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Índice

A linha do Unicórnio………… Fernando………………………. Sopa…………………………… Os jogos da meia noite…. Banheira de hidromasaje………… A origem do Kate……………… Jantar nu………………….. Conclave………………………. Acordado………………………. ………………………..Pág. 3 - 6 ………………………..Pág. 7 - 12 ………………………..Pág. 13 - 18 ………………………..Pág. 19 - 25 ………………………..Pág. 26 - 33 ………………………..Pág. 34 - 40 ………………………..Pág. 41 - 69 ………………………..Pág. 70 - 72 ………………………..Pág. 73 - 88

A linha do Unicórnio Estava na Linha do Unicórnio durante a noite. Um mau momento para estar em um mau lugar. Algo podia passar aí, mas nunca algo bom. Ninguém estava a carrego na Linha do Unicórnio, ninguém de nenhuma das facções supernaturales de Atlanta podia reclamar domínio sobre ela. Estava povoada por esses que alguma vez foram humano e aqueles que nunca o foram, e eles se escondiam nas escuras ruínas, alimentando-se entre eles e fazendo sentir aos visitantes não bem-vindos. Por isso A linha do Unicórnio era conhecida por todos como zona neutra, uma terra de ninguém a qual entrava sob seu próprio risco. O assustado ficava nos borde e o estúpido morria não muito longe daí. Estava aqui para me encontrar com alguém e para ver se chegava o suficientemente longe para me encontrar, assim saberia se era qualquer desses dois. Incline-me para trás, sentindo a fria pedra do abandonado edifício em minhas costas. A luz da lua passava através dos buracos do telhado, iluminando um espaço na parede. Ela viria por aí. As sombras da noite me ocultavam, assim teria mais tempo para observá-la. O Unicórnio se silenciou. A noite nunca é realmente silenciosa, mas agora mesmo os monstros cuidavam suas maneiras. Nenhum deles sabia por que estava aqui, mas todos eles sabiam que não queriam ser o motivo de minha visita.


O que sabia da negocia vênia do Jim, meu chefe de segurança. Ele tinha trabalhado com ela no grêmio de mercenários. Isso me fez pausar. Jim era um gato e preferia a caça solitária. Era estranho para o deixar a qualquer de fora da manada cuidar suas costas. Ele disse que ela era rápida, para uma humana, e boa com a espada. Também disse que tinha uma grande boca e brigava quando devia correr. Nada disto lhe fez ganhar meu favor. Os mercenários eram escória. Sem honra, sem integridade, sem lealdade. Eles não acreditavam em nada. Eu não tinha o hábito de me juntar com escórias buscapleitos que queriam ser tipos rudes. Tinha gente para isso. Entretanto estava disposto a fazê-lo, já que Jim a tinha respaldado. Ele a tinha visto sair de situações que deveriam ter acabado com ela. Jim não acreditava que ela tivesse todas suas cartas sobre a mesa. Ela certamente estava escondendo poderosa magia, o que significava que vinha com uma pesado bagagem. Isso estava bem se a fazia útil. Algo estava caçando a minha gente, a Gente Livre de Atlanta. Tínhamos aos melhores rastreadores da cidade, mas ainda não o apanhávamos. Normalmente resolvíamos nossos próprios problemas. Mantínhamo-lo na família. Os humanos nos viam como fenômenos e não via a necessidade de lhes dar mais munição. Mas os assassinatos tinham sido muito numerosos e alguns vampiros também tinham sido assassinados, não era uma grande perda, e A Ordem da Ajuda Misericordiosa se envolveu. O único humano no que confiava dessa organização de fanáticos, o cavalheiro místico da ordem, tinha estado investigando o caso e foi assassinado por isso, presumivelmente pela mesma criatura. Tenho pouco amor e menos uso para os humanos, mas Greg Feldman morreu nos ajudando e isso contava para algo. Incrivelmente esta negocia era sua pupila perdida e tinha herdado o caso junto com uma posição temporária na Ordem. Encontraria a esta coisa que assassinou a minha gente. Pararia-me sobre ela e provaria seu sangue enquanto a luz desaparecia de seus olhos. Nada trocaria isso. Mas com a ajuda da ordem o encontraria mais rápido. Se o tutelado do Greg estava procurando vingança, muito melhor. Significava que ela estava disposta a tomar riscos que me ajudariam a pôr os dentes na garganta desta criatura. Cheirei-a, antes de escutá-la aproximar-se do Jim fora. O vento noturno trouxe uma mescla de essências a minha língua. Couro -velhas botas. Um toque de suor, limpo e inconfundiblemente feminino. Uma mescla de rosemary, camomilla, lavanda, shampoo, uma fragrância herbal estranha a este úmido e mofado lugar, agradável. Um pequeno risco de prego e aço, azeite para espadas. Ela era silenciosa quase muito para um humano. Interessante, O que era ela? Finalmente o ligeiro som de um passo. Vêem mais perto, pequeno camundongo, quase estas aí. As sombras da noite me tragaram. Ela viria diretamente para mim, era a única forma, e a veria antes de que ela me visse , se decidia deixar que me visse. Talvez se se via tão bem como cheirava lhe daria esse privilégio. Uma ligeira raspagem de um pé deslizando-se pela pedra. Incline-me para diante para ter uma, melhor vista. A luz da lua dos espaços no telhado iluminava a cena enquanto punha um primeiro pé no espaço. Ela entro de lado, devagar e cuidadosamente, carregando uma espada. Uma estranha folha, pálida. Ela a sustentava como se soubesse que estava fazendo, mas a fé em sua habilidade para proteger-se estava erro. A ponta de minhas garras picava no interior de minha pele, querendo sair. Ela tinha uma espada, mas eu tinha dez garras. Ela percorreu a área, deteve-se e escuto, logo balanço firmemente como uma bailarina, escondendo-se na sombra mais próxima antes de poder ver sua cara. O giro trouxe outro olorcillo de sua essência. Ela pauso e eu sabia que ela estava olhando para a escuridão, em vão tratando


de me encontrar. Eu gosto da forma em que se movia, balançada e ligeira, nem em pontas nem dura. Lindo corpo. Vêem para meu camundongo, não esteja assustado. Tomo um passo para diante e vi seu perfil. Exótico, fortes rasgos, não bonito, mas eu gostava do que via. Deslize meus dedos através do pó raspando o piso um pouco. Ela pivoteó em um pé, movendo sua espada. Rápida. Sua cabeça se volteio rapidamente para mim. Olhos escuros me olhavam diretamente. Não detecte medo. Era um olhar de provocação. Assim não era um camundongo depois de tudo, a não ser algo mais. Isto poderia ser interessante. Deixá-la dançar no pó um pouco mais. Era divertida de olhar. Ela se agacho estirando sua mão para diante. Que diabos estava fazendo…? * “Aqui, gatinho, gatinho, gatinho”. OH Por Deus, ela era retardada e eu ia matar ao Jim. Ela pisco me olhando. Tinha visto meus olhos brilhar. Deixe-me ir, troque a minha verdadeira forma na escuridão. Se quiser um gatinho pequena menina, darei-te um que nunca esquecesse. Dava um passo à luz da lua. Ela se congelou. Isso. Sem movimentos violentos. Caminhe para ela lentamente fazendo círculos lhe permitindo absorver tudo. Você gosta do gatinho agora? Podia cheirar sua surpresa e seu medo. Nossos olhares se encontraram. Seus olhos se abriram mais e caiu sobre seu traseiro. Heh. Uma reverência teria sido suficiente. Retire-me para as sombras de uma esquina. Não sabia que efeito teria um leão rendo-se dela e não queria que se deprimisse. Troque a minha forma humana e me pus uma calças de moletom e uma camiseta. Qualquer outro tempo teria saído sem nada, mas esta era uma reunião de negócios. Melhor manter o dessa forma. Dava-lhe uns segundos para que se recuperasse. Estava sacudindo o pó de seus jeans. * “Gatinho, gatinho?” Ela salto um poquito. Garota lista. A maioria dos troca formas não pode trocar de ida e volta assim. Mas eu não sou como a maioria dos troca formas. Eu sou o Senhor das Bestas. * “Se” disse fracamente “me pilhaste despreparada. A próxima vez trarei nata e algum juguetito para gatos”. Os brinquedos não serão necessários. * “Se houver uma próxima vez”. Caminhe para diante e ela se volteio para mim. Parecia aliviada ao ver que não estava nu. A maioria das mulheres tinham a reação contrária. Sua perda. Dava-lhe meu olhar duro. Ela a encontrou e não desviou a sua, nem se encolheu. Pontos para ela. Era alta para ser mulher, talvez duas ou três polegadas mais baixa que eu. Jovem, ao princípio ou ao meio de seus vinte. via-se forte e ágil, como um atleta ou um artista marcial. * “Que classe de mulher se apresenta ante o Senhor das Bestas com um ‘Aqui, gatinho, gatinho’?” * “Uma única em sua classe” Ela continuou sustentando meu olhar. Poderia não ser tão engraçada como ela pensava, mas não era uma covarde. Bom. Podia trabalhar com valentia. Dava um passo para ela. * “Sou o Senhor das Bestas”.

Fernando Sentei-me em uma mesa no Fernando. Não era meu lugar favorito, muito elegante, muito público,


mas ao Myong gostava. O serviço era bom, a comida estava bem, mas a gente não o era, eles não vinham realmente a comer Fernando. Eles queriam ser vistos. A maioria deles eram pessoas presunçosas agradando a si mesmos. Não eram minha gente e não me importava ser vistos por eles. Myong levantou a vista de seu menu. Ela, por sua parte, encaixava no Fernando bastante bem. Era formosa e ela tinha essa elegância culta que vinha junto com a riqueza e o privilégio. Qualquer dos homens aqui tivesse estado encantado de tê-la em seu braço. Era quase como se fora um dos benefícios do poder, uma formosa mulher adequada para um homem de êxito; e ela não fazia nada para romper essa impressão. E agora eu era esse menino com ela. Eu estava em um restaurante que eu não gostava, entre a gente que não podia suportar, e eu estava aborrecido. Examinei os patrões. Homens e mulheres, sentados ao redor mesas idênticas, murmurando em voz baixa, bebendo seu vinho. Uma mulher caminhava entre as mesas, dirigida por um garçom. Levava um vestido de cor champanha, e algo a respeito de sua forma de mover-se, perfeitamente equilibrada, chamou-me a atenção. A maioria da gente estaria centrada no garçom, mas ela parecia consciente de seu entorno, não ansiosa, mas se lista, catalogando os possíveis perigos e somando às pessoas. O garçom giro. A mulher se voltou depois dele, e eu vi sua cara. Kate. Kate Daniels. Aqui, no Fernando de. Deixei o menu. Esse era um vestido muito revelador Onde ela escondia sua espada? Tinha-a que pacote a sua coxa? Kate seguiu deslizando-se em seus talões. Ela se via espetacular. Seu cabelo estava solto, emoldurando sua cara e caindo diante de seus ombros e pelas costas. O vestido ficava bem, quase como se o tivessem feito à medida para adular a forte estrutura de seu corpo, mostrando todas as coisas que as calças jeans e as sudaderas feias revistam ocultar. via-se… bom, feminina. Pernas largas. Flexíveis. Ombros nus. O vestido a abrandava, mas ela tinha definição de seus braços, que não se via freqüentemente em uma mulher humana. No pouco tempo que a tinha conhecido, tinha-me parecido muitas coisas, valente, inteligente, culo competente, mas esta noite se via formosa. Fez-me lamentar que ela tenha rechaçado minha oferta de unir-se a mim no tanque anteriormente. O garçom lhe levou a uma mesa onde um homem estava sentado sozinho. Ela estava em uma entrevista. E o pobre tolo nem sequer ia armado. Ele não tinha nenhuma oportunidade. Kate rodeou a mesa, e me deu uma formosa vista de sua parte traseira. Mm. Se ante uma cadeira que lhe permitisse ver a porta. Há. Perguntei-me por um momento se lhe daria a volta para sentar-se ao estilo vaqueiro, com a parte posterior da cadeira protegendo seu estômago. * "Há algo gracioso?" Perguntou Myong. * "Não" A entrevista do Kate, um homem bonito em um traje escuro caro, olhou-a fixamente, com a boca ligeiramente aberta. Você e eu, irmão. O garçom sustentou a cadeira para ela. Sua entrevista nem sequer ficou de pé. Vamos, moço elegante, ponha de pé, dava algo encantado, mantén a cadeira para ela. Eles não ensinam etiqueta no Little Academia Lores? Kate se sentou. O moço elegante seguia olhando-a. Deus, homem, atua como se tivesse estado fora com uma dama antes. Finalmente se recuperou e disse algo. Ela disse algo em troca. Sorriu. As arrumaram para cercar uma pequena conversação. Joguei uma olhada ao outro lado da mesa em minha própria data. Myong se via preciosa, como


sempre, em seu pequeno vestido negro perfeito. Ela me pilhou olhando, e como de costume, ela olhou para baixo recatadamente. Sim, sim, entendo-o, não me estas oferecendo um desafio. Eu não necessitava uma demonstração de submissão cada vez que a olhasse. A bela e a besta era uma rotina desgastada. Enquanto Kate irradiava força e ??uma capacidade para a violência, a beleza do Myong era muito mais frágil, como uma deliciosa ave de cristal. O contraste era surpreendente. Eu olhe ao Kate de novo. Se me aproximasse de sua mesa e começasse problemas, Myong, apesar de ser um cambiaformas, procuraria a segurança, em lugar do risco de uma lesão, possivelmente iria debaixo da mesa, sustentando um garfo como uma arma. Ela me confesso uma vez que encontrava a violência, como ela havia dito, "de mau gosto". Eu era muito freqüentemente de mau gosto. Mesmo assim, ela era inteligente e culta, e eu queria que o ocupasse neles. * "Olhe casualmente ao casal duas pranchas abaixo e me dê sua impressão dos dois, por favor" Myong olhou surpreendida, mas fez o que lhe pedi. Estudou-os com cuidado, e depois de um momento, ela falou em voz baixa. * "Seu corte de cabelo está de moda e caro. O traje é por encargo, e a alfaiataria é impecável. Seus sapatos são de couro italiano. Suas mãos são elegantes e bem cuidadas. Não acredito que ele seja um lutador. Não tem calos ou cicatrizes e as unhas estão cuidadas. Ele parece com gosto aqui, um homem importante. O garçom parece conhecê-lo, por isso deve ser um habitual. Ela não o é. O vestido é adequado, mas estranha vez o usa. Os saltos são da altura adequada e coordenam bem com o vestido, mas não gosta do uso deles. Se ela tiver que correr ou brigar, ela decidirá retirar-se. "Myong fez uma pausa e se permitiu uma pequena, sorriso ligeiramente superior. "Se ocorrer algo mau, ela poderia usá-los como armas" Um garçom veio a nossa mesa para preencher a água do Myong. Ele se encarregou de estar o mais longe possível de mim e olhou para baixo. Uma vez mais, alguém me tinha reconhecido, e as instruções adequadas tinham sido entregues ao pessoal. ‘Não provocar o psicopata a cargo dos cambiaformas ou ele nos poderia sacrificar. O violenta animal não pode controlar-se a si mesmo’. Ugh. * "Quem é esse homem duas mesas abaixo?" Eu perguntei. * "O Dr. Maximillian Crest", disse o garçom. * "Doutor em medicina?" * "Acredito que é um cirurgião plástico" O garçom fugiu, sem dúvida agradecido escapar ileso. Crest, a entrevista do Kate, seguia falando, enquanto a própria Kate parecia que só escutava pela metade. Não pude ouvi-lo claramente, mas podia adivinhar a essência da conversação. "Bla, bla, bla, sou bonito, eu faço um montão de dinheiro, este traje é caro, e meus sapatos são feitos da melhor emano de couro corintio costurada pelas vírgenes sob a luz da lua. É obvio, poderia ter entrado em pediatria, mas para alguém de minha habilidade incrível, cirurgia plástica era realmente a única opção. A beleza é tão importante, não te parece? OH, Kate, é quase tão atrativa como eu, por que não teríamos que ser belos juntos? " A forma em que a olhava me incomodou o bastante. Como se ele estudasse seu rosto, procurando pequenos defeitos que pudesse corrigir. Kate poderia fazê-lo melhor. Pressionei Myong mais. * "Qual é sua impressão deles como casal?" Sem um momento de vacilação, disse, * "Ele poderia fazê-lo melhor" * "Sério?" Permiti um ligeiro bordo arrastar-se em minha voz. Ela pareceu encolher-se sobre si mesmo e me dava conta que ela lamentou a observação.


