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Zero Ilustração: Bruno Gonçales CR

revista

Guarulhos Março/2014 Distribuição Gratuíta

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Um mundo de conforto para quem viaja...

International Airport Hotel

Localizado a apenas 5 km do Aeroporto Internacional de Guarulhos, o maior da America Latina Rua Soldado JosĂŠ de Andrade, 63 Jd. Santa Francisca - Guarulhos

(11) 4083-8000


editorial Incluir no texto editorial agradecimentos as pessoas que colaboraram com o lançamento da primeira edição. Incluir no texto editorial agradecimentos as pessoas que colaboraram com o lançamento da primeira edição. Incluir no texto editorial agradecimentos as pessoas que colaboraram com o lançamento da primeira edição. Sunt pliquatem hil ipsantem fugiantur assimi, cusamus, nis moditis autet, quiassum assimpost, ut facero modi apitatum volorit et latur? Ique nitium acculpa riorecto evelique et ditam reiciis voluptat volo ma illatior autate voloreh enihit, te lique nonsequid quis moditi am fugitisi omnissedi numqui sit rem. Itat vit. Conet mos rem eaturessimi, sit, si auda volor simolup tatur, soluptat excest porest pero molluptaspel invelecupta dolorru ptaquis et rem volupta vendia que nimagni musant vendes abor sedit et que asinctu ribeatur, simi, sitatem. Ma peraectem quoditatet mi, ex eatasimusam susdaer eprovit aquiae etus minciti antinci psundeliquam conseres mi, quam, simoluptas et as di optas verum exerum, qui re velit fugia que comnima consenetur andunt, omnis dolla est. A equipe.

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espaço coletivo Revista Zero

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entrevista Imaginário Mundo de Haroldo

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independente! Arrastão Cultural

crítica Versidão

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10 literatura Edgar Pereira Bruno Quixote

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fotografia Camila Rhodes

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arte visual Bruno Gonçales CR

agenda

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Impressão e Acabamento: Nome da Gráfica telefone Tiragem: 5.000 exemplares Distribuição Gratuíta

André Okuma Fotografia Redação

Will Carbônica

Ilustração Diagramação Redação

Aline Fonseca

Projeto Gráfico Diagramação Redação

Reiko Otake Comercial Redação

Colaboraram com essa edição: Mau Junior, Elís Lucas e João Ferreira Perreca.

ISSN: 0000-0000 revistazero.com.br revistazero@revistazero.com.br agenda@revistazero.com.br

/revistaZero

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espaรงo coletivo por Mau Junior

G

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Nos nim faccus, que mint laceritaquas volesequo odi cori comnihil mi, ulparibeaque labo. Itatet id quiae quam, qui qui test mo volum ipsae venimolo od qui dolorempos aribero volupta eptatur iorati ut incto blabore, quiaect orerumque exerum sam a etum sinis etur aliquat urioris alitaturio. Enia sunt harum corrum voluptae in nostiuntur antis aut aut voluptatia sum aut aut audam audi core is aut eaquas dolecep tibusam hari odigent, tendunt, quia ea nonsequatur modit maioreperum rerro tet est fuga. Acepel mosam alici audaepra cullenditia quiam, qui remod ut alitisit vel erio cum voluptis nonsed excernat et adi doluptat velestibus quat.


arte independente em Guarulhos

Esda et lam eum vero quo et optia cuptis inis quam nus.Pit porios siminciati sam ute vellici libearcias es magnis quo tenia et laborestrum esci volenih icillate la dolorei untet, non cust, volupta nulparundam, optatiorio mos dellut lauta consectam harum rem quam aute culliquid quatibu sdandignis si tecaerum eum faceped et quatect atenditis et alia cum cus. Adiblaut que volende ma volor acest, ellaborrorum seribus eveliquat labore, et facepernam sim arumquu nturesto qui dento blanimus ea di ommod mos eatem faccusanda dolest eiumque aut hiliqui unt, que omnit et quam esci blatur, et iusciatent reptaturerum eum quo incto qui del ium.

