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INSS TÉCNICO DO SEGURO SOCIAL LÍNGUA PORTUGUESA RACIOCÍNIO LÓGICO INFORMÁTICA MATEMÁTICA ATUALIDADES ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO REGIME JURÍDICO ÚNICO PREVIDÊNCIA - CONJUNTURA E ESTRUTURA CONHECIMENTOS COMPLEMENTARES

RIO DE JANEIRO ALCÂNTARA: Rua Manoel João Gonçalves , 414 / 2º andar * (21) 2603-8480 CINELÂNDIA: Praça Mahatma Gandhi, 2 / 2º andar * (21) 2279-8257 CENTRO: Rua da Alfândega, 80 / 2º andar * (21) 3970-1015 COPACABANA: Av. N. Sra. Copacabana, 807 / 2º andar * (21) 3816-1142 DUQUE DE CAXIAS: Av. Pres. Kennedy, 1203 / 3º andar * (21) 3659-1523 MADUREIRA: Shopping Tem-Tudo / Sobreloja 18 * (21) 3390-8887 MÉIER: Rua Manuela Barbosa , 23 / 2º andar * (21) 3296-8857 NITERÓI: Rua São Pedro, 151 / Sobreloja * (21) 3604-6234 TAQUARA: Av. Nelson Cardoso, 1141 / 3º andar * (21) 2435-2611 SÃO PAULO ALPHAVILLE: Calçada das Rosas, 74 * (11) 4197-5000 GUARULHOS: Av. Dr. Timóteo Pentado, 714 - Vila Progresso * (11) 2447-8800 SÃO PAULO: Rua Barão de Itapetininga, 163 / 6º andar * (11) 3017-8800 SANTO ANDRÉ: Av. José Cabalero, 257 * (11) 4437-8800 SANTO AMARO: Av. Santo Amaro, 5860 * (11) 5189-8800 OSASCO: Av. Deputado Emílio Carlos, 1132 * (11) 3685-2123

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EDITORA EXECUTIVA Andréa Martins GERENTE DE EDITORAÇÃO Rodrigo Nascimento SUPERVISÃO DIDÁTICA E PEDAGÓGICA Claudio Roberto Bastos Marceli Lopes Rosangela Cardoso DIAGRAMAÇÃO Marcella Prata Mariana Gomes CAPA Marcelo Fraga Igor Marraschi E-MAIL apostilas@degraucultural.com.br

Proibida a reprodução no todo ou em partes, por qualquer meio ou processo, sem autorização expressa. A violação dos direitos autorais é punida como crime: Código Penal, Art nº 184 e seus parágrafos e Art nº 186 e seus incisos. (Ambos atualizados pela Lei nº 10.695/2003) e Lei nº 9.610/98 - Lei dos Direitos Autorais.

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THATYML Prezado(a) candidato(a), A equipe pedagógica da Degrau Cultural elaborou esta apostila preparatória com o objetivo de auxiliar a todos aqueles que pretendem prestar concurso para o cargo de Técnico do Seguro Social do INSS. Neste material, você encontrará noções de Língua Portuguesa, Raciocínio Lógico, Informática, Matemática, Atualidades, Ética no Serviço Público, Regime Jurídico Único, Previdência - Conjuntura e Estrutura e Conhecimentos Complementares, de acordo com o edital do último concurso. Esperamos que nosso material possa ser útil na conquista da tão sonhada vaga e, desde já, lhe desejamos sucesso nesta empreitada. Aproveitamos o ensejo para solicitar-lhe a gentileza de, ao término de seus estudos, preencher a carta-resposta que se encontra na última folha da apostila e entregar em qualquer agência dos Correios, pois sua opinião é fundamental para que possamos trabalhar de modo a atender, cada vez mais, às suas expectativas.

Atenciosamente, Os Editores

Sumário

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005

Língua Portuguesa

073

Raciocínio Lógico

087

Informática

193

Matemática

233

Atualidades

263

Ética no Serviço Público

271

Regime Jurídico Único (Lei 8.112/90)

295

Previdência - Conjuntura e Estrutura

317

Conhecimentos Complementares

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Exercícios

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Língua Portuguesa 07

Interpretação de textos e Tipologia textual

18

Fonética, ortografia e acentuação gráfica

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Emprego das classes de palavras

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Crase

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Sintaxe da oração e do período

39

Pontuação

42

Concordância verbal e nominal

46

Regência verbal e nominal

48

Significação das palavras

51

Redação de correspondência oficial

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Novo Acordo Ortográfico

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INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS TIPOLOGIA TEXTUAL I. Tipologia Textual

Obs.: Às vezes, um fragmento pode apresentar características que o assemelham a uma descrição e também a uma narração. Nesse caso, é interessante observar que em um fragmento narrativo a relação entre os fatos relacionados é de anterioridade e posterioridade, ou seja, existe o fato que ocorre antes e aquele que ocorre depois. Em uma narração ocorre a progressão temporal. Já na descrição a relação entre os fatos é de simultaneidade, ou seja, os fatos relacionados são concomitantes, não ocorrendo progressão temporal.

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Classifique os trechos abaixo. Marque: (A) Narração (B) Descrição (C) Dissertação 01. Ocorreu um pequeno incêndio na noite de ontem, em um apartamento de propriedade do Sr. Marcos da Fonseca. No local habitavam o proprietário, sua esposa e seus dois filhos. O fogo despontou em um dos quartos que, por sorte, ficava na frente do prédio. 02. O mundo moderno caminha atualmente para sua própria destruição, pois tem havido inúmeros conflitos internacionais, o meio ambiente encontra-se ameaçado por sério desequilíbrio ecológico e, além do mais, permanece o perigo de uma catástrofe nuclear. 03. Qualquer pessoa que o visse, quer pessoalmente ou através dos meios de comunicação, era logo levada a sentir que dele emanava uma serenidade e autoconfiança próprias daqueles que vivem com sabedoria e dignidade. 04. De baixa estatura, magro, calvo, tinha a idade de um pai que cada pessoa gostaria de ter e de quem a nação tanto precisava naquele momento de desamparo. 05. Em virtude dos fatos mencionados, somos levados a acreditar na possibilidade de estarmos a caminho do nosso próprio extermínio. É desejo de todos nós que algo possa ser feito no sentido de conter essas diversas forças destrutivas, para podermos sobreviver às adversidades e construir um mundo que, por ser pacífico, será mais facilmente habitado pelas gerações vindouras.

Texto para a questão 07. 1

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07. O fragmento acima pode ser considerado: a) narrativo, pois ocorre entre seus enunciados uma progressão temporal de modo que um pode ser considerado anterior ao outro. b) um típico fragmento dissertativo em que se observam muitos argumentos. c) descritivo, pois não ocorre entre os enunciados uma progressão temporal: um enunciado não pode ser considerado anterior ao outro. d) descritivo, pois os argumentos apresentados são objetivos e subjetivos. 08.

06. O homem, dono da barraca de tomates, tentava, em vão, acalmar a nervosa senhora. Não sei por que brigavam, mas sei o que vi: a mulher imensamente gorda, mais do que gorda, monstruosa, erguia os enormes braços e, com os punhos cerrados, gritava contra o feirante. Comecei a me assustar, com medo de que ela destruísse a barraca — e talvez o próprio homem — devido à sua fúria incontrolável. Ela ia gritando e se empolgando com sua raiva crescente e ficando cada vez mais vermelha, assim como os tomates, ou até mais.

(...) em volta das bicas era um zunzum crescente; uma aglomeração tumultuosa de machos e fêmeas. Uns após outros, lavavam a cara, incomodamente, debaixo do fio de água que escorria da altura de uns cinco palmos. O chão inundava-se. As mulheres precisavam já prender as saias entre as coxas para não as molhar, via-se-lhes a tostada nudez dos braços e do pescoço que elas despiam suspendendo o cabelo todo para o alto do casco; os homens, esses não se preocupavam em não molhar o pêlo, ao contrário metiam a cabeça bem debaixo da água e esfregavam com força as ventas e as barbas, fossando e fungando contra as palmas das mãos. As portas das latrinas não descansavam, era um abrir e fechar de cada instante, um entrar e sair sem tréguas. Não se demoravam lá dentro e vinham ainda amarrando as calças ou saias; as crianças não se davam ao trabalho de lá ir, despachavam-se ali mesmo, no capinzal dos fundos, por detrás da estalagem ou no recanto das hortas. (Aluísio Azevedo, O Cortiço)

Filosofia dos Epitáfios

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Saí, afastando-me dos grupos e fingindo ler os epitáfios. E, aliás, gosto dos epitáfios; eles são, entre a gente civilizada, uma expressão daquele pio e secreto egoísmo que induz o homem a ar5 rancar à morte um farrapo ao menos da sombra que passou. Daí vem, talvez, a tristeza inconsolável dos que sabem os seus mortos na vala comum; parece-lhes que a podridão anônima os alcança a eles mesmos. (Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas)

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Do ponto de vista da composição, é correto afirmar que o capítulo “Filosofia dos Epitáfios” a)

b)

c)

d)

é predominantemente dissertativo, servindo os dados do enredo do ambiente como fundo para a digressão. é predominantemente descritivo, com a suspensão do curso da história dando lugar à construção do cenário. equilibra em harmonia narração e descrição, à medida que faz avançar a história e cria o cenário de sua ambientação. é predominantemente narrativo, visto que o narrador evoca os acontecimentos que marcaram sua saída.

II.

ROTEIRO PARA LEITURA DE TEXTOS

• • • •

ler atentamente o texto, tendo noção do conjunto compreender as relações entre as partes do texto sublinhar momentos mais significativos fazer anotações à margem

III.

ENTENDIMENTO DO TEXTO

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atenção especial para verbos e substantivos;

o título é uma boa dica de palavra-chave. Observe o texto de Bertrand Russel, “Minha Vida”, a fim de compreender a forma como ele está construído:

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O texto é constituído de cinco parágrafos que se encadeiam de forma coerente, a partir das palavras-chave vida e paixões do primeiro parágrafo:

PALAVRAS-CHAVE Palavras mais importantes de cada parágrafo, em torno das quais outras se organizam, criando uma ligação para produzirem sentido. As palavraschave aparecem, muitas vezes, ao longo do texto de diversas formas: repetidas, modificadas ou retomadas por sinônimos. As palavras-chave formam o alicerce do texto, são a base de sua sustentação, levam o leitor ao entendimento da totalidade do texto, dando condições para reconstruí-lo.

Três paixões, simples mas irresistivelmente fortes, governaram minha vida: o desejo imenso do amor, a procura do conhecimento e a insuportável compaixão pelo sofrimento da humanidade. Essas paixões, como os fortes ventos, levaramme de um lado para outro, em caminhos caprichosos, para além de um profundo oceano de angústias, chegando à beira do verdadeiro desespero. Primeiro busquei o amor, que traz o êxtase – êxtase tão grande que sacrificaria o resto de minha vida por umas poucas horas dessa alegria. Procurei-o, também, porque abranda a solidão – aquela terrível solidão em que uma consciência horrorizada observa, da margem do mundo, o insondável e frio abismo sem vida. Procurei-o, finalmente, porque na união do amor vi, em mística

miniatura, a visão prefigurada do paraíso que santos e poetas imaginaram. Isso foi o que procurei e, embora pudesse parecer bom demais para a vida humana, foi o que encontrei. Com igual paixão busquei o conhecimento. Desejei compreender os corações dos homens. Desejei saber por que as estrelas brilham. E tentei apreender a força pitagórica pela qual o número se mantém acima do fluxo. Um pouco disso, não muito, encontrei. Amor e conhecimento, até onde foram possíveis, conduziram-me aos caminhos do paraíso. Mas a compaixão sempre me trouxe de volta à Terra. Ecos de gritos de dor reverberam em meu coração. Crianças famintas, vítimas torturadas por opressores, velhos desprotegidos – odiosa carga para seus filhos – e o mundo inteiro de solidão, pobreza e dor transformaram em arremedo o que a vida humana poderia ser. Anseio ardentemente aliviar o mal, mas não posso, e também sofro. Isso foi a minha vida. Achei-a digna de ser vivida e vivê-la-ia de novo com a maior alegria se a oportunidade me fosse oferecida. (RUSSEL, Bertrand, Revista Mensal de Cultura, Enciclopédia Bloch, n. 53, set.1971, p.83)

O que deve ser observado para chegar à melhor compreensão do texto? 1.

palavras-chave 1º parágrafo – vida / paixões 2º parágrafo - amor 3º parágrafo - conhecimento 4º parágrafo - compaixão 5º parágrafo – vida

• • • • •

As palavras-chave vida e paixões prolongam-se em: amor, conhecimento e compaixão. Cada parágrafo irá ater-se a cada uma dessas paixões. Leia o texto abaixo para responder às questões 9 e 10. É universalmente aceito o fato de que sai mais cara a reparação das perdas por acidentes de trabalho que o investimento em sua prevenção. Mas, então, por que eles ocorrem com tanta freqüência? Falta, evidentemente, fiscalização. Constatar tal 5 fato exige apenas o trabalho de observar obras de engenharia civil, ao longo de qualquer trajeto por ônibus ou por carro na cidade. E quem poderia suprir as deficiências da fiscalização oficial – os 10 sindicatos patronais ou de empregados – não o faz; se não for por um conformismo cruel, a tomar por fatalidade o que é perfeitamente possível de prevenir, terá sido por nosso baixo nível de organização e escasso interesse pela filiação a entida15 des de classe, ou por desvio dessas de seus interesses primordiais. Falta também a educação básica, prévia a qualquer treinamento: com a baixíssima escolaridade do trabalhador brasileiro, não há compre1

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THATYML Língua Portuguesa 20 ensão suficiente da necessidade e benefício dos equipamentos de segurança, assim como da mais simples mensagem ou de um manual de instruções. E há, enfim, o fenômeno recente da terceirização, que pode estar funcionando às avessas, ao 25 propiciar o surgimento e a multiplicação de empresas fantasmas de serviços, que contratam a primeira mão-de-obra disponível, em vez de selecionar e de oferecer mão-de-obra especializada. (O Estado de S.Paulo – 22 de fevereiro de 1998 – adaptado) 09. Assinale a opção que apresenta as palavras-chave do texto. a) aceitação universal – constatação – benefício – escolaridade. b) investimento em prevenção – deficiências – entidades – equipamentos. c) falta de fiscalização – organização – benefício – mão-de-obra. d) prevenção de acidentes – fiscalização – educação – terceirização. e) crescimento – conformismo – treinamento – empresas. 10. Assinale a opção INCORRETA em relação aos elementos do texto. a) O pronome “eles” (l.4) refere-se a “acidentes de trabalho” (l.2 e 3). b) A expressão “tal fato” (l.5-6) retoma a idéia antecedente de “falta de fiscalização” (l.5). c) Para compreender corretamente a expressão “não o faz” (l.10 e 11), é necessário retomar a idéia de “suprir as deficiências da fiscalização oficial” (l.9). d) A palavra “primordiais” vincula-se à idéia de “básicos, principais”. (l.17) e) “dessas” refere-se a “deficiências da fiscalização oficial” (l.9). 2.

porte torna precários os programas governamentais para atendimento à demanda por saúde, educação, habitação, assistência previdenciária e segurança pública. Quanto aos trabalhadores sem anotação em carteira, formam um colossal conjunto de excluídos. Estão à margem dos benefícios sociais garantidos pelos direitos de cidadania, entre os quais vale citar o acesso à aposentadoria, ao seguro-desemprego e às indenizações reparadoras pela despedida sem justa causa. De outro lado, não recolhem a contribuição previdenciária, mas exercem fortes pressões sobre os serviços públicos de assistência médico-hospitalar. A reforma tributária poderá converter a expressões toleráveis a economia informal. A redução fiscal incidente sobre as micro e pequenas empresas provocará, com certeza, a regularização de grande parte das unidades produtivas em ação clandestina. E a adoção de uma política consistente para permitir o aumento do emprego e da renda trará de volta ao mercado formal os milhões de empregados sem carteira assinada. É preciso entender que o esforço em favor da inserção da economia no sistema mundial não pode pagar tributo ao desemprego e à marginalização social de milhões de pessoas. (Correio Braziliense – 13.7.97) 1º parágrafo: palavras-chave: economia informal e trabalhadores admitidos sem carteira assinada o último período do primeiro parágrafo apresenta uma informação que vai nortear todo o texto: “Ambas são portadoras de efeitos econômicos e sociais catastróficos.” Idéia-chave: Economia informal e trabalhadores admitidos sem carteira assinada trazem prejuízos econômicos e sociais.

IDÉIAS-CHAVE 2° parágrafo:

Se houver dificuldade para chegar à síntese do texto só pelas palavras-chave, deve-se buscar a idéia-chave, que deve refletir o assunto principal de cada parágrafo, de forma sintetizada.

palavra-chave: economia informal efeitos econômicos - perda de receitas tributárias efeitos sociais - precariedade dos programas sociais do governo

A partir da síntese de cada parágrafo, chega-se à idéia central do texto.

Idéia-chave: A perda de receitas tributárias causada pela economia informal prejudica os programas sociais do governo.

Observe o texto: 3° parágrafo: Existem duas formas de operação marginal: a que toma a classificação genérica de economia informal, correspondente a mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB), e a representada pelos trabalhadores admitidos sem carteira assinada. Ambas são portadoras de efeitos econômicos e sociais catastróficos. A atividade econômica exercida ao largo dos registros oficiais frustra a arrecadação de receitas tributárias nunca inferiores a R$ 50 bilhões ao ano. A perda de receita fiscal de tal

palavra-chave: trabalhadores admitidos sem carteira assinada efeitos econômicos - não recolhem contribuição previdenciária efeitos sociais – não têm garantia de direitos sociais Idéia-chave: Trabalhadores admitidos sem carteira assinada causam prejuízos econômicos por não recolherem contribuição previdenciária e sofrem os efeitos sociais, por não terem seus direitos assegurados.

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THATYML Língua Portuguesa 4º parágrafo: há uma proposta de solução para cada um dos problemas apresentados no texto: para a economia informal: reforma tributária – redução fiscal para micro e pequenas empresas para os trabalhadores sem carteira assinada: política consistente para aumento do emprego e da renda Idéia-chave: A reforma tributária poderá minimizar os efeitos da economia informal e uma política consistente para aumento do emprego e da renda pode provocar a formalização de contratos legais para milhões de empregados. Idéia-central do texto: A economia informal tem efeitos econômicos e sociais prejudiciais ao indivíduo e ao sistema, mas ações políticas, como a reforma tributária, poderão estimular a regularização de empresas, beneficiado, também, os trabalhadores. 3.

COERÊNCIA Coerência é perfeita relação de sentido entre as diversas palavras e/ou partes do texto. Haverá coerência se for mantido um elo conceitual entre os diversos segmentos do texto.

4.

COESÃO Quando lemos com atenção um texto bem construído, percebemos que existe uma ligação entre os diversos segmentos que o constituem. Cada frase enunciada deve manter um vínculo com a anterior ou anteriores para não perder o fio do pensamento. Cada enunciado do texto deve estabelecer relações estreitas com os outros a fim de tornar sólida sua estrutura. A essa conexão interna entre os vários enunciados presentes no texto dáse o nome de coesão. Diz-se, pois, que um texto tem coesão quando seus vários enunciados estão organicamente articulados entre si, quando há concatenação entre eles.

11. Numere o conjunto de sentenças de acordo com o primeiro, de modo que cada par forme uma seqüência coesa e lógica. Identifique, em seguida, a letra da seqüência numérica correta (Baseado em Délio Maranhão). (1) Cumpre, inicialmente, distinguir a higiene do trabalho da segurança do trabalho. (2) Na evolução por que passou a teoria do risco profissional, abandonou-se o trabalho profissional como ponto de referência para colocar-se, em seu lugar, a atividade empresarial. (3) Há que se fazer a distinção entre acidentes do trabalho e doença do trabalho. (4) O Direito do Trabalho reconhece a importância da função da mulher no lar. (5) Motivos de ordem biológica, moral, social e econômica encontram-se na base da regulamentação legal do trabalho do menor.

( ) A culminação desse processo evolutivo encontrase no conceito de risco social e na idéia correlata de responsabilidade social. ( ) Daí as restrições da jornada normal e ao trabalho noturno. ( ) A necessidade de trabalhar não deve prejudicar o normal desenvolvimento de seu organismo. ( ) Enquanto esta é inerente a determinados ramos de atividade, os primeiros são aqueles que ocorrem pelo exercício do trabalho, provocando lesão corporal. ( ) Constitui aquela o conjunto de princípios e regras destinados a preservar a saúde do trabalhador.

a) b) c) d) e)

A seqüência numérica correta é: 1, 3, 4, 5, 2. 3, 2, 1, 5, 4. 2, 5, 3, 1, 4. 5, 1, 4, 3, 2. 2, 4, 5, 3, 1.

12. As propostas abaixo dão seguimento coerente e lógico ao trecho citado, EXCETO uma delas. Aponte-a: “Provavelmente devido à proximidade com os perigos e a morte, os marinheiros dos séculos XV e XVI eram muito religiosos. Praticavam um tipo de religião popular em que os conhecimentos teológicos eram mínimos e as superstições muitas.” (Janaína Amado, com cortes e adaptações) a)

b)

c)

d)

e)

Entre essas, figuravam o medo de zarpar numa sexta-feira e o de olhar fixamente para o mar à meia-noite. Cristóvão Colombo, talvez o mais religioso entre todos os navegantes, costumava antepor a cada coisa que faria os dizeres: “Em nome da Santíssima Trindade farei isto”. Apesar disso, os instrumentos náuticos representaram progressos para a navegação oceânica, facilitando a tarefa de pilotos e aumentando a segurança e confiabilidade das rotas e viagens. Nos navios, que não raro transportavam padres, promoviam-se rezas coletivas várias vezes ao dia e, nos fins de semana, serviços religiosos especiais. Constituíam expressão de religiosidade dos marinheiros constantes promessas aos santos, individuais ou coletivas.

Leia o texto para solucionar as questões 13 e 14. 1

Cientistas de diversos países decidiram abraçar, em 1990, um projeto ambicioso: identificar todo o código genético contido nas células humanas (cerca de três bilhões de caracteres). O objetivo 5 principal de tal iniciativa é compreender melhor o funcionamento da vida, e, conseqüentemente, a forma mais eficaz de curar as doenças que nos ameaçam. Como é esse código que define como somos, desde a cor dos cabelos até o tamanho 10 dos pés, o trabalho com amostras genéticas colhidas em várias partes do mundo está ajudando

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THATYML Língua Portuguesa também a entender as diferenças entre as etnias humanas. Chamado de Projeto Genoma Humano, desde o seu início ele não parou de produzir 15 novidades científicas. A mais importante delas é a confirmação de que o homem surgiu realmente na África e se espalhou pelo resto do planeta. A pesquisa contribuiu também para derrubar velhas teorias sobre a superioridade racial e está provan20 do que o racismo não tem nenhuma base científica. É mais uma construção social e cultural. O que percebemos como diferenças raciais são apenas adaptações biológicas às condições geográficas. Originalmente o ser humano é um só. (ISTO É – 15.1.97) 13. Assinale o item em que não há correspondência entre os dois elementos. a) “tal iniciativa” (l.5) refere-se a “projeto ambicioso”. b) “ele” (l.14) refere-se a “Projeto Genoma Humano”. c) “delas” (l.15) refere-se a “novidades científicas”. d) “A pesquisa” (l.18) refere-se a “Projeto Genoma Humano”. e) “É mais” (l.21) refere-se a “Pesquisa”. 14. Marque o item que NÃO está de acordo com as idéias do texto. a) O Projeto Genoma Humano tem como objetivo primordial reconhecer as diferenças entre as várias raças do mundo. b) O ser humano tem uma estrutura única independente de etnia e as diferenças raciais provêm da necessidade de adaptação às condições geográficas. c) O código genético determina as características de cada ser humano, e conhecer esse código levará os cientistas a controlarem doenças. 5.

d) e)

As amostras para a pesquisa do Projeto Genoma Humano estão sendo colhidas em diversas partes do mundo. O racismo não tem fundamento científico; é um fenômeno que se forma apoiado em estruturas sociais e culturais.

15. Indique a ordem em que as questões devem se organizar no texto, de modo a preservar-lhe a coesão e coerência (Baseado no texto de José Onofre). ( ) O País não é um velho senhor desencantado com a vida que trata de acomodar-se. ( ) O Brasil tem memória curta. ( ) É mais como um desses milhões de jovens mal nascidos cujo único dote é um ego dominante e predador, que o impele para a frente e para cima, impedindo que a miséria onde nasceu e cresceu lhe sirva de freio. ( ) “Não lembro”, responde, “faz muito tempo”. ( ) Lembra o personagem de Humphrey Bogart em Casablanca, quando lhe perguntaram o que fizera na noite anterior. ( ) Mas esta memória curta, de que políticos e jornalistas reclamam tanto, não é, como no caso de Bogart, uma tentativa de esquecer os lances mais penosos de seu passado, um conjunto de desilusões e perdas que leva ao cinismo e à indiferença. a) b) c) d) e)

1, 2, 6, 5, 4, 3. 2, 5, 4, 6, 3, 1. 2, 6, 1, 3, 5, 4. 1, 5, 4, 6, 3, 2. 2, 5, 4, 1, 6, 3.

CONEXÕES Os conectivos também são elementos de coesão. Uma leitura eficiente do texto pressupõe, entre outros cuidados, o de depreender as conexões estabelecidas pelos conectivos.

5.1. PRINCIPAIS CONECTIVOS CONJUNÇÕES COORDENATIVAS

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THATYML Língua Portuguesa CONJUNÇÕES SUBORDINATIVAS

PRONOMES RELATIVOS

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THATYML Língua Portuguesa 16. A alternativa que substitui, correta e respectivaente, as conjunções ou locuções grifadas nos períodos abaixo é: Visto que pretende deixar-nos, preparamos uma I. festa de despedida. II. Terá sucesso, contanto que tenha amigos influentes. III. Casaram-se e viveram felizes, tudo como estava escrito nas estrelas. IV. Foi transferido, portanto não nos veremos com muita freqüência. a) porque, mesmo que, segundo, ainda que. b) como, desde que, conforme, logo. c) quando, caso, segundo, tão logo. d) salvo se, a menos que, conforme, pois. e) pois, mesmo que, segundo, entretanto. 17. Assinale a alternativa em que o pronome relativo “onde” obedece aos princípios da língua culta escrita. a) Os fonemas de uma língua costumam ser representados por uma série de sinais gráficos denominados letras, onde o conjunto delas forma a palavra. b) Todos ficam aflitos no momento da apuração, onde será conhecida a escola campeã. c) Foi discutida a pequena carga horária de aulas de Cálculo e Física, onde todos concordaram e desejam mais aulas. d) Não se pode ferir um direito constitucional onde visa a garantir a educação pública e gratuita para todos. e) Não se descobriu o esconderijo onde os seqüestradores o deixaram durante esses meses todos. 18. Nos períodos abaixo, as orações sublinhadas estabelecem relações sintáticas e de sentido com outras orações. I. Eles compunham uma grande coleção, que foi se dispersando à medida que seus filhos se casavam, levando cada qual um lote de herança. (PROPORCIONALIDADE) II. Mal se sentou na cadeira presidencial, Itamar Franco passou a ver conspirações. (MODO) III. Nunca foi professor da UnB, mas por ela se aposentou. (CONTRARIEDADE) IV. Mesmo que tenham sido só esses dois, (...) já não se configuraria a roubalheira (...) ? (CONCESSÃO)

a) b) c) d) e)

A classificação dessas relações está correta somente nos períodos I, II e III. II e IV. I e III. II, III e IV. I, III e IV.

19. Os princípios da coerência e da coesão não foram violados em: a) O Santos foi o time que fez a melhor campanha do campeonato. Teria, no entanto, que ser o campeão este ano. b) Apesar da Sabesp estar tratando a água da Represa de Guarapiranga, portanto o gosto da água nas regiões sul e oeste da cidade melhorou.

c)

d)

e)

Mesmo que os deputados que deponham na CPI e ajudem a elucidar os episódios obscuros do caso dos precatórios, a confiança na instituição não foi abalada. O ministro reafirmou que é preciso manter a todo custo o plano de estabilização econômica, sob pena de termos a volta da inflação. Antes de fazer ilações irresponsáveis acerca das medidas econômicas, deve-se procurar conhecer as razões que, por isso as motivaram.

As questões 20 e 21 referem-se ao texto que segue. Imposto A insistência das secretarias estaduais de Fazenda em cobrar 25% de ICMS dos provedores de acesso à Internet deve acabar na Justiça. A paz atual entre os dois lados é apenas para celebrar o fim do ano. Os provedores argumentam que não têm de pagar o imposto porque não são, por lei, considerados empresas de telecomunicação, mas apenas prestadores de serviços. Com o caixa quebrado, os Estados permanecem irredutíveis. O Ministério da Ciência e Tecnologia alertou formalmente ao ministro da Fazenda, Pedro Malan, que a imposição da cobrança será repassada para o consumidor e pode prejudicar o avanço da Internet no Brasil. Hoje, pagam-se em média 40 reais para se ligar à rede. (Veja – 8/1/97, p. 17) 20. Infere-se do texto que a) as empresas caracterizadas como prestadoras de serviço estão isentas do ICMS. b) todas as pessoas que desejam ligar-se à Internet devem pagar 40 reais de ICMS. c) os provedores de acesso à Internet estão processando os consumidores que não pagam o ICMS. d) os Estados precisam cobrar mais impostos dos provedores para não serem punidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia. a) o desenvolvimento da Internet no Brasil está sendo prejudicado pela cobrança do ICMS. 21. a) b) c) d) e)

A conjunção mas no texto estabelece uma relação de tempo. adição. conseqüência. causa. oposição.

22. Assinale a única conjunção incorreta para completar a lacuna do texto. A partir do ofício enviado pelo fisco, começou-se a levantar informações sobre a sonegação de imposto de renda no mundo do esporte no Brasil. “O futebol já é o quarto maior mercado de capitais do mundo”, diz Ives Gandra Martins, advogado tributarista e conselheiro do São Paulo Futebol Clube, ______________ só agora a Receita começa a prestar atenção nos jogadores.

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a) b) c) d) e)

Em outros países não é assim. Nos Estados Unidos, ano passado, a contribuição fiscal do astro do basquete Michael Jordan chegou a 20,8 milhões de dólares. (Exame – 27 de agosto de 1997) todavia. conquanto. entretanto. não obstante. no entanto.

IV. PARÁFRASE Paráfrase é a reprodução explicativa de um texto ou de unidade de um texto, por meio de uma linguagem mais longa. Na paráfrase sempre se conservam basicamente as idéias do texto original. O que se inclui são comentários, idéias e impressões de quem faz a paráfrase. Na escola, quando o professor, ao comentar um texto, inclui outras idéias, alongando-se em função do propósito de ser mais didático, faz uma paráfrase. Parafrasear consiste em transcrever, com novas palavras, as idéias centrais de um texto. O leitor deverá fazer uma leitura cuidadosa e atenta e, a partir daí, reafirmar e/ou esclarecer o tema central do texto apresentado, acrescentando aspectos relevantes de uma opinião pessoal ou acercando-se de críticas bem fundamentadas. Portanto, a paráfrase repousa sobre o texto-base, condensando-o de maneira direta e imperativa. Consiste em um excelente exercício de redação, uma vez que desenvolve o poder de síntese, clareza e precisão vocabular. Acrescenta-se o fato de possibilitar um diálogo intertextual, recurso muito utilizado para efeito estético na literatura moderna. Como ler um texto Recomendam-se duas leituras. A primeira chamaremos de leitura vertical e a segunda, de leitura horizontal. Leitura horizontal é a leitura rápida que tem como finalidade o contato inicial com o assunto do texto. De posse desta visão geral, podemos passar para o próximo passo. Leitura vertical consiste em uma leitura mais atenta; é o levantamento dos referenciais do texto-base para a perfeita compreensão. É importante grifar, em cada parágrafo lido, as idéias principais. Após escrever à parte as idéias recolhidas nos grifos, procurando dar uma redação própria, independente das palavras utilizadas pelo autor do texto. A esta etapa, chamaremos de levantamento textual dos referenciais. A redação final é a união destes referenciais, tendo o redator o cuidado especial de unir idéias afins, de acordo com a identidade e evolução do texto-base. Exemplo de paráfrase Profecias de uma Revolução na Medicina Há séculos, os professores de segundo grau da Sardenha vêm testemunhando um fenômenos curioso. Com a chegada da primavera, em fevereiro, alguns de seus alunos tornam-se apáticos. Nos três meses subseqüentes, sofrem uma baixa em seu rendimento escolar, sentem-se tontos e nauseados, e adormecem na sala de aula. Depois, repentinamente, suas energias retornam. E ficam ativos e saudáveis até o próximo mês de fevereiro.

Os professores sardenhos sabem que os adultos também apresentam sintomas semelhantes e que, na realidade, alguns chegam a morrer após urinarem uma grande quantidade de sangue. Por vezes, aproximadamente 35% dos habitantes da ilha chegam a ser acometidos por este mal. O Dr. Marcelo Siniscalco, do Centro de Cancerologia Sloan-Kedttering, em Nova Iorque, e o Dr. Arno G. Motulsky, da Universidade de Washington, depararam pela primeira vez com a doença em 1959, enquanto desenvolviam um estudo sobre padrões de hereditariedade e determinaram que os sardenhos eram vítimas de anemia hemolítica, uma doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos. Os pacientes urinavam sangue porque os rins filtram e expelem a hemoglobina não aproveitada. Se o volume de destruição for mínimo, o resultado será a letargia; se for aguda, a doença poderá acarretar a morte do paciente. A anemia hemolítica pode ter diversas origens. Mas na Sardenha, as experiências indicam que praticamente todas as pessoas acometidas por este mal têm deficiência de uma única enzima, chamada deidrogenase fosfo-glucosada-6 (ou G-6-PD), que forma um elo de suma importância na corrente de produção de energia para as células vermelhas do sangue. Mas os sardenhos ficam doentes apenas durante a primavera, o que indica que a falta de G-6-PD da vítima não aciona por si só a doença - que há algo no meio ambiente que tira proveito da deficiência. A deficiência genética pode ser a arma, mas um fator ambiental é quem a dispara. Entre as plantas que desabrocham durante a primavera na Sardenha encontra-se a fava ou feijão italiano observou o Dr. Siniscalco. Esta planta não tem uma boa reputação desde ao ano 500 a.C. , quando o filósofo grego e reformador político Pitágoras proibiu que seus seguidores a comessem, ou mesmo andassem por entre os campos onde floresciam. Agora, o motivo de tal proibição tornou-se claro; apenas aquelas pessoas que carregam o gene defeituoso e comiam favas cruas ou parcialmente cozidas (ou inspiravam o pólen de uma planta em flor) apresentavam problemas. todos os demais eram imunes. Em dois anos, o Dr. Motusky desenvolveu um teste de sangue simples para medir a presença ou ausência de G-6-PD. Atualmente, os cientistas têm um modo de determinar com exatidão quem está predisposto à doença e quem não está; a enzima hemolítica, os geneticistas começaram a fazer a triagem da população da ilha. Localizaram aqueles em perigo e advertiram-lhes para evitar favas de feijão durante a estação de floração. Como resultado, a incidência de anemia hemolítica e de estudantes apáticos começou a declinar. O uso de marcadores genéticos como instrumento de previsão da reação dos sardenhos à fava de feijão há 20 anos foi uma das primeiras vezes em que os marcadores genéticos eram empregados deste modo; foi um avanço que poderá mudar o aspecto da medicina moderna. Os marcadores genéticos podem prever agora a possível eclosão de outras doenças e, tal como a anemia hemolítica, podem auxiliar os médicos a prevenirem totalmente os ataques em diversos casos. (Zsolt Harsanyi e Richard Hutton, publicado no jornal O Globo).

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23. Assinale a opção que mantém o mesmo sentido do trecho sublinhado a seguir: Uma das grandes dificuldades operacionais encontradas em planos de estabilização é o conflito entre perdedores e ganhadores. Às vezes reais, outras fictícios, estes conflitos geram confrontos e polêmicas que, com freqüência, podem pressionar os formuladores da política de estabilização a tomar decisões erradas e, com isto, comprometer o sucesso das estratégias antiinflacionárias. (Folha de S.Paulo, 7/5/94) a)

b)

c)

d)

e)

Estes conflitos, reais ou fictícios, geram confrontos e polêmicas que, freqüentemente, podem pressionar os formuladores da política de estabilização a tomar decisões erradas, sem, com isso, comprometer o sucesso das estratégias antiinflacionárias. O sucesso das estratégias antiinflacionárias pode ficar comprometido se, pressionados por conflitos, reais ou fictícios, os formuladores da política de estabilização tomarem decisões erradas. Os conflitos, às vezes reais, outras fictícios, que podem pressionar os formuladores da política de estabilização a confrontos e polêmicas, comprometem o sucesso das antiinflacionárias. O sucesso das estratégias antiinflacionárias pode ficar comprometido se os formuladores da política de estabilização, pressionados por confrontos e polêmicas decorrentes de conflitos, tomarem decisões erradas. Os formuladores da política de estabilização podem tomar decisões erradas se os conflitos, gerados por confrontos e polêmicas os pressionarem; o sucesso das estratégias antiinflacionárias fica, com isto comprometido.

24. Marque a opção que não constitui paráfrase do segmento abaixo: “O abolicionismo, que logrou pôr fim à escravidão nas Antilhas Britânicas, teve peso ponderável na política antinegreira dos governos britânicos durante a primeira metade do século passado. Mas tiveram peso também os interesses capitalistas, comerciais e industriais, que desejavam expandir o mercado ultramarino, de produtos industriais e viam na inevitável miséria do trabalhador escravo um obstáculo para este desiderato.” (P. Singer, A formação da classe operária, São Paulo, Atual, 1988, p.44) a)

b)

Na primeira metade do século passado, a despeito da forte pressão do mercado ultramarino em criar consumidores potenciais para seus produtos industriais, foi o movimento abolicionista o motor que pôs cobro à miséria do trabalhador escravo. A política antinegreira da Grã-Bretanha na primeira metade do século passado foi fortemente influenciada não só pelo ideário abolicionista como também pela pressão das necessidades comerciais e industriais emergentes.

c)

d)

e)

Os interesses capitalistas que buscavam ampliar o mercado para seus produtos industriais tiveram peso considerável na formulação da política antinegreira inglesa, mas teve-o também a consciência liberal antiescravista. Teve peso considerável na política antinegreira britânica, o abolicionismo. Mas as forças de mercado tiveram também peso, pois precisavam dispor de consumidores para seus produtos. Ocorreu uma combinação de idealismo e interesses materiais, na primeira metade do século XIX, na formulação da política britânica de oposição à escravidão negreira.

V. Perífrase Observe: O povo lusitano foi bastante satirizado por Gil Vicente. Utilizou-se a expressão “povo lusitano” para substituir “os portugueses”. Esse rodeio de palavras que substituiu um nome comum ou próprio chama-se perífrase. Perífrase é a substituição de um nome comum ou próprio por um expressão que a caracterize. Nada mais é do que um circunlóquio, isto é, um rodeio de palavras. Outros exemplos: astro rei (Sol) | última flor do Lácio (língua portuguesa) Cidade-Luz (Paris) Rainha da Borborema (Campina Grande) | Cidade Maravilhosa (Rio de Janeiro) Observação: existe também um tipo especial de perífrase que se refere somente a pessoas. Tal figura de estilo é chamada de antonomásia e baseia-se nas qualidades ou ações notórias do indivíduo ou da entidade a que a expressão se refere. Exemplos: A rainha do mar (Iemanjá) O poeta dos escravos (Castro Alves) O criador do teatro português (Gil Vicente) VI. SÍNTESE A síntese de texto é um tipo especial de composição que consiste em reproduzir, em poucas palavras, o que o autor expressou amplamente. Desse modo, só devem ser aproveitadas as idéias essenciais, dispensando-se tudo o que for secundário. Procedimentos: 1. Leia atentamente o texto, a fim de conhecer o assunto e assimilar as idéias principais; 2. Leia novamente o texto, sublinhando as partes mais importantes, ou anotando à parte os pontos que devem ser conservados; 3. Resuma cada parágrafo separadamente, mantendo a seqüência de idéias do texto original; 4. Agora, faça seu próprio resumo, unindo os parágrafos, ou fazendo quaisquer adaptações conforme desejar; 5. Evite copiar partes do texto original. Procure exercitar seu vocabulário. Mantenha, porém, o nível de linguagem do autor;

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THATYML Língua Portuguesa 6. Não se envolva nem participe do texto. Limite-se a sintetizá-lo. Sem copiar frases, RESUMIR, o texto abaixo: O QUINZE Debaixo de um juazeiro grande, todo um bando de retirantes se arranchara: uma velha, dois homens, uma mulher nova, algumas crianças. O sol, no céu, marcava onze horas. Quando Chico Bento, com seu grupo, apontou na estrada, os homens esfolavam uma rês e as mulheres faziam ferver uma lata de querosene cheia de água, abanando o fogo com um chapéu de palha muito sujo e remendado. Em toda a extensão da vista, nenhuma outra árvore surgia. Só aquele juazeiro, devastado e espinhento, verdejava a copa hospitaleira na desolação cor de cinza da paisagem. Cordulina ofegava de cansaço. A Limpa-Trilho gania e parava, lambendo os pés queimados. Os meninos choramingavam, pedindo de comer. E Chico Bento pensava: – Por que, em menino, a inquietação, o calor, o cansaço, sempre aparecem com o nome de fome? – Mãe, eu queria comer... me dá um taquinho de rapadura! – Ai, pedra do diabo! Topada desgraçada! Papai, vamos comer mais aquele povo, debaixo desse pé de pau? O juazeiro era um só. O vaqueiro também se achou no direito de tomar seu quinhão de abrigo e de frescura. E depois de arriar as trouxas e aliviar a burra, reparou nos vizinhos. A rês estava quase esfolada. A cabeça inchada não tinha chifres. Só dois ocos podres, mal cheirosos, donde escorria uma água purulenta. Encostando-se ao tronco, Chico Bento se dirigiu aos esfoladores: – De que morreu essa novilha, se não é da minha conta? Um dos homens levantou-se, com a faca escorrendo sangue, as mãos tintas de vermelho, um fartum sangrento envolvendo-o todo: – De mal-dos-chifres. Nós já achamos ela doente. E vamos aproveitar, mode não dar para os urubus. Chico Bento cuspiu longe, enojado: – E vosmecês têm coragem de comer isso? Me ripuna só de olhar... O outro explicou calmamente: – Faz dois dias que a gente não bota um de-comer de panela na boca... Chico Bento alargou os braços, num grande gesto de fraternidade: – Por isso não! Aí nas cargas eu tenho um resto de criação salgada que dá para nós. Rebolem essa porqueira pros urubus, que já é deles! Eu vou lá deixar um cristão comer bicho podre de mal, tenho um bocado no meu surrão! Realmente a vaca já fedia, por causa da doença. Toda descarnada, formando um grande bloco sangrento, era uma festa para os urubus vê-la, lá de cima, lá da frieza mesquinha das nuvens. E para comemorar o achado executavam no ar grandes rondas festivas, negrejando as asas pretas em espirais descendentes. Rachel de Queiroz

MODELO Arranchados sob um juazeiro, em meio àquela desolação, um bando de retirantes tentava aproveitar uma vaca já em estado de putrefação, para combater-lhe a fome de dois dias. Quando Chico Bento, com o seu bando, aproxima-se também em busca de abrigo e, compadecendo-se daquela situação, divide com os miseráveis o resto de alimento que trazia, deixando o animal para os urubus. VII. COMO RESUMIR UM TEXTO Ler não é apenas passar os olhos no texto. É preciso saber tirar dele o que é mais importante, facilitando o trabalho da memória. Saber resumir as idéias expressas em um texto não é difícil. Resumir um texto é reproduzir com poucas palavras aquilo que o autor disse. Para se realizar um bom resumo, são necessárias algumas recomendações: 1. Ler todo o texto para descobrir do que se trata. 2. Reler uma ou mais vezes, sublinhando frases ou palavras importantes. Isto ajuda a identificar. 3. Distinguir os exemplos ou detalhes das idéias principais. 4. Observar as palavras que fazem a ligação entre as diferentes idéias do texto, também chamadas de conectivos: “por causa de”, “assim sendo”, “além do mais”, “pois”, “em decorrência de”, “por outro lado”, “da mesma forma”. 5. Fazer o resumo de cada parágrafo, porque cada um encerra uma idéia diferente. 6. Ler os parágrafos resumidos e observar se há uma estrutura coerente, isto é, se todas as partes estão bem encadeadas e se formam um todo. 7. Num resumo, não se devem comentar as idéias do autor. Deve-se registrar apenas o que ele escreveu, sem usar expressões como “segundo o autor”, “o autor afirmou que”. 8. O tamanho do resumo pode variar conforme o tipo de assunto abordado. É recomendável que nunca ultrapasse vinte por cento da extensão do texto original. 9. Nos resumos de livros, não devem aparecer diálogos, descrições detalhadas, cenas ou personagens secundárias. Somente as personagens, os ambientes e as ações mais importantes devem ser registrados.

GABARITO 01. A 06. A 11. E 16. B 21. E

02. C 07. C 12. C 17. E 22. B

03. B 08. A 13. E 18. E 23. D

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04. B 09. D 14. A 19. D 24. A

05. C 10. E 15. B 20. A

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FONÉTICA, ORTOGRAFIA E ACENTUAÇÃO GRÁFICA É a parte da lingüística que estuda os sons da fala (fones). Fonemas São as entidades capazes de estabelecer distinção entre as palavras. Exemplos: casa/capa, muro/mudo, dia/tia A troca de um único fonema determina o surgimento de outra palavra ou um som sem sentido. O fonema se manifesta no som produzido e é registrado pela letra, é representado graficamente por ela. O fonema /z/, por exemplo, pode ser representado por várias letras: z (fazenda), x (exagerado), s (mesa). Atenção: Os fonemas são representados entre barras. Exemplos: /m/, /o/. Classificação dos fonemas Os fonemas da língua portuguesa classificam-se em vogais, semivogais e consoantes. Vogais: são fonemas pronunciados sem obstáculo à passagem de ar, chegando livremente ao exterior. Exemplos: pato, bota Semivogais: são os fonemas que se juntam a uma vogal, formando com esta uma só sílaba. Exemplos: couro, baile. Observe que só os fonemas /i/ e /u/ átonos funcionam como semivogais. Para que não sejam confundidos com as vogais i e u serão representados por [y] e [w] e chamados respectivamente de iode e vau. Consoantes: são fonemas produzidos mediante a resistência que os órgãos bucais (língua, dentes, lábios) opõem à passagem de ar. Exemplos: caderno, lâmpada. Dica: Em nossa língua, a vogal é o elemento básico, suficiente e indispensável para a formação da sílaba. Você encontrará sílabas constituídas só de vogais, mas nunca formadas somente com consoantes. Exemplos: viúva, abelha. Classificação das vogais 1- Quanto à intensidade A intensidade está relacionada com a tonicidade da vogal. a- tônicas: café, cama b- átonas: massa, bote 2- Quanto ao timbre O timbre está relacionado com a abertura da boca a- abertas: (sapo), (neve), (bola) b- fechadas: ê (mesa), ô (domador), i (bico), u (útero) e todas as nasais Encontros vocálicos Há três tipos de encontros vocálicos: ditongo, hiato e tritongo.

Ditongo: é a junção de uma vogal + uma semivogal (ditongo decrescente), ou vice-versa (ditongo crescente), na mesma sílaba. Ex.: noite (ditongo decrescente), quase (ditongo crescente). Tritongo: é a junção de semivogal + vogal + semivogal, formando uma só sílaba. Ex.: Paraguai, argüiu. Hiato: é junção de duas vogais pronunciadas separadamente formando sílabas distintas. Ex.: saída, coelho Atenção: Não se esqueça que só as vogais /i/ e /u/ podem funcionar como semivogais. Quando semivogais, serão representadas por /y/ e /w/ respectivamente. Dígrafos É a união de duas letras representando um só fonema. Observe que no caso dos dígrafos não há correspondência direta entre o número de letras e o número de fonemas. Dígrafos que desempenham a função de consoantes: ch (chuva), lh (molho), nh (unha), rr (carro) e outros. Dígrafos que desempenham a função de vogais nasais: am (campo), en (bento), om (tombo) e outros. Encontros consonantais Quando existe uma seqüência de duas ou mais consoantes em uma mesma palavra, denominamos essa seqüência de encontro consonantal. O encontro pode acorrer: – na mesma sílaba: cla-ri-da-de, fri-tu-ra, am-plo. – em sílabas diferentes: af-ta, com-pul-só-rio Atenção: Nos encontros consonantais somos capazes de perceber o som de todas as consoantes. Sílaba É a unidade ou grupo de fonemas emitidos num só impulso da voz. Classificação das palavras quanto ao número de sílabas Monossílabas - aquelas que possuem uma só sílaba: dó, mão, cruz, etc. Dissílabas - aquelas que possuem duas sílabas: sa/ pé, fo/lha, te/la, etc. Trissílabas - aquelas que possuem três sílabas: fun/ da/ção, mé/di/co, etc. Polissílabas - aquelas que possuem mais de três sílabas: ve/te/ra/no, na/tu/re/za, pa/la/ci/a/no, etc. Divisão silábica A fala é o primeiro e mais importante recurso usado para a divisão silábica na escrita.

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THATYML Língua Portuguesa Regra geral: Toda sílaba, obrigatoriamente, possui uma vogal. Regras práticas: Não se separam ditongos e tritongos. Exemplos: mau, averigüei Separam-se as letras que representam os hiatos. Exemplos: sa-í-da, vô-o... Separam-se somente os dígrafos rr, ss, sc, sç, xc. Exemplos: pas-se-a-ta, car-ro, ex-ce-to... Separam-se os encontros consonantais pronunciados separadamente. Exemplo: car-ta Os elementos mórficos das palavras (prefixos, radicais, sufixos), quando incorporados à palavra, obedecem às regras gerais. Exemplos: de-sa-ten-to, bi-savô, tran-sa-tlân-ti-co... Consoante não seguida de vogal permanece na sílaba anterior. Quando isso ocorrer em início de palavra, a consoante se anexa à sílaba seguinte. Exemplos: adje-ti-vo, tungs-tê-nio, psi-có-lo-go, gno-mo... Acento tônico / gráfico 1 - Sílaba tônica - A sílaba proferida com mais intensidade que as outras é a sílaba tônica. Esta possui o acento tônico, também chamado acento de intensidade ou prosódico: Exemplos: cajá, caderno, lâmpada 2 - Sílaba subtônica - Algumas palavras geralmente derivadas e polissílabas, além do acento tônico, possuem um acento secundário. A sílaba com acento secundário é chamada de subtônica. Exemplos: terrinha, sozinho 3 - Sílaba átona - As sílabas que não são tônicas nem subtônicas chamam-se átonas. Podem ser pretônicas (antes da tônica) ou postônicas (depois da tônica), Exemplos: barata (átona pretônica, tônica, átona postônica); máquina (tônica, átona postônica, átona postônica).

Atenção: Não confunda acento tônico com acento gráfico. O acento tônico está relacionado com intensidade de som e existe em todas as palavras com duas ou mais sílabas. O acento gráfico existirá em apenas algumas palavras e será usado de acordo com regras de acentuação. Classificação das palavras quanto ao acento tônico As palavras com mais de uma sílaba, conforme a tonicidade, classificam-se em: Oxítonas: quando a sílaba tônica é a última - coração, São Tomé, etc. Paroxítonas: quando a sílaba tônica é a penúltima cadeira, linha, régua, etc. Proparoxítonas: quando a sílaba tônica é a antepenúltima - ibérica, América, etc. Os monossílabos podem ser tônicos ou átonos: Tônicos: são autônomos, emitidos fortemente, como se fossem sílabas tônicas. Exemplos: ré, teu, lá, etc. Átonos: apóiam-se em outras palavras, pois não são autônomos, são emitidos fracamente, como se fossem sílabas átonas.São palavras sem sentido quando estão isoladas: artigos, pronomes oblíquos, preposições, junções de preposições e artigos, conjunções, pronome relativo que. Exemplos: o, lhe, nem, etc. Acentuação gráfica As palavras em Língua Portuguesa são acentuadas de acordo com regras. Para que você saiba aplicá-las é preciso que tenha claros alguns conceitos como tonicidade, encontros consonantais e vocálicos...

Para você acentuar uma palavra: 1º Divida-a em sílabas; 2º Classifique-a quanto à tonicidade (oxítona, paroxítona...); 3º De acordo com sua terminação, encaixe-a nos quadros abaixo. Você deve acentuar as vogais tônicas das:

Atenção: não se acentuam as paroxítonas terminadas em -ens. Exemplo: itens, nuvens...

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THATYML Língua Portuguesa Acentuam-se:

Grupos gu, qu antes de e/i Quando o u é proferido e tônico, receberá acento agudo: averigúe, apazigúe, argúis, etc. Quando o referido u é proferido e átono, receberá trema: freqüente, tranqüilo, etc. Quando o u não for pronunciado, formará com q e g dígrafos, ou seja, duas letras representando um único fonema /k/ e /g /. Não apresenta nenhum tipo de acento. Acento diferencial O acento diferencial (que pode ser circunflexo ou agudo) é usado como sinal distintivo de vocábulos homógrafos (palavras que apresentam a mesma escrita). Alguns exemplos: • ás (carta de baralho, piloto exímio) - as (artigo feminino plural) • côa, côas (verbo coar) - coa, coas (contrações com + a, com + as) • pára (verbo) - para (preposição) • péla, pélas (substantivo e verbo) - pela, pelas (contrações de per + a, per + as) • pêlo (substantivo) - pelo (per + o) • pólo, pólos (extremidade, jogo) - pôlo, pôlos (falcão) • pêra (fruta) - péra ou péra-fita (grande pedra antiga, fincada no chão) • pôr (verbo) - por (preposição) • porquê (substantivo) - porque (conjunção) • quê (substantivo, pronome em fim de frase) - que (conjunção)

Atenção: O verbo TER, VIR e seus derivados não possuem dois EE na 3ª pessoa do plural no presente do indicativo: ele tem, eles têm; ele vem, eles vêm; ele contém, eles contêm... Sinais Gráficos Sinais gráficos ou diacríticos são certos sinais que se juntam às letras, geralmente para lhes dar um valor fonético especial e permitir a correta pronúncia das palavras. 1. Til Indica nasalidade. Exemplos: maçã, Irã, órgão... 2. Trema Indica que o u dos grupos gue, gui, que, qui é proferido e átono. Exemplos: lingüiça, tranqüilo... 3. Apóstrofo Indica a supressão de uma vogal. Pode existir em palavras compostas, expressões e poesias. Exemplos: caixa-d’água, pau-d’água etc. 4. Hífen Emprega-se o hífen nos seguintes casos: – em palavras compostas. Exemplos: beija-flor, amor-perfeito... – para ligar pronomes átonos às formas verbais. Exemplos: dar-lhe, amar-te-ia... – para separar palavras em fim de linha. – para ligar algumas palavras precedidas de prefixos. Exemplos: auto-educação, pré-escolar...

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Observação: o uso do hífen é regulamentado pelo Pequeno Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. Por se tratar de um item extremamente complexo, com regras confusas e extensas, os autores são contraditórios quando tratam do assunto. Procuramos sintetizar em um quadro o uso do hífen com os prefixos mais comuns.

5. Acento agudo Indica vogal tônica aberta: pó, ré; 6. Acento circunflexo Indica vogal tônica fechada: astrônomo, três; 7. Acento grave Sinal indicador de crase: à, àquele; 8. Cedilha Indica que o c tem som de ss: pança, muçulmano, moço... Atenção: O cedilha só é acompanhado pelas vogais a, o, u. Ortografia Palavra constituída das partes: orto (correta) +grafia (escrita). A ortografia é a parte da gramática que trata da correta escrita das palavras. Nosso alfabeto é composto de 23 letras: a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, l, m, n, o, p, q, r, s, t, u, v, x, z Observação: Você deve estar se perguntando pelas letras W, Y e K.Elas não pertencem mais ao nosso alfabeto.São usadas apenas em casos especiais: Nomes próprios estrangeiros (Wellington,Willian...), Abreviaturas e símbolos de uso internacional (K- potássio,Y-ítrio...), Palavras estrangeiras (show, play...)

Emprego de letras Letra H Por que usar a letra H se ela não representa nenhum som? Realmente ela não possui valor fonético, mas continua sendo usada em nossa língua por força da etimologia e da tradição escrita. Etimologia: estudo da origem e da evolução das palavras; disciplina que trata da descrição de uma palavra em diferentes estados de língua anteriores por que passou, até remontar ao étimo; origem de um termo, quer na forma mais antiga conhecida, quer em alguma etapa de sua evolução; étimo. Ex: fidalgo é a locução filho de algo (Dicionário Houaiss) Emprega-se o H: – Inicial, quando etimológico: horizonte, hulha, etc. – Medial, como integrante dos dígrafos ch, lh, nh: chamada, molha, sonho, etc. – Em algumas interjeições: oh!, hum!, etc. – Em palavras compostas unidos por hífen, se algum elemento começa com H: hispano-americano, superhomem, etc. – Palavras compostas ligadas sem hífen não são escritas com H. Exemplo: reaver – No substantivo próprio Bahia (Estado do Brasil), por tradição. As palavras derivadas dessa são escritas sem H. Exemplo: baiano... Atenção: Algumas palavras anteriormente escritas com H “perderam” essa letra ao longo do tempo. Exemplos: herba-erva, hibernum-inverno, etc.

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THATYML Língua Portuguesa Letras E / I

Letras G / J

Letras S / Z

Atenção: O verbo catequizar é derivado da palavra catequese deveria ser escrito com “s”, mas, como é derivado do grego, já veio formado para nosso vernáculo (língua do país). MAIZENA é um substantivo próprio, marca registrada. Letras X / CH

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THATYML Língua Portuguesa Letras SS / Ç

Uso dos porquês Porque • Em frases afirmativas ou negativas, quando pode ser substituído por pois. Ex: Venha porque precisamos de você. • Para introduzir justificativas ou causas em frases declarativas, no início ou no meio de respostas. Ex: Ela não veio porque não quis. Porquê • Em qualquer tipo de frase, desde que antecedido de artigo ou pronome. Ex: Não me interessa o porquê de sua ausência. Por que • Quando equivale a pelo qual (e suas flexões). Ex: Essa é a rua por que passamos. • Quando equivale a “por que razão”. Ex: Eis por que não te amo mais. • No início de perguntas. Ex: Por que ela não veio? Por quê • No final de frases interrogativas. Ex: Ela não veio por quê? • Quando a expressão estiver isolada. Ex: Nunca mais volto aqui. Por quê? Uso do Onde e do Aonde Onde é o lugar em que se está. Usados com verbos que não indicam movimento. Observe: Onde você estava no sábado? Onde eu poderia estar, estava na casa de vovó. Aonde é o lugar a que se vai. Usado com verbos que indicam movimento. Observe: Aonde você vai esta noite? Eu vou ao restaurante mexicano, jantar com meu marido.

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EMPREGO DAS CLASSES DE PALAVRAS Estudo da constituição das palavras e dos processos pelos quais elas são construídas a partir de suas partes componentes, os morfemas; parte da gramática que estuda as classes de palavras, seus paradigmas de flexões com suas exceções. Estrutura das palavras As palavras são constituídas de morfemas. São eles: Radical É o elemento comum de palavras cognatas também chamadas de palavras da mesma família. É responsável pelo significado básico da palavra. Exemplo: terra, terreno, terreiro, terrinha, enterrar, terrestre... Atenção: Às vezes, ele sofre pequenas alterações. Ex.: dormir, durmo; querer, quis As palavras que possuem mais de um radical são chamadas de compostas. Ex.: passatempo Vogal Temática Vogal Temática (VT) se junta ao radical para receber outros elementos. Fica entre dois morfemas. Existe vogal temática em verbos e nomes. Exemplo: beber, rosa, sala Nos verbos, a VT indica a conjugação a que pertencem (1ª, 2ª ou 3ª ). Exemplo: partir- verbo de 3ª conjugação Há formas verbais e nomes sem VT. Exemplo: rapaz, mato(verbo)

Tema Tema = radical + vogal temática Exemplo: cantar = cant + a, mala = mal + a, rosa = ros + a Afixos São partículas que se anexam ao radical para formar outras palavras. Existem dois tipos de afixos: – Prefixos: colocados antes do radical. Exemplo: desleal, ilegal. – Sufixos: colocados depois do radical. Exemplo: folhagem, legalmente. Desinências São morfemas colocados no final das palavras para indicar flexões verbais ou nominais. Podem ser: Nominais: indicam gênero e número de nomes (substantivos, adjetivos, pronomes, numerais). Exemplo: casa - casas, gato - gata Verbais: indicam número, pessoa, tempo e modo dos verbos. Existem dois tipos de desinências verbais: desinências modo-temporal (DMT) e desinências número-pessoal (DNP). Exemplo: Nós corremos, se eles corressem (DNP); se nós corrêssemos, tu correras (DMT) Atenção: A divisão verbal em morfemas será melhor explicada em: classes de palavras/ verbos. Algumas formas verbais não têm desinências como: trouxe, bebe... Verbo-nominais: indicam as formas nominais dos verbos (infinitivo, gerúndio e particípio). Exemplo: beber, correndo, partido

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THATYML Língua Portuguesa Processos de formação de palavras Maneira como os morfemas se organizam para formar as palavras. •

DERIVAÇÃO Prefixal: A derivação prefixal é um processo de formar palavras no qual um prefixo ou mais são acrescentados à palavra primitiva. Exemplo: re/com/por (dois prefixos), desfazer, impaciente. Sufixal: A derivação sufixal é um processo de formar palavras no qual um sufixo ou mais são acrescentados à palavra primitiva. Exemplo: realmente, folhagem. Prefixal e Sufixal: A derivação prefixal e sufixal existe quando um prefixo e um sufixo são acrescentados à palavra primitiva de forma independente, ou seja, sem a presença de um dos afixos a palavra continua tendo significado. Exemplo: deslealmente (des- prefixo e -mente sufixo). Você pode observar que os dois afixos são independentes: existem as palavras desleal e lealmente. Parassintética: A derivação parassintética ocorre quando um prefixo e um sufixo são acrescentados à palavra primitiva de forma dependente, ou seja, os dois afixos não podem se separar, devem ser usados ao mesmo tempo, pois sem um deles a palavra não se reveste de nenhum significado. Exemplo: anoitecer ( a- prefixo e -ecer sufixo), neste caso, não existem as palavras anoite e noitecer, pois os afixos não podem se separar. Regressiva: A derivação regressiva existe quando morfemas da palavra primitiva desaparecem. Exemplo: mengo (flamengo), dança (dançar), portuga (português). Imprópria: A derivação imprópria, mudança de classe ou conversão ocorre quando palavra comumente usada como pertencente a uma classe é usada como fazendo parte de outra. Exemplo: coelho (substantivo comum) usado como substantivo próprio em Daniel Coelho da Silva; verde geralmente como adjetivo (Comprei uma camisa verde.) usado como substantivo (O verde do parque comoveu a todos.)

Exemplo: fidalgo (filho + de + algo), aguardente (água + ardente) NEOLOGISMO Beijo pouco, falo menos ainda. Mas invento palavras Que traduzem a ternura mais funda E mais cotidiana. Inventei, por exemplo, a verbo teadorar. Intransitivo: Teadoro, Teodora. (BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1970)

HIBRIDISMO Consiste na formação de palavras pela junção de radicais de línguas diferentes. Exemplo: auto/móvel (grego + latim); bio/dança (grego + português) ONOMATOPÉIA Consiste na formação de palavras pela imitação de sons e ruídos. Exemplo: triiim, chuá, bué, pingue-pongue, miau, tiquetaque, zunzum SIGLA Consiste na redução de nomes ou expressões empregando a primeira letra ou sílaba de cada palavra. Exemplo: UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais, IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ABREVIAÇÃO Consiste na redução de parte de palavras com objetivo de simplificação. Exemplo: moto (motocicleta), gel (gelatina), cine (cinema). CLASSIFICAÇÃO DAS PALAVRAS As palavras costumam ser agrupadas em classes, de acordo com suas funções e formas.

COMPOSIÇÃO Processo de formação de palavras através do qual novas palavras são formadas pela junção de duas ou mais palavras já existentes. Existem duas formas de composição: • Justaposição • Aglutinação A justaposição ocorre quando duas ou mais palavras se unem sem que ocorra alteração de suas formas ou acentuação primitivas. Exemplo: guarda-chuva, segunda-feira, passatempo. A aglutinação ocorre quando duas ou mais palavras se unem para formar uma nova palavra ocorrendo alteração na forma ou na acentuação.

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THATYML Língua Portuguesa Substantivo É a palavra que dá nome aos seres, coisas e sentimentos. Classificam-se em:

b) DIMINUTIVO: ANALÍTICO: corpo minúsculo SINTÉTICO – usando sufixos. Ex.: corpúsculo Adjetivo VILA VELHA “Do lado oposto às verdes colinas que se perdem no horizonte, gigantescas rochas formam paredões e desenham uma paisagem árida e silenciosa, num cenário de terra vermelha e vegetação rasteira. Os índios chegaram, olharam, batizaram de Itacueretaba – “cidade extinta de pedras” – e trataram de se mandar para paragens mais animadas. Até hoje, os únicos habitantes destes vastos campos são lobos-guarás, jaguatiricas, perdizes e tamanduás-bandeiras. A principal atração do Parque Estadual de Vila Velha são 22 enormes blocos areníticos esculpidos pela chuva, pelo vento e movimentos de terra, ao longo de 350 milhões de anos. Neles, o tempo imitou a arte nas figuras de um camelo, um leão, uma bota, um rinoceronte, a proa de um navio, a cabeça de um índio, uma taça, cogumelos.” (Guia Turístico da Folha de S. Paulo)

O texto acima é descritivo. O autor tem como objetivo fundamental caracterizar Vila Velha, um dos pontos turísticos do Brasil. Para isso, citou alguns seres que compõem a paisagem, identificou características de alguns deles e atribuiu características a outros. As características foram expressas pelos então chamados adjetivos.

Os substantivos flexionam-se para indicar gênero, número e grau. I – Gênero: É a categoria gramatical que, no português, distribui os nomes masculinos e femininos, não existindo correspondência nenhuma entre gênero masculino e sexo masculino, ou gênero feminino e sexo feminino. a) BIFORMES – MASCULINOS, FEMININOS – regulares (menino e menina, gato e gata) e irregulares (bode e cabra, pai e mãe). b) UNIFORMES – EPICENOS (não aceitam a flexão do determinante, referem-se somente a animais, vegetais, aves e insetos – macho e fêmea), SOBRECOMUNS (não aceitam nem a flexão do elemento determinante – a testemunha, o cônjuge), COMUM DE DOIS GÊNEROS (caracterizam-se pela flexão do elemento determinante – o/a jovem, o/a poeta). II – Número a) SINGULAR – indica um só ser. Ex.: menino b) PLURAL – indica mais de um ser ou mais de um conjunto de seres. Ex.: meninos III – Grau a) AUMENTATIVO: SINTÉTICO – usando sufixos. ANALÍTICO: poeta grande

Ex.: poetastro

Adjetivo é uma palavra variável que modifica substantivos, atribuindo uma característica aos seres nomeados por eles: Paisagem silenciosa. LOCUÇÃO ADJETIVA É o grupo formado de preposição mais substantivo, com valor e emprego de adjetivo: A água da chuva. Os adjetivos se classificam quanto: I – À FORMA • PRIMITIVO → não provém de outra palavra da língua: bonito, feio, alto, loiro etc. • DERIVADO → provém de outra palavra da língua: bondoso, amoroso, maldoso etc. • SIMPLES → possui apenas um radical: povo japonês, preocupações políticas, árvore nova etc. • COMPOSTO → possui mais de um radical: estudos luso-ítalo-brasileiros, temas políticos-sociais, indivíduo rubro-negro. II – AO GÊNERO • Uniformes → apresentam forma única para ambos os gêneros: homem interessante, vinho quente. • Biformes → apresentam duas formas, uma para o masculino, outra para o feminino: ator famoso/atriz famosa. III – AO NÚMERO Os adjetivos simples fazem o plural seguindo as mesmas regras dos substantivos simples: livros utéis, cartões iguais.

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THATYML Língua Portuguesa Os adjetivos compostos fazem o plural com flexão do último elemento: castanho-escuros. Se o último elemento for um substantivo, não haverá flexão, ou seja, ficará invariável: tapetes verde-esmeralda. IV – AO GRAU Comparativo → pelo qual se indica se o ser é superior, inferior ou igual na qualificação. • Superior: Pedro é mais inteligente que Paulo. • Inferior: Paulo é menos inteligente que Pedro. • Igualdade: Pedro é tão inteligente quanto Paulo. Superlativo → pelo qual uma qualidade é levada ao mais alto grau de intensidade. • Analítico: Pedro é muito inteligente. • Sintético: Pedro é inteligentíssimo. Exercício 01. Retire, do texto abaixo, os substantivos e os adjetivos: “A infância é generosa e tem sentimentos de dignidade que os interesses da vida adulta muitas vezes obscurecem. A infância aprende por símbolos. Colombo não era só um grande navegador, mas um símbolo. Não aprendemos com ele a arte de navegar: mas a de cumprir um desatino grandioso e amargo. E isso ainda é maior que descobrir a América.” (Cecília Meireles) ______________________________________________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________________________________________________________________________________ Gabarito: Substantivos: infância, sentimentos, dignidade, interesses, vida, vezes, símbolos, Colombo, navegador, arte, desatino e América. Adjetivos ou locuções adjetivas: generosa, de dignidade, adulta, grande, de navegar, grandioso, amargo e maior. Artigo É a palavra variável que antecede o substantivo, indicando seu gênero e número, além de defini-lo ou não. • DEFINIDO: que se trata de um ser já conhecido do leitor ou do ouvinte, seja por ter sido mencionado antes, seja por ser objeto de um conhecimento de experiência. São eles: O, A, OS, AS. O rapaz saiu de casa cedo. A mulher queria muito ter filhos. • INDEFINIDO: que se trata de um simples representante de uma dada espécie ao qual não se fez menção anteriormente. São eles: UM, UMA, UNS, UMAS. Um cachorro atravessou na frente do carro. Uma mulher libertou-se do algoz.

Importante: • Embora o artigo sempre anteceda a um substantivo, não é necessário que ele esteja imediatamente antes deste. Às vezes, aparece outra palavra, pertencente a outra classe gramatical, entre ambos: O novo carro. • Os artigos podem combinar-se com preposições: de + o = do, em + o = no, etc. Numeral É a palavra que exprime quantidade, ordem, fração e multiplicação. CLASSIFICAÇÃO • CARDINAIS: quantidade – um, dois, três... • ORDINAIS: ordem – primeiro, segundo... • FRACIONÁRIOS: fração – meio, terço... • MULTIPLICATIVOS: multiplicação – duplo, triplo... Lembre-se: a grafia correta do numeral 50 é cinqüenta. Pronome “Nicolau Fagundes Varela entregou-se a todos os temas e aos versos de todas as medidas. Não é fácil, portanto, classificá-lo- nesta ou naquela modalidade poética. Qualquer rótulo para marcá-lo seria sempre incompleto. Sertanista, bucólico, lírico, paisagista, místico, épico, descritivo, patriótico, de tudo ele foi, um pouco de cada vez. (CAVALHEIRA, E. Fagundes Varela. Ed. Rio de Janeiro, Agir, 1975. P. 6 [Nossos Clássicos]).

Observe as palavras em destaque no texto: todos, todas, lo, esta, aquela, qualquer, ele, cada. As palavras lo e ele substituem o substantivo Fagundes Varela; as demais acompanham o nome. Todas essas palavras são pronomes. Os nomes são palavras com conteúdo significativo, que simbolizam seres que temos em mente. Os pronomes têm pouco conteúdo significativo, exercendo no texto as seguintes funções: • Representar as pessoas do discurso: No texto acima, o jornalista se refere a Fagundes Varela, emprega o pronome ele, que alude à 3a pessoa do discurso, aquela de quem se fala. • Remeter a termos já enunciados no texto: “Qualquer rótulo para marcá-lo”, este pronome lo está substituindo o nome de Fagundes Varela para não tornar o texto repetitivo. Pronome é a palavra que substitui o substantivo (pronome substantivo) ou acompanha o substantivo (pronome adjetivo). Quando acompanha o substantivo, determina-o no espaço ou no contexto.

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Os pronomes classificam-se em: 1. PESSOAIS

OBSERVAÇÕES • o pronome você, embora seja pronome de tratamento, tem substituído o pronome tu no português do Brasil. • na norma culta, os pronomes pessoais retos funcionam como sujeito. • os pronomes oblíquos podem ser: a) átonos – empregados sem preposição – objeto direto ou objeto indireto, sendo que, o, a, os, as serão sempre objetos diretos e, lhe, lhes sempre serão objetos indiretos; b) tônicos – sempre precedidos de preposição; • os pronomes oblíquos o, a, os, as podem assumir as seguintes formas: a) lo, la, los, las → depois de verbos terminados em r, s, z; quando vierem posposto ao designativo eis ou aos pronomes nos e vos: Vou recebê-lo como amigo. b) no, na, nos, nas → depois de verbos terminados em ditongo nasal (am, em, ão, õe): O lápis caiu. Peguem-no. Pronomes Pessoais de Tratamento São palavras ou expressões utilizadas para as pessoas com quem se fala. São, portanto, pronomes de 2a pessoa, embora sejam empregados com verbo na 3a pessoa. Esses pronomes, que aparecem apenas na linguagem formal, expressam uma atitude cerimoniosa do emissor em relação ao interlocutor ou à pessoa de quem se fala. Ex.: Sua Santidade volta ao Brasil 17 anos mais velho desde que esteve aqui pela primeira vez...(O Estado de S Paulo) Lembre-se que referindo-se à 2ª pessoa são acompanhados pela forma VOSSA, referindo-se à 3ª pessoa são acompanhados pela forma SUA São eles: você, Vossa Alteza, Vossa Eminência, Vossa Excelência, Vossa Magnificência, Vossa Majestade, Vossa Meritíssima, Vossa Reverendíssima, Vossa Senhoria e Vossa Santidade. 2. PRONOMES POSSESSIVOS Estreitamente relacionados com os pronomes pessoais estão os pronomes possessivos e os demonstrativos. Os pronomes pessoais, como já vimos, denotam as pessoas gramaticais; os outros indicam algo determinados por elas.

Os pronomes possessivos indicam aquilo que pertence ou cabe a cada uma das pessoas gramaticais.

Emprego ambíguo do possessivo de 3a pessoa As formas seu, sua, seus, suas aplicam-se indiferentemente ao possuidor da 3a pessoa do singular ou da 3a pessoa do plural, seja este possuidor masculino ou feminino. O fato de concordar o possessivo unicamente provoca dúvida a respeito do possuidor. Para evitar qualquer ambigüidade, o português nos oferece o recurso de precisar a pessoa do possuidor com a substituição de seu (s), sua (s), pelas formas dele (s), dela (s), de você, do senhor, da senhora e outras expressões de tratamento. Substantivação dos possessivos No singular, o que pertence a uma pessoa: A moça não tinha um minuto de seu. No plural, os parentes de alguém, seus companheiros, compatriotas ou correligionários: Saudades a todos os teus. Emprego do possessivo pelo pronome oblíquo tônico Em certas locuções prepositivas, o pronome oblíquo tônico, que deve seguir a preposição e com ela formar um complemento nominal do substantivo anterior, é normalmente substituído pelo pronome possessivo correspondente. Assim: Em frente de ti = em tua frente Ao lado de mim = ao meu lado Em favor de nós = em nosso favor Por causa de você = por sua causa 3. PRONOMES DEMONSTRATIVOS São palavras que situam a pessoa ou a coisa designada relativamente às pessoas gramaticais. Podem situá-los no espaço ou no tempo. Ex.: Lia coisas incríveis para aquele lugar e aquele tempo.

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THATYML Língua Portuguesa Mas os demonstrativos empregam-se também para lembrar ao ouvinte ou ao leitor o que já foi mencionado ou o que vai mencionar. Ex.: A ternura não embarga a discrição nem esta diminui aquela.

As formas variáveis podem funcionar como pronomes adjetivos e como pronomes substantivos: Este (PA) livro é meu. Meu livro é este (PS).

Valores Gerais: • este, esta, isto indicam o que está perto da pessoa que fala e o tempo presente em relação à pessoa que fala; • esse, essa, isso designam o que está perto da pessoa a quem se fala e o tempo passado ou futuro com relação à época em que se coloca a pessoa que fala; • aquele, aquela, aquilo denotam o que está afastado tanto da pessoa que fala como da pessoa a quem se fala, e ainda um afastamento no tempo de modo vago, ou uma época remota. Veja:

4. PRONOMES RELATIVOS É aquele que se refere a termos já expressos e, ao mesmo tempo, introduz uma oração dependente. Ex.: Esta carta que recebi.

5. PRONOMES INTERROGATIVOS As palavras que, quem, qual e quanto empregadas na formulação de perguntas são chamadas de pronomes interrogativos. Ex.: Quem seria ele?

O que distingue os interrogativos dos demais pronomes é sua função básica: a de inquirir algum interlocutor. O interrogativo aponta para a pessoa ou coisa a que se refere mediante uma pergunta, direta ou indireta. Sua significação, assim como nos indefinidos é indeterminada. Por isso, após seu uso o interlocutor espera uma resposta que esclareça o que se perguntou. 6. PRONOMES INDEFINIDOS É aquele que se refere à 3a pessoa gramatical, tornando-a vaga, indefinida, imprecisa.

LOCUÇÕES PRONOMINAIS São grupo de palavras cujo sentido equivale ao dos pronomes indefinidos: cada um, cada qual, quem quer que, todo aquele, seja quem for, seja qual for, um ou outro, tal qual, tal e qual, etc.

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THATYML Língua Portuguesa Verbo • “A Antigüidade greco-romana conheceu o amor quase sempre como uma paixão dolorosa e, apesar disso, digna de ser vivida e em si mesma desejável. Esta verdade, legada pelos poetas de Alexandria e Roma, não perdeu nem um pouco de sua vigência: o amor é desejo de completude e assim responde a uma necessidade profunda dos homens.” (PAZ, O. A dupla chama: amor e erotismo. São Paulo, Siciliano, 1994. p. 69.)

As palavras em destaque em destaque no texto exprimem fatos, situando-os no tempo. • Verbo é a palavra que exprime ação, estado, mudança de estado, fenômeno natural e outros processos, flexionando-se em pessoa, número, modo, tempo e voz. • Flexão é o acidente gramatical que muda a forma do verbo para que este expresse mudança de voz, modo, tempo, número e pessoa.

falado (forma composta) Futuro do pretérito → expressa um fato posterior com relação a outro fato já passado; freqüentemente, o outro fato já passado é dependente do primeiro e inclui uma condição: eu falaria (forma simples) eu teria/haveria falado (forma composta)

Do Subjuntivo: • Presente → traduz um fato subordinado a outro e que se desenvolve no momento atual; expressa dúvida, possibilidade, suposição; pode ainda formar orações optativas: que eu fale • Pretérito perfeito → refere-se ao fato passado supostamente concluído: que eu tenha/ haja falado (forma composta) • Pretérito mais-que-perfeito → indica uma ação anterior a outra, dentro do sentido eventual típico do subjuntivo: se eu tivesse/houvesse falado (forma composta) • Pretérito imperfeito → refere-se a um fato passado, mas posterior e dependente de outro fato passado: se eu falasse (forma simples) • Futuro → expressa fato vindouro – condicional, temporal ou conformativo – dependente de outro fato também futuro: quando eu falar (forma simples) quando eu tiver/houver falado (forma composta) Do Imperativo: Só aparece no discurso direto.

TEMPOS VERBAIS O tempo verbal indica o momento em que se dá o fato expresso pelo verbo. Os três tempos básicos são o presente, o passado e o futuro.

Tempos primitivos e derivados Tempos priitivos são os que dão origem a outros tempos, chamados derivados. Existem dois tempos e uma forma nominal que dão origem a todos os tempos e formas nominais, inclusive a um modo, o imperativo. Tomemos por exemplo o verbo caber.

Do Indicativo: • Presente → enuncia um fato como atual: eu falo • Pretérito imperfeito → apresenta o fato como anterior ao momento atual, mas ainda não concluído no momento passado a que nos referimos: eu falava • Pretérito perfeito → refere-se a um fato já concluído em época passada: eu falei (forma simples) eu tenho/hei falado (forma composta) • Pretérito mais-que-perfeito → expressa um fato anterior a outro fato que também é passado: eu falara (forma simples) eu tinha/havia falado (forma composta) • Futuro do presente → enuncia um fato que deve realizar-se num tem vindouro em relação ao presente: eu falarei (forma simples) eu terei/haverei

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THATYML Língua Portuguesa A voz passiva pode ser analítica (formada com os verbos SER, ESTAR e FICAR, seguidos de particípio) ou sintética, também chamada pronominal (formada com um verbo transitivo direto acompanhado do pronome SE, que se diz pronome apassivador). Ex.: Um livro foi comprado por Pedro. (analítica) Comprou-se um livro. (sintética) Tanto na transformação da ativa para a passiva, como vice-versa, os termos indicado abaixo se correspondem. Suj. passiva = OD ativa Suj. ativa = Ag. pass. Quando o verbo ativo vem precedido de um verbo auxiliar, este não sofre transformação na passagem para a voz passiva (exceto a exigida pela concordância): a) coloca-se o último verbo (o principal) no particípio; b) conjuga-se o verbo ser na forma em que estava o verbo principal; c) repete-se o auxiliar, procedendo a concordância. V. A.:

Os técnicos estão procurando uma solução.

V. P.: Uma solução está sendo procurada pelos técnicos. Formas nominais do verbo • Infinitivo Impessoal → terminado em r para qualquer pessoa, é o nome do verbo: falar, vender, partir • Infinitivo Pessoal → além da desinência r, vem marcado com desinência de pessoa e número: Falar - ∅ Falar - es Falar - ∅ Falar - mos Falar – des Falar – em As desinências de pessoa e número são um recurso para indicar, sem ambigüidade, ou para enfatizar, o sujeito do processo expresso pelo infinitivo. • Gerúndio → funciona como adjetivo ou como advérbio: Vi a menina chorando. • Particípio → é empregado na formação dos tempos compostos. Fora disso, é um verdadeiro adjetivo (chamado adjetivo adverbial), devendo ser flexionado, como adjetivo, em gênero, número e grau: Tínhamos estudado a lição.

Vozes verbais As vozes verbais indicam o relacionamento do sujeito com o processo verbal. São elas: • ATIVA → quando o sujeito é agente da ação: Bernardo feriu o colega. • PASSIVA → quando o sujeito é o paciente da ação verbal: O colega foi ferido por Bernardo. • REFLEXIVA → quando o sujeito é agente e paciente da ação verbal: Bernardo feriu-se. Formação da voz passiva Vimos que na voz passiva o verbo indica a ação recebida pelo sujeito, sendo este denominado, então, paciente.

Lembre-se: a) Verbo auxiliar + particípio do verbo principal = forma composta Verbo auxiliar + gerúndio ou infinitivo = locução verbal os particípios regulares são empregados com os verbos auxiliares TER e HAVER: O rapaz tinha entregado a pizza. b) os particípios irregulares são empregados com os verbos auxiliares SER e ESTAR: A pizza foi entregue pelo rapaz. c) GANHAR, GASTAR e PAGAR são abundantes: ganhado e ganho. d) Obs: as formas irregulares podem ser usadas com os verbos SER, ESTAR, TER e HAVER. CHEGAR apresenta apenas a forma regular: CHEGADO (chego NÃO existe).

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THATYML Língua Portuguesa Advérbio “Os homens do cortiço quase sempre trabalham fora (serventes, carregadores, funcionários públicos humildes), salvo os adolescentes malandros e os doentes. E, durante o dia, o cortiço é das crianças, inúmeras, que povoam o pátrio comum, e das mulheres, sempre às voltas com as tinas de roupas.” (A capital federal no início do século. Nosso século... São Paulo, Abril Cultural, 1980. V. 1.)

Classificação dos verbos • • • • •

REGULAR: é aquele cujo o radical não se altera e cujas terminações seguem o modelo da conjugação a que pertence. Cantar, vender, partir. IRREGULAR: é aquele cujo radical se altera ou cujas terminações não seguem o modelo da conjugação a que pertence. Estar, ouvir. ANÔMALO: é aquele que cuja conjugação inclui mais de um radical. Apresenta transformações profundas no radical: ser e ir. DEFECTIVO: é aquele que não é conjugado em todas as formas; tem, pois, conjugação incompleta: abolir, falir. AUXILIAR: é aquele que, desprovido total ou parcialmente de sentido próprio, junta-se a outro verbo, formando uma unidade de significado e constituindo a chamada locução verbal: ser, estar, ter, haver.

Observe as palavras em destaque no texto, todas elas são advérbios. Estes são palavras que modificam um verbo, um adjetivo, outro advérbio ou uma oração inteira. Advérbio modifica um verbo, quando ao verbo é acrescentado uma circunstância: Pedro constrói um muro ali. Advérbio modifica um adjetivo, quando o advérbio está intensificando o significado do adjetivo: Estradas muito ruins. Advérbio modifica outro advérbio, quando o advérbio está intensificando outro advérbio: As meninas vão muito bem. Advérbio modifica uma oração inteira, quando este indica uma circunstância para todos os elementos da oração: Lamentavelmente eu não te amo mais. Locução adverbial É um conjunto de palavras podendo exercer a função de advérbio. Ex.: Nesse final de tarde todos saímos para passear.

