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BARCOS

5.ยบ C ESCOLA E.B. 2,3 DE AVELAR

ANO LECTIVO 2008/2009


Índice 1. OS PRIMÓRDIOS DA NAVEGAÇÃO

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1.1. PRINCIPAIS EMBARCAÇÕES OCEÂNICAS PORTUGUESAS (Descobrimentos)

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2. BARCOS MARÍTIMOS

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2.1. PESCA

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2.1.1. MÉTODOS DE PESCA

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2.1.3. PESCA COSTEIRA

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2.1.4.BARCOS TRADICIONAIS DE PESCA COSTEIRA

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2.1.5. PESCA LONGÍNQUA

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3. BARCOS TRADICIONAIS FLUVIAIS

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4. BARCOS DE MERCADORIAS

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5. BARCOS DE GUERRA

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6. BARCOS DE RECREIO

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6.1. DESPORTOS NÁUTICOS

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6.2. TIPO DE EMBARCAÇÕES

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7. BIBLIOGRAFIA

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8. AGRADECIMENTOS

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Introdução Como navegavam os nossos antepassados Vários povos da antiguidade ficaram na história pelos feitos que realizaram no mar.

Os Fenícios eram grandes marinheiros e comerciantes.

Barco Fenício

Os Vikings fizeram assaltos por todo o Norte da Europa.

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Barco Viking

O transporte marítimo sofreu grandes alterações graças aos descobrimentos portugueses no século XV. O arranque da navegação daquela época é uma das causas do desenvolvimento da ciência e da técnica.

1. OS PRIMÓRDIOS DA NAVEGAÇÃO Barco Egípcio Os primeiros barcos egípcios de vela datam de 3000 a.C., ou ainda antes. Estes eram, usados no rio Nilo que era o ideal para os iniciais barcos à vela. Este barco era construído com tábuas unidas com cordas.

Trireme O Trireme era o mais rápido barco da antiguidade. Este barco usava velas para o transporte mas na batalha usava remos. A Galera do tipo Trireme, apareceu no séc. V a.C., foi utilizada pelos Gregos e posteriormente pelos Romanos. Era o mais rápido barco da antiguidade, usava velas para o transporte e nas batalhas, remos. O Trireme caracterizava-se por três fileiras de remos, em que cada remo era movido por um remador. Os remadores estavam escalonados e colocados para que o seu movimento não impedisse o do remador mais próximo de manusear o remo. Os remos do Trireme tinham entre 4 a 4,5 metros cada um. O Trireme Grego era especialmente utilizado para abalroar navios inimigos.

Junk

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Esta embarcação é antiga e a sua origem é chinesa. Era usada para trocas na costa. Este barco utiliza até 5 mastros com velas quadradas. Navegava principalmente na Ásia Oriental.

Corbita Este barco era muito importante no Império Romano porque os Romanos navegavam ao longo da costa do Mediterrâneo onde faziam a maior parte da troca de produtos. Os mastros deste barco tinham as velas quadradas. O barco navegava utilizando lemes que estavam ligados uns aos outros.

Drakar Este barco é viking e foi utilizado principalmente entre os séculos VIII e XIII. Os vikings desenvolveram barcos sólidos nos quais se aventuravam do mar. Estes barcos eram compridos e estreitos, eram barcos à vela e a remo esculpidos na madeira. Para além de permitir que os vikings navegassem longas distâncias, o Drakar trazia vantagens tácticas em batalhas. Eles podiam realizar eficientes manobras de ataque e fuga. Os Drakars podiam também navegar em águas rasas, permitindo que os vikings entrassem em terra através de rios.

1.1. Principais embarcações oceânicas portuguesas (Descobrimentos) Nau A nau surgiu nos descobrimentos portugueses do séc. XV, devido à passagem das navegações costeiras às oceânicas, houve necessidade de adaptar as embarcações aos novos conhecimentos 5


náuticos e geográficos. À medida que se foi desenvolvendo o comércio marítimo houve necessidade de aumentar a capacidade do transporte e por isso foi necessário alterar as características dos navios. A Nau apresenta três mastros e tal como a Caravela é um barco mercantil. A Nau que fazia a “Carreira da Índia” permitia o maior transporte de toneladas. As chamadas “Naus da Índia” devem ser as de maior porte rondando em média 300 a 500 tonéis.

Caravela Latina A Caravela Latina foi utilizada pelos portugueses do século XV até aos princípios do século XVIII. A caravela de “Quatrocentos” era robusta e veloz, tinha entre 20 a 30 metros de comprimento, tinha cerca de 50 tonéis de porte e envergava um pano-latino triangular de 2 ou 3 mastros. Este tipo de caravela fez parte da armada de Vasco da Gama.

