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Disponibilização: Flor de Lótus Tradução: Flor de Lótus Revisão: Édi Dapper Revisão Final: Nita Oliver Leitura Final: Flor de Lótus Formatação: Amarílis Gerbera

Janeiro/2018


O dia em que conheci Bishop Callehurst ele estava seminu na sua cozinha enorme em sua mansão de Hollywood, bebendo um copo de água e deixando que escorresse pelo seu corpo incrivelmente sólido. Não sabia que ele era realeza. Também estava distraída com o seu olhar com fome... e como ele ficava sorrindo toda vez que ele roubou uma olhadinha para baixo da minha camisa. Acontece que este príncipe precisa de um bebê e rápido. Ele jura que é sobre manter o acesso ao seu dinheiro. Amor ou romance? Eles não contam. Mas se isso for verdade, por que ele não escolhe uma das centenas de mulheres lindas que sua mãe desfila na frente dele para ser a mãe de seu bebê? Por que eu? Eu não sou especial, eu mal posso andar com dois Pomeranianos1 sem cair. Sua sensualidade real tem planos para mim. Planos sujos, selvagens, que só podem acontecer entre os lençóis. Há um milhão de razões para não concordar com o que ele quer, mas com ele beijando minhas coxas e me segurando... Eu me esqueci de todas elas.

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Raça de cachorro


í Nellie

Chequei pela sexta vez as direções que minha colega me enviou. O endereço no meu telefone definitivamente correspondia ao que estava na minha frente. E isso foi o que mais me preocupou. Vivi em Los Angeles durante vários anos, e mesmo assim, estar de pé em frente a uma mansão acima das colinas de Hollywood nunca seria algo que eu esperava que acontecesse. Esta casa era grande o suficiente para ser um castelo! Eles provavelmente a alugam para estúdios de cinema usarem! Sério, Gigi? Pensei olhando para o meu celular novamente. Eu sei que preciso do dinheiro, mas eu pensei que eu estaria caminhando com os cães para uma dona de casa ocupada. Não... não é o que é isto! Inalando até meus pulmões doerem, caminhei a passos largos os portões abertos. Eu poderia fazer isso. Eu quero dizer... Eu tinha que fazer isso. Cuidadosamente subi as escadas. Eu estava um pouco cansada de andar na rua inclinada, então quando cheguei a porta da frente da mansão, eu estava respirando mais rápido. Meu Deus, estou fora de forma.Eu poderia agradecer ao


meu ex por isso. Ele tinha feito isso fácil demais, ficávamos em casa o tempo todo, comendo comida congelada porque ele nunca podia me ajudar na cozinha. Isso foi no passado e meu futuro ia ser bom e brilhante, tudo o que meu ex idiota não era. Uma respiração mais profunda e bati na porta enorme. Não houve resposta, através do vidro vi um movimento. —Olá? — eu chamei, batendo. — Estou aqui sobre o trabalho de passeador de cão? Algo arranhou no interior da porta. Quando me inclinei mais perto, meu sapato triturou um pedaço de papel que eu tinha perdido. Levantei a nota cor-derosa pegajosa no ar, deve ter caído da porta. Dizia: entregas venham para dentro. Hm. Eu não era uma entrega, mas... Gigi me disse para tomar iniciativa! Minha colega de quarto tinha menos vergonha do que eu. Ela nasceu sem sua parte do cérebro que alertava sobre as coisas serem má ideia. Quando abri a porta, duas bolinhas laranja bateram em mim. Apressadamente eu fechei a porta para que eles não saíssem. —Ei. — eu disse sorrindo. Os Pomeranianos rolavam de barriga enquanto saltavam nos meus calcanhares. Eles eram muito idênticos, mas um tinha uma cauda que apontava para cima mais alto que o outro. Acariciando suas cabeças, olhei para a ampla sala com admiração. Uma escadaria branca à minha direita, grandes sofás em vermelho e dourado foram colocados estrategicamente ao redor da sala. De um lado, havia um corredor, eu podia ouvir a água correr. Dando aos cães outro tapinha rápido, levantei e entrei. —Alguém em casa? — eu chamei, andando com cuidado para a gigantesca cozinha. Um dos cachorrinhos circulou minhas pernas, me atrasando e distraindo-me com sua energia adorável. —Ah! — eu ri. — Você é muito bonito!


—Obrigado. — disse uma voz muito rica e muito masculina. —Assim como você. Congelando no lugar, levantei os meus olhos. O ambiente era todo de mármore, totalmente luxuoso, mas não era onde meu estava foco. Meu foco estava diante de mim. E ele estava seminu. O cara estava encostado no lado da gigantesca ilha da cozinha. Em uma mão ele segurava um copo de água, recém-derramado em si, o gotejamento de condensação escorrendo dos lados e para baixo em seu tronco torneado, coberto de tatuagens. Seu cabelo grosso estava bagunçado, ligeiramente brilhante, como se ele estivesse suando. Notei seus tênis de corrida, short cinza e preto, e em seguida o FitBit no pulso. Definitivamente um corredor. Pôs o copo no balcão e o barulho me fez saltar. —Você sabe. — ele disse, desarrumando mais ainda o cabelo. —Você deve ter cuidado ao invadir as casas das pessoas. No entanto, nunca conheci um ladrão tão atraente e educado quanto você. Meu cérebro falhou. Eu pisei mais perto, rindo nervosamente. Caras bonitos não flertam comigo. Não sabia como lidar com seu sorriso encantador. —Eu estou aqui para o trabalho de passeador de cão. Meu nome é Nellie. Eu havia estendido minha mão para ele como se fossemos parceiros de negócios. Ele olhou para ela, então me encarou. Essa longa pausa me fez sentir pequena como um caracol. Assim que eu comecei a recolhê-la ele circulou o balcão, agarrando minha palma e apertando.


—Bishop Callehurst. —É um prazer conhecê-lo. — eu disse. Ele piscou para mim, claramente esperando por algo. Seus olhos eram de um cinza suave, como fumaça no horizonte. —Eu não sabia que minha mãe tinha ido embora e contratado alguém para caminhar com Jaws e Cujo. Jaws e Cujo? Espiei os Pomeranianos onde eles estavam esticados sobre o azulejo. Ele escolheu os nomes deles? Eu tinha uma coisa para filmes de terror clássico. Bishop pigarreou, olhando incisivamente para minha mão onde ela estava ainda entrelaçada na sua. Poderia ser mais estranho? Corando, eu tentei puxá-la, mas ele segurou antes de me soltar. Sua risada rolou através de mim como uma onda feita de mel. —Por um segundo pensei que você tinha ficado presa. Não seria tão ruim ficar presa dentro de um grande sanduíche cheio de testosterona como Bishop. Eu vi na minha mente, seus braços me rodeando, sua respiração quente enquanto ele ressoava contra minha espinha. Foco! Eu me repreendi. Eu estava aqui para um trabalho, não para flertar com o Senhor Sexy sem camisa. —Sua mãe está? — eu perguntei, flexionando os dedos ao meu lado e tentando esquecer quão firme a mão dele tinha sido. —Ela estará aqui em breve. — inclinado para frente, ele trouxe seu rosto perto do meu. —Você é mesmo uma passeadora de cães? Segurei meus calcanhares para não tropeçar. —Que tipo de pergunta é essa?


—Uma muito simples. Seus dentes estavam brilhando na luz do sol que passava através das enormes janelas do nosso lado. Aposto que ele acha que ele é incrivelmente charmoso. E ok, ele é. Mas acabei comos “charmosos” homens da minha vida. —Eu não sou uma passeadora de cães, até eu ser contratada como uma. Você tem mesmo certeza que sua mãe está vindo? Talvez seja melhor eu ir procurá-la. —Confie em mim. — disse ele, e ele saiu de perto de mim. Bishop agarrou o canto do balcão. Apertou-o como se quisesse separá-lo em dois, sua voz baixa e cansada. —Ela não é o tipo de vagar longe de mim. —Tudo bem. Parece que tudo o que preciso fazer é ficar perto de você. — o sorriso do Bishop absorveu toda a maldade no mundo. Ele balançava para frente, suave como a forma de uma linha de pesca chicoteando através do ar. Seu gancho pousou em mim. —Espere. — eu disse, deslizando meu calcanhar para trás. —O que você está fazendo? —Ficando mais perto de você. — o pomo de Adão em sua garganta flexionou. —É o que você queria, certo? —Não. — quer dizer, eu queria... Foda-se. Ele estava muito quente, eu estava muito quente. Bishop era abrangente, seus ombros tão amplos bloquearam a luz do sol, e seus lábios parecia macios. Eles seriam doces ou cruéis? Se eu o beijasse eu saberia a resposta. Obtenha controle! Meu cérebro ganhou vida, avisando-me que eu estava prestes a cometer um erro que nunca poderia levar de volta. Meu pé tinha colidido


em algo peludo. Um dos cães pulou, fazendo um barulho alto e afiado. Um ruído que cortou meu coração em dois. Num turbilhão de movimentos eu girei em torno, agachando-me para checar o Pomeraniano. —Desculpe! — eu ofeguei, segurando sua bochecha enquanto ele lambia a palma da minha mão. —Machuquei você? O cão dançou no lugar, ileso. Eu dei um grande suspiro de alívio. Bishop estava olhando para mim. Toda a sua energia sexual tinha desaparecido, mas em seu lugar estava uma curiosidade calma que ardia em seus olhos cinzentos. —Você estava realmente preocupada com ele, hein? —Claro que estava. — eu disse dando um abraço rápido no cão, deixando-o ir brincar com seu amigo. —O pobre rapaz poderia ter sido ferido. Eu devia ter prestado mais atenção. —Esse é Jaws. — ele disse. —Pode diferenciá-lo de Cujo que, a propósito tem sua cauda apontada para cima como uma barbatana. Eu me agachei, acariciando os cães com um sorriso que estava começando a machucar meu rosto. —Então eu estou supondo que você o nomeou e não sua mãe. —Você estaria certa. —Eu aprecio seu gosto por filmes de terror. —Filmes? — sua risada foi breve. —Os livros são onde meu coração está. Mas sim, eu tenho um apreço pelos clássicos... entre outras coisas.


Levantando os meus olhos, eu o peguei olhando para baixo, para a frente da minha camisa. Suas pálpebras estavam pesadas, sombreando suas pupilas. Uma enorme ereção fazendo tenda em seus shorts. E ele não estava tentando escondêla. Bishop não tinha vergonha de suaóbvia luxúria. E com o pau enorme que ele estava escondendo embaixo... porque ele teria vergonha? Em uma névoa atrapalhada eu pulei para meus pés. —Whoa! Ei, você não pode me olhar assim! Eu... eu nem conheço você! Seu riso fez as tatuagens dançarem em seu peito nu, distraindo-me ainda mais. —Ah. Uma vez que nos tornarmos mais familiares, estou livre para olhar para baixo de sua camisa o quanto eu quiser? Eu entendi. —Não foi isso o que eu quis dizer! —Se você não me quer 'olhando' você, você vai ter que obter seios menos lindos... — seu sorriso poderia cortar vidro. Jaws e Cujo estavam correndo e latindo quando me aproximei de Bishop com minhas mãos em punhos. Eu não sabia o que eu ia fazer, eu estava apenas furiosa. Furiosa que ele era tão rude, furiosa que ele estava fazendo meu corpo aquecer. Um chocalho batendo moveu-se pelo corredor, terminando quando uma mulher mais velha entrou na cozinha em saltos Prada afiados com uma caixa nas mãos. —Bishop! Aí está você! Você ainda não se trocou? Todo mundo estará aqui em breve, e você sabe que eu preciso que você faça uma boa impressão. — ela deixou a caixa cair em cima do balcão, e vi que estava cheio de um bolo extravagante e outros pequenos bolos. —Deus sabe que você passou os últimos anos fazendo o seu melhor para provar ao mundo que você é algum tipo de rufião. Então, como alguém poderia dizer não para se casar com o meu pequeno príncipe perfeito?


Os olhos do Bishop voaram para mim. Ele já não estava sorrindo. Ela disse casar? Espere, mais urgente, ela disse... Príncipe? Certamente ela só quis dizer um príncipe para ela. Ela era a mãe dele, afinal, não precisa de uma introdução para descobrir isso. A sra. Callehurst tinha o mesmo cabelo escuro e olhos de lobo-cinzento como seu filho. Ela bateu as mãos, caminhando para frente para apertar a bochecha do filho dela. —Eu não posso esperar para conhecer meu grande principezinho! Não havia nenhuma má interpretação dela naquele momento. Principezinho? Em descrença, olhei para Bishop. Seus ombros caíram. Esse cara, esse cara seminu que tinha olhado para baixo da minha camisa... era um verdadeiro Príncipe? Rapidamente passei pelo que eu sabia sobre famílias reais, porque eu tinha certeza que Los Angeles não era uma maldita monarquia. Imaginando campos ondulantes, cavalos, dragões e espadas chamando à mente a idade média. O que funcionaria se viajar no tempo não fosse uma coisa fictícia. Não seja boba, há famílias definitivamente realeza lá fora... como na Inglaterra! Mas ele não parecia britânico. Sem sotaque detectável em tudo, e graças a Deus por isso. Ele já era perigoso. —Ah! — sua mãe piscou para mim. —E quem é essa? Determinada a não deixar esta nova informação me influenciar, me adiantei e ofereci a mão da mesma forma que eu tinha feito para Bishop. —Nellie Pinewood, senhora! Estou aqui para a posição de passeadora de cães. Me olhando através da grossa camada de rímel, ela mordeu os lábios. —Você tem muita experiência com pompons?


Cujo e Jaws saltara à vista da sra.Callehurst. Quando eu me agachei, correram para mim animadamente. Foi uma reação melhor do que eu poderia esperar, eles me deram uma corrida de confiança. —Só um pouquinho. Mas eu trabalhei em um resgate de cães por um ano quando eu tinha 18 anos, e eu sempre amei os animais. Eu estava me preparando para dar-lhe um resumo mais detalhado das minhas habilidades. Mas ela só se virou e disse: —Suas coleiras estão penduradas na sala ao lado. Vá em frente, leve meus bebês para um pouco de ar antes que todos cheguem. Ah, e tenha cuidado, eles adoram mastigar tudo. Então, se você tem algo caro... — uma pausa, ela me olhou de cima para baixo. —Bem. Deixa para lá. Wow, rude. Eu mordi uma resposta e disse. —Ok. — Contornando em volta de Bishop para onde as coleiras aparentemente estavam, fiz o meu melhor para dar-lhe um contorno largo. Mas isso não o impediu. Ele se inclinou perto, respirando no meu pescoço. Todos os minúsculos pelos no meu corpo se arrepiaram, então mais alto, quando ele casualmente bateu seu quadril no meu. —Ops. — ele riu. —Acho que vou lá em cima me preparar. Prazer em conhecê-la, Nellie. Espero que consiga o emprego. Eu adoraria conhecer mais de você.


í Nellie

Jaws e Cujo estavam ansiosos para trotar no máximo da velocidade que eles conseguiam. Isso era bom, eu precisava de um motivo para agir rápido e sacudir o que esse encontro tinha sido. Bishop Callehurst. O que há com você? Homens com sua aparência sempre foram problemas. Homens com sua aparência que eram realeza? Sim. De jeito nenhum eu estava brincando com isso. Gigi me bateria por sequer pensar nisso. E eu não estava pensando nisso. Não, sério, de forma nenhuma. Após algumas rodadas até as íngremes colinas de Hollywood, guiei os cães ofegantes de volta para a casa. Quando me aproximei, subi os degraus e avistei a vareidade de carros caros estacionados. A sra. Callehurst mencionou pessoas vindo em breve.Ela tinha feito parecer alguma coisa de casamento arranjado. Mãe do filho dele...Como seria ter o bebê de um príncipe? Ter o bebê de Bishop?


Teria seu cabelo escuro? Meus olhos castanhos? Uma combinação perfeita e, Oh meu senhor, pare de pensar sobre isso! Lembrando-me que não me importava e que eu só estava aqui para o trabalho que eu precisava desesperadamente, eu empurrei a porta da frente. Soltando os filhotes de suas coleiras, dirigi-me pelo corredor e para o grande vestíbulo. Logo depois, eu podia ouvir vozes, várias femininas. Curiosa e precisando encontrar a sra. Callehurst, inclinei-me na esquina. Os convidados, todas mulheres bonitas, estavam espalhadas nas luxuosas cadeiras de couro ou sofás. Bishop foi imprensado em ambos os lados por elas. Olhavam fixamente para ele com grossos cílios tremulando, simplórias e otimistas. Ele estava sendo adorado como um Deus antigo. Não mais em sua roupa de treino, ele estava vestido com um bonito casaco forrado em verde-esmeralda. Ele estava aberto, a camisa de botão embaixo fazendo pouco para esconder os seus músculos. Ricas calças de meia-noite abraçaram as pernas fortes. Ele está bem mas ele não é Deus, lembrei-me rapidamente. Eu estava revirando os olhos quando vislumbrei seu rosto com um meio seu sorriso vazio. Eu só passei alguns minutos com o homem, mas eu poderia dizer que havia uma diferença na energia que ele tinha exibido para mim na cozinha. Antes ele estava se divertindo. Mas agora... Ele estava infeliz. —Oh! Bom, alguém para reabastecer minha bebida. — disse uma jovem. Ela estava vestida em um decotado vestido cor de sangue. O corpo dela estava inclinando-se para Bishop, e se eu olhasse de perto, perceberia que ele sutilmente inclinou-se para longe.


Ela estava me encarando. Isso foi quando eu percebi que o “alguém para reabastecer seu copo” era eu. Limpando a garganta dela, ela abanou um copo cheio de gelo. —Vá em frente. — ela disse de um modo quase malcriado. —Traga uma nova mimosa. Antes que eu pudesse me parar, eu disse. —Eu não sou uma empregada. E também, nenhuma boa mimosa é servida com gelo. Bishop não pôde abafar o som do riso. As mulheres estavam horrorizadas com minha resposta. Eu realmente não entendo o peso disso. A mulher com o copo vazio estava ficando mais vermelha do que o vestido dela. A sra. Callehurst dobrou a esquina. —Ah, aí está você Nellie. Pegue os cães na cozinha e dê-lhes um pouco de água, eles devem estar morrendo de sede. Feliz em me afastar dessas socialites arrogantes, eu cliquei minha língua para que os cães me seguissem da sala. Quando me virei, vi Bishop ainda sorrindo para mim. A reação dele tinha meu estômago fazendo piruetas. Uma vez que eu tinha servido os cães com água fresca, pendurei as coleiras onde as encontrei mais cedo. Insegura sobre o que fazer, sentei em um banquinho pequeno na ilha de granito. Me senti estranha por estar sozinha na cozinha espaçosa. Eu imaginava que a qualquer segundo um chef chique atravessaria as portas com um requintado menu de degustação só para mim. Eu pulei quando Bishop entrou na cozinha. Ele não era um chef, com certeza. —Você ainda está aqui. — ele disse. —Eu estou esperando por sua mãe para me dizer se eu consegui o emprego ou não.


—Bem, é claro que você conseguiu. Sentei-me mais alto. —Como você sabe? Bishop inclinou-se sobre o lado oposto da ilha. As mãos dele estavam dobradas em cima, só um pé longe do meu próprio. —Minha mãe não é o tipo de perder tempo. Se ela não gostasse de como Jaws e Cujo responderam desde o início, ela não teria deixado você sair com eles. —Isso é meio intimidante. — eu disse com uma risada. Sua sobrancelha mudou-se mais baixo. —Falando de... Acho que você deu um grande susto em Íris lá fora. —Íris? — minha testa apertou. —Ah, ela. Eu não estava tentando ser rude, mas que tipo de pessoa assume que um estranho deve ser a empregada? —Uma garota que está habituada a ser servida sua vida inteira... — ele abafou um bocejo, ele estava claramente exausto. Será que era de entreter aquelas mulheres? Então ele olhou para mim, de repente refrescado. —Eu pensei que foi hilário como ela ficou. Você deve ter cuidado, porém. Ela vai te odiar agora. —Porque eu a corrigi? — eu balancei minha cabeça bruscamente. —É meio exagerado. —Reação exagerada é Iris em uma casca de noz... — disse, esticando seus braços sobre sua cabeça, seus músculos tensos contra a camisa que ele usava. A jaqueta tinha desaparecido.Tentei não olhar. Eu realmente fiz. —Você não está habituada a este mundo, não é? Eu destravei minha língua do telhado da minha boca. —Quer dizer o mundo dos ricos e famosos? Também não planejo me acostumar com isso.


