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SINOPSE Quando Allie quebra o toque de recolher, Rex, um detetive, procura em sua bolsa e faz uma descoberta chocante. O homem da casa decide que é hora de revistar sua pirralha para ver o que mais ela poderia estar escondendo. Mas ter suas grandes mãos fortes apalpando seu corpo, desencadeia uma noite tórrida com consequências que durará uma vida...

STAFF Tradução - Persefone Revisão - Diana/ Hera Formatação - Cibele/Selene Disponibilização - Cibele

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CAPÍTULO UM

—Onde diabos você estava? Meus olhos arregalaram-se ao ouvir o som áspero da voz de Rex. Ele apareceu na porta da sala de estar. Braços cruzados, ele olhou para mim com aquele olhar de detetive experiente e sempre tão legal. Já me esgueirando para dentro da casa... —Fora. —Eu disse, deliberadamente vaga. —Por quê? —São duas da manhã, Allie. O toque de recolher é a meia-noite. Revirei os olhos. —Sério Rex? Eu estou na faculdade. Eu não preciso de um toque de recolher. —É mesmo? Bem, na última vez que verifiquei, eu paguei sua taxa de matrícula. Eu mantenho um teto sobre sua cabeça, comida na mesa e roupas de grife em você. Você dirige um carro que eu comprei, com o combustível pago pelo cartão de crédito que eu te dei. Tudo o que peço em troca é o que, Allie? Eu bufei com aborrecimento. Esta não era a primeira vez que usava este argumento. Provavelmente não seria a última. —Que eu tenho que ir para a aula todos os dias, tirar boas notas, cumprir com as minhas tarefas, e obedecer à regra do toque de recolher. —É tão difícil?

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—Aparentemente, é. —Eu resmunguei. —Não banque a espertinha, Allie. —Ele rosnou com o sotaque bem marcado do Texas. Você não é muito velha para que eu a castigue. Eu bufei com diversão. Em todos os anos em que o conhecia, ele nunca tinha colocado a mão em mim, nenhuma vez, então eu conhecia seu blefe. —Rex, eu nunca deixei ninguém bater na minha bunda. Eu não estou prestes a começar esta noite. —Mantenha essa insolência e vamos ver. Ele atravessou a porta de entrada e estendeu a mão grande. Rex era um homem enorme. De ombros largos e bem musculoso, ele tinha uma figura impressionante, especialmente para um detetive de homicídios. Imaginei que seu tamanho intimidante funcionava bem com todos os cidadãos viscosos que cruzavam seu caminho. Isso, com certeza, funcionou comigo. Engolindo ansiosamente, eu me perguntei se eu tinha espetado o urso muito forte esta noite. —Dê-me sua bolsa, Allie. —O que? —Dei um passo para trás e bati na porta. Agarrando minha bolsa com força junto ao meu peito, eu balancei a cabeça. —De jeito nenhum, Rex. —Allie, eu não vou pedir de novo. Me. Dê. Sua. Bolsa. Eu percebi que ele não desistiria dessa vez. Ele tinha incorporado totalmente o modo policial. Merda! Merda! Merda! —Olha Rex, eu tenho certeza que tenho direito à privacidade. —Você quer o direito de privacidade, docinho? Mude-se para seu próprio apartamento. Pague suas próprias contas. —Ele mexeu os dedos. —Me dá a bolsa.

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Suspirando de frustração, eu relutantemente entreguei. Em um minuto ou menos, eu me ferraria. Engoli em seco quando ele pegou a minha mão e inspecionou o selo na minha pele. —The Club Sixer? — Ele parecia chateado. —Você não tem idade suficiente para beber. Como diabos você entrou lá? —Bem... Ele soltou minha mão. —Deixa. Tenho a sensação de que estou prestes a responder essa pergunta a mim mesmo. Meu peito apertou e meu intestino torceu com ansiedade. Rex estalou a trava na minha bolsa, e sem a menor cerimônia o conteúdo foi derrubado sobre a mesa. Ele esparramou pelo tampo da mesa. Seus dedos pousaram sobre o preservativo que eu carregava. —Fico feliz em ver que você está sendo precavida. —Sim, senhor. — Imaginei que agora era o momento perfeito para professar as boas maneiras. —Pena que você não está sendo inteligente. — Ele pegou a minha identidade falsa. —Onde você conseguiu isso? —Hum... Rex me prendeu no lugar com um olhar severo. —Você sabe que eu posso prender você por isso? É ilegal, Allie. Inferno, você poderia estar comprando isso de algum idiota que financia o terrorismo ou trabalha com um cartel de drogas. —O quê? De jeito nenhum! É apenas de um cara no campus. —Um cara no campus?

