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Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida?Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap?Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer.Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse? Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o que eu queria, que era cantar, e estava meio difícil. Fora isso, estava normal. Todo mundo está bem, eu estou bem, e se não for daquele jeito, para mim é estranho. O mínimo que quero é aquilo.Troca de energia.Mano Brown: É lógico. Eu quero o povo perto de mim, e não longe.


A sua trajetória vai deixar um legado. O que você espera que fique para a próxima geração?Mano Brown: Espero que os caras me vejam como um sangue-bom, que passou pela terra e fez parte. Não foi

mentiroso, corrupto. Não quero viver de juros, enquanto estiver vivo quero trabalhar, no Rap ou não.Se não for no Rap, vai ser com o quê?Mano Brown. De qualquer coisa. Eu não posso é ir pra cadeira agora, depois de velho, e nem passar fome. O que tiver que fazer, eu vou fazer. Agora, o que quero deixar aqui é que o Brown foi um cara firmeza. Quero que lembrem de mim como lembram do Bob Marley. Mas os veículos de comunicação, principalmente a televisão, jogaram a responsabilidade nas costas do Racionais MC’S (Nota do Editor: Além deste ano, em que Mano Brown teve sua participação censurada pelo Secretário de Segurança de São Paulo no show da Banda Black Rio, com ameaças de cancelar o evento da Virada Cultural 2008).Mano Brown: Mas não dói nada, nunca esperei elogio deles. Eu me preparo para ser do contra mesmo, e estou bem assim. Enquanto eles forem


MENOR D O CH AP A DO CHAP APA EM CURITIBA vida?Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap?Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no

MALH A FUNK VEM MALHA COM SI TE NO VO SITE NOV

“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA NEGRA GLOBALIZADA, E NO MUNDO INTEIRO ESTÁ SE MULTIPLICANDO, GANHANDO MAIS FORÇA”

OS OUSADOS PEGA OCINI O PATR TROCINI OCINIO para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo.Você tem idéia de quantos shows você já fez na

Como você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco

MC FRANK LANÇA MU SIC A NO VA MUSIC SICA NOV Mano Brown está em produção do novo disco do Racionais, mas como ele não fica parado, montou o “Big Ben Bang Jhonson” e tem feito vários shows pelo país, ao lado de RZO, Conexão do Morro , Quellyna, Du Bronks, Pixote, DJ Cia e DJ Ajamu. O Show tem lotado os lugares por onde passa.


PERLL A ASSIN A COM UNIVER SAL PERLLA ASSINA UNIVERS Mas os veículos de comunicação, principalmente a televisão, jogaram a responsabilidade nas costas do Racionais MC’S (Nota do Editor: Além deste ano, em que Mano Brown teve sua participação censurada pelo Secretário de Segurança de São Paulo no show da Banda Black Rio, com ameaças de cancelar o evento da Virada Cultural 2008).

“NA VIRADA CULTURAL ACONTECEU UM CONFLITO ANUNCIADO. PODERIA TER ACONTECIDO COM QUALQUER UM, DE QUALQUER ESTILO MUSICAL;


Como você avalia a sua participação no programa Roda Viva?Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não

“O que guia a minha vida é curtir música, cuidar dos meus filhos. Fazer música independente da postura política, porque eu gosto de música. O que tenho como bandeira é a cor, a raça e a música”


A sua trajetória vai deixar um legado. O que você espera que fique para a próxima geração?Mano Brown: Espero que os caras me vejam como um sanguebom, que passou pela terra e fez parte. Não foi mentiroso, corrupto. Não quero viver de juros, enquanto estiver vivo quero trabalhar, no Rap ou não. Se não for no Rap, vai ser com o quê? Mano Brown. De qualquer coisa. Eu não posso é ir pra cadeira agora, depois de velho, e nem passar fome. O que tiver que fazer, eu vou fazer. Agora, o que quero deixar aqui é que o Brown foi um cara firmeza. Quero que lembrem de mim como lembram do Bob Marley.

