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19/10/2010

TOM MARCELINO

REFERĂŠNCIA INDEFINIDA

referenciaindefinida.blogspot.com | Tom Marcelino


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A verdade é sincera e a realidade incolor, a vida é curta e eu um sonhador! -Tom Marcelino

...pois é a perda o contraponto pra o entendimento pleno do amor... -Tom Marcelino


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Índice quer?

4

Unamar (hei sen vozser)

5

Eu e meu amor; meu amor e eu.

6

Melhor de mim

7

Notas em palavras de saída

8

Algo logo sou

9

Eu sou você

10

Belo Horizonte

11

Papai

12

Ser e não ser

13

Duvídro

14

Claros da clareza com que conseguem ver*

15

Minha Seriaiá

16

...Busca Vida

17

Reflexão

18

Azul e Branco

19

Acreditar no Natal

21

Ainda a sonhar

22

Cegos e sós

23

Se é minha, o que fazer?

24

Equilibrista

25

Music Inspiration

26

Amarras

27

Ars Amatoria - A arte de Amar

28

C'est moi...C'est ma vie...

29

Sonial

30

Interpretações Infantis

31

A felicidade não tira férias...

32

Obsoletos, prepotentes e arrogantes – Os Especialistas

33

Eu e a representação de deus

34

A Sociedade e a Cultura da Negação

35

Crime e Castigo - Corrupção Incontrolável do Brasil

36

Altruísmo – Humanos e Primatas

37

The doors of perception – As portas da percepção

38

Solstício de Inverno

39

Bompreço, Bomroubo - O Segredo

40

"Relaxa e goza..."

41

Justa Causa

42

Tom Marcelino

43


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quer?

quer dançar? dê-me suas mãos ensinarei os passos e dançaremos um abraço quer um beijo? mostre-me um sorriso junto aos seus lábios ficarei todo contigo quer um castigo? não conte comigo. sou mais que um amigo sou muito compreensivo e meu amor? que seja como for mas que seja sentido que seja vivido quer? Tom Marcelino 04.05.2010


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Unamar (hei sen vozser)

minhas palavras são hoje dedicadas a desvarios mundanos do comportamento humano não desses normais e sim dos insanos intensos e sazionais a força motriz de revoluções hoje encarnada em mim não se atreve a sofrer pois sofre sem viver aprisionada estando pelo medo do sofrer fico sem saber e arrisco sem querer pois quero ganhos mas os quero sem perder sou dos poetas a encenação dos encantos a paixão sou o que sou mas sendo que não ainda sou só e somente só eu e eu querendo alguém pensando em alguém encontrando ninguém.

Tom Marcelino 27.04.2010


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Eu e meu amor; meu amor e eu.

estou apaixonado pela mulher ideal. vejo-a quase diariamente sob diversas formas; as vezes frágil noutras autêntica. vejo-a em cada olhar apaixonado de meu pensar, sempre refletindo meus desejos e expectativas de amar. ela sempre representa a satisfação dos meus anseios; o fim da minha tristeza e a parceria de minhas alegrias. é a sua beleza sublime que sempre me enloquece, em seus perfeitos detalhes; algumas vezes na forma do olhar outras no possível beijar. em cada situação essa minha sonhada, querida e encantada mulher ideal aparece sob diversos disfarces, mas todos eles nuances do meu olhar. Pois o amor, o amor está no olhar.

Tom Marcelino "Albuqueroque" mulher invisível 04.04.10


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Melhor de mim Não fui feito pra mim o que fiz foi amar e daí aprendi que não fui feito pra mim ao amar não há nem medo, nem pesar só suspiros e delírios e todas formas de sonhar não fui feito pra mim o que sei é amar daí percebi que não fui feito pra mim o amor que dou é o amor que sei e tudo que sei é que amar como hei o melhor de mim tudo isso serei

Tom Marcelino 31.03.2009


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Notas em palavras de saída

a inspiração veio novamente como um soluço um suspiro de sobriedade tentando nos embebedar veio numa arritimia diante de um deslocar em falso do sangue estagnado entre a carótida e os capilares a paixão que havia esquecido ou mesmo desacreditado pulsou por instantes ofegante, enfurecida e acabada despertou, sublimou acordou, pensou e sumiu sem vestígios de ter existido uma mensagem deixou não te deixos se me deixas mas se me aceitas seja onde for com você eu vou Tom Marcelino 18.03.2009

na ponta dos dedos


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Algo logo sou

Se quase tudo nada fosse, quase nada existiria. Se existir fosse quase tudo viver nada seria. O nada e o tudo, o tudo e o nada. Seja como for, quase nada ĂŠ tudo, mas tudo ĂŠ sempre algo. Tom Marcelino 02 janeiro 2010


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Eu sou você

meu sorriso é raro. mas, raras mesmo são as pessoas que me fazem sorrir.