—Você não está em poder ou dinheiro? — ele perguntou, duvida claramente em seu rosto. —Eu estou fazendo um bom trabalho empassear com cães bonitos... — dei uma olhadela sobre os cães que estavam esticados no sol quente no azulejo. — Animais são diretos no que eles precisam. O que eles querem. Eu gosto disso. Preciso disso na minha vida agora. Quando olhei de volta para Bishop, seus lábios estavam em uma linha tensa. O brilho em seus olhos esfumaçados era misterioso, convincente. Meu coração se arrastou para minha barriga para se esconder. As mãos fecharam a distância sobre o balcão e cercaram as minhas. —Você é muito complexa para uma passeadora de cães. Eriçada, eu estreitei meus olhos. —Eu vou guardar essa na minha lista de 'Coisas que os caras dizem para levar uma mulher para sua cama.' O sorriso de Bishop aqueceu meu núcleo eele apertou o seu domínio sobre os meus dedos. —Você está brincando, eu entendo, mas se você está me pedindo para tentar seduzi-la... Não sei se você conseguiria sobreviver. Minha boca estava tão seca que minha tentativa de um riso sarcástico falhou. —Isso é ousado. Você não gostaria de tentar, confie em mim. —Você está errada. Muito errada... — de pé, ele se inclinou sobre o balcão, o nariz dele quase tocando o meu. Sua fragrância estava me inebriando. —Se eu quisesse fazer você espalhar suas coxas para mim, me oferecer sua doce boceta, não seria uma tentativa. Eu sempre sou bem sucedido quando vou atrás de algo que eu quero, Nellie.


O ferro rígido na minha espinha rachou em dois. Dizer-lhe para se afastar não estava nas cartas. Não era uma opção. E naquela fração de segundo, quando eu não fiz nada além de ficar parada enquanto ele agarrava meus dedos, eu deixei claro para nós dois que eu estava interessada no que ele poderia fazer comigo. Bishop fechou os olhos, inalando. —Foda-se. Sua fragrância é incrível. —Minha... o que? Suas íris cinza eram um tumulto de tempestades. —Você já está molhada para mim. Eu posso sentir o cheiro. Corando, puxo minhas mãos para longe. Alguém tão lindo como Bishop falando abertamente sobre minha boceta era erótico. Quando me virei, minhas coxas fechando, eu sabia que minha calcinha estava encharcada. Ele olhou nos meus olhos, seu sorriso paciente mas sempre crescente. Um dedo dele acariciou meu pulso, em seguida, dois. Meu clitóris e lábios incharam, uma inspiração afiada saindo de mim. —Espere. — eu sussurrei. Bishop circundou a ilha, forçando-me contra o objeto mais próximo, a geladeira. —Esperar? — ele repetiu, me bloqueando. —Você acha que eu vou segurar sua bunda e foder você aqui, agora? Ah, Nell. Não é assim que um príncipe se comporta. As pontas dos dedos se estabeleceram na minha mandíbula, vagando pela minha garganta para sentir meu pulso acelerado. Sua voz era um rosnado grosso. —A menos que você me peça isso. — ele disse. —Porque se você me pedir, como eu poderia dizer não? — o nariz dele que corria no meu pescoço me fez tremer, ele empurrou a outra mão no meu quadril e apenas segurou-a lá. A falta de movimento era uma tortura.


Meus ouvidos estavam zumbindo, como se meu coração gritasse através do meu corpo. Cada célula estava quente com desejo. Em poucos minutos, Bishop me fez implorar. Algo quente e firme esfregou ao longo da minha coxa, seu pau através das calças. —Isto... não podemos fazer isto, não aqui. — gaguejei. —Não aqui? — ele provocou. Seus lábios escovando minha pele, enviando um pulsode eletricidade direito ao meu clitóris. —Então você sabe que isso vai acontecer. Bom... Eu quero que seja muito claro. Eu preciso que você entenda que eu quero você, Nell. — Bishop rolou seus quadris, seu eixo quase doloroso em sua dureza. —Como eu disse antes, eu sempre consigo o que eu quero. Quando ele disse essas palavras minha boceta apertou. Como é que isso tinha acontecido? Um segundo estávamos brincando sobre uma ilha de granito e agora eu fui empurrada contra uma geladeira fria enquanto um homem que conheci esta manhã arruinou minha calcinha. Meu cérebro zumbiu, lembrando de todas as mulheres que sentaram com ele mais cedo. Eu não achava que eu era feia, mas elas estavam fora da minha liga em equilíbrio e poder. Sua mãe quer que ele se case com uma delas, certo? Eu tinha entendido isso de alguns trechos da conversa. Ele deveria escolher uma mulher de ponta para casar e dormir. Então por que diabos ele estava dizendo que me queria? —Bishop! — gritou a mãe dele, segundos antes de entrar na cozinha. Naquele momento Bishop deslizou de mim, comportando-se como a névoa que corava seus olhos. Seu sorriso era largo, compartilhando um segredo comigo enquanto se inclinava sobre o balcão, fingindo que ele não estava a poucos centímetros longe de enfiar a mão dentro das minhas calças.


Eu me apertava contra a geladeira, pirando, olhos grudados nele. Devo ter parecido ridícula. A sra. Callehurst não agiu como se me notasse, ela simplesmente varreu para dentro, radiante para seu filho. —Os convidados acabaram de sair. Como foi? Maravilhoso, certo? — ele foi falar mas ela respondeu por ele. —Sim! Exatamente! Iris estava apaixonada por você, como deveria ser. —Mm. — ele disse, dando de ombros. —Se você diz. Respirando pesadamente me empurrei para longe da geladeira e forcei meu coração a ir mais devagar. Foi bom que ela estava tão distraída por seu filho, deixando-me reunir as peças da minha dignidade do chão. A sra. Callehurst me viu, se assustando. —Nellie! Parece que você se mistura bem com as paredes às vezes. — rindo na parte de trás da mão dela, ela deslizou algo da bolsa, um talão de cheques. —Deixe-me ver, tenho muito o que fazer hoje. Por favor, esteja aqui amanhã na mesma hora, eu vou ter uma chave para você, então você pode ir e vir conforme necessário. Não tenho certeza de que alguém vai estar aqui o tempo todo para deixá-la entrar para pegar os cães. Engolindo, eu pisei mais perto. —Espere. Você está dizendo que tenho o emprego? Os olhos dela vieram para cima de mim de onde ela estava fazendoa escritura perfeita no cheque. —Sim, querida. É claro. A menos que você decidiu de repente você não quer? Por cima do ombro, Bishop piscou para mim. Eu queria o emprego? Eu não sabia mais. A percepção de que eu teria que interagir com Bishop todos os dias tinha dado a este trabalho uma vez inocente um


novo sentido. A mãe dele me observava. Ela não podia vê-lo esfregar a palma da mão sobre a ereção, atraindo meus olhos e fazendo minha pulsação subir. Este homem era sem vergonha. E costumava conseguir o que queria. Estar perto dele seria tortura... mas o que eu poderia fazer? Eu precisava do dinheiro, se eu tinha alguma intenção de ter a minha vida nos trilhos novamente. —Sim. — eu disse, pegando o cheque. —Eu adoraria o trabalho. —Bem. É um prazer tê-la. Bishop riu sombriamente. —Sim. — ele concordou, cruzando os braços sobre o peito amplo. —Estamos ambos muito felizes por ter você, Nell. Juntei-me com seu sorriso. Mas lá no fundo, meu estômago estava agitado. Quantos pares de calcinhas eu ia destruir na presença de Bishop?


í Nellie

Estava tão quente lá fora que a cidade abaixo parecia manchada com vaselina, e eram apenas sete da manhã. Cada vez que eu limpei meus olhos eu os queimei com mais suor. Os cães estavam lidando com isso muito bem. Eles trotavam na minha frente conforme subimos a rua inclinada de volta para sua casa. Eu não me importava com as caimbras crescendo nos meus músculos enquanto eu empurrava minhas pernas. Me exercitar estava me ajudando a evitar que a minha mente vagasse. Porque quando começou a balbuciar, ela inevitavelmente se dirigiu para o rosto super-sexy de Bishop. No que ele estava pensando? Me perguntei pela centésima vez. Eu tinha quase perguntado à minha colega sobre isso ontem, mas no final, decidi que era uma má decisão. Se eu trouxesse Bishop, dava-lhe poder. Eu queria esquecer tudo o que ele disse. Esquecer a maneira que ele me fez tremer na sua cozinha. Droga. Ok, disse a mim mesma avistando a linha de cactos que servia como um marco a apenas três quarteirões da casa. Se você entrar e sair todos os dias, não vai


encontrá-lo novamente. Além disso, um homem como ele, um Príncipe, provavelmente raramente fica em casa. Ele tem coisas importantes para fazer Coisas como... reuniões, ou..... assinar coisas. Grandes coisas. Coisas sobre as quais eu definitivamente não tinha nenhuma ideia, porque as únicas pessoas que lidam com a realeza são pessoas ricas e arrogantes, como aquelas mulheres brigando por Bishop ontem. Porque ele parecia tão exposto pela experiência? Tive a vibração de que ele era um flerte sério. Foi assim que ele tinha se comportado comigo no primeiro minuto da nossa reunião. Por toda a lógica me diz que ele deveria ter estado sobre essas garotas. Seu rosto sério enquanto ele reclinava em sua cadeira tinha me tocado. Mas parece que sua mãe achava que o evento tinha ido bem... que a tal Iris ia “ganhar” a mão dele ou algo assim. A memória apertou minhas entranhas como uma pedra. Então empurrei com mais força, perseguindo os cães e reafirmando minha decisão de esquecer tudo sobre aquele idiota bonito. Ele e a série de mulheres que estavam ansiosas para casar com ele. —Ei, olá! Bishop tropeçava no meu caminho. Ele acenou, mostrando a forma de seu bíceps e me fazendo dar uma espiada no seu peito. Ele estava coberto de suor, mas, ao contrário de mim, ele não parecia uma vaca que sofria. Eu puxei para baixo. Os cães latindo, me puxando para frente direto em seu caminho, eles queriam brincar com seu mestre. Eu entendi, especialmente quando ele sorriu e inclinou-se para baixo para acariciar suas pequenas cabeças.


—Bom dia. — eu disse. — Não vi você quando eu cheguei para pegar Cujo e Jaws. Ele olhou para mim, os cabelos em seus olhos e um sorriso tão imóvel como o céu. —Geralmente saio cedo para correr. Como está se sentindo hoje? —Um pouco cansada. Você parece estar de bom humor. Piscando o olho, ele levantou-se. —Eu estou. Eu tive grandes sonhos sobre você durante a noite toda. Minha boca se abriu. —Ah.... — sem saber o que dizer, eu fui para a rota de fuga. Na minha pressa de fugir prontamente tropecei em meus próprios pés. — Merda! — eu disse, dobrando meus braços debaixo de mim para me preparar. Felizmente, o desembarque não foi ruim. Havia menos sujeira no meu antebraço do que no tênis elegante que eu estava tendo uma visão pessoal. Eu estava deitada bem aos pés de Bishop. Que começo para o meu dia, pensei amargamente. Queimando de humilhação, eu mantive minha testa no chão. Os cães prontamente me banharam com suas línguas e pequenas patas, como se eles tivessem decidido que os humanos agora eram comida. Eles iam me matar e me comer? Isso seria um alívio. Enganchando suas mãos sob meus cotovelos, Bishop me puxou para cima. Eu não pesava nada em seu aperto. —Ei, você está bem? —Eu estou bem. — eu disse, lutando para encontrar seus olhos. Ele estava muito preocupado, e é difícil não gostar de pessoas assim. Precisava odiá-lo para lidar com ele. Quanto mais ele me segurou perto, procurando meu rosto, mais esqueci por que eu queria odiá-lo. Minhas costelas estavam doloridas do meu coração batendo nelas. Seu corpo irradiava calor. Ele estava tão perto, tão perto.


Eu queria beijá-lo, eu percebi como um começo. Ah. Ah não. Os cães puxaram as coleiras, me jogando fora de equilíbrio de novo. Bishop me abraçou forte, até que voltei as meus pés. Suavemente, eu guiei as mãos para longe dele. —Eu deveria levar os cachorros para dentro. — eu resmunguei. —Está quente aqui. Para eles, quero dizer. Bishop olhou de relance para a estrada. —Vou manter sua companhia. Meu sorriso era tímido. —No caso de me perder caminhando alguns metros? —Ou em problemas. Nunca se sabe o que poderia acontecer aqui nas ruas. Eu dei um olhar suave e lento ao redor da área bonita e tranquila. —Ah sim, muito perigoso. Eu aprecio que você vai sair do seu caminho para me manter segura. —Você é bem vinda. — ele disse. —Mas eu tenho estes cães de guarda. — sacudi as coleiras. As duas bolinhas correndo enquanto de aproximavam de sua casa com pressa. Bishop riu, o som fazendo cócegas nas profundezas do meu coração. Encontrei-me observando-o com curiosidade. —Eles são bastante assustadores. — ele admitiu. —Acho que uma mulher como você merece toda a proteção do mundo. Uma onda de calor subiu ao meu pescoço. —O que isso significa?


Quando ele caminhou ao meu lado, ele conseguiu bloquear o sol. Suas feições escureceram com sombras, e ainda assim, o seu sorriso brilhava. —Eu posso dizer que você tem um bom coração. Mas a realidade é que as pessoas com bom coração se machucam mais frequentemente. Uma vibração rastejou para cima, ameaçando sufocar meu sempre enfraquecedor monstro de ódio. Levar seu elogio pelo valor nominal era exatamente o tipo de besteiras que eu costumava fazer com o meu ex. Então, eu empinei meu queixo e coloquei minha cara de vadia. —Não nos machucamos. Só aproveitamos até aprendermos melhor. Bishop hesitou, e foi o suficiente para eu pular na frente dele e subir os degraus da sua porta da frente. Ele me seguiu para dentro, sem dizer nada enquanto entrava na cozinha. Seu silêncio fez eu me sentir culpada. Talvez eu estivesse sendo muito rude, ele só estava brincando. Flertando, no pior. Paquera é uma coisa ruim! Disse a mim mesma, soltando os cachorros. Eu amarrei suas coleiras sobre os ganchos de parede na despensa. Bishop ainda estava tranquilo, sua presença o entregando quando ele pairou na soleira da porta da cozinha. Após encher as tigelas de prata no chão com água fresca, eu assisti os dois cães sedentos se mexerem enquanto bebiam. Sua energia minou a minha. Eu sufocava um bocejo, imaginando quão rapidamente eu iria me acostumar com estas manhãs. —Você está cansada. — ele disse, quebrando o silêncio dele. —Você deve ficar para o café da manhã. Tome um café.


—Ah, não —afastei a oferta dele. —Eu posso pegar um copo no Starbuuuuow, o que você está fazendo? — enfrentei-o, o que me deu um lugar na primeira fila para ele tirando sua camisa apertada sobre suacabeça. Bishop pegou o cós das calças de caminhada e puxou. Polegada por polegada, orientando-os para baixo, passando pelos seus quadris magros, o topo da sua cueca verde-musgo espiou para mim. —Eu vou me despir para tomar um banho. —No quê! Sua pia da cozinha? —É claro que não... — ele pisou fora das calças. —O chuveiro está lá em cima. Eu gelei na hora e cobri meus olhos, então eu estava cega. —Pare de se despir na minha frente! —Porquê? — ele riu. —Apavorada que você vai fazer algo terrível se você der uma olhada em mim sem roupas? — ele riu sombriamente. Mas depois, ele ficou quieto. Muito tranquilo. —Olá?— eu perguntei. —Você... saiu? Nada. Espalhando os meus dedos vi ele orgulhosamente de pé em suas cuecas, mãos nos quadris como se dissesse. “Como está a vista?” E eu fiz. —Vamos! — eu gemi, cobrindo meus olhos novamente. —Isto nem mesmo é justo! —Bem, talvez isso foi um pouco malvado. Mas você realmente quer perder a sua chance de ver um honesto Príncipe de Deus nu?


—Você está muito engraçadinho... — ou muito bom em ler minha mente. Lentamente, mas com certeza deslizei minhas mãos para longe. Bishop estava focado em mim como um dragão que tinha visto um belo tesouro. Sabendo como eu estava olhando seus músculos lindamente esculpidos, os redemoinhos de tinta que se enrolavam sobre o peito, bíceps e desaparecia em suas cuecas, me perguntei quão faminta eu parecia. Ele leu meu rosto, apertando os lábios carnudos. Sua mão se fechou no meu pulso. —Siga-me. Estávamos a meio caminho da escadaria curva quando percebi o que estava fazendo. Mas estávamos pisando o limiar do corredor do banheiro antes que meu cérebro lógico disperasse outra vez. —Espere, é muito cedo para isso. Não estou pronta para tomar banho com você! Fechando a porta atrás de mim, ele me soltou. —Relaxe. — atingindo o lindo azulejo preto e dourado do chuveiro, ele manipulou os botões. —Nada vai acontecer... a menos que você queira. Engoli em torno do nódulo duro na garganta. —Esse é o problema... — sua cabeça girou para que pudesse me encarar. Percebendo o que acabei de admitir, joguei minhas mãos para cima. —Isso saiu errado! Eu quis dizer...mesmo que eu quisesse fazer algo, nós... não podemos, você sabe, porque você é um príncipe e eu sou uma plebeia e você tem mulheres esperando para casar com você e e... — Eu estava balbuciando. Ele se moveu para ficar sobre mim. Com delicadeza, mas com firmeza, ele agarrou a bainha da minha camisa.


—O que você está fazendo? — eu perguntei, as palavras vibrando na minha língua no meu nervosismo. —Você não quer ter suas roupas molhadas. — ele sussurrou. —Bem, não todas elas.


í Bishop

Esta mulher... Tinha sido algum tempo desde que eu sentira uma faísca. Não me orgulho de admitir que tinha perseguido todas as pressões possíveis na vida, só para sentir qualquer coisa, até algumas semanas atrás. Tudo mudou quando recebi a notícia sobre o pequeno pedido do meu pai. Sua exigência. A partir daí eu tinha suportado os encontros com mulheres estranhas. Eu tinha suportado a ideia de ter que escolher dentre essas harpias sem rosto que não queriam nada de mim, apenas meu dinheiro e a segurança da minha linhagem. Eu tinha pensado que eu estava bem com essa vida. E então eu conheci Nellie Pinewood. —Não se mexa. — eu disse, deslizando sua camisa sobre a cabeça dela. O movimento teve seu cabelo comprido aderindo a sua testa, nos olhos dela. Antes que ela pudesse alisar para fora eu fiz isso por ela. Com precisão, enfiei os fios de cabelo de volta atrás das orelhas, curtindo o quão suaves sentiam-se entre meus dedos.