* "Meu senhor," começou. Cada vez que afrouxava minhas cadeias um pouco, ela se encolhia. Isto era simplesmente um exercício. * "Está bem. Não se preocupe por isso." Não era culpa do Myong que o encontrasse atrativo. Era bonito e ele era provavelmente um ser humano decente. Não tinha nenhuma razão para que eu não gostasse, exceto que estava na mesa com o Kate. Eu lhe tinha devotado um mergulho de cabeça em minha tanque. E ela não quis, porque ela queria vestir-se como estava para ele. Crest levava um traje custoso, sapatos à medida, enquanto que, por outro lado, eu estava vestido com calças jeans desbotadas e uma camiseta cômoda. O que era interessante, era que Kate parecia tão desconjurado como o era eu, apesar de seu vestido e os sapatos de luxo. Hmm. Perguntei-me o que faria se entrava ali e lhe pedia tomar um hambúrguer comigo. Ela provavelmente riria. Mas, de novo, a ela parecia lhe gostar de ser o centro de atenção. Pode que ela estivesse desfrutando ser o centro de atenção no Fernando. Havia suficientes homens que a buscariam. Sua roupa era uma mierda, e do que disse Jim, o dinheiro era apertado para ela. Isto deve ter sido sua estranha oportunidade de brilhar e ela se equilibrou sobre ele. Crista finalmente me pilhou olhando e disse algo a ela. Kate se voltou. Seus olhos se abriram. Surpreendida de lombriga? Seu olhar se deteve sobre o Myong e se deslizou de novo sobre mim. Eu sorri. Sim, minha entrevista é quase tão bonita como o tua, bebê. Kate fez um gesto ao garçom enquanto o menino bonito olhava para mim. De fato, ele estava tratando de me olhar para baixo. Escondi um sorriso. Estimado Doutor, você não quer nada disto. Confia mim. Ele seguia olhando. Voltei o olhar. Eu estava um pouco curioso se teria o descaramento de vir e fazer algo a respeito. Então outra vez, quem sabe, talvez só me perguntasse se podia arrumar meu nariz. me crie, Doc, não quer ver minha outra cara. Pensei em lhe dar só uma olhada rápida. Só um conselho de uma presa. Um garçom se aproximou de nossa mesa com uma bandeja de prata com um prato nele. E agora o que? O garçom depositou a taça em frente de mim. Leite. Ja! * "Cumprido-los da dama nessa mesa, senhor" OH, isto era muito bom. Centre os olhos no Kate e recolhi o tigela. Enquanto ela estava olhando, levantei o prato e o esvaziei. Saúde! Bom movimento, bebê. Ela sorriu. Crest estava olhando agora. Arrojou o guardanapo sobre a mesa. Uh-OH. Perguntei-me se se supunha que devia me deprimir ou fugir. Ele desviou o olhar e a sotaque descansar sobre o Myong. Ele estava decidido a me provocar, mas em troca se limitou a olhá-la a ela, foi tomado por surpresa, como se se tivesse dado conta pela primeira vez que ela estava ali e ela era uma preciosidade. Estava perguntando-se que aspecto teria fora de seu apertado vestido de negro. Sua conjetura é tão boa como a minha, amigo. Cada vez tratei de tocá-la, ela fez essa cara, como se ela fora a suportá-lo com valentia. Ela não tem que preocupar-se. Eu nunca poria meus "grandes mãos ásperas" sobre ela a menos que eu pensasse que ela queria. Ela o consentiu, mas ela não me queria, o que Mato meu desejo. Dava-me conta de que realmente não importa uma mierda que outro macho estivesse olhando abertamente a minha entrevista. O que dizia isso do Myong e de mim, exatamente? Que nossa relação nunca iria a qualquer parte. Kate tinha esse olhar em seus olhos, a que se dizia que estava contemplando me dar murros na cara. te acalme, botão de ouro. Não me vou envergonhar ao Dr. Bombom frente a ti e arruinar


suas possibilidades de entrar nas altas esferas da sociedade. Dava-lhe uma pequena piscada Crest, só para atarraxo com ele. Começou a levantar-se e logo disse algo ao Kate. Ela me Miro, quase com pesar, ou talvez eu era lendo muito nisso. levantaram-se. Uma vez mais, não apartava a cadeira para ela. Sério? Saíram. E justo quando estávamos começando a nos levar bem. Onde diabos estavam pensando ir? Provavelmente vai tratar de impressioná-la com a ópera ou algo assim. Eu voltei a olhar ao Myong. Ela sorriu. Muito obediente. Kate saía com o Crest. Possivelmente passaria a noite com ele. E eu ia estar sozinho em casa. Deixe que Myong se fora e trate de salvar o que ficava de minha noite.

Sopa Quando atravessei a porta do Kate, o primeiro que cheirei foi o sangue e o veneno. Depois a fumaça e algo mais, salgado, amargo. Como um aquário, Que diabos tinha passado aqui? A pequena menina estava histérica, chorando que Kate se estava morrendo. Quase tinha razão. Esperava que fora mau, mas a vista dela me deteve em frio. Kate estava sobre seu estômago no banheiro, sua pálida pele em claro contraste com o escuro sangue que parecia estar em todos lados. Suas costas estava ferida por algo com imensa força. Nesse momento me dava conta que poderia perdê-la. Havia visto humanos morrer por menos. A Fortaleza estava fora de questão. Por isso lhe tinha ordenado ao Doolittle que fora ao escritório do sudeste antes de dever resgatar a esta idiota. A levante do piso e corri. Sua pele estava ardendo, e corri tão rápido como pude. Seu batimento do coração se estava desvanecendo e eu tinha esta estúpida idéia de que se a soltava ela morreria. Tinha que chegar com o Doolittle. Irrompi no escritório com o Kate em meus braços, gritando pelo Doolittle. Não foi necessário, estava-me esperando. Baixe-a gentilmente em um móvel de descanso e o olhe fixamente. * “Pode salvá-la?” Viu sua condição com um olhar. * “Meu senhor, ferida-las são extensas e sua espécie é …” Interrompi-o. * “Tenta-o” foi com ela depressa e tudo o que eu podia fazer era ficar aí e vê-la ir-se. Dirigi-me ao estudo, saque uma maltratada cópia do White's Onze and Future King da prateleira e ordene que me trouxessem uma cerveja. Dez páginas depois soube que era inútil. Fechei meus olhos e me reclinei para trás a esperar a chamada. depois de um momento o telefone soou e Doolittle me informou que ela parecia estar estabilizando-se. Tinha eliminado o veneno de seu sistema, e a febre estava baixando. Alguém alguma vez disse que é melhor ser suertudo que bom. Ele ou ela devem ter tido ao Kate em sua mente. Com a onda mágica tão forte, os consideráveis poderes de medi-mago do bom doutor tinham aumentado o suficiente para sanar os cortes nas costas e neutralizar o veneno percorrendo seu corpo. Não sei porque, mas quando ele me disse que ela, contra toda probabilidade, viveria, deixe escapar minha respiração, a qual não sabia que estava contendo. Já deveria saber que ela era muito teimosa ou estúpida para morrer. A verdadeira pergunta era porque estava tão preocupado. Porque me importava tanto se esta idiota menina vivia ou morria? Ela não era parte da manada, não era precisamente humana, mas não era um de nós tampouco. Sempre que ela se metia em minha vida balançando ao redor esse palito de dentes dela, sabia que haveria problemas, do tipo no que usualmente um de nós termina


gravemente ferido. Ela era arrogante, impulsiva, e não reconhecia minha autoridade nem respeitava minha posição. Ela me desafiava frente a meu povo. Se alguém mais se atrevesse… Mas era graciosa às vezes, e nunca aborrecida. Deus, valeria isto pena para ver seu rosto quando se desse conta que tinha salvado seu traseiro outra vez. Para falar a verdade era um lindo traseiro, agora que o penso. É mais, minhas lembranças do traseiro e sua proprietária parecem realmente claros em minha mente. Levantei-me. Aí descansavam os dragões. O que precisava era uma ducha e uma sesta. Estaria condenado se me via cansado ou desalinhado. Quando finalmente despertasse, sentindo-se como se tivesse percorrido a metade de uma milha de mau caminho, queria entrar me vendo fresco e limpo como se não tivesse nenhuma preocupação no mundo. *** *** *** Não tinha que me haver preocupado. Quase passado um dia antes de que Doolittle me chamasse para me dizer que seu paciente parecia estar despertando. * "Como se sentirá?" * "Adolorida como o inferno e provavelmente…" * "Faminta" Adivinhei. * "Se, isso acreditar. A cura acelerada queima as reservas de energia do corpo. Acredito que estará esfomeada" Eu sorri * "Doutor, crie que desfrutaria de uma agradável sopa quente de frango?" Houve uma pequena pausa antes que o doutor respondesse. * "Meu senhor acredito que lhe gostaria muitíssimo" OH se, ela se sentaria e se comeria a sopa que lhe levaria como uma boa menina. O melhor seria vê-la comendo-lhe sem idéia, como sempre, das conseqüências de suas ações. Quando entre na habitação, com uma das cozinheiras detrás de mim carregando a sopa em uma bandeja, escute um pouco da conversação. * "Como chegue aqui?" * "Sua majestade te trouxe" * "Esta vez não acabo chamuscado ou partido em dois?" Sua preocupação era comovedora. * "Nenhuma das duas coisas” respondi. Seus olhos se aumentaram. Posso caminhar silenciosamente se quiser, sou um gato depois de tudo. Indique-lhe à cozinheira que baixasse a sopa. Doolittle fez uma reverência e ambos, ele e a cozinheira deixaram o quarto. Tome um momento para observar ao Kate. Não a tinha visto desde que havia a trazido. Sua aparência tinha melhorado, mas não muito. Seu rosto estava pálido. Com círculos escuros sob seus olhos, e com a pele tirante sobre seu rosto. via-se como um fantasma dela mesma. Quase frágil. Não estava acostumado a vê-la assim. Assustava-me um pouco. * "Estas feita uma mierda." A honestidade é importante em qualquer relação. Ela limpo sua garganta. * "Obrigado, faço o que posso" Frágil e débil, mas ainda Kate. Tome um bol de sopa e pensei no que significaria neste lugar se o oferecesse e ela aceitasse. Pode que ela não soubesse o que significava, mas eu sim. Isto era. que não se arrisca…


Aproximei o bol para ela para que pudesse cheirá-lo. antes de que pudesse lhe advertir, ela tomo com ambas as mãos, e se queimou. * "Idiota" Pus a sopa em frente dela com uma colher. * "Obrigado" Agradeceu-me. Isto estava indo bem. Quase esperava que me tivesse atirado a sopa. Kate agarrou a colher e começou a comer. Isso, come. * "Tem os mapas? Estavam em…" * "No penteadeira. te cale e come sua sopa." Aproxime a cadeira do Doolittle e a observei enquanto comia. Isto era agradável, estávamos juntos e não estávamos tratando de nos matar o um ao outro. Talvez se a pudesse manter calada…Talvez se me mantinha alimentando-a. * "De modo que esse é o segredo." Ela se via ligeiramente shockeada. Nenhuma resposta engenhosa. Talvez a assustei. Não, não a chuta culos. * "Está Bem? Pô-te um pouco pálida" * "O segredo para que?" * "O segredo para te calar” Sorri. "Tudo o que tenho que fazer é te golpear até que esteja meio morta, depois te dou sopa de frango e bendito silêncio." Ela fez uma careta e voltou para a sopa. * "A que acreditava que me referia?" * "Não sei. Os caminhos do Senhor das Bestas são inescrutáveis para uma humilde negocia como eu." * "Você não é humilde." Listilla era mais sua onda. Seu bol estava vazio, assim que lhe aconteça o outro. Esta vez nossos dedos se roçaram. Fiquei quieto e a olhe aos olhos. Nossos rostos estavam muito perto. Seus lábios se separaram ligeiramente. Incline-me para ela e… ela agarrou o bol afastando-se e o feitiço se rompeu. Pequeno camundongo gracioso. * "por que me salvou?" * "Agarrei o telefone e uma cria gritou histéricamente que estava morrendo e que estava sozinha e que os não-mortos se aproximavam. Pensei que seria uma forma interessante de acabar a tarde.” Isso e que malditamente odeio aos não-mortos. via-se intrigada. * "Como sábia Julie aonde tinha que chamar?" * "Suponho que apertou o botão de rellamada. Garota lista. vais contar me no que anda colocada” Não estava perguntando. Minha gente tinha chegado a sua casa e farejado cada polegada. Tinham sido três os intrusos, nenhum humano. Nenhum corpo, mas havia evidência de um fogo e marcas de amolgaduras na parede. o melhor que puderam adivinhar foi que, ela Mato algo na cozinha, prendeu fogo ao segundo atacante, e golpeio ao último contra a parede. Derek tinha levado a Julie à guarida. Estava trabalhando com ela, mas ela era uma menina da rua. Não confiava em ninguém e até o momento não tinha falado. Olhos escuros me olharam do pálido rosto do Kate. * "Não." Talvez me havia mal-entendido. Tinha passado por muito. * "Não?" lhe dê uma oportunidade. * "Não" Jodido maldito Deus, não está mierda outra vez. Cruzei meus braços e lhe dava um olhar desgostado. Ela me devolveu isso. Isto era muito. Incline-me para trás.


* "Sabe o que eu gosto de ti? Que não tem o menor sentido comum. Sinta-se em minha casa, logo que pode sustentar a colher e me diz que ‘não’. Se pudesse lhe atiraria do bigode à própria morte." Ela não sabia, mas neste momento ela estava perto. Malditamente perto. "Perguntar-lhe isso outra vez, O que estava fazendo?" * "Já vejo. Recupero os mapas que a Manada se deixou roubar diante de seus narizes e em troca me traz aqui contra minha vontade, interroga-me e me ameaça com dor física. Estou segura de que à Ordem adorará descobrir que a Manada seqüestrou a um de seus representantes”. * "Mmm E quem os vai contar?" Se, a manada lamenta não ter podido salvar a representante da ordem, suas feridas eram extensas. Seria tão fácil. Traquéia e laringe esmagada? Como se alguém a tivesse estrangulado? Não o diga. Ela me Miro tratando de calcular minhas intenções. Faria-o? me prove. * "Então suponho que terei que te chutar o culo para escapar daqui" Hahaha. Talvez se tivesse um derrame e uma veia me explorasse no cérebro. Ela me deu seu sorriso louco. Mostrei-lhe as pontas de meus dentes. * "Em seus sonhos." * "Nunca tivemos uma revanche. Pode que ganhe" Se e nesse dia nos reuniremos com La Nação e poremos um show no velho celeiro. Ela sorriu * "O banho?" Indique-lhe onde estava e ela cuidadosamente se levantou da cama, como se não estivesse segura de que pudesse parar-se por sua conta. Quase senti machuca por ela. Depois vi o resto dela e não pude evitar sorrir. * "O que é tão gracioso?" perguntou. * "Suas calcinhas têm um laço" Ela Miro para baixo. Levava posta uma pequena camiseta com suspensórios e braguitas azuis com um laço de seda. Seu rosto ficou branco e depois vermelho. Hahaha. * "O que têm de mau os laços?" * "Nada, mas esperava arame de puas ou algo com cadeias" Levantou seu nariz ao ar. * "Tenho a suficiente confiança para usar braguitas com laços. Além disso, são muito cômodas e suaves" Não o diga. * "Não me cabe nenhuma dúvida" Seus olhos se aumentaram. Ela vacilou. * "Suponho que não me dará um pouco de privacidade?" E perder o desfile de braguitas? * "Nem pensar" Fez um valente esforço para sair da cama mas suas pernas a traíram. Apenas a apanhei antes de que golpeasse o chão. Sustentei-a firmemente por um momento, desfrutando da cercania. Cheirava ao Kate. Podia-me acostumar a seu aroma. * "Necessita ajuda chuta culos? * "Estou bem, obrigado." esticou-se, sustentei-a por um momento mais e a soltei. Ela cuidadosamente caminho para a porta mais próxima. * "Esse é o armário" Indique-lhe. via-se como se fora a chorar e se cambaleou para o banho.