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Belo Horizonte

Há quem diga que é no mar que se encontra o horizonte Mas há em algum lugar Um horizonte sem mar Penso um instante E imagino o eterno horizonte Aquele que tenho no olhar E é você Com ou sem mar Que quero encontrar Tom Marcelino 08 de novembro de 2009 "Tempos difíceis para os sonhadores" La difficulté consiste à transformer les rêves en réalité, mais les rêves sont ce qui font bouger le monde ...


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Papai

Há algumas horas perdi o meu pai Mais do que isso Perdi meu maior referencial Minha grande inspiração se foi Toda aquela beleza a ser apreciada Entendida, seguida e amada Tudo isso era meu pai Era meu pai o meu guia E dele sou seguidor Perdi muita coisa Mas por ele Ainda sou ganhador Tom Marcelino 9 de julho de 2009 ...pois é a perda o contraponto pra o entendimento pleno do amor...


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Ser e não ser

Sozinho somos potenciais Compostos somos diferenciados E bem acompanhados, somos ilimitados Sou cheio de potenciais Sou tão diferenciado E já vivi o ilimitado Ir além do imaginável Sonhar o realizado É voltar a ser acompanhado Esse é o meu impulso A minha única fé A essência da busca Só ser Em dois ser Enquantou isso Sou só o não ser Tom Marcelino 13 de abril de 2009


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Duvídro Sempre me senti um vidro E como vidro, era apenas um caco Que entre tantos casos Desenhei mosaicos Era um vidro frágil Mas como todos outros Era somente um caco Transparente e reluzente Mas um caco Gostava de ser um caco Um pedaço de vidro Jogado ao asfalto Mas não sabia ser um vidro Motivo de embaraço Até que quando outro caco Disse ser espelho e fez-me palhaço Fez-me ver como queria Não como eu via E da minha alegria Daquele bocado Só sobrou um caco O espelho refletia Mas se esquecia Que a imagem do reflexo É parte do universo Esqueceu a harmonia Buscou em guerras A sua supremacia Mal sabia ele Que num dia recolhido Por tristeza e agonia Fui pisado e fiz sofrer E nesse achado O tal ferido Me disse eu ser Não mais um caco Imagine o que? Descobri que espelho é vidro Também é caco E assim como eu Também é fraco. Tom Marcelino


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Claros da clareza com que conseguem ver*

Por favor, desculpem meus olhos Mas é assim que vejo o mundo Visto e dispo pessoas Vejo alegrias expressas em disfarces E disfarces em alegria Esses, a maioria De tudo, sou um pouco Um pouco do que vejo E tudo do que crio Por isso peço desculpas Se te vejo do meu jeito E não como deveria Desculpe também a minha desculpa Essa que não deveria Mas teima em se colocar Ainda que de culpa Não viva a minha vida Tom Marcelino 08 de março de 2008 * Título por Dra. Manuella


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Minha Seriaiá

Minha sereia é moça bonita Bonita de se sentir Sentada em cima do mar Por isso é lá Lugar que prefiro estar Não gosta muito de aparecer Prefere o mistério no ar Brilha em olhares quaisquer Nos quais desaparece sem hesitar Seu canto doce Os doces encantam De onde surgem as paixões As ondas e a maré Vai e vem Traz e leva alguém Minha sereia é moça bonita É dela a minha vida É dela o meu olhar Quero cortejá-la Até que do mar Eu a possa buscar Fazendo-a ficar E da paixão, no amor transformar. Vai e vem Que vou contigo também Tom Marcelino 13 de fevereiro de 2008


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...Busca Vida

Meu cheiro está impregnado pela minha essência Aprecio as fragrâncias que tenho conhecido... Quando os perfumes se misturam O meu fica perdido entre os outros E os outros se acham em mim Respiro a vida em suspiros cheios de incertezas e procuras Inspiro-me no resgate das essências perdidas E encontro o alívio na leve brisa da esperança escondida Me perco nos outros E os encontro em mim Sigo a brisa E busco a vida... Tom Marcelino 09.08.2003 Garagem de Pensamentos Egeo


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Reflexão

No espelho, os ponteiros percorrem o sentido anti-horário... Interessante não?


