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Disponibilização: Flor de Lótus Tradução: Flor de Lótus Revisão Inicial: Anice Revisão Final: Ella Morninstar Leitura Final: Flor de Lótus Formatação: Amarílis Gérbera

Dezembro/2017


His Curvy Woman Curvy Women Wanted #5 Sam Crescent Ace Heart sempre foi o menino mau. As mulheres caíam a seus pés, implorando por ele, mas ele sempre quis uma garota. Durante o ensino médio, ele a observou de longe, mas nunca chegou perto. Seu tempo para reivindicá-la como sua foi passou, e ela se afastou. Três anos atrás, porém, ela voltou, e agora ela está trabalhando para ele. Ele não aguenta mais. Já demorou muito, e ele pretende reivindicar essa mulher curvilínea para si mesmo. Durante toda a vida, Trixie Dean fez o que seus pais queriam. Ela era a estudante modelo, a filha perfeita. Mas quando seus pais tentaram fazer ela se casar com seu —rapaz perfeito—, tudo se desfez. Trixie queria fazer algo por si mesma. Ela começou a fazer uma tatuagem, e uma coisa levou a outra, até que finalmente ela começou a trabalhar para Ace Heart. Ace quer reivindicar Trixie como dele, e Trixie quer pertencer a ele de cada maneira possível. Ela pode lutar contra os demônios de seu passado, ou ela estará sempre sozinha? Ace pode provar para ela que por sua mulher curvilínea vale à pena lutar?


Capítulo Um

Ace Heart observava enquanto Trixie Dean colocava a xícara de chá ao seu lado. Já era tarde, e ele estava repassando um dos esboços que seus clientes queriam que ele fizesse. Era algum tipo de super-herói para um garoto punk que estava mais que disposto a abrir mão do seu dinheiro suado para fazer uma tatuagem de merda. Anos mais tarde ele iria se arrepender e faria uma cirurgia de remoção que o deixaria com uma cicatriz enorme na bunda. Havia momentos em que Ace se perguntava por que ele estava fazendo aquilo. —Isso é brega,— Trixie disse, franzindo seu pequeno nariz. —Acha que ele vai continuar com isso? —Sim. Ele não vai mudar de ideia. Vai parecer legal por um tempo, e depois vai ter que viver com o fato de parecer um adolescente idiota para sempre.— Ele colocou a caneta no chão, agarrando sua xícara de chá e tomando um gole. Seu amor por chá geralmente divertia Trixie. Não era um bebedor de café. A maldita coisa o deixava tão ligado o tempo todo que ele


se afastava disso. —Você pode rir o quanto quiser. Isto é muito bom... Este é dos bons. Ela levantou as mãos dela. —Não disse uma palavra. —Não precisa. Posso ver como você está rindo de mim. —Você é um cara coberto de tinta e possui uma loja de tatuagem. Todo mal-humorado e ama chá.— Ela riu e ele adorava o som. Ela trabalhava para ele há mais de três anos. Os dois estudaram juntos. Mais não eram amigos. Ele tinha sido o bad boy na escola que as meninas boas como Trixie ficavam longe. Ao longo dos anos, ele a observou com frequência. Não havia nenhuma maneira de evitar olhar para ela. Seu cabelo vermelho era como um farol, o chamando. Assim que terminou o ensino médio ela foi embora para longe para alguma extravagante faculdade, obteve um mestrado em administração e então aconteceu alguma merda e ela acabou em sua loja numa noite de sábado. Era uma mulher de negócios intocada com lágrimas molhando o seu rosto. Ela implorou para que fizesse uma tatuagem. E quando ele tocou sua pele, quis saber se ela se lembrava dele. A cada duas semanas depois de um tempo, ela voltava em sua loja, pedindo outra coisa, algum projeto novo, ou deixando ele mesmo escolher o que colocar na sua pele. Lentamente, ele pintou partes do corpo dela. Após cerca de um ano de visitas, ela perguntou


se poderia ser recepcionista da loja. Se fosse qualquer outra mulher, ele á mandaria a merda. Quando Trixie veio, ele não podia mandá-la embora. Ela parecia tão desesperada. Uma mulher do mundo dos negócios, ela tinha esquecido quem ele era. Durante os três anos que estava trabalhando com ele, descobriu tudo que havia para saber. Considerando que ela era chefe de uma empresa, tinha sido infeliz, beirando o suicídio e morrendo por dentro. Desde o momento em que deixou a escola, sua vida tinha algum projeto, um plano a seguir. Uma vez que tinha se formado, então o trabalho, e seus pais tentaram encontrar um marido para ela, tudo tinha sido demais. Ela tinha deixado todos para trás, e agora ele era a única família que ela parecia ter. —Há muito mais em mim do que um pouco de tinta.— ele disse. —Eu sei que existe. Você sempre foi tão retirado e reservado. Ninguém podia tocar o precioso Ace Heart...— Ela acariciou seu braço. —Você não é um cara mau. Então, o seu mais recente Bimbo1 vai voltar quando? —Bimbo?— Ele não tinha estado com uma mulher há muito tempo. Três anos para ser exato. Ver Trixie novamente tinha feito ele incapaz de se apaixonar por outra mulher.

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Bimbo = gíria popular para mulher bonita, loira e burra.


—Você sabe. A mulher loira que estava aqui mais cedo com um sanduíche para você, e nós dois sabemos que ela quer algo mais. —Quer dizer a Kathy?— ele perguntou. —Se esse é o nome dela, então sim. —Kathy não é minha bimbo. Ela é minha prima e está tentando me fazer tatuar seus peitos, e essa merda não vai acontecer. Não faço tatuagens em primos ou parentes. Ela é como uma irmã para mim.— Kathy tinha crescido no trailer em frente ao dos seus pais, e eles sempre foram próximos. Ele não tem sentimentos por ela. Além de sua estreita relação, era magra demais para ele. Ele gostava de mulher com coxas suculentas, quadris arredondados, um bom estômago e um grande par de peitos. Uma mulher exatamente como Trixie. Ela aparecia em todas as suas fantasias. Nas noites de sexta-feira em vez de foder com uma mulher qualquer, ele estava no banho batendo uma e pensando nela. Ele adorava ver Trixie trabalhando, especialmente se chegava perto para fazer alguma coisa. Levantando seus braços sobre a cabeça, a sua camisa se levanta e os peitos quase pulavam para fora. Seu pau estava ficando duro só de pensar.


—Oh, agora eu me sinto mal. Era importante para ela. Ela já passou três vezes está semana. Eu pensei que era sua namorada.—Trixie se afastou e ele pegou sua mão. —Você pensou que eu tinha uma namorada?— ele perguntou. —Eu não sei. Acho que presumi. —Eu não tenho uma namorada. Nenhuma mulher vai entrar aqui e ser um problema. Isso eu garanto. —Só o monte de mulheres que entram aqui querendo fazer uma tatuagem com você?— Sua camisa subiu, e ele traçou a curva com a ponta do dedo. —Assim como eu fiz uma em você Trixie.— Ele a ouviu suspirar, e ele olhou para cima para vê-la mordendo o lábio. —Você está bem? —Eu estou bem. Você sabe. Foi um daqueles dias.— Ela esfregou suas têmporas. —Enxaqueca? —Não, eu vou ficar bem,— ela disse. —Você está feliz?


—Claro que estou feliz. Por que não estaria? —Acho que eu não esperava que ficasse tão feliz saindo do mundo corporativo e vindo trabalhar todo dia em uma loja de tatuagens.— Ela sorriu, e o pau dele endureceu. —Você não se dá crédito suficiente. Você é muito mais do que um tatuador. Ele não teve a chance de perguntar o que ela quis dizer, sua porta se abriu e um bando de garotas rindo entraram.

Trixie terminou de guardar os livros, que as garotas estavam vendo. Uma das garotas estava chorando e rindo da outra. Algo lhe disse que sua amizade... ia ser testada. Ela observou quando Ace virou o sinal aberto para fechado. —Já chega por hoje à noite?— ela perguntou. —Estou farto dessas pessoas. Fiz uma tatuagem de um maldito tubarão naquela garota porque ela perdeu uma maldita aposta. —Ela tinha idade suficiente? —Eu me certifiquei disso antes de colocá-la na minha cadeira.


Ela riu. —Nós já fomos jovens um dia. —Não, eu era um garoto idiota. Você sempre foi bem-comportada e sempre soube o que queria ser e fazer. O sorriso nos lábios dela caiu. Suas palavras tinham cortado ela até o núcleo, mesmo não tendo a intenção. Ela tinha sido chata. Aquela que fazia o que lhe dissessem. Deus, pensando em seu passado a fez estremecer com o quanto ela se parecia com um maldito robô. —Ei, o que houve?— ele perguntou se movendo em direção a ela. —Nada.— Ela disse escondendo um pouco de cabelo atrás da orelha. — Vou me arrumar para sair. Vejo você amanhã.— Quando ela estava saindo, Ace agarrou seu braço, a impedindo de ir. —Me diga, o que aconteceu? —Não há nada de errado, Ace. Só quero chegar em casa. Tem sido um longo dia, e realmente gostaria de dormir um pouco. Ele não a soltou. —Não pode mentir para mim, Trixie. Algo está acontecendo, e não vou deixar você ir, então você pode me dizer. —Não é nada, está bem? Simplesmente é estúpido.


—Você estava bem até que eu disse como você era quando éramos crianças. É isso? Você não gostava de mim naquela época? —ele perguntou. —Não, claro que não. Eu sempre gostei de você naquela época. —Então, qual é o problema? —Sou eu! Você não vê isso? Toda minha vida, cumpri as ordens dos meus pais. Tive que ser uma boa garota. Olha, eu fiz isso. Eu era uma boa garota. Tive que tirar as melhores notas. Olha, eu fiz isso, também. A educação, o emprego e o marido. Tudo o que me pediram eu fiz ‘’. Ela levou um minuto encarando o seu reflexo. —Eu tive uma droga de epifania. —Que epifania?— ele perguntou. Ela lambeu os lábios. —Eu estava no meu limite, eu tive que ajustar minha agenda apertada. Eu não escolhi o vestido. Sou uma mulher crescida eu tinha que fazer algo, eu olhei para o meu reflexo. Pela primeira vez em muito tempo olhei e percebi que não queria me casar. Eu nem gostava do homem que tinham escolhido para mim. Ele era tão chato em todos os níveis que toda vez que estava em sua companhia, queria estar em outro lugar. É como se tivesse dormido toda a minha vida e acordei percebendo que eu não fiz nada. —Esse foi o dia que você veio aqui,— ele disse.