Classificação do advérbio

CONFORME, SALVO, TIRANTE, CONSOANTE, MEDIANTE, EXCETO.

Preposição “Invejo o ourives quando escrevo: Imito o amor Com que ele, em ouro, o alto-relevo Faz de uma flor.” (Olavo Bilac) Preposição é a palavra invariável que relaciona dois termos. Nessa relação, um termo completa ou explica o sentido do outro. São essenciais as preposições propriamente ditas: A, ANTE, ATÉ, APÓS COM, CONTRA, DE, DESDE, EM ENTRE, PARA, PER, PERANTE, POR, SEM, SOB, SOBRE E TRÁS. São acidentais as preposições que provierem de outras classes:

Obs.: QUE é preposição quando der para substituir por DE. Ex.: tenho que passar./ tenho de passar. LOCUÇÕES PREPOSITIVAS São expressões que equivalem a verdadeiras preposições: abaixo de, acerca de, através de, em cima de, fora de, juntamente com, etc. Conjunção “Sagitário – A lua volta você para as coisas práticas, mas evite desatenções para que tudo se resolva. Dica: restrinja seus gastos e perceba que despesas desnecessárias só servem para aquecer o consumo.”

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THATYML Língua Portuguesa Conjunção é a palavra invariável que estabelece relação entre duas orações ou entre dois termos que exercem a mesma função sintática. Classificação • •

Coordenativas – são classificadas de acordo com as relações que estabelecem entre termos ou orações. Subordinativas – ligam orações dependentes, isto é, subordinam uma oração à outra.

Interjeição É a palavra que expressa estados emotivos. Como tem sentido completo, trata-se de uma palavra-frase. Cumprem, basicamente, duas funções: • sintetizar uma frase exclamativa, exprimindo alegria, tristeza, dor, animação, etc. Ex.: Oh! Onde estou? • sintetizar uma frase apelativa. Ex.: Cuidado, Senhor Augusto!

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CRASE É fusão da preposição a com o artigo a ou com o a inicial dos pronomes demonstrativos aquele, aquela, aquilo...etc. Na escrita é indicada por meio do acento grave (`). Para que ela ocorra, é necessário que haja: a) um termo regente que exija a preposição a; b) um termo regido que seja modificado pelo artigo a ou por um dos pronomes demonstrativos de 3ª pessoa mencionados acima. REGRA GERAL A crase ocorrerá sempre que o termo anterior exigir a preposição a e o termo posterior admitir o artigo a ou as. Vou a a praia.= Vou à praia. Dicas: Para se certificar, substitua o termo feminino por um masculino, se a contração ao for necessária, a crase será necessária. Exemplo: Vou à praia./ Vou ao clube. EMPREGO OBRIGATÓRIO DA CRASE Sempre ocorrerá crase: 1) Nos casos em que a regra geral puder ser aplicada. Exemplo: Dirigiu-se à professora. 2) Nas locuções conjuntivas, adverbiais e prepositivas (formadas por a + palavra feminina). Exemplo: À medida que passa tempo a violência aumenta. O povo brasileiro vive à mercê de políticos muitas das vezes corruptos. Gosto muito de sair à noite. 3) Na indicação do número de horas, quando ao trocar o número de horas pela palavra meio-dia, obtivermos a expressão ao meio-dia. Exemplo: Retornou às oito horas em ponto./ (Retornou ao meio-dia em ponto.) 4) Nas expressões à moda de, à maneira de mesmo quando essas estiverem implícitas. Exemplo: Farei para o jantar uma bacalhoada (à moda de Portugal) à portuguesa. Emprego facultativo da crase 1) Diante de pronomes possessivos femininos. Vou a sua casa./ Vou à sua casa. 2) Diante de nomes próprios femininos. Não me referia a Eliana./ Não me referia à Eliana. 3) Depois da preposição até. Foi até a porta./ Foi até à porta. Casos em que nunca ocorre a crase 1) Diante de palavras masculinas. Exemplo: Saiu a cavalo e sofreu uma queda. 2) Diante de verbos. Exemplo: Ele está apto a concorrer ao cargo. 3) Diante de nome de cidade (topônimo) que repudie o artigo. Exemplo: Turistas vão freqüentemente a Tiradentes.

preposição e artigo, existirá crase. Exemplo: Voltei da Espanha./ Fui à Espanha. Voltei de Tiradentes./ Fui a Tiradentes. b) Se o nome da cidade estiver determinado, a crase será obrigatória. Exemplo: Fui à histórica Tiradentes. c) Em expressões formadas por palavras repetidas (uma a uma, frente a frente, etc.) Exemplo: Olhamo-nos cara a cara. 5) Quando o a estiver no singular diante de uma palavra no plural. Exemplo: Como posso resistir a pessoas tão encantadoras? 6) Diante do artigo indefinido uma. Exemplo: Isto me levou a uma decisão drástica. 7) Diante de Nossa Senhora e de nomes de santos. Exemplo: Entregarei a Nossa Senhora da Conceição minha oferenda. 8) Diante da palavra terra, quando esta significar terra firme, tomada em oposição a mar ou ar. Exemplo: Os pilotos já voltaram a terra. 9) Diante da palavra casa (no sentido de lar, moradia) quando esta não estiver determinada por adjunto adnominal. Exemplo: Não voltarei a casa esta semana. Dica: Caso a palavra casa venha determinada por adjunto adnominal, ocorrerá a crase. Exemplo: Não voltarei à casa de meus pais esta semana. 10)Diante de pronomes que não admitem artigo: relativos, indefinidos, pessoais, tratamento e demonstrativos. Exemplo: Dei a ela oportunidade de se redimir./ Solicito a V.Sª. a confirmação do pedido./ Convidei a várias pessoas para a reunião. 11) Diante de numerais cardinais quando estes se referem a substantivos não determinados pelo artigo. Exemplo: Daqui a duas semanas retornarei ao trabalho. CRASE DA PREPOSIÇÃO A COM OS PRONOMES DEMONSTRATIVOS Preposição a + pronomes = à, àquilo, àquele(s), àquela (s) Exemplo: Assistimos àquela peça teatral. Dicas: A crase da preposição a com o pronome demonstrativo a ocorrerá sempre antes do pronome relativo que (à que) ou da preposição de (à de). Exemplo: Esta não é a pessoa à que me referia.

Dicas: a) Descubra se o nome da cidade aceita artigo: use o verbo VOLTAR . Se houver contração de 34

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SINTAXE DA ORAÇÃO E DO PERÍODO Parte da gramática que estuda as palavras enquanto elementos de uma frase, as suas relações de concordância, de subordinação e de ordem; componente do sistema lingüístico que determina as relações formais que interligam os constituintes da sentença, atribuindo-lhe uma estrutura. Em uma análise sintática podemos ter: 1- Frase É a reunião de palavras que expressam uma idéia completa, constitui o elemento fundamental da linguagem, não precisa necessariamente conter verbos. Exemplo:”Hum! Que delícia esse bolo”. 2- Oração É idéia que se organiza em torno de um verbo. Exemplo: “Todos estavam a sua espera para o jantar.” Dica: O verbo pode estar elíptico (não aparece, mas existe) Exemplo: “Ana Carolina faz tanto sucesso quanto (faz) Ivete Sangalo.” 3- Período É o conjunto de orações. Ele pode ser constituído por uma ou mais orações. O período pode ser: • simples - constituído por apenas uma oração. Exemplo: “Machado de Assis é um dos maiores escritores da literatura brasileira”. • composto - constituído por mais de uma oração. Exemplo: “Não podemos esquecer que todos estavam aguardando a vaga”. SUJEITO Elemento da oração a respeito do qual damos alguma informação. Seu núcleo (palavra mais importante) pode ser um substantivo, pronome ou palavra substantivada. Exemplo: “Ana Carolina faz tanto sucesso quanto (faz) Ivete Sangalo”. Sujeito da 1ª oração: Ana Carolina Núcleo do sujeito: Ana Carolina (substantivo) Tipos de sujeito: • Simples • Composto • Oculto, elíptico ou desinencial • Indeterminado • Inexistente ou oração sem sujeito Sujeito Simples Aquele que possui apenas um núcleo. Exemplo: “Autores consagrados ganham as prateleiras dos supermercados.” núcleo: autores

Sujeito Composto Aquele que possui mais de um núcleo. Exemplo: Jogadores e torcedores reclamaram da arbitragem. núcleos: jogadores, torcedores Sujeito oculto, elíptico ou desinencial Aquele que não vem expresso na oração, mas pode ser facilmente identificado pela desinência do verbo. Exemplo: “Onde estou, o que quero da vida?” Apesar do sujeito não estar expresso, pode ser identificado nas duas orações: eu. Sujeito indeterminado Aquele que n��o se quer ou não se pode identificar. Exemplo: Vive-se melhor em Paris do que em Londres. Roubaram o carro. Atenção: O sujeito pode ser indeterminado em duas situações: • verbo na terceira pessoa do plural sem sujeito expresso: Telefonaram por engano para casa de vovó. • verbo na terceira pessoa do singular acompanhado do pronome SE (índice de indeterminação do sujeito): Precisa-se de secretária. Sujeito inexistente ou oração sem sujeito A informação contida no predicado não se refere a sujeito algum. Ocorre oração sem sujeito quando temos um verbo impessoal. O verbo é impessoal quando: • Indica fenômenos da natureza (chover, nevar, amanhecer, etc.). Exemplo: Chovia muito naquela noite do acidente. Choveu muito em São Paulo este mês. • Fazer, ser, estar indicarem tempo cronológico. Exemplo: Faz anos que ela não aparece. Já é uma hora da tarde. Está quente em Minas Gerais. • Haver tiver sentido de existir. Exemplo: Havia soldados por toda parte. Atenção: Os verbos impessoais sempre ficarão na 3ª pessoa do singular (havia, faz...) Termos ligados ao nome Existem alguns termos que se ligam aos nomes. São eles: • Adjunto adnominal • Complemento nominal • Predicativo • Aposto ADJUNTO ADNOMINAL É o termo que se liga a um nome ou palavra substantivada para qualificá-lo ou determiná-lo. É expresso geralmente por um adjetivo, locução adjetiva, artigo, pronome ou numeral. Exemplo: “Neste ano, estimule a inteligência de seus alunos”.

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THATYML Língua Portuguesa ADJUNTO ADVERBIAL Toda palavra (ou expressão) pertencente à classe gramatical dos advérbios tem, na oração, a função sintática de adjunto adverbial. Exemplo: As impressões foram feitas rapidamente. classe gramatical: adv de modo rapidamente função sintática: adj. adv. de modo Os adjuntos adverbiais podem ser classificados em: • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

Afirmação: Estamos realmente felizes. Assunto: Discutiram sobre religião. Causa: As crianças morrem de fome. Companhia: Fui ao teatro com meu irmão. Concessão: Voltamos apesar do escuro. Condição: Não dirija sem minha permissão. Direção: Apontou para todos. Dúvida: Talvez ele me deixe ir. Efeito: Sua atitude redundou em prejuízos. Exclusão: Todos saíram, menos Maria. Finalidade: Saí à caça. Instrumento: Cortou-se com o alicate. Intensidade: Dançou muito. Lugar: Estive na casa de Paulo. Matéria: Bolo se faz com trigo. Meio: Passei a tentar levar o barco pelo leme. Modo: Correu incansavelmente. Negação: Não vá à escola. Oposição: Voltou contra o próprio partido. Ordem: Classificou-se em primeiro lugar. Preço: Comprei tudo por cem reais. Tempo: Você chegou ontem?

COMPLEMENTO NOMINAL É o termo da oração exigido como complementação de alguns nomes (substantivos, adjetivos ou advérbios). Geralmente é regido de preposição. Exemplo: “A criança tinha necessidade de mais leitura”. Os turistas tinham disposição para os passeios. PREDICATIVO É o termo da oração que qualifica, classifica ou expressa um estado do núcleo do sujeito ou do núcleo do objeto. Exemplo: Os torcedores saíram alegres. (predicativo do sujeito) Os torcedores consideraram o jogo fraco. (predicativo do objeto) APOSTO É o termo da oração que resume, explica ou especifica um nome. Exemplo: “Maria Alice, filha de João e Maria, era uma moça muito recatada e bonita.” Dicas: O aposto geralmente vem marcado por algum tipo de pontuação: vírgula, travessão, parênteses ou dois-pontos. Exemplo: Algumas frutas - maçã, pêra e melancia - foram escolhidas para a exposição.

Predicação verbal A - Que é verbo transitivo? É o verbo de sentido incompleto que pede algum objeto, ao qual passa a ação. Há dois tipos: 1) Transitivo direto - pede objeto direto. Os meninos da classe compraram pipocas. 2) Transitivo indireto - pede objeto indireto As meninas gostam de paçoca. Observações: 1. Há verbos transitivos que pedem dois objetos: um direto e outro, indireto. Exemplos: Dar, mostrar, pedir, devolver, entregar, oferecer. O namorado deu a Célia (indireto) um buquê (direto). 2. Pode haver objetos diretos preposicionados. Reflitase para distinguir. Exemplos: Deus ama aos homens. Aos homens é objeto direto porque indica os seres a quem se dirige o sentimento do amor de Deus. B - Que é verbo intransitivo? É intransitivo o verbo que não pede objeto. A ação que ele exprime, não passa necessariamente a outro elemento. Exemplo: A criança dorme. O verbo intransitivo poderá vir acompanhado de adjuntos adverbiais, mas continua sendo intransitivo. Exemplos: A criança dorme bem. (bem: adjunto adverbial de modo) A criança dorme em sua caminha. (em sua caminha: adjunto adverbial de lugar) C - Que é verbo de ligação? São os verbos que servem somente para ligar o sujeito ao seu predicativo. Não apresentam significação. São eles: ser, estar, parecer, permanecer, continuar, tornar-se e ficar. Exemplos: Ficamos emocionados. Permanecerá solteira. Todos estavam tristes com a notícia. PREDICADO É tudo aquilo que se informa sobre o sujeito e é estruturado em torno de um verbo. Ele sempre concorda em número e pessoa com o sujeito. Quando é um caso de oração sem sujeito, o verbo do predicado fica na forma impessoal, 3ª pessoa do singular. O núcleo do predicado pode ser um verbo significativo, um nome ou ambos. Exemplo: “Seu trabalho tem uma ligação muito forte com a psicanálise”. (Revista Nova Escola, 11/00)

Tipos de predicado: • Verbal • Nominal • Verbo-nominal PREDICADO VERBAL Aquele que tem como núcleo (palavra mais importante) um verbo significativo.

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THATYML Língua Portuguesa Exemplo: Ministro anuncia reajuste de impostos. Núcleo: anuncia (verbo significativo) Dica: O verbo significativo pode ser: transitivo direto (VTD), transitivo indireto (VTI), transitivo direto e indireto (VTDI) ou intransitivo (VI). Exemplo: O técnico comprou várias bolas. VTD O técnico gosta de bolas novas. VTI O técnico prefere melhores condições de trabalho a aumento de salário. VTDI O técnico viajou. VI Que é objeto direto? Consiste em fazer ao verbo uma das perguntas: - QUEM? ou O QUÊ? A resposta será objeto direto. Exemplo: João pegou a chave. (Pergunta-se: João pegou o quê? Resposta - a chave. Objeto direto: a chave.) O cão pegou o menino. (Pergunta-se: - O cão pegou quem? Resposta: - o menino. Objeto direto: o menino.) Que é objeto indireto? Acha-se o objeto indireto, fazendo ao verbo, uma das seguintes perguntas: A QUÊ? DE QUÊ? PARA QUÊ? A QUEM? DE QUEM? PARA QUEM? Exemplo: André obedece aos pais. Obedece a quem? aos pais. Este é o objeto indireto, está indiretamente ligado ao verbo, isto é, por meio de uma preposição. PREDICADO NOMINAL Aquele cujo núcleo é um nome (predicativo). Nesse tipo de predicado, o verbo não é significativo e sim de ligação.Serve de elo entre o sujeito e o predicativo. Exemplo: Todos estavam apressados. Núcleo: apressados (predicativo) PREDICADO VERBO-NOMINAL Aquele que possui dois núcleos: um verbo significativo e um predicativo do sujeito ou do objeto. Exemplo: O juiz julgou o réu culpado. Núcleos: julgou - verbo significativo culpado - predicativo do objeto (o réu) VOCATIVO É o único termo isolado dentro da oração, pois não se liga ao verbo nem ao nome. Não faz parte do sujeito nem do predicado. A função do vocativo é chamar ou interpelar o elemento a que se está dirigindo. É marcado por sinal de pontuação e admite anteposição de interjeição de chamamento. Exemplo: Pai, perdoai nossos pecados. Querida, obrigado pela surpresa. PERÍODO COMPOSTO Conjunto de orações constituído por mais de uma oração. Período composto por coordenação No período composto por coordenação, as orações se ligam pelo sentido, mas não existe dependência sintática entre elas.

As orações coordenadas de subdividem em: • Assindéticas- Não são introduzidas por conjunção. Exemplo: Trabalhou, sempre irá trabalhar. • Sindéticas - São introduzidas por conjunção. Esse tipo de oração se subdivide em: 1 - Aditiva: idéia de adição, acréscimo. Principais conjunções usadas: e, nem, (não somente) ... como também. Exemplo: O professor não somente elaborou exercícios como também uma extensa prova. 2 - Adversativa: idéia de contraste, oposição. Principais conjunções usadas: mas, contudo, entretanto, porém... Exemplo: O professor elaborou um exercício simples, mas a prova foi bastante complexa. 3 - Alternativa: idéia de alternativa, exclusão. Principais conjunções usadas: quer...quer, ora...ora, ou...ou. Exemplo: Ou o professor elabora o exercício ou desiste de aplicar a prova. 4 - Conclusiva: idéia de dedução, conclusão. Principais conjunções usadas: portanto, pois, logo... Exemplo: O professor não elaborou a prova, logo não poderá aplicá-la na data planejada. 5 - Explicativa: idéia de explicação, motivo. Principais conjunções usadas: pois, porque. Exemplo: O professor não elaborou a prova, porque ficou doente. Dica: A conjunção pois pode introduzir orações conclusivas ou explicativas.Quando tiver dúvidas, procure substituí-la por outras conjunções. Período composto por subordinação No período subordinado, existem pelo menos uma oração principal e uma subordinada. A oração principal é sempre incompleta, ou seja, alguma função sintática está faltando. As orações subordinadas desempenham a função sintática que falta na principal: objeto direto, indireto, sujeito, predicativo, complemento nominal... Exemplo: O rapaz gostava / de que todos olhassem para ele. Oração principal: O rapaz gostava Oração subordinada: de que todos olhassem para ele. A oração principal está incompleta, falta objeto indireto para o verbo gostar, o oração subordinada desempenha a função de objeto indireto da principal. As orações subordinadas se subdividem em: Substantivas As orações subordinadas substantivas exercem funções específicas do substantivo: sujeito, objeto, predicativo... Dicas: As orações subordinadas substantivas desenvolvidas são introduzidas pelas conjunções integrantes se ou que e possuem verbos conjugados. As orações subordinadas substantivas reduzidas não são introduzidas por conjunções e possuem verbos na formas nominais (particípio, gerúndio ou infinitivo).

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THATYML Língua Portuguesa Exemplo: É possível que eu fracasse. (oração desenvolvida) É possível fracassar. (oração reduzida de infinitivo) As orações subordinadas substantivas podem ser: 1 - Orações subordinadas substantivas objetivas diretas Exercem a função de objeto direto do verbo da oração principal. Exemplo: “O professor observava que os alunos eram muito dedicados. 2 - Orações subordinadas substantivas objetivas indiretas Exercem a função de objeto indireto do verbo da oração principal. Exemplo: A nova máquina necessitava de que os funcionários supervisionassem mais o trabalho. 3 - Orações subordinadas substantivas predicativas Exercem a função de predicativo do sujeito da oração principal. Exemplo: Meu consolo era que o trabalho estava no fim. 4 - Orações subordinadas substantivas subjetivas Exercem a função de sujeito da oração principal. Exemplo: É difícil que ele venha. Dicas: O verbo da oração principal sempre estará na 3ª pessoa do singular quando a oração subordinada for subjetiva. 5 - Orações subordinadas substantivas completivas nominais Exercem a função de complemento nominal da oração principal. Exemplo: Sua falha trágica é a dificuldade de ser maleável em relação à realidade. 6 - Orações subordinadas substantivas apositivas Exercem a função de aposto de algum nome da oração principal. Exemplo: Há nas escolas uma norma: que os alunos são respeitados. Dicas: A oração apositiva sempre estará pontuada, ou entre vírgulas ou depois de dois pontos. Adjetivas Podem ser: 1 - Restritivas Exercem a função de adjunto adnominal da oração principal, restringem o nome ao qual se referem, não são separadas por vírgulas. Exemplo: O trabalho que realizei ontem foi produtivo. 2 - Explicativas Exercem a função de aposto da oração principal, explicam o nome ao qual se referem, são sempre separadas por vírgulas. Exemplo: O computador, que é um meio rápido de comunicação, está conquistando todas as famílias. Dicas: As orações subordinadas adjetivas sempre serão introduzidas por pronomes relativos.

Adverbiais Orações subordinadas adverbiais: 1 - Causais Expressam a causa da conseqüência expressa na oração principal. Principais conjunções: porque, pois, como (= porque), porquanto, já que, uma vez que, visto que etc. Exemplo: Chegou atrasado ao encontro, porque estava em uma reunião. 2 - Consecutivas Expressam a conseqüência, o resultado da causa expressa na oração principal. Principais conjunções: que (precedido de tal, tanto, tão ou tamanho), de modo que, de forma que, de sorte que etc. Exemplo: A reunião atrasou tanto que ele se atrasou para o encontro. 3 - Proporcionais Expressam proporção. Principais conjunções: à medida que, à proporção que, ao passo que, quanto mais... mais, quanto mais... menos etc. Exemplo: À medida que a reunião avançava, ele se atrasava para o encontro. 4 - Temporais Expressam tempo. Principais conjunções: quando, mal, apenas, logo que, assim que, antes que, depois que, até que, desde que, cada vez que, sempre que etc. Exemplo: Logo que ele chegou, arrumou os trabalhos. 5 - Finais Expressam finalidade, objetivo. Principais conjunções: porque (= para que), que (= para que), para que, a fim de que etc. Exemplo: Professores, tenham mais argumentos para pedir aumento salarial. 6 - Condicionais Expressam condição, obstáculo. Principais conjunções: se, caso, contanto que, desde que, salvo se, a menos que, dado que, a não ser que, sem que etc. Exemplo: Se ele partir, o projeto será cancelado. 7 - Comparativas Expressam comparação. Principais conjunções: como, qual, que, do que, que (depois de mais, menos, maior, melhor, pior), bem como, assim como, que nem etc. Exemplo: Sua família é tão importante quanto seu trabalho. 8 - Concessivas Expressam uma concessão. Principais conjunções: embora, conquanto, ainda que, mesmo que, posto que, se bem que, por mais que, apesar de que etc. Exemplo: Mesmo que trabalhe muito, não será recompensada. 9 - Conformativas Expressa um acordo, uma conformidade. Principais conjunções: conforme, como (= conforme), segundo, consoante etc. Exemplo: Segundo havíamos combinado, a viagem será cancelada.

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PONTUAÇÃO Os sinais de pontuação são sinais gráficos empregados na língua escrita para tentar recuperar recursos específicos da língua falada, tais como: entonação, jogo de silêncio, pausas, etc... Divisão e emprego dos sinais de pontuação: 1 - PONTO ( . ) a) indicar o final de uma frase declarativa. Exemplo: Lembro-me muito bem dele. b) separar períodos entre si. Exemplo: Fica comigo. Não vá embora. c) nas abreviaturas Exemplo: Av.; V. Ex.ª 2 - DOIS-PONTOS ( : ) a) iniciar a fala dos personagens: Exemplo: Então o padre respondeu: - Parta agora. b) antes de apostos ou orações apositivas, enumerações ou seqüência de palavras que explicam, resumem idéias anteriores. Exemplo: Meus amigos são poucos: Fátima, Rodrigo e Gilberto. c) antes de citação Exemplo: Como já dizia Vinícius de Morais: “Que o amor não seja eterno posto que é chama, mas que seja infinito enquanto dure.” 3 - RETICÊNCIAS ( ... ) a) indicar dúvidas ou hesitação do falante. Exemplo: Sabe...eu queria te dizer que...esquece. b) interrupção de uma frase deixada gramaticalmente incompleta Exemplo: - Alô! João está? - Agora não se encontra. Quem sabe se ligar mais tarde... c) ao fim de uma frase gramaticalmente completa com a intenção de sugerir prolongamento de idéia. Exemplo: “Sua tez, alva e pura como um foco de algodão, tingia-se nas faces duns longes cor-derosa...” (Cecília- José de Alencar) d) indicar supressão de palavra (s) numa frase transcrita. Exemplo: “Quando penso em você (...) menos a felicidade.” (Canteiros- Raimundo Fagner) 4 - PARÊNTESES (()) a) isolar palavras, frases intercaladas de caráter explicativo e datas. Exemplo: Na 2ª Guerra Mundial (1939-1945), ocorreu inúmeras perdas humanas. “Uma manhã lá no Cajapió (Joca lembrava-se como se fora na véspera), acordara depois duma grande tormenta no fim do verão. “ (O milagre das chuvas no nordeste Graça Aranha) Dica: Os parênteses também podem substituir a vírgula ou o travessão.

5 - PONTO DE EXCLAMAÇÃO ( ! ) a) Após vocativo Exemplo: “Parte, Heliel! “ ( As violetas de Nossa Sra. - Humberto de Campos) b) Após imperativo Exemplo: Cale-se! c) Após interjeição Exemplo: Ufa! Ai! d) Após palavras ou frases que denotem caráter emocional Exemplo: Que pena! 6 - PONTO DE INTERROGAÇÃO ( ? ) a) Em perguntas diretas Exemplo: Como você se chama? b) Às vezes, juntamente com o ponto de exclamação Exemplo: - Quem ganhou na loteria? - Você. - Eu?! 7 - VÍRGULA ( , ) É usada para marcar uma pausa do enunciado com a finalidade de nos indicar que os termos por ela separados, apesar de participarem da mesma frase ou oração, não formam uma unidade sintática. Exemplo: Lúcia, esposa de João, foi a ganhadora única da Sena. Dica: Podemos concluir que, quando há uma relação sintática entre termos da oração, não se pode separá-los por meio de vírgula. Não se separam por vírgula: a) predicado de sujeito; b) objeto de verbo; c) adjunto adnominal de nome; d) complemento nominal de nome; e) predicativo do objeto do objeto; f) oração principal da subordinada substantiva (desde que esta não seja apositiva nem apareça na ordem inversa) A vírgula no interior da oração É utilizada nas seguintes situações: a) separar o vocativo. Exemplo: Maria, traga-me uma xícara de café. A educação, meus amigos, é fundamental para o progresso do país. b) separar alguns apostos. Exemplo: Valdete, minha antiga empregada, esteve aqui ontem. c) separar o adjunto adverbial antecipado ou intercalado. Exemplo: Chegando de viagem, procurarei por você. As pessoas, muitas vezes, são falsas. d) separar elementos de uma enumeração. Exemplo: Precisa-se de pedreiros, serventes, mestre-de-obras. e) isolar expressões de caráter explicativo ou corretivo. Exemplo: Amanhã, ou melhor, depois de amanhã podemos nos encontrar para acertar a viagem.

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THATYML Língua Portuguesa f) separar conjunções intercaladas. Exemplo: Não havia, porém, motivo para tanta raiva. g) separar o complemento pleonástico antecipado. Exemplo: A mim, nada me importa. h) isolar o nome de lugar na indicação de datas. Exemplo: Belo Horizonte, 26 de janeiro de 2001. i) separar termos coordenados assindéticos. Exemplo: “Lua, lua, lua, lua, por um momento meu canto contigo compactua...” (Caetano Veloso) j) marcar a omissão de um termo (normalmente o verbo). Exemplo: Ela prefere ler jornais e eu, revistas. (omissão do verbo preferir) Dica: Termos coordenados ligados pelas conjunções e, ou, nem dispensam o uso da vírgula. Exemplo: Conversaram sobre futebol, religião e política. Não se falavam nem se olhavam./ Ainda não me decidi se viajarei para Bahia ou Ceará. Entretanto, se essas conjunções aparecerem repetidas, com a finalidade de dar ênfase, o uso da vírgula passa a ser obrigatório. Exemplo: Não fui nem ao velório, nem ao enterro, nem à missa de sétimo dia. A vírgula entre orações É utilizada nas seguintes situações: a) separar as orações subordinadas adjetivas explicativas. Exemplo: Meu pai, de quem guardo amargas lembranças, mora no Rio de Janeiro. b) separar as orações coordenadas sindéticas e assindéticas (exceto as iniciadas pela conjunção e ). Exemplo: Acordei, tomei meu banho, comi algo e saí para o trabalho. Estudou muito, mas não foi aprovado no exame. Atenção: Há três casos em que se usa a vírgula antes da conjunção e: 1) quando as orações coordenadas tiverem sujeitos diferentes. Exemplo: Os ricos estão cada vez mais ricos, e os pobres, cada vez mais pobres. 2) quando a conjunção e vier repetida com a finalidade de dar ênfase (polissíndeto). Exemplo: E chora, e ri, e grita, e pula de alegria. 3) quando a conjunção e assumir valores distintos que não seja da adição (adversidade, conseqüência, por exemplo) Exemplo: Coitada! Estudou muito, e ainda assim não foi aprovada. c) separar orações subordinadas adverbiais (desenvolvidas ou reduzidas), principalmente se estiverem antepostas à oração principal. Exemplo: “No momento em que o tigre se lançava, curvou-se ainda mais; e fugindo com o corpo apresentou o gancho.”(O selvagem - José de Alencar) d) separar as orações intercaladas. Exemplo: “-Senhor, disse o velho, tenho grandes contentamentos em a estar plantando...”

Dica: Essas orações poderão ter suas vírgulas substituídas por duplo travessão. Exemplo: “Senhor - disse o velho - tenho grandes contentamentos em a estar plantando...” e) separar as orações substantivas antepostas à principal. Exemplo:Quanto custa viver, realmente não sei O poder da vírgula Na Inglaterra, certa vez, um oficial foi condenado à morte. Seu pedido de perdão recebeu a seguinte sentença do rei: Perdoar impossível, mandar para a forca! Antes de a mensagem ser enviada ao verdugo, passou pelas mãos da generosa rainha, que, compadecida da sorte do oficial, tomou de uma caneta e alterando a posição da vírgula, simplesmente mudou o significado da mensagem: Perdoar, impossível mandar para forca! Na antigüidade, um imperador estava indignado com a população de uma cidade, sem dúvida, por motivos políticos. O governador, então, passa-lhe um telegrama: Devo fazer fogo ou poupar a cidade? A resposta do monarca foi: Fogo, não poupe a cidade! O telegrafista, por questões humanitárias ou porque qualquer outro motivo, trocou a posição da vírgula. E a resposta ficou assim: Fogo não, poupe a cidade! (Autor desconhecido) 8 - PONTO-E-VÍRGULA ( ; ) a) separar os itens de uma lei, de um decreto, de uma petição, de uma seqüência, etc. Exemplo: Art. 127 – São penalidades disciplinares: I - advertência; II - suspensão; III - demissão; IV - cassação de aposentadoria ou disponibilidade; V - destituição de cargo em comissão; VI - destituição de função comissionada. (cap. V das penalidades Direito Administrativo) b) separar orações coordenadas muito extensas ou orações coordenadas nas quais já tenham tido utilizado a vírgula. Exemplo: “O rosto de tez amarelenta e feições inexpressivas, numa quietude apática, era pronunciadamente vultuoso, o que mais se acentuava no fim da vida, quando a bronquite crônica de que sofria desde moço se foi transformando em opressora asma cardíaca; os lábios grossos, o inferior um tanto tenso (...) “ (O visconde de Inhomerim - Visconde de Taunay) 9- TRAVESSÃO ( - ) a) dar início à fala de um personagem Exemplo: O filho perguntou: – Pai, quando começarão as aulas? b) indicar mudança do interlocutor nos diálogos – Doutor, o que tenho é grave? – Não se preocupe, é uma simples infecção. É só tomar um antibiótico e estará bom.

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THATYML Língua Portuguesa c) unir grupos de palavras que indicam itinerário Exemplo: A rodovia Belém-Brasília está em péssimo estado. Dica: Também pode ser usado em substituição à virgula em expressões ou frases explicativas Exemplo: Xuxa – a rainha dos baixinhos – será mãe. 10- ASPAS ( “” ) a) isolar palavras ou expressões que fogem à norma culta, como gírias, estrangeirismos, palavrões, neologismos, arcaísmos e expressões populares. Exemplo: Maria ganhou um apaixonado “ósculo” do seu admirador. A festa na casa de Lúcio estava “chocante”. Conversando com meu superior, dei a ele um “feedback” do serviço a mim requerido. b) indicar uma citação textual Exemplo: “Ia viajar! Viajei. Trinta e quatro vezes, às pressas, bufando, com todo o sangue na face, desfiz e refiz a mala”. (O prazer de viajar - Eça de Queirós) Dica: Se, dentro de um trecho já destacado por aspas, se fizer necessário a utilização de novas aspas, estas serão simples. ( ‘ ) Perceba através do texto abaixo, como se faz importante o uso da pontuação adequada. Um homem rico estava muito mal. Pediu papel e pena. Escreveu assim: Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava ele a fortuna? Eram quatro concorrentes: 1) O sobrinho fez a seguinte pontuação: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.” 2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito: “Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.” 3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.” 4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação: “Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.”

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CONCORDÂNCIA VERBAL E NOMINAL É o mecanismo pelo qual as palavras alteram sua terminação para se adequarem harmonicamente na frase. A concordância pode ser feita de três formas: 1 - Lógica ou gramatical – é a mais comum no português e consiste em adequar o determinante (acompanhante) à forma gramatical do determinado (acompanhado) a que se refere. Exemplo: A maioria dos professores faltou. O verbo (faltou) concordou com o núcleo do sujeito (maioria) Exemplo: Escolheram a hora adequada. O adjetivo (adequada) e o artigo (a) concordaram com o substantivo (hora). 2 - Atrativa – é a adequação do determinante: a) a apenas um dos vários elementos determinados, escolhendo-se aquele que está mais próximo: Escolheram a hora e o local adequado. O adjetivo (adequado) está concordando com o substantivo mais próximo (local) b) a uma parte do termo determinado que não constitui gramaticalmente seu núcleo: A maioria dos professores faltaram. O verbo (faltaram) concordou com o substantivo (professores) que não é o núcleo do sujeito. c) a outro termo da oração que não é o determinado: Tudo são flores. O verbo (são) concorda com o predicativo do sujeito (flores). 3 - Ideológica ou silepse – consiste em adequar o vocábulo determinante ao sentido do vocábulo determinado e não à forma como se apresenta: O povo, extasiado com sua fala, aplaudiram. O verbo (aplaudiram) concorda com a idéia da palavra povo (plural) e não com sua forma (singular). Existem dois tipos de concordância: Ocorre quando o verbo se flexiona para concordar com o seu sujeito. Exemplo: Ele gostava daquele seu jeito carinhoso de ser./ Eles gostavam daquele seu jeito carinhoso de ser. Casos de concordância verbal: 1) SUJEITO SIMPLES Regra geral: o verbo concorda com o núcleo do sujeito em número e pessoa. Exemplo: Nós vamos ao cinema. O verbo (vamos) está na primeira pessoa do plural para concordar com o sujeito (nós). Casos especiais: a) O sujeito é um coletivo-o verbo fica no singular. Exemplo: A multidão gritou pelo rádio.

Atenção: Se o coletivo vier especificado, o verbo pode ficar no singular ou ir para o plural. Exemplo: A multidão de fãs gritou. / A multidão de fãs gritaram. b) Coletivos partitivos (metade, a maior parte, maioria, etc.) – o verbo fica no singular ou vai para o plural. Exemplo: A maioria dos alunos foi à excursão./ A maioria dos alunos foram à excursão. c) O sujeito é um pronome de tratamento – o verbo fica sempre na 3ª pessoa (do singular ou do plural). Exemplo: Vossa Alteza pediu silêncio./ Vossas Altezas pediram silêncio. d) O sujeito é o pronome relativo que – o verbo concorda com o antecedente do pronome. Exemplo: Fui eu que derramei o café./ Fomos nós que derramamos o café. e) O sujeito é o pronome relativo quem – o verbo pode ficar na 3ª pessoa do singular ou concordar com o antecedente do pronome. Exemplo: Fui eu quem derramou o café./ Fui eu quem derramei o café. f) O sujeito é formado pelas expressões – alguns de nós, poucos de vós, quais de ..., quantos de ..., etc.- o verbo poderá concordar com o pronome interrogativo ou indefinido ou com o pronome pessoal (nós ou vós). Exemplo: Quais de vós me punirão?/ Quais de vós me punireis? Dicas: Com os pronomes interrogativos ou indefinidos no singular o verbo concorda com eles em pessoa e número. Ex.: Qual de vós me punirá. g) O sujeito é formado de nomes que só aparecem no plural – se o sujeito não vier precedido de artigo, o verbo ficará no singular. Caso venha antecipado de artigo, o verbo concordará com o artigo. Exemplo: Estados Unidos é uma nação poderosa./ Os Estados Unidos são a maior potência mundial. h) O sujeito é formado pelas expressões mais de um, menos de dois, cerca de..., etc. – o verbo concorda com o numeral. Exemplo: Mais de um aluno não compareceu à aula./ Mais de cinco alunos não compareceram à aula. i) O sujeito é constituído pelas expressões a maioria, a maior parte, grande parte, etc. – o verbo poderá ser usado no singular ( concordância lógica) ou no plural (concordância atrativa). Exemplo: A maioria dos candidatos desistiu./ A maioria dos candidatos desistiram. j) O sujeito tiver por núcleo a palavra gente (sentido coletivo) – o verbo poderá ser usado no singular ou plural se este vier afastado do substantivo. Exemplo: A gente da cidade, temendo a violência da rua, permanece em casa./ A gente da cidade, temendo a violência da rua, permanecem em casa.

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THATYML Língua Portuguesa 2) SUJEITO COMPOSTO Regra geral: o verbo vai para o plural. Exemplo: João e Maria foram passear no bosque. Casos especiais: a) Os núcleos do sujeito são constituídos de pessoas gramaticais diferentes – o verbo ficará no plural seguindo-se a ordem de prioridade: 1ª, 2ª e 3ª pessoa. Exemplo: Eu (1ª pessoa) e ele (3ª pessoa) nos tornaremos (1ª pessoa plural) amigos. O verbo ficou na 1ª pessoa porque esta tem prioridade sob a 3ª. Exemplo: Tu (2ª pessoa) e ele (3ª pessoa) vos tornareis ( 2ª pessoa do plural) amigos. O verbo ficou na 2ª pessoa porque esta tem prioridade sob a 3ª. Atenção: No caso acima, também é comum a concordância do verbo com a terceira pessoa. Exemplo: Tu e ele se tornarão amigos. (3ª pessoa do plural) Se o sujeito estiver posposto, permite-se também a concordância por atração com o núcleo mais próximo do verbo. Exemplo: Irei eu e minhas amigas. b) Os núcleos do sujeito estão coordenados assindeticamente ou ligados por e – o verbo concordará com os dois núcleos. Exemplo: A jovem e a sua amiga seguiram a pé. Atenção: Se o sujeito estiver posposto, permitese a concordância por atração com o núcleo mais próximo do verbo. Exemplo: Seguiria a pé a jovem e a sua amiga. c) Os núcleos do sujeito são sinônimos (ou quase) e estão no singular – o verbo poderá ficar no plural (concordância lógica) ou no singular (concordância atrativa). Exemplo: A angústia e ansiedade não o ajudavam a se concentrar./ A angústia e ansiedade não o ajudava a se concentrar. d) Quando há gradação entre os núcleos – o verbo pode concordar com todos os núcleos (lógica) ou apenas com o núcleo mais próximo. Exemplo: Uma palavra, um gesto, um olhar bastavam./ Uma palavra, um gesto, um olhar bastava. e) Quando os sujeitos forem resumidos por nada, tudo, ninguém... – o verbo concorda com o aposto resumidor. Exemplo: Os pedidos, as súplicas, o desespero, nada o comoveu. f) Quando o sujeito for constituído pelas expressões um e outro, nem um nem outro... – o verbo poderá ficar no singular ou no plural. Exemplo: Um e outro j�� veio./ Um e outro já vieram. g) Quando os núcleos do sujeito estiverem ligados por ou – o verbo irá para o singular quando a idéia for de exclusão e plural quando for de inclusão. Exemplo: Pedro ou Antônio ganhará o amor de Maria. (exclusão)

A poluição sonora ou a poluição do ar são nocivas ao homem. (adição, inclusão) h) Quando os sujeitos estiverem ligados pelas séries correlativas (tanto...como/ assim...como/ não só...mas também, etc.) – o mais comum é o verbo ir para o plural, embora o singular seja aceitável se os núcleos estiverem no singular. Exemplo: Tanto Erundina quanto Collor perderam as eleições municipais em São Paulo./ Tanto Erundina quanto Collor perdeu as eleições municipais em São Paulo. Outros casos: 1) Partícula SE: a) Partícula apassivadora: o verbo (transitivo direto) concordará com o sujeito passivo. Exemplo: Vende-se carro./ Vendem-se carros. b) Índice de indeterminação do sujeito: o verbo (transitivo indireto) ficará obrigatoriamente no singular. Exemplo: Precisa-se de secretárias. Confia-se em pessoas honestas. 2) Verbos impessoais São aqueles que não possuem sujeito, ficarão sempre na 3ª pessoa do singular. Exemplo: Havia sérios problemas na cidade. Fazia quinze anos que ele havia parado de estudar. Deve haver sérios problemas na cidade. Vai fazer quinze anos que ele parou de estudar. Dicas: Os verbos auxiliares (deve, vai) acompanham os verbos principais. O verbo existir não é impessoal. Veja: Existem sérios problemas na cidade. Devem existir sérios problemas na cidade 3) Verbos dar, bater e soar Quando usados na indicação de horas, têm sujeito (relógio, hora, horas, badaladas...) e com ele devem concordar. Exemplo: O relógio deu duas horas. Deram duas horas no relógio da estação. Deu uma hora no relógio da estação. O sino da igreja bateu cinco badaladas. Bateram cinco badaladas no sino da igreja. Soaram dez badaladas no relógio da escola. 4) Sujeito oracional Quando o sujeito é uma oração subordinada, o verbo da oração principal fica na 3ª pessoa do singular. Exemplo: Ainda falta/ dar os últimos retoques na pintura. 5) Concordância com o infinitivo a) Infinitivo pessoal e sujeito expresso na oração: • Não se flexiona o infinitivo se o sujeito for representado por pronome pessoal oblíquo átono. Exemplo: Esperei-as chegar. • É facultativa a flexão do infinitivo se o sujeito não for representado por pronome átono e se o verbo da oração determinada pelo infinitivo for causativo

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(mandar, deixar, fazer) ou sensitivo (ver, ouvir, sentir e sinônimos). Exemplo: Mandei sair os alunos./Mandei saírem os alunos. Flexiona-se obrigatoriamente o infinitivo se o sujeito for diferente de pronome átono e determinante de verbo não causativo nem sensitivo. Exemplo: Esperei saírem todos.

b) Infinitivo pessoal e sujeito oculto • Não se flexiona o infinitivo precedido de preposição com valor de gerúndio. Exemplo: Passamos horas a comentar o filme. (comentando) • É facultativa a flexão do infinitivo quando seu sujeito for idêntico ao da oração principal. Exemplo: Antes de (tu)responder, (tu) lerás o texto./ Antes de (tu)responderes, (tu) lerás o texto. • É facultativa a flexão do infinitivo que tem seu sujeito diferente do sujeito da oração principal e está indicado por algum termo do contexto. Exemplo: Ele nos deu o direito de contestar./Ele nos deu o direito de contestarmos. • É obrigatória a flexão do infinitivo que tem seu sujeito diferente do sujeito da oração principal e não está indicado por nenhum termo no contexto. Exemplo: Não sei como saiu sem notarem o fato. c) Quando o infinitivo pessoal está em uma locução verbal • Não se flexiona o infinitivo sendo este o verbo principal da locução verbal quando devida à ordem dos termos da oração sua ligação com o verbo auxiliar for nítida. Exemplo: Acabamos de fazer os exercícios. • É facultativa a flexão do infinitivo sendo este o verbo principal da locução verbal, quando o verbo auxiliar estiver afastado ou oculto. Exemplo: Não devemos, depois de tantas provas de honestidade, duvidar e reclamar dela./ • Não devemos, depois de tantas provas de honestidade, duvidarmos e reclamarmos dela. 6) Concordância com o verbo ser: a) Quando, em predicados nominais, o sujeito for representado por um dos pronomes TUDO, NADA, ISTO, ISSO, AQUILO: o verbo ser ou parecer concordarão com o predicativo. Exemplo: Tudo são flores./Aquilo parecem ilusões. Dicas: Poderá ser feita a concordância com o sujeito quando se quer enfatizá-lo. Exemplo: Aquilo é sonhos vãos. b) O verbo ser concordará com o predicativo quando o sujeito for os pronomes interrogativos QUE ou QUEM. Exemplo: Que são gametas?/ Quem foram os escolhidos? c) Em indicações de horas, datas, tempo, distância: a concordância será com a expressão numérica Exemplo: São nove horas./ É uma hora.

Dicas: Em indicações de datas, são aceitas as duas concordâncias pois se subentende a palavra dia. Exemplo: Hoje são 24 de outubro./ Hoje é (dia) 24 de outubro. d) Quando o sujeito ou predicativo da oração for pronome pessoal, a concordância se dará com o pronome. Exemplo: Aqui o presidente sou eu. Dicas: Se os dois termos (sujeito e predicativo) forem pronomes, a concordância será com o que aparece primeiro, considerando o sujeito da oração. Exemplo: Eu não sou tu e) Se o sujeito for pessoa, a concordância nunca se fará com o predicativo. Exemplo: O menino era as esperanças da família. f) Nas locuções é pouco, é muito, é mais de, é menos de junto a especificações de preço, peso, quantidade, distância e etc, o verbo fica sempre no singular. Exemplo: Cento e cinqüenta é pouco./ Cem metros é muito. g) Nas expressões do tipo ser preciso, ser necessário, ser bom o verbo e o adjetivo podem ficar invariáveis, (verbo na 3ª pessoa do singular e adjetivo no masculino singular) ou concordar com o sujeito posposto. Exemplo: É necessário aqueles materiais./ São necessários aqueles materiais. h) Na expressão é que, usada como expletivo, se o sujeito da oração não aparecer entre o verbo ser e o que, ficará invariável.Se aparecer, o verbo concordará com o sujeito. Exemplo: Eles é que sempre chegam atrasados./ São eles que sempre chegam atrasados. Concordância nominal Regra geral: o artigo, o numeral, o adjetivo e o pronome adjetivo concordam com o substantivo a que se referem em gênero e número. Exemplo: Dois pequenos goles de vinho e um calçado certo deixam qualquer mulher irresistivelmente alta. Concordâncias especiais: Ocorrem quando algumas palavras variam sua classe gramatical, ora se comportando como um adjetivo (variável) ora como um advérbio (invariável). Mais de um vocábulo determinado 1. Pode ser feita a concordância gramatical ou a atrativa. Exemplo: Comprei um sapato e um vestido pretos. (gramatical, o adjetivo concorda com os dois substantivos) Comprei um sapato e um vestido preto. (atrativa, apesar do adjetivo se referir aos dois substantivos ele concordará apenas com o núcleo mais próximo)

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THATYML Língua Portuguesa Um só vocábulo determinado 1 - Um substantivo acompanhado (determinado) por mais de um adjetivo: os adjetivos concordam com o substantivo Exemplo: Seus lábios eram doces e macios. 2 - Bastante, bastantes Quando adjetivo, será variável e quando advérbio, será invariável Exemplo: Há bastantes motivos para sua ausência. (bastantes será adjetivo de motivos) Os alunos falam bastante. (bastante será advérbio de intensidade referindo-se ao verbo) 3 - Anexo, incluso, obrigado, mesmo, próprio São adjetivos que devem concordar com o substantivo a que se referem. Exemplo: A fotografia vai anexa ao curriculum. Os documentos irão anexos ao relatório. Dica: Quando precedido da preposição em, fica invariável. Exemplo: A fotografia vai em anexo. Envio-lhes, inclusas, as certidões./ Incluso segue o documento. A professora disse: muito obrigada./ O professor disse: muito obrigado. Ele mesmo fará o trabalho./ Ela mesma fará o trabalho.

O aluno ficou alerta./ Os alunos ficaram alerta. Era um pseudomédico./ Era uma pseudomédica. 7 - Só, sós Quando adjetivos, serão variáveis, quando advérbios serão invariáveis. Exemplo: A criança ficou só./ As crianças ficaram sós. (adjetivo) Depois da briga, só restaram copos e garrafas quebrados. (advérbio) Dicas: Alocução adverbial a sós é invariável. Exemplo: Preciso falar a sós com ele. 8 - Concordância dos particípios Os particípios concordarão com o substantivo a que se referem. Exemplo: Os livros foram comprados a prazo./ As mercadorias foram compradas a prazo. Dicas: Se o particípio pertencer a um tempo composto será invariável. Exemplo: O juiz tinha iniciado o jogo de vôlei./ A juíza tinha iniciado o jogo de vôlei.

Dica: Mesmo pode ser advérbio quando significa realmente, de fato. Será portanto invariável. Exemplo: Maria viajará mesmo para os EUA. Ele próprio fará o pedido ao diretor./ Ela própria fará o pedido ao diretor. 4 - Muito, pouco, caro, barato, longe, meio, sério, alto São palavras que variam seu comportamento funcionando ora como advérbios (sendo assim invariáveis) ora como adjetivos (variáveis). Exemplo: Os homens eram altos./ Os homens falavam alto. Poucas pessoas acreditavam nele./ Eu ganho pouco pelo meu trabalho. Os sapatos custam caro./ Os sapatos estão caros. A água é barata./ A água custa barato. Viajaram por longes terras./ Eles vivem longe. Eles são homens sérios./ Eles falavam sério. Muitos homens morreram na guerra./ João fala muito. Ele não usa meias palavras./ Estou meio gorda. 5 - É bom, é necessário, é proibido Só variam se o sujeito vier precedido de artigo ou outro determinante. Exemplo: É proibido entrada de estranhos./ É proibida a entrada de estranhos. É necessário chegar cedo./ É necessária sua chegada. 6 - Menos, alerta, pseudo São sempre invariáveis. Exemplo: Havia menos professores na reunião./ Havia menos professoras na reunião.

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REGÊNCIA VERBAL E NOMINAL Regência verbal É a parte da Gramática Normativa que estuda a relação entre dois termos, verificando se um termo serve de complemento a outro. A palavra ou oração que governa ou rege as outras se chama regente ou subordinante; os termos ou oração que dela dependem são os regidos ou subordinados. Exemplo: Aspiro o perfume da flor. (cheirar)/ Aspiro a uma vida melhor. (desejar) 1 - Chegar/ ir – deve ser introduzido pela preposição a e não pela preposição em. Exemplo: Vou ao dentista./ Cheguei a Belo Horizonte. 2 - Morar/ residir – normalmente vêm introduzidos pela preposição em. Exemplo: Ele mora em São Paulo./ Maria reside em Santa Catarina. 3 - Namorar – não se usa com preposição. Exemplo: Joana namora Antônio. 4 - Obedecer/desobedecer – exigem a preposição a. Exemplo: As crianças obedecem aos pais./ O aluno desobedeceu ao professor. 5 - Simpatizar/ antipatizar – exigem a preposição com. Exemplo: Simpatizo com Lúcio./ Antipatizo com meu professor de História. Dicas: Estes verbos não são pronominais, portanto, são considerados construções erradas quando aparecem acompanhados de pronome oblíquo: Simpatizo-me com Lúcio./ Antipatizo-me com meu professor de História. 6 - Preferir – este verbo exige dois complementos sendo que um usa-se sem preposição e o outro com a preposição a. Exemplo: Prefiro dançar a fazer ginástica. Dicas: Segundo a linguagem formal, é errado usar este verbo reforçado pelas expressões ou palavras: antes, mais, muito mais, mil vezes mais, etc. Ex.: Prefiro mil vezes dançar a fazer ginástica.

Verbos que apresentam mais de uma regência 1 - Aspirar a) no sentido de cheirar, sorver: usa-se sem preposição. Exemplo: Aspirou o ar puro da manhã. b) no sentido de almejar, pretender: exige a preposição a. Exemplo: Esta era a vida a que aspirava. 2 - Assistir a) no sentido de prestar assistência, ajudar, socorrer: usa-se sem preposição. Exemplo: O técnico assistia os jogadores novatos. b) no sentido de ver, presenciar: exige a preposição a. Exemplo: Não assistimos ao show. c) no sentido de caber, pertencer: exige a preposição a. Exemplo: Assiste ao homem tal direito.

d) no sentido de morar, residir: é intransitivo e exige a preposição em. Exemplo: Assistiu em Maceió por muito tempo. 3 - Esquecer/lembrar a) Quando não forem pronominais: são usados sem preposição. Exemplo: Esqueci o nome dela. b) Quando forem pronominais: são regidos pela preposição de. Exemplo: Lembrei-me do nome de todos. 4 - Visar a) no sentido de mirar: usa-se sem preposição. Exemplo: Disparou o tiro visando o alvo. b) no sentido de dar visto: usa-se sem preposição. Exemplo: Visaram os documentos. c) no sentido de ter em vista, objetivar: é regido pela preposição a. Exemplo: Viso a uma situação melhor. 5 - Querer a) no sentido de desejar: usa-se sem preposição. Exemplo: Quero viajar hoje. b) no sentido de estimar, ter afeto: usa-se com a preposição a. Exemplo: Quero muito aos meus amigos. 6 - Proceder a) no sentido de ter fundamento: usa-se sem preposição. Exemplo: Suas queixas não procedem. b) no sentido de originar-se, vir de algum lugar: exige a preposição de. Exemplo: Muitos males da humanidade procedem da falta de respeito ao próximo. c) no sentido de dar início, executar: usa-se a preposição a. Exemplo: Os detetives procederam a uma investigação criteriosa. 7 - Pagar/ perdoar a) se tem por complemento palavra que denote coisa: não exigem preposição. Exemplo: Ela pagou a conta do restaurante. b) se tem por complemento palavra que denote pessoa: são regidos pela preposição a. Exemplo: Perdoou a todos. 8 - Informar No sentido de comunicar, avisar, dar informação: admite duas construções: 1) objeto direto de pessoa e indireto de coisa (regido pelas preposições de ou sobre). Exemplo: Informou todos do ocorrido. 2) objeto indireto de pessoa (regido pela preposição a) e direto de coisa. Exemplo: Informou a todos o ocorrido. 9 - Implicar a) no sentido de causar, acarretar: usa-se sem preposição. Exemplo: Esta decisão implicará sérias conseqüências. b) no sentido de envolver, comprometer: usa-se com dois complementos, um direto e um indireto com a preposição em.

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THATYML Língua Portuguesa Exemplo: Implicou o negociante no crime. c) no sentido de antipatizar: é regido pela preposição com. Exemplo: Implica com ela todo o tempo. 10 - Custar a) no sentido de ser custoso, ser difícil: é regido pela preposição a. Exemplo: Custou ao aluno entender o problema.

b) no sentido de acarretar, exigir, obter por meio de: usa-se sem preposição. Exemplo: O carro custou-me todas as economias. c) no sentido de ter valor de, ter o preço: usa-se sem preposição. Exemplo: Imóveis custam caro.

Regência nominal Alguns nomes também exigem complementos preposicionados. Conheça alguns:

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SIGNIFICAÇÃO DAS PALAVRAS Ramo da lingüística que se ocupa do estudo da significação como parte dos sistemas das línguas naturais; num sistema lingüístico, o componente do sentido das palavras e da interpretação das sentenças e dos enunciados. (Dicionário Houaiss)

Da felicidade Que você me deu. Índia, a sua imagem, Sempre comigo vai; Dentro do meu coração, flor do meu Paraguai!

Vocabulário Uma das estratégias importantes para compreender bem um texto está ligada ao conhecimento e reconhecimento do vocabulário. Sem conhecer o significado das palavras, fica difícil entender o que está sendo dito. Todo leitor deve preocupar-se em melhorar constantemente sua capacidade de identificar palavras-chaves e palavras-incidentais. As palavras-chaves podem impedir a compreensão do sentido geral do texto, comprometendo a interpretação. Já as palavras-incidentais s��o as de complementação periférica do texto, tornam a percepção mais aguda e profunda, mas não chegam a comprometer o resultado geral da leitura. Nos dois casos, é necessário atentar para as pistas contextuais.

(J. A. Flores, M. O. Guerrero e J. Fortuna. Sucessos inesquecíveis de Cascatinha e Inhana. Phonodisc, 1987.)

Paráfrase É a reescritura de um texto sem alteração de sentido. É uma reafirmação em palavras diferentes da idéia central de uma passagem. Na paráfrase, recontamos o texto com as próprias palavras. Em geral, a paráfrase se aproxima do original em extensão. O autor da paráfrase deve demonstrar que entendeu claramente a idéia do texto. Além disso, são exigências de uma boa paráfrase: • Utilizar a mesma ordem de idéias que aparece no texto original. • Não omitir nenhuma informação essencial. • Não fazer qualquer comentário acerca do que se diz no texto original. · Utilizar construções que não sejam uma simples repetição daquelas que estão no original e, sempre que possível, um vocabulário também diferente. Exemplo: TEXTO I Índia Índia, seus cabelos nos ombros caídos, Negros como a noite que não tem luar; Seus lábios de rosa para mim sorrindo E a doce meiguice desse seu olhar Índia da pele morena, Sua boca pequena Eu quero beijar. Índia, sangue tupi, Tem o cheiro da flor Vem, que eu quero lhe dar Todo meu grande amor. Quando eu for embora para bem distante, E chegar a hora de dizer-lhe adeus, Fica nos meus braços só mais um instante, Deixa os meus lábios se unirem aos seus. Índia, levarei saudade

TEXTO II Além, muito além daquela serra, que ainda azula no horizonte, nasceu Iracema. Iracema, a virgem dos lábios de mel, que tinha os cabelos mais negros que a asa da graúna, e mais longos que seu talhe de palmeira. O favo da jati não era doce como seu sorriso; nem a baunilha recendia no bosque como seu hálito perfumado. Mais rápida que a ema selvagem, a morena virgem corria o sertão e as matas do Ipu, onde campeava sua guerreira tribo, da grande nação tabajara. O pé grácil e nu, mal roçando, alisava apenas a verde pelúcia que vestia a terra com as primeiras águas. Um dia, ao pino do sol, ela repousava em um claro da floresta. [...] Rumor suspeito quebra a harmonia da sesta. Ergue a virgem os olhos, que o sol não deslumbra; sua vista perturba-se. Diante dela e todo a contemplá-la, está um guerreiro estranho, se é guerreiro e não algum mau espírito da floresta. Tem nas faces o branco das areias que bordam o mar; nos olhos o azul triste das águas profundas. Ignotas armas e tecidos ignotos cobrem-lhe o corpo. (Alencar. J. Iracema. São Paulo: Moderna, 1984. p. 11-2.)

O texto 1 (Índia) é uma paráfrase do texto 2, de José de Alencar, produzido anteriormente àquele (no século XIX), uma vez que repete a história de amor de uma índia meiga, bela e pura, comparando suas características físicas aos elementos da natureza. A diferença está na linguagem empregada — menos elaborada, na canção — e no foco narrativo (1ª e 3ª pessoas, respectivamente). Mantém-se, além da veneração pela mulher indígena, o amor poético daquele que vem de fora e lhe rouba o coração, partindo em seguida. http://www.portrasdasletras.com.br

Alguns recursos utilizados na paráfrase ⇒ Substituição de locuções por palavras e vice-versa Exemplo: Os animais não entendem o comportamento do homem. Os animais não entendem o comportamento humano. ⇒ Substituição de discurso Exemplo: Os alunos disseram ao professor: - Seja bem vindo! (discurso direto) Os alunos disseram ao professor que fosse bem vindo. (discurso indireto)

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THATYML Língua Portuguesa ⇒ Substituição de termo verbal por termo nominal, e vice-versa Exemplo: É preciso que você volte. É preciso a sua volta. ⇒ Emprego de sinônimos Exemplo: Todos confiavam no professor. Todos confiavam no educador. ⇒ Utilização de termos anafóricos Exemplo: O Brasil e os EUA sofrem muito com a imigração. Este mais do que aquele. ⇒ Mudança de voz verbal Exemplo: O presidente resolveu o problema econômico do Brasil. O problema econômico do Brasil foi resolvido pelo presidente. ⇒ Mudança de ordem dos termos do período Exemplo: Ela estudava muito ontem. Ontem ela estudava muito. ⇒ Troca de palavras por expressões perifrásicas e viceversa Exemplo: Estive no zoológico e vi o rei dos animais. Rei dos animais = leão

A seguir, veremos situações importantes sobre a significação de palavras e expressões, que podem influenciar, direta ou indiretamente, na interpretação de um texto. As palavras podem associar-se de várias maneiras. I) Associação de significados Palavras que se relacionam pelo mesmo sentido, aproximam seu sentido numa dada situação. Exemplos: ⇒ perna, braço, cabeça, nariz – membros do corpo; ⇒ Azul, verde, amarelo, preto, branco – cores; ⇒ Martelo, prego, alicate, enxada – ferramentas; ⇒ Batata, cebola, abóbora, aipim – vegetais. II) Mesmo significado (Polissemia) É a capacidade que as palavras têm de assumir significados variados de acordo com o contexto. Exemplos: Ela anda muito. Maria anda doente. Aquele senhor só anda de avião. Meu relógio não anda mais. III) Sinônimos São aqueles em que duas ou mais palavras têm o mesmo significado em determinado contexto. Exemplos: ⇒ casa, moradia, lar, abrigo ⇒ residência, sobrado, apartamento, cabana Todas essas palavras representam a mesma idéia: lugar onde se mora. Logo, trata-se de uma família de idéias.

⇒ ⇒ ⇒ ⇒

Observe outros exemplos: revista, jornal, biblioteca, livro casaco, paletó, roupa, blusa, camisa, jaqueta serra, rio, montanha, lago, ilha, riacho, planalto telefonista, motorista, costureira, escriturário, professor O seu lar é muito bonito. A sua moradia está muito bem localizada.

IV) Antônimos É o emprego de palavras de sentidos contrários, opostos. Exemplos: ⇒ É um rapaz corajoso. ⇒ É um rapaz medroso. VI) Homônimos São quando duas ou mais palavras possuem a mesma escrita, ou a mesma pronúncia, ou a mesma escrita e mesma pronúncia ao mesmo tempo. As homônimas podem ser: Homógrafas heterofônicas (ou homógrafas) - são as palavras iguais na escrita e diferentes na pronúncia. Exemplos: ⇒ gosto (substantivo) - gosto (1ª pess.sing. pres. ind. - verbo gostar) ⇒ conserto (substantivo) - conserto (1ª pess.sing. pres. ind. - verbo consertar) •

Homófonas heterográficas (ou homófonas) - são as palavras iguais na pronúncia e diferentes na escrita. Exemplos: ⇒ cela (substantivo) - sela (verbo) ⇒ cessão (substantivo) - sessão (substantivo) ⇒ cerrar (verbo) - serrar (verbo) •

Homófonas homográficas (ou homônimos perfeitos) - são as palavras iguais na pronúncia e na escrita. Exemplos: ⇒ cura (verbo) - cura (substantivo) ⇒ verão (verbo) - verão (substantivo) ⇒ cedo (verbo) - cedo (advérbio) Palavras homógrafas: mesma grafia, mas com significações diferentes. A relação abaixo mostra palavras escritas de forma idêntica, mas possuem a sílaba tônica em posição diferente (proparoxítonas e paroxítonas): crédito (substantivo)- credito (verbo) crítica (substantivo) - critica (verbo) cópia (substantivo) - copia (verbo) filósofo (substantivo) - filosofo (verbo) VII)Parônimos É a relação que se estabelece entre duas ou mais palavras que possuem significados diferentes, mas são muito parecidas na pronúncia e na escrita.

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THATYML Língua Portuguesa Exemplos: ⇒ descrição (ato de descrever), discrição (ser discreto); ⇒ docente (professor), discente (aluno). Algumas palavras homônimas e parônimas mais usadas:

Polissemia É a propriedade que uma mesma palavra tem de apresentar vários significados. Exemplos: ⇒ Ele ocupa um alto posto na empresa. ⇒ Abasteci meu carro no posto da esquina. ⇒ Os convites eram de graça. ⇒ Os fiéis agradecem a graça recebida.

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REDAÇÃO OFICIAL Correspondência Correspondência é qualquer forma de comunicação escrita entre duas pessoas ou entidades. Isso inclui um simples bilhete informal, despreocupado e íntimo, até o ofício com suas formalidades e seu tom grave. São inúmeros os tipos de correspondência, mas podemos citar três como os mais importantes: oficial, comercial e particular. Nos concursos públicos, temos questões referentes à correspondência oficial. Por isso trataremos dela nesta apostila. Correspondência Oficial

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requisição termo O que é o Manual de Redação da Presidência da República

Em 1991, criou-se uma comissão para simplificar, uniformizar e atualizar as normas da redação dos atos e comunicações oficiais, pois eram utilizados os mesmos critérios desde de 1937. A obra, denominada Manual de Redação da Presidência da República, dividiu-se em duas partes: a primeira trata das comunicações oficiais, a segunda cuida dos atos normativos no âmbito Executivo. Os responsáveis pelas duas partes foram, respectivamente, o diplomata Nestor Forster Jr. e o, então, Ministro Gilmar Mendes.

Muito freqüente entre órgãos públicos e entre pessoas ou empresas e órgãos públicos, a correspondência oficial tem um aspecto para o qual poucos atentam: ela inclui textos que têm caráter documental e jurídico mesmo que tramitem apenas entre pessoas. É o caso da declaração, da ata, do atestado, do parecer etc.

Em 2002, uma revisão adequou o manual aos avanços da informática.

Existem as mais variadas divisões sobre os tipos de correspondência oficial, que podem ser vistas em vários livros que tratam do assunto. A divisão mais didática e completa foi dada pelo Prof. Cauby de Souza em Normas sobre Correspondência, Comunicação e Atos Oficiais (MEC-1972):

Caso o leitor se interesse pelo texto na íntegra, deve acessar o site www.presidenciadarepublica.gov.br.

• abaixo-assinado • acórdão • alvará • ato • auto • boletim • certificado • citação • comunicação: apostila, ata, aviso, certidão, circular, contrato, convênio, curriculum-vitae, declaração, decreto, edital, ementa, exposição de motivos, informação, instrução, lei, memorando, mensagem, ofício, ordem de serviço ou instrução, parecer, petição, portaria, regulamento, relatório, requerimento, resolução, telegrama, telex, voto. • consulta • convenção • decisão • diploma • ementa • estatuto • fórmula • guia • indicação • manifesto • memorial • moção • norma • notificação • procuração • proposição • protocolo • provisão • recomendação • registro

Esta apostila é uma síntese dos fatos mais importantes desse manual. É nessa obra revista que se baseiam os comentários aqui feitos.

Redação Oficial Impessoalidade, uso de padrão culto da linguagem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade, essas são as características de toda redação oficial. Elas estão no Artigo 37 da Constituição “A administração pública direta, indireta, ou fundacional, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência (...)”. É inconcebível que uma comunicação oficial não possa ser entendida por qualquer cidadão, assim sendo a publicidade citada na Constituição implica necessariamente clareza e concisão. Outro aspecto importante é a interpretação do texto oficial. Ela deve ser sempre impessoal e uniforme, para que possa ser única; isso pressupõe o uso de certo nível de linguagem: o padrão culto. A uniformidade da redação oficial é imprescindível, pois há sempre um único emissor (o Serviço Público) e dois possíveis receptores (o próprio Serviço Público ou os cidadãos). Isso não quer dizer que a redação oficial deva ser árida e infensa à evolução da língua. A sua finalidade básica – comunicar com impessoalidade e máxima clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira diversa daquele da literatura, do texto jornalístico, da correspondência particular etc. Características da Redação Oficial Impessoalidade A comunicação se efetiva pela presença de três pessoas:

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THATYML Língua Portuguesa a) alguém que comunique – emissor; b) algo a ser comunicado – mensagem; c) alguém que receba essa comunicação – receptor. Na redação oficial, o emissor é sempre o Serviço Público (este ou aquele Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão, Serviço, Seção). A mensagem é sempre algum assunto relativo às atribuições do órgão que comunica. O receptor dessa comunicação ou é o público, o conjunto dos cidadãos, ou outro órgão público, do Executivo, do Legislativo ou do Judiciário. A impessoalidade que deve ser característica da redação oficial decorre: a) da ausência de impressões individuais de quem comunica: obtém-se, assim, uma desejável padronização, que permite que comunicações elaboradas em diferentes setores da Administração guardem entre si certa uniformidade; b) da impessoalidade de quem recebe a comunicação: ela pode ser dirigida a um cidadão, sempre concebido como público, ou a outro órgão público – em um e outro casos temos um destinatário concebido de forma homogênea e impessoal; c) do caráter impessoal do próprio assunto tratado: o tema das comunicações oficiais se restringe a questões que dizem respeito ao interesse público. Na redação oficial não há lugar para impressões pessoais, ela deve ser isenta da interferência da individualidade de quem a elabora. Linguagem das Comunicações Oficiais Deve empregar linguagem padrão nos expedientes oficiais, cuja finalidade primeira é a de informar com clareza e objetividade. Os atos oficiais ou estabelecem regras para a conduta dos cidadãos ou regulam o funcionamento dos órgãos públicos, o que só é alcançado se em sua elaboração for empregada a linguagem adequada. As gírias, os regionalismos vocabulares, os jargões técnicos, ou qualquer outro tipo de linguagem de um grupo específico são proibidos, pois as comunicações que partem dos órgãos públicos devem ser compreendidas por todo e qualquer cidadão brasileiro. Não há dúvida de que qualquer texto que apresente tais linguagens terá sua compreensão dificultada. A língua escrita compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Não podemos nos esquecer de que o texto oficial deve ser claro e objetivo e por seu caráter impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de clareza e concisão, ele requer o uso do padrão culto da língua. O padrão culto é aquele em que: a) se observam as regras da gramática formal; b) se emprega um vocabulário comum ao conjunto dos usuários do idioma.

Ressalte-se ainda que o jargão burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá sempre sua compreensão limitada. Formalidade e Padronização As comunicações oficiais devem ser sempre formais: são necessárias certas formalidades de tratamento. Isso diz respeito: a) ao correto emprego do pronome de tratamento para uma autoridade de certo nível; b) à polidez; c) à civilidade no próprio enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação. A formalidade de tratamento vincula-se à idéia de a administração federal ser una, portanto as comunicações devem seguir um determinado padrão. A clareza datilográfica, o uso de papéis uniformes para o texto definitivo e a correta diagramação do texto são indispensáveis para a padronização. Concisão e Clareza Uma das qualidades de um texto é a concisão. Conciso é o texto que consegue transmitir um máximo de informações com um mínimo de palavras. Existe um princípio de economia lingüística, e a concisão atende a esse princípio. Não se deve de forma alguma entendê-la como economia de pensamento. Trata-se exclusivamente de cortar palavras inúteis, redundâncias, passagens que nada acrescentem ao que já foi dito. A clareza deve ser a qualidade básica de todo texto oficial. Pode-se definir como claro aquele texto que possibilita imediata compreensão pelo leitor. Ela depende estritamente das demais características da redação oficial. Para que haja clareza é necessário: a) b) c) d)

a impessoalidade; o uso do padrão culto de linguagem; a formalidade e a padronização; a concisão. As Comunicações Oficiais

Além de seguir os preceitos de impessoalidade, formalidade, padronização, clareza, concisão e uso do padrão culto de linguagem, a Redação Oficial tem características específicas para cada tipo de expediente. Outros aspectos comuns a quase todas as modalidades de comunicação oficial são o emprego dos pronomes de tratamento, a forma dos fechos e a identificação do signatário. Pronomes de Tratamento O uso de pronomes de tratamento é a forma respeitosa de nos dirigirmos às autoridades civis, militares e eclesiásticas.

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THATYML Língua Portuguesa Concordância com os Pronomes de Tratamento Os pronomes de tratamento apresentam certas peculiaridades quanto à concordância verbal, nominal e pronominal: a) referem-se à segunda pessoa gramatical (à pessoa com quem se fala, ou a quem se dirige a comunicação); b) concordam com a terceira pessoa (aquele de quem se fala). Assim sendo, os pronomes possessivos referidos a pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: “Vossa Senhoria levará seu secretário” (e não “vosso”). Os adjetivos que se referem a esses pronomes concordam com o sexo da pessoa a quem se dirigem, e não com o substantivo que compõe a locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o correto é “Vossa Excelência está preocupado”, “Vossa Senhoria será eleito”; se for mulher, “Vossa Excelência está preocupada”, “Vossa Senhoria será eleita”. Emprego dos Pronomes de Tratamento Vossa Excelência, em comunicações dirigidas às seguintes autoridades: a) do Poder Executivo: Presidente da República; Vice-Presidente da República; Ministros de Estado; Governadores (e Vice) de Estado e do Distrito Federal; Oficiais-Generais das Forças Armadas; Embaixadores; Secretários-Executivos de Ministérios e demais ocupantes de cargos de natureza especial; Secretários de Estado dos Governos Estaduais; Prefeitos Municipais. b) do Poder Legislativo: Deputados Federais e Senadores; Ministro do Tribunal de Contas da União; Deputados Estaduais e Distritais; Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais; Presidentes das Câmaras Legislativas Municipais.

Senhor Senador; Senhor Juiz; Senhor Ministro; Senhor Governador. No envelope, o endereçamento das comunicações dirigidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, obedecerá à seguinte forma: A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Ministro de Estado da Justiça 70.064-900 – Brasília. DF A Sua Excelência o Senhor Senador Fulano de Tal Senado Federal 70.165-900 – Brasília. DF A Sua Excelência o Senhor Fulano de Tal Juiz de Direito da 10a Vara Cível Rua ABC, no 123 01.010-000 – São Paulo. SP Fica abolido o uso do tratamento digníssimo (DD) às autoridades arroladas acima. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação. Vossa Senhoria é empregado para as demais autoridades e para particulares. O vocativo adequado é Senhor seguido do cargo do destinatário: Senhor Chefe da Divisão de Serviços Gerais. No envelope, deve constar do endereçamento: Ao Senhor Childerico Namor Rua Embaixador Cavalcante Lacerda, no 386 05591-010 – São Paulo – SP Como se depreende do exemplo acima, fica dispensado o emprego do superlativo ilustríssimo para as autoridades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento Senhor.

c) do Poder Judiciário: Ministros dos Tribunais Superiores; Membros de Tribunais; Juízes; Auditores da Justiça Militar.

Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento, e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. Seu emprego deve ser restrito apenas a comunicações dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído curso universitário de doutorado. Nos demais casos, o tratamento Senhor confere a desejada formalidade às comunicações.

O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo respectivo:

Mencionemos ainda a forma Vossa Magnificência, empregada, por força da tradição, em comunicações dirigidas a reitores de universidade. Corresponde-lhe o vocativo:

Excelentíssimo Senhor Presidente da República; Excelentíssimo Senhor Presidente do Congresso Nacional; Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal. As demais autoridades serão tratadas com o vocativo Senhor, seguido do cargo respectivo:

Magnífico Reitor, Para a hierarquia eclesiástica, os pronomes de tratamento são: Vossa Santidade, em comunicações dirigidas ao Papa. O vocativo correspondente é: Santíssimo Padre,

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THATYML Língua Portuguesa Vossa Eminência ou Vossa Eminência Reverendíssima, em comunicações aos Cardeais. Corresponde-lhe o vocativo: Eminentíssimo Senhor Cardeal, ou Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal, Vossa Excelência Reverendíssima é usado em comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos; Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Reverendíssima para Monsenhores, Cônegos e superiores religiosos. Vossa Reverência é empregado para sacerdotes, clérigos e demais religiosos. Fechos para Comunicações O fecho das comunicações oficiais possui, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o destinatário. Os modelos para fecho que vinham sendo utilizados foram regulados pela Portaria no 1 do Ministério da Justiça, de 1937, que estabelecia quinze padrões. Com o fito de simplificá-los e uniformizá-los, a Instrução Normativa nº 4, de 6 de março de 1992, estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial: a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente da República: Respeitosamente, b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior:

República busca-se racionalizar e padronizar a redação das comunicações oficiais, pela atualização da linguagem nela empregada e uniformização das diversas modalidades de expedientes; e tendo em vista que é meta do Governo Federal modernizar a Administração, permitindo acelerar o andamento de comunicações e processos e reduzir despesas. RESOLVE: baixar esta Instrução Normativa com a finalidade de consolidar as regras constantes no Manual de Redação da Presidência da República, tornando obrigatória sua observação para todas aquelas modalidades de comunicação oficial comuns que compõem a Administração Federal. Padrão Ofício Há três tipos de expedientes que se diferenciam antes pela finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o memorando. Com o fito de uniformizá-los, podese adotar uma diagramação única, que siga o que chamamos de padrão ofício. As peculiaridades de cada um serão tratadas adiante; por ora busquemos as suas semelhanças. Partes do documento no Padrão Ofício O aviso, o ofício e o memorando devem conter as seguintes partes: a) tipo e número do expediente, seguido da sigla do órgão que o expede:

Atenciosamente, Exemplos: Identificação do Signatário Excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente da República, todas as demais comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura. A forma da identificação deve ser a seguinte: (espaço para assinatura) AUSTRAGÉSILO DE OLIVEIRA Ministro da Fazenda Instrução Normativa 4/92 O Diário Oficial da União publicou, em 9 de março de 1992, Decreto nº 486, de 6 de março de 1992, em que o Presidente estabeleceu regras para a redação de atos normativos do Poder Executivo. No mesmo dia, a Secretaria de Administração Federal baixou a Instrução Normativa nº 4, tornando obrigatória, nos órgãos da administração federal, a observação das modalidades de comunicação oficial, constantes no Manual de Redação da Presidência da República. Eis a instrução Normativa.

Mem. 123/MF Aviso 123/SG Of. 123/DP b) local e data em que foi assinado, por extenso, com alinhamento à direita: Exemplo: Brasília, 15 de março de 1991. c) assunto: resumo do teor do documento Exemplos: Assunto: Produtividade do órgão em 2002. Assunto: Necessidade de aquisição de novos computadores. d) destinatário: o nome e o cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação. No caso do ofício deve ser incluído também o endereço. e) texto: nos casos em que não for de mero encaminhamento de documentos, o expediente deve conter a seguinte estrutura:

Instrução Normativa nº 4, de 6 de março de 1992. O SECRETÁRIO DA ADMINSITRAÇÃO FEDERAL no uso da atribuição (que lhe confere o art. 10 da Lei nº 8.057, de 29 de junho de 1990), e considerando que com a edição do Manual de Redação da Presidência da

– introdução, que se confunde com o parágrafo de abertura, na qual é apresentado o assunto que motiva a comunicação. Evite o uso das formas: “Tenho a honra de”, “Tenho o prazer de”, “Cumpre-me informar que”, empregue a forma direta;

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THATYML Língua Portuguesa – desenvolvimento, no qual o assunto é detalhado; se o texto contiver mais de uma idéia sobre o assunto, elas devem ser tratadas em parágrafos distintos, o que confere maior clareza à exposição; – conclusão, em que é reafirmada ou simplesmente reapresentada a posição recomendada sobre o assunto. Os parágrafos do texto devem ser numerados, exceto nos casos em que estes estejam organizados em itens ou títulos e subtítulos. Já quando se tratar de mero encaminhamento de documentos a estrutura é a seguinte: – introdução: deve iniciar com referência ao expediente que solicitou o encaminhamento. Se a remessa do documento não tiver sido solicitada, deve iniciar com a informação do motivo da comunicação, que é encaminhar, indicando a seguir os dados completos do documento encaminhado (tipo, data, origem ou signatário, e assunto de que trata), e a razão pela qual está sendo encaminhado, segundo a seguinte fórmula: “Em resposta ao Aviso nº 12, de 1º de fevereiro de 1991, encaminho, anexa, cópia do Ofício nº 34, de 3 de abril de 1990, do Departamento Geral de Administração, que trata da requisição do servidor Fulano de Tal.” ou “Encaminho, para exame e pronunciamento, a anexa cópia do telegrama no 12, de 1o de fevereiro de 1991, do Presidente da Confederação Nacional de Agricultura, a respeito de projeto de modernização de técnicas agrícolas na região Nordeste.” – desenvolvimento: se o autor da comunicação desejar fazer algum comentário a respeito do documento que encaminha, poderá acrescentar parágrafos de desenvolvimento; em caso contrário, não há parágrafos de desenvolvimento em aviso ou ofício de mero encaminhamento. f) fecho (ver pág. 54); g) assinatura do autor da comunicação; e

Exemplos: Excelentíssimo Senhor Presidente da República Senhora Ministra Senhor Chefe de Gabinete Devem constar do cabeçalho ou do rodapé do ofício as seguintes informações do remetente: – nome do órgão ou setor; – endereço postal; – telefone e endereço de correio eletrônico. Memorando O memorando é a modalidade de comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação eminentemente interna. Pode ter caráter meramente administrativo, ou ser empregado para a exposição de projetos, idéias, diretrizes, etc. a serem adotados por determinado setor do serviço público. Sua característica principal é a agilidade. A tramitação do memorando em qualquer órgão deve pautarse pela rapidez e pela simplicidade de procedimentos burocráticos. Para evitar desnecessário aumento do número de comunicações, os despachos ao memorando devem ser dados no próprio documento e, no caso de falta de espaço, em folha de continuação. Esse procedimento permite formar uma espécie de processo simplificado, assegurando maior transparência à tomada de decisões, e permitindo que se historie o andamento da matéria tratada no memorando. Quanto a sua forma, o memorando segue o modelo do padrão ofício, com a diferença de que o seu destinatário deve ser mencionado pelo cargo que ocupa. Exemplos: Ao Sr. Subchefe para Assuntos Jurídicos Exposição de Motivos

h) identificação do signatário (ver pág. 54). Exposição de motivos é o expediente dirigido ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente para:

Aviso e Ofício Aviso e ofício são modalidades de comunicação oficial praticamente idênticas. A única diferença entre eles é que o aviso é expedido exclusivamente por Ministros de Estado, Secretário-Geral da Presidência da República, Consultor-Geral da República, Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Chefe do Gabinete Militar da Presidência da República e pelos Secretários da Presidência da República, para autoridades de mesma hierarquia, ao passo que o ofício é expedido para e pelas demais autoridades. Ambos têm como finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da Administração Pública entre si e, no caso do ofício, também com particulares. Quanto à sua forma, aviso e ofício seguem o modelo do padrão ofício, com acréscimo do vocativo, que invoca o destinatário, seguido de vírgula.

a) informá-lo de determinado assunto; b) propor alguma medida; ou c) submeter a sua consideração projeto de ato normativo. Em regra, a exposição de motivos é dirigida ao Presidente da República por um Ministro de Estado ou Secretário da Presidência da República. Nos casos em que o assunto tratado envolva mais de um Ministério, a exposição de motivos deverá ser assinada por todos os Ministros envolvidos, sendo, por essa razão, chamada de interministerial ou conjunta. Formalmente, a exposição de motivos tem a apresentação do padrão ofício. O anexo que acompanha a

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THATYML Língua Portuguesa exposição de motivos que proponha alguma medida ou apresente projeto de ato normativo, segue o modelo descrito adiante. A exposição de motivos, de acordo com sua finalidade, apresenta duas formas básicas de estrutura: uma para aquela que tenha caráter exclusivamente informativo e outra para a que proponha alguma medida ou submeta projeto de ato normativo. No primeiro caso, o da exposição de motivos que simplesmente leva algum assunto ao conhecimento do Presidente da República, sua estrutura segue o modelo antes referido para o padrão ofício. Já a exposição de motivos que submeta à consideração do Presidente da República a sugestão de alguma medida a ser adotada ou a que lhe apresente projeto de ato normativo – embora sigam também a estrutura do padrão ofício –, além de outros comentários julgados pertinentes por seu autor, devem, obrigatoriamente, apontar: a) na introdução: o problema que está a reclamar a adoção da medida ou do ato normativo proposto; b) no desenvolvimento: o porquê de ser aquela medida ou aquele ato normativo o ideal para se solucionar o problema, e eventuais alternativas existentes para equacioná-lo; c) na conclusão, novamente, qual medida deve ser tomada, ou qual ato normativo deve ser editado para solucionar o problema. Deve, ainda, trazer apenso o formulário de anexo à exposição de motivos, devidamente preenchido, de acordo com o seguinte modelo previsto no Anexo II do Decreto no 4.176, de 28 de março de 2002. Anexo à Exposição de Motivos do (indicar nome do Ministério ou órgão equivalente) no , de de de 200. 1. Síntese do problema ou da situação que reclama providências 2. Soluções e providências contidas no ato normativo ou na medida proposta 3. Alternativas existentes às medidas propostas Mencionar: • • •

se há outro projeto do Executivo sobre a matéria; se há projetos sobre a matéria no Legislativo; outras possibilidades de resolução do problema.