Jogos da Meia Noite Quase a metade de uma dúzia de minha melhor gente se revelou, entre eles meu chefe de segurança, nossa cabeça de medicina, um jovem lobo, e a vergôntea do Clã Bouda. Eles romperam minha primeira lei. Eles escolheram participar dos Jogos da Meia-noite e tinham desobedecido uma ordem direta de aparecer ante mim e me explicar suas ações. Nunca questionei a lealdade do Jim; ele era o Alfa do Clã Felino e para todos os intentos e meus propósitos Segundo. Doolittle desprezava as políticas da manada e me tinha salvado mais seguido do que eu gostaria de pensar. Derek se tinha convertido em um membro da manada depois que seu pai se tornou Lupo e massacrasse a sua mãe e a suas irmãs. Quando isto passava, e passava mais seguido do que os humanos acreditavam, a ação habitual, o que se devia fazer era matar aos sobreviventes masculinos, especialmente adolescentes já que se acreditava que tinham uma predisposição genética para voltar-se Lupo. Jim tinha estado a favor de eliminar ao Derek. Eu o desautorize, coisa que estranha vez faço. O menino tinha passado por muito e eu decidi que merecia uma oportunidade. Tinha cometido um engano? Que Raphael estivesse envolto não me surpreendia para nada. Se o pequeno pavão de B pensava que não arruinaria sua linda cara, era tão parvo como essas garotas que o seguiam ao redor como cães em zelo. O que poderia causar que um gato, um lobo, uma hiena, e um medi-mago texugo de média idade se arriscassem a minha ira? Não podia deduzir o que? ou o por que? mas tinha uma maldita boa idéia de quem. Kate Daniels, destruidora profissional. Kate trabalhava para a ordem, humanos que desprezavam meu tipo. Se, ela era empregada pela Ordem e para Trabalhos para o Grêmio, mas poderia jurar que sua missão na vida era fazer a minha miserável. Ela me desafiava publicamente, desafiava-me em privado, e deus me ajude, passeava-se dentro de minha cabeça como um touro em uma loja de baixela. logo que senti que algo ia mau, chamei-a. Ela em sua usual encantada e diplomática maneira negou qualquer e todo conhecimento assim como também educadamente declinou me ajudar de qualquer maneira. É obvio ela estava metida neste assunto até a altura desse lindo traseiro dele. Quando comecei a pôr as peças juntas, ela me chamou para me dizer que ela e Jim estavam escapando juntos e inclusive me ofereceu um jantar erótico se podia encontrá-los em três dias. Kate provocava curto circuitos em meu cérebro. Em minha cabeça sempre tínhamos estes coerentes intercâmbios, mas uma vez que nos encontrávamos, o que saía era, "Kate, faz o que te digo ou lhe Mato." Sua resposta sem falta era, "Jódete!" e daí íamos colina abaixo. Uma vez que sacudi a idéia do Kate nua de minha cabeça, O grande quadro não tinha sentido. Jim e Kate tinham trabalhado juntos em estranhos trabalhos para o grêmio mas nunca houve uma pista de nada mais que amizade construída por mútuo respeito. Sábia de fato que ao Jim gostava da tigresa vegetariana médio cega. Quem infernos escutou alguma vez uma coisa assim? Ela dava aos grandes gatos um mau nome e continuava tratando de matar-se ao dirigir muito rápido. Jim tinha uma alta opinião das habilidades do Kate, coisa que era estranha. Kate era hábil com sua espada, quase tão boa como ela acreditava que era. Ainda tratava de decifrá-lo: inclusive se eles tinham escapado juntos, Como figuravam os Jogos nisto? Sabia que Kate brigaria pela diversão disso, ou pelo dinheiro. Necessitavam dinheiro para sua nova vida juntos? Como se envolveram os outros? Derek trabalhava para o Jim, adorava ao Kate. Se eles o usaram… Isso não o podia perdoar. Também sabia que a companheira do Raphael era a melhor amiga do Kate. O faria algo por ela


ou só para me incomodar. Talvez ele pensava que seu mami interviria por seu bem se era apanhado. Quase esperava que B interferisse e ficasse apanhada em tudo isto. depois de todo ela foi um espinho em minha garra desde que posso recordar. sentiria-se agradável removê-la. Já que Mahón não estava misturado em toda esta tolice, daria-lhe essa honra. Sei que o desfrutaria e a lealdade não deveria ficar sem recompensa. É obvio nada disto explicava a participação do Doolittle. Tinham-no forçado a ajudar? Possivelmente, mas ele era um duro bastardo e a gente não contrariava a um texugo sem uma boa razão. Tinha que saber, assim rastreie ao Kate a uma das casas seguras do Jim. Estava sozinha mas ainda podia cheirar aos outros, tinham estado aqui recentemente. Derek estava ferido, podia-o sentir. Isso me levou a bordo e salte para o Kate sem olhar. Direto a uma Jaula para o Lupos. Quando terminar de Rugir, Kate me explicou tudo. Agora sábia do Diamante do Lobo e os Rakshasas. Entendi porque Kate se sentiu obrigada a fazer estas coisas, tinha sentido; ela estava tratando de ajudar a seus amigos e à manada. O que não podia justificar ou entender era como ela as fez. Algumas pessoas fazem as coisas de forma indireta. Kate voava as coisas e depois tratava de pegar as peças com saliva. Se solo tivesse ido a meu de um princípio, mas agora poderia ser muito tarde. Enquanto me sentava o fundo da jaula para o Lupos, esperando que a pele de minha Palmas sanasse o suficiente para voltar a tentá-lo com a barras de prata, diminuí a velocidade de minha respiração e revisei minhas opções. Nenhuma era boa. Podia esperar a que me deixassem sair desta jaula ou que alguém mais me encontrasse. Não, Isso era inaceitável. Sou o Senhor de Las Bestas, não seria encerrado e liberado como um cachorrinho. Podia-me liberar disto, mas me doeria, e muito, e nessa cólera mataria não somente ao Kate e a seus seguidores mas sim a qualquer que tratasse de me deter. Tão zangado como estava, tinha que admitir que não queria fazer isso. Neste momento já deveriam estar na Areia. A ponto de massacrar a tudo o Guarda Vermelho, não poderia ir aí detê-los antes de que toda a audiência de malditos doentes visse membros da Manada participar dos Jogos. depois disso muita gente saberia e não poderia deixá-lo passar. Se sobreviviam teria que matá-los. Eu mesmo em frente do resto da Manada. Kate tinha terminado de falar e se foi. Forcei-me a me relaxar e tratar de encontrar a saída deste desastre. Assumi que estava sozinho com meus pensamentos quando escutar a algo mover-se abaixo no corredor. O aroma era familiar mas não o podia se localizar, definitivamente não era Kate mas… Julie. Seu gatinho. Tudo o que tinha que fazer era convencer a de que me liberasse. Fechei meus olhos e a escute deslizando-se através da casa. Perto, quase o suficientemente perto. Aqui, gatinho, gatinho, gatinho. *** *** *** Fechei meus olhos e me concentrei nos passos aproximando-se de minha jaula. Julie mostrava potencial, movia-se bem para ser uma menina humana, tranqüila e cuidadosa apesar dos vagos e desconhecidos arredores. Kate teria irrompido na escuridão apunhalando as sombras. Brevemente me perguntei onde ou de quem Julie tinha aprendido a escapulir-se. Não teria sobrevivido nas ruas sendo lenta ou estúpida. Derek parecia afeiçoado com ela e era óbvio que ela estava apaixonada por moço. Para ela, ele era maior e de aparência agradável. Um Derek prejudicado, recostado em algum lugar agora com seu de aparência agradável e jovem rosto arruinado. Olharia-o ela da mesma forma? Uma nova onda de ira e dor me invadiu, e tive que conter as vontades de rugir de frustração. Não, te controle. Já haverá tempo para a pelagem e a fúria, para rasgar a carne e o sabor do sangue na língua. Não agora. Tome uma respiração profunda. te controle. Não assuste ao


gatinho. Convence a de que te deixe ir. te aproxime, Julie, isso. Já quase estas aí. Quando estava o suficientemente perto que podia escutar sua respiração, chame-a em minha melhor voz de calma. * "OK, Kate, suas vontades, não pude me liberar, deixe ir, e te darei esses cem dólares que te devo." Aos meninos gostava do dinheiro verdade? Ela entro em quarto e se sentou no piso. Uma pequena cosita, pele e ossos, cara magra, cabelo pálido. * "Bom intento. Seu sabe que não sou ela, e deveria saber que ela se foi a um lugar onde não pode alcançá-la" Garota lista. * "Olhe menina, não quero apanhar a ninguém. Solo me deixe sair daqui por favor" * "Julie. Meu nome é Julie. Porquê?" * "por que, que Julie?" * "por que deveria te deixar sair?" * "Porque, lhe pedi isso amavelmente, e seria melhor para ti e você…" Psicótica guardião, terrível modelo a seguir, Má influência "… Kate, se me liberar" * "por que faz isso?" OK, seguiria-lhe o jogo mas minha paciência se estava acabando. * "Fazer o que, exatamente?" * "Intimidar às pessoas. ameaçá-los nessa acalmada e aterradora voz. Todos estão assustados de ti" Ridículo. * "Não muito ameno às pessoas. Sou agradável. Não grito ou insulto." Segue e verá quão aterrador posso ser. * "Isso é mierda, todos estão assustados de ti. Jim, Derek, inclusive embora ele te admira. Kate também e ela não está assustada de nada” Isso era interessante. * “Primeiro, vigia seu vocabulário, menina. Segundo, que te faz pensar que Kate está assustada de mim” * “Jódete, não sou uma menina e você não é meu chefe. Ela disse que irrompeu em sua casa e lhe roubou coisas.” Cruze-me de braços. Quão último queria fazer era lhe explicar os rituais de emparelhamento a uma menina humana. * “Sou o Senhor das Bestas, não um ladrão.” * “Seu tomou seu bolo. por que faria isso? Acaso não tem, o que seja, serventes, que cozinham para ti? Kate não tem muito dinheiro, por que lhe rouba sua comida?” * “Isso é um assunto de adultos; não explicarei a uma menina” * “Foi algo muito feio de fazer” Traguei-me um grunhido. * “Pequena menina, não lhe advertirei isso outra vez, não me fale assim outra vez…” * “Ou o que?” Tinha-me aí. Tão zangado como estava, havia linhas que não cruzaria. Não machucaria a um menino. Nunca. Tive que tomar uma profunda respiração e me acalmar. Persuade-a. Se razoável. Podia ser razoável. * “Olhe, Julie, estou tratando de ser um bom tipo. Pedi-te amavelmente que me libere. Poderia-me escapar daqui, mas você não gostaria disso, prometo-lhe isso. Séria aterrador e buliçoso, e


ninguém quer esse tipo de coisas. Esta é a última vez que lhe vou pedir isso Por favor me libere antes de que me zangue e faça algo que ambos lamentaremos.” * “Está-o fazendo agora mesmo. Não sou estúpida. Sei que está zangado e sei que se te deixo sair me machucará e me fará te dizer onde está Kate” * “Não. Não machuco a pequenos gatinhos humanos. Nunca o tenho feito e nunca o farei. Dou-te minha palavra.” Olhou-me, pensando-o. Inclinei-me para diante. * “Eu sei onde está Kate e porque, mas não sei porque me deixo nesta jaula. Não a machucaria e ela sabe” Irrompi em sua casa, tinha-a beijado, tinha-lhe mimado mais coisas da que a qualquer de minha gente. Qualquer mulher corda saberia onde estávamos. Nunca machucaria ao Kate. Podia rugir e ameaçar, e inclusive me equilibrar quando a ocasião o necessitava, mas ela sabia malditamente bem que nenhuma violência o seguiria. Mas de novo, estávamos falando do Kate. Nada era habitual com o Kate. Isso era o porquê estava sentado em uma jaula para o Lupos, tratando de assegurar a uma menina assustada que não a rasgaria em pedaços. Julie aproximou seus joelhos a seu peito. via-se como se nunca tivesse comido. Um vento forte poderia derrubá-la. * “Kate pensa que tem que salvá-los a todos, duh” * “A quem está salvando ao me manter aqui, Julie?” * “A seus amigos e a ti por ter que machucá-los. Ela sabe que se sentirá mal se o fizer” * “O que quer dizer com isso?” Ela fez uma pausa e continuou lentamente. * “Ela sabe que está zangado e que fará sua coisa do Rei Leão, castigando-os por… ” Ela parou considerando suas palavras. “te desobedecer. E o lamentará quando te acalmar porque será muito tarde. Morto é morto.” * “por que ela pensaria que o lamentaria?” Estava realmente curioso. Além disso que infernos era minha Coisa do Rei Leão? * “Porque gosta e acredita que é um bom tipo” * “Ela disse isso?” Um bom tipo, huh. * “Não, mas o posso dizer. A forma em que se vê, quando fala contigo” Estava ficando cada vez mais interessante. * “vê-se como?” * “vê-se da forma em que minha mamãe se via quando falava de meu papai. E eles estão mortos agora” * “Sei. Sinto muito” * “Todos dizem isso sempre, mas não significa nada. É como dizer olá ou algo assim” * “Significa algo” Lhe disse. “Meus pais estão mortos também, e tinha mais ou menos sua idade quando os perdi.” Julie se via como se estivesse a ponto de chorar e agitou seus braços. * “O que seja. Olhe, não sou estúpida. Eu se costure! Coisas de adultos” * “Como o que?” * “Como sexo. Se sobre o sexo.” Só a olhei. Não ia abrir essa lata de vermes. * “O ponto é, gosta. Gosta, gosta. ia matar ao Derek por ti se se voltava lupo, para que não tivesse que fazê-lo você” Agora começava a ter sentido. Assim disso se tratava tudo isto, Derek era responsabilidade do


Jim e ambos, Jim e Derek, a jodieron muito bem. Agora Kate estava apanhada neste desastre. Em sua mente ela era responsável pelo moço assim como estávamos. Derek lhe tinha pedido ajuda e ela foi incapaz de recusar-se. Infelizmente todo se foi ao inferno como as coisas tendem a ir em nosso mundo e o moço se feriu gravemente. Agora ela se culpava a si mesmo e quão único podia fazer era ir com tudo e esperar o melhor. responsabilizou-se de tudo, como um alfa faria. Tinha que lhe dar crédito por tratar de levar as coisas até o final, mas deveria ter sido eu. Era meu trabalho saber que acontecia, para salvar, proteger e matar quando não havia outro caminho, e eu deixe cair a bola. Não podia desfazer o dano mas podia intervir e me fazer carrego. Podia me assegurar enquanto ficasse uma pausa em meu corpo, que ninguém mais de minha gente seria machucada. Soubesse ela ou não, Kate era meu agora e eu a salvaria ou morreria tentando-o. Isso era o que eu fazia, sou o Senhor das Bestas. Parei-me e chave meu olhar na menina. * "Julie, se me libera, juro-te que não te machucarei nem a ti, nem ao Kate, nem a ninguém de minha gente.” * "Ajudará-os, nos Jogos?" * "Se, o farei" * "Inclusive ao Derek?” * “O que?”Que poderia fazer eu por ele que Doolittle não pudesse? * “Ele está com eles, brigando contra as criaturas que o machucaram. Ele é muito valente” Maldito idiota. * “Se, mas um parvo também” Me pergunto se ela saberá toda a história? Julie fez uma careta. * “Se, sei. É a respeito da moça, encarregarei-me dela depois, mas necessito que me prometa isso sobre outros” * “Julie, dou-te minha palavra, farei tudo em meu poder para ajudar a nossos amigos e castigar a nossos inimigos” Ela soltou o ar que tinha estado contendo e finalmente sorriu. * “OK, Trato feito”

Banheira do Hidromasaje Doía-me as costas como o inferno. Tinha-me liberado da jaula em que Kate me colocou, e a segui aos Jogos. Como de costume, fazia uma completa confusão, e eu era o que tinha limpá-lo. Tive que admitir que fiquei impressionado. De algum jeito convenceu a alguns de meus melhores homens para romper minha primeira lei. Inclusive Doolittle tinha cansado na armadilha. Assim era matar a todos os envoltos, ou unir-se a eles no poço e tratar de mantê-los vivos. Em realidade, não tinha outra opção absolutamente. Sabendo tudo isto, fechei os buracos lentamente em mim, mas não me fez sentir nada melhor de novo. Nossa primeira briga tinha sido fácil: uma lamia, um espadachim, e um homem bisão. Dalí tinha amaldiçoado, Kate golpeio com a cabeça a seu oponente, deixando inconsciente; o bisão, grande e mudo, tinha tropeçado com meu pé, rompendo o pescoço. A segunda briga não tinha ido tão bem. Dalí se tinha superado a ela mesma. A garota tigre tinha acabado com um antigo vampiro. Estou seguro que mais tarde, em privado, Jim expressaria sua admiração. Rasgue um troll, logo tive que salvar ao Kate de um golem que tinha estado tomando seu tempo ela. Era um golem de prata. Ela estava sangrando de uma ferida no flanco e parecia que necessitava um pouco de ajuda.