—Sim. Quando eu fiz aquilo, fiz por que sempre quis fazer, e não tinha mais medo do que pensariam de mim. Fui e fiz.— Ela lambeu os lábios. Ace não ia deixá-la ir, e ele estava perto demais. —Houve um monte de coisas que desejei que poderia ter feito enquanto cresci. Ido a uma festa, curtir, ter dado em cima de alguém. Em vez disso eu estava em casa estudando. —Você quer algo radical?— ele perguntou. Antes que ela pudesse fazer ou dizer algo, seus lábios beijaram o dela. Ele a prendeu entre seu corpo duro e o balcão. Uma de suas mãos afundou em seus cabelos, segurando-a com força enquanto a outra tocava seu quadril. Seu corpo encolhido contra o dela sentiu a nervura de seu pau ao lado de seu estômago. Durante muito tempo, ela ainda ficou sem saber o que fazer. Ace estava beijando-a. O bad boy da sua adolescência. O cara que toda garota fantasiou e queria saber como era ser a garota dele, estava a beijando. Desde que ela começou a trabalhar para ele, todos os seus velhos sentimentos estavam retornando. Era quase impossível se manter à distância. Ela tinha tido ciúmes das mulheres que claramente o queriam e sabia que nunca poderia tê-lo. Ninguém a queria. Era o que sua mãe havia dito muitas vezes. Seu peso sempre foi um fator. Nenhum homem queria uma mulher gorda na sua cama.


Segurando a parte de trás do seu pescoço, ela devolveu o beijo, empurrando para baixo as palavras da sua mãe para irem embora. Não estava mais vinculada pelo que seus pais diziam ou faziam. Esta era toda ela, e quando abriu a boca, Ace mergulhou a língua em sua boca e ela o provou. A mão em sua cintura acariciava seu quadril, e quando ele quis se afastar, ela aprofundou o beijo mais uma vez. Ela não se importava que ele fosse o seu chefe, ou que isso poderia ser um grande erro. Tudo o que importava era como era bom, mesmo que por alguns momentos, ela era a mulher mais egoísta do mundo. O som de um telefone celular os interrompeu, e Ace se afastou. Desta vez, ela o libertou e abriu os olhos. Seus lábios estavam tão vermelhos como os seus sentidos. —Não vá a lugar nenhum, eu tenho que atender essa chamada. Sim, não havia chance de esperar. Agarrando a bolsa, Trixie saiu de lá.


Capítulo Dois

Ace não estava surpreso que ela correu. Ele deveria ter visto isso acontecer, mas ele não a deixou chegar longe. Trixie não possuía um carro. Foi uma das coisas que ela tinha desistido desde que se mudou de volta para a pequena cidade. Ele fechou a loja e correu na direção em que a viu caminhar todos os dias. Demorou alguns minutos para alcançá-la. Agarrando seus braços, ele apertou-a contra a parede. —Porque diabos você fugiu quando eu lhe disse para não ir?— ele perguntou, batendo com a mão contra a parede. —Olha, nós nos beijamos e você é meu chefe. Não precisamos fazer mais nada sobre isso. Foi legal. Acer, não podia acreditar no que ele estava ouvindo agora. Legal? Era o que achava de seu beijo, legal? Ele estava louco por ela. Seu pau ainda mais, ele só estava falando com a sua mãe. Ele era a única pessoa no mundo da mãe


dele. Todos os seus amigos e amantes anteriores tinham ido embora a deixando. Agora ela estava tentando não ser mais uma mãe negligente. Ela tinha ido para a sua casa e abastecido sua geladeira. Ele não podia dizer a ela que parasse ou que ele podia fazer suas próprias compras. Ele não era um homem cruel, nunca tinha sido. Ele não queria magoar sua mãe, não ia dizer para ela parar. —Isto é o que você vai fazer toda vez que há um problema? Vai fugir? —O que você quer de mim, Ace? —Quero que admita que o nosso beijo foi mais que legal. Foi fantástico, eu queria te beijar, desde que você entrou na minha loja. Se você quer que eu seja realmente honesto, quero te beijar desde que estávamos no colegial. Isso é quanto tempo estou querendo te beijar, é a última coisa que pensei que eu faria um dia! —Não sei como fazer isso. Eu não sou esse tipo de garota. Toda a minha vida foi planejada. O que devo fazer com isso?— ela perguntou. Ela parecia tão assustada, e Ace suspirou. Ele não fazia essa porcaria. Esta mulher, ela tinha virado sua cabeça desde que eles eram crianças e nem sabia disso.


—Você começa a pensar sobre o que você quer, e então quando você sabe disso, você começa a pensar em maneiras de consegui-lo. O que você quer?— No momento que ela lambeu os lábios, Ace não podia conter seu gemido. —Querida, você tem que me dar uma chance aqui. Eu aguento. A mão dela mudou-se para o rosto dele, e ela colocou a mão em sua bochecha. Mais uma vez, ela estava mordendo o lábio. —Eu adorei a sensação de seus lábios contra os meus, Ace. A maneira que você provou. Eu odeio chá e chocolate, mas na sua língua, era a coisa mais incrível. O pau dele ia explodir dentro de suas calças. —Diga-me o que quer,— ele disse. —Quero saber. Ela hesitou. —Eu amo meu trabalho. —Seu trabalho vai permanecer onde está. Isto não tem nada a ver com isso. Só me diga o que você quer, o que você precisa. Havia apenas um pequeno espaço entre eles, e esperava que Trixie quisesse a mesma coisa que ele. —Eu quero você Ace. Eu quero que você me beije, e.... —Diga-me, Trixie. Me diga o que você quer.


—Eu quero que me foda,— ela disse finalmente depois que muitos segundos se passaram. Deslizando os dedos nos seus cabelos, ele a puxou para perto e bateu os lábios sobre os dela. Depois que ela fugiu, não podia esperar mais um segundo para prová-la. Deslizando a língua dentro de sua boca, ele aprofundou o beijo. Trixie segurou-o, e ele ignorou a dor quando sua mão raspou a parede de tijolos quando a pressionou contra ela. —Você vai voltar para casa comigo. Não discuta comigo. Por uma vez, faça algo que você quer fazer. —E amanhã?— ela perguntou. —Quem se importa com o que acontece manhã? Vamos viver está noite.— Ele iria tratar amanhã de manhã quando chegasse, como ele iria lidar com a próxima e a próxima. Foi o que ele tinha feito há muito tempo. Ele pegou sua mão e a levou de volta para o carro. Abrindo a porta do passageiro, ele esperou que ela subisse, e então se inclinou, a prendendo no cinto de segurança. Ao fechar a porta, ele se moveu para o lado do motorista. Uma vez que estava no lugar, ele partiu com o carro, e afastou-se da calçada indo em direção ao seu apartamento.


—Nunca fiz algo assim,— ela disse. Segurando as suas mãos ele fechou seus dedos juntos. —Você realmente quis dizer tudo o que você disse?— ela perguntou. —Sobre me querer quando estávamos na escola? —Trixie, nunca menti para ninguém, e eu não vou começar agora. —Queria me ver depois? —Sim, eu quis. Ela ficou em silêncio, e ele olhou em sua direção. —Você nunca disse nada. Você nem falou comigo. —Nós éramos pessoas diferentes naquela época, e eu queria você. Você só parecia... —Eu parecia o que? —Fora do meu alcance. Você estava indo a lugares, e nenhum deles envolvia estar com um cara como eu.


Ela riu. —Isto é tão surreal. Me senti como se você estivesse totalmente fora do meu alcance. Ainda faço. Já vi algumas das mulheres que vieram para a loja perguntando por você. São mulheres bonitas, Ace. —Elas não são você. Você é uma mulher bonita, Trixie. Toquei na sua pele, e vi uma parte de você que ninguém viu antes. Você é bonita por dentro e por fora. Não faça isso. Você tem muito mais para dar do que aquelas mulheres. Não se menospreze.

—Seja uma boa mulher. A mulher inteligente . —Ninguém quer se confundir com as exigências de uma mulher. —Dê-lhe tudo o que quiser, e faça com um sorriso no seu rosto. Trixie recordou todas as dicas e sugestões da mãe ao longo dos anos. Ela não podia acreditar que tinham passado três anos desde a última vez que a viu. A mãe dela tinha a olhado como se fosse a maior decepção do mundo. Trixie pediu demissão do mundo corporativo para trabalhar em uma loja de tatuagem, e ela estava feliz. Estar ao redor de Ace a fez feliz. Mesmo


seus amigos, que eram um grupo louco, a deixaram feliz. Ele nunca teve amigos íntimos, mas aqueles que o visitaram sempre foram uma piada. Eles a chamavam de “Corporate” como um apelido, o que fez seu passado parecer bastante engraçado. —Você sumiu—, disse Ace, puxando para o estacionamento. Ela esteve aqui muitas vezes quando teve que pegar algo, mas nunca tinha entrado. —Eu não sei. Eu estava pensando em minha mãe, e como ela estava no último dia que a vi.— Ela sorriu. —Qualquer um pensaria que eu estava cometendo assassinato. —Se ela acreditasse que se divertir é uma ofensa, então ela provavelmente fez. Ela riu. —Ela teria odiado tanto você. —Com todo o respeito, senhorita Dean, sua mãe me desprezou. Eu a vi no supermercado muitas vezes e acredite, se olhar pudesse matar, estaria a sete palmos de terra há muito tempo. —Ela é julgadora e não é uma pessoa legal. —Você não é nada como ela, se é o que te preocupa.


—Eu sei que não sou como ela.— Ela saiu do carro e caminhou ao lado do Ace, enquanto ele fez seu caminho até a sua casa. Com cada passo que tomou, ela sabia que sua vida seria mudada para sempre. Ela não era virgem, longe disso. O sexo nunca tinha realmente significado nada para ela. Se ela fosse honesta, o sexo era chato. Era assim que ela via o sexo e os beijos eram os mesmos. O beijo com Ace tinha sido fora deste mundo, incrível. Sexo também seria assim? Nenhum deles falou enquanto seguiam para o apartamento, e no momento em que entraram, o cheiro de lavanda encheu o ar. —Ok, eu não sou um filhinho da mamãe, mas com certeza cheira como isso—, disse ele. Ela riu. —Sua mãe veio aqui? —Sim. Veja, como sou o único que sobrou em sua vida, ela gosta de me tratar como se eu fosse seu garotinho. Colocando um pouco de cabelo atrás das orelhas, ela se sentiu relaxada. — O que mais ela faz?


