e ser reconhecido com um líder por essas ações e não pelo título do cargo que ocupa. 5. Faça uma avaliação do seu @ XP até agora. Qual é o seu maior fracasso e seu maior sucesso, descrever o impacto que eles fizeram na organização (resultados e clima organizacional) e em seu próprio desenvolvimento. Minha @ XP até o momento, apesar de ser pequena em questão de quantidade, foi bastante intensa do ponto de vista da qualidade. Com menos de 1 mês de membresia, já tomei a frente em relação à buscar contatos e parcerias, investigando na rede interna quais ações foram feitas e o que se almejava conseguir, abrindo caminhos para futuras abordagens e futuras parcerias. Ainda não tive tempo de mensurar no que as minhas atitudes influenciaram diretamente na organização, porém o contato direto com o presidente do polo, bem como o apoio de alguns vereadores para realizarmos algumas ações e divulgações (espaço na TV Câmara, espaço em plenário, etc...), acredito que terão resultados bastante positivos no futuro. Ainda não tive tempo também para mensurar os fracassos. No meu time, acredito que os fracassos estão relacionados à não obter uma resposta dos intercambistas que abordamos para virem para nossas vagas de GIP, porém mesmo assim estamos obtendo uma resposta satisfatória e tenho conseguido um bom número de candidatos, mas muito inferior àquilo que estou buscando. Acredito que também tenha sido um sucesso a ida à LEAD Conference pois, participar de uma conferência como essa, sendo um membro novo, ajuda a cruzar a visão que eu ainda tenho de fora da organização, de antes de eu ser membro, com a visão organizacional da @ a partir das experiências que ouvimos e vivemos lá. Por isso o impacto que essa aventura teve pra mim tanto como pessoa, quanto como membro da @, enchendo minha cabeça de ideias que espero que no futuro dêem resultados dentro da @, acredito que tenha sido um sucesso.

Capítulo III - Perfil de Trabalho 6. Relacionar o seu perfil de liderança para os seguintes aspectos: gestão de processos, gestão de pessoas, gestão de metas. Como trabalho na área da computação, lido muito bem com todos estes aspectos, e estou tentando desenvolver sempre a melhor maneira de lidar com cada um. Quando criamos Grupos de Trabalho, estes nos quais já liderei alguns, sempre fui muito meticuloso com a gestão de


como os processos devem acontecer. Utilizo por muitas vezes softwares para me auxiliar a desenhar o melhor fluxo de cada processo tentando minimizar as falhas e otimizar este processo. Juntamente com isso, também me considero um líder motivacional, onde busco obter o melhor de cada uma das pessoas que estão sob minha gestão, tentando fazer com que se sintam membro de um organismo maior e sabendo sua parte e o que deve ser feito para atingir os resultados. É necessário também definir metas e estratégias, pois muitas pessoas apenas desenvolvem resultados sob pressão. É difícil concluir trabalho sem metas bem estabelecidas e também é desmotivante fazer sempre o mesmo trabalho e não vislumbrar qual o teor de crescimento de cada um. Minha ideia é sempre demonstrar para os membros os pontos onde eles estão se desenvolvendo, e o que ainda precisam desenvolver, bem como a estrutura organizacional e o plano de negócios da @, que seja transparente e cada membro possa ver qual o caminho para se chegar a cada cargo de liderança e o que ele precisa melhorar para tal. Acredito que minha experiência profissional tenha me auxiliado bastante para desenvolver cada um destes aspectos e pretendo desenvolver cada vez mais para efetuar uma gestão de incrível eficácia, tendo seus membros extremamente motivados e interessados no resultado final da organização.