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Eu balancei a cabeça. —Eu consegui com uma menina da minha classe que conhece esse cara. —Uma menina que conhece esse cara? —Ele repetiu a minha resposta em descrença. —Isso é o melhor que você tem? —É verdade. Eu só mandei uma mensagem para ela com uma foto minha e dei o dinheiro. Dois dias depois, eu tinha uma nova identidade. —Quanto? Mordi o lábio inferior. —Não muito. —Allie. —Rex falou meu nome em tom de aviso. —Trezentos. —Eu disse finalmente. —Você perdeu o juízo? Três centenas de dólares por uma identidade falsa? Dei de ombros. —É realmente muito boa. Quer dizer, olhe para ela. —Oh, eu vou dar uma maldita boa olhada nela. No escritório. — Acrescentou em um tom ameaçador. —Considere que sua carreira em boates terminou querida. Comecei a fazer beicinho, mas sabia que não funcionaria com Rex. Nunca tinha funcionado com ele. Talvez se ele tivesse me conhecido quando era garotinha, ele seria suave comigo, mas esse não era o caso. Eu conheci Rex dois anos antes, quando ele começou a namorar a minha mãe irresponsável. Dentro de quatro semanas, ele percebeu seus jogos e terminou o relacionamento. Na manhã seguinte, minha mãe partiu da cidade

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com sua carteira e o carro, me deixou em um apartamento com três meses de atraso no aluguel, e com uma ordem de despejo colada na porta. Rex foi bom o suficiente para olhar por mim, me ajudando com os recursos disponíveis, até que eu terminei o ensino médio. Quando eu comecei a faculdade, ele me ofereceu um quarto em sua casa, e forneceu a estabilidade que eu desejava tão desesperadamente. —Você estava fumando maconha? —Ele pegou um pacote de papéis para enrolar e mostrou para mim. —Não! —Allie... — Ele usou a voz de autoridade. —Ok, não esta noite, mas você sabe, com certeza, eu sou conhecida por fumar. — Toquei seu braço, o tecido engomado de sua camisa branca de abotoar, duro sob meus dedos. —Mas nunca na sua casa! —Oh, isso faz com que seja muito melhor, Allie. —Ele colocou os papéis no bolso. —Sem mais droga, Allie. Se eu tiver que começar a fazer teste de drogas em você, eu vou. Minha boca ficou boquiaberta. —Você está brincando! —Me tente, docinho. —Não, obrigada. —Eu murmurei humildemente. Cabeça baixa, eu sussurrei. —Eu não vou fumar novamente. —Bom. —Ele gesticulou para a mesa. —Coloque as mãos sobre a mesa e afaste as pernas. —O... O que? — Pisquei quando sua ordem severamente falada ricocheteou dando voltas e voltas na minha cabeça. —Por quê?

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—Porque eu disse assim. —Respondeu ele, bruscamente. —Mãos sobre a mesa. Agora. Pega de surpresa por sua voz de policial, eu imediatamente concordei. Ele usou a ponta da bota para empurrar os meus pés mais afastados. Meu coração disparou quando Rex colocou a mão na parte de trás do meu pescoço. Eu nunca tinha sido maltratada assim. Era ao mesmo tempo desconcertante e emocionante. —Por que você está me revistando? —Você acha que eu nasci ontem, Allie? Você tem papéis para enrolar em sua bolsa, mas maconha não. Se ela está escondida em você, eu vou encontrar. —Rex, eu não tenho nenhuma droga em mim. Ele bufou com escárnio. —Claro que não, querida. Engoli em seco enquanto as palmas das mãos ásperas deslizavam pelos meus lados. Suas mãos grandes varreram em torno dos meus seios e seguiram as curvas deles. Seus dedos roçaram os meus mamilos. Por uma fração de segundos, as mãos vacilaram e depois demoraram. Eu me perguntei se ele tinha acabado de perceber que eu não estava usando sutiã sob o meu minivestido rosa. Sempre que eu ficava nervosa ou animada, meus mamilos ficavam como picos duros. Agora não era exceção. Sem dúvida, Rex tinha sentido as protuberâncias duras empurrando contra as palmas das suas mãos. Suas mãos moviam-se mais lentamente agora. Elas deslizavam para baixo na minha barriga, contornando o declive suave dos meus quadris e ao longo das minhas coxas. Seu toque me fez sentir diferente. Em vez de ser objetivo e superficial, ele parecia estar tentando memorizar a sensação do meu corpo. Senti que algo nele havia mudado. Quando ele antes colocava as mãos sobre mim, era completamente inocente e com um propósito. Ele realmente queria ter certeza que eu não estava contrabandeando algo ilegal em sua casa.