“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIPHOP É UMA POSTURA NEGRA GLOBALIZADA, E NO MUNDO INTEIRO ESTÁ SE TRANSFORMANDO, SE MULTIPLICANDO, GANHANDO MAIS FORÇA”


NA BALADA - VOCÊ TEM IDÉIA DE QUANTOS SHOWS VOCÊ JÁ FEZ NA VIDA?

NA CAMA - MANO BROWN: NÃO TENHO IDÉIA, MAS POSSO TENTAR FAZER AS CONTAS (RISOS).

NO NAMORO - QUE PAÍSES O RACIONAIS JÁ CONHECEU ATRAVÉS DO RAP? NO DIA-A-DIA - MANO BROWN: DINAMARCA, HOLANDA, JAPÃO, ESTADOS UNIDOS, FRANÇA E

NO CASAMENTO

- HOJE O SHOW FOI UM POUCO CONFLITUOSO, POR FALTA DE ORGANIZAÇÃO, NA BALADA - VOCÊ TEM IDÉIA DE QUANTOS SHOWS VOCÊ JÁ FEZ NA VIDA? NA CAMA - MANO BROWN: NÃO TENHO IDÉIA, MAS POSSO TENTAR FAZER AS CONTAS (RISOS). NO NAMORO - QUE PAÍSES O RACIONAIS JÁ CONHECEU ATRAVÉS DO RAP? NO DIA-A-DIA - MANO BROWN: DINAMARCA, HOLANDA, JAPÃO, ESTADOS UNIDOS, FRANÇA E NO CASAMENTO - HOJE O SHOW FOI UM POUCO CONFLITUOSO, POR FALTA DE ORGANIZAÇÃO, NA BALADA - VOCÊ TEM IDÉIA DE QUANTOS SHOWS VOCÊ JÁ FEZ NA VIDA? NA CAMA - MANO BROWN: NÃO TENHO IDÉIA, MAS POSSO TENTAR FAZER AS CONTAS (RISOS). NO NAMORO - QUE PAÍSES O RACIONAIS JÁ CONHECEU ATRAVÉS DO RAP? NO DIA-A-DIA - MANO BROWN: DINAMARCA, HOLANDA, JAPÃO, ESTADOS UNIDOS, FRANÇA E NO CASAMENTO - HOJE O SHOW FOI UM POUCO CONFLITUOSO, POR FALTA DE ORGANIZAÇÃO,

NA BALADA - VOCÊ TEM IDÉIA DE QUANTOS SHOWS VOCÊ JÁ FEZ NA VIDA?

NA CAMA - MANO BROWN: NÃO TENHO IDÉIA, MAS POSSO TENTAR FAZER AS CONTAS (RISOS).

NO NAMORO - QUE PAÍSES O RACIONAIS JÁ CONHECEU ATRAVÉS DO RAP? NO DIA-A-DIA - MANO BROWN: DINAMARCA, HOLANDA, JAPÃO, ESTADOS UNIDOS, FRANÇA E NO CASAMENTO - HOJE O SHOW FOI UM POUCO CONFLITUOSO, POR FALTA DE ORGANIZAÇÃO,


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Você tem idéia de quantos shows você já fez na v i d a ? M a n o Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos).Que países o Racionais já conheceu através do Rap?Mano Brown:Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer.Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse?Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o sobre o atual momento do Hip-Hop brasi+l e i r o ? M a n o Brown: Eu estava conversando com uns irmãos que fazem HipHop aqui em Portugal, que são de Cabo Verde, e chegamos à conclusão de que tanto aqui, quto no Brasil, o HipHop está em transição; nos Estados Unidos também está em transição. O Rap como música, no mundo, está em transição. O HipHop é uma postura negra globalizada, e no mundo inteiro está se

“O que guia a minha vida é curtir música, cuidar dos meus filhos. Fazer música independente da postura política, porque eu gosto de música.”