Quando o agarrei por detrás, encho-me de pregos de prata, como se eu fora um acerico cinza grande. Enquanto eu o abracei, lhe pegou no olho com sua espada. Foi um muito bom impulso. Ela não me tinha dado as obrigado com exatidão, mas tinha talhado a prata fora de mim. Doeu-me como o inferno e tomou um comprido tempo. Kate estava zangada, porque salte sobre o golem, e que tinha sob controle, e ganhando os buracos em minhas costas. Quando terminou, ela saiu correndo sem dizer muito mais. Esperei até que soube que estava fora do alcance do ouvido e logo alterne entre grunhidos e maldições por cinco minutos. Provavelmente me tinha prejudicado pior, mas eu não podia recordar quando. Agora que me sentia melhor, já era hora de encontrá-la e ter um pequeno bate-papo. Havia coisas que precisávamos discutir. Coisas importantes. Comecei a procurá-la na sala da equipe. Jim e Dalí se foram, seus beliches estavam vazios. Ouvi as vozes apagadas do Andrea e Rafael na outra habitação. Derek jazia de costas em sua cama, com o rosto oculto por uma velha edição de bolso que representa a um homem com algumas graves tatuagens. Doolittle se sentou em uma cadeira, lendo Cassino Royal. Ambos me olharam. Derek começou a levantar-se. * "Não te incomode. Que demônios está lendo?" * "Big Jake a serpente e a víbora Commando Squad" Que demônios... * "Tratei de fazer que leoa algo decente," disse Doolittle, "mas ele tem este lixo em seu lugar" * "Você está lendo uma novela sobre um esnobe britânica decadente" disse Derek, claramente tratando de obter uma reação do Doolittle. Olhei-o por um momento. Precisava manter seu tom abaixo de um entalhe. Agachou a cabeça. * "Peço desculpas." * "É um clássico" disse Doolittle. Deixei-os nisso e saí ao corredor, classificando a desordem de aromas. Suor, sangue, mais suor... Kate. O aroma era doce. Aspirei o mais profundo, para estar seguro de que tinha um bom agarre nele. É hora de ir de caça. O aroma flutuava no corredor. Segui-o e isso me levou através das portas do ginásio, o aroma era mais forte, continuando, voltou-se confuso. Ela deve ter estirado faz algum tempo aqui, mas após alguns imbecis tinham caminhado sobre ela, deixando seus próprios rastros no ar. Agachei-me durante um segundo comprido. Ahh. Ali estava. O atalho, ia pelo ginásio, saía pelo corredor, a uma porta com um homem com o traje do Guarda Vermelho nela. Havia uma pequena janela na porta. Olhei através dela. Uma banheira de hidromasaje. E o cabelo comprido e escuro. Encontrei-te. Ela ainda poderia estar jogando fumaça sobre me fazer danifico, por isso encontre um par de cervejas e entre na sala de recreação. * "Uma oferenda de paz." Umm, uma deliciosa cerveja, que já sabe que quer. Kate se aproximou e tomou a cerveja de minha mão. até agora, tudo bem. Tive que a cortesia de lhe advertir antes de que me tirasse minha toalha e entrasse na banheira de hidromasaje. Eu não queria que ela se deprimisse e se afogasse. É obvio, se ela se afogava, estaria obrigado a tirá-la e reanimá-la. O fato de que ela parecia não levar Top entro em minha mente. Eu devia olhar sozinho um pouco. Era um cavalheiro não um santo. * "vou tirar me a toalha e me colocar dentro" disse-lhe "Advirto-lhe isso" * "Já te vi nu antes" * "Não queria que saísse correndo e chiando"


* "Você te faça ilusões" Tomei a toalha e entrei. Permaneceu consciente e em posição vertical. Machuca. Estava preparado para o resgate. * "Como está suas costas?" perguntou ela. * "Bem" menti "Obrigado" * "De nada * "Dói-te o flanco?" Sabia que devia doer, ao igual a ela sabia que a prata me tinha queimado como o fogo no peito e as costas. * "Não" Ela não admitiria mais debilidade que eu. * "vais despedir do Jim?" perguntou de repente depois de dar um grande gole a sua cerveja. Dava-lhe à questão um pouco de pensamento. por que lhe importava que ela? Esperava que eu lutasse contra ela? * "Não" lhe respondi finalmente. Ela estava escutando. Eu gostei de estar sentado perto dela como agora, sem brigas. Por uma vez que ela não me estava chutando ou agitando sua espada em minha cara. E se seguia falando, ela ficaria igual, relaxada na banheira de hidromasaje. Em topless sob a água. "Admito que se eu tivesse estado emprestando atenção, teria talhado o assunto de raiz. Nunca deveria ter chegado a este ponto" * "Como é isso?" * "Jim se fez cargo da segurança oito meses antes de que aparecesse o Perseguidor de Rede Point. O upir foi seu primeira grande prova de fogo e a cago. Todos o fizemos. Depois entro em cena Bran, que roubou os mapas da Manada três vezes, entrava e saía da Fortaleza como queria. Atacou-te enquanto te achava sob nossa custódia e se burlou da equipe que tinha recuperado os mapas, incluído Jim. Jim o considera fracasso um pessoal" O pior do Bran foi que Kate se parecia com ele. Lhe tinha dado uma piscada, um sorriso, e seu mierda de encanto moderno. Era fácil ser assim quando não tem mil e quinhentos cambiaformas a seu cuidado e seu dia não está programado até o último minuto. Não é suficiente estar sempre preparado para respaldar sua autoridade com violência, tinha que considerar que tipo de violência, quando a violência era muita violência, quando usá-la e quando exercitar a paciência. Apesar de que às vezes eu era visto como um tirano, nunca quis ser um, e me assegurar de que eu não converter-se em um ocupava a maior parte de meu tempo. Bran era como um menino. O homem tinha experiente três vistas de atuar como um mimada adolescente, com bastante roupa de cama, mulheres, meter-se em brigas, e sair-se com a sua, livre de conseqüências. Se ele jodido, podia fugir de volta a sua deusa e seu campo diversão, ou qualquer que seja o inferno que tinha ali, na névoa. Tudo o que fazia tinha conseqüências, e fugir não era uma opção. Se Kate queria a alguém como ele, nunca funcionaria entre nós. Embora queria ser esse homem, e não eram estranhos os momentos em que o queria, nunca pude. Eu não era assim Olhei-a. Ela se encolheu de ombros na água, levantando seus ombros por cima do nível da água. Definitivamente não levava Top. * "O tipo se teletransportaba. Como demônios se supõe que pode te proteger contra alguém que entra e sai de nosso plano de existência?" Afundei-me um pouco mais na água quente, a tensão se foi aliviando de meus ombros. * "Se tivesse sabido o mal que tomou Jim, o teria falado com ele Recorda quando tentou te utilizar como anzol?" Ela franziu o cenho. * "Lembrança que queria lhe dar um murro na boca" * "Essa foi o primeiro sinal de problemas. Suas prioridades tinham passado a ser algo assim


como ‘ganhar em qualquer aprecio’ Em seu momento, pensei que atuava de forma estranha no momento, mas estavam ocorrendo muitas coisas e o deixei passar. converteu-se em um paranóico. Todos os chefes de segurança têm tendências paranoides, mas Jim o levou até extremos insuspeitados. Começou a obcecar-se com a prevenção de futuras ameaças e quando Derek a jodió e lhe desfiguraram a cara, Jim chegou a seu limite. Não podia admitir a possibilidade de ser o responsável pela morte do Derek e de que eu tivesse que matar ao menino. Tinha que arrumá-lo como fora. Basicamente, havia um problema e não o adverti a tempo. E ele, estava claro, não me ia contar isso" Tivesse-o sabido do Jim faz muito tempo, mas ele era muito orgulhoso para admitir que tinha medo, mas se o menino se tornou lupo, o teria quebrado. Um de nós, provavelmente eu, teria tido que sacrificá-lo. Pergunto-me, se isso tivesse acontecido, Kate me teria entendido ou tivesse sido capaz de me perdoar. "Não posso lutar com todo mundo de uma vez, e Jim é o único que nunca me encheu o saco. Suponho que já lhe tocava. Assim para responder por completo a sua pergunta, não há motivo para degradá-lo. Possui um talento inato para seu trabalho e o está fazendo razoavelmente bem, tendo em consideração ao que se enfrenta. Se a demissão, terei que substitui-lo com alguém com menos experiência e a cagasse ainda mais. Isto é uma lição. Três meses arrastando rochas gigantes o ajudassem a relaxar-se" O que não disse, já que não era necessário, era que Jim era meu melhor amigo e eu confiava nele como um irmão. Ela escutou enquanto lhe expliquei tudo isto e me dava conta quão bonito era quando nos falávamos. Sentamo-nos em silêncio juntos, desfrutando da companhia do outro. Seu rosto perdeu seu bordo. Entendi o do bordo, necessitava-o. Se a olhava, era como se estivesse lista para lutar, pode ganhar a maioria das batalhas sem lançar um só golpe. Mas agora, com seu cabelo solto e suas facções se relaxadas, via-se formosa. Perguntava-me se ela sabia. Não, provavelmente não. * "Então não queria lombriga ferido?" * "Não queria que te visse obrigado a matar ao Derek" disse ela, com seus olhos ainda fechados. Espera, o que? * "E se se tivesse transformado em lupo?" * "Me teria encarregado dele" Disse-o como um alfa, sem fanfarronices, simplesmente era um fato. * "Como planejava exatamente passar por cima do Jim? Era o alfa de maior fila. O dever era dele" Mais como uma responsabilidade horrível, que era nossa para levar. Realmente o teria feito? Todos sabíamos que ela cuidava muito do Derek, e a teria ferido mau, o ter que matá-lo. Tivesse-me doído o ter que matá-lo. Decidi que ela o teria feito. Talvez lhe importava o suficiente para querer me economizar essa dor. De todas as mulheres com as que estive ao longo dos anos Quantas o teriam feito? * "Apele a minha fila" continuou "Disse-lhe que do momento em que tinha aceito a assistência da Ordem, minha fila ultrapassava o de todos eles" "E te acreditou?" Pouco a pouco me dava conta de que a tinham obedecido. Huh. * "Sim. Também lhe lancei um olhar assassino para criar um pouco de efeito" Ela lhes deu seu olhar alfa. Tratei de não rir. Ela era muito linda. Tivesse-me gostado de ter visto isso. Quando eu estava zangado, meus olhos brilhavam. Eu também podia fazê-lo cada vez que queria, de verdade. E quando ficava olhando a alguém, sentiam-se muito mal e queriam que olhasse a outra pessoa. Seu olhar duro era bom, mas a minha era das grandes liga. Era uma boa ferramenta.


via-se tão cômoda apoiada contra a banheira, eu comecei me mover para ela através da água. * "Por desgraça, não posso fazer que meus olhos brilhem como os teus" disse. * "Como agora?" Perguntei-lhe, minha boca só uns poucos centímetros de seu ouvido, meus braços a cada lado dela. Estava tão perto, cálida e úmida. Seus olhos se abriram e pude ler a surpresa e algo mais. Poderia ser um convite? * "Não me obrigue a te romper a garrafa na cabeça" ela disse, com voz suave. "Não o fará. Não quer me fazer danifico" Procurei em seu rosto. Sim ou não? Vamos, Kate, me dê algo com o que trabalhar. Ela se aproximou de mim e me agarrou. Por último, ela envolveu seus braços ao redor de mim. Deslizei minhas mãos sobre seu corpo, sentindo o músculo forte e suave. Ela não espero a que tomo a dianteira. apertou-se contra mim, forte e flexível. Foi muito emocionante. Ela o queria tanto como eu. Não era uma aceitação passiva, esta era uma participação ativa. Beijei-a. Eu já estava duro e este foi o combustível para o fogo. Deus, eu a queria, talvez mais do que jamais havia queria nada. Mas eu tinha que estar seguro. A gente nunca sabe. Eu não quero que se arrependesse. Eu queria que ela me quisesse. * "Só se você quer… me Diga que não e pararei" * "Não" disse ela em voz baixa. Argh. Exale, tome o controle, dava um passo atrás. Deixa-a ir. Afaste-me lentamente. Olhamo-nos o um ao outro. * "De acordo" disse-lhe. Ela pôs sua mão sobre meu peito. Quando me tocou, seus dedos quentes, algo passou entre nós como uma faísca de estática e meu pulso se disparou. Tomei sua mão brandamente e me leve isso aos lábios. Menino fácil, toma-o com calma. Tirou a mão livre e se aproximou mais. Seus lábios jogavam em minha garganta. Ela me estava voltando louco. Tive que detê-la. * "O que está fazendo?" Grunhi, me perguntando se estava simplesmente tomando o cabelo ou se ela também o queria. * "Atirando dos bigodes da morte" respirava brandamente. Ela me beijou de novo. Tive que deixar que ela tome a iniciativa. Não a pressões, não a assuste. Se íamos seguir com isto, ela teria que dar o seguinte passo. Suas mãos se moveram sobre meu corpo, o peito e os ombros, até meus bíceps. Flexionei um pouco e tratei de recordar como respirar. OH, sim, isto estava totalmente acontecendo. * "Isso é um sim ou não?" Eu perguntei. deslizou-se contra mim e mordiscou ligeiramente meu lábio inferior. OH sim! É um sim. É, definitivamente, um sim. * "Me tomarei como um sim" Agarrei-a e atirei dela sobre mim. Sua pele estava nua. Não levava nada. Beijei-a de novo, minha língua sondava sua boca. Pôs seus braços ao redor de meu pescoço. Seus peitos apertados contra meu peito. Mmmm. Eu escovava o cabelo da nuca com uma mão e beijava a delicada curva de sua garganta, cave seu apertado culo, e dela atire contra meu corpo. Eu estava quase dolorosamente consciente de que ela estava sentada escarranchado sobre minha ereção. Por fim… Desde além da porta, a voz do Derek, exigiu com um grunhido. * "Me deixe entrar" De nenhuma jodida maneira, não agora. Se eles não o enviavam longe poderia matá-lo eu mesmo. Minha mão estava ainda no peito do Kate, brandamente esfregando seu mamilo. Beijei-a de novo. Não faça caso às vozes na porta, Kate.


Alguém disse algo e Derek grunhiu algo a respeito de ser um membro da equipe. Não por muito tempo se entrava aqui. * "Curran" sussurrou Kate "Curran!" Não. Eu estava nu, ela estava nua, ela estava sentada em cima de mim, estávamos fazendo isto. A porta começou a abrir-se. Não, mierda o que faz? Não entra aqui, ou eu malditamente te estrangular. Date a volta, segue caminhando. Não é necessário falar comigo neste momento. Kate me golpeou com algo na parte posterior da cabeça e me mergulhei na água. Cinco malditos minutos. Eles não me deixaram ter cinco malditos minutos para mim mesmo. Contei até dez e saí pelo outro lado da banheira. Kate estava sentada em seu lado, olhando como se nada tivesse passado. Derek estava dizendo algo a respeito de uma mão em uma caixa. Era uma mão morta. por que demônios tinha que me dizer isso neste instante? Ia a algum lugar? Kate fechou os olhos. Ela parecia exasperada. "Lhe entregue a mão ao Guarda Vermelho," disse-lhe. "Não podemos fazer nada até manhã" via-se como se queria dizer algo. Olhe-o. Derek se voltou e se foi dizer uma palavra. Menino inteligente. Olhei-a fixamente do outro lado da banheira de hidromasaje. Onde estavam nós? Ela me devolveu o olhar, de maneira desafiante. A suave e doce Kate se foi. "perdeste sua oportunidade. Não vou voltar a me aproximar de ti, assim já pode apagar seus faróis" disse ela. Bebê, você não tem que vir para mim. Vou a ti. Aproximei-me dela. Ela ficou completamente imóvel. * "Não" Detive-me. Maldita seja. * "Você queria" disse-lhe. Os dois sabíamos. * "Sim, o fiz" admitiu. Veja-se, agora era tão difícil? cruzou-se de braços. Não estava ocorrendo, não esta noite de todos os modos. * "Então Que passou?" Merecia-me uma explicação, pelo menos. * "recordei quem sou eu e quem é você" Vale, bem, que era, o que era. * "E quem sou?" -perguntei, Embora realmente a pergunta era Quem se acreditava que era ela "Me ilumine" * "É o homem ao que gosta de jogar e não gosta de perder. E eu sou quão idiota sempre o esquece" Não, eu sou o idiota sentado aqui com uma furiosa ereção. * "Te gire para que possa sair, por favor." Não. Sentei-me de novo e me relaxe contra a parede da banheira. Ela me havia visto nu, o justo é justo. Se queria sair correndo em uma rabieta, ao menos podia desfrutar da vista. Ela me olhou. Não acontecerá. Kate suspirou e se levantou. Era perfeita. Forte mas feminina. OH, as coisas que poderia ter feito com esse corpo. Ela não tinha nem idéia. Dava-me conta que me queixei e calei. * "Bem" disse. Sim, poderia ter sido. Ainda poderíamos estar bem, se você voltar de novo para água. Ela se envolveu uma toalha ao redor de seu corpo nu. Seria tão fácil simplesmente lhe tirar a toalha e colocá-la de novo na banheira. Podia, mas não o faria. Saiu com sua dignidade intacta e


sua toalha em seu lugar. Necessitava muito mal neste ponto encontrar a alguém e machucá-lo. Fiquei no jacuzzi até que esse impulso e outros morreram lentamente. Não tinham terminado ainda, nem de perto. Ainda podia cheirá-la. Lembrei-me como se sentia, de como sabia. Isto não era um assunto de sexo casual. Esta era um emparelhamento. Eu gostaria de ter ao Kate como minha companheira. Custará o que custasse, não importava o tempo, ela estaria comigo.