—Limpa o meu apartamento, coloca comida na minha geladeira e freezer. No outro dia eu juro que ela arrumou minha cama e colocou o Snuggles lá. — Snuggles2? —Foi um ursinho de pelúcia que eu tinha quando eu era criança. E sumiu, mas parece que ela encontrou. —Sua mãe parece divertida,— ela disse. —Não o tempo todo. Nós estamos compensando muita história ruim. Ela lambeu os lábios secos novamente, empurrou as mãos no bolso de seus jeans. —Eu quero ser honesta com você. —Então seja honesta. Eu te disse, que não vou julgá-la sobre qualquer coisa.— Ele se inclinou contra o braço do sofá, os braços coloridos em plena exibição mostrando seus músculos definidos. —Sexo. —Uau, realmente não abuse da sorte. Eu costumo oferecer jantar primeiro.

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Snuggles: Significa aconchego.


Ela engoliu, tentando controlar os nervos. —Não gosto. Ele não disse nada, e ela olhou-o nos olhos. —Você não gosta de sexo?— ele perguntou. Respirando profundamente pensou que ela devia acabar com isso. —Eu nunca fui boa com essa coisa de sexo. Pode ser muito sujo e depois há os preservativos, eu sinto nojo. Para não mencionar os beijos e eu nunca tive isso... vontade de compartilhar com ninguém. Estou muito tensa e sexo, é doloroso e não é divertido. Eu realmente não sou uma boa candidata para fazer sexo e agora eu estou soando muito tensa, não é?

Você está estragando tudo. —Nunca teve um orgasmo?— ele perguntou. —O que? Claro que já... —Não, quero dizer um bom. O tipo de orgasmo que faz ondular seus dedos e você sabe que faria tudo para ter aquela sensação de novo e de novo.— Ele se levantou e se moveu em direção a ela. Seus mamilos estavam tão apertados que era doloroso. Ela ficou molhada, e ela lutou para pensar direito. Ela nunca tinha ficado tão excitada antes em sua vida.


—A partir do olhar na sua cara, vou votar não para isso. Você se toca?— ele perguntou. —Você não pode me perguntar coisas assim. —Posso te perguntar o que for preciso, Trixie,— ele disse. —Já se masturbou? Tocou seu clitóris, ou deslizou seus dedos dentro de si mesma e se sentiu molhada? Ela balançou a cabeça. —Com os dedos? —Sim. —Ele fez você querer gritar? Pedir por mais? —Não. Sempre foi bom. Ace ergueu o pescoço e inclinou a cabeça para trás. —Eu quero que você confie em mim. —Confio em você. —Bom. Tire a roupa,— ele disse, afastando-se. Ela não sabia o que fazer, e seus olhos se arregalaram quando ele começou a tirar a própria roupa. —O que você está fazendo?


—Você vai tirar a roupa, e eu também. Você tem trinta anos, Trixie. Você precisa saber como é ter um orgasmo de abalar a mente, e já que ninguém está disposto a dar-lhe, vou ter que te mostrar. A camisa tinha ido embora, seguido pelas calças. Ele usava um par de cuecas boxer que era negra com uma faixa grossa na parte superior. O comprimento de seu pau pressionando contra a frente das calças. —Ou você quer que eu me vista e te leve para casa? Não, isso era a última coisa que ela queria. Pela primeira vez, ela queria saber qual era o problema. Por que homens e mulheres perseguiram o sexo como se fosse algum tipo de vício. Ela esperou o tempo suficiente, e ela não estava prestes a esperar mais um segundo.


Capítulo Três

Cada centímetro de carne que ela revelou tornou-se ainda mais. Ela era tão bela. Seu pau já estava vazando com pré sêmem, e ele imaginava que havia uma mancha em sua cueca. Tudo o que queria fazer era tocar seu pau, mas ele se segurou enquanto ela tirava a roupa. Ela ergueu a camisa sobre a cabeça, exibindo as vinhas que ele havia tatuado no quadril. Seu estômago arredondado pressionou enquanto levantava a camisa, e ela fez uma curvatura estranha para removê-la. O sutiã de renda branca parecia totalmente fora de lugar contra sua pele tatuada. Ela não olhou para ele enquanto abria o botão de suas calças e a descia pelos quadris. Seus tênis foram lançados ao lado, e ficou de pé diante dele em um conjunto correspondente de renda branca. Sua boca encheu d’água enquanto olhou seu corpo curvilíneo parecendo um pecado. Os seios dela eram tão grandes, e pressionando contra a renda branca viu os seus mamilos vermelhos. A calcinha também escondeu muita coisa. Ele não podia dizer se ela estava nua ou com uma camada leve de cachos.


—Venha,— ele disse, girando o dedo dele. Ela veio sem discussão, pisando em sua direção. Suas mãos se moveram para tocar seus ombros, e ela jogou seus cabelos vermelhos sobre um lado. Sua pele estava tão pálida, a tinta parecia iluminar ainda mais sua pele. Ele tinha feito todas as tatuagens em seu corpo, e passou horas a tocando em todos os sentidos, mas não tomou o tempo para acariciá-la. Colocando as mãos nos seus quadris, ele olhou nos seus olhos castanhos. Ele passou muito tempo observando-a, vendo-a de maneiras que sempre quis quando eram mais jovens. Seus olhos eram sempre tão expressivos, e mesmo agora, ele via anseio dentro deles. Deslizando as mãos para cima, as moveu ao redor de suas costas e abriu o seu sutiã. Ela deixou escapar um pequeno suspiro enquanto o sutiã era solto, e lentamente o tirou do seu corpo. Ele manteve seu olhar sobre o dela, enquanto ele continuava provocando com as pontas de seus dedos, acariciando seu corpo. Somente quando ela fechou os olhos ele olhou para seus seios. —Você é tão linda. Desejei te ver assim por muitos anos. —Você nunca disse nada. —Acho que sou um cavalheiro afinal.


Para isso, ela riu, e quando ele olhou para ela, viu que ela estava sorrindo para ele, e seus olhos estavam mais uma vez, abertos. Ficando de joelhos diante dela, ele pegou a calcinha e deslizou pelos quadris dela e esperou ela sair. Sua boceta tinha uma camada leve de pêlos. De pé, ele removeu sua própria cueca boxer, então eles estavam ambos nus. Pegando na mão dela, ele a levou para a cama e a empurrou sobre ela. —Eu notei que você parou de falar,— ele disse. —Eu não falo. Não durante isso. —Então há muito para você aprender. A única forma que conheço de ter um sexo bom, sexo decente, é falando. Me diga o que você gosta, o que te excita e o que não quer que eu faça.— Ele pressionou seus lábios contra os dela. —O que faz você queimar? —Eu gosto quando você me beija,— ela disse. —Eu nunca me importei em ser beijada, mas com você, eu realmente gosto. —É uma coisa boa, porque eu amo beijar. —Eu também adorei suas mãos em mim. Isso foi incrível, ser tocada e acariciada, e eu também gosto que não tem medo de quem você é. Você não


está me esperando para me cobrir, ou apagar as luzes. Você está fazendo o oposto. Ace fez uma pausa em seu beijo e puxou para trás. —Você é de verdade? —Sim, você quer que eu fale. Todas as minhas outras experiências sexuais eu estava completamente vestida, e você sabe, as luzes apagadas. Escalando a cama, ascendeu cada uma das luzes para que eles fossem cercados pela luz, e nada fosse tocado pela escuridão. —O que você está fazendo? —Estou mostrando que não é algo que precisa ser mantido em segredo.— Ele estava de volta na cama a beijando novamente, deslizando seus lábios até o pescoço chupou o pulso dela. —Não é algo que você precisa se esconder, ter medo. —Assim,— ela disse. —A maneira que você chupa meu pescoço. Ele usou os dentes, mordendo, só um pouco, e ele apreciou seu suspiro e a forma como ela o segurou. Ela nem percebeu que estava segurando-o tão perto? Empurrando para ela ficar deitada na cama, ele continuou no seu pescoço e depois foi para os seios dela.


—Agora, estes são tão grandes e tão bonitos.— Ele pressionou para que ficassem juntos, passando sua língua sobre cada mamilo. —Eu passei muitas horas pensando como eles eram nus, e eles não decepcionaram, querida. Eles são perfeitos.— Ele chupou um na boca, e com a outra mão ele usou o polegar para circular o mamilo. Ela se arqueou, e ele se moveu para que seu pau fosse pressionado contra sua boceta. Afastando-se, olhou para o corpo dela. Abrindo os lábios de seu sexo, ele deslizou seu pau na entrada, verificando se estava liso, revestido em seu creme. Retrocedendo, ele começou a empurrar suavemente para que ele estivesse batendo no seu clitóris. Trixie engasgou, mais uma vez, no momento em que ele bateu nela, o prazer era claro no seu olhar. Esta mulher tinha estado em suas fantasias, e tê-la em sua cama era um sonho se tornando realidade, ele não queria parar. No final da noite, ele queria que ela ansiasse por ele da mesma forma que ele lhe tinha feito por ela por anos.


Com sua boca no corpo dela, Trixie não conseguiu se concentrar. Ela não conseguiu pensar em todas as razões pelas quais essa era uma má ideia, e quando seu pau duro estava deslizando contra seu clitóris. Fechando os olhos, agarrou a roupa de cama debaixo dela, tentando encontrar algo para segurar. Ela tinha pensado em Ace por muito tempo. Ele era a primeira pessoa a levá-la a sério, a não rir nem zombar do que ela queria da vida. —Volte para mim,— disse Ace. Ela abriu os olhos e encontrou-o pairando sobre ela. —Você me deixou lá,— ele disse. —Está bem. Eu sou apenas... tudo isso é novo. —Então pare de pensar nisso. Olha para mim. Toque-me, Trixie. Quero suas mãos no meu corpo.— Ele agarrou-lhe os pulsos e os colocou no peito dele. —Você não precisa esperar para que eu termine, divirta-se. Trixie saiu debaixo dele e colocou ambas as mãos no seu peito, para tocá-lo. Por alguns segundos, ela olhou nos olhos dele. Eles eram tão brilhantes e azuis. Ela adorava olhar em seus olhos e muitas vezes se sentiu como se estivesse caindo no abismo.