Caravela A caravela foi uma embarcação usada pelos portugueses e espanhóis durante a era dos descobrimentos. Esta embarcação era um navio rápido, de fácil manobra, possibilidade de recorrer a uma maior amplitude de ventos. Em caso de necessidade também podia ser movida a remos. Eram navios de pequeno porte, de dois mastros, um único convéns; deslocavam 50 toneladas. As velas latinas triangulares, eram duas vezes maiores que as das naus, o que lhes permitia ziguezaguear contra o vento e, consequentemente, explorar zonas cujo Regime dos ventos era desconhecido. A tripulação de uma caravela poderia rondar uns 20 a 25 homens em média. A partir de finais do século XV d.C. e inícios do séc. XVI d. C. sofre ajustamentos que deram à caravela um maior porte e passa a poder transportar 50 homens.

Nau Madre Deus

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A Nau Madre Deus foi construída em Lisboa, no ano de 1589 e depois de capturada na sua segunda viagem à Índia pelos corsários Ingleses foi exibida e estudada em Inglaterra. Esta Nau portuguesa pesa cerca de 1000 toneladas. Para além de ser enorme para a altura ela ainda tinha um espaço de reserva considerável.

2. BARCOS MARÍTIMOS 2.1. PESCA As Pescas na História Desde que há memória que a pesca sempre fez parte das culturas humanas, não só como fonte de alimento, mas também como modo de vida, fornecendo identidade a inúmeras comunidades, e como objecto artístico. A Bíblia tem várias referências à pesca e o peixe tornou-se um símbolo dos Cristãos desde os primeiros tempos. A pesca pode ser praticada como meio de sobrevivência, por prazer ou até por diversão. Para a prática da pesca terá que haver embarcações construídas ou adaptadas para esta actividade.

O que é um barco de Pesca? Um barco de pesca é qualquer tipo de embarcação construída ou adaptada para a actividade da pesca. Os barcos de pesca podem variar desde uma simples jangada ou canoa até grandes navios que podem efectuar campanhas de pesca de vários meses sem regressar ao porto-base, conhecidos como barcos-fábrica. Estes não implicam modificação no casco, mas podem também levar a alteração da estrutura básica, como no caso de alguns arrastões em que a popa contém uma rampa para a operação de rede de arrasto.

2.1.1. Métodos de Pesca A forma mais simples da pesca é um indivíduo isolado com uma canoa ou uma rede de pesca. Esta actividade pode ser desenvolvida como actividade recreativa ou proporcionando um enorme comércio em muitos países desenvolvidos. A pesca de subsistência continua a ser muito importante em todo o mundo nos países menos desenvolvidos. 7


Pesca com armadilhas As armadilhas de diversos tipos são também métodos de pesca muito populares desde tempos imemoriais. Na região Indo-Pacífica, quer dizer, nas zonas tropicais e subtropicais dos oceanos Índico e Pacífico, os pescadores locais constroem gaiolas em forma de V com ripas de bambu ou de folhas de palmeira, colocam-nas perto de rochas ou recifes de coral e conseguem capturar peixes de grande valor comercial.

Pesca de linha A pesca com linha e anzol, parecendo simples, continua a ser uma das principais formas de capturar peixe. Pelo facto de o material ser de fácil aquisição, é o principal método de pesca de subsistência em rios, lagos ou junto à costa. No entanto, várias pescarias industrializadas usam este método, quer com a chamada linha-de-mão, em que cada pescador segura na mão uma linha na extremidade da qual se colocam várias linhas secundárias cada uma com o seu anzol, até aos palangres de vários quilómetros de comprimento com que se pescam os atuns de profundidade. A pesca de anzol é ainda um desporto muito praticado do mundo.

Pesca de cerco Algumas variantes da rede de emalhar deram origem às redes de cerco: a rede é colocada em volta de um cardume e o cabo do fundo pode ser puxado até formar um saco onde todo o peixe fica aprisionado.

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2.1.3. PESCA COSTEIRA Pesca Costeira é um tipo de pesca que se pratica junto à costa, para lá das 6 milhas.

2.1.4.BARCOS TRADICIONAIS DE PESCA COSTEIRA

Maceira O nome quase diz tudo sobre esta embarcação de Vila Praia de Âncora. Uma caixa de madeira, semelhante com as masseiras de amassar o pão. Um aparelho muito simples formado por um pequeno mastro à vante cruzando verga de latina bastarda. A tripulação de 2 homens era o suficiente para este barco que variava entre os 2,60 e os 4,70 metros. Destinava-se tanto à pesca do alto como à costeira e à de rio.

Barco Valboeiro com Camareta Esta curiosa embarcação da zona de Valbom podia navegar tanto no rio como no mar. Apesar de serem usadas na pesca também faziam transporte de mercadorias e passageiros entre margens. Para protecção e conforto dos passageiros utilizavam um pequeno abrigo denominado de camareta. Conforme a sua utilização quanto à carga chamavam-nos de barco das padeiras e barco das toucinheiras. Uma tripulação de 2 a 3 homens era o suficiente para governar esta embarcação de cerca 18 metros. Armavam uma

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pequena vela de carangueja num mastro bem a vante e tal como os Rabelos tinham um remo de pá longo em vez de leme.