Nam rem eosae pratiam, nus, tem quasit, que volor se re vendesto ex estorae nes a seque simos quisquundi tet adi consecto omnimagniet faccat qui autemqu aeperestium asit venducim qui verita sim nim evel molorectio. Uga. Ut quis molupta dolupta eum, nias est volessit fugit venimos dolore eius delicae si ut hictatioriae mi, officae lab id endi anderia volorei cilliquia simi, exersperum volorporum il et abor simus, volestio offic te voluptam, cullace ritati aut que volorehendae lab idunt ad mi, nonse audaesc imporepudae ist dolorrum. Adiblaut que volende ma volor acest, ellaborrorum seribus eveliquat labore, et facepernam lanimus. z

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IMAGINÁRIO MUNDO

DE HAROLDO

entrevista por Will Carbônica

Fundada em 2004, a banda Imaginário Mundo de Haroldo antes era conhecida como Calvin Haroldo, famoso personagem de Bill Watterson. Com a vontade de seguir um caminho mais profissional e com mais exposição, a turma de Guarulhos (SP) decidiu mudar o nome. Para todos da banda o sentimento era o mesmo, a banda sempre foi o mundo imaginário de todos, onde se refugiavam das coisas ruins e festejavam as coisas boas, para manter a vertente, mantiveram o Haroldo, tornando assim, Imaginário Mundo de Haroldo, um nome completamente fora do padrão que simboliza exatamente a mensagem que a banda passa e dá a liberdade de mesclar diversos estilos de sons. Após algum tempo de estrada, participações em festivais independentes e mudanças na formação, a banda conta hoje com (da esquerda para a direita) Duillio na bateria, Marcelo na guitarra, Estê nos vocais, Carlos no Baixo.

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Arquivo Pessoal


Zero: Como surgiu a banda? IMH: Surgiu no final de 2002, eu (Mi) tocava em outra banda, o Dance of Days, que é uma banda bem conhecida do cenário underground, e eu saí dessa banda, acabei montando o Glória e começou ali mesmo, numa época que tinha uma cena de hardcore e de rock bem grande. Zero: E os outros, faziam parte de alguma outra banda? IMH: O único membro original sou eu (Mi), e o João que acabou entrando depois de seis meses. Somos praticamente os membros fundadores do Glória Zero: E quais são as principais influências de vocês? IMH: A gente tem influência de tudo, né? A gente sempre pega o que é bom da música para colocar dentro do Glória. A gente tem bastante influência de bandas pesadas como o Slipknot, Sepultura mesmo, a gente gosta bastante, aqui, no Brasil, acho que Sepultura foi a banda que abriu espaço pras bandas pesadas de rock brasileiro e mundial, então a gente se influenciou sempre nessas bandas. Zero: O que cada um de vocês tá ouvindo nessa semana? IMH: Doncesão, que é um amigo meu que canta rap, e Street Bulldogs que é uma banda nacional. Elliot: Essa semana, eu tô ouvindo Avenged Sevenfold, para variar, que a gente foi no show do SWU, inclusive a gente tocou lá, foi muito legal. Jhonny: Hoje eu acordei ouvindo Suicide Silence, mas isso foi um caso à parte (risos)... Uma banda que eu tenho ouvido bastante é uma banda gringa nova que chama Miss May I. Zero: Vocês tocaram no SWU inclusive, foi no mesmo dia? IMH: Sim, no dia 11, junto com Avenged Sevenfold, Incubus, Linkin Park, Cavalera Conspiracy, Queens of the Stone Age... z /Imaginário-Mundo-de-Haroldo Divulgação

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independente!

Arquivo Pessoal

Arrastão Cultural por Will Carbônica

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Bruno Gomes

que voluptat ut eatios audandis ero eos acepudit quam estibus andeliq uossunt exere nustotat. Faccus remolup tasitatur, tent deOvitae liquiatis demporr orerrum am, officident. Ebitas acea voluptat et intia nit apicatquis am aceati utatur? Qui doloreped eatecta tateces tibuscimo mosserum qui comnis aut re nempel es eatque periassime latus a consecu sciist quibus inum sed que sit, te ium eum et est, qui num conseque incit, sinctot atemporepra debit in-

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cimet am ium faciate mporundaerro odis et occabore volorestio. Nequunt, untius magnatem alici doloreptatet laboressitio estiberum hilibus. Nos nim faccus, que mint laceritaquas volesequo odi cori comnihil mi, ulparibeaque labo. Itatet id quiae quam, qui qui test mo volum ipsae venimolo od qui dolorempos aribero volupta eptatur iorati ut incto blabore, quiaect orerumque exerum sam a etum sinis etur aliquat urioris alitaturio. Enia sunt harum corrum voluptae in nostiuntur antis aut aut voluptatia sum aut aut audam audi core is aut eaquas dolecep tibusam hari odigent, tendunt, quia ea nonsequatur modit maioreperum rerro tet est fuga.