A origem do Kate Estava sentado em meu escritório, pensando que minha vida era bastante boa. A magia estava abaixo, e tinha uma taça de café quente e ao Great Big Seja no reprodutor do CD. O último par de semanas tinham sido horríveis. Bom, isso poderia ser um eufemismo. Os membros da manada tinham quebrado minha primeira lei e se uniram ao Kate nos Jogos de meia-noite. Derek tinha sido prejudicado gravemente. Kate quase tinha morrido, e nunca tinha estado tão assustado, não desde que minha família foi assassinada. Havia sentido a mesma sensação de impotência quando eu sustentei seu corpo inerte. Mesmo assim, ganhamos, o menino recuperou sua saúde, embora não seu aspecto, e as coisas se acalmaram. Inclusive me arrumei isso para pôr a esse puto pervertido em seu lugar. Um verdadeiro desperdiçou, em vez de deleitar-se com o poder de sua verdadeira forma, escondia-se como um covarde detrás de formosas máscaras e jogava a jogos de sedução. Saiman era fraco mas muito orgulhoso. Tinha-o picado em seu orgulho. Ele provavelmente tomaria represálias de algum jeito. Joguei com a idéia de lhe dizer ao Jim que se largasse dele. Isso seria fácil. Saiman não tinha amigos ou familiares. Quem lhe sentirá falta de? Além disso, Saiman trabalhava com o conhecimento e secretos, e eu sabia que o jaguar amaria passar algum tempo de qualidade com ele e lhe tirar alguma informação dessa bonita cabeça. Bebi o café de minha taça de metal azul. Quando eu era um menino, depois de que meus pais morreram, eu tinha vivido no bosque por um tempo, e uma vez assalte uma cabana de férias. Eles tinham um conjunto de placas de metal azul e taças. Use a baixela do camping que tinha roubado e seu café instantâneo essa mesma noite, sobre meu escasso fogo, essa foi a primeira taça de café que tinha provado, e sábia a pura glória. George, a filha do Mahón, tinha encontrado a mesma baixela e me tinha dado isso para o Natal. Um aroma familiar e um golpe na porta me disseram que meu chefe de segurança tinha chegado. Pense no diabo... * "Adiante" Jim entrou pela porta, levando um arquivo de couro grosso. Pelo menos de uma polegada de espessura. Grande. Isto tomaria muito tempo. Jim comprovou o corredor e fechou a porta detrás dele. Levava sua cara de ‘temos que falar’, que era muito diferente de sua cara normal ‘Sou um bastardo, não coloque comigo’ Jim acredita que é agradavelmente neutro. Não só era fisicamente imponente; ele tinha a capacidade de irradiar ameaça. Eu acreditava que a maioria do tempo ele nem sequer era consciente disso. Ele faria um terrível trabalho como professor infantil, mas era perfeito em sua posição como Alfa do Clã felino e meu segundo ao mando. Ao resto dos clãs não gostava necessariamente, mas respeitavam seu poder e posição. * "Temos que falar", anunciou sem preâmbulos. E saí de meu estado de ânimo prazenteiro. Preparei-me.


* "Que tão mau é?" É seguro que não seria bom. Pôs uma velha fotografia diante de mim. Era uma jovem, talvez doze ou treze anos, com um olho inchado e um lábio partido, devolveu-me o olhar desafiante. Poderia reconhecer esses olhos em qualquer lugar. * "Kate" lhe disse. Não era uma pergunta. * "Se" Jim se sentou na cadeira. "O mais provável é que esta foto fora tomada na Guatemala, faz mais de uma década. Ela ganhou um torneio de boxe sem luvas. O resto eram meninos, alguns tinham dezesseis anos" * "É que ali era uma grande coisa?" * "Sim. Suponho que é melhor que ver os galos rasgá-los uns aos outros" E os humanos nos chamaram animais. * "por que me estas mostrando isto?" Levantou um dedo. Ao parecer havia mais. Jim abriu o arquivo que tinha na mão, tirou outra foto, e me deixo vê-la. Kate era major agora, a espada na mão direita e uma vendagem em seu ombro esquerdo. * "Rio", anunciou, "dois anos mais tarde. Ela lutou e ganhou o torneio de espada de toda a cidade, patrocinado por uma das grandes bandas. Uma forma de exploração de novos talentos, suponho. A partida só terminava quando um dos combatentes ficava aleijado ou morto. Ela inabilito à maioria de seus oponentes, mas o último tipo, era o dobro de seu tamanho e idade, lhe cortou a garganta em trinta segundos. Chamaram-na a seu 'pequena Assassina' e ainda a recordam" A pequena assassina. Ao Kate adoraria isso. Assim que sua infância tinha sido horrível. Muita gente deseja infâncias perfeitas. por que se sentiam que era tão importante? Tinha que haver mais. * "Pensei que ela foi criada pelo Greg." Greg era um cavalheiro da Ordem, um adivinho, e um aliado. Tinha morrido faz muito tempo. Foi então quando me encontrei com o Kate. Tinha vindo procurando por seu assassino. Jim sacudiu a cabeça. * "Não, isto foi antes disso. Mas segue muito bem as imagens" Assinalou à primeira e depois a segunda imagem. "Note bem. Observa algo?" Tomou uns momentos, mas o encontrei, o mesmo o homem na multidão, olhando ao Kate com o que poderia ser descrito como feroz orgulho ou aprovação em seu rosto. Era grande, diminuindo aos homens a seu redor. Alto, forte, musculoso apesar de estar no último de seus quarenta ou cinqüenta anos. Seu cabelo grisalho pendurava até seus largos ombros. Seus rasgos, uma vez talvez bonito, tornaram-se grossos, engrossada por tecido cicatricial e o tempo. Parecia um velho boxeador que tinha passado muitos dias expostos ao sol e ao vento. Entretanto, ele não tinha nenhum parecido com a jovem Kate nas fotos. Jim me mostro outra. Nesta imagem, Kate e o homem estavam sentados em um bar, uma garrafa de algo entre eles, muito fora de foco para ler a etiqueta. A Kate de quatorze anos olhava a seu redor * "Viajaram juntos", disse Jim. "Nunca ficavam em um lugar por muito tempo. de vez em quando apareceriam, introduziam-se em algum tipo de concurso marcial ou tomavam um trabalho duro, ganhar, matar e sair. Isto foi em Cuba. Eles foram vistos de novo em Miami, então não se vêem de novo. Ao menos não em conjunto" * "Sabe quem é?" * "Tenho uma idéia bastante boa." Tirou uma magra pasta etiquetada como ‘Voron’ fora do arquivo de couro e a abriu sobre a mesa diante de mim. Dentro havia uma foto do mesmo homem, de aspecto mais jovem, talvez por uma década ou


mais, em uma espécie de uniforme de combate. Sustentava uma tocha negra em uma mão e uma cabeça cerceada de um homem sujeita pelo cabelo na outra. Tinha o rosto demoníaco, retorcidos pela euforia, deleitando-se com a violência, como uma antiga máscara de batalha. Parecia estar rugindo para o céu. parecia-se com nada mais que um maldito deus de guerra. Invencível e terrível de contemplar. * "por que está vestido como um soldado, mas sustenta uma tocha?" * "Tecnicamente é uma tocha de guerra tática. sabe-se que era sua arma de eleição, uma vez que ficava sem balas. Nossa informação nos leva a pensar que esta imagem foi tomada faz mais de cinqüenta anos. A magia ia voltar, mas ainda era débil e as armas eram mais confiáveis" * "Um tipo agradável" comentei. * "Não tem nem idéia. Por todas as contas foi um dotado comandante, mas propenso a arrebatamentos. Berserker. Em um combate emano à mão, seria superado pela sede de sangue e as lágrimas em seus inimigos como um animal" * "Quem sustentava de sua cadeia?" Eu estava bastante seguro de que já sabia. * "Roland" * "O Construtor de Torres e Senhor da Nação" * "Sim" Puta mierda. O metal gemeu em minha mão. Pus o esmagado grupo de metal azul sobre meu escritório e sacudi o café de minha mão. Jim disse nada, só esperou. * "Agora vais dizer me por que Kate foi criada por este homem e por que me deve importar um carajo" por que nada com o Kate podia ser simples? por que Jim alguma vez vinha a me dizer que tinha rodado um jogo perfeito ou enviado aos bancos a seu melhor pessoal ou talvez me dizer que finalmente lhe tinha pedido sair a essa estranha garota tigre? * "Eu gosto de Kate" disse Jim. "Conheço-a há anos e inclusive nos salvamos o culo o um ao outro, mais de uns poucas vezes. Nnaquele tempo naquele tempo não me importava muito onde cresceu ou com quem ela estava relacionada, porque não era uma questão de segurança para nós. Só me importava que ela era boa, com a espada e para o que dizia que faria. Fala um montão de mierda, mas em sua maioria podia respaldá-lo" Jim se tornou para trás. "Na atualidade, tudo é diferente. Pessoalmente, eu a admiro. Você poderia havê-lo feito muito pior, mas é meu trabalho te dizer o que não quer ouvir. Agora, vou contar lhes uma história e vais escutar porque eu estou a cargo da segurança do Manada e sou seu amigo" Vete a mierda e a mierda a sua história. * "Procede" * "Isto aqui é o que chamaria uma lenda urbana ou um dia conto de fadas. A história tráfico de um homem muito mau, rei dos vampiros, e toda classe de horríveis e imbecis mortos viventes. Gente como Ghastek e inclusive este Voron, iam a ele. Pode mantê-los jovens. É velho, verdadeiramente velho, como se tivesse participado da história da Bíblia antiga. Segundo alguns, ele fez o primeiro vampiro. Para a maioria, é uma lenda, como Merlin ou Heracles. Gente verdadeiramente inteligente, com estudos universitários, dirão-lhe que é uma parábola ou uma analogia. Os mesmos tipos lhe dirão que Caín e Abel provêm da cultura de caçadores-recolectores sendo substituídos posteriormente pela agricultura e o surgimento das cidades. Isso é Roland, representa governantes e suas leis que impõem ordem no caos e a anarquia. Ele é o construtor de cada cidade fundadora legendária. Isso é todo o bom e assim, suponho, mas a verdade é que existe. Ambos sabemos isso. O resto não é tão fácil. Há uma grande quantidade de histórias sobre ele, algumas certas, outras não. O que sabemos é que cada um de seus filhos se rebelaram contra ele. Alguns o rechaçaram, os menos afortunados procuravam usurpar seu trono. Gilgamesh, por exemplo, e fundada à esquerda Uruk. Abraham tomou e perdeu tudo"


Interrompi-o. * "Jim, onde conseguiu esta mierda?" * "Fiz algumas chamadas. Tenho minhas fontes" * "O pediu ao Dalí, não?" Ele esboçou um estranho sorriso. * "Sim, ela é muito lista. Tomou um momento, mas ela cavou a maior parte disto" * "Ela já sabe o que sente por ela?" * "Não estamos falando de mim. Estamos falando de ti e você... Coelhinha" * "Nesse caso, professor, sinto-o muito por interromper sua conferência fascinante sobre a mierda. Por favor proceda" encolheu-se de ombros. * "Obrigado, o farei. Agora, antes de que me interrompesse, explicava-te que Roland teve má sorte com seus filhos. Muito trágico. Agora, avançar rapidamente. Faz uns trinta anos. O homem tem uma nova consorte. Ela é formosa e todo mundo a quer. Especialmente Roland. apaixonou-se, e logo sua senhora quer em uma família. Ao princípio Roland está encantado. passaram séculos desde que deu lugar a nenhum de seus pequenos monstros, e ele se sente sentimental. Todo mundo é feliz. Então, de um nada, troca de opinião e tráfico de matar a sua noiva grávida e o menino que ela está levando. Ela foge com seu senhor da guerra. É como o Rei Arturo, mas Lancelot é um açougueiro e Guinevere está prenhe" Esta história se estava pondo melhor e melhor. Jim seguiu seu caminho. * "Ambos se vão a um lugar desconhecido. Como qualquer homem faria, Roland se deprime e deixa de ver por eles. Entretanto ele não é um homem, e nenhuma parte do mundo é seguro para eles. Ele os encontra e ela o confronta enquanto Voron foge com o menino. Roland mata a sua esposa, mas não antes de que lhe tire um olho. Penosamente ferido e com o coração quebrado, ele se vai. Sozinho. Agora Voron, sendo o tipo sentimental, planeja converter a este menino em um assassino, tão mortal como ele pode fazê-la. Viajam, para treinar, e ele a converte em uma arma vivente. Um que esgrimirá contra seu antigo professor. Lhe conta como seu pai tratou de assassiná-la e matou a sua mãe. Em algum ponto, descuidou-se e teve que deixar à garota com outro homem. Os assassinos estavam perto quando ele desaparece. Seu paradeiro é atualmente desconhecido" * "Essa é uma grande historia, Jim, mas o que tem que ver comigo? " era atrevida que dizê-lo. * "Sabe muito bem o que tem que ver contigo. Há mais fotos, mais testemunhos de testemunhas, mais lendas. Está tudo aí. "Empurrou a pasta através da mesa de trabalho, para mim. Mantive os olhos fixos nos seus até que olhou para baixo. * "Sinto muito" disse "Eu não quero te contar tudo isto e se a quiser, vou estar a seu lado. junto a ambos. mas tem que saber. Ele vai vir por ela. Sempre o faz" * "Então vamos brigar com ele." Nenhum homem tomaria o que era meu. * "Sim, o faremos, mas não poderemos ganhar" * "Quem mais sabe?" * "Eu, você, suspeito que Doolittle, Mahón sabe e não gosta absolutamente. Vê-a como uma ameaça para a Manada. Ele não é mau. O sempre espero que acabasse com uma de suas meninas, George talvez." Ele sorriu "Manter tudo em família, suponho. Mata-o um pouco que escolheu ao Kate" * "Ele conseguirá sobrepor-se" George era como minha irmã. Kate... Eu não queria a ninguém mais. Só ao Kate. Jim assentiu. * "Olhe… Kate, entendo-o só desejaria que fora outra pessoa. Se Roland vier... Nós não estamos


preparados para ele ainda. Inclusive se ganharmos, a maioria de nós não conseguisse fazê-lo. Espero que valha a pena" * "Roland vem de todos os modos" disse-lhe "Já seja que Kate seja parte da equação ou não. Fez que uma terceira parte de um exército de demônios se ajoelhassem. Ela tem o poder e ela será um ativo" E eu a amava. * "E se ela se vai quando seu papai apareça?" Fiquei olhando-o. * "Kate? Estamos falando da mesma mulher, não? Quando outras pessoas estão fugindo, ela está de cara à luta" * "Roland é muito forte" disse Jim. "Olhe, não sei como funciona grande parte de sua magia, mas pelo que Dalí disse, Kate se cravou a espada no estômago porque era feita do sangue de seu pai. Não podia simplesmente controlá-lo agarrando-a. Ela teve que dissolvê-la em seu corpo. Isso te diz algo" Sim, dizia-me que Kate tinha um comprido caminho por percorrer antes de que pudesse fazer frente a seu pai. Ela necessita ajuda, e eu seria que essa ajuda. * "vou ver a em uma semana" disse-lhe "Tomar a decisão sobre ela no jantar" Jim suspirou. * "Você decide" * "decidi" * "Bom" Pensou nisso por um tempo. "Bom, vais fazer minha vida mais fácil. Suponho que minha gente pode deixar de perseguir depois de que vás visitar seu apartamento" Eu simplesmente o olhei. Jim se levantou e caminhou para a porta. * "Uma coisa mais. Se eu fosse Voron, eu gostaria de programá-la para ocultar quem é. O homem não era um imbecil. Ele teria brocado nela o pensamento de esconder-se. Ela confia em ti o suficiente para lhe dizer o que ela é? Porque se não haver confiança, sabe que isto não vai funcionar" * "Suponho que o averiguaremos"

Jantar nu Tomou um momento me dar conta de que estava acordado e que o timbre do telefone não era só um sonho. Foi um bom sonho. Kate e eu nos estávamos movendo à cama nus depois dos o jantar. O telefone seguia soando. Bom, mais vale que seja bom. Desde que a tecnologia estava em alto, pensei que não podia ser algo muito grave. Dava-me a volta, agarrei o telefone, e grunhi no receptor. * "O que?" * "Está levantado?" perguntou Jim. * "Estou falando contigo não?" * "Isso não significa que está levantado. Isso significa que está acordado, não é certo?" * "Jim, se não me diz o que quer, encontrarei-te e o tirarei fora ti" * "Não há tempo para jogos, resmungão. Tem um almoço com B recorda" * "E me diz isso agora?" Nada bom saiu nunca de reunir-se com o alfa do Clã Bouda. Os homem hiena, pareciam obter um grande prazer ao fazer minha vida difícil. * "Digo-lhe isso agora, como te disse antes" * "Não me lembro. Tenho que ir?"