Ela ficou parada, como se estivesse esperando para ver o que eu faria em seguida. Havia um pequeno vinco em seus lábios, um aperto que apertava e suavisava quanto mais eu a observava. O pulso magnético entre nós me implorou para beijá-la. Mas eu não queria. Ainda não. Meio-agachado, deslizei as costelas dela, parando quando eu tinha chegado no topo de seus jeans. Um movimento rápido e o botão foi desfeito. O zíper veio em seguida, a sensação do metal sendo aberto ressoando no meu pau. Revelei o azul pálido da sua calcinha, e minha própria cueca, a única coisa que eu tinha, tornou-se inútil para esconder meu pau. — Merda. — eu respirei, ajustando-me, e em seguida tirando-a fora de suas calças. Algo em Nell clicou. Ou quebrou. Eu não sabia o que era, só me levantei para vê-la terminar de puxar o restante para baixo. E fez isso velozmente, apressandose para vencer a parte dela que poderia fazê-la sair desta situação. O corpo dela era elegante, acolhedor. Eu doía para puxá-la para cima e pressionar-me contra ela, dentro dela, apenas fazer parte da sua existência. Ela apontou para mim, e o movimento fez seus seios balançarem hipnoticamente. —Você tem que terminar. —Ah, vou terminar. — eu disse, rindo em meus próprios pensamentos impróprios. A cabeça do meu pau estava quase espreitando para fora da minha cueca. Não perdi mais tempo, eu a imitei, abaixando minha cueca e abandonandoa no chão. Eu esperei para ver a reação dela ao ver tudo de mim. Estudando o rosto dela, fiquei fascinado pela forma que ela molhou seu lábio inferior com a língua. Seu corpo foi tingido de vermelho, com certeza seu coração estava pulsando


velozmente. De pé, fiz meu pau orgulhoso se contorcer no ar. — Notei que você parou de fingir que não gosta de mim. Os olhos dela dispararam para o meu, segurando firme. —Você é tão arrogante com todos os passeadores de cachorro? —Só os bonitinhos. —Hmn. — ela disse, franzindo os lábios. —Antes me chamou de linda. Por que o rebaixamento? Rindo, escovei meu polegar sobre sua bochecha. —Culpe a sujeira que está no seu rosto. Vamos lá. — Com isso, puxei-a para o chuveiro. A água escorria sobre nós dois, massageando minha pele com calor e vigor, transformando o cabelo de Nell um longo fluxo de rico chocolate. Limpando os olhos, ela me encarou. Eu a protegido da água, de costas para o jato. Havia sardas na ponte do seu nariz, e eu gostaria de ter todo o tempo do mundo só para contá-las mais e mais. —Era isso que você esperava? — ela perguntou. —O que? Ela assentiu com a cabeça no meu ombro. —Meu rosto ser limpo. Estava se segurando para me beijar por causa de toda essa sujeira que você falou? Ou você estava apenas fingindo que gostava de mim esse tempo todo? Sua ousadia me surpreendeu, e também enviou todo meu sangue direto ao meu pau, elevando-o entre nós até que esbarrou em sua coxa. Nell inalou através dos dentes. —Não sei. — eu sussurrei com voz rouca. —O que isso diz para você?


Minhas mãos foram sobre os seus ombros lisos, pressionando-a para o azulejo brilhante. O ar estava sibilante com vapor, as paredes de cerâmica resmungando como uma tempestade e ainda assim, eu podia ouvir o sutil aumento no ritmo da sua respiração. Não pensei que eu tivesse esperando, mas se eu estava tinha sido subconsciente, apenas esperando que ela deixasse claro que ela estava pronta para mim. Raramente conheci mulheres que se atreveram a me desafiar. Nell tinha feito isso desde o primeiro minuto. Pensei que era porque não tinha ideia do quão importante minha família era... mas quando ela soube, ela só tinha lutado com mais força. Era muito refrescante. A boca de Nell deslizou por cima da minha, quente e doce. Seu punho um círculo ao redor do meu pau. —Não devíamos fazer isto. —Devemos definitivamente. —Você tem camisinha? Sua pergunta surpreendeu uma risadinha de mim. Manuseando o queixo dela, olhei-a nos olhos e disse calmamente. —Você não entendeu ainda, não é? — gotas de água caíam em seus lábios separados. Beijei-os, inclinando minha cabeça para que eu pudesse sussurrar diretamente em seu ouvido. —Nós vamos nos enroscar, e você vai gozar enquanto eu te encho com minha semente até que não haja nenhuma maneira de você não engravidar. E se por algum milagre não acontecer desta vez... — eu lambi a garganta dela, e ela tremeu como a última folha do inverno. —Eu vou continuar até que isso aconteça.


í Nellie

—O que... o que você está dizendo? — eu consegui perguntar. Ele conseguiu me parar com mais um simples beijo... e em seguida um segundo. Seu pau deslizou em toda minha fenda, tornando difícil me concentrar. —Eu quero fazer de você minha esposa, Nell. —Isso é insano. — eu disse, minha voz perdendo o foco. Ele estava me quebrando. Deve ter sido inebriante para ele, pois seu pau incrivelmente endureceu ainda mais, provocando meus lábios quando ele esfregou sobre eles. —Você está além de linda. — ele ronronou no meu ouvido. —Eu também vi quão doce e amável você é. Quão forte foi a maneira que você se levantou para Iris. Você é perfeita... isto é perfeito. O cume de seu eixo colidiu com meu clitóris e não consegui ver direito, meu gemido esfarrapado. —Ouça a si mesma. — ele disse, cada sílaba pontuada por seu sorriso. — Pense nisso, como tudo isto é bom. Eu quero fazer você gemer meu nome, quero enchê-la, dar-lhe tudo. E eu vou. Delirando com prazer, eu parei de tentar argumentar. Eu não sabia que ainda estava discutindo. Bishop estava certo, isto era incrível e eu não queria que


acabasse. Todas as formas de razão evaporaram, substituídas em minha corrente sanguínea por flores de luxúria. Eu queria foder esse homem. Eu queria ser fodida. Esquecer que ele era um príncipe que queria casar com alguém especial e poderoso e não comigo, era fácil com o seu pau me abrindo. Seu braço circulou sob a minha coxa, levantando uma perna mais alto. Ele me expôs ao ar úmido, água passeando pela minha barriga, pelo meu clitóris. Com o polegar da sua mão livre ele tocou o meu clitóris, esfregando-me em círculos preguiçosos, avançando seu pau ainda mais fundo dentro de mim. Ele estava tomando seu tempo. Cada vez que eu pensei que ele estava totalmente dentro, ele se deslocava e me dava mais. —Merda. — eu engasguei, e minha voz ecoou de volta no chuveiro. —Bem. — ele sussurrou, brincando com meu clitóris inchado. Ele afundou em minhas paredes apertadas mais um pouco. —Você está me esmagando, puta que pariu! Você é tão gostosa. —Bishop! Eu... Não posso... —Não me diga que você não pode me encaixar, eu sei que você pode querida menina. —Não era isso. — eu disse rapidamente, olhando para ele. —Não aguento esperar. Vá todo o caminho, pare de me torturar.


Ele se surpreendeu e então riu, as pontas dos dedos apertando minha bunda macia. Em um grande impulso que ressoou no ar, ele bateu com o pau até o punho. Nós dois engasgamos e inalei mais vapor. Eu o provei quando ele me beijou. E eu provei minha própria derrota. Eu sabia que eu ia deixá-lo gozar dentro de mim. Não podia imaginar terminar este momento, recuar e acabar este tipo de prazer. Foi de outro mundo... e eu era gananciosa. Muitas coisas ruins tinham acontecido comigo ultimamente, e esta foi a primeira experiência verdadeira, espantosa, rejuvenescedora, e eu merecia isto. Novamente, ele entrou em mim, o polegar dele circulando meu clitóris mais rápido. Ele deixou minha perna descer, mas enrolei em volta da sua cintura, agarrando-me nele, nunca deixando o beijo terminar. Ferozmente ele se moveu para que pudesse segurar minhas coxas, saltando-me no ar em seu pau. Ele não ficou esfregando meu clitóris por muito tempo, mas ele não precisava, seu estômago duro estava contra mim, cada movimento me batendo por dentro e por fora. Formigamento quente e maciço me sacudiu. Eles correram sobre meu cérebro, através do meu coração, para baixo em minha boceta até que era tudo o que eu sentia... tudo o que eu era. Como um animal no cio eu comi este homem que mal conhecia. Eu montei-o desesperadamente, gemendo sem vergonha, sentindo-me verdadeiramente destemida. Foi contagiante... e eu me perguntei se eu poderia me tornar viciada em um ser humano. —Estou chegando. — eu choraminguei.


—Eu sei... — ele ofegou, apoiando-se no azulejo, protegendo-me mais uma vez do chuveiro. O pau dele estava me esticando, inchado enquanto eu me batia em cima dele. Meu orgasmo me deixou fraca, sem fôlego e eu não sabia se podia culpar a falta de ar entre o vapor. Bishop empurrou meus pés para o chão. Ainda abraçado contra mim ele jogou sua cabeça para trás. Olhei para cima para ver o queixo duro, meu corpo em uma grande onda de emoção ao ver os seus músculos e sua masculinidade pura. De repente, ele olhou para mim. Eu pulei, esquecendo por um segundo que ele estava me fodendo. Estávamos lendo um ao outro, tentando entender o momento, para dizer se ambos sentimos o mesmo. Depois tudo desapareceu. Ele agarrou meu cabelo molhado, forçando minha cabeça para o lado, assim ele poderia beijar meu pescoço. Seu eixo inchou uma, duas, e a coisa mais gostosa que eu já senti foi derramada dentro da minha boceta. Bishop estava murmurando contra minha pele, coisas como: Sim, incrível pra caralho. E uma vez, acho que ele gemeu meu nome. Ele tinha feito. Dentro de mim. Eu deixaria ele fazer isso. Quão imprudente eu era? Se eu estivesse grávida minha vida mudaria, e pode não ser tão bom. Não conhecia Bishop, e se ele me abandonasse, e se ele ficasse e fosse tão horrível quanto o meu ex? E se eu tivesse feito estas perguntas antes de deixá-lo me foder? Pisando para trás, vi a água escorrrendo para o ralo. Mais e mais vinha para substituir, o fluxo era interminável. Cada gota foi substituída por uma nova.


Nenhuma delas era a única, nenhuma delas era importante quando você poderia substituí-las. —Na verdade. — ele disse, sua voz ainda áspera. —Sexo no chuveiro é ótimo porque você pode lavar sem ter que andar em qualquer lugar. Ignorando-o, abri a porta de vidro e pisei no tapete. Toalhas pendiam nas paredes. Peguei uma e a coloquei apertada em volta do meu corpo. —Isso foi estúpido. — eu resmunguei. —O que eu estava pensando? Bishop desligou a água. —Ei, o que há de errado? Dando uma olhada nele, eu disse. —Você está brincando comigo. Você não me conhece, você não me ama, então como você pode querer fazer um bebê comigo? — enfrentei-o totalmente, cintilando com raiva. Me senti com um milhão de pés de altura, o rosto do meu ex piscando em minha mente. —Você é apenas outro playboy idiota na minha vida, algo que eu estava tentando evitar repetir. Seu rosto torceu. Eu tinha que machucá-lo? —Não se trata de amor... — sua voz era fria como um lago congelado. —Trata-se de fazer você inchar com um bebê da realeza. Como você pode odiar essa ideia? Você não viu todas aquelas mulheres clamando por mim para escolhê-las? Isso me colocou sobre a borda. Agarrando as minhas roupas e tentando ignorar sua presença, saí da sala. Filho da Puta! Eu pensei, pisando sobre meus calcanhares para o corredor. Ele estava me esperando saltar para cima e para baixo com a ideia de ele me abençoar com sua porra? Ele pensou que o esperma dele usava pequenas coroas de ouro e mudaria minha vida se eles se levantassem dentro do meu útero? Ugh.


Só ugh. —Bishop? — a voz cantarolava pelas escadas. —Você está em casa? Um parafuso de terror transformou minhas pernas em macarrão. A mãe dele! Se ela me pegasse como eu estava, nua na casa dela, o que ela faria? Me demitir, na melhor das hipóteses. Merda. Chicoteando minha cabeça para os lados, entrei na primeira porta à direita. O quarto era gigantesco, muito parecido com cada quarto nesta mansão top de linha. Quarto do Bishop, eu percebi ao ver sua roupa pendurada no armário aberto. A cama poderia caber cinco pessoas, o cobertor era de uma brilhante cor de esmeralda. Pelo menos ele não usa almofadas centrais. Quer dizer, o que você faz mesmo com aquelas coisas quando vai dormir? Você as joga no chão? Foi uma coisa pequena, mas me fez sorrir. Outro ruído veio do corredor e delicadamente fechei a porta, correndo para vestir a minha roupa. Um segundo depois a maçaneta de bronze se moveu. Meu coração estava prestes a explodir até o rosto de Bishop aparecer, não da mãe dele. Ele estava vestido com apenas uma toalha em volta de seu corpo. Seu cabelo estava puxado para trás, ele não tinha tido tempo para secá-lo, ele tinha corrido para me perseguir. —Nell. — ele disse, pisando em minha direção. —Você tem que me escutar. Estou explicando tudo errado. —Ah não. —bufei, abotoando minha calça jeans. —Você me explicou perfeitamente. Bishop não abrandou, veio em meu caminho como uma sombra viva feita de pecado. Havia enormes janelas sobre a parede, e ainda assim a luz do sol não o tocava. Um perfume me atingiu, o almíscar salgado do que tínhamos feito. O


chuveiro não conseguiu lavar o fato de que nós tinhamos fodido. Meu corpo estava respondendo à memória, os músculos tensionando e o sangue bombeando. Não sabia que eu tinha me apoiado até bater na parede perto da cabeceira da cama dele. Bishop agarrou meu pescoço, seu peito nu esfregando minha camisa. —Você está vendo tudo errado. — disse ele suavemente. —Você disse que precisava deste trabalho. Isso significa que você está apertada de dinheiro. Olhando para seus lábios que faziam formas sedutoras, eu disse. —Isso não significa que eu quero um relacionamento com um estranho. Eu não sou uma prostituta. Ele riu calorosamente enquanto eu tremia. Como ele era tão sexy? —Se você concorda com o que eu estou pedindo e fizer um filho comigo, você vai ficar bem. O poder, o dinheiro, você teria tudo... sem restrições. —Acho que uma criança com você é uma espécie de coisa grande! Foda-se, Bishop. Ele se inclinou para baixo, beijando a pele sensível atrás da minha orelha. A pressa do prazer tinha meu cérebro rodando na minha cabeça. —Faça um príncipe ou uma princesa bonita comigo e você não precisará andar com outro cachorro. —Talvez... talvez eu goste de cães. — eu engoli. —Eles são mais confiáveis do que homens como você. Novamente ele riu e meus joelhos se dobraram, o braço forte dele estava me segurando contra a parede. Ou talvez tenha sido a pressão do seu corpo contra o meu. Eu não sabia mais. —Os homens como eu? Homens que oferecem a você uma segurança incrível? Você não precisa me amar, Nell. Não me importo se você não faz.


Uma inesperada floresta de espinhos cresceu dentro de mim. Eu tentei suavizar, mas suas palavras doeram. Ele é honesto, isso é bom. Isso é o que importa. Não é? Sua mão esticou no meu estômago. O toque íntimo roubou minha respiração. Foi fácil demais imaginar um futuro onde um bebê adorável caberia em meus braços. Eu poderia ver Jaws e Cujo lamberem seu rosto. Era doce e excitante, mas então ele esmagou meu coração até que eu só queria fugir e nunca mais olhar para trás. Um bebê? Agora? Algum dia? —Eu preciso de ar. — eu ofeguei, empurrando-o e correndo. —Eu... Eu preciso pensar sobre isso. — segurando a moldura da porta olhei para trás, para ele. Seus olhos estavam escuros, pensativos. Eu queria ler a mente dele, mas talvez ver seus verdadeiros pensamentos iria confundir-me ainda mais. Talvez eu aprendesse que minha incerteza na verdade o machucava. De jeito nenhum, impossível. Tipos como Bishop tinham menos capacidade emocional do que um pedaço de terra. Foi fácil tentar lisonjear-me, dizendo que eu era bonita ou linda, ou gentil, ele me chamou de gentil. Ninguém nunca tinha me dito isso antes. Roendo o canto da minha boca, eu hesitei. Ele ainda me observava, esperando para ver o que eu faria em seguida. Ele estava curioso, mas eu era a única com milhares de perguntas. —Bishop. As sobrancelhas dele mudaram. —Sim? —Essa oferta para o café ainda está de pé?


E ali estava, a luz de volta aos seus olhos. —Eu conheço um ótimo café. —Eu irei com uma condição. Duas, na verdade. — eu avanço para a porta aberta. —Primeiro, você vai explicar tudo o que está acontecendo sobre essa coisa de bebê, e segundo, você terá que me tirar daqui clandestinamente. — olhei para o corredor. —Não quero explicar nossos cabelos molhados para sua mãe.


í Bishop

Estávamos sentados em um pequeno café pitoresco que provavelmente apareceria nos tabloides em uma semana e tornaria impossível conseguir uma vaga sem reserva. Mas por enquanto, era tranquilo, fofo e perfeito para um amor recém-nascido. Eu estava descansando com uma facilidade confortável, até um pouco confiante, afinal eu tive sexo, ou seja, estava cheio de energia. Mas Nell... ela tem o olhar selvagem de um gato de rua que poderia fugir a qualquer momento. —Vá em frente. — eu disse suavemente, dobrando as minhas mãos sobre a esteira bege. — Pergunte o que quiser me perguntar. Ela não perdeu tempo e veio para a minha jugular. —Por que um cara como você precisa de um bebê? Você é tão jovem! E você não parece o tipo paternal. Eu rio secamente, minha cabeça inclinada. —Ai, essa doeu! O fato é que na verdade eu adoro crianças. Eu não queria uma tão cedo, ou assim eu pensava. Mas imaginar um com você está mexendo com algo dentro de mim. Você... Não consegui terminar. Ela estava rindo tão ofensivamente que me parou bruscamente. Ignorando os olhos dos clientes nas proximidades, ela limpou os olhos. —Besteira.


Ela estava afiada. No entanto, não era tudo mentira. Nell estava se enrolandoem torno de uma antiga e latejante parte de mim que desejou ter alguém ao meu lado. —Tudo bem. Tudo bem. Mas a verdade é muito menos excitante. —Me teste. Quase fiz uma piada glamour. Mas desisti e disse. —Como parece para você um monte de papelada de linhagem e um homem velho, rabugento, com um chip em seu soldado sobre seu legado? Nell piscou uma vez, duas vezes, então ela colocou o seu queixo em seu punho. —Na verdade, isso parece interessante. Eu queria saber sobre como você é um príncipe e isso parece estar relacionado. O velho é o seu pai? —Bingo! — agarrando meu café, dou um gole longo, segurando-o em minha boca até que o sabor amargo dominou meu humor de gosto semelhante. —O bom e velho pai nasceu, cresceu e até hoje se recusa a deixar o Caluvan, fica perto da Arábia Saudita. Ele tem grandes negócios, Império do petróleo e tudo mais... — eu podia ver as engrenagens trabalhando por trás de seus olhos. —Minha mãe o conheceu em uma viagem. Ele a mandou de volta para cá depois que eles se casaram, a pobre mulher foi para casa doente. Ele prometeu que viria em breve. Ela ainda está esperando ele comprar a passagem. A pele dela ficou pálida. —Quer dizer... sua mãe não vê o marido dela desde que ela veio pra cá? —Não, não. Ele financia cada voo de volta para seu palácio quando ela quer. —E você? Você sempre vai visitá-lo?


