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Co mdi c a se e x e r c í c i o s!


aluno / autor: orientador: ano: semestre:

Gibiteca de Curitiba

R. Presidente Carlos Cavalcanti, 533, Solar do BarĂŁo - Centro . Curitiba - ParanĂĄ Fone: (41) 3321-3275 - educativasolar@fcc.curitiba.pr.gov.br


DADOS INTERNACIONAIS DE CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO Angela M. Silvia K. Cherobin - CRB/ 9ªr - 601

S323 Sant’ana, Alessandro Ferreira Projeto editorial/ Alessandro Ferreira Sant’ana. – Curitiba : Ed. do Autor, 2013. 56p.; Ilust. Projeto de conclusão do Curso de Designer da UNibrasil, sob a orientação do Profº Jorge Kimieck.

1. História em quadrinho – Estudo e Ensino. 2. História em Quadrinho – Desenho. I. Kimieck, Jorge

CDD 20.ed. 741.5


Expediente: projeto editorial AUTORIA, ARTE E DIAGRAMAÇÃO: Alessandro ferreira sant´ana orientador: pROF. Jorge Kimieck

índice capítulo 1

Abertura Intro e História

05

capítulo 2

Desenho 1 OLÁ! Sou o Gui, apresentador do Material Didático!

Expressão Estrutura Anatomia Caricatura

12 13 16 24

capítulo 3

Desenho II

Perspectiva 28 Nanquim 32 Arte-Final 33 Textura 36 Luz e Sombra 37 agradecimentos: A jesus cristo, por toda inspiração, apoio e incentivo. Aos Professores da Unibrasil, Gibiteca de Curitiba familiares e amigos que acreditaram e dispensaram total apoio no desenvolvimento deste material.

capítulo 4 Desenho III Desenho de Observação 42 Criação de Personagens 44 capítulo 5

Roteiro 1

Argumentação 48 Divisão de Capítulos 50 Planejamento de Páginas 52


Introdução e História

1


Introdução e História


apresentando a arte sequencial

As histórias em quadrinhos são uma via de comunicação entre autor e o leitor...

Autor ...de forma autônoma, com seus elementos, como o balão de texto....

... o quadrinho...

Quadrinhos

Leitor

...a ambientação ou cenário...

ulo im s e a Eu um ão d s ! is la em Fa

Hum! aqui temos 5mm.

O espaço entre quadrinhos é a “sarjeta” que determina uma transição de tempo

E demais variações do balão como...

Pensamento! Grito!


A arte sequencial existe desde quando o homem buscou a se comunicar através de imagens e narrativas, para alcançar um maior número de receptores, e transmitir seus costumes e histórias

c.1 Intro. e história Algumas civilizações antigas, como egípcia por exemplo, utilizaram pinturas dispostas em sequência, do sentido da direita para esquerda, de cima para baixo sob demanda dos governantes para se comunicar com a população sobre costumes e tradições religiosas, leis de impostos e punições entre outros. Pois a leitura e escrita era restrita a elite e aos escribas. Coluna de Trajano século I, Roma. Narra a vitória militar sobre os Dácios.

7


No século XVIII, William Horgart produziu uma série de quadros dispostos em sequência, considerado os quadrinhos antigos

Rodolphe Topffer, século XIX tinha o hobby de desenhar contos de humor em quadrinhos, usando texto e imagens.

Mas Yellow Kid, 1905 um personagem de tirinha de Jornal é considerado o pai dos quadrinhos Sim, caro Gui! eu reforcei o uso do quadro e inaugurei o balão de texto

De 1905 a 1930 os jornais publicavam tiras de humor, chamadas “COMICS”. Depois veio fase de ficção e aventura com Flash Gordon, Tarzan entre outros

A era de Ouro dos quadrinhos nos anos 40 lançou Super heróis, entre eles o Super homem.