Na verdade, não era só os olhos que ela gostava, era tudo. Se eles tivessem um dia lento, ela ficava o vendo trabalhar. Ele era tão dedicado à sua profissão. Finalmente, ela foi capaz de tocar e correr os dedos ao longo de cada projeto. Ele soltou um gemido, e ela olhou para ele. —Eu amo suas mãos em mim. Ela não podia acreditar que ele a desejava. Foi isso. Ela tinha o suficiente de todas as suas dúvidas. Ace a queria lá, ela queria estar lá.

Colocando

as mãos no seu peito, ela afundou os dedos nos cabelos e puxou-o para um beijo. Ela acariciou sua língua sobre os lábios e escorregou para dentro. Ele segurou-a novamente desta vez. A mão na bunda dela, apertando sua carne. —Quero foder você, Trixie. Quero você venha tão forte no meu pau que você não vai parar de gritar meu nome. —Eu quero isso, muito,— ela disse. —Mas primeiro, quero lamber sua boceta.— A mão na bunda dela mudou de volta, e ele tocou sua boceta.


Olhando para baixo, ela assistiu e sentiu quando ele deslizou um dedo em sua fenda. Ele brincou ao redor de seu clitóris e, em seguida, para baixo, deslizando um dedo dentro dela. —Isso é tão bom,— ela disse, mordendo o lábio. —Vou fazer muito melhor.— Ele empurrou-a para a cama, e antes que ela pudesse parar, ele segurou seus quadris e a puxou para que ela estivesse perto de sua boca. —Eu vou te provar agora, baby. Eu quero saber o quanto você é doce. A língua dele rolou através de sua fenda, e o prazer foi instantâneo. Sua boceta apertou, tentando agarrar qualquer coisa. Ele soltou seu quadril, e empurrou seu polegar dentro dela. Ela gemeu, tentando se empurrar contra ele. Ele chupou o clitóris em sua boca e usou os dentes, o que só a despertou ainda mais. —Como se sente?— ele perguntou. —Tão bom. Por favor, não pare.— Ela nunca tinha implorado a um homem para não parar antes. Os mamilos dela estavam incrivelmente apertados, e sua boca era o paraíso. Ele deslizou para baixo e começou a bombear a língua em sua boceta e ela apreciava isso. —Você é tão molhada e suculenta,— ele disse.


Ela adorava ouvir o barulho profundo de sua voz, especialmente perto de sua boceta, seu hálito batendo em seu clitóris. Ele continuou a fodendo com o polegar enquanto lambia a boceta dela. A língua mudou-se em torno de seu clitóris, do outro lado, e em seguida os dentes passaram de raspão por seu clitóris. Ele sentia que ela estava na borda do orgasmo, e cada vez que ela sentiu que ela estava lá, ele iria mover ou alterar, mantendo-a equilibrada, gritando seu nome em cada ponto. —Você está pronta para vir, baby?— ele perguntou. —Sim. Por favor, Ace. Não aguento mais. Por favor, eu preciso. Ele tocou seu clitóris, e ela quebrou, gritando seu nome, implorando por mais enquanto ele dirigia seu corpo para o orgasmo. Nada a fez se sentir tão bem antes em sua vida, e isso fez com que ela percebesse que estava fazendo algo errado. Ace não parou. Ele continuou lambendo, manteve-se a tocando com o dedo, conduzindo-a para um segundo, chocando-a até o centro. —É verdade, querida,— ele disse, soltando um único beijo em sua boceta. —Eu quero que se lembre de como é bom quando chupo sua boceta. Droga, eu sabia que teria um sabor doce, não tinha nenhuma ideia do quão


doce ela é.— Ele lambeu ela novamente e finalmente se afastou. Era como se ele não se cansasse de seu gosto, e ele teve que voltar para provar mais. Ele se ajoelhou na cama, e ela o olhou. —Você está pronta para meu pau?— ele perguntou. —Sim. Você tem que usar camisinha embora. Não estou em nenhum tipo de proteção. —Não se preocupe—. Ele se inclinou sobre ela, abrindo uma gaveta. — Eu estou sempre protegido. Ela assistiu enquanto ele abriu o pacote e rolou a camisinha sobre o pau dele. Alcançando entre eles, ela começou a acariciar seu pau, começando na base e trabalhando todo o caminho. Ace ainda segurava o preservativo ao longo do seu comprimento. —Se você está preocupada com o fato de eu me encaixar dentro de você, eu sei que você é um ajuste perfeito. Trixie riu. —Eu sei que você vai caber. Eu não sou virgem . Ele se moveu em direção a sua entrada, e em um forte impulso, ele estava profundamente dentro dela. Ace era maior que qualquer outra pessoa com quem esteve, e demorou alguns segundos para recuperar o fôlego.


Capítulo Quatro

Quando eram crianças, Ace soube que Trixie era especial. Esse sentimento nunca tinha desaparecido e ainda tinha sido o mesmo, quando ela entrou na sua loja de tatuagem. Agora, com sua boceta segurando o pau dele, ele sabia sem sombra de dúvida que ela era a mulher para ele. Olhando nos olhos dela, com sua boceta envolvida em torno dele e a maneira que ela o fez sentir, ele sabia que ela era dele. Eles pertenciam um ao outro, e nada vai mudar isso. Empurrando o cabelo do rosto dela, ele sorriu para ela, se perguntando se ela sabia que ele a amava. Seu amor estava lá havia muito mais do que alguns anos. Tê-la de perto todos os dias e não a tocar tinham sido uma tortura, mas ela também tinha sido um sonho se tornando realidade. Ela finalmente estava em sua vida para sempre, e não queria soltá-la tão facilmente. —Eu te disse que eu caberia.


—Você não é um cara pequeno,— ela disse. —Não, eu não sou, mas quando você nasce com um pau grande, tem muita responsabilidade. —Você acha?— ela perguntou. —Sim.— Ele se afastou dela por alguns centímetros, e então se moveu dentro dela, amando seu gemido. —Porque agora eu sou responsável por certificar de que você está nas nuvens com meu pau.— Ele beijou sua têmpora e sentou-se com seu pau ainda dentro dela. —Olhe para nós, Trixie. Olhe como sua boceta está.— Ele olhou para onde eles se juntaram. Os lábios de sua boceta estavam abertos. Seu clitóris estava inchado e molhado, implorando para ser tocado mesmo que ele a deu um ou dois orgasmos. Seu pênis estava tão profundo dentro dela, os lábios de sua boceta o tocavam.Afastando as mãos de seus quadris, deslizou-os e acariciou um dedo sobre seu clitóris. Deslizando para cima e para baixo, para frente e para trás, ele observou como ela se moveu. Com cada golpe, sua boceta apertou-se ao redor dele. —Ace!— ela gritou, arqueando para cima. —Isso mesmo, baby. Você sabe o que eu gosto de ouvir. —Ele apertou os dentes, tentando segurar seu próprio prazer enquanto ele a atraía para outro


orgasmo. Ace tomou seu tempo, não se movendo quando ela se contorceu e empurrou para baixo. Foi Trixie quem se moveu, levando-o mais fundo. — Você quer vir? —Por favor, Ace. Não aguento mais. Ele a levou a um terceiro orgasmo, só que desta vez não esperou por ela terminar. No momento em que ela atravessou a borda, e sua boceta começou a apertar seu pau, ele segurou suas mãos, pressionando-os ao lado de sua cabeça. Em seguida, começou a montá-la com força, fodendo-a fazendo com que a cama batesse na parede com a força de seus impulsos. Passou tanto tempo desde que ele tinha estado com uma mulher e o fato de que finalmente tinha Trixie na cama dele, não havia como ele poder durar. Através de seu orgasmo, ele encontrou sua própria libertação, empurrando profundamente dentro dela, enquanto ele encheu a camisinha. Ambos estavam ofegantes quando o prazer começou a diminuir. Ele desabou sobre ela, envolvendo seus braços ao seu redor. —Sinto muito—, disse ele, beijando a cabeça dela. —Por que, você está arrependido?—, perguntou ela. —Não tomei meu tempo. Me dê uns minutos e eu vou cuidar disso.


—Você é de verdade? —Sim. Eu sei que não foi meu melhor desempenho. Decepcionei a equipe. Ela estava rindo agora. —Você realmente está brincando, não é? —Por que eu brincaria com isso? Eu prometi-lhe um sexo muito bom, e eu falhei. Tenho que fazer alguma coisa séria. Pode me perdoar?— ele perguntou. —O que partilhamos foi melhor do que qualquer coisa que eu senti antes na minha vida, e você acha que isso não foi tão bom. —Eu sou um perfeccionista. —Eu acho que você é incrível.— Ela fez uma concha com as mãos em sua bochecha e pressionou um beijo nos seus lábios. —Nunca me senti assim com um homem antes’’. —Então, sua perda é meu ganho.— Ele a beijou. —É uma das minhas muitas especialidades. Lamber bocetas e foder. —Não esqueça seu talento com tatuagens.


—Não me esquecerei.— Ele traçou o dedo nela onde ele colocou sua primeira tatuagem. —Eu marquei sua pele bonita, e agora que provei sua boceta. Não há como fugir agora, Trixie. Você é minha e tem sido por muito tempo. —Não consigo esquecer que você me queria na escola. Isso foi há muito tempo. —Sabe que fizemos inglês juntos?— ele perguntou. —Você costumava sentar-se na fila do meio, segundo lugar. —Você se lembra disso?— ela perguntou. —Minha obsessão por você era o que me manteve na escola. —Eu era sua obsessão? —Você sempre usava meias diferentes. Ela estava rindo agora. —Você viu isso! —Eu vi tudo. Você usava meias coloridas diferentes. Às vezes, cores totalmente contrastantes. Um dia você usava verde e laranja, roxo e rosa, azul e vermelho. Ninguém comentou sobre suas meias. Não sei se eles não repararam ou não se importavam. Eu vi. Eu imaginei que essa era uma forma


de se rebelar. Mesmo assim, vi fogo dentro de você que todos estavam tentando esquecer. O sorriso caiu de seu rosto. —Desperdicei tanto tempo tentando ser alguém que nunca fui. Eu acordei aos vinte e sete anos e percebi que tinha feito tudo pelos outros e que eu não era feliz. Quer dizer, deveria ser, não é? —Não necessariamente. —Tive um bom trabalho, um rendimento fantástico, um cara para casar. Eu acho que ele estava prestes a comprar uma casa, e tudo desabou,— ela disse. —Você ter vindo até a loja foi uma das melhores coisas que já aconteceu comigo,— ele disse, sendo honesto com ela. —Eu sempre quis saber sobre você. Esperava que estivesse feliz. No dia da formatura, você parecia tão triste. Todos os outros ao seu redor estavam felizes e comemorando. Você ficou longe deles, olhando ao redor. Eu deveria ter vindo falar com você, então, e eu não fui. —Eu vi você naquele dia. Olhando para os outros,— disse Trixie. —Eu ia falar com você, parabenizá-lo. —Alguém andou entre nós, e fui embora.