7. No que diz respeito às suas experiências pessoais e relacionando isso com suas experiências em equipes e feedbacks recebidos, o que seria o seu papel dentro da EB 2014 (EB-EB) , (EB – CL) e (EB - @Bazi)? Qual é a sua característica mais marcante e diferenciado de outros candidatos que ajudaria a entregar a visão 2015? (Ex: Empreendedor, Critico, Fofo, Faca na Caveira, Tracker, Estratégico, Agregador, Dreamer ..). Quanto ao relacionamento EB-EB creio que será de muita união e ajuda para indificar os problemas e potenciais de cada área. Com o EB Cycle, muitas ideias irão aparecer para a resolução dos problemas e assim como tenho feito desde que entrei, pretendo buscar auxiliar em todas as áreas, e fazer com que a organização cresça como um todo. Tenho experiências com venda e reuniões, e também com marketing, logo acredito que a união de vendas (em qualquer uma das áreas) aliado com um bom marketing pode ser um diferencial para alavancar os números em 2014. A ideia de se formar um time, deve partir desde o princípio da gestão para que com o trabalho em conjunto os resultados apareçam. A ideia de que o EB de 2014 seja o primeiro EB de um CL, traz muitos desafios e é muito motivante para aqueles que forem eleitos. O EB precisa ser realmente uma bridge entre as áreas, e a referência quando qualquer ação precisa ser feita. O EB precisa estimular todos os membros do CL a terem a inciativa de propor ideias e melhorias, bem como ouvir os anseios de cada um e descobrir o que acontece com cada membro. Para que a organização funcione, é necessário que todas as peças estejam em perfeita sintonia e para isso o relacionamento com o CL precisa ser transparente e sincero. Se os membros tiverem confiança no EB, eles também terão confiança nas próprias atitudes, e um membro com confiança tem seu rendimento multiplicado.


O estreitamento da relação do EB com @Bazi é algo que precisa ser feito imediatamente. Quase que a totalidade dos nossos problemas já foram identificados e resolvidos por algum outro CL dentro da rede, então precisamos estreitar nossos laços em busca do objetivo em comum, que é elevar os números do Brasil como um todo. Tenho facilidade de encontrar e conversar com outros membros da rede, e pretendo trazer good cases e resoluções dos problemas de uma maneira muito mais frequente, fazendo com que o tempo perdido pensando em ideias novas para essas resoluções seja substituído por tempo gasto com a parte criativa, a criação e desevolvimento de novas ações e novas ideias. O tempo perdido com a resolução de problemas que já foram resolvidos em outros CLs não pode existir. Também as ações de sucesso efetuadas por outros CLs precisam ser discutidas para possível implementação aqui. A rede precisa se ajudar como um todo e para isso precisamos estreitar nossos laços. Acredito que uma das minhas características marcantes é a minha sinceridade quanto ao que está ocorrendo. Não tenho medo de dar feedbacks negativos pras pessoas, pois acredito que através das críticas construtivas podemos desenvolver melhor o nosso trabalho. Também tenho a personalidade estratégica, de analisar cada ponto e encontrar o momento certo de agir, a forma certa de falar e a maneira de eliminar os problemas através dessas análises. E mais um ponto marcante é a minha criatividade e vontade de ver as coisas acontecerem (Faca na Caveira maybe?). Adoro criar coisas novas, ter ideias mirabolantes e não tenho vergonha de expôr essas ideias e receber críticas.

Capítulo IV - Visão Organizacional 8. Definir os 5 (cinco) maiores desafios que vamos enfrentar em 2014 na AIESEC Passo Fundo - 1 Internamente, 2 Mercado Aluno, 2 mercado empresarial. Avaliar como a AIESEC pode se posicionar e definir estratégias para pode enfrentá-los. Internamente acredito que o maior problema seja reter a membresia e mantê-los motivados durante o ano inteiro. Como a pretenção é virar CL ao fim do ano, precisaremos de membros engajados para cumprir as metas e mostrar o potencial que @PF tem de produzir experiências de liderança. Um desafio Mercado Aluno encontrado será a concorrência das outras orgnaizações e do próprio Ciência sem Fronteiras que começa a ser bastante visado pelos jovens. Acredito que este ainda seja o primeiro programa de intercâmbio pensado por eles, mas uma das estratégias para enfrentá-lo é por exemplo, conseguir a relação dos alunos que não foram aprovados no sistema, e abordá-los, visto que são alunos que já estão efetivando seu desejo de viajar, além de serem universitários. Outro desafio encontrado é o de trazer para os EPs uma experiência melhor. Tenho notado que apesar de convidarmos eles para reuniões e festas, geralmente um grupo se forma entre os intercambistas e outro entre os membros. Acredito que a falta de experiência na língua dificulte a comunicação, mas é preciso ser incentivado o desenvolvimento linguístico dos membros para que os EPs de fato façam parte da nossa cultura e façam parte do que estamos