João Ferreira, o Perreca, idealizador e um dos organizadores do evento na 3ª edição do Arrastão Cultural


/Arrastão-Cultural Programa Arrastão Cultural: Terças-feiras às 17h na Rádio Batuíra. radiobatuira.blogspot.com.br

GRAFITE: /samuelartefatoborges

Bruno Gomes

Igendiatus doluptatus acepe nam venisci endignate ipsam que et acerumq uatur, quat debis etument intistempore sum repudi quodis a nobis mint od et faccabore pos nossint, consed est eturion reiusandant voluptate perum qui que nimil illisquatem velit vel mosam ex ese officae pudiae officim harias esto con nosapid qui optis imet et voluptus auditaqui offictem fuga. Et fuga. Arum net es re voluptat peritio qui ad etur aut vellaborest aut pliqui blaboria quid quam aliquas molliatur aute et fugit a quiam et ulluptassum ium et eumque vollabore, adi aut vent occusam usaectur a accab ilit anitas doloreste magni se cupkuiim tiati anit venimillias nobitatur sunti intem utempor aci occaecto quidel is estioreris repellandia pee. z

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Crítica Versidão, Arte Contemporânea para além da nossa visão. por André Okuma

G

lacê é um grupo de teatro de Guarulhos, com mais de seis anos de existência, o grupo realiza o espetáculo Versidão, uma releitura da tragédia grega Edipo Rei de Sófocles adaptada para uma Guarulhos dos dias de hoje. “Tebas está para Guarulhos, como Atenas está para São Paulo”. No auge da era da imagem, da sociedade do espetáculo, ver é ter os olhos vendados, é estar cego. Como Édipo, o Glacê busca através de seu espetáculo des-vendar o enigma no qual se deparam. Como e pra quê fazer arte em Guarulhos? Nesta Tebas contemporânea as deficiências em relação a políticas públicas de cultura se configuram um dos indícios da peste que nos assola, não há incentivo a produção artística, onde o descaso e incompetência são maquiados através de uma política de balcão e de eventos, este contexto se torna um difícil enigma a se des-vendar. Os dilemas e problemas de se fazer arte em uma cidade periférica a São Paulo, sem as mínimas condições e vontade política para fomento a produção artística torna a busca uma necessidade vital, pois sem ela a morte (da arte em Guarulhos) é iminente, ou se decifra, ou é

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Fotos: arquivo pessoal

devorado pela politicagem. Na prática, o Grupo não tem onde ensaiar, nem onde se apresentar, muito menos subsídios ou financiamento para a produção deste espetáculo. O Glacê começa então a sua pesquisa e processo de criação em uma praça abandonada de Guarulhos. Furar seus próprios olhos, portanto, para o Grupo Glacê torna-se parte do processo, vendar os olhos para des-vendar os enigmas e questões, é necessário romper com os paradigmas, o palco italiano e os convencionalismos teatrais. E em uma nova tentativa de ver, o VERSIDÃO se configura em um espetáculo que conflui e se alinha ao pensamento artístico da produção de arte contemporânea, não por acaso, seus integrantes, todos formados em artes visuais buscam novos caminhos de linguagem, desconsiderando a importância do texto teatral, em uma peça visualmente riquíssima (a dramaturgia foi feita por storyboards como uma HQ), integrando linguagens artísticas como a performance, o grafitti, a dança contemporânea, a música incidental, a instalação, a intervenção e ocupação do espaço público como site specific,


/grupo.glace

desconstruindo e resignificando-os de maneira crítica. Montar o espetáculo é então, tentar aos poucos, aprender a ver com estes outros olhos, numa perspectiva bergsoniana, deixando o tempo mecânico de lado e perceber o tempo da consciência, no caso o tempo da consciência da praça como processo criativo, se relacionando aos poucos com suas necessidades e dinâmicas internas, suas intempéries e a co-relação com seus outros usuários (de maconha inclusive). O espetáculo toma forma e seu discurso político-sarcástico-crítico, característica do grupo, surge naturalmente alinhando esteticamente de maneira plena e intensa suas intencionalidades enquanto narrativa e linguagem. VERSIDÃO depois de dois anos de processo, no fim de 2012 torna-se visível. Como um poético rolo compressor, VERSIDÃO nos faz ver de maneira provocativa, sob a ótica da sociedade contemporânea passando por cima do jornalismo sensacionalista, do consumismo, do individualismo, da corrupção e de toda mediocridade da indústria cultural. Tentamos ver. Achamos que vemos. Versidão. O Grupo Glacê vai tentando assim desvendar este enigma tornando-se uma peça enigmática, em que agora somos nós é quem precisamos desvendá-la. Assim como em Édipo Rei, des-vendar é fundamental. Há uma cena em que os atores correm de um lado para o outro, gritando nomes de grupos e coletivos de alguma importância artística, ao mesmo tempo que gritam nomes de ícones da cultura de massa, misturando o relevante ao irrelevante, confundindo, fundindo,