—Você foi embora. —Foi o maior erro que cometi,— ele disse. —Eu poderia ter te beijado naquele dia e não ter esperado 12 anos para fazer isso.— Com isso, ele a beijou novamente.

Sentada em uma cadeira na cozinha completamente nua não foi como ela tinha imaginado passar o resto da sua noite. Nem estar segurando uma taça de cereais com Ace confortavelmente nu. Ele a fez se sentir tão confortável na própria pele, que era irreal. —Você não quer mais alguma coisa para comer? Trixie balançou a cabeça. —É muito tarde, não quero nem pensar em comer muito.— Ela pegou outro pedaço de seu cereal. —Há um risco de sua mãe entrar e nos pegar? —Não. Ela sempre aparece quando estou no trabalho. —Ela não vai lá vê-lo no trabalho, no entanto,— disse Trixie, sabendo que nos últimos três anos que ela trabalhava para ele não tinha visto sua mãe.


—Não. Ela não vai. Nossa relação é muito complicada, e eu não gosto que ela vá no meu local de trabalho quando tenho que me concentrar,— ele disse. —Isso mexe com minha cabeça. Ele se moveu em sua direção, sentando-se do outro lado. Seu pênis, embora flácido, ainda era impressionante de olhar. Ela não podia acreditar que momentos atrás ele estava dentro dela. —Ela ainda é sua mãe. —Sim, bem, eu prefiro que ela fique longe do trabalho. Da última vez que ela esteve, ela continuou convencendo a todos que não precisavam marcar seus corpos para a vida. Ela me ama e tudo mais, mas ela não é boa para os negócios. —Você perdeu muitos negócios?— ela perguntou entre colheradas de comida. —Não. Não perdi muito. Aconselharam-me apenas que eu mantivesse minha mamãe longe do meu local de trabalho. Eu tenho feito isso, e realmente o negócio está crescendo. —Sim! É bom porque eu tenho um emprego, e você é muito talentoso.


—Obrigado.— Ele estava comendo, e ela estava comendo. — Desembucha. Tudo o que está acontecendo na sua cabeça, deixe-me ter isso. —Você não sabe tudo o que estou pensando. —Eu sei que gosta do meu pau, e você provavelmente o quer outra vez, profundamente dentro de você. Ela revirou os olhos. —Eu não estou pensando nisso. Estou curiosa sobre o que vai acontecer amanhã. —Acordamos. Se você é uma boa menina, vou fazer o café da manhã, e então vamos ao trabalho. —Simples assim?— ela perguntou. —Eu sou nova nessa coisa toda de uma noite só. Ace levantou a mão. —Espere, whoa, quem disse alguma coisa sobre uma noite?—, perguntou ele. —Não sei o que é isso. —Agora eu estou me sentindo usado,— ele disse, fazendo-a sorrir. — Querida, os ficantes de uma noite não jantam juntos, mesmo que seja cereal. É tarde, e isso é jantar. Eu chamaria isso de um encontro atrasado.


—Sexo e depois comida. É o melhor caminho a seguir. Eu não poderia fazer sexo se eu estivesse totalmente cheia —, disse ela. —Você sabe, eu só pensei. Eu adoro comida italiana. Spaghetti e almôndegas provavelmente não são autênticos italianos, mas é o meu favorito. Você poderia imaginar ficar todo quente e pesado nesse tipo de comida? —Ela enrugou o nariz. —Eu acho que vomitaria. Ele riu. —Somente você poderia pensar em alimentos que faria você ficar doente após o sexo. Só para saber, está devidamente anotado, e eu me certificarei de que você não visite nenhum lugar italiano antes que eu queira sexo. —É divertido—, ela disse. —Você sabe que isso significa que você é minha garota. —O que você quer dizer? —Sem ofensa pretendida. Eu não coloco meu pau em qualquer pessoa. Eu sou um cara, mas também mudei muito. Eu não estive com ninguém há muito tempo, e eu quero que isso funcione entre nós. —Mesmo trabalhando juntos?


—Sim. Eu quero que você seja minha garota, Trixie. Eu queria isso há mais de doze anos. Não vou esperar por você sair novamente. Estou colocando minhas cartas na mesa. Eu quero você para mim. O sexo é incrível, mas eu quero o para sempre. Seu coração começou a bater. —Não sabia que você era do tipo para sempre. —Há muita coisa que não sabe sobre mim. Não vou te assustar ainda. Este é, afinal, nosso primeiro encontro oficial. Ela lambeu os lábios e então olhou para baixo em seu cereal. Seu estômago estava embrulhado. —Eu queria você,— ela disse. —O quê? —Doze anos atrás. Olhei para aquele lugar e, se ainda estivesse lá, queria ir até você.— Ela sorriu, pensando nisso. —É louco por muitas vezes que pensei nesse momento. Se você ainda estivesse lá, provavelmente não teria ido para a faculdade, nem tentado mudar de lugar.—Ela balançou a cabeça. —É surreal como um momento pode mudar nossa vida inteira. —Você teria ido para a faculdade, Trixie. Seu caminho foi escolhido por você.


—Exatamente, e se você não tivesse ido, e eu tivesse a coragem de ir procurar você, acho que nossa vida teria sido diferente. Ele ficou em silêncio e não tinha mais nada para dizer. Olhando para trás, houve tantos momentos no ensino médio. Os tempos em que eles tropeçaram e eles fizeram isso muitas vezes. Uma vez tinha estado na biblioteca, e ele a ajudou com os livros que caíram de suas mãos. Alguém os distraiu. Continuando, eles estavam de pé juntos no refeitório, e ela queria dizer algo divertido, legal e espirituoso. A fila tinha andando, e ela permaneceu em silêncio. Todas as chances em seus anos de ensino médio foram desperdiçadas de uma forma ou de outra, e ela não desperdiçaria mais um momento.


Capítulo Cinco

Na manhã seguinte, Ace acordou, e sorriu. Ele não se lembrava da última vez que tinha estado tão feliz. Trixie dormia ao seu lado, ele estendeu a mão, tocando sua bochecha para certificar-se de que era real. Ela estava respirando e quente, e... estava tudo perfeito. O sol estava brilhando, e ele olhou para o relógio para ver que era um pouco depois das sete. —Não quero acordar—, disse ela, gemendo. —Eu odeio as manhãs.— Ela enfiou a mão por baixo dela, e aqueles lindos olhos castanhos olharam para ele. —Como você pode estar sorrindo? —Seria louco dizer que eu tenho sonhado com este momento por muito tempo?— Ele tocou seu ombro, recordando a noite anterior. Após seus cereais, ele a tinha inclinado sobre a mesa de café. Somente quando ela implorou por mais e ele lhe deu um quarto orgasmo, ele encontrou sua


própria libertação. Ainda assim, não estava satisfeito, e ele tinha a levado novamente ao longo da noite na cama. Nunca ele esteve tão saciado e ainda com fome de mais. Acariciando a mão no ombro dela até seu quadril, ele a agarrou firmemente. —Tem alguma ideia do que quer fazer? —Eu não sei. Café da manhã? Ou com você?— ela perguntou. Ele riu, mordendo o pescoço dela. —Eu já volto.— Ele saiu da cama, cuidando de seus negócios, lavando as mãos. Ele girou ao redor e Trixie estava lá. —Preciso ir ao banheiro, e sua mãe está no telefone. —Não ouvi o telefone tocar,— ele disse. —Era o seu celular, velhos hábitos. Eu respondi dizendo 'Loja de Tatuagem do Ace'. — Ela estremeceu. —Sinto muito. Ele pressionou um beijo na cabeça dela. —Eu vou ir e lidar com panquecas e minha mãe. Deixando o banheiro, ele puxou um par de cuecas e pegou o celular. —Isto é realmente muito cedo até para você,— ele disse.


—Você não queria que eu soubesse que você tem uma namorada?— ela perguntou. —Eu estava preocupado que você iria assustá-la. O que foi, mãe? —Você não vai me dizer quem é ela? —Eu acho que você tem uma ideia. —A menina do Dean? —Você sabe. Mantenha toda sua merda negativa para você mesma. Eu não preciso ouvir que ela está tão longe dos meus limites e coisas assim —, disse ele. Sua mãe suspirou. —Eu nem sonharia em dizer uma coisa dessas. —Nós estávamos na cidade há muito tempo, e você a viu. Você se inclinou para baixo e disse que eu só podia olhar para uma garota como ela. Garotas como ela eram feitas para pessoas bem melhores do que eu.— Ele se lembrou muito claramente. Foi uma das razões pelas quais ele nunca havia tentado perseguir Trixie quando era mais novo. Claro, isso foi durante esse tempo que sua mãe não era a melhor pessoa. Foi também na mesma época que seu pai os deixou.


Ele ouviu sua mãe fungar. —Eu era uma pessoa horrível. Achava que tinha razão por pensar daquele jeito, querido. Estou... Uau, eu sou terrível. —Está tudo bem. Já falamos sobre isso antes. Eu já te perdoei. Não há nenhuma necessidade de voltar a falar sobre isso. —Ela era uma garota quieta até então. Sempre no seu próprio mundinho. Você gosta dela, Ace? Eu sei que algo não está bem desde que ela voltou para a cidade. Ela nunca fala com a mãe dela. —Eu a amo, mãe. Amo-a por um longo tempo, e não vou perdê-la ou deixá-la ir.— Ele tinha ficado uma pilha de nervos, quando ela veio em seu estúdio pedindo que fizesse uma tatuagem nela. Ele tinha quase estragado o desenho só porque tocar nela tinha lhe dado prazer. Nos últimos três anos dela trabalhando para ele, ele queria convidá-la para sair, alterar a dinâmica da sua relação e não tinha feito. Ele estava preocupado, sabia que ela não estava pronta, ou no lugar certo. —Eu vou casar com ela, mãe. Sua mãe gritou. —Quando eu vou conseguir me encontrar com ela? —Quando eu souber que você pode manter meus planos para si mesma. Dê-me um tempo com Trixie. Não quero perdê-la.