“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIPHOP É UMA POSTURA NEGRA GLOBALIZADA, E NO MUNDO INTEIRO ESTÁ SE TRANSFORMANDO, SE MULTIPLICANDO,


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omo você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse? Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o que eu queria, que era cantar, e estava meio difícil. Fora isso, estava normal. Todo mundo está bem, eu estou bem, e se não for daquele jeito, para mim é estranho. O mínimo que quero é aquilo. Troca de energia. Mano Brown: É lógico. Eu quero o povo perto de mim, e não longe. O que você pode dizer sobre o atual momento do Hip-Hop brasileiro? Mano Brown: Eu estava conversando com uns irmãos que fazem HipHop aqui em Portugal, que são de Cabo Verde, e chegamos à conclusão de que tanto aqui, quanto no Brasil, o Hip-Hop está em transição; nos Estados Unidos também está em transição. O Rap como música, no mundo, está em transição. O Hip-Hop é uma postura negra globalizada, e no mundo

“O que guia a minha vida é curtir música, cuidar dos meus filhos. Fazer música independente da postura política, porque eu gosto de música. O que tenho como bandeira é a cor, a raça e a música” Mano Brown está em produção do novo disco do Racionais, mas como ele não fica parado, montou o “Big Ben Bang Jhonson” e tem feito vários shows pelo país, ao lado de RZO, Conexão do Morro , Quellyna, Du Bronks, Pixote, DJ Cia e DJ Ajamu. O Show tem lotado os lugares por onde passa.


“Na Virada Cultural aconteceu um conflito anunciado. Poderia ter acontecido com qualquer um, de qualquer estilo musical; em um jogo de futebol ou até mesmo num encontro político. É massa, 20, 30 mil pessoas” Mas os veículos de comunicação, principalmente a televisão, jogaram a responsabilidade nas costas do Racionais MC’S (Nota do Editor: Além deste ano, em que Mano Brown teve sua participação censurada pelo Secretário de Segurança de São Paulo no show da Banda Black Rio, com ameaças de cancelar o evento da Virada Cultural 2008). Mano Brown: Mas não dói nada, nunca esperei elogio deles. Eu me preparo para ser do contra mesmo, e estou bem assim. Enquanto eles forem contra mim, estou do lado certo. Eu não quero eles muito perto de mim. Você acha que essa distância é responsável por manter o Racionais há quase vinte anos na caminhada? Mano Brown: Não é só isso, mas sim um conjunto de fatores. É lógico que tentar se manter longe da mídia carnívora, essa mídia venenosa, é uma maneira de permanecer vivo por mais tempo. A sua trajetória vai deixar um legado. O que você espera que fique para a próxima geração? Mano Brown: Espero que os caras me vejam como um sanguebom, que passou pela terra e fez parte. Não foi mentiroso, corrupto. Não quero viver de juros, enquanto estiver vivo quero trabalhar, no Rap ou não. Se não for no Rap, vai ser com o quê? Mano Brown. De qualquer coisa. Eu não posso é ir pra cadeira agora, depois de velho, e nem passar fome. O que tiver que fazer, eu vou fazer. Agora, o que quero deixar aqui é que o Brown foi um cara firmeza. Quero que lembrem de mim como lembram do Bob Marley. As pessoas lhe vêem como um ídolo. Como você lida com a emoção e o assédio dos fãs? Na saída desse show, por exemplo, quase que o carro não sai de tanta gente querendo uma foto, um autógrafo, ou simplesmente que você olhe quando eles dizem o seu nome. Mano Brown: Eu sou meio doido, não entendo muito bem isso. Vivo tudo ao mesmo tempo, curto tudo, ser anônimo e ser famoso, tudo ao mesmo tempo. Você sente falta de ser anônimo? Mano Brown: Eu consigo ser anônimo quando quero. Tem lugares em que vou e que sou comum. Na sua quebrada? Mano Brown: Na minha quebrada. Lá eu sou um cara comum. É bom ser comum, e também é bom ser famoso, claro que é bom. Não vou falar que não, todo mundo quer, todo mundo luta. Talvez no passado fosse mais com-plicado, mas hoje você lida melhor com isso. Mano Brown: Algum coisa tem que se aprender. Mas não é um barato que guia a minha vida. O que guia a minha vida é curtir música, cuidar dos meus filhos. Fazer música independente da postura política, porque eu gosto de música. O que tenho como bandeira é a cor, a raça e a música.