Atualmente a arte sequencial se fortalece como linguagem e encontra outros suportes além do impresso


A Gibiteca de Curitiba é um espaço democrático, que reúne ilustradores, designers, artistas plásticos, pesquisadores, professores, estudantes e simples amantes dos quadrinhos, a Gibiteca de Curitiba é um centro cultural efervescente e dinâmico.

c.1 Intro. e história Criada em 1982 O local dispõe de mais de 25 mil títulos de todos os gêneros de histórias em quadrinhos, para empréstimos e consultas, além de abranger outras iniciativas, entre elas cursos, oficinas de criação, exposições, palestras, lançamentos e encontros de RPG (Role Playing Game), envolvendo o que há de melhor na produção brasileira e internacional.

9


Desenho I

2


Express達o Estrutura Anatomia Caricatura


Expressão, estrutura

A expressão é a manifestação do pensamento, ou do sentimento, pela palavra, fisionomia ou gesto. Abaixo temos cinco exemplos de expressões faciais, o que cada uma significa para voce?

Expressões corporais também podem ser muito exploradas, eis alguns exemplos.


Para compreender a estrutura do corpo humano, o comportamento das partes, o campo de movimento das articulações, ele deve ser imaginado como uma composição mecânica e integrada. Podemos dividir o corpo humano em três grandes massas, a cabeça, o tórax e a pélvis. Se olharmos o corpo humano como um boneco articulado, observamos as formas geométricas e tridimensionais (ovóides, cilindros, cones e blocos).

c.2 Desenho I Assim ficará fácil criar formas e volumes de forma que os personagens ganhem mais vida.

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Atividade

express찾o

Vamos desenhar express천es de alegria neste quadro !

Vamos desenhar express천es de tristeza neste quadro !

Vamos desenhar express천es corporais !


Atividade

estrutura

Vamos desenhar a estrutura de uma pessoa !

Vamos desenhar a mesma estrutura jå desenhada, mas de outro ângulo!

c.2 Desenho I 15


Anatomia

O desenho da figura humana constitui complexidade e fundamental importância para uma história em quadrinhos. Por mais estilizado que seja, é necessário conhecer a representação do corpo humano . A anatomia feminina apresenta os ombros na mesma linha vertical do quadril. Em uma proporção de sete cabeças e meia. A cabeça humana mede em média 22 cm de altura, multiplicando por 7,5, nossa personagem tem mais ou menos 1,65m.


A figura masculina em geral é a mais desenhada pelos quadrinistas inciantes.

Por treinarem desenhos com super-heróis. Para homens, geralmente os ombros são mais largos que a linha do quadril. O corpo segue uma proporção de oito cabeças e meia. E assim como o corpo feminino, já podemos desenhar alguns músculos típicos da anatomia, que tornam o desenho mais convincente.

c.2 Desenho I 17


O escorço é o princípio onde a figura do corpo segue uma perspectiva, como qualquer objeto. Assim um corpo inteiro na perspectiva assume a forma geométrica de uma caixa retangular.

Nem todos os músculos do corpo humano são visíveis sobre a pele, um estudo mais aprofundado sobre os músculos visíveis, frontais, traseiros e laterais, são de grande importância para o sucesso de desenho de anatomia


O desenho da cabeça pode ser esquematizado em proporções geométricas, que torna mais fácil as relações espaciais

c.2 Desenho I

O desenho acima detalha a relação de perfil entre a orellha e o olho e nariz, e os olhos e a sobrancelha. A figura ao lado demonstra desenho do nariz, que pode ser esquematizado como um triângulo trapezóide, as narinas laterais no desenho frontal e lateral apresentam uma parte do orifício nasal.

A boca irá reforçar a expressão com o desenho dos olhos. Quando aberta ela vai influenciar o desenho da mandíbula.

19


Os pés são formados por várias paredes, a frontal, que incia no final da perna e se prolonga numa linha sinuosa e diagonal para formar os dedos...

...teremos também as paredes laterais, que internamente apresentam um contorno mais aprofundado em cova, e que dá forma ao osso do dedão. Externamente, a linha é mais delicada e menos sinuosa, formando o dedo mínimo...

...para desenhar o pé de fronte, podemos esboçar um cilindro que ira definir a forma da perna e o início do peito do pé que poderá ser esboçado como um triangulo que na sua base irá formar os dedos.