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Azul e Branco

A noite chegou assim Surpreendente como se Pudesse mostrar Aquilo que ainda nĂŁo vi Trouxe pra mim O encanto distante Que perto assim Ainda nĂŁo descobri Horas em dias Como se anos fossem Mas em instantes vivi O que ainda sonho Tive o pouco suficiente Para as duvidas Em certezas transformar Agora passo a esperar Pelo dia em que Possa continuar A escrever na vida As letras desses versos Em que os sonhos Azuis e brancos Fizeram-me despertar E sorrindo acordar Para a beleza da realidade Tom Marcelino Waking life


P á g i n a | 20 quero um não

Quero alguém Alguém pra quem Entregue o olhar Pra também me enxergar Quero alguém Alguém que já sei Tira fotos como ninguém Registra a vida E tudo mais me fascina Quero sua voz em rimas Suas letras em tintas E Rabiscos em minha cortina Quero uma vida a dois Uma vida pra quem Eu seja mais que alguém Um alguém que pra mim Seja mais do que sim Seja mais que assim Seja tudo enfim Tom Marcelino Poesia Bruta 8 de Janeiro de 2009


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Acreditar no Natal

Esse não é um texto meu, mas espetacularmente reproduz a essência dos meus pensamentos... faço então minhas as palavras de Lya Luft: "As pessoas se queixam muito de que o Natal hoje é só comércio. Depende de quem o comemora. Se me endivido por todo o próximo ano comprando presentes além de minhas possibilidades, pois no fundo acho que assim compro amor, estou transformando o meu Natal num comércio, e dos ruins. Se entro nesses dias frustrado porque não pude comprar (ou trocar) carro, televisão, geladeira, estou fazendo um péssimo negócio para minha alma. E, se não consigo nem pensar em receber aquela sogra sempre crítica, aquele cunhado cínico, aquele sobrinho malcriado, abraçar o detestado chefe ou sorrir para o colega que invejo, estou transformando meu Natal num momento amargo. Então, depende de nós. Claro que há as tragédias, as fatalidades, doença, morte, desemprego, alguma maldade – essas não faltam por aí. Um avô meu morreu de doença muito dolorosa, na véspera de Natal. Foi a primeira vez que vi um adulto, minha avó, chorando. Há poucos anos, minha mãe morreu na antevéspera de Natal, depois de longuíssimo tempo de uma enfermidade maldita. Mas foram também ocasiões de conforto e consolo, abraço, amor e entendimento. Na medida em que não se podem dar muitos e caríssimos presentes, talvez até se apreciem mais coisas delicadas como a ceia, o brinde, o carinho, os votos, a reunião da família, o contato emotivo com os amigos, mensagens pelo correio ou e-mail, música menos barulhenta e aroma de velas acesas. Mais que tudo isso, o perfume de uma esperança ainda que realista. A crise nas finanças pode incrementar a valorização dos afetos. Se não pudermos viajar, curtiremos mais nossa casa. Se não há como trocar velhos objetos, vamos cuidar mais dos que temos. Se não podemos comprar o primeiro carro, vamos olhar melhor nossos companheiros no metrô. Vamos curtir mais nossos ganhos em afeto. Não é preciso ser original para escrever sobre o Natal. A gente só quer que ele seja tranqüilo e gostoso, e que nos faça acreditar: em Papai Noel, em anjos, em famílias amorosas ou amigos fiéis, em governantes mais justos e líderes mais capazes, em um povo mais respeitado – em alguma coisa a gente acaba sempre acreditando. Porque, afinal de contas, é a ocasião de ser menos amargo, menos crítico, menos lamurioso e mais aberto ao sinal deste momento singular, que tanto falta no mundo: a possível alegria, e o necessário amor."


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Ainda a sonhar Ainda que seja por hoje Ainda que seja assim Seu sorriso me fez sonhar Seu sorriso me fez sentir Idealizei pra me perder E perdi pra encontrar Ainda que seja por hoje Ainda que seja assim Parei pra te ver Parei pra apreciar Sonhei em viver E vivo de sonhar Quero-te aqui Mais do que lá Quero-te no viver Ainda mais no sonhar Sonho viver Para o sonho realizar Essa é minha vida É o meu desejar Quando será que vou Novamente viver O que vivi no sonhar?

Tom Marcelino


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Cegos e sós O amor está por todos os lados Em cada uma das direções Invisível à maioria insensível Por quê não podem vê-lo Se para mim ele brilha a cada dia Como um sol infinito Iluminando cada sombra Acompanhando cada alma Nunca deixando alguém Em própria solidão? Tom Marcelino 22 de outubro de 2008 Bobby Long Inspiration


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Se é minha, o que fazer? Num poema sem sentido Desconto a minha vida Pois é na escrita Onde encontro meu prazer Penso em palavras Penso em seus sons Sentidos e dons Penso, penso, penso Se penso, só penso Mas nada consigo apreender Se a vida for como um dever Mas a vida é minha É de quem quiser E sendo como é Desisto do dever Faço da vida o meu viver E se assim eu quero Assim vai ser Se duvidas Escreves uma rima E eu escolho então Se uma sina ou se me fascina E assim levo a vida Da forma como me combina De como é o meu querer Sendo o que sou Sendo o meu viver.