Ele abriu seu armário de cozinha, tirando a mistura de panqueca que já tinha feito no dia anterior. —Acha que você poderia nos dar algum espaço?— ele perguntou. —Claro, eu vou. Eu não vou dizer nada. —E nenhuma surpresa ou visitas. Me ligue primeiro, ok? Não quero estragar isso, e ela pode enlouquecer se minha mãe estiver aqui por alguma razão. —Tudo bem. Estou tão feliz por você, Ace. Ele desligou o telefone, depois que ela disse adeus. Só ia ser uma questão de tempo antes que ela fizesse a sua aparição. —Está tudo bem com sua mãe?— Trixie perguntou, saindo do quarto. Ela usava uma de suas camisas, e caia até os joelhos, fazendo-a parecer sexy. —Sim, está tudo bem.— Não descobriu o que ela queria, mas ele a chamaria de volta depois do café. —Eu preciso de roupas limpas. Você pode me deixar em casa antes de nós voltarmos para o trabalho?—, ela perguntou, tomando um lugar à mesa. —É claro. Eu sempre como panquecas com bacon e ovos. Está bom para você?


—Parece ótimo. Estou morrendo de fome. —Trabalhamos com apetite ontem à noite, e uma tigela de cereal não resolveu.— Ele colocou os ovos e o leite na massa e deixou descansar de lado. —Então, eu estava pensando que hoje à noite eu poderia pegar um filme, uma pizza, e passarmos a noite juntos. O que você acha? Ele não percebeu que estava tenso esperando sua resposta até depois que ela deu. —Eu ia sugerir a mesma coisa.— Ela parou ao lado dele. —Quer que eu faça os ovos? Adoro ovos mexidos. Tem xarope? Eu afogo minhas panquecas em xarope. Totalmente ruim para você, mas eu acho que é uma das razões pelas quais eu tenho esses quadris. —Então eu vou manter um suprimento infinito porque seus quadris são uma beleza.

—Isso vai ficar muito ruim,— disse o garoto. Trixie, inclinou-se contra o batente da porta assistindo enquanto Ace tatuava um super-herói sobre o braço. Ele tinha dezenove, quase vinte, e


originalmente tinha pedido uma tatuagem no seu pinto. Ace, sendo o cara que ele era, disse para o garoto ir se foder. Não havia como ele ia tocar o pau de qualquer cara. —Isso vai doer.— Disse Acer. —Eu sou como uma rocha. Quero dizer totalmente. Minha namorada vai amar isso. —Você tem uma namorada?— Trixie perguntou. Ace deu-lhe um sorriso, mas não disse nada. —Sim. Ela é a minha força, e ela fez uma tatuagem também.— Ele se mexeu e Ace o segurou. —Desculpa, cara, queria mostrar para sua garota uma foto da minha. Trixie entrou na sala e olhou para a foto. A mulher tinha longos cabelos negros, maquiagem pesada, mas ela também tinha uma tatuagem de superherói na barriga. —Ela é linda. —Ela é minha garota e tem sido desde que éramos crianças. Ela é como minha costela, certo? —Costela?—Trixie riu, mais uma vez olhando para Ace. Isso era algum tipo de gíria, que ela ainda não conhecia?


—Um homem tem uma costela a menos do que uma garota, certo? Algumas pessoas pensam que sua costela é anexada a sua garota. Bem, minha garota é como minha costela perdida, e ela é totalmente legal. —Eu nunca ouvi isso, mas eu acho que é muito doce,— Trixie disse, entregando-lhe de volta a foto e se afastando. —Eu queria fazer algo especial. Eu tenho um anel, mas eu queria mostrar que ela é o que eu quero para o resto da vida. —Com uma tatuagem? —Sim, senhora. Ela é uma coisa para a vida, certo? Marcando minha pele, ela vai saber que não estou brincando e que eu quero dizer para sempre. —Não vai ser mais para sempre se você continuar se mexendo,— disse Ace. —Vou continuar tatuando, e você continue respirando fundo. —Merda, cara, sim, sinto muito. Como dizer para uma garota que você a ama e quer passar o resto da sua vida com ela? Não é algo que só chega e diz. —Por que não pergunta a minha garota o que ela gostaria?— Ace disse. —Senhora, você me daria algumas ideias?


—Eu?— perguntou ela, colocando uma mão no peito dela. —Não acho que me qualifico para nada disso. Nunca me casei ou tive alguém que quis passar o resto da sua vida comigo. —Agora tem—, disse Ace, dando-lhe um olhar aguçado. Ok, isso foi intenso.... Sim, ela não sabia o que estava acontecendo, só que ela estava tremendo. —Se fosse eu, e eu sou uma mulher de trinta anos, gostaria de saber a verdade. Não preciso de nada extravagante, sem flores nem nada, mas você é jovem. O garoto gemeu. —Você sabe quantas vezes ouvimos isso? Você é muito jovem para saber o que quer, e você só deve se divertir um pouco. A vida não é sobre levar tudo muito a sério. Isso me enlouquece. Por que tenho que ser um cara velho para perceber que eu amo uma pessoa? Hein? Me diz. É um interruptor mágico que acende quando eu chego a uma idade que meu corpo considere certo? Trixie deu de ombros. —Tem razão. —O amor é amor, não importa que idade tem.


—Você pode amar quem que você quiser—, Ace disse. —Ninguém tem o direito de dizer que não. —Você sabe uma coisa ou duas sobre o amor, cara. Ace mudou a tinta de sua máquina. —Você vê aquela mulher ali? —Claro que sim, cara, não sou cego. —Estou apaixonado por ela desde o jardim de infância. Trixie olhou para ele, chocada. —Não me diga! Que loucura, senhor. Vocês dois estão juntos? —Nunca lhe contei como me sentia,— Ace disse. —Não.— Ele prolonga a palavra fazendo isso durar. —Eu não lhe disse como eu me sentia. Na verdade, nem sequer falava com ela. Passei muito tempo pensando sobre o que dizer e nunca disse nada. Alguém me convenceu de que ela estava fora do meu alcance e que não havia nenhum ponto em tentar.— Ace voltou a trabalhar na tatuagem do garoto. — Eventualmente, me acostumei a olhar sem dizer uma palavra. Então um dia, ela saiu. Ouvi algumas informações sobre ela ao longo dos anos. A faculdade que ela se formou. O emprego de alto escalão e então eu ouvi sobre o seu


casamento com um cara que pensei que era bom para ela.— Lágrimas encheram seus olhos com a dor que ela ouviu em sua voz. —Então uma noite eu decidi ficar aberto até mais tarde. Nem sei porque o fiz. Eu estava esboçando alguns projetos novos, e eis que, ela volta para minha vida. Por três anos ela esteve na minha vida, e nenhuma vez eu lhe disse como me sinto. O que estou tentando dizer para você, não espere tentando agradar todo mundo. Se você ama essa garota, realmente a ama, então você precisa dizer a ela. Não perca tempo como eu fiz.— Ace olhou para ela. —Eu sei que perdi tempo, e eu não vou mais desperdiçar ele. A campainha tocou, e Trixie olhou para a porta. Um grupo de motoqueiros tinha entrado. Ela nem podia dizer nem fazer nada. Ela sorriu para Ace e saiu do quarto. Ela estava com as pernas bambas com o que ele tinha acabado de dizer. Ele a amava? Ele a amava, ou ele estava tentando ajudar o garoto em cima da mesa? Ela tinha tantas perguntas, e nenhuma delas seria respondida imediatamente. A loja estava cheia. Era como se alguém quisesse a torturar, fazendo-a esperar pela resposta.


Capitulo Seis

Ace sabia que ela estava no limite e esperava as perguntas no momento em que ele fechou a porta da loja de tatuagem. Ficaram tão ocupados que não houve tempo para perguntas depois de seu anúncio. Toda vez que ele olhou para ela, ela estava olhando com tantas perguntas em seus olhos. —Você quis dizer isso?— ela perguntou. —Eu quis dizer tudo o que eu disse. Não falo mentiras. Nunca. —O amor é uma emoção forte. —E sinto isso toda vez que estou ao seu redor. Desde quando éramos crianças até esse momento.— Ele se afastou da porta. —Você não sente isso toda vez que estou perto de você? Eu sei que eu faço. Passei os últimos três anos esperando que você estivesse pronta, e de repente percebi que você não tinha ideia de como eu me sentia.— Ele estendeu a mão, a colocando no rosto dela. —Eu te amo, Trixie. Te amo por muito tempo, e continuarei a te amar.


Lágrimas encheram seus olhos e ele a pressionou contra o balcão. Fechando os lábios sobre os dela, ele provou suas lágrimas e puxou-a contra ele. Seu corpo suave era o que ele ansiava. De repente, ela começou a puxar sua camisa, rasgando-a sobre sua cabeça. —Trixie? —Eu quero você, Ace. Por favor, aqui, agora.— Ela puxou seu jeans, empurrando-os para baixo de seus quadris. Dentro de segundos, ela estava diante dele, sua mão enrolando no seu comprimento. A loja estava já estava fechada. Estavam sozinhos, e ninguém iria interrompê-los. Durante todo o dia, ele estava sem o seu toque, então ele não lutou contra ela. —Sempre quis fazer isso,— ela disse, olhando para o comprimento do seu corpo. Ela deslizou sua língua sobre a ponta do pau dele, em seguida, levou-o entre seus lábios. Ele observava enquanto ela afundou diversas polegadas do seu pau até que ele bateu no fundo da sua garganta. Ela parou e deslizou para baixo novamente, lentamente, balançando a cabeça e deixando o seu eixo revestido com sua saliva. —Foda-se, sua boca é boa pra caralho.


Ele amava sua boca, ele envolveu seu cabelo vermelho em torno do seu punho. Trixie olhou para ele, e o olhar dela era tão tentador. Ele não queria vir em sua boca. Puxando para fora, ele a puxou para cima e a inclinou sobre o balcão. Ele puxou seu jeans para baixo, de modo que eles estavam em seus joelhos. Ele tirou um preservativo do bolso. —Eu estou limpa, Ace. Você não precisa usar camisinha. Quero sentir você dentro de mim. Ele jogou a camisinha de lado, alinhando o pau dele e batendo nela com força. Ambos gemeram. Ele segurou ela pelos quadris em uma pegada forte que ele tinha certeza que ia deixar hematomas. Cada marca no corpo dela foi feita por ele. —Você foi feita para mim, Trixie. Você sabe disso.— Ele se afastou e empurrou para dentro. —Este corpo tem meu nome escrito nele. Não só minha tinta, mas meu toque.— Ele se inclinou para a frente, chupando seu pescoço, usando os dentes para dar um toque de dor. Ele bateu nela, uma vez ... duas vezes... três vezes e fez uma pausa enquanto estava bem no fundo, sentindo cada pulsação de sua boceta em seu pau.