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Mas agora? Não, seu toque tinha mudado. Talvez tenha sido a sensação dos meus mamilos pressionando contra a palma da mão, mas alguma chave dentro de sua cabeça tinha sido usada. Eu tremi quando as palmas das mãos calejadas deslizaram ao longo das minhas coxas. Mudou para a um ritmo tortuosamente lento. Meu coração disparou quando ele deu um passo mais perto. O calor do corpo dele e o aroma de sua colônia preferida, um perfume robusto, masculino, me envolveram. Fechei os olhos e tentei lutar contra a necessidade que surgiu abaixo da minha barriga. Isso realmente estava acontecendo? Eu estava seriamente deixando Rex me tocar na nossa casa? Parte de mim queria gritar que isso era errado, que não deveria sequer estar flertando com esse tipo de perigo, mas eu silenciei a cadela moral rapidamente. Eu queria saber. Eu precisava saber o que aconteceria. Era proibido e sujo, mas eu não podia me controlar. Eu queria Rex. Quando as mãos atingiram o ápice das minhas coxas, eu prendi a respiração. Seus polegares roçaram o pequeno pedaço de seda que guardava minha buceta. Um fio dental frágil que eu tinha escolhido daria pouca proteção contra ele. Sua respiração quente assoprava através do meu pescoço. Arrepios irromperam em minha carne. Ele estava tão perto agora que eu podia ouvi-lo engolir. Dolorido, ele sussurrou: —Allie... Ele não teve que dizer mais nada. Eu entendi implicitamente. Ele queria permissão. Ele precisava que eu dissesse: —Não pare, Rex. Com um rosnado baixo, ele deu um beijo bem no meu pescoço. Estremeci quando ele salpicou beijos como plumas ao longo do meu ombro, e até o lado do meu pescoço. Seus dentes mordiscaram minha orelha. Correntes

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incandescentes formaram um arco através de mim, deixando-me tremendo de desejo. Agarrei a borda da mesa e desejei que eu não desmaiasse. Seus dedos deslizaram sob minha calcinha. Ele acariciou para cima e para baixo a abertura da minha buceta. Eu inalei uma respiração instável, e deixei os dedos me explorarem. Rex separou os lábios da minha buceta e rodou a ponta do dedo sobre o meu clitóris. —Nós não devíamos fazer isso. — A voz baixa e retumbante de Rex vibrou através de mim. —Não, nós devemos. Nós realmente devemos. — Eu não queria que sua consciência vencesse e o fizesse parar. Ele estava me fazendo sentir muito bem. —Você me deixa louco, Allie. Tentei ignorá-la. Eu realmente tentei. Sua confissão me surpreendeu. Ele nunca tinha mostrado qualquer indício de impropriedade comigo. Ele sempre se comportou de forma cavalheiresca, muito corretamente. Descobrir que ele me queria, todo esse tempo, fez com que tudo fosse mais impressionante. —Quanto tempo? — Eu tinha que saber. —Por muito tempo. —Ele respondeu, seu sussurro áspero contra a minha orelha. Ofegante, eu agarrei os seus braços musculosos e grossos. Seus dedos estavam em mim, selvagens. Um longo dedo me penetrou. Os dedos da outra mão continuavam a dedilhar meu clitóris. Eu abri minhas coxas ainda mais, em um convite para que ele me fodesse com o dedo, como ninguém jamais tinha feito. —Rex! Ah! Gemendo, eu montei em sua mão. Seu dedo mergulhou dentro e fora da minha buceta molhada. O dedo circulando meu clitóris movia-se um pouco mais rápido agora. Ele parecia saber exatamente como trabalhar o meu corpo.

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A última vez que tinha acontecido, foi uma experiência decepcionante que terminou com o meu encontro gozando antes mesmo de tirar suas calças. Mas isso? Oh inferno. Rex estava balançando meu mundo. —Diga isso. —Insistiu ele, com a voz tão carente e crua. —Diga, Allie. No início, eu não tinha certeza do que ele queria. Nossos olhares enfrentaram-se no espelho retangular pendurado sobre a mesa de entrada. Mesmo com a iluminação fraca, eu podia ver o desejo ardente em sua íris azul pálido. Eu sabia o que ele queria. Engolindo meus nervos, eu implorei: —Faça-me gozar, papai. Um olhar de triunfo atravessou seu rosto. Sua excitação me contagiou. Era tão proibido, muito travesso, chamá-lo assim e pedir a ele para me fazer gozar, mas ele era bom pra caralho. Minha buceta estava molhada em torno de seus dedos grossos. Palpitações surgiram abaixo, em minha barriga. Nossos olhares encontraram-se no espelho. A qualquer momento... —Oh! — Gritei quando a primeira onda de prazer me envolveu. Meus dedos apertaram seus braços enquanto eu me segurava em cima dele para ter apoio. Meus joelhos ameaçaram a fraquejar de pura felicidade que irradiava através de mim. —Rex! Rex! —É isso aí, querida. Goze para o papai. As palavras rosnadas me deixaram tremendo e febril. Esta foi a mais cruel, mais selvagem experiência da minha vida. E eu queria mais.