Tom Marcelino


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Equilibrista A corda é fina A corda é bamba Nem com uma rima A vida se equilibra O equilibrado vê do alto A corda fina Do caminho que domina O desequilibrado vê embaixo a corda bamba do destino que que o vitima A corda é fina A corda é bamba Faço uma rima E sigo a vida. Equilibrista, equilibrando. Tom Marcelino


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Music Inspiration Inapropriada é a canção Que não cantada Faz de vozes e ouvidos Duetos divididos Pense 1, 2, 3 Não espere sua vez Cante 1, 2, 3 Veja o que já fez Solte a respiração Sua voz numa canção Feche os olhos Expire inspiração Penso 1, 2, 3 Quero a minha vez Ouço 1, 2, 3 Sinto o que me fez O ritmo é o tempo E tempo perdido É música não sentida Vida não vivida Um, dois, três O dueto dessa vez Um, dois, três Quatro, cinco, seis... Tom Marcelino 30.07.2008 Time's A Wastin' (Johnny & June)


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Amarras não havia tijolo nem construção não, não era o operário em construção o que se via era sim um prisoneiro sem grades nem detenção mas um interno em confusão... eu sou tudo, sou nada, sou filósofo, sou poeta e um sonhador... vivendo a vida e seu esplendor... Tom Marcelino


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Ars Amatoria - A arte de Amar Segundo o poeta romano Ovídio, escritor de 'Ars Amatoria' (A arte de amar), uma trilogia sobre a sedução, a arte do amor é praticamente um método a ser seguido, aplicado e alcançado. Dito dessa forma, acredito que os Don Juans da atualidade utilizam o didático ensinamento buscando a sua única finalidade, a conquista (realmente obtida utilizando o sistema "ovidiano"). Esquecem no entanto que sem sentido, a conquista não tem valia nem significado. Seus famosos 12 mandamentos descrevem perfeitamente quais táticas devem ser usadas na conquista. Em contra ponto a este poema, escrevi uma crítica chamada Nauj Mod que fala exatamente não como fazer, mas como sentir. Por fim, em homenagem aos enamorados, deixo aqui algumas palavras de uma antiga poesia minha (aceito sugestões de título) ainda muito atual. Eu te amo Ainda que o futuro esteja cheio de improbabilidades Ainda que as incertezas sejam maiores Ainda que o medo corrompa a impulsão Eu te amo Ainda que me arrependa dessa atração Ainda que um dia perceba a ilusão Ainda assim, te amo de coração Eu te amo Ainda que quisesse estar enganado Ainda que fosse eu nascido em outra região Que me dissessem se sim ou se não Eu te amo Enquanto não houver razão De existir ou não O que me importa é sentir Sentir se me queres ou não Sendo sua resposta assim ou em vão

Tom Marcelino

Não te quero partida na indecisão Quero-te inteira sem medo ou paixão Quero-te vida na imperfeição Eu te amo Ainda que sem dizer-te Que reside em ti O prazer de viver Se me ouves Não encontra uma canção E sim um lamento De alguém sem sustento Que encontra aí Razão de sentir Nunca disse assim Como vês aqui Imploro a ti Que não esqueças de mim Quando ouvires um refrão Dizendo assim Te amo sem fim


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C'est moi...C'est ma vie... Queira acreditar, não precisa se preocupar. Veja através dos seus próprios olhos a beleza reflexa do seu ser. Supere erros, aprenda com eles. Não sinta solidão, e quando estiver só, faça companhia a si mesmo. Ouça conselhos, mas invente sua própria sabedoria, ela é individual e intransferível. Amor e compreensão andam abraçados. Compreender é respeitar, ainda que sem entender, e amar é incondicionar, viver, sorrir e chorar. Experimentar e nunca esquecer, sentir e amar, amar e viver. Viver e sonhar.


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Sonial Se pensares em se estabelecer Creias que já o é, ó meu amigo Não falo por credulidade ou esperança Digo em certeza o que preza o meu saber Se com poesia saboreares a vida Que assim o seja Sendo as palavras as curadoras de sentimentos Ou mesmo expressões de indagações Se velejares pelo mundo perdido Encontra-te comigo Estou também vagando pela vida Ainda sem destino, amigo Mas buscando meu caminho Se pensas no futuro Que esteja lá bem escrito Fazer da vida o seu triunfo Pessoal e coletivo, estado conjuntivo Cinco anos, meia década O tempo é feito de atitudes Muito mais que minutos Ele assim o é construído Dessa sua construção Comportamento e cognição Qualquer que seja a apreensão Não me preocupo contigo Saiba disso, meu amigo Tom Marcelino 13 de maio de 2008