4. Custos Mencionar:· • se a despesa decorrente da medida está prevista na lei orçamentária anual; se não, quais as alternativas para custeá-la; • se é o caso de solicitar-se abertura de crédito extraordinário, especial ou suplementar; • valor a ser despendido em moeda corrente;

5. Razões que justificam a urgência (a ser preenchido somente se o ato proposto for medida provisória ou projeto de lei que deva tramitar em regime de urgência) Mencionar: • se o problema configura calamidade pública; • por que é indispensável a vigência imediata; • se se trata de problema cuja causa ou agravamento não tenham sido previstos; • se se trata de desenvolvimento extraordinário de situação já prevista. 6. Impacto sobre o meio ambiente (sempre que o ato ou medida proposta possa vir a tê-lo) 7. Alterações propostas Texto atual

Texto proposto

8. Síntese do parecer do órgão jurídico A falta ou insuficiência das informações prestadas pode acarretar, a critério da Subchefia para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, a devolução do projeto de ato normativo para que se complete o exame ou se reformule a proposta. O preenchimento obrigatório do anexo para as exposições de motivos que proponham a adoção de alguma medida ou a edição de ato normativo tem como finalidade: a) permitir a adequada reflexão sobre o problema que se busca resolver; b) ensejar mais profunda avaliação das diversas causas do problema e dos efeitos que pode ter a adoção da medida ou a edição do ato, em consonância com as questões que devem ser analisadas na elaboração de proposições normativas no âmbito do Poder Executivo. c) conferir perfeita transparência aos atos propostos. Dessa forma, ao atender às questões que devem ser analisadas na elaboração de atos normativos no âmbito do Poder Executivo, o texto da exposição de motivos e seu anexo complementam-se e formam um todo coeso: no anexo, encontramos uma avaliação profunda e direta de toda a situação que está a reclamar a adoção de certa providência ou a edição de um ato normativo; o problema a ser enfrentado e suas causas; a solução que se propõe, seus efeitos e seus custos; e as alternativas existentes. O texto da exposição de motivos fica, assim, reservado à demonstração da necessidade da providência proposta: por que deve ser adotada e como resolverá o problema. Nos casos em que o ato proposto for questão de pessoal (nomeação, promoção, ascensão, transferência, readaptação, reversão, aproveitamento, reintegração, recondução, remoção, exoneração, demissão, dispensa, disponibilidade, aposentadoria), não é necessário o encaminhamento do formulário de anexo à exposição de motivos. Ressalte-se que:

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THATYML Língua Portuguesa – o anexo à exposição de motivos deve ter todas as páginas rubricadas pelo(s) Ministro(s) da(s) Pasta(s) proponente(s); – a síntese do parecer do órgão de assessoramento jurídico não dispensa o encaminhamento do parecer completo; – o tamanho dos campos do anexo à exposição de motivos pode ser alterado de acordo com a maior ou menor extensão dos comentários a serem ali incluídos.

conjunta, mais precisamente, “na forma do regimento comum”. E à frente da Mesa do Congresso Nacional está o Presidente do Senado Federal (Constituição, art. 57, § 5o), que comanda as sessões conjuntas.

Ao elaborar uma exposição de motivos, tenha presente que a atenção aos requisitos básicos da redação oficial (clareza, concisão, impessoalidade, formalidade, padronização e uso do padrão culto de linguagem) deve ser redobrada. A exposição de motivos é a principal modalidade de comunicação dirigida ao Presidente da República pelos Ministros. Além disso, pode, em certos casos, ser encaminhada cópia ao Congresso Nacional ou ao Poder Judiciário ou, ainda, ser publicada no Diário Oficial da União, no todo ou em parte.

Tais exames materializam-se em pareceres dos diversos órgãos interessados no assunto das proposições, entre eles o da Advocacia-Geral da União. Mas, na origem das propostas, as análises necessárias constam da exposição de motivos do órgão onde se geraram – exposição que acompanhará, por cópia, a mensagem de encaminhamento ao Congresso.

Mensagem É o instrumento de comunicação oficial entre os Chefes dos Poderes Públicos, notadamente as mensagens enviadas pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da Administração Pública; expor o plano de governo por ocasião da abertura de sessão legislativa; submeter ao Congresso Nacional matérias que dependem de deliberação de suas Casas; apresentar veto; enfim, fazer e agradecer comunicações de tudo quanto seja de interesse dos poderes públicos e da Nação. Minuta de mensagem pode ser encaminhada pelos Ministérios à Presidência da República, a cujas assessorias caberá a redação final. As mensagens mais usuais do Poder Executivo ao Congresso Nacional têm as seguintes finalidades: a) encaminhamento de projeto de lei ordinária, complementar ou financeira. Os projetos de lei ordinária ou complementar são enviados em regime normal (Constituição, art. 61) ou de urgência (Constituição, art. 64, §§ 1o a 4o). Cabe lembrar que o projeto pode ser encaminhado sob o regime normal e mais tarde ser objeto de nova mensagem, com solicitação de urgência. Em ambos os casos, a mensagem se dirige aos Membros do Congresso Nacional, mas é encaminhada com aviso do Chefe da Casa Civil da Presidência da República ao Primeiro Secretário da Câmara dos Deputados, para que tenha início sua tramitação (Constituição, art. 64, caput). Quanto aos projetos de lei financeira (que compreendem plano plurianual, diretrizes orçamentárias, orçamentos anuais e créditos adicionais), as mensagens de encaminhamento dirigem-se aos Membros do Congresso Nacional, e os respectivos avisos são endereçados ao Primeiro Secretário do Senado Federal. A razão é que o art. 166 da Constituição impõe a deliberação congressual sobre as leis financeiras em sessão

As mensagens aqui tratadas coroam o processo desenvolvido no âmbito do Poder Executivo, que abrange minucioso exame técnico, jurídico e econômico-financeiro das matérias objeto das proposições por elas encaminhadas.

b) encaminhamento de medida provisória. Para dar cumprimento ao disposto no art. 62 da Constituição, o Presidente da República encaminha mensagem ao Congresso, dirigida a seus membros, com aviso para o Primeiro Secretário do Senado Federal, juntando cópia da medida provisória, autenticada pela Coordenação de Documentação da Presidência da República. c) indicação de autoridades. As mensagens que submetem ao Senado Federal a indicação de pessoas para ocuparem determinados cargos (magistrados dos Tribunais Superiores, Ministros do TCU, Presidentes e Diretores do Banco Central, Procurador-Geral da República, Chefes de Missão Diplomática etc.) têm em vista que a Constituição, no seu art. 52, incisos III e IV, atribui àquela Casa do Congresso Nacional competência privativa para aprovar a indicação. O curriculum vitae do indicado, devidamente assinado, acompanha a mensagem. d) pedido de autorização para o Presidente ou o Vice-Presidente da República se ausentarem do País por mais de 15 dias. Trata-se de exigência constitucional (Constituição, art. 49, III, e 83), e a autorização é da competência privativa do Congresso Nacional. O Presidente da República, tradicionalmente, por cortesia, quando a ausência é por prazo inferior a 15 dias, faz uma comunicação a cada Casa do Congresso, enviando-lhes mensagens idênticas. e) encaminhamento de atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e TV. A obrigação de submeter tais atos à apreciação do Congresso Nacional consta no inciso XII do artigo 49 da Constituição. Somente produzirão efeitos legais a outorga ou renovação da concessão após deliberação do Congresso Nacional (Constituição, art. 223, § 3o). Descabe pedir na mensagem a urgência prevista no art. 64 da Constituição, porquanto o § 1o do art. 223 já define o prazo da tramitação.

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THATYML Língua Portuguesa Além do ato de outorga ou renovação, acompanha a mensagem o correspondente processo administrativo. f) encaminhamento das contas referentes ao exercício anterior. O Presidente da República tem o prazo de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa para enviar ao Congresso Nacional as contas referentes ao exercício anterior (Constituição, art. 84, XXIV), para exame e parecer da Comissão Mista permanente (Constituição, art. 166, § 1o), sob pena de a Câmara dos Deputados realizar a tomada de contas (Constituição, art. 51, II), em procedimento disciplinado no art. 215 do seu Regimento Interno. g) mensagem de abertura da sessão legislativa. Ela deve conter o plano de governo, exposição sobre a situação do País e solicitação de providências que julgar necessárias (Constituição, art. 84, XI).

– pedido de autorização para declarar guerra e decretar mobilização nacional (Constituição, art. 84, XIX); – pedido de autorização ou referendo para celebrar a paz (Constituição, art. 84, XX); – justificativa para decretação do estado de defesa ou de sua prorrogação (Constituição, art. 136, § 4o); – pedido de autorização para decretar o estado de sítio (Constituição, art. 137); – relato das medidas praticadas na vigência do estado de sítio ou de defesa (Constituição, art. 141, parágrafo único); – proposta de modificação de projetos de leis financeiras (Constituição, art. 166, § 5o); – pedido de autorização para utilizar recursos que ficarem sem despesas correspondentes, em decorrência de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual (Constituição, art. 166, § 8o); – pedido de autorização para alienar ou conceder terras públicas com área superior a 2.500 ha (Constituição, art. 188, § 1o); etc. As mensagens contêm:

O portador da mensagem é o Chefe da Casa Civil da Presidência da República. Esta mensagem difere das demais porque vai encadernada e é distribuída a todos os Congressistas em forma de livro.

a) a indicação do tipo de expediente e de seu número, horizontalmente, no início da margem esquerda: Mensagem no

h) comunicação de sanção (com restituição de autógrafos). Esta mensagem é dirigida aos Membros do Congresso Nacional, encaminhada por Aviso ao Primeiro Secretário da Casa onde se originaram os autógrafos. Nela se informa o número que tomou a lei e se restituem dois exemplares dos três autógrafos recebidos, nos quais o Presidente da República terá aposto o despacho de sanção. i) comunicação de veto. Dirigida ao Presidente do Senado Federal (Constituição, art. 66, § 1o), a mensagem informa sobre a decisão de vetar, se o veto é parcial, quais as disposições vetadas e as razões do veto. Seu texto vai publicado na íntegra no Diário Oficial da União, ao contrário das demais mensagens, cuja publicação se restringe à notícia do seu envio ao Poder Legislativo. j) outras mensagens. Também são remetidas ao Legislativo com regular freqüência mensagens com: – encaminhamento de atos internacionais que acarretam encargos ou compromissos gravosos (Constituição, art. 49, I); – pedido de estabelecimento de alíquotas aplicáveis às operações e prestações interestaduais e de exportação (Constituição, art. 155, § 2o, IV); – proposta de fixação de limites globais para o montante da dívida consolidada (Constituição, art. 52, VI); – pedido de autorização para operações financeiras externas (Constituição, art. 52, V); e outros.

b) vocativo, de acordo com o pronome de tratamento e o cargo do destinatário, horizontalmente, no início da margem esquerda; Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal, c) o texto, iniciando a 2 cm do vocativo; d) o local e a data, verticalmente a 2 cm do final do texto, e horizontalmente fazendo coincidir seu final com a margem direita. A mensagem, como os demais atos assinados pelo Presidente da República, não traz identificação de seu signatário. Fax O fax (forma abreviada já consagrada de fac-simile) é uma forma de comunicação que está sendo menos usada devido ao desenvolvimento da Internet. É utilizado para a transmissão de mensagens urgentes e para o envio antecipado de documentos, de cujo conhecimento há premência, quando não há condições de envio do documento por meio eletrônico. Quando necessário o original, ele segue posteriormente pela via e na forma de praxe. Se necessário o arquivamento, deve-se fazê-lo com cópia xerox do fax e não com o próprio fax, cujo papel, em certos modelos, se deteriora rapidamente. Os documentos enviados por fax mantêm a forma e a estrutura que lhes são inerentes.

Entre as mensagens menos comuns estão as de: – convocação extraordinária do Congresso Nacional (Constituição, art. 57, § 6o); – pedido de autorização para exonerar o Procurador-Geral da República (art. 52, XI, e 128, § 2o);

É conveniente o envio, juntamente com o documento principal, de folha de rosto, isto é, de pequeno formulário com os dados de identificação da mensagem a ser enviada, conforme exemplo a seguir:

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Telegrama

Ata

Com o fito de uniformizar a terminologia e simplificar os procedimentos burocráticos, passa a receber o título de telegrama toda comunicação oficial expedida por meio de telegrafia, telex, etc.

Documento de valor jurídico, em que se registram ocorrências, resoluções e decisões de um assembléia, sessão ou reunião.

Por tratar-se de forma de comunicação dispendiosa aos cofres públicos e tecnologicamente superada, deve restringir-se o uso do telegrama apenas àquelas situações que não seja possível o uso de correio eletrônico ou fax e que a urgência justifique sua utilização e, também em razão de seu custo elevado, esta forma de comunicação deve pautar-se pela concisão. Não há padrão rígido, devendo-se seguir a forma e a estrutura dos formulários disponíveis nas agências dos Correios e em seu sítio na Internet.

Sua estrutura se compõe de: a) b) c) d) e)

f)

título; data (por extenso) e local da reunião; finalidade da reunião; dirigentes: presidente e secretário; texto: narração cronológica dos assuntos tratados e suas decisões. A escrita é seguida, sem rasuras, emendas ou entrelinhas. As abreviaturas devem ser evitadas e os números são escritos por extenso; encerramento e assinaturas.

Atestado Correio Eletrônico O correio eletrônico (e-mail), por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de comunicação para transmissão de documentos. Um dos atrativos de comunicação por correio eletrônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa definir forma rígida para sua estrutura. Entretanto, devese evitar o uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial. O campo assunto do formulário de correio eletrônico mensagem deve ser preenchido de modo a facilitar a organização documental tanto do destinatário quanto do remetente. Para os arquivos anexados à mensagem deve ser utilizado, preferencialmente, o formato Rich Text. A mensagem que encaminha algum arquivo deve trazer informações mínimas sobre seu conteúdo. Sempre que disponível, deve-se utilizar recurso de confirmação de leitura. Caso não seja disponível, deve constar da mensagem pedido de confirmação de recebimento.

Documento assinado por uma ou mais pessoas a favor de outra, declarando a veracidade de um fato do qual tenha conhecimento ou quando requerido. Este fato pode afirmar a existência ou inexistência de uma situação de direito. Sua estrutura se compõe de: a) b)

c) d)

título: Atestado (ou Atestado de ...); texto: identificação do emissor – essa identificação pode ser dispensada no texto se for feita na assinatura –, finalidade, o fato que se atesta e a respeito de quem, e algumas vezes o período de validade; local e data; assinatura (e identificação do signatário).

Circular Circular é um meio de correspondência oficial, através do qual uma autoridade dirige-se a várias pessoas ou a departamentos ou a um órgão, simultaneamente. Normalmente, as circulares são de caráter geral, contendo instruções emitidas por superiores hierárquicos na instituição, e destinadas a pessoal subordinado. Por caráter geral, subentende-se que as

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THATYML Língua Portuguesa circulares têm objetivos básicos de emissão de algum esclarecimento sobre um assunto ou tópico (por exemplo, uma lei), divulgação de matéria de interesse geral, recomendações, informações e esclarecimentos sobre atos e fatos administrativos. A circular pode, pelo assunto e pela forma, apresentar o caráter de aviso, de ofício, ou de comunicação interna, não se fazendo, assim, muita distinção quanto à estrutura entre estas correspondências, em geral unidirecionais, e as circulares (multidirecionais). Portanto, as circulares visam à emissão de ordens de serviço e são uma correspondência multidirecional – são redigidas a vários destinatários. Podem ser impressas, datilografadas, mimeografadas ou digitadas e transmitidas através de telegramas ou e-mail.

O texto do requerimento é sempre escrito em 3a pessoa. Relatório É a modalidade de comunicação pela qual se faz a narração ou descrição, ordenada e mais ou menos minuciosa, daquilo que se viu, ouviu ou observou. Sua estrutura se compõe de: a) b) c) d) e) f)

local e data; vocativo; introdução – apresentação do observador e do fato observado; texto – exposição cronológica do fato observado; fecho; assinatura (e identificação do signatário).

A circular é composta pelas seguintes partes: Parecer a) b) c) d)

e) f)

numeração: número do Ato e data de expedição. ementa: assunto da circular. Não é obrigatória. vocativo: destinatários da circular, geralmente contendo o tratamento e o cargo dos mesmos. Não é parte obrigatória. texto: é o conteúdo da circular, propriamente dito. O texto, se composto por mais de um parágrafo, deve ser numerado com algarismos arábicos no início de cada parágrafo, exceto no primeiro. O segundo parágrafo tem sua numeração valendo dois, o terceiro valendo três, e assim por diante. fecho: fechamento do texto na forma de uma cortesia. Por exemplo, “Atenciosamente,”. assinatura: é o nome de quem emite a circular (normalmente uma autoridade), seguido pelo cargo ocupado e pela função exercida.

É a forma de comunicação pela qual um especialista emite uma opinião fundamentada sobre determinado assunto. Sua estrutura se compõe de: a) b) c) d) e) f)

vocativo; identificação do especialista; introdução – apresentação do assunto; texto – exposição de opinião e seu fundamento; local e data; assinatura (e identificação do signatário).

Declaração Muito semelhante ao atestado, a declaração difere dele apenas quanto ao objeto: enquanto aquele é expedido em relação a alguém, esta é sempre feita em relação a alguém quanto a um fato ou direito; pode ser um depoimento, explicação em que se manifeste opinião, conceito, resolução ou observação. Sua estrutura se compõe de: a) b) c) d)

título: DECLARAÇÃO; texto: nome do declarante – identificação pessoal ou profissional (ou ambas), residência, domicílio, finalidade e exposição do assunto; local e data; assinatura (e identificação do signatário).

Requerimento Petição escrita, feita por pessoa física ou jurídica, na qual se solicita a uma autoridade um direito de concessão de algo sob o amparo da lei. Sua estrutura se compõe de: a) b) c) d) e)

vocativo: cargo da autoridade a que se dirige (omite-se o seu nome); texto: preâmbulo (identificação do requerente), teor (solicitação em si e disposição legal em que se baseia o pedido); fecho: “Nestes termos, pede deferimento.” ou “Termos em que pede deferimento.”; local e data; assinatura.

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THATYML Língua Portuguesa Modelo de Aviso

MODELOS Modelo de Ofício

Aviso no 35/SSP-PR [remetente: nome do órgão ou setor, endereço postal, telefone e endereço de correio eletrônico]

Brasília, 17 de fevereiro de 2000.

A Sua Excelência o Senhor [Nome e cargo] Ofício no 435/2000 - SG-PR Brasília, 30 de abril de 2000. Assunto: Seminário sobre uso de energia no setor público. A Sua Excelência o Senhor Deputado [Nome] Câmara dos Deputados 70.160-900 – Brasília – DF

Assunto: Demarcação de terras indígenas Senhor Deputado, 1. Em complemento às observações transmitidas pelo telegrama no 154, de 24 de abril último, informo Vossa Excelência de que as medidas mencionadas em sua carta no 6708, dirigida ao Senhor Presidente da República, estão amparadas pelo procedimento administrativo de demarcação de terras indígenas instituído pelo Decreto no 22, de 4 de fevereiro de 1991 (cópia anexa).

Senhor Ministro, Convido Vossa Excelência a participar da sessão de abertura do Primeiro Seminário Regional sobre o Uso Eficiente de Energia no Setor Público, a ser realizado em 5 de março próximo, às 9 horas, no auditório da Escola Nacional de Administração Pública – ENAP, localizada no Setor de Áreas Isoladas Sul, nesta capital. O Seminário mencionado inclui-se nas atividades do Programa Nacional das Comissões Internas de Conservação de Energia em Órgão Públicos, instituído pelo Decreto no 99.656, de 26 de outubro de 1990.

Atenciosamente,

2. Em sua comunicação, Vossa Excelência ressalva a necessidade de que – na definição e demarcação das terras indígenas – fossem levadas em consideração as características sócio-econômicas regionais. 3. Nos termos do Decreto no 22, a demarcação de terras indígenas deverá ser precedida de estudos e levantamentos técnicos que atendam ao disposto no art. 231, § 1o, da Constituição Federal. Os estudos deverão incluir os aspectos etno-históricos, sociológicos, cartográficos e fundiários. O exame deste último aspecto deverá ser feito conjuntamente com o órgão federal ou estadual competente. 4. Os órgãos públicos federais, estaduais e municipais deverão encaminhar as informações que julgarem pertinentes sobre a área em estudo. É igualmente assegurada a manifestação de entidades representativas da sociedade civil. 5. Como Vossa Excelência pode verificar, o procedimento estabelecido assegura que a decisão a ser baixada pelo Ministro de Estado da Justiça sobre os limites e a demarcação de terras indígenas seja informada de todos os elementos necessários, inclusive daqueles assinalados em sua carta, com a necessária transparência e agilidade. Atenciosamente, [Nome] [cargo]

[nome do signatário] [cargo do signatário]

Modelo de Memorando Mem. 119/DJ

Em 21 de maio de 2000.

Ao Sr. Chefe do Departamento de Administração Assunto: Administração. Instalação de microcomputadores 1. Nos termos do Plano Geral de informatização, solicito a Vossa Senhoria verificar a possibilidade de que sejam instalados três microcomputadores neste Departamento. 2 Sem descer a maiores detalhes técnicos, acrescento, apenas, que o ideal seria que o equipamento fosse dotado de disco rígido e de monitor padrão VGA. Quanto a programas, haveria necessidade de dois tipos: um processador de textos, e outro gerenciador de banco de dados. 3. O treinamento de pessoal para operação dos micros poderia ficar a cargo da Seção de Treinamento do Departamento de Modernização, cuja chefia já manifestou seu acordo a respeito. 4. Devo mencionar, por fim, que a informatização dos trabalhos deste Departamento ensejará racional distribuição de tarefas entre os servidores e, sobretudo, uma melhoria na qualidade dos serviços prestados. Atenciosamente,

[nome do signatário] [cargo do signatário]

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THATYML Língua Portuguesa Modelo de Exposição de Motivos de caráter informativo

EM no 23495/2000-MIP

Brasília, 30 de maio de 2000.

Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

O Presidente George Bush anunciou, no último dia 13, significativa mudança da posição norte-americana nas negociações que se realizam – na Conferência do Desarmamento, em Genebra – de uma convenção multilateral de proscrição total das armas químicas. Ao renunciar à manutenção de cerca de dois por cento de seu arsenal químico até a adesão à convenção de todos os países em condições de produzir armas químicas, os Estados Unidos reaproximaram sua postura da maioria dos quarenta países participantes do processo negociador, inclusive o Brasil, abrindo possibilidades concretas de que o tratado venha a ser concluído e assinado em prazo de cerca de um ano. (...)

Modelo de Ata

Paredex – Indústria Têxtil S.A. CGC-MF nº 51.000.009/0001-51 – Companhia Aberta Ata da Reunião Extraordinária do Conselho de Administração. Aos cinco de junho de dois mil e três, às nove horas, na sede social da empresa na Rua das Flores nº 328, Jardim das Rosas, em São Paulo – Capital, com a presença da totalidade dos membros do Conselho Administrativo da Sociedade, regularmente convocados na forma do parágrafo 1o do Art. 19 do Estatuto Social, presidida por Sr. Fernando Jorge Bento Pires, secretário: Carlos Alberto Libertti, de acordo com a ordem do dia, apreciou-se o pedido de renúncia de membro do conselho, solicitado pelo Sr. António Neves e designou-se seu substituto, nos termos do parágrafo 4o do Estatuto Social, o Sr. Paulo Peres. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a sessão com a lavratura da presente ATA que, após lida e achada de acordo, segue assinada pelos presentes. Fernando Jorge Bento Pires Carlos Alberto Libertti António Neves Paulo Peres Fernando Lima Sobrinho Derci Sousa

Respeitosamente,

Modelo de Atestado

[Nome] [cargo]

ATESTADO Modelo de Mensagem

Mensagem no 298

Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal,

Atesto, para fins de prova junto ao Fórum da cidade de Cabreúva-PR, que o Sr. Armando Montes, ocupante do cargo de diretor de comunicação do Sindicato dos Professores de Cabreúva-PR, para o qual foi nomeado por Decreto nº 10 de 1o de abril de 2004, não reponde a processo administrativo.

Comunico a Vossa Excelência o recebimento das Mensagens SM no 106 a 110, de 1991, nas quais informo a promulgação dos Decretos Legislativos nos 93 a 97, de 1991, relativos à exploração de serviços de radiodifusão. Crabreúva, 30 de maio de 2004.

Brasília, 1o de abril de 2000.

______________________________ António Guedes Presidente do Sindicato dos Professores Cabreúva-PR

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THATYML Língua Portuguesa Modelo de Circular - 1

CIRCULAR NÚMERO 55, DE 29 DE JUNHO DE 1973 Prorroga o prazo para recolhimento, sem multa, da Taxa de Cooperação incidente sobre bovinos. O DIRETOR-GERAL DO TESOURO DO ESTADO, no uso de suas atribuições, comunica aos Senhores Cobradores de Impostos e Contribuições que, de conformidade com o Decreto número 22.500, de 29 de junho de 1973, publicado no Diário Oficial da mesma data, fica prorrogado, até 30 de setembro do corrente exercício, o prazo fixado na Lei número 4.948, de 28 de maio de 1965, para o recolhimento, sem a multa moratória prevista no artigo 71 da Lei número 6.537, de 27 de fevereiro de 1973, da Taxa de Cooperação incidente sobre bovinos. Lotário L. Skolaude, Diretor-Geral.

Modelo de Circular - 2 CIRCULAR NÚMERO 4, DE 21 DE MAIO DE 1968 De ordem do Excelentíssimo Senhor Presidente da República, recomendo aos Senhores Ministros de Estado que determinem providências no sentido de serem prestadas, rigorosamente dentro do prazo estabelecido, as informações solicitadas para defesa da União em mandados de segurança impetrados contra ato presidencial. 2. Recomenda-se, outrossim, que a coleta das informações seja coordenada pelo Gabinete do Ministro em Brasília, que se responsabilizará pela observância do prazo legal. 3. O texto original das informações, nas quais constará, sempre que possível, pronunciamento do órgão setorial de assessoria jurídica, deverá ser imediatamente transmitido à Presidência da República para o devido encaminhamento ao Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal. Rondon Pacheco, Ministro Extraordinário para os Assuntos do Gabinete Civil.

Modelo de Requerimento

Magnífico Reitor da Universidade de São Paulo

Dolores Matos, brasileira, solteira, estudante de engenharia, matrícula nº 098.765-4, residente na Rua das Flores nº 386, Jardim das Rosas, São Paulo, solicita a Vossa Magnificência atestado de que freqüenta o 3o ano do Curso de Engenharia Civil, para fim de pedido de Bolsa-Universidade, como previsto pela Portaria 1002, de 13 de julho de 1966, do Ministério da Educação. Nestes termos, Pede deferimento São Paulo, 30 de maio de 2004.

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Modelo de Relatório São Paulo, 13 de abril de 2004. Senhor Professor, Na qualidade de aluno do curso preparatório para o concurso de Auditor-Fiscal do INSS, fui designado para a escritura do relatório da 1a aula de Redação Oficial, ministrada em 1o de abril de 2004, período noturno, na Central de Concursos – unidade Barão de Itapetininga SP, sala D. Regida pelo Professor Diógenes de Ataíde, a aula começou às 19h00. O professor apresentou-se ao grupo e em seguida fez uma explanação a respeito do que será a prova de Redação Oficial. Distribuiu material impresso aos alunos. Falou do estilo de questão e esclareceu que não se escreverá um texto, os candidatos apenas haverão de reconhecer modalidades de comunicação oficial em língua portuguesa. Na seqüência, o mestre apresentou aos alunos as qualidades das comunicações oficiais (impessoalidade, correção gramatical, clareza e concisão), mostrou vários exemplos, solicitando a participação de todos em afirmarem se as frases na lousa estavam certas ou erradas, corrigiu-as e chamou-nos à atenção para o fato de que isso aparece sempre nas provas.

Modelo de Declaração Houve um intervalo para café. DECLARAÇÃO

Eu, Agamenom Soares, CPF nº 098.765.432-10, brasileiro, solteiro, professor, residente e domiciliado na Rua das Flores nº 386, Jardim das Rosas – São Paulo, declaro, sob as penas da lei, ter entregado à Secretaria da Receita Federal em 20 de maio de 2004 os documentos comprabatórios de rendimentos tributáveis na fonte, conforme solicitação 328-2004 expedida pelo Ministério da Fazenda em 1o de abril de 2004.

Após o intervalo de 15 minutos, a aula prosseguiu com a apresentação dos pronomes de tratamento e seus usos na correspondência oficial. Os alunos participaram com perguntas. Como último assunto do dia, o professor apresentou cinco comunicações oficiais: ofício, aviso, memorando, mensagem e exposição de motivos. Falou-se das particularidades de cada uma e qual a sua finalidade. Encerrou-se a aula às 21h57, com recomendações para estudos em casa.

São Paulo, 30 de maio de 2004. Respeitosamente, _______________________ Agamenom Soares

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THATYML Língua Portuguesa Modelo de Parecer Senhor diretor do CESPE – UnB

Austregésilo de Hollanda, professor de Língua Portuguesa, registrado no MEC sob nº 13.209

O Sr. Aldo Baccarat, candidato à vaga de Auditor-Fiscal da Previdência Social, inscrito no concurso realizado em 1o de abril de 2004, sob nº 098.765, afirma que a questão doze da prova azul apresenta problema no gabarito (opção A, oficialmente). Na opção D, há a seguinte frase: “Os atletas americanos tem se saído melhor que brasileiros, nos Jogos Olímpicos.” (sic), que está errada. Vejam-se a seguir os problemas do período em quest��o. • têm – esse verbo se refere ao sujeito “os atletas americanos”, assim sendo deveria estar no plural – com acento circunflexo, como recomendam as regras de acentuação gráfica para os diferenciais dos verbo TER e VIR (ele tem – eles têm, ele vem – eles vêm). • melhor – essa palavra, na frase acima, representa um advérbio, pois liga-se ao termo saído (particípio do verbo sair); e, como recomenda a norma culta, advérbio é invariável. • que os brasileiros – na frase percebe-se a ausência do pronome demonstrativo OS, que representa na segunda oração do período o termo ATLETAS, sem o qual a frase torna-se ambígua. Visto que a frase está realmente com problemas, solicitase a revisão da nota do candidato.

São Paulo, 26 de abril e 2004.

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NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou em sessão solene na Academia Brasileira de Letras, o decreto que estabelece o cronograma para a vigência do Acordo Ortográfico entre os países de Língua Portuguesa e orienta a sua adoção. O acordo entrará em vigor a partir de janeiro de 2009, mas a norma atual e a prevista poderão ser usadas e aceitas oficialmente até dezembro de 2012. A reforma ortográfica foi aprovada em dezembro de 1990 por representantes de sete países que falam Português – Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe. Em 2004, o Timor-Leste aderiu ao projeto dois anos após obter sua independência da Indonésia. Para entrar em vigor, o acordo precisava da ratificação de no mínimo três países, o que foi conseguido em 2006 com Brasil, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe, enquanto o Parlamento de Portugal aprovou em maio deste ano. Segundo o Ministério da Educação, o acordo ampliará a cooperação internacional entre os oito países ao estabelecer uma grafia oficial única do idioma. A medida também deve facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre as nações e a divulgação mais abrangente da língua e da literatura. Texto integral do Acordo CONGRESSO NACIONAL Faço saber que o Congresso Nacional aprovou, e eu, José Sarney, Presidente do Senado Federal, nos termos do art.48, item 28, do Regime Interno, promulgo o seguinte DECRETO LEGISLATIVO Nº 54, DE 1995 Aprova o texto do Acordo Ortográfico da língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º. É aprovado o texto do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990. Parágrafo único. São sujeitos à apreciação do Congresso Nacional quaisquer atos que impliquem revisão do referido Acordo, bem como quaisquer atos que, nos termos do art. 49, I, da Constituição Federal, acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional. Art. 2º. Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.

ACORDO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA Lisboa, 14, 15 e 16 de Dezembro de 1990 Considerando que o projecto de texto de ortografia unificada de língua portuguesa aprovado em Lisboa, em 12 de outubro de 1990, pela Academia das Ciências de Lisboa, Academia Brasileira de Letras e delegações de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe, com a adesão da delegação de observadores da Galiza, constitui um passo importante para a defesa da unidade essencial da língua portuguesa e para o seu prestígio internacional, Considerando que o texto do acordo que ora se aprova resulta de um aprofundado debate nos Países signatários, a República Popular de Angola, a República Federativa do Brasil, a República de Cabo Verde, a República da Guiné-Bissau, a República de Moçambique, a República Portuguesa, a República Democrática de São Tomé e Príncipe, acordam no seguinte: Artigo 1º - É aprovado o Acordo Ortográfico da língua portuguesa, que consta como anexo I ao presente instrumento de aprovação, sob a designação de Acordo Ortográfico da língua portuguesa (1990) e vai acompanhado da respectiva, nota explicativa, que consta como anexo II ao mesmo instrumento de aprovação, sob a designação de Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da língua portuguesa (1990). Artigo 2º - Os Estados signatários tomarão, através das instituições e órgãos competentes, as providências necessárias com vista à elaboração, até 1º de janeiro de 1993, de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa, tão completo quanto desejável e tão normalizador quanto possível, no que se refere às terminologias científicas e técnicas. Artigo 3º - O Acordo Ortográfico da língua portuguesa entrará em vigor em 1º de janeiro de 1994, após depositados os instrumentos de ratificação de todos os Estados junto do Governo da República Portuguesa. Artigo 4º - Os Estados signatários adoptarão as medidas que entenderem adequadas ao efectivo respeito da data da entrada em vigor estabelecida no artigo 3º. Em fé do que, os abaixo-assinados, devidamente credenciados para o efeito, aprovam o presente acordo, redigido em língua portuguesa, em sete exemplares, todos igualmente autênticos.

Senado Federal, 18 de abril de 1995 Senador José Sarney, Presidente. Degrau Cultural

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THATYML Língua Portuguesa Assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990. PELA REPÚBLICA POPULAR DE ANGOLA, José Mateus de Adelino Peixoto, Secretário de Estado da Cultura PELA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, Carlos Alberto Gomes Chiarelli, Ministro da Educação PELA REPÚBLICA DE CABO VERDE, David Hopffer Almada, Ministro da Informação Cultura e Desportos PELA REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU, Alexandre Brito Ribeiro Furtado, Secretário de Estado da Cultura PELA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE, Luis Bernardo Honwana, Ministro da Cultura PELA REPÚBLICA PORTUGUESA, Pedro Miguel de Santana Lopes, Secretário de Estado da Cultura PELA REPÜBLICA DEMOCRATICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE, Lígia Silva Graça do Espírito Santo Costa, Ministra da Educação e Cultura

MINUTA DE DECRETO Estabelece cronograma para a vigência do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e orienta a sua implementação.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos II, VII e VIII, da Constituição, e em observância ao Decreto Legislativo nº 54, de 18 de abril de 1995 e ao Decreto de Promulgação nº...., DECRETA: Art. 1º - O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em Lisboa, em 16 de dezembro de 1990, ratificado pelo Decreto Legislativo nº 54, de 18 de abril de 1995, e promulgado pelo Decreto nº........ , entrará em vigor no Brasil a partir de 1º de janeiro de 2009. Parágrafo único - No período de transição entre 1º de janeiro de 2009 e 31 de dezembro de 2012 haverá a convivência da norma ortográfica atualmente em vigor com a nova norma estabelecida pelo Acordo, e ambas serão aceitas como corretas nos exames escolares, provas de vestibulares e concursos públicos, bem como nos meios escritos em geral. Art. 2º - O Ministério da Educação, o Ministério da Cultura e o Ministério das Relações Exteriores, em atendimento ao artigo 2º do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, com a colaboração da Academia Brasileira de Letras e entidades afins dos países signatários do Acordo, tomarão as providências necessárias com vistas à elaboração de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa. Art. 3º - Os livros escolares distribuídos pelo Ministério da Educação à rede pública de ensino de todo o país serão autorizados a circular, em 2009, tanto na atual quanto na nova ortografia, e deverão ser editados, a partir de 2010, somente na nova ortografia, excetuadas as reposições e complementações de programas em curso, conforme especificação definida e regulamentada pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE. Art. 4º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Brasília,____de_________de 2008; 187º da Independência e 120º da República.

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Observações Importantes → As letras K, W e Y serão usadas nos seguintes casos especiais: a) EM antropônimos, antropônimos originários de outras línguas e seus derivados. Ex.: Franklin, frankliniano, Taylor, taylorista; b) Em topônimos, topônimos originários de outras línguas e seus derivados. Ex.: Kuanza, Kuwait. c) Em siglas, símbolos e mesmo em palavras adotadas como unidade de medida de curso internacional. Ex.: K – potássio (de kalium); W – oeste (West); kg – quilograma; km (quilômetro); kW – kilowatt; yd – jarda (yard) MANTIDO → Fica mantido o acento agudo nas vogais tônicas I e U das palavras oxítonas e paroxítonas que constituem o 2º elemento de um hiato e não seguidas de l,m,n,nh,r,z. Ex.: país, saúde, balaústre. Nessa mesma regra estão incluídas as formas verbais atraí-las, possuílo-ás. → São mantidos os acentos em todas as proparoxítonas. Toda paroxítona terminada em ditongo é também uma proparoxítona eventual.

→ São mantidos os acentos das palavras oxítonas terminadas em a, e, o seguidas ou não de S. → São mantidos os acentos das paroxítonas terminadas em ditongo crescente. → São mantidos os acentos das paroxítonas terminadas em LNRX, UM,UNS, PS, ÂO, Ã, US, I(+S) → mantido o hífen em palavras cujos prefixos são de valor tipi-guarani. Ex.: Ceará-Mirim. → Mantêm-se os acentos nas formas da 3ª pessoa do plural dos verbos ter, manter, reter etc., que conservam o acento: EX.: (eles) têm, mantêm, retêm etc. → Estão mantidos os acentos graves indicativos de crase. MUDANÇAS → Os verbos como aguar (ou derivados), delinquir possuem dupla grafia: com o u tônico em formas rizotônicas sem acento gráfico: averiguo, águe; e com a a ou o i dos radicais tônicos acentuados graficamente: averiguo, ágüe.

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THATYML Língua Portuguesa → As palavras proparoxítonas cuja vogal tônica admite variantes (ê, é, ô, ó) admitem dupla grafia. Ex.: cômodo ou cómodo → Oscilação do acento gráfico em fêmur, femur, onix ou ônix. → Não são acentuadas as palavras paroxítonas cujas vogais tônicas i e u são precedidas de ditongo crescente. Ex.: baiuca, feiura → Emprega-se o hífen nos seguintes topônimos: a) iniciados por grã e grão. Ex.: Grão-Pará; b) iniciados por verbos: Ex.: Passa-Quatro; c) cujos elementos estejam ligados por artigo: Ex.: Bahia de Todos-os-Santos;

Observação: Os demais topônimos compostos são escritos separados e sem hífen: Ex.: Cabo Verde - Exceção Guiné-Bissau

→ prefixos terminados em vogal e segundo elemento iniciado por r ou s, a consoante será duplicada. Ex.: cosseno, contrarregra. → prefixo terminado em vogal e segundo elemento iniciado por vogal diferente daquela em que termina o primeiro elemento. Ex.: antiaéreo, hidroelétrico. → Facultativamente em dêmos (1ª pessoa do plural do presente do subjuntivo), para se distinguir de demos (1ª pessoa do plural do pretérito perfeito do indicativo) e em fôrma (substantivo) para se distinguir de forma (substantivo ou verbo no presente do indicativo ou no imperativo).

→ Não se emprega o acento circunflexo nas 3ª pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos crer, dar, ler, ver e seus derivados: creem, deem, leem, veem, releem. → Não se emprega o acento circunflexo nas paroxítonas terminadas em oo (hiato): enjoo, voo (substantivo e verbo). → Emprega-se o hífen quando o primeiro elemento da palavra composta for bem ou mal e o segundo elemento começar por vogal ou h: bem-apanhado, bem-humorado, mal-habituado, mal-estar. → Na translineação, ato de passar de uma linha para outra, na escrita ou na impressão, ficando parte da palavra na linha superior e o resto na de baixo, se a partição coincide com o fim de um dos elementos, deve-se repetir o hífen na linha seguinte. Ex.: vice- -almirante. → Os nomes próprios hebraicos de tradição bíblica podem conservar os finais ch, ph e th ou simplificálos: Loth ou Lot. → Se o dígrafo for mudo, deverá ser eliminado: Joseph, José; se, pelo uso, permitir adaptação, adiciona-se uma vogal: Judith, Judite. → Em antropônimos e topônimos de tradição bíblica, podem conservar-se ou não ser mantidas as consoantes finais b, c, d, g e t, consagradas pelo uso, quer sejam pronunciadas, quer não: David, Davi. No mesmo caso, incluem-se: Madrid, Calecut ou Calicut. Com grafia única, destaca-se a palavra Cid, em que o d sempre é pronunciado. → Sempre que possível, devem-se substituir os topônimos de línguas estrangeiras por formas próprias da língua nacional (formas vernáculas), quando estas sejam antigas e ainda vivas em português: Zurique por Zürich.

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THATYML Língua Portuguesa Para fixar melhor observe o quadro demonstrativo na prática do uso do hífen.

Bibliografia Instituto Antonio Houaiss – Escrevendo pela nova ortografia – Como usar as regras do novo acordo ortográfico da língua Portuguesa Ed. PubliFolha – Houaiss – 1ª edição/ 2008

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Conjuntos

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Proposição simples ou proposição atômica

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Conectivos

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Número de linhas de uma tabela-verdade

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Tautologias

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Sentenças Abertas

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Cálculos com porcentagem

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RACIOCÍNIO LÓGICO 1. CONJUNTOS 1.1 - Introdução A noção de conjuntos é intuitiva. Primitivamente, entende-se por conjunto todo agrupamento bem determinado de coisas, objetos, pessoas etc. Ex: Conjunto das vogais. 1.2 - Elementos São os objetos que formam o conjunto. Ex: Nos conjuntos das vogais, os elementos são: a, e, i, o, u. 1.3 - Representação Podemos representar um conjunto de dois modos: entre chaves ou através de uma linha poligonal fechada. Ex: Conjunto das vogais: V = {a, e, i, o, u }

1.7 - Conjunto unitário É o conjunto formado por um só elemento. Ex: Conjunto dos números primos pares e positivos: A={2} 1.8 - Conjunto Vazio É o conjunto que não possui elementos. Ex: Conjunto dos números inteiros entre 5 e 6. B = { } ou B = ∅ 1.9 - Conjunto Universo É o conjunto que admitimos existir para o desenvolvimento de certo assunto em matemática. É representado por U. Ex: {Segunda-feira, Sexta-feira, sábado} é o conjunto dos dias da semana que começam com a letra “s” .Neste caso o conjunto universo é: U ={x / x é dia da semana}. 1.10 - Subconjunto O conjunto A é subconjunto de um conjunto B se, e somente se, todo elemento de A pertence a B. Ex: A = {1, 2, 3 } e B = {1, 2, 3, 4, 5} A é subconjunto de B. No diagrama:

1.4 - Caracterização Podemos caracterizar um conjunto por: a) Extensão: através da designação de todos os elementos que compõe o conjunto. Ex: A = {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9} b) Compreensão: através da indicação de uma propriedade de comum a todos os elementos. Ex: {x / x é algarismo indo-arábico} Obs: / (lê-se assim: tal que). 1.5 - Relação de Pertinência Para indicar que um elemento x pertence ou não a um conjunto A qualquer, escrevemos simbolicamente: x ∈ A (x pertence ao conjunto A) x ∉ A (x não pertence ao conjunto A) Ex: Dado o conjunto A = { 0, 1, 2, 3, 4, 5,}, podemos dizer que: 3∈A 1∈A 7∉A

Para relacionar subconjuntos, conjuntos, usaremos os símbolos: ⊂ (está contido) ⊄ (não está contido) ⊃ (contém) (não contém) Se A é subconjunto de B, então: A ⊂ B; B ⊃ A Obs: 1) A ordem dos elementos não altera o conjunto. Ex: A = {3, 7, 8} é o mesmo que A = {7, 8, 3} 2) Os elementos dos conjuntos não devem ser repetidos. Ex: B = {1, 4, 4, 5, 4, 9} é o mesmo que B = {1, 4, 5, 9}

1.6 - Tipos de conjuntos a) Finito: quando possui um número limitado de elementos: Ex: {a, e, i, o, u } {0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9}

3) Representamos os conjuntos por letras maiúsculas: A, B, C, ...

b) Infinito: quando possui um número ilimitado de elementos. Ex: {1, 3, 5,... } → {x ∈ IN / x é ímpar} {0, 1, 2, 3,... } → {x / x é natural }

1.11 - Igualdade de conjuntos Dois conjuntos A e B são iguais, se e somente se, simultaneamente A é subconjunto de B é subconjunto de A.

4) Os elementos são indicados por letras minúsculas: a, b, c, ...

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THATYML Raciocínio Lógico Ou seja, dois conjuntos são iguais quando possuem os mesmos elementos. Ex: A = {3, 2, 1} e B = {1, 2, 3} A=B 1.12 - Conjuntos Numéricos a) IN = {0, 1, 2, 3, 4,...} é o conjunto dos números naturais. b) Z = {..., -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, ...} é conjunto dos números inteiros. , a ∈ z, b ∈ z, b ≠ 0} é o conjunto dos c) Q = {x / x = números racionais. d) I = {x / x não é quociente de dois números inteiros} e) IR é o conjunto formado pelos conjuntos dos números racionais mais irracionais, chamados de reais.

C) Diferença Dados dois conjuntos A e B, chama-se diferença entre A e B e indica-se por A - B, ao conjunto formado pelos que pertencem a A e não pertencem a B. A – B = {x / x ∈ A e x ∉ B} Se: A = {1, 2, 3} e B = { 3, 4} então: A – B = {1,2} B – A = {4} Obs: A – B ≠ B - A Ex:

No diagrama temos:

Em diagramas temos: No diagrama temos:

D) Complementar Então: IN ⊂ Z ⊂ Q ⊂ IR 1.13 - União (U) Dados dois conjuntos A e B, chama-se união de A com B, o conjunto formado pelos elementos que pertencem a A ou a B. A U B = {x / x ∈ A ou x ∈ B} Ex: A = {1, 2, 3} , B = {3, 4, 5} A U B = {1, 2, 3, 4, 5}

Dados dois conjuntos A e B tais que A é subconjunto de B, chama-se complementar de A em relação a B e indica-se por , ao conjunto dos elementos que pertencem a B e não pertencem a A. Ex:

=B –A A = { 1, 2, 3 } e B = { 1, 2, 3, 4, 5 } = B – A = { 4, 5 }

No diagrama temos: Estruturas Lógicas e Diagramas Proposição é todo o conjunto de palavras, símbolos que representam um pensamento completo. Princípios A lógica matemática se fundamenta em dois princípios básicos: B) Intersecção ( ) Dados dois conjuntos A e B, chama-se intersecção de A com B o conjunto formado pelos elementos que pertencem a A e a B. A B = {x / x ∈ A e x ∈ B} Ex: A = {1, 2, 3} e B = {3, 4,} A B = {3} No diagrama temos:

I) Princípio da não contradição: Uma proposição não poderá ser ao mesmo tempo falsa e verdadeira. II) Princípio do terceiro excluído: Toda proposição ou é verdadeira ou é falsa, não existe um terceiro caso. Valor lógico de uma proposição Uma proposição poderá ter valor lógico verdade ou falsidade. Toda proposição tem um e, um só dos valores V ou F. Proposição simples ou proposição atômica É aquela que não tem nenhuma outra proposição como parte integrante. Representaremos pelas letras latinas minúsculas p, q, r, s... p: Antonio é alto. q: 2 é um número ímpar.

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THATYML Raciocínio Lógico Proposição composta ou proposição molecular. É aquela formada pela combinação de duas ou mais proposições. Representaremos pelas letras latinas maiúsculas P, Q, R, S... P: Antonio é alto ou 2 é um número ímpar.

d) Disjunção Exclusiva ( ) Representa a disjunção de duas proposições ligadas através do conectivo ou...ou.. (p q). Seus valores lógicos são:

Conectivos São palavras usadas para ligar proposições, assim criando novas proposições. Os Conetivos são: p q: lê-se ou p ou q, mas não ambos ou Carlos é engenheiro ou 5 é primo. e) Condicional ( ) Representa a conjunção de duas proposições ligadas através do conectivo se... então (p q). Seus valores lógicos são: TABELA-VERDADE Dispositivo prático na qual figuram todos os possíveis valores lógicos da proposição composta correspondentes das proposições simples. p q: lê-se: se p então q; q se p; p somente se q. Poderemos também, interpretar da seguinte forma: (a) p é condição suficiente para q (b) q é condição necessária para p Se Carlos é engenheiro, então 5 é primo. Operações Lógicas sobre proposições Quando analisamos proposições realizamos uma série de operações, vamos conhecê-las e também as suas tabelas-verdade.

f) Bicondicional (↔) Representa a conjunção de duas proposições ligadas através do conectivo se...então (p↔q). Seus valores lógicos são:

a) Negação (~) Representa a negação de uma proposição. Seus valores lógicos são:

~p , lê-se: não p; não é verdade que p; não sucede p p: Antonio é professor ~p: Antonio não é professor. ∧) b) Conjunção (∧ Representa a conjunção de duas proposições ligadas através do conectivo e (p ∧q) . Seus valores lógicos são:

p ∧ q: lê-se: p e q; p mais q. Carlos é engenheiro e 5 é primo. c) Disjunção (∨) Representa a disjunção de duas proposições ligadas através do conectivo ou (p ∨ q). Seus valores lógicos são:

p ∨ q: lê-se: p ou q. Carlos é engenheiro ou 5 é primo.

p ↔ q: lê-se: p se, e somente se, q; p é equivalente a q. Poderemos também, interpretar da seguinte forma: p é condição necessária e suficiente para q Carlos é engenheiro se e somente se 5 é primo. ER1. (FT_98) De três irmãos – José, Adriano e Caio –, sabe-se que ou José é o mais velho, ou Adriano é o mais moço. Sabe-se, também, que ou Adriano é o mais velho, ou Caio é o mais velho. Então, o mais velho e o mais moço dos três irmãos são, respectivamente: a) Caio e José b) Caio e Adriano c) Adriano e Caio d) Adriano e José e) José e Adriano Resolução: Temos as seguintes proposições: Ou José é o mais velho, ou Adriano é o mais moço. (I) Ou Adriano é o mais velho, ou Caio é o mais velho. (II) Considerando a proposição: Ou Adriano é o mais velho, ou Caio é o mais velho. Essa proposição será verdadeira se somente uma das proposições for verdadeira. Considerando que Caio é o mais velho, então Adriano não é o mais velho. Considerando a proposição: Ou José é o mais velho, ou Adriano é o mais moço.

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THATYML Raciocínio Lógico Essa proposição será verdadeira se pelo menos uma das proposições for verdadeira. José é o mais velho é falso pela (II), então Adriano é o mais moço. Alternativa: B ER2. (FT_98) A negação da afirmação condicional “se estiver chovendo, eu levo o guarda-chuva” é: a) se não estiver chovendo, eu levo o guarda-chuva b) não está chovendo e eu levo o guarda-chuva c) não está chovendo e eu não levo o guarda-chuva d) se estiver chovendo, eu não levo o guarda-chuva e) está chovendo e eu não levo o guarda-chuva Resolução: A negação da de uma proposição do tipo “Se A então B” (A → B), é a afirmação da primeira e negação da segunda. ~ (A → B) ⇔ A ∧ → B Logo, a negação de: “Se estiver chovendo, (então) eu levo o guarda-chuva”. “Está chovendo, eu não levo o guarda-chuva”. Alternativa: E ER3. (FT_98_ESAF) Dizer que “Pedro não é pedreiro ou Paulo é paulista” é, do ponto de vista lógico, o mesmo que dizer que: a) se Pedro é pedreiro, então Paulo é paulista b) se Paulo é paulista, então Pedro é pedreiro c) se Pedro não é pedreiro, então Paulo é paulista d) se Pedro é pedreiro, então Paulo não é paulista e) se Pedro não é pedreiro, então Paulo não é paulista Resolução: Do ponto de vista da lógica, a negação da primeira ou afirmação da segunda (~A ∨ B), é equivalente a dizer que a afirmação da primeira implica na afirmação da segunda (A →B). ~A ∨ B ⇔ A → B Logo: “Pedro não é pedreiro ou Paulo é paulista” ⇔ “se Pedro é pedreiro, então Paulo é paulista”

Para a primeira proposição simples (p): Para valores Vs (verdadeiros), temos: p = 2n – 1, como n = 2, fica: 22 – 1 = 21 = 2 (significa que na primeira coluna, teremos dois valores Vs). Usando o mesmo raciocínio, para valores Fs (falsos), concluímos que, teremos, também, dois valores Fs (falsos), na primeira coluna. Nota: os valores Vs (verdadeiros) e Fs (falsos) vão se alternando de dois em dois, pois o resultado de 2n – 1 foi 2. Façamos, agora, para a segunda proposição (q): Para valores Vs (verdadeiros), temos: q = 2n – 2, como n = 2, fica: 22 – 2 = 20 = 1 (significa que na segunda coluna, teremos um valor V). Pela mesma linha de raciocínio, para valores Fs (falsos), concluímos que teremos, também, um valor F. Nota: os valores V (verdadeiro) e F (falso) vão se alternando de um em um, pois o resultado de 2n – 2 foi 1. O candidato pode perguntar por que em relação à primeira premissa a potência foi n – 1 e em relação à segunda premissa a potência foi n – 2. A resposta é: fundamenta-se na fórmula 2n / 2k = 2n - k onde n são os valores lógicos e k são as premissas. Então, no nosso caso, ficamos assim: Para a primeira premissa: 22 / 21 = 22 - 1, o 2 (potência) é porque os valores lógicos são V e F e o 1 (potência), porque é em relação à 1ª premissa. Para a segunda premissa: 22 / 22 = 22 – 2, o primeiro 2 (potência) é porque os valores lógicos são V e F e o segundo 2 (potência) é porque a premissa é a segunda. Agora, vamos montar a tabela-verdade:

Pela tabela-verdade, vemos que na primeira coluna existem dois Vs e dois Fs, enquanto na segunda existe um V e um F, alternando-se, como foi comprovado no cálculo acima. 2º) Exemplo:

Alternativa: A Número de linhas de uma tabela-verdade O número de linhas da tabela-verdade de uma proposição composta depende do número de proposições simples que a integram, sendo dado pelo seguinte teorema: “A tabela-verdade de uma proposição composta com n proposições simples componentes contém 2n linhas”. Vamos primeiro ver um exemplo construindo a tabela-verdade por uma proposição, depois, um exemplo construindo a tabela-verdade através de argumento. 1º) Exemplo: Dada a proposição P(p,q) = ~ (p ^ ~ q) Primeiramente, calculamos o nº de linhas por 2n: 22 = 4 (o 2 da potência é porque só temos duas variáveis, ou seja, p e q). Após sabermos o número de linhas que terá a tabela-verdade, vamos, agora, construí-la, através dos valores lógicos V e F.

Vamos aproveitar este exemplo para mostrar a validade de um argumento. Testar a validade do seguinte argumento: Se trabalho, não posso estudar Trabalho ou serei aprovado em Matemática Tabalhei______________________________ Logo, fui reprovado em Matemática Inicialmente, vamos separar as proposições: P = “Trabalho” Q = “Posso estudar” R = “Serei aprovado em Matemática” Padronizando, sendo: P→~Q PvR P______ \~ R

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Fazendo o mesmo tipo de cálculo para o primeiro exemplo, temos: 2n = 23 = 8 linhas. (lembre-se, agora, k vale 1, depois, 2, depois, 3, porque são 3 premissas). Então, nas colunas, teremos: 1ª coluna = da premissa P = 4 Vs e 4 Fs; 2ª coluna = da premissa Q = 2 Vs e 2 Fs, alternadamente; 3ª coluna = da premissa R = 1 V e 1 F, alternadamente.

Lógica de Argumentação Chama-se de argumento toda afirmação de que uma dada seqüência finita de proposições tem como conseqüência uma proposição final. As proposições iniciais são as premissas do argumento, e a proposição final é a conclusão do argumento. Poderemos usar os termos hipótese no lugar de premissa e tese no lugar de conclusão. P1: Todos os diplomatas são gordos. P2: Nenhum gordo sabe nadar. C: Logo, os diplomatas não sabem nadar.

A montagem da tabela, fica:

Um argumento que consiste em duas premissas e uma conclusão chama-se silogismo. Validade de um argumento Um argumento P1, P2,...,Pn |----- C diz-se válido, se e somente se a conclusão C é verdadeira todas as vezes que premissas P1, P2,...,Pn são verdadeiras. Um argumento não-válido recebe o nome de sofisma. Critério de validade de um argumento Um argumento P1, P2,...,Pn |------ C é válido, se e somente se a condicional: (P1 ∧ P2, ∧....∧Pn) ⇒ C é tautológica.

p = premissas c = conclusão A explicação para a validade de um argumento é: após a construção da tabela-verdade, verifica-se na coluna das premissas as linhas em que os valores lógicos são todos V. Se em todas essas linhas o valor lógico relativo à coluna da conclusão for, também, V, o argumento é válido. Se ao menos em uma das linhas em que os valores lógicos das premissas são Vs, se nessa mesma linha o valor lógico relativo à coluna da conclusão for F, então, o argumento é não-válido. No nosso 2º exemplo, temos nas 3ª e 4ª linhas as premissas verdadeiras, mas na terceira linha a conclusão é falsa, logo o argumento é não-válido.

ER5. (ICMS_SP_02) Todos os diplomatas são gordos. Nenhum gordo sabe nadar. Segue-se que: a) Algum diplomata não é gordo b) Algum diplomata sabe nadar c) Nenhum diplomata sabe nadar d) Nenhum diplomata é gordo e) Algum gordo sabe nadar Resolução: Poderemos usar a teoria dos conjuntos para a resolução do exercício. Vamos representar cada frase por diagramas de conjuntos

TAUTOLOGIAS Sentenças moleculares que são sempre verdadeiras, independentemente do valor lógico das proposições que a constituem, são chamadas tautologias. ER4. (FT_98) Chama-se tautologia a toda proposição que é sempre verdadeira, independentemente da verdade dos termos que a compõem. Um exemplo de tautologia é: a) se João é alto, então João é alto ou Guilherme é gordo b) se João é alto, então João é alto e Guilherme é gordo c) se João é alto ou Guilherme é gordo, então Guilherme é gordo d) se João é alto ou Guilherme é gordo, então João é alto e Guilherme é gordo e) se João é alto ou não é alto, então Guilherme é gordo Resolução: Analisando a proposição se João é alto, então João é alto ou Guilherme é gordo Logo, essa proposição representa uma tautologia. Alternativa: A

Como não há intersecção entre o conjunto dos Gordos e o dos Nadadores, então não existe a possibilidade de algum diplomata saber nadar, logo nenhum diplomata sabe nadar. Alternativa: C REGRAS DE INFERÊNCIA As tabelas que se seguem contém alguns dos argumentos válidos mais importantes da lógica. O conhecimento da validade destes dez argumentos permite-nos

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THATYML Raciocínio Lógico inferir a validade de muitos outros argumentos. Por esse motivo eles são chamados de Regras de Inferência.

a) b) c)

deiro que: algum A não é G algum A é G nenhum A é G

d) e)

algum G é A nenhum G é A

02. (TTN) Considere dois conjuntos, A e B, tais que A = {4, 8, x, 9, 6} e B = {1 , 3, x, 1 0, y, 6}. Sabendo que a interseção dos conjuntos A e B é dada pelo conjunto {2, 9, 6}, o valor da expressão y - (3x + 3) é igual a a) -28 d) 6 b) -19 e) 0 c) 32 03. (Fiscal do Trabalho/98) De um grupo de 200 estudantes, 80 estão matriculados em francês, 110 em inglês e 40 não estão matriculados nem em inglês, nem em francês. Seleciona-se, ao acaso, um dos 200 estudantes. A probabilidade de que o estudante selecionado esteja matriculado, em pelo menos uma dessas disciplinas (isto e, em inglês ou em francês) é igual a: a)

d)

b)

e)

c)

Exemplo: 1) Vamos usar a regra modus ponens para verificar a validade do argumento: Se Maria é francesa, então Guilherme é italiano. Se Guilherme é italiano, então Orlando é chinês. Mas Maria é francesa. ------------------------------------------------------------------------Logo Orlando é chinês. Representando simbolicamente as proposições por A: Maria é francesa, B: Guilherme é italiano e C: Orlando é chinês, o argumento dado é da forma: (1) Se A, então B (2) Se B, então C (3) A -----------------------(4) C onde (1), (2) e (3) são as premissas e (4) é a conclusão; das premissas (1) e (3) podemos concluir, via “modus ponens”, que a proposição B é verdadeira e assim, no nosso argumento, podemos usar a proposição proposição B como uma nova premissa. Temos então verdadeira as seguintes proposições (1), (2), (3) e (4), mostrando que o argumento é válido. EXERCÍCIOS 01. (TTN) Se é verdade que “Alguns A são R” e que “Nenhum G é R”, então é necessariamente verda-

04. (AFC/96) Se Beto briga com Glória, então Glória vai ao cinema. Se Glória vai ao cinema, então Carla fica em casa. Se Carla fica em casa, então Raul briga com Carla. Ora, Raul não briga com Carla. Logo, a) Carla não fica em casa e Beto não briga com Glória. b) Carla fica em casa e Glória vai ao cinema. c) Carla não fica em casa e Glória vai ao cinema. d) Glória vai ao cinema e Beto briga com Glória. e) Glória não vai ao cinema e Beto briga com Glória. 05. (AFC/96) Três irmãs – Ana, Maria e Cláudia – foram a uma festa com vestidos de cores diferentes. Uma vestiu azul, a outra branco, e a terceira preto. Chegando à festa, o anfitrião perguntou quem era cada uma delas. A de azul respondeu: “Ana é a que está de branco”. A de branco falou: “Eu sou Maria”. E a de preto disse: “Cláudia é quem está de branco”. Como o anfitrião sabia que Ana sempre diz a verdade, que Maria às vezes diz a verdade, e que Cláudia nunca diz a verdade, ele foi capaz de identificar corretamente quem era cada pessoa. As cores dos vestidos de Ana, Maria e Cláudia eram, respectivamente, a) Preto, branco, azul. b) Preto, azul, branco. c) Azul, preto, branco. d) Azul, branco, preto e) Branco, azul, preto. 06. (AFC/96) Se Carlos é mais velho do que Pedro, então Maria e Júlia têm a mesma idade. Se Maria e Júlia têm a mesma idade, então João é mais moço do que Pedro. Se João é mais moço do que Pedro, então Carlos é mais velho do que Maria. Ora, Carlos não é mais velho do que Maria. Então, a) Carlos não é mais velho do que Júlia, e João é mais moço do que Pedro.

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THATYML Raciocínio Lógico b) c) d) e)

Carlos é mais velho do que Pedro, e Maria e Júlia têm a mesma idade. Carlos e João são mais moços do que Pedro. Carlos é mais velho do que Pedro, e João é mais moço do que Pedro. Carlos não é mais velho do que Pedro, e Maria e Júlia não têm a mesma idade.

ocínio por meio de proposições que são avaliadas (valoradas) como verdadeiras (V) ou falsas (F), mas nunca ambos, esses operadores estão definidos, para cada valoração atribuída às letras proposicionais, na tabela abaixo.

07. (AFC/96) Os dois círculos abaixo representam, respectivamente, o conjunto S dos amigos de Sara e o conjunto P dos amigos de Paula.

a) b) c) d) e)

Sabendo que a parte sombreada do diagrama não possui elemento algum, então: Todo amigo de Paula é também amigo de Sara. Todo amigo de Sara é também amigo de Paula. Algum amigo de Paula não é amigo de Sara. Nenhum amigo de Sara é amigo de Paula. Nenhum amigo de Paula é amigo de Sara.

08. (AFC/96) Com relação a dois conjuntos quaisquer, Z e P, é correto afirmar que: a) Se (Z ∩ P) = P, então P ⊂ Z b) Se (Z ∪ P) = Z, então Z⊂ P c) Se (Z ∩ P) = φ , então (Z ∪ P) = φ d) Se (Z ∩ P) = φ, então Z = ou P = φ e) Se (Z ∪ P) = P, então Z = φ 09. (ICMS_2002) Indique a alternativa em que as proposições formam um conjunto inconsistente. a) Se o avião tem problema de motor, então pousa em Campinas. Se o avião tem problema de motor, então pousa em Bauru. O avião não pousa em Campinas. b) Se o avião tem problema de motor, então pousa em Campinas. Se o avião não tem problema de motor, então pousa em Bauru. O avião não pousa em Bauru. c) Se o avião tem problema de motor, então não pousa em Campinas. Se o avião não tem problema de motor, então pousa em Bauru. O avião não pousa em Campinas. d) Se o avião tem problema de motor, então pousa em Campinas. Se o avião não tem problema de motor, então pousa em Bauru. O avião não pousa em Campinas nem em Bauru. e) Se o avião tem problema de motor, então não pousa em Campinas. Se o avião não tem problema de motor, então não pousa em Bauru. O avião pousa em Campinas. 10. De quantas maneiras cinco pessoas: A, B, C, D e E, podem ser dispostas em fila indiana começando por A ou B? a) 120. d) 60. b) 24. e) 42. c) 48. Texto para os itens de 11 e 12 (TCU/2004) Considere que as letras P, Q e R representam pro, e são operadoposições e os símbolos res lógicos que constroem novas proposições e significam não, e e então, respectivamente. Na lógica proposicional que trata da expressão do raci-

11. Suponha que P represente a proposição Hoje choveu, Q represente a proposição José foi à praia e R represente a proposição Maria foi ao comércio. Com base nessas informações e no texto, julgue os itens seguintes. a) A sentença Hoje não choveu então Maria não foi ao comércio e José não foi à praia pode ser corretamente representada por ¬ P→ (¬ R ^¬ Q). b) A sentença Hoje choveu e José não foi à praia pode ser corretamente representada por P ^ ¬ Q. c) Se a proposição Hoje não choveu for valorada como F e a proposição José foi à praia for valorada como V, então a sentença representada por ¬ P → Q é falsa. d) O número de valorações possíveis para (Q ^ ¬ R) → P é inferior a 9. 12.

As letras P, Q e R representam proposições, e os esquemas acima representam quatro formas de dedução, nas quais, a partir das duas premissas (proposições acima da linha tracejada), deduz-se a conclusão (proposição abaixo da linha tracejada). Os símbolos ¬ e → são operadores lógicos que significam, respectivamente, não e então, e a definição de V é dada na seguinte tabela verdade.

a)

b)

c) d)

Considerando as informações acima e as do texto, julgue os itens que se seguem, quanto à forma de dedução. Considere a seguinte argumentação. Se juízes fossem deuses, então juízes não cometeriam erros. Juízes cometem erros. Portanto, juízes não são deuses. Essa é uma dedução da forma IV. Considere a seguinte dedução. De acordo com a acusação, o réu roubou um carro ou roubou uma motocicleta. O réu roubou um carro. Portanto, o réu não roubou uma motocicleta. Essa é uma dedução da forma II. Dadas as premissas P → Q;¬ Q; R → P, é possível fazer uma dedução de ¬ R usando-se a forma de dedução IV. Na forma de dedução I, tem-se que a conclusão será verdadeira sempre que as duas premissas forem verdadeiras.

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THATYML Raciocínio Lógico 13. (TCU/2004) A seguinte forma de argumentação é considerada válida. Para cada x, se P(x) é verdade, então Q(x) é verdade e, para x = c, se P(c) é verdade, então conclui-se que Q(c) é verdade. Com base nessas informações, julgue os itens a seguir. a) Considere o argumento seguinte. Toda prestação de contas submetida ao TCU que expresse, de forma clara e objetiva, a exatidão dos demonstrativos contábeis, a legalidade, a legitimidade e a economicidade dos atos de gestão do responsável é julgada regular. A prestação de contas da Presidência da República expressou, de forma clara e objetiva, a exatidão dos demonstrativos contábeis, a legalidade, a legitimidade e a economicidade dos atos de gestão do responsável. Conclui-se que a prestação de contas da Presidência da República foi julgada regular. Nesse caso, o argumento não é válido. b) Considere o seguinte argumento. Cada prestação de contas submetida ao TCU que apresentar ato antieconômico é considerada irregular. A prestação de contas da prefeitura de uma cidade foi considerada irregular. Conclui-se que a prestação de contas da prefeitura dessa cidade apresentou ato antieconômico. Nessa situação, esse argumento é válido. 14. (TCU/2004) Em geral, empresas públicas ou privadas utilizam códigos para protocolar a entrada e a saída de documentos e processos. Considere que se deseja gerar códigos cujos caracteres pertencem ao conjunto das 26 letras de um alfabeto, que possui apenas 5 vogais. Com base nessas informações, julgue os itens que se seguem. a) Se os protocolos de uma empresa devem conter 4 letras, sendo permitida a repetição de caracteres, então podem ser gerados menos de 400.000 protocolos distintos. b) Se uma empresa decide não usar as 5 vogais em seus códigos, que poderão ter 1, 2 ou 3 letras, sendo permitida a repetição de caracteres, então é possível obter mais de 11.000 códigos distintos. c) O número total de códigos diferentes formados por 3 letras distintas é superior a 15.000. 15. (TCU/2004) 20. Um baralho comum contém 52 cartas de 4 tipos (naipes) diferentes: paus (♣), espadas (♠), copas (♥) e ouros (♦). Em cada naipe, que consiste de 13 cartas, 3 dessas cartas contêm as figuras do rei, da dama e do valete, respectivamente. Com base nessas informações, julgue os itens subseqüentes. a) A probabilidade de se extrair aleatoriamente uma carta de um baralho e ela conter uma das figuras citadas no texto é igual a b)

Sabendo que há 4 ases em um baralho comum, sendo um de cada naipe, conclui-se que a probabilidade de se extrair uma carta e ela não ser um ás de ouros é igual a

c)

.

.

A probabilidade de se extrair uma carta e ela conter uma figura ou ser uma carta de paus é igual a

.

16. (AFTN/98) Considere as afirmações: A) se Patrícia é uma boa amiga, Vítor diz a verdade; B) se Vítor diz a verdade, Helena não é uma boa amiga;

C)

a) b) s) d) e)

se Helena não é uma boa amiga, Patrícia é uma boa amiga. A análise do encadeamento lógico dessas três afirmações permite concluir que elas: são equivalentes a dizer que Patrícia é uma boa amiga. implicam necessariamente que Patrícia é uma boa amiga. implicam necessariamente que Vítor diz a verdade e que Helena não é uma boa amiga. são consistentes entre si, quer Patrícia seja uma boa amiga, quer Patrícia não seja uma boa amiga. são inconsistentes entre si.

17. (MPOG/2002) M = 2x + 3y, então M = 4p + 3r. Se M = 4p + 3r, então M = 2w - 3r. Por outro lado, M = 2x + 3y, ou M = 0. Se M = 0, então M + H = 1. Ora, M + H 1. Logo, a) 2w -3r = 0 d) 2x + 3y 2w - 3r b) 4p + 3r 2w - 3r e) M = 2w - 3r c) M2x + 3y 18. (MPOG/2002) Em um grupo de amigas, todas as meninas loiras são, também, altas e magras, mas nenhuma menina alta e magra tem olhos azuis. Todas as meninas alegres possuem cabelos crespos, e algumas meninas de cabelos crespos têm também olhos azuis. Como nenhuma menina de cabelos crespos é alta e magra, e como neste grupo de amigas não existe nenhuma menina que tenha cabelos crespos, olhos azuis e seja alegre, então: a) pelo menos uma menina alegre tem olhos azuis. b) pelo menos uma menina loira tem olhos azuis. c) todas as meninas que possuem cabelos crespos são loiras. d) todas as meninas de cabelos crespos são alegres. e) nenhuma menina alegre é loira. 19. (MPOG/2002) Na formatura de Hélcio, todos os que foram à solenidade de colação de grau estiveram, antes, no casamento de Hélio.- Como nem todos os amigos de Hélcio estiveram no casamento de Hélio, conclui-se que, dos amigos de Hélcio: a) todos foram à solenidade de colação de grau de Hélcio e alguns não foram ao casamento de Hélio. b) pelo menos um não foi à solenidade de colação de grau de Hélcio. c) alguns foram à solenidade de colação de grau de Hélcio, mas não foram ao casamento de Hélio. d) alguns foram à solenidade de colação de grau de Hélcio e nenhum foi ao casamento de Hélio. e) todos foram à solenidade de colação de grau de Hélcio e nenhum foi ao casamento de Hélio. 20. (MPOG/2002) Um juiz de futebol possui três cartões no bolso. Um é todo amarelo, o outro é todo vermelho e o terceiro é vermelho de um lado e amarelo do outro. Num determinado jogo, o juiz retira, ao acaso, um cartão do bolso e mostra, também ao acaso, uma face do cartão a um jogador. Assim, a probabilidade de a face que o juiz vê ser vermelha e de a outra face, mostrada ao jogador, ser amarela é igual a: a) 1/6. d) 4/5. b) 1/3. e) 5/6. c) 2/3.

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THATYML Raciocínio Lógico 21. (MPOG/2002) Cinco amigas, Ana, Bia, Cati, Dida e Elisa, são tias ou irmãs de Zilda. As tias de Zilda sempre contam a verdade e as irmãs de Zilda sempre mentem. Ana diz que Bia é tia de Zilda. Bia diz que Cati é irmã de Zilda. Cati diz que Dida é irmã de Zilda. Dida diz que Bia e Elisa têm diferentes graus de parentesco com Zilda, isto é: se uma é tia a outra é irmã. Elisa diz que Ana é tia de Zilda. Assim, o número de irmãs de Zilda neste conjunto de cinco amigas é dado por: a) 1. d) 4. b) 2. e) 5. c) 3. 22. Seis pessoas - A, B, C, D, E, F - devem sentar-se em tomo de uma mesa redonda para discutir um contrato. Há exatamente seis cadeiras em tomo da mesa, e cada pessoa senta-se de frente para o centro da mesa e numa posição diametralmente oposta à pessoa que está do outro lado da mesa. A disposição das pessoas à mesa deve satisfazer às seguintes restrições: F não pode sentar-se ao lado de C E não pode sentar-se ao lado de A D deve sentar-se ao lado de A Então uma distribuição aceitável das pessoas em tomo da mesa é: a) F, B, C, E, A, D. d) F, D, A, C, E, B. b) A, E, D, F, C, B. e) F, E, D, A, B, C. c) A, E, F, C, D, E.

27. Se é verdade que “Alguns escritores são poetas” e que “Nenhum Músico é poeta’’, então, também e necessariamente ver que: a) nenhum músico é escritar. b) algum escritor é músico. c) algum músico é escritor. d) algum escritor não é músico. e) nenhum escritor é músico. 28. Se Beraldo briga com Beatriz, então Beatriz briga com Bia. Se Beatriz briga com Bia, então Bia vai ao bar. Se Bia vai ao bar, então Beto briga com Bia. Ora. Beto não briga com Bia. Logo, a) Bia não vai ao bar e Beatriz briga com Bia. b) Boa vai ao bar e Beatriz ouga com Bia. c) Beatriz não briga com Bia e Beraldo não briga com Beatriz. d) Beatriz briga com Bia e Beraldo briga com Beatriz. e) Beatriz não briga com Bia e Beraldo briga com Beatriz. 29. Se Flávia é filha de Fernanda, então Ana não é filha de Alice. Ou Ana é filha de Alice, ou Ênia é filha de Elisa. Se Paula não é filha de Paulete, então Flávia é filha de Fernanda. Ora, nem Ênia é filha de Elisa nem Inês é filha de Isa. a) Paula é filha de Paulete e Flávia é filha de Fernanda. b) Paula é filha de Paulete e Ana é filha de Alice. c) Paula não é fllna de Paulete e Ana é filha de Alice. d) Ênia é filha de Elisa ou Flávia é filha de Fernanda. e) Se Ana é filha de Alice, Flávia é filha de Fernanda.

23. Ou Celso compra um carro, ou Ana vai à Africa, ou Rui vai a Roma. Se Ana vai à África, então, Luís compra um Livro. Se Luís compra um livro, então Rui vai a Roma. Ora, Rui não vai a Roma, logo: a) Celso compra um carro e Ana não vai à África. b) Celso não compra um carro e Luís não compra o livro. c) Ana não vai à África e Luís compra um livro. d) Ana vai à África ou Luís compra um livro. e) Ana vai à África e Rui não vai a Roma.

30. A partir das seguintes premissas: Premissa 1: “X é A e B, ou X é C” Premissa 2: “Se Y não é C, então X não é C” Premissa 3: “Y não é C” Conclui-se corretamente que X é: a) A e B. b) não A ou não C. c) A ou B. d) A e não B. e) não A e não B.

24. Dizer que é verdade que para todo x, se x é uma rã e se x é verde, então x está saltando é logicamente equivalente a dizer que não é verdade que: a) “algumas rãs que não são verdes estão saltando”. b) “algumas rãs verdes estão saltando”. c) “nennuma rã verde não esta saltando”. d) “existe uma rã verde que não está saltando”. e) “algo que não seja uma rã verde está saltando”.

31. Maria é magra ou Bemardo é barrigudo. Se Lúcia é linda, então César não é careca. Se Bernardo é barrigudo, então César é careca. Ora, Lúcia é linda. Logo: a) Maria é magra e Bernardo não é barrigudo. b) Bernardo é barrigudo ou César é careca. c) César é careca e Maria é magra. d) Maria não é magra e Bernardo é barrigudo. e) Lúcia é linda e César é careca.

25. Dizer que “André é artista ou Bemardo não é engenheiro” é logicamente eqüivalente a dizer que: a) André é artista se e somente se Bernardo não é engenheiro. b) Se André é artista, então Bemardo não é engenheiro. c) Se André não é artista, então Bernardo é engenheiro d) Se Bemardo é engenheiro, então André é artista. e) André não é artista e Bemardo é engenheiro. 26. Em uma comunidade, todo trabalhador é responsável. Todo artista, se não for filósofo, ou é trabalhador ou é poeta. Ora, não há filósofo e não há poeta que não seja responsável. Portanto, tem-se que, necessariamente, a) todo responsável é artista. b) tudo responsável é filósofo ou poeta. c) todo artista é responsável. d) algum filósofo é poeta. e) algum trabalhador é filósofo.

32. As seguintes afirmações, todas elas verdadeiras, foram feitas sobre a ordem de chegada dos convidados a uma festa: A) Gustavo chegou antes de Alberto e depois de Danilo. B) Gustavo chegou antes de Beto e Beto chegou antes de Alberto se e somente se Alberto chegou depois de Danilo. C) Carlos não chegou junto com Beto se e so-mente se Alberto chegou junto com Gustavo. Logo. a) Carlos chegou antes de Alberto e depois de Danilo. b) Gustavo chegou junto com Carlos. c) Alberto chegou junto com Carlos e depois de Beto. d) Alberto chegou depois de Beto e junto com Gustavo. e) Beto chegou antes de Alberto e junto com Danilo. 33. Se Vera viajou, nem Camite nem Carla foram ao casamento. Se Carla não foi ao casamento, Vanderléia viajou. Se Vandertéia viajou, o navio afundou. Ora, o navio não afundou. Logo.

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THATYML Raciocínio Lógico a) b) c) d) e)

Vera não viajou e Carla não foi ao casamento. Camile e Carla não foram ao casamento. Carla não foi ao casamento e Vanderléia não viajou. Carla não foi ao casamento ou Vanderléia viajou. Vera e Vanderléia não viajaram.

34. Em uma pequena comunidade, sabe-se que “nenhum filósofo é rico” e que “alguns professores são ricos”. Assim, pode-se afirmar, corretamente, que nesta comunidade: a) alguns filósofos são professores. b) alguns professores são filósofos. c) nenhum filósofo é professor. d) alguns professores não são filósofos. e) nenhum professor é filósofo. 35. Uma escola de arte oferece aulas de canto, dança, teatro, violão e piano. Todos os professores de canto são, também, professores de dança, mas nenhum professor de dança é professor de teatro. Todos os professores de violão são, também, professores de piano e alguns professores de piano são, também, professores de teatro. Sabe-se que nenhum professor de piano é professor de dança e como as aulas de piano, violão e teatro não têm nenhum professor em comum então: a) nennum professor de violão é professor de canto. b) pelo menos um professor de violão é professor de teatro. c) pelo menos um professor de canto é professor de teatro. d) todos os professores de piano são professores de canto. e) todos os professores de piano são professores de violão. 36. Ou Anais será professora, ou Anelise será canto-ra, ou Anamélia será pianista. Se Ana for atleta, então Anamélia será pianista. Se Anelise for cantora, então Ana será atleta. Ora, Anamélia não será pianista. Então: a) Anais será professora e Anelise não será cantora. b) Anais não será professora e Ana não será atleta. c) Anelise não será cantora e Ana será atleta. d) Anelise será cantora ou Ana será atleta. e) Anelise será cantora e Anamélia não será pianista. 37. Se é verdade que “Nenhum artista é atleta”, então também será verdade que: a) todos não-artistas são não-atletas. b) nenhum atleta é não-artista. c) nenhum artista é não-atleta. d) pelo menos um não-atleta é artista e) nenhum não-atleta é artista. 38. Em uma cidade há dois irmãos gêmeos, Pedro e Paulo. Pedro sempre mente e Paulo sempre diz a verdade. Uma pessoa fez duas perguntas a eles; um dos irmãos respondeu à primeira, e o outro, à segunda. As perguntas foram: I) seu nome é Pedro? II) como seu irmão responderia à primeira pergunta? Pode-se afirmar que: a) As respostas obtidas foram sim e sim. b) As respostas obtidas foram sim e não. c) Se a segunda resposta for sim, o interpelado é Pedro. d) As respostas obtidas foram não e não. e) As respostas obtidas foram não e sim.

39. Num país há apenas dois tipos de habitantes: os verds; que sempre dizem a verdade e os falcs, que sempre mentem. Um professor de Lógica, recém chegado a este país, é informado por um nativo que glup e plug, na língua local, significam sim e não mas o professor não sabe se o nativo que o informou é verd ou falc. Então ele se aproxima de três outros nativos que estavam conversando juntos e faz cada um deles duas perguntas: 1º Os outros dois são verds? 2º Os outros dois são falcs? A primeira pergunta é respondida com glup pelos três mas à segunda pergunta os dois primeiros responderam glup e o terceiro respondeu plug. Assim, o professor pode concluir que: a) todos são verds. b) todos são falcs. c) somente um dos três últimos é falc e glup, significa não. d) somente um dos três últimos é verd e glup significa sim. e) há dois verds e glup significa sim. 40. (Adaptação do texto da revista seleções) Cada um dos membros dessa família tem um carro de cor diferente. As pessoas são Adão, Ângela, George, Júlia, Mila, Ronaldo e Stela. As cores dos carros são (não necessariamente nessa ordem): preto, azul, marrom, verde, cinza, rosa e vermelho. Quem é quem na árvore genealógica e qual a cor do carro de cada um?

a) b) c) d) e)

I– II – III – IV – V–

A irmã de Ronaldo tem um carro azul. Ângela tem um carro cinza, e seu pai, um carro preto. A filha de Mila tem um carro rosa. O marido de Mila (cujo carro não é marrom) não é George. Júlia às vezes pede emprestado o carro de sua prima, quando o dela está no conserto. Stela não é da mesma geração (de pais ou de filhos) que Adão (cujo carro não é nem marrom nem vermelho). Com base nas afirmações acima (todas verdadeiras), julgue os itens que se seguem: A pessoa A é Ronaldo e tem o carro azul. A pessoa B é Mila e tem o carro marrom se, e somente se, a pessoa C for George e tiver o carro cinza. A pessoa D é Júlia e tem o carro rosa. Se a pessoa F é Adão e tem o carro verde, então a pessoa G é Ângela e tem o carro cinza. A pessoa E é Mila e a pessoa D é Stela.

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THATYML Raciocínio Lógico (Papiloscopista/2004) Texto para os itens 41 e 44.

b)

Sejam P e Q variáveis proposicionais que podem ter valorações, ou serem julgadas verdadeiras (V) ou falsas (F). A partir dessas variáveis, podem ser obtidas novas proposições, tais como: a proposição condicional, denotada por P  Q, que será F quando P for V e Q for F, ou V, nos outros casos; a disjunção de P e Q, denotada por P ∨ Q, que será F somente quando P e Q forem F, ou V nas outras ∧ situações; a conjunção de P e Q, denotada por P∧ Q, que será V somente quando P e Q forem V, e, em outros casos, será F; e a negação de P, denotada por ¬P, que será F se P for V e será V se P for F. Uma tabela de valorações para uma dada proposição é um conjunto de possibilidades V ou F associadas a essa proposição. 41. A partir das informações do texto acima, julgue os itens subseqüentes. a) As tabelas de valorações das proposições P ∨ Q e Q  ¬ P são iguais. b) As proposições (P v Q) S e (PS) (QS) possuem tabelas de valorações iguais. c) O número de tabelas de valorações distintas que podem ser obtidas para proposições com exatamente duas variáveis proposicionais é igual a 24. 42. Denomina-se contradição uma proposição que é sempre falsa. Uma forma de argumentação lógica considerada válida é embasada na regra da contradição, ou seja, no caso de uma proposição ¬R verdadeira (ou R verdadeira), caso se obtenha uma contradição, então conclui-se que R é verdadeira (ou ¬R é verdadeira). Considerando essas informações e o texto de referência, e sabendo que duas proposições são equivalentes quando possuem as mesmas valorações, julgue os itens que se seguem. a) De acordo com a regra da contradição, PQ é verdadeira quando ao supor P ∧ ¬ Q verdadeira, obtém-se uma contradição.