—Você não se sentiu assim com ninguém, e você sabe que é por causa de mim. Só meu pau pode fazer você se sentir assim. Só as minhas mãos, meus lábios, só eu posso te fazer se sentir assim, Trixie. Você é minha. Você sabe que você é minha, e sabe que me ama exatamente como eu amo você. Não há ninguém mais para nós. Ele moveu uma mão entre suas coxas, encontrando seu clitóris e o acariciou. Ela empurrou contra seu pau e a sua mão, precisando do que só ele poderia dar a ela. Estavam transando, e foi repleto de emoção crua e dolorosa. Ace fazendo pressão dentro dela, enfiando cada emoção que ele tinha sentido ao longo dos anos. Ele a amava de longe, mas sabia que ela era melhor do que ele, acreditava que era impossível, ele nunca poderia tê-la. Nunca mais ele iria a deixar se afastar. Trixie era dele, e ele iria lutar com ela cada passo do caminho. —Eu te amo, Trixie. Eu te amo muito. Ela gozou, gritando seu nome e tremendo. Ele não parou de deslizar dentro dela, sentindo seu próprio orgasmo começar a se construir. Apertando seus quadris com um último impulso, ele encheu sua boceta. Ele pressionou seu rosto contra o pescoço dela, respirando seu cheiro.


Ambos estavam com dificuldade para respirar, e ele não a soltou. —Você estava certo—, disse ela, virando-se para olhar para ele. —Eu não tenho feito isso certo. Ele riu. —Eu também te amo, Ace. Muito. Você não está sozinho em seus pensamentos. Tenho pensado muito em você. Ao vê-lo aqui naquele dia, você me deu força para finalmente lutar pelo que eu quero. —Você me ama?— ele perguntou. —Sim, sim—. Ele suspirou, colapsando contra ela. —Você sabe quanto tempo esperei para ouvir isso? —Você poderia ter perguntado. Perdemos tanto tempo, e agora parece loucura. Ele beijou seu ombro. —Você não estava pronta. Saindo de sua boceta, ele a girou para que ela ficasse de frente para ele. Isso foi surreal.


O sorriso em seu rosto estava desfazendo-o. Ele faria qualquer coisa para ver aquele olhar em seu rosto. —Por que está chorando?— ele perguntou, vendo suas lágrimas. —Você tem alguma ideia de quão perto estive de não ter isto? Não saber o que você sentia por mim? Ace, olhou para baixo para o peito dela e suspirou. —Eu, tenho um segredo. —O que você quer dizer? —Quando ouvi os rumores sobre seu casamento. Eu ia encontrá-la. Eu tinha falado para mim mesmo para ficar fora disso, mas então eu acordava e tentava convencer a mim mesmo. O dia que você veio aqui, foi um dos dias que eu tinha saído para procurá-la. —Você estava me procurando?— ela perguntou. — Sim. Eu sabia que não conversamos, nem fizemos nada de verdade, mas você sempre esteve lá, na minha cabeça. É completamente louco, mas eu precisava que você soubesse que você tinha mais de uma opção. Você me tinha.


Trixie sempre pensou em Ace. Quando houve momentos em branco no escritório, ela olhava para fora da janela e pensava no menino e se perguntava o que ele estava fazendo, se ele conseguiu o que sonhava, mesmo que não soubesse o que eram esses sonhos. Ele era a única pessoa que sempre fora tentada a procurar. Ela até procurou seu nome em mídias sociais, mas ele não estava lá. Teria sido mais fácil dirigir de volta para a cidade, mas novamente, sua mãe sempre esteve lá, sempre espreitando. Haviam se passado três dias desde que ele tinha admitido que ele a amava, e ela mais uma vez estava deitada ao lado dele, olhando para ele. —Você está fazendo aquela coisa, me observando novamente. —Estamos no meu apartamento, então é apenas justo que seguimos as minhas regras, e eu gosto de ver você. —Estamos aqui porque minha mãe tem ficado na minha casa. Eu avisei que ela não saberia como manter sua distância.


Ela riu, pensando na sua mãe muito louca e dedicada. —Você é o único que lhe disse que você me amava. —Eu sei. Eu não queria manter isso em segredo por muito mais tempo, e pensei que estar vendo como ela é minha mãe devotada, ela ficaria feliz por mim, e me deixar, você sabe, passar algum tempo de qualidade com você.— Ele moveu sua mão, segurando seu quadril, e ela fechou os olhos, gemendo. Havia contusões cobrindo sua cintura e quadris de sua posse, e ela adorava. No trabalho, não havia fim para o amor dele. Quando era hora do almoço, ele não deixava a porta principal aberta. Ele sempre a fechava e a trancava, então nenhum cliente aleatório poderia entrar. Eles fizeram um grande uso de seu escritório. Não era muito higiênico ter relações sexuais na área de recepção. —Você vai ter que me apresentar à sua mãe. Ele resmungou. —Ainda não. Ela vai falar sobre casamentos e coisas assim.— Ace, abriu os olhos e sorriu. —Você está querendo se casar? Ela começou a rir. —É uma proposta? —Estou pensando que seria. Casaria comigo, Trixie Dean?


Olhando nos olhos dele, ela viu que ele estava falando sério, e seu coração começou a bater. Felicidade estava se derramando por ela, ameaçando transbordar em cada parte. —Você quer casar comigo? —Continuo fazendo você chorar. —Não, eu estou chorando de alegria, Ace. Você quer casar comigo? —Eu te disse que eu não minto, e não digo coisas que não quero. —Então sim, um milhão de vezes sim. Eu quero casar com você.— Ela já estava de joelhos na cama, e soltou um grito de felicidade. —Este é o momento mais louco da minha vida. Vamos ter que contar à sua mãe.— Ela se esticou cima dele, pegando o celular dele. Dentro de segundos, Ace pegou o celular das mãos dela e apertou-a contra a cama. —Eu tinha planejado uma proposta realmente mais romântica,— ele disse. —Acredite ou não, sua proposta é a melhor que já recebi. —Sério?— ele perguntou, franzindo a testa. —Como foi sua última proposta? —Durante uma reunião de negócios. Estávamos em uma das suas salas de conferências e alinhando nossos horários para podermos ganhar a


quantidade certa de tempo um para o outro, jantares e datas de planejamento coisas assim. Ele colocou um anel na mesa e me disse para colocá-lo. Nossos pais já estavam trabalhando todos os detalhes para não interferir com o nosso trabalho. —Que merda. Que idiota. —Sim, um grande babaca.— Ela inclinou-se, pressionando um beijo nos seus lábios. —Você não tem nenhum anel, mas acho que é incrível. Vamos nos casar, Ace. —O bad boy e a nerd!— Ele piscou para ela. —Soa tão bem. Ela riu e pegou o seu celular. Ela já havia discado o nome de sua mãe e colocado o telefone junto a sua orelha. —Nós não vamos mais evitá-la. —É hora de você me deixar falar com sua mãe, Ace. —Oi, Sra. Heart. Aqui é a Trixie Dean—ela disse. Ace começou a fazer cócegas nela, e ela lutou para manter seu sorriso fora de sua voz. —Pare!' —Eu não vou parar. Oi, mãe.


—Oh meu. Olá, Trixie. É tão bom ouvir você. Isso era uma tortura. Seus dedos estavam trabalhando por todo o corpo dela, e ela sempre tinha sido tão delicada. —Eu quero me desculpar pela grosseria do Ace. Somos novos em tudo isso—, ela disse. —Ace, pare! Ele fez uma pausa, dando alívio por poucos segundos. —Ace e eu estávamos esperando que você se junte a nós para o almoço. Talvez um piquenique, você gostaria? Ace já estava atacando seus braços novamente. —Não, não faça um piquenique. —Oh, isso seria maravilhoso. Estou ansiosa para conhecê-la, Trixie. Meu filho tem falado bem de você. Ela desejava que ela pudesse dizer o mesmo, mas de acordo com o Ace, a sua mãe tinha estado ausente de sua vida até recentemente. —Então está combinado. Esta tarde no parque. Temos uma novidade para compartilhar com você. —Eu estarei lá. Não se preocupe em trazer um piquenique. Eu sei um bom lugar onde eles fazem, e vou levá-lo.


—Será legal ver você, Sra. Heart. Trixie, desligou o telefone e deixou cair seu celular ao lado da cama. — Está combinado. Teremos um jantar com sua mãe e depois vamos começar a nos preparar para um casamento maravilhoso. —Eu te amo, Trixie. Sei que vou ser o cara mais feliz. Trixie riu. Ele já tinha feito dela a mulher mais feliz.


Capitulo Sete

Ace sabia que sua mãe amaria Trixie no momento em que ela a conhecesse, e ele estava certo. As duas mulheres ficaram tão bem, e ele adorava ver o sorriso da sua mulher. Também foi bom ver sua mãe parecendo feliz. Trixie descansou entre suas coxas, rindo de outra história que sua mãe contou. —Isto é horrível. Vocês não deveriam estar falando de mim assim, nem em um piquenique e nem em outro lugar,— Ace disse, tomando um gole do seu refrigerante. —Ah, foi fofo. Você colocou uma fralda na cabeça e se chamou Capitão Poo. Isso é tão engraçado,— Trixie disse e então deu uma risadinha quando ele soltou um grunhido. Sua mãe não contou a ninguém mais essa história, e o olhar que ela estava dando a ele agora, ele sabia que ela estava orgulhosa dele.


—É tão bom ver vocês tão felizes e juntos.— Sua mãe apertou as mãos dela juntos. —Vocês fizeram alguns arranjos? —Eu disse que ela iria reclamar sobre isso,— disse Ace, soltando um beijo no pescoço dela. Trixie começou a rir. —Estamos noivos. Isso é o que temos agora. Nós vamos levar nosso tempo. Nenhum de nós está com pressa, ou qualquer coisa. A mãe dele não estava feliz com isso. —Eu posso ajudar com tudo isso. Conheço alguns lugares que tem vestidos lindos. —Nós vamos para Las Vegas,— disse Trixie. —Vamos?— Ace não se preocupava onde eles se casariam. —Você quer uma grande festa? Eu quero casar com você, e não preciso de uma grande igreja onde todo mundo quer se casar. Eu te amo, Ace. Eu não vou casar com ninguém além de você. Ele pegou em suas bochechas, passando o polegar em seus lábios. —Você sabe como dizer as coisas certas. —Você parece uma menina—, disse ela, rindo.