Barco da Pescada Esta barca de Buarcos e Figueira da Foz era usada exclusivamente na pesca de pescada. Ambos os mastros com acentuada inclinação a vante tinham alturas diferentes e armavam panos latinos triangulares. A manobra do leme era idêntica à do Moliceiro e Barco de Ílhavo.

Lancha Poveira A lancha poveira é um género específico de barco caracterizado por um casco largo e leme de grande profundidade, havendo diferentes lanchas com diferentes dimensões, aspectos e faina. Estas têm dimensões que vão de entre 4 a 5 até 13 a 14 metros de comprimento. A enorme vela de pendão era o seu principal meio de propulsão, ocasionalmente aliado por um conjunto de remos. O mastro, que se podia desarmar, inclinava para a ré e podia armar uma vela trapezoidal que era caçada à ré. Tinha ainda 4 a 5 remos por banda. A Lancha Poveira do Alto é uma embarcação grande e adaptada ao mar alto destinada à captura de pescada.

Rasca de Pesca Esta embarcação de borda alta e convés corrido aparelhava com quatro velas latinas – traquete, vela grande, vela de proa e catita. Este aparelho complexo obrigava a uma numerosa tripulação, mas tornava o barco extremamente veleiro e belo. Usada na pesca, sobretudo na Figueira da Foz e Ericeira, foi caindo em desuso até acabar como simples embarcação de carga.

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Bateira da Figueira da Foz O tipo geral da bateira ou muleta é o de uma embarcação de pesca de rio e mar. Possui uma proa de curvatura bem definida e ré coberta. O mastro fixado no banco da proa está ligeiramente inclinado para ré, armando um longo pano latino triangular. A tripulação varia entre quatro a seis homens que fazem uso dos dois remos por bordo.

Galeão da Nazaré Aliando a elegância à capacidade de transporte surge-nos da Nazaré, o Galeão, uma embarcação com 10 metros de comprimento e capaz de suportar até 9 toneladas de carga utilizada no cerco americano. O seu casco alongado e corrido com uma proa arredondada e encimada por uma borla ou cabeleira, realçam a sua elegância Sendo uma embarcação de pesca costeira, recorria frequentemente à conjugação de 6 a 14 remos e uma gigantesca vela latina triangular (a sua mais habitual forma de propulsão). No convés existem seis bancos e duas a três escotilhas que acedem aos porões de peixe.

Batel do Alto Esta embarcação da Nazaré tem tradicionalmente nove metros e meio de comprimento. O casco é corrido, boca aberta com pouca quilha e proa arredondada. O leme exterior é desalinhado da quilha. Os dois mastros de tamanhos e inclinações diferentes armam as velas latinas.

Caíque do Algarve No extremo Sul do país, no chamado sotavento algarvio (entre Faro e Vila Real de Santo António) navegava o caíque, embarcação típica com cerca de 18 metros

de comprimento

e com capacidade

de

transportar até 30 tripulantes. Com os seus dois mastros e

duas

grandes

velas

de

bastardo,

alguns

autores presumem que esta embarcação tenha sido uma 11


digna sucessora das caravelas latinas, enquanto outros defendem que estas últimas sejam precisamente o resultado da adaptação feita a partir deste tipo de veleiros do sul do país. Muito resistente e veloz, esta embarcação, que podia armar dois remos por bordo, escondia, ainda, uma curiosa relação com dois cães de água portugueses, que a guardavam quando estava atracada.

Saveiro da Costa de Caparica Conhecido por embelezar os areais da Costa da Caparica, este tipo de saveiro era também conhecido como meia-lua. Originalmente terá atingido a dimensão média de 8 a 9 metros de comprimento mas, actualmente, possui um tamanho mais reduzido.

Bote baleeiro dos Açores Os botes baleeiros, com cerca de 10 metros de comprimento, costado baixo e liso, eram movidos à vela e a remos, transportando entre seis e oito homens a bordo. Na caça à baleia, estas embarcações leves e fáceis de manobrar, governadas através de uma esparrela que era empunhada pelo mestre, à popa, permitiam que o arpoador, que se colocava de pé na proa, se aproximasse o suficiente do animal para lançar o arpão.

O carocho O carocho é uma pequena embarcação mista de pesca e de transporte. É da configuração do casco, semelhante à carapaça de um insecto, que advém o seu nome. Rápido e de grande manobralidade, de

6

metros

metros de

o

carocho tinha cerca

de

comprimento e 1,5

boca.

Armava uma vela

baixa de formato muito

peculiar.