Considere que, em um pequeno grupo de pessoas — G — envolvidas em um acidente, haja apenas dois tipos de indivíduos: aqueles que sempre falam a verdade e os que sempre mentem. Se, do conjunto G, o indivíduo P afirmar que o indivíduo Q fala a verdade, e Q afirmar que P e ele são tipos opostos de indivíduos, então, nesse caso, é correto concluir que P e Q mentem.

43. Considere as quatro sentenças enumeradas a seguir. I - Para cada y, existe algum x, tal que x < y. II - Para cada x e para cada y, se x < y então existe algum z, tal que x < z e z < y. III - Para cada x, se 0 < x, então existe algum y tal que x = y × y. IV - Existe algum x tal que, para cada y, x < y. Suponha que, nessas sentenças, x, y e z sejam variáveis que podem assumir valores no conjunto dos números naturais (IN), no dos números inteiros (Z), no dos números racionais (Q) ou no conjunto dos números reais (IR). Em cada linha da tabela a seguir, são atribuídas valorações V e F, para cada uma das quatro sentenças enumeradas acima, de acordo com o conjunto no qual as variáveis x, y e z assumem valores.

a) b)

Julgue os itens subseqüentes, a respeito dessas sentenças. As avaliações dadas para as sentenças I e III estão corretas. As avaliações dadas para as sentenças II e IV estão corretas.

44. Dadas as proposições: p: Pedro é pedreiro; q: Paulo é paulista. E as tabelas verdades:

I– II – III – IV – V–

Julgue os itens a seguir: “Se Pedro é pedreiro então Paulo é paulista” é equivalente a dizer “Se Paulo não é paulista então Pedro não é pedreiro”. p ⇔ ~p é uma contradição. (p q) → (p q) é tautologia. p q é equivalente a p ^ q. Pedro não é pedreiro ou Paulo é paulista tem como negação Pedro é pedreiro e Paulo não é paulista. GABARITO 01. A 02. E 03. B 04. A 11. C, C, E, C 12. C, E, C, C 16. D 17. E 18. E 19. B 26. C 27. D 28. C 29. B 36. A 37. D 38. C 39. C 43. E, E 44. C, C, C, E, C

05. B 06. E 13. E, E 20. A 21. D 30. A 31. A 40. E, E, E, C, E

07. A 08. A 14. E, E, C 22. D 23. A 32. A 33. E 41. E, E, C

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09. D 10. C 15. C, E, C 24. D 25. D 34. D 35. A 42. C, C

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THATYML Raciocínio Lógico SENTENÇAS ABERTAS

CÁLCULOS COM PORCENTAGEM

Em lógica e em Matemática, são chamadas proposições somente as sentenças declarativas, às quais se pode associar um e, somente um, dos valores lógicos, V ou F.

Exercícios Incluindo Porcentagem (padrão CESPE / UnB)

Então, vamos tomar como exemplo x + 4 = 9. O número procurado x pode assumir valores em um conjunto numérico, como, por exemplo, o conjunto dos números naturais que representamos por N. Dizemos que x é uma variável em N. A sentença x + 4 = 9, onde x é uma variável em N, é uma sentença aberta. Dependendo do valor associado a x, a sentença aberta pode se tornar uma proposição verdadeira ou uma proposição falsa. De um modo geral, uma sentença envolvendo uma variável x é uma sentença aberta. Portanto, p(x): x + 4 = 9 é uma sentença aberta. Definição: p(x) é uma sentença aberta em um dado conjunto se, e somente se, p(x) torna-se uma proposição (verdadeira ou falsa) sempre que se substitui a variável x por um elemento do dado conjunto. Uma sentença aberta pode conter uma ou mais variáveis. A saber: 1º) Com uma variável: é o conjunto de todos os elementos tais que tornem a proposição verdadeira. Exemplo: Seja a sentença aberta “x + 1 > 8” em N (conjunto dos números naturais). Então, o conjunto verdade para esta sentença é: V = {x | x ∈ N ^ x + 1 > 8} = {8, 9, 10, ...} ⊂ N. 2º) Com duas variáveis: dados dois conjuntos A e B, chama-se sentença aberta com duas variáveis em A x B ou apenas sentença aberta em A x B, uma expressão p(x, y) tal que p(a, b) é falsa (F) ou verdadeira (V) para todo o par ordenado (a, b) Î A x B. Exemplo: Sejam os conjuntos A = {1, 2, 3, 4} e B = {1, 3, 5}. O conjunto-verdade da sentença aberta “x <y” em A x B é: V = {(x, y) ⎢x ∈ A ^ y ∈ B ^ x < y} ={(1, 3), (1, 5), (2, 3), (2, 5), (3, 5), (4, 5)}⊂ A x B. Temos, ainda, sentenças abertas com N variáveis, mas que dificilmente são cobradas em concursos, devido ao grau de dificuldade.

01. Num exame de seleção, ao qual se apresentam 2.500 candidatos, se 20% são reprovados, é correto afirmar que esse número é superior a 400 candidatos. 02. Numa cidade “A”, de 45.000 habitantes, sabe-se que 8% são analfabetos. Sendo assim, podemos afirmar que o número de analfabetos desta cidade é inferior a 3.600 pessoas. 03. Admitindo que a quota de previdência social no País, que incide sobre os juros ganhos, é de 4% e tendo o depositante João ganho R$ 1.245,00 de juros, podemos afirmar que a sua quota devida é um valor abaixo de R$ 50,00. 04. Se um comerciante deu, por conta de uma duplicata, 3/7 de seu valor e, posteriormente, liquidou-a com o desconto de 3% sobre o saldo, ou seja, com o desconto de R$ 316,80, então, o valor nominal dessa duplicata é exatamente R$ 18.480,00. 05. Se para 210 candidatos inscritos em um concurso, registraram-se 120 ausências às provas e 27 reprovações, então a porcentagem das aprovações sobre o número de candidatos e sobre o número de participantes foram valores acima de 25% e 60%, respectivamente. 06. Se num concurso feito por certo número de candidatos, houve 18% de aproveitamento, ou seja, 117 aproveitados e noutro, feito por 350 candidatos, houve 22% de aproveitamento, então, o número de candidatos que se submeteram ao primeiro concurso e o número de aprovados no segundo foram superiores a 600 e a 70, respectivamente. 07. Se a um estabelecimento bancário foram dados recursos para efetuar empréstimos iguais a 15 solicitantes e se a lista sofreu um acréscimo de 5 elementos, então é correto afirmar que em razão deste acréscimo o auxílio sofreu uma redução de uma porcentagem acima de 20%. 08. Admitindo-se que João pagou na caixa do Banco “X” R$ 8.018,80 por uma ordem de pagamento a ser expedida por telegrama para a cidade “A” e que a comissão do Banco, é de 1/8%, os selos são de R$ 1,80 e o custo do telegrama é de R$ 7,00, então, podemos concluir que o valor da ordem de pagamento é superior a R$ 7.500,00. 09. Se um cobrador de um clube arrecada R$ 4.800,00 e entrega à diretoria do mesmo apenas R$ 4.560,00, então a sua taxa de comissão é superior a 5%. 10. Se certo comerciante recebeu R$ 3.515,00 por mercadorias vendidas com desconto de R$ 185,00, então a taxa do referido desconto foi acima de 4,5%. 01. 04. 07. 10.

certo. certo. certo. certo.

GABARITO 02. errado. 05. certo. 08. certo.

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03. certo. 06. errado. 09. errado.

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Informática 089 Internet e Intranet 108 Hardware e Software 119 Processador de Texto 119 Writer 124 Word

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132 Planilha Eletrônica 132 Calc 137 Excel 145 Power Point 159 Windows XP 187 Linux

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INTERNET A INTERNET E O CORREIO ELETRÔNICO A Internet é a expressão daquilo que retrata a inserção da informática na vida das pessoas, constituindo hoje um fenômeno de informação e de quantidade de computadores interligados. A expressão “aldeia global” resume todo o cabedal de conhecimentos disponíveis através da grande rede. Um computador que trabalhe desconectado da Internet está fadado a se comportar como mera máquina de escrever aprimorada, pois estará distante das informações mais ricas e atualizadas do mundo em que vivemos. Através da Internet podemos pesquisar toda sorte de assuntos, bem como acessarmos as últimas notícias, realizarmos compras “on-line”, dentre um universo de outras possibilidades. As salas de “chat” (bate-papo) estão sempre repletas de pessoas das mais variadas faixas etárias e níveis de conhecimento. Muitos profissionais se utilizam da Internet para divulgar e vender seus produtos, as probabilidades de uso são infindas. Como tudo começou tudo começou Em 1969, com o nome de ARPANET, o governo norte-americano experimentou a possibilidade de se construir uma rede de computadores que teriam como meta principal a demonstração da potencialidade de se estabelecer comunicação entre computadores que estariam espaçados fisicamente entre si numa larga área geográfica. A experiência foi bem sucedida e em 1973, cerca de 50 universidades e instituições militares possuíam conexões através daquela novidade tecnológica. Nos dias atuais a Internet ganhou terreno através da mola de estímulo comercial e espargiu-se pelo mundo em tamanha grandeza que não se pode precisar a quantidade de computadores que lhe estão ligados. É uma organização sem proprietários mantida por alguns grupos autônomos. E, como resultante da tecnologia da Internet, passamos a contar com o desenvolvimento e amplo uso das Intranets. Estas, são redes que em tudo se assemelham à Internet. De variados tamanhos, diferem da Internet basicamente por serem organizações privadas e não públicas. Bancos, órgãos governamentais, etc., dispõe de suas Intranets. s dá a conexão Como se dá a conexão Linha Discada Através de uma linha telefônica e um dispositivo conhecido como modem, qualquer pessoa que possua um computador pode se interligar à Internet usando para isso um provedor de acesso. Este provedor, geralmente de caráter comercial, estabelece uma ligação semelhante à companhia telefônica e nos faculta o acesso. Este tipo de conexão também é conhecido como conexão por meio de linha discada, numa alusão aos aparelhos telefônicos antigos que se utilizavam de um disco para efetuar a chamada.

Tal tipo de conexão alcança baixas velocidades devido às restrições impostas pela linha telefônica convencional. Assim, esta conexão caracteriza um acesso via banda estreita. Cabe ressaltar que a medida de velocidade de transmissão de dados em redes é dada em bits por segundo (bps). Uma conexão via linha discada normalmente atinge taxas da ordem de até 56 kbps. Importa ressaltar que a conexão via linha discada se utiliza da Rede Dial-up, acessório do Windows destinado a permitir o estabelecimento de conexão à Internet pela linha telefônica convencional. Banda larga O acesso à Internet por meio de conexão de banda larga tem como grande vantagem as elevadas taxas de transmissão de dados, bem acima das taxas obtidas com a linha discada. Velocidades da ordem de 256 Kbps (kilobits por segundo) a até mais de 2Mbps (Megabites por segundo) vêm sendo disponibilizadas para o mercado domiciliar. Apresenta, ainda, como diferencial o fato de o usuário permanecer conectado por longos períodos sem a preocupação com as tarifas telefônicas. As conexões por banda larga, usualmente empregadas em ambientes domésticos e de pequenos escritórios, envolvem a utilização de “cable modem” para as conexões por meio de cabos das TV por assinatura, “modems ADSL” para as conexões de alta velocidade utilizando-se a linha telefônica e, ainda, conexões por meio de ondas de rádio. Acesso sem fio – conexões “wireless” O acesso à Internet sem fio não é mais um projeto do futuro. Ao contrário, a cada dia a chamada computação móvel chega mais perto do ambiente doméstico. Existem diversas tecnologias que utilizam as ondas de rádio para acesso à Internet. Umas com pequeno alcance; outras com alcances bem maiores.  Bluetooth - é uma tecnologia de transmissão de dados via sinais de rádio de alta freqüência, entre dispositivos eletrônicos próximos (PC e seus periféricos por exemplo). A distância ideal é de no máximo 10 metros e a distância máxima é de 100 metros.  Wi-Fi - é a abreviatura de “Wireless Fidelity” (fidelidade sem fios) e é utilizado para descrever produtos que respeitam o conjunto de normas 802.11 criado pelo Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE). As mais conhecidas são as 802.11b por utilizarem banda de 2,4 Ghz (próxima da freqüência usada por um microondas ou por um telefone sem fios) e porque podem transferir dados a uma velocidade de 11 megabits por segundo (mbps). O novo standard 802.11a trabalha na banda de 5 Ghz e consegue transferir dados a até 54 Mbps. A tecnologia Wi-FI também tem restrições de alcance e dificuldades de transmissão devido a obstáculos interpostos entre as antenas.

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THATYML Informática Um conjunto de equipamentos adequadamente instalado passa a constituir o hotspot, que é um ponto de acesso sem fios onde os utilizadores podem se ligar à rede ou à Internet. Os hotspots podem existir em vários locais públicos. Gratuitos ou não, eles permitem o acesso à Internet de banda larga a utilizadores de aparelhos (laptops ou PDAs) que possuem o chipset Wi-Fi. Muitos hotéis e aeroportos já têm hotspots. E até mesmo cidades inteiras já permitem o acesso à Internet por meio desta tecnologia. A evolução desta tecnologia, que permitirá alcances bem superiores, já está em desenvolvimento e até está sendo testada no Brasil. É denominada “pré-WiMax” , ou apenas Wi-Max. Além do alcance, terá como uma das vantagens a inexistência das restrições de visibilidade entre as antenas. O que é preciso para se conectar Teoricamente qualquer computador que possua uma placa de fax-modem ou uma placa de rede Ethernet pode se conectar à Internet, mas é evidente que quanto mais recursos de hardware dispusermos, melhor será a performance. Além dos dispositivos de hardware, precisaremos de pelo menos dois softwares: um navegador (browser) e um gerenciador de mensagens eletrônicas (Outlook Express, por exemplo). O primeiro permite “navegar” pelos sites e o segundo, enviar e receber e-mails (correio eletrônico) de forma rápida e eficiente. Porém, se usuário não dispuser de um gerenciador de correio eletrônico, ainda poderá se valer do recurso do Webmail, que se constitui numa facilidade disponibilizada pelos provedores para que o usuário visualize, responda e gerencie seus e-mails. Ex.: YahooMail, Gmail, etc. Protocolos Um protocolo é um código criado para que os computadores “conversem” entre si. Assim como pessoas precisam de um idioma único para se comunicarem, um protocolo permite que as informações trafeguem pela Internet ou Intranet até à máquina de destino. O protocolo da Internet é o TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol). Na realidade são dois tipos de protocolo que trabalham em conjunto. O TCP divide a informação em pacotes e os reúne quando chegam ao destino. O IP é responsável pelo endereçamento dessas informações. Outros protocolos importantes  FTP (File Transfer Protocol): protocolo utilizado para transferência de arquivos. (Download e Upload)  HTTP (Hyper Text Transfer Protocol): protocolo para transferência de hipertextos.  WAP (Wireless Application Protocol): protocolo para aplicações sem fio.

 POP (Post Office Protocol): controla o recebimento de mensagens de e-mail.  SMTP (Simple Mail Transfer Protocol): controla o envio de mensagens de e-mail. INTRANETS Uma Intranet é uma rede de computadores que se utiliza das mesmas tecnologias da Internet, porém é caracterizada por ser uma rede privada, ao passo que a Internet é uma rede pública e mundial. Uma Intranet atende aos interesses de uma instituição ou empresa tendo seu tamanho definido pelas suas necessidades. Assim, ela utiliza os protocolos da Internet, permite troca de e-mails entre seus integrantes, videoconferência, mensagens instantâneas e tudo mais que encontramos na WEB. Recursos de uma Intranet  Programas de e-mail: os atuais browsers (navegadores) incluem programas de e-mail em suas versões básicas. Entre esses destacam-se o Internet Explorer, Mozzila Firefox, Netscape e Opera.  Transferência de Arquivos: os programas de FTP como WS-FTP e Get right são muito utilizados e permitem transferência de arquivos com maior velocidade do que com o protocolo http.  Reuniões Virtuais: o Netmeeting, IRCs, ICQ, Lotus e outros permitem desde simples bate-papo, até vídeo conferência e trabalho conjunto on line. Programas que permitem conversação via telefônica utilizando-se os protocolos da Internet. Interessante para empresas que possuem atuação Nacional ou Internacional.  Contato Remoto com a Rede: estes transformam a relação de trabalho, possibilitando que qualquer funcionário devidamente autorizado, possa entrar na rede interna a partir de qualquer lugar onde haja um computador.  Listas de Discussão: permite a troca de opiniões e conhecimentos através de um fórum público de discussão. Esta modalidade de comunicação intensifica o padrão cognitivo de seus participantes, sendo cada vez mais adotado pelas empresas preocupadas com o desenvolvimento de seus recursos humanos. Principais vantagens na utilização de redes internas Intranet  Compartilhar, de maneira mais eficiente, os dados entre diversos computadores de uma mesma empresa ou até na casa do usuário.

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THATYML Informática  Otimizar recursos, diminuindo a quantidade de hardware necessário (menos impressoras, fax, CDrom, HDs, modems) uma vez que há a possibilidade de serem compartilhados recursos.  Otimizar recursos humanos - Os setores de suporte, assistência técnica, especificação, compras, transporte, inspeção, armazenamento, acompanhamento de fabricação, acompanhamento de projetos ou obras, gerência de contratos, jurídico, pessoal, normas, comunicação social, auditoria, financeiro, contas a pagar, contas a receber, tesouraria, vendas, gerência e diretoria são os principais beneficiados pela rapidez e facilidade de consulta e resposta ao cliente. Todos os setores da empresa se beneficiam com estas novas ferramentas e devem saber utilizá-las.

Intranet com conexão à Internet Redes Intranet viabilizam uma grande variedade de aplicações de Acesso Remoto, entre elas o caso de vendedores externos que utilizam notebooks para visitar seus clientes. Em muitos casos estes vendedores não retornam à suas empresas. Conectam-se remotamente às suas empresas a partir de suas residências e acessam o banco de dados de suas corporações. Normalmente atualizam informações de estoque, posição de vendas e troca de mensagens (e-mails). Este tipo de tecnologia é também conhecida como SOHO (Small Office Home Office).

 Redução do tempo de busca de uma informação - A utilização de sites internos de cada setor da empresa, na Intranet, possibilita a resposta instantânea as perguntas efetuadas pelo gerentes, diretores e clientes. A atualização das mesmas “par e passo” passa a ser fundamental para a correta utilização desta ferramenta.  As FAQ (Perguntas mais freqüentes) fazem com que o conhecimento da empresa cresça e com ele o nível de atendimento. Uma dúvida esclarecida passa a ser de conhecimento de todos e com isto ganha-se tempo.  As ferramentas que possibilitam ao administrador saber onde o documento está e qual ação está sendo executada neste instante transforma a cobrança de soluções. Passa-se a saber com muito maior precisão o tempo que cada setor ou funcionário executa a tarefa que lhe foi designada.  A possibilidade de comunicação remota à rede interna, além de descentralizar o trabalho faz com que algumas tarefas sejam extremamente agilizadas. Neste caso estão os seguros e vistorias de veículos, as reportagens, a transmissão de pedidos, os relatórios de visita e viagem, as inspeções. Por que usar a Intranet? Sua integração com a Internet permite o acesso de dados internos ou externos com a mesma presteza de resultados. Uma empresa não precisa mais enviar correspondências específicas, tais como catálogos de produtos, listas de preços, etc; pois todas as informações estarão em apenas um único lugar, disponível para acesso por qualquer utilizador. A interface com o usuário é agradável, fácil de usar. Se você já usou a internet, não achará difícil navegar por uma intranet. A tecnologia empregada é estável.

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THATYML Informática FERRAMENTAS DE NAVEGAÇÃO Microsoft Internet Explorer (6) Este browser (ou navegador) é fornecido pela Microsoft e integra-se naturalmente ao Windows, mais utilizado sistema operacional da atualidade. Além das identificações usuais das janelas, como barra de títulos, de ferramentas e menus, ele apresenta uma caixa de diálogo de endereços, a partir da qual deveremos digitar diretamente a localização dos sites desejados. A navegação é intuitiva e realizada totalmente com o uso do mouse.

A Barra de Endereços do Microsoft Internet Explorer

Um endereço completo digitado na caixa de diálogo, conduzirá o navegador para aquela página. Convém observar que a parte iniciada por http:// pode ser omitida na digitação, pois o Explorer já a subentende; neste caso, por exemplo, bastaria digitarmos www.degraucultural.com.br. Um endereço é também designado pela sigla URL, que significa Uniform Resource Locator - Localizador Uniforme de Recursos. Quando a URL apresenta a letra “s” e a barra de status do IE apresenta um cadeado estamos navegando em um site seguro. Observe nas figuras a seguir: A barra de endereços e a barra de status do IE navegando em um site seguro.

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THATYML Informática Depois de aberta a página o usuário poderá navegar através da barra de ferramentas do IE usando algumas funções que podem ser úteis, no momento em que se estiver visitando determinado endereço, como pode ser observado abaixo:

A BARRA DE FERRAMENTAS DO MICROSOFT INTERNET EXPLORER 6

- Voltar – Volta à página anterior que você visitou. 2 - Avançar – Somente após voltar, você poderá avançar

Enviar página - abre a caixa de envio de mensagens do Outlook Express, com a página que está na tela do Internet Explorer, para que você possa enviar esta página por e-mail.

3 - Parar – Pára o carregamento da página. 4 - Atualizar – Atualiza (dá um Refresh) na tela. Recarrega a página. 5 - Página Inicial – Carrega a página que foi configurada como inicial no Internet Explorer 6 - Pesquisar – permite pesquisar assuntos na Internet. 7 - Favoritos - Abre do lado esquerdo da tela uma lista dos sites que foram escolhidos pelo usuário como favoritos. 8 - Histórico – Lista os locais que o usuário visitou. 9 - Correio – abre a caixa de mensagem do Outlook Express diretamente no navegador Internet Explorer. Permite enviar uma página da Internet.

10 - Imprimir – O botão Imprimir permite imprimir páginas da Web. Ele imprimirá todo o conteúdo da página. Para imprimir somente uma parte da página, uma imagem ou uma parte do texto, selecione o que você quer imprimir e clique no Menu Arquivo / Imprimir, clique na opção Seleção. Clique ok. 11 - Editar – permite editar a página que está sendo visualizada com um programa qualquer. A seta ao lado do botão indica que desce um menu com outras opções de programas. Este ícone está indicando o programa Word, mas poderia estar indicando por exemplo o bloco de notas. Permitirá fazer alterações no arquivo da página Web e criar uma nova página com base na que você editou. 12 - Discussão – permite configurar um grupo de discussão. Ferramentas – Opções da Internet No Menu Ferramentas encontra-se a opção Opções da Internet. Na tela de opções é possível controlar as configurações de Segurança, controle de conteúdo das páginas visitadas dentre outras. Aqui se destacam três itens:  Página inicial - é a página que o usuário deseja que seja a primeira que se apresenta quando o navegador – Internet Explorer – é aberto.

Ler email - abre a caixa de entrada do Outlook Express para que você possa ler suas mensagens. Nova mensagem - permite abrir a caixa de envio de mensagens do Outlook Express. Enviar link - abre a caixa de envio de mensagens do Outlook Express, já com o link da página que está na tela do Internet Explorer, para que você possa enviar este link por e-mail.

 Arquivos de Internet temporários – sempre que visitamos uma página esta é armazenada de forma temporária no HD, o que permite que, em um próximo acesso, tenhamos maior velocidade. A quantidade destes arquivos temporários é definida pelo usuário no botão Configurações. Desejando-se excluir todos os arquivos temporários, clica-se em Excluir arquivos.

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THATYML Informática  Histórico - Esta pasta armazena apenas os links para as páginas visitadas recentemente. O número de dias de armazenamento também é configurado pelo usuário no item Número de dias das páginas no Histórico. E, para Limpar o Histórico, é suficiente clicar no botão Limpar Histórico.

Além da guia Geral do quadro Opções da Internet, também temos as seguintes guias: A guia Segurança - permite configurar opções de segurança para o Internet Explorer em várias de suas zonas (Internet, Intranet local, Sites confiáveis e Sites restritos). Há vários níveis (Baixo, Médio, Alto, Personalizado, etc.).

A guia Privacidade - permite bloquear cookies e pop-up´s.

Cookies são tipos de temporários da Internet que são gravados na máquina do usuário em uma pasta específica. Esses cookies armazenam informações pessoais do usuário, geralmente formulários preenchidos para compra de algum produto na Internet. Por essa razão são considerados invasão de privacidade. Pop-up´s são janelas indesejadas que aparecem na tela do Internet Explorer quando você está navegando. Geralmente seu conteúdo é propaganda. Ao ativar o bloqueador de pop-up´s, o ícone aparecerá na barra de status do Internet Explorer. É possível, clicando com o botão direito do mouse sobre o ícone que aparece na barra de status, desbloquear as pop-up´s temporariamente para qualquer site ou marcar a opção sempre permitir pop-up´s nesta página.

A guia Conteúdo - Supervisor de conteúdo - permite configurar opções de conteúdo seguro principalmente para crianças não acessarem sites proibidos. Ao ativar um conteúdo de segurança será pedida uma senha. Certificados - Você pode controlar o uso de sua própria identidade tendo uma chave particular que só você conhece no computador. Quando usados com programas de email, os certificados de segurança com chaves particulares também são conhecidos como “identificações digitais”. Um “certificado de site da Web” informa que um determinado site da Web é seguro e legítimo. Ele garante que nenhum outro site pode assumir a identidade do site seguro original. Um certificado de segurança, associa uma identidade a uma “chave pública”. 94

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THATYML Informática Apenas o proprietário do certificado conhece a “chave particular” correspondente. A “chave particular” permite que o proprietário faça uma “assinatura digital” ou descriptografe informações criptografadas com a “chave pública” correspondente. Ao enviar o seu certificado para outra pessoa, você está dando a essa pessoa a sua chave pública para que ela possa lhe enviar informações criptografadas que só você pode descriptografar e ler com a sua chave particular. O componente assinatura digital de um certificado de segurança é sua identidade eletrônica que diz que as informações vieram realmente de você. Antes de começar a enviar informações criptografadas ou assinadas digitalmente, você precisa obter um certificado e configurar o Internet Explorer para usá-lo. Quando você visita um site da Web seguro (cujo endereço comece com “https”), ele lhe envia automaticamente o certificado dele. Os certificados de segurança são emitidos por autoridades de certificação independentes. Informações pessoais use o recurso Autocompletar, caso queira armazenar entradas de dados pessoais. O computador, assim que você começar a digitar seu nome, por exemplo, completa as informações para você, sem a necessidade de digitar o nome todo.

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THATYML Informática MICROSOFT OUTLOOK EXPRESS Correio Eletrônico via Internet O serviço de correio eletrônico talvez seja a mais poderosa ferramenta utilizada pelos usuários da Internet, no que diz respeito à comunicação à distância. O Outlook Express é o mais utilizado gerenciador de e-mails por estar incorporado ao Windows. Entretanto existem outros mecanismos de igual eficiência, como o Netscape, o Eudora, o Mozzila e outros; mas tudo acaba sendo uma questão de gosto pessoal pois, em essência, todos permitem o tráfego de mensagens eletrônicas com igual teor de velocidade e precisão. OBSERVE UMA TELA DO OUTLOOK EXPRESS

O ambiente de navegação é intuitivo e fácil de ser compreendido. À esquerda encontramos uma lista de pastas, algumas já existentes por padrão e outras criadas pelo próprio usuário. Estas pastas funcionam de maneira semelhante ao Windows Explorer, onde na tela da direita teremos os seus conteúdos mostrados de forma organizada. Para escrevermos uma nova mensagem basta clicar no item correspondente na barra de ferramentas ou diretamente no link apresentado na página de boas-vindas (acima). É conveniente ressaltar que os procedimentos com o Outlook independem do usuário estar conectado à Internet. Diferentemente da utilização dos Webmails, disponibilizados pela maioria dos provedores, o Out-look permite que os e-mails sejam lidos e terem suas respostas preparadas no modo “off-line”.

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THATYML Informática Explorando a caixa de entrada

Na barra de ferramentas encontramos os botões:  Criar email - escreve uma nova mensagem.  Responder - responde com um email para o remetente.  Responder a todos - responde ao remetente e a todos os destinatários da mensagem original.  Encaminhar - encaminha a mensagem para outro(s) destinatário(s).  Excluir - exclui a mensagem selecionada. Ela irá para a pasta Itens Excluídos.  Enviar e receber - envia e recebe automaticamente emails. Se houver mais de uma conta cadastrada para a atual identidade, pode-se selecionar a conta que se deseja baixar os emails.  Endereços - abre o Catálogo de endereços, onde o usuário atual armazena os dados de seus contatos.  Localizar - permite localizar, por diversos critérios, uma mensagem nas pastas do Outlook ou localiza um contato armazenado no catálogo de endereços. Na pasta Pastas Locais encontramos as pastas:  Caixa de entrada - local onde são armazenadas as mensagens recebidas. O número à direita indica as mensagens ainda não lidas. A mesma informação pode ser obtida na Barra de status (abaixo da janela)  Caixa de saída - armazena as mensagens até seu efetivo envio pelo Outlook.  Itens enviados - armazenam cópias destes itens.  Itens e excluídos - é a lixeira do Outlook Express.  Rascunhos - armazena cópias de mensagens a serem enviadas posteriormente. Convém ressaltar que o usuário poderá criar novas pastas de modo a facilitar o gerenciamento de mensagens armazenadas.

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Redigindo uma nova mensagem

Os endereços eletrônicos O endereço eletrônico é uma espécie de CEP utilizado na Internet para guiar com precisão o internauta através da grande teia mundial, além de propiciar a correta entrega de correspondência ao destinatário. O endereço de um site tem a seguinte forma:

No nosso exemplo, o endereço da Degrau Cultural, denota o seu caráter comercial pela extensão .com. Note que as partes do endereço identificam vários de seus caracteres, tais como protocolo, país de origem, etc. Estas informações garantem a individualidade daquele site na grande rede. É importante ressaltar que a partir de 2005, um endereço no Brasil já pode contar com acentos e “ç” da língua portuguesa. Assim, a partir de agora, não se assuste quando encontrar um endereço do tipo: www.sambacanção.com.br

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THATYML Informática http:// (HyperText Transfer Protocol) Protocolo de transferência de Hipertexto. O protocolo é uma espécie de linguagem utilizada pelo computador para estabelecer comunicação com outras máquinas através da rede. Na maioria das vezes que navegamos, estamos nos utilizando deste protocolo. Basta observar que todos os endereços da Internet o mostram no início.  www: A parte gráfica da Internet, ou seja, onde navegamos através de imagens e cliques do mouse. A www hoje propicia inúmeros recursos multimídia a seus usuários, tais como sons imagens e animações que interagem com o visitante daquele site.  org: indica que o Website é de uma organização não governamental.

 edu: indica que o Website é de uma organização educacional  gov: indica que o Website é de uma organização governamental.  com: indica que o Website é de uma organização comercial.  mil: indica que o Website é de uma organização militar.  br: indica que o Website está hospedado em um provedor no Brasil, assim como na França é “.fr” e EUA “.us”, ou simplesmente “.com”, sem terminação de país.

Endereços de E-mail Os endereços de e-mail também seguem um padrão que assegura a sua unidade dentro da internet. Devido a esta estrutura, jamais existirão dois endereços iguais em todo o mundo.

Microsoft Outllok 2000

O Outlook é um recurso do MS Office que se destina a inúmeras tarefas, individuais e em grupos de trabalho. Dentre outras tarefas permite:  Enviar e ler mensagens do usuário de diversas contas ou provedores.  Gerenciar os contatos do usuário.  Organizar e agendar tarefas com o Calendário disponível.

Sua janela Outlook hoje disponibiliza uma visão consolidada do dia de hoje, com os compromissos do Calendário, Tarefas e Mensagens. O atalho para Calendário permite gerenciar as atividades assinaladas como compromissos do usuário. O atalho para Tarefas permite agendar e gerenciar tarefas individuais ou em grupo no ambiente de uma Intranet de uma empresa. O atalho para Mensagens permite o acesso às mensagens na Caixa de Entrada.

 Agendar reuniões on-line no ambiente da rede interna. Difere do Outlook Express pelo acréscimo de inúmeras funções apresentadas em sua Barra de Atalhos (à esquerda da janela).

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THATYML Informática O atalho para Contatos na barra de atalhos do Outlook gerencia os contatos do usuário.

Endereços de E-mail Os endereços de e-mail também seguem um padrão que assegura a sua unidade dentro da internet. Devido a esta estrutura, jamais existirão dois endereços iguais em todo o mundo.

Contatos do usuário: lista os contatos do usuário, com seus dados cadastrados.

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THATYML Informática Anotações: assemelha-se a um bloco de lembretes para o usuário.

Este último é também um software que previne a invasão de um cracker e, ainda, impede que um “espião” plantado na máquina possa acessar a Internet sem conhecimento e permissão do usuário. Em ambos os casos, é essencial a periódica atualização dos softwares e, no caso do anti-vírus, varreduras periódicas dos drives de armazenamento.

AS AMEAÇAS NA INTERNET As ameaças ao mundo dos computadores não são uma novidade dos dias atuais. Ao contrário, podemos considerar como algo de longa data. Quem não se lembra de vírus famosos como “Michelangelo”, “Chernobyl” , “Ping-Pong” e tantos outros? A expansão da Internet, no entanto, propiciou uma maior velocidade (e quantidade) na disseminação das “pragas” da Grande Rede. VIRUS e WORMS Embora para o usuário não faça diferença, já que qualquer “praga” é maléfica, há uma diferença entre Vírus e Worms. Um vírus, por definição, não funciona por si só. Deve infectar um arquivo executável ou arquivos que utilizam macros, ou seja , em geral fica escondido dentro da série de comandos de um programa maior. Já os worms são entidades autônomas, não necessitando se anexar a um programa ou arquivo “hospedeiro”, ao contrário dos vírus. Um Trojan ou Cavalo de Tróia é um verme que normalmente se disfarça de um programa inofensivo permanecendo dentro da máquina indefinidamente ou até cumprir sua tarefa. A prevenção contra tais pragas compreende a utilização de softwares anti-vírus e “Firewall”. O Firewall pode ser definido como uma barreira de proteção, que controla o tráfego de dados entre seu computador e a Internet (ou entre a rede onde seu computador está instalado e a Internet). Seu objetivo é permitir somente a transmissão e a recepção de dados autorizados. Existem firewalls baseados na combinação de hardware e software e firewalls baseados somente em software. Este último é o tipo recomendado ao uso doméstico e também é o mais comum. Em outras palavras, o firewall é um mecanismo que atua como “defesa” de um computador ou de uma rede, controlando o acesso ao sistema por meio de regras e a filtragem de dados. A vantagem do uso de firewalls em redes, é que somente um computador pode atuar como firewall, não sendo necessário instalá-lo em cada máquina conectada.

 Spam - é o grande problema da atualidade na Internet. São mensagens indesejadas, normalmente de propaganda de organizações comerciais. O imenso tráfego gerado na WEB por essa prática pode comprometer seriamente a atividade da Internet.  Cookies - são pequenos arquivos (1KB) colocados pelos sites que são visitados no computador visitante. Servem para identificar o visitante em uma próxima visita àquele site. Não são vírus. São considerados Invasão de Privacidade, por isso é possível controlar suas entradas, através de configurações no browser. GLOSSÁRIO A seguir, uma série de termos usados na informática da atualidade.  Acesso dedicado O acesso dedicado é normalmente usado por empresas que vendem o acesso aos usuários finais.O acesso dedicado faz com que o computador fique conectado permanentemente com a rede.  ADSL Sigla para Assimetrical Digital Subscriber Line. ADSL é uma forma de conexão à Internet que reserva um espaço da linha telefônica para o tráfego de informações e outro para a voz. Com essa modalidade de conexão banda larga o usuário pode permanecer 24 horas online.  Backbone A tradução literal é “espinha dorsal”. O backbone é a fração da rede que suporta o maior tráfego de dados. A função do backbone é conectar várias redes locais.

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THATYML Informática  Baud rate O baud rate é normalmente usado como um sinônimo de bps (bits por segundo).  Bit Binary digit (dígito binário), é a menor entre as unidades de informação. Um agrupamento de 8 bits forma um byte.  Bluetooth A tecnologia Bluetooh é, basicamente, um padrão para comunicação sem-fio de baixo custo e de curto alcance. Através dele permite-se a comunicação sem fio entre aparelhos eletrônicos que podem ser telefones celulares, Palmtops, computadores, scanners, impressoras, equipamentos de escritório, enfim, qualquer aparelho que possua um chip Bluetooth. Esta comunicação realiza-se através de ondas de rádio na freqüência de 2.4 GHz, que não necessita licença e está disponível em quase todo o mundo.  bps bps (bits por segundo) é uma medida da velocidade de transmissão de dados.  Browser É o software utilizado para a navegação na Internet.  Cookie São informações que as páginas da Internet guardam no seu computador. Os cookies servem para ativar páginas customizadas na web, ou para informar aos servidores quantas vezes você passou por determinado site.  Dial-Up É uma outra denominação para acesso discado. O Acessório de comunicações do Windows que possibilita a conexão entre computadores através de uma linha telefônica comum.  Ethernet Um padrão de redes de computadores desenvolvido pela Xerox, DEC e Intel em meados de 1972, com uma largura de banda de 2,94 Mbps, sendo posteriormente padronizado a 10 Mbps pelo IEEE (Institute of Electrical and Electronic Engineers). As evoluções do padrão Ethernet são o Fast Ethernet com taxas de 100 Mbps, já utilizando a fibra ótica e o Gigabit Ethernet com taxas de 1Gbps.  Host É um computador que está sempre ligado à rede. Ele armazena arquivos e permite o acesso de usuários.  Hotspot Um hotspot é um ponto de acesso sem fios onde os utilizadores se podem ligar à rede ou à Internet. Os hotspots podem existir em vários locais públicos. Gratuitos ou não, eles permitem o acesso à Internet de banda larga a utilizadores de aparelhos (laptops ou PDAs) que possuem o chipset de Wi-Fi. Muitos hotéis e aeroportos já têm hotspots.

 HTTP Significa “HyperText Transfer Protocol”. Protocolo utilizado pelo serviço WWW que significa World Wide Web. É um sistema baseado em hipertextos que permite a procura e a utilização dos recursos disponíveis na INTERNET. Este protocolo de comunicação conecta usuários a sites. A sigla HTTP antecede os endereços de páginas Web. Ela informa ao servidor de que forma deve ser atendido o pedido do cliente.  Intranet É uma rede privada e interna, normalmente usada por empresas.  IP Endereço numérico que identifica de forma única um computador na rede INTERNET. Quando seu PC entra na WEB recebe um endereço IP. O formato do IP é 255.255.255.255. (4 grupos de números que atingem o máximo de 255) Um endereço IP pode ser fixo ou dinâmico. Quando é fixo ele nunca muda; quando é dinâmico ele pode se alterar (e normalmente se altera) a cada conexão sua à Internet.  ISDN (RDSI) A sigla significa Integrated Services Digital Network. (Rede Digital de Serviços Integrados) ISDN é uma rede digital que fornece serviços de voz, imagens, dados, etc.  Java Java é uma linguagem de programação. Ela foi originalmente desenvolvida pela Sun Microsystems para ser utilizada na web.  Kbps – kilobits por segundo Medida de velocidade de transmissão de dados. Sua equivalência é de mil bits por segundo.  LAN (Rede Local) A sigla significa Local Area Network. Lan é uma rede geralmente limitada a um prédio ou instituição.  Largura de Banda - Banda larga É a capacidade de enviar informação por um determinado canal ( um fio de cobre, um radioespectro, ou uma fibra ótica), ou seja, o número de bits por segundo que se pode transmitir através de um canal qualquer. A banda larga é sempre mais rápida que uma transmissão via linha discada, independente do processador ou da memória da máquina  Linha dedicada Ligação permanente entre dois computadores. (sempre conectados)  Megahertz (MHz) O hertz (Hz) e o Megahertz (MHz) são unidades que medem freqüência. Na informática são usadas para indicar a velocidade dos processadores.

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THATYML Informática  Modem É o equipamento que conecta o computador à Internet. Ele transforma sinais digitas em sinais sonoros e vice-versa.  Net A tradução literal do inglês é “rede”. Na informática o termo é usado como sinônimo de Internet.  PPP A sigla significa Point-to-Point Protocol. É Um dos protocolos usados para fazer a conexão IP por via de uma linha telefônica. O PPP é muito útil para navegadores gráficos.  Programa-cliente O funcionamento da Internet se baseia em relações cliente/servidor. Os programas clientes são os navegadores e os servidores verificam autorizações e armazenam dados.  Protocolo Um padrão de comunicação a ser usado na Internet, o mais básico é o TCP/IP.  Roteador Um roteador distribui pacotes de informação dentro de uma rede ou entre várias redes.  RFID (Identificação por radiofreqüência) Tecnologia de Identificação que utiliza a radiofreqüência para capturar os dados e não a luz como é utilizado na leitura de códigos de barra. São utilizados, basicamente, dois componentes: o transponder ou RF Tag (ou simplesmente Tag) e um leitor com antena. Quando aproximamos um Tag do leitor, o campo do leitor alimenta o Tag e este transmite dados da sua memória para o leitor. Pense no pedágio quando você passa pela via expressa. Seu carro tem um TAG. É aquela caixinha de PVC fixada no vidro.  Shareware / Freeware Shareware é um software disponível em muitos locais da INTERNET. Inicialmente, o software é grátis, mas os autores esperam que o pagamento seja enviado depois de um período inicial de testes. Normalmente, os preços são baixos. É uma espécie de “teste antes e pague depois”. Já o Freeware é grátis mesmo.  Servidor É o programa que atende ao cliente e provê a ele os serviços solicitados. O servidor oferece vários recursos, entre eles: armazenamento de dados, acesso à Internet, etc.  TCP/IP Transmission Control Protocol/Internet Protocol. Conjunto de protocolos utilizado pela INTERNET a fim de permitir que os computadores se comuniquem.  URL Uniform Resource Locator. É o sistema de endereçamento utilizado pelo WWW e um padrão de endereçamento proposto para toda a INTERNET. Trocando em miúdos: aquele endereço que você digita na barra de endereços do tipo www.qualquercoisa.com.br

 Plug-in Um “Plug-in” é um pequeno programa que você carrega e instala para adicionar uma característica específica ao seu navegador. Essas características podem incluir capacidade multimídia como vídeo e som. Ou seja, certos sites para se apresentarem adequadamente solicitam que você autorize a instalação de um plug-in.  Upload Fazer um upload é transmitir um arquivo do seu micro para a rede. A operação inversa é o download.  USB USB é a sigla para Universal Serial Bus, barramento com um tipo único de combinação porta/conector, usado para ligar ao computador sem nenhum grande esforço várias categorias de dispositivos como teclados, mouses, acessórios para games, monitores, scanner, câmeras e outros. O USB obedece ao padrão Plug and Play e visa diminuir drasticamente o transtorno na instalação e configuração dos mais diversos periféricos ao computador. Além da facilidade de uso proporcionada pelo padrão Plug and Play, o USB é “hot swappable”, ou seja, é possível conectar ou desconectar um novo dispositivo no computador com ele ligado e usá-lo imediatamente. O USB também permite a conexão de periféricos em cascata. Por exemplo: o Internet Keyboard Pro, teclado da Microsoft, vem com duas entradas USB extras e se o teclado estiver ligado ao computador pelo USB, essas duas portas podem ser usadas para conectar um mouse e um game pad.  WAP Wireless Application Protocol ou, em português, protocolo para aplicações sem fio. É um protocolo (linguagem comum) mundial que torna possível o acesso à Internet por meio de dispositivos móveis sem fio - como micros de mão e celulares. Com WAP, é possível acessar páginas no padrão WML (Wireless Markup Language, uma espécie de linguagem HTML) criadas para a tela do celular ou de um computador de mão. Essas páginas trazem links que levam a outras, igualzinho aos sites da Internet, só que com menos recursos, devido às limitações das telas dos aparelhos.  Wi-Fi e Wi-Max É a abreviatura de “Wireless Fidelity” (fidelidade sem fios) e é utilizado para descrever produtos que respeitam o conjunto de normas 802.11 criado pelo Institute of Electrical and Electronic Engineers (IEEE). As mais conhecidas são as 802.11b por utilizarem banda de 2,4 Ghz (próxima da freqüência usada por um microondas ou por um telefone sem fios) e porque podem transferir dados a uma velocidade de 11 megabits por segundo (mbps). O novo standard 802.11a trabalha na banda de 5 Ghz e consegue transferir dados a até 54 Mbps. A tecnologia Wi-Fi apresenta um curto alcance. No entanto já temos a tecnologia WiMax em desenvolvimento. Esta alcançará distâncias bem maiores que a Wi-Fi.

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O INTERNET EXPLORER 7

NOVIDADES DO INTERNET EXPLORER 7 O IE-7 vem com nova interface, buscando a simplicidade. A interface foi redesenhada para conter itens úteis e eliminar o que só ocupava espaço. O recurso de Guias ou Abas (Tabs) permite abrir vários websites em apenas uma janela usando a navegação por abas. Além disso, a Impressão no Internet Explorer 7 permite que o conteúdo caiba sem problemas na página final impressa. As opções de impressão ainda incluem o ajuste de margens, remoção de cabeçalhos e rodapés, além da alteração do espaço de impressão. Há a opção de se manter atualizado sobre as últimas novidades, diretamente dos seus sites favoritos através dos Feeds RSS: O termo Feed vem do verbo em inglês “alimentar”. Na internet, os “RSS feeds” são listas de atualização de conteúdo dos sites. A tecnologia RSS (Rich Site Summary) permite aos usuários da internet se inscreverem em sites que fornecem “feeds” (fontes) RSS. Estes sites mudam ou atualizam o seu conteúdo regularmente. Os Feeds RSS recebem estas atualizações, e, desta maneira o usuário pode permanecer informado de diversas atualizações em diversos sites sem precisar visitá-los um a um. Os feeds RSS oferecem conteúdo Web ou resumos de conteúdo juntamente com os links para as versões completas deste conteúdo. Esta informação é entregue como um arquivo XML chamado “RSS feed”.

O item Segurança possui novos recursos de segurança que auxiliam na proteção contra softwares maliciosos, e protegem contra websites fraudulentos, através de um filtro de phishing.

BOTÕES DA BARRA DE FERRAMENTAS

Permite voltar / avançar nas páginas visitadas.

Permite carregar novamente o conteúdo das páginas.

Pára o carregamento da página.

OPÇÕES DE PESQUISA

O item Pesquisar também foi atualizado, permitindo que você faça buscas dentro do navegador usando seus mecanismos de procura favoritos.

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THATYML Informática Permite fazer buscas, localizar na página, alterar padrões de pesquisa, etc.

HOME (PÁGINA INICIAL) - permite adicionar páginas para que sejam as iniciais do Browser.

FEEDS - permite visualizar atualizações do conteúdo dos sites.

IMPRIMIR - permite imprimir a página ou escolher opçoes de impressão.

CENTRAL DE FAVORITOS E ADICIONAR A FAVORITOS O botão da estrela é o Favoritos e permite exibir os Favoritos, Feeds e Histórico. O botão Adicionar a favoritos possui um menu com várias opções.

PÁGINA - abre um menu com várias opções.

GUIAS - mostra a lista de guias

NOVA GUIA - permite adicionar guias

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THATYML Informática FERRAMENTAS - o botão ferramentas contém opções do menu Ferramentas do IE-7.

FERRAMENTAS / OPÇÕES DA INTERNET / GERAL Configurações de Página Inicial, Histórico, permite alterar padrões de pesquisa, configurações de guias e Aparência.

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THATYML Informática FERRAMENTAS / OPÇÕES DA INTERNET PRIVACIDADE

FERRAMENTAS / OPÇÕES DA INTERNET PROGRAMAS

Configurações de Cookies e Bloqueador de Pop-up´s.

Permite gerenciar os complementos do navegador (plug-in) e fazer configurações de programas usados nos serviços de Internet.

FERRAMENTAS / OPÇÕES DA INTERNET CONTEÚDO Supervisor de Conteúdo, Certificados, Preenchimento Automático e Feeds.

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HARDWARE E SOFTWARE 1. Origem do Computador¹ Tudo se inicia com a criação das máquinas de cartões perfurados que foram desenvolvidas originalmente por Herman Hollerith e que foram inicialmente usadas no recenseamento dos Estados Unidos em 1980 e mais tarde utilizadas em diferentes outros setores no mundo dos negócios. Estes cartões eram o meio de armaze-namento de dados. O surgimento das impressoras rotativas é decorrente da crescente necessidade do fornecimento destes cartões. Em resposta às necessidades da indústria radiofônica surgem as válvulas e nasce o computador. O invento do transistor nos laboratórios Bell em 1947 iniciaria uma nova geração de tecnologia de computadores. Substituindo a válvula, o pequeno transistor reduziu o tempo que era necessário para que um impulso elétrico fechasse um circuito. Gerava menos calor, era de maior confiabilidade e diminuía os custos de produção. A função básica do transistor num computador é a de um interruptor eletrônico para executar operações lógicas. O armazenamento magnético surge como uma evolução para arquivar grandes volumes de dados. Com o disco magnético o acesso poderia ser obtido em menos de um segundo. Em 1957 surge o primeiro computador com sistema de armazenamento em disco, o IBM 305 RAMAC. Com um braço de acesso aleatório ele era capaz de acessar em menos de um segundo dados armazenados em qualquer um de seus 50 discos. A mesma IBM lança em 1962 a primeira unidade de armazenamento equipada com disco removível. Agora, facilmente, os usuários podiam trocar informações para diferentes finalidades. Os programadores IBM foram os primeiros a criar, para fornecer aos usuários, programas previamente elaborados. Estes Softwares incluíam instruções para separar e intercalar dados, o controle das operações de entrada e saída de dados e a facilidade de criação de listagens. Durante os anos 60, o poder de armazenamento dos computadores aumentou em capacidade e velocidade. As atenções incidiram principalmente sobre os sistemas de software. Ainda em busca de melhores soluções, foi introduzido o uso intensivo da tecnologia de circuitos integrados monolíticos nos anos 70. Esta tecnologia condensa muitos circuitos em pequeníssimos chips de silício. A utilização de uma tecnologia com grande integração e densidade de memória e de lógica melhorou consideravelmente a sua velocidade, capacidade e eficiência. O primeiro disco magnético flexível, ou disquete, da indústria, foi apresentado pela IBM em 1971. Estes discos flexíveis (floppy disk) melhoravam consideravelmente o manuseamento dos dados. Memórias de silício e circuitos lógicos foram cada vez mais miniaturizados em todos os tipos de computadores.

Os melhoramentos significativos alcançados na programação facilitaram a utilização do computador e o tornou mais acessível às necessidades específicas. Em 1973, a unidade de disco IBM 3340, apresentou a indústria uma avançada tecnologia de discos conhecida como Winchester, nome do projeto interno da IBM. 2. Conceituando Hardware e Software Hardware: É um termo coletivo e não inclui apenas o computador propriamente dito, mas também cabos, conectores, unidades de força e periféricos como o teclado, mouse, auto-falantes e impressoras. Este termo pode referir-se aos aspectos físicos da infra-estrutura de rede de telefonia e telecomunicações. Software: É a parte lógica do computador que é constituída por programas, linguagens, sistemas, ou seja, são as instruções entendidas pelo hardware. 3. Tipos de Arquiteturas de Construção Arquitetura CISC (Complex Instruction Set Computer) Computador com Conjunto de Instrução Complexa. Refere-se a computadores projetados com um conjunto completo de instruções computacionais com a finalidade de prover capacidades necessárias da forma mais eficiente. Posteriormente descobriu-se que reduzindo o conjunto completo a apenas as instruções mais freqüentemente usadas, o computador realizaria mais trabalho em um tempo menor para a maioria das aplicações. Com isso foi chamado de conjunto reduzido de instruções (RISC); havia agora a necessidade de algo pelo qual chamar computadores com conjunto completo de instruções – daí o termo CISC. Usada nos modelos de chip da empresa Intel e garantem um ótimo desempenho na resolução de problemas complicados, apesar de reduzirem a velocidade de execução. Arquitetura RISC (Reduced Instruction Set Computer) Computador com Conjunto Reduzido de Instruções. É um microprocessador planejado para realizar um menor número de tipos de instruções para o computador, de modo que ele possa operar em uma velocidade maior (realizar mais instruções por segundo ou milhões de instruções por segundo). Uma vez que cada tipo de instrução que um computador precisa realizar requer transistores adicionais e circuitos, uma grande lista ou grupo de instruções para o computador, tende a deixar o microprocessador mais complicado e lento na operação. Inventada na década de 70 pelo pesquisador da IBM John Coke, esta arquitetura provê o chip com uma “inteligência” bem mais limitada, porém com uma rapidez sem precedentes. Enquanto o chip CISC leva vários ciclos de máquina2 para executar uma única instrução, o chip RISC faz várias delas em apenas um ciclo (conceito de chip superescalar - que executa mais do que uma instrução por ciclo). 2

¹ Origem do Computador: Os concursos, em geral, não têm mais se ocupado com questões relativas à história da informática, entretanto, convém ir às provas lembrando-se pelo menos do ENIAC, pois ele já se figurou em algumas delas como representante legítimo daquele que seria o primeiro computador da histó-

Ciclo de máquina: tempo gasto pelo computador para processar cada instrução; é medido por um circuito chamado clock (relógio), que emite pulsos a uma freqüência constante. Se o clock “pulsa” 58 milhões de vezes por segundo, por exemplo, a freqüência de processamento dessa máquina é de 58 Mhz (MegaHertz). É o espaço de tempo entre um pulso e outro, ou seja, o ciclo de máquina.

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THATYML Informática 4. Componentes de um Computador Pessoal A anatomia do computador se compõe de dispositivos externos para captar e emitir informações (teclado, monitor etc.); e internos para calcular, comparar e controlar (processador, memórias etc.) A seguir, veremos, especificamente, os componentes que constituem um computador pessoal. Gabinete É a caixa que abriga toda a estrutura física interna de um computador. É normalmente dividido em baias onde serão instalados os dispositivos. Exige boas condições de ventilação interna considerando que muitos dos componentes que serão ali instalados trabalham em elevadas freqüências e por isso geram grande quantidade de calor. Existem os modelos desktop ou torre, como são respectivamente conhecidos os gabinetes horizontais e verticais. É possível que o examinador refira-se ao computador apenas como máquina ou PC. Nota: É comum chamarmos o gabinete de CPU, porém o gabinete, como já vimos, é apenas um “armário” onde são guardados o HD, as placas, a memória, os drives e outros componentes. Fonte de Alimentação A fonte de alimentação se encontra, normalmente, na traseira do gabinete e serve para fornecer as tensões para alimentar os diversos circuitos e componentes do PC. Todas as fontes de alimentação partem do princípio básico de transformar a tensão alternada elétrica (110V ou 220V) em tensões contínuas (5V ou 12V). O ventilador interno (cooler) da fonte serve para esfriar a própria fonte e também retirar o ar de dentro do gabinete. Placa-mãe A Motherboard (placa-mãe) é um arranjo físico que contém os circuitos e componentes básicos de um computador. Em uma placa-mãe comum, os circuitos são impressos ou afixados a uma superfície plana firme e normalmente produzida em um único passo. O planejamento mais comum de placasmãe em computadores desktop de hoje em dia é o AT, baseado nas placas mãe AT da IBM. Uma especificação mais recente de placa-mãe ATX melhora o estilo AT. Tanto nos modos AT, como no ATX, os componentes no computador incluídos na placa-mãe são os seguintes: • • • • •

Microprocessador (CPU); Memória; Sistema básico de Input/output (BIOS); Slot3 de Expansão; Circuitos de interconexão.

Alguns componentes adicionais podem ser acrescidos à placa-mãe por meio de seus slots de expansão. A interface eletrônica entre a placa-mãe e as placas nos slots de expansão são chamadas de barramento4 (Bus). Muitas placas-mãe possuem a capacidade de atualização (Upgrade), muitas vezes trocando-se apenas o processador e a memória nela acoplados. Na placa-mãe são “encaixados”, além de cabos de dispositivos externos, outros componentes como placa de vídeo, som, modem etc. Existem as placas-mãe Onboard, também chamadas de superintegradas, que agregam em seus circuitos, além das interfaces já tradicionalmente incorporadas, outros recursos como áudio, vídeo, modem e rede – quando não as memórias e até o processador. E, as placas-mãe Offboard que vêm “peladas” ou seja, fica a cargo de quem se propõe a montar o computador decidir quais funções irá implementar, a marca e o modelo dos dispositivos que as proverão. Processador Nas provas, os examinadores, podem referir-se ao processador como o microprocessador ou como unidade central de processamento (CPU – Central Processing Unit) e até como processor. Como o próprio nome sugere, é a parte do computador que controla o processamento de dados, desde a sua entrada até a saída. Quando um processamento começa, é a CPU que busca a instrução no disco; faz a decodificação desta instrução; associa a instrução decodificada ao dado que será processado e, por fim, executa cada instrução do programa. Ele também controla os periféricos de entrada e saída, faz os cálculos e movimentações exigidas pelo programa e gerencia todas as unidades para que trabalhem em harmonia. Eles são montados em um único chip ou circuito integrado. A CPU é a única responsável pela interpretação dos programas, tomando decisões lógicas, fazendo contas e encaminhando ordens, tudo isso muito rapidamente. Para se ter uma idéia, um processador como um Pentium 4 ou Athlon é capaz de fazer mais de um bilhão de multiplicações por segundo. A velocidade de processamento é fruto da criatividade e experiência dos engenheiros que projetam as Unidades de Execução. Devemos mencionar 4 importantes unidades: A lógica e aritmética (ULA), a de ponto flutuante (FPU), a de instruções (SIMD – Single Instruction Multiple Data – Instrução única, múltiplos dados) e uma utilizada somente para fazer cálculos de endereços de memória. Cada unidade é especializada em determinados tipos de operações lógicas e matemáticas. O performance das aplicações está diretamente ligado com o das unidades de execução. Por exemplo, editores de texto usam mais a ULA do que qualquer das outras, 3

Slot: Nome que se dá às “tomadas” ou soquetes que, no computador, permitem a conexão dos periféricos. Os slots de expansão estão preparados para receber as placas de expansão de memória ou de disco rígido. 4 Barramento: O barramento é a via de informação entre a CPU e demais dispositivos de I/O; é como se fossem estradas com várias pistas, quanto mais pistas, maior o fluxo de automóveis.

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THATYML Informática enquanto que jogos e decodificadores de DVD-video mostram dependência muito maior da FPU e das unidades SIMD. Qual seria o critério para classificar uma CPU como sendo de 32 ou 64 bits? O tamanho dos registradores5 e consequentemente o tamanho dos dutos de entrada das unidades de execução são cruciais para determinar se uma CPU é de 32, 64 ou 128 bits. Quanto maior o tamanho dos registradores, mais viável é o aumento da precisão de operações matemáticas (principalmente financeiras e científicas), maior o módulo dos números que podem ser armazenados e maior a quantidade de combinações lógicas que podem ser avaliadas. As instruções em linguagem de máquina são muito primitivas. Por exemplo: Ler (copiar) conteúdo de um endereço de memória no registrador do processador central; comparar duas informações; adicionar, subtrair dois números; escrever palavra na memória ou dispositivo de saída. Estas etapas compõem o que se denomina ciclo de instrução. Este ciclo se repete indefinidamente até que o sistema seja desligado, ou ocorra algum tipo de erro, ou seja, encontrada uma instrução de parada. Antes de finalizar este tópico, convém chamar a atenção para um personagem muitas vezes negligenciado pelo aluno, porém de grande relevância, a refrigeração do processador. Essa refrigeração é um papel desempenhado pelo Cooler6

agrega diversos circuitos destinados a dar funcionabilidade ao PC e determina, entre outras coisas: • Quais processadores poderão ser utilizados; • O tipo e a quantidade máxima de memória que poderá ser instalada; • As freqüências de barramento suportadas; • A quantidade de slots de expansão disponíveis, de HD’s; de periféricos, como leitora e gravadores de CD e a taxa máxima de transferência de dados entre eles e as controladoras IDE.7 O chipset é ultraintegrado quando constituído por única peça, mas normalmente é dividido em duas, fisicamente distintas, conquanto interdependentes: Ponte Norte (Northbridge) e Ponte Sul (Southbridge). Cabe a Ponte Norte gerenciar a comunicação entre os mais diversos elementos, especialmente conectar o processador ao barramento de memória e de vídeo. Cabe a Ponte Sul responsabilidades pelas atividades menos nobres como comandar a controladora de discos, interfaces de entrada e saída (portas seriais, paralelas e USB), além da comunicação com outras interfaces como som, rede etc. Compete ao chipset definir o Clock8 – freqüência de barramento – sinal responsável pela transmissão dos dados entre os periféricos. Dependendo de sua freqüência, um certo processador poderá ou não ser suportado por uma determinada placa. Memórias

Chipset Costuma-se dizer que, se o processador é o cérebro, a placa-mãe é o corpo de um computador, o chipset, por sua vez, é o coração da placa-mãe. Para explicar de uma forma simples, o chipset é o conjunto de componentes que estabelecem a interface entre o processador (mais propriamente o seu barramento local) e os barramentos/componentes, desde as memórias aos controladores de periféricos. Como se pode concluir, a função do chipset é bastante importante no desempenho do sistema, portanto é aconselhável conhecer alguns dos detalhes associados à definição da respectiva arquitetura. Para comparar: se os grandes componentes como o processador, a memória, e os controladores de I/O fossem representados por edifícios, o chipset representaria toda a infra-estrutura rodoviária necessária para interligar aqueles edifícios. Ele 5

Registradores: Nome dado a alguns conjuntos de bits de alta velocidade que existem dentro da CPU. A função primordial dos registradores é o endereçamento de memória, ou seja, é nos registradores que fica armazenado o endereço fornecido que está sendo tratado na memória naquele momento. O resultado de uma operação aritmética ou lógica realizada na ULA deve ser armazenado temporariamente, de modo que possa ser utilizado mais adiante ou apenas para ser, em seguida, transferido para a memória. 6 Cooler: Popularmente conhecida por ventoinha. Responsável pelo zumbido característico do computador. É um pequeno ventilador que, embutido no gabinete ou diretamente no processador tem a função de resfriá-lo.

Memória é o lugar eletrônico no qual ficam armazenadas instruções e os dados para que o processador possa acessá-los. As memórias podem ser divididas em dois grupos diferentes: • Voláteis • Não Voláteis As memórias são classificadas como voláteis, quando os dados que estão armazenando internamente são perdidos devido à interrupção do fornecimento de energia para a memória. Toda vez que o computador é desligado, os dados armazenados na memória principal são perdidos. Já as memórias do tipo não volátil não perdem os seus dados, mesmo quando a alimentação de energia é interrompida. 7 Integrated Drive Eletronics: É uma interface eletrônica padrão utilizada entre os caminhos de dados ou barramentos de uma placamãe e os dispositivos de armazenagem em disco de um computador. 8 O clock tem como finalidade gerar “pulsos de clock”. É um dispositivo gerador de pulsos cuja duração é chamada de ciclo. A quantidade de vezes em que este pulso básico se repete em um segundo define a unidade de medida do relógio, denominada freqüência, a qual também usamos para definir velocidade na CPU. A unidade de medida usual para a freqüência dos relógios de CPU é o Hertz (Hz), que significa 1 ciclo por segundo. Como se tratam de freqüências elevadas abreviam-se os valores usando-se milhões de Hertz, ou de ciclos por segundo (MegaHertz ou simplesmente, MHz). Assim, por exemplo, se um determinado processador funciona como seu relógio oscilando 25 milhões de vezes por segundo, sua freqüência de operação é de 25 MHz. E como a duração de um ciclo, seu período, é o inverso da freqüência, então cada ciclo, neste exemplo, será igual ao inverso de 25.000.000 ou 1/ 25.000.000 = 0,00000004 ou 40 nanossegundos.

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THATYML Informática armazena dados em uma superfície magnética como uma espécie de registro “fotográfico”. A capacidade desta memória aumenta em múltiplos de 8 megabytes. A maioria dos computadores são planejados de modo que você possa adicionar módulos de RAM até certos limites (por exemplo 128 ou 256 megabytes). Ter mais RAM no computador reduz o número de vezes que o processador tem que ler dados por meio do disco rígido, uma operação que leva muito mais tempo do que ler dados por meio da RAM. RAM (Random Access Memory – Memória de Acesso Aleatório) – Memória Principal/ Primária É o local onde o sistema operacional, os programas aplicativos e os dados em uso são colocados, de modo que possam ser rapidamente acessados pelo processador. Porém, os dados da RAM ficam lá somente enquanto o computador está funcionando. Quando se desliga o computador perde-se todo conteúdo. Deste modo, quando se liga novamente o computador, o sistema operacional e outros arquivos mais uma vez terão que ser carregados pela RAM, o que é feito normalmente a partir do Disco Rígido. A RAM pode ser comparada à memória de curto prazo de uma pessoa, e o disco rígido à memória de longo prazo. A memória de curto prazo dá destaque ao trabalho das mãos, mas pode recorrer a fatos da memória de longo prazo. Um computador, também funciona deste modo. Se a RAM ficar cheia, o computador precisará ir continuamente ao disco rígido para cobrir velhos dados da RAM com novos. Isso diminui a velocidade do computador. A não ser que o disco rígido fique completamente cheio de dados de modo que ele não possa aceitar nenhum mais, a RAM transbordará da memória. Ela continua funcionando, mas muito mais lentamente. O que ocorre é que o processador transfere o conteúdo atual da memória RAM para um arquivo do disco rígido, chamado arquivo de troca, liberando espaço na memória RAM. O conteúdo do arquivo de troca é colocado de volta na memória RAM quando for solicitado algum dado que lá esteja armazenado. Este processo é conhecido como Memória Virtual. Quanto mais memória RAM o micro tiver, menor a probabilidade de a memória RAM acabar e, com isso, menos trocas com o arquivo de troca do disco rígido serão necessárias. Toda vez que uma troca é feita o usuário percebe a lentidão no micro, pois o acesso ao disco rígido é bem mais lento do que o acesso direto à memória RAM, por ser um sistema mecânico e não eletrônico. A RAM é pequena, tanto no espaço físico (ela é armazenada em microchips) quanto na quantidade de dados que ela pode armazenar. Ela é muito menor do que o disco rígido. Um computador típico costuma vir com 128 milhões de bytes em RAM e com disco rígido que pode armazenar 40 bilhões de bytes. RAM vem na forma de microchips discretos (no sentido de separados) e também na forma de módulos e ligam-se em buracos na placa-mãe do computador. Estes buracos se conectam ao processador por meio de um barramento ou grupo de condutores elétricos. O disco rígido, por outro lado,

O acesso é randômico porque qualquer local de armazenamento pode ser acessado diretamente. Talvez ela devesse ser chamada de memória não seqüencial, pois o acesso à RAM é altamente randômico. RAM é organizada e controlada de um modo que permite que os dados sejam armazenados e atualizados diretamente em locais específicos. Outras formas de armazenamento como o disco rígido e o CD-ROM também são acessados diretamente (ou randomicamente), mas o termo acesso randômico não pode ser aplicado a essas formas de armazenamento. Tipos de Memória RAM DRAM (Dinamic RAM): Memória dinâmica de acesso aleatório. É o tipo mais comum de memória de acesso aleatório (RAM). É dinâmica no sentido que precisa ter suas células de armazenamento renovadas ou receberem uma nova carga eletrônica a cada poucos milissegundos. Formada por circuitos que armazenam os bits de informações através de pequenos capacitores. Quando tem algum dado representa “1” e, quando não, representa “0”. Não se trata de uma memória rápida. O grande problema desta memória é que ela perde sua carga, por isso precisa continuamente da renovação de carga (refresh). Características: • barata; • fácil integração; • baixo consumo; • lenta (em função do refresh). SRAM (Static RAM): Memória estática de acesso aleatório. Bem mais rápida e em vez de capacitores, utilizam circuitos digitais chamados de flip-flop para armazenamento de cada “0” ou “1”, ou seja, este tipo de circuito não necessita do círculo de refresh. Tem como característica principal o sincronismo com o processador nos acessos de leitura e gravação. Sua velocidade trabalha na ordem de 20 nanossegundos (20 x 10-9 segundos). Normalmente, este tipo de chip de memória é aplicado nas memórias do tipo cache. Características: • cara; • difícil integração (pouca capacidade em muito espaço); • alto consumo; • rápida. ROM (Read Only Memory – Memória Somente para Leitura) Trata-se de um termo genérico utilizado para designar os circuitos de memória ROM. Só permitem a leitura, mas em compensação, não perdem o conteúdo quando são desligados. São mais lentas que a memória RAM.

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THATYML Informática Para o processador, não há diferença entre acessar uma memória RAM ou ROM – a não ser a velocidade. Quando o micro é ligado, um programa gravado na memória ROM da placa-mãe, chamado POST entra em ação inicializando os circuitos da placa-mãe, o vídeo e executando testes, como o teste de memória. O último passo do POST é carregar o sistema operacional de algum disco para a memória RAM. Estes tipos de circuito podem ser construídos utilizando uma das seguintes tecnologias básicas: Mask-ROM: Gravado na fábrica do circuito integrado e não há como apagar ou regravar o seu conteúdo, ou seja, fabricado com o conteúdo predefinido. PROM (Programable ROM): É uma memória que pode ser modificada uma vez pelo usuário. Essa memória é vendida virgem e o fabricante do dispositivo que utilizará este circuito se encarrega de fazer a gravação de seu conteúdo. No entanto, uma vez gravada, não há como apagar ou reprogramar o seu conteúdo. A diferença entre este circuito e o Mask-ROM é o local da gravação. Enquanto a Mask-ROM é fabricada já com um conteúdo predefinido, a PROM é gravada pelo fabricante do periférico que utilizará o circuito. EPROM (Erasable Programable ROM): Trata-se de uma memória exclusiva de leitura que pode ser apagada e reaproveitada. Da mesma forma que a PROM, a EPROM é vendida virgem e deve ser gravada pelo fabricante do dispositivo que a utilizará. Ao contrário dos outros dois tipos, o seu conteúdo pode ser apagado, o que é feito colocando-se o circuito integrado exposto à luz ultravioleta (ele tem uma janela transparente para que o apagamento possa ser feito). Deste modo o circuito pode ser regravado. EEPROM (Electric Erasable Programable ROM): O apagamento não é feito através de luz, mas sim através de impulsos elétricos. Os chips de EEPROM, ao contrário do que ocorre com os chips EPROM, não precisam ser removidos do computador para serem modificados. Flash-ROM: É uma EEPROM que utiliza baixas tensões de apagamento e este é feito em um tempo bem menor. Hoje em dia, a memória ROM da maioria das placas-mãe é formada por um circuito de Flash-ROM, permitindo a reprogramação do seu conteúdo via software. Diferença entre uma EEPROM e uma Flash-ROM? O apagamento da Flash-ROM é extremamente rápido e não é possível reprogramar um único endereço, isto é, quando a memória é apagada, todos os seus endereços são zerados. Às vezes chamado de RAM-Flash. Programas Contidos na ROM: A placa-mãe de um computador tem um único circuito de memória ROM, contendo os seguintes programas: 1. BIOS (Basic Input/Output System – Sistema Básico de Entrada/Saída): Gerencia o fluxo de dados entre o sistema operacional e dispositivos anexados como o disco rígido, adaptador de vídeo, teclado, mouse e impressora. Quando o computador é ligado o processador

passa o controle para o BIOS. Ele determina se todos os anexos estão instalados e operantes; em seguida, carrega o sistema operacional na memória de acesso aleatório (RAM) a partir do disco rígido ou unidade de disquete. Com o BIOS o sistema operacional e aplicações são liberados de terem que compreender detalhes exatos (como endereços de hardware) sobre os dispositivos anexos de entrada/saída. Quando detalhes do dispositivo mudam, apenas o programa BIOS precisa ser alterado. Às vezes, essa mudança pode ser feita durante a configuração do sistema. Embora o BIOS seja, teoricamente, sempre o intermediário entre o processador e as informações de controle do dispositivo de entrada/saída e o fluxo de dados, em alguns casos, o BIOS pode dar um jeito para que os dados fluam diretamente para a memória a partir de dispositivos que exigem um fluxo de dados mais rápido para serem eficazes. 2. POST (Power On-Self Test – Auto Teste ao Ligar): Teste de diagnóstico que o Sistema Básico de Entrada e Saída (BIOS) roda para determinar se o teclado, Memória RAM, discos e outros itens de hardware estão funcionando corretamente. Se tudo é encontrado e está funcionando corretamente, o computador começa o boot.9 Se o hardware não for encontrado ou estiver com problemas, o BIOS mostra uma mensagem de erro que pode ser um texto na tela ou uma série de bipes, dependendo da natureza do problema. Como o POST roda antes da ativação da placa de vídeo, não é possível ver o progresso na tela. Um erro encontrado no POST é geralmente fatal (isto é, causa o travamento do programa que está rodando) e vai parar o processo de boot, pois o hardware checado é essencial para as funções do computador. Executa as seguintes rotinas sempre que o micro é ligado: • Identifica a configuração instalada • Inicializa todos os circuitos periféricos de apoio (chipset) da placa-mãe • Inicializa o vídeo • Testa a memória • Testa o teclado • Carrega o sistema operacional para a memória (RAM) • Entrega o controle do processador ao sistema operacional 3. SETUP (Configuração): Programa de configuração de hardware do computador; normalmente chamamos esse programa apertando um conjunto de teclas durante o POST (geralmente basta pressionar a tecla DEL durante a contagem da memória; esse procedimento, contudo, pode variar de acordo com o fabricante da placa-mãe – Esc, Ctrl-Esc, Ctrl-Alt-Esc ou F1) Estes três programas são completamente diferentes, embora fisicamente armazenados dentro do mesmo circuito integrado. Muita gente confunde estes conceitos, chamando o SETUP de BIOS. Alguns técnicos, sem o devido conhecimento, dizem que alteram o conteúdo do BIOS ou 9

Boot é um programa que, após a conclusão do POST, procura numa determinada posição de um disquete ou de um disco um bloco de “informação” com um determinado formato, que se pressupõe conter o programa de inicialização de um sistema operacional. 10 CMOS (Complementary Metal-Oxide Semicondutor) Tem os dados de tipo de disco rígido, número e tipos de drives, data e hora, configurações gerais, velocidade de memória etc. Estes

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THATYML Informática configuram o BIOS quando, na verdade, entram no SETUP da Placa-mãe. Como o BIOS está em uma memória do tipo ROM, seu conteúdo não pode ser alterado ( a não ser que fosse um circuito do tipo FLASH-ROM. Quando se entra no SETUP, as alterações são armazenadas na memória de configuração da placa-mãe, também chamada de CMOS10. A memória de configuração é uma memória do tipo RAM e, por isso, seu conteúdo é apagado quando sua alimentação é cortada. Para que isso não ocorra as placas-mãe têm uma bateria que alimenta essa memória, para que as informações não sejam perdidas quando o computador é desligado. Assim, quando é pressionada a tecla DEL durante a contagem de memória (ou seja, durante a execução do POST), acessamos o SETUP (e não a BIOS). As alterações efetuadas no SETUP são armazenadas na memória de configuração (CMOS). O conteúdo da memória de configuração é usado pelo BIOS para saber qual é a configuração da máquina e, durante o POST, para programar os circuitos da placa-mãe. Atualmente a memória de configuração está embutida no chipset da placa-mãe, mais especificamente em um circuito chamado Ponte Sul. Cache Podemos entender memória cache como um lugar para armazenar alguma coisa mais ou menos temporariamente. Páginas web solicitadas, por exemplo, são armazenadas no diretório cache do navegador no disco rígido. Assim quando retornamos a uma página examinada recentemente, o browser pode obtê-la a partir do cache em vez de a partir do servidor original, poupando tempo e a rede do trabalho de tráfego adicional. A memória cache é memória de acesso aleatório que pode ser mais rapidamente acessada pelo processador do que a RAM normal. À medida que o processador processa dados, ele primeiramente verifica a memória cache e, se encontrar os dados ali (de uma leitura de dados anterior), não precisará mais fazer uma outra leitura de dados consumidora de tempo na memória. Memória cache é às vezes escrita em níveis de proximidade e de acessibilidade ao processador. Um cache L1 está no mesmo chip do processador. ( Por exemplo, o processador PowerPC 601 possui um cache de nível 1 de 32KB embutido em seu chip) L2 é geralmente um chip de RAM estático (SRAM) separado. O RAM principal é geralmente um chip de RAM dinâmico (DRAM). Além da memória cache, pode-se pensar na própria RAM como um cache de memória para armazenamento em disco rígido, pois todo o conteúdo da RAM vem inicialmente do disco rígido ao ligarmos o computador e carregarmos o sistema operacional e, mais tarde, ao iniciarmos novas aplicações e acessarmos novos dados. A RAM também pode conter uma área especial denominada disk cache que possui todos os dados mais recentemente lidos a partir do disco rígido. O Disk Cache (cache de disco), ou uma área reservada do RAM ou um cache especial de disco rígido, tem

uma cópia dos dados mais recentemente acessados e prováveis de serem acessados que ficam ali armazenados para acesso rápido. O cache de disco é um mecanismo para melhorar o tempo de leitura ou gravação no disco rígido. Hoje em dia o cache de disco é normalmente incluído como parte do disco rígido ou pode também ser uma porção específica da memória de acesso aleatório (RAM). O cache de disco guarda dados lidos recentemente e, em alguns casos, áreas adjacentes de dados prováveis de serem acessadas em seguida. Memória de Massa - (Memória Secundária) Na memória RAM temos um conteúdo que se perde quando desligamos o computador. A ROM mantém o conteúdo mesmo na falta de energia porém, é uma memória somente para leitura e não permite guardar nossos dados e/ou programas. Esses dados e programas devem ser armazenados em outro meio que não o elétrico. Neste caso o que normalmente se usa é um meio magnético: disquetes e discos rígidos. Uma outra alternativa seria a mídia óptica disponível em CD-R, CDRW ou DVD-R... Nestas condições o meio utilizado é não volátil o que permite acessar a informação quando for necessário. Disquete (disco flexível ou floppy disk) O disquete é um meio removível de armazenamento de dados de acesso aleatório que pode ser utilizado em computadores pessoais. O termo disquete normalmente refere-se a um meio magnético acondicionado em um cartucho de plástico rígido medindo 3,5 polegadas de diâmetro e 2 milímetros de espessura que pode armazenar até 1,44 MB de dados. Embora, hoje em dia, a maioria dos computadores pessoais venha com uma unidade de disquete11 (drive) de 3,5 polegadas pré-instalada, alguns computadores não as fornecem mais. Eles são convenientes para armazenamento individual de arquivos e programas pequenos. Quem lê e grava as informações no disquete é a cabeça da unidade de disquete. Essa cabeça12 é formada por duas bobinas e as informações são lidas, escritas e apagadas como em uma fita cassete dentro de um toca-fitas, através de magnetização e desmagnetização da camada magnética do disco. São gravadas magneticamente, ou seja, se o bit 0 é representado pela magnetização positiva, o bit 1 será a negativa, e vice-versa. Na formatação, o disco magnético é dividido em trilhas e setores. As trilhas são regiões circulares concêntricas e os setores são regiões do disco delimitadas por raios. Em um disquete de 31/2”, por exemplo, existem 80 trilhas de cada lado, divididas em nove setores cada. Uma pequena janela em um dos cantos superiores pode ser aberta ou fechada. Quando aberta não é permitida a gravação.

11 A unidade de disquete: é o elemento responsável pela leitura/gravação em um disquete. Como existem diversos tipos de disquete com capacidades de formatação diferentes, haverá unidades de disquetes diferentes para cada tipo. 12 Algo como um braço do “pré-histórico” toca-discos de vinil, porém em posição relativamente fixa.

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THATYML Informática Zip Disk

Tipos de DVDs

São disquetes especiais que necessitam, portanto, de drives compatíveis. Estes disquetes possuem a capacidade de armazenamento para 100MB, cerca de 70 vezes mais dados que os seus irmãos de 1.44MB. Existem outros modelos de ZIP-DRIVE que trabalham com disquetes de 250MB e 750MB.

DVD-R: É equivalente ao CD-R. Sua capacidade depende da mídia em uso. As primeiras mídias de uma face armazenavam até 3,68 GB, as mídias atuais já possuem 4,7 GB. As de dupla antiga armazenavam 7,38 GB, e as atuais, 9,4 GB. DVD-RW ou DVD-ER (DVD enable): criado pela Pionner, tem capacidade de 4,7 GB. Pode ser lido em praticamente qualquer unidade de DVD. DVD+W: é concorrente do anterior, desenvolvido pela Philips, Sony, HP e outros. Por causa de sua taxa de reflexão, este disco não pode ser lido por todas unidades de DVDs. Armazena de 2,8 GB a 4,7 GB. DVD-RAM: Este tipo de mídia é encontrado em quatro capacidades: 2,6 GB, 4,7 GB, 5,2 GB e 9,4 GB. Esta mídia é regravável, isto é, funciona de maneira similar a um CD-RW. Estima-se que o DVD-RAM pode ser regravado 100.000 vezes, enquanto estima-se que o DVDRW só pode ser regravado 1.000 vezes.O disco DVDRAM necessita de um gravador de DVD-RAM tanto para ser gravado quanto para ser lido. O disco DVD-RAM normalmente está acondicionado dentro de uma caixa chamada caddy. Esta mídia não é compatível com unidades de DVD-ROM nem com DVD players comerciais.

Disco Rígido O disco rígido faz parte de uma unidade, normalmente chamada de disk drive, hard drive ou hard disk drive, que armazena e oferece acesso relativamente rápido a grande quantidade de dados em uma superfície carregada eletromagneticamente ou em um conjunto de superfícies e tudo isso vem acondicionado dentro de uma caixa blindada. Nas provas podem referir-se a ele como Hard Disk, Winchester ou simplesmente HD. Os computadores atuais vêm acompanhados, normalmente de disco rígido com capacidade de armazenamento na ordem dos GB. Ele pode ser composto de conjunto de discos empilhados, apresentando cada um em círculos concêntricos ou faixas de disco. Uma cabeça grava ou lê as informações nas faixas. Para cada leitura ou gravação é necessário que os dados sejam localizados, que é uma operação chamada de busca. Convém mencionarmos os thin clients, que oferecem aos usuários uma solução de estação de trabalho, que reduz os custos operacionais, de manutenção e de atualização tecnológica, em comparação com os ambientes tradicionais com PC’s “fat” client. Os thin clients são pequenos dispositivos de computação que não contam com disco rígido, nem necessitam de gerenciamento complexo. Essa característica permite que os equipamentos sejam implantados rapidamente - respondendo por baixíssimos gastos com Tecnologia da Informação - com mais confiabilidade e segurança do que os PCs convencionais. CD e DVD CD-ROM (Compact-Disk Read - Only Memory): apenas leitura. CD-R: permite a gravação apenas uma vez. CD-RW: é regravável, ou seja, permite a gravação mais de uma vez. Isto é feito por causa da tintura especial índio antimônio e telúrio. Quando o feixe laser eleva temperatura de 500º C a 700º C sua superfície perde sua reflexão que em seguida será entendido como informação pelos leitores. Quando o mesmo ponto for utilizado por outro feixe de laser com uma temperatura mais baixa a tintura recupera sua característica reflexiva que poderá ser gravada novamente.

Barramentos Um barramento (bus) é uma rota de transmissão na qual os sinais são emitidos ou captados em cada dispositivo anexado à linha. Apenas os dispositivos que forem dirigidos pelos sinais prestam atenção a eles; os outros desconsideram os sinais. O termo deriva-se de sua semelhança com um ônibus que pára em toda quadra para deixar e pegar passageiros. Trata-se da rota dos dados no computador que interconecta o processador com os anexos à placa-mãe em slots de expansão, como unidades de disco rígido, unidades de CD-ROM e adaptadores gráficos. Genericamente falando é um caminho para a troca de dados entre dois ou mais circuitos. Em geral podem ser divididos em três grupos: • Dados (Data Bus) – Todos os dados, tais como instruções e dados, que serão manipulados internamente pelo processador, utilizam o barramento de dados para serem transferidos dos periféricos do sistema para o processador. Quando as informações já foram processadas e os resultados estão disponíveis, eles retornam para os periféricos do sistema, utilizando-se do mesmo barramento de dados que foi utilizado para a entrada das informações. Em um determinado instante estas vias são usadas como barramento de entrada e em outro instante opera como saída de dados e assim sucessivamente. Fisicamente é formado por vias, ou seja, um conjunto de vias forma o barramento de dados. Cada via transmite um bit, portanto um barramento de 16 vias possui 16 bits de largura. Essa largura varia de acordo com o processador utilizado no sistema. • Endereços (Address Bus) – É utilizado pelo processador para fazer o endereçamento de todos os periféricos do sistema, tais como: Memória RAM, controladores de vídeo, disco, rede, entre outros.