fazendo. Uma maneira de combater isso é incentivar jantas e festas com apenas uma língua. Talvez uma janta onde só se fale inglês e caso alguém fale português/espanhol, tome punishment. Isso incentivaria à todos (inclusive intercambistas) a interagirem e compartilharem suas histórias e culturas. Um desafio do mercado empresarial é a consolidação da AIESEC como marca referência na cidade. Qualquer deslize poderá ser fatal e queimar nossa imagem com as empresas. Para que isso não aconteça, é necessário ter um forte trabalho de auditoria (com resultados acima da média nacional) e definir padrões de abordagem em cada empresa e também uma revisão dos documentos, que apesar de serem usados internacionalmente, podem conter algo que não contemple nossa realidade completamente, e possa causar desconforto para as empresas. Outro desafio do mercado empresarial que será encontrado é a aceitação da AIESEC como parceira da empresa. Com o crescimento da área de GIP, as empresas poderão começar a tratar a @ apenas como uma captação de talentos e talvez o real propósito seja deixado de lado, que é de trazer lideranças e fazê-las atuar juntamente com a @ nas organizações. Uma maneira de se posicionar quanto à isso, é cobrar uma pareceria mais intensa, com a AIESEC participando de ações das empresas e esta, nos auxiliando mutuamente em nossas ações, auxiliando a parceria com outras empresas. De fato, não podemo ser apenas uma ‘agência de intercâmbios’ e sim, de fato, uma organização que pretende fazer a diferença na empresa, na comunidade e na cidade como um todo, tendo as empresas como parceiras e fazendo com que elas reconheçam a importância da AIESEC no seu dia-a-dia. 9. Supondo que chegou à gerência média em 2014 e encontrou um escritório com os seguintes aspectos: Serviço dos trainnes de GCDPi é terrível, estão quebrando a MA e RE; Intercâmbios para os TN Taker não estão atingindo a qualidade necessária; Baixa caixa no CL ; OGX áreas sem alcançar metas financeiras ; Escritório sem resultados da auditoria; equipe MKT com poucas pessoas qualificadas para a área, um Membro do EB querendo desistir; Coloque em ordem de prioridade para resolver esses problemas , listando as possíveis estratégias para resolver e como o seu perfil seria essencial para ajudar a resolver esta situação. Em primeiro lugar, a coisa mais importante a se fazer antes de tomar qualquer atitude é a análise das razões pelas quais cada problema está acontecendo. Acredito que a primeira atitude a ser tomada é a conversa com o membro do EB sobre os motivos pelos quais ele está querendo desistir. Nessa conversa, expor que a intenção é ter uma reviravolta no quadro do escritório local e tentar motivá-lo a continuar trabalhando junto comigo (conosco) para que possamos encontrar uma solução e dar a volta por cima. Após essa conversa é necessário levantar os pontos cruciais pra análise, como por exemplo, os motivos pelos quais estão havendo quebras de MA e RE e a razão pelas quais as TNs estão proporcionando um intercâmbio sem qualidade. Após o levantamento desses requisitos, é necessário tomar uma ação quanto à isso. Tentar capacitar melhor o atendimento após o RA, fazendo com que a resposta seja rápida, possibilitando que o MA e o RE sejam efetuados de maneira ágil e correta. Um