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2.1.5. PESCA LONGÍNQUA Arrastões Um arrastão é um barco de pesca que opera redes de arrasto, ou seja, redes em forma de saco que são puxadas a uma velocidade que permite que os peixes, crustáceos ou outro tipo de pescado, sejam retidos dentro da rede. Os arrastões podem ser relativamente pequenos, barcos de 6-8 metros de comprimento, podem operar em parelha, ou seja, dois barcos puxando a mesma rede, mas podem igualmente ser grandes barcosfábrica, por vezes operando duas ou mais redes ao mesmo tempo. Os arrastões industriais podem ter longas hastes metálicas chamadas plumas, cujas pontas, abertas para os lados do navio, seguram os cabos de dois ou mais redes, além de poderem operar como barcos-fábrica.

João Corte Real O “João Corte Real”, assim baptizado em homenagem a um navegador português, é um imponente arrastão bacalhoeiro. Este navio de casco em aço foi construído em 1940, nos Estaleiros Navais de Lisboa (CUF), num período em que importantes inovações tecnológicas se começavam a fazer sentir e a marcar a diferença competitiva.

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Bacalhoeiros Ainda há poucos anos, era comum observar os navios bacalhoeiros ancorados junto à Parceria, no antigo Rio da Telha, que em épocas anteriores abrigara um estaleiro naval do período dos Descobrimentos. A Frota de Bacalhoeiros dos Bensaúde, era constituída na sua maioria por Lugres e Lugres Patachos, embarcações de grande envergadura de três mastros e um majestoso conjunto de velas de variado recorte, que cruzavam o Oceano Atlântico rumando à Terra Nova, na demanda do bacalhau.

Gazela Primeira Vários autores defendem que o Gazela Primeiro foi construído em Cacilhas, outros defendem que a sua construção terá sido levada a cabo em Inglaterra, alguns anos antes, e a sua aquisição, por parte do armador português, deu-se, possivelmente, aquando do regresso aos bancos dos navios portugueses, em 1866. Em 1969, numa altura em que este tipo de navios já não era economicamente viável, devido ao excesso de pescadores e aos métodos de pesca utilizados, o Gazela Primeiro fez a sua última campanha de pesca. Se nas suas primeiras campanhas era o maior navio, tendo mesmo recebido a alcunha de «gazelão», agora era o navio mais pequeno. E muitos pescadores chamavam-lhe o «gazelinha».

Santa Maria Manuela O

“Santa

Maria

Manuela”

foi

construído em 1937, nos Estaleiros Navais de Lisboa (CUF), no tempo “recorde” de cerca de 60 dias. Beneficiou, tal como o seu navio irmão “Creoula”, de aço de grande

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qualidade, originalmente destinado à construção de dois navios de guerra que nunca chegaram a existir. Durante a sua longa carreira, o “Santa Maria Manuela” realizou dezenas de campanhas de pesca do bacalhau na Terra Nova e Gronelândia. Em 1962, foi vendido à Empresa de Pesca Ribau, um armador de Aveiro. Apesar de ter continuado a operar, foi sujeito, então, a uma profunda remodelação.

Argus O lugre “Argus”, construído em 1938 nos estaleiros holandeses de Haan Oerlmans, constitui uma embarcação de rara beleza. De casco longo e desenho moderno, está intimamente ligado a outros navios carismáticos, como o “Creoula” e o “Santa Maria Manuela”. Inclui-se nos primeiros navios de pesca portugueses construídos em ferro, usufruindo não só de uma maior reserva de flutuabilidade, como de um considerável

volume

interior.

Transportando cerca de 53 dóris e equipado com diversas câmaras frigoríficas para conservar o isco congelado, o “Argus” operava segundo a tradicional pesca à linha em dóris.

Creoula Lugre de quatro mastros construído (em apenas 62 dias úteis!) em 1937 nos estaleiros da Companhia União Fabril para a Parceria Geral das Pescarias, tendo sido lançado à água, no dia 10 de Maio, desse ano. O destino inicial do lugre foram as campanhas de pesca do bacalhau nos mares gelados da Terra Nova e Gronelândia, onde se manteve até 1973.

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Durante a sua actividade como pesqueiro, o Creoula possuía mastaréus, retrancas e caranguejas em madeira.

3. BARCOS TRADICIONAIS FLUVIAIS

A Barca Serrana As barcas serranas foram noutros tempos, grandes abastecedoras de quase todos os produtos de consumo diário na cidade de Coimbra. Era um vaiem constante, rio abaixo rio acima, até Penacova ou outras localidades ribeirinhas do rio Mondego. A barca serrana foi em tempos idos um meio de transporte de pessoas e mercadorias. Hoje está em vias de desaparecer sendo utilizada apenas para complemento folclórico.

Os Barcos Rabelos Este barco tradicional é uma das mais conhecidas e típicas embarcações portuguesas. Destinava-se ao transporte de pipas de vinho pelo Douro até às caves de Gaia, chegando, as de maior porte, a atingir a capacidade para transportar 100 pipas.