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Interpretações Infantis Quando somos pequenos as interpretações das coisas costumam ser muito mais criativas e inusitadas, por assim dizer. A ausência de conhecimentos prévios e conceituações nos levam a criar respostas para esse hiato de significações. Lembro-me de duas frases que guardo na memória como recordações engraçadas da velha infância. Numa das primeiras vezes que andei de ônibus, li o seguinte aviso escrito próximo ao condutor: “falar ao motorista somente o indispensável”. De imediato, e sem hesitar, interpretei com plena convicção – “indispensável é o nome do cargo daquele cara lá atrás que recebe o dinheiro das passagens”. Ou seja, por algum tempo, achei que o nome do cobrador (trocador) fosse “indispensável” e acreditava que somente ele tinha o direito de falar com o motorista. Engraçado não? Já em outra ocasião, no início dos 8 anos em que pratiquei natação, recordo-me como se fosse hoje de uma placa , que ficava na base das escadas da plataforma de saltos, que trazia tal inscrição: “Mente sã, corpo são.” Essa frase, por alguns dias atordoou meus pensamentos. Ficava a pensar comigo mesmo, o que a mente era e o corpo também? Achava que a frase estava incompleta e eu precisava saber o que a mente e o corpo eram, já que “mente sã, corpo são”; mas são o que? Era assim que eu pensava. Passado alguns dias, evoluí um pouco e imaginei, depois de muito matutar, que o são, poderia ser de sanidade e que a única explicação para aquela outra palavra nunca antes vista ou ouvida (sã), só poderia ser o feminino de são. Resolvida a questão, a placa já não mais me atormentava a imaginação. Agora ficou como recordação. Rsss


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A felicidade não tira férias... Inerente ao ser humano é o sorriso, assim como o choro; mas, diferentes da felicidade, eles são apenas expressões de sentimentos. O sentimento em si é a felicidade. Essa que nos esquecemos, que deixamos de lado, que condicionamos a eventos ou circunstâncias distintas da individualidade. As regras coletivas determinam o que é ser ou estar feliz. Mas não se pode estar feliz. Só se pode ser. Ainda que os tristes se enganem e pensem que não o são; são. Não são sãos. Isso sim eles não são.

Ao contrário do que muitos pensam, a felicidade é uma condição permanente. O que não é constante é nossa consciência dessa condição.


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Obsoletos, prepotentes e arrogantes – Os Especialistas Acreditem, a área de maior predominância da prepotência e arrogância encontra-se entre os pseudoespecialistas. A princípio, especialistas são profissionais ou estudiosos de determinado assunto em específico, de um segmento de algo maior. Infelizmente os verdadeiros especialistas estão desaparecendo. Hoje freqüentemente o que encontramos por aí são repetidores de teorias já enrijecidas ou aceitas como verdades incontestáveis. Mas não são exatamente essas características que os tornam obsoletos, prepotentes e arrogantes. A essência da desqualificação de tais pseudo-intelectuais deve-se especificamente à fuga do debate aberto com pensantes não especializados sobre determinados assuntos. Ao contrário do que se deveria esperar dos pensadores de especialidades, na maioria dos casos, não encontramos entre eles inovações nem originalidade, muito menos humildade. Acreditam eles, ter a percepção perfeita sobre as verdades dos seus segmentos (será elas existem? sei não). Dessa forma, acabam desqualificando àqueles que com ousadia e transgressão tentam discutir determinados assuntos sob os quais os especialistas se acham os únicos donos de razão. Sinto informa-lhes, caros especialistas, mas o diálogo pode sempre ser agregador e a humildade de discutir assuntos sob os quais se acredita ter tamanha sabedoria não deveria vos ser repelente. Ao debater determinadas questões com leigos, podemse despertar inúmeras novas reflexões incitadas pela curiosidade ou mesmo pela ignorância, e, com essa possibilidade, repensar as teorias e criar novas hipóteses mais autênticas, originais e até mesmo revolucionárias. Com certeza isso é melhor que qualquer “não vale a pena conversar com você sobre isso”.


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Eu e a representação de deus Um garoto de 17 anos vai a igreja e procura um confessionário... ao chegar diante do padre escondido atrás das divisórias que separam 'sabedor' e 'aprendiz', diz-lhe em segredo: - padre, hoje eu fiz uma coisa - conte meu filho - dizem que é errado - então você veio ao lugar certo - eu menti para a minha mãe - então vá ao oratório e reze 10 ave maria - mas padre... - o que foi ? - não estou arrependido - não está ? - não... - então reze mais 20 ave marias - mas pq ? - pra se arrepender de não estar arrependido - não entendi... - não precisa entender, precisa de perdão - mas perdão pelo que? - pelo que vc fez - e o que eu fiz ? - não se arrependeu do pecado - que pecado ? - o que vc disse no início da confissão - eu só disse que menti pra minha mãe - pois isso é um pecado e você deve se arrepender para ser perdoado - eu estou arrependido é de ter vindo aqui...