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CAPÍTULO DOIS

Quando Rex tirou os dedos da minha buceta, eu fiquei dolorida e vazia. Virei-me para encará-lo, e imediatamente notei sua expressão arrependida. Sem a névoa de luxúria entre nós, ele parecia ver a situação de forma mais clara. Eu podia imaginar o que ele estava pensando. —Não faça isso. Eu me aproximei o suficiente para que meus seios pequenos tocassem o seu peito. Meus dedos acariciaram ao longo de sua mandíbula. Subindo na ponta dos pés, eu reivindiquei sua boca. Ele era muito mais alto que eu, eu tive que pegar um punhado de sua camisa e puxá-lo para baixo para encontrar a minha boca. Ele resistiu no início, mas eu estava determinada a não desistir da minha missão. Eu segui seu lábio inferior com a língua, e depois o chupei suavemente. Um gemido baixo escapou de sua garganta, antes dele finalmente deixar a minha língua entrar para roubar a sua. Beijei-o longamente, forte e profundo. Ele me abraçou e apertou em seu peito. Eu não podia acreditar na diferença que era beijá-lo. Eu estava acostumada com caras mais magros e mais baixos. Beijar Rex era um mundo totalmente novo de possibilidades. Ele era todo músculo, força e confiança. Aqueles grandes braços me seguravam com firmeza. Sua mão viajou para baixo através do meu vestido. Eu girei minha língua em torno da dele. O doce sabor de chá gelado açucarado, que ele parecia estar sempre bebendo, explodiu em minhas papilas gustativas. Com um movimento violento, eu o empurrei para o outro lado do corredor. Ele bateu na parede e parecia surpreso com a minha atitude agressiva. Um sorriso travesso curvou meus lábios, enquanto eu atravessava a

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curta distância entre nós. Meus dedos fizeram ziguezague em seu peito até seu cinto. Eu o encarei enquanto soltava seu cinto, e lentamente desabotoava e abria o zíper da braguilha de sua calça cinza carvão. Ele visivelmente engoliu em seco quando comecei a empurrar a mão escancarada na frente de sua calça. Quanto tempo tinha passado desde que ele teve as mãos de uma mulher sobre ele? Ele só teve alguns encontros desde que minha mãe foi embora, ele nunca trouxe uma mulher para casa. Houve um tempo em que ele andou se esgueirando, pouco antes do nascer do sol durante o verão. Será que esse foi seu último rolo? —Meu, meu, meu. —Eu sussurrei brincando, e deslizei minha mão em sua calça. Agarrei seu eixo grosso através do tecido de sua boxer. —Isso é uma arma, detetive Carlisle. Seus lábios contraíram em um sorriso divertido. —Tenha cuidado para lidar com isso, querida. Ela pode disparar inesperadamente. Agora eu era a única a rir. —Eu vou ser muito, muito cuidadosa, detetive. Ajoelhei-me a seus pés e empurrei a sua camisa para fora do caminho. Ele a puxou com uma grande mão, e segurou para que eu pudesse trabalhar a minha magia. Eu puxei para baixo a frente de sua boxer. Seu pênis grosso saltou livre. Meus lábios separaram em surpresa com a ferramenta maciça que me foi revelada. Eu tive algumas experiências sexuais, mas eu nunca tinha visto um pau como este. —Puta merda, Rex! Você é enorme. Ele bufou com diversão.

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—Cara, você realmente sabe o que os homens gostam de ouvir. Eu balancei minha cabeça. —Eu não estou dizendo isso para embelezar você, Rex. Você tem o maior pau que eu já vi. Ele segurou meu queixo e forçou o meu olhar em direção ao seu rosto. —E quantos paus você viu? Dei de ombros. —Um pouco. —Um pouco? —Seis. —Eu respondi honestamente. —Mas apenas dois deles tiveram a sorte de me foder. —Oh, muito exigente, eu vejo. — Ele usava esse tom sarcástico às vezes comigo. Eu atirei-lhe um olhar altivo. —Com todas as propostas que eu recebo? Claro que sim! Eu o distrai antes que ele pudesse me pressionar para saber como outros homens tinham tentado entrar na minha calcinha. Eu acariciei seu eixo com uma das mãos, e empurrei sua boxer para baixo e para fora do caminho com a outra. Seu saco gordo acenou para mim. Eu espalmei suas bolas e, em seguida, segurei-as entre os meus dedos. Eu dei ao seu saco um aperto brincalhão. Seu gemido baixo me disse que eu estava fazendo algo que ele gostava. Lambi meus lábios, deixando-os agradáveis e molhados antes de sacudir a minha língua em torno da coroa de seu pênis. Eu chupei a ponta dele como se fosse um pirulito, e agitei a minha língua ao longo da parte sensível da sua cabeça. Ele gemeu baixinho e colocou as palmas das mãos contra a parede

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atrás dele. Brincando, mordisquei o seu pau e acariciei seu eixo grosso e latejante. Pequenas gotas de pré-semem começaram a escorrer da fenda de seu pênis. Reuni as gotas com um golpe da minha língua. Minha buceta apertou quando a excitação me abalou. Ele estava duro e muito excitado, porra, por mim. Lisonjeiro? Claro que sim! Eu passei meus lábios em torno de seu pênis e comecei a chupá-lo. Trabalhei apenas o terço superior do seu pau primeiro. Minhas mãos continuaram a acariciar seu eixo e suas bolas. Quando cheguei à cabeça, tentei fazer o meu melhor. Eu queria ser lembrada por minhas habilidades de chupar pênis, não ser esquecida antes do fim da noite. Rex respondeu ao meu entusiasmo. Ele enfiou seus longos dedos através do meu cabelo solto e olhou para mim, com uma mistura de admiração e desejo queimando em seus olhos. Eu o encarei enquanto balançava para cima e para baixo no seu pau. Sua mandíbula estava visivelmente tensa, enquanto tentava segurar a necessidade de gozar. —É isso aí, querida. —Ele sussurrou baixinho. —Chupe o pau do papai. Isso não deveria ter me excitado, mas excitou, e muito. As palavras sujas acabaram de fazer do nosso encontro ilícito ainda mais proibido. Alegria vibrou no meu ventre. Meu clitóris doía enquanto eu chupava o pau de Rex, levando-o mais profundo a cada investida da minha boca. Seus dedos deslizaram pelo meu cabelo até parte de trás do meu pescoço. Quando senti a primeira pressão sutil, eu olhei para ele. Seus olhos estavam vidrados com desejo. Querendo lhe dar a melhor experiência de sua vida, eu felizmente o deixei assumir o controle. Eu ia colocar as minhas mãos sobre as coxas, mas ele balançou a cabeça. —Nas costas. Ele tinha sussurrado as palavras em um tom um pouco rude, mas era o tom de sua necessidade. Não pude deixar de pensar se ele realizava algum tipo