* "Só recorda o que quer recordar, e sim, tem que ir" * "por que e o que quer ela? Tenho planos para hoje" * "Porque disse que o faria, e não saberia te dizer por que ela quer verte" Mentira. * "Sim, sabe. Sempre sabe o que faz todo mundo" * "Obrigado, acredito. De todos os modos, B, como sempre, está jogando com os fios em segredo, por isso minha conjetura é tão boa como a tua" Pelo general, Jim sabia as coisas antes de que tivessem oportunidade de acontecer. Mas B era um caso especial. Ela não para as coisas como os felinos ou tênia pessoas de confiança. Realmente, os boudas não faziam as coisas como outros. * "Qualquer jodida costure que queira, será melhor que não implique suborno na aplicação de leis, orgias públicas ou solicitudes de recursos adicionais. É como a canção Warren Zevon; cada vez que ela quer lombriga, termina sendo *envia advogados, armas e dinheiro*" * "Como é que pode recordar velhas canções, mas tenho que te recordar a mierda importante todo o tempo?" * "Dá-te que fazer algo que te faça sentir importante. Onde tenho que ir e a que hora devo chegar?" * "Na casa do Dillard, em uma hora. Tivesse-te deixado dormir, mas não teria muito tempo para arrumar seu cabelo" * "te cale, Jim. Quer levantar pesos e um enfrentamento mais tarde?" * "Talvez, mas é o que realmente quer estar cansado e golpeado para sua grande festa de calcinhas?" * "Pelo menos tenho a oportunidade de ver calcinhas. Como vai no departamento romântico?" Ele não disse nada "Já sabe, se segue mantém ao Dalí longe, ela vai pôr algum tipo de feitiço de amor asiático vodu em ti" O tom do Jim trocou abruptamente. * "Meu senhor, um carro estará preparado em meia hora" O sinal de desconexão soou em meu ouvido. Assim Dalí deve ser um tema delicado, ou talvez simplesmente não gostava que eu conhecesse um de seus segredos. O tem merecido. Ele era muito entusiasta com minha vida amorosa e necessitava uma colherada de sua própria medicina. Sabia que gostava. Dava-me conta pela forma em que falava com ela, olhava-a quando pensava que não havia ninguém vendo, e sobre tudo cobrindo-a depois que ela tivesse um acidente em um carro caro enésima vez. Qualquer outro felino, homem ou mulher, teria tido seus braços e pernas rotas a seguinte vez que o desobedecessem. Jim não desfruta da violência, embora como alfa do clã felino, estava disposto a utilizá-lo como ferramenta. A dor é um excelente professor. Além disso, curamo-nos rápido. Quão feridas os seres humanos demoravam semanas em curar, nós podíamos as curar em dias ou inclusive horas. depois de uma ducha rápida, me barbear, e me escovar as presas, eu estava preparado e me dirigi escada abaixo. Derek, meu guarda-costas homem lobo e condutor, estava esperando ao volante de um Jipe da Manada. * "Meu senhor" disse com uma inclinação de cabeça. * "Já basta" Era um bom menino, mas freqüentemente se ia pela amurada com a formalidade. * "Como deseja" Uma vez mais se inclinou. * "Derek..." comecei. Ele sorriu e levantou as mãos como se queria afastar golpes imaginários. * "Está bem, Curran. Posso perguntar por que tem que te reunir com os boudas?" As arrumou para pôr um pouco de desdém na palavra. Como a maioria dos lobos, Derek


considerava as hienas pouco mais que degenerados perigosos. Ênfase no perigoso. Embora seus apetites sexuais eram lenda, também eram lutadores desumanos e mortais. Seus números em comparação com outros clãs eram pequenos, mas se lutava com um bouda, era melhor estar preparado para lutar contra todos eles. A morte, que é a forma em que trabalhavam. * "se preocupa que possam surgir problemas?" Sorriu um pouco. * "Com eles sempre há problemas, mas eu perguntava se formos ter que lutar" Ele tinha razão para estar intranqüilo. Jim o tinha treinado para ser cauteloso. * "Talvez, mas não faça nada até que eu o diga" * "É obvio, mas se começar a mierda e há mais de quatro ou cinco deles, incluindo à tia B, poderia não ser capaz de te proteger" Derek trabalhava em meu guarda pessoal agora e tomava seu trabalho a sério. Era bom para ele. Ensinaria-lhe a ser observador e antecipar possíveis ameaça. * "Avaliação a honestidade, mas tão bom como é, B é melhor. Se uma briga ocorrer, deixa-me isso e tráficos de lutar para sair e procurar ajuda. É pouco provável, mas estate preparado só caso de que B dispa seus ambiciosos dentes" perdeu-se a referência e suspirei. Meninos. * "Derek, enquanto esteja comigo e que nunca passará fome de novo" Ele não o entendeu tampouco. Em menos de vinte minutos estávamos saindo do comprido, e sinuoso caminho de asfalto que leva a uma grande construção de pedra no topo da colina. Era antiga e é anterior à Mudança por várias décadas pelo menos. Tinha o estilo de um restaurant familiar, enquanto que a comida não era de luxo, pelo menos era boa, serviam carne, e tinham montões dela. Isso era de cinco estrelas para os cambiaformas. B e seu grupo, três fêmeas e seu filho, Rafael, estavam esperando fora. Ninguém se tinha sentado ou comido antes que o rei; até o momento não tinha devotado nenhum insulto. até agora, tudo ia bem. B me deu um grande e doce sorriso. Só sorria a alguém antes de apunhalá-lo pelas costas com suas garras. Rafael assentiu com a cabeça. B dirigia o clã, mas seu filho era o macho alfa. Não nos chegávamos a ver freqüentemente. Pelo general, Rafael evitava as reuniões. por que estava aqui? * "O clã Bouda saúda o Senhor das Bestas e lhe agradece por unir-se a nós para uma comida" B e seu filho inclinaram suas cabeças brevemente. Os outros tinham a cabeça baixa, os olhos fixos no chão. Sim, claro. * "Por favor, B, é muito logo para tal formalidade. Me alegro de verte, Raphael. Não acredito que você goste de muito este lugar, não é seu estilo" O pequeno principito de B favorecia a comida mais elegante, assegurando o ser visto com gente nova e bela A vergôntea do clã Bouda era cinco centímetros mais alto que eu, cinqüenta libras mais ligeiro. Enquanto eu possuía volume e poder explosivo, ele era ágil e rápido, construído para a velocidade, era mortal com uma cuchilla. Se as coisas ficavam feias, ele iria a pelo Derek, e eu estaria em um apuro me enfrentando ele e sua mãe. Se houver suficientes hienas, podem acabar com um leão. Bom, talvez não com este leão, mas se com a maioria dos outros. Raphael manteve o rosto neutro. * "A minha mãe gosta e possui certo encanto rústico" * "De fato, B, é um dia precioso, por que não jantamos no pátio?" Daria-me espaço para mover-se se planejavam começar algo. B me deu outro sorriso doce.


* "Uma excelente sugestão O lugar se reservou para nós" Entramos e nos levou através da parte traseira a um grande alpendre coberto. Uma larga mesa de picnic já se estabeleceu, com uma toalha a quadros vermelho com branco. Duas mesas de bufê se encontravam a curto distancia, com grandes panelas de aço inoxidável carregadas com toucinho, ovos mexidos, salsichas, panqueques, e meu favorito, pão francês torrado, na outro mesa havia um sortido refrigerado de frutas em rodelas. Talvez mais tarde, poderia ter um pouco de carne. Eu não sabia o que tramavam, mas tinham estabelecido um grande bufet e eu nunca rechaçava a comida grátis. É obvio, com B, nada era grátis. Eles queriam algo e foram muito cuidadosos de me alimentar antes de que pedi-lo. Fora o que fora, não ia gostar de me. Todo mundo recebeu um prato e se sentou a comer. Essa é uma das coisas que nos fazem diferentes dos humanos, quando nos sentamos a comer, comíamos. Não havia um montão de bate-papo ou brincadeiras juguetonas. Centramo-nos quase por completo da comida. Do exterior, é provável que parecesse estranho, mas todos o dávamos por sentado. De fato, é considerado de má educação tratar de manter uma conversação com um de nós enquanto estamos comendo. depois de que todos tivéssemos consumido vários pratos cheios de comida, era hora de ficar a trabalhar. * "Obrigado pela comida, B. Agora, o que posso fazer por ti e seu filho? " * "É bem-vindo, e o que eu gostaria de é um favor, uma indulgência se o quer chamar assim, não só como um companheiro alfa, mas sim como uma mãe" Uh-OH. Voltei-me a olhar ao Raphael Onde tinha metido o pequeno príncipe colocou sua franga agora? * "É obvio que sabe sobre o Andrea Nash, o cavalheiro da Ordem" Maldito inferno. Eu sabia que me ia morder no culo. Nenhuma boa ação fica sem castigo. Nash era um cavalheiro da Ordem de Auxílio Misericordioso, um grupo de pró-humano, fanáticos com os que tínhamos, no máximo, uma inquieta trégua. Não eram oficialmente aplicadores da lei, mas eles estavam bem treinados e bem financiados. Eles se viam si mesmos como a última grande esperança da humanidade contra os monstros, contra nós. até agora tínhamos convivido em um estado de desconfiança mútua, mas algum dia em impulso viriam à Fortaleza com espadas e tochas acesas. Como se isso não fora suficiente, Andrea também era uma besta, o resultado extremamente estranho de um emparelhamento bem-sucedido entre um ser humano que se converte em animal e um animal que se converte em humano. A maioria dos animais-hombres possuíam pouca inteligência. Poucos eram capazes de falar. Alguns Emanadas os mantinham como mascotes, alguns deles eram assassinados. Normalmente qualquer menino resultante desse emparelhamento era considerado uma abominação. Lei da Manada exigia que fossem mortos ao nascer. De algum jeito, Andrea tinha sobrevivido e como adolescente tinha conseguido camuflar-se como humana para inscrever-se em e logo graduar-se com honras na academia da Ordem. Eu não estava seguro de como o tinha conseguido, mas não podia ter sido fácil. O que eu sei dela veio do Kate, ela tinha dado a entender que Andrea tinha sofrido uma grande quantidade de abusos no passado. Eu não duvido disso. Temos um dito: a Manada é só tão boa como o alfa e o alfa é só tão bom como a Manada. Deixe que algumas das manadas mais pequenas fora de nosso território se dirigissem a si mesmos porque eram um idiotas sádicos. Tinha que reconhecer que a Ordem treinava bem a sua gente. Andrea tinha lutado conosco nos Jogos de meia-noite e ela era muito boa com as armas a distância; tão boa como Kate com sua espada. Andrea também era um problema potencial. Ela era uma cambiaformas não filiada em meu território, estava contra a Lei da Manada. Ela tinha que reportar-se com a Manada e pedir


ser admitido nas filas, abandonar o território ou pedir uma permissão especial, nenhuma das quais tinha feito. Sua única graça salvadora era que seu estado cambiaformas era secreto. Joguei-me para trás. * "Andrea Nash é um cavalheiro da Ordem. Como nos afeta ?" * "Eu a amo," Raphael respondeu antes de que B pudesse dizer algo. * "Sério?" Não pude ocultar minha surpresa. Tinha tido uma série de amantes, mas nunca tinha ouvido dizer que amasse ao algum deles. * "Se" * "Ela sabe?" * "Sim. Ela e eu estamos saindo." Isso é simplesmente genial. Minha vida tinha sido muito fácil ultimamente, e tinham decidido complicá-la. * "Bem por ti. Mas ainda não escutei uma resposta a minha pergunta, assim vou perguntar de novo. O que quer de mim?" B cruzou as mãos sobre o regaço. * "Entendemos que Andrea representa um problema. O que nós gostaríamos, e humildemente solicitamos, meu senhor, é que não faça nada. Nós só lhe pedimos que passar por cima este assunto e nos dê tempo para resolver de uma maneira que seja mutuamente benéfica" * "fui muito paciente até este momento. permiti que um cambiaformas não afiliado, uma besta incluso, viva no território da Manada. Sabe por que?" Fiz uma pausa em caso de que eles queriam dizer algo. Não o fizeram. "É porque não tem conexão ou entendimentos conosco. Está vivendo como um cavalheiro humano dentro da Ordem. Ela rechaçou sua herança cambiaformas. Conheço sua história e não tenho nenhum desejo de expor ou desterrá-la enquanto ela permaneça longe de nós. Agora, entretanto, força-se minha mão. Se for sair com ela, ou inclusive eventualmente aparearte com ela, o fato de que ela é um cambiaformas sairá à luz. Ela terá que ser apresentada. Mahón é sem dúvida um asno neste mundo. Se se inteira de que estas saindo com ela, ele fará sua vida um inferno. Se se inteira de que ela é um cambiaformas, vai querer que a expulse" * "Sei" disse Raphael. * "Então sabe que ela terá que escolher, e logo, porque não pode ser os dois. Quando ela seja descoberta, a Manada vai querer saber se sabia e quando. Se não soubesse dela, seria estúpido. Se soubesse e não fiz nada, sou débil. por que devo permitir isto?" * "vou lutar por ela, se tiver que fazê-lo" Sustentou meu olhar. Wow, que mal o tinha. Era isto uma provocação ou simplesmente a loucura do emparelhamento? * "Está disposto a lutar? Neste instante ou depois de falar?" * "Não haverá necessidade disso" disse tia B "Nós estamos fazendo os acertos para que Andrea entre no clã. fui um alfa mais tempo do que estive viva, e não me estou voltando mais jovem. Estou começando a pensar em tomar o com calma, e me retirar para ver meus netos crescer" Claro. Quão único ela apreciava, quase tanto como ela entesourada ao Raphael, era o poder, e talvez joderme. * "Nash é forte e meu filho a ama. Ele a quer da noite em que Kate a trouxe para nós. Ele não sabia ainda, mas eu sim. Uma mãe sabe. Dou-me conta de que as coisas não foram sempre bem entre nós. Tenho talvez em ocasiões incluso fui o espinho em seu flanco" Levantei uma mão e a interrompi. * "B, te opõe para mim, inclusive quando não está em seu melhor interesse de fazê-lo, escava minha autoridade, embora seja sutilmente, e o tem feito assim desde que me converti em Senhor das Bestas. E agora quer um favor de mim porque a seu menino pequeno gosta de uma garota do outro lado?"