“O FUNK CARIOCA CRESCEU E SE TORNOU UM RITMO MUNDIALMNETE CONHECIDO COM A M´SUICA ELETRONICA BRASILEIRA


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Como você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse? Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o que eu queria, que era cantar, e estava meio difícil. Fora isso, estava normal. Todo mundo está bem, eu estou bem, e se não for daquele jeito, para mim é estranho. O mínimo que quero é aquilo.

“O que guia a minha vida é curtir música, cuidar dos meus filhos. Fazer música independente da postura política, porque eu gosto de música. O que tenho como bandeira é a cor, a raça e a

“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA NEGRA GLOBALIZADA, E NO MUNDO INTEIRO ESTÁ SE TRANSFORMANDO, SEMULTIPLICANDO, GANHANDO MAIS FORÇA”


“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIPHOP É UMA POSTURA NEGRA GLOBALIZADA, E NO MUNDO INTEIRO ESTÁ SE TRANSFORMANDO, SE

Mas os veículos de comunicação, principalmente a televisão, jogaram a responsabilidade nas costas do Racionais MC’S (Nota do Editor: Além deste ano, em que Mano Brown teve sua participação censurada pelo Secretário de Segurança de São Paulo no show da Banda Black Rio, com ameaças de cancelar o evento da Virada Cultural 2008). Mano Brown: Mas não dói nada, nunca esperei elogio deles. Eu me preparo para ser do contra mesmo, e estou bem assim. Enquanto eles forem contra mim, estou do Você acha que essa distância é responsável por manter o Racionais há quase vinte anos na caminhada? Mano Brown: Não é só isso, mas sim um conjunto de fatores. É lógico que tentar se manter longe da mídia carnívora, essa mídia venenosa, é uma maneira de A sua trajetória vai deixar um legado. O que você espera que fique para a próxima geração? Mano Brown: Espero que os caras me vejam como um sangue-bom, que passou pela terra e fez parte. Não foi mentiroso, corrupto. Não quero viver de juros, enquanto estiver vivo quero trabalhar, no Rap ou não.

As pessoas lhe vêem como um ídolo. Como você lida com a emoção e o assédio dos fãs? Na saída desse show, por exemplo, quase que o carro não sai de tanta gente querendo uma foto, um autógrafo, ou simplesmente que você olhe quando eles dizem o seu nome. Mano Brown: Eu sou meio doido, não entendo muito bem isso. Vivo tudo ao mesmo tempo, curto tudo, ser anônimo e ser famoso, tudo ao mesmo tempo. Você sente falta de ser anônimo? Mano Brown: Eu consigo ser anônimo quando quero. Tem lugares em que vou e que sou comum. Na sua quebrada? Mano Brown: Na minha quebrada. Lá eu sou um cara comum. É bom ser comum, e também é bom ser famoso, claro que é bom. Não vou falar que não, todo mundo quer, todo mundo luta.

“O Rap como música, no mundo, está em transição. O Hip-Hop é uma postura negra


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Como você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse? Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o que eu queria, que era cantar, e estava meio difícil. Fora isso, estava normal. Todo mundo está bem, eu estou bem, e se não for daquele jeito, para mim é estranho. O mínimo que quero é aquilo. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse? Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o que eu queria, que era cantar, e estava meio difícil. Fora isso, estava normal. Todo mundo está bem, eu estou bem, e se não for daquele jeito, para mim é estranho. O mínimo que quero é aquilo.

