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não me refiro a E.T.’s. A menos que aquelas criaturas verdes fossem realmente demônios. Por um segundo, pensei que Dez estava prestes a jogar tudo para o alto e perder totalmente a cabeça bem ali e o sorriso do demônio aumentou para níveis épicos. Ele abriu seus braços e curvou seus dedos para trás num sinal universal de ‘Pode vir.’ Cruzando o lado do bíceps do demônio, a tatuagem subitamente se moveu, as escamas deslizando sobre sua pele enquanto a cauda desaparecia sob a manga de sua camiseta preta. Ao redor do pescoço do demônio, tinta preta se espalhou e a cabeça da cobra apareceu. Um olho vermelho brilhando como um rubi se focou bem em nós. O que no maldito inferno? Dez grunhiu baixo em sua garganta. — Você não tem ideia do quanto eu quero acabar com você. — O que está lhe impedindo? — o demônio falou de volta. Ele estava propositalmente antagonizando Dez. Ele queria ser exposto? Eu não sabia o que aconteceria se isso ocorresse, mas eu tinha muita certeza de que provavelmente envolveria a aniquilação de ambas as raças. Mas esse momento me envolvia mais em um nível pessoal. Um demônio de Nível Superior havia matado minha mãe e, por mais forte e ardiloso que Dez fosse, ele poderia perder nessa. Eu não podia ficar ali, acovardada, e não fazer nada. Eu não era mais uma garotinha. Eu reuni minha coragem e segurei apertado o braço de Dez. — O que você quer? — Ela fala? — o demônio riu. — E aqui estava eu pensando que todas as Guardiãs femininas eram incapazes até mesmo de formar um pensamento sem o auxílio do homem. — Como é? — A descrença deu lugar à raiva. Dez levantou seu braço, me impedindo de rodeá-lo. — Eu lhe darei cinco segundos para dar o fora daqui. O demônio ficou lá, parado, enquanto várias batidas de coração passavam. — Cinco minutos se foram. Próxima ameaça? — Não é que você é um espertinho? — Dez cuspiu.

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Jennifer l armentrout dark elements #0 5 bitter sweet love [revisado]  
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