acompanhamento feito nas ONGs de maneira mais próximo, tentando alinhar os objetivos com os EPs, fazendo com que a pessoa certa encaixe com aquela vaga, que todos os papéis sejam conseguidos de maneira correta, em parceria com o escritório do EP, e desenhando e cumprindo todo o fluxo da vaga até que o RE aconteça sem problemas. Após isso, seria necessário uma investigação do perfil dos membros do escritório para identificar aqueles que estariam mais qualificados para encaixar na área de MKT e, se possível, abrir um processo seletivo bem elaborado focado em profissionais dessa área, destacando a oportunidade de desenvolvimento do profissional. Com a equipe de MKT sendo desenvolvida é preciso fazer um trabalho de conscientização para que os processos passem por uma auditoria. Acredito que uma reestruturação dos times seja necessária, e pessoas com o perfil correto iriam cuidar dessa parte, fazendo treinamentos e meetings para poder alinhar a parte de auditoria, tornando confiável os processos, diminuindo a chance de erro dentro do fluxo. A partir dessa reestruturação e da equipe de MKT trabalhando para reerguer o CL, um mutirão com diversas ações para estimular os membros e garantir que eles sintam-se parte do processo e engajados com essa ação corretiva. Com membros estimulados e com vontade de conseguir, é mais fácil garantir que os resultados cheguem. Alguns eventos podem ser organizados, como festas e palestras na tentativa de aumentar o fluxo de caixa e conseguir uma margem de lucro para investir no CL. À partir daí, com mais eventos, mais dinâmicas e conferências, para elevar o espírito participativo do CL, bem como identificar e colocar os membros nos lugares em que eles podem dar o seu melhor, os resultados deverão começar a aparecer e o quadro será revertido. Meu perfil como líder motivador e sempre em busca de resultados poderá acelerar o processo de reconstrução, pois além de avaliar os problemas e discutir possíveis soluções, pretendo investir no estímulo dos membros. Apenas um membro que tem o brilho nos olhos quando fala da organização, que confia na liderança e acredita no ideal, consegue dar o seu máximo para melhorar a situação, e é justamente essa liderança motivacional, e com uma profunda análise dos problemas, além de ter um relacionamento mais próximo com os EPs e com os managers, que eu prezo e pretendo desenvolver. 10. Baseado no TM , MKT, GCDP, FIN, GIPI e GCDPi , qual seria o foco de seus esforços em 2014 para o mercado de Passo Funfo? De acordo com a área que você tem mais conhecimento, o que seria a sua contribuição para alavancar os resultados da área de foco? 2014 será um ano crucial para que o resultado da visão 2015 seja atingido. O que mais gera número de intercâmbio e experiências é a área de GCDP e, para tanto uma atenção especial precisa ser dada à essa área. Porém, nenhuma área dentro da @ obtêm sustentabilidade atuando sozinha. Os times podem ser os de maior excelência possível mas, se não trabalharem em conjunto as dificuldades aumentam exponencialmente. Para tanto, a área de marketing