—Não. — fui paratomar outro gole, quando eu tinha terminado meu café? Franzindo a testa para a caneca, virei em minhas mãos. —Nós nos vemos por Skype, mas eu gosto daqui. É onde eu cresci. Ela me olhava muito de perto. Não gosto desta sensação, como se ela tivesse pena de mim. —Me parece tão só. Para todos vocês. Quer dizer, ele é seu pai. Limpando a garganta, afastei a caneca. —Ele não é solitário. Ele tem parceiros de negócios sugando suas tetas, para não mencionar uma outra segunda família para lhe fazer companhia. — E aí está o choque, o que foi muito mais bem vindo. —Sim... meu querido pai não podia manter seu pau dentro das calças. —Mas... sua mãe... —Não se divorciou. Aconteceu logo depois que eu nasci. Segundo ele, não era um problema... — deixei cair minha voz para imitar seu barítono ríspido. —' Relaxe, Cathleen. Nós podemos consertar isso. Você e Bishop importam o mundo para mim. Essa mulher e o bebê dela não são nada.' — Eu me recostei na cadeira tão duro que foi incrível que não caí. —Ele mudou o discurso nos dias de hoje. O pai quer um herdeiro, e meu meio-irmão ilegítimo pode me derrubar. Nell estava ainda mais branca agora. —Seu pai está te forçando a se casar e ter um bebê? —Ele nunca diria isso desse jeito. Mas o fato é, se eu não fizer isso primeiro, minha mãe vai ser... — meu sorriso se transformou em um sorriso de plástico.— Coloque desta forma. É criar uma criança ou perdemos todas as nossas riquezas e poder. A nossa casa. Tudo. —Isso é tão triste. Que tipo de pai força seus filhos a se apressarem e terem uma família? Onde fica o fator amor nisso tudo?


Deslocando-se na minha cadeira, chamo a atenção da garçonete. —Os negócios superam tudo... — ela enche minha caneca com café, e com a sua saída eu mirei meu sorriso de volta a Nell. —De qualquer forma, isso não precisa ser um grande negócio. Pode até ser divertido... — digo casualmente, esfregando o joelho dela debaixo da mesa. Seu rosto se aqueceu, trazendo uma cor rosa ao seu rosto gratificante. —E sobre as outras? Sua mãe está tentando configurá-lo com outras mulheres? Dei de ombros. —Sou eu quem escolhe a mulher que eu finalmente irei propor. —Não, eu quis dizer que as outras mulheres eram incríveis, tão bonitas e refinadas, e importantes. Por que diabos você me escolheria sobre elas? Várias razões passavam pela minha cabeça. E eu não disse nenhuma delas, em vez disso, eu apertei seu joelho novamente. —Posso lembrar-lhe o por quê. — Abruptamente ela saltou para os seus pés. Nell não se comporta como qualquer uma das meninas com quem eu tinha estado antes. Ninguém me recusou, especialmente não várias vezes. Intrigado, inclinei para trás e obseervei seu maxilar apertado. —Você está bem? Ela alisou a camisa e respirou. —Eu realmente tenho que dormir, talvez por alguns dias, até semanas. O que você está pedindo é... não é normal. —Eu não sou um cara normal. — a ponte do seu nariz enrugou, e eu queria esfregá-lo com um beijo. Ela jogou o dinheiro na mesa. —Ei, Ei, este café é por minha conta.


Colocando a carteira no bolso de trás, ela disse. —Eu não quero sua generosidade até que eu saiba que ela não vem com um preço. O calor nos olhos dela podia me escaldar, mas isso só me aqueceu por dentro. Agarrando a mão dela, segurei-a no lugar. —Pense na minha oferta, tanto quanto você precisa eu também preciso, mas não vou te forçar. O fato é que eu quero você, Nell. Eu desejo você. Então se você insiste em trabalhar para a minha mãe, vendome todos os dias, você precisa entender que eu nunca vou parar de latejar com necessidade de enchê-la com a minha semente. É muito para mim. Eu senti sua boceta, e estive tão perto do seu ventre quanto eu conseguiria, e nada menos do que derramar em você até que eu seja uma casca seca vai me satisfazer. Seus lábios se separaram. —Bishop... Vi seu peito subir e descer, e minha voz caiu ainda mais. —Enquanto você estiver na minha vida, eu nunca vou parar de tentar ficar com você.


í Nellie

—Connor, não! Quando entrei no meu apartamento algo lançou-se para mim pelo canto do meu olho. Torcendo tão rápido que minha espinha quase quebrou, mal peguei o pequeno garoto antes que dele bater no meu rosto. —Whoa! — eu ri, segurando-o pelas axilas. —Olá! Ele era muito bonito, considerando que ele só tinha tentado me matar. —Eu sinto muito. — Gigi disse, apressando-se para levá-lo. —Este é Connor, filho da minha irmã. Ele está um pouco louco. —Louco! — ele deu uma risadinha, sorrindo para mostrar os dentes e as lacunas entre eles. Gigi faz uma pausa dramaticamente. —Eu me afastei por um segundo para fazer um lanche. Fechando a porta eu disse. —Não se preocupe, está tudo bem. — minha colega de quarto desceu o garoto e ele prontamente abraçou minhas pernas. — Você é um pouco temerário, hein?


Seu riso era alto, limpo e real. E derreteu meu coração. Depois de como tinha sido o meu dia, ver uma criança foi estranho. O mundo está tentando me dizer alguma coisa. Mas era que crianças eram bonitas ou que elas queriam me matar, ou talvez as duas coisas? Entregando a Connor a metade de um sanduíche, Gigi pegou seu telefone e digitou uma mensagem. Em seguida, sentindo meu humor com alguma empatia poderosa de um filme de super herói, ela piscou para mim. —Uh... Algo está errado com você. Eu passei pela porta e me sentei em uma das duas cadeiras. Nossa mesa era pequena, e funcionou melhor como uma plataforma de lançamento para as crianças do que um lugar para refeições. —Eu não saberia onde começar. —Problemas com meninos? Eu ri bruscamente. —Isso é dizer pouco. Ela sentou-se à minha frente, um olho em Connor enquanto ele corria em círculos ao redor da sala. —Eu pensei que você tinha terminado com os homens. Acho que foi o que você me disse na primeira noite em que você se mudou. — ela jogou os braços para cima, sua voz aumentando. —'Gigi! Os homens não servem para nada, apenas para nos chupar!' —Não é assim que eu sinto realmente! Além disso, você pode dizer chupar na frente dele? — eu empurrei meu polegar para Connor. Gigi fez uma careta. —Ele está bem. Me conte mais sobre seus problemas de namoros. —Isso não é namoro. Eu não sei o que é.


—Agora estou mais curiosa. Suspirando, eu corri minhas mãos sobre meus olhos. —Bishop, o cara que eu sou passeadora de cães, está sendo muito persuasivo. —Mnhm. Continue. Olhando para Connor, deixei cair minha voz para um silêncio. —Ele meio quer que eu seja a mãe do filho dele. Gigi assustou-se tão rápido que deixou cair o telefone no chão. Connor guinchou, pulando no lugar. —Caiu! — ele riu. —Ele quer que você faça o que? Queimando com vergonha desde meus dedos do pé até meu couro cabeludo, imaginei o meu encontro no chuveiro. —Deixe-me voltar. Bishop é tipo um príncipe. —Você está fodendo com a realeza? —E acho que ele está em uma competição com seu meio-irmão para produzir um herdeiro primeiro. Ele me fez uma oferta para ser a única a fazer isso com ele, e eu não estou considerando isso... Eu teria que ser louca para fazer isso. Não sei por que ele mesmo me escolheu. — Brevemente eu me perguntei se ele tinha feito a oferta para outras pessoas. Eu era realmente a primeira? Impossível. Gigi olhou para o teto. —Isso é muito estranho. —Eu sei. —concordei, desenhando um círculo na mesa com o dedo. —Eu não sou nada especial, por que um cara rico viria para mim?


Ela bateu as mãos sobre a mesa. —Cale-se! Você é um ótimo partido. Estou dizendo que é uma loucura para qualquer um que queira ter um filho tão rapidamente com um estranho. Ele deve estar desesperado para fazer seu pai feliz. Isso ou ele está super afim de você. Vocês poderiam ser almas gêmeas. Eu estava rindo, mas seu rosto sério me humilhou. —Isso não poderia ser real. —Claro que é. — ela se inclinou para mim. — Hm. O que você sente por ele? Alguma faísca ou algum sentimento de que ele é seu verdadeiro amor? Eu queria jogar algo nela, mas as únicas coisas nas proximidades eram seu telefone caro e Connor. Impotente, pensei sobre como tinha sido bom quando Bishop segurou minha barriga possessivamente. Quão naturalmente ele a beijou. Mas almas gêmeas? Querendo um bebê com um estranho...? Eu teria que ser louca para fazer algo assim. Fiquei com isso em mente quando Connor mudou de assunto para nós despejando uma garrafa inteira de maionese, que não sabia que tínhamos, no chão. Gigi chorou, correndo para limpar enquanto eu assisti com diversão seu desespero. Cada vez que o garotinho me piscou um sorriso, abria-se um lugar no meu coração para ser preenchido com mais amor. Disse a mim mesma novamente que almas gêmeas não eram reais. Aqueles amores verdadeiros eram feitos para serem acreditados. E que mesmo se essas coisas existissem... Bishop Callehurst não era um deles. Não para mim.


í Nellie

Bishop estava me evitando. Não havia dúvida disso. Eu pegava vislumbres dele antes ou depois de passear com os cães, mas isso era tudo. Ele estava agindo como se ele não tivesse me pedido para ser sua passeadora de cães e fazedora de bebês. Eu estava estranhamente irritada com isso. Tão irritada que eu estava começando a querer falar com ele. Quando eu estava pronta para confrontá-lo, ele estava longe de ser encontrado. Sua presença estava ausente em casa naquela manhã e ele permanecera um fantasma quando voltei com os dois cães exaustos. Lavando as mãos na pia da cozinha, me animei ao som de passos. A visão da mãe de Bishop e não o próprio homem me desanimou. Ela estava segurando um saco de papel dourado em uma mão, como se fosse uma bolsa Gucci cara. —Você está de volta. — ela disse. —Bom. Como eles estão? —Estão bem. Estou preocupada com o calor, no entanto. Tenho que tirá-los ainda mais cedo até que o tempo esfrie um pouco. — eu limpo minhas mãos no meus jeans. Ela piscou como se eu a tivesse ofendido. Deveria ter usado uma toalha como uma pessoa adequada. —Ei. — eu comecei, antes que eu pudesse parar. — Bishop está muito ocupado ultimamente?


Ela ajustou seu xale fino enquanto me examinava. —O meu filho tem uma grande quantidade de responsabilidades para cuidar. É um milagre que ele consiga fazer metade do que deveria, especialmente quando ele se mantém adicionando novos obstáculos. Você sabia que foi ideia dele que tivéssemos os cães? Piscando, olhei para os cães fofos. —Não, não sabia. — ele disse que ele os tinha nomeado, então talvez não devesse ser tão surpreendente. —Ele deveria levá-los em seus passeios de manhã, mas acho que ele nunca foi o tipo de manter suas promessas. — Vacilei com a onda de frieza que atacou meu coração, eu comecei a ir para a porta. —Espere. Nell, faça-me um favor? — ela ofereceu-me o saco de papel, lá dentro estava uma caixa de madeira embrulhada em uma fita de prata. —É um presente para o diplomata que Bishop está entretendo. Eles estão almoçando no salão do elefante. Segurando as alças finas e ásperas, eu engoli em seco. —Você quer que eu leve isso para ele, er, para eles? —O salão é no caminho de casa. Detesto pedir a você, mas eu tenho minhas coisas para fazer. Não podia dizer não. Ou isso foi o que disse a mim mesma, porque no fundo eu sabia que eu estava usando isso como desculpa para encurrralar Bishop. —Eu vou fazer isso, claro. —Você é uma salvadora de vidas. — seus lábios finos escorregaram em um sorriso que era quase apreciativo. Era o rosto de alguém que estava feliz porque estavam a caminho. Mas isso foi bom, porque eu sabia o que ela sentia. Eu estava a caminho, também.


A sala do elefante era de ouro e prata, como se alguém tivesse derretido um enfeite de Natal gigante em todas as paredes. Cada pessoa que não estava sentadaem uma mesa estava correndo por aí em um terno ou saia cinza pálido, com bandejas equilibradas nas palmas das mãos. Evitei os garçons, fazendo meu caminho entre as mesas e tentando não me embasbacar com o teto. As presas de ouro, que esperava que fossem falsas, criavam uma escultura deslumbrante da cabeça de um elefante. Este lugar era caro. Este lugar não era para mim. —Nell! — era Bishop quem chamava o meu nome, acenando para mim de uma mesa longa e escura contra a parede no fundo. Os homens sentados com ele pareciam tão caros como os Lamborghinis lá fora. Eu me perguntei por que eles não tinham uma sala privada, até que compreendi que o objetivo era ser visto. Aproximando-me com o saco de papel ao meu lado, eu desejei que eu tivesse mudado para uma roupa mais agradável. Jeans e uma regata muito surrada e muito, muito azul com estampa nas costas se destacaram entre todo este glamour. Mas a maneira que os olhos de Bishop caíram em mim, como se eu fosse mais impressionante do que a arquitetura deste local, disse o contrário. Ele gostou do que viu. Assim como eu. Como quando eu o tinha visto rodeado por mulheres que queriam seu sobrenome, ele estava vestindo um paletó fino e calças escuras que deslizavam


sobre suas coxas fortes. Ambos sabíamos que eu estava olhando, mas ele não esperava que eu segurasse seu olhar, fazendo uma careta como se dissesse, Sim, você é gostosa, mas o que acontece em seguida? Segurando o saco para ele, eu disse. —Sua mãe me pediu para trazer isso para você. —Ela me mandou um texto ou vinte sobre como eu tinha me esquecido disso. Ele pegou o saco. Deixei ele levá-lo, agarrando-me a ele um segundo mais longo. —Parece que você está esquecido ultimamente. Seu rosto ficou rígido. —Talvez eu só esteja colocando minha energia em algo muito importante. Isso foi um desafio em como eu não era importante? Estudando seu maxilar rígido, assisti-o relaxar, e vi como os dedos soltaram em seus lados. Ele não estava chateado comigo, ele estava estressado. Segui seus olhos e vi o homem sentado no outro extremo da mesa. Ele estava olhando para nós. Não. Ele estava olhando para mim. Sua pele era caramelo marrom, só um pouco mais clara que o cabelo dele. Ele estava vestido com uma camisa branca solta, mas de alguma forma ele parecia mais opulento do que os outros. Avistei seu aparelho da Apple, o mais novo telefone inteligente descansando sobre a mesa, e reparei o arrogante e inquisitivo sorriso que ele tinha nos lábios enquanto me encarava. Eu não o conhecia, mas conhecia homens como ele.


—Bishop. — ele chamou, apontando com dois dedos. —Quem é esta mulher encantadora que se juntou a nós? A testa de Bishop franziu. Então ele relaxou e começou a me levar pelo cotovelo em direção ao outro homem. O aperto dele era firme,o que provocou uma memória muito real do nosso encontro no chuveiro, lembrando ao meu corpo quão talentos os seus dedos poderiam ser. Todo mundo tinha aquietado, observando curiosamente e aguçando os ouvidos. Eles também queriam saber quem eu era. Esta atenção era nova para mim. Fez minha pele pegajosa e minha boca tão seca que eu estava tentada a arrebatar uma bebida inacabada da mesa. Deixando-me ir, Bishop cruzou os braços. —Esta é Nellie Pinewood. Nell, este é Corriane Flamengo, um diplomata da Jordânia e a maior fraude no Black Jack que eu conheço. —Tsk, quanta bajulação. — Corriane disse, olhando muito divertido. Estendeu a mão para mim e obrigada por todos os filmes que vi, ofereci-lhe minha mão. Ele beijou-a, seus lábios eram mais ásperos do que os de Bishop. —É um prazer conhecer a mulher que conseguiu roubar o coração inconstante de Bishop Callehurst. —Oh, não, isso não é... — eu quase disse “eu sou só a passeadora de cães!”, mas antes que eu pudesse, Bishop enrolou seus braços em volta de mim por trás, o queixo fixando-se na minha cabeça. Eu estava vermelha e não podia fazer nada. —Eu não sou inconstante. — Bishop disse em meu cabelo. —Eu sou apenas exigente. Não é tão exigente. Ele escolheu-me depois de uma foda rápida.


Meus próprios pensamentos insensíveis me queimaram como ácido. Corriane ainda estava sorrindo. — Eu adoraria aprender mais sobre uma mulher tão especial. Junte-se a nós para o almoço, Nellie. Por favor.

O dia se tornou noite, e nem uma vez o restaurante tentou conduzir-nos para fora. Como poderiam? A conta que este grupo de homens estava acumulando era imensa. Pediram garrafas de uísque mais velhos que eu, exigindo que as garçonetes se juntassem para um gole ou quatro. A celebração continuou até que estavam apenas eu, Bishop, Corriane e os dois homens que eu descobri que eram seus guarda-costas. Eles não estavam me impressionando, ambos estavam vermelhos e bêbados. —Agora que está mais silencioso. — Corriane disse, inclinando-se para frente para falar-nos em particular. —Eu sugiro que nós tenhamos algum divertimento real. Bishop me olhou com algo escuro e cauteloso. Era um olhar que não se encaixava nele. —Não hoje à noite. Os dois homens compartilharam um olhar, e em seguida Corriane sorriu docemente para mim. —Eu poderia ter um momento com meu amigo? —Ah, claro. Eu vou só... — apontei para o nada, levantei e corri para o banheiro. O zumbido do álcool fez-me instável. Eu não estava bêbada, só solta em


meus joelhos, grata por estar de tênis. Eu tinha visto os saltos que a maioria das mulheres estavam usando neste lugar. Até agora eu as tinha invejado. De frente para o espelho gigantesco, tentei arrumar meu cabelo. Eu realmente precisava limpar esse cheiro de... de suor? Foi por isso que eles estavam relutantes em sair comigo? Lavando meu rosto, amarrei meu cabelo para trás e decidi que estava bom o suficiente. O que quer que seja que Bishop e Corriane queriam fazer, eu iria como estava... ou simplesmente dirigiria para casa. Já era tarde afinal. Voltando ao restaurante principal, vi que Bishop estava de pé, curvado sobre Corriane que ainda estava sentado, os dois falando em tons grosseiros, baixos. Avistei o saco dourado que sua mãe tinha me dado. Ele estava de lado, esquecido em cima da mesa. Pegando-o, fiquei de frente para Bishop pronta para lhe perguntar o que estava acontecendo. Corriane me viu primeiro. Seu brilho era veneno, seu tom desdenhoso. —É por causa dela? É por isso que você não vai? — ele fez um barulho grosseiro. — Mande-a embora. Ela é sua mulher, ela vai ouvir. —Desculpe? — eu perguntei tão atordoada que eu levei um segundo para registrar seu comentário. A veia ao longo da garganta de Bishop pulsava. —Pare com isso. Não se atreva. —O que? — ele riu, empurrando sua cadeira para trás, mas não ficando parado. —Você tem medo dela? Você? Bishop Callehurst, o homem que poderia ter qualquer uma das mulheres nesse lugar se curvando para você em público se dissesse a palavra?