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THATYML Informática Esse barramento é do tipo unidirecional, pois o processador utiliza-o para apontar um determinado endereço em um determinado instante. No próximo instante, esse barramento será utilizado, novamente, para apontar um endereço e assim sucessivamente. Portanto, o tráfego de bits no barramento de endereços será sempre do processador para os periféricos do sistema, ou seja, unidirecional. Todos os dados e instruções que entram ou saem do processador utilizam o barramento de dados. Porém, é por meio do barramento de endereços que o processador fornece endereços em que os dados e as instruções, que serão utilizados para o processamento, estão armazenados. Este procedimento é conhecido como leitura, ou seja, o processador determina por meio do barramento de endereços quais endereços devem ser lidos para que os dados e as instruções possam ser transferidos para o processador, por meio do barramento de dados. Após o processamento das informações, o resultado deverá ser armazenado em alguma posição de memória ou transferido para algum dispositivo de I/O (entrada ou saída), portanto o processador fornece, por meio do barramento de endereços, o endereço da memória ou dispositivo de I/O, em que o resultado será armazenado. Este procedimento é conhecido como escrita. Assim como o barramento de dados, o barramento de endereços também é composto por vias. Um barramento com 16 vias é o mesmo que dizer que a largura do barramento de endereços é de 16 bits. Essa largura depende exclusivamente do processador. • Controle (Control Bus) – Por meio do barramento de controle o processador recebe ou envia sinais de controle para todos os dispositivos do sistema. Como neste barramento trafegam sinais de controle nos dois sentidos, ele é do tipo bidirecional. Entretanto, existem vias desse barramento que só enviam sinais, como, por exemplo, a via de R/W (Leitura/Escrita), e outras vias que só recebem, por exemplo, a via CLK (clock – relógio). Mas como o conceito se refere ao conjunto de vias, ou seja, ao barramento, este é considerado bidirecional. Ao contrário dos barramentos de dados e endereços que executam apenas um tipo de evento, a transferência de dados ou de endereços, o barramento de controle possui vários eventos distintos de controle. Mouse O mouse consiste de uma capa de metal ou plástico, uma esfera de borracha na parte de baixo da capa e que rola deslizando em uma superfície (mouse pad), um ou mais bastões na parte de cima da capa e um cabo que conecta o mouse ao computador. Como a bola desliza em qualquer direção, um sensor envia impulsos ao computador que faz com que o programa de resposta do mouse reposicione um indicador visível (cursor) na tela. O posicionamento é relativo ao local inicial. Visualizando a posição presente do cursor, o usuário pode reajustar a posição movendo o ponteiro do mouse. O Mouse Óptico não requer o uso da esfera de borracha, pois ele utiliza um sensor óptico (que é muito mais preciso) em seu lugar. Esse tipo de mouse tem vantagens de maior precisão e agilidade no seu manuseio.

Detalhadamente podemos citar alguns movimentos básicos deste periférico de entrada: • Apontar – Mover o ponteiro do mouse para que seja posicionado sobre alguma parte específica da tela. Exemplo: Caso o examinador afirme: “aponte para o botão iniciar”, isso significa que o ponteiro do mouse deve ser movido sobre o botão iniciar da barra de tarefas no Windows. • Clicar – Pressionar e imediatamente liberar o botão esquerdo do mouse para iniciar algum tipo de ação. Nas provas, normalmente, estará especificado que o mouse usado estará com a configuração padrão, ou seja, o botão esquerdo é o responsável por iniciar uma ação. Este botão também pode ser chamado de botão principal. • Clique Duplo – Pressionar e liberar o botão principal do mouse duas vezes, um pressionamento após o outro (deve haver pouco espaço de tempo entre cada pressionamento). Vamos perceber que algumas coisas exigem um simples clique para iniciar algum tipo de ação e outras exigem um duplo clique. • Clique Triplo – Pressionar e liberar o botão principal do mouse três vezes (deve haver pouco espaço de tempo entre cada pressionamento). Com este tipo de ação pode-se selecionar todo um parágrafo no Word, quando clicamos sobre ele, ou todo o arquivo, quando clicamos à margem do texto. • Clicar com o Botão Direito – Pressionar e imediatamente soltar o botão direito do mouse é usado para exibir o menu de atalhos ou , em algumas provas, menu de contexto. Este menu vai variar de acordo com a posição na qual estiver posicionado o ponteiro do mouse. • Arrastar – Apontar para algum objeto, pressionar e manter pressionado o botão principal do mouse, mover o que se pretende e então soltar o botão. • Paginar – Girar a pequena roda (Roda de Scroll)13 que fica entre o botão principal e o direito do mouse, nos programas que suportam a rolagem permite mover para cima e para baixo um documento. A roda é uma inovação relativamente recente. O ponteiro do mouse fica, na maior parte do tempo, com a aparência de uma seta. Porém, ele pode mudar de forma dependendo de sua posição na tela ou aplicativo no qual estiver sendo utilizado. Ele também pode mudar a partir de certos comandos a sua escolha. Cada um dos formatos indica o que o Windows está processando naquele momento; neste caso o chamamos de apontador de mouse. O padrão básico para os apontadores de mouse é o seguinte: Seleção Normal – Indica um objeto na tela. Ajuda – Seleção de ajuda. Ampulheta – Ocupado (processando). Processamento – Trabalhando em segundo plano. Seleção Gráfica – Precisão. Viga – Seleção de texto. Proibido – Indica impossibilidade de realizar operação. 13 Alguns mouses possuem uma pequena roda entre os dois botões principais que é usada para deslizar para cima ou para baixo em documentos ou páginas na web muito longos.

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THATYML Informática Seta Dupla Vertical – Usado para redimensionamento na vertical.

É abastecida por uma fita semelhante à fita de uma máquina de escrever. Jato de tinta São impressoras comuns cuja impressão é realizada através de diversos jatos microscópicos da tinta. Apresentam uma boa qualidade de impressão e são usadas em editoração gráfica.

Seta Dupla Horizontal – Usado para redimensionamento na horizontal. Seta Dupla Diagonal Esquerda – Usado para redimensionamento diagonal. Seta Dupla Diagonal Direita – Usado para redimensionamento diagonal. Seta em Cruz – Move objeto selecionado. Seta para Cima – Seleção alternativa. Seleção de Link - Informa que uma ligação pode ser clicada.

A tecnologia de jato de tinta tem evoluído continuamente. Cada novo modelo que chega ao mercado produz imagens um pouco mais próximo da qualidade fotográfica e com rapidez cada vez maior. E o melhor é que não se paga mais por isso – o preço dessas máquinas até se reduziu ao longo desses anos. Ao mesmo tempo, a cor, que era um item opcional ou inexistente em muitos modelos, tornou-se uma característica básica dessas impressoras. Velocidade de impressora se mede em PPM (páginas por minuto) e CPS (caracteres por segundos). Resolução (qualidade) se mede em DPI (pontos por polegadas).

Modems O modem é um periférico, um acessório do computador que serve para a conexão do computador à linha telefônica para transmissão de dados. Como periféricos, os modems são instalados nas portas de expansão dos computadores. O acesso a essas portas de expansão pode ser interno (uma placa é encaixada no interior do computador) ou externo (o modem é ligado ao computador através de um cabo). Portanto, os modems podem ser internos ou externos. Essa característica não influi no desempenho do computador ou do acesso à Internet.

Laser

O que determina a velocidade de acesso é a taxa de transmissão. Os modems podem ter taxas de 14.440 bps, 28.800 bps, 33.600 bps ou 54 kbps. Quanto maior esse número mais rápido a transmissão de dados.

Impressoras de Rede

Impressoras Principais tipos de impressoras Matriciais São aquelas em que o componente responsável pela impressão propriamente dita é uma cabeça de agulhas. Quanto mais agulhas possuir a cabeça, maior a qualidade final. Atualmente encontramos impressoras de 9, 18 ou 24 agulhas. Prestam-se para impressões de relatórios extensos onde a preocupação com estética perde terreno para o conteúdo dos dados, listagens nominais, relatórios de material em estoque, cupons fiscais etc. Esta impressora monta os caracteres a partir de uma série de pequenos pontos que são impressos muito próximos uns dos outros.

Trabalham com um “toner” especial, a exemplo das máquinas copiadoras. Sua qualidade de impressão é insuperável. Cera Impressora térmica, com alta resolução, podendo atingir 16.000 DPI (pontos por polegada), trabalha com cartuchos individuais sua impressão tem qualidade de uma capa de revista. Este tipo de impressora geralmente é utilizado em impressões que dependam de uma excelente definição (gráficas, revistas e outros).

As impressoras de rede podem ser conectadas diretamente a uma rede de computadores e atendem aos pedidos de impressão enviados pelo usuário ligado (conectado) à rede, dispensando o computador que atua como servidor de impressão, o que normalmente é necessário. Os trabalhos de impressão são enviados via rede para o servidor de impressão, que repassa para a impressora a ele ligada. As impressoras de rede dispõem de hardware e softwares capazes de receber e atender diretamente aos pedidos de impressão enviados via rede, reduzindo o custo e aumentando a velocidade e a eficiência dos trabalhos de impressão. Scanners Funcionamento do Scanner 1. Uma fonte de luz ilumina o pedaço de papel colocado com a face voltada para a janela de vidro situada acima do mecanismo de varredura. Os espaços vazios ou brancos refletem mais luz que as partes que possuem letras ou imagens, coloridas ou não.

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THATYML Informática 2. Um motor move a cabeça de varredura situada abaixo da página. O movimento permite que a cabeça de varredura capture a luz que rebate de áreas da página com cerca de milhares de polegadas quadradas de cada uma. 3. A luz proveniente da página é refletida através de um sistema de espelhos constantemente ajustados para que os feixes de luz fiquem alinhados com lentes. 4. As lentes focalizam os feixes de luz diodos fotossensíveis que convertem as intensidades da luz em corrente. Quanto maior for a luz refletida, maior a tensão da corrente. 5. Um conversor analógico digital (A-D) armazena cada leitura analógica da tensão com um pixel digital, representado por uma área preta ou branca numa linha que contém cerca de 300 pixeis por polegadas. Se os Scanners trabalharem com imagens coloridas, a cabeça de varredura passa três vezes pela imagem, em cada passagem a luz é direcionada para um filtro vermelho, verde e azul, antes de atingir a imagem original. 6. A informação digital é enviada ao programa instalado no computador, no qual os dados são armazenados num formato compatível com o programa gráfico ou programa de reconhecimento óptico de caractere (ORC ou ICR).

Telas de Cristal Líquido (Liquid Crystal Display - LCD): Mais finos e leves, os LCDs gastam cerca de quatro vezes menos energia do que o monitor de tubo, não cintilam, não geram radiações perigosas. Mas, tudo isso tem um preço, e ainda muito alto. Aplicados em situações onde a disponibilidade de espaço seja limitada, proporciona maior contraste e têm visível a área efetivamente declarada em polegadas. Pixel: É uma unidade básica de programação de cor em uma imagem. É uma unidade lógica e não física, depende da resolução da tela. Para a resolução máxima, o tamanho físico do pixel é igual ao tamanho do dot-pitch do monitor. A cor específica de um pixel descreve a mistura dos três componentes do espectro de cores (RGB). A definição da imagem na tela é às vezes expressada por pontos por polegada (Dots per inch – dpi). Uma imagem vai ter menos definição em um monitor maior, pois a mesma quantidade de dados é mostrada em uma área física maior. Em uma tela do mesmo tamanho, uma imagem vai ter menor resolução se a definição é configurada para baixo, por exemplo de 800X600 para 640X480 pixels.

Monitores

Teclado

Os monitores convencionais utilizam a tecnologia CRT – Tubos de raios de catódicos (Cathode Ray Tube) que é basicamente a mesma dos aparelhos de televisão. A medida em polegada é a medida diagonal destas telas. Este tipo de monitor gera campos magnéticos, radiações perigosas e são vorazes consumidores de energia. Eles não geram imagens apenas as exibem. A qualidade da imagem é determinada pelo conjunto da qualidade do monitor e da placa de vídeo. Estes dispositivos trabalham de modo interdependente. Uma excelente placa aceleradora de vídeo somente alcança bons resultados se em contrapartida você tiver um bom monitor.

Existem os teclados comuns e os ergonômicos que foram concebidos com o propósito de proporcionar conforto para o usuário. As placas de CPU padrão AT utilizam conectores DIN para o teclado, e as placas de CPU padrão ATX, o padrão PS/2. Portanto, encontramos teclados à venda com conectores DIN e com conectores PS/2.

Efeito Flicker: Também conhecido como cintilação é um efeito visual de percepção subjetiva que costuma manifestar-se quando a tela (redesenhada por canhões de elétrons, linha por linha, várias vezes por segundo) é recomposta menos de 70/75 a cada segundo. Em outras palavras quando o refresh rate é inferior a 70/75 Hz. Os bons monitores trabalham com taxas de 85Hz (Isso depende da resolução escolhida pelo usuário). Dot-Pitch: Representa a distância em milímetros entre dois pontos da mesma cor em tríades RGB14 adjacentes. Influencia diretamente na resolução máxima suportada pelo monitor. Quanto menor o dot-pitch, maior a resolução e melhor a qualidade da imagem.

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O padrão RGB: é formado de 3 cores: vermelho, azul e verde.

Monitores de vídeo Touch Screen são tipos de monitores que têm um gerador de campo eletromagnético que são sensíveis ao toque sobre tela. Normalmente, são utilizados nos caixas eletrônicos de alguns bancos ou terminais dos shoppings.

• O teclado pode, funcionalmente, ser dividido em: • teclado Alfanumérico, que contém as letras, os números e a maioria dos símbolos, além de algumas teclas especiais; • teclado Numérico, que traz os operadores matemáticos; a resposta que será obtida ao pressioná-las dependerá da tecla Num Lock estar ativada ou não. Teclas: Enter: Utilizada para dar entrada nos comandos desejados. Aparece tanto no teclado numérico quanto alfanumérico. Backspace: Retorna à posição anterior (depende do aplicativo em que é utilizada: no Word remove o caractere que antecede o cursor e no Internet Explorer retorna à página anterior.) Del ou Delete: Também aparece no teclado numérico e no alfanumérico. É utilizada para apagar. Em editores de textos serve para apagar o que foi selecionado.

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THATYML Informática Setas do Cursor: Usadas para deslocar o cursor para cima, para baixo, para a direita e para a esquerda. CapsLock ou fixa: Fixa em caixa alta. Permite escrever com letras maiúsculas. Shift: É uma das teclas modificadoras e serve, por exemplo, para habilitar a segunda função da tecla. É uma tecla que quando utilizada isoladamente não tem função específica, como é o caso das teclas Ctrl e Alt. Teclas de Função (F1, F2....F12): Estas funções dependem do aplicativo que estiver sendo utilizado. Normalmente a tecla F1 é utilizada para acessar o programa de ajuda. Ins ou Insert: Sobrescreve. Esc ou Escape: Utilizada para cancelar a necessidade de optar por algo em caixas de diálogo. Tab ou tabulador: Normalmente, utilizada em editores de texto, onde poderemos avançar o cursor em uma marca na tabulação. Se acionada, concomitantemente com a tecla Shift, retrocede uma tabulação. Print Screen: No ambiente Windows, captura a imagem no monitor e a envia para a área de transferência. Num Lock: Permite que o teclado numérico seja utilizado para se digitar números e sinais matemáticos (quando estiver LIGADA) ou apenas funcione como setas e direcionadores (se DESLIGADA). Scroll Lock: Causa o travamento do teclado permitindo ao usuário mover todo o conteúdo da tela, em bloco, com as setas direcionadoras. Sua utilização no ambiente Windows é praticamente nula, ficando mais restrita a algumas ações dentro do Excel. Era usada apenas por alguns antigos softwares gráficos do ambiente DOS (Ventura for DOS e versões simplificadas de software de desenho técnico). Só funciona se algum software específico, caso contrário, fica inoperante, não importando o seu estado de ligada ou desligada. Pause/Break: Pode gerar uma interrupção na listagem rolada pela tela (DOS) como por exemplo, quando se digita o comando DIR em um diretório que contém muitos arquivos; neste caso, basta pressionar a tecla pause/break para que a listagem pare sua rolagem, sendo reassumida através do pressionamento de qualquer outra tecla. A mesma tecla funciona para substituir o comando de teclado Ctrl C, utilizado para interromper a execução de alguns programas. Note, que nem todos os programas executáveis podem ser interrompidos, mas aqueles que puderem, bastará digitar a combinação acima ou apenas a tecla pause/break. Sobre o teclado, ainda podemos falar sobre opções de acessibilidade, item que é encontrado na opção painel de controle no Windows: Teclas de aderência: Utilizadas quando desejamos usar as teclas Shift, Ctrl, Alt ou a tecla de logotipo do Windows pressionando uma tecla de cada vez. Teclas de Filtragem: Utilizada para que o Windows ignore teclas pressionadas rápida ou repetidamente ou para que ele diminua a taxa de repetição. Teclas de Alternância: Utilizada para se ouvir sons quando se pressiona as teclas Caps Lock, Num Lock e Scroll Lock.

NoBreak A principal função do NoBreak é fornecer energia ininterrupta aos equipamentos, mesmo na ausência total de energia proveniente da rede elétrica. Isto é possível graças à utilização de baterias, que podem gerar até várias horas de autonomia, dependendo da configuração do nobreak. Existem NoBreak de baixa, média e alta potência. Os NoBreaks de baixa potência, por exemplo, fornecem autonomia de aproximadamente 15 minutos, suficiente para permitir ao usuário fechar todos os arquivos com segurança. Qual a diferença entre estabilizador e nobreak? Ambos os equipamentos têm a função de estabilizar a tensão da rede, ou seja, manter a amplitude dentro dos valores aceitáveis pelos equipamentos, porém, a diferença primordial é que o nobreak possui uma ou mais baterias que fornecem energia, mesmo durante o período em que a rede elétrica não está presente, o estabilizador não. Assim, o nobreak não deixa parar o equipamento que está ligado a ele quando houver a falha da rede.

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PROCESSADOR DE TEXTO Os primeiros programas que surgiram para elaboração de textos e que permitiam a inserção e alteração dos mesmos, eram chamados de Editores de Textos. Com a evolução da linguagem de programação e, conseqüentemente, o surgimento de recursos capazes de modificar a forma e o design dos textos, surgiram os Processadores de Textos. Neste capítulo serão abordadas as características e funções dos principais editores de texto. A começar pelo BrOffice Writer.

BrOffice Writer O Open Office 1.0 foi o primeiro produto a trazer os benefícios do software de código aberto, distribuído de forma completamente gratuita. Disponibilizando a todos, um suíte de aplicativos para escritório, essencial para o dia-a-dia. Traduzido em mais de 30 idiomas, e compatível com os principais sistemas operacionais. (Microsoft Windows, Mac OS X X11, GNU/Linux, Solaris). Após o grande sucesso do Open Office 1.0, o software evoluiu muito, e foi criado o BrOffice 2.0, que atualmente está na versão 2.3.1. Seu suíte de aplicativos inclui:

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Writer - Procesador de texto Calc - Planilha eletrônica Impress - Apresentações multimídia Draw - Editor vetorial Math - Editor de fórmulas matemáticas Base - Gerenciador de Bancos de dados

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Conceitos básicos O Writer é um processador de textos moderno e completo, incluindo até mesmo recursos típicos de programas de editoração eletrônica. Simples o bastante para se digitar um pequeno texto e, ao mesmo tempo, poderoso o suficiente para se criar livros inteiros, incluindo diagramas, tabelas, índices, referências cruzadas, esquemas complexos de numeração de parágrafos e páginas, etc. Uma das grandes vantagens de utilizar o BrOffice, é a compatibilidade com o pacote Microsoft Office. Assim você poderá abrir e editar documentos criados no MSOffice. Quando iniciamos o WRITER, é apresentada a janela abaixo contendo um novo documento em branco, e os elementos a seguir:

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Barra de Títulos: contem o nome do arquivo que está sendo editado, o nome do aplicativo e sua versão Botões de Controle de Janela: botões para minimizar, maximizar/restaurar e encerrar o aplicativo; Barra de Menus: contem os nomes dos menus para acesso às listas de comandos e funções do BrOffice.Org Barra de Ferramentas Padrão: Apresenta os botões para acessar os comandos básicos do BrOffice.Org, [abrir, salvar, cortar, copiar, colar, etc]; Barra de Ferramenta Formatação: contem os botões para acesso rápido aos comandos de edição de texto, [tipo e tamanho de letras, estilos de parágrafos, etc]; Barra de Status: Apresenta informações para orientação do usuário tais como o número da página, zoom, tipo de texto etc; Régua: facilidade utilizada para efetuar medições e configurar tabulações e recuos; Barras de Rolagem: utilizadas para mover e visualizar trechos do seu texto.

Novo documento Para criar um novo documento utiliza-se o menu Arquivo, na opção Novo. Esta opção permite a criação de um novo documento, cujo tipo (texto, planilha, apresentação, desenho, base de dados) deverá ser selecionado a partir de um sub-menu. Como é ilustrado na imagem abaixo:

-

Salvar/Salvar Como

Um processo semelhante é aplicado quando se salva um documento. Também nos dirigimos ao menu Arquivo, só que na opção Salvar (Ctrl + S), onde é salvo as alterações do arquivo previamente salvo e a Salva Como (Ctrl + Shift + S) se o arquivo é totalmente novo, nessa opção abrirá uma janela onde deverá se definir nome e extensão do arquivo:

O Writer nos permite salvar documentos com as principais extensões, possibilitando compatibilidade com outros editores de textos:

Como desejamos trabalhar com textos abriremos a opção “Documento de Texto”. Outra forma de se criar uma arquivo novo é através da a tecla de atalho Ctrl + N ou pelo ícone de Ferramentas Padrão.

na Barra Salvar Tudo onde é permitido salvar todos os documentos em edição no momento.

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Exportando seu documento como PDF

: Esta

opção permite que o arquivo em edição seja salvo no formato .PDF, padronizado pela ADOBE e largamente utilizado por Empresas, Universidades e profissionais de uma maneira em geral para distribuição de cartas, memorandos, documentos internos, relatórios e outros documentos já que ele possui uma melhor segurança contra alteração desses documentos que aquela apresentada por outros Editores de Texto comercialmente disponíveis. Abrir documentos (Ctrl + O) Para abrir documentos é necessário abrir o Menu arquivo selecionando a opção novo ou pelo ícone

Pode-se ser impresso também pelo ícone

na Bar-

ra de Ferramentas Padrão, por este caminho ele imprime com a ultima formatação escolhida pelo usuário. Digitação – Editando o texto A personalização do texto é facilmente feita pelos ícones dispostos na Barra de Ferramentas Formatação discriminada abaixo:

Permite recortar (Ctrl + X), copiar (Ctrl + C), colar (Ctrl + V) e copiar formatação do trecho selecionado.

na

Barra de Ferramentas Padrão. Quando ser selecionada abrirá a Caixa de Diálogo abaixo pra a seleção do arquivo a ser aberto:

Desfazer (Ctrl + Z) e restaurar (Ctrl + Y) ultimas ações.

Estilo de Formatação: habilita a janela de estilos e ao lado o exibe o estilo que esta aplicado ao documento selecionado.

Altera Fonte, tamanho e/ou coloca em negrito (Ctrl + B), itálico (Ctrl +I) ou sublinhado (Ctrl + U) os itens selecionados.

Alinha o texto a esquerda, centralizado, direita ou justificado. Imprimir Documento (Ctrl + P) Esta opção permite a impressão do documento que está sendo editado, em qualquer impressora associada ao micro. Como na maioria dos Editores de Texto, pode-se selecionar a quantidade de páginas que será impressa, a impressora onde será feita a impressão, a quantidade de cópias, etc. Quando ser selecionada abrirá a Caixa de Diálogo para sua configuração:

Ativa ou desativa numeração ou marcadores e diminui ou aumenta recuo do texto selecionado.

Altera cor da fonte, realce (estilo caneta marca texto) e cor do plano de fundo. A formatação do arquivo também pode ser feita através do Menu Formatar e suas opções:

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THATYML Informática 4 - Orientação: a folha pode estar em formato retrato [vertical] ou paisagem [horizontal]; 5 - Margens: altera margens esquerda, direita, superior e inferior; Corretor ortográfico (F7) No Menu Ferramentas está a opção permite que o usuário verifique se há erros de grafia no documento ou em parte do documento que está selecionado. Ao ser feita a verificação, a começar do ponto onde se encontra o cursor no momento, serão incluídos os cabeçalhos, rodapés, entradas de índice e notas de rodapé. Pode ser acessado também pelos ícones No menu Menu Caractere - Altera o tipo de Fonte (negrito e itálico), tamanho da letra, Efeitos de fonte (sublinhado - estilo e cor, tachado, tachado duplo, cor da fonte, piscante, sombra, contorno, relevo - alto e baixo relevo, maiúsculas, minúsculas, título, Caixa alta (VERSALETE), texto oculto (o texto desaparece), permite alterar a Posição do texto (sobrescrito sobrescrito), rotação (permite rotacionar o texto), espaçamento, criar Hiperlink no texto, Plano de fundo;

na

Barra de Ferramentas Padrão. Tabelas e tabulação Neste Menu foram reunidas todas as opções que permitirão ao usuário trabalhar com Tabelas inseridas no documento. Para criar uma tabela nova utiliza-se o Menu Tabela /Inserir / tabela. Desta forma é habilitada a caixa de diálogo “inserir tabela” como exemplificado na imagem a seguir:

No Menu Parágrafo, alinha e recua os parágrafos, controla o espaçamento entre linhas e parágrafos, evita quebra de página dentro e entre os parágrafos, impede que uma linha de texto seja exibida isoladamente na parte superior ou inferior da página (controle de linha órfãs e viúvas); Configurar página Em Página pode-se alterar o nome e estilo do arquivo; Formato do papel e margens; Cor do plano de fundo; Criar e editar cabeçalhos e Rodapés; Bordas e Colunas.

Ao selecionar a tabela é habilitada a janela de formatação de tabela:

Cabeçalho e rodapé Esta opção permite que seja definido o cabeçalho que será adicionado a todas as páginas do documento que está sendo editado. A partir da versão 2.0 o BrOffice.Org permite que sejam definidos diferentes tipos de cabeçalhos: 1 - Tipo de Papel: Carta, A4, Ofício, etc; 2 - Largura: aplicado quando o tamanho do papel é personalizado; 3 - Altura: aplicado quando o tamanho do papel é personalizado;

– Padrão: Tipo de Cabeçalho que será incluído em TODAS AS PÁGINAS do documento. – Primeira Página: Tipo de Cabeçalho que será incluído apenas na PRIMEIRA página do documento possibilitando que seja definida uma melhor formatação e apresentação para esse documentos

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THATYML Informática – Página Inicial: Utilizado em conjunto com a opção de Cabeçalho Padrão permite que o Cabeçalho definido seja ou não incluído na página inicial do documento. Para excluir um Cabeçalho que foi inserido no documento basta retirar a seleção efetuada (desmarcar a seleção de Cabeçalho Padrão, por exemplo). O BrOffice.Org ainda perguntará se o usuário deseja realmente excluir o Cabeçalho. Assistente de Mala direta Esta opção permite que seja iniciado um Assistente para a confecção de cartas ou e-mails padronizados a serem enviados para uma grande quantidade de pessoas ou Empresas. Ao ser selecionada esta opção será apresentada uma Caixa de Diálogo com as escolhas iniciais que deverão ser feitas. Pressionando o botão Continuar o Assistente apresentará as sucessivas opções e aguardará as escolhas efetuadas pelo usuário, até a geração final das cartas ou e-mails. Normalmente cria-se um documento contendo o texto básico para a Mala Direta que contenha os campos a serem preenchidos de forma automática pelo BrOffice.Org para geração da Mala Direta, retirados de um Banco de Dados contendo as informações necessárias, ou inseridos manualmente pelo usuário.

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Word 2002/XP e 2003 -

Conceitos básicos

O Microsoft Word 2002, também conhecido como Word XP e o Microsoft Word 2003 são processadores de textos integrantes do pacote de aplicativos para escritório Microsoft Office, que permite a criação, edição e manipulação de diversos tipos de textos. Estas versões são, em geral, muito semelhantes, por isso, serão abordadas juntas. Dentro dos aperfeiçoamentos que o Word 2003 recebeu podemos destacar os recursos de acesso à Internet e os novos assistentes de tarefas, além de manter os recursos existentes das versões anteriores. As principais diferenças são:

Permissão: permite configurar restrições atribuídas ao documento [menu arquivo] Salvar com o formato XML: Linguagem desenvolvida para superar as limitações do HTML, que é o padrão das páginas web Comparar Documento lado a lado: Permite que se veja dois documentos lado a lado [menu janela / comparar lado a lado com] Modo de exibição de Layout de Leitura: Ocultar as barras de ferramentas desnecessárias, dimensionar automaticamente o conteúdo do documento a páginas que se ajustam na tela. [menu exibir / layout de leitura] Tradução: Dicionário para tradução desejada [menu ferramentas / idioma] Quando iniciamos o Word, é apresentada a janela abaixo contendo um novo documento em branco, e os elementos a seguir:

Barra de ferramentas desenho

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Barra de Títulos - Exibe Microsoft Word e o nome do documento ativo Botões de Controle da Janela: Minimizar, Maximizar, Restaurar e Fechar; Barra de Menus de Comando - Também conhecido como Barra de Menu. É onde iremos solicitar ações tais como: imprimir, gravar, copiar, visualizar etc. Barra de Ferramentas Padrão: Apresenta os botões para acessar os comandos básicos do Word, [abrir, salvar, cortar, copiar, colar, etc]; Barra de Ferramenta Formatação: contem os botões para acesso rápido aos comandos de edição de texto, [tipo e tamanho de letras, estilos de parágrafos, etc]; Barra de Status: Apresenta informações para orientação do usuário tais como o número da página, zoom, tipo de texto etc; Botões de Visualização de Documento: Apresenta as formas que o documento pode ser exibido [layout da web, layout de impressão,rascunho e estrutura de tópicos] Régua: facilidade utilizada para efetuar medições e configurar tabulações e recuos; Barras de Rolagem: utilizadas para mover e visualizar trechos do seu texto.

– Novo documento (Ctrl + N) Para obter um novo documento vá até o Menu Arquivo ao clicar sobre a opção Novo abrirá um painel de tarefas que permite abrir um novo modelos ou um novo documentos. O ícone

Também é possível salvar todos os documentos abertos ao mesmo tempo. E, ainda, salvar uma cópia do documento ativo com um nome diferente ou em um local diferente. Se desejar reutilizar um texto ou formatação em outros documentos criados, você poderá salvar um documento como um modelo do Word. Para acelerar o salvamento de um arquivo: 1. No menu Ferramentas, clique em Opções e, em seguida, clique na guia Salvar. 2. Para salvar apenas as alterações em um arquivo, marque a caixa de seleção Permitir salvamentos rápidos e continue a salvar enquanto trabalha no arquivo. 3. Para salvar um arquivo completo, desmarque a caixa de seleção Permitir salvamentos rápidos quando terminar de trabalhar em um arquivo e depois salve-o uma última vez. Ocorre um salvamento total quando esta caixa de seleção não está marcada. - Abrir (Ctrl + A) Tanto clicando no comando Abrir... , como no botão na barra de ferramentas

, permite localizar e

abrir um arquivo. Determina onde se quer examinar um possível arquivo para ser aberto, clique sobre ele e pressione o botão abrir. Com um duplo clique sobre o arquivo iremos obter o mesmo resultado.

barra de ferramentas, abre um novo

documento em branco. Tanto o Word XP como o 2003 abrem e salvam nas principais extensões como .doc, .html, txt, rtf entre outros. - Salvar (Ctrl + B) Há diversas maneiras de salvar documentos no Word. Você pode salvar o documento ativo no qual está trabalhando, seja ele novo ou não. Para o documento novo utiliza-se a opção salvar na barra de ferramentas. Neste

como ou o ícone

caso ele abrirá a caixa de diálogo para que seja especificado nome local que será salvo e tipo e extensão:

Mostra o que estava sendo visualizado anteriormente. Mostra um nível acima do que está sendo visualizado. Possibilita a pesquisa na Web. Exclui o que for selecionado. Cria uma nova pasta. Modos de visualização do que está sendo acessado.

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THATYML Informática - Impressão (Ctrl + P) A opção de impressão de arquivo localiza-se no menu arquivo, onde abre a caixa de diálogo para alterações como número de cópias, papel, como na figura a seguir:

Caso não precise mudar nenhuma configuração na caixa de diálogo imprimir, é possível ganhar tempo clicando no botão

na barra de ferramentas.

- Digitação – Editando o texto A diagramação do documento pode ser feita facilmente operada pelo Barra de Ferramentas Padão com os ícones relacionados abaixo:

- Corretor ortográfico (F7) No Menu Ferramentas está a opção permite que o usuário verifique se há erros de ortografia e de gram’atica do documento ou em parte do documento que está selecionado. Pode ser acessado também pelo ícone na Barra de Ferramentas Padrão. Verificação Ortográfica Automática - Identifica a existência de erros de ortografia à medida que o texto é digitado, destacando a palavra do restante do texto; Auto-Correção - Um complemento à Verificação Ortográfica Automática, este recurso permite a correção automática de palavras à medida que são digitadas; Auto-Formatação - Formata o texto automaticamente à medida que você digita; - Menu Tabelas

Oferece recursos para operações com tabelas: E também pelos ícones da Barra de Ferrameta Formatar:

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THATYML Informática Classificar - Organiza as informações nas linhas, listas ou seqüências de parágrafos selecionados em ordem alfabética, numérica ou pela data; Fórmula - permite criar fórmulas nas tabelas do Word, sem a necessidade de utilizar o Excel, pa realização de alguns cálculos com os dados da tabela. As funções do Word são todas em inglês. Então, a fórmula =SUM(ABOVE) significa somar acima, isto é, serão somadas as células numéricas acima. Também pode ser abaixo (BELOW), à esquerda (LEFT), à direita (RIGHT).

Seus principais comandos são: Desenhar Tabela – Abre a Barra de Ferramentas Tabelas e Bordas permitindo a criação e configuração de tabelas; Inserir – Permite inserir uma tabela com quantidade de colunas e linhas definidas no documento e, na tabela, permite inserir colunas, linhas ou células;

Excluir – Permite excluir células, linhas ou colunas selecionadas ou a própria tabela; Mesclar Células - Juntar células adjacentes em uma única célula; Auto Formatação da Tabela – Permite formatar a tabela, através de uma caixa de diálogo com formatos prédefinidos; Auto Ajuste – Permite ajustar a tabela conforme o conteúdo, a largura da janela, determina uma largura fixa da coluna e distribui linhas e colunas uniformemente; Converter - Transforma um texto em uma tabela ou uma tabela em texto;

Linhas de Grade - Visualiza ou oculta as linhas de grade; - Cabeçalho e rodapé Para inserir ou altera texto de cabeçalho e rodapé de uma seção ou página, selecione a opção tabela no Menu Inserir; habilitando assim as marcas para serem digitados o cabeçalho e rodapé.

- Configurar página Altera as margens, a origem e o tamanho do papel, além da orientação da página para o documento inteiro ou para as seções selecionadas; - Mala direta Produz cartas modelos, etiquetas de endereçamento, envelopes, catálogos e outros tipos de documentos mesclados. Um documento de mala direta é composto pela mesclagem de dois arquivos (um modelo a seguir e um banco de dados). A Mala Direta é o recurso do Word que permite a composição de cartas modelo, etiquetas, envelopes ou e-mails para diversos destinatários. O Documento Principal é o documento propriamente dito.

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THATYML Informática Uma carta, por exemplo, endereçada a inúmeros clientes de uma empresa. A Origem de dados é o arquivo que contém os diversos destinatários. Pode ser uma relação digitada no próprio Word, uma planilha do MS Excel , uma tabela em um Banco de dados e, até mesmo um arquivo texto.

É ali que vamos inserir um campo para receber os nomes dos destinatários. (atenção: a cor cinza é apenas uma ilustração. Ela não aparece durante esta operação)

Mala direta – 1ª etapa Abra um documento novo no Word, vá ao Menu Ferramentas e selecione Mala Direta.

Clique na opção Campo do Menu Inserir. Na tela a seguir Selecione Mala Direta em Categorias e Merge Field em Nomes de Campos.

Selecione Criar - Cartas Modelo. Surgirá a janela abaixo.

Selecione Novo doc. principal (Se você estiver com um documento já aberto - uma carta já pronta, por exemplo - selecione Janela Ativa)

Digite um nome para o campo à frente da palavra Mergefield. No exemplo, utilizamos Cliente. Veja o resultado à frente da palavra Para: Para: <<cliente>> é o campo que vai se transformar nos vários nomes das pessoas.

Selecione Editar Clique em Carta Modelo

O Documento Principal está pronto. Salve-o como Carta para Clientes.doc

O Word se apresentará com a tela em branco. Nesta fase você vai criar o Documento Principal. Faça um documento semelhante ao da próxima figura. No Documento principal vamos reservar um lugar onde desejamos que o nome do destinatário apareça. Esse lugar chama-se Campo. Observe, na figura a seguir, a área ressaltada em cinza.

Mala direta – 2ª etapa Criação ou utilização da Origem dos Dados A origem dos dados normalmente já está pronta quando pensamos em uma mala direta. E, como já vimos, há mais de uma possibilidade de trabalharmos com Origem de dados. As principais são:

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THATYML Informática Uma tabela no Word Uma planilha no Excel

Normalmente ela já está pronta quando iniciamos o trabalho.

Criação usando uma tabela no Word como Origem dos dados Cria uma tabela no Word semelhante a esta.

No nosso estudo vamos criá-la agora. Quando pronta, salve-a como Origem.doc. Observe que nossa tabela tem cabeçalho, ou seja, Cliente e Endereço. Você se lembra que, quando inserimos o campo, demos a ele o nome de Cliente? Foi por causa disso. O nome do campo corresponde ao nome do cabeçalho na origem dos dados. Mala direta – 3ª etapa Mesclar os dados da Origem dos dados com o Documento Principal. - Diferenças do Word XP em Relação ao Word 2003

Visualizando e Identificando a Janela do Word XP

Barra de Ferramentas Padrão

Obs.: A barra de ferramentas padrão do Word XP, não consta a opção

como no Word 2003.

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THATYML Informática Menu Arquivo - O menu Arquivo do Word XP, não consta a opção “Permissão”.

Menu Exibir - O menu Exibir do Word XP não consta as opções “Layout de Leitura” e “Miniaturas” do Word 2003

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THATYML Informática Menu Formatar - O menu Formatar do Word XP, se diferencia pelas opções “Direção do texto...”, “Molduras” e “Figura...”.

Menu Ferramentas - O Word XP, no menu Ferramentas, as opções “Pesquisar”, “Espaço de Trabalho Compartilhado...” e “ Ferramentas personalizar adicionar atalho menu Alt + Ctrl + =” estão ausentes em relação ao Word 2003.

Menu Ajuda - O Menu Ajuda do Word XP é mais simplificado em relação ao Word 2003.

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PLANILHA ELETRÔNICA Planilha eletrônica, ou folha de cálculo, é um tipo de programa que utiliza tabelas para realização de cálculos ou apresentação de dados de forma organizada. Cada tabela é formada por uma grade composta de linhas e colunas. As planilhas são utilizadas principalmente para aplicações financeiras e pequenos bancos de dados. Neste capítulo iremos evidenciar os principais aplicativos de planilha eletrônica, iniciando com o BrOffice Calç.

BrOffice Calc O Calc é um editor de planilhas eletrônicas, com um visual claro que possibilita ao usuário criar cálculos simples e complexos, e apresentar seus dados de maneira simplificada em tabelas e gráficos. Quando iniciamos o Calc, é apresentada a janela abaixo contendo uma nova Pasta de Trabalho com uma de suas planilhas aberta para edição, como podemos observar abaixo:

A planilha eletrônica é um conjunto de células organizadas em linhas e colunas. Atualmente o Calc 2.3.1 disponibiliza ao usuário um total de 256 colunas identificadas por letras, e 65.536 linhas identificadas por números. Sua unidade básica, a Célula, é identificada pela junção de sua coluna e linha.

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Nova Planilha Para criar uma nova planilha utiliza-se o menu Arquivo, na opção Novo. Está opção permite a criação de um novo documento, cujo tipo (texto, planilha, apresentação, desenho, base de dados) deverá ser selecionado a partir de um sub-menu. Como é ilustrado na imagem abaixo:

No nosso caso iremos salvar como planilha eletrônica do BrOffice, escolhendo a opção Planilha do OpenDocument (*.odt). Depois de salvarmos a planilha pela primeira vez, poderemos continuar a edição da planilha. Quando escolher a opção Salvar o Calc irá guardar as novas informações adicionadas. Outra forma de salvar a planilha, é através da tecla de atalho Ctrl + S, ou pelo ícone

na Barra de Ferramentas

Padrão. O Calc nos permite salvar planilhas com as principais extensões, possibilitando compatibilidade com outros editores de planilhas eletronicas: Como desejamos criar uma planilha eletrônica, devemos escolher a opção Planilha. Outra forma de se criar uma nova planilha, é através da a tecla de atalho Ctrl + N, ou pelo ícone na Barra de Ferramentas Padrão. -

Salvar / Salvar Como Para salvar uma planilha, utilizaremos o menu arquivo, e escolheremos a opção Salvar. Se for a primeira vez que escolhemos está opção, ele abrirá a caixa de diálogo Salvar como onde deveremos escolher a pasta onde gostaríamos de salvar a planilha, seu nome e escolher a extensão desejada. A opção Salvar Como, encontra-se no menu arquivo, e nos possibilita também salvar a planilha, alterando seu nome, pasta ou extensão sem alterar a planilha original. Outra forma é pela tecla de atalho Ctrl+Shift+S.

Salvar Tudo - Onde é permitido salvar todos os documentos em edição no momento. Exportando seu documento como PDF - No menu arquivo, na opção exportar, nos permite que a planilha em edição seja salva no formato .PDF, padronizado pela ADOBE e largamente utilizado por Empresas, Universidades e profissionais de uma maneira em geral para distribuição de cartas, memorandos, documentos internos, relatórios e outros documentos já que ele possui uma melhor segurança contra alteração desses documentos que aquela apresentada por outros editores de planilhas comercialmente disponíveis. -

Abrir Para abrir planilhas eletrônicas, utilizaremos o menu arquivo, e escolheremos a opção Abrir. Quando selecionada ira abrir uma caixa de diálogo onde deveremos localizar o caminho onde o arquivo se encontra. Tambem podemos utilizar a tecla de atalho Ctrl+O ou pelo ícone

na Barra de Ferramentas Padrão.

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Altera o estilo da Fonte, tamanho e/ou coloca em negrito (Ctrl+B), itálico (ctrl+I) ou sublinhado (Ctlr+U) das células selecionadas. Alinha o texto ou número na célula da seguinte maneira:

O diferencial do Calc é a possibilidade de abrir planilhas de outros editores, como Microsoft Excel e OpenOffice. Imprimir Planilha (Ctrl + P) Esta opção permite a impressão da planilha que está sendo editada, em qualquer impressora associada ao micro. Como na maioria dos Editores de planilha, pode-se selecionar a quantidade de páginas que será impressa, a impressora onde será feita a impressão, a quantidade de cópias, etc. Quando ser selecionada abrirá a caixa de diálogo para sua configuração:

1 - à esquerda (Ctrl+L): Alinha o texto ou o número à esquerda da(s) célula(s) selecionada(s). 2 - centralizado (Ctrl+E): Alinha o texto ou o número de forma centralizada na célula(s) selecionada(s). 3 - à direita (Ctrl+R): Alinha o texto ou o número à direita da(s) célula(s) selecionada(s). 4 - justificado (Ctrl+J): Alinha o texto ou número da(s) célula(s) às bordas esquerda e direita. 5 - mescla as células - Mesclar células permite unir em uma única célula, varias células selecionadas pelo usuário, conforme imagem abaixo:

-

Pode-se ser impresso também pelo ícone

na Bar-

ra de Ferramentas Padrão, por este caminho ele imprime com a ultima formatação escolhida pelo usuário. -

Digitação – Editando o conteúdo da célula Na planilha eletrônica digitamos textos ou números nas células. A personalização da célula é facilmente feita pelos ícones dispostos na Barra de Ferramentas Formatação discriminada abaixo:

Formatando Números Formata o número na célula da seguinte forma:

1 - Moeda: Converte o(s) número(s) da(s) célula(s) selecionada(s) no padrão monetário brasileiro. Ex: (R$ 1.525,30) 2 - Porcentagem: Aplica o formato de porcentagem a(s) célula(s) selecionada(s). Ex: (65%) 3 - Padrão: Aplica o formato numérico padrão à(s) célula(s) selecionada(s). Ex: Se o número estiver formatado das maneiras citadas anteriormente, ele voltará a sua forma original. 4 - Adicionar Casa decimal: Adiciona uma casa decimal ao número selecionado após a virgula. Ex: 12,0000 5 - Excluir Casa Adicional:Exclui uma casa decimal ao número selecionado. Ex: 12,000 6 - Diminuir recuo: Diminui o recuo para à esquerda do conteúdo da célula.

Estilos e Formatação - permite selecionar estilos e formatação para as células ou para toda a planilha. 7 - Aumentar recuo: Aumenta o recuo para à direita do conteúdo das células selecionadas. 134

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Bordas: Inclui ou exclui bordas as células da seguinte forma

Cor do plano de fundo: Altera a cor do plano de fundo da(s) célula(s) selecionada(s). Podendo escolher entre várias opções de cores oferecidas pelo Calc. Cor da Fonte: Altera a cor da fonte da(s) células(s) selecionada(s). Podendo escolher entre várias opções de cores oferecidas pelo Calc. Outra maneira de alterar a formatação da célula com todas as funcionalidades citadas anteriormente, é clicar com o botão direito do mouse sobre a célula e escolher a opção formatar células. Ou com a tecla de atalho Ctrl+1, ou acessando o menu Formatar, e escolher a opção Células... que abrirá a seguinte tela de diálogo.

-

1 - Recortar (Ctrl+X): Recorta a o conteúdo da célula, retirando por completo seus valores e colocá-lo na área de transferência. 2 - Copiar (Ctrl+C): Copia o conteúdo da célula e colocá-lo na área de transferência. 3 - Colar (Ctrl+V): Cola o conteúdo da área de transferência na célula selecionada. 4 - Pincel de estilo: Copia a formatação de uma célula e aplicá-la a outra célula. Recurso encontrado no menu editar.

Barra de Fórmulas

A barra de fórmulas, é utilizada para visualizar, editar ou inserir fórmulas ou funções. Para exibir ou ocultar a barra de fórmulas, ir no menu Exibir opção barra de fórmulas.

Mostra a localização da célula selecionada, onde a letra corresponde a coluna e o número a linha. Para ir até uma célula específica, basta digitar sua localização seguido de enter. Ex: Z562 Ou até mesmo selecionar um conjunto de células digitando seu intervalo. Ex: C3:G5 Assistente de funções: Ao clicar neste botão, o Calc abrirá uma caixa de diálogo contento todas as funções existe no pacote, que nos auxiliarão na construção de uma fórmula.

Categoria: Lista todas as diferentes categorias de funções existentes. Ex: Banco de dados, Data e hora, matemático, lógico, financeiro, matriz, estatístico, planilha e texto. No campo Funções é listada todas as funções relacionadas à categoria escolhida. Clique duas vezes sobre a função desejada, e ao lado aparecerá a funcionalidade da função e o campo para digitar o valor a ser aplicado na fórmula.

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THATYML Informática Soma: Insere a soma de um intervalo de células na célula atual, ou insere valores somados nas células selecionadas. Clique numa célula, clique neste ícone e opcionalmente ajuste o intervalo de células. Ou selecione algumas células nas quais os valores somados serão inseridos, e clique no ícone. Ex: =SOMA(B2:B5), a célula com está fórmula irá mostrar a soma das células B2+B3+B4+B5. Função: Permite ao usuário, a criar sua própria fórmula sem a ajuda de um assistente, conforme visto anteriormente na opção Assistente de funções. Gráfico Para inserir um gáfico basta selecionar as células com dados, acessar o menu Inserir e escolher a opção Gráficos, ou utilizar o ícone

na barra de ferramentas. Ira abrir a caixa de diálogo do assistente de gráfico

Tipo de Gráfico: Lista vários modelos de gráficos. Possibilitando ainda a opção de aparência 3D. Intervalo de dados: Valores selecionados para elaboração do gráfico. Série de Dados: Lista de todas as séries de dados no gráfico atual. Podendo adicionar ou excluir células da serie. Elementos do Gráfico: Permite inserir titulo ao gráfico, nomear o eixo X e Y, e a opção de exibir ou não a legenda do gráfico.

Ao encontrar uma palavra escrita errada ou não identificada, o corretor ortográfico irá sugerir a correção adequada, cabendo ao usuário alterar ou ignorar.

-

Corretor ortográfico No Menu Ferramentas está opção permite que o usuário verifique se há erros de grafia na planilha ou em parte das células selecionadas. A verificação é feita a partir da célula selecionada. Pode ser acessado também pelos ícones

na Barra de Ferramentas

Padrão, ou pelo atalho F7. 136

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Excel 2002/XP e 2003 O Excel integra as funções de Planilha Eletrônica, Gráficos e Banco de Dados, por isso é o aplicativo mais utilizado na área de negócios. Suas planilhas são indispensáveis nas atividades de Administração de Empresas que se referem a Planejamento Financeiro, Fluxo de Caixa, Orçamento, Estatística, Compras, Custos, Planejamento e Análise de Vendas, Folha de Pagamento etc. No momento que o Excel é carregado, é exibida a sua janela contendo uma Pasta de Trabalho com uma de suas planilhas aberta para edição.

COMPONENTES DA JANELA DO EXCEL As versões 2002 / XP e 2003 possuem os seguintes componentes em sua janela: Barra de Títulos - Contém o nome do Aplicativo e do documento ativo, ícone de Controle e botões de Controle da Janela do Excel. Barra de Menus de Comando - Localizada abaixo da Barra de Título, contém as opções de menu de controle do documento ativo. Cada menu contém uma série de comandos que também podem ser acionados através dos botões nas Barras de Ferramentas, teclas de atalho e com o botão direito do mouse. Barra de Status - Exibe informações sobre comandos selecionados ou procedimentos. A barra de status, que é uma área horizontal na parte inferior da janela da pasta no Microsoft Excel, fornece informações sobre o estado atual do que está sendo exibido na janela e quaisquer outras informações contextuais. Guia de Planilhas - Cada pasta contém uma guia de planilhas que deve ser clicada quando se pretende mover-se de uma planilha para outra. Atalho: Ctrl + Page + Up ou Ctrl + Page + Down. Pode-se renomear as planilhas para lembrar mais facilmente o que cada uma delas contém, clicando com o botão direito do mouse e escolhendo a opção renomear. Caixa de Nome/Barra de Fórmula - O endereço da célula selecionada no momento (ou ativa) aparece na caixa de nome da célula. Cada célula tem um endereço único determinado pela letra da coluna e pelo número da linha. Por exemplo, a célula B2 é a interseção da coluna B com a linha 2. Poderíamos selecionar a caixa de nome, clicando sobre ela e adotarmos outro nome para a célula ou uma região (área retangular na planilha). Esse nome não poderia ser maior que 256 caracteres ou iniciar com um número e ainda, sem espaço entre palavras.

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Abrir (Ctrl + A) Tanto clicando no comando Abrir... , como no

, permite localizar e botão na barra de ferramentas abrir um arquivo. Determina onde se quer examinar um possível arquivo para ser aberto, clique sobre ele e pressione o botão abrir. Com um duplo clique sobre o arquivo iremos obter o mesmo resultado.

Métodos para Inserir e Editar dados Inserir números e texto Clique na célula onde você deseja inserir os dados. Digite os dados e pressione Enter ou Tab. Insira dados em uma célula na primeira coluna e pressione Tab para mover-se para a próxima célula. No final da linha, pressione Enter para mover para o início da próxima linha. Se a célula no início da linha seguinte não ficar ativa, clique em Opções no menu Ferramentas e, em seguida, clique na guia Editar. Em Configurações, marque a caixa de seleção Mover seleção após Enter e clique em Para baixo na caixa Direção.

Mostra o que estava sendo visualizado anteriormente. Mostra um nível acima do que está sendo visuali-

Dica: Para inserir data use o atalho: (Ctrl;) e para inserir horas (Ctrl Shift:)

zado. Possibilita a pesquisa na Web.

Editando o conteúdo de uma célula 1. Clique duas vezes na célula contendo os dados que você deseja editar. 2. Edite o conteúdo da célula 3. Para inserir ou cancelar suas alterações, pressione Enter ou Esc. Para ativar ou desativar a edição diretamente nas células, clique em Opções no menu Ferramentas, clique na guia Editar e marque ou desmarque a caixa de seleção Editar diretamente na célula. Você pode editar na barra de fórmulas quando a caixa de seleção Editar diretamente na célula está desmarcada. Para mover o cursor para o final do conteúdo da célula, selecione a célula e pressione F2.

Exclui o que for selecionado. Cria uma nova pasta. Modos de visualização do que está sendo acessado. Fechar – Fecha a planilha (Ctrl + F4) Salvar Documento (Ctrl + B) Salva (grava) as alterações feitas em uma pasta de trabalho. Esse comando executado pela primeira vez em uma pasta, abre a caixa de diálogo Salvar Como

- Novo documento (Ctrl + O) Pelo Menu Arquivo podesse acessar habilitar uma nova Pasta de Trabalho.

Abre um painel de tarefas que permite algumas opções de novas pastas a serem utilizadas. Na barra de ferraabre um nova pasta em branco. mentas o ícone Observe que trata-se de uma pasta e não de uma nova planilha.

Salvar como – Salva uma pasta pela primeira vez, ou salva uma pasta já existente com outro nome, em outro lugar. Salvar como página da Web – Cria uma página da Web a partir de dados da planilha ou de um gráfico.

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THATYML Informática Salvar área de trabalho – Um arquivo do espaço de trabalho salva a exibição de informações sobre pastas de trabalho abertas, para que posteriormente você possa retomar o trabalho com os mesmos tamanhos de janela, áreas de impressão, ampliação de tela e configurações de exibição. O arquivo de espaço de trabalho não contém as pastas de trabalho propriamente ditas. Na barra de ferramentas o ícone

Formatar, na opção formatar célula como exposto na caixa de diálogo abaixo:

salva o arquivo.

-

Digitação – Editando Algumas das principais ferramentas de edição estão na Barra de Ferramentas Formatação:

Altera Fonte do texto e o tamanho

Coloca em negrito (Ctrl + B), itálico (Ctrl +I) ou sublinhado (Ctrl + U) os itens selecionados.

AutoFormatação - Aplica uma combinação pré-defini-

das de formatos a um intervalo de células selecionado ou a uma tabela dinâmica. Alinha o texto a esquerda, centralizado, direita e/ou Agrupa células selecionadas.

Converte o número da celula selecionada no padão monetário brasileiro, aplica o formato de porcentagem, separador de milhar e aumenta casas decimais ou diminui.

Diminuir ou aumentar recuo

Insere ou retira linhas de borda das células, altera cor do plano de fundo e da fonte. Formatação Condicional - Aplica formatos a células selecionadas que atendem a critérios específicos baseados em valores ou fórmulas que você especificar. Permite recortar (Ctrl + X), copiar (Ctrl + C), colar (Ctrl + V) e copiar formatação do trecho selecionado.

Desfazer(Ctrl + Z) e restaurar(Ctrl + Y) ultimas ações. Comandos podem ser acessados também pelo Menu

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THATYML Informática Estilo - Define ou aplica na seleção uma combinação de formatos.

Colar Especial - Você pode usar a caixa de diálogo Colar Especial para copiar itens complexos de uma planilha do Excel e colá-los na mesma planilha do Excel ou em outra.

Ignorar em branco - Evita substituir valores na sua área de colagem quando houver células em branco na área de cópia. Transpor - Altera colunas de dados copiados para linhas e vice-versa. Colar Vínculo - Vincula os dados colados à planilha ativa. Alterando Dados Digitados - A alteração dos dados digitados pode ser feita de duas maneiras: Por sobreposição - Onde selecionamos a célula que será alterada e digitamos os novos dados e depois confirmamos a alteração através do botão confirmar na Barra de Fórmulas ou através da tecla Enter. Por Correção parcial - Onde selecionamos a célula a ser corrigida posicionando o cursor dentro da célula com um duplo clique ou usando a tecla F2. Excluindo Dados Digitados - A exclusão de dados digitados é feita através da seleção da célula ou do intervalo de células que terá seu conteúdo excluído e: Através do Menu Editar, comando Limpar; Através do botão direito do mouse; Através da tecla Del ou Delete no Teclado. Verificar Ortografia – Verifica a ortografia do texto em planilhas e gráficos selecionados, bem como, o texto em caixas de texto, botões, cabeçalhos e rodapés, notas de células e na barra de fórmulas. (F7) Auto-Correção – Define as opções usadas para corrigir o texto automaticamente à medida que for sendo digitado.

Colar - Clique no atributo dos dados copiados que você deseja colar. Tudo - Cola todo o conteúdo e a formatação das células. Fórmulas - Cola somente as fórmulas conforme inseridas na barra de fórmulas. Valores - Cola somente os valores conforme exibidos nas células. Formatos - Cola somente a formatação das células. Comentários - Cola somente os comentários anexados à célula. Validação - Cola regras de validação de dados das células copiadas para a área de colagem. Tudo, exceto bordas - Cola todo o conteúdo e a formatação das células aplicados à célula copiada, exceto bordas. Larguras da coluna - Cola a largura de uma coluna ou intervalo de colunas em outra coluna ou intervalo de colunas. Fórmulas e formatos de número - Cola somente fórmulas e todas as opções de formatação de número das células selecionadas. Valores e formatos de número - Cola somente valores e todas as opções de formatação de número das células selecionadas. Operação - Especifica qual operação matemática, se houver, você deseja aplicar aos dados copiados.

EDITANDO UMA PLANILHA NO EXCEL XP E EXCEL 2003 A edição de uma planilha consiste em inserir copiar, excluir e alterar dados nas células que servirão para a apresentação de resultados. Tipos de Dados Uma célula pode conter: Texto - Toda e qualquer letra, palavra inserida na célula, como nomes de pessoas, títulos de colunas, descrição de itens etc. Número - Todo e qualquer tipo de número, podendo ter o valor negativo ou positivo. Fórmula - É uma expressão aritmética envolvendo números, operadores, funções e endereços de células. Para iniciar uma fórmula no Excel, deve-se colocar primeiramente o sinal de =. Uma fórmula também pode iniciar com os sinais de + ou Ex.: =A4+C5 +A4+C5 -F12+B1 Inserindo Dados Toda informação digitada deve ser depositada dentro de uma célula. Quando o conteúdo de uma célula for numérico e não for possível mostrá-lo totalmente, serão mostrados os símbolos #### na célula ou o número será apresentado em notação científica; porém o conteúdo da célula ainda será aquele que foi digitado. Basta aumentar a largura da célula para visualizar o número todo. Quando o conteúdo de uma célula for texto e não couber em sua largura aparente, o texto invadirá o espaço da célula ou células adjacentes, porém, continuará

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THATYML Informática pertencendo à célula em que foi digitado. Caso a célula ou células adjacentes possuam algum conteúdo, o texto será mostrado somente na sua célula de origem. Quando selecionamos uma célula, esta fica disponível para receber os dados que serão digitados. À medida que os dados vão sendo inseridos, eles são mostrados na Barra de Fórmulas. Para apagar o conteúdo da célula, selecione a célula e pressione a tecla Backspace. Para confirmação dos dados digitados usa-se a tecla Enter, as setas de direção ç, è, é, ê ou o botão Confirmar da Barra de Fórmulas. Para cancelar a digitação dos dados, Tecle Esc ou o botão Cancelar

da Barra de Fórmulas.

-

Formulas e funções No Excel XP/2002 e no Excel 2003, a barra de fórmulas contém o indicador da célula ativa, o botão de confirmação e o botão de cancelamento de inserção de dados, além de exibir o conteúdo da célula.

Inserindo Fórmulas As fórmulas são o meio mais prático de obtenção e manutenção de dados nas planilhas, pois são atualizadas a cada nova alteração de dados. Para que as fórmulas funcionem no Excel, devemos seguir as seguintes regras básicas: Iniciar a digitação de uma fórmula com: + - = Devemos usar o endereço das células para que o resultado da fórmula seja atualizado a cada alteração nas células envolvidas na fórmula. Os endereços das células podem ser digitados ou apontados com a tecla Shift mais setas de direção ou com o mouse, clicando e arrastando a seleção. Se iniciarmos a fórmula com parênteses deve-se fechar os parênteses no final. O uso dos parênteses é importante para as fórmulas que envolvam vários cálculos ou procedimentos. Operadores usados para a definição das fórmulas Operadores Matemáticos: + Adição - Subtração * Multiplicação / Divisão ^ Exponenciação % Porcentagem Operadores de Relacionamentos > Maior < Menor

= <> >= <=

Igual Diferente Maior Igual Menor Igual

Operadores de Referência : Intervalo ; União (espaço) Interseção Inserindo Funções São procedimentos de cálculos previamente definidos, determinando um resultado com significado único. Normalmente são seguidas de um ou mais parâmetros dependo da função. Categorias das Funções Financeira Data e Hora Matemática e Trigonométrica Estatística Procura e Referência Banco de Dados Texto Lógica Informação Tipos de funções mais utilizadas ARRED - Arredondamento CONT.NUM - Calcula quantos números estão na lista de argumentos ESCOLHER - Escolhe um valor a partir de uma lista de valores MÁXIMO - Retorna o valor máximo de uma lista de argumentos MÉDIA - Calcula a média dos argumentos MÍNIMO - Retorna o valor mínimo de uma lista de argumentos PROCV - Procura a partir da primeira coluna e linha de uma matriz para retornar o valor de uma célula SOMA - Retorna a soma de todos os números na lista de argumentos. MOD - Retorna o resto da divisão. Funções Lógicas Executam um teste lógico para retornar um resultado Falso ou verdadeiro. E - Retorna VERDADEIRO se todos os argumentos forem verdadeiros; retorna FALSO se um ou mais argumentos forem falsos FALSO - Retorna valor lógico FALSO NÃO - Inverte a lógica do argumento OU - Retorna VERDADEIRO se qualquer argumento for VERDADEIRO SE - Especifica um teste lógico a ser executado VERDADEIRO - Retorna o valor lógico VERDADEIRO -

Gráficos Para inserir um gráfico devemos, selecionar as faixas de dados que serão representadas graficamente. Através do menu Inserir, comando Gráfico, ou do botão Assistente de gráfico da Barra de ferramentas, abrimos a caixa de diálogo Assistente de Gráfico contendo 4 etapas:

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THATYML Informática 1ª Etapa - Tipo de Gráfico

Esta etapa contém 2 Guias: - Tipos Padrão - Contém vários tipos de gráficos padrão para seleção. - Tipos Personalizados - Permite personalizar um tipo de gráfico.

2ª etapa - Dados de origem do Gráfico.

Observe que no campo intervalo de dados aparece os intervalos de dados selecionados. As opções de seqüência em Linha / Colunas, modificam a visualização do gráfico de acordo com a distribuição dos dados escolhida. O Excel já faz uma escolha adequada mas podemos alterar manualmente clicando na opção desejada.

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THATYML Informática 3ª etapa - Opções de Gráfico

Configuração de página Página - Permite alterar a orientação do papel Retrato ou Paisagem; Dimensionar o ajuste da planilha para caber dentro de uma única folha e/ou alterar o tamanho do papel utilizado pela impressora.

4ª etapa - Local do gráfico

Margens - Permite configurar as margens da planilha para melhor ajuste ou mesmo centralizar a planilha na página.

A configuração de página é importante para uma boa impressão. Para configurar uma página, acesse o Menu Arquivo - Configurar Página e será aberta a caixa de diálogo Configurar Página contendo 4 guias de opção:

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THATYML Informática Cabeçalho e rodapé - Permite configurar e editar o cabeçalho e o rodapé da planilha.

Pode-se ser impresso também pelo ícone

na Bar-

ra de Ferramentas Padrão, por este caminho ele imprime com a ultima formatação escolhida pelo usuário.

Planilha - Configurar a área de impressão, imprimir títulos da planilha em todas as páginas, alterar a ordem da páginas etc.

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Impressão A impressão é o modo de dar saída ao nosso trabalho com o computador. O processo de impressão é simples e eficiente. O Excel permite tratar a impressão com toda a sua versatilidade característica, colocando-nos opções fáceis e simples de serem executadas. Ao acessar o menu arquivo, comando imprimir, abre a caixa de diálogo Imprimir.

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POWER POINT A TELA DO POWER POINT 2003 Quando iniciamos o PowerPoint, é apresentada a janela abaixo contendo um novo documento em branco, e os elementos a seguir:

O Microsoft PowerPoint possui três modos de exibição: normal, classificação de slides e apresentação de slides, representados por ícones de atalho na tela acima. São eles:

Na seqüência: normal, classificação de slides e apresentação de slides. Modo de exibição normal

de Tópicos (você vê o texto dos slides) e a guia Slides (os slides são exibidos como miniaturas); ao centro, o painel de slides exibe a apresentação e é onde você trabalha a apresentação (permite adicionar texto, inserir imagens, tabelas, gráficos, objetos de desenho, autoformas, caixas de texto, filmes, sons, criar e inserir hiperlinks no texto e animações, etc.); e na parte inferior, o painel de anotações (onde você pode fazer anotações relativas ao conteúdo de cada slide e imprimir para usar como referência durante a apresentação, ou para distribuir ao público na forma impressa, como referência à sua apresentação).À direita temos o Painel de Tarefas.

O modo de exibição normal é o que está sendo apresentado na tela acima. É o modo principal de edição, que você usa para criar apresentações. O modo de exibição normal apresenta os seguintes elementos: à esquerda, guias que alternam entre a guia Estrutura

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THATYML Informática Modo de exibição classificação de slides Apresenta os slides em forma de miniaturas. Permite uma visão geral da apresentação, facilitando a visualização dos efeitos de transição e animação.

Analisando os detalhes deste modo de exibição na figura abaixo, você observa que foram criados intervalos para a transição dos slides, assim como a numeração dos slides (como se fosse numeração de página no Word), e que há um slide marcado como oculto (slide 2 - com um risco sobre o número).

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THATYML Informática Slides Ocultos

Criando uma apresentação

Pode ser que quando você for fazer a exibição de sua apresentação, você perceba que o tempo disponível não é suficiente para apresentar todos os slides. Assim, você tem a opção de ocultar alguns slides, já que passá-los na tela rapidamente em uma palestra, por exemplo, sem explicá-los pode não ser muito agradável, nem para quem está assistindo, nem pra você.

Você pode começar a criar a partir de uma apresentação pré-definida, ou pode criar a partir de uma apresentação em branco. A figura mostra também que você pode criar uma apresentação com base em Modelos.

• Como ocultar slides No modo de apresentação Normal, estando com o slide que você deseja ocultar sendo apresentado na tela, ou no modo de exibição classificação de slides, estando com o slide selecionado, clique no Menu Apresentações e clique em Ocultar Slide. Automaticamente ele apresentará a marcação de oculto. Modo de exibição apresentação de slides A apresentação de slides ocupa a tela inteira do computador, onde é possível ver a sua apresentação toda. Nesse modo, você poderá verificar os intervalos de tempo que os textos dos slides levam para serem apresentados, e também o intervalo de tempo de um slide para outro; verifica os sons inseridos, disposição das imagens, enfim, é um teste para ver se está tudo OK. Atalho: tecla F5.

As maneiras de se iniciar a criação de uma Nova apresentação no Power Point são: Apresentação em branco - Você criará sua apresentação livremente. Ao clicar nesta opção, o Painel de Tarefas mostra a guia Layout do Slide, para que você possa escolher o formato para os slides. São diversos formatos (Layouts de texto, com título, título e caixa de texto com marcadores, título e duas caixas de textos com marcadores, etc.), (Layouts de conteúdo, com título e conteúdo, que pode ser imagem, gráfico, vídeo, etc.) e Layout de texto e conteúdo, além de outros formatos.

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THATYML Informática Modelos de design

Esquemas de cores

Com base no modelo de design Apresenta uma lista de modelos, onde você escolhe um. A partir dele, seus slides seguirão a mesma estrutura.

Esquemas de animação

Ao escolher esta forma de iniciar a criação de sua apresentação, o Painel de tarefas apresentará a guia Design do slide, para que você possa escolher Modelos de design (onde você pode escolher um modelo pré-existente para iniciar a sua apresentação), Esquemas de cores (permite escolher esquemas de cores para seus slides), Esquemas de animação (esquemas pré-definidos, que você pode escolher e aplicar).

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THATYML Informática Apresentamos um exemplo de efeito aplicado (Efeito Rotação):

Agora, coloque um título e um rodapé, data e número do slide se desejar e clique em Avançar. Com base no assistente de AutoConteúdo Ajuda você a familiarizar-se com o programa, oferecendo sugesstões para criar sua apresentação passo a passo. Aparecerá a seguinte tela do assistente.

Na próxima tela, clique em Concluir.

Clique em Avançar. Na tela seguinte, selecione o tipo de apresentação desejado (Genérico, Treinamento, etc). Clique em Avançar. Aparecerá então na tela a apresentação com conteúdo pré-definido, escolhido no Assistente de Autoconteúdo.

Agora, você vai escolher o tipo de material que deseja usar (Apresentação em tela, Apresentação na Web, Transparências em preto-e-branco, Transparências coloridas ou slides de 35mm). Clique em Avançar.

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THATYML Informática Com base em apresentação existente Permite criar outra apresentação a partir de uma apresentação existente. AS BARRAS DE FERRAMENTAS DO POWER POINT 2003 BARRA DE FERRAMENTAS PADRÃO

Na barra de ferramentas padrão, encontramos os seguintes botões exclusivos do Power Point:

O modo expandido do botão Expandir Tudo

1 - Expandir Tudo - Expande todo o conteúdo dos slides, na estrutura de tópicos no modo normal. Clicando novamente no botão, passará a exibir somente os títulos dos slides. 2 - Mostrar a Formatação - Mostra o conteúdo dos slides, na estrutura de tópicos no modo normal, com a sua formatação original. O ideal é visualizar com a fonte padrão, pois fica mais fácil a leitura. 3 - Mostrar / Ocultar Grades - Exibe e oculta as grades que servem para fazer marcações no slide. Essas grades não são impressas, mesmo quando estão sendo viaualizadas. 4 - Cor / Escala de cinza - Abre um menu com as opções Cor, Escala de Cinza e Preto e Branco Puro.

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THATYML Informática BARRA DE FERRAMENTAS FORMATAÇÃO

BOTÕES EXCLUSIVOS DA BARRA DE FERRAMENTAS FORMATAÇÃO DO POWER POINT: Comandos do Menu Arquivo Aumentar / Diminuir Fonte  Novo - Cria uma nova apresentação ou um novo modelo; Design do Slide - Mostra esta guia no Painel de Tarefas.

 Abrir - Abre uma apresentação já existente;  Fechar - Fecha a apresentação;

Novo Slide - Insere novo slide na apresentação. MENUS DE COMANDO

 Salvar - Salva as alterações em uma apresentação já existente. Este comando, quando executado em um novo arquivo, abre “Salvar Como”;  Salvar Como - Salva uma apresentação pela primeira vez, ou uma apresentação já existente em outro local com outro nome;

Menu Arquivo

 Salvar Como Página da Web - Salva o arquivo convertendo as formatações para HTML;  Pesquisar Arquivo - Permite pesquisar por palavras dentro dos arquivos.  Permissão - permite configurar permissões de acesso aos arquivo.  Pacote para CD - Permite salvar a apresentação com um visualizador de apresentações do Power Point (o PowerPoint Viewer) no mesmo CD, para execução de sua apresentação em outro computador que possua ou não o PowerPoint instalado. Também chamado de Assistente para viagens; 

Visualização de Página da Web – Exibe a apresentação como se fosse uma página da Web;

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THATYML Informática  Configurar Página - Permite configurar a largura, altura, orientação da página, além de numerar slides;  Visualizar Impressão - Mostra como o arquivo será impresso; 

Imprimir - Ao contrário do botão imprimir da barra de ferramentas padrão, esta opção do menu abre um quadro para você escolher opções de impressão antes de imprimir;

 Enviar Para – Permite enviar o arquivo diretamente para destinatário da mensagem, do fax, participante da reunião, para Word, etc;  Propriedades - Exibe informações sobre a apresentação ativa para que você possa rever ou editar as informações;  Lista dos Últimos Arquivos Utilizados - Permite abrir um arquivo existente na lista, através de um único clique do mouse.  Sair - Fecha o Power Point; MENU EDITAR Neste menu encontramos recursos para edição.

Comandos do Menu Editar  Desfazer - Desfaz uma ação efetuada;  Refazer - Refaz uma operação desfeita;  Repetir - Repete a última ação;  Recortar - Remove uma palavra ou um texto selecionado, colocando-o na área de transferência, para ser colado em outro local;  Copiar - Copia uma palavra ou um texto selecionado para a área de transferência para ser colado em outro local;  Área de Transferência do Office - Abre o conteúdo da área de transferência no Painel de Tarefas do Power Point, permitindo colar seu conteúdo. A Área de Transferência do Office 2003 permite armazenar até 24 itens.  Colar - Cola o conteúdo da área de transferência na posição onde se encontra o cursor;  Colar Especial - Cola ou incorpora o conteúdo da área de transferência em um documento do Power Point com um formato específico, ou cria um vínculo às informações que podem ser atualizadas em outro aplicativo. Cola o texto com ou sem a formatação, assumindo então a formatação do seu arquivo (muito útil para aqueles textos copiados da Internet e que vêm com formatação html. Permite também colar o texto como uma imatgem, formando um bloco fechado.  Colar como Hyperlink – Cola o conteúdo da área de transferência como hyperlink para a área copiada. É necessário que os documentos de origem e destino estejam salvos;  Limpar - Apaga o texto selecionado;  Selecionar Tudo - Seleciona todo o texto do slide;  Duplicar - Permite duplicar o slide fazendo uma cópia;  Excluir slide - Apaga o slide selecionado;  Localizar - Procura por texto, formatação, notas de rodapé, notas de fim ou marcas de anotações especificadas no documento ativo;  Substituir - Localiza e substitui texto, formatação, notas de rodapé, notas de fim ou marcas de anotações especificadas no documento ativo;

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THATYML Informática  Ir Para propriedade - Permite ir para as propriedades do arquivo;  Vínculos - Exibe e modifica os vínculos em um documento do Power Point;  Objeto - Abre o aplicativo no qual o objeto incorporado ou vinculado selecionado foi criado e exibe o objeto para que seja possível editá-lo no Power Point. Menu Exibir MENU EXIBIR Além de habilitar ou desabilitar a exibição das barras de ferramentas, este menu oferece os seguintes recursos:

 Classificação de Slides – Exibe os slides em miniaturas na tela, permitindo uma visão geral da apresentação;  Apresentação de Slides - Permite executar a apresentação na tela, slide por slide; Atalho: F5;  Anotações - Permite fazer anotações dos slides.  Mestre - Permite exibir o Slide Mestre, Folheto Mestre ou Anotações Mestras. Os slides aplicados ao slide mestre serão seguidos por todos os slides da apresentação;  Cor / escala de cinza - Abre um menu com as opções de exibição dos slides em Cor, Escala de Cinza e Preto e Branco Puro;  Painel de Tarefas - O painel de tarefas é uma área que fica disponibilizada do lado direito da tela do Power Point, permitindo acesso rápido a várias opções.  Barra de Ferramentas - Visualiza, oculta, personaliza ou cria barras de ferramentas;  Régua - Exibe ou oculta as réguas horizontal e vertical;  Grades e guias – Mostra / Oculta as grades e guias de páginas que são linhas para fazer marcações nos slides. Essas linhas não são impressas;  Cabeçalho e Rodapé - Para inserir cabeçalho e rodapé na apresentação;  Marcação - Exibe / Oculta as marcações de comentários e alterações controladas do texto;

Comandos do Menu Exibir

 Zoom - Controla as dimensões de visualização dos Slides. Menu Inserir

 Normal - Modo de Exibição normal, onde é possível ver as Guias (Estrutura do Tópico ou Slide), o Painel de Slides, o Painel de Anotações e o Painel de Tarefas.

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THATYML Informática MENU INSERIR Permite inserções.

 Comentário - Insere as marcas de um comentário (que contém as iniciais do revisor e o número de referência) no documento e abre o painel de comentários, no qual se pode digitar a anotação. A marca de anotação é exibida no documento em formato de texto oculto; Pode ser mostrada através da opção Exibir / Marcação.  Slides de Arquivos - permite criar slides, a partir de arquivos salvos, como por exemplo, se você tem um arquivo de texto do Word, pode importá-lo para o Power Point e serão criados slides com este arquivo do Word;  Slides da Estrutura de tópicos - permite criar slides a partir de estruturas de tópicos criadas em editores de textos;  Imagem - Insere desenhos (Clip-art) já prontos que acompanham o Office 2003, como também, os desenhos de um arquivo externo (Do arquivo), do scanner ou câmera, WordArt, gráficos, AutoFormas, Organogramas, etc;  Diagrama - Para criar diagramas no slide (Organograma, Diagrama de ciclo, Diagrama de Venn, etc);  Caixa de Texto - Insere um retângulo para começar a digitar um texto;  Filmes e sons - Permite inserir arquivos de vídeo e sons nos slides;  Gráfico - Permite inserir gráficos nos slides;  Tabela - Permite inserir tabelas nos slides;

Comandos do Menu Inserir  Novo Slide - Permite inserir um novo slide à apresentação. O painel de tarefas se apresenta com a guia Layout do Slide;  Duplicar Slide - Permite fazer uma cópia do slide selecionado;

 Objeto - Insere um objeto (arquivo, alheio ao documento, em qualquer formato) no slide como: clipe de mídia, imagens, planilhas do Excel etc;  Hyperlink - Como em um documento HTML na web, um hyperlink no Power Point localiza e transporta a tela para um indicador no próprio documento, para outro documento do Word, do Excel, ou um arquivo, para um endereço de e-mail, ou para uma página de Web na Internet, desde que haja uma conexão à Internet disponível.

 Número do Slide - Permite inserir números de slides, como se fossem números de páginas no Word.  Data e Hora - Insere data e hora do sistema.  Símbolo - Insere símbolos especiais que podem ser impressos, mesmo que não se encontrem no teclado. É como o mapa de caracteres. 154

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THATYML Informática MENU FORMATAR Menu Formatar Este recurso define o formato do documento.

 Espaçamento entre linhas - permite configurar o espaço entre as linhas do texto selecionado;  Maiúsculas e Minúsculas - Altera os caracteres selecionados para a combinação de letras maiúsculas/minúsculas; Atalho: SHIFT + F3;

 Substituir fonte - Permite substituir a fonte do texto do espaço reservado;  Design do slide - abre esta guia no Painel de tarefas;  Layout do slide - abre esta guia no Painel de tarefas;  Plano de fundo - Conjunto de elementos de design usados como imagens de plano de fundo. Permite escolher e aplicar um plano de fundo ao slide ativo;  Espaço reservado - permite configurar os espaços onde os textos dos slides são digitados. Esses espaços são caixas de textos, e é possível, por exemplo, atribuir cor de fundo. Comandos do Menu Formatar  Fonte - Altera o tipo de fonte (letra), estilo (negrito e itálico), tamanho da letra, cor. Permite criar efeitos no texto, como: sublinhado, sobrescrito sobrescrito , subscrito subscrito, sombra e em relevo.

MENU FERRAMENTAS U FERRAMENTAS Apresenta as seguintes ferramentas:

 Marcadores e Numeração - Cria uma lista com marcadores ou numeração a partir de uma seqüência de itens no texto ou de uma seqüência de células em uma tabela;  Alinhamento - Abre um menu que permite escolher alinhamentos dos textos dos slides (à esquerda, centralizar, à direita e justificar);

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THATYML Informática Comandos do Menu Ferramentas  Verificar Ortografia - Verifica a ortografia e gramática do texto;  Pesquisar - permite pesquisar palavras no dicionário de sinônimos, em português, inglês e espanhol. Permite também traduzir nessas línguas.  Dicionário de Sinônimos - permite pesquisar por sinônimos das palavras em português, inclusive em espanhol e inglês.

 Opções - Modifica as configurações do PowerPoint que controlam a aparência da tela, impressão, edição, ortografia, segurança, e outras opções. Segurança - (através desta guia pode-se criar senha de proteção e/ou de gravação para o documento. A senha de proteção não deixa abrir o documento. A senha de gravação deixa abrir, digitar, mas não permite gravar. Pode-se ainda marcar Somente Leitura); MENU APRESENTAÇÕES Permite configurar as apresentações.

 Idioma - permite escolher o idioma para verificação ortográfica do texto.  Espaço de Trabalho Compartilhado - permite compartilhar o documento em um ambiente de rede.  Comparar e Mesclar apresentações - Compara e mescla uma apresentação com a apresentação atual;  Colaboração on-line - Permite reuniões on-line através do NetMeeting (opção Reunir Agora), agendar uma discussão ou acessar um grupo de discussão;  Macro - Grava ou cria uma macro, executa qualquer macro ou comando padrão do Power Point ou abre uma macro para edição. Macro é uma seqüência de ações nomeadas e armazenadas. Quando você executa uma macro, executa todas as ações atribuídas em seqüência; As macros podem ser criadas através do Menu Ferrametas / Macro / Macros (onde aparece a lista das macros já criadas). Menu Ferrametas / Macro / Gravar nova macro permite iniciar a gravação de tudo que você executa no documento, criando uma seqüência de ações. Se você sabe programar em Visual Basic (linguagem de programação usada para criar macros nos programas), também pode-se criar macros através do Editor de Visual Basic, que pode ser aberto pelo menu Ferramentas / Macro / Editor de Visual Basic (Atalho: Alt + F11);  Suplementos - abre uma caixa de diálogo com a lista de suplementos disponíveis para acrescentar à apresentação;  Opções de Autocorreção - Abre um quadro com opções de Autocorreção, Autoformatação ao Digitar e Marcas Inteligentes, etc.  Personalizar - Personaliza os botões da Barra de Ferramentas, Comando de menu e as atribuições de teclas de atalho;

 Exibir apresentação - Exibe a apresentação em tela inteira. É o modo de Apresentação de Slides;  Configurar apresentação - Abre uma janela com opções de configuração da apresentação;  Testar intervalos - permite testar intervalos do tempo de transição entre os slides;  Gravar narração - permite gravar uma narração para ser apresentada junto à apresentação;  Botões de ação - permite inserir botões nos slides e configurar uma ação para eles, criando links;  Configuraração - permite configurar ação para os botões;  Esquemas de animação - permite criar animações para os slides. Abre a guia Design do slide no Painel de Tarefas;

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THATYML Informática  Personalizar animação – permite personalizar a animação adiciionando efeitos.

MENU EXIBIR

 Ocultar slide – permite ocultar slides para que não sejam mostrados na apresentação;  Transição de slides – abre uma guia no Painel de Tarefas que permite criar efeitos de transição entre os slides, permite alterar a velocidade da transição, escolher um som para a transição. Permite também que a transição seja manual ou automática, definindo-se um tempo para transição automática de um slide para outro;

 Personalizar apresentações – para criar apresentações personalizadas. MENU JANELA Permite controlar a exibição das apresentações no monitor: Comandos do Menu Janela  Nova Janela – Abre uma nova janela com o mesmo conteúdo da janela ativa;  Organizar Todas – Exibe todas as janelas das apresentações abertas lado a lado;

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THATYML Informática  Em Cascata – Exibe as janelas das apresentações MENU INSERIR em formato de cascata;  Lista das Apresentações Abertas – Exibe uma lista de todos os arquivos que estão abertos; Este menu exibe itens de ajuda do Microsoft Power Point. Comandos do Menu Ajuda  Ajuda do Microsoft Power Point – Abre a Ajuda do Power Point, exibindo Conteúdo e Índice;  Mostrar Assistente do Office – Abre o Assistente de Ajuda, que auxilia o usuário a encontrar o item desejado, através de perguntas completas;  Microsoft Office Online – Conecta-se à página do Office no site da Microsoft permitindo fazer atualizações, baixar modelos e recursos adicionais;  Fale Conosco – permite enviar email para a Microsoft;  Verificar se há atualizações – para fazer update (atualizar) o programa;  Detectar e Reparar – Detecta e corrige erros na instalação do Power Point;  Ativar Produto – para ativar o software para uso;  Sobre o Microsoft Power Point – Exibe informações legais e identifica o programa.

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WINDOWS SISTEMA OPERACIONAL WINDOWS Sistema Operacional (SO) é um software que gerencia os recursos da máquina, seu hardware e todos os programas instalados, através de comandos específicos. A função principal de um Sistema Operacional é servir de interface entre o usuário e a máquina. Dentre as várias versões do Sistema Operacional Windows, temos: Windows 98, Me (Millenium), 2000, NT, XP e Vista. Falaremos aqui sobre o Windows 2000 e XP. O Windows (que significa janelas, em inglês) em suas várias versões, possui características como a Multitarefa, que permite abrir várias janelas de aplicativos e intercalar entre o uso deles, através do comando de teclado Alt + Tab, por exemplo; e a função Plug-andPlay, que permite ao Sistema Operacional reconhecer automaticamente e instalar um novo hardware conectado à máquina. Isso é possível porque o S.O. possui uma lista de drivers (programa específico que faz com que o hardware possa funcionar). Caso o S.O. tenha o driver para o hardware conectado, ele será instalado automaticamente.