A mãos possuem articulações, são um objeto articulado, formado por objetos menores (falanges, metacarpos e demais ossos dos dedos e mão)...

c.2 Desenho I ...com exceção do polegar, que tem apenas duas , os demais dedos possuem três articulações. Uma que liga a palma da mão e duas que dão movimento...

...a parte externa se projeta ao dedo mínimo... ...o desenho de dedos sobrepostos, dá volume a mão.

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Atividade

anatomia feminina

Vamos desenhar a figura feminina, mas antes faça o esboço da estrutura.

Vamos desenhar novamente a figura feminina, com o uso da estrutura, mas de ângulo diferente do desenho anterior.


Atividade

estrutura masculina

Vamos desenhar a figura masculina, mas antes faça o esboço da estrutura.

Vamos desenhar novamente a figura masculina, com o uso da estrutura, mas de ângulo diferente do desenho anterior.

c.2 Desenho I 23


caricatura

O fundamento é representar a pessoa através de suas características físicas, como tipo do rosto, olhos e nariz, boca, cabelo...

...de modo que o exagero as amplie, transmitindo rapidamente a pessoa caricaturada com um toque de humor...

cacildis!

Detalhes pequenos podem ser diminuídos exageradamente, e uma caricatura é definida por poucos traços.

you tá the brinqueichon uite me, Cara?

HA! HA!


Atividade

Caricatura

O desenho da caricatura fica divertido quando a pessoa a ser desenhada, participa e se diverte tambĂŠm! Vamos praticar o desenho de caricatura neste quadro, escolha alguma pessoa que irĂĄ se divertir e mĂŁos a obra!

c.2 Desenho I 25


Desenho II

3


Perspectiva Nanquim Arte-final Textura Luz e sombra


perspectiva

Como representação a perspectiva é a forma de representar a profundidade do que se vê. A princípio vemos maior um objeto mais próximo, e menor um objeto mais distante.

Neste exemplo, temos a perspectiva oblíqua, onde a projeção dos objetos é feita através de dois pontos de fuga e a linha do horizonte...

p.1

linha do horizonte

p.2

Mesmo que a composição do desenho preencha toda a linha inferior, não devemos esquecer da linha do horizonte. Na maioria das vezes o horizonte se mantém como linha imaginária.


dica prática de perspectiva para aplicação aos quadrinhos que tornam a composição melhor resolvida e agradável aos olhos. Usa-se a técnica de alinhamento através de um ponto comum entre pessoas, nos exemplos abaixo temos o alinhamento através dos olhos, do joelho e topo da cabeça

c.3 Desenho II

Para pequenos objetos, não é necessário aplicação de perspetiva através de pontos de fuga.

29


Modelo

Perspectiva

Observe a estrutura da perspectiva oblíqua, vamos desenhar através do grade em perspectiva, o desenho de uma construção, pode ser uma casa, um apartamento ou um quarto.

a

Linh

Ponto de fuga 1

ia

nár

gi ima

Linha do horizonte

Ponto de fuga 2


Atividade

perspectiva

Neste quadro, usando a perspectiva oblíqua, vamos desenhar um cenário, através de 3 critérios 1) Qual tempo ou época? 2) Qual o tipo de construção e 3) Qual o clima (sol, chuva, neve ou etc.)

c.3 Desenho II 31


nanquim e arte final

O nanquim é uma tinta chinesa desenvolvida a mais de 2.000 anos. Ele tem um efeito aquoso que possibilita trabalhos fantásticos...

Ao molhar o pincél, é possível moldar a ponta na borda do recipiente.

A forma mais utilizada do naquim é a forma líquida. A caneta 0.2,0.3 e 0,5 para detalhamento do desenho 0.7 e 0.9 para linhas grossas e para um preenchimento mais rápido de áreas. Para preenchimento de sombras e áreas maiores utilizamos os pincéis pêlos de marta, redondos com terminação em ponta fina, formando um ponto pequeno. Pois a característica dos pêlos de marta é o alto grau de controle do traço que oferecem.