—Deixe-a, Corriane. —Patético. Eu não sou nem de perto tão rico como você, e você acha que minha noiva se atreveria a falar assim comigo? Agora, leve-me a um dos clubes de strip local. Você deveria dar-me um bom tempo como seu pai disse. Esta farsa acabou. Bishop tinha ficado mais vermelho. Suor brilhava em sua testa, seu corpo tão tenso, tão duro, que poderia ter explodido a qualquer momento. Ele estava furioso. Mas não foi Bishop quem explodiu. Fui eu. A caixa de madeira no saco era uma arma tão boa como outra qualquer outra. Amontoando os meus músculos e desejando que eu tivesse tido aulas de beisebol, atirei-a no peito de Corriane. Ele pegou, gemendo de dor, a cor drenando do seu rosto, eu tinha certeza que ele vomitaria e fiquei decepcionada quando ele não o fez. —Você é um idiota. — eu assobie. —Um clube de strip? Você está noivo! Quão nojento você pode ser? — eu estava fervendo de raiva por esta mulher que nunca conheci. Como ele poderia desrespeitar tanto a noiva dele? Lentamente Corriane levantou a cabeça. Sua careta torceu seu rosto bonito em algo monstruoso. Mas isso não era nada comparado ao seu sorriso. —Oh. — Ele gemeu. Ele tossiu e se ajeitou, falando mais firmemente. —Você escolheu uma garota com fogo nela, Bishop. Ou... na verdade ela o escolheu? Certamente não houve nenhum casamento, ou eu teria sido convidado. Eu sabia que Bishop estava olhando para mim. Eu não olhei para longe de Corriane. Ele continuou falando. —Você não é ninguém, Nellie Pinewood. Não é a esposa de Bishop, nem mesmo sua noiva. Certamente não é alguém com qualquer


direito de me dizer como tratar minha mulher. Advirto que tome cuidado, porque eu poderia tornar sua vida com a família de Bishop muito terrível, mas eu suspeito que não terei que me incomodar. Esperemos que a próxima garota conheça seu lugar. Eu estava tremendo violentamente. Corriane se levantou, mas a caixa de madeira se moveu no colo dele. Ele a agarrou, conseguindo ler a fita de prata, vendo tudo pela primeira vez. —Agradeça a sua mãe por mim, Bishop. Não, espere, vou fazer a honra eu mesmo. — ele não sabia o que era o presente, ele não se importava. Ele provavelmente jogaria no lixo uma vez que ele estivesse sozinho. Ele simplesmente estava dirigindo para a casa de Bishop para dizer a sra. Callehurst o que aconteceu aqui esta noite. Bishop agarrou atrás de sua própria cadeira, derrubando-a. O barulho chamou a atenção das últimas pessoas no restaurante, os dois guarda-costas se colocaram de prontidão. —Eu sabia que você poderia ser uma fraude. — ele rosnou. —Mas não sabia que você era tão idiota. Como ousa falar sobre Nell como se ela fosse nada? — Seu braço estava em punhos, e eu pensei que ele ia bater no outro homem. Assim como todos os outros. Os guardas tentaram pular a seus pés. Muito lentos, muito despreparados, eles tropeçaram nas próprias pernas. E Corriane... Eu contorcia com prazer no medo na cara dele. Sentindo o perigo, ele rodou seus braços, caindo para trás e se esticando no chão. A mão de Bishop não veio perto dele, em vez disso ele me pegou, me afastando da mesa. Isso me emocionou por tê-lo me segurando tão firmemente.


Corriane estava gritando, vermelho enquanto tentava desembaraçar o casaco da perna da cadeira. Seus guardas abaixaram-se para levantá-lo, mas acabaram todos eles caídos em uma pilha no chão. Os olhos de Bishop piscaram para os meus, brilhantes, com um humor tão contagioso que começamos a rir. Não conseguia parar de rir, nem mesmo quando ele me tirou do lugar. Definitivamente não no ar fresco da movimentada rua de Hollywood. Não foi até que ele me puxou em uma esquina, na alcova de um beco onde me capturou com um beijo, que finalmente parei de rir. A alegria ainda estava lá. O fogo, a luz, a pressa, tudo isso existia. E zumbia através das minhas células, lembrando-me que estava viva, e que estava aqui com um homem que queimou por mim e me defendeu como ninguém nunca tinha feito. Gigi estava certa? Almas gêmeas são reais? Eu não acredito nessas coisas. Eu não podia. Mas de alguma forma, com os lábios deBishop deslizando sobre os meus e suas mãos procurando minhas costelas para uma porta secreta para o meu coração, comecei a me perguntar se eu podia me permitir não acreditar nisso. O que mais poderia explicar minha paixão crescente? Este desejo de procurá-lo? Cuidado, disse a mim mesma, lutando para pensar em torno do nevoeiro na minha cabeça. Você escolheu o tipo errado de homens antes. Bem... Um homem, mas uma vez foi suficiente quando veio a desilusão. Seja cautelosa... desconfie. Uma explosão de vergonha me impressionou. Seja realista. Tudo que Corriane disse no restaurante voltou para mim. Os pedaços sobre mim sendo posta de lado, a parte onde ele esperava Bishop levá-lo a um clube de strip, como se já tivesse sido feito antes.


—Espere — eu disse, agarrando as mãos dele enquanto se moviam para as minhas pernas. Antes que eu pudesse parar, ele tinha desfeito o botão de cima e meu zíper. —Bishop, apenas espere. Eu preciso saber... Eu quero perguntar sobre o que Corriane disse. Ele estremeceu, como se um pedaço de vidro estivesse caminhando pelas suas entranhas. —Não acredito nas bolas que ele tem. —Mas a verdade... — hesitei, saboreando o momento e temendo a resposta. —Eu vou ficar de lado como se fosse um jogo para você? — um jogo em que eu me apaixonei tão facilmente. —Maldito inferno. — ele ficou mais alto, sua graça poderosa tão natural que senti pela primeira vez o sangue real nas veias. —Você não me ouviu no outro dia? Eu quero estar com você. —Porque você tem que estar com alguém. —Não. — ele disse, mordendo a palavra. Segurando as minhas bochechas, Bishop beijou minhas têmporas, uma e depois a outra. —Porque você me enlouquece. Porque você me faz respirar mais fácil, e não sei quanto tempo faz que eu me senti tão relaxado. — ele me deu um olhar intenso, buscando...algo. Tremendo e não do ar fresco, eu disse. —Ele falou de você do jeito que ele fez porque isso já aconteceu antes? Diga-me. —O que Corriane disse, aquele bastardo... — sua risada era pura dor. —As coisas que eu costumava fazer, eram coisas que se espera de mim. O número de chamadas do meu pai, enfatizando como deveria entreter cada pessoa importante que ele enviava no meu caminho... estão na casa de centenas.


Ele tinha começado a apertar meu rosto. Ele estava inconsciente, beirando o doloroso, então peguei seus pulsos. Ele puxou-se de volta para o presente. —Bishop... —Desculpe. É só que eu nunca percebi o quanto eu odiava divertir todas aquelas pessoas para um homem que eu mal conhecia até que de repente eu tinha uma razão para dizer não fazê-lo. Alívio borbulhava em mim como gotas de champanhe recém derramada. — Não acredito que joguei a caixa nele. Rindo daquele jeito caloroso dele, Bishop encostou-se na minha garganta. —Isso me excitou. Eu amo como você não toma merda de ninguém. —Você terá problemas com o que aconteceu? Corriane parecia chateado. —Provavelmente. Mas quem se importa? Meu pai não pode fazer nada comigo, não quando estou prestes a dar-lhe o que ele sempre quis. — ele tocou meu estômago e eu inalei. —Você responde a tudo o que faço com tanto entusiasmo. Isso me deixa duro, Nell. Sinta-me. Ele foi guiar a minha mão, mas eu estava muito à frente dele. Espalmando minha mão sobre a parte dianteira das suas calças, descobri quão rígido era seu tesão. Acariciando-o da base à ponta, me emocionei com seu gemido grosso. — Onde está seu carro? Calor brilhou nos olhos dele. Sem palavras ele puxou-me pela viela, direto para a garagem onde um Mustang branco brilhante esperava. Abriu as portas do carro, luzes azuis iluminaram o interior de couro, uma canção pop batendo


suavemente atravĂŠs das colunas. Quando toquei no banco de trĂĄs, eu sabia que eles eram do tipo que aquecia. Eu poderia me acostumar com esse tipo de tratamento.


í Nellie

Nas três semanas em que eu tinha começado a trabalhar para os Callehursts, tinha aprendido várias coisas sobre os ricos e famosos. Coisas como, eles gastavam muito em Instacart, quando seria muito mais fácil ir até a loja em si, ou como eles nunca seriam pegos usando a mesma roupa duas vezes. Mas o chefe entre minhas lições era esta: Ser a realeza não significa que você tem boas maneiras. A sra. Callehurst era uma rainha, mas isso não impediu que ela atirasse olhares assustadores para mim. Ela parou de esconder o seu desagrado, embora ela fosse educada o suficiente para não me dizer o que estava sob sua pele. Eu sabia, claro. Eu sabia porque Bishop me disse sem rodeios quando eu perguntei o que estava acontecendo. —Oh. Deixei que ela soubesse que eu estava vendo você. —Você o que? — Minha dor de cabeça foi instantânea. Isso significava que ela sabia que estávamos dormindo juntos, ela tinha que saber, e ela tinha mordido a língua dela e não disse uma palavra comigo sobre isso. Eu estava me escondendo com Bishop, pensando que estávamos sob o radar, e ela tinha...


Ele me cutucou. —Está zangada? Eu pensei que você ficaria aliviada. Você não é um segredo, Nell. Quero que todos saibam que você é minha. Nadando em um mar de orgulho, eu sorri para ele. —Você é muito melhor nessa coisa de paquera do que eu poderia imaginar. Ele clicou a língua e esticou-se para trás na sua cama. —Por favor. Você amou a minha técnica desde o primeiro dia. Ok. Eu tinha amado, mas ele não precisa saber disso. Verificando meu telefone, eu franzi a testa. —Falando de sua mãe, vou encontrá-la. É dia de pagamento. — Na última semana, quando ela tinha escrito o meu cheque, ela tinha assinado tão violentamente que eu tinha esperado ela cortar minha garganta com a caneta. Bishop balançou para seu lado, as sobrancelhas dele desceram. —'Dia de pagamento'. Você sabe que eu cuidaria de você e de todas as suas contas. —Isso é bom, mas eu sou... Eu ainda tenho que pensar nessa coisa de casamento. —Você não entende. — sentou-se, as molas deslocando-se com seu peso. — Mesmo antes de nos casarmos... — Se. —Eu ficaria feliz em ajudá-la. Mastigando o meu lábio, considerei as minhas palavras. —Eu aprecio isso, mas estou naquele grupo de mulheres independentes da atualidade. Além disso, eu gosto dos seus cães. Eu sentiria falta se eu não estivesse andando com eles. —


dando-lhe um beijo mais rápido, evitei os braços dele que queriam puxar-me para baixo e fazer muito mais para mim. Sua expressão lúdica me fez sorrir. —Estarei de volta daqui a pouco! Eu estava começando a descer as escadas quando ouvi vozes. Reconheci a sra. Callehurst facilmente, mas a segunda... Tive que me concentrar. —Obrigada. Agradeço muito por ter uma palavrinha sobre mim com seu filho. Iris. A menina que tinha pensado que eu era uma empregada doméstica. Encostada no corrimão, espreitei bastante para ver o topo de suas cabeças. Elas não podiam me ver de seu ângulo. A mãe de Bishop estava vestida com seu habitual xale drapeado e saia lápis. Iris tinha algo de corte tão baixo que de onde eu estava poderia dizer que ela não usava um sutiã. A sra. Callehurst disse. —Não é nada, querida. Só quero que meu filho seja feliz, e alguém como você é a combinação certa, a única maneira de dar a ele um futuro alegre. Eu cerrei os dentes. Ela sabe que Bishop quer ficar comigo. Ele disse a ela! E ainda continuava desfilando mulheres debaixo do seu nariz. Debaixo do meu nariz também. Sua conversa ficou turva quando elas estavam indo para a cozinha. Empoleirando-me no degrau, pensei em correr para Bishop e lhe dizer o que eu tinha escutado. Mas quando eu comecei a me mexer, comecei a ponderar. Eu fui oprimida pela realização de que duas pessoas estavam trabalhando ativamente contra mim.


Querendo um pouco de ar, saí pela porta da frente. Esqueci do meu salário. Eu não me importava com nada além de escaparda sensação esmagadora que assumiu minhas entranhas. Rastejando pelos arbustos enormes do paraíso, eu segui. Sangue bateu nos meus ouvidos, tão alto que eu quase perdi o som da porta abrindo atrás de mim. Não querendo que alguém me visse suando em desespero, mudei-me para trás dasflores vermelhas. Iris tinha seu telefone na orelha, falando baixinho. —Sim, será perfeito. Ele definitivamente vai me escolher, e então eu vou fazer como dissemos. Vai ser fácil. — talvez ela tenha escutado minha respiração instável, porque ela girou, pisando na minha direção com os olhos apertados. —Ei! O que... Ah, é você. Engolindo minha bílis, eu fiquei de pé e forcei um meio sorriso. —Engraçado encontrá-la aqui. —Sim. Engraçado. — ela murmurou. —Te ligo mais tarde. — ela enterrou o telefonena bolsa gigante rosa com dourado, nunca olhando para longe de mim. — Acho que não estou chocada ao vê-la na terra. Mas onde estão os seus amigos animais? Ignorando a sua grosseria, fiz o meu melhor para manter o nível da minha voz. Porque me sentia tão doente? —Você está perdendo seu tempo tentando puxar o saco da mãe de Bishop. Ele já me escolheu. —, apesar de que eu ainda não decidi se queria ser escolhida. Eu não disse essa parte. Ela olhou para baixo em seu nariz para mim, o que era fácil em seus saltos de seis polegadas. —O que quer dizer com ele escolheu você? É a primeira vez que eu ouço isso.


—A sra. Callehurst tem sua visão definida em você, por qualquer razão, então não estou chocada que ela não tenha te avisado, mas Bishop... —Quer dizer. — ela surtou, calando-me. —Por que ele não me disse isso? Eu puxei para baixo. —Ele não teria nenhuma razão para falar com você. Quando ela riu, ela jogou seu cabelo sobre um ombro. O som atravessou meus ossos e trouxe a náusea de volta. —Bem, não há razão. Especialmente não quando conversamos no café, ou sentados em sua cozinha. Não, nenhuma chance de me dizer que se aborreça porque ele escolheu uma peça lateral aleatória para ser sua esposa. O chão estava escorregando debaixo de mim. Imaginei-os, sentados como ele e eu estivemos, conversando sobre a ilha da cozinha... rindo... flertando. Nem uma vez falando sobre todas as promessas que ele tinha feito para mim. Ela estava sorrindo emostrando os dentes. —Bishop nunca se casaria com você. Você não é nada. É triste, realmente. Eu queria dizer-lhe que ela estava errada. A vontade de gritar, chorar, arrancar as malditas flores onde eu tinha me escondido atrás, tudo isso foi enterrado sob minha pressa não passar mal. Recuando, com medo de vomitar, saí correndo através do pátio. Iris gritou alguma coisa para mim, mas eu não voltei para escutar. Tudo que eu consegui fazer foi correr. Ele não disse a ela. Arranquei a porta do motorista do carro aberta onde tinha estacionado na colina íngreme e mergulhei dentro. Bishop não disse uma palavra sobre nós. Freneticamente abri minhas janelas. O interior do meu carro era


sufocante, minando o resto da minha força. Eu caí no banco com os olhos fechados, tentando desesperadamente parar meu estômago de revirar. Calma. Respire. Ligando o ar condicionado, dirigi meu carro lentamente para baixo da estrada. Eu não tinha conseguido o meu salário, nem mesmo disse a Bishop que estava saindo. Agora eu precisava de um momento longe daquele mundo maldito de dinheiro corrupto. Eu estava doente e ia vomitar. Foi tão ruim, que eu comecei a tremer. Isto é mesmo de falar com ela? Não, tem de haver algo mais. Baixa de açúcar no sangue, sim. E se não fosse, alguma época era ruim para chocolate? Virando a esquina, estacionei meu carro do lado de fora de um pequeno posto de gasolina. Apenas faça um lanche, tome uma água e então você pode pensar direito. Antes de chegar com minhas compras até o balcão, outra onda de náusea, estafoi tão afiada que me fez enrolar no local. —Merda. — eu engasguei. —Você está bem? — era o homem que faz o registo. Seu rosto gordinho estavatenso, como se ele esperasse que eu morresse e ele seria deixado para limpar a bagunça. Lambendo meus lábios secos, eu disse: —Bem. Estou totalmente bem. — isto é mais do que os nervos ou açúcar no sangue maldito. Um fio vivo de formigamento de medo avançou em direção ao meu cérebro, iluminando-o com um palpite aterrorizante sobre por que eu me senti tão mal. Virando-me, corri para a seção traseira da pequena loja. Era o lugar em que se mantinham as coisas como Advil, preservativos, e... não, apenas respire. Não pode ser isso. Agarrando a caixa cor-de-rosa, joguei tudo em cima da balcão e esperei impacientemente, enquanto o homem registrava. Quando ele me entregou


meus itens em um saco, olhei em volta rapidamente. —Há um banheiro que eu possa usar? Ele ficou olhando. Então ele apontou, sem perguntas. Normalmente eu ficaria aliviada que o banheiro não era um buraco de sujeira. Eu também estava concentrada na minha tarefa. Rasgando a caixa que eu tinha comprado, fui lendo e relendo as instruções, porque eu nunca tinha feito nada assim antes e não queria cometer um erro. Quanto tempo desde a minha última menstruação? Não pensei muito sobre a resposta a essa pergunta. Eu não precisava. Porque na minha frente, delicadamente mantida entre meus dedos como se fosse uma agulha venenosa, estava a resposta mais clara que eu poderia ter imaginado. Duas linhas cor-de-rosa em um teste de gravidez, positivo era sempre tão brilhante?


í Bishop

Meu polegar rolou em toda a tela do meu telefone. Continuei verificando novas mensagens, me perguntando por que Nell não estava respondendo. Depois que ela tinha saído ontem, ela não tinha voltado, nem mesmo para buscar o salário que ela estava falando. Algo tinha acontecido, e eu não sei o que. Os números verde-limão do meu despertador brilharam, seis da manhã, o horário em que eu iria levantar para correr. Correr tornara-se um ritual para mim. Era viciante, empurrando-me tanto que a única coisa que existia no mundo era o oxigênio raspando através dos meus pulmões. Isso me dava o alívio necessário de deprimentes prós e contras de me comportar como minha família pedia. Tinha feito isso por anos. Mas não faria isso hoje. Hoje eu tenho que vê-la. Descobrir por que ela está me evitando. Claro, tinha sido dezesseis horas desde que tínhamos nos tocado, mas ela não estava se comportando normalmente. Durante as últimas semanas, Nell e eu estávamos perto. Trocando mensagens o tempo todo. Minha caixa de mensagens estava cheia das nossas


brincadeiras, os bate-papos aleatórios sobre filmes ou planos para o jantar. Seu silêncio era um aviso. Vestindo meu jeans de grife e uma camisa branca solta, desci para a cozinha. A luz da manhã entrando através das janelas. Tocando no interruptor, regulei a iluminação embutida. Jaws e Cujo vieram se espalhar sobre os azulejos em minha direção. —Shh. — avisei-os. Ajoelhando-me, eu cocei suas orelhas, dando-lhes toda a atenção que eles precisavam, então ficaram quietos. Não queria que minha mãe acordasse, eu precisava falar com Nell sozinho. Eram sete horas quando a porta da frente se abriu. Eu tinha feito um pote de café, bebericando minha segunda xícara enquanto continuei sentado no azulejo frio com os cães deitados no meu colo. Eles sentiram que ela chegou antes que ela virasse a esquina. Suas garras rasparam lentamente no chão. Nell se abaixou irradiando-se para eles, não me notando. —Ei, pessoal. — ela sussurrou. Cujo e Jaws lamberam o rosto dela, mas tanto quanto eles a animaram, vi os círculos escuros sob seus olhos. Ela não tinha dormido bem. —Eles realmente a adoram. — eu disse. O som da minha voz a fez saltar. O medo fez suas pupilas pequenas, seu corpo continuou paralisado enquanto ela olhava para mim. Acendi um sorriso reconfortante, e tudo o que ela fez foi olhar para o chão. Evitando os meus olhos, Nell ficou parada, se apressando para reunir as coleiras dos cachorros. —Não te vi aí. — ela disse para a parede.