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de fantasia. Talvez fosse uma coisa de oficial de polícia? Com as mãos nas costas, me senti como uma prisioneira algemada. Era isso? Será que Rex tinha uma fantasia tipo, com uma prisioneira impertinente? Ele bombeou seus quadris e começou a foder minha boca com estocadas rasas. Eu relaxei minha mandíbula e me congratulei com sua grande ferramenta. Ele começou a pegar o ritmo, seu pau empurrou mais profundo e mais forte em minha boca. Eu tremi de antecipação. Minha buceta escorria com a excitação que tomou conta de mim. Se não tivesse sido ordenada para manter as minhas mãos nas costas, eu as teria abaixado para brincar com a minha buceta. —É tão... Bom pra caralho. —Ele murmurou. —É isso aí, querida. Você chupa o pau do papai até o fundo da sua garganta. Ele empurrou profundamente, sua grossura esticava meus lábios amplamente, uma vez que deslizava sobre minha língua e cutucava a parte de trás da minha garganta. Eu tentei não vomitar, mas não pude evitar sentir náuseas. Ele olhou para mim, com uma expressão de pura luxúria e, lentamente, aliviou para fora da minha garganta. Afastou-se apenas o suficiente para me deixar respirar e, em seguida, empurrou profundamente novamente. Desta vez eu me preparei, recebi a invasão de seu pau como uma profissional. Rex ofegava agora. Ele fodeu minha boca como se fode a de uma atriz pornô. Eu sempre me perguntei como seria ser usada assim, ter um homem martelando na minha garganta. Agora eu estava vivendo isso, e eu adorei, porra. Minha puta interior adorou a experiência de ser usada, de ter um buraco apertado, molhado para foder. Eu reconheci que, se qualquer outro homem tivesse tentado esse tipo de manobra em mim, eu teria saído fora e provavelmente o morderia para colocar um fim a isso. Com qualquer outra pessoa, teria sido baixo e desagradável. Mas não com Rex. Não com o meu padrasto.

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Ele me amava. Ele cuidava de mim. Ele me respeitava. Hoje à noite, porém, ele estava me mostrando um novo lado de si mesmo, e meu também. Com uma foda selvagem na garganta, ele me ensinou que eu tinha um lado inteiro da minha vida sexual que eu ainda não tinha explorado. Se a forma como o meu clitóris pulsava e a buceta doía fosse uma indicação, este lado de mim precisava de muito mais atenção. Suas respirações trêmulas ecoaram. Seu membro pressionava ainda mais contra a minha língua. Seus impulsos eram mais rápidos e superficiais novamente. Quando ele se retirou e começou a esfregar furiosamente seu pau, fui para frente dele e sacudi minha língua contra a cabeça avermelhada. Ele rosnou um som tão feroz e cru, foi muito rápido. Jorros de sêmen quente respingaram na minha língua em espera. Eu passei meus lábios em torno de seu pênis novamente e chupei, lenta e suavemente. Eu queria até a última gota de leite, do doce pau do meu padrasto. Com a respiração pesada, ele caiu de costas contra a parede. Olhei para ele e lambi os lábios para limpar os vestígios remanescentes de seu sêmen. Suas mãos tremiam quando ele estendeu a mão para acariciar meu rosto. Olhei para ele e me perguntei o que aconteceria em seguida. Era isso? Nós tínhamos concluído? Mas eu não estava pronta para encerrar a noite, não até que eu tivesse amostras de tudo o que Rex tinha para oferecer. —Oh! —Eu engasguei com surpresa quando ele me levantou do chão e me jogou por cima do ombro. Como um homem das cavernas, ele me levou para a sala e me largou no sofá. O couro macio almofadado amorteceu a minha queda. No instante seguinte, ele estava de joelhos e puxando minha bunda até à borda do assento. Com olhos arregalados e apanhada desprevenida por seu comportamento quase selvagem, engoli em seco. Ele tirou as minhas sapatilhas e as jogou por cima do ombro. Suas mãos grandes empurraram o tecido frágil do meu vestido para cima, até a minha cintura. Minha tanga não foi páreo para