Os pincéis de número 1, 2 e 3 são indicados para quadrinhos.

Antes de aplicar o nanquim no papel da arte, esboce traços em um rascunho, como teste de pinceladas, descarga de tinta e pressão.


a arte finalização é a fase onde o desenho a lápis recebe a aplicação da tinta naquim A lapiseira com grafite 0,5mm e 0,7mm uniformizam o traço, e são indicados para desenhos pequenos. O lápis mais indicados são os do tipo H (duro) e B (macio) . O lápis H são para traços finos, vincam a folha

Lápis tipo B requerem menos pressão.

c.3 Desenho II

O lápis tipo HB são indicados para pessoas que tem traço forte, enquanto as que o têm mais leve preferiram os grafites macios, do tipo B ou 2B Esta fase de arte finalização iraá solicitar habilidade para aplicação de traços, contornos e preenchimento de sombras com o uso de canetas e pincéis.

Depois de secar a tinta nanquim, apaga-se toda aplicação de grafite da folha, com borracha macia. Pronto! sua folha já esta pronta para “escanear” em 600 dpi, em preto e branco.

33


Atividade

nanquim

Este quadro servirรก para retirar o excesso de nanquim do pincel...

...apรณs retirar o excesso, vamos pincelar este quadro, testando diferentes tamanhos de pincel, pressรฃo, traรงos e preenchimentos.


Atividade

arte - final

Este quadro servirรก para retirar o excesso de nanquim do pincel...

...agora vamos desenhar uma figura humana com usando: 1) Lรกpis e lapiseira, com baixa pressรฃo 2) Em seguida vamos efetuar o contorno com caneta nanquim, testando diferentes espessuras. 3) Finalmente vamos aplicar tinta nanquim com pincel com efeito de preenchimento para diferenciar รกreas.

c.3 Desenho II 35


textura e luz e sombras

Nos quadrinhos o uso de texturas para composição de cenários, paredes, chão e entre outros é de fundamental importância. A aplicação de texturas ambienta e torna o cenário mais convincente. O uso de texturas, além de melhorar o cenário, causa uma sensação visual tátil, de toque. É muito interessante a observação de diferentes tipos de textura, e como é possível fazer a representação através do desenho. Pois certas representações como água, núvens e gramas por exemplo só são possíveis através de desenhos que remetam a particularidades do objeto observado.


luz e sombra, a luz proveniente de uma fonte é percebida como um jato d´agua. A face de um objeto que interrompe um fluxo de luz, tem a outra face escura.

Todos os objetos num fluxo de luz projetam uma sombra sobre tudo o que estiver atrás deles, parede, assoalho ou outros objetos.

O efeito da luz exerce uma função emocional. A sombra sugere medo...

... ameaça...

c.3 Desenho II

... a luz, segurança.

... inocência. 37


Atividade

textura

Nos quadros abaixo vamos desenhar 1 textura diferente em cada quadro.


Atividade

luz e sombras

No quadro abaixo vamos desenhar o efeito de uma luz direta sobre um objeto e a formação da sombra cobrindo outro objeto.

No quadro abaixo vamos desenhar o efeito de sombra tornando um local misterioso.

c.3 Desenho II

No quadro abaixo vamos desenhar o efeito de luz tornando um local amistoso.

39


Desenho III

4


Desenho de observação Criação de personagens


desenho de observação

A proposta do desenho de observação é representar com fidelidade o objeto em análise. Antes de esboçar o desenho, pode-se tomar relações de tamanho e angulações com o auxílio de um lápis, pela sua linha reta.

Pode-se esboçar formas geométricas, encontrar ângulos a partir da observação.

Procure observar o sentido das linhas, continuidades e angulações que formam o objeto.

Ao desenharmos objetos a partir de observação, devemos buscar ser fiéis as linhas que compõe sua forma, e evitar desenhar conforme pré concebimentos, que geram resultados cartunizados, que ficam longe do objeto real.