“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA NEGRA MAIS FORÇA”


“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA NEGRA MAIS FORÇA”


“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA NEGRA MAIS FORÇA”


“O FUNK CARIOCA É UM LEGITIMOS HIP-HOP, UM RITMO SÓ DO BRASIL MAS É UM AUTENTICO HIP-HOP”

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Como você avalia a sua participação no progra-ma Roda Viva? Mano Brown: Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Vo-cê tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem


Um ritmo reconhecido internacionalmente por artitas de todo o mundo ainda sofre muitos preconceitos em seu próprio pais O funk carioca nasceu nos morros do rio mas hoje ganhou o mundo, quem não conhece nomes como Claudinho e Buchecha, MC Leózinho, Dj Marlboro e tantos outros. Mas apesar de tantas conquistas o ritmo ainda sofre dificuldades, até no Rio de janeiro. Segundo Romulo Costa, esta lei determina uma série de exigências para a liberação dos bailes, como autorização da Secretaria de Segurança Pública com, no mínimo, 30 dias de antecedência.(leia mais aqui). Ele explica que os organizadores e DJs estariam dependendo da boa vontade dos delegados e estariam sendo prejudicados. A lei , vejam vocêis, é é de autoria de do deputado cassado Álvaro Lins, a lei nº 5.265, é disciplinar os eventos, para garantir a segurança dos freqüentadores. Os organizadores precisam pedir autorização à Secretaria de Segurança Pública com, no mínimo, 30 dias de antecedência. Cabe à Secretaria determinar um órgão específico para autorizar os eventos. A lei também estipula que evento deverá dispor de banheiros, na proporção de um masculino e um feminino para cada 50 pessoas. O responsável também deve apresentar às autoridades policiais o cálculo da expectativa de público e o da venda de ingressos. O não cumprimento das novas regras poderá acarretar suspensão do evento, interdição do local da festa e multa. No local do evento deverão ser instaladas câmeras de filmagem, com dispositivo de gravação e, além disso, o vídeo deverá ficar à disposição da autoridade policial por seis meses. Na saida da regulamaentação da lei Romulo falou

"ESPERAMOS QUE, JUNTAMENTE COM O APOIO DO GOVERNO, O BAILE FUNK SAIA DOS MORROS E VENHA PARA O ASFALTO. QUEREMOS A LEGALIDADE. NÃO SOMOS CONTRA A EXISTÊNCIA DE REGRAS, MAS ACHAMOS ELAS EXAGERADAS E DISCRIMINATÓRIAS. NÃO PODEMOS DEPENDER DE UM BATALHÃO DE POLÍCIA PARA REALIZAR UM EVENTO CULTURAL", desabafou Costa.

Reunião Costa contou que a Secretaria estadual de Segurança teria programado realizar um seminário para explicar a policiais civis e militares o significado do movimento funk na cultura do Rio. Além disso, ele informou ainda que a Secretaria também prometeu o monitoramento direto de alguns bailes, a fim de minimizar o impacto das exigências da lei. De acordo com Costa, participaram do encontro a subsecretária de Ensino, Valorização e Projetos Sociais, Jéssica Oliveira de Almeida, delegados do projeto Noite Legal (criado para coibir práticas ilegais nos eventos realizados em território fluminense) e também um comandante do Corpo de Bombeiros. A Secretaria estadual de Segurança, por meio de sua assessoria de imprensa, não confirmou o conteúdo da reunião, argumentando que o evento aconteceu "a portas fechadas". A repercurrsão não paraou por ai na reportagem do jornal britânico "The Guardian" destacou que os brasileiros estão divididos sobre planos de proteger o movimento funk. Por um lado leis que regluamntam os bailes por outro lado um projeto em tramitação na Assembléia Legislativa do Rio (Alerj) propõe a definição do funk como movimento cultural a ser assegurado pelo poder público “O debate sobre o funk não é um debate fácil de ser feito. O projeto vai no mínimo garantir esse debate. O funk deve ser criminalizado como boa parte das comunidades carentes do Rio? Ou pode ser visto como manifestação cultural?”, diz o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), que apresentou o projeto de lei na Alerj em agosto deste ano. Segundo o deputado, seu objetivo é que o funk deixe de ser tratado pela Secretaria de Segurança Pública, passando para as mãos da Secretaria de Cultura. Freixo argumenta que o movimento é uma forma de expressar o cotidiano de comunidades carentes do Rio, reunindo mais de um milhão de jovens nos fins de semana. “Quero discutir com a polícia o porquê da proibição de qualquer baile funk”, afirma Freixo, que pretende debater o projeto em plenário e levá-lo à votação ainda neste semestre. O texto do jornal britânico destaca que, apesar das críticas da polícia e de parte da sociedade, o funk vem ganhando poderosos defensores. O jornalista cita a apresentação de DJ Marlboro na festa de aniversário do governador do Rio Sérgio Cabral e uma foto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao lado do grupo de funk feminino Gaiola das Popozudas, durante uma de suas visitas ao Rio.