Apoiando a mão sobre um joelho, empurrei-me para os meus pés. —O que aconteceu ontem? Por que você está ignorando minhas mensagens? —Eu tenho que ir embora. O calor tem sido ruim. Tenho que andar com eles antes do sol... —Nell! Meu tom era tão cansado quanto meus ossos se sentiam. Ela ficou olhando para a parede, as coleiras enroladas em suas mãos. Eu estava a alguns centímetros de distância, mas tive a terrível premonição que se eu a alcançasse iria descobrir que estávamos em mundos separados. Que ela estava perdida para mim. —Por favor. — eu disse. —Me diga o que eu fiz de errado. O cabelo dela foi espalhado sobre o rosto, escondendo sua expressão sob as ondas morenas. Eu não preciso ver, no entanto, a linguagem corporal dela foi o suficiente. A voz dela estava tão quieta que me esforcei para escutar. —Fui eu quem cometeu um erro. Fascinado, eu observava enquanto ela abraçava a si mesma. Foi imaginação minha ou ela estava segurando sua barriga intencionalmente? Rapidamente minha intuição começou a disparar. O comportamento dela faz total sentido se... se ela estivesse... —Nell, você está grávida? Os olhos dela finalmente vieram para os meus. Lágrimas escorreram e em seguida espalharam-se emseus olhos. —Sim. O ar saiu de mim em uma grande onda. Eu estava tonto antes de me lembrar de respirar de novo, grandes goles de ar que se transformaram em riso. —Como você pode estar chorando? É uma notícia maravilhosa.


O desespero de Nell derreteu em choque. —Maravilhosa? —Sim, maravilhosa. — eu a abraço, inchado com alívio, com alegria, com medo e com excitação. Ela acalmou-me só por estar em meus braços. —É incrível, você vai ter o nosso filho. Está mesmo acontecendo. Tudo vai bem pela primeira vez na minha vida. A palma da minha mão acariciou sua barriga. Ela travou olhando para o chão. —Não tão bem quanto você pensa. — cuidadosamente ela se afastou de mim. Na luz crescente do dia azul e laranja, ela parecia tão frágil. —Bishop... Ouvi sua mãe falar com Iris. —O que? Quando? — eu soube no segundo em que eu perguntei. —Você quer dizer ontem certo? —Elas estavam no vestíbulo quando eu desci as escadas. Sua mãe estava prometendo a Iris que ela iria ter certeza que vocês dois acabariam juntos. —Isso é ridículo. — eu rosnei. —A minha mãe sabe que eu quero estar com você. Nell envoveu a coleira ao redor de sua mão. —Bem... mas... a Iris sabe disso? A pergunta me pegou. —Não sei. Não foi uma coisa que eu pensei que fosse importante. — ela mudou o local. Odiei isso, vê-la inquieta, sabendo que ela estava duvidando de mim. —Nell, não me importo se minha mãe está conversando com a Iris. Se alguma coisa está acontecendo, me fale. Ela encheu o peito e o esvaziou, ela esperou, reunindo suas forças. Foi um longo minuto, e nele senti-me julgado. —Iris me disse que ela tinha falado com você. Ela deu a impressão de que era muito amigável. Do tipo que não aconteceria


se você tivesse deixado isso claro para ela, que acabaram as tentativas de sua mãe de fazer encontros. —Ela está mentindo. Não acho que eu disse nada a ela desde seu primeiro dia de trabalho aqui. —Mas ela estava aqui ontem. Pelo que sei, ela tem vindo aqui uma tonelada de vezes. Por que ela mentiria? Eu pisei na direção dela e ela recuou. —Para incomodar você, Nell. Ela está ameaçada por você e com razão. Ela fez uma careta. —Pare com isso! Não tente fazer isso ir embora com elogios, eu não sou tão superficial! —Por que é tão difícil para você confiar em mim? — eu gemi, meus dedos apertando dolorosamente em minhas mãos. —Eu não posso elogiá-la sem você pensar que estou, não sei, fodendo com você, porra! Eu não sou um monstro, não estou te enganando... Ficamos lá, nos enfrentando como inimigos e não os futuros pais que éramos. O travessão na base da garganta dela vibrou. Seus lábios estavam sem sangue do quão ferozmente ela estava mordendo. Como nós tínhamos chegado aqui? Um dos cães choramingou. O som arrancando meu coração, e Nell reagiu ainda mais obviamente. Agitando-se, ela olhou para Cujo onde ele estava apoiado no canto da cozinha com o seu amigo. Seus olhos eram largos, pretos, preocupados. As mãos de Nell vieram para seu rosto. Cobrindo os olhos dela, ela caiu no lugar. Pensei que ela fosse desmaiar. Eu estava pronto para pegá-la quando ela


deixou cair os braços, me olhando com tanto arrependimento que ela poderia ter sido uma pessoa diferente. —Sinto muito. Bishop, não é culpa sua. Você não fez isto comigo, não me machucou. Isso foi tudo obra do meu ex. Minhas sobrancelhas franziram. —Seu ex? O que ele fez para você? —Nada. Tudo. Eu quero confiar em você, mas não tenho certeza se eu ainda sei como. — apertando suas mãos contra o peito dela, ela falou em torno de um sorriso amargo. —Estou totalmente quebrada. Meu ex sempre me disse que eu era egoísta. — com espanto, ela olhou para mim. —Você foi a primeira pessoa a dizer que eu era gentil. A dor passou através de mim como um caminhão que tinha perdido o controle.

Eu

agarrei

seus

ombros,

seu

cabelo,

apenas

segurando-a

desesperadamente porque me preocupei que ela cairia por terra e nunca teria uma chance de fazê-la voltar a sejuntar. —Ele estava errado sobre você. —Eu sei. —ela riu, vazia de humor. Segurando minha mão, ela empurrou-a para seu rosto. Lágrimas quentes molharam minha pele. —Você começa a pensar que não foi nada que você fez, que seu ex trapaceou, e isso ajudaria sua sanidade. Mas não. Só me fez me odiar por ser cega por tanto tempo. Alimentado pelo ódio por um homem que não conhecia, fechei os olhos e respirei pelo nariz. —Se eu pudesse chutar a bunda dele neste momento, eu largaria tudo e faria. Neste momento sua risada era real. Sacudiu através do seu corpo, senti-o percorrer as minhas mãos para minha alma. —Obrigada. Isso é lindo. —Ouça... Agora eu sei porque você estava com medo de acreditar em mim, mas se você me deixar, eu quero te mostrar que algumas pessoas neste mundo não


são tão horríveis. Nem todos enganam. — meu polegar esfregou sobre a bochecha dela. Ele deslocou sob o ângulo do seu sorriso crescente. —Eu nunca faria isso porque eu... As palavras pararam na minha língua. Não importava, Nell sabia o que eu quase disse. Convocando a minha confiança, separei meus lábios, mas ela colocou a mão sobre a minha boca para me acalmar. —Não diga isso, a não ser que você queira. Não posso dizer mentiras sobre o amor. Você tem que assumir a responsabilidade pelo que você diz. Então eu a beijei. Ela se abriu para mim como uma flor na primavera, seu corpo fraco, a tensão desaparecendo. —Eu nunca vou mentir para você. Eu nunca vou arriscar seu coração. Eu te amo, tão louco como possa parecer eu te amo, e eu não vou me casar com outra mulher, nem mesmo se minha mãe tentar me impor isso. Os olhos de Nell estavam cheios de estrelas recém-nascidas. —Você realmente quis dizer isso? Pressionando os meus lábios nos dela, eu disse. —Sim, eu quis dizer. — minha língua procurou o céu de sua boca, acariciando-o rapidamente. — Realmente, verdadeiramente sério. Eu te amo, Nellie Pinewood. E eu amo esse bebê. Ela prendeu minha mão na sua barriga, não me afastando. —Eu também te amo. Mas... esse bebê... temos de esperar para contar para mais alguém. É tão cedo, coisas acontecem, você sabe? Tanta coisa pode dar errado. —Nada vai dar errado. — eu disse severamente.


Nell hesitou na sequência da minha crença. —Ok. Tudo bem. Ainda devemos esperar até termos certeza. Acenando, eu a peguei nos meus braços. —Combinado. —Ei, o que você está fazendo? —Você tem que passear com os cães, mas você precisa ir com calma. Eu estou ajudando. —Isso não está ajudando! — ela engasgou quando joguei-a por cima do meu ombro. Eu me agachei, agarrando as coleiras e assobiando para os cães. —Claro que está. Você vai movimentá-los, eu vou acompanhá-la, e todos ganhamos. Ela vai ter meu filho. Eu definitivamente tinha ganhado.


í Nellie

Nossos dedos estavam entrelaçados, forte o suficiente para nos pendurarmos do topo de uma montanha. Eu queria acreditar que não podiam ser separados, que nós éramos inseparáveis diante de coisas simples como a política da família. Eu tinha fé em Bishop... em nós. Isso não significa que não estava tremendo enquanto estávamos na frente da mãe dele. —Mãe. — Bishop começou, dando aos meus dedos um aperto. —Nós temos algo para falar com você. Ela estava inclinada sobre um notebook no pátio traseiro, os olhos dela brilhando, tentando não olhar para o meu estômago obviamente redondo. Quatro meses era muito tempo no mundo da gravidez. Eu tinha estado com Bishop ao meu lado, os nossos medos e alegrias misturando-se antes e depois de cada visita ao médico. Eu sempre, sempre pensava que algo estaria terrivelmente errado. Na maioria das vezes era só azia. Ou gases. Ele tinha suportado com paciência e amor cada um dos meus telefonemas paranóicos.


Uma noite, ele veio com uma cópia do DVD de Jaws e um pote de sorvete Chunky Monkey. Foi a primeira vez que ele tinha me visitado no meu apartamento. Gigi nos encontrou dormindo no sofá na manhã seguinte. Ela tinha me dado uma olhada e em seguida começou a deixar cair hipóteses como. —Se você tivesse um filho, quem seria a madrinha? — e Roxo e dourado é um bom esquema de cores para um chá de bebê? — eu não me importava com ela dando dicas não tão sutis, porque depois disso, ela deixou Bishop dormir todas as noites que eu quisesse. —Mãe. — ele disse de novo. Até este momento ela não tinha olhado para cima. —Sra. Callehurst... por favor, você sabe o que está acontecendo. Vamos falar sobre isso. —Falar sobre o quê? — ela murmurou, enviando mensagens de texto para alguém em seu telefone, em seguida fez uma anotação em seu livro. —Eu estou no meio de organizar um evento social, então se os dois me derem algum espaço. Num piscar de olhos eu disse. —Evento social? Os olhos dela enrolaram nos meus, sua voz contundente. —Uma festa, querida. Bishop agarrou o topo do sofá longo do pátio. —É o suficiente. Sem mais festas inúteis ou arranjos organizados. Eu vou ter um bebê com Nell, isso está acontecendo. Meu coração estava a ponto de explodir. Mas sua mãe não reagiu. Ela apenas levantou o telefone, colocando-o na orelha e respondendo no segundo toque.


—Olá? Ah sim, coloque as flores lá atrás. Você pode defini-las na cozinha por enquanto até que o balcão chegue. Estarrecida com a atitude dela, não consegui manter minha voz de se erguer. —Você está ouvindo? Estou grávida com seu neto! Então ela olhou para mim. Em um movimento suave ela encerrou a chamada, colocando o telefone dela suavemente em cima da mesa de coquetel ao ar livre. —Pelo que sei, você só está ficando gorda. —Como você pode... — Bishop começou. Ela ficou de pé rapidamente, escovando ao nosso redor e voltando para dentro. —Pare de ser tão impossível! — ele surtou. Permanecendo no interior das portas francesas, ela mandou um olhar cortante a caminho de Bishop, então descansou em mim. Os olhos dela eram cinza como os dele, mas nem de perto tão quente. —Aqui está o que vai acontecer. Esta noite meu filho vai assistir a esta festa. Ele vai sorrir e entreter os convidados, e quando Iris chegar, ele vai ficar ao lado dela e dizer-lhe que planeja se casar com ela. —Isso não vai acontecer. — eu disse categoricamente. Bishop levantou a cabeça. —Por que estão discutindo isto? Você e o papai queriam um herdeiro, estou lhes dando um. —Seu pai nunca vai deixar você casar com esta mulher! — ela zombou, as mãos segurando seu xale. —Ela é a maldita passeadora de cães. Contratamos para substituir a sua preguiça, não para que você pudesse engravidá-la! Não envergonhe esta família mais do que você já fez.


Eu desejei ter algum retorno inteligente. Eu olhei quando a mulher lutou com unhas e dentes contra minha felicidade virou as costas e foi embora. —Ela me odeia. Sua mãe literalmente me odeia. Passando as mãos pelo cabelo dele, Bishop gemeu. —Não se preocupe, ela odeia um monte de gente. Meus pés estavam me matando, assim como meu coração. Eu caí fortemente largada no sofá. —Se ela não me aceitar, isso não vai funcionar. Ele deslizou ao meu lado, me puxando contra seu peito firme. Bishop estava constantemente segurando minha barriga e agora não foi diferente. —Ela pode gritar para o céu, mas isso não vai parar a chuva... — eu olhei para ele que riu levemente. —O que eu quero dizer é... mesmo se ela colocar Iris no meu caminho, não tenho que ir até ela. Este é o meu bebê dentro de você, Nell. Eu estou fazendo você minha esposa. Deixem os outros gritarem para nós enquanto caminhamos até o altar. Isso me acalmou o suficiente para que eu relaxasse em seus braços. O quintal era pequeno, devidamente arrumado com roseiras rastejando nas paredes. Era tarde o suficiente para o sol que estava se pondo, do nosso ponto de vista nos permitia ver a cor roxa assumir o horizonte do centro da cidade. —Você vai mesmo para a festa? —Claro. Eu não perderia a chance de vestir você no meu braço. Meu riso foi vazio. Acaricio as mãos sobre meu estômago. —Eu vou parecer como uma baleia que você tirou da Sea World e enfiou em um vestido. —Por acaso você sabia que eu adoro baleias? — beijando minha bochecha, ele casualmente rolou as palmas das mãos para cima, escovando meus seios


inchados. Eu ofego, empurrando-o para longe quando ele ri no meu ouvido. —Você é linda. Radiante. —Radiante é código para 'Nada realmente bom para elogiar sobre você'. —Isso definitivamente não é verdade. — ele espalmou minha barriga, traçando sobre as curvas. A voz de Bishop era profunda e rica como um rio cheio de ouro. —Com toda a seriedade, você me deixa selvagem, Nell. Você é mais mulher do que nunca, e mais de você nunca é ruim. Meu coração acelerou no meu peito. Eu tinha certeza que ele podia sentir o rígido padrão da minha respiração. —Bishop... tem alguma chance de ela estar certa? Seu pai poderia me recusar, levar seu irmão e seu bebê mesmo que possamos vencê-los no relógio? —Você está preocupada que eu vá perder tudo. Eu não queria dizer isso, mas... —Sim. — eu agarrei seus antebraços, puxando-os em torno de mim, bloqueando-nos juntos como se eu esperasse que alguém fisicamente tentasse nos manter separados. —Você estava disposto a casar com uma estranha e fazer um bebê para manter sua família feliz. Se você não conseguir no final, de nada terá adiantado tudo isso, você saíra sem nada. —Você está brincando? — mudando-me para que estivéssemos de frente um para o outro, ele mordeu meu lábio inferior. Seu beijo era feroz, econtinuou tempo suficiente para que o sol quase tivesse desaparecidono horizonte. —Nell, é o final que eu quero. Eu posso perder toda a minha riqueza, meu poder, mas posso ficar com você... ficar com isso... — ele acariciou sua mão sobre a minha barriga inchada. —Então eu saí ainda mais à frente do que eu jamais poderia ter esperado. Era possível se apaixonar mais do que eu já tinha?


—Agora vamos. — ele disse sorrindo maliciosamente. —Temos que nos preparar para uma festa.


í

Nellie

Eu tinha ido à sua casa inúmeras vezes, mas esta noite não a reconheci. Serpentinas de cobre em forma de cisnes, cristais de gelo iluminando cada parede... a sra. Callehurst tinha se superado. Ela havia contratado um valet para estacionar os carros dos convidados, mas eu tinha ido com Bishop, e bastou um olhar para ele e o manobrista tinha acenado através de parque para estacionar onde ele quisesse. Ele vive aqui, afinal de contas. Mas agora, enquanto estávamos na sala de espera de um lugar que deveria parecer familiar, eu vi que eu estava em um mundo diferente. Quem eram todas essas pessoas? Como a sra. Callehurst arrumoualgo tão grande tão rapidamente? —Sinto-me imensamente fora do lugar. — eu sussurrei. Bishop agarrou meu braço e enrolou na dobra do dele. —Você está comigo. Você pertence aqui mais do que qualquer pessoa. —Tudo bem, mas não acho que eles pensam dessa maneira. — eu tinha pego dois ou três olhares salgados das mulheres se exibindo por aí. Elas não gostavam de me ver ao lado de Bishop, e eu suspeitava que elas gostaram menos ainda da minha barriga arredondada.


Algumas pessoas podem assumir que eu estava ganhando peso, mas o escândalo nunca persegue o boato doméstico. Estas estranhas me viram como a grávida que ameaçava sua chance de se casarem. Eu não quis usar algo que revelava a minha gravidez, mas Bishop zombou de cada roupa que eu tinha tirado do meu armário. —Não é bom o suficiente. — ele disse. Em seguida, Gigi tinha rodado no meu quarto, segurando um vestido vermelho que iria colocar a maioria das minhas novas curvas em exposição. Bishop se recusou a me deixar tentar qualquer outra coisa depois disso. Minha amiga e meu amante tinham me garantido que parecia bom. Quase me senti assim até que eu vi as outras mulheres. Agarrando meu estômago nervosamente, segui Bishop mais fundo em sua casa. A maior parte da festa estava acontecendo em uma grande área de refeições. A mobília havia sido removida, substituída por longas mesas de pequenos bolos e bandejas de champanhe douradas. —Deixe-me pegar algo. — disse ele, puxando-me longo da exibição de sobremesas. —Não é como se o chocolate fosse fazer eu me sentir mais à vontade. Levantando uma sobrancelha, ele colocou para uma mini torta de baunilha e chocolate debaixo do meu nariz. —Então você não quer isso? Franzindo a testa, arrebatei-a para longe dele quando ele sorriu conscientemente. —É claro que eu quero isso. Cale-se. — mordiscando o lanche, pesquisei a multidão ocupada. — Por que estamos aqui mesmo? — eu suspirei.


—Para mostrar que não precisamos nos esconder. — ajustando a gravata, ele prontamente escavou um braço ao redor do meu quadril, acenando para um par de homens em ternos brancos combinando. —E exibindo você. —Você disse isso antes. Mas não sei se me sinto como se eu valesse a pena ser exibida em público... — eu disse com um sorriso, mas o olhar duro de Bishop me impediu de continuar. Curvando-se, ele beijou minha mão. Sua língua deslizou para os lados, como se ele estivesse tentando obter um sabor da sobremesa antes dela desaparecer. Calor brilhou nos olhos dele. —Você vale o mundo para mim, Nell. Você definitivamente vale a pena ter no meu braço numa festa como esta. Todos podem ver o quanto estamos apaixonados e quão maravilhosa sua gravidez está indo. Vermelha como uma beterraba, queria saber quantas pessoas estavam olhando para nós. Mas então eu não me importava, o que havia ali para se envergonhar? Ele estava certo. Deixe o mundo ver como éramos felizes juntos. Nada pode estragar esse momento, eu achei. E então eu vi Corriane. Ele me viu também, e em longas passadas veio em nosso caminho. Ele estava vestido com um colete azul pastel sobre uma camisa preta. As mãos dele estavam profundamente nos bolsos. Imaginava-o escondendo uma faca lá. Foda-se, o que ele ia fazer comigo? —Nellie! — ele gritou, alto o suficiente para a sala inteira ouvi-lo. Se não tivessem olhado antes, agora estavam.


