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LUSÍADAS, CANTO III Eis aqui, quase cume da cabeça De Europa toda, o Reino Lusitano, Onde aterra se acaba e o mar começa E onde Febo repousa no Oceano. Este quis o Céu justo que floreça Nas armas contra o torpe Mauritano, Deitando-o de si fora; e lá na ardente África estar quieto o não consente. Luís de Camões

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Poemas do mar  

Trabalho global dos alunos da turma do 5ºC entregue em mãos na visita de estudo ao Museu da Marinha em Lisboa

Poemas do mar  

Trabalho global dos alunos da turma do 5ºC entregue em mãos na visita de estudo ao Museu da Marinha em Lisboa

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