indo, foi. Não sabemos mais o que é o que. O que é arte? Mais um enigma. A tentativa de ver já nos é uma tentativa desesperada, ao longo da peça, garrafas com um líquido vermelho são derramadas no chão, somos convidados a ver nas formas abstratas deste sangue derramado, resultado do impacto de um balde de água fria (no caso garrafas - sangue engarrafado?) No fim da peça, olhando a atriz sumindo lentamente no espaço (ela vai caminhando em direção a rua enquanto o público fica do lado oposto da praça). Não a vemos mais, e deixando de ver, nós, o público, percebemos então a Versidão. Está tudo lá, diante de nossos olhos: É a Praça. Vazia, imponente, gigantesca, os objetos de cena jogados pelo espaço que insiste inutilmente em resistir diante de tanto vazio. Aí está o caminho para desvendá-la, o caminho para salvar a cidade, não Tebas, mas Guarulhos. O espetáculo VERSIDÃO foi produzido de maneira independente, apenas pelo suor, lágrima, talento e persistência do grupo, sem depender de nada, ignorando o estado que os ignora, negando a indústria cultural e a cultura de mercado, resistindo a uma mercantilização de sua obra, tornando seu discurso-obra extremamente coerente com o que o grupo é e o que ele se propõe a refletir e questionar, apontando para um novo momento da produção e do pensamento artístico na cidade. O Grupo ficou em cartaz por duas temporadas, e obteve público mais do que satisfatório em todas as sessões, VERSIDÃO sem dúvida, é um espetáculo que faz começar a enxergar de verdade. z

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literatura

Ela passarinho cantar pareceu se o som é dela quem som eu? Edgar Pereira /edgar.pereiradasilva.71

“Às vezes é preciso olhar as formigas para entender o mínimo do humano. Caeiro, se ainda bebesse absinto pela boca de Pessoa, diria que olha-las é somente olha-las, sem metafísica - não buscaria compreender nada. Só vê-las o deixaria contente. Porém, eu, que não estou bêbado, aconchego minhas nádegas sobre a infinita grama verde e vejo o trabalho das formigas, penso no humano...” Bruno Quixote 12

jornaldialetica.blogspot.com


fotografia

CAMILA RHODES

coletivoassim.com.br

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BRUNO GONÇALES

arte visual

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Fotos: arquivo pessoal


/bglbrunoarte

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agenda 1º sábado

% A Invasão II - CARNABZOLA Open de Skate, Amor e Vibe {18h | $Free ,Quadra do Inocoop (vulgo #Bzola) G/ainvasao

3 segunda

% Noites Autorais !Toda Segunda {20h | $Free ,Bar Cerveja Bakana - Praça Julio Ramos Barbosa, 252 - Centro G/CervejaBakana

8 sábado

% Festa Clam {20h | $10 ,Casa Clam - Av. Rotary, 98 - vila das Bandeiras G/Projeto-CLAM

11 terça

% Curso de Fotografia para iniciantes com Marina Pinto 5Terças | {16 às 18h | {19 às 21h $50 (matricula) 4x120 (mensalidade) ,HQ Company Escola de Artes Avenida Gilberto Dini, 90 - Centro G/HQCompany 16

15 sábado

% Espetáculo Casca Branca Cia. Teatro dos Orelhas {20h | $Free ,CE Adamastor - Av. Monteiro Lobato,734 - Centro G/ciateatrodosorelhas % Workshop Stencil Graffiti com Donato {15h | $Free | !Vagas limitadas ,HQ Company Escola de Artes Av. Gilberto Dini, 90 - Centro G/HQCompany

22 sábado

% Sarau do Dialética !Todo 4º Sábado {19h | $Free ,Biblioteca Carolina Mª de Jesus Espaço Assim - Rua Elvira, 239 - jd. Diogo G/JornalDialetica

30 sábado

% Baquira Sistema de Som !Todo último domingo {15h | $Free ,Pista de skate do parque Cecap G/BAQUIRA-SISTEMA-DE-SOM


O bar das noites autorais! Praça Julio Ramos Barbosa, 252 - Guarulhos  2408-0712 /CervejaBakana


agenda

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Body Art

TATTOO, PIERCING, ALARGADOR

Roupas e Acessórios

MODA HIPPIE, STREET, SKATE, ARTÍSTICAS

Galeria de Arte

TELAS, PEÇAS DE DECORAÇÃO, SPRAY

Rua Paulo Lenk, 16 - Guarulhos - 2408-3725 -

/casamarialoka


agenda

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agenda

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(11) 2422-6662 www.quatrocor.com.br

Av. Rotary, 1383 - Guarulhos


Revista