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ele. Ele usou sua força bruta para rasgá-la. Os pedaços de tecido acabaram no chão em algum lugar. Então ele segurou nas minhas coxas, e empurrou meus joelhos em direção ao meu peito, eu respirei trêmula de antecipação. Seus polegares abriram a minha carne, expondo meu sexo para ele. A ponta do dedo preguiçosamente circulou meu clitóris, e então mergulhou dentro da minha abertura lisa. Ele olhou para minha buceta por um longo momento. —Olhe para esta doce buceta rosa. —Ele sussurrou. Seu olhar levantou para o meu rosto. —Você gosta de ter sua buceta comida? Eu dei de ombros. —Eu acho que sim. Ele franziu a testa. —Você acha? —Bem, eu quero dizer, eu só fiz algumas vezes. E não foi nada demais. Senti-me... Estranha. —Estranha? — Ele fez um som irritado. —Então eles estavam fazendo isso errado. Antes que eu pudesse perguntar o que ele queria dizer, Rex baixou sua boca na minha buceta. Eu chiei quando sua língua flexível, firme, desenhou círculos em volta do meu clitóris. Em vez do irritante movimento que outros caras tinham tentado em mim, Rex lambia meu clitóris. Os movimentos lentos, suaves me faziam sentir bem. Eu me mexi no sofá e agarrei os joelhos, me mantendo aberta para ele. —Ah! —Eu exclamei em estado de choque quando ele chupou meu clitóris entre os lábios, e rolou a língua sobre o broto inchado. —Oh! Merda! Merda!

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Ele riu contra a minha buceta e continuou a me atormentar com a língua. Ele abandonou o meu clitóris e deixou sua língua deslizar pela dobra à direita da entrada da minha buceta. Sua língua empurrou dentro de mim e mexeu de um lado para outro. Eu vi estrelas e lutei para respirar. —Rex! Oooh! Sim! Ele atacou minha buceta com a língua. Eu não podia acreditar o quão bom pra caralho era ter o meu padrasto me lambendo. Ocorreu-me que os poucos caras que eu deixei ir até lá, eram estúpidos demais para perceber que os movimentos que tinham aprendido com os filmes pornográficos não funcionavam na vida real. Mas Rex? Oh, ele sabia exatamente o que estava fazendo. Eu gozei com um grito de alegria. As explosões brilhantes de felicidade balançaram no meu ventre. Eu me agarrei a seus ombros largos enquanto ele continuava lambendo, mordiscando e chupando. As ondas de prazer me deixaram com formigamento e falta de ar. Quando Rex finalmente levantou a cabeça de entre as minhas coxas, seu queixo brilhava. Eu não pude me controlar. Agarrei a frente da sua camisa e o puxei para mim, para um beijo profundo. Eu forcei a minha língua entre os lábios dele. O gosto da minha buceta me atormentou. Foi selvagem compartilhar um beijo com um homem que tinha acabado de me provar. Suas mãos grandes e quentes moveram-se sobre minhas curvas enquanto nos beijávamos. Quando ele puxou para baixo a frente do meu vestido, eu senti o ar frio contra a minha pele quente. Meus seios pequenos estavam totalmente revelados para ele agora. Fiquei maravilhada como as suas mãos pareciam grandes no meu peito. Ele espalmou meu seio direito e baixou a boca para o pico rosado. Sua língua traçou minha carne. Ele chupou levemente e eu gemi. —Foda-me, Rex. —Eu implorei. Ele baixou os lábios para o meu pescoço. Eu tremi quando sua língua roçou minha pele sensível.

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—Você quer o pau do papai? —Sim! —Você quer o pau do papai em sua buceta apertada, molhada? —Sim! —Mostre-me sua buceta. —Ele ordenou. —Mostre-me onde você quer o pau do papai. Um arrepio de excitação perfurou meu peito. Não podia acreditar na sua voz perversamente suja, no que nossa brincadeira lúdica tinha se tornado. Com os dedos tremendo, me abaixei e abri os lábios da minha buceta para Rex. Eu lentamente me penetrei. A mandíbula de Rex visivelmente apertou, enquanto eu brincava com minha buceta. —Aqui, papai. —Eu sussurrei enquanto usava esse meu lado deliciosamente pecaminoso. —Eu quero seu pau bem aqui. Seus olhos brilharam com uma profunda necessidade que eu nunca antes testemunhei. A antecipação me acelerou. Não havia nenhuma dúvida sobre isso. Meu padrasto estava prestes a me foder.