Atividade

Desenho de observação

Vamos desenhar um objeto, escolha entre vaso, jarro ou frutas. Observando as linhas de contorno, angulações e proporções.

c.4 Desenho III 43


Criação de personagens

Devemos pensar em sua origem, o nome, onde e quando surgiu, sua família, metas e todo seu universo, o segundo passo é o desenvolvimento de fatores da personalidade, estes conjuntos são atributos para vender um conceito, são eles: inteligência, temperamento, sabedoria, caráter, criatividade.

Acima temos o exemplo do personagem Gui, segue sua ficha de criação: O personagem se chamará Guilherme Junior, o Gui (em referência ao fundador da Gibiteca Key Imaguire) com idade de 15 anos, surgiu como dedicado aluno da Gibiteca concluiu os três módulos do curso de quadrinhos, de uma família de descendência oriental, sua meta é ser um grande artista de quadrinhos. Guilherme é estudante exemplar na escola, sempre auxilia os amigos nas aulas e tarefas de artes, gosta de todos os estilos de quadrinhos e sempre que possível assiste filmes de heróis ou animes. Referente a inteligência, Guilherme tem bom raciocínio, e um vasto repertório sobre artes e quadrinhos, é muito criativo, e gosta de ler matérias sobre curiosidades. Tem bons amigos, e gosta de representar grupos, é comunicativo e está sempre motivado, tem temperamento enérgico próximo a ansiedade, entristece quando não consegue satisfazer seu grau de exigência. Em matéria de sabedoria Guilherme se comporta como um adolescente típico de sua faixa etária. Seu caráter é de uma pessoa de bem, e sua criatividade não tem limites. Um elemento chave é a motivação, de desejar ser um grande artista de quadrinhos. Esta motivação pode ser utilizada para o desenvolvimento de muitas situações.


Atividade

Nome do personagem:

Criação de personagem

Desenhos:

Caracterização:

c.4 Desenho III 45


Roteiro I

5


Argumentação Divisão de Capítulos Planejamento de páginas


roteiro - argumentação

Usaremos um exemplo prático: O desenvolvimento de um roteiro inicia-se com a criação de uma argumentação, que envolverá uma temática, local ou locais de acontecimento, época e personagens. Argumento: Próximo ao Cavalo Babão, largo da ordem. Madalena e Paulo estão voltando para casa à noite, após um encontro romântico. Então que surge um imenso morcego e se transforma em um homem de capa e chapéu, que saca um punhal e mata Paulo, e golpeia Madalena na cabeça, apenas para provocar seu desmaio, e assim como surgiu, some entre as sombras da noite. Madalena acorda e chora ao lado de seu namorado, que está sem vida ao chão, e em seguida corre para o casarão de seu pai, seu suspeito da morte de Paulo, devido sua desaprovação do namoro. Seu pai lidera na pedreira Paulo Leminski, um campo de trabalhos forçados, quem mantém pessoas em estado de semi mortos, sustentados por um antídoto feito a base de pinhão de pinheiros. Na casa de seu pai, Sr. Dalton, Madalena acusa seu pai da morte de Paulo, devido o mesmo ser um desafeto seu, pela sua atividade contra as atividades suspeitas de Dalton, que estaria usando mão de obra de zumbis mantidos por antídotos, e tornando Curitiba uma cidade de zumbis. Entretanto Dalton contesta Madalena, dizendo que na verdade esta lutando contra a doença zumbi, mantendo os infectados com o antídoto, em troca de trabalhos para a produção do antídoto. Porém a doença espalha-se pela cidade de Curitiba, e somente Dalton tem o antídoto, e mantém a dosagem para a pessoa não morrer em troca de trabalhos. Mais tarde descobriu-se que o vírus provém do próprio Dalton, através da divulgação de uma imagem com poderes ocultos, via e-mail para um grande número de curitibanos. Na pedreira as pessoas trabalham o pinhão, descascam, amassam, carregam e produzem o antídoto. Em toda a Cidade, Dalton passa proteger os Pinheiros dia e noite e extrair os pinhões. Dalton discutindo com Madalena, propõe a ela como filha trabalhar nos negócios de seu Pai, pois um dia herdará todo seu império. Madalena o refuta, e cita o falecido Paulo que sempre esteve certo sobre os negócios de Dalton, que eram destrutivos e danosos a humanidade. Dalton enfurecido com as palavras de Madalena, se revela um vampiro muito poderoso e morde sua filha, transformando-a numa imortal, da classe dos viventes das trevas. Madalena, após o ataque, se livra de seu pai e foge do local, vindo a se transformar numa vampira muito forte. Porém ela mantém sua convicção contra seu Pai, e a favor do povo oprimido.