Eu me endireitei e enfrentei Corriane. A última vez que o vi ele estava deitado no chão de um restaurante, furioso comigo e com Bishop. Ele ia zombar de mim enquanto todos olhavam? Eu me preparei para o que dizer em troca. Mas então ele envolveu seus braços em volta de mim, me abraçando como se fôssemos velhos amigos. Perplexa, olhei para Bishop por cima do ombro. O príncipe deu de ombros, embora eu pudesse ver as veias do seu pescoço latejando. Ele estava pronto para derrubar Corriane se ele começasse uma confusão. Não estando inteiramente certa de que ele não estava começando algo, eu saí do abraço. —Oi? — eu perguntei estupidamente. Seu sorriso era mais brilhante do que os candelabros acima de nós. Ele agarrou meus braços, olhando para baixo na minha barriga. —Olhe para você! Você está deslumbrante. Bishop, como pode deixá-la andar com estes saltos? Tsk! Bishop e eu compartilhamos um olhar. —Corriane. — ele disse —É bom ver você sorrindo. Sinceramente não esperava que você estivesse aqui. —Por causa de nosso pequeno desentendimento? — ele riu, deixou-me ir e enfiou a mão no bolso. Não havia nenhuma arma, apenas o telefone dele. Ele rolava através dele enquanto falava. —Devo me desculpar por aquela noite. Eu agi como um verdadeiro idiota. Não discordo disso, pensei com um pequeno sorriso. Virando o telefone para que eu pudesse vê-lo, ele me mostrou uma foto de uma linda mulher. Ela estava sorrindo para a câmera. Na mão dela estava uma taça de vinho, a outro estava meio cheia em cima da mesa na frente dela. —É a sua noiva? — eu perguntei, piscando.


—Um anjo, sim? — Sorrindo de orelha a orelha, ele mostrou a foto para Bishop. —Olhe o presente da sua mãe. Ela nos deu taças de vinho escritas com o dia em que Lavon e eu tivemos nosso primeiro encontro. Lembro-me que ela me disse como odiava vinho. Eu estava determinado a mudar isso, então eu a levei para minha adega favorita. Foi um momento maravilhoso... — ele fez uma pausa e, em seguida, acrescentou: —Boa memória tem a sua mãe. —Ela tem. — Bishop disse suavemente. Ele não tinha certeza do que estava acontecendo, sempre à procura de perigo. Sou grata por isso, mas não pensei que Corriane estava nos enganando de alguma forma. Ele parecia feliz. Especialmente quando ele olhou para a foto da noiva dele. Agitando-se para o presente, ele acenou com a cabeça para mim. —Você estava certa, você sabe. Não deveria ser preciso algo tão simples como algumas taças de vinho para me lembrar, e ainda bem que aconteceu... — ele deu de ombros impotente. —Lavon é minha jóia. Eu a amo, e se eu tivesse ido a um clube de strip naquela noite, eu teria arruinado tudo. Obrigado a ambos por me impedirem. Se eu duvidasse de sua confissão, não podia duvidar do arrependimento cru em seu rosto. Corriane tinha ido de pensar que eu era lixo para... me respeitar. Eu apertei as mãos com todo o carinho que eu tinha em mim. —Não foi nada. Sempre que precisar de mim para atirar uma caixa em você, eu vou estar lá. Ele riu, agarrando Bishop para dar-lhe um agito brincalhão. — Vê tal fogo? Seu bebê vai ser uma coisa selvagem, esteja pronto para isso. —Eu estarei. — disse Bishop. Os músculos do pescoço tinham finalmente relaxado. Corriane se foi, e quando ele fez, aproveitei a oportunidade para examinar a multidão novamente. Algumas pessoas ainda franziram a testa, mas não todos.


Havia espanto em alguns rostos, e até interesse. Corriane era um emissário poderoso, sua aprovação do nosso relacionamento foi um sinalizador para todas as pessoas, de que nós não estávamos brincando. —Hein. —O quê? — perguntou Bishop. Agarrando outra pequena torta da mesa, terminei-a com uma mordida. Fazêlo esperar enquanto eu mastigava era gratificante. —Eu estava pensando que talvez isso possa funcionar. Enrolando um pedaço do meu cabelo em volta do seu dedo, ele puxou. —Oh. — ele sussurrou no meu ouvido. —Você só percebeu isso agora? Beijei-o rapidamente na bochecha, me esquivando para fora o mais rápido que pude. —Eu vou pegar um pouco de ar, muitas pessoas e minha imensidão estão me deixando muito quente. Volto logo.

Saí para o parapeito da janela que cercava a sala onde as pessoas poderiam deixar seus casacos. Estava quieto aqui e me sentei em um sofá. —Malditos saltos. — eu gemia, tirando um para que eu pudesse massagear meus pés. —Ah, coitadinha. — disse uma voz atrás de mim. Eu me virei a tempo de ver Iris. Ela estava vestida com um vestido de lantejoulas douradas, tiras que vinham dos sapatos até os joelhos. Afundando-se ao meu lado, ela mostrou-me um olhar de piedade. —A gravidez é difícil para você, hein?


Olhando incredulamente, espantada porque ela falava tão docemente comigo, eu concordei. —Hum... Acho que sim. —Aqui, você precisa de algo? Um chiclete de menta? — ela estava procurando em sua bolsa cara. —Me diga como você está. Ok, agora eu estava super perdida. Esta menina não era minha amiga. —Por que quer ser legal? Seus cílios postiços agitaram como asas. —Oh meu Deus! Como pode ser bom para você? Você está estourando com esse bebê. As coisas não devem ser fáceis para você agora. Mas pelo menos você é corajosa. É preciso coragem para ficar na frente de todas aquelas pessoas, desfilando sua barriga de um bebê ilegítimo. Lá estava ela. Como alguém tão bonito pode dizer algo tão feio? —Bishop vai se casar comigo — eu não tinha dito em voz alta até agora. Quando eu fiz, uma vibração girou através do meu corpo, lançando-se como um peixe em um lago. Vamos nos casar. Isso faria de mim uma princesa, uma rainha? Não me importava, sendo sua esposa seria suficiente. Cobrindo a boca ela riu em rajadas curtas e rápidas. Isso me lembrou de alguém com soluços. —Você é tão estúpida. O que você fez? Enganou-o? Disse a ele que estava no controle de natalidade quando você não estava? Garotas como você usando homens como ele parase livrarem de situações de merda, me irritam. Acendendo com raiva, eu disse. —Não enganei ninguém! Os ombros dela mudaram-se preguiçosamente. Ela não estava com medo de mim. —É assim que parece, e vai parecer mais ainda quando se casar com ele. As pessoas vão pensar que ele não tinha escolha. Quero dizer, eles viram, eles sabem que você está grávida. Qual é o termo? Casamento relâmpago?


O calor subiu para o meu rosto. —Você não sabe nada sobre nós. —Eu sei de uma coisa. — inclinando-se mais perto no espaço apertado, ela deixou cair a voz. —Ele é da realeza. Você não é ninguém. A melhor coisa que você pode fazer por vocês é se livrar do bebê. Se é tarde demais para fazê-lo de maneira rápida, coloque-o para adoção. Basta mandá-lo embora. Este não é o seu mundo, passeadora de cães. —O meu mundo é onde Bishop está. —Deus, você é ingênua. Eu... — ela não terminou seu pensamento. Ambas ouvimos um barulho ruidoso nas proximidades. Torcendo, ela olhou para baixo e viu Jaws mastigando a alça da bolsa dela. —O quê? — ela engasgou, saltando para seus pés. —Essa bolsa vale dois mil dólares! Foi difícil esconder meu sorriso, então eu não tentei esconde-lo. —É uma pena. De repente, Iris jogou o pé para frente, chutando o Pomeraniano. —Cachorro estúpido! Ele chorou. Eu pulei, leve e rápido pela minha necessidade de proteger o pequeno animal. —Ei! O que diabos há com você? —empurrando Íris de lado eu levantei o cão nos meus braços. Ela virou apenas o suficiente para me dar um olhar de lado. —O cachorro não é nada, assim como você não é nada. Você não merece o dinheiro da família mais do que Bishop faz. Minha bochecha estava pressionada contra Jaws, mas ele parecia bem, apenas abalado. Registrando seu comentário, eu pisquei. —Espere, o quê?


Eu nunca tinha visto Iris corar antes. —Nada, esquece. Ainda segurando o cão, eu bloqueei Iris contra a parede de casacos. —Não. O que você quer dizer com “Bishop não merece o dinheiro”? Se ele não merece, quem faz? Ela tinha o queixo erguido. —Não importa. —Acho que sim... — nos meus braços, Jaws rosnou. Ele não era exatamente aterrorizante, mas a visão dos seus pequenos dentes empurrou Iris do orgulho silencioso para nervos frenéticos. Os olhos dela examinaram ao redor, e quando Jaws rosnou novamente, ela se fixou nele. —Tudo bem, tudo bem! Não é como se importasse de qualquer maneira. Você e seu bebê estragaram tudo. Bishop nunca deveria ter um filho com ninguém. Assustada, tentei fazer o quebra-cabeça se encaixar. —Nem mesmo com você? —É claro que não... — com os olhos arregalados, ela olhou para mim. —Seu meio-irmão me contratou. Eu deveria me casar com Bishop, mas nunca lhe dar um herdeiro. Assim... —Seu irmão ficaria com tudo. — inalei agudamente. —Por que você iria ajudá-lo? —Por dinheiro. — Iris revirou os olhos. —Até mesmo você pode entender isso. —Eu não quero o dinheiro dele! — ela estremeceu em meu desabafo. — Eu nunca quis. Disse-lhe várias vezes, eu não estou procurando alguém para me


bancar! — minha risada soou maníaca. Dinheiro realmente levou a um esquema tão grande entre Iris eo irmão de Bishop? As pessoas poderiam estar tão desesperadas? Claro que podem. Por que eu tinha sido tão ingênua? Ela acenou com a cabeça em descrença. —Mas o bebê... se você não fez isso para prendê-lo, então por que? —Porque eu o amo, Iris. Eu o amo com tudo o que eu sou. Houve um choque nos olhos dela. Então eu notei que ela estava olhando por cima do meu ombro. Abraçando Jaws eu me virei e vi a sra. Callehurst nos observando do hall. Seus braços estavam embrulhados em torno de seu peito, a boca tão apertada que era quase invisível. —Cathleen. — Iris sussurrou. —É sra. Callehurst. — ela disse categoricamente. —Saia da minha casa. Nunca pise aqui novamente. Sem um único argumento, Iris agarrou a bolsa mastigada e se esquivou ao redor de nós duas, desaparecendo dentro de casa. Não vi onde ela foi, mas eu acreditava que ela estava saindo como ela tinha sido instruída. Eu teria saído, a mãe de Bishop era aterrorizante. A atenção disparou para mim e fiquei gelada. —O quanto você ouviu? — eu perguntei. —O suficiente. — ela deu dois passos a frente, sua postura de grandeza... confortável. Mas quando ela chegou perto de mim, eu vi que seu olhar duro parecia molhado nas bordas. —Eu vejo por que os cães gostam tanto de você. Nem todas as pessoas podem defender coisas tão pequenas quando causam danos caros.


—Era apenas uma bolsa... — colocando Jaws para baixo, vi como ele correu para sua dona, saltando em seus tornozelos. —Apenas uma bolsa. — ela disse curvando-se para o animal de estimação. O cabelo dela escondeu seu rosto, fiquei surpresa ao vê-la sorrindo quando ela se endireitou novamente. Isto não era fingimento, isso foi um sorriso verdadeiro, e nele vi comoela era semelhante ao seu filho. —Apenas um bebê. Apenas um casamento. Qualquer uma dessas coisas podem ser colocadas de lado pelas pessoas erradas. Fiquei vermelha. Muito vermelha. —Ok, você ouviu muito. Ouça... sobre Bishop. —Você o ama. Mordi a língua, tentando decidir como responder. —Sim. —E ele claramente ama você. — sacudindo a cabeça, ela se aproximou. E eu vi o quão cansada ela estava por trás de toda a maquiagem. —Eu lhe disse que era sua ideia pegar os cães. Mas não lhe contei o motivo... — olhando para trás, ela considerava o ar e em seguid, a mim novamente. —Meu marido tem sido muito ausente. Eu detesto a palavra 'solitária', mas talvez eu estivesse. Ou estou. Bishop foi quem pensou assim, então ele buscou Jaws e Cujo para mim. Meu coração pulou. —Ele pode ser muito atencioso. —Sra. Callehurst, quero que saiba que eu entendo porque você queria Iris ao invés de mim. A diversão enrugou os lábios dela. —Você entende?


—Sim, você pensou que ela seria um ajuste melhor para seu filho. Não acho que isso foi errado, quer dizer, ela ia apunhalá-lo pelas costas. Mas se eu fosse você, e eu tivesse um filho, faria meu melhor para cuidar dele. Ela olhou-me curiosamente. —Há um silencioso 'mas' aí. Eu mordi meu lábio. —Mas...nem sempre você sabe o que é o melhor para você. Ou para alguém. Bishop não é o que eu teria imaginado pra mim. Mas agora? Não consigo imaginar estar com mais ninguém. Mais rápido do que eu esperava, ela se aproximou, abraçando-me. Foi um abraço curto, mas significou muito para mim. Segurando-me no comprimento do braço, ela suspirou. —Me chame de Cathleen. Uma nora deve me chamar pelo meu primeiro nome. —Você não me deixa chamar você assim. — disse Bishop. Ele estava de pé no corredor, meio-encostado na parede com um tornozelo cruzado no outro. Ele parecia incrivelmente confortável. Se eu olhasse mais de perto, veria que ele não só me observava, mas observava sua mãe também, com fascinação. Indo na direção dele, estendi minhas mãos. Ele pegou-as e em seguida foi mais longe, varrendo-me em seus braços. Os dedos enrolados no meu cabelo, tornando-se assim impossível que eu escapasse. Ele ouviu tudo. Ele sabe que sua mãe está feliz por nós. Eu queria me comportar, mas deixei minhas unhas rasparem sobre as costas da camisa dele, desprendendo-a do seu cinto. Mergulhei para escovar sua pele, e ele endureceu no meu contato. Sob minhas mãos, cada um dos seus músculos se apertaram, lembrando-me quão forte ele era.


Nós ofegamosquando ele nos separou, apenas uma polegada, o suficiente para falar. —Droga, você faz muito difícil que eu me comporte. — ele resmungou. —Não é culpa minha. É a gravidez. —Claro que é. — ele disse, seus olhos iluminando com alegria. —É! Realmente! —Você está protestando que eu me importo com o motivo. — disse ele, rindo sob sua respiração. Pegando-me pela mão, ele nos colocou de frente para sua mãe. Ela tinha ficado quieta, pacientemente brincando com o fim do seu xale enquanto pairava nas proximidades. —Mãe, você está realmente bem com isto? Suas sobrancelhas finas arquearam alto suficiente para puxar suas rugas. — Seria importante se eu não estivesse? Você sempre fez o que quis, Bishop. Seria tolice esperar que mudaria com o amor envolvido. Seu domínio sobre mim apertou. —Eu a amo. E você está certa, mesmo se você odiasse Nell, ou se o pai decidisse que ele não ia nos dar o que ele prometeu, eu não poderia ir para longe dela. Na verdade... a única caminhada que eu quero fazer é para o corrredor. Instantaneamente meu coração entalou na minha garganta. O ruído de fundo da festa era suave, mas desaparecia quanto mais eu me concentrava na expressão determinada de Bishop. Com facilidade, ele caiu sobre um joelho. Eu tinha começado a tremer. Eu estava tremendo tanto que quando ele pegou a minha mão na dele, ele hesitou. —Eu estou bem. — eu guinchei. —Continue. O que é isso sobre o corredor? Ele sorriu bruscamente. —É assim que vai ser? Você nunca andará em qualquer lugar se você está tremendo assim.


—Cale-se, Cale-se. — eu disse, engolindo ar. —Pergunte-me o que você quer perguntar! A sra. Callehurst tinha colocado o xale sobre o rosto. Ela mastigou, como se isso pudesse esconder o quanto estava sobrecarregada. Limpando a garganta, Bishop tirou sua camisa do caminho, eu tinha tirado das calças dele quando arranhei suas costas. Suave como uma colher de creme de leite fresco, floresceu uma pequena caixa azul marinho do seu bolso. Eu sabia que ele estava prestes a... no fundo, tinha sido óbvio, e ainda assim deixei escapar um fluxo de ar. —Nellie Pinewood, você é a mulher mais doce, mais gentil, mais bonita com quem eu já tive o prazer de compartilhar um chuveiro. —Bishop! — porra, eu estava além de vermelha. Rindo baixinho, ele mostrou-me o anel na caixa. Era de ouro branco, o metal envolvido em torno de um diamante de corte princesa maior do que um pedaço de chocolate. —Significaria o mundo para mim se você prometesse o resto de sua vida para mim. Eu quero estar ao seu lado a partir de agora até estarmos velhos e grisalhos e ainda nos beijarmos como se tivéssemos acabado de nos conhecer. Eu quero ver como incríveis nossos filhos serão com você como sua mãe. Quer casar comigo? No começo eu pensei, crianças? Mais de uma? Mas então uma explosão de alegria do tamanho de um cometa bateu em mim. Eu estava derretendo de calor por dentro e por fora, era pura felicidade, e falar tornou-se impossível. Provando as lágrimas que rolaram pelo meu rosto e pegaram nos cantos da minha risada nervosa, acenei com a cabeça mais e mais. —Isso é um sim? — ele perguntou, não brincando mais. Eu nunca o tinha visto tão sério.


—É um sim! — eu chorei, mexendo meu dedo quando ele deslizava o anel. Foi lindo, e tudo o que eu queria fazer era beijar esse homem. Então eu fiz. E então não parei.


í Bishop

O par de pomeranianos trotou juntos ao altar. Em suas coleiras cada um levava um pequeno travesseiro, meu anel de casamento e de Nell, respectivamente. A visão deles fez meu sorriso esticar largamente. Minha mãe, empoleirada em um assento dianteiro nas proximidades, estava apertando as mãos com luvas lilás com um sorriso orgulhoso. Cujo ofegou, abanando o rabo quando ele me alcançou. Eu abaixei para pegar o anel. Na minha frente, Gigi pegou o outro de Jaws. O padre sorriu educadamente, mas queria saber se ele pensou que éramos muito estranhos para fazer os cães nossos portadores do anel. Honestamente? Não queria saber o que ninguém pensava. Este era o nosso casamento. De ninguém mais. As pessoas ainda estavam rindo educadamente atrás de suas mãos quando a música mudou. Canon de Pachelbel filtrou através do ar. E então eu a vi. Nellie surgiu como um sonho sensual. Havia flores cor de pêssego e amarelas em seu cabelo penteado para cima. Em vez de um véu, uma capa longa e prateada


flutuava atrás dela pelo corredor. Nossos hóspedes ofegaram adequadamente. Eu sabia que ela era linda. Eu sabia que ela se sentia linda, e como ela não poderia? O vestido de cor de creme agarrou-se a sua barriga arredondada. Havia um cinto fino sob seus seios inchados, o mesmo projeto dançando na bainha dela maciçamente amassada. Minha linda noiva, só de vê-la meu coração estava trovejando. Mais profundo do que o amor, mais primordial, era o meu desejo por ela. Esta mulher estava prestes a tornar-se minha esposa. Todos nesta sala podiam ver que ela levava meu filho em seu ventre. Eu nunca tinha sido tão possessivo, tão selvagem e tão desenfreado para qualquer uma como eu era para Nell. Acho que é assim que você sabe que é amor. Observar sua abordagem me trouxe picadas de calor atrás dos meus olhos. Eu fui oprimido por essa mulher. Pelo seu cheiro, pela sua presença, pela ideia dela e pelo que esperava por nós. Nell fez uma pausa na minha frente. —Olá. — ela sussurrou. Trabalhei o nó seco na garganta. —Você é a mulher mais bonita do mundo. Você sabia? — minhas mãos cruzaram com as dela. O padre limpou a garganta, mas não asoltei. Eu nunca faria isso. Distante, eu sabia que as coisas estavam sendo ditas. Minhas células distraídas trabalharam para se conectar com Nell. Nós estávamos nos misturando no papel, mas eu queria que nos uníssemos em um nível ainda mais profundo. —Você, Bishop Callehurst, aceita esta mulher como sua esposa? Para ter e manter até que a morte os separe?