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omo você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse? Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o que eu queria, que era cantar, e estava meio difícil. Fora isso, estava normal. Todo mundo está bem, eu estou bem, e se não for daquele jeito, para mim é estranho. O mínimo que quero é aquilo. Troca de energia. Mano Brown: É lógico. Eu quero o povo perto de mim, e não longe.

“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA NEGRA GLOBALIZADA, E NO MUNDO INTEIRO ESTÁ SE TRANSFORMANDO, SE MULTIPLICANDO, GANHANDO MAIS FORÇA”


OQUE ELA QUER Como você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por

OQUE ELA QUER um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa

OQUE ELA QUER conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante.


OQUE ELA QUER Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que

OQUE ELA QUER já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse? Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o que eu queria, que era

OQUE ELA QUER cantar, e estava meio difícil. Fora isso, estava normal. Todo mundo está bem, eu estou bem, e se não for daquele jeito, para mim é estranho. O mínimo que quero é aquilo. Troca de energia. Mano Brown: É lógico. Eu quero o povo perto de mim, e não longe.


“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIPHOP É UMA POSTURA NEGRA

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omo você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse? Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o que


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omo você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse? Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o que eu queria, que era cantar, e estava meio difícil. Fora isso, estava normal. Todo mundo está bem, eu estou bem, e se não for daquele jeito, para mim é estranho. O mínimo que quero é aquilo. Troca de energia. Mano Brown: É lógico. Eu quero o povo perto de mim, e não longe.

ANUNCIO

“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA NEGRA GLOBALIZADA, E NO MUNDO INTEIRO ESTÁ SE TRANSFORMANDO, SE MULTIPLICANDO, GANHANDO MAIS FORÇA”


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omo você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo.

“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA NEGRA

Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. omo você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer.


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omo você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo.

Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse? Mano Brown: Foi tranqüilo, eu não tenho medo. Não vi perigo ali em momento nenhum, eu estava à vontade. Eu só pensava em fazer o que eu queria, que era cantar, e estava meio difícil. Fora isso, estava normal.

“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA


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omo você avalia a sua participação no programa Roda

Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já


A MELHOR DE 2008

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omo você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos esses anos. Qual a sensação que fica no final de um show como esse?

“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA NEGRA GLOBALIZADA, E NO MUNDO INTEIRO ESTÁ SE TRANSFORMANDO, SE


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omo você avalia a sua participação no programa Roda Viva? Mano Brown:Fui convidado. Achei que era um momento importante, porque eu precisava falar alguma coisa. Alguém tinha que falar e eu pensei: Por que não ir? Por que não balançar um pouco essa água? A água estava muito parada, fui balançar um pouco para ver qual é. Eu fui lá ver se o bicho é feio. Eu sabia que não era. Foi tipo zero a zero, um jogo frio. Foi tranqüilo demais, parecia um programa comemorativo. Você tem idéia de quantos shows você já fez na vida? Mano Brown: Não tenho idéia, mas posso tentar fazer as contas (risos). Que países o Racionais já conheceu através do Rap? Mano Brown: Dinamarca, Holanda, Japão, Estados Unidos, França e agora Portugal e Inglaterra. E rodamos todo o Brasil, que é gigante. Ainda existem muitos lugares que quero conhecer. Hoje o show foi um pouco conflituoso, por falta de organização, Mas acredito que isso não seja novidade para vocês, que já passaram por diversas situações em todos

“O RAP COMO MÚSICA, NO MUNDO, ESTÁ EM TRANSIÇÃO. O HIP-HOP É UMA POSTURA NEGRA GLOBALIZADA,



Revista Funk