precisa ser bem trabalhada. Vejo que os esforços nesta área são bem visíveis, porém acredito que um trabalho especial pode ser feito quanto à isso. Quanto maior a abrangência positiva da área de marketing, mais fácil nos tornaremos referência tanto para intercâmbios, na visão dos jovens, quanto referência para a captação de profissionais de excelência, na visão das empresas. Meu trabalho atuando com uma mini-empresa própria de publicidade, na qual gerencio páginas e anúncios de algumas empresas na web, me trouxe uma carga de ensinamentos de qual a maneira correta a se posicionar para abranger um publico maior, bem como um estudo de interesses e palavras-chave para obter um resultado de excelência, pode trazer uma contribuição para essa área de marketing, trazendo ideias e inovações para tentar elevar o nome da AIESEC em Passo Fundo até um panorama onde qualquer jovem da cidade já tenha ouvido falar da nossa orgnaização. Há também o fato de que em Passo Fundo, existem diversas faculdades na área de TI, e igualmente diversas empresas nesta área, sendo que às vezes não há um encontro entre as duas partes, empresa e profissional, ou seja, as empresas não alcançam esses inúmeros universitários, e nem os profissionais chegam até essas empresas, onde no fim ficam rodando entre as mesmas empresas. A área de TI e engenharia está crescendo em âmbito mundial, o que abre um universo de possibilidades tanto para capacitar os profissionais daqui, enviando-os para um intercâmbio lá fora, quanto pras empresas daqui, que tem seu valor agregado trazendo funcionários com uma visão inovadora, liderança e novas ideias para a resolução dos problemas encontrados. Para tanto a área de GIP precisa ser bem trabalhada, pois em nossa cidade é uma área a ser bastante explorada. Minhas experiências participando de reuniões como cliente, bem como meu conhecimento das empresas e das áreas de TI, podem auxiliar a de obter a resposta positiva da empresa na hora de decidir por fazer ou não a parceria conosco. Também posso contribuir analisando cada empresa e os gaps de cada uma baseado na formação dos profissionais da cidade, encontrando aí o ponto de equilíbrio entre o que a empresa necessita de profissionais e o que podemos oferecer em questões de EPs, fazendo com que os números de intercãmbios corporativos sejam alavancados. Releio a pergunta e releio a resposta que acabei de escrever e me questiono: Existe uma área para ser foco dos esforços em 2014? É impossível atingir os resultados sem focar em especial cada área, trazendo a interação entre elas e fazendo com que todas trabalhem juntas em busca do ideal. Então acredito que sim, a área de GCDP precisa receber um foco especial pois é o que trará números para a @ em Passo Fundo e para a @ no Brasil, porém sem descuidar do andamento de nenhuma outra área, pois se não existe uma base sólida em ambos os lados da estrutura, ela irá desmoronar cedo ou tarde.


Prólogo 11. Como você gostaria de ver o cargo no final de 2014 ? Qual foi a sua contribuição neste cenário? Confesso que me emocionei ao ler a visão da nossa, até então, Postulante à LCP. Acredito que compartilhe da mesma visão dela no final de 2014. Isso é uma das coisas que me motiva a trabalhar novamente em um time com ela, porém agora com ambições muito maiores. Vejo a minha área sendo elogiada pelos resultados atingidos e, mais do que isso, consigo ouvir comentários das pessoas comentando que os trabalhos de Corner foram muito bem desenvolvidos ao longo do ano. Minha área obteve uma estruturação muito mais clara e os membros conseguiram reconhecer suas dificuldades e juntos conseguimos trabalhar para que isso fosse desenvolvido. Com as minhas ideias e com a adição de ideias do grupo, conseguimos desenvolver a equipe como um todo e conseguimos obter um resultado de excelência. O próximo VP chega para as reuniões comigo sorridente, pois sabe que vai encontrar o resultado do melhor trabalho que eu poderia ter feito, ou até mais do que isso, pois ao trabalhar como líder, consegui identificar muitas falhas minhas e com isso pode ir aumentando minhas expectativas e consequentemente aumentando a projeção dos resultados. Vejo que minha equipe confia em mim e eu confio em cada um deles. Essa confiança veio como fruto de muito trabalho duro onde eu consegui motivar cada membro a buscar o seu potencial e dar o seu melhor para a @, fazendo com que os resultados viessem naturalmente. O primeiro ano como CL passou, e conseguimos destaque nacional graças à nossa união, empenho e trabalho duro, onde todo o EB trabalhou junto e conseguiu ultrapassar as metas e fez com que a @ se consolidasse em Passo Fundo, deixando um excelente pipeline para o ano de 2015.

The End


- Tudo o que temos que decidir é o que fazer com o tempo que é nos dado. Gandalf

- Why so serious? Coringa

- Hello, I want to play a game. Jigsaw

- ET phone home. ET

- I'm gonna make him an offer he can't refuse.. Don Corleone (Álisson Zimermann)


EB Postulation - Álisson