Madalena inicia assim frequentes ataques contra o casarão de seu pai, onde está sendo produzido o antídoto. E para saciar sua sede de sangue, ela ataca os capangas que fazem a guarda dos pinheiros pela cidade. Enfim, Ivo, um químico amigo de seu falecido namorado, consegue produzir um antídoto de cura da doença zumbi, e ela distribui a algumas pessoas, na tentativa de as libertá-las. Os curados, forma um grupo junto a Madalena que produzem manifestos contra Dalton. Madalena procura um meio mais rápido de livrar as pessoas da doença zumbi, e Ivo lhe informa que se trata de vírus haitiano, e que somente lá no Haiti, ela encontraria respostas que poderiam elucidar a origem da doença. Ela se desloca voando entre as trevas para o Haiti, e la encontra uma bruxa líder de uma tribo, que lhe informa como ressussitar os mortos. Madalena elabora uma estratégia, já que em Curitiba a população esta praticamente toda transformada em zumbi. Na volta para Curitiba ela se apodera de um antigo navio de guerra o amaldiçoado “Aranha Marrom”. Ela usa os ensinamentos da bruxa haitiana, e em um cemitério de Curitiba ela invoca os mortos para a formação de um exército, para combater contra seu pai e seus capangas. O líder do exército dos ressurgidos dos mortos é o Barão do Serro Azul, experiente combatente, e em outros cemitérios de Curitiba, Madalena recruta mais soldados mortos-vivos. A “revolução” de Madalena conta com um poderoso aliado, o falecido Paulo, que era ativista contra Dalton, e ressurge dos mortos com fome de vingança. Dalton ao ver o massacre de seu império maligno, convoca outros vampiros aliados, iniciando uma alucinante guerra entre vampiros e zumbis. Então que Madalena convoca o navio guerreiro “Aranha Marrom” que entra em campo de batalha sustentado por patas de aranha, e esguichando veneno mortal, abrindo mais vantagem para o exército dos revolucionários. Dalton prevendo sua ruína investe violentamente contra sua própria filha Madalena, travando uma luta corporal de proporções titânicas.

c.5 Roteiro I

Na luta, Dalton perde um braço porém Madalena é subjugada, e no ato que Dalton irá matar sua filha por esganadura surge Paulo na condição de morto-vivo e devora vorazmente o cérebro de Dalton, consumando sua vingança e encerrando toda uma guerra. Então um beijo romantico entre a vampira e o morto-vivo. Paulo precisa voltar junto com todo o exército para o mundo dos mortos, Madalena consegue a cura de todos os zumbis, Paulo para sempre morto e Madalena para sempre viva. FIM.

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roteiro - divisão de capítulos