ATENÇÃO: Não confunda DRIVER com DRIVE. DRIVER é Software. Programa que reconhece e faz funcionar um hardware. Sem a instalação do driver de um determinado modelo de impressora, por exemplo, ela não funcionará. Este software possui todas as instruções de funcionamento do hardware). DRIVE como já vimos anteriormente, é hardware, como por exemplo, drive de disquete, drive de CD-RW, etc. Os vários elementos utilizados nas janelas do Windows, costumam ser padrões, como por exemplo, ícones, barra de título, barra de rolagem, barra de menus, barra de status, caixas de diálogos (janelas com perguntas que o Sistema faz a você para executar determinada tarefa), etc.

Meu Computador Acessado com um duplo clique em seu ícone, permite que se navegue pelos drives (A:, C:, etc.). Por ele um drive, uma pasta um programa ou arquivo (documento) podem ser abertos, clicando-se duas vezes sobre eles. Lixeira Armazena arquivos excluídos, dando a chance de recuperar um arquivo que foi excluído por engano. Esta operação é denominada Restaurar. A capacidade padrão da Lixeira é de 10% do HD, mas você pode alterá-la, clicando-se na área da janela da Lixeira com o botão direito do mouse e clicando-se em Propriedades. Ícones São atalhos para abrir programas, pastas e arquivos. Se o ícone j�� se apresenta automaticamente na Desktop após a instalação do Windows, dizemos que ele é um ícone nativo (Ex.: ícone da Lixeira, Meus Documentos, Meus Locais de Rede, Internet Explorer, etc.). Se o ícone é colocado na Desktop pelo usuário para facilitar o seu acesso ao programa, dizemos que este é um ícone de atalho. Estes ícones geralmente apresentam uma setinha. Barra de Tarefas Localizada na parte inferior da Área de Trabalho, contém o botão Iniciar, e os ícones dos aplicativos abertos, que estão sendo executados, bem como o relógio, com a hora do sistema. Para alternar entre os aplicativos abertos clicamos sobre o botão do aplicativo desejado ou usamos a combinação de teclas Alt+Tab, ou Alt + Esc. Botão Iniciar Localizado na Barra de Tarefas, abre o menu iniciar. O botão Iniciar é a porta de entrada para a utilização dos programas e aplicativos no Windows.

A ÁREA DE TRABALHO OU DESKTOP Quando ligamos o computador o Windows é transferido do disco rígido para a memória RAM. Surge, então, a tela inicial do Windows chamada de Área de Trabalho ou Desktop. A princípio a Área de Trabalho apresenta alguns objetos gráficos como: Meu computador, Meus Documentos, Lixeira, Internet Explorer; mas podemos personalizá-la, inserindo itens (ícones de Atalhos) para programas, pastas e arquivos. Podemos também alterar as propriedades da Área de Trabalho personalizando sua configuração. Componentes da Área de Trabalho

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THATYML Informรกtica รREA DE TRABALHO OU DESKTOP

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THATYML Informática Menu iniciar É através do Menu iniciar que abrimos os programas que iremos trabalhar, bem como abrimos o Painel de controle, o gerenciador de impressão e obtemos ajuda do Windows. Apresentaremos o Menu Iniciar do Windows 2000. Esta é a chamada visualização clássica, também exibida pelo XP. Ao Clicar no botão Iniciar, abre-se uma lista de opções do Menu iniciar. Também podemos ter acesso ao Menu Iniciar pressionando a combinação de teclas Ctrl+Esc.

 Configurações − Permite alterar configurações dos recursos de hardware e software no Painel de Controle, Impressoras, Barra de Tarefas e Conexões Dial-up e de rede.  Pesquisar − Permite a pesquisa de arquivos ou pastas armazenados, pesquisa de páginas na Internet, e até mesmo a localização de pessoas no Catálogo de endereços. Tecla de Atalho: F3.  Ajuda − Acessa ajuda do Windows. Tecla de Atalho: F1.  Executar − Abre uma janela que possui uma linha de comando, onde o usuário digita o nome de um programa, arquivo ou comando para executá-lo.  Desligar − Apresenta as opções através de uma caixa de diálogo (no XP apresenta-se diferente, como veremos mais adiante).

Observe que algumas opções contém setas. Isso significa que esta opção abre outra lista de opções. Outras contém (...), e abrem uma caixa de diálogo.  Programas − Mostra os grupos de programas existentes no computador (gravados no HD). Quando instalamos um novo programa, este é adicionado à lista de programas. É através da lista de programas que acessamos os programas que iremos trabalhar.  Documentos − Lista os 15 últimos documentos acessados. Desta forma podemos abrir diretamente um documento listado sem a necessidade de abrir previamente o aplicativo ao qual ele está associado.

1ª. Efetuar logoff de Administrador – Para sair do ambiente do usuário atual. 2ª. Desligar – Desliga o computador 3ª. Reiniciar - Finaliza o Windows e reinicia o computador. Desliga e liga automaticamente, efetuando o que chamamos em Informática de “boot quente”. Funciona como o botão Reset do computador. O “boot frio” é quando liga a máquina. 4ª. Colocar o computador em modo de espera – O computador permanece disponível para uso imediato, com menor consumo de energia. Podemos também sair do Windows através do teclado, usando a combinação das teclas ALT+F4.

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THATYML Informática Selecionando itens na Área de Trabalho Para selecionar um item na Área de Trabalho executamos um clique sobre seu ícone. Organizando a Área de Trabalho A Área de Trabalho ocupa toda a tela, e é nela que trabalhamos todo o tempo. Quando abrimos um aplicativo, sua janela pode ocupar toda a área de trabalho (Maximizar), ou ficar sobre a área de trabalho, deixando-a visível (Restaurar). Mudando a Posição dos Itens e da Barra de Tarefas Podemos levar um ícone de Atalho ou a Barra de Tarefas de um local para outro qualquer dentro da Área de Trabalho.

 Sempre Visível - Faz com que a Barra de Tarefas seja mostrada na frente das outras janelas  Ocultar automaticamente - Faz com que a Barra de Tarefas se transforme numa linha fina na base da tela. Quando você passar o cursor sobre ela, a Barra de Tarefas ficará visível.  Usar menus personalizados – Faz com que os menus dos aplicativos apresentem apenas os itens mais período de tempo ou clicando-se na seta dupla na parte inferior do menu, este se apresentará de forma completa Como Fechar um Programa Há várias maneiras de fechar um programa. 1ª. Através do botão fechar da janela. 2ª. Através do comando do teclado Alt + F4.

Para isso devemos clicar no ícone ou na Barra de Tarefas e arrastá-lo para outro local. Não esquecer que o mouse deve permanecer pressionado durante o arrasto.

Configurando a Barra de Tarefas Há duas maneiras de configurar a Barra de Tarefas: 1ª. Através do Menu Iniciar Configurações / Barra de Tarefas..., 2ª. Usando o botão direito do mouse sobre a Barra de Tarefas, abrirá um menu, clique em Propriedades, isso abrirá a Janela Propriedades da Barra de Tarefas. A caixa Propriedades da Barra de Tarefas contém duas Guias – Geral e Avançado (Windows 2000)

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Alterando a Aparência das Janelas e Áreas de Trabalho (Windows 2000)

Configurações do monitor de vídeo (no 2000) A Guia Configurações altera a configuração do monitor de vídeo e o tipo de monitor. Esta opção altera a configuração do seu monitor. Caso você coloque uma configuração que não corresponde ao tipo de monitor que você possui, poderá haver conflito e a imagem não aparecer no Windows. Para alterar as configurações do monitor você deve conhecer o tipo de monitor utilizado.

Configuração das cores

PRINCIPAIS OPÇÕES DO ITEM FERRAMENTAS DE SISTEMA O Windows nos oferece diversos acessórios para sua utilização e manutenção dos dados armazenados. 1ª opção - Por meio do Menu Iniciar - Programas – Acessórios – Ferramentas de Sistema. 2ª opção - Em Meu Computador ou Windows Explorer, clicar com o botão da direita sobre o drive desejado, selecionar Propriedades e, na caixa de diálogo, selecionar Ferramentas.

Configuração da área de tela

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THATYML Informática Desfragmentador de Disco Quando se utiliza um disco rígido ou um disquete pela primeira vez, os arquivos gravados vão ocupando setores contínuos, um após o outro. O uso continuado desses discos, ou o ato de apagar e regravar do dia-adia faz com que os novos arquivos gravados fiquem fragmentados, ou seja, venham ocupar setores não adjacentes do disco. Esta fragmentação faz com que a recuperação desses arquivos se torne mais lenta, pois esses têm que ser recuperados de diferentes endereços do disco. O desfragmentador de disco verifica os arquivos quebrados e grava-os em setores contínuos tornando o acesso a disco mais rápido e eficiente. No antigo Windows 98 tínhamos a opção de desfragmentar todos os discos rígidos. No Windows 2000 e XP, realizamos a operação disco por disco.

Se não houver necessidade de desfragmentar o disco, o Windows avisará na caixa de diálogo que será mostrada.

Backup A realização do backup nos permite realizar cópias de segurança dos arquivos armazenados. No entanto, não se trata de uma cópia comum, onde os arquivos originais são apenas duplicados na cópia. Um backup reúne diversos arquivos em um único arquivo que pode ser compactado. A criação pode ser também protegida por senha. Esse arquivo é, então, armazenado em uma outra mídia que pode ser uma unidade de fita ou discos (CD,DVD, HD). No Windows 98 o aplicativo de Backup produz arquivos com a extensão .qic ; no Windows 2000 e XP a extensão do arquivo é .bkf. Outra importante característica é que o backup é o resultado da seleção de todo o computador, de pastas completas ou arquivos ou de dados do estado do sistema. Os trabalhos de backup se iniciam clicando-se com o botão da direita do mouse sobre o drive desejado. A seguir, seleciona-se a opção Propriedades no menu resultante dessa operação. Na tela que se abre, seleciona-se a aba Ferramentas e, finalmente a opção Backup agora. O Assistente de backup será acionado mas pode-se optar por fazer o backup sem a sua ajuda, clicando-se na aba Backup. Teremos, assim a tela a seguir.

A Verificação de erros (nas versões 98 e ME do Windows, chamava-se Scandisk) A Verificação de erros (Windows 2000 e XP), denominada Scandisk no Windows 98 é um aplicativo voltado para verificação e correção de erros em discos rígidos e flexíveis. Quando executado, “varre” a unidade de disco à procura de falhas. Quando corrige um erro, a Verificação de erros tenta recuperar os dados armazenados na área danificada movendo-os para uma área livre e não danificada.  Criando um backup O primeiro passo é selecionar os arquivos ou pastas que se deseja criar como backup, clicando-se nas caixas de seleção correspondentes (ao lado do drive ou pasta). Selecionando-se Meu computador todos os dados serão armazenados. 164

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THATYML Informática O campo Destino do backup só fica disponível se a máquina dispuser de uma unidade de armazenamento tipo fita. Nesse caso os dados podem ser salvos na unidade de fita. A seguir, no campo Mídia de backup ou nome do arquivo, digitamos o nome que atribuiremos ao arquivo de backup. Pode-se, ainda, selecionar o tipo de backup desejado. Para isto selecionamos, no Menu Ferramentas, Opções, na aba Tipo de Backup uma das opções a seguir:  Tipos de Backup O utilitário de backup oferece suporte a cinco métodos para backup de dados no computador ou na rede.  Backup de cópia Um backup de cópia copia todos os arquivos selecionados, mas não os marca como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo não é desmarcado). A cópia é útil caso você queira fazer backup de arquivos entre os backups normal e incremental, pois ela não afeta essas outras operações de backup.  Backup diário Um backup diário copia todos os arquivos selecionados que foram alterados no dia de execução do backup diário. Os arquivos não são marcados como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo não é desmarcado).  Backup diferencial Um backup diferencial copia arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental. Não marca os arquivos como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo não é desmarcado). Se você estiver executando uma combinação dos backups normal e diferencial, a restauração de arquivos e pastas exigirá o último backup normal e o último backup diferencial.

O backup dos dados que utiliza uma combinação de backups normal e incremental exige menos espaço de armazenamento e é o método mais rápido. No entanto, a recuperação de arquivos pode ser difícil e lenta, porque o conjunto de backup pode ser armazenado em vários discos ou fitas. O backup dos dados que utiliza uma combinação dos backups normal e diferencial é mais longo, principalmente se os dados forem alterados com freqüência, mas facilita a restauração de dados, porque o conjunto de backup geralmente é armazenado apenas em alguns discos ou fitas. Finalmente, clicamos no botão Iniciar Backup. O aplicativo solicitará um nome para esta operação e oferecerá as opções de Acrescentar ou Substituir os dados de backup existentes. É possível, ainda, Agendar a tarefa para outro horário ou torná-la periódica (diariamente, semanalmente, mensalmente, na inicialização ou quando a máquina estiver ociosa).  Restaurando um backup A opção de Restauração equivale a abrir o arquivo único criado como backup nos diversos arquivos que lhe deram origem. Na janela do utilitário de backup, seleciona-se a aba Restaurar. A seguir localiza-se a pasta ou a mídia onde o arquivo de Backup foi armazenado. Finalmente, marca-se os itens que se deseja restaurar, caso não se queira restaurar tudo, e clica-se sobre o botão Iniciar restauração. Informações sobre o sistema Essa opção apresenta as configurações do computador, dentre elas, o Sistema Operacional usado, o tipo do processador e o tamanho da memória RAM disponível.

 Backup incremental Um backup incremental copia somente os arquivos criados ou alterados desde o último backup normal ou incremental e os marca como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo é desmarcado). Se você utilizar uma combinação dos backups normal e incremental, precisará do último conjunto de backup normal e de todos os conjuntos de backups incrementais para restaurar os dados.  Backup normal Um backup normal copia todos os arquivos selecionados e os marca como arquivos que passaram por backup (o atributo de arquivo é desmarcado). Com backups normais, você só precisa da cópia mais recente do arquivo ou da fita de backup para restaurar todos os arquivos. Geralmente, o backup normal é executado quando você cria um conjunto de backup pela primeira vez.

Mapa de caracteres A finalidade do mapa de caracteres é permitir a utilização de símbolos gráficos não disponíveis no teclado.

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THATYML Informática Para usar um ou mais caractere especial, devemos selecionar o mesmo no botão selecionar e depois copiar usando o botão copiar, que irá levar o caractere para a Área de Transferência.

Para colocar o caractere no arquivo desejado, devemos posicionar o cursor no local onde queremos que ele seja inserido e no Menu Editar clicar em Colar.

Limpeza de disco A Limpeza de disco ajuda a liberar espaço na sua unidade de disco rígido (HD). Esta ferramenta pesquisa a sua unidade e mostra arquivos temporários, arquivos em cache de Internet e arquivos de programa desnecessários que você pode excluir com segurança. É possível fazer com que a Limpeza de disco exclua alguns ou todos esses arquivos.

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THATYML Informática O GERENCIADOR DE ARQUIVOS WINDOWS EXPLORER O Windows Explorer é uma ferramenta para gerenciar e organizar arquivos e pastas, basicamente. Através do Explorer podemos navegar e acessar, as unidades de disco, pastas e arquivos, assim como navegar na Internet, através de sua barra de Endereços, desde que conectado. Copiar, colar, criar um atalho, mover, excluir, alterar propriedades, renomear e abrir pastas e arquivos, são tarefas fáceis de serem executadas dentro do Windows Explorer.

Para compreender melhor o Windows Explorer, devemos entender seus componentes, assim como os conceitos de arquivo, pasta, e unidade de disco. Drive (C: ) - Acesso ao HD (Disco Rígido) e todos os programas e documentos gravados em seu disco. É no Drive (C: ) que está gravado o Windows. Podemos ter mais de um HD fisicamente instalado na mesma máquina. E ainda podemos dividir um HD em partes, chamadas Partições. O particionamento cria divisões “virtuais”, representadas por letras, na seqüência, E:, F:, etc., embora o HD seja, fisicamente, um só.

Unidade de CD e DVD (I: e J: ) – Acessa o drive CD e DVD, onde são colocados os CD’s e DVD’s para leitura e/ou gravação.

Unidade de rede – Quando o computador está conectado a uma rede, os drives de outras máquinas que a ele estejam conectados aparecerão no Windows Explorer com o símbolo de um cabo de rede.

Unidade de rede compartilhada – Uma unidaDisquete de 3 ½ (A:) – Acesso à unidade de disquete.

de compartilhada apresenta o símbolo da “mãozinha”. O compartilhamento permite que uma unidade seja acessada por diversos usuários.

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THATYML Informática Pastas ou Diretórios - Existem para armazenar e organizar os arquivos. São como compartimentos que contém arquivos, ou mesmo outras pastas (Subpastas ou Subdiretórios). As regras dos arquivos também se aplicam para as pastas. A organização das pastas se parece com uma árvore, representando níveis em suas ramificações. Assim, temos diversos níveis que se inicia no topo da árvore, ou seja, na Área de Trabalho (Observe a figura abaixo). Quando desejamos percorrer os vários níveis, partindo dos mais inferiores, sem a utilização do mouse, podemos clicar sucessivamente no botão , denominado Acima, que se encontra na Barra de ferramentas do Explorer. Este botão, ao ser clicado, sobe níveis de pastas.

Para selecionar uma pasta e ver seu conteúdo clicamos sobre ela. Arquivos – São elementos que compõem os programas, e que também são gerados por eles. Ex.: O Word (processador de textos da Microsoft) é um programa e, para que ele exista, são necessários vários arquivos em sua composição (arquivos de imagens, de ajuda, bibliotecas de informações, etc.). Assim também, quando você salva um arquivo digitado no Word, dando um nome a ele, você está criando um arquivo. O Word dará ao seu arquivo o seu sobrenome, ou seja, a sua extensão, que é um código no arquivo, usado pela CPU para reconhecer a em que programa ele foi gerado, a fim de abrir o programa e o arquivo do usuário. Os arquivos, portanto, possuem um nome e uma extensão, separados por um ponto. No exemplo temos um ícone de um arquivo do Word, Prova.doc, sendo Prova, o nome e .doc, a extensão. Cada arquivo é associado ao aplicativo que o gerou. Assim, pelo ícone ou pela extensão, a CPU e nós podemos saber qual o aplicativo que deu origem àquele arquivo. Existem inúmeras extensões de arquivos. Algumas delas são mais propensas ao risco de serem contaminadas por um vírus ou por um verme “worm”. As extensões com maior facilidade de infecção são as de arquivos executáveis e de arquivos de sistema, como por exemplo: .exe, .com (extensão do arquivo de sistema command.com, responsável pela execução de comandos), .bat (extensão do arquivo de sistema autoexec.bat, responsável pela execução de scripts do sistema operacional). Os arquivos do Word, Excel e PowerPoint também estão propensos à infecções, devido às macros. As extensões com menor probabilidade de infecção são os arquivos de imagens, como por exemplo: .jpg, .gif, .tif, etc., de música: .mp3, .mid, etc e de vídeo: .mpeg, .avi, etc.

O símbolo significa que no drive ou pasta existem mais pastas. Clicando-se uma vez com o botão esquerdo do mouse sobre ele, as pastas existentes serão desdobradas no painel da esquerda. O símbolo se transformará, então, em . É importante observar que o ato de clicar nos símbolos e , não altera a exploração, ou seja, o conteúdo do painel da direita da janela do Explorer não será alterado, somente serão exibidas as pastas.

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THATYML Informática PRINCIPAIS TIPOS DE ARQUIVOS

 Recortar - Permite mover pastas, arquivos ou atalhos de um local ou de uma unidade de disco para outra. Teclas de atalho: Ctrl+X.  Copiar - Permite criar cópias de arquivos, pastas ou atalhos. Teclas de atalho: Ctrl+C.  Colar - Coloca os arquivos, pastas recortados ou copiados no novo local. Teclas de atalho: Ctrl+V.  Colar Atalho - Cola um atalho de um item selecionado em novo local.  Selecionar tudo - Seleciona todos os documentos contidos em uma pasta selecionada. Teclas de atalho: Ctrl+A.  Inverter seleção – Inverte a seleção feita com a opção Selecionar tudo. Menu Exibir  Barra de Ferramentas - Exibe ou não a Barra de Ferramentas, localizada abaixo da Barra de Menus.  Barra de Status - Exibe ou não a Barra de Status.  Barra do Explorer - Exibe ou não as Barras do Internet Explorer.  Ícones Grandes - Aumenta o tamanho dos ícones na janela do Explorer.  Ícones Pequenos - Diminui o tamanho dos ícones na janela do Explorer.  Lista - Mostra apenas os ícones e o nome dos arquivos.

A BARRA DE MENUS DO WINDOWS EXPLORES

 Detalhes - Mostra os ícones, o nome e todos os detalhes dos arquivos. 

Menu Arquivo  Novo - Cria uma nova pasta ou atalho.  Criar Atalho - Cria atalho para itens selecionados  Excluir - Exclui pastas arquivos ou atalhos selecionados  Renomear - Muda os nomes das pastas arquivos ou atalhos selecionados. Pode-se utilizar a tecla F2 para isso.

Organizar Ícones - Organiza os ícones classificando-os por nome, data ou tipo, dependendo da visualização escolhida.

 Miniaturas – Apresenta os arquivos sob a forma de miniaturas.  Escolher colunas – Seleciona quais os tipos de colunas serão apresentados no painel esquerdo.  Personalizar esta pasta – Configura as formas de apresentação das pastas.

 Propriedades - Mostra as características dos arquivos ou pastas (tamanho, data e hora da criação e modificação, e última vez que foi acessado). Permite mudar os atributos dos arquivos ou pastas (Somente leitura, arquivo, oculto e sistema).

 Ir Para... – Abre a pasta desejada.

 Fechar - Sai do Windows Explorer.



Mapear unidade de rede – Conecta seu computador a uma pasta ou drive da rede atribuindo-lhe uma nova letra.



Desconectar unidade de rede – Desconecta a unidade que tenha sido mapeada.

 Atualizar – Atualiza o conteúdo da pasta atual. Menu Ferramentas

Menu Editar  Desfazer - Desfaz a última ação realizada pelo usuário. Teclas de atalho: Ctrl+Z. Degrau Cultural

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THATYML Informática  Sincronizar – Em um ambiente de rede, arquivos de máquinas diferentes podem ser sincronizados de forma a mantê-los sempre atualizados.  Opções de pasta – Altera as configurações de como o Desktop e as pastas serão apresentadas, tipos de cliques de mouse a serem utilizados, formas de exibição dos arquivos e pastas e outras opções avançadas. A janela do Explorer exibe uma Barra de Ferramentas com atalhos para determinadas opções dos Menus.

Mover para / Copiar para Move ou cpia pastas ou arquivos para endereços escolhidos. Respectivamente, têm como teclas de atalho: Ctrl+X, seguido de Ctrl+V e Ctrl+C seguido de Ctrl+V

Excluir O mesmo que “deletar” . O arquivo vai para a Lixeira

BARRA DE FERRAMENTAS Endereços

Desfazer Voltar e Avançar

Desfaz uma a uma as últimas ações realizadas

Volta ou Avança a um local anteriormente explorado.

Um nível acima

Modos de exibição Define a forma de apresentação dos ícones

Sobe um nível de pasta a cada clique.

Pesquisar Pesquisa arquivos ou pastas no computador, pessoas, computadores, palavras e endereços na Internet.

Pastas Apresenta o painel da esquerda com os drives e pastas.

Podemos também usar o mouse para acessar menus referentes aos arquivos e pastas selecionadas. Para isso é só clicar com o botão direito do mouse sobre o arquivo ou pasta desejada que abrirá uma lista de Atalho de menus da Barra de Menus. Criando Uma Nova Pasta

Histórico Lista os locais visitados recentemente

 Selecionar o local onde será criada a nova pasta.  No menu Arquivo escolher Novo - Pasta.  Uma pasta nova será inserida no final da lista do segundo painel, onde você deverá digitar um nome para ela.

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THATYML Informática  Com um clique no mouse você confirma o novo nome. A pasta está criada.

Alterar Atributos de um Arquivo ou Pasta

Renomear Uma Pasta ou Documento  Selecionar a pasta ou documento a ser renomeado  No menu arquivo escolher Renomear, ou use o Menu Rápido com o botão da direita do mouse ou, ainda, tecle F2.  Digitar o novo nome da pasta ou documento. Criando Atalho no Explorer  Selecione o arquivo que terá o atalho.  No Menu Arquivo escolha a opção Novo / Atalho ou utilize o botão da direita do mouse para abertura do menu rápido. Copiar e Colar Documentos e Pastas  Selecionar o documento ou pasta a ser copiado  No menu Editar escolher Copiar.  Selecionar o novo local onde será colada a cópia  No menu Editar escolher Colar. Você pode copiar um documento ou pasta simplesmente arrastando o item selecionado para o novo local, mas deverá manter a tecla Ctrl apertada durante o arrasto.

 Selecionar o arquivo ou pasta.  No menu Arquivo selecionar Propriedades.  Na janela Propriedades do Arquivo - Atributos, marcar o atributo desejado. Tipos de Atributos

Movendo Arquivos ou Pastas    

Selecionar o documento ou pasta a ser movido No menu editar escolher Mover. Selecionar o novo local onde será colado No menu editar escolher Colar. O mesmo processo pode ser feito simplesmente arrastando o documento selecionado para o novo local, só que desta vez pressionando a tecla SHIFT.

 Somente Leitura - Não permite alterar o arquivo. Este fica disponível somente para leitura e impressão.  Oculto - Torna o arquivo oculto, ou seja não fica visível no Explorer. A Guia Compartilhamento se apresenta pois estamos alterando as propriedades de uma pasta.

A LIXEIRA DO WINDOWS

Excluindo Pastas e Documentos •

Selecionar a pasta ou documento a ser excluído.

No menu Arquivo escolher Excluir ou pressionar a tecla Delete.

A Lixeira do Windows na realidade é mais uma pasta do Sistema que é instalada juntamente com o programa. Sua principal finalidade é armazenar os arquivos excluídos, que por qualquer razão ainda possam vir a ser necessários.

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THATYML Informática Quando excluímos um arquivo ou pasta pressionando a tecla Delete, o arquivo, nas configurações padrão do Windows, será armazenado na Lixeira.

Adicionar ou remover programas Permite adicionar recursos do Windows que não sejam instalados durante a instalação padrão. Permite, ainda, remover programas instalados do computador. Atualizações automáticas Permite que as atualizações mais recentes do Windows sejam enviadas diretamente para o seu computador. Conexões dial-up e de rede

Desejando-se Restaurar o arquivo ou pasta, clicamos com o botão da direita sobre o ícone da Lixeira, selecionamos Abrir, e na tela que se apresenta, selecionamos o arquivo desejado. A seguir, no menu Arquivo, selecionamos Restaurar. Isso fará com que o arquivo volte ao seu local de origem. É importante saber que ao selecionarmos um arquivo e pressionarmos a combinação de teclas Shift+Delete o arquivo não irá para a Lixeira e, portanto, não poderá ser restaurado. E qualquer arquivo excluído de um disquete não vai para a Lixeira.

O PAINEL DE CONTROLE

Apresenta o status das conexões da rede em que o computador esteja integrado e das conexões por meio de linha discada (banda estreita). Aqui também se criam novas conexões. Fontes Lista as fontes instaladas e permite a instalação e remoção de fontes no seu computador. Impressoras Lista as impressoras instaladas e permite instalar, remover, definir impressora padrão e compartilhar com a rede. Mouse Configura as propriedades do mouse. Opões da Internet Permite controlar as configurações de Segurança, controle de conteúdo das páginas visitadas dentre outras. Aqui se destacam três itens:  Opções regionais - Configura propriedades como Hora, Data, Números, Unidade monetária e Idioma.

O Painel de controle do Windows reúne várias funções de configuração do Sistema Operacional. PRINCIPAIS FUNÇÕES DO PAINEL DE CONTROLE IS LE Adicionar ou remover hardware Permite a instalação de novo hardware quando o mesmo não tem sua instalação automaticamente executada pelo Windows (função plug-and-play).

 Sistema – Apresenta as configurações de sua máquina, tais como a Versão do Windows, tipo de processador e quantidade de memória RAM. Na sua guia interna, denominada Hardware, encontramos a opção Gerenciador de dispositivos. Esta opção permite visualizar os dispositivos instalados e seu funcionamento. Situações de conflito de hardware ou mau funcionamento são identificadas aqui. E também podemos ativar ou desativar um determinado tipo de hardware.  Teclado - Configura as propriedades do teclado. No Brasil, utilizamos os teclados ABNT ou ABNT2 (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Os teclados ABNT apresentam a cedilha (“ç”).

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THATYML Informática  Copiar somente janela ativa para a área de transferência – ALT + PRINT SCREEN

Usuários Define os níveis de acesso dos usuários do computador.

 Selecionar todos os arquivos de uma pasta no Windows Explorer – Ctrl+A  Renomear um arquivo selecionado – F2

Basicamente temos três tipos de usuários:  Administradores: possuem controle total sobre a máquina.  Usuários: com controle limitado.  Convidados: possuem controle ainda mais restrito que os usuários. TECLAS DE ATALHO DO WINDOWS PRINCIPAIS  Copiar – CTRL+C  Recortar – CTRL+X  Colar – CTRL+V  Excluir – DELETE  Exibir o menu Iniciar – CTRL+ESC  Alternar para outra janela – ALT+TAB ou ALT + ESC  Desfazer – CTRL+Z  Executar o comando de menu – ALT+ letra sublinhada no menu  Fechar a janela atual ou encerrar um programa – ALT+F4  Ativar a barra de menu nos programas – F10  Exibir ‘Ajuda’ no item da caixa de diálogo selecionado – F1  Copiar toda a tela para a área de transferência – TECLA PRINT SCREEN Degrau Cultural

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WINDOWS XP

BOTÃO INICIAR

BARRA DE TAREFAS

O Windows XP veio com um layout novo, mas a estrutura do sistema é basicamente a mesma, se comparada à versão anterior, o Windows 2000. A Microsoft apresenta três versões do sistema operacional do Windows XP: Windows XP Home Edition Ideal para a maioria dos usuários caseiros. Windows XP Professional Apresenta mais recursos, níveis mais altos de performance, produtividade e segurança. É a melhor escolha para usuários empresariais e para usuários caseiros que exigem o máximo de seu sistema. Windows XP 64-Bits Edition Desenvolvido para usuários de estações de trabalho e técnicos. PRINCIPAIS RECURSOS DO WINDOWS XP Contas de usuário São três tipos de contas de usuário no XP. Essas devem ser configuradas no Painel de Controle, no ícone Contas de Usuário.

Administrador Instala programas e hardware, faz alterações no sistema, cria, altera e exclui contas e senhas. Limitada Instala determinados programas em sua área, altera sua senha e imagem. Convidado A conta Convidado é usada por pessoas que não possuem uma. Um usuário cuja conta está desabilitada (mas não excluída) também pode usar a conta Convidado. Não é necessário ter senha para essa conta. O Administrador pode definir direitos e permissões para a conta Convidado, exatamente como para qualquer conta de usuário. A conta Convidado é desabilitada por padrão e é recomendável que permaneça desabilitada. Recurso da troca rápida de usuário Quando um mesmo computador é dividido por mais de um usuário, é possível cada um acessar sua conta sem fechar os aplicativos dos outros usuários e nem mesmo reinicializar o computador. Esta opção deve ser ativada pelo Administrador no Painel de Controle – Contas de Usuário – Alterar a maneira como os usuários fazem logon ou logoff.

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THATYML Informática Restauração do Sistema Se ocorrer algo de errado com seu computador, é possível reverter o estado anterior de funcionamento do sistema. O Windows periodicamente cria Pontos de restauração. Mas você mesmo pode criá-los, quando desejável. Uma restauração não implica em perder trabalhos recentes ou salvos, e-mails, listas de histórico e favoritos. Para acessar a Restauração do sistema acione a opção Desempenho e manutenção no Painel de Controle e, a seguir, clique na opção Restauração de Sistema (no alto da janela, à esquerda). Serão apresentadas janelas que orientam o usuário na criação ou restauração.

CONFIGURAÇÕES DO AMBIENTE DE TRABALHO O Windows XP permite que o Menu Iniciar e o Painel de Controle assumam uma aparência semelhante à do Windows 98 ou 2000.

Alterando o Menu Iniciar para o padrão 98/2000 Clique com o botão da direita do mouse na barra de título do Menu Iniciar e, então, clique no item Propriedades que surgirá. Na tela que se seguirá selecione a opção Menu Iniciar Clássico.

Conexões de rede e de Internet O Windows XP oferece Assistentes para configuração de Redes Locais no ambiente de uma empresa, de redes domésticas e, é claro, com a Internet. Para acessar esse recurso, selecione Conexões de rede e de Internet no Painel de Controle.

Para retornar ao modo de exibição do Windows XP, clique em Configurações, Barra de tarefas e Menu Iniciar e, na aba Menu Iniciar, selecione Menu Iniciar, clicando, a seguir, no botão OK. Alterando o Painel de Controle para o padrão 98/2000

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THATYML Informática No alto da janela, à esquerda, no menu Painel de Controle, selecione Alternar para o modo de exibição clássico.

Meus Documentos - pasta nativa do Windows que sugere ao usuário que ele deve gravar seus documentos nela. Documentos recentes - Lista os 15 arquivos recentemente acessados. Minhas imagens - pasta nativa do Windows que sugere ao usuário que ele deve gravar seus arquivos de imagens nela. Minhas músicas - pasta nativa do Windows que sugere ao usuário que ele deve gravar seus arquivos de som nela.

Para retornar ao modo de exibição por categorias do Windows XP, clique, na mesma posição em Alternar para o modo de exibição por categoria.

Meu Computador - Exibe as unidades de disco do computador e permite navegar nas pastas e arquivos. Painel de Controle - Permite controlar as configurações de todo o hardware e todo o software instalado na máquina.

Opções do Menu Iniciar

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Adicionar hardware - permite instalar placas ou periféricos novos conectados ao computador. Adicionar ou remover programas - através do ícone “Adicionar ou Remover Programas” Vê-se quais aplicativos foram instalados, podendo-se instalar outros ou removê-los. Atualizações automáticas - permite atualizar o Windows através do site da Microsoft. Conexões de rede - configurações, identificação e controle de acesso. Contas de usuário – permite criar logon e personalizar o sistema para vários usuários. Controladores de Jogo – para configurar Joystick que é um periférico usado para jogar no computador. Correio – configura perfis para o correio eletrônico no programa Outlook Express. Data e Hora – configura data e hora do sistema. Fala – permite digitar um texto e o computador o reproduz em voz. Utilizado para fazer um teste de áudio. Ferramentas Administrativas – define configurações de administração do computador (segurança, serviços, etc).

Fontes – arquivos de fontes do Windows, permite remover ou incluir fontes, através do menu Arquivo / Instalar nova fonte. Impressoras e aparelhos de Fax – propriedades do fax, folha de rosto, informações do usuário. Mostra impressoras instaladas, permite instalação, desinstalação, configuração de impressoras. Mouse – permite configurar o mouse, botões (destro/ canhoto, velocidade do duplo clique), ponteiros, movimentação, etc. Opções da Internet – Permite configurar a Página Inicial, Arquivos Temporários, Histórico, Segurança (de dados); Conteúdo (Supervisor de Conteúdo e Certificação), Conexão e Programas (Correio, News e Meeting), etc. Opções de Acessibilidade – configuração do teclado para pessoas com alguma deficiência, como por exemplo, controle motor. As teclas de filtragem fazem com que o Windows ignore teclas pressionadas repetidamente. Avisos visuais quando o sistema emite um som. Contraste maior para facilitar a leitura na tela, etc. Teclas de alternância (emitem som quando as teclas Caps Lock e Num Lock são pressionadas). Opções de Energia – recursos para economizar energia. Existem esquemas de energia que podem ser escolhidos. A opção Em espera desliga o monitor e o HD para economia de energia. Essas configurações dependem do padrão de hardware dos periféricos, como placa mãe, HD, Monitor etc.

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THATYML Informática Opções de Pasta – personaliza as opções de exibição das pastas no Windows Explorer. Opções de Telefone e de Modem – configura as propriedades de discagem e do modem. Opções Regionais e de Idioma – Configurações para o País, Número, Moeda, Hora e Data e Idioma (este influenciará na configuração do teclado, que se possuir o ç deverá ser configurado como Português ABNT-2.). Scanners e Câmeras – para instalação de scanners e câmeras. Sistema – informações gerais, gerenciador de dispositivos, perfil de hardware, tais como quantidade de memória e desempenho. Sons e Dispositivos de Audio – áudio e vídeo. Esquemas de sons associados à eventos do Windows (abrir e fechar janela, executar programas, parada crítica, etc.). Controle dos dispositivos de multimídia instalados.

Tarefas Agendadas – agenda tarefas no computador para execução automática. Você configura um programa para que ele abra em determinada data e hora agendadas. Teclado – permite alterar configurações como velocidade da taxa de repetição do cursor e dos caracteres digitados. Mostra o perfil do hardware. Vídeo – Temas (plano de fundo, grupos de sons, ícones e outros elementos), Área de Trabalho para definir o plano de fundo ou papel de parede da Desktop Proteção de tela (animação que roda quando seu computador está ocioso), Aparência (esquema de cores das janelas do Windows – cor da barra de título, do fundo, etc.), Configurações (exibe o padrão de vídeo instalado, número de cores, resolução de tela, placa de vídeo e monitor).

O Grupo Acessórios Ao clicar no Menu Iniciar, clicar em Programas e em Acessórios, aparecerá uma lista com vários programas que vêm com o Windows em sua instalação. São os listados a seguir:

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THATYML Informática Bloco de Notas - Editor de textos simples. Permite a edição de texto puro. Não possui recursos de formatação. Sua extensão padrão é .txt. Usado também para criar páginas da internet, pois permite salvar em .html.

Paint - Programa para desenhar e trabalhar com imagens. Extensão padrão é .bmp.

WordPad - Processador de textos com recursos de formatação, porém, não tem a opção de justificar o texto, como o Word. Isso torna este programa restrito, tendo o usuário muitas vezes que optar pelo Word que é um programa muito mais completo.

Windows Explorer - Gerenciador de Arquivos e Pastas do Windows. Com ele é possível selecionar arquivos e pastas, apagar, mover, copiar, renomear, etc. A janela abaixo mostra a tela do Windows Explorer XP. Do lado esquerdo da tela é possível visualizar pastas, subpastas, drives (A:, C:, D:, E:, etc.) e ícones da Desktop. Do lado direito são visualizadas pastas, subpastas e arquivos. Assim como no Windows 2000, as funções do Windows Explorer no Windows XP são as mesmas. O que muda é o desenho dos botões, alguma disposição nos menus e os modos de exibição.

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THATYML Informática Assim como já visto nesta apostila, na versão Windows 2000, o sinal de + ao lado da pasta indica que esta possui subpastas. A definição de arquivos e pastas também é a mesma para o Windows XP. Para complementar a lista de extensões de nomes de arquivos vejamos também: .com , .bat- Essas extensões vêm sendo exploradas em provas de concursos. Vale saber que elas se referem ao sistema operacional, assim como também a .sys. Aquelas, referem-se respectivamente aos arquivos command.com, que executa comandos do Sistema Operacional e autoexec.bat, que executa scripts do Sistema Operacional, sendo portanto executáveis e têm maior probabilidade de infecção por vírus. .hlp - Arquivos de ajuda (HELP). .eml - Arquivos de e-mail. Mensagens de e-mail do Outlook Express. .swf - (Shock Wave File) Extensão gerada pelo programa FLASH. É um plug-in do FLASH, que é um programa para criar animações nas páginas da Internet. Geralmente os sites de cantores, como Gal Costa, Ivete Sangalo, por exemplo, são construídos em FLASH. Um plug-in é um complemento para outros programas maiores. Você não precisa ter o programa, basta ter o seu plug-in. Existem vários plug-in´s que complementam funções de outros programas no browser Internet Explorer. Ex.: A barra de procura do Google, que fica sempre ativa no browser.

Os Botões da Barra de Ferramentas do Windows Explorer XP (A função de cada um deles já foi descrita anteriormente, com o Windows 2000, o que mudou foi o estilo do desenho).

Pesquisar Pastas Mostra uma estrutura de pastas do lado esquerdo da tela do Windows Explorer.

Modos de Exibição (Mudou, em relação à versão 2000). No XP, temos a opção Miniaturas, que permite visualizar o arquivo, antes dele ser aberto, muito útil para imagens de câmeras digitais, por exemplo, que gravam o nome dos arquivos em números e fica difícil encontrar a foto desejada. Lado a lado mostra o ícone em tamanho grande com a descrição do lado. Ícones mostra o ícone em tamanho menor, com o nome do arquivo embaixo. Lista mostra somente a coluna do nome, e o ícone. Detalhes é a exibição mostrada na tela do Windows Explorer da página anterior, onde você vê o ícone, o Nome do arquivo, o tamanho, o tipo, e a data e hora da última modificação do arquivo.

Recortar (permite mover arquivos de um lugar, drive ou pasta, para outro). Depois de recortar, pode-se Colar.

Copiar (permite copiar arquivos de um lugar, drive ou pasta, para outro). Depois de copiar, pode-se Colar.

Colar (permite colar o que foi recortado ou copiado).

Excluir (o mesmo que deletar) Apaga enviando para a Lixeira (configuração padrão do Windows).

Voltar

Histórico - Lista os locais visitados, que podem ser pastas ou sites da Internet.

Avançar Desfazer - desfaz as ações executadas.

Acima

Opções de Pastas - permite configurar modos de exibição das pastas e tipos

de arquivos. 180

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THATYML Informática  Novo - permite criar uma nova pasta ou atalho.

Propriedades - dá as propriedades do elemento selecionado.

 Criar Atalho - Cria atalho para itens selecionados

Mover Para

 Excluir - Exclui pastas arquivos ou atalhos selecionados

e

 Renomear - Muda os nomes das pastas arquivos ou atalhos selecionados. Pode-se utilizar a tecla F2 para isso.

Copiar Para (idem ao que está descrito para o Windows 2000).

ATENÇÃO! O Windows Explorer possui interação total com o browser Internet Explorer. Portanto, é possível navegar na Internet estando na tela do Windows Explorer, desde que conectado. Por essa razão, os mesmos botões da barra de ferramentas do Internet Explorer são vistos ou podem ser incluídos na barra de ferramentas do Windows Explorer, como o Página Inicial, Histórico, Atualizar, Parar, etc. Para incluir ou remover botões da barra de Ferramentas, clique no menu Exibir / Barra de Ferramentas / Personalizar.

MENUS DO WINDOWS EXPLORER XP

Menu Arquivo Abrir - aparece quando tem uma pasta ou um arquivo selecionado, permitindo abrí-lo.  Editar - aparece quando tem um arquivo selecionado, permitindo editá-lo.  Novo - abre o arquivo como uma cópia do original (um novo).  Imprimir - permite imprimir o arquivo.  Abrir com - permite escolher o programa para abrir o arquivo, devendo ser logicamente compatível.  Enviar para - permite enviar o arquivo para a área de trabalho, para outro drive, etc..

 Propriedades - Mostra as características dos arquivos ou pastas (tamanho, data e hora da criação e modificação, e última vez que foi acessado). Permite mudar os atributos dos arquivos ou pastas (Somente leitura, arquivo, oculto e sistema).  Fechar - Sai do Windows Explorer.

Menu Editar  Desfazer - Desfaz ações realizadas pelo usuário. Teclas de atalho: Ctrl+Z.  Recortar - Permite mover pastas, arquivos ou atalhos de um local ou de uma unidade de disco para outra. Teclas de atalho: Ctrl+X.  Copiar - Permite criar cópias de arquivos, pastas ou atalhos. Teclas de atalho: Ctrl+C.  Colar - Coloca os arquivos, pastas recortados ou copiados no novo local. Teclas de atalho: Ctrl+V.  Colar Atalho - Cola um atalho de um item selecionado em novo local.  Selecionar tudo - Seleciona todos os documentos contidos em uma pasta selecionada. Teclas de atalho: Ctrl+A.  Inverter seleção – Inverte a seleção feita com a opção Selecionar tudo.

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Menu Ferramentas

Menu Exibir  Barra de Ferramentas - Exibe ou não a Barra de Ferramentas, localizada abaixo da Barra de Menus.  Barra de Status Exibe ou não a Barra de Status.  Barra do Explorer - Exibe ou não as Barras do Internet Explorer.  Miniaturas, Lado a lado, Ícones, Lista, Detalhes - modos de exibição (veja as funções no botão modo de exibição apresentado anteriormente.  Organizar Ícones por - Nome, tamanho, tipo, modificado em.  Escolher Detalhes - Se você quiser que além do Nome, tamanho, tipo, modificado em, o Windows Explorer exiba mais detalhes.  Ir para - Apresenta as opções Voltar, Avançar, Um nível acima e página inicial, além de pastas acessadas.  Atualizar - para atualizar a exibição da janela. Atalho tecla F5. Menu Favoritos  Adicionar a Favoritos - permite adicionar um site à lista de sites favoritos do usuário.  Organizar Favoritos - para organizá-los em pastas.

 Mapear unidade de rede - permite criar unidades de rede.  Sincronizar para atualizar o conteúdo das páginas adicionadas à favoritos e tornadas disponíveis off line. A Sincronização pode ser feita manualmente, escolhendo esta opção quando conectado, ou pode ser agendada para ser feita automaticamente.  Opções de pasta - permite configurar modos de exibição das pastas e tipos de arquivos. Renomeando Pastas e Arquivos no Windows Explorer Para Renomear, basta clicar 1 vez e clicar novamente, desde que com uma pausa. O nome será editado e você poderá modificá-lo. Os nomes de arquivos, por padrão no Windows, aparecem sem as extensões, para evitar que o usuário as exclua ou modifique. Caso você exclua a extensão de um nome de arquivo, o sistema operacional não poderá abrí-lo, porque ele perderá a associação com o aplicativo com o qual foi gerado. É pela extensão que o Sistema Operacional reconhece qual é o programa que ele terá que abrir para poder abrir o arquivo escolhido. Da mesma forma, se o usuário modificar a extensão, por exemplo, de .doc para .jpg, o arquivo perderá as suas codificações originais, e não poderá ser aberto. Um nome de arquivo no Windows pode conter até 255 caracteres e as extensões possuem geralmente de 2 a 4 caracteres. Quase todos os caracteres podem ser usados em nomes de arquivos, inclusive espaços, com exceção desses nove: \/ :*?“<>| Caracteres Curingas O * (asterisco) e o ? (ponto de interrogação) podem ser utilizados substituindo outros caracteres em uma pesquisa. Se você não sabe o nome todo do arquivo, pode substituir a parte que desconhece por esses caracteres. Ex.: Um arquivo com o nome carta123.doc, onde o 123 pode ser substituído por um asterisco, ficando carta*.doc. O sistema irá procurar por qualquer arquivo que possua a palavra carta e mais alguma coisa em

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THATYML Informática seu nome. Note que isto o Windows já faz automaticamente, sem a necessidade de se usar o asterisco. Se você escrever apenas carta, ele procurará por qualquer arquivo que possua esta palavra. Já o ponto de interrogação substitui apenas 1 caractere por vez. Isto significa que para eu procurar por carta123.doc, teria que escrever carta???.doc. Questões com o ponto de interrogação já apareceram em provas de concursos. COMPARTILHAMENTO O compartilhamento pode ser feito em rede ou entre usuários de um mesmo computador. O atributo de compartilhamento é um ícone em forma de “mãozinha segurando a pasta ou a unidade de disco”. Pode-se compartilhar o disco todo ou somente algumas pastas. Observe nas figuras.

Para copiar arquivos e/ou pastas: Você pode arrastar com o mouse a seleção para um outro drive, que uma cópia dos arquivos será feita automaticamente. Por tratar-se de outra unidade de disco, o sistema “entende” tratar-se de um backup (cópia de segurança). Ex.: do C: para o A:, do A: para o D:, etc. MACETE: Se você arrastar com a tecla Shift pressionada, irá mover. Para copiar, também, utilize os atalhos de teclado ou os botões da barra de ferramentas. Clicando com o botão direito do mouse na seleção, também haverá opção para copiar. Para mover arquivos e/ou pastas: Se você arrastar a seleção para uma outra pasta dentro do mesmo disco. Ex.: da pasta C:\Minhas imagens para a pasta C:\Meus Documentos irá mover, para não ocupar espaço desnecessário em disco. MACETE: Para forçar uma cópia em outra pasta no mesmo disco, arraste com o mouse pressionando a tecla Ctrl. Para mover, também, utilize os atalhos de teclado ou os botões da barra de ferramentas. Clicando com o botão direito do mouse na seleção, também haverá opção para recortar.

OBSERVAÇÕES IMPORTANTES SOBRE SELECIONAR, COPIAR E MOVER ARQUIVOS E PASTAS Para selecionar vários arquivos e/ou pastas:

ATENÇÃO! Ao copiar ou mover arquivos para disquetes, esteja atento para a capacidade de armazenamento do disco. Ocorre que a capacidade total do disquete é de 1.44 MB, mas, como já foi dito no capítulo de Hardware, o usuário só pode gravar aproximadamente 1.38 MB. Caso o arquivo que você esteja tentando copiar tenha, por exemplo, 3.6 MB, o sistema lhe dará a seguinte mensagem: “O arquivo que você está tentando copiar é maior do que a capacidade do disco. Insira um disco de maior capacidade”. Caso você esteja tentando copiar vários arquivos, sendo que cada um deles tem, por exemplo, 800 KB, 950 KB e 720 KB o sistema iniciará a cópia, mas não cabem todos em um disquete, então ele copiará o primeiro arquivo e lhe dará a seguinte mensagem: “O disco está cheio. Insira outro disco para continuar”.

A Lixeira do Windows XP

1 - Em seqüência: 1.1 - Clique no primeiro arquivo ou pasta que deseja selecionar. 1.2 - Pressione a tecla SHIFT e, mantendo-a pressionada, clique no último arquivo que deseja selecionar. Solte o Shift. Os arquivos serão selecionados em seqüência. 2 - Alternadamente: 1.1 - Clique no primeiro arquivo ou pasta que deseja selecionar. 1.2 - Pressione a tecla Ctrl e, mantendo-a pressionada, vá clicando nos outros arquivos que deseja selecionar, alternadamente. Solte o Ctrl. Degrau Cultural

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THATYML Informática Idem ao item Lixeira do Windows, já visto nesta apostila, na versão do Windows 2000. Vale acrescentar que a capacidade padrão da Lixeira é ocupar 10% do HD. Esta configuração pode ser alterada clicando-se com o botão direito do mouse sobre o ícone da Lixeira na Desktop e, clicando-se em Propriedades. Na guia Global, mova o controle deslizante.

PRINCIPAIS ITENS DO GRUPO FERRAMENTAS DE SISTEMA Menu Iniciar / Programas / Acessórios / Ferramentas de Sistema

Central de Segurança - É possível configurar e monitorar as opções de segurança, como Firewall, Atualizações Automáticas e Proteção contra vírus. Os itens Desfragmentador de Discos, Backup, Limpeza de Disco, Informações do sistema, Tarefas Agendadas e Mapa de Caracteres já foram explorados anteriormente. Veremos aqui a apresentação de algumas dessas telas no Windows XP:

Desfragmentador de Discos

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THATYML Informรกtica Limpeza de Disco

Tarefas Agendadas Ao clicar em Tarefas Agendadas, aparece o seguinte assistente:

Clique em Avanรงar.

Mapa de Caracteres

Escolha o programa que deseja agendar e clique em Avanรงar.

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THATYML Informática Digite um nome para a tarefa, marque se quiser, por exemplo, executá-la diariamente. Na tela seguinte agende a tarefa no horário desejado.

Ao final, clique em Concluir. Menu Iniciar / Desligar

Fazer Logoff - Fecha os programas e desliga do ambiente do usuário atual e permite fazer logon em outro usuário. Há também a opção Trocar usuário, que permite que outro usuário faça logon, estando outro usuário com o ambiente aberto, sem fechar os programas e arquivos de quem estava usa ndo o computador. Desligar - Desliga o computador. Reiniciar - Desliga e liga o computador automaticamente. Dá um boot (inicialização). Em espera - permite economia de energia desligando o monitor e o HD. Pressionando qualquer tecla, retorna à sessão do Windows. Hibernar - desliga, porém armazena em HD o conteúdo da memória RAM.

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LINUX Conceitos de Utilização O Linux é um sistema operacional derivado do Unix feito para rodar em computadores pessoais. Faz tudo o que se pode esperar de um Unix moderno e completo. Suporta multitarefa real, memória virtual, bibliotecas dinâmicas, redes TCP/IP, nomes de arquivos com até 255 caracteres e proteção entre processos (crash protection), além de muitas outras funcionalidades. Um grande atrativo que o Linux oferece é o fato de poder trabalhar tanto como servidor de aplicações quanto como estação de trabalho sem que haja necessidade de grandes modificações no seu sistema. Como surgiu o Linux? O Linux foi originalmente desenvolvido por Linus Torvalds. Ele queria um sistema operacional que fosse semelhante a um Unix, com todas as suas funcionalidades e que pudesse ser utilizado num PC. A partir dessa idéia, Linus começou o desenvolvimento do que seria o futuro kernel (núcleo) do sistema operacional que hoje é chamado de Linux. Isso tudo aconteceu em meados de 1991, quando Linus cursava a faculdade de Computação na Finlândia. Em 5 de outubro de 1991 a seguinte mensagem circulou na usenet: “...Como eu mencionei há um mês, estou trabalhando em uma versão free de um sistema semelhante ao Minix para computadores AT-386. Ele já alcançou o estágio de ser usável (embora possa não ser, dependendo do que você quer fazer), e pretendo distribuir o código fonte. É apenas a versão 0.02... mas já consegui rodar nele o bash, gcc, gnu-make, gnu-sed, compress, etc.” Esta mensagem era assinada por Linus Torvalds, e ninguém adivinharia que ela estaria marcando o início de um movimento que, menos de dez anos depois, já tem mais de trinta milhões de seguidores. Assim surgiu o que seria o primeiro kernel utilizável do Linux. O kernel é o núcleo do sistema operacional, é a parte que controla diretamente o hardware da máquina. Assemelha-se ao antigo DOS, com prompt de comando e interface para comandos de texto. Quando se fala de Linux, refere-se somente ao kernel do sistema. Tudo que existe ao redor do kernel são aplicativos que compõem uma distribuição do Linux. Como o Linux é um software de livre distribuição, muitas pessoas, e até mesmo empresas, se empenham em organizar o kernel e mais uma série de aplicativos e manuais para que o sistema fique cada vez mais amigável. A esse conjunto de aplicativos, mais o kernel, dá-se o nome de distribuição Linux. Algumas distribuições Linux são maiores que outras, dependendo da quantidade de aplicativos e a finalidade a que se propõem. Existem desde distribuições que cabem num disquete de 1.44 MB até distribuições que ocupam vários CDs. Cada uma delas tem seu público alvo e finalidades específicas. As mini-distribuições têm como objetivo desde a recuperação de um sistema danificado até o monitoramento de uma rede de computadores. Entre as “grandes” distribuições podemos citar: Conectiva, SuSE, Debian e Red Hat. O que diferencia uma distribuição de outra é a maneira como são organizados e pré-configurados os aplicativos que cada uma contém. Um exemplo: o Conectiva Linux tem quase a totalidade de seus aplicativos traduzidos para o português, espanhol e inglês, tendo o português como sua base, facilitando a integração com o usuário brasileiro. O que não quer dizer que esses aplicativos não estejam disponíveis em inglês também.

Algumas distribuições incluem ferramentas de configuração que facilitam a vida do administrador do sistema. Visão geral do sistema operacional Linux O sistema operacional Linux é composto por três partes: · Kernel. · Aplicações de Sistema. · Aplicações de Usuário. O kernel do Linux Embora o kernel seja uma parte importante do Linux, ele sozinho não constitui o sistema GNU/Linux. O kernel é o “núcleo” do sistema e é responsável pelas funções de mais baixo nível, como o gerenciamento de memória, gerenciamento de processos e da CPU. O kernel também é o responsável pelo suporte aos sistemas de arquivos, dispositivos e periféricos conectados ao computador, como placas SCSI, placas de rede, de som, portas seriais, etc. Chamase Linux o conjunto do kernel e demais programas, como shells, compiladores, bibliotecas de funções, etc. Sua interface básica é de texto, seu prompt de comando (#) é semelhante ao prompt de comando (c:\>) do MS-DOS. Alguns cuidados devem ser tomados ao se verificar qual versão de Linux está sendo utilizada, porque o kernel possui um número de versão e a sua distribuição pode possuir outro. O número que identifica a versão da distribuição é decidido pela empresa responsável pela versão, de acordo com padrões próprios. Já o kernel possui um número de versão composto por 3 partes: um número maior, um número menor e um número de release, e este número é dado pelo grupo de programadores que cuidam do desenvolvimento do kernel. O número de série do seu kernel pode ser facilmente identificado digitando-se no prompt o comando uname -r, como no exemplo abaixo:

O exemplo diz que este kernel pertence a quarta release da série 2.6. Em alguns casos é adicionado também um número que identifica uma compilação feita por uma determinada distribuição (52200cl no exemplo, ou seja 48932ª compilação da distribuição Conectiva Linux). O número menor é particularmente importante, pois números pares identificam versões de kernel testadas e consideradas estáveis, enquanto que números ímpares identificam versões de desenvolvimento, onde novos recursos estão sendo testados. O kernel do Linux pode ser compilado para se adequar melhor ao tipo de máquina e ao tipo de tarefa que essa máquina vai executar. Por exemplo, se o servidor precisa se comunicar com outras máquinas usando o protocolo IPX, o administrador poderá compilar o kernel com suporte a esse protocolo, ou, se não houver necessidade de usar um determinado tipo de placa de rede, é possível compilar o kernel sem suporte a essa placa, resultando assim em um kernel de menor tamanho. O kernel do Conectiva Linux foi compilado para atender os mais diversos tipos de necessidades e de máquinas, além do mais, é possível incluir novos recursos sem a necessidade de compilar novamente o kernel, através do uso de módulos. O processo de compilação de um kernel não é muito simples e é recomendado apenas a administradores de sistemas mais experientes. Aplicações do Sistema O kernel faz muito pouco sozinho, uma vez que ele só provê os recursos que são necessários para que outros programas sejam executados. Assim, é preciso utilizar outros programas para implementar os vários serviços necessários ao sistema operacional.

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THATYML Informática Do “ponto de vista” do kernel, as aplicações do sistema, bem como qualquer outro programa, rodam no que é chamado “modo usuário”, logo, a diferença entre aplicações de sistema e aplicações do usuário se dá pelo propósito de cada aplicação. Aplicações do sistema são necessárias para fazer o sistema funcionar, enquanto as aplicações do usuário são todos os programas utilizados pelo usuário para realizar uma determinada tarefa (como um processador de texto, por exemplo). Entre as aplicações de sistema pode-se citar o init, o getty e o syslog. O init é o primeiro processo lançado após o carregamento do kernel na memória, e é ele o responsável por continuar o processo de boot lançando os outros programas. É o init o responsável, também, por garantir que o getty esteja sendo executado (para que os usuários possam entrar no sistema) e por adotar processos órfãos (processos filhos no qual o pai morreu), pois no Linux todos os processos devem estar em uma mesma árvore, e possuírem um pai (excluindo o processo init, que não tem pai). O getty provê o serviço responsável pelo login dos usuários em terminais textos (virtuais ou não). É ele que lê o nome do usuário e a senha e chama o programa login para validá-los. Caso estejam corretos é lançado um shell, caso contrário o processo todo é reiniciado. O syslog é responsável por capturar as mensagens de erro geradas pelo kernel ou por outras aplicações de sistema, e por mostrá-las posteriormente quando o administrador do sistema solicitá-las. Aplicações do usuário As aplicações do usuário são todas aquelas utilizadas pelo usuário para executar uma determinada tarefa. Editores de texto, editores de imagens, navegadores e leitores de e-mail se encaixam nessa categoria. O ambiente gráfico No Linux, a responsabilidade pelo ambiente gráfico não é do kernel e sim de um programa especial, o XFree86. No entanto, este programa provê apenas as funções de desenho de elementos gráficos e interação com a placa de vídeo. A interação final do usuário com a interface gráfica se dá através de programas gerenciadores de janelas, como o KDE, o WindowMaker e o GNOME, e são eles os responsáveis pela “aparência” do seu Linux. A separação do ambiente gráfico do resto do sistema apresenta muitas vantagens. Como o ambiente gráfico consome recursos do sistema, é possível desativá-lo, principalmente em servidores, resultando assim em um melhor desempenho de outras aplicações, uma vez que a quantidade de processamento da CPU que seria utilizado para o XFree86, poderá ser utilizado para essas aplicações. Além do mais, o desenvolvimento do ambiente gráfico pode ocorrer de maneira independente ao do kernel. O Linux também pode funcionar em modo texto. Nesse caso a interação com o usuário se dá por meio de um shell, como o Bash, que é capaz de interpretar e executar comandos digitados pelo usuário. As Licenças no Mundo Linux Antes de se definir em quais licenças e condições o Conectiva Linux se encaixa, serão vistas as principais licenças utilizadas atualmente para os softwares em geral. As licenças no mundo da Informática podem ser divididas, de um modo geral, em licenças de software proprietário e licenças de software livre. As licenças em softwares proprietários são geralmente comerciais e não permitem a cópia, modificação ou distribuição do software em questão. O software livre é utilizado de um modo completamente

diferente. Para que um software seja livre, ele deve possuir os seguintes itens: 1. Liberdade para executar o software, seja qual for a sua finalidade. 2. Liberdade para acessar o código-fonte do programa e modificá-lo conforme sua necessidade. 3. Liberdade para fazer cópias e distribuí-las para quem desejar. 4. Liberdade para melhorar o programa e distribuir suas melhorias ao público, de modo que elas fiquem disponíveis para a comunidade. Com isso é definido qual o principal objetivo da Fundação do Software Livre (Free Software Foundation): promover a disseminação do software livre no mundo da Informática, eliminar restrições de cópias e distribuição de programas, entre outros pontos. As licenças de software livre podem ser divididas, de modo geral, em dois grupos: licenças de documentação e licenças de software. A licença GNU GPL é uma das mais conhecidas, e talvez uma das mais utilizadas como licença de software. A licença GPL foi criada para garantir que cópias de softwares livres possam ser distribuídas, alteradas ou utilizadas (na sua totalidade ou em parte) por novos programas. Um outro exemplo de licença é a GNU FDL, que segue a mesma linha da GPL, mas utilizada para a documentação. Existem muitas outras licenças, e o escopo destas pode variar muito. Comandos Básicos ls = Lista os arquivos, igual ao comando dir do MS-DOS Atributos comuns: -a = mostra arquivos ocultos -l = mostra bytes, permissões, diretório, etc. Obs: no ls os nomes de arquivos nos sistemas *X (Unix, Linux, etc) não precisam ter só 8 letras. Portanto, se você quiser listar os arquivos começados com u, por exemplo, peca ls u* e veja o resultado. * substitui qualquer conjunto de caracteres ? substitui caracteres isolados ————— rm = remove arquivos, no formato: rm (arquivo1) (arquivo2) (arquivo3) Exemplo: rm eu.doc / rm leiame.txt manual.html win95.w95 ————— cp = copia arquivos, no formato: cp (arquivo1) (diretorio) Exemplo: cp manual.txt /home/manual ————— cat = mostra o conteúdo do arquivo, mesmo que o ‘type’ no DOS ————— more = exibe o conteúdo de um arquivo pagina a pagina, mesmo q no DOS Exemplo: ls|more ————— pwd = exibe o diretório atual (o que vc esta) ————— rmdir = apaga diretório Exemplo: rmdir /diretório se o diretório estiver cheio, use o rm com o atributo -r ————— mkdir = cria diretório Exemplo: mkdir /diretório ————— clear = limpa a tela, mesmo que ‘cls’ no DOS ————— who = mostra quem está na máquina no momento ————— whoami = mostra quem você é - útil quando você esquece com qual login entrou... ;) —————

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THATYML Informática finger = mostra o usuário associado a certa chave ————— df = mostra o espaço usado, livre e a capacidade das partições do HD ————— free = exibe a memória livre, a usada, e o buffers da memória RAM ————— exit e logout = sai da sessão atual. ————— tar (tape archive) programa de geração de backup. tar -c gera backup. tar -x restaura backup. tar -v lista cada arquivo processado. tar -t lista o conteúdo de um backup. ————— Nota: Para descompactar arquivos “tagged”(.tar.gz, .tgz, etc) tar zxpvf (nome_do_arquivo) Se o arquivo for “gziped”(.gz): gunzip -d (nome_do_arquivo) ————— chmod - muda as permissões do arquivo/diretório chown - muda as permissões do arquivo/diretório ————— awk - Procura por um modelo a partir de um arquivo. Inclui uma linguagem de programação embutida. ————— bdiff - Compara dois arquivos grandes. ————— bfs - Procura um arquivo grande. ————— cal - Exibe um calendário. ————— cat - Encadeia e imprimi arquivos. ————— cc - Compilador C. ————— cd - Muda diretório. ————— chgrp - Muda o titulo de um grupo de arquivos. ————— cmp - Compara dois arquivos; mostra a localização (linha e byte) da primeira diferença entre eles. ————— comm - Compara dois arquivos para determinar quais linhas são comuns entre eles. ————— cu - Chamar outro sistema UNIX. ————— date - Retorna a data e a hora. ————— diff - Exibe as diferenças entre dois arquivos ou diretórios. ————— diff3 - Exibe as diferenças entre três arquivos ou diretórios. ————— du - Relatório no uso do sistema de arquivos. ————— echo - Exibe seus argumentos. ————— ed - Editor de texto. ————— ex - Editor de texto. ————— expr - Avalia seus argumentos quando geralmente e uma fórmula matemática. ————— f77 - Compilador FORTRAN.

————— find - Localiza os arquivos c/ características especificas. ————— format - Inicializa um floppy disk. ————— grep - Procura um modelo a partir de um arquivo. (veja awk) ————— help - :/ (ajuda) ————— kill - Termina um processo. ————— ln - Usado para unir arquivos. ————— lpr - Copia um arquivo para a linha de impressora. ————— ls - Exibe informações sobre um ou mais arquivos. ————— mail - Usado para receber ou enviar e-mail. ————— nroff - Usado para formatar textos. ————— ps - Exibe um status dos processos. ————— sleep - Causa um processo para tornar-se inativo por uma duração de tempo especifica. ————— sort - Escolher e unir um ou mais arquivos. ————— spell - Procurar erros de ortografia num arquivo. ————— split - Dividir um arquivo. ————— stty - Exibir ou escolher parâmetros do terminal. ————— tail - Exibir o fim de um arquivo. ————— tset - Escolher o tipo de terminal. ————— umask - Permite que o usuário especifique uma nova criação de camuflagem. ————— uniq - Compara dois arquivos. Procura e exibe em linhas o que e incomparável em um arquivo. ————— uucp - Execução UNIX-para-UNIX ————— vi - Editor de tela cheia. ————— wc - Exibe detalhes no tamanho do arquivo. ————— who - Informações de quem esta on-line. ————— write - Usado para mandar mensagens para outro usuário. Manual Linux Se houver alguma dúvida sobre algum comando, digite simplesmente “man” (comando). Se o manual existir, ele será mostrado. Para sair dos manuais, aperte a tecla Q. Geralmente, os manuais esclarecem a maioria das dúvidas. LILO O LILO (Linux Loader) é um utilitário do Linux que gerencia as partições. Ele é usado pela maioria como um “boot manager” que divide cada boot para cada tipo de sistema. Nos computadores caseiros, geralmente há outros sistemas operacionais. O LILO permite escolher qual o sistema a ser utilizado.

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THATYML Informática O LILO tem seu arquivo de configuração em /etc/lilo.conf. Aí ficam armazenadas as informações necessárias para que ele faça a “divisão” das partições. Aplicativos Linux Pacotes Office KOffice - pacote office completo (gratuito), desenvolvido para o KDE2, extremamente rápido e eficiente. OpenOffice - pacote office completo (gratuito), desenvolvido pela Sun, excelente compatibilidade com formatos (.doc, .ppt, .xls). Applixware - pacote office completo, mas é necessário licença de uso StarOffice® 5.2 - pacote office desenvolvido pela Sun (gratuito), é um aplicativo que consome bastante memória, mas tem boa compatibilidade com outros editores de texto. Acrobat® Reader - famoso leitor de arquivos PDF. Maxwell - editor de documentos parecido com MS-Word. Klyx - editor de documentos TeX. Browsers Konqueror, Netscape 4.76 e 6, Opera, Arena, lynx. Ferramentas de Desenvolvimento Kdevelop - ambiente de desenvolvimento em linguagem C/C++ em ambiente gráfico Kylix - linguagem Pascal (Delphi) para desenvolvimento de aplicações gráficas (disponível no kit SuSE 8.0). IBMJava - ambiente de desenvolvimento na linguagem Java da IBM. Java2 SDK - ambiente de desenvolvimento na linguagem Java padrão. Phoenix - compilador para linguagem MS Visual Basic. Perl, Python, PHP. Ferramentas de Segurança AMaVIS - é um scanner de virus para servidores de email, compatível com sendmail, qmail e outros. SuSE Firewall - é um poderoso script de filtros de pacotes que contempla vários cenários. Nmap - é um dos mais famosos portscan. Snort - é um poderoso sniffer e possui também função de IDS (Intrusion Detection System).

Personal Firewall tcpdump, nessus, ethereal, ippl, ipchains, iptables. Banco de Dados MySQL, MSQL PostgreSQL, Sybase, Interbase, Oracle (os dois últimos não estão no kit SuSE). Desktops KDE3, GNOME. Gerenciadores de Janela fvwm/fvwm95, WindowMaker, enlightenment, icewm, blackbox, CDEsim, twm, ... Emuladores Wine - “emulador” do ambiente MS-Windows®, permite você rodar no Linux aplicações desenvolvidas para o ambiente Windows, ainda não possui a implementação de todas as API’s do Windows. iBCS - módulo de compatibilidade com aplicativos para SCO Unix dosemu - “emulador” de uma máquina para executar o MS-DOS pose - emulador do Palm OS e outros emuladores como: SuperNintendo, Atari800, Commodore Amiga, ... Computação Gráfica Gimp, ImageMagick, Moonlight 3D, kpaint, kview, ... Som ALSA, CD-Player, MOD-Player, MP3-Player, MDI-Sequencer, ... Editores de texto Emacs, XEmacs, vi, kwrite, kedit, joe, ... Games Racer, Tuxracer, FlightGear 3D. Veja as imagens no site da SuSE

Algumas imagens das telas da interface gráfica KDE. Reparem a semelhança com a interface do Windows.

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Matemática 195 Números Inteiros, racionais e reais 202 Sistema legal de medidas 204 Razões e proporções 206 Regra de três 207 Porcentagem 210 Equações do 1º grau 212 Equações do 2º grau 215 Funções e gráficos 222 Seqüências numéricas 222 Progressões Aritméticas e geométricas 224 Juros simples 226 Juros compostos

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THATYML Matemática

NÚMEROS INTEIROS RELATIVOS (Z) Ao conjunto formado pelos números positivos, o zero e os números negativos, chamamos conjunto dos números inteiros relativos. Ex.: -3, -1, 0, +2, +4, etc. Módulo (Valor Absoluto) A todo número relativo, faz-se corresponder um número positivo ou nulo, denominado valor absoluto ou módulo. Usam-se duas barras para indicá-lo. Ex.: |+3| = 3; |+7| = 7; |0| = 0; |-5| = 5; |-9| = 9 Simétrico Dois números relativos são simétricos quando têm o mesmo valor absoluto e sinais contrários. Ex.: +7 e -7; -1 e +1 Obs.: O oposto de zero é ele mesmo. Representação A cada número, associamos um ponto de uma reta, chamada reta numerada. Sobre esta reta, marquemos um ponto 0 (zero) origem, a partir do qual medimos, à sua direita, os inteiros positivos, e, à sua esquerda, os inteiros negativos, assim:

Comparação ⇒ ( > ) Maior que; ( < ) Menor que a) O zero é o menor de qualquer número positivo e o maior que qualquer número negativo. Ex.: 0 < +4; 0 < +1; 0 > -2; 0 > -5. b) Todo número negativo é menor que qualquer número positivo. Ex.: -7 < +1; -5 < +5; -3 < +2. c) Todo número positivo é maior que qualquer número negativo. Ex.: +1 > -1; +4 > -5; +10 > -20. d) Entre números positivos, o menor é aquele que possui menor valor absoluto. Ex.: +2 < +4; +5 < +6; +9 < +11. e) Entre números negativos, o menor é aquele que possui maior valor absoluto. Ex.: -5 < -3; -10 < -2; -3 < -1. OPERAÇÕES a) Adição 1º caso: adição de números positivos: É um número positivo, cujo valor absoluto é igual à soma dos valores absolutos das parcelas. Ex.: (+4) + (+6) = +10; (+3) + (+5) = +8 2º caso: adição de números negativos: É um número negativo, cujo valor absoluto é igual à soma dos valores absolutos das parcelas. Ex.: (-3) + (-2) = -5; (-5) + (-2) = -7 3º caso adição de números relativos de sinais contrários:

É um número que tem para valor absoluto a diferença entre os valores absolutos das parcelas. O sinal do resultado é igual ao sinal da parcela de maior valor absoluto. Ex.: (+5) + (-2) = +3; (-5) + (+2) = -3; (+7) + (-3) = +4 b) Multiplicação Quando os sinais são iguais, o resultado é positivo, e, quando os sinais são diferentes, o resultado é negativo. Ex.: (+3) . (+2) = +6; (-7) . (-5) = +35; (-8) . (+3) = -24; (+3) . (-7) = -21 c) Divisão Para se dividir dois números relativos, divide-se o valor absoluto do dividendo pelo valor absoluto do divisor, e dá-se, ao resultado, o sinal positivo, quando esses números tiverem o mesmo sinal, e o sinal negativo, quando os sinais forem diferentes. Ex.: (+18) : (+6) = +3; (-21) : (-7) = +3; (-12) : (+4) = -3 d) Subtração Para subtrair dois números relativos, somamos ao primeiro o simétrico do segundo. Ex.: (-4) - (-6) = -4 + (+6) = +2; (+3) - (+8) = (+3) + (-8) = -5; (-1) - (+7) = (-1) + (-7) = -8 e) Potenciação Potenciação é um produto de fatores iguais à base, sendo tomados tantos fatores quanto for o expoente. expoente 2 . 2 . 2 . 2 . 2 = 25 = 32 potência base 5 fatores Ex.: 3 . 3 . 3 = 33 = 27; 5 . 5 = 52 = 25 Obs.: a) quando a base é positiva, a potência é positiva. b) quando a base é negativa, o sinal da potência depende do expoente: - base negativa e expoente par - potência positiva Ex.: (-5)2 = (-5) x (-5) = +25 - base negativa e expoente ímpar - potência negativa Ex.: (-5)3 = (-5) x (-5) x (-5) = (+25) x (-5) = -125 PROPRIEDADES DA POTENCIAÇÃO I - Para multiplicar-se potências de mesma base, conserva-se a base, e somam-se os expoentes. am . an = am+n Ex.: (-2)2 . (-2)3 = (-2)5 = -32 II - Para dividir potências de mesma base, conservase a base, e subtraem-se os expoentes. am : an = am-n Ex.: (5)5 : (5)3 = (5)2 = 25 III - Para elevar-se uma potência a um novo expoente, conserva-se a base, e multiplicam-se os expoentes. (am)n = am.n Ex.: [(+3)4]2 = (+3)4.2 = (+3)8

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IV - Potência de um produto: eleva-se cada fator ao expoente do produto. (a . b . c)m = am . bm . cm Ex.: [(-2) . (+1) . (-3)]2 = (-2)2 . (+1)2 . (-3)2 = 4 . 1 . 9 = 36 V - Para se elevar uma fração a um dado expoente, eleva-se cada termo da fração a esse expoente.

As operações seguem a seguinte prioridade 1) radiciação e potenciação 2) multiplicação e divisão 3) adição e subtração As operações são realizadas da esquerda para a direita na ordem que aparecerem, seguindo-se sempre a prioridade. EXERCÍCIOS

Obs.: 1) Todo número diferente de zero elevado ao expoente zero é igual a 1. a0 = 1 Ex.: 1.0000 = 1; 50 = 1 2) Todo número elevado ao expoente 1 é igual ao próprio número. a1 = a Ex.: 1.0001 = 1.000; 51 = 5 VI - Toda a potência cujo expoente inteiro é negativo é igual a uma fração de numerador igual a 1 e de denominador igual à mesma potência, mas com expoente positivo.

01. O produto de (-5) . (-8) é: a) - 13 c) + 40 b) + 3 d) + 13 02. O número que somado a 4 dá como resultado - 8 é: a) - 12 c) - 16 b) - 4 d) + 12 03. O quociente de (- 45) : (+ 9) é: a) -36 c) 54 b) -5 d) impossível 04. O módulo de (- 12) é: a) 0 c) 12 b) -12 d) 10 05. O módulo da soma de (- 12) + (- 4) + (-8) é: a) -24 c) -16 b) 0 d) +24 06. O simétrico da soma de (- 9) + (- 2) é: a) +11 c) -11 b) -7 d) +7 07. O valor de (+ 20) - (+ 10) é: a) 30 c) - 30 b) 10 d) - 10

POTÊNCIAS DE BASE 10 Toda potência de base 10 é igual a 1, seguido de tantos zeros quantos forem as unidades do expoente. Ex.: 102 = 100; 105 = 100.000 Quando o expoente é negativo, colocam-se os zeros à esquerda do 1. Ex.: 10-2 = 0,01; 10-5 = 0,00001 Obs.: 10-2 =

= 0,01

Então, qualquer número decimal pode ser escrito como produto de um número natural por uma potência de 10 com expoente negativo. Ex.: 0,008 = 8 . 0,001 = 8 x 10-3

08. O número que eu devo subtrair de 7 para se obter -11 é: a) 18 c) - 4 b) 4 d) - 18 09. O valor de [(-2)3]2 é: a) - 8 b) - 64 10. Resolvendo

- 12 64

, tem-se:

a) b)

c) d)

0

c)

1

d)

_

EXPRESSÕES Efetua-se, primeiramente, as operações entre parênteses ( ) , a seguir as que estão entre colchetes [ ] e finalmente as que estão dentro das chaves { } 196

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11. 2 -1 corresponde a: a)

2x1

b) c) d)

-2

12. a) b) c) d)

O quociente de (-2)8 : (-2)4 é: 16 -12 64 -16

13. a) b) c) d)

Transformando 600 em potência de 10, temos: 6 x 10- 1 6 6 x 101 6 x 102

14. a) b) c) d)

O valor de 22 . 3 é: 62 12 18 9

15.

corresponde a:

a) b) c) d)

0,1 0,01 1 x 101 10 x 10

16. a) b) c) d)

Resolvendo (+1)3 . (+1)3, temos: 3 9 13 1

17. a) b) c) d)

(4.021)1 x (1.000)0 é igual a: 4.021.000 0 4.021 1.000

18. a) b) c) d)

Se 14x = 1, então o valor de x é: 1 0 14 não existe

19. Dados os números a = (-1)3 + 2 + (-2)2 , b = (-2)3 + 22 + 2 e c = (-1)3 + (-3)2 + (-2)2 , pode-se afirmar que : a) a < b < c b) a < c < b c) b < a < c d) b < c < a 20. Se a = (-1)2 + (-1)3 e b = (-1)2 - (-1)3 então qual é o valor de a – b? a) 0 c) 4 b) 2 d) - 2 21. O valor da expressão abaixo é: 13 [ - 5 + 11 ( - 6 + 4) – 3 ( 2 – 4) ] a) - 429 c) 143 b) - 273 d) 299 22. (-256) : (-16) + (+11) x (-10) = a) 126 c) - 94 b) 94 d) - 126 23. a) b) c) d)

28 : (-4) + 9 x (-1) – 3 x ( 5 – 16) - 49 17 35 49

24. a) b) c) d)

-3 . [ 4 – 15 : 3 : 5 ] = -9 -3 3 9

25. a) b) c) d)

(5 – 7) . 3 + (11 – 9) . 3 = 0 8 12 16

GABARITO 01. C

02. A

03. B

04. C

05. D

06. A

07. B

08. A

09. D

10. C

11. B

12. A

13. D

14. B

15. A

16. D

17. C

18. B

19. C

20. D

21. B

22. C

23. B

24. A

25. A

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NÚMEROS RACIONAIS (Q) Números racionais são os números que podem ser escritos sob a forma , com a e b inteiros e b ≠ 0. O quociente da divisão de um número natural a por outro natural b, com b ≠ 0, é um número racional que pode ser representado por uma fração. · Quando a é múltiplo de b, o quociente é um número racional inteiro.

As regras de sinais para este tipo de quociente são as válidas para os números inteiros relativos. Ex.: (+6) : (+2) = +3 = 3 ; (-6) : (+2) = - 3 (+6) : (-2) = -3 ; (-6) : (-2) = +3 = 3 · Quando a não é múltiplo de b, o quociente é um

Módulo ou valor absoluto:

Oposto ou simétrico: Para qualquer número racional a existe o oposto ou simétrico representado por -a.

Comparação de números racionais Quando os dois números racionais são representados por frações: a) reduzimos as duas frações a um mesmo denominador positivo; b) comparamos os denominadores obtidos entre si. Ex. 1)

e

número racional fracionário. Ex. 14 : 6 = Neste caso, se a e b têm o mesmo sinal, o quociente é um número racional positivo que obtemos dividindo o valor absoluto de a pelo de b.

Reduzindo ao mesmo denominador temos:

e

.

Ex. 2) Reduzindo ao mesmo denominador temos: Se a e b têm sinais contrários, o quociente é um número racional negativo, representado por uma fração, cujo numerador é |a| e o denominador é |b| precedida pelo sinal -. Ex.: (-14) : (+6) = (+14) : (-6) = Observações importantes: a) O mesmo número racional pode ser representado por diferentes frações, todas equivalentes entre si.

b) Um número racional pode ser representado por um número decimal (exato ou periódico).

Como -55 < -48, temos

.

e então:

. Observações: • Todos os racionais negativos são menores que zero; • Zero é menor que todos os racionais positivos; • Todo racional negativo é menor que qualquer racional positivo. OPERAÇÕES a) Adição Pode ser realizada da seguinte forma: 1) reduzimos as duas frações ao mesmo denominador positivo; 2) somamos os numeradores (que são números inteiros) Exemplos:

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e

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b) Subtração A diferença entre dois números a e b pode ser calculada somando-se a com o oposto ou simétrico de b. Exemplos:

4) Potências com expoente negativo: seu valor é igual ao da potência cuja base é o inverso da base dada e cujo expoente é o oposto do expoente dado.

PROPRIEDADES 1) Para multiplicarmos potências de mesma base, conservamos a base e somamos os expoentes. Soma algébrica É a indicação de uma soma sem o sinal de operação.

c) Multiplicação A operação de multiplicação entre dois números racionais pode ser realizada da seguinte forma: a) damos ao produto o sinal + se os fatores tiverem sinais iguais ou damos ao produto o sinal – se os fatores tiverem sinais contrários. b) multiplicamos os numeradores das frações dadas, obtendo o numerador do produto. c) multiplicamos os denominadores das frações dadas, obtendo o denominador do produto. Ex.:

d) Divisão Calcula-se a divisão de a por b, multiplicando-se a pelo inverso de b. Ex.:

e) Potenciação 1) Potências com expoente zero: seu valor é 1, qualquer que seja a base. 2) Potências com expoente um: seu valor é igual a base. 3) Potências com expoente maior que um: seu valor é obtido calculando-se o produto de tantos fatores iguais à base quanto seja o expoente.

2) Para dividirmos potências de mesma base, nós conservamos a base e subtraímos os expoentes.

3) Para elevarmos uma potência a certo expoente, conservamos a base e multiplicamos os expoentes. Ex.:

4) Um produto elevado a um dado expoente é igual ao produto das potências que são obtidas elevandose cada fator ao expoente dado.

5) Um quociente elevado a um dado expoente é igual ao quociente das potências que são obtidas elevando-se dividendo e divisor ao expoente dado.