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A Sociedade e a Cultura da Negação Parece peculiar que os indivíduos das sociedades modernas apresentem inerentemente padrões de neuroses. Neuroses são problemas do sistema nervoso que não tem causas demonstráveis e que, diferentemente da psicose, conservam a referência à realidade, ligam-se a situações circunscritas e geram perturbações sensoriais. A privação individual de atitudes e pensamento em detrimento ao esperável, concebível ou mesmo tradicional na cultura têm tornado os indivíduos cada vez mais neuróticos e padronizados. Máscaras são necessárias, mas elas não podem se apropriar da face humana. Quando isso acontece, quando as pessoas deixam de reconhecer a si mesmas e começam a se perceber como a máscara que as cobrem, a ansiedade, a depressão e outros transtornos psíquicos se manifestam tentando reverter essa realidade.

Se o desejo é a liberdade, a plenitude e a originalidade, esqueçam as convenções. Sejam autênticos. Façam da realidade um mundo confortável para as individualidades e diferenças.


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Crime e Castigo - Corrupção Incontrolável do Brasil As normas sociais sempre valorizaram o interesse coletivo acima das benesses pessoais. Esse sentimento de relevância superior da sociedade em relação ao indivíduo, a princípio, deveria regulamentar a vida de todos nós. Esse marco regulatório da organização social, quando inerente às culturas, permite que o todo prevaleça sobre as partes. Assim sendo, ninguém está acima da lei, e a lei é a mesma para todos, indiferente à classe, raça, religião ou etnia.

Já em 1866 o escritor russo Fiódor Dostoievski abordou o tema do desvio de comportamento no seu livro, Crime e Castigo, clássico da literatura mundial. Nele, um indivíduo ao cometer um delito, apesar de inicialmente não ter sobre si nenhuma pena imputada, acaba por não conseguir dar andamento à sua vida por conta do sentimento de culpa.

No Brasil, infelizmente a sociedade raramente é contemplada pelo interesse geral. Alguns segmentos seguem ostentando tratamento diferenciado e praticamente não são submetidos ao julgo da lei. Aqui, como em outros paises incapazes de se desenvolver, prevalece a prática da impunidade; e isso se tornou cultural. Ao perguntar a qualquer cidadão sobre a possibilidade de castigo aos corruptos, as respostas serão invariáveis: com eles nada acontece. Aqui, o crime tem compensado seus praticantes.

A corrupção se tornou regra, segundo últimos levantamentos do instituto de transparência internacional. Já é maioria, é sistemática e é reversível. Isso mesmo, reversível. Para os incrédulos isso é impossível. Mas há sim saídas para essa situação. Enquanto não atingimos os níveis de civilidade cultural onde

a

autopunição

é

o

grande

desestimulador

da

corrupção,

devemos

investir

incessantemente na aplicação de penas aos comportamentos ilegais. A impunidade deve ser abolida. Só assim, um dia, a justiça será verdadeiramente justa e independente, e os cidadãos estarão mais passíveis da autopunição do que do castigo legal.


P á g i n a | 37

Altruísmo – Humanos e Primatas Segundo o pensamento de Comte (1798-1857), altruísmo é a tendência ou inclinação de natureza instintiva que incita o ser humano à preocupação com o outro e que, não obstante sua atuação espontânea, deve ser aprimorada pela educação positivista, evitando-se assim a ação antagônica dos instintos naturais do egoísmo.

Em busca da origem do altruísmo humano, pesquisadores estão realizando experiências com primatas. Os resultados iniciais indicam que os macacos podem ser os únicos animais a terem essa característica, antes considerada exclusivamente humana.

Na maior parte da minha vida, achava que o altruísmo era uma característica oposta ao egoísmo. Ou seja, achava que as pessoas altruístas eram praticamente desprovidas de egoísmo. Na verdade, este conceito já não me é mais válido.

Os biólogos evolutivos costumam explicar ações altruístas como, na verdade, nepotistas - em outras palavras - vale a pena ajudar os próprios parentes porque eles carregam os mesmos genes que você; na prática, parte de você se reproduz com eles. Isso explica biologicamente o ato altruísta. Porém, fica em aberto os casos de altruísmo para com pessoas sem parentesco ou até mesmo desconhecidas. Penso que nesses casos, existem outros fatores, fatores egoísta, de auto-realização, satisfação pessoal ou mesmo a expectativa de que fazer o bem ao próximo é emprestar um ato que um dia você pode precisar de volta.

Acredito, portanto, que o altruísmo é, em muitos casos, uma ação egoísta, variando entre a consciência do ato e a atitude inconsciente. Em ambos os casos, Isso não implica necessariamente em uma ação negativa, ao contrário. Vivam os altruístas egoístas. Se temos o instinto natural do egoísmo, então a melhor forma de utilizá-lo é sendo altruísta.

Obs.: Ainda estou pensando sobre o assunto, não estou plenamente convicto sobre os conceitos e teorias do altruísmo.