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No século XX, ainda era utilizado para o transporte de casco de vinho e, por vezes, de pessoas. De fundo chato, boca aberta e com as tábuas do costado ligadas em trincado, a popa é mais alta que a proa para facilitar o manejo da espadela que serve de remo e de leme, governada pelo arrais ou feitor, que vai em cima de uma espécie de ponte – a apegada. Tem um único mastro onde arma

uma

grande

vela

redonda

sendo

manejado

normalmente por seis ou sete homens O rabelo conseguia percorrer em três dias os cento e cinquenta quilómetros que separavam a Régua do Porto. O colorido pitoresco dos trajes dos

seus

marinheiros

e

a

grandeza

da

paisagem,

transformaram-no numa das embarcações típicas mais conhecidas em todo o mundo. Estas embarcações tem de comprimentos entre 19 e 23 metros e hoje ainda as podemos ver em algumas regatas ou fundeadas nas zonas ribeirinhas da Porto e de Gaia.

Barco de Avintes Tal como o Barco Valboeiro também estes barcos, que navegavam no Douro, eram classificados quanto à carga que transportavam (barco das padeiras ou barco das toucinheiras). Tinham um toldo de protecção e uns bancos para os passageiros. Media entre 17 e 18 metros e armava uma vela de pendão num mastro a vante. Dois a três homens governavam a embarcação que tinha uma pá longa em vez de leme.

Barco Moliceiro

Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, região lagunar do Rio Vouga. Felizmente ainda podemos encontrar esta embarcação de ascendência fenícia a navegar na Ria de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; é um barco de trabalho para a apanha do moliço, o qual era a principal fonte de adubagem nas terras 17


agrícolas de Aveiro. Moliço é um nome vulgar para designar, sem distinção de espécies, as plantas que constituem a vegetação submersa da ria, designando-se por apanha do moliço, a actividade que se desenrola em seu torno. É de salientar que o termo moliceiro não se refere apenas à embarcação, designando também o seu utilizador. São barcos de borda baixa para facilitar o carregamento do moliço e o seu calado mínimo permite percorrer os diversos canais da ria. Os moliceiros têm uma proa e uma ré muito elegantes que normalmente estão decorados com pinturas que ridicularizam situações do dia a dia. O comprimento total é cerca de 15 metros, a largura de boca 2,50 metros. O castelo da proa é coberto e fechado com porta e chave, serve de câmara de tripulantes e paiol de mantimentos. Como meios de propulsão usa uma vela, a vara e a sirga. A sirga é um cabo que se utiliza na passagem dos canais mais estreitos ou junto às margens, quando navega contra a corrente ou contra o vento. Este tipo de embarcação tradicional é fabricado na zona de Pardilhó e nos concelhos de Ílhavo e Murtosa e, claro, em Aveiro. Anualmente ainda se conseguem reunir mais de vinte embarcações numa regata pela ria.

Barco de Ílhavo O barco de Ílhavo é um tipo de embarcação parecida com o moliceiro mas de cor totalmente negra e sem decoração. Tem um comprimento entre os 14 e 15 metros e é normalmente tripulada por três ou quatro homens. Além do moliço, é empregue em trabalhos na ria e na pesca. O leme e a propulsão com vela e vara assemelham ainda mais este barco com o Moliceiro.

Muleta do Tejo Do passado da pesca costeira em Portugal chega-nos a Muleta de pesca. As primeiras referências a esta estranha embarcação datam, pelo menos, do século XVI e desde então, até por volta de 1920, navegou pela paisagem fluvial do Tejo. As Muletas do Tejo, ou Muletas do Seixal (como ficaram mais conhecidas) eram assim designadas por serem grandes barcos de pesca, utilizados unicamente pelos pescadores dos esteiros da margem sul deste rio (Seixal, Barreiro e Moita), chegando a figurar nos brasões de algumas destas povoações. 18


O bote cacilheiro O bote cacilheiro era utilizado no rio Tejo na ligação entre as duas margens, para transporte rápido de passageiros entre Lisboa e Cacilhas. Embarcação resistente e estável, graças ao seu fundo redondo, variava entre os 10 e os 12 metros de comprimento e os 3,5 a 4 metros de boca. Armava em geral um grande pano latino triangular, podendo recorrer, se necessário, à utilização de seis remos. Tinha uma lotação de 12 a 15 pessoas, assegurando também o transporte de carga ligeira. É um digno antecessor do actual cacilheiro.

A barcaça da areia A barcaça da areia era uma embarcação de fundo chato, utilizada no rio Tejo, para o transporte de areia destinada a obras hidráulicas.

Barquinho do rio Minho Embarcação muito utilizada no transporte de passageiros entre margens. Podia levar de 20 a 30 passageiros ou carga variada como vinho ou areia. Por vezes era também usada na faina da pesca. Podia envergar uma vela quadrada ou de espicha apesar do sistema principal de propulsão ser por meio de vara. De fundo chato e sem quilha tem a particularidade de não ser construída em estaleiro mas sob os telheiros da lavoura junto à margem do rio.