Ex.: Degrau Cultural

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EXERCÍCIOS 06. Assinale a afirmação verdadeira: 01. O numeral decimal 0,0725 pode ser escrito na forma de fração como: a)

a) b)

b)

c)

c) d) d) 07. O maior entre os números

,

02. Dados os números racionais podemos afirmar que:

e

é:

a) b)

a)

c)

b)

d)

c)

03. Efetuando-se

, obtém-se

d)

um número racional cujo valor absoluto é: a)

c)

b)

d)

04. O valor da expressão

é

um número racional, cujo oposto é: a)

c)

b)

d)

05. O valor da expressão número racional: a) menor que -8 b) maior que -8 e menor que -5 c) maior que -5 e menor que -2 d) maior que -2

é um GABARITO 01. B 05. C

02. A 06. D

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03. B 07. C

04. C

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NÚMEROS REAIS (R) O conjunto formado pelos números racionais e pelos números irracionais é chamado conjunto dos números reais e é representado por R. Números irracionais têm representação decimal infinita não periódica. (dízimas não periódicas) Qualquer número que tenha representação decimal (finita, infinita periódica ou infinita não periódica) é um número real. OPERAÇÕES EM R: As propriedades das operações de adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação com os números reais são semelhantes às operações com os números racionais. EXERCÍCIOS 01. O valor da expressão a) b) c)

6 1

é:

d)

2

e)

3

02. O valor da expressão

é:

03. O valor da expressão a) b) c)

1 9 7

é: d) e)

16 8

04. A escrita decimal do número a) b) c)

0,010101... 0,111... 0,1

d) e)

é:

0,01 0,001

05. Considere as afirmações: I-

é um número real

II III a) b) c)

( )

é um número real ( ) é um número real( ) Associando V ou F às afirmações, temos: V, V, V d) V, F, V F, F, F e) F, F, V V, F, F

01. B

02. A

GABARITO 03. E

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04. A

05. D 201

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SISTEMA LEGAL DE MEDIDAS Medir uma grandeza é compará-la com outra de mesma espécie chamada de UNIDADE-PADRÃO. UNIDADES DE COMPRIMENTO No século passado, foi criada uma unidade-padrão internacional para medir comprimentos: o METRO, cujo símbolo é m. Nota: Para efetuarmos as operações com unidades de medidas diferentes, devemos, antes, convertê-las para uma mesma unidade de medida. Múltiplos e submúltiplos do metro: Quilômetro = 1 km = 1000 m Hectômetro = 1 hm = 100 m Decâmetro = 1 dam = 10 m Metro = m = 1 m Decímetro = 1 dm = 0,1 m Centímetro = 1 cm = 0,01 m Milímetro = 1 mm = 0,001 m Obs.: Cada unidade é dez vezes maior que a unidade imediatamente inferior. Ex.: 1 km = 10 hm; 1 hm = 10 dam, etc. Conversão das unidades de comprimento: É feita deslocando-se a vírgula o mesmo número de casas, e no mesmo sentido que corresponde à mudança. Ex.: Transformar:

Centímetro quadrado = cm2 = 0,0001 m2 Milímetro quadrado = mm2 = 0,000001 m2 Obs.: Cada unidade de superfície é 100 vezes maior que a unidade imediatamente inferior, e 100 vezes menor que a unidade imediatamente superior. Conversão das unidades de área : É feita deslocando-se a vírgula o dobro do número de casas, e no mesmo sentido que corresponder à mudança. Ex.: a) 132 dam2 = _____ m2 132 dam2 = 13.200 m2 A vírgula desloca-se duas casas para a direita. b) 32 m2 = _____ dm2 32 m2 = 3.200 dm2 A vírgula desloca-se duas casas para a direita. c) 3.204 cm2 = _____ m2 3.204 cm2 = 0,3204 m2 A vírgula desloca-se quatro casas para a esquerda. UNIDADES AGRÁRIAS Na agricultura, usam-se outras unidades de área. Nessas unidades, a unidade-padrão é o are. Um are equivale a 1 dam2. Seu símbolo é a. 1 a = 1 dam2 = 100 m2 O múltiplo do are é o hectare, que vale 100 ares. Seu símbolo é ha. 1 ha = 100 a 1 ha = 1 hm2 = 10.000 m2 O submúltiplo do are é o centiare, que vale 0,01 are. Seu símbolo é ca. 1 ca = 0,01 a 1 ca = 1 m2 Ex.: Transformar: a) 3a em ca 3a = 300 ca A vírgula desloca-se duas casas à direita. b) 32,8 a em ha 32,8 a = 0,328 ha A vírgula desloca-se duas casas à esquerda.

UNIDADES DE SUPERFÍCIE (área) Área é a medida de uma superfície, em uma certa unidade. Unidade-padrão: metro quadrado - m2 Metro quadrado é a área de um quadrado de 1 m de lado. Múltiplos e submúltiplos do metro quadrado: Quilômetro quadrado = km2 = 1.000.000 m2 Hectômetro quadrado = hm2 = 10.000 m2 Decâmetro quadrado = dam2 = 100 m2 METRO quadrado = m2 = 1 m2 Decímetro quadrado = dm2 = 0,01 m2

UNIDADES DE VOLUME Chamamos de volume a medida do espaço ocupado por um sólido, em certa unidade. Unidade-padrão: metro cúbico - m3 Obs.: O metro cúbico é o espaço ocupado por um cubo de 1 m de aresta. Múltiplos e submúltiplos: Quilômetro cúbico = km3 Hectômetro cúbico = hm3 Decâmetro cúbico = dam3 Metro cúbico = m3 Decímetro cúbico = dm3 Centímetro cúbico = cm3 Milímetro cúbico = mm3 Obs.: Uma unidade de volume é 1.000 vezes maior que a unidade imediatamente inferior, e 1.000 vezes menor

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THATYML Matemática que a unidade imediatamente superior. 1 km3 = 1.000 hm3; 1 hm3 = 1.000 dam3; etc. Conversão das unidades de volume: É feita deslocando-se a vírgula o triplo do número de casas, e no mesmo sentido que corresponder à mudança. Ex.: a) 3,01 m3 = ______ dm3 3,01 m3 = 3.010 dm3 A vírgula desloca-se três casas decimais para a direita. b)

7.683 dm3 = _____ m3 7.683 dm3 = 7,683 m3 A vírgula desloca-se três casas decimais para a esquerda.

VOLUME DE UM SÓLIDO Para medir um sólido, basta compará-lo com outro sólido, tomado como unidade. Volume de um Bloco Retangular Um bloco retangular é um sólido de três dimensões (comprimento, largura e espessura). São blocos retangulares: caixas, livros, tijolos, salas etc... Para determinar o volume, multiplicam-se as três dimensões. Ex.: Determinar o volume de um bloco medindo 4 cm, 5 cm e 10 cm. V=axbxc V = 4 x 5 x 10 = 200 cm3

Volume do Cubo

Conversão das unidades de capacidade: É feita deslocando-se a vírgula o mesmo número de casas, e no sentido que corresponder à mudança. Ex.: a) 15 = _______ dal 15 = 1, 5 dal A vírgula desloca-se uma casa para a esquerda. b) 4,105 = _______ cl 4,105 = 410,5 cl A vírgula desloca-se duas casas para a direita. RELAÇÃO ENTRE AS UNIDADES Relação entre as unidades de volume e unidades de capacidade: 1 m3 = 1.000 dm3 = 1.000l 1 m3 = 1kl 1 dm3 = 1l 1 cm3 =1ml UNIDADES DE MASSA Quilograma = kg Hectograma = hg Decagrama = dag Grama = g Decigrama = dg Centigrama = cg Miligrama = mg Obs.: Cada unidade de massa é 10 vezes maior que a unidade imediatamente inferior e 10 vezes menor que a unidade imediatamente superior. - 1 tonelada (t) = 1.000 kg Conversão das unidades de massa: É feita deslocando-se a vírgula o mesmo número de casas, e no mesmo sentido que corresponder à mudança. Ex.: a) 6 kg ______ g 6 kg = 6.000 g A vírgula desloca-se três casas para a direita. b) 512 mg ______ g 512 mg = 0,512 g A vírgula desloca-se três casas para a esquerda. Nota: Antes de efetuarmos as operações, devemos converter para uma mesma unidade de medida.

VCUBO = a x a x a = a3 Ex.: Calcule o volume do cubo cujas arestas medem: a) 1 cm V = 1 cm x 1 cm x 1 cm = 1 cm3 b) 3 cm V = 3 x 3 x 3 = 27 cm3 UNIDADE DE CAPACIDADE Unidade-padrão: litro - l Múltiplos e submúltiplos Quilolitro = kl Hectolitro = hl Decalitro = dal Litro = l Decilitro = dl Centilitro = cl Mililitro = ml Cada unidade de capacidade é 10 vezes maior que a unidade imediatamente inferior e 10 vezes menor que a unidade imediatamente superior. Degrau Cultural

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THATYML Matemática

RAZÕES E PROPORÇÕES RAZÃO Dados dois números a e b, sendo b ≠ 0, chama-se razão de a para b o quociente

1 semana = 7 dias → Razão =

ou a : b.

Na razão a : b, a é o primeiro termo, ou antecedente, e b é o segundo termo, ou conseqüente. Na razão

05. Qual é a razão entre 2 dias e uma semana?

06. Qual a razão entre 1,5 hl e 9 hl? 1,5 hl = 15 hl → Razão:

ou a : b, lemos a está para b.

?

07. Qual é a razão entre 1,2 e 2 Obs.: Uma razão é representada por uma fração. Portanto, todas as propriedades das frações valem para as razões. , com a ≠ 0 e b ≠0.

A razão inversa de

Ex.: Se a razão entre os números a e b, nesta ordem, é 0,75, então a razão entre os números a + b e b é: Resolução:

Razão: seis para onze. PROPORÇÃO Chama-se proporção a igualdade entre duas razões. Indicamos por:

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS: 01. Na minha classe há 40 alunos, dos quais 25 são meninas. Qual é a razão do número de meninas para o de alunos da classe? nº de meninas = 25 nº de alunos = 40

E lemos: a está para b, assim como c está para d. a - 1º termo c - 3º termo b - 2º termo d - 4º termo a e d - são os extremos da proporção b e c - são os meios da proporção Propriedade Fundamental: O produto dos meios é igual ao produto dos extremos. = (b ≠ 0 e d ≠ 0) ⇒ a . d = b . c Numa proporção, podemos: - Alternar - é permutar meios ou extremos:

razão 25 : 40 ou 02. Qual é a razão igual a

, cujo antecedente igual a 6?

Como 6 : 3 = 2, temos

Logo,

ou a : b = c : d

é a razão igual a

- Inverter - é inverter as razões:

com antecedente igual a 6. - Transpor - é trocar a posição das razões:

03. A razão entre 10 minutos e 1 hora é:

EXERCÍCIO RESOLVIDO: 04. Em uma classe mista o nº de rapazes é 20 e o de moças é 16. Calcule a razão do nº de rapazes para nº de moças:

, isto é, 5 para 4 ou 5 está para 4.

Quociente:

Podemos também expressar a razão do seguinte modo → 20:16 ou 5:4. De um modo geral a razão entre dois nºs a e b se indica por a : b ou

de a para b” ou “razão entre a e b”

Dada a proporção:

. Calcular o valor de x,

aplicando a propriedade fundamental: 2 (2x + 1) = 3 × 6 4x + 2 = 18 4x = 16 ∴ x = 4 Resp.: x é igual a 4.

ou indica, por “a está para b”. Na razão

→ é o antecedente, b é o conseqüente

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THATYML Matemática Propriedades das proporções: Em toda proporção, a soma (ou diferença) dos antecedentes está para a soma (ou diferença) dos conseqüentes, assim como cada antecedente está para seu o conseqüente.

Chamemos os dois nOS de a e b

temos: Vamos usar, aqui, a propriedade da soma dos termos de uma proporção, isto é: também, ter:

Propriedade da soma e da diferença dos termos em uma proporção

(poderíamos, (usemos a propr.

fundamental)

Resposta: a = 15 Substituindo a = 15 na proporção, temos:

Resposta: os nºs são 15 e 35

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS :

01. Exemplo

Os nºs 6, 8, 9 e 12 são chamados termos da proporção; o 6 e o 12 são chamados extremos; o 8 e o 9 são chamados meios. Assim na proporção:

⇒ 3 e 4 são os extremos

e 2 e 6 são os meios 02. Calcular o valor do termo desconhecido nas propor��ões.

ESCALA Na vida prática, utiliza-se a ESCALA, porque nem sempre é possível desenhar os objetos em tamanho natural. Escala é a relação que existe entre as dimensões dos objetos reais e as de sua representação. A escala natural: o desenho tem as mesmas dimensões do objeto real. 1 : 1 (1 para 1) 1 cm normal do desenho é igual a 1 cm do objeto. Escala de redução: a representação gráfica é menor que a dimensão do objeto. 1 : 2 (1 para 2) 1 cm normal do desenho equivale a 2 cm do objeto. Escala de aumento: a representação gráfica de uma dimensão é maior que a do objeto. 2 : 1 (2 para 1) 2 cm do desenho equivalem a 1 cm do objeto. ESCALA ⇒ 1 : n

⇒ Usaremos, aqui, a Propriedade Funda-

a)

mental das Proporções: “Em toda proporção, o produto dos extremos é igual ao produto dos meios”.

Ex.: A planta de uma casa está na escala 1 : 50. Um comprimento de 8 cm na planta corresponde a quantos metros na realidade?

Resposta: x = 8 b) 5 : 10 = 7 : x extremos: 5 e x meios: 10 e 7

Resposta: x = 14 03. A soma de dois números é 50, e a razão entre eles é

. Determine esses números.

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REGRA DE TRÊS SIMPLES - quando envolve, apenas, duas grandezas a) Direta - quando as grandezas variam no mesmo sentido (diretamente proporcionais) - Grandezas diretamente proporcionais: duas grandezas são diretamente proporcionais se, ao aumentarmos os valores de uma delas, os valores correspondentes da outra aumentarem na mesma razão. Ex.: 1) Número de pessoas e quantidade de alimentos necessária para alimentá-las; 2) Quantidade de tecido e quantidade de tinta usada para tingi-lo. b) Inversa - quando as grandezas variam em sentidos opostos (inversamente proporcionais) - Grandezas inversamente proporcionais: duas grandezas são inversamente proporcionais se, ao aumentarmos os valores de uma delas, os valores correspondentes da outra diminuem na mesma razão. Ex.: 1) Número de operários e número de dias em que se faz um certo trabalho; 2) Número de torneiras que enchem um reservatório e tempo gasto para enchê-lo.

01. Em 6 dias, aprontar-se-iam 720 uniformes escolares, em 16 máquinas de costura. Em quantos dias poderiam ficar prontos 2.160 uniformes iguais, se foram utilizadas só 12 máquinas? 6 dias x

720 unif. 16 máquinas 2.160 unif. 12 máquinas

Para estabelecer o sentido das setas, consideram-se as grandezas número de uniformes e número de máquinas, cada uma em separado, com o número de dias.

 

dias dias

 

uniformes máquinas

Colocam-se, a seguir, todas as setas no mesmo sentido; para isso, invertem-se os valores correspondentes da terceira grandeza:

6 x

720 2.160

12 16

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS: 01. Comprei 6 bolas de borracha por R$ 840,00. Quanto pagaria por 10 bolas? AUMENTOU  06 bolas 10 bolas

840 AUMENTA x  TAMBÉM

Como são grandezas diretamente proporcionais,

Resposta: Serão necessários 24 dias. 02. Para alimentar 15 cavalos, durante 11 dias, são necessários 2.200 kg de alfafa. Perdendo-se 7 cavalos, em quanto tempo serão consumidos 1.280 kg de alfafa? 15 cavalos 8 cavalos

11 dias x dias

2.200 kg 1.280 kg

Resp.: Por 10 bolas de borracha, pagaria R$ 1.400,00. 02. Se 8 máquinas gastam 6 dias de trabalho para fazer um aterro, quanto tempo gastariam 12 máquinas iguais àquelas, para realizarem o mesmo aterro? AUMENTOU



08 máq 12 máq

Resposta: 12 dias

6 dias TEMPO x  DIMINUI

Como são grandezas inversamente proporcionais,

. Resp.: 12 máquinas realizarão o aterro em 4 dias. COMPOSTA Obs.: Se uma grandeza é diretamente proporcional a várias outras, então os valores que exprimem sua medida são diretamente proporcionais aos produtos dos valores correspondentes das outras. No caso do problema envolver três ou mais grandezas, então é a da regra de três composta. Veja os exemplos: 206

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PORCENTAGEM Porcentagem ou percentagem é qualquer razão cujo conseqüente é 100, ou uma fração decimal cujo denominador é 100. Símbolo - %

Fração centesimal – chamamos de fração centesimal a fração cujo denominador é igual a 100. Exemplos: Toda fração centesimal pode ser representada por um número decimal. Por exemplo, as frações anteriores podem ser assim representadas: 0,09; 0,23; 0,40; 1,21. Entretanto, existe uma outra forma de representar as frações centesimais que é a seguinte:

05. Certa mercadoria foi vendida por um comerciante por R$ 3.000,00 obtendo assim um lucro de 25% sobre o preço de custo. Calcular o custo da mercadoria para o comerciante. O custo (C) é igual ao preço de venda (3.000) menos o lucro (L): C = 3000 - L (equação 1) O lucro (L) é igual 25% sobre o preço de custo: L = 0,25 . C (equação 2) Substituindo o L da equação 1 pelo membro direito da equação 2, obtemos o seguinte: C = 3 000 - 0,25 . C Passando - 0,25C para o primeiro membro, C + 0,25C = 3000

1,25C = 3000 → Resposta: o preço de custo será igual a R$ 2400,00

Os valores 9%, 23% etc. são chamados de TAXAS PORCENTUAIS. Para calcularmos a taxa percentual de um valor, basta multiplicarmos a taxa pelo valor.

06. Um exame de seleção, ao qual se apresentam 2.500 candidatos, 20% são reprovados. Qual é o número destes? Candidatos 100 2.500

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS: 01. Em minha classe,

Reprovados 20 x

dos alunos são meninos.

Qual a percentagem de meninos?

Logo, a percentagem de meninos é 60%. 02. Se 25% de uma certa quantia são R$ 150,00, qual é o valor dessa quantia?

x=

= 500

07. Em certo minério, há 16% de metal puro. Em 45,8 kg desse minério quanto há de impureza? Em cada 100 kg de minério há 100 -16 = 84 kg de impurezas (84%) Minério 100 45,8

Resp.: A quantia é de R$ 600,00.

Impureza 84 x

03. Obtive uma economia de R$ 4.800,00, quando me deram 12% de desconto sobre algumas compras. Qual o valor da mercadoria?

12% 100%

4.800 x

Resp.: O valor da mercadoria é de R$ 40.000,00. 04. Na compra de um sapato no valor de R$ 40,00, obtive um desconto de 5%. Quanto economizei? Vamos chamar de D o desconto obtido na compra do sapato. Sendo assim D será determinado da seguinte maneira: D = 5% . 40 = 0,05 . 40 = 2 Portanto, economizei R$ 2,00.

08. Na falência de certo comerciante, a massa foi de 40% do passivo, que atingia a R$ 2.500.000. As despesas judiciais e outras somaram a R$ 50.000. Quanto locará a um credor de R$ 500.000? Sendo a massa 40% do passivo a R$ 2.500.000, que diminuídas das despesas de R$ 50.000, produziu o líquido de R$ 950.000,00.

que diminuídas das despesas de R$ 50,000,produziu o líquido de R$ 950.000,000: Credores 2.5000.000 500.000

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Líquido 950.000 x 207

207

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09. Na liquidação de uma falência os credores receberam

% de seus créditos. Havendo um dos

credores recebido R$ 36.250, deseja-se saber qual era o valor de seu crédito e de quantos por cento foi o prejuízo dos credores nessa falência. (Conc. B. Brasil - Salvador)

E deveria ser vendida por: Custo 100 236.000

Venda 100 + 15 = 115 x

04. Vendi uma chácara por R$ 262.500,00 recebendo 5% de lucro sobre o custo. Quanto ame custará a chácara? Venda 105 262.500

Custo 100 x

OPERAÇÕES SOBRE MERCADORIAS EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Adquirindo um terreno por R$ 800.000,00 e vendendo-o com 12% de lucro, quanto ganho?

Custo 100 800.000

Lucro 12 x

02. Determinar por quanto se deve vender certa mercadoria, comprada por R$ 35.000,00 para se obter o lucro 6,7% sobre o preço de custo. (Conc. B. Brasil - Franca) Custo 100 35.000

Venda 100 + 6,7 = 106,7 x

05. Maria vendeu por R$ 152.500,00 um terreno ue comprara por R$ 125.000,00. De quantos por cento sobre o custo representa o lucro obtido? SOLUÇÃO: O custo foi = 152.500 - 125.000 = 27.500 Custo 125.000 100

06. Vendi uma lambreta usada, que me havia custado R$ 50.00 com 20% de prejuízo sobre o custo. Qual foi o prejuízo? SOLUÇÃO Custo 100 50.00

03. Certa mercadoria foi vendida por R$ 206.028,00 com o prejuízo de 12,7% sobre o preço de compra. Por quanto deveria ser vendida para dar o lucro de 15% sobre o custo? SOLUÇÃO A mercadoria custou:

Prejuízo 20 x

07. Um carro é vendido por 85.000 dá o lucro de 20% sobre o preço da venda. Qual é o lucro? Venda 100 85.000

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Lucro 27.5000 x

Lucro 20 x Degrau Cultural

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08. Um relógio, vendido por R$ 14.000,00 deu prejuízo de 20% sobre a venda. Qual foi o prejuízo? SOLUÇÃO Venda 100 14.000

Prejuízo 20 x

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EQUAÇÕES DO 1º GRAU Equações ⇒ sentenças matemáticas abertas, expressas por uma igualdade.

Nota: A equação do 1º grau admite uma única solução. EQUAÇÕES EQUIVALENTES São aquelas que, sobre o mesmo conjunto universo, têm a mesma solução (mesmo conjunto verdade). Ex.:

Quando a sentença matemática é fechada, podemos afirmar quando é falsa ou verdadeira. Ex.: 5 - 8 = 4 (F) 16 + 5 = 21 (V) EQUAÇÃO DO 1º GRAU É a igualdade entre duas expressões numéricas, com o expoente da variável igual a um. Ex.: x + 4 = 3x + 8; y - 1 = 5 As variáveis são chamadas, também, de incógnitas. As expressões numéricas separadas pelo sinal de igualdade (=) chamam-se membros, e cada membro é composto de termos. Num termo, o fator numérico que acompanha a variável é chamado de coeficiente.

PROBLEMAS DO 1º GRAU Existem problemas que, traduzidos para a linguagem matemática, resultam numa equação do 1º grau. Assim sendo, veja alguns exemplos:

RESOLUÇÃO DAS EQUAÇÕES DO 1º GRAU a) b) c) d) e) f) g)

Eliminamos os sinais auxiliares, se houver. Eliminamos os denominadores, se houver. Conservamos, no 1º membro, os termos com incógnitas, e, no 2º membro, os termos sem incógnita. Quando um termo trocar de membro, ele muda o sinal da operação. Quando o coeficiente da incógnita for negativo, multiplicamos toda a equação por (-1). O coeficiente da incógnita passa para o outro membro dividindo. Denominamos de conjunto verdade ao conjunto que tem como elemento(s) a(s) raiz (raízes) da equação

Ex.: 1) 5x - 4 = 3x + 6 5x - 3x = 6 + 4 x=5

4x + 5 = 6x + 15 4x - 6x = 15 - 5 -2x = 10 x (-1) x = -5

2x = -10 x = 3)

1ª) traduzir o problema em linguagem matemática. 2ª) resolver a equação. 3ª) verificar a solução. Ex.: O dobro de um número mais 5 unidades é 27. Qual é o número?

2x = 10 x = 2)

Para se resolver um problema do 1º grau, são necessárias 3 fases:

7x - 3 (4x - 1) = 9 - 2 (3 - 3x) 7x - 12x + 3 = 9 - 6 + 6x 7x - 12x - 6x = 9 - 6 - 3 -11x = 0 x (-1) 11x = 0

x=

x=0

4)

INEQUAÇÃO DO 1º GRAU Inequação é uma sentença aberta que exprime a desigualdade entre duas expressões numéricas. O sinal de desigualdade, que pode ser: < (menor que); ≤ (menor ou igual); > (maior que); ≥ (maior ou igual), divide a desigualdade em duas partes chamadas membros. Ex.: x < 3 (x é menor que três);

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THATYML Matemática x ≤ 10 (x é menor ou igual a dez); x > 7 (x é maior que sete);

Resolve-se, separadamente, cada uma das inequações.

x > 4 (x é maior ou igual a quatro). Obs.: Para resolver uma inequação do 1º grau, devese proceder do mesmo modo que na equação do 1º grau, tendo-se o cuidado de inverter o sinal de desigualdade, se for preciso multiplicá-la por (-1). Ex.: 1) 4x - 3 > 2x +7 4x - 2x > 7 + 3 2x > 10 x >

⇒x>5

aberto em 5 (não é igual a 5)

V={x R/3<x<5} Interpretação gráfica

2)

3x - 8 ≤ 5x - 4 3x - 5x ≤ -4 + 8 -2x ≤ 4 x (-1) 2x ≥ -4 ⇒ x =

⇒ x ≥ -2

fechado em -2 (é igual a -2)

SISTEMA DE INEQUAÇÕES DO 1º GRAU O conjunto-solução (conjunto verdade) de um sistema de inequação é a intersecção dos conjuntos verdades das inequações que formam o sistema. Ex.: x ≥ 3 e x ≤ 10

V = { x ∈ R ⏐ 3 ≤ x ≤ 10 } = tal que V = conjunto dos valores de x que pertencem ao conjunto do reais, tal que x seja maior ou igual a 3 e menor ou igual a 10. (x pertence aos reais, tal que x é maior ou igual a 3 e x é menor ou igual a 10) Nota: Nas inequações, temos várias soluções; admitem vários valores para a incógnita. Sistema de inequações do 1º grau é qualquer conjunto de inequações. A solução do sistema é a solução comum a todas as inequações do sistema.

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EQUAÇÕES DO 2º GRAU As equações do 2º grau dividem-se em: INCOMPLETAS E COMPLETAS. Equações do 2º grau são todas as equações da forma ax2 + bx + c = 0, onde a ≠ 0, b e c são números quaisquer, e x é a incógnita ou variável. Os valores de x que satisfazem a equação ax2 + bx + c = 0, são chamados de raízes. a ⇒ coeficiente de x2, ou do termo do 2º grau. b ⇒ coeficiente de x, ou do termo do 1º grau. c ⇒ coeficiente do termo do grau zero, ou do termo independente de x. Ex.: 3x2 + 4x + 6 = 0, onde a = 3; b = 4; c = 6

Ex.: x2 - 8x + 12 = 0, onde a = 1, b = -8, c = 12 ∆ = b2 - 4ac ∆ = (-8)2 - 4 (1) (12) ∆ = 64 - 48 = 16

RESOLUÇÃO DAS EQUAÇÕES INCOMPLETAS 1º caso ⇒ b = 0 ax2 + c = 0 ⇒ ax2 = -c ∴ x2 =

ou x =

Observe que a equação só terá solução no conjunto dos números reais, quando a e c tiverem sinais contrários.

RAÍZES DA EQUAÇÃO x’ = 6 e x’’ = 2 Obs.: Raiz de uma equação é o valor da incógnita que torna a equação igual a zero.

x=

=

1

2º caso ⇒ c = 0 ax2 + bx = 0 Coloca-se x em evidência: x (ax + b) = 0 Para que o produto seja nulo, um dos fatores deve ser zero.

PROPRIEDADES DAS RAÍZES Chamaremos as raízes da equação por x1 e x2 ou x’ e x’’. a) Soma das raízes: Pela fórmula geral, temos:

Observe que, quando (c = 0), a equação admite uma, e somente uma, raiz nula. 3º caso ⇒ b = 0 e c = 0

Logo, expressamos a soma das raízes por:

b) Produto das raízes: Observe que, quando (b = c = 0), a equação admite duas raízes nulas. RESOLUÇÃO DA EQUAÇÃO COMPLETA Por ser uma equação do 2º grau, terá como solução 2 raízes. ax2 + bx + c = 0 ⇒ a, b, c são os coeficientes

Temos o produto da soma pela diferença (produtos notáveis)

Na fórmula geral, o radicando b2 - 4ac é chamado de discriminante, e representado pela letra grega ∆ (delta).

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THATYML Matemática ∆ = 0 ⇒ a equação admite 2 raízes reais e iguais c) 4x2 - 2x + 1 = 0, onde a = 4, b = -2, c = 1 ∆ = (-2) 2 - 4 (4) (1) ∆ = 4 - 16 = -12 ∆ < 0 ⇒ a equação não tem raízes reais Então o produto das raízes será: P = x1 . x 2 =

ou P =

Ex.: Calcule a soma e o produto das raízes das equações, sem resolvê-las:

TRINÔMIO DO 2º GRAU É toda expressão da forma ax2 + bx + c, onde a ≠ 0, b e c são números quaisquer, e x é a incógnita ou variável. Chamando o trinômio de y, teremos: y = ax2 + bx + c As raízes ou zeros do trinômio ax2 + bx + c são as mesmas raízes que as da equação: ax2 + bx + c = 0. Obs.: No trinômio, não podemos simplificar os coeficientes, e não podemos multiplicar por (-1).

COMPOSIÇÃO DA EQUAÇÃO DO 2º GRAU A partir das raízes, podemos compor a equação do 2º grau. Fórmula: x2 - Sx + P = 0, onde S é a soma das raízes e P é o produto das raízes. Ex.: Sejam 4 e 6 raízes de uma equação do 2º grau. Dê a equação. Resolução: S = 4 + 6 = 10 P = 4 x 6 = 24 Pela fórmula, temos x2 -Sx + P = 0 x2 - 10x + 24 = 0

DECOMPOSIÇÃO OU FATORAÇÃO DO TRINÔMIO DO 2º GRAU Seja o trinômio y = ax2 + bx + c. Fórmula: y = a (x - x’) (x - x’’) onde a é o coeficiente de x2 ; x’ e x’’ as raízes do trinômio Considerando o trinômio do 2º grau ax2 + bx + c, com a ≠ 0, e colocando a em evidência:

Se a equação ax2 + bx + c = 0 tem ∆ ≥ 0, então x1 e x2 são reais e diferentes entre si.

DISCUSSÃO DAS RAÍZES DA EQUAÇÃO DO 2º GRAU Seja a equação ax2 + bx + c = 0. Para acharmos as suas raízes, usamos a fórmula:

O radicando dessa fórmula, ou seja, b2 - 4ac, é chamado de discriminante da equação do 2º grau. Representaremos o discriminante pela letra grega ∆. Logo: ∆ = b2 - 4ac Conforme o valor de ∆, três casos podem ocorrer: 1º caso: ∆ > 0, duas raízes reais e desiguais, S = { x1, x2 } 2º caso: ∆ = 0, duas raízes reais e iguais, S = { x1 ou x2 } 3º caso: ∆ < 0, não admite raiz real, S = ∅

“se a equação ax2 + bx + c = 0 tem as raízes x1 e x2 (iguais ou diferentes entre si), então ela pode ser escrita na forma: a (x - x1) (x - x2) = 0, que é a forma fatorada da equação do 2º grau.” Ex.: Fatorar o trinômio x2 - 9x + 20 resolução: a = 1, b = -9, c = 20 ∆ = 92 - 4.1.20 = 1 então

Ex.: Analisar as raízes das equações, através do discriminante. a) 4x2 - 8x + 3 = 0, onde a = 4, b = -8, c = 3 ∆ = (-8) 2 - 4 (4) (3) ∆ = 64 - 48 = 16 ∆ > 0 ⇒ a equação admite 2 raízes reais e desiguais b) x2 + 12x + 36 = 0, onde a = 1, b = 12, c = 36 ∆ = (12) 2 - 4 (1) (36) ∆ = 144 - 144 = 0

x 2 - 9x + 20 = a (x - x 1) (x - x 2) = 1 (x - 4) (x - 5) = (x - 4) (x - 5) forma fatorada EQUAÇÕES NÃO PREPARADAS DO 2º GRAU São aquelas que, embora sendo do 2º grau, não se apresentam sob a forma ax2 + bx + c =0.

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THATYML Matemática Antes de resolvermos, devemos reduzi-las à forma ax2 + bx + c = 0. Ex.: 1) (x - 3) (2x - 1) + (x + 2) (2x + 1) = 17 Efetuando os produtos: 2x2 - x - 6x + 3 + 2x2 + x + 4x + 2 = 17 Reduzindo os termos semelhantes: 4x2 - 2X - 12 = 0 (:2) 2x2 - 6 = 0, onde, a = 2, b = -1, c = -6

m.m.c. (x + 1, x - 1) = x2 - 1 (x - 2) (x - 1) + (x - 3) (x + 1) = x2 - 1 x2 - x - 2x + 2 + x2 + x - 3x - 3 - x2 + 1 = 0 x2 - 5x = 0 x (x - 5) = 0 x=0 x-5=0⇒x=5 V = { 0, 5 }

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FUNÇÕES E GRÁFICOS Gráfico

1. Noções de Função Considere os diagramas abaixo:

 O gráfico de uma função polinomial do 1º grau, y = ax + b, com a ≠ 0, é uma reta oblíqua aos eixos Ox e Oy. Exemplo: Vamos construir o gráfico da função y = 3x - 1: Solução: Como o gráfico é uma reta, basta obter dois de seus pontos e ligá-los com o auxílio de uma régua: a) Para x = 0, temos y = 3 . 0 - 1 = -1; portanto, um ponto é (0, -1). b) Para y = 0, temos 0 = 3x - 1; portanto, x = outro ponto é (

,eo

, 0).

Marcamos os pontos (0, -1) e ( , 0) no plano carteCondições de existência: (1) Todos os elementos de x têm um correpondente em y. (2) Cada elemento de x tem um e somente um correspondente em y.

siano e ligamos os dois com uma reta.

Analisando os diagramas acima: O diagrama 1 não satisfaz a condição (1); o diagrama 5 não satisfaz a condição (2). Logo, somente os diagramas 2, 3 e 4 representam uma função. 2. Função do 1º Grau Definição Chama-se função do 1º grau, ou função afim, qualquer função dada por uma lei da forma:  f (x) = ax + b onde a e b são números reais dados e a ≠ 0. Na função f (x) = ax + b, o número a é chamado de coeficiente de x e o número b é chamado termo constante. Veja alguns exemplos de funções polinomiais do 1º grau: f (x) = 5x - 3, onde a = 5 e b = - 3 f (x) = -2x - 7, onde a = -2 e b = - 7 f (x) = 11x, onde a = 11 e b = 0

Já vimos que o gráfico da função afim y = ax + b é uma reta.  O coeficiente de x, a, é chamado coeficiente angular da reta e está ligado à inclinação da reta em relação ao eixo Ox.  O termo constante, b, é chamado coeficiente linear da reta. Para x = 0, temos y = a . 0 + b = b.  Assim, o coeficiente linear é a ordenada do ponto em que a reta corta o eixo Oy. Raiz de uma Função do 1º grau Chama-se zero ou raiz da função do 1º grau f (x) = ax + b, a ≠ 0, o número real x tal que f (x) = 0.

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EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

Temos: f (x) = 0 ⇒ ax + b = 0 ⇒ x = Vejamos alguns exemplos: 1) Obtenção do zero da função f (x) = 2x - 5: f (x) = 0 ⇒ 2x - 5 = 0 ⇒ x =

1) Construa o gráfico da função determinada por f (x) = x + 1: Solução: Atribuindo valores reais para x, obtemos seus valores correspondentes para y.

2) Cálculo da raiz da função g (x) = 3x + 6: g (x) = 0 ⇒ 3x + 6 = 0 ⇒ x = -2 3) Cálculo da abscissa do ponto em que o gráfico de h (x) = - 2x + 10 corta o eixo das abscissas:  O ponto em que o gráfico corta o eixo dos x é aquele em que h (x) = 0; então: h (x) = 0 ⇒ -2x + 10 = 0 ⇒ x = 5

O conjunto dos pares ordenados determinados é f = {(-2,-1),(-1,0),(0,1),(1,2),(2,3)}

Função Crescente e Decrescente

O gráfico fica:

Consideremos a função do 1º grau y = 3x - 1. Vamos atribuir valores cada vez maiores a x e observar o que ocorre com y: x aumenta

y aumenta Notemos que, quando aumentamos os valores de x, os correspondentes valores de y também aumentam. Dizemos, então, que a função y = 3x - 1 é crescente. Vamos considerar agora a função do 1º grau definida por: f (x) = -x + 1 Atribuindo valores reais para x, obtemos seus valores correspondentes para y.

 Repare que a = 1 > 0, portanto função crescente. 2) Construa o gráfico da função determinada por f (x) = - x + 1. Solução: Atribuindo valores reais para x, obtemos seus valores correspondentes para y.

Observe, que quando os valores de x aumentam, os valores correspondentes de y diminuem. Dizemos, então, que a função y = f (x) = - x + 1 é decrescente. Regra geral:  a função do 1º grau f (x) = ax + b é crescente quando o coeficiente de x é positivo (a > 0);

O conjunto dos pares ordenados determinados é f = {(-2,3),(-1,2),(0,1),(1,0),(2,-1)}

 a função do 1º grau f (x) = ax + b é decrescente quando o coeficiente de x é negativo (a < 0).

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 Note que o gráfico da função y = x +1, interceptará (cortará) o eixo x em -1, que é a raiz da função.

O gráfico fica:

5) Determine a raiz da função y = -x +1 e esboce o gráfico. Solução: Fazendo y = 0, temos: 0 = -x+1 ⇒ x = 1 Gráfico:

 Repare que a = - 1 < 0, portanto função decrescente. 3) Determine a função f (x) = ax + b, sabendo-se que: f (2) = 5 e f (3) = -10. Solução: Podemos escrever: f (2) = 5 ⇒ 5 = 2 . a + b (I) f (3) = - 10 ⇒ - 10 = 3.a + b (II)

 Note que o gráfico da função y = -x + 1, interceptará (cortará) o eixo x em 1, que é a raiz da função. 3. Inequações do Primeiro Grau

Subtraindo membro a membro as duas equações, tem-se: 5 - (- 10) = 2 . a + b - (3 . a + b) 5 + 15 = 2a + b - 3a - b ⇒ 15 = - a ⇒ a = -15.

Logo, a função procurada é: y = - 15x + 35.

Chama-se de inequação do primeiro grau, na incógnita x, qualquer sentença que pode ser expressa numa das seguintes formas: ax + b > 0 ax + b ≥ 0 ax + b < 0 ax + b ≤ 0 onde a e b são constantes reais, com a ≠ 0.

4) Considere a função dada pela equação y = x +1, determine a raiz desta função.

Para resolver uma inequação do primeiro grau, devemos lembrar de duas propriedades:

Solução: Basta determinar o valor de x para termos y=0

a) Quando multiplicamos todos os termos de uma inequação por um número positivo, devemos manter o sentido da desigualdade.

Substituindo o valor de a na equação (I) (poderia ser na (II), fica: 5 = 2 . (- 15) + b ⇒ b = 35.

Então, x +1= 0 ⇒ x = -1 Dizemos que -1 é a raiz ou zero da função.

Exemplo: - 3x > 15 Multiplicando todos os termos, por exemplo, por 5: - 15x > 75. Mantemos o sentido da desigualdade. b) Quando multiplicamos todos os termos de uma inequação por um número negativo, devemos inverter o sentido da desigualdade. Exemplo: -2x < 16 Multiplicando todos os termos, por exemplo, por - 3: 6x > - 48. Invertemos o sentido da desigualdade.

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Exemplos Resolvidos a) 3x - 5 > 13 Temos: 3x > 13 + 5 3x > 18 x>

, logo x > 6

S = {x

∈ R | x > 6}

b) - 3x - 5 > 13 Temos: -3x > 13 + 5 - 3x > 18 multiplicando os termos por -1, temos: 3x < -18 (invertemos o sentido!) x<

O ponto V representa o vértice da parábola e é a partir dele que determinamos todos os outros pontos. Coordenadas do Vértice A coordenada x do vértice da parábola pode ser determinada por:

 A coordenada y do vértice é obtida por:

 Exemplo: Determine as coordenadas do vértice da parábola y = x² - 4x + 3:

, logo x < -6 Solução: Temos: a = 1, b = - 4 e c = 3

S = {x ∈ R | x - 6} 4. Função do Segundo Grau A função do 2º grau, também denominada função quadrática, é definida pela expressão do tipo: y = f (x) = ax² + bx + c, onde a, b e c são constantes reais e a ≠ 0. Exemplos: a) y = x² + 3x + 2 (a = 1; b = 3; c = 2) b) y = x² (a = 1; b = 0; c = 0) c) y = x² - 4 (a = 1; b = 0; c = -4) Gráfico de uma Função do 2º grau: O gráfico de uma função quadrática é uma parábola. Exemplo: Construa o gráfico da função y = x²: Solução: Como na função do 1º grau, basta atribuir valores reais para x, obtendo seus valores correspondentes para y.

Resposta: As coordenadas do vértice são (2, -1). Raízes (ou zeros) da Função do 2º grau Denominam-se raízes da função do 2º grau os valores de x para os quais ela se anula, isto é:  y = f (x) = 0  Então, para acharmos as raízes da função do 2º grau, basta resolvermos a equação: ax2 + bx + c = 0 utilizando a fórmula de Bháskara.  As raízes da função do 2º grau são os valores de x onde a parábola “corta” o eixo x. Exemplo: na função y = x² - 4x + 3, que acima acabamos de determinar as coordenadas de seus vértices, as raízes da função serão x1 = 1 e x2 = 3. Vejamos o gráfico:

 Note que quando x = 1 e x = 3, a parábola intercepta (“corta”) o eixo x. 218

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Concavidade da Parábola a) quando a > 0, a concavidade da parábola está voltada para cima (boca para cima) e b) quando a < 0, a parábola está voltada para baixo (boca para baixo).

Notas:  Quando a concavidade está voltada para cima (a > 0), o vértice representa o valor mínimo da função.  Quando a concavidade está voltada para baixo (a < 0), o vértice representa o valor máximo da função. Esboço Gráfico Conforme o Valor do Discriminante

Exemplos: Vamos analisar os três casos: 1º) Quando o discriminante é igual a zero Quando o valor de ∆ = b2 – 4.a.c = 0, o vértice da parábola encontra-se no eixo x. A coordenada y será igual a zero. Exemplo: y = f (x) = x² + 2x + 1 x² + 2x + 1 = 0 ∆ = b2 – 4.a.c ⇒ ∆ = (2)2 – 4.1.1 ⇒ ∆ = 0 Logo, x1 = x2 = -1 As coordenadas do vértice serão V = (-1,0). Gráfico:

2º) Quando o discriminante é maior que zero Quando o valor de ∆ = b2 – 4.a.c > 0, a parábola intercepta o eixo x em dois pontos. (São as raízes ou zeros da função vistos anteriormente). Exemplo: y = f (x) = x² - 4x + 3 x² - 4x + 3 = 0 ∆ = b2 - 4.a.c ⇒ ∆ = (-4)2 - 4 .1 . 3 ∆ = 16 - 16 = 4 > 0 As raízes são: x1 = 1 e x2 = 3 Gráfico:

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3°) Quando o discriminante é menor que zero Quando o valor de ∆ = b2 - 4.a.c < 0 , a parábola não intercepta o eixo x. Não há raízes ou zeros da função. Exemplo: y = f (x) = x² -x + 2 x² - x + 2 = 0 ∆ = b2 - 4 . a . c ⇒ ∆ = (-1) 2 - 4 . 1 . 2 ⇒∆=1-8=-7<0 Gráfico:

Resumindo:

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5. Inequações do Segundo Grau Inequações do segundo grau são aquelas que podem ser expressas na forma f (x) > 0, f (x) < 0, f (x) ≥ 0 e f(x) ≤ 0, onde f(x) é uma expressão do segundo grau na variável x.

3) Resolver a inequação x² - 4x + 3 > 0 Solução: Esboçando o gráfico de f(x) = x² - 4x + 3 temos:

 Resolver uma inequação é obter todos os valores de x que satisfazem a inequação.  Para resolver uma inequação do segundo grau, basta fazer o esboço gráfico da função correspondente. Vejamos os seguintes exemplos: 1) Resolver a inequação: x² -x + 2 > 0 Solução: Esboçando o gráfico de f (x) = x² - x + 2, temos:

Observando esse gráfico, concluímos que f (x) > 0 para x > 3 ou para x < 1 S = { x ∈ R / x > 3 ou x < 1 } 4) Resolver a inequação x² - 4x + 3 < 0 Solução: Pelo mesmo gráfico do exemplo anterior, concluímos que f(x) < 0 para 1 < x < 3 S={x∈R/1<x<3}

É fácil observar pelo gráfico que f (x) > 0 para qualquer valor de x S - { x ∈ R} 2) Resolver a inequação: x² - x + 2 < 0 Solução: pelo mesmo gráfico do exemplo anterior, concluímos que f(x) = x² - x + 2 nunca assume valores negativo, portanto, S = Ø

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SEQÜÊNCIAS NUMÉRICAS E PROGRESSÕES ARITMÉTICAS E GEOMÉTRICAS SUCESSÕES OU SEQÜÊNCIAS 01. Definição É um conjunto ordenado de elementos.

3 + 15 = 5 + 13 = 7 + 11

Exemplos: 1. (janeiro, fevereiro, ..., dezembro) 2. (3, 7, 11, ...) Obs.: A seqüência do exemplo 2 é uma seqüência numérica. 02. Termos de uma Sucessão Abreviadamente, numa sucessão, representamos: a1 → o 1º termo (a índice 1) a2 → o 2º termo (a índice 2) an → o enésimo termo (a índice n), para indicar a posição do termo na sucessão.

Termo Geral da P.A. Seja a P.A. ( a1 , a2 , a3 , ... , an-1 , an ) Sabemos que: a2 = a1 + r a3 = a2 + r = a1 + r + r = a1 + 2r a4 = a3 + r = a1 + 2r + r = a1 + 3r ............................................................ an = a1 + ( n - 1) r Exemplo: Calcular o 14º termo da P.A. ( 5 , 2 , -1 , ... )

03. Lei de Formação de uma Seqüência

Solução:

As seqüências matemáticas que obedecem a uma lei de formação são muito importantes. Podemos, por meio dela, encontrar qualquer um de seus termos.

an = a1 + (n - 1) r

Exemplos: Escrever a seqüência sabendo-se que an = 2n+1 Solução: n = 1→ a1 = 2 . 1 + 1 = 3 n = 2→ a2 = 2 . 2 + 1 = 5 n = 3→ a3 = 2 . 3 + 1 = 7 (3 , 5 , 7 , ... , 2n + 1) 04. PROGRESSÃO ARITMÉTICA Definição: Uma seqüência é uma P.A. se, e somente se, cada termo (a partir do segundo) for igual ao anterior somando com uma constante chamada razão (r). Exemplos: 01. ( 3 , 5 , 7 , ... ) a1 = 3 r = 5 – 3 = 2 P.A. crescente

a1 = 5 ; n = 14 ; r = 2 - 5 = -3 a14 = 5 + (14 - 1) . (-3) = 5 + 13 (-3) = 5 - 39 = -34 Soma dos termos da P.A. Seja a P.A. ( a1 , a2 , a3 , ... , an-1 , an ) Já vimos que a2 + an-1 = a1 + an a3 + an-2 = a1 + an Então: 1 - sn = a1 + a2 + a3 + ... + an-2 + an-1 + an OU 2 - sn = an + an-1 + an-2 + ..., + an-3 + a2 + a1 Somando 1 e 2, obtemos: 2sn = (a1 + an) + (a2 + an-1) + (a3 + an-2) + ... + (an-2 + a3) + (an-1 + a2) + (an + a1) 2sn = ( a1 + an ) + ( a1 + an )+ ... +( a1 + an ) = ( a1 + an ) n Sn =

02. ( 7 , 4 , 1 , ... ) a1 = 7 r = 4 - 7 = -3 P.A. decrescente Obs.: I. r > 0 → a P.A. é crescente r < 0 → a P.A. é decrescente II. r = a2 - a1 = a3 - a2 = an - an-1

05. PROGRESSÃO GEOMÉTRICA Definição: Uma seqüência de números não nulos é uma P.G. se, e somente se, cada termo (a partir do segundo) for igual ao anterior multiplicado pela razão (q). Exemplos:

03. Tomando-se três termos consecutivos, o do meio é a média aritmética dos outros dois. ( 3 , 5 , 7 , 9 , ... )

02. (64, 32, 16, 8, ...) → q = 64 → q =

04. A soma dos extremos de P.A. finita, é igual à soma de dois termos eqüidistantes dos extremos.

01. (8, 16, 32, 64, ...) → a1 = 8 → q =

Obs.: I. a1 > 0 e q > 1 ou a1 < 0 e 0 < q < 1 a P.G. é crescente a1 < 0 e 0 < q < 1 ou a1 > 0 e q > 1 a P.G. é decrescente

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THATYML Matemática q < 0 → a P.G. é alternante II. q = III. Tomando-se três termos consecutivos, o do meio é a média geométrica dos outros dois. ( 8 , 16 , 32 , 64 , ... ) 16 = IV. O produto dos extremos de uma P.G. finita, é igual ao produto de dois termos equidistantes dos extremos.

16 x 64 = 32 x 32 = 8 x 128 Termo Geral da P.G. Seja a P.G. ( a1 , a2 , a3 , ... , an-1 , an ) Sabemos que: a2 = a 1 q a3 = a2q = a1 q.q = a1q2 a4 = a3q = a1 q2.q = a1q3 ................................................................ an = a1 qn-1 Exemplo: Calcular o sexto termo da P.G. ( 3, -6 , 12 , -24 , ... ) Solução: a1 = 3 ; n = 6 ; q =

= -2 ; an = a1qn-1

a6 = 3 (-2)6-1 = 3 (-2)5 = 3 (-32) = -96 SOMA DOS TERMOS DA P.G. FINITA Seja a P.G. (a1, a2, a3, ... , an-1, an) Já vimos que a2 = a 1 q a3 = a1q2 an = a1qn-1 Então: Sn = a1 + a2 + a3 + ... + an-2 + an-1 + an ou Sn = a1 + a1q + a1q2 + ... + a1qn-3 + a1qn-2 + a1qn-1 qSn = a1q + a1q2 +a1q3 + ... +a1qn-2 + a1qn-1 + a1an qSn - Sn = a1qn – a1 Sn ( q-1) = a1 ( qn –1) → Sn = Obs.: A soma dos termos de uma P.G. infinita é dada por: S = Exemplo: Determinar a soma dos termos da P.G. Degrau Cultural

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JUROS SIMPLES Cálculo de Juros Simples Para chegarmos à fórmula de juros simples, vamos partir de um exemplo concreto. Suponha que você tenha aplicado o capital inicial 600 (vamos ignorar a unidade monetária para simplificar), à taxa de juros 5% a.m., durante o prazo de 1 ano. Quanto receberá de juro no resgate da aplicação? É fácil: se a taxa de juros é de 5% a.m. e o regime de capitalização é de juros simples, significa que por mês você receberá 5% do capital inicial a título de juros (lembre-se: o que caracteriza o regime de juros simples é fato de o juro ser sempre calculado sobre o capital inicial). Logo, em cada mês você receberá 5% de 600, que é igual a

vezes 600, que é igual a

A título de curiosidade, podemos adiantar que também existe o fator de acumulação de capital para juros compostos, com uma estrutura parecida com a do fator dos juros simples: (1 + i)n. A diferença, no caso, é que o n é um expoente. Mas para calcular o montante a juros compostos procedemos da mesma maneira: multiplicamos o capital pelo respectivo fator de acumulação. Assim, no caso de juros compostos, a fórmula do montante é M = C (1+i)n. É comum colocarmos um índice “n” nos juros e no montante para indicarmos que aqueles juros e aquele montante estão sendo calculados até o enésimo período. Assim, podemos indicar as fórmulas anteriormente apresentadas com a seguinte notação:

, que,

por sua vez, é igual a 30. Se em um mês você ganha 30 de juro, quanto ganhará em um ano? Como um ano tem doze meses, você ganhará dozes vezes mais, ou seja: 12 x 30 = 360. No resgate da aplicação, você ficará com um montante de 960 (600 de capital inicial mais 360 de juro). Vamos fazer uma retrospectiva dos cálculos realizados. Como é que você fez para calcular os juros? Inicialmente você pegou a taxa de juros (i) e multiplicou pelo capital (C); em seguida, multiplicou esse resultado pelo número de períodos mensais contidos no prazo anual (n). Ora: essa é a fórmula de juros simples – para calcular juros simples basta multiplicar a taxa de juros i pelo capital C e pelo número de períodos n contidos no prazo de aplicação. Em linguagem algébrica, escrevemos que:

J=C.i.n Esta fórmula é importantíssima. Trate de memorizá-la. Vejamos agora como é que calculamos o montante: pegamos o capital inicial e somamos com o juro, isto é:

M=C+J Uma vez que J = C.i.n, podemos escrever que

M = C + C.i.n Observe que no lado direito do sinal de igual há um fator comum, a variável C, que pode ser colocada em evidência, ficando a fórmula com o seguinte aspecto:

M = C (1 + in) Eis outra fórmula importante que você terá que memorizar: ela ensina a calcular diretamente o montante no regime de juros simples. O fator (1 + in) é chamado de FATOR DE ACUMULAÇÃO DE CAPITAL para juros simples (também guarde isto). Para calcular o montante a juros simples, basta multiplicar o capital C pelo fator de acumulação de capital (1 + in).

Jn = C.i.n Mn = C (1 + in) Gostaríamos de chamar sua atenção para outro ponto importante: você percebeu que na hora em que calcularmos o juro total que a aplicação rendeu precisamos converter o prazo de 1 ano em doze meses? Fizemos isto porque a periodicidade da taxa era mensal e o prazo era anual. Sempre que o prazo de aplicação for fornecido numa unidade de medida de tempo diferente da periodicidade da taxa de juros, você terá que convertêlo para a mesma unidade, pois a letra n, nas fórmulas acima, representa o prazo de aplicação quando medido com a mesma unidade de medida de tempo da taxa de juros. Em outras palavras, n é o número de períodos da taxa de juros contidos no prazo de aplicação. Mais uma observação importante: no regime de capitalização a juros simples, os juros são incorporados ao capital somente no final do prazo de aplicação e não no final de cada período. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Calcular o montante produzido por um capital de 6.000, aplicado a uma taxa de juros de 8% a.a., pelo prazo de 2 anos. SOLUÇÃO: Temos que: M=? C = 6.000 i = 8% a.a. = 0,08 a.a. t (prazo) = 2 anos No exemplo apresentado, a unidade de tempo adotada para medir a periodicidade da taxa de juros já é igual à do prazo t. Então podemos escrever diretamente que n = 2. J=Cin J = 6.000 . 0,08 . 2 J = 960 M = C + J = 6.000 + 960 = 6.960 Poderíamos calcular o montante diretamente utilizando a fórmula: M = C (1 + in). O resultado é o mesmo: M = 6.000 ( 1 + 0,08 . 2)

M = 6.000 . 1,16 M = 6.960

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02. Calcular o montante produzido por um capital igual a 10.000 durante 3 anos, considerando o regime de juros simples a um taxa de 5% a.t. SOLUÇÃO: Verifique que o prazo é anual e a taxa é trimestral. Para que possamos calcular os juros é necessário que adotemos a mesma unidade de tempo para a taxa de juros e para o prazo. Iremos converter o prazo, portanto, em trimestres. M=? C = 10.000 t = 3 anos = 12 trimestres (pois cada ano tem 4 trimestres) ⇒ n = 12 i = 5% a.t. = 0,05 a.t. M = C (1 + in) M = 10.000 (1 + 0,05 . 12) = 10.000 (1 + 0,6) M = 16.000 Existe uma outra possibilidade: poderíamos, também, converter a taxa trimestral em anual, e manteríamos o prazo em anos. Neste caso, n ficaria sendo igual a 3 e a taxa i seria dada por: i = 5% a.t. = 20% a.a. (se em um trimestre a aplicação rende 5%, em um ano, que são quatro trimestres, renderá 4 vezes mais, ou seja: 20%). Poderíamos, então, escrever: M = C (1 + in) = 10 000 (1 + 0,20 . 3) = 10 000 (1,6) = 16 000 03. A taxa de juros simples anual que faz com que um capital aumente em 50% no fim de 5 anos é igual a: a) 30% d) 5% b) 25% e) 10% c) 15% SOLUÇÃO: O prazo é de 5 anos. Como o problema pergunta sobre a taxa anual, não precisamos fazer nenhuma transformação e n = 5. Se o capital aumentou de 50% (metade), então o montante é uma vez e meia o capital inicial: M = 1,5 C O montante, entretanto, é dado pela fórmula: M = C (1 + in) ou C (1 + in) = M Considerando-se que M = 1,5 C, decorre que C (1 + in) = 1,5 C Simplificando C dos dois lados, vem 1 + in = 1,5 → in = 1,5 - 1 in = 0,5 Como n = 5, i.5 = 0,5 i = 0,1 = 0,10 = 10% ao ano (claro! se o capital aumentou 50% em 5 anos, então em cada ano ele aumentou 10%, ou seja, a taxa anual é 10%)

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JUROS COMPOSTOS Conceito Antes de começarmos a estudar juros compostos, a título de comparação faremos uma pequena revisão do regime de capitalização simples. Nos capítulos anteriores, vimos que os juros simples apresentam as seguintes características:

M3 = 1 061,21 Verifique que o montante do primeiro período foi utilizado para o cálculo do juro do segundo período e assim sucessivamente.

1. são calculados sobre o capital inicial;

Fórmula do Montante a Juros Compostos Vamos supor a aplicação de um capital C, durante n períodos, a uma taxa de juros compostos i ao período.

2. são diretamente proporcionais ao prazo (ou número de períodos), ao capital aplicado e à taxa de juros da aplicação;

Calculemos o montante M n no final dos n períodos utilizando o mesmo processo do exemplo anterior, ou seja, período a período.

3. são adicionados ao capital inicial no final do prazo, formando o montante. Em suma,

Js = C.i.n Ms = C (1+in) No regime de juros compostos os juros são capitalizados não no final do prazo e sim no final de cada período, ou seja, o juro do primeiro período é adicionado ao capital inicial e sobre esse montante é calculado o juro do segundo período que por sua vez será adicionado ao montante anterior para que se calcule o juro do período seguinte, e assim sucessivamente.

M1 = C (1 + i) M2 = M1 (1 + i) = C (1 + i) . (1 + i) = C (1 + i)2 M3 = M2 (1 + i) = C (1 + i)2. (1 + i) = C (1 + i)3

Vamos a um exemplo: Você aplicou 1.000,00 em uma instituição financeira a uma taxa de juros de 2% a.m., capitalizados mensalmente, durante 3 meses. Vamos calcular o montante M3 no final desse prazo.

Para o montante do segundo período, encontramos: M2 = C (1 + i)2

Veja que, para o montante do primeiro período, a expressão fica: M1 = C (1 + i)

Para o montante do terceiro período, M3 = C (1 + i)3 É fácil concluir que a fórmula do montante do enésimo período será:

Mn = C (1 + i)n

Temos que: C = 1 000 i = 2% a.m. = 0,02 a.m. n = 3 (capitalização mensal)

O fator (1 + i)n é chamado de FATOR DE ACUMULAÇÃO DO CAPITAL para juros compostos, ou ainda, FATOR DE CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA, sendo freqüentemente indicado pela letra an. Como vimos anteriormente, ele guarda alguma semelhança com o fator de acumulação de capital para juros simples, dado pela expressão (1 + in). Tanto no regime de juros simples como no regime de juros compostos, o montante é dado pelo produto do capital pelo respectivo fator de acumulação.

Então, o montante M1 no final do primeiro período será dado por: M1 = 1 000 (1 + 0,02) M1 = 1 000 . 1,02 M1 = 1 020 O montante M2 no final do segundo período será dado por:

A fórmula dos juros compostos acumulados ao final do prazo é obtida a partir da fórmula geral de juros, conforme segue:

M2 = 1 020 (1 + 0,02) M2 = 1 040,40

Colocando C em evidência, obtemos:

O montante M3 no final do terceiro período será dado por: M3 = 1 040,40 (1 + 0,02)

J=M-C J = C (1 + i )n - C

Jn = C [( 1 + i )n - 1] Como saber se um problema é de juros simples ou de juros compostos?

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THATYML Matemática Essa dúvida é freqüente quando iniciamos o estudo da matemática financeira. Existem determinadas expressões que indicam o regime de capitalização composta, tais como: • juros compostos • capitalização composta • montante composto • taxa composta de X% a.a. (indica juros compostos com capitalização anual) • taxa de X% a.m. capitalizados bimestralmente (indica juros compostos com capitalização a cada bimestre) A principal diferença entre o regime simples e o composto, entretanto, é que, em juros compostos, é necessário que saibamos, através do enunciado do problema, o período das capitalizações. Em juros simples podíamos escolher o período de capitalização que nos conviesse, por exemplo: se a taxa fosse de 24% a.a. e o prazo de 18 meses, poderíamos transformar a taxa para mensal (2% a.m.) e usar o prazo em meses, ou transformar o prazo em anos (1,5 anos) e utilizar a taxa anual. Em juros compostos não podemos fazer isso, pois o problema dirá como devemos CAPITALIZAR A TAXA, ou seja, se os períodos serão mensais, anuais etc. Normalmente, do lado da taxa deve vir a indicação de como ela deve ser CAPITALIZADA ou COMPOSTA. Se o período das capitalizações não coincidir com o da taxa, devemos calcular a taxa para o período dado pela capitalização, utilizando o conceito de TAXAS PROPORCIONAIS. Exemplos: • Dada uma taxa de 48% ao ano CAPITALIZADA MENSALMENTE, devemos transformá-la em uma taxa igual a 4% ao mês. • Dada a taxa de 48% ao ano CAPITALIZADA SEMESTRALMENTE, devemos transformá-la em uma taxa de 24% ao semestre. Se não houver nenhuma indicação de como a taxa deva ser capitalizada ou nenhuma referência a regime composto, presumimos que o regime de capitalização seja simples. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 01. Uma pessoa faz uma aplicação no valor de 10 000 durante 11 meses, a uma taxa de juros de 5% a.m. capitalizados mensalmente. Calcular o montante no final do prazo. RESOLUÇÃO: C = 10.000 prazo (t) = 11 meses; como a capitalização é mensal, n = 11 i = 5% a.m. = 0,05 a.m. M = C (1 + i)n M = 10 000 (1 + 0,05)11

a) b)

O problema está em calcular o fator de acumulação do capital. Não se desespere, esse valor é dado pelo examinador: no início da prova; exemplo: (1,05)11 = 1,7103; ou por meio de uma tabela financeira, semelhante ao modelo a seguir; nessa tabela, o valor do fator de acumulação de capital que procuramos pode ser

facilmente encontrado no cruzamento da coluna i = 5% com a linha n = 11:

TABELA DE JUROS COMPOSTOS valores de an = (1 + i)n

No final deste capítulo fornecemos uma tabela financeira mais completa. Voltando ao cálculo do montante: M = 10 000 . 1,710339 (você deve utilizar todas as casas decimais fornecidas para o fator)  M = 17 103,39 02. Calcular o montante de um capital de R$ 100,00 aplicado a juros compostos de 60% a.a., capitalizados mensalmente, durante um ano. Resolução: Temos que: C = 100 i = 60% a.a. capitalizados mensalmente prazo de aplicação (t) = 1 ano = 12 meses Este exemplo traz uma novidade importantíssima. Como já dissemos anteriormente, em juros compostos é fundamental que se diga qual o período de capitalização dos juros. Vimos, também, que nem sempre ele coincide com a periodicidade da taxa. Neste exercício, por exemplo, a taxa é anual mas a capitalização é mensal. Precisamos determinar, a partir da taxa dada, uma outra taxa que tenha periodicidade idêntica ao período da capitalização, e fazemos isto, como já foi dito, utilizando o conceito de TAXAS PROPORCIONAIS. Exemplo: se o examinador der uma taxa nominal de 36% a.a. e disser que deve ser capitalizada mensalmente, devemos determinar a taxa mensal proporcional à taxa de 36% a.a., ou seja, 3% a.m. – é este valor que utilizaremos na fórmula do montante composto. Se ele der a mesma taxa nominal de 36% a.a., mas disser que deve ser capitalizada semestralmente, deveremos agora calcular a taxa semestral proporcional à taxa de 36% a.a., isto é, 18% a.s. No nosso exemplo, a taxa é de 60% a.a. , com capitalização mensal; logo, considerando que um ano tem doze meses, a taxa proporcional mensal será um doze avos da taxa nominal, ou seja: i = 60% a.a. = 5% a.m. = 0,05 a.m. Neste caso, dizemos que a taxa de juros de 60% a.a. fornecida é uma TAXA NOMINAL.

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THATYML Matemática TAXA NOMINAL A taxa nominal tem a desvantagem de não poder ser introduzida diretamente na fórmula do montante composto pois possui período diferente do da capitalização. Outro cuidado que você deve tomar é com o prazo. Da mesma forma que a periodicidade da taxa, o prazo de aplicação também deve estar expresso na mesma unidade de medida de tempo do período de capitalização. Assim, se a capitalização é mensal, o prazo tem que ser expresso em meses, se a capitalização é trimestral, o prazo tem que ser expresso em trimestres etc. No prazo de um ano fornecido no enunciado do exercício, temos 12 períodos mensais, logo n = 12. Aparadas todas estas arestas, podemos agora calcular o montante: M = C (1 + i)n M = 100 (1 + 0,05)12 Devemos ir à tabela fornecida anteriormente, onde iremos verificar que, para i = 5% e n = 12, (1 + 0,05)12 = 1,795856 Logo, M = 100 . 1,795856 M = R$ 179,59 Após ter certeza de que compreendeu os exemplos anteriores, leia as observações abaixo e reflita sobre elas. a) Se em vez de juros compostos, o problema anterior fosse de juros simples, de quanto seria o montante? Resposta: seria de R$ 160,00. Por quê? Porque o montante de um capital igual a R$ 100,00, aplicado a juros simples de 60% a.a. durante um ano é dado por: M = C (1 + in) M = 100 (1 + 0,60.1) = 160,00 Por que o montante a juros compostos é maior? Porque a cada mês o juro é adicionado ao capital, produzindo um montante que será utilizado para calcular o juro do período seguinte. Portanto, calculamos juros sobre juros. Para deixarmos ainda mais clara a diferença entre o regime simples e o composto, montamos a tabela abaixo, mostrando como ficam os montantes intermediários, em cada mês, de R$ 100,00 aplicados a 5% a.m., nos dois regimes:

b) Veja que, apesar de a taxa nominal ser igual a 60% a.a., o capital, em um ano, aumentou de 79,59%, pois passou de 100,00 para 179,59. Daí se conclui que a taxa nominal (60% a.a.) é apenas uma taxa de referência. Deve ser capitalizada de acordo com o período determinado pelo problema. A taxa produzida na capitalização da taxa nominal é chamada de TAXA EFETIVA DE JUROS. Portanto uma taxa nominal de 60% a.a., capitalizada mensalmente, produz uma taxa efetiva anual de 79,59%. c) Outra coisa importante é que, para uma mesma taxa nominal, se mudarmos o período de capitalização, a taxa efetiva também mudará. Imagine que, no nosso exemplo, a taxa continue a ser de 60% a.a., mas com capitalização trimestral. Neste caso, considerando-se que em um ano temos quatro trimestres, escreveremos que: i = 15% a.t. = 0,15 a.t. n=4 O montante composto será dado por: M = C (1 + i)n M = 100 (1 + 0,15)4 M = 100 x 1,749006 M = R$ 174,90 O montante foi menor porque diminuímos o número de capitalizações (antes elas estavam sendo feitas a cada mês; agora, de três em três meses). A taxa efetiva nesse caso será igual a 74,90% a.a. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS 03. Calcular o montante de um capital de R$ 8 000,00 aplicado a uma taxa de 16% a.a., com capitalização semestral, durante 20 anos e 6 meses. Resolução: Como a capitalização é semestral, é necessário transformar a taxa anual em semestral e expressar o prazo em semestres C = 8 000 i = 16% a.a. (taxa nominal) ⇒ i = 8% a.s. t = 20 anos e seis meses = 41 semestres ⇒ n = 41 M = C (1 + i)n M = 8 000 (1 + 0,08)41 Vamos na tabela no final deste capítulo e ... não tem n = 41. Na tabela dada, n só vai até 30. O que fazer? Simples, utilize o seu conhecimento sobre potências de mesma base: (1 + 0,008)41 = (1 + 0,008)30 . (1 + 0,008)11 (1 + 0,008)41 = 10,06266 . 2,331639 = 23,462490 M = 8 000 . 23,462490 M = 187 699,92

TAXA REAL A taxa real expurga o efeito da inflação. Um aspecto interessante sobre as taxas reais de juros é que, elas podem ser inclusive, negativas! 228

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THATYML Matemática Vamos encontrar uma relação entre as taxas de juros nominal e real. Para isto, suponha que um determinado capital P é aplicado por um período de tempo unitário, a uma certa taxa nominal in. O montante S1 ao final do período será dado por S1 = P(1 + in). Consideremos agora que durante o mesmo período, a taxa de inflação (desvalorização da moeda) foi igual a j. O capital corrigido por esta taxa acarretaria um montante S2 = P (1 + j). A taxa real de juros, indicada por r, será aquela que aplicada ao montante S2 , produzirá o montante S1. Poderemos então escrever: S1 = S2 (1 + r) Substituindo S1 e S2 , vem: P(1 + in) = (1+r). P (1 + j) Então: (1 + in) = (1+r). (1 + j), onde: in = taxa de juros nominal j = taxa de inflação no período r = taxa real de juros Observe que se a taxa de inflação for nula no período, isto é, j = 0, teremos que as taxas nominal e real são coincidentes. Veja o exemplo a seguir: Numa operação financeira com taxas pré-fixadas, um banco empresta $120.000,00 para ser pago em um ano com $150.000,00. Sendo a inflação durante o período do empréstimo igual a 10%, pede-se calcular as taxas nominal e real deste empréstimo. Teremos que a taxa nominal será igual a: in = (150.000 – 120.000)/120.000 = 30.000/120.000 = 0,25 = 25% Portanto in = 25% Como a taxa de inflação no período é igual a j = 10% = 0,10, substituindo na fórmula anterior, vem: (1 + in) = (1+r). (1 + j) (1 + 0,25) = (1 + r).(1 + 0,10) 1,25 = (1 + r).1,10 1 + r = 1,25/1,10 = 1,1364 Portanto, r = 1,1364 – 1 = 0,1364 = 13,64%

EXERCÍCIO: $100.000,00 foi emprestado para ser quitado por $150.000,00 ao final de um ano. Se a inflação no período foi de 20%, qual a taxa real do empréstimo? RESPOSTA : 25% TAXA APARENTE Segundo Carlos Patrício Samanez1, “a taxa aparente (chamada nominal nas transações financeiras e comerciais) é aquela que vigora nas operações correntes. Usaremos a expressão taxa aparente para diferenciá-la da taxa nominal (taxa com mais de uma capitalização por período referencial).” 1

Carlos Patrício Samanez – Matemática Financeira – Makron Books - página 189-190

“As taxas reais diferenciam-se das taxas aparentes pela depuração destas dos efeitos da alta geral de preços.” “A taxa real é o rendimento ou custo de uma operação, seja de aplicação ou captação, calculado após serem expurgados os efeitos inflacionais.” “As taxas aparente e real relacionam-se da seguinte forma: (1 + i) = (1 + ir) x (1+ I) Onde: i = taxa aparente ; ir = taxa real, I = taxa de inflação.” O fator (1 + i)n é chamado fator de valor futuro ou fator de capitalização, sendo encontrado em tabelas financeiras.

TÁBUA I FATOR un ou (1 + i)n A taxa de juros deve ser sempre referida à mesma unidade de tempo do período financeiro. O ato de se juntar o juro produzido ao capital que o produziu chama-se CAPITALIZAÇÃO. CÁLCULO DO MONTANTE CÁLCULO DO MONTANTE PARA n INTEIRO A tabela financeira, de dupla entrada, fornece os valores do fator de capitalização, de acordo com os valores de i e n, prevendo 4 casos possíveis: 01. i e n encontramos na tabela: Seja calcular o montante de R$ 10.000, aplicado a juros compostos a 5% a.m., durante 1 ano e 5 meses, com capitalização mensal. C = 10.000 r = 5% a.m. i = 0,05 n = 17 meses Cn = C (1 + i) n Cn = 10.000 ( 1 + 0,05)17 Cn = 10.000 x 2,292018 Cn = 22.920,18 02. i encontrado na tabela e n acima do limite de tábua: Nesse caso é sempre possível desdobrar n numa soma de parcelas, todas inferiores ao limite da tabela. Seja, por exemplo, calcular o montante de R$ 8.000 a juros compostos de 4% ao trimestre, durante 20 anos e 6 meses, sendo a capitalização semestral. C = 8.000 r = 4% a t = 8% a. s. i = 0,08 n = 20a e 6m n = 41 semestres É fundamental, sempre a adaptação do tempo e taxa ao período de capitalização. Cn = 8.000 (1 + 0,08) 41 Como o limite da tabela é 24 períodos: Cn = 8.000 (1 + 0,08) 24 + 17 Cn = 8.000 (1 + 0,08) 24 x (1 + 0,08) 17 Cn = 8.000 x 6,341180 x 3,700018 Cn = 187.669,84 03. n encontrado na tabela e i, fracionário, não encontrado: Nesse caso o fator de capitalização é calculado por interpolação linear, na própria tabela financeira.

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THATYML Matemática Seja, por exemplo, calcular o montante de R$ 200.000,00 à taxa de

ao trimestre, no fim de 1 ano, com capita-

lização trimestral. C = 200.000

r = 6,4 % a. t. i = 0,0064 n = 1 ano 4 trimestres Cn = 200.000 (1 + 0,064)4 Tabela Financeira para 4 períodos O cálculo do capital, taxa e tempo não oferece dificuldade, como será visto nas aplicações abaixo:

x = 0,019192 0,019192 1,262476 + 1,281668 → (1 + 0,064)4 Cc = 200.000 x 1,281668 Cn = 256.333,60 04. i e n encontramos na tabela: Esse caso é resolvido pela fusão do 2º e 3º casos. Seja calcular o montante de R$ 2.000,000 à taxa de a. s., no fim de 16 anos, capitalizando semestralmente. C = 2.000

01. Cálculo de C: Dados: Cn = 12.000; r = 8% a. m; n = 5m; C = ? (cap. mensal) Cn = C (1 + i)n 12.000 = C (1 + 0,08)5 C= C = 8,166,99 02. Cálculo de i : Dados: Cn = 12.000; C = 8.166,99; n = 5m; r = ? (cap. mensal) Cn = C (1 + i)n 12.000 = 8.166,99 (1 + i)5 (1 + i)5 = (1 + i)5 = 1,469330 Consultando a T.F.I. na linha correspondente a 5 períodos, encontra-se o fator 1,469.329, cuja taxa é 8%. Então: r = 8% a. m. 03. Cálculo de n: Dados: Cn = 12.000; C = 8.166,99; r = 8% a. m.; n = ? (cap. mensal) Cn = C (1 + i)n ( 1 + 0,08)n = (1 + 0,08)n = 1,469330 Consultando a T.F.I. na coluna correspondente a 8%, encontra-se o fator 1,469329, cujo número de períodos é 5. Então n = 5 meses.

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THATYML Matemática CÁLCULO DO MONTANTE n FRACIONÁRIO São duas as convenções adotadas para o cálculo do montante nesses casos: CONVENÇÃO LINEAR e CONVENÇÃO EXPONENCIAL. Pela CONVENÇÃO LINEAR, em capital C, aplicado à taxa i rende juros compostos durante a parte inteira de períodos, produzindo esse montante, juros simples durante fração de períodos.

Ex.: Seja calcular o montante composto do capital R$ 15.000,00, a taxa de 2% a.m., durante 4 anos e 2 meses, com capitalização trimestral.

Cn = 39.629,48 Pela CONVENÇÃO EXPONENCIAL, um capital C aplicado a taxa i rende juros compostos durante a parte inteira de períodos, rendendo o montante obtido, também juros compostos, a taxa equivalente a taxa i, relativa a cada fração do período durante os períodos menores.

Ex: calcular o montante composto do capital R$ 15.000,00 à taxa 2% a. m. durante 4 meses e 2 meses, com capitalização trimestral. C = 15.000, r = 2% a.m. ∴ r = 6% a. t., n = 16 + Cn = 15.000 x 2,540352 x (1 + 0,06) 2/3 Cn = 15.000 x 2,540352 x (1 + 0,06) 2/3 Cn = 15.000 x 2,540352 x 1,039610 Cn = 39.614,63

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ATUALIDADES Internacional Globalização A partir do final da Segunda Guerra Mundial (1945), o desenvolvimento capitalista acelerou-se progressivamente. O geógrafo Milton Santos chamou este processo de aceleração contemporânea. Outros identificam neste momento uma Terceira Revolução Industrial com a espantosa expansão dos setores de alta tecnologia, onde a ciência e a informação são fundamentais para a reprodução do capital. Especialmente a partir da década de 1990, o processo de globalização ficou cada vez mais em evidência. A globalização constitui uma nova fase de expansão do capitalismo financeiro e monopolista no espaço geográfico mundial. Os principais agentes da globalização são as empresas transnacionais, os grandes bancos internacionais, os governos dos principais países desenvolvidos e emergentes, as instituições internacionais (FMI, Banco Mundial, OMC, OCDE, entre outras) e os blocos econômicos (União Europeia, NAFTA, APEC, Mercosul, entre outros). Crise Financeira Internacional (2007-2010) A crise econômica nos Estados Unidos, que atingiu o mundo como um todo, teve início em 2007. A origem foi a inadimplência no setor imobiliário. Em 2001, o Federal Reserve (FED: banco central dos EUA) reduziu a taxa de juros, visando baratear os empréstimos. Em 2003, o setor imobiliário norte-americano passou a se aproveitar dessa situação de juros baixos: a procura por imóveis e por empréstimos para financiá-los cresceu aceleradamente. Principalmente a partir de 2007, essa realidade começou a mudar: a alta na taxa de juros encareceu os empréstimos, afastou investidores, elevou o número de inadimplentes, fez a oferta superar a procura, desvalorizou os imóveis acarretando uma forte crise no setor imobiliário. Muitos bancos e financeiras do país, envolvidos com financiamentos da casa própria e com venda e compra de títulos do setor amargaram prejuízos, obrigando o governo, primeiro Bush, e agora Obama a tentar a aprovação de pacotes econômicos, com ênfase na liberação de dinheiro, para ser injetado no mercado. Essa ajuda financeira visa salvar bancos, financeiras, empresas e também a geração de empregos. Grandes grupos financeiros pediram concordata, o banco Lehman Brothers, até então um dos mais respeitados do país, foi a falência. A Fannie Mae e Freddie Mac foram salvas pelo governo. A Merrill Lynch foi comprada pelo Bank of América e o Wachovia pelo Citigroup. Em 2009, os EUA entraram em recessão econômica e a taxa de desemprego superou os 10% da PEA. Alguns setores tiveram modesta recuperação em 2010. Estados Unidos: o governo de Barack Obama (2008/2009/ 2010) No dia 4 de novembro de 2008 foi eleito presidente dos Estados Unidos, Barack Hussein Obama. Obama tem 47 anos, sendo o primeiro presidente negro e o 44º presidente dos EUA. Filho de um queniano, também chamado de Barack Obama e de uma norte-americana (branca), Ann Dunham, o atual presidente dos EUA nasceu em 1961. Represen-

tante do Partido Democrata, Obama teve como concorrente John Maccain, do Partido Republicano. Seu vice foi John ou Joe Biden, seu opositor teve como vice Sarah Palin, a polêmica e hoje muito popular ex-governadora do estado do Alasca. Assim que tomou posse, Obama conseguiu a aprovação de um plano de intervenção econômica para amenizar a grave crise financeira que atinge os EUA. Em relação à política externa e interna, eis os principais feitos: - retirada dos soldados americanos no Iraque com prazo até 2011; - envio de mais 30 mil soldados para ao Afeganistão para combater a guerrilha fundamentalista sunita Taleban; - desativar futuramente a prisão da base militar de Guantánamo, onde prisioneiros acusados de terrorismo são mantidos sem julgamento adequado, constituindo desrespeito aos direitos humanos; - desistência de um Escudo Antimísseis que seria instalado no Leste Europeu (Polônia e República Checa), o argumento de Bush era que o escudo era necessário para proteger a Europa da ameaça nuclear iraniana; - melhora das relações com a Rússia devido ao cancelamento do escudo antimísseis e proposta de um novo plano de desarmamento nuclear a partir do término do Start. - recebimento do prêmio Nobel da Paz em Oslo (Noruega); - envio para o Congresso de plano para aumentar a regulação no sistema financeiro para prevenir novas crises, proposta para limitar ganhos de executivos dos bancos e proposta de imposto sobre responsabilidade da crise financeira; - envio para o Congresso de reforma na saúde com plano público mais barato para atender quase 50 milhões de americanos que não tem plano privado. Estados Unidos: tentativa de atentado terrorista (2009) No dia 25 de dezembro de 2009, Umar Farouk Abdulmutallab, de nacionalidade nigeriana, tentou detonar explosivos durante um voo da Northwest Airlines entre Amsterdã (Holanda) e Detroit (EUA). A tragédia só não ocorreu porque houve falha no momento da detonação da bomba e o terrorista acabou sendo contido pelos passageiros. Diante dessa nova tentativa de atentado, a segurança em vários aeroportos, principalmente nos EUA, foi reforçada. O episódio revelou a ineficiência dos EUA quanto aos organismos de segurança e espionagem. Osama Bin Laden, em “suposta” mensagem para a mídia, assumiu a tentativa de atentado. O jovem nigeriano recebeu treinamento pelo grupo terrorista da Al Qaeda na Península Arábica, no Iêmen. Conselho de Segurança da ONU: Brasil é membro rotativo (2009/2010) O Brasil foi eleito pela décima vez, membro rotativo do Conselho de Segurança da ONU. Esse conselho é composto de 15 países, sendo 5 permanentes (Rússia, China, França, Reino Unido e EUA), com poder de veto e voto. Além desses, estão os 10 rotativos, com poder apenas de voto, sendo que cada membro permanece por apenas 2 anos, sendo substituído por um novo membro. O Brasil recebeu 182 votos, de um total de 190 membros que participaram da votação. O cargo passou a ser ocupado

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THATYML Atualidades pelo Brasil em janeiro de 2010, substituindo a Costa Rica. Vale ressaltar que o Conselho de Segurança tem por finalidades a segurança mundial e autorizar intervenções militares como o envio de tropas de paz para países em conflito. Já há algum tempo, o G4 (Brasil, Alemanha, Índia e Japão) almejam uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU. G8 O G8 (Grupo dos Oito) constitui um fórum que reúne os sete países capitalistas desenvolvidos com maior PIB do planeta, somados a um país emergente, a Rússia. O grupo foi criado em 1975. O grupo realiza uma reunião anual dos presidentes e primeiros ministros para debater os rumos da economia mundial e questões geopolíticas. O grupo é integrado por Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá e Rússia. A Rússia foi convidada a participar na década de 1990 em vista de seu poderio geopolítico e militar. Nos últimos anos, países emergentes são convidados a participar da reunião. Estes países integram o G5, integrado por China, Índia, Brasil, México e África do Sul. Em 2009, a reunião de cúpula aconteceu em L’Áquila, Itália.

- grande extensão territorial com expressiva quantidade e diversidade de recursos naturais; - nações populosas e com mercados consumidores emergentes (forte crescimento das classes médias e redução da pobreza); - grandes PIBs e economias diversificadas; - graves problemas sociais e regionais internos; - problemas políticos como altos níveis de corrupção e, no caso chinês, autoritarismo político. A previsão é que em 2040, a soma do PIBs dos BRICs vão superar a soma dos PIBs das 6 maiores economias desenvolvidas (EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França e Itália). O sucesso da sigla na comunidade internacional fez com que os quadro países se aproximassem dando origem a um fórum de cooperação diplomática e econômica BRIC, cuja primeira reunião de cúpula aconteceu em Ecatenimburgo (Rússia) em 2009. Em 2010, a sede é Brasília.

G20 (Grandes Economias) Em decorrência das crises financeiras ocorridas em 1994 (México), 1997 (países asiáticos como Coreia do Sul, Tailândia e Indonésia) e em 1998 (Rússia e Brasil), foi criado o Grupo dos Vinte (G20 Grandes Economias ou Finanças) em 1999. A finalidade do grupo é discutir o sistema financeiro e tomar medidas para garantir a estabilidade do sistema financeiro e previnir crises. Geralmente, se reunem os presidentes dos bancos centrais e ministros das fazenda. O grupo é formado pelos dezenove países com grandes PIBs, somados a União Europeia enquanto bloco econômico. Os participantes são: EUA, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Itália, Canadá, China, Brasil, Índia, Rússia, Austrália, África do Sul, Turquia, Arábia Saudita, Argentina, México, Coreia do Sul, Indonésia e União Europeia. Em 2009, foram realizadas duas cúpulas: Londres (Reino Unido) e Pittsburgh (EUA) que discutiram medidas contra a crise financeira internacional.

China: a nova potência global

Centro financeiro Pudong em Xangai, maior região metropolitana da China.