—A morte não pode nos separar. — eu murmurei, levantando as mãos e beijando seus dedos. Uma lágrima transbordou no canto do olho e caiu rapidamente no declive de sua bochecha. —Eu vou amar você até a próxima vida, Nellie Pinewood. — olhando para o sacerdote, concordei. —Eu aceito. —E você, Nellie Pinewood, aceita este homem como seu marido? —É claro que sim! — Nell deixou escapar, pulando nos meus braços, beijando-me violentamente, antes mesmo que os anéis estivessem em nossos dedos. Câmeras brilharam e as pessoas riram, algumas aplaudindo. Alguém assobiou. Quando Nell puxou para trás, vi que era Corriane que tinha suas mãos fechadas com a noiva dele e segurava sobre suas cabeças. A visão de sua alegria me fez sorrir. O assento vazio ao lado da minha mãe fez meu coração doer. Meu pai não tinha vindo. Ele conseguiu a honra de falar comigo pelo Skype ao ouvir a notícia sobre o bebê a caminho. O homem severo tinha assentido com a cabeça em aprovação, quase friamente comentando como é claro que minha mãe e eu iríamos ter acesso ao seu dinheiro. Como se fôssemos tolos ao nos preocuparmos que meu meio-irmão fosse roubá-lo debaixo dos nossos pés. Parte de mim odiava isso também.Saber que pessoas iriam sofrer por causa dos desejos inconstantes do meu pai. Mas, em última análise, tudo que me importava era fornecer um futuro para minha mãe. Para minha nova esposa. Para os nossos filhos.


—Eu não consigo parar de olhar. — ela sussurrou, virando a mão dela várias vezes. —É mais simples do que o anel de noivado, mas eu adoro isso. É simplesmente perfeito. —Você é perfeita. — eu disse, levando-a para dentro do quarto de hotel. Ela estava nos meus braços desde que a limusine tinha parado lá fora. Eu sabia que os nossos amigos e família queria falar conosco, mas eu tinha dispensado os mesmos, insistindo que Nell precisava ficar fora dos seus pés. Agora, eu beijei sua testa e a coloquei na cama enorme. As ondas de tule e renda estabeleceram-se em volta dela como uma gigantesca flor de lírio. Havia cor sobre as maçãs do seu rosto, os centros dos seus olhos dilataram. —Eu me sinto intoxicada. — ela sussurrou, rindo nervosamente. —Você? Minhas mãos desceram pesadamente em ambos os lados dos quadris dela sobre o cobertor. —Sim. —O que é isso? — ela perguntou, seus cílios mergulhando fortemente para tocar seu rosto suave. —Amor. — meu nariz esfregou no dela. —E luxúria. Definitivamente luxúria. Você está incrível neste vestido, esposa. Os lábios de Nell se separaram, brilhando com surpresa e com sua fome crescente. —Diga isso de novo. —Esposa. — eu repetí. Fechando os olhos, ela se virou nos travesseiros e gemeu. —É a coisa mais sexy que eu já ouvi.


Pairando sobre ela, comecei a desfazer a minha gravata. A seda deslizou através do silêncio, ambos provando a energia que começou a ferver ao redor da sala. Nossos corpos estavam nos chamando.Mesmo enquanto eu me agachei sobre ela, ela arqueouos quadris, empurrando para sentir minhas coxas firmes. —Merda. — eu assobiei. —Tire isto. — ela disse ansiosamente, as unhas polidas indo para os botões do meu colete cor de carvão. Meus olhos cintilavam, e eu vi minha necessidade espelhada no rosto dela. —Você faz. Sentada em seus cotovelos, gemendo com a barriga no caminho, ela abriu os botões um por um até que meu colete e camisa se abriram, exibindo minha pele nua. Eu estava respirando pesadamente, a tinta do meu corpo se contorcia. — Irei de lado. — eu disse, tocando minha ereção pela minha calça. Ela estava congelada, apenas me observando. —Deus, adoro te ver hipnotizada pelo meu pau. Ela mordeu o lábio. —É porque eu não vi o pau do meu marido antes, e eu mal posso esperar para vê-lo. Meu pau flexionou no meu aperto. Rapidamente, mudei-me para ajudar a deslizar seu vestido para fora do caminho. Expus as pernas longas, as coxas sedosas e... sua falta de calcinha. —Jesus, Nell. — eu gemia. —Você estava assim o tempo todo? Ela enterrou seu sorriso nos travesseiros. —Não. — eu disse categoricamente, inclinando-me para pegar seu queixo. Eu fiz com que ela me encarasse novamente, e seu sorriso desapareceu. —Diga-me


o que sentiu ao caminhar para o altar com sua bocetinha nua sob o vestido de noiva. Quão quente você estava esperando este tempo todo para me mostrar? A língua dela disparou sobre os dentes. —Muito quente. Sinta-me e veja. Traçando minha mão sobre suas coxas, mudei seu vestido mais para cima. Sua pele baunilha estava nua, as dobras já inchadas e abertas. Eu podia ver seu clitóris. Eu sabia que ela estava encharcada e não precisava sentir para dizer. —Você cheira tão bem. — eu disse, minhas palavras tensas, tudo de mim estava esticando. Então eu vi a minha mão na perna dela, a aliança no meu dedo, e qualquer esperança de me segurar seevaporou. Ela choramingou quando coloquei dois dedos em sua boceta. Espalhando as dobras, mergulhei minha língua, lambendo com avidez. As coxas dela abraçaram meu rosto, me levando para seu centro líquido mais rápido. Eu não poderia dizer se ela estava me apertando para me fazerparar ou para ter certeza que eu não parasse. Eu me preparaei com um braço enrolado em seu quadril, lambendo meu dedo e acariciando firmemente o clitóris dela. —Ah! — ela gemeu, se contorcendo e pressionando sua boceta nua nos meus lábios. Na minha calça, meu pau estava pesado com necessidade.Pulsando constantemente, exigindo que o deixasse livre. Eu ignorei, me concentrando sobre o quão incrível era ter a boceta da minha esposa escorrendo pelo meu queixo. Acariciando um dedo na sua costura, eu empurrei-o pacientemente. —Você sente isso? — eu perguntei quando a banda de metal sumiu dentro dela. —Esse é o meu anel de casamento. Está dentro de você! Você já imaginou isso acontecendo? —Merda. — A bunda dela balançou no colchão.


—Você precisa de mais nessa boceta gananciosa, não é? — Eu estava queimando. Ela também estava. Seu interior quente flexionado em volta do meu dedo. Inseri um segundo, depois um terceiro. Mal conseguia ouvi-la sobre minha própria respiração agora. Eu nunca tinha ficado tão duro. Minhas bolas estavam apertadas, prestes a explodir, mesmo que meu pau ainda não tivesse saído das minhas calças. —Goze para mim. — eu rosnei contra sua coxa. Eu belisquei a pele dela, fazendo-a saltar, fazendo com que sua boceta sufocasse os meus dedos. —Goze para o seu marido. Você está tão perto que não poderia segurar nem se tentasse. Minha boca imunda levou-a sobre a borda. Ela gemeu alto, arqueando as costas, reforçando os membros. Suas paredes pulsavam uma e outra vez, líquido inundando minha boca. Eu poderia ter comido ela até que não sobrasse mais nada para dar. Mas eu precisava da minha própria liberação ou ficaria louco. Movendo as pernas dela, me ajoelhei na cama aos seus pés. Ela estava ofegante, pele corada enquanto ela me olhava como se nunca tivesse me visto antes. Eu era tão diferente agora que estávamos casados? Agora que ela era realmente minha? —Eu amo você. — ela disse de repente. Congelando com o fecho para baixo, eu estudei o rosto dela. Sombras expressas pelos seus cílios deixaram seus olhos escuros. Sua boca era vermelha como geleia. Eu rastejei sobre sua barriga cuidadosamente beijando-a com tanta força que o ar fugiu do meu nariz. —Eu também te amo. — eu disse, olhando para a reação dela. —Você está bem? —Sim, melhor do que bem. — seu sorriso era suave. —Só um pouco emocional. Hormônios e tudo mais. Mas estou bem.


—Bom. — eu disse me sentando e abrindo minhas calças. Meu pau saiu instantanemanete, vermelho de raiva, a cabeça brilhando com meu pré-semem. — Porque eu vou te foder agora. Ela inalou agudamente. Observando-me de perto ela virou de lado, aproximando-se para espalhar sua boceta aberta para mim. Ela se colocou em exposição e enviou uma descarga de eletricidade através de meu cérebro para o meu eixo. Minhas veias grossas pulsavam sob meu polegar. —Eu me divorciaria de você se não o fizesse. — ela disse. Abraçando-a por trás, esfreguei meu pau para cima e para baixo nas dobras escorregadias. Uma das mãos em concha na barriga dela, equilibrando-a, dandome o apoio que eu precisava para empurrar meu eixo dentro dela. Após algumas estocadas em todo o exterior da sua boceta, todo meu pau grosso estava brilhando. Cada movimento que eu fiz desenhou um suspiro dela. —Bishop, é, Deus é bom. Foda-me, por favor. Estou perdendo isso esperando por você. —Eu sei. — dou um beijo em suas costas, no pescoço dela. O vestido ondulava em torno de nós, criando ondas de branco e prata, mas nunca ficando no caminho. A ponta do meu pau pressionou em sua entrada. Eu assobiei através dos meus dentes. —Puta que pariu, você é apertada. Como ela estava sempre tão confortável todas as vezes que nós fizemos? A boceta da minha esposa era mágica. Faz muito sentido, realmente. Polegada por polegadaeu a enchi, suportando cada vibração de suas paredes internas. Minhas bolas colidiram contra a bunda dela. Nós estávamos imprensados juntos, travando e expirando em simultâneas, e quase aliviadas respirações. Meu


coração atravessou sua coluna vertebral. Eu senti a pulsação, o sangue dela, ela consumindo calor. E eu sentia a barriga redonda pressionada na palma da minha mão. Nada me fez tão louco quanto saber que ela estava carregando meu filho lá dentro. A gravidez foi o derradeiro presente, e a prova definitiva de que ela era minha para sempre. Eu tinha alegado-a de todas as maneiras que um homem poderia. Balançando os quadris, eu construí o ritmo. Eu também estava muito excitado para tomar meu tempo. Se ela não estivesse grávida eu teria sido mais áspero. Eu agarrei seu cabelo bonito em um punho e busquei os seios dela através de seu espartilho com o outro. Meus lábios formaram as palavras eu te amo, mesmo que meu cérebro estava em outro nível e fosse incapaz dela ouvir. Mas ela fez, todo seu ser apertando em resposta. No fundo de sua boceta, meu pau inchou. Então ele inchou mais, desenhando um cantarolar baixo de Nell que continuou, até ficar turvo com meu rugido. —Mais — ela chorou. —Dê-me mais. Preciso de mais de você, mais do seu gozo, faça-o escorrer para fora de mim. —Jesus. — eu respirei. Meu pau raspou através dela e de alguma forma, com sua demanda, encontrei mais velocidade. Eu estava preso tão apertado dentro dela que sem seus sucos fluindo assim livremente eu não teria sido capaz de mover uma polegada. Mas eu movi. Transei com ela como um pistão em excesso de velocidade. Grunhindo, agarrei-me ao seu corpo enquanto o esperma fluiu do meu pau. Cada lampejo do meu peito na sua coluna derramou mais creme de mim. Gozo sem fim. Eu drenei tudo que eu tinha, desafiando nossa biologia para não engravidá-la enquanto ela já estava grávida pra caralho.


Ela gozou novamente. Não sei quando ela parou. Seus músculos estavam apertados para baixo e me fazendo ver manchas. Nossos corpos se encaixam tão naturalmente. Quando eu coloquei minha mão em seu quadril, ela me alcançou, enrolando nossos dedos juntos, fazendo nossas alianças se tocarem. —Eu poderia ficar assim para sempre. — eu sussurrei, fazendo carinho na garganta dela. —Eu também. — um bocejo longo e delicioso fez sua bunda rolar nos meus quadris nus. —Mas eu vou acabar com o clima me levantando para fazer xixi. Ambos rimos. Sentei-me, segurando minha cabeça nos meus braços atrás da cabeça. Nell pisou cautelosamente fora da cama e quando o vestido dela desceu para esconder suas pernas perfeitas, ninguém saberia que ela tinha acabado de ser fodida sem sentido. Ninguém além de nós. Ela entrou no banheiro. Escutei a água correr, vigiando a porta entreabertaa minha frente. Sua silhueta continuou se movendo na fresta. Lançou sombra, luz branca, e depois escuridão novamente. Finalmente ela abriu a porta. Sentei-me, endurecendo em todos os lugares. Meu pau se contorceuà vida novamente. —Você é incrivelmente linda. — eu sussurrei. O rubor de Nell subiu para a garganta dela e não abrandou. Envolvendo seus braços sobre a barriga, ela virou-se, lançando um olhar malicioso para mim quando me olhou de longe. —Por favor, abra meu vestido, marido? Meu pau saltou novamente. —Com prazer... — fiquei de pé, com meu eixo durocontra minha coxa. A atenção dela disparou para lá, depois de volta para o meu rosto. —Eu não posso evitar. Você me deixa louco. — expliquei com uma risada rouca.


—Eu não me importo. Só estou apreciando a vista. —Mesmo. — eu disse. Correndo minha mão até sua nuca, eu assisti seu arrepio de gata. Com facilidade eu abri as fitas, segurando o topo do espartilho e desenrolando-os até que ela respirava aliviada. Cautelosamente, ela tocou sob seus braços. Eu vi o lado de um peito e gemi. —Esse vestido era incrível, mas me esmagou. Meus seios são muito grandes hoje em dia. —Uma pena. — eu disse. Deixando as palmas das minhas mãos deslizarem para baixopelos seus ombros nus, apertei firmemente em seus ombros, então abaixo, esfregando sob os seios pesados. —Volte para a cama. Quero fazer uma massagem na minha esposa. —Essas palavras são mágicas. —ela riu. Na minha frente, entãodesceu as saias volumosas para baixo de seus quadris. Nell estava pronta antes de mim em toda asua glória de nova esposa e em breve nova mãe. Antes que eu pudesse me controlar, eu coloquei minhas mãos na barriga e inalei em voz alta. —Cama. Agora. Ela se moveu o mais rápido que pôde, estendendo-se de lado, uma das poucas posições em que ela se sentia confortável. Eu deslizei ao lado dela. Meu pau duro estimulou a bunda dela, mas eu ignorei o meu desejo, e em vez disso comecei a trabalhar meus dedos em seus músculos macios. Os cílios de Nell vibraram. —Isso é tão bom, Bishop. Obrigada. Eu desci, massageados suas panturrilhas. Ela miou como uma gata. —O casamento foi difícil para você?


—Para o meu corpo, sim. Mas então tudo parece um desafio ultimamente. —Isso faz sentido... — eu beijei o ombro dela e deixei meu rosto lá. —Um mês até que você dê à luz. — um mês até eu ser pai. Ela se calou. Eu pensei que ela estava relaxando no conforto do meu toque, mas quando eu levantei minha cabeça, eu vi que ela estava olhando para a parede. Seus lábios estavam fazendo uma careta horrível. Agarrei o queixo dela, e ela se virou olhando para mim. —O que está acontecendo na sua cabeça agora? — eu perguntei baixinho. Ela piscou furiosamente, esfregando os olhos. Eram lágrimas? —Desculpe. Eu sinto muito. —Shh. — A dor disparou pelo meu peito. Eu estava inundando com a necessidade de proteger Nell e mantê-la segura. A tristeza dela era minha tristeza, e sempre seria verdade. Puxando-a para o meu peito, desloqueiseu corpo para que ela estivesse deitada sobre mim com a cabeça sob meu queixo. —Não, nunca se arrependade como você se sente. Só fale comigo. Por um tempo ela fungou. Suas lágrimas mudaram para soluços, e depois para riso nervoso. —Estou assim... Não consigo me segurar, e é sua culpa. Eu segurei minha respiração. —O que? O fragmento de desespero desapareceu quando ela olhou para cima e notei que ela estava sorrindo. Mesmo com a umidade em suas bochechas e os olhos dela vermelhos, ela parecia feliz. —Sim. Se você não fosse tão doce e gentil... se você não me amasse tanto... e se eu fosse capaz de duvidar de que você realmente pode ser um bom pai... — ela se cortou e deu de ombros. —Se você não fosse nenhuma


dessas coisas, eu poderia me sentir nervosa como uma pessoa normal. Em vez disso, estou tão ofuscada por me sentir feliz que não sei o que fazer com tudo isso. As palavras fugiram de mim. Falar adiantaria? O que ela estava explicando era um sentimento tão humilde, tão cru, e reflete o meu próprio, então não havia nada que eu pudesse dizer em resposta. Então eu a beijei. Continuei a beijá-la até que meus pulmões não aguentaram e meu corpo coçava tanto por oxigênio que eu poderia morrer. E eu ainda continuei a beijá-la um pouco mais depois disso. Ofegante, me separei. Ela me olhou com as bochechas coradas e seus lábios levemente inchados. —Nell, eu amo você.... — era uma coisa tão óbvia para dizer, mas ela esperou, não se importando que me faltou criatividade. —E se a culpa é minha que você é tão feliz... Eu vou levar esse fardo... — sorrindo eu limpei a última mancha de lágrimas. —Obrigado por dizer que eu vou ser um bom pai. Eu vou fazer o meu melhor. —Eu sei. — ela acariciou a barriga, depois pegou minha mão e apertou-a lá. —Eu senti. Sob minha palma houve um chute. Era pequeno, fácil de perder. Ele enviou meu coração numa corrida louca. —Ela é forte como a mãe. — eu sussurrei. — Espero que um dia ela vá ser uma boa irmã mais velha. As sobrancelhas de Nell se enrugaram. —Você está agora mesmo planejando nossa foto de família na sua cabeça? —Nossas fotos. Nossas férias. Nosso tudo. — eu a apertei e não me acalmei. Meus dentes beliscaramo pescoço dela, fazendo-a gemer. Eu era viciado nos ruídos


que ela fazia. —Já lhe disse antes, eu quero ter filhos. Vários... — as coxas dela apertaram. Eu estava ligando-a e sabendo disso meu pau inchava. —De alguma forma, não acho que será difícil convencer você a me deixar descarregar minha semente em sua boceta gulosa. —Bishop! — ela engasgou. —Eu vou ter tudo que sempre quis na vida. — eu sussurrei, meus lábios pousando no seu ouvido. Preguiçosamente passeias pontas dos meus dedos no peito paraescovar os mamilos sensíveis. —Quantas pessoas podem dizer isso? A mão de Nell espremeu meu aperto. —Duas que eu sei com certeza. Eu e você.... Agarrando-a, tentando tocar e segurar cada polegada dela, beijei sua testa e fechei os olhos. É verdade, eu pensei, tocando a barriga dela obsessivamente. Existem duas pessoas neste mundo que têm tudo. E em breve, haveriam três.

Royal Baby Maker (Único) - Nora Flite  
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*O dia em que conheci Bishop Callehurst ele estava seminu na sua cozinha enorme em sua mansão de Hollywood, bebendo um copo de água e deixan...

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