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— Jasmine... — Dez suspirou, dobrando os braços. — É um demônio. Pode ser um demônio fofo-feio, mas ainda é o inimigo. — Eu sei, mas... Mas não está fazendo nada além de dançar e se enfeitar. Tão sacrilégio quanto parecesse, não pensei que era certo matá-lo. Dez atirou-me um olhar. — Não podemos só deixa-lo ir. O pukwudgie olhou para Dez e estendeu sua língua, fazendo um som muito humano. Eu rio. — Adoro esse carinha. Se não podemos deixá-lo ir, posso ficar com ele? — Ah, não. — Devo chamá-lo de Herbert, — eu anunciei, ignorando Dez. — Você gosta do nome, pequeno pukwedgie? — Pukwudgie, — Dez corrigiu, lábios curvando para cima com relutância. — Jas, precisamos cuidar disso. O demônio da terra girou ao redor, erguendo suas pernas de ambos os lados. — Vou aceitar isso como um sim. — Eu lentamente me sentei, com cuidado para não assustá-lo. — Herbert é um bom nome para ele. Dez se engasgou, rolando os olhos. — É mesmo? Esse é o melhor nome que você pode inventar? Abanei minha mão para ele. Os olhos dele estreitaram em mim. Herbert pulou na minha rocha, e eu estendi minha mão. Ele se dobrou farejando o ar em torno de meus dedos. — Eu não faria isso se fosse você, — Dez sugeriu sombriamente, pisando na minha direção. — Só Deus sabe as doenças terríveis que essa coisa tem. Herbert girou ao redor, fazendo outra dança e em seguida derrubou a mão na minha, como se ele estivesse batendo na minha mão. Então ele levantou a mão, formou um punho e sacudiu-a para Dez. — Huh, — eu disse, olhando para ele. — Eu realmente não acho que Herbert gosta de você.

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Jennifer l armentrout dark elements #0 5 bitter sweet love [revisado]  
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