BRIC Entre os países emergentes, o grupo que se sobressai é identificado pela sigla “BRIC” que representa Brasil, Rússia, Índia e China. A sigla BRIC foi criada em 2001 pelo economista Jim O’Neill no banco Goldman Sachs, uma das principais instituições financeiras dos EUA. A sigla tinha a função de orientar os investidores em relação aos países emergentes com maior potencial de crescimento e cujos investimentos produtivos e especulativos trariam maior rentabilidade. Os BRICs são potências regionais e no caso da China, uma potência global. Eis as suas características:

A China é a potência emergente com maior sucesso econômico e financeiro nas últimas décadas. O “dragão” simboliza bem o desempenho chinês, poder, superioridade e agressividade. Após a crise financeira, o país consolida-se de vez como potência global. A China começou a exercer importante influência econômica e geopolítica no leste e sudeste asiáticos, gerando desconfiança nos grandes vizinhos, a Índia e o Japão. Necessitando consumir commodities minerais, energéticos e agrícolas em grande volume para suprir a demanda de sua acelerada economia, a China avançou em negociações

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THATYML Atualidades comerciais e diplomáticas em diversas frentes: Ásia Central, América Latina e África. No continente africano, fechou acordos comerciais com a maioria dos países. Apesar de ter sido afetada pela crise mundial, em 2009, a economia cresceu 8,7%, mesmo com a queda nas exportações, um resultado surpreendente. Assim, a China, que já é a 2ª maior economia do mundo (PIB-PPCparidade de poder de compra), em 2010 torna-se também a 2ª economia do mundo com PIB em dólares. Um fator que muito contribuiu para que a China superasse os efeitos da crise mundial foi o pacote elaborado pelo governo, estimulando investimentos de infraestrutura e de crescimento do mercado interno. Apesar da prosperidade econômica que o país vem apresentando, há mais de uma década, o governo reconhece que o país ainda enfrenta dificuldades a serem superadas, como por exemplo, o aumento da desigualdade social e a forte degradação do meio ambiente. O país é potência econômica, financeira e com fortes investimentos no campo aeroespacial, militar e nuclear. No campo aeroespacial, os chineses já detém tecnologia de satélites de sensoriamento remoto (CBERS em parceria com o Brasil), já enviaram uma missão tripulada ao espaço e tem planos para aportar na Lua. Uma das principais críticas à China é o regime autoritário e de partido único. O país reprime opositores e censura os meios de comunicação. A Internet é o alvo nos últimos anos, uma vez que a China tornou-se o país com maior número de usuários de internet do mundo. Em 2010, o Google sofreu um ataque de hackers chineses, desagradando os EUA. A empresa ameaçou cancelar suas atividades no país. A China também tem reprimido suas minorias étnicas. Em 2008, houve repressão contra manifestações de monges do Tibete e a China considera o Dalai Lama, um “líder separatista”. Em 2009, aconteceram graves conflitos étnicos entre chineses han e os uigures (muçulmanos) em Urumqi, capital da província de Xinjiang. A China também classifica os líderes da minoria uigur, a exemplo de Rediya Kadeer (no exílio), como “terroristas e separatistas”. OMC, Rodada de Doha e G20 (subdesenvolvidos e emergentes) Na década de 2000, a OMC (sede em Genebra, Suíça) organizou diversas cúpulas de países no intuito de destravar o comércio mundial. Porém, prevaleceram as divergências. Alguns países não aceitam abrir mais os seus mercados internos para mercadorias importadas, ou seja, praticam o protecionismo com a finalidade de proteger os produtores nacionais. A maior negociação comercial em curso na OMC é a Rodada Doha, iniciada em 2001 em Doha, capital do Catar, país do Golfo Pérsico. Ao longo das negociações formaram-se dois grupos de países. De um lado, os Estados Unidos e a União Europeia. Do outro, o G20, um grupo de países subdesenvolvidos, incluindo os principais emergentes. O G20 é um grupo de países subdesenvolvidos, incluindo os principais emergentes, fundado no ano de 2003 numa reunião da Rodada de Doha, em Cancún, no México. O G20 é formado por 24 países e cuja liderança cabe à Índia e ao Brasil. Os demais países membros são: Filipinas, China, Indonésia, Paquistão, Tailândia, África do Sul, Egito, Tanzânia, Zimbábue, Nigéria, Turquia, República Checa, Hungria, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Uruguai, Venezuela, México, Guatemala e Cuba.

O G20 reivindica a maior abertura dos mercados dos países desenvolvidos para a entrada de produtos do agronegócio provenientes dos países subdesenvolvidos e emergentes. Os países desenvolvidos relutam em abrir seus mercados, fazendo ofertas pouco expressivas. O G20 é contrário ao protecionismo e subsídios que beneficiam os agricultores dos países ricos. Por sua vez, os Estados Unidos e países da União Europeia reivindicam que os países emergentes e periféricos abram mais seus mercados para produtos industrializados e serviços vindos os países desenvolvidos. O resultado tem sido o impasse nas negociações, visto que ambos os lados cedem pouco. OMC autoriza Brasil a retaliar os EUA devido a produção de algodão (2010) A Organização Mundial do Comércio (OMC) autorizou o Brasil a impor retaliações sobre o governo americano em resposta aos subsídios ilegais que a Casa Branca distribui aos produtos de algodão. Mas o órgão frustra o Brasil no valor da retaliação contra os Estados Unidos. Dados preliminares da decisão da entidade apontam que o Brasil teria o direito de retaliar os EUA em cerca de US$ 300 milhões, valor muito inferior aos US$ 2,5 bilhões pleiteados pelo Brasil. O valor variaria, dependendo do ano, e estaria ligado ao volume de subsídios que os Estados Unidos dariam ao algodão em cada ano. Pelos cálculos preliminares o valor da retaliação não chegaria nem US$ 1 bilhão em nenhum dos anos. Os americanos indicaram que somente aceitariam ser retaliados em 1,5% do valor pedido para o Brasil. Mesmo assim, a retaliação autorizada pela OMC é a segunda maior já dada pela entidade a um país. A maior retaliação também havia sido contra os EUA. A OMC atende parcialmente o pedido brasileiro e autorizou que, em certas circunstâncias, retaliações fossem aplicadas sobre patentes de produtos americanos. Essa é a primeira vez que a OMC autoriza tais medidas para o Brasil. Mas para que a retaliação em patentes entre em vigor, um determinado nível de retaliação precisa ser atingido. Se o valor da sanção em um ano for acima de um certo montante, o Brasil então teria o direito de suspender patentes. A disputa entre Brasil e Estados Unidos já dura sete anos e apesar de várias condenações, o governo americano jamais cumpriu a determinação da OMC de retirar os subsídios ilegais ao algodão. O governo brasileiro ameaçou aumentar a tarifa de importação de vários produtos provenientes dos EUA e espera uma negociação com os norte-americanos para resolver o impasse. Mercosul

Com a democratização da maioria dos países da América Latina, as possibilidades de integração renasceram na década de 1990. Na América do Sul, foi criado o Mercosul (Mercado Comum do Sul) através da assinatura do Tratado de Assunção em 1991.

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THATYML Atualidades O bloco é integrado por quatro membros plenos: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. O Chile, Bolívia, Peru, Venezuela, Equador e Colômbia são membros associados, isto é, fizeram acordos comerciais com o Mercosul, no entanto, não apresentam o mesmo grau de integração atingido pelos membros plenos. A Venezuela é candidata a membro pleno, mas precisa da aprovação dos parlamentos dos 4 atuais membros plenos. A câmara e o senado brasileiros aprovaram a entrada da Venezuela em 2009, assim como o Uruguai e a Argentina. Portanto, resta apenas o Paraguai. A criação do Mercosul intensificou as relações comerciais entre os países sócios a partir da década de 1990. Na atualidade, a maior parte das mercadorias circula sem tarifas de importação. O Mercosul pode ser considerado uma união aduaneira parcial, seu mecanismo é a TEC (Tarifa Externa Comum) adotada pelos membros plenos. Os principais problemas do Mercosul são: - as divergências comerciais entre os membros, a exemplo dos frequentes conflitos comerciais entre o Brasil e a Argentina; - a assimetria econômica entre os membros, uma vez que o Brasil apresenta um PIB muito maior em relação aos outros sócios; - as eventuais crises financeiras e políticas nos países sócios. A integração econômica também requer investimentos em infraestrutura que integrem os países. Ao longo de décadas, pouco foi feito para integrar o Brasil com os países andinos e platinos. Desse modo, a construção de rodovias, pontes e ferrovias é fundamental. Um dos principais exemplos é a construção da rodovia Transoceânica entre o Brasil (a partir do AC) e o Peru passando por trechos da Amazônia, Andes e atingindo o litoral do Pacífico. A obra vai permitir que produtos brasileiros cheguem até portos peruanos no Pacífico de modo a facilitar o comércio com os países andinos e com os países da Oceania e Ásia. Por sua vez, aumentará o fluxo de mercadorias peruanas para o mercado brasileiro. União Europeia Dado o término da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), os países da Europa Ocidental, muitos arruinados pelo conflito, começaram a se organizar para minimizar a dependência econômica perante os EUA. Na Europa, a primeira experiência de cooperação econômica foi o BENELUX em 1948, integrando Bélgica, Holanda e Luxemburgo. Com a assinatura do Tratado de Paris em 1951, foi criada a CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço), instituição que estimulou a livre circulação de matérias-primas e mercadorias vinculadas à indústria siderúrgica, tais como carvão mineral, minério de ferro e aço. A CECA era integrada por Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, Alemanha Ocidental, França e Itália. Com o sucesso da CECA, a iniciativa seguinte foi de estender a cooperação para outros setores. Nesse intuito, foi assinado o Tratado de Roma (1957) que fundou a CEE (Comunidade Econômica Europeia). No início, eram seis países: Alemanha Ocidental, França, Itália, Bélgica, Holanda e Luxemburgo. Em 1973, a CEE foi ampliada, com a adesão de três novos sócios: Reino Unido, Irlanda e Dinamarca. Na década de 1980, entraram a Grécia (1981), Espanha e Portugal (1986). Na década de 1990, o bloco dá início a

medidas para aprofundar sua interdependência no campo econômico e financeiro. Com a assinatura do Tratado de Maastricht (1992), os países sócios comprometeramse a padronizar seus indicadores econômicos internos com a finalidade de viabilizar uma futura unificação monetária. O ajuste econômico foi rigoroso e visava reduzir as taxas de inflação, as taxas de juros, controlar as flutuações cambiais e os déficits públicos. O bloco também passou a denominar-se UE (União Europeia). Em 1995, o bloco contou com a adesão da Áustria, Suécia e Finlândia. A unificação monetária avançou com a criação de um Banco Central para a União Europeia em Frankfurt, Alemanha, em 1998. Em 2004, aconteceu a primeira grande expansão da União Europeia em direção ao Leste Europeu e ao Mediterrâneo. Entraram dez novos integrantes: Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia, República Checa, Eslováquia, Hungria, Eslovênia, Malta e Chipre. Em 2007, ingressaram a Bulgária e a Romênia. Alguns analistas afirmam que o ingresso dos países do Leste Europeu poderia facilitar ainda mais a entrada de trabalhadores do leste nos países da Europa Ocidental. Haveria um aumento da concorrência com a mão-de-obra local e um eventual rebaixamento dos salários nos países mais avançados. O deslocamento de empresas rumo ao leste em busca de mão-de-obra barata e incentivos fiscais, poderia elevar o desemprego em países como a França e Alemanha. Entre os atuais candidatos a ingressar na União Europeia estão a Macedônia, Croácia, Montenegro e Turquia. No entanto, existe grande resistência à entrada da Turquia no bloco. Os principais motivos são: - problemas econômicos e financeiros do país, a exemplo da alta taxa de juros; - preconceito contra um país cuja maioria da população é muçulmana, apesar do país ter um governo laico; - temor da facilitação da entrada de grupos fundamentalistas e terroristas islâmicos no bloco através do território turco; - as relações tensas da Turquia com o Chipre, país que aderiu à União Europeia, e que internamente é dividido entre duas etnias rivais, grega e turca; - o desrespeito aos direitos humanos (repressão política, problemas no sistema prisional e repressão à minoria curda). A moeda única, o euro, foi implantada de modo gradual a partir de 1999, convivendo com as moedas de cerca de onze países inicialmente. A partir de 2002, as moedas locais de cada país foram eliminadas e o euro tornou-se a moeda única. Os países da União Europeia onde o euro substituiu as moedas locais integram a zona do euro: Alemanha, França, Itália, Países Baixos, Bélgica, Luxemburgo, Espanha, Portugal, Grécia, Áustria, Finlândia, Irlanda, Eslovênia, Chipre e Malta. Países desenvolvidos como Reino Unido, Dinamarca e Suécia não aderiram ao euro. A resistência à moeda única em alguns países dá-se por motivação econômica e até por nacionalismo, uma vez que a moeda é um importante símbolo da únidade nacional. Cabe salientar que o processo de adesão de um país à União Europeia ou a adoção do euro é democrático. Isto é, passa por plebiscito popular e aprovação dos parlamentos de cada país. Alguns países ricos da Europa Ocidental rejeitaram até a adesão à União Europeia, é o caso da Islândia, Suíça e Noruega.

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THATYML Atualidades A sede executiva da União Europeia está localizada em Bruxelas, capital da Bélgica. O funcionamento da União Europeia depende de várias instituições e tratados: - Parlamento Europeu. Assembleia parlamentar eleita pelo voto direto pelos cidadãos da União Europeia com sede em Estrasburgo, França. - Conselho da União Europeia. Principal órgão legislativo e de tomada de decisão na União Europeia. Representa os governos dos estados-membros. - Comissão Europeia. Instituição que representa e defende os interesses da União como um todo através de propostas de legislação, ações e é responsável pela execução das decisões do parlamento europeu. É o órgão com poder executivo. - Acordo de Schengen. Firmado em 1985. O objetivo foi criar o “espaço Schengen” que permite a livre circulação de pessoas dentro dos países signatários, sem a necessidade de apresentação de passaporte nas fronteiras.

Entretanto, é necessário ser portador de um documento legal como, por exemplo, o bilhete de identidade. Alguns países do bloco e outros europeus aguardam implementação: Bulgária, Romênia, Chipre, Islândia, Noruega, Suíça e Liechenstein. - Tratado de Nice. Foi acertado em 2000 e entrou em vigor em 2003. Seu objetivo foi definir as regras de adaptação das instituições europeias para a inclusão dos novos membros a partir de 2004. - Tratado de Lisboa. Foi firmado em 2007 e também é denominado de “tratado reformador da constituição europeia”. O bloco passa a ter um alto representante para a política exterior, um presidente e haverá um fortalecimento dos parlamentos. Em 2009, a Irlanda chegou a rejeitar o tratado por plebiscito, mas o problema foi superado. O Tratado de Lisboa entrou em vigor em 2010 com a aprovação dos parlamentos dos paísesmembros.

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THATYML Atualidades PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha) não estão no mesmo atoleiro, mas Grécia dita rumo do grupo (2010)

cas. Com déficit fiscal elevado, de 11,4%, o país tem saldo negativo em conta corrente menos intenso, de 6,1%, e a dívida pública está hoje em 55% do PIB, bem abaixo do que na Grécia (113%).

Os Piigs não estão todos no mesmo atoleiro, mas o desfecho do caso da Grécia deve ditar a extensão do contágio no grupo. Analistas na Europa diferenciam a situação econômica de cada integrante, já que Grécia e Portugal enfrentam problemas mais delicados do que Irlanda, Itália e Espanha. Fica, no entanto, o alerta de que uma possível contaminação da turbulência traria novo freio para a ainda frágil recuperação europeia.

Quem surpreendeu positivamente os analistas foi a Itália. “O país está se comportando relativamente bem na crise, com maior eficiência do setor público e é um dos poucos da zona do euro com superávit primário”, afirmou Ana, do Itaú Europa. Para Annunziata, do UniCredit, o acrônimo deveria se resumir a Pigs e excluir a Itália, hoje em posição mais forte pela combinação de poupança interna e administração fiscal mais prudente.

No olho do furacão, a Grécia passa atualmente pela maior dificuldade do bloco. Há ceticismo sobre a implantação do plano de contenção aprovado nesta semana pela União Europeia.

A recente turbulência em membros da zona do euro já traz questionamentos sobre o desempenho econômico da região, que ainda engatinha após a forte crise financeira.

Os especialistas reclamam da falta de detalhes da proposta do governo grego, que se comprometeu a reduzir o déficit dos atuais 12,7% para 3% em 2012. Conforme cálculos do Goldman Sachs, a necessidade de financiamento da Grécia neste ano é de 55 bilhões de euros, sendo a metade até maio, incluindo 17 bilhões de euros de amortização de dívidas de longo prazo. Prevalece a avaliação de que o país acabará precisando de ajuda externa para resolver seus problemas. Para o economista-chefe para a Europa do Goldman Sachs, Erik Nielsen, a maior probabilidade é de que o suporte venha de empréstimos bilaterais de outros membros da zona do euro. “O envolvimento do Fundo Monetário Internacional (FMI) não pode ser descartado, mas as chances disso acontecer continuam baixas.” O fato é que do destino da Grécia depende o sentimento para o restante do grupo, formado por países que obtiveram crescimento econômico forte nos últimos anos, estimulados pelo crédito farto e barato na União Europeia. Aliás, o acrônimo Piigs pegou e já não há mais constrangimento em usá-lo. O economista-chefe do UniCredit, Marco Annunziata, acredita que, quanto mais a solução se parecer com um resgate, menos provável fica o contágio na região. “Quanto mais a Grécia tiver de sair da crise com as suas próprias pernas, mas os investidores se perguntarão quem conseguirá superar a crise sozinho. Todos os Piigs acumulam déficits fiscais e de conta corrente. No entanto, Grécia e Portugal registram as piores combinações. O buraco fiscal grego é o mais elevado do grupo, de 12,7% do PIB, com déficit em conta corrente de 11,9%. Em Portugal, os números são de 9,3% e 10,1%, respectivamente, conforme levantamento do Goldman Sachs. “A dívida interna é mais fácil de financiar, mas esses países têm problemas também no lado externo”, disse a chefe de pesquisas do Itaú Europa, Ana Esteves. Portugal já apresentou um orçamento, que prevê inclusive a taxação dos bônus de executivos em 50%, como fez o Reino Unido. Mas analistas acreditam que novas iniciativas para conter gastos e elevar receitas serão necessárias. A Irlanda possui um rombo orçamentário de 11,6%, mas o déficit em transações correntes é bem menor, de 3%. Além disso, o país anunciou um ajuste bastante dolorido, inclusive com corte na folha de pagamento do funcionalismo público, que convenceu os investidores. O próprio presidente do Banco Central Europeu, Jean-Claude Trichet, vem elogiando publicamente a Irlanda pelas medidas tomadas. Apesar das dificuldades, também existe maior confiança nos planos da Espanha, que apresentou recentemente proposta para melhorar as finanças públi-

“Agora que os mercados estão ditando a velocidade do aperto fiscal, há um grande risco de que os ajustes empurrem os países de volta à recessão”, avalia Annunziata. Para o Goldman Sachs, se o contágio da Grécia se infiltrar em outros países, entre 20% e 30% do PIB da região estará sob forte estresse. IDH O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) foi criado em 1990 pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq. Desde 1993, o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) utiliza o IDH como principal indicador comparativo de qualidade de vida entre os países. O índice também pode ser utilizado em outras escalas geográficas, a exemplo de estados e municípios. Eis os indicadores componentes do IDH: - Renda per capita (PIB-PPC pela população absoluta); - Expectativa de vida ou longevidade (em anos); - Alfabetização (população alfabetizada acima de 15 anos de idade) e Taxa de matrícula (taxa de matrícula bruta nos três níveis de ensino — relação entre a população em idade escolar e o número de pessoas matriculadas no ensino fundamental, médio e superior). O índice varia entre 0 e 1, quanto mais próximo de 1, melhor o nível de desenvolvimento humano. Observe a seguir, a classificação do IDH: IDH muito elevado (índice de 0,900 até 1). Neste grupo se encontram todos os países desenvolvidos, a exemplo da Islândia, França, Canadá, Austrália, Japão e EUA. Também entram alguns países emergentes como Coreia do Sul, Cingapura, República Checa e alguns exportadores de petróleo como os Emirados Árabes Unidos. No IDH 2009, a Noruega ficou na 1ª posição com nota 0,971. IDH elevado (entre 0,8 e 0,899). Neste grupo, encontrase a maioria dos países subdesenvolvidos emergentes e alguns exportadores de commodities. São exemplos: Colômbia, Rússia, Malásia e Turquia. Nos anos 2000, o Brasil melhorou sua classificação de IDH médio para IDH elevado, entretanto, no ranquing está atrás de nações mais pobres do ponto de vista econômico, a exemplo de países latino-americanos e caribenhos como: Argentina, Chile, Uruguai, Venezuela, Cuba, Costa Rica e México. O Brasil ficou na 75ª posição com nota 0,813. IDH médio (entre 0,500 e 0,799). Entre os países com IDH médio estão países subdesenvolvidos, alguns deles emergentes: China, Índia, África do Sul, Angola, Bolívia, Indonésia, Irã e Territórios Palestinos (Gaza e Cisjordânia).

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THATYML Atualidades IDH baixo (entre 0,100 e 0,499) é formado por subdesenvolvidos exportadores de commodities e os periféricos: Afeganistão, Timor Leste, Níger, Serra Leoa, Guiné e Moçambique. Israel X Palestinos (2009-2010) Os palestinos continuam a lutar por um Estado independente, mais a sua concretização é complexa. As pressões do governo Obama para acontecerem negociações de paz não surtiram efeito. O início de 2009 foi marcado por combates entre israelenses e palestinos integrantes do Hamas (Partido político, grupo fundamentalista islâmico sunita e com atividade terrorista). Israel atacou a Faixa de Gaza, resultando na morte de cerca de 1.400 palestinos. No lado israelense houve 14 perdas. O Fatah, partido político palestino moderado, do presidente palestino Mamoud Abbas, controla a Cisjordânia. Em 2009, o partido de direita Likud venceu as eleições em Israel com a ascensão ao poder do primeiro ministro Benjamim Netanyahu. As principais divergências que dificultam um tratado de paz definitivo entre Israel e palestinos e precisam ser resolvidas são: - o controle das atividades dos grupos extremistas palestinos e judeus; - as divergências políticas internas entre as lideranças e militantes palestinos do Fatah e do Hamas; - a partilha dos recursos hídricos existentes na Cisjordânia. Em 2009, a Anistia Internacional divulgou que os israelenses controlam a maior parte da água no território, deixando os palestinos com pouca água; - a situação política de Jerusalém, ocupada e considerada por Israel como sua capital. Os palestinos também reivindicam Jerusalém oriental como futura capital para um Estado palestino independente; - a permanência de assentamentos judaicos na Cisjordânia, uma vez que os palestinos reivindicam a remoção destas colônias da Cisjordânia e de Jerusalém Oriental, inclusive para viabilizar seu Estado independente; - o muro construído por Israel para isolar a Cisjordânia. Os israelenses alegam que o muro foi construído para interromper a entrada de terroristas em Israel. A comunidade internacional condenou o muro, visto que seu traçado acabou por anexar mais terras palestinas para o lado israelense. Em 2010, Israel também anunciou a construção futura de um muro de segurança na fronteira com o Egito, o objetivo seria evitar a entrada de armas do território egípcio para os palestinos, além de conter a entrada de imigrantes ilegais e extremistas islâmicos.

Iraque: atentados terroristas no Iraque (2009-2010) Em 2009, atentados no Iraque deixaram 155 mortos e 500 feridos. Os atentados foram contra o Ministério da Justiça e o Conselho Provincial de Bagdá, capital do país. Segundo autoridades, os atentados foram praticados pelo grupo Estado Islâmico do Iraque, ligado à Al Qaeda. Os xiitas são o principal grupo étnico no Iraque. Assim, são comuns os conflitos entre sunitas e xiitas. Em 2010, aconteceram atentados de sunitas contra xiitas em Najaf, por ocasião de celebrações religiosas. O norte do país é ocupado pelos curdos, grupo com tradição separatista, que também se distribui pela Turquia e Irã. Desde a invasão do Iraque por tropas dos EUA e Reino Unido, aproximadamente 102 mil pessoas morreram. O atual primeiro ministro do Iraque é Nuri Al Maliqui. Afeganistão (2009-2010) O Afeganistão é um país montanhoso (cadeia Hindo Kush), sem saída para o mar, com baixo IDH e onde prevalecem muçulmanos sunitas. Desde a década de 1990, cultiva a papoula e é o maior produtor de heroína e ópio do mundo. O país apresenta grande diversidade étnica. O principal grupo étnico é o patane (ou pasthu) que ocupa o centro sul do país, da qual originou o Taleban. Os grupos minoritários são: uzbeques, tadjiques, hazarás, turcomenos, quirguizes, baluchis e ismaelitas. Em 2001, os EUA fizeram uma intervenção militar no Afeganistão, cujo governo, dominado pelo grupo fundamentalista islâmico sunita Taleban, foi acusado de colaborar com a Al Qaeda e de dar proteção a Osama Bin Laden. Nesta ação, os EUA contaram com o apoio da OTAN. Os norte-americanos se associaram aos grupos de oposição ao Taleban, em especial a Aliança do Norte. No final das contas, o governo Taleban foi derrubado. Após a realização de eleições, o novo governo afegão, liderado pelo presidente Hamid Karzai, passou a ser alinhado com os interesses dos EUA.

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THATYML Atualidades Ainda assim, a situação continua tensa no Afeganistão. A milícia Talebam, ligada à Al Qaeda, promove atentados contra a OTAN e o atual governo afegão. Em 2010, chegaram a atacar a capital, Cabul. O presidente afegão é Hamid Karzai, reeleito após a desistência do candidato de oposição, Abdulah Abdulah no segundo turno das eleições presidenciais. Abdulah tinha denunciado fraudes eleitorais.

O Irã também investe no setor aeroespacial com o lançamento de foguetes e satélites. Em 2010, houve o lançamento de um modelo avançado de seu foguete Kavoshgar (Explorador), equipado com uma cápsula especial na qual viajam seres vivos.

Paquistão (2009-2010)

A Coreia do Norte anunciou ter realizado “com sucesso” um novo teste nuclear subterrâneo e ameaçou executar novas ações, em um desafio aberto à comunidade internacional. O regime ditatorial de Pyongyang, liderado pelo presidente Kim Jong Il, desconsiderou, assim, as pressões internacionais que tentam obrigar o país a renunciar às ambições atômicas. A Coreia do Norte também lançou três outros mísseis de curto alcance.

No Paquistão, país cuja maioria da população é muçulmana sunita, houve um crescimento do fundamentalismo islâmico com a atuação do Taleban paquistanês, ligado à Al Qaeda, combatido pelas forças armadas do país com auxílio eventual dos EUA. Os confrontos acontecem no Vale do Swat e no Waziristão, áreas montanhosas, tribais e próximas ao território do Afeganistão. O país atravessa uma onda de atentados terroristas feitos por extremistas desde 2009. O temor dos EUA é que o Paquistão mergulhe numa guerra civil e que os terroristas tenham acesso às armas nucleares do país. O Paquistão também tem uma relação de tensão com a Índia devido à disputa pela região da Caxemira, de maioria muçulmana e compartilhada pelos dois países. Irã: vitória de Ahmadinejad provoca protestos de opositores (2009/2010) Simpatizantes do candidato da oposição Mir Hussein Moussavi iniciaram uma onda de protestos no Irã, alegando que a vitória do ultraconservador, Mahmoud Ahmadinejad, reeleito presidente do país com 62,6%, ocorreu de forma fraudulenta, pois pesquisas realizadas antes da eleição davam margem de votos para Moussavi. Ahmadinejad contou com o apoio do aiatolá Ali Khamenei, líder religioso xiita supremo do país que exerce muito poder, pois apresenta influência no judiciário, na polícia, nas redes de TV e nas forças armadas.

Coreia do Norte: o novo teste nuclear (2009)

Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e União Europeia manifestaram “grande preocupação”, assim como Coreia do Sul e Japão. A China, principal aliada da Coreia do Norte e com poder de veto no Conselho da ONU, ainda não se pronunciou. Segundo comunicado da Coreia do Norte, a nova bomba é mais potente que a utilizada no teste anterior, em outubro de 2006, que levou o país a sofrer sanções do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas). A Coreia do Norte ameaçou ainda realizar mais testes, caso os Estados Unidos prossigam com o que chamou de “política de intimidação”, afirmou um funcionário da embaixada norte-coreana em Moscou.

A confirmação da reeleição de Ahmadinejad deu início à uma onda de protestos pelo país, resultando em prisões, agressões e até na morte de uma jovem, Neda, que tornou-se um mártir pela liberdade de expressão no país, pois sua morte foi filmada por uma câmara de celular e a imagem foi parar na Internet e em sites de relacionamento como o Twitter. Um atentado terrorista, ocorrido em 2009, na região de Sistão e Baluchistão, na fronteira do Irã com o Afeganistão e Paquistão, deixou 42 mortos, sendo 15 deles, integrantes da Guarda Revolucionária iraniana, e, dois deles altos comandantes. O governo iraniano chegou a responsabilizar os EUA e o Reino Unido pelos atentados, além de acusar o Paquistão de dar refúgio a terroristas. O grupo extremista sunita Jundulah (exército de Alá), assumiu a autoria do atentado. O Irã, signatário do TNP, desenvolve um polêmico programa nuclear. Anunciou sua segunda usina de enriquecimento de urânio, sendo capaz de enriquecer até em 20%. Ahmadinejad chegou a afirmar que poderia elevar o enriquecimento até 80%. O Irã afirma que seu programa nuclear é para fins pacíficos, especialmente a geração de energia, mas os EUA e países europeus afirmam que o país teria ambições de desenvolver armas nucleares. Na ONU, a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica) é responsável por fiscalizar os programas nucleares dos países. Em 2009, em visita ao Brasil, o presidente Lula afirmou que o Irã teria direito a um programa nuclear para fins pacíficos.

Charge chama a atenção para a preocupação de vários paises com os testes nucleares da Coréia do Norte

Índia: atentados terroristas (2008) Vários atentados terroristas foram realizados em novembro de 2008, em localidades nobres de Mumbai, capital da Índia. As ações terroristas foram praticadas nos hotéis Taj Mahal Palace e Oberoi Trident, na estação de trem Chhatrapati Shivaji e no café Leopold, locais fortemente frequentados por turistas ocidentais. As ações terroristas foram assumidas pelo Mujahedim de Deccan que tinha a participação de terroristas islâmicos paquistaneses. Os atentados de Mumbai deixaram 179 mortos e 300 feridos. Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (2010) Os países de América Latina e Caribe aprovaram nesta terça-feira, em cúpula regional no México, a criação de um novo bloco regional, sem os Estados Unidos e o Canadá. Os estatutos da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos serão definidos apenas em 2011,

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THATYML Atualidades em reunião em Caracas (Venezuela), anunciou o presidente do México, Felipe Calderón. O grupo, considerado uma versão B da OEA (Organização dos Estados Americanos), “deverá, prioritariamente, impulsionar a integração regional com o objetivo de promover nosso desenvolvimento sustentável, de impulsionar a agenda regional em fóruns globais, e de ter um posicionamento melhor frente aos acontecimentos relevantes mundiais”, disse Calderón ao ler parte da declaração final. Calderón inclui ainda na lista de tarefas do novo grupo defender os direitos humanos e a democracia e ampliar a cooperação entre a América Latina e os países do Caribe. A criação do novo bloco “é de transcendência histórica”, completou o presidente cubano, Raúl Castro, durante a sua participação na Calc (Cúpula da Unidade da América Latina e Caribe). “Cuba considera que estão dadas as condições para se avançar com rapidez na constituição de uma organização regional puramente latino-americana e caribenha”. O grupo foi criado para que a região tenha uma voz uníssona nos fóruns multilaterais. O maior apoio à iniciativa vem dos presidentes de esquerda da região, como o venezuelano Hugo Chávez e o boliviano Evo Morales, que defendem o novo organismo como uma opção ao “imperialismo” dos Estados Unidos. A ideia é que o novo organismo reúna o Grupo do Rio e a Comunidade do Caribe (Caricom), funcionando paralelamente à OEA, criticada no seu papel de guardiã da democracia regional depois dos seus infrutíferos esforços para reverter o golpe de Estado de junho de 2009 em Honduras. Aos olhos dos especialistas, a OEA não conseguiu por completo integrar uma região dividida entre esquerda e direita. Cuba se nega a reintegrar o organismo, depois de uma suspensão de quase meio século por pressões dos EUA. Um total de 25 chefes de Estado e de governo participam da cúpula, com sete chanceleres. Honduras, que estava na lista de 33 países que deveriam participar do encontro, foi excluído por estar suspenso da OEA (Organização dos Estados Americanos) desde o golpe de Estado de junho de 2009 que tirou Manuel Zelaya do poder. Segundo o presidente mexicano, o nome Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos ainda não é definitivo e deve ser definido ao longo do processo de constituição que começou nesta terça-feira e deve culminar com as reuniões na Venezuela, em 2011, e no Chile, em 2012. “Me parece que, como disse Raúl Castro, que o nome não tem que ser o primordial”, disse Calderón, ao afirmar que nos próximos encontros da Calc e do Grupo do Rio talvez surja uma opção definitiva. Calderón explicou ainda que, enquanto os trâmites para a criação não sejam concluídos, a Calc e o Grupo do Rio manterão suas agendas, métodos de trabalho, práticas e procedimentos “a fim de assegurar o cumprimento de seus mandatos”. Venezuela: governo Chavez, crise econômica e política (2009-2010) O referendo realizado na Venezuela, em fevereiro de 2009 deu a vitória ao “sim”, que recebeu 54,36% dos votos, contra os 45,63% dados ao “não”. Com isso, foi aprovada a emenda constitucional que elimina a limitação de uma só reeleição para cargos eletivos, entre eles o de presidente. Assim, Hugo Chavez poderá participar das eleições presidenciais de 2012. Nas eleições regionais realizadas em 2008, os candidatos pró-Chavez venceram 17 das 22 disputas de governos estaduais. Naquele período, houve

um fortalecimento do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), fundado por Chavez. Em 2010, vão acontecer eleições parlamentares em meio a uma queda de popularidade do presidente devido a crise econômica e política em curso. Entre 2009 e 2010, a Venezuela tem atravessado várias crises, cujas causas são: - crise no abastecimento de água e energia. A seca no país reduziu a capacidade das hidrelétricas, principalmente a de Guri, que responde por 70% da energia, a oposição acusa Chavez de não ter investido em termelétricas que poderiam utilizar petróleo e gás natural; - aumento da inflação; - Congresso também aprovou uma polêmica lei de doutrinação socialista nas escolas, gerando resistências entre lideranças estudantis e muitos professores; - tensão com os meios de comunicação. O governo não renovou a concessão de várias emissoras de rádio e de televisão. Um dos alvos é a RCTV (Rádio Caracas Televisão), banida a TV aberta em 2007 e ameaçada na TV a cabo); - crescente tensão com a Colômbia, país governado pelo presidente de direita Álvaro Uribe, que fez um acordo na qual os EUA poderão utilizar 6 bases militares colombianas. Nas reuniões da UNASUL (União das Nações Sul Americanas), várias países sul americanos criticaram o acordo. Em 2009, garimpeiros colombianos e brasileiros foram presos pelo governo venezuelano na região de fronteira com a Colômbia. Bolívia: nova Constituição e reeleição de Morales (2009) Em 2009, a nova Carta Constitucional boliviana é composta por 411 artigos, dos quais mais de 80 tratam das questões indígenas. O país conta com 36 povos originários, isto é, aqueles que já se encontravam no território, antes da chegada dos espanhóis. As comunidades indígenas passam a ter, cada uma, seu próprio tribunal, com juízes eleitos pelos moradores; esse artigo estabelece a equivalência entre a justiça tradicional indígena. Também ficou determinado, em outro artigo, que os povos indígenas passarão a ter direito de propriedade exclusiva sobre os recursos florestais, hídricos e da terra em suas comunidades. No que diz respeito à política, a nova Constituição estabelece o direito de reeleição presidencial. Em 2009, Evo Morales foi reeleito presidente. Quanto aos recursos naturais passaram a ser propriedade dos bolivianos, e sua exploração administrada pelo Estado, levando-se em conta o interesse público. O gás natural e os recursos hídricos não podem ser privatizados, estes só podem ser explorados pelo Estado. Argentina: Cristina Kirchner e a crise política (2009-2010) A presidente Cristina Kirchner foi derrotada nas eleições legislativas, ocorridas em junho de 2009. O partido governista liderado por Nestor Kirchner sofreu dura derrota, o que poderá deixá-lo fora da corrida presidencial de 2011. A crise econômica que assola o país e o desgaste de Cristina, no confronto recente com agricultores na tentativa de aumentar impostos (2008) foram decisivos para a derrota do partido peronista. Em 2009, a Receita Federal invadiu o grupo de mídia O Clarín, de tinha divulgado informações sobre o enriquecimento do casal Kirchner. O episódio foi considerado uma medida de intimidação dos meios de comunicação.

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THATYML Atualidades Em 2010, houve outra crise devido a tentativa de demissão do presidente do Banco Central, Martín Redrado, que não desejava usar recursos das reservas do país para o pagamento de dívidas. O presidente do BC argentino foi reintegrado ao cargo pela justiça. Pressionado, Redrado renunciou, sendo substituído por Mercedes Marcó del Pont. A nova presidente do Banco Central argentino, afirmou que levará adiante políticas monetárias razoáveis e estabilizadoras, e também colaborará com um aprofundamento do modelo econômico do governo. Argentina X Reino Unido: Malvinas (2010) As ilhas Malvinas foram colonizadas pelos britânicos em 1833, que as chamam de Falklands. Desde então, a Argentina reivindica as ilhas. Em 1982, a ditadura militar argentina tentou reaver as ilhas, mas foi derrotada militarmente pelo Reino Unido, no episódio da “Guerra das Malvinas”. A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, acusou a petrolífera inglesa Desire Petroleum de violar resoluções da Organização das Nações Unidas (ONU) durante discurso na cúpula dos presidentes dos países da América Latina e Caribe, em Cancún (México). A presidente reiterou que a Argentina vai insistir em sua reivindicação pela soberania sobre as Ilhas Malvinas. Segundo o jornal Clarín, diferentemente de declarações anteriores, o texto vai especificar que a disputa sobre a soberania, envolvendo, além das Malvinas, duas outras ilhas governadas pelo Reino Unido, Geórgia do Sul e Sandwich, inclui “os espaços marítimos circundantes”. Para a diplomacia argentina, esse detalhe é fundamental porque se refere à área que começou a ser explorada pela Desire Petroleum. Outro gesto importante, segundo a chancelaria argentina, é que os países do Caribe, que já foram colônias britânicas, também estariam dispostos a assinar o documento de protesto contra o avanço do Reino Unido na exploração de petróleo nas águas das Malvinas. Chile: o novo presidente (2010) Depois de manter a hegemonia política de 20 anos, a coalizão de centro-esquerda Concertación foi derrotada nas eleições presidenciais de 17/01/2010, apesar da popularidade da presidente Michelle Bachellet. O empresário e candidato de direita, Miguel Juan Sebastián Piñera, venceu as eleições presidenciais chilenas com 51,61% dos votos. A vitória de Piñera representou o retorno da direita ao poder, via democrática, após 52 anos. Piñera venceu o candidato governista Eduardo Frei, que conquistou 48,38% dos votos. Chile: terremoto (2010)

Localizado na zona de convergência entre as placas tectônicas de Nazca e da América do Sul, o Chile, foi abalado por um violento de terremoto de 8,8º na escala Richter em área recoberta pelo mar. O tremor causou graves danos à infraestrutura e fez centenas de mortos. Um tsunami atingiu o litoral do país, fez muitas vítimas, e depois propagou-se pelo Oceano Pacífico. A porção central do país foi a mais atingida. Um prédio de 15 andares desmoronou e deixou mais de 100 pessoas sob os escombros em Concepción, a maior cidade mais próxima do epicentro do tremor e que possui cerca de 670 mil habitantes. Carros foram virados e soterrados por uma ponte que caiu na capital Santiago. Linhas de telefonia e de energia caíram, tornando difícil identificar o tamanho do estrago e das perdas de vidas causados pelo terremoto. A capital Santiago, a cerca de 320 quilômetros do epicentro, foi atingida duramente pelo sismo. O aeroporto internacional ficou fechado por pelo menos 24 horas uma vez que o terremoto destruiu calçadas e quebrou vidros de portas e janelas. O metrô da capital foi fechado e os transportes ficaram limitados por causa das centenas de ônibus que ficaram presos devido a uma ponte que foi danificada pelo tremor. Em várias cidades aconteceram saques. O país recebeu ajuda principalmente dos países latino-americanos. O presidente Lula e a secretária de Estado dos EUA, Hilary Clinton, visitaram o país. Uruguai: ex-guerrilheiro José Mujica é eleito presidente (2010) O ex-guerrilheiro e ex-ministro de Agropecuária José “Pepe” Mujica, de 74 anos, foi eleito presidente do Uruguai. No discurso da vitória, em Montevidéu, Mujica defendeu a “unidade” do país. Ele agradeceu ao atual presidente Tabaré Vázquez, do qual foi ministro, e que registra altos índices de apoio popular. “Obrigado, Tabaré, porque ganhamos pela honra deste governo”. Pouco antes do discurso de Mujica, o candidato da oposição, Lacalle, reconheceu a derrota e pediu a seus apoiadores “respeito” aos resultados. “Queremos parabenizar o senhor Mujica.” “Temos que festejar esta demonstração de respeito e tolerância que vivemos aqui no Uruguai”. Mujica é o primeiro ex-guerrilheiro de esquerda a chegar à presidência do Uruguai. Ele foi do grupo guerrilheiro MNLTupamaros e ficou preso durante 14 anos, antes e durante o regime militar no país (1973-1985). Ele vai liderar o segundo governo da Frente Ampla, que chegou ao poder em 2004, na eleição de Tabaré Vázquez, após 167 anos de alternância entre os Partidos Blanco e Colorado. Mujica e Astori. A posse é em março de 2010. Suriname: garimpeiros brasileiros são atacados (2009) O Suriname é uma ex-colônia holandesa, país com diversidade étnica (negros, marrons, indianos, javaneses, chineses, brancos e indígenas) e exportador de bauxita (alumínio), ouro e petróleo. No final de 2009, brasileiros foram severamente espancados, mulheres foram estupradas e existem suspeitas de mortes. O ataque aos brasileiros começou depois que um brasileiro matou um marron (negro remanescente de comunidade quilombola). Os brasileiros atacados pelos marrons vivem periodicamente em Albina e trabalham no garimpo de ouro, região de divisa com a Guiana Francesa. Muitos brasileiros retornaram para o país com auxílio do governo brasileiro.

Destruição causada pelo terremoto 244

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THATYML Atualidades Honduras: presidente Manuel Zelaya é deposto (2009) Manuel Zelaya foi deposto da presidência de Honduras por um golpe envolvendo o Judiciário, o Congresso Nacional e executado por um grupo de militares. Os golpistas expulsaram Zelaya para a Costa Rica e, em seu lugar assumiu o presidente interino Roberto Micheletti, presidente do Parlamento e pertencente ao mesmo partido que Zelaya, o Partido Liberal (PL). O motivo alegado para o golpe foi a proposta de Zelaya de uma consulta popular sobre uma reforma constitucional, permitindo a reeleição presidencial, declarada ilegal e inconstitucional pelo Parlamento e pela Suprema Corte. A elite hondurenha enveredou pelo golpe para conter o processo de “esquerdização” do país, que tinha se aproximado da Venezuela e entrado na ALBA (Alternativa Bolivariana para as Américas). O golpe contra Zelaya foi fortemente criticado pelos go-ver-nan-tes de países americanos, pela OEA (Organização dos Estados Americanos) e pela ONU. Mesmo assim, não se conseguiu reverter a situação. Zelaya retornou para Honduras e recebeu abrigo na embaixada do Brasil. Porém, o Congresso hondurenho impediu seu retorno ao poder. Em novembro de 2009, ocorreram eleições e Porfírio Lobo (de direita) foi eleito o novo presidente de Honduras. Haiti: terremoto causa tragédia (2010) Um terremoto de grande intensidade (7º na escala Richter) destruiu cerca de 80% das habitações em Porto Príncipe, capital do Haiti, além de várias localidades no interior do país. O Haiti fica numa região geológica instável, na microplaca tectônica Gonave, pressionada pelas placas da América do Norte e do Caribe. O impacto do terremoto foi equivalente à explosão de 30 bombas atômicas, atingindo 30% da população, que é de 10 milhões de pessoas, sendo que 2 milhões vivem na capital. Entre os mortos no Haiti, muitos brasileiros, militares e civis, entre eles, a médica e fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns. O total de mortes no Haiti chega a 230 mil e o país vai precisar de auxílio financeiro e humanitário internacional (países, organizações internacionais e ONGs) para a reconstrução. O Haiti é o país com menor IDH da América, onde a expectativa de vida é de 60 anos, 47% da população é analfabeta, 8 em cada 10 habitantes vivem abaixo da linha da pobreza e a economia é baseada na agricultura. Desde 2004, soldados brasileiros atuam no Haiti liderando tropas de paz da ONU (Minustah), cujo objetivo consiste em pacificar o país após a derrubada do presidente Jean Bertrand Aristide, acusado de atos de corrupção. O atual presidente haitiano é René Preval. Cuba: direitos humanos e a morte de Orlando Zapata (2010) O preso político cubano Orlando Zapata Tamayo morreu no hospital Hermanos Ameijeiras, da capital, onde estava internado, informou uma funcionária do centro médico. Zapata, de 42 anos, havia sido trasladado na noite de segunda-feira do hospital do presídio Combinado del Este, de Havana, ao Hermanos Ameijeiras, devido a seu estado de saúde “muito grave”, segundo a Comissão Cubana de Direitos Humanos e Reconciliação Nacional (CCDHRN).

Preso desde março de 2003, realizou uma prolongada greve de fome, em protesto pelas condições carcerárias, que deterioraram sua saúde, afirmava. Segundo a CCDHRN ele é o primeiro preso político cubano a morrer na prisão desde a década de 70. Zapata, um dos 65 cubanos considerados presos de consciência pela Anistia Internacional, havia sido inicialmente setenciado a três anos de prisão, mas sucessivas condenações, por outros motivos, elevaram a pena a mais de 25 anos, disseram fontes da dissidência. O Governo cubano não reconhece a existência de presos políticos no país - uns 200, segundo a dissidência - pois os considera “mercenários” a serviço dos Estados Unidos. O presidente Lula, que visitou Cuba no período da morte de Zapata, foi criticado por se manifestar de maneira “tímida” em relação a violação de direitos humanos em Cuba. Angola: atentado da FLEC atinge seleção de futebol do Togo (2010) O ônibus que transportava a seleção do Togo, que participaria da Copa Africana de Nações foi atacado na fronteira do Congo com Angola. O primeiro a assumir a autoria do atentado foi Rodrigues Mingas, líder das Forças de Libertação do Estado de Cabina - Posição Militar (Flec-PM). No dia 12/01/10, outro grupo separatista, a Frente de Libertação do Enclave de Cabina – Forças Armadas de Cabina (Flec-Fac), assumiu a autoria do atentado, dizendo que o objetivo era atingir policiais angolanos que escoltavam o comboio da seleção de futebol do Togo. No atentado foram mortos o motorista, um assessor de imprensa e um membro da Comissão Técnica de Togo. A seleção de Togo retornou ao seu país, abandonando a copa Africana de Nações. Somália Na Somália (ex-colônia italiana) existe apenas um grupo étnico, os somalis. Porém, devido à delimitação arbitrária das fronteiras no período colonial, parte da etnia somali ficou distribuída pelos países vizinhos como o Dijibuti, Quênia e Etiópia. Após a queda do ditador Mohamed Said Barre (apoiado pelos EUA durante a Guerra Fria), prevaleceu a guerra civil entre vários clãs ligados a grupos guerrilheiros. A intervenção militar norte-americana no início da década de 1990 surtiu poucos resultados positivos e a situação do país continua conturbada. Nos anos 2000, a Somália mantém-se em situação política caótica, pois o atual governo não detém o controle sobre o território do país. Ao norte, opositores chegaram a declarar a “independência da Somalilândia”. Também cresceu a atividade de grupos fundamentalistas islâmicos. Na costa somali, atuam piratas que atacam navios estrangeiros no Oceano Índico (importante rota de navegação, inclusive com o trânsito de petroleiros), costumam sequestrar as cargas e suas tribulações em troca de dinheiro e armamentos. África do Sul A África do Sul é a principal potência econômica e militar do continente africano. É o país mais industrializado da África e riquíssimo em commodities minerais. O país é grande exportador de ferro, manganês, ouro, diamantes, carvão mineral e urânio.

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THATYML Atualidades O país foi ocupado por holandeses (boeres) a partir do século XVII e pelos britânicos no século XIX. Os colonos europeus organizaram um sistema de dominação política e econômica sobre a maioria da população do país, composta por negros, mestiços e asiáticos. O poder da minoria branca na África do Sul era mantido por meio do controle dos meios de repressão, isto é, a polícia e as forças armadas. Em 1948, o Partido Nacional, comandado pelos mais conservadores da minoria branca, assumiu o poder e começou a institucionalizar nas leis do país a desigualdade social e racial através do apartheid. Os principais líderes negros que lutavam contra o regime foram brutalmente perseguidos. Nelson Mandela, principal líder negro do CNA (Congresso Nacional Africano), foi preso, ficando na cadeia entre 1962 e 1990. Na década de 1980, as pressões internacionais e a luta das organizações de oposição internas, lideradas pelo CNA (Congresso Nacional Africano), começaram a abalar o regime do apartheid. A África do Sul sofreu severas sanções econômicas e foi banida até de competições esportivas. Os conflitos entre as forças de repressão e a maioria negra se intensificaram. No final da década de 1980, ascendeu ao poder, o líder Frederik de Klerk, do Partido Nacional. A minoria branca, pressionada, foi obrigada a dar início ao desmantelamento do apartheid. Nelson Mandela foi libertado em 1990, após quase três décadas de cativeiro, e negociou com a minoria branca a pacificação do país e a implantação da democracia pluripartidária. Em 1994, aconteceram as primeiras eleições livres na África do Sul. Nelson Mandela, do CNA, foi eleito presidente. Entre 1994 e 1999, Mandela promoveu um governo de conciliação nacional e obteve grande êxito. A nova administração investiu no combate à pobreza entre a maioria negra e mestiça, intensificando as ações na área de saúde, educação e reforma agrária. No entanto, Mandela herdou um país com profunda desigualdade étnica e social. A minoria branca apresenta um padrão de vida mais elevado e controla boa parte das atividades econômicas. Mandela deixou o poder em 1999. Novas eleições levaram Thabo Mkebi, o vice de Mandela ao poder. Em 2009, o CNA vence novamente as eleições e Jacob Zuma, da etnia zulu, é eleito presidente. O CNA praticamente domina a política do país e os partidos de oposição, embora tenham avançado, ainda apresentam um desempenho eleitoral modesto. Em 2009, trabalhadores da construção civil e transportes fizeram greves por melhores salários. Em 2010, o país comemora os 20 anos de libertação de Nelson Mandela e também será a sede da Copa do Mundo de Futebol. Na atualidade, a África do Sul enfrenta grandes desafios. Uma das principais transformações foi a formação de uma classe média negra. Porém, ainda grande partes dos negros encontra-se em situação de pobreza. Outros problemas são:

- alto índice de desemprego atinge principalmente a população negra; - altos índices de criminalidade, principalmente nas áreas urbanas. Nigéria Em meio a uma grave crise política que já afeta a exploração de suas ricas reservas de petróleo, a Nigéria foi palco em março de 2010, de um massacre de cristãos de aldeias próximas à cidade de Jos, no centro do país. A violência, atribuída pelo governo a muçulmanos, tem origem numa profunda divisão étnica e religiosa: a população nigeriana é formada 50% por muçulmanos (localizados mais ao norte) e 40% por cristãos (predominantes no sul do país). Jos está localizada numa região conhecida como “cinturão do meio”, repleta de minas e outros recursos naturais, quedas d’água, assim como vida selvagem, sendo o principal polo turístico da Nigéria. No entanto, ali também dezenas de grupos étnicos seguidores das duas religiões disputam essa riqueza. Os muçulmanos da corrente fulani, predominantes na área, reclamam do governo dominado pelos cristãos no estado de Plateau, cuja capital é Jos, que, segundo eles, não lhes dá as mesmas oportunidades de trabalho. Segundo balanço informado pelo porta-voz do governo do Estado de Plateau, Gregory Yenlong, a situação em Jos e arredores é de caos: com medo da violência, milhares de cristãos abandonaram suas casas. Armados com revólveres, metralhadoras e machados, pastores fulani invadiram casas e mataram todos que encontraram pela frente. Em apenas três horas, muitas pessoas, entre elas muitas mulheres, crianças e até bebês, foram mortas e queimadas, segundo testemunhas, que descrevem cenas de horror. Segundo as autoridades e agências de ajuda humanitária, os novos ataques representam uma retaliação à violência imprimida por cristãos contra muçulmanos em janeiro de 2009, que deixou mais de 300 pessoas mortas na mesma região nigeriana. O governo de Plateau anunciou um funeral coletivo para as vítimas, enterradas em valas comuns. O presidente interino da Nigéria, Goodluck Jonathan, afirmou que os soldados estão em alerta vermelho e tropas extras foram enviadas à região. Umar Yar’Adua, eleito presidente em 2007, está afastado do poder desde 23 novembro passado, quando foi levado a um hospital na Arábia Saudita para se tratar de uma doença no coração. Ele teria retornado à sua casa, em Lagos, no fim de fevereiro mas desde então, alegando saúde frágil, não aparece em público. O vácuo de poder só piora uma outra crise que vive a Nigéria pelo controle de suas ricas reservas de petróleo, a maioria localizada no delta do rio Níger. Nesta região atua um movimento separatista radical, o Movimento de Emancipação do Delta do Níger (MEND) que chegou a atacar as instalações petrolíferas.

- a disseminação da epidemia de HIV-Aids. Cerca de 4 milhões de sul africanos estão infectados pelo vírus, uma vez que o governo foi muito ineficiente nas políticas de prevenção e distribuição de medicamentos.

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THATYML Atualidades Brasil

Brasil - distribuição da PEA por setores

Indicadores sociais do Brasil Nos anos 2000, houve uma melhoria dos indicadores sociais do Brasil. As principais foram a queda do porcentual de pobres e uma pequena melhoria na distribuição de renda. As causas foram: crescimento moderado do PIB, queda do desemprego, aumento do valor real do salário mínimo, controle da inflação e programas de transferência condicionada de renda como o Bolsa Família. A seguir, os principais indicadores do país.

Emigrantes Brasileiros

Brasil - distribuição de renda (famílias)

Brasil - conforto e posse de bens de consumo por domicílios

(PNAD - Pesquisa Nacional de Amostras de Domicílios)

Desenvolvimento urbano brasileiro No Brasil, as causas principais foram: a industrialização e o êxodo rural (em decorrência da modernização do campo e da insuficiência de reforma agrária). Em 1920, 16% da população era urbana. O porcentual aumentou para 83% em 2010.

Brasil - Composição étnica (porcentual em relação a população total)

As metrópoles são cidades populosas, que exercem influência (polarização) em relação às cidades vizinhas e territórios mais amplos. As metrópoles comandam a vida econômica, social e cultural em seus respectivos países. As metrópoles com mais de 10 milhões de habitantes são denominadas de megacidades. Principalmente a partir do final do século XIX, dá-se um processo de metropolização, isto é, a concentração urbana em grandes cidades. Até meados do século XX, a maioria das metrópoles localizava-se nos países mais desenvolvidos, a exemplo de Londres, no Reino Unido. Após a Segunda Guerra Mundial, ocorreu um crescimento acelerado das metrópoles dos países subdesenvolvidos.

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THATYML Atualidades Na atualidade, existe uma rede de metrópoles globais ou cidades mundiais, que exercem influência internacional ou que são pontos privilegiados de conexão com o mundo, a exemplo de São Paulo. A intensa urbanização faz com que as cidades tenham um crescimento horizontal, espalhando-se por imensas áreas. Esse crescimento leva à conurbação, isto é, à formação de grandes manchas urbanas integradas por cidades de municípios diferentes. Dessa maneira, formam-se aglomerados urbanos integrados e interdependentes, que compartilham infraestrutura e serviços públicos e privados.

Guarulhos, Barueri, Santo André, Osasco, Cotia, entre outras, formando a Grande São Paulo. No Brasil, as regiões metropolitanas foram oficializadas por leis em 1974 e 1975. A administração e o planejamento governamental devem, a partir daí, considerar a área metropolitana como um todo. Ou seja, problemas comuns deveriam apresentar soluções integradas, visto que medidas tomadas em um município podem atingir os municípios vizinhos. Na tabela a seguir, as 10 mais populosas regiões metropolitanas do país.

A conurbação leva à formação de regiões metropolitanas. Uma região metropolitana é polarizada por uma metrópole, mais importante do ponto de vista demográfico e econômico-cultural, e que polariza as cidades vizinhas. Por exemplo, São Paulo polariza as cidades vizinhas: Brasil – maiores regiões metropolitanas

As demais regiões metropolitanas são: Santos/Baixada Santista (SP), Vitória (ES), Ipatinga/Vale do Aço (MG), Londrina (PR), Maringá (PR), Belém (PA), Manaus (AM), Macapá (AP), São Luís (MA), Maceió (AL), Aracaju (SE), Natal (RN), Terezina (PI/MA), Petrolina/Juazeiro (PE/BA) e Goiânia (GO). As megalópoles são formadas por duas ou mais regiões metropolitanas, constituindo um imenso espaço com profunda interação socioeconômica. Essas regiões concentram grande parte da população, além das atividades industriais e financeiras, em uma pequena parcela de território de um país. A megalópole pode apresentar amplos espaços conurbados, mas também ocorrem áreas suburbanas com características rurais, algumas delas são unidades de conservação ambiental, outras são utilizadas para a produção de gêneros agrícolas como os hortifrutigranjeiros. A megalópole brasileira é formada pelas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas e Baixada Santista, incluindo o Vale do Paraíba do Sul e Sorocaba.

O Brasil apresenta uma rede e hierarquia urbana. As pequenas cidades são subordinadas às de porte médio, que por sua vez são polarizadas pelas metrópoles. A hierarquização é definida pelos equipamentos e serviços oferecidos pela cidade: saúde, sistema financeiro, comércio e atividades culturais. No Brasil, temos a seguinte hierarquia urbana: - Metrópoles globais. O Brasil apresenta duas, São Paulo e Rio de Janeiro. São Paulo é a principal, uma vez que é mais populosa e cosmopolita (diversas etnias, religiões e imigrantes). Constitui o centro financeiro do Brasil, uma vez que apresenta os principais bancos e a bolsa de valores. Também oferece serviços e comércio diversificados e infraestrutura moderna de telecomunicações, transportes (aeroporto internacional) e informática, sendo a principal conexão do Brasil com o mundo. - Metrópoles nacionais. São metrópoles que apresentam importante influência sobre o território brasileiro: Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Brasília, Fortaleza, Recife e Salvador.

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THATYML Atualidades - Metrópoles regionais. São metrópoles que apresentam influência sobretudo nas suas regiões: Campinas, Vitória, Manaus, Belém e Goiânia. - Centros regionais. São cidades relevantes do ponto de vista econômico, porém com influência em seus estados: Ribeirão Preto, Santos, São José dos Campos, Porto Velho, Rio Branco, Florianópolis, Campo Grande, Cuiabá, Natal, São Luís, João Pessoa, Terezina, Aracaju e Maceió. No Brasil, a urbanização foi acelerada, desordenada, careceu de planejamento adequado e gerou numerosos problemas socioambientais. A especulação imobiliária atendeu aos interesses de grandes proprietários, empreiteiras e incorporadoras imobiliárias. Induzem a ocupação das regiões periféricas das cidades. Por vezes, o tamanho da cidade é bem maior do que deveria, uma vez que muitas empresas forçaram a expansão de loteamentos na periferia. Entre os loteamentos foram deixados imensos espaços vazios que foram apropriados pelas empresas. Os lotes periféricos costumam ser ocupados por populações de baixa renda. O Estado é responsável por levar a infraestrutura básica (pavimentação, água, rede de esgoto, energia elétrica, iluminação pública, escolas e creches) até essas áreas. Portanto, com a chegada da infraestrutura, os espaços vazios são valorizados, aumentando os lucros dos proprietários. A expansão periférica desordenada, sem planejamento e dominada pelos interesses econômicos, dificultou a vida dos moradores da periferia e causa diversos problemas. Por outro lado, enormes espaços ficaram subutilizados no centro das cidades. O processo de difusão da infraestrutura e dos serviços é lento e o enorme tamanho das cidades faz com que as distâncias entre a periferia e o centro sejam imensas, aumentando o desperdício de tempo do fluxo dos trabalhadores por meio dos movimentos pendulares. O Brasil vive um grave déficit habitacional, isto é, faltam moradias para a população de baixa renda, principalmente nos centros urbanos. Em 2009, o governo federal lançou o programa Minha Casa Minha Vida no intuito de estimular a construção de moradias populares para a população mais pobre, com renda familiar até R$ 4.650. O programa conta com financiamento de bancos como a Caixa Econômica Federal. O objetivo inicial do programa é construir 1 milhão de moradias, com um investimento de R$ 34 bilhões. A família poderá utilizar recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) para o financiamento de casas e apartamentos. No Brasil, a questão urbana na escala federal é responsabilidade do Ministério das Cidades comandado pelo ministro Márcio Fortes de Almeida (PP-RJ).

- Condomínios fechados. Aconteceu a proliferação de condomínios fechados de alto padrão na periferia das regiões metropolitanas, a exemplo de Alphaville, localizado entre os municípios de Barueri e Santana do Parnaíba em São Paulo. À medida que os problemas urbanos foram se agravando (violência, pobreza, trabalho informal etc), parte das populações de alta renda se deslocou para condomínios que passaram a oferecer segurança privada e um ambiente social mais homogêneo. - Cortiços. Os cortiços ocorrem em parcelas dos bairros antigos históricos das cidades que sofreram uma desvalorização ao longo do tempo. Os imóveis são prédios e casarões deteriorados ocupados por muitas famílias, havendo condições sanitárias e de infraestrutura precárias. Esses bairros também são áreas de concentração de prostituição e narcotráfico. - Favelas. Constituem a moradia das camadas sociais mais pobres que, em sua maioria, não têm condições de acesso às moradias populares. Porém, devido aos parcos investimentos em moradia, parte da classe média baixa no Brasil é moradora de favelas. As favelas são formadas por habitações precárias construídas com materiais alternativos, como madeira, ferrovelho e plásticos. Na atualidade, muitas delas são de alvenaria como é o caso da Rocinha no Rio de Janeiro e Paraisópolis em São Paulo. As favelas brasileiras são encontradas nos mais diferentes sítios urbanos (tipos de relevo), muitas vezes em áreas de risco como várzeas e encostas. Nas metrópoles brasileiras, grande parte da população vive em favelas. Em São Paulo, calcula-se que 10% da população é favelada. Para uma população de 11 milhões de habitantes, cerca de 1,1 milhão de habitantes. O porcentual aumenta nas metrópoles das regiões mais pobres como o Nordeste. As cidades com maior número de favelas são: São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Guarulhos e Curitiba. O processo de ocupação dos terrenos é marcado pela ilegalidade, ocorrendo principalmente em terrenos públicos e em sítios desprezados pelas loteadoras. De modo geral, as condições sanitárias, de acesso à infraestrutura e serviços públicos é precária. Embora as favelas se concentrem nos bairros mais pobres, algumas delas situam-se também nas proximidades dos locais de trabalho dos moradores, sendo limítrofes a bairros ricos.

Limite entre favela e bairro de luxo em São Paulo, a maior metrópole de um dos países socialmente mais desiguais do mundo.

A seguir, tipos de moradia que marcam os contrastes sociais no Brasil: Degrau Cultural

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THATYML Atualidades Em muitas das grandes metrópoles dos países subdesenvolvidos, o trânsito é caótico. No Brasil, o investimento do Estado em transporte coletivo (ônibus, trens e metrô) foi insuficiente. A mobilidade espacial na metrópole é dificultada para o conjunto da população e, em especial, para os mais pobres. Por vezes, o poder público, ao invés de investir em transportes coletivos, atém-se a grandes obras viárias, como avenidas, viadutos, pontes e túneis, que beneficiam o transporte particular, utilizado pelas camadas mais ricas da população. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, as cidades mais populosas do país, o metrô apresenta poucas linhas e não atende a cidade como um todo. Em São Paulo, o governo do estado acelerou as obras nas linhas verde, amarela e lilás do metro como parte do programa Expansão SP.

Expansão SP. Programa de expansão do metro e da CPTM em São Paulo. Na foto, a estação Sacomã (linha verde), a primeira a ter portas de plataforma e bloqueios com porta de vidro, no lugar das catracas.

Nas cidades dos países subdesenvolvidos, inclusive as brasileiras, grande parte da população ainda não tem acesso ao saneamento básico adequado, isto é, acesso a água potável, rede coletora de esgotos e coleta de lixo. Os índices são alarmantes e variam de acordo com a região. De modo geral, são mais graves no Norte e Nordeste, sendo melhores no Sul e Sudeste.

Aconteceram grandes enchentes na região metropolitana de São Paulo, São Luiz do Paraitinga (município do Vale do Paraíba, com destruição do patrimônio histórico e arquitetônico), Baixada Fluminense e interior do Rio Grande do Sul (inclusive com a destruição de uma ponte sobre o rio Jacuí na região de Agudo). Também aconteceram deslizamentos de terra catastróficos em Angra dos Reis (RJ), tanto na área urbana quanto na ilha Grande (deslizamento natural que atingiu pousadas no sopé da encosta) e na região metropolitana de São Paulo, a exemplo dos ocorridos no bairro do Grajaú, na capital, e em Carapicuíba. As escarpas de falha da Serra do Mar e o domínio dos mares de morros apresentam propensão natural para os deslizamentos devido a alta declividade e elevados índices de chuva, inclusive orográfica na zona serrana. A ocupação urbana irregular torna as áreas ainda mais frágeis.

Deslizamento natural na Ilha Grande (RJ) em 2009

Violência A violência no Brasil não é um fenômeno recente, pois existe desde o início do processo de colonização. As causas estruturais são a profunda desigualdade social existente no país, a ineficiência da segurança pública, do poder judiciário e da justiça, além do crescimento do crime organizado e do narcotráfico, cabendo salientar que o país tornou-se também um grande consumidor de drogas. O Brasil apresenta uma taxa de homicídios de 27 em cada 100 mil habitantes. Esta taxa apresentou um crescimento desde a década de 1980 até 2004. Posteriormente, houve um pequeno declínio que, segundo os especialistas, está vinculado a campanha de desarmamento. Em 1996, estava por volta de 24,76. Entre os jovens, a situação é ainda mais grave e coloca o Brasil na 3ª posição mundial, com taxa de 51,7 homicídios por 100 mil jovens (2004). Os índices brasileiros são 100 vezes superiores aos de países como Austrália, Japão e Egito.

Chuvas excessivas, enchentes e deslizamentos Entre 2009 e 2010, aumentaram os índices pluviométricos (chuvas) no Brasil. As causas são variadas: El Niño (aquecimento anormal do oceano Pacífico Intertropical nas proximidades da América do Sul que causa mudança nas massas de ar), Convergência do Atlântico Sul (umidade vinda da Amazônia em direção ao Sul e Sudeste do país) e aquecimento anormal no Oceano Atlântico com formação de baixa pressão que proporciona uma elevação da umidade.

Numa pesquisa recente da Unesco, entre 57 países pesquisados, considerando apenas os homicídios causados por armas de fogo, o Brasil ficou na 2ª posição com 19,54 por 100 mil habitantes. Para se ter uma ideia de como é alta a utilização de armas de fogo em assassinatos no Brasil, a taxa na Argentina é de 4,34 por 100 mil habitantes, mais de quatro vezes menor do que a brasileira. Entre os 57 países o que registra menor taxa de mortalidade por armas de fogo é o Japão com 0,06 óbito por 100 mil habitantes.

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THATYML Atualidades Mundo – mortes violentas

Na escala municipal, nos anos 2000, os municípios mais violentos do Brasil localizam-se na Amazônia Legal e no Centro-Oeste, a exemplo de Coronel Sapucaia (MS). Nestas localidades, os homicídios estão relacionados aos conflitos pela posse da terra. Homicídios em alguns municípios brasileiros (homicídios a cada 100 mil habitantes)

Legenda: A anamorfose (mapa proporcional) apresenta os países com maior número de mortes violentas, principalmente homicídios. Na América do Sul, a liderança é para o Brasil, seguido da Colômbia. O continente africano também se sobressai com países como Nigéria e África do Sul. Rússia, China e Índia também destacam-se. Países da Europa Ocidental, Canadá, Japão e Oceania apresentam índices menores de violência.

No Brasil, parcelas da população mais pobre ficam bastante vulneráveis à influência do crime organizado, uma vez que faltam oportunidades de emprego, educação e mobilidade social. Pesquisas recentes comprovam que em países muito mais pobres que o Brasil como os da África Ocidental, os índices de violência e criminalidade são menores em relação ao total da população. Tal constatação explica-se pelos diferentes níveis de desigualdade interna existentes nessas sociedades: são áreas onde a pobreza é generalizada, mas sem desníveis sociais radicais, logo a violência é menor. Nas áreas onde o desnível entre os mais ricos e os mais pobres é abismal, como é o caso do Brasil, da Colômbia e da África do Sul, as taxas de violência são mais elevadas. Um dos problemas é que as parcelas mais aquinhoadas da população tendem a ostentar riqueza, exibi-la aos olhos do restante da sociedade, que nunca terá acesso a esses bens, situação que aumenta a tensão social.

(Fonte: Ministério da Justiça)

A segurança pública tende a proteger mais os espaços habitados pela classe média e alta do que os bairros mais pobres. Em São Paulo, em Perdizes (bairro rico) existe 1 policial militar para cada 11.667 habitantes. Os bairros pobres e violentos das periferias são os menos assistidos pela segurança pública, no Jardim Ângela (bairro pobre da periferia) existe 1 policial militar para cada 64.800 habitantes. Na verdade, existe uma péssima distribuição geográfica dos policiais pela cidade. Metrópole de São Paulo -Homicídios a cada 100 mil habitantes em alguns bairros

Homicídios em alguns estados brasileiros (homicídios a cada 100 mil habitantes)

(Fonte: Seade)

A urbanização desordenada em algumas cidades brasileiras favorece a atividade criminosa. No Rio de Janeiro, a geografia dos morros recobertos de favelas. O relevo íngreme, o mosaico de barracos, os inúmeros caminhos, becos e esconderijos constituem um espaço que favorece a instalação de grupos criminosos e dificulta a ação da polícia. No Rio de Janeiro, por vezes, o crime organizado impõe as regras em algumas comunidades carentes. As facções criminosas estabelecem a repartição de territórios. A disputa entre facções criminosas pelo controle de territórios em favelas gera grande violência e vitima a população civil. (Ministério da Justiça/Fórum Nacional de Segurança Pública)

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THATYML Atualidades No caso carioca, outro elemento preocupante é o surgimento de milícias armadas integradas por ex-policiais e ex-militares que prometem combater o crime e passam a cobrar pelos serviços prestados, não raro se envolvendo em atividades ilegais. Em 2009, houve um conflito entre policiais e traficantes que tinham tentado tomar o Morro dos Macacos, ocupado pela quadrilha rival. O episódio da queda de helicóptero de polícia alvejado por traficantes causou surpresa. Outro caso grave foi o assassinato de Evandro da Silva, coordenador da ONG Afroreggae, o caso evidenciou a negligência e o despreparo da polícia. Para melhorar a segurança pública, o governo federal pretende complementar o salário dos policiais do país. Inicialmente, foi lançado o bolsa Copa e o bolsa Olimpíada para policiais que vão trabalhar nas cidades onde acontecerem os eventos. UPP (Unidade de Policiamento Pacificadora) No Rio de Janeiro, foram implantadas as Unidades de Policiamento Pacificadora. Trata-se de uma ocupação efetiva da polícia em comunidades carentes do Rio de Janeiro. A política, com ação tanto repressiva quanto comunitária, reduziu os índices de violência e quase baniu o tráfico de drogas. Constitui uma intervenção policial e social nas comunidades. As UPPs funcionam nas comunidades de Cidade de Deus(Jacarepaguá – Zona Oeste), Santa Marta(Botafogo – Zona Sul), Cantagalo, Pavão Pavãozinho, Babilônia-Chapéu Mangeira (Leme – Zona Sul) e Jardim Batam (Realengo – Zona Oeste). Hoje, as UPPs representam uma importante ‘arma’ do Governo do Estado do Rio e da Secretaria de Segurança para recuperar territórios perdidos para o tráfico e levar a inclusão social à parcela mais carente da população. Criadas pela atual gestão da secretaria de Estado de Segurança, as UPPs trabalham com os princípios da Polícia Comunitária. A Polícia Comunitária é um conceito e uma estratégia fundamentada na parceria entre a população e as instituições da área de segurança pública. O governo do Rio está investindo R$ 15 milhões na qualificação da Academia de Polícia para que, até 2016, sejam formados cerca de 60 mil policiais no Estado.

Polícia e crianças na Cidade de Deus, brincadeira com pipas

IHA e IVJ No dia 21 de julho de 2009, o Observatório de Favelas promoveu, em uma coletiva de imprensa em Brasília, o lançamento do Índice de Homicídios na Adolescência (IHA), pesquisa inédita, que compõe um dos eixos de atuação do Programa de Redução da Violência Letal Contra Adolescentes e Jovens (PRVL). O IHA é uma ferramenta que estima o risco de adolescentes, com idade entre 12 e 18 anos, perderem suas vidas por causa da violência letal. O IHA avalia alguns fatores que podem aumentar o risco de morte, de acordo com raça, gênero e idade desses adolescentes. Estavam presentes a subsecretária de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH), Carmen Oliveira, o representanteadjunto no Brasil do UNICEF, Manuel Buvinich, e o professor Ignácio Cano, do Laboratório de Análise da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (LAV-Uerj). Em seguida à fala de Carmen Oliveira, o representanteadjunto no Brasil do UNICEF, Manuel Buvinich, mostrou indignação ao comentar o cenário preocupante para o qual o IHA aponta. Sobre os quase 13 homicídios diários de adolescentes no país, Buvinich mencionou que, apesar de todos os investimentos feitos entre 1990 e 2007 em políticas de saúde, resultando na redução das mortes de crianças por doenças, antes dos cinco anos de idade, esses mesmos cidadãos que deixaram de morrer na infância, agora perdem suas vidas para a violência. “São quase 3 mil mortes por ano, como isso não causa impacto na opinião pública?”, indaga. A expectativa é de que o IHA seja um instrumento que contribua para monitorar o fenômeno da letalidade por homicídios de adolescentes no tempo e no espaço, proporcionando subsídios para a construção de políticas públicas de redução e prevenção desse problema, tanto locais quanto estaduais e federais. Os resultados do estudo só reforçam a necessidade de implementação e expansão de programas e ações para a promoção dos direitos de crianças e adolescentes em todo o país, avaliam os órgãos parceiros na elaboração e criação do IHA. O IHA expressa, para um universo de mil pessoas, o número de adolescentes que, tendo chegado à idade de 12 anos, não alcançará os 19 anos, porque será vítima de homicídio. Ou seja, estima o número de homicídios que se pode esperar ao longo dos próximos sete anos (entre os 12 e os 18 anos) se as condições não mudarem. Hoje, os homicídios representam 46% das causas de morte dos cidadãos brasileiros dessa faixa etária. A maioria dos homicídios é cometida com arma de fogo. O trabalho demonstra que a probabilidade de ser assassinado é quase 12 vezes maior quando o adolescente é do sexo masculino do que do feminino. O risco também é quase três vezes maior para os negros em comparação aos brancos. O estudo avaliou os 267 municípios do Brasil com mais de 100 mil habitantes e chegou a um prognóstico alarmante: estima-se que o número de adolescentes assassinados entre 2006 e 2012 ultrapasse a 33 mil se não mudarem as condições que prevaleciam nessas cidades.

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THATYML Atualidades O valor médio do IHA para os 267 municípios estudados é de 2,03 jovens mortos por homicídio antes de completar os 19 anos, para cada grupo de 1.000 adolescentes de 12 anos. Mas há localidades onde o índice é extremamente elevado se comparado com essa média. A cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná, lidera o ranking de homicídios entre as cidades brasileiras com mais de 100 mil habitantes, com 9,7 mortes para cada grupo de 1.000 adolescentes entre 12 e 18 anos. Em seguida, aparecem os municípios de Governador Valadares (MG), com 8,5, e Cariacica (ES), com 7,3.

Em 2009, o presidente e o ministro da Defesa, Nelson Jobim (PMDB-RS) manifestaram-se a favor da compra do caça francês Rafale. Depois, disse o presidente, que tudo ainda estaria em fase de análises técnicas entre o Brasil e as empresas concorrentes. Os militares chegaram a divulgar um relatório com preferência técnica pelo caça sueco. O relatório final, por parte do Brasil, deverá ser apresentado pela Força Aérea Brasileira (FAB). Os países que disputam a venda de aviões caças para o Brasil são: EUA (F18), Suécia (Gripen) e França (Rafale da empresa Dassault, o candidato favorito). TSE cassa mandatos de governadores (2008-2009)

Outra pesquisa divulgada foi o IVJ (Índice de Vulnerabilidade Juvenil) -violência pelo Ministério da Justiça e Fórum Nacional de Segurança Pública. A pesquisa foi realizada nos municípios a partir de 100 mil habitantes na faixa etária entre 12 e 29 anos. Os mais violentos foram, na sequência: Itabuna, Marabá, Foz do Iguaçu, Camaçari e Governador Valadares. Os menos violentos foram as cidades paulistas de São Carlos, Franca e São Caetano do Sul. Plano Nacional de Saúde do Homem, Lei Seca e Lei Antifumo (2008-2009) Em 2009, o Ministério da Saúde, liderado pelo ministro José Gomes Temporão (PMDB-RJ) lançou o primeiro Plano Nacional de Saúde do Homem. No país, de cada 3 óbitos, 2 são de homens. Devido a maior mortalidade de homens e menor expectativa de vida em relação às mulheres, o governo decidiu investir na saúde masculina. As causas da maior mortalidade são: negligência com a própria saúde, violência e acidentes de trânsito (que atingem principalmente homens jovens e adultos até 29 anos, pobres, moradores de bairros periféricos, bem como pardos e negros) e maior incidência de alcoolismo, tabagismo e consumo de drogas. Nos últimos anos, legislações mais rigorosas surgiram para reduzir a mortalidade, a Lei Seca (2008) e a Lei Antifumo (2009, no estado de São Paulo). Compra de armamentos e a polêmica dos caças (2009/ 2010) Um dos problemas do país é fragilidade no campo militar ante ao seu imenso território, grande PIB e preocupações redobradas com a Amazônia e a zona econômica marinha onde se localizam as reservas de petróleo pré-sal. Tratase do único BRIC que não dispõe de armas nucleares, pois é signatário do TNP (Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares). A partir do final dos anos 2000, o país realiza um ambicioso acordo militar e geopolítico com a França, com a compra de submarinos (um deles, nuclear) e helicópteros com transferência de tecnologia. O Brasil também pretende renovar sua frota de caças.

Entre novembro de 2008 e junho de 2009, o Tribunal Superior Eleitoral determinou a cassação de três governadores estaduais. Segundo a legislação até então, o segundo colocado nas eleições assume o mandato. O primeiro governador cassado foi Cássio Cunha Lima, da Paraíba (PSDB) e seu vice José Lacerda Neto (DEM). Ambos foram acusados da utilização de programas sociais para distribuir dinheiro irregularmente. De acordo com investigações, os dois teriam distribuído 35 mil cheques para eleitores de baixa renda. O processo que cassou o governador e seu vice ficou conhecido como o Caso Fac (Fundação de Ação Comunitária), um dos programas “assistidos” pelos dois. O novo governador da PB é José Maranhão (PMDB). O segundo cassado foi o governador do Maranhão, Jacson Lago (PDT) e seu vice, Luis Carlos Porto (PPS). Entre as acusações contra os dois, constam doações irregulares de cestas básicas, kit salva-vidas para moradores da baía de São Marcos, a transferência de recursos públicos, estimados em mais de R$ 700 mil, para uma associação de moradores de Grajaú, e a distribuição de material de construção e combustível. Todas essas irregularidades confirmam o uso da máquina pública no processo eleitoral de 2006. A nova governadora do Maranhão é Roseana Sarney (PMDB). O último cassado foi o governador de Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB) e seu vice. Os dois foram acusados de utilizar indevidamente os meios de comunicação, distribuição gratuita de casas, óculos, cestas básicas, prometer vantagens a eleitores e distribuir bens e serviços com dinheiro público. A Assembleia Legislativa do Tocantins elegeu por 22 votos a zero, Carlos Henrique Gaguim (PMDB), presidente da Casa, como o novo governador do estado. Eleições e escândalos no Congresso Nacional (2009) No dia 2 de fevereiro de 2009 foram eleitos o presidente do Senado Federal e o presidente da Câmara dos Deputados. Para a Presidência do Senado foi eleito José Sarney (PMDB-AP), que venceu seu opositor, o senador Tião Viana (PT-AC) por 49 votos a 32. Os dois mandatos exercidos anteriormente por José Sarney, ocorreram entre 1995/1997 e entre 2003/2005. Para a Presidência da Câmara dos Deputados foi eleito o deputado federal Michel Temer (PMDB-SP). Este é o seu sexto mandato consecutivo como deputado federal. Sua eleição para presidência da Câmara dos Deputados foi apoiada por 14 partidos. O último escândalo que envolve o Senado Federal e que, com certeza, não será o último, diz respeito aos chamados atos secretos, e tem como pivô o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP).

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THATYML Atualidades Nos últimos quatorze anos, foram publicados mais de 500 atos secretos, utilizados para nomear e aumentar salários de pessoas ligadas ao comando do Senado. José Sarney teve duas sobrinhas nomeadas por ato secreto, uma nomeada para o gabinete de sua filha, Roseana Sarney (Maria do Carmo de Castro Macieira) e outra, nomeada para o gabinete do senador Delcídio Amaral (PT-MS), em Campo Grande (Vera Portela Macieira Borges). As denúncias contra Sarney foram arquivadas pelo Conselho de Ética do senado. O presidente do Senado José Sarney sofre dura pressão da opinião pública, da imprensa e da oposição (PSDB, DEM e PSOL) para que renuncie ao cargo. A crise do Senado já provocou o afastamento de dois de seus diretores: Agaciel Maia (diretor-geral da Casa), após revelação do jornal Folha de São Paulo, que ele não teria registrado uma casa avaliada em R$ 5 milhões; João Carlos Zoghbi (diretor de Recursos Humanos do Senado), acusado de ter cedido um apartamento funcional para parente que não fazia parte do Congresso Nacional. Entre os demais escândalos de 2009: os “181 diretores” do senado, farra das passagens aéreas e a absolvição do deputado do “castelo” Edmar Moreira (ex-DEM, atual PR-MG). Mensalão do Democratas do Distrito Federal (2009/2010)

Depois dos mensalões do PT e do PSDB, chegou a vez do Mensalão do Democratas (o antigo PFL) para os adversários, os “demos”. Em novembro de 2009, a Polícia Federal deflagra a Operação Caixa de Pandora. São cumpridos 29 mandados de busca e apreensão em 16 endereços, incluindo a Câmara Legislativa e a Residência Oficial do governador José Roberto Arruda, em Águas Claras. A PF investiga o suposto esquema de propina do GDF para a base de deputados aliados, com dinheiro repassado por empresas privadas — muitas delas mantinham contratos com o executivo local. Durval Barbosa, até então secretário de relações institucionais do governo Arruda, foi quem denunciou o esquema à PF. Presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) na administração de Joaquim Roriz, ele gravou diversos políticos do DF. Fez acordo de delação premiada com a Justiça e a PF para reduzir a própria pena em 37 processos a que responde. O inquérito sobre o caso está no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Quando as denúncias vieram à tona, Durval foi exonerado. Foi divulgado vídeo de um encontro entre Arruda e Durval Barbosa durante a campanha eleitoral de 2006. Nas imagens, o então candidato recebe dinheiro de Durval. Os advogados de Arruda afirmam se tratar de doação para a compra de panetones que seriam doados a famílias carentes.

Oito dos 24 deputados e dois suplentes da Câmara Legislativa (CLDF) são citados no inquérito como beneficiários do suposto esquema de corrupção. Eurides Brito (PMDB), Júnior Brunelli (PP) e Leonardo Prudente (deputado filmado com dinheiro nas meias, posteriormente pediu desfiliação do DEM) aparecem em vídeo recebendo dinheiro das mãos de Durval Barbosa. O vice-governador Paulo Octávio, o secretário de Planejamento, Ricardo Penna, e o corregedor e secretário de Ordem Pública, Roberto Giffoni, são mencionados na conversa como tendo recebido dinheiro. Os três negam qualquer participação no caso. A Câmara Legislativa abre processo para apurar a quebra de decoro parlamentar dos deputados citados no suposto esquema de propina apontado pela PF. Os distritais Júnior Brunelli e Leonardo Prudente aparecem em vídeo rezando em agradecimento pela vida de Durval Barbosa. A cena fica conhecida como a “oração da propina”. Em dezembro, em entrevista ao Correio Brasiliense, Arruda afirma sua inocência e diz que tudo o que quer é “enfrentar Roriz nas urnas”. Leonardo Prudente se afasta da presidência da Câmara. Estudantes, integrantes de entidades sindicais e partidos políticos de oposição ocupam o plenário da Câmara Legislativa exigindo o afastamento de Arruda. A Ordem dos Advogados do Brasil, seção DF, protocola na Câmara dois pedidos de impeachment: um de Arruda e outro de Paulo Octávio. Cerca de 2,5 mil pessoas fazem protesto no Eixo Monumental contra Arruda. Com ordem para desocupar as vias, PMs a cavalo partem para cima dos jovens (foto) e transformam a área do Buriti em praça de guerra. O pedido de liminar apresentado por Arruda é negado e ele anuncia sua desfiliação do DEM. Com isso, não pode concorrer nas próximas eleições. Distritais entram em férias e anunciaram a autoconvocação para 11 de janeiro de 2010, adiando a votação dos pedidos de impeachment de