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CAPÍTULO TRÊS

Esfreguei meus dedos para cima e para baixo na minha fenda suculenta, enquanto Rex abria os botões de sua camisa. Ele mexeu os ombros e a deixou cair para trás. Seu peito impressionante exibia um punhado de pelos escuros. Intrigada, eu corri minhas mãos sobre seu corpo. A sensação de seu físico viril me tentava como nenhum outro. Era isso o que eu estava perdendo enquanto vagava em um dormitório apertado, e nos bancos traseiros de SUV, com os caras da minha idade? Todos aqueles peitos lisos, raspados e magros, como cachorrinhos, em comparação com a madura aparência robusta de Rex. Ele enredou os dedos no meu cabelo e capturou minha boca em um beijo punitivo. Eu o deixei fazer o que quisesse comigo. Sua língua saqueou minha boca. Sua ereção se projetava contra a minha coxa enquanto nos beijávamos e nos acariciávamos. Desci minha mão entre os nossos corpos e agarrei seu pênis grosso. Contorcendo-me um pouco, eu consegui ficar em uma posição melhor, e guiei seu pau grande para dentro de mim. A cabeça grossa e vermelha violou a minha entrada. A língua de Rex se introduzia entre meus lábios, assim como ele empurrava para dentro de mim, me preenchendo. Minha buceta protestou contra a invasão de seu eixo grosso. Minha carne delicada pulsava ao redor dele. Em um momento de pânico, eu coloquei as duas mãos no seu peito para impedi-lo de avançar mais. Lambi meus lábios e esperei que minha buceta se acostumasse com a sensação de sua ferramenta enorme, esticando e abrindo. Quando ele mexeu seus quadris, eu gemi. —Rex! —Você pode me aguentar. —Assegurou gentilmente. —Relaxe, querida. Vamos, papai vai te mostrar o quão bem meu pênis pode fazer você se sentir.

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Suas palavras suaves me acalmaram. Segurei firme em seus braços musculosos, enquanto ele começou cuidadosamente empurrar para frente e para trás. Minha umidade aliviou a fricção. Logo, nós dois estávamos gemendo e ofegando. O olhar de Rex parecia colado em nossos corpos unidos. Ele agarrou a parte interna das minhas coxas e olhava seu pau entrar e sair da minha buceta. —Você é tão apertada, querida. — Ele lambeu o dedo e o colocou sobre o meu clitóris. —O que você acha disso? —Oh! Bom. —Eu disse com um suspiro pesado. —Muito, bom pra caralho. Seu polegar continuou a apertar de um lado para outro. Senti que uma vibração começava a surgir no meu ventre. Seu pau grande despertou cada terminação nervosa na minha buceta. Cada estocada me deixou ofegante e tremendo, desejando mais. —Brinque com seus seios. —Ordenou, em tom ríspido e necessitado. Chocada com seu pedido, no entanto, obedeci. Eu acariciava meus seios pequenos e segurava a minha carne macia. Meus dedos apertaram meus mamilos duros. Eu levemente belisquei os picos duros e girei suavemente. Cada aperto tímido dos picos sensíveis viajava direito para minha buceta. Empurrando seu pau e sacudindo o polegar, Rex me levou cada vez mais perto do clímax. Minha respiração se aprofundou. Os primeiros solavancos trêmulos me tiraram o fôlego. —Rex! Foda-se! Oh! Oh! Oh! — Eu gozei com um grito. A força do meu orgasmo me atingiu direto na barriga e me tirou o fôlego. Lutando para respirar, eu balançava descontroladamente e agarrava seus braços. O polegar de Rex esfregou meu clitóris. Seu pênis manteve o ritmo empurrando impiedosamente. Incapaz de me segurar, eu gritei: —Papai! Oh! Mais. Mais!

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Como uma fera selvagem, Rex rosnou e puxou para fora da minha buceta molhada. Sem aviso, ele me virou no sofá. Eu exalei alto e em estado de choque. Ele usou suas grandes mãos para levantar minha bunda no ar. Meus joelhos nem sequer estavam apoiados, seu corpo maior suportava o meu. Com um impulso duro, ele bateu as bolas bem fundo na minha buceta. —Oh! —Toma, Allie. Receba o pau de seu pai! —Ele resmungou as palavras sujas e começou a bater na minha buceta necessitada. Nossos corpos batiam ruidosamente. Minha buceta escorregadia acolheu suas estocadas. Eu me agarrei no sofá, e um fluxo interminável de “ohs” e “ahs” saiu de meus lábios. —Sim, sim! —Eu nunca tinha sido fodida assim. Era selvagem e perverso. Sua grande mão abriu a minha nádega esquerda e depois à direita. —Oh! Ele agarrou meu cabelo e puxou minha cabeça para cima. Seus lábios colados no meu ombro. Ele mordeu a minha carne macia, não forte, o suficiente para arder à pele, mas com pressão suficiente para me marcar. A sensação aguda fez minha barriga ficar em desordem. —Rex! Por favor, por favor! Ainda enterrado em minha buceta, ele agarrou meus quadris e inclinou minha bunda ainda mais, antes de ficar em pé. Deixei meus joelhos mais afastados, e coloquei a mão sobre o encosto do sofá para me apoiar. Rex bateu na minha bunda de novo, desta vez deixando um ponto quente de formigamento. —Se toque Allie. Eu quero sentir você gozando em todo meu pau de novo. —Oh Deus. —Eu gemi e cheguei entre as minhas coxas. Meu clitóris pulsava. O suco da minha buceta revestiu meus dedos. Rex deu um tapa na minha bunda novamente e novamente. A palma dura da sua mão bateu na