Capítulo 1: Próximo ao Cavalo Babão, largo da ordem. Madalena e Paulo estão voltando para casa à noite, após um encontro romântico. Então que surge um imenso morcego e se transforma em um homem de capa e chapéu, que saca um punhal e mata Paulo, e golpeia Madalena na cabeça, apenas para provocar seu desmaio, e assim como surgiu, some entre as sombras da noite. Madalena acorda e chora ao lado de seu namorado, que está sem vida ao chão. Corta para o morcego chegando na mansão do Sr. Dalton, virando humano ao entrar na sala. Vemos o rosto do Sr. Dalton na escuridão: _Está feito? Um balão fora do quadro responde: _Sim. Madalena corre para o casarão de seu pai, seu suspeito da morte de Paulo, devido sua desaprovação do namoro. Seu pai lidera na pedreira Paulo Leminski, um campo de trabalhos forçados, quem mantém pessoas em estado de semi mortos, sustentados por um antídoto feito a base de pinhão de pinheiros. Capítulo 2: Na casa de seu pai, Sr. Dalton, Madalena acusa seu pai da morte de Paulo, devido o mesmo ser um desafeto seu, pela sua atividade contra as atividades suspeitas de Dalton, que estaria usando mão de obra de zumbis mantidos por antídotos, e tornando Curitiba uma cidade de zumbis. Dalton discutindo com Madalena, propõe a ela como filha trabalhar nos negócios de seu Pai, pois um dia herdará todo seu império. Madalena o refuta, e cita o falecido Paulo que sempre esteve certo sobre os negócios de Dalton, que eram destrutivos e danosos a humanidade. Dalton enfurecido com as palavras de Madalena, se revela um vampiro muito poderoso e morde sua filha, transformando-a numa imortal, da classe dos viventes das trevas. Madalena, após o ataque, se livra de seu pai e foge do local, e em seu apartamento no centro da cidade ela se percebe como vampira, se recuperando da investida de seu pai, e com seu corpo irritado com a luz do sol. Capítulo 3: Conhecemos a “sala da resistência” onde Ivo, amigo de Paulo trabalha e mantém movimentos de luta contra Dalton. Vemos a rua XV de Curitiba tomada pela população zumbi. A noite Madalena encontra Ivo na sala da resistência, os dois comprovam evidências contra Dalton, então Madalena sai para saciar sua fome de sangue e ataca os capangas protetores dos pinheiros. Capítulo 4: Mais tarde descobriu-se que o vírus provém do próprio Dalton, através da divulgação de uma imagem com poderes ocultos, via e-mail para um grande número de curitibanos.


Mostra-se a imagem do e-mail e a pessoa se tornando um zumbi. Corta para a pedreira Paulo Leminski, onde os zumbis trabalham o pinhão. Vemos Dalton conversando com o prefeito da cidade, que não está zumbizado, e concorda com a situação devido receber muito dinheiro de Dalton, e ameaça contra sua vida e sua família. Observamos uma sinistra máquina de reparo de corpos, onde um zumbi coloca um braço arrancado, e com o pagamento em moeda, o aparelho o coloca no lugar. Ivo começa encontra a cura definitiva da doença, porém não pode fornecer a todos, devido não ter produção massiva e ir contra o a dominação de Dalton. As revoltas de Madalena contra seu pai, deixa um sobrevivente, que informa a Dalton que sua filha é a líder dos revolucionários. Ivo aconselha Madalena a ir ao Haiti buscar respostas sobre o vírus zumbi que seu pai infectou a cidade. Ela voa como vampira para o Haiti, e lá conhece uma bruxa líder de uma tribo que lhe passa alguns ensinamentos de como reviver os mortos. Madalena elabora uma estratégia, já que em Curitiba a população esta praticamente toda transformada em zumbi. Na volta para Curitiba ela se apodera de um antigo navio de guerra o amaldiçoado “Aranha Marrom”. Ela usa os ensinamentos da bruxa haitiana, e em um cemitério de Curitiba ela invoca os mortos para a formação de um exército, para combater contra seu pai e seus capangas. Capítulo 5: O líder do exército dos ressurgidos dos mortos é o Barão do Serro Azul, experiente combatente, e em outros cemitérios de Curitiba, Madalena recruta mais soldados mortos-vivos. A “revolução” de Madalena conta com um poderoso aliado, o falecido Paulo, que era ativista contra Dalton, e ressurge dos mortos com fome de vingança. Dalton ao ver o massacre de seu império maligno, convoca outros vampiros aliados, iniciando uma alucinante guerra entre vampiros e zumbis. Capítulo 6: Então que Madalena convoca o navio guerreiro “Aranha Marrom” que entra em campo de batalha sustentado por patas de aranha, e esguichando veneno mortal, abrindo mais vantagem para o exército dos revolucionários. Dalton prevendo sua ruína investe violentamente contra sua própria filha Madalena, travando uma luta corporal de proporções titânicas.