* "Não vais fazer isto fácil não?" * "Não. O que obtemos muito fácil, nós tomamos muito à ligeira; só apreciamos o que custa trabalho obter" citei. Derek se moveu detrás de mim e desapareceu no restaurant. Hmmm. * "B, a comida foi deliciosa, além disso não tive que buscá-lo eu mesmo, por isso estou em um estado de ânimo generoso e suave. Concederei-te este favor, mas não sem certas concessões de sua parte" * "As nomeie" Tinha-a. É hora de averiguar quanto estava disposta a conceder por agradar a seu filho. Decidi-me a ir a por todas. * "Em realidade é bastante simples, só quero uma coisa. Honestidade" B se inclinou para diante. * "Pode ser mais específico?" * "Quando tomar uma decisão e tenha uma genuína preocupação ou reserva, dirá-me isso. Se tiver dúvidas, vamos discutir em privado. Mas depois, publicamente, uma vez que se toma a decisão e se anuncie, terá que me apoiar incondicionalmente. Não há mais jogos, não mais comentários sarcásticos, sem brincadeiras mais inteligentes. Sei que seu trabalho é duro. Também o é o meu. Ser o chefe empresta e brigar comigo é divertido, mas te necessito tanto a ti como ao Mahón. Necessito seu conselho e sabedoria" Tomei um sorvo de minha bebida, deixando que as palavras se afundassem nela. "Seu quer o melhor para seu clã. Eu também o quero, para todos nós. Sei que posso ser um pouco de um tirano, e não sempre tenho a razão. Quando pensar que estou equivocado, diz-me isso, e quando este no correto, respalda-me. Com isto Nash é tua para fazer o que quiser. Essa é a oferta, toma-o ou deixa-o" Ela ficou em silêncio um momento. Pensando-o bem... Uns passos ligeiros me disseram que Derek ia voltar. Pouco depois saiu. Seu rosto estava mais pálido do que estava acostumado a ser. Ou sua comida não lhe tinha cansado bem ou algo tinha acontecido. Tia B sorriu. * "Terá que ver como cresceste, querido" * "cresci faz muito tempo" disse-lhe "Não te tomaste a moléstia de te dar conta" * "Muito bem. Terá honestidade e também respeito. Tudo o que tinha que fazer era pedi-lo" Ela sorriu de novo "Tudo saiu bem, sem necessidade de rugir" * "Obrigado, B. vou tratar de recordar isso. Agora, perdoam-nos" * "É obvio, meu senhor. Entendo que tem toda uma noite planejado com a encantadora senhorita Daniels" E como demônios sabia ela isso? Tia B sorriu mais ampliamente. * "Não faça nada que eu não faria" Perguntei-me exatamente o que poderia ser, mas era incapaz de imaginar algo tão perigoso ou depravado. Esperei até que chegamos ao carro e assim sair da fila de audição dos boudas. * "E bem?" Pinjente uma vez estivemos fora. * "Jim chamo o restaurante enquanto estava negociando com a tia B. Boris morreu" * "Big Boris? O javali Boris?" Derek assentiu. Whoa. * "Fazemos uma parada em sua casa?" Boris o javali. Era um velho bastardo duro. Se eu tivesse que lutar contra ele, levaria ao Mahón comigo


* "Foi assassinado. Ele não morreu fácil. Jim diz que havia uma grande quantidade de sangue na cena, muito para tudo seja dela" Não há dúvida. Teriam tido que ser muitos e arrumado que alguns já não podem caminhar por sua conta. *** *** *** Duas horas mais tarde, eu estávamos na casa do Boris no bosque, ao noroeste da Fortaleza. Duas das pessoas do Jim estavam se localizados na porta. Outros caminhavam com cuidado ao redor da casa, olhando de perto as coisas sobre o terreno. Não era tanto uma cena do crime como um pesadelo. O sangue estava por toda parte. As paredes, o teto, a maioria dela no chão. Os móveis da cabine estavam quebrados. Quase tudo estava quebrado ou convexo. O lugar parecia uma cantina depois de uma briga, como se vê em um dos velhos filmes de jeans. Exceto esta não era uma "filme em branco e negro" esta era a casa de alguém que conhecia. Eu tinha visitado Boris depois de que se mudou. Sua casa tinha estado ordenada e poda. Recordava quando ele me disse "nunca poderia suportar viver em uma casa desordenado" Ele odiaria como se encontrava sua casa se estivesse vivo. E já nunca mais o estaria. Olhei o corpo diante de mim. Ou mas bem o que ficava dele. Uma vez tinha lido a linha de um livro, que dizia "O tipo estava mais morto que o inferno" Parecia encaixar. Boris não só tinha sido assassinado; tinha sido destroçado por alguém ou algo forte. Inteligente, também. O assassino, ou assassinos, tinham orvalhado o lugar com maldito acónito, cobrindo seus rastros. Mesmo assim, se soube o que estava procurando, encontraria pistas. Os entalhes profundos na parede de troncos e na cabine de piso eram testemunho da força do atacante. Alguém grande. O clã Ágil e os ratos estavam desconjurado, não eram o suficientemente grandes para ter o peso necessário para manter ao Boris abaixo. Os lobos eram uma possibilidade. Tinham tido um problema com o Boris antes. Poderia pensar em um par de lobos que poderia ter tido uma oportunidade, mas não foram Daniel e Jennifer. Eles estavam concentrando-se em suavizar sua vida familiar. Além disso, se esses dois estavam fazendo um reaparecimento, Derek ou Jim tivessem ouvido algo, e eu também. A última vez que tinha visto o Boris, tinha estado trabalhando em uma enorme mesa de carvalho, a parte superior pelo menos tinha duas polegadas de espessura. Agora seu corpo maltratado jazia sobre as ruínas desta. Quem era o suficientemente potente para nocauteá-lo ou lançá-lo através dessa maldita coisa? Alguém do clã pesado, talvez, Eduardo seria o suficientemente forte, mas algumas das marcas no chão, eram garras, não pezuñas. Além disso, não era seu estilo. Tinha uma mecha curta e não lhe importava lutar, mas quando perdia seu temperamento ia direito a isso. Ele não se obcecava sobre isso, não planejava esperando o momento adequado. Um Bisão não te trai ou apunhala pelas costas. Mesmo assim, apostaria meu dinheiro por alguém do clã pesado, mas havia alguém forte e o suficientemente estúpido para matar ao mais antigo amigo de seu alfa? * "Assim, o que te parece?" Uma voz familiar perguntou por cima de meu ombro. * "Está morto, Jim" * "Não é tão divertido como cria que é" Jim fez uma careta "Eu sei que não o fez porque te vi ontem, seu não o jodiste" * "Obrigado pelo voto de confiança. Faz quanto tempo crie que morreu?" Jim se encolheu de ombros. * "Não faz muito, dois dias no máximo, a julgar pela atividade de decomposição e os insetos. Inclusive com nosso cura acelerada, o assassino é ainda vai parecer que esteve em um inferno de uma briga. Quantas pessoas conhece que poderiam ter feito isto?"


* "Não muitos" Não foi um lupo. Emprestavam e não tivessem utilizado acónito. * "Tem um montão de mordidas, mas não há signos da alimentação" disse Jim. * "Acónito. Isso assinala previsão e planejamento. Eles sabiam que teriam que matá-lo, e sabiam que deveríamos farejar" * "Derek, olhar ao redor e nos diga o que pensa" Nos deixe ver o muito que tinha aprendido. * "Boa idéia, nos impressione" disse Jim "Começa de fora e caminha através disso" Derek assentiu, saiu por um momento, e logo entrou de novo. Ele negou com a cabeça. * "Sem aroma, não há rastros. É acónito, solo cheiro o carro e a pneumáticos queimados. Eles conduziram, estacionado possivelmente cinqüenta metros de distância, e caminho o que ficava. Com cuidado, sem deixar rastro. Os lupos não conduzem, não planejam. além disso, a cabine não tem seu fedor" afundou-se um pouco de veneno em suas palavras. Enquanto que o acónito teria mascarado o aroma de um humano ou cambiaformas, os lupos tinham um fedor inconfundível, ao igual à fome e a loucura. O menino tinha sido vítima e testemunho de ambos, ao igual a eu, mas de uma maneira diferente. Eu tinha visto meu pai abatido por eles. O pai do Derek se converteu em lupo, violando, matando e canibalizando a sua mãe e irmãs. Derek assinalou a porta. * "Não há sinais de entrada forçada. Ele os deixou entrar ou talvez penetraram enquanto ele estava fora e esperaram a que ele entrasse. Improvável entretanto; quando houvesse ocorreu, teria recolhido seu aroma e não entrado. Talvez alguém que conhecia" * "Isso não nos diz quem foi" disse Jim. "Ler os signos da cena e nos diga o que ocorreu" Derek assentiu, fez uma pausa, e começou de novo. * "Houve uma briga nesta área. No exterior, as árvores estão danificadas onde Boris marcou como seu território, mas as ranhuras não são afrescos como as daqui. Garras" Ele se agacho e se estendeu sua mão sobre os profundos sulcos no piso de madeira "Estes três profundos sulcos não foram feitos por um lobo" Ele cravou os dedos nas fendas. "Entalhes mais ligeiros nos lados. Algo andava a quatro patas e foi empurrado pelas costas. Duro" Deu dois grandes passos para a parede ao lado da porta e aponto para cima em um ponto acima de oito pés "Aqui, há sangue e cabelo. Alguém estrelou o dorso da cabeça contra a parede. Com uma enorme quantidade de força" Pôs sua mão sobre sua cabeça, ficou de puntilla, e levantou seu braço. Seus dedos logo que roçaram o bordo da mancha de sangue. "Tenho seis pés. A mancha está pelo menos dois pés mais alto. É alguém de altura" Afastando-se da parede, indicou outro conjunto de marcas no chão, perto do centro da habitação "Estas pistas são diferentes. Sulcos profundos no piso de pinheiro, feitos de forma contundente, arredondado dedos dos pés, em consonância com nossa vítima. Boris carrego contra seu oponente e logo foi empurrado ou atirado de costas, possivelmente ambos, o que indicaria múltiplos assaltantes. Meu senhor, fique aqui " Indicou um lugar contra a parede, debaixo da mancha. Fui para onde assinalava. Ele pôs seus pés nas marcas feitas pelo Boris e realizo uma espécie de postura de artes marciais. Eu olhe de esguelha ao Jim, quem se encolheu de ombros. Era um espetáculo infantil. Derek olhou sobre seu ombro. "Jim, Pode fazer o favor de te pôr detrás de mim na outra parede?" Jim se moveu em seu lugar. Agora nos paramos em uma linha: Derek frente a mim, com o Jim detrás dele. "Está bem, assim sou Boris" Derek se encolheu de ombros "Vamos através disso em câmara lenta" Ele me olhou "Se estiver preparado, me vou mover para ti. Pode fazer uma meia sentadilla?" Assim o fiz. Ele veio para mim em câmara lenta. "Chocamos, ricocheteamos entre si, fica de pé, vê-me vir a por ti de novo e golpeia a parede" Empurrou-me e eu fingi ricochetear contra a parede "Golpeia-se a cabeça ali. Lutamos um pouco. Agora, Jim, agarra-me por detrás e me atira, enquanto empurra a Curran" Jim avançou com exagerada lentidão detrás do Derek, estendendo as mãos como duas grandes patas. Sim, estava pensando no que estava pensando. Ele engancho seus braços


debaixo do Derek e teve a oportunidade perfeita, deslizando seus braços debaixo do Derek e estreitando suas mãos na parte posterior da cabeça me Arraste de costas" Jim o tirou e me empurrou e o levou diretamente aos restos da mesa e o deixou ir "De algum jeito, com força bruta, principalmente, os dois me levantaram e me esmagaram através da mesa. Estou surpreso pela força do impacto, assim só fiquei ali por um segundo ou dois. Começaram a morder minha cabeça e pescoço. Estou lutando, mas estou em minhas costas e os dois estão sobre mim, rasgando e arranhando. Tendo em conta as feridas defensiva ainda visíveis nas mãos e braços da vítima. Ele tratou de protegê-la cara. As salpicaduras de sangue na parede junto à mesa tem a forma clássica de lágrima. O poder dos golpes as arrancou longe do corpo. Aqui, há um fragmento da tabela com um rastro sangrento, presumivelmente da vítima, seu corpo começou a convulsionar como resultado do shock e a perda de sangue. Eles o golpearam e sangro até a morte, até que já não pôde lutar mais, e então acabaram com ele" Ele era bom. Realmente não pude encontrar defeitos em sua análise. * "Jim, é assim como pensa que aconteceu? Seria mais fácil se se tratava de vampiros" * "Sim que o faria, mas ele está bem." Jim olhou ao Derek "Muito bem, agora que sabemos o como, Quem o fez?" Olhou aos dois, talvez com medo de dizer o que todos estavam pensando. * "Ursos" Sim, assim tinha que ser. No momento que vi a mancha na parede, sabia que tinha que ter sido um urso sobre suas patas traseiras. Ninguém era mais alto. * "Mahón sabe?" Eu perguntei. * "Só se ele o tivesse feito, solo veio a filha do Boris, para saber como estava, encontrou-o assim, e nos chamou" disse Jim. "Disse-lhe que não toque nada e que esperasse a que nós chegássemos, mas ela disse que tinha que voltar para casa" * "Acusa-a por isso?" * "Significado o fez e então nos chamou para não parecer suspeita?" Jim franziu o cenho." Não, ela parecia bastante molesta. O marido diz que está em estado de shock. Além disso, ela não é uma lutadora, é estritamente uma civil. O marido também, mas pode que seja forte. Ele tem um montão de controle, tanto como qualquer de meus homens. Acredito que tem uma meia forma, mas ele o nega, diz que ninguém lhe ensinou e que é muito velho para aprender. Esse foi o trato que fez Boris com o Mahón, ele luta, eles não o fazem. Lhes permite viver suas vidas mais ou menos, como querem. São membros da Manada, mas não são realmente ativos" * "E uma vez morto Boris? O que acontece eles?" * "Não sei" disse Jim "Talvez o velho bastardo nunca pensou que ia morrer. Teríamos que lhe perguntar Mahón" Ninguém espera morrer. pôs-se uma maldita boa briga entretanto. Talvez seja um dos melhores, um que qualquer de nós aspira ser. * "Está bem. Vou falar com sua filha e tenho que ser agora, antes de que o Velho Urso se inteire disto" Mahón e Boris tinham sido amigos por muito tempo. Mahón não seria exatamente racional "Fale com o Mahón e comprar um pouco de tempo. Temos que ver se alguém falta no clã pesado ou está gravemente ferido" * "Não vai ser feliz. Boris era seu amigo e estará procurando vingança" * "É por isso que te pedi que me dê algum tempo. Segue fazendo perguntas. Ao não lhe tem que gostar, só tem que responder. Você está a cargo desta investigação. Atira sua fila se tiver que fazê-lo, mas manten oculto o tempo que possa. Nós não o precisamos rugindo ao redor e esmagando os crânios de pessoas, derramando sangue e rompendo ossos. Ele se apoderasse de alguém se pensar que é culpado e desaparecerá. Quem quer que tenha feito isto se enfrentará


