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F

AGULHAS

V

IVIDAS


Por

Alex Bisinotto


Fagulhas Vividas

Com quase três quilos, nasci; Nas gerais de Sacramento. Duas horas da manhã, Sem dispor de sofrimento. Deusa Iris elevou-me, Nos seus braços acolheu-me. Com jeitinho apontou-me: Fartos seios, “mama é seu!” Papai “Santin” eu sei disso, Tão feliz logo ficou. Beijou o caçula com riso Junto à Iara colocou. _Como são bonitos seus filhos! Alguém logo exclamou; _Um aninho de diferença! Papai de pronto falou. O tempo passou bem rápido. Papai com Deus foi morar; Para cidade fomos indo: Novos ares, novo lar.


Fagulhas Vividas

Minha infância, toda ela Nas ruas de terra, passei; A brincar, década de 80. Barão da Rifaina, estudei. No ofício aos 11 anos: Tio Jayme, eu, de aprendiz; Com bons hábitos ensinou-me: Quem trabalha é feliz! Mamãezinha maior exemplo, A seguir sei que não há. No altar junto ao Luizão, Nunca é tarde para amar! Desta união de amor Dois presentes eu ganhei: Heloísa, olhos negros, Érika, anjo lindo bendizeis. A mais grata surpresa Na minha vida encontrei: Elisbélgica, com franqueza; Num Seminário, a notei.


Fagulhas Vividas

Do amor sem precedentes, Quinze anos convivendo; Muitas lutas, desafios. Disso, eu nunca lamento. Pois meu bem mais precioso, Que até hoje, pude contar: Alex Júnior amoroso; Mil motivos para orgulhar. Fiz estes versos buscando Homenagear com quem vivi. Desculpe se não menciono, Muitos outros nomes aqui. Estes, guardo na lembrança; Não é necessário citar. Depois de anos de andança: Quem pode me condenar? Por fim, agradeço àqueles, Pela conquista deste diploma; Que de uma forma ou de outra, Comemoram essa vitória!


Fagulhas Vividas  

Agradecimento em forma de poema - Graduação em Direito

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