P á g i n a | 38

The doors of perception – As portas da percepção A citação “Se as portas da percepção estivessem limpas, tudo apareceria para o homem tal como é: infinito" do inglês William Blake serviu de inspiração para o título do livro de Aldous Huxley – The doors of perception. De acordo com Huxley o cérebro humano filtra a realidade de modo a não permitir a passagem de todas as impressões e imagens que existem. A partir daí ele desenvolveu estudos com drogas em que deduzia que elas ampliavam a percepção humana. Essa teoria foi fundamental para o movimento hippie e foi também a inspiração de Jim Morrison para o nome de sua banda – The Doors.

Relevando a teoria sobre as drogas , concordo com Huxley no que diz respeito sobre a limitada capacidade da maiora dos humanos em absorver a realidade. A sociedade contemporânea é sistemática, dinâmica e funcional. O indivíduo é apenas um item desse organismo maior. Para evitar o caos, a estrutura social exige delimitações e regras. Deseja padrões de comportamento e pensamento. Essa requisição funcional, inerentemente, já traz consigo o julgamento do certo e do errado, da moralidade e da existência de culpa, impedindo as pessoas de experimentar, vivenciar, transgredir e finalmente mudar. A composição do pensamento humano é formado pelas informações do ambiente que o contempla e das suas experiências interativas, suas vivências. Em ambos os casos, existe uma padronização social e cultural em que as informações e vivências são cada vez mais comuns, no sentido de serem semelhantes e experimentadas pela maiora. No entanto, com tanta regulação sobre nossas atitudes e pensamentos e tantos guias de comportamento adequado, nos tornamos aprisonados, acuados e compelidos a não evoluir. As consequências para os que ousam transgredir os valores sociais, culturais e morais, são devastadoras. Só os mais fortes e preparados realmente conseguem lidar com os efeitos exclusitivos de suas ações. São julgados, discriminados e expulsos da normalidade. Mas, só através de tal ousadia e transgressão,

onde

as

experiências

permitem

enxergar

o

invisível,

possibilitando

uma

nova

experimentação, onde o absoluto perde o sentido e a relatividade se torna a condição, é que realmente alcaçamos a liberdade, a consciência plena e o real entendimento do infinito.


P á g i n a | 39

Solstício de Inverno Os Solstícios, de verão ou de inverno, são as duas datas em que o sol atinge o maior grau de afastamento angular do equador, no seu aparente movimento no céu, e que são 21 ou 23 de junho (de inverno) e 21 ou 23 de dezembro (de verão). A festa junina tem origem européia e a data da sua comemoração é 24 de junho, que nada mais é que a comemoração do solstício.

Você sabia? O nome quadrilha é referência a uma dança francesa formada por quatro pares, a "quadrille", daí o nome.

é...vivendo e aprendendo...


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Bompreço, Bomroubo - O Segredo Engana-se quem pensa que grandes empresas são regidas por boas práticas. Ações inescrupulosas são admitidas em rotinas administrativas de megacorporações . A diferença é que, nessas empresas as práticas são profissionalmente maquiadas. Vejamos o que acabou de me acontecer:

Domingo, 17 de junho , 23h - Loja Bompreço Salvador , bairro armação.

Querendo realizar um ultimo desejo noturno antes de me embriagar em necessário sono reparador présegunda-feira, resolvo ir ao supermercado comprar sorvete e palavras-cruzadas (vulgo picolé). Após retirar os dois itens desejados das referidas gôndolas, me dirigi à fila dos caixas reservados a pequenas compras. Obviamente, fui obrigado a constatar um casal que, dando um jeitinho, mas na maior cara de pau, ultrapassou o limite estabelecido de itens para compras naquele caixa. Tudo bem. Vou abrir uma exceção. Não. Domingo a noite, realizando uma ultima vontade, não vou perder minha paciência e minha tranqüilidade com isso. Espero alguns minutos e sou atendido. A operadora de caixa registra minhas compras e para a minha surpresa, pah - valores divergentes entre a leitura ótica e os preços fixados nas palavras cruzadas. Na capa da revista, R$2,49. Na leitura ótica, R$2,81. Não. Não vou permitir que isso tire minha tranqüilidade pré-onírica. Afinal é domingo, quase segunda. A operadora chama o supervisor, que constata o erro e digita alguns códigos no caixa que, finalmente, corrige os valores. Agradecido, praticamente esboço um sorriso para a funcionária da loja. Valor da compra: R$9,74 do sorvete + R$2,49 da revista. Total R$12,23. Felizmente, tenho o dinheiro trocado. Pago-lhe R$12,30. Não sou expert em matemática, mas calculei que receberia de troco R$0,07. Bom... a matemática do “bom”preço me ensinou que seriam R$0,05. Isso mesmo, eles não utilizam moedas de 1 centavo (na verdade fingem que nunca as têm). Pronto. Está feito. Perdi minha paciência, minha tranqüilidade, enfim, meu sono reparador présegunda-feira. Fui roubado em R0,02 pelas lojas bompreço. Fiquei indignado. Resolvi me tornar um expert em matemática. A rede bompreço é formada por 119 lojas em 9 estados. Supondo, por baixo, que em cada loja 2 mil pessoas façam compras diariamente e que cada uma delas seja usurpada em R$0,02 centavos, acreditem, o “bompreço” fatura $$$$$$ R$142.800,00. Isso mesmo. CENTO e QUARENTA e DOIS MIL e OITOCENTOS REAIS. Chamam-me de queixoso, de reclamante, às vezes até de chato. Eu não, eu sou cidadão.