Pressionando seus lábios contra os dela, ele ignorou o olhar da sua mãe e beijou sua mulher. Ele estava nas nuvens e sabia que mesmo que se casasse no esgoto, se fosse com essa mulher, faria valer cada chance que ele tivesse. Olhando para seus lábios cheios, ele assistiu seus olhos abertos e o sorriso preenchendo todo o rosto. —Você é linda—, ele disse. Ela riu, se esticou e olhou para o lado. No momento em que ela se esticou em seus braços, ele seguiu seu olhar. Lá na beira do parque estava sua mãe. Ela não estava olhando em sua direção —Esta é a primeira vez que a viu?— ele perguntou. Trixie assentiu. Ela não saiu de seus braços, e Ace viu enquanto a mãe de Trixie finalmente olhou para ele. Eles estavam longe o suficiente para não poderem distinguir sua expressão facial. —Está tudo bem?—, perguntou sua mãe. —Sim, está tudo bem. Vi minha mãe pela primeira vez em anos. —Em anos?— Ace perguntou. —Na cidade? —É uma grande cidade, e minha mãe tem padrões. Tenho certeza que vivo onde ela nunca vai se aventurar em ir.


Ace esfregou os braços dela, tentando oferecer conforto e sabendo que em seu coração que ele estava falhando em fazê-lo. —Você quer ir falar com ela?— ele perguntou. Ela balançou a cabeça. —Não quero nada com ela. —Você não pode continuar assim.

Eu sei que ela só está sendo

perturbadora. Apenas vá e conte-lhe como você se sente. Deixe-a saber que você está feliz, que você mudou. —Você acha que isso vai ajudar? —Você finalmente vai saber os sentimentos dela. Você não falou com ela uma vez que você cancelou o casamento, saiu do seu emprego e fez uma reviravolta completa com sua vida.— Ele beijou o topo da cabeça. —Estou com você não importa o que você decidir. Ele praticamente sentiu sua mente trabalhar enquanto olhava para sua mãe. —Eu vou falar com ela. Eu deveria fazer isso. Já demorou muito tempo.—Ela se levantou, e quando ele se levantou, ela balançou a cabeça. — Não. Se ela vai dizer algo ruim, não quero que ela diga para você.—Ela se inclinou, apertou um beijo nos seus lábios e começou a se afastar. Ele a observou ir querendo mais do que qualquer coisa estar com ela.


—Você está bem?— sua mãe perguntou, puxando sua atenção de volta para ela. —Sim, estou bem. Mais do que bem. Estou preocupado com ela. —Você não gosta da mãe dela. Ele encolheu os ombros. —Eu a conheci de passagem. Eu sabia que ela tinha grandes expectativas para Trixie. —Não está preocupado com o que ela vai falar sobre ela se casar com você?— ela perguntou. Ace balançou a cabeça. —Sei que Trixie me ama mais que tudo. Ela precisa fazer isso por si mesma.— Ele tomou mais um gole e viu enquanto Trixie ficou na frente de sua mãe. —Estou muito orgulhoso de você e tudo o que você conseguiu, Ace. —Eu sei que você está, mãe. Ela estendeu a mão e pegou sua mão. —Penso em todas as vezes que eu não estava lá para você, e você tinha que se virar sozinho. Eu era uma pessoa tão egoísta.


Ele apertou a mão dela. —Eu já te perdoei, mãe. Você precisa aprender a fazer isso sozinha. Eu sou bem grandinho, e eu vou casar com a mulher que eu amo.... Você não tem nada para se envergonhar. Um dia, você vai ser avó. Sua mãe colocou a mão no peito dele, e ele viu lágrimas encher os olhos. —Ela está grávida? —Não. Não está grávida. Ainda não, mas estou esperando que um dia possa convencê-la a ter filhos.

Trixie parou na frente de sua mãe, e em vez de temer a vergonha que sua mãe frequentemente lhe dera, sentiu ... nada. Durante toda a vida, essa mulher havia ditado tudo para ela. Onde ela deveria ir, o que ela deveria fazer, a quem ela deveria amar. A lista continuava, e agora ficando na frente dela, tirando todo o poder dela, Trixie não sentiu nada. —Você nunca vem ao parque—, disse Trixie, enfiando as mãos em seus jeans. A mãe dela parecia que ia dizer algo, mas então o silêncio caiu entre elas. —Eu gosto do ar fresco, e desde que o parque tem sido cuidado, meus


amigos vêm visitá-lo também. Não vim aqui para falar com gente como você. Seu pai ainda não tem coragem de falar sobre você. Só de olhar para você, você mudou. —Tudo bem. Eu entendo. Você me disse que eu não era mais sua filha, e eu estava morta para você. Em primeiro lugar eu nunca senti dor assim, mas agora, não me importo. Veja, mãe, estou feliz. Pela primeira vez, estou feliz. Aquele homem ali, Ace Heart, ele me fez a mulher mais feliz do mundo, e eu vou casar com ele. Finalmente sei o que é amor, e mesmo se eu nunca mais te ver, eu sei que vai ficar tudo bem. —É isso que você veio dizer? Que você vai desistir de tudo para se tornar uma vagabunda em uma loja de tatuagem? Trixie sorriu. O tom que sua mãe usava, estava cheia de tanta aversão e desgosto e fluía dela como a água. —Acho que sim, mãe, e eu vou ser feliz fazendo isso.— Ela se moveu e abraçou a mãe dela enquanto ela estava tensa. —Não tem mais poder sobre mim. Você e eu, acabamos. Ela virou e se afastou. Ace ficou de pé e ela entrou em seus braços. —Você está bem, querida?— ele perguntou.


—Sim, totalmente bem.— Ele olhou por cima do ombro, e ela colocou as mãos no rosto dele, balançando a cabeça. —Não olhe para ela. Ela fez sua escolha. —Não correu bem? —Foi exatamente como eu esperava, e você não precisa se preocupar com ela, ou mesmo saber o que ela pensa. Eu não me importo. Ela não é nada. Pressionando os lábios contra a sua boca, ela sorriu. Este homem era sua vida, seu futuro e tudo para ela. Ele a abraçou forte, e só por olhar nos olhos dele, ela sabia que ela seria ainda mais feliz. —Eu te amo—, ele disse. —Te amo ainda mais. —Não acho que isso é possível. Sentada entre suas coxas, ela ignorou a mulher que quase arruinou sua vida e, em vez disso, teve um almoço com seu futuro marido e sua mãe. Ace manteve sua mão fechada firmemente ao seu redor. Enquanto estivessem juntos, tudo era possível.


Epilogue

Cinco anos depois —Reese, traga sua bunda para baixo agora. Eu disse para você não chatear sua irmã,— disse Ace. Seus braços estavam dobrados, e ele estava olhando para cima. Seu filho de cinco anos ainda não apareceu. Todos os livros disseram que precisava ser firme e justo. Isso foi o que parecia firme para ele, com os braços cruzados e pronto para dar uma bronca em seu filho, que mais uma vez, desenhou uma borboleta na testa de Izzy. —Eu gosto, papai. É lindo—, disse Izzy, de pé ao lado dele. Aos três anos ela era uma pequena lutadora, e na maioria das vezes, ela superava Reese. —Ela queria uma borboleta, pai. Então eu dei-lhe uma. —Sua mãe vai voltar da loja a qualquer momento e o que ela disse para você?—, Perguntou Ace. A cabeça de seu filho apareceu em torno do


corrimão, seu cabelo vermelho crescendo por todo o lugar. Não importa o quanto de gel que ele usasse para dominar esse cabelo, ele ficava arrepiado. —Ela disse que não era permitido desenhar na Izzy porque ela me deu livros para colorir. —E? —E não é justo que ela tenha que limpá-lo da cabeça de Izzy.— Reese abraçou o corrimão. —E o que aconteceria se você fizesse isso?—, Perguntou Ace. —Eu não ganharia sorvete. —E se eu não te parasse?— Ace estava achando difícil não rir. —Você não ganharia sorvete—. —O que mamãe foi comprar? —Sorvete. —Então, venha para baixo, para que possamos limpar a testa de Izzy para que a gente possa ganhar sorvete. Izzy gritou com uma risadinha. —Não. Eu amo minha linda borboleta.— Ela falou como um bebê, mas Ace a entendia bem.


Ajoelhando-se no chão, Reese subiu nas costas de Ace, e juntos caçaram sua presa. Estavam virando no corredor, indo em direção à porta da frente, e Ace parou. Trixie, com seu estômago já inchado com seu terceiro filho, manteve sua menina em seus braços. Ela riu deles. —Não posso deixá-los sozinhos, posso?—, perguntou, rindo. Reese saiu de suas costas e correu em direção a ela, envolvendo seus braços ao redor dela. —Eu estava de olho neles—, disse Ace. —Você fez provavelmente a melhor borboleta que já vi. Como já aconteceu, eu mudei suas canetas para laváveis, então não teremos que manter a borboleta por muito tempo. Ace pegou as compras, e eles se dirigiram para a cozinha. Izzy foi colocada na cadeira alta, e ao guardar os mantimentos, ele observou o amor de sua vida enquanto usava toalhas para limpar a borboleta. Ela também tirou uma foto, e Reese tinha ido em direção ao computador para pegar a imagem impressa. —Ele é tão talentoso. Assim como seu pai —, disse ela.


—Ainda vou ganhar sorvete?—, Perguntou Ace, movendo-se atrás dela. Ele beijou seu pescoço e colocou sua mão em seu estômago. —Você pode ter qualquer coisa que você quiser—, disse ela, afundando contra ele. —Ew, mamãe e papai estão sendo tão grosseiros—, disse Reese, entregando um papel para ela. Seu filho seguiria um dia seus passos. Ele era muito bom. Segurando a mão de Trixie, ele deu um aperto ao qual ela fez o mesmo de volta. Sua mulher, sua esposa, seu amor, não havia limite para sua felicidade. Ele a amava tanto, e seus filhos, sua família, era tudo o que ele sempre quis. Ela se recostou e sorriu. —Eu te amo. Pressionando um beijo nos lábios dela, ele sussurrou as palavras contra a sua orelha, sabendo que ele iria mostrar a ela tudo o que ele iria fazer com ela hoje a noite.

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