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minha nádega com força suficiente para me fazer suspirar e gritar. A pressão de desconforto escaldante só aumentou minha apreciação. —Sim, sim! —Goze para mim, Allie. Goze forte. Eu fiz. Eu gozei tão forte, com certeza, que eu apaguei. Eu fiquei dedilhando o meu clitóris palpitante, ao mesmo tempo em que eu empurrava violentamente e gritava como uma alma penada. Minha buceta ritmicamente agarrou o pênis de Rex. —Rex! Rex! —Porra, baby! —Ele parecia surpreso com sua pura selvageria. Quando eu caí para frente, não fui capaz de suportar meu peso nos meus braços trêmulos, e Rex me segurou. Seu peito estava pressionado nas minhas costas. Ele realmente martelava minha buceta agora. Gritei enquanto as ondas de prazer me inundavam. O sofá tremia com cada impulso. O aparador encostado na parte traseira do sofá balançava. Os porta-retratos que eu espanava toda semana, os que eu tinha enchido de fotos de nossa viagem de verão para o lago, tremeram e saltaram até que caíram no chão. O barulho de vidro quebrado mal foi registrado. Eu nem sequer me preocupei com a bagunça. Eu só me preocupava com Rex me fodendo. Eu queria continuar e continuar e continuar. Mas todas as coisas boas chegam ao fim. Com seus lábios contra meu rosto, e seu grande corpo envolto no meu, Rex grunhiu meu nome. Seu pênis contraiu-se e me encheu de seu esperma quente. Saudei o calor de seu sêmen espalhando-se profundamente dentro de mim. Ainda estremecendo com tremores de êxtase, eu entrelacei nossos dedos e fechei os olhos. Nós ficamos presos juntos por um longo tempo. Finalmente, Rex encontrou forças para mover-se. Eu choraminguei quando ele saiu de minha buceta. Ouvi a fivela de seu cinto, quando ele vestiu suas calças e sentou-se no

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sofá. Sempre muito gentil, ele me levantou e me embalou em seus braços fortes. Ele empurrou mechas de cabelo atrás da minha orelha e olhou nos meus olhos. —Você está bem, querida? —Perfeita. —Eu disse com um sorriso. —Isso foi incrível. Ele parecia um pouco incerto. —Será que vai ficar estranho agora? Dei de ombros. —Eu não sei. Quer dizer, eu estou bem com isso. E você? —Bem. —Ele disse cuidadosamente. —Eu vou admitir que eu estou me sentindo um pouco culpado. Eu acho que me aproveitei da situação. Dei de ombros. —E? Ele bufou e balançou a cabeça enquanto ria. —Isso não tem volta. —Quero dizer, Rex... Nós fizemos algo um pouco proibido. Grande coisa! Nós dois somos adultos. Isto foi consensual. Vamos deixar por isso mesmo. Ele acariciou minhas costas e braços. —Você sabe que eu ainda estou chateado sobre o toque de recolher, certo? Eu ri. —Imaginei isso!

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Ele roçou os lábios em meu ombro. —Eu vou deixar passar os papelotes desta vez, Allie, mas eu não tolerarei o uso de drogas. Eu vou deixar esta sua bunda macia, preta e roxa se eu te pegar fazendo algo tão perigoso e irresponsável. — Ele deu no meu cabelo um puxão. —Entendido? Meu couro cabeludo formigava e minha barriga vibrava pela ameaça refletida em seus olhos. Eu não tinha dúvidas de que a palmada brincalhona que ele me deu durante o sexo era apenas uma amostra de como seria a coisa real, ele me punindo por infringir uma lei. —Sim, senhor. Ele beijou minha bochecha. —Boa menina. Olhei por cima do meu ombro e tive a minha primeira visão da bagunça atrás do sofá. —Eu não vou limpar isso. —Bem, não olhe para mim, querida. A sala de estar está na sua lista de cômodos para manter limpos. —Oh, isso é terrivelmente conveniente. —É verdade. —Ele segurou meu seio esquerdo e passou o polegar sobre meu mamilo. O broto rosa tinha suavizado agora que a luxúria tinha me deixado. Rex deu ao pico sensível uma apertada leve. Eu gritei. —Ai! Ele riu, com aquele som rico, de barítono, ecoando alto na sala. —Eu acho que isso responde a essa pergunta.

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—Que pergunta? —Se você gostaria de um pouco de jogo duro. —Como a coisa das palmadas? Ele assentiu. —O que você pensa sobre isso? —Foi quente. Eu gostei. —E isto? — Ele beliscou meu mamilo de novo, torcendo-o um pouco, e eu assobiei. —Não! —Você pode sentir de maneira diferente, se isso for feito enquanto você está perto de gozar. As coisas parecem de forma diferente quando você está altamente excitada. Eu me contorci em seu colo. O quadro que ele pintou parecia muito tentador. Agora eu me perguntava como seria tentar algo áspero. —Eu realmente nunca tentei nada parecido. —Bem, há sempre um amanhã à noite. Minhas sobrancelhas arquearam com sua resposta inesperada. —Amanhã à noite? Ele capturou minha boca em um beijo sensual. —Ó inferno, querida, nós estamos apenas começando...

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1 frisk me lola rivera  
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