4. BARCOS DE MERCADORIAS 19


Niassa O Niassa é um navio misto de um hélice construído na Bélgica em 1955 e abatido em 1979. O grande navio foi lançado à água pela primeira vez em 05-03-1955. O seu comprimento fora a fora é 151,27m e a sua boca máxima é 19,44m. A capacidade do Niassa é 13.249m2.O porte bruto do Niassa é 9.706 toneladas. E o aparelho propulsor é um motor diesel 6 cilindros, modelo Doxford êmbolos opostos. A potência do Niassa é 6.800 cavalos. A velocidade máxima é de 18,4 nós e também a velocidade normal é de 16,2 nós. O armador é da Companhia Nacional de Navegação – Lisboa. Em 04-03-1978 terminou em Lisboa a última viagem e foi posto à venda.

Santa Maria O navio Santa Maria era considerado um paquete de luxo. Navio a vapor, de casco em aço, foi construído em 1952 nos estaleiros Société Anoyme John Cockerill, à semelhança de outros navios pertencentes à Companhia Nacional de Navegação. O Santa Maria foi um paquete de grande prestígio, e o único navio de passageiros português a manter uma ligação regular entre Portugal e os Estados Unidos da América, tornou-se palco da História recente de Portugal em 19 de Janeiro de 1961. Após o cancelamento dessa viagem, foi vendido para a Formosa e desmantelado.

Neiva O navio tanque ”Neiva” de aço, equipado por duas turbinas a vapor e um hélice, foi construído em 1976. O seu casco foi parcialmente construído em Setúbal e, posteriormente, transportado para Gotemburgo. Em Novembro de 1976, entra no Tejo e em Dezembro do mesmo ano, faz a sua viagem inaugural de Lisboa ao Golfo Pérsico. Em 1979 sofre um incêndio na casa das máquinas e, em 1981, regista uma avaria nas bombas de carga. Três anos depois, após reparação, é vendido a uma empresa das Bermudas. 20


Príncipe Perfeito O paquete Príncipe Perfeito, da Companhia Nacional de Navegação, foi lançado à água em 1961, tendo sido projectado essencialmente como um navio destinado a efectuar cruzeiros. Assim sendo, não tinha necessidade de imprimir a bordo a lista de passageiros, como habitualmente acontecia com os navios da Companhia Colonial de Navegação, sendo as particularidades diárias de cada ementa impressas na tipografia de bordo.

Vera Cruz Um navio Vera Cruz é de passageiros de dois hélices. Foi construído em 1951. O seu comprimento fora a fora é de 185, 80 metros, o aparelho a propulsor, com dois grupos de turbinas e construído em Seraing – Bélgica. Com seis caldeiras, a sua potência é de 25.500 cavalos. A velocidade máxima é 22 nós, a velocidade normal é de 20 nós e o armador era a Companhia Colonial de Navegação – Lisboa É um dos mais belos navios clássicos. Foi destinado à carreira de América do Sul, para transportes de passageiros e de carga. Estava equipado com aparelhos de radar, com alcance de 30 milhas, agulha giroscópio e piloto automático. Os passageiros alojados em três classes num total de 1242, com 300 tripulantes, dispunham de salas cinema, jardim de Inverno, piscina e hospital. Em 1973, foi vendido à Formosa, à semelhança de outros navios da mesma companhia.

Infante D. Henrique

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Este navio era um Mareio de linhas elegantes e concepção avançada. Na época foi bastante criticado por ser bom demais e era o maior navio de passageiros da carreira de Africa. Em 1994, foi vendido á Premier Cruisers que era uma companhia Americana para cruzeiros das Caraíbas sob o nome de Leawind Crown. O tipo do Infante D. Henrique é navio de passageiros de 2 hélices foi construído na Bélgica em 1961 o seu ano de abate foi em 1977. Tem de comprimento fora a fora 195,6 m e a boca máxima é 24,6 m. O seu aparelho propulsor é de dois grupos de turbinas a vapor com velocidade máxima de 21 nós. Leva no total de 1.018 passageiros com capacidade de transportar 318 tripulantes, o seu armador e a companhia colonial de Navegação de Lisboa.

5. BARCOS DE GUERRA

Corveta Mindelo

Lançada à água 1875, a Corveta “Mindelo” foi a última corveta mista da armada Nacional. A sua construção foi efectuada em Londres. O seu episódio mais marcante ocorreu em 1893 quando segue para o Rio de Janeiro, com missão de protecção aos súbditos portugueses enredados nos conflitos políticos desencadeados no Brasil. Falamos da espada de um oficial da marinha brasileiro que apelou ao refúgio a bordo da “Mindelo”. Do mesmo modo, simbolicamente, o tinteiro pertence à “Mindelo” e que foi usado no acto da assinatura dos outros referentes ao pedido asilo politico dos oficiais brasileiros. Este navio da marinha portuguesa foi abatido ao serviço efectivo da armada em 1897.