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"Relaxa e goza..." Esse é o mais excelente artigo escrito sobre a aberração dita pela ministra do turismo em plena época de apagão aéreo...

"Agora, imaginem se pudéssemos levar "ao pé da letra" a declaração da Martinha, que seria o "nome de guerra" que a nossa "meretríssima" ministra poderia adotar: atraso no vôo 171 de Brasília para São Paulo. Os passageiros são informados: terão que esperar, pelo menos, por duas horas e meia! Confusão, reclamação no balcão da empresa aérea, funcionários da mesma sendo ofendidos e agredidos gratuitamente por gatunos, digo deputados, em sua maioria... um fuzuê geral! Claro, é tarde de uma quinta-feira e o pessoal da Ilha da Fantasia, digo Brasília, está doido para voltar para casa depois de uma estafante semana de trabalho de dois dias e meio, porque os deputados do nosso balcão de negociatas, digo (ou vulgo) Congresso, só trabalham a partir da terça-feira. Não esqueçam que as passagens dos reclamantes são pagas pelos impostos recolhidos de uma população que, em média, precisa trabalhar 127 dias para honrar. 127 (cento e vinte e sete) dias! As casas deles a população paga também. Eles as obtém ou de forma honesta e lícita, através do usufruto de seus "escassos rendimentos", ou de forma "não contabilizada", como diria, já que toquei na palavra "cinismo", Delúbio Soares, "ex-tudo" (e nem sei se atual alguma porra) do PT.

Sim, mas, voltando ao assunto, no meio daquela confusão toda, entre uma gravata afrouxada e um paletó desabotoado devido ao calor dos reclames e protestos, eis que surge a Martinha, sempre com muito laquê, mas, agora, toda de vermelho, trajando microssaia de couro, top a manter firme o peitoril já tão chupado pelo Duda e por tantos outros mais, chicotinho nas mãos a estalar numa de sua nádegas, anunciando: "Calma, pessoal! Eu sou a Martinha, Meretríssima do Turismo! Façam fila aí, porque agora chegou a hora de 'relaxar e gozar'! Assim vocês vão 'esquecer todos os transtornos'! Quem vai ser o primeiro? Olha, sou 'completa', só é preciso fazer um leve desembolso! Calma! É quase o precinho de uma taxa de embarque! Coisinha pouca, sabem? Só pelo trabalho que terei de limpar mais um 'cantinho'! E ela pensa: "Não dá para cobrar muito caro não; não estou mais com essa 'bola toda'." E eu penso: "É, Dona Marta, você não está com essa bola toda mesmo não. Aliás, até está quando, na verdade, não deveria estar..."

Que vergonha!"

Fábio Caetano Coelho


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Justa Causa Hoje

fui

perguntado

por

que

outro,www.comunicaos.blogger.com.br)...

demoro disse

que

tanto para

par isso

atualizar precisava

que

meu fatos

blog

(o

relevantes

acontecessem em minha vida, e como eles estão escassos, fico sem inspiração pra poesias... Decidi então escrever nesse novo espaço... sem comprometimentos com formas e/ou conteúdos. Apenas referências indefinidas... p.s.: Thanks for questioning carolinda...


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Tom Marcelino Queira acreditar, não precisa se preocupar. Veja através dos seus próprios olhos a beleza reflexa do seu ser. Supere erros, aprenda com eles. Não sinta solidão, e quando estiver só, faça companhia a si mesmo. Ouça conselhos, mas invente sua própria sabedoria, ela é individual e intransferível. Amor e compreensão andam abraçados. Compreender é respeitar, ainda que sem entender, e amar é incondicionar, viver, sorrir e chorar. Experimentar e nunca esquecer, sentir e amar, amar e viver. Viver e sonhar. A verdade é sincera e a realidade incolor, a vida é curta e eu um sonhador! Alguns apelidos: tom véi (breno, tia juju), tom tom(cissa), tonzinho (itacira, rebeca, nívea, liana e sasaki), antoninho (madalena), pequeno (renata), tontones (heron), mestre (fábio), filhão(pai), amigo (helce), tóóómmm (ronaldinho), tom zé (xande), tomrino (adriana), meu félho (erick), zeca (pepeu), xô (pedro, leonardo), scooby (dudu, danilo e fernando), marcelino (angelo, paula, léo e paulo), cabeça (gustavo), primo (priscila, joão lucas), sr. (luana), tommix (tio joão) e por aí vai...


Referência Indefinida