c.5 Roteiro I

Na luta, Dalton perde um braço porém Madalena é subjugada, e no ato que Dalton irá matar sua filha por esganadura surge Paulo na condição de morto-vivo e devora vorazmente o cérebro de Dalton, consumando sua vingança e encerrando toda uma guerra. Então um beijo romantico entre a vampira e o morto-vivo. Paulo precisa voltar junto com todo o exército para o mundo dos mortos, Madalena consegue a cura de todos os zumbis, Paulo para sempre morto e Madalena para sempre viva. FIM.

51


roteiro - planejamento de páginas Para planejarmos as páginas devemos compreender sobre planos e enquadramentos. Olá, vamos ver os planos!

Cada pressão no controle simulará o som de um clique, signficando a troca de plano

Este é o plano médio. Onde o personagem e enquadrado acima da linha da cintura, destacando o movimento das mãos!

Momento...

Este é o plano geral usado para demonstrar cenários onde ocorre ação,

Este é o clouse-up, usado para destacar a expressão facial

assim!

Este é o plano inteiro, onde o personagem é enquadrado de corpo inteiro. Deixando um pequeno espaço entre a cabeça e os pés

Este é o plano de conjunto. Para enquadrar 2 ou mais personagens!


Observaremos o planejamento da primeira página do capítulo 6. cap. 6 pg. 1 quadro 1. Plano Geral no “Aranha Marrom” no campo de batalha, pedreira zumbis inimigos ao redor.

quadro.2 Close Up nas patas, e nos detalhes do navio de guerra “Aranha Marrom”

quadro.3 Plano inteiro, no efeito do esguicho do veneno e dos zumbis inimigos morrendo, gritos.

quadro 4. Plano geral do “Aranha Marrom” triunfando no campo de batalha!

c.5 Roteiro I 53


Atividade

Roteiro

Vamos escrever uma breve argumentação usando os elementos de: 1) Tempo (época). 2) Local de acontecimento (ou locais). 3). Personagens (no mínimo 3) 4) A motivação.


Atividade

Roteiro

Vamos separar a argumentação em 6 capítulos.

c.5 Roteiro I 55


Sobre o autor

Alessandro Ferreira Sant´ana é natural de Curitiba Paraná, nascido em 1978 Formação técnica em Informática Concluindo o Curso Superior de Design O autor desenha e lê quadrinhos desde os 6 anos de idade, sempre fez cursos e pesquisas nesta área, e com muito orgulho apresenta o projeto editorial para o curso de quadrinhos da Gibiteca de Curitiba.

Referências bibliográficas: EISNER, Will. Quadrinhos e arte sequencial. São Paulo: Martins Fontes, 1989. ______.Narrativas gráficas. São Paulo: Devir, 2005. MC CLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. São Paulo: M.Books do Brasil, 2005. MENDONÇA, Lederly. A espetacular arte de desenhar quadrinhos. Fortaleza: Senac, 2010. MIGUEL, RodrigoDraw. Design de Mascotes: Guia rápido: 2AB Editora, 2012


Co moGUI ,v a mo se s t u da r: De s e n h o1 : Ex pr e ssão Est r ut ur a Anat omi a Car i c at ur a

De s e n h o3 : De se nhodeOb se r v aç ão Cr i aç ãodeP e r sonage ns

De s e n h o2 : P e r spe c t i v a I nt r oduç ãoaoNanqui m Ar t eF i nal T e x t ur as L uzesomb r as

Ro t e i r o1 Ar gume nt aç ão Di v i sãodeCapí t ul os Pl ane j ame nt odePági nas

Gi b i t e c adeCu r i t i b a R. Pr e si de nt eCar l osCav al c ant i , 533, Sol ardoBar ão-Ce nt r o Cur i t i b a-P ar aná Cont at o: ( 41 )3321 327 5-magar c i a@f c c . c ur i t i b a. pr . gov . b r


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