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Cruzador Adamastor O Adamastor foi um cruzador da Marinha portuguesa, construído nos estaleiros navais de Livorno, em 1896 e financiando pelas receitas de uma subscrição pública organizada como resposta ao ultimato Britânico de 1890. O Adamastor desempenhou um papel importante no golpe de 5 de Outubro de 1910, que levou à implantação da República Portuguesa, sendo responsável pelo bombardeamento do palácio real das Necessidades. Durante o seu período de serviço percorreu em missões de soberania quase todos os territórios ultramarinos portugueses, desde Angola a Timor. Na 1ª Guerra Mundial, o Adamastor

tomou parte nas operações militares contra os

Alemães, no Norte de Moçambique. Foi desactivado em 1934 e vendido à Marinha Mercante.

Navio Escola Sagres

O Navio Escola Sagres foi construído, em 1937/38, nos estaleiros de Blohm e Voss, em Hamburgo, tendo recebido o nome de “Albert Leo Schlageter “. Em

1945,

durante

a

guerra,

foi

danificado e capturado em Bremehaven pelas forças Americanas e posteriormente cedido ao Brasil, em 1948. Em 1962, Portugal adquiriu-o para substituir o então N.R.P. “Sagres”. Este tinha sido construído em 1896 e durante a 1ª Guerra Mundial foi tomado por Portugal nos Açores, no porto da Horta. Nessa altura foi-lhe atribuído o nome de “Flores” e posto à disposição dos Ingleses que o utilizaram para transportar material de guerra. Após o final da Guerra, o veleiro foi devolvido pela Inglaterra e terminou a sua utilização como navio mercante. Em 1924 é incorporado na marinha, como navio-escola. Esta razão explica o facto de, nomeadamente no estrangeiro, o actual N.R.P. “Sagres” ser muitas vezes apelidado erradamente “Sagres II”. Na realidade este é o terceiro navio-escola com 23


nome “Sagres”. O primeiro foi uma Corveta, construída em Inglaterra, que armava em galera. Fundada no Rio Douro serviu como navio-escola, para alunos marinheiros.

Caça – minas “Augusto Castilho” Este tipo de barco em barcaças resultou da reconversão de um navio tipo arrastão num navio de guerra. A sua principal função era a de patrulha em alto mar e rocega de minas, para além de fazer a escolta de comboios e de navios. Entrou para a história da marinha em 1918 quando escoltava o Paquete “São Miguel” ao largo dos Açores, do ataque alemão e embora estando em desvantagem, este pequeno caça-minas improvisado conseguiu através da sua intervenção pôr a salvo o paquete e toda a sua tripulação

Afonso de Albuquerque O Afonso de Albuquerque, fora pensado para operações nas águas onde era necessário manter uma presença ainda que simbolicamente nas vastas possessões portuguesas não só na África como também na Ásia. Inicialmente

encomendado

a

italianos ele acabou por ser construído em Inglaterra, entrando ao serviço em 1935. O navio tinha capacidade para transportar um hidroavião juntamente com o navio da mesma classe, “Bartolomeu Dias”, o “Afonso de Albuquerque” esteve ao serviço da Marinha de Guerra Portuguesa durante a 1ª Guerra Mundial onde os dois navios foram a principal presença Portuguesa nos mares do Índico e também em Macau. A seguir ao final da guerra, foram-lhe removidos os quatro canhões anti-aéreos de 40 mm que foram substituídos por oito canhões de 20 mm. Além deste equipamento e do armamento principal (quatro peças de 120 mm) estavam ainda equipados com duas peças de 70 mm.

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6. BARCOS DE RECREIO Um pouco de história… A história da navegação em Portugal confunde-se com a história da Coroa Portuguesa, sendo no século XIX uma modalidade praticada quase exclusivamente, pela família Real. Como testemunho da família Real ao mar, as actividades náuticas, encontramos o Iate. A primeira “careira de barcos” no rio Tejo é organizada em 1850 e tem patrocínio de D. Maria II. Em 1853, os objectivos tornaram-se mais ambiciosos, com a “Regata do Tejo”. Em 1854 passou a ser adaptado como regulamentação, escrita em Portugal a Real Associação Naval, criada em 1856, é o clube naval, contando-se entre os trinta mais antigos da Europa. Na implantação da República, o clube vir-se-á a designar por Associação Naval de Lisboa. Contou ao longo da sua história, membros tão ilustres como Henrique Maufroy de Seixas o coleccionador Português de modelismo Naval. Nos últimos 50 anos, tem-se verificado em Portugal um aumento significativo de clubes e associações dedicadas aos desportos náuticos. Tal incremento tornou o desporto náutico mais acessível reflectindo-se, principalmente no número e idade média dos praticantes e nos resultados desportivos alcançados ao nível internacional.