à justiça da Manada, não à fúria do Mahón. Enquanto você esteja tendo uma pequena agradável conversa com ele, eu vou ver a filha do Boris. Ela pode saber algo" *** *** *** Buttercup Creek era um lugar tranqüilo, um subúrbio no norte do Cobb de classe média alta. A maioria das casas eram de tijolo como nos contos. Havia casais jovens com dinheiro e meninos, ou casais maiores que tinham comprado as casas em seu dia e se ficaram. Gramas bem cuidadas, bons carros nos meio-fios, barras sólidas nas janelas, e portas reforçadas. Casa seguras e confortáveis para as pessoas que trabalhavam ou a gente que se retirou e eram bem remunerados. Derek se deteve lentamente na calçada frente à casa, depois parar, tivemos que esperar uns minutos para dar a todos a oportunidade de nos reconhecer. Sabia Jim tinha ao menos cinco pessoas fora da vista, mantendo um olho sobre a casa. Quem ou quem tinha ido detrás o Boris podiam decidir aproximar-se de sua família também. Talvez os atacantes tinham estado procurando algo em sua casa, talvez não o encontraram, talvez o fizeram, ou talvez só queria vê-lo morto. Muitos talvez. Necessitava respostas. Este era tão bom lugar para começar como qualquer outro. A residência do Paul e Joan Parker não era diferente das outras casas da rua, exceto que estava assentada ao lado de uma mastreada. Ainda muitos vizinhos para mim gosto. A casa tinha um marcado contraste com a singela isolada cabana do Boris. Suponho que depende de como seja a pessoa, já seja que fossem uma abelha ou um urso. Alguns se sentiam mais seguros ao ter outros ao redor e se sentiam vulnerável ao estar sozinhos. As abelhas compilam em uma colméia. Isso é ao que o bairro me recordou, um favo de abelhas. Todas as casas eram similares. Se soubesse a disposição de uma, a minha própria por exemplo, estou bastante seguro de que poderia navegar na escuridão por qualquer das outras, não haveria problema. Perfeito para as abelhas. Os ursos, pelo contrário, eram territoriais e desfrutavam da solidão de suas covas. A gente não podia simplesmente entrar na cova do urso. Boris era como um urso, porque se tinha levado bem com o Mahón. Era sua filha uma abelha ou simplesmente se casou com uma? Caminhamos até a porta, Derek um passo detrás e escaneio da rua. Duas portas, uma robusta porta de madeira com vidros de cores no centro e uma tela. Toquei na tela. Não houve resposta. Provei o fecho. Desbloqueado. Abri-o e chamei um pouco mais duro na porta principal de madeira. Sabia que estavam em casa. Se eles se foram, tivessem-me informado a respeito. Em parte me tivesse gostado que tivessem escapado, assim não teria que interrogar a uma mulher que tinha perdido a seu pai. Ao diabo, ainda poderiam ir-se. Não tive tanta sorte. Senti movimento e um homem alto, de cabelo loiro avermelhado abriu a porta, com olhos muito azuis detrás de seus óculos de arreios metálica. Olhou-me um momento sem reconhecimento, e logo soube. * "Meu senhor" Ele inclinou a cabeça "Por favor entre" Fiz-o e fechei a porta detrás de mim. * "Seu amigo não entrasse?" perguntou. * "Não, ele vai se ficar fora cuidando o carro, em um bairro sombrio como este alguém poderia roubá-lo" Não sei por que me estava colocando com o tipo. Algo dele me incomodava muito. * "Estamos em perigo?" Ele optou por ignorar minha brincadeira. Talvez Jim tinha razão a respeito de mim, não era tão gracioso. Naw. * "Isso é pelo que eu estou tratando de averiguar aqui, mas não, no momento. Temos gente que cuida a casa para mantê-los a salvo" E para evitar que fujam furtivamente pela parte traseira, o


que eu sabiamente opte por não acrescentar "Sr. Parker, Como era sua relação com seu sogro? Os dois se levavam bem?" Não preciso ser sutil, dava-lhe uma pergunta difícil, para calibrar sua reação. Parker fez uma careta como se ele provasse algo amargo. * "Ele era um homem difícil de gostar. Sempre me disse que ele não tinha nenhuma utilidade para a maioria da gente" Suponho que isso me incluía. "Tinha idéias muito específicas a respeito do que os homens devem saber e fazer, como saber como trabalhar com suas mãos e luta" * "Seu não?" Eu não especificou se me referia ao saber ou ao fazer. * "Não, nunca fui uma pessoa muito física, mas sou inteligente. Consegui uma educação, uso meu cérebro para alimentar a minha família e ponho um teto sobre nossas cabeças. Se necessitar um teto fixo ou um construir um pátio, posso pagar a um profissional para fazê-lo. Ele nunca o entendeu, dizia que devia fazê-lo eu mesmo, em lugar de ter estranhos em minha casa. Outros homens não devem estar ao redor de minha família. Seu pensamento era medieval. Não lhe importa que essas pessoas precisassem ganhá-la vida, ou que não saberia o que fazer com uma serra circular, embora minha vida dependesse disso. Essa choça a construiu ele mesmo, fez todo o trabalho nele. Estava tão orgulhoso dela" Wow, suponho que havia meio doido um nervo. * "foste ali para vê-lo?" * "Algumas vezes... sempre com o Joanie e os meninos. Ele era um filho de puta, mas amava a seus netos, vou dar isso. Saqueavam-nos" * "Como exatamente?" Fez um gesto com a mão. * "OH, já sabe, brinquedos e jogos. Dava-lhes dinheiro. Deixava aos meninos correr ao redor do bosque como animais silvestres, a caça, a pesca e dormir fora inclusive. lhes encantou" * "Que idade têm?" * "David tem quinze anos, Daniel tem treze anos, ambos nascidos em junho como eu. Estranho, né?" Pablo, David e Daniel? Estava percebendo uma tendência aqui. Talvez eles eram religiosos. * "Não lhes havemos dito ainda. Temo-me que não tomarão bem. Ele era o único avô que conheceram. Meu pai morreu quando eu era apenas um pouco major do que são agora. Trabalhou até morrer, mamãe estava acostumada dizer, mas não era o trabalho, era a obra" Isso foi interessante. * "O que quer dizer?" Todo mundo tem uma história se escutas. * "Papai era um pedreiro na Florida. depois de que a magia retornou, um bom trabalhador de pedreira era um trabalho condenadamente bom. O problema era que ele gastava o dinheiro mais rápido do que devia, às vezes antes de que minha mãe pudesse pagar a faturas incluso. Era o que hoje se conhece usualmente como um alcoólico de alto funcionamento. A todo mundo gosta, diziam que era um tipo divertido, um grande amigo. Não o recordo, mas lembrança a minha mãe chorando porque ele tinha gasto seu cheque de pagamento no bar" Ele respirou fundo, exalou. Seu olhar se perdeu no espaço, revivendo lembranças dolorosas "eu não acredito que a mama gostava de muito, e me sinto como que realmente não o conheço. Quando tinha dezesseis anos, encontraram seu corpo no Saca-rolha" * "É algum bar?" Ele me olhou e em realidade sorriu um pouco. * "Não, é um pântano, como uma reserva, ao sul do Fort Myers. Papai e eu fomos ali a caçar ao menos uma vez ao mês. Já sabe" o fez uma pausa "Estava orgulhoso de ser uma pantera, ia ver seu povo, ele os chamava, a pequena manada no Everglades. Nunca nos levou com ele. Minha


mamãe me disse uma vez pensou que tinha uma mulher ali. Deu-lhes dinheiro, nosso dinheiro. Assim vou ser honesto com vocês, nunca me gostou de meu papai. Nunca eu gostei de Boris tampouco" * "Sonha como se o tivesse acontecido mau" Assinalei em torno da casa "Mas o está fazendo bastante bem agora" O lugar era agradável, limpo e decorado com bom gosto, com móveis de alta qualidade e pinturas custosas na parede. Não havia nada que indicasse que dois adolescentes viviam ali. Era quase estéril. Como jovem, tivesse preferido a cabana. * "Sim, o fazemos bem. Como hei dito, graduei-me e trabalho como enlace entre as companhias de seguros e empreiteiros. me assegurando deles não cobrassem de mais pelo trabalho. Joanie trabalha para advogados no Buckhead. Seu pai o odiava, disse-me que devia fazer o suficiente para que fique casa. Disse que um homem de verdade atua como chefe da família e oferece o necessário a sua família, e a mulher deve ficar em casa e cuidar dos meninos. Ele pensou que devíamos educar em casa aos meninos. Não sei por que, estão em uma excelente escola privada" Ele realmente tinha aí ao velho javali. Decidi fazer mais perguntas. Talvez ele me diria algo que pudesse usar. * "O que tem que o Boris? Foi a boas escolas?" * "Eu não sei muito de sua educação. Como hei dito, não fomos próximos. Joanie poderia te dizer, mas ela segue bastante molesta. Realmente temos que fazer isto agora?" Cheirei o suor e o medo. Há algo sobre o medo. Deve ser o leão em mim. Sinto muito, cheiro-o, degustação. É quase tangível para mim, e quando agarro um olorcillo dele, o mundo vê cristalino. Fiquei olhando diretamente a seus olhos. Sabia que meus olhos tinham ido ao ouro e ele sabia o que significava que o ouro. Olhou ao chão. Assim está melhor. Aproximei-me os poucos centímetros que nos separam e continue em voz baixa: * "Sim, senhor Parker, temos que falar disso. Alguém assassinou ao pai de sua esposa. Não foi uma morte rápida ou fácil. Ele sofreu antes de morrer. As pessoas que o mataram queriam algo, e nós não sabemos o que era, ou se o encontraram. Eu aqui estou fazendo perguntas porque me quero agarrar quem é responsáveis e levá-lo ante a justiça. Eu governo a Manada, faço as leis, e castigo a aqueles que as rompem. Isso é quem sou, isso é o que faço. Sou consciente de que este é um momento difícil para sua família e estão de duelo, mas responderá a minhas perguntas e não obstaculizasse esta investigação" Sua expressão trocou, com os ombros cansados, e em uma voz tremente disse em voz baixa * "Ela não está aqui. Eles a têm" E ali estava. * "Por favor, os meninos não sabem. Eles disseram que a haviam a machucar se alguma de suas pessoas chegaram ao redor" * "Quem?" * "Suponho que você ou os homens como os que escondem fora e o menino no carro" Tomei uma respiração profunda. Necessitava-o com vida e falando. Um rugido o faria calar-se. * "Quem tem a sua esposa e quando a levou?" * "Faz um momento. Ela foi ver seu pai, voltou para casa chorando, então se zangou. Tão zangada como a vi alguma vez. Ela me perguntou se o tinha feito ou tinha feito. Disse-lhe que ela estava louca, ela disse que era minha culpa que eu lhes devia dinheiro e que tinham matado a seu pai para consegui-lo. Que não é certo; Tentei-o. Perguntei-lhe pelo dinheiro, só um empréstimo. Ele se Rio de mim. Chamou-me débil" * "Quem se levou a sua esposa?"


As palavras que guardava, derramaram-se fora dele como gudes em uma bolsa rota * "Sim, eu os pinjente que ele tinha escondido um contrabando, mas te juro que não sabia que haviam o assassinam. Em certo modo tinha a esperança de que não o matariam. Depois lutamos, foi se ver os, disse que não tinha medo de sua classe. Mais tarde me chamaram e disseram que se queria voltar a vê-la devia levar o que devia. por que ia fazer isso? por que ela iria enfrentar os? Agora têm ela e eu não tenho o dinheiro que querem" Já era suficiente. * "Sr. Parker, se não me der um nome nos próximos cinco segundos, eu prometo que o farei vencer pessoalmente a um deles" *** *** *** * "Os meninos Irvine?" Mahón franziu o cenho "Sim, os conheço. Mick e John, desceram de Michigan com seu pai depois de que seus pais se separassem. Deve ser quase faz vinte anos. Não eram mais que meninos, adolescentes, mas eram fortes e começaram a trabalhar. Agora cada um tem seu próprio negócio. Mick faz pisos e John faz quase todo o resto ou tem um tipo que pode. Fazem um montão de restaurações das inundações, renovações totais. Fizeram algo realmente agradável na casa do Rafael, tomaram o tapete das escadas, já sabe como a odeia, puseram madeira por toda parte. Você deve ver sua cozinha. É todo eletrodomésticos de aço inoxidável, pisos de cerâmica e mármore, encimeras. por que, pensa de contratá-los para algum trabalho? * "Não, eu ia pedir que liberem Joanie Parker e respondessem pelo assassinato de seu pai" Dava-lhe um momento para processar isso. Mahón permaneceu imóvel. Podia sentir ao Jim esticando-se a meu lado, não sabíamos como o homem grande ia reagir. * "Mataram ao Boris?" Assenti com a cabeça. * "Seguro?" * "Sim" * "Onde estão agora?" disse em voz baixa e ameaçadora. * "É gracioso que pergunte. Perguntava-me o mesmo. Quando foi a última vez que os viu?" Mahón quadrou os ombros. * "Eu me encarrego disto, é meu clã e meu amigo que foi assassinado. Encontrarei-os, vamos falar um pouco, e se o que diz é certo, te vou levar a suas cabeças. O suficientemente bom? " * "Não esta vez. Têm à filha do Boris e provavelmente vão matar a se for e irrompe ali. E como plus, não sabemos onde estão. vamos fazer isto a minha maneira. A gente do Jim o genro do Boris. Quando os meninos Irvine chamem, ele lhes dirá que tem o dinheiro, mas que ele não se sente seguro. Ele quer que a mudança aconteça em algum lugar público, com um montão de gente. Eles virão à Fortaleza, na parte sul de construção da obra, e vamos estar esperando por eles. Eles vão ser julgados por isso, Mahón" Dava-me conta por sua cara que não gostava. * "por que ventilar nossa roupa suja?" * "Porque assim é como fazemos as coisas" disse-lhe. * "Pensa que são estúpidos que não vão cheirar a armadilha?" * "Não, acredito que estão se desesperados e necessitam o dinheiro para sair de nosso território. Olhe, se são declarados culpados, ainda pode chegar a matá-los. Da maneira que deseje. funcionasse isso?" * "vamos fazer o Está seguro que são eles?"


* "Segue perguntando isso" disse Jim. "Sei que seu pai" Mahón fez uma careta "Quero dizer, tiveram algumas dificuldades. Eles podem ser jodidos, mas assassinato?" Assenti com a cabeça ao Jim, que deu um passo adiante com uma folha de papel. * "Problemas? Essa é uma maneira de dizê-lo. Estão fora de controle. Não tenho menos de nove incidentes documentados de assalto e danos à propriedade em que participam. Há um patrão: bebem, conseguem a média, e a gente se machuque. Não são muito exigente com quem luta, conseguiram três brigas com os caminhoneiros só este ano. Se não poderem encontrar a outras pessoas o suficientemente parvos para briga com eles, entram em briga com qualquer. O ano passado, Mick roubou a um de meninos do Jonh para trabalhar em sua equipe. Na seguinte reunião familiar, Mick vai pelo John e ambos terminam hospitalizados. E logo Doolittle tiro seus culos da sala de tratamento porque começaram brigas de mierda com outros pacientes. Ele não os tratará mais. São homens grandes e idiotas. Tem que deixar de cobri-los" * '' E o que? "Mahón moveu para o Jim. Isto se estava indo das mãos, por isso me interpôs entre eles. * "Ou nada. Só há uma forma em que isto termine, e você não está realmente zangado com o Jim. Ele não matou a seu amigo ou seqüestro à filha do Boris. Você quer solucionar este problema, nos ajude. Deixe-os dizer a seu lado. antes de que podemos lhes dar caça como animais" *** *** *** Não todo mundo vive na Fortaleza. Sempre há uma certa quantidade de pessoal e algumas moradias, mas é mais de um lugar para correr as coisas, reunir-se para ocasiões especiais, e refugiam se a mierda golpeia o ventilador. Quando esse dia venha, e virá, quero ser capaz de colocar a todo mundo no interior, de modo que como a Manada segue crescendo, também o faz a Fortaleza, expandindo perpetuamente. Quero os muros mais altos e grossos, outra torre aqui, cortar as árvores ali, ampliar a zona de morte, algo que fará que seja mais difícil de tomar. Porque eu nunca posso deixar de jogar com ele, uma área ao sul da Fortaleza era designado como uma zona de construção e zona de espera para os fornecimentos, pedra, madeira e ferramentas Tenho que fazer o lugar maior e melhor. Foi ali que organizamos o encontro para satisfazer aos homens que tinham tomado à esposa do Paul. Paul lhes disse que tinha pedido emprestado o dinheiro da Manada e que deviam recolhê-lo perto da Fortaleza, já que se sentia protegido em caso que as coisas saíram mau. A idéia era que se o atacavam, ele podia gritar e que o ruído traria para os guardas. Pu-me em cuclillas nos arbustos. Mahón se sentou a meu lado. O resto do Conselho da Manada se organizou em torno de nós, fora da vista, mas ao alcance do ouvido. Estávamos a favor do vento, mas já que era nosso lugar de construção, cheirava a cambiaformas de todos os modos. Frente a nós, Paul se passeou entre os montões de bolsas de morteiro e um montão de blocos de pedra. Pálido e ojeroso, ele parecia um homem que acabava de terminar um fim de semana de bebedeiras, que não sabia onde estava nem por que, ele estava aqui e presa do pânico porque nada parecia familiar. Tinha convidado aos alfas e betas, porque queria que tudo fora legal. O devido processo funciona melhor quando há testemunhas na causa e não perecia desonesto. Todo o qual era irrelevante se os meninos Irving não se apresentavam. Imaginei que o fariam. O que outra opção tinham eles realmente? A gente do Jim tinha a casa registrada que ainda compartilhavam e parecia que os Irving haviam empacotou algumas costure e se foram. Se planejassem correr, necessitariam dinheiro. Se planejavam ficar, necessitariam dinheiro. E só havia um lugar onde podiam


consegui-lo. Teriam que trazer para o Joan e seu negociar o resgate com o Paul. Se não tivessem tomado reféns, estaria inclinado a deixá-los ir e que os caçássemos em nosso tempo livre, mas tinham ao Joan, e faríamos todo o possível para recuperar a de forma segura. Se se apresentaram antes e as coisas foram bem, ainda podia chegar a meu jantar com o Kate. Claro, eu poderia chegar um pouco tarde, mas tinha a intenção de fazer as pazes com ela. Não tivemos que esperar muito tempo. Em menos de uma hora, o ruído de um motor de grande alcance nos alertou sobre a chegada dos irmãos Irving. Tal como se pensava. Tinham tomado a estrada de acesso ao sítio de construção. Tinha a esperança de que trouxessem para