SÍRIUS Este iate foi mandado construir pelo Rei D. Luís tendo sido a mais nacional de todas as embarcações, pois desde o risco até às madeiras e materiais empregues tudo era português. Construído no Telheiro das galeotas reais à Junqueira o Sírius foi lançado à água em 14 de Abril de 1877 na presença de suas Majestades. O iate elegante e de muita estabilidade, tinha o casco submerso em cobre. Depois das experiências de mar, em que fez 11 nós com vento fresco, foi oferecido à Rainha D. Maria Pia. A primeira regata em que participou foi em 4 de Setembro de 1877, vencendo a regata de 15 de Agosto de 1878 promovida pela então Real Associação Naval de Lisboa. Em 1879, apesar de se 25


terem realizado regatas, o Sírius não entrou porque se provara que tinha um andamento muito superior ao de todos os outros iates. A sua fama galgou fronteiras e D. Luís inscreveu-o para participar em regatas internacionais onde obteve muito sucesso. Por esse facto vários jornais franceses teceram-lhe os maiores elogios, chegando vários construtores navais a examinar com detalhe a sua construção. Depois de 1880 rareiam informações sobre o barco. Já neste século foi adaptado um pequeno motor de modo a facilitar as manobras de entrada no porto. Em 1912 foi entregue à Escola Naval para instrução dos aspirantes função que desempenhou pelo menos até 1931. Mais tarde passou para o Clube Náutico dos Aspirantes. Passou desde 1953 pela Brigada Naval até que em 1974 voltou para a posse da Marinha.

6.1. DESPORTOS NÁUTICOS A costa portuguesa oferece as melhores condições possíveis para a prática de desportos aquáticos cujo clima permite actividades ao ar livre durante todo o ano. Com este cenário ideal, a escolha pode incidir sobre a vela, windsurf, surf, kitesurf ou ski aquático, entre outros, sendo alguns deles apoiados pelos clubes náuticos.

6.2. TIPO DE EMBARCAÇÕES Iate Iate é uma embarcação à vela ou a motor utilizada basicamente para lazer no mar, rios ou lagos. Modernamente existem desde barcos com confortos dignos de mansões, com luxo e sofisticação, aposentos divididos, cozinha, sanitários, ar condicionado, até pequenas embarcações de lazer.

Veleiro

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De invenção que se perde no tempo, temos notícias das primeiras embarcações a vela nas redondezas do Mar Mediterrâneo, com gregos e depois os romanos utilizando barcos que aproveitavam mais o vento a favor, com velas ainda não desenvolvidas. A vela chamada latina, com um corte quase triangular e manobrável, foi utilizada em barcos pesqueiros ao fim da idade média, pelos genoveses em seu comércio com Bizâncio e finalmente com os navegadores ibéricos, que realizaram os grandes descobrimentos em suas caravelas. Um veleiro é uma embarcação protegida por um velame, conjunto de velas de tecido de corte e formato apropriado, apoiado em um ou mais mastros e controlada por um conjunto de cabos chamado cordoalha. Possui também uma quilha e um leme que impedem a deriva e forçam o conjunto avante.

Lancha Lancha é um tipo de iate a motor, usado para lazer. É parecida com o automóvel, só que não tem rodas e é para uso aquático.

Barco à vela Laser é um barco a vela de classe olímpica, a mais popular do mundo, com mais de 190.000 barcos produzidos, onde a principal característica é a simplicidade e o baixo preço do barco. Os barcos da classe Laser são tripulados por um velejador. É um barco bem veloz e pode planar em dias de vento forte.

Embarcações de Pesca desportiva Também existem as embarcações projectadas para aqueles que pescam por prazer ou diversão, como os trawlers. O trawler foi concebido no século passado por velejadores cansados de “puxar cordinha”, mas que queriam continuar navegando. O trawler, tradução literal de rebocador, é um barco com casco semi-deslocante, diferentemente do casco planador de uma lancha, que é mais veloz e instável. Usando modelos de barcos pesqueiros considerados seguros e estáveis, criaram 27


barcos que primam pelo conforto a bordo. Com grandes janelas para uma melhor visão externa, estes barcos suportam qualquer condição, não importando a temperatura, velocidade do vento e ondas. Não é um barco rápido, mas muito económico e confiável.

7. BIBLIOGRAFIA Este trabalho foi realizado através de pesquisa em sítios na Internet, usando os diversos motores de busca disponíveis.

8. AGRADECIMENTOS A turma C, do 5.º ano, da escola E.B. 2,3 de Avelar, agradece a colaboração do Museu de Marinha cuja atitude e carinho demonstrados nos incentivou para a realização deste trabalho.

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Barcos  

Trabalho dos alunos do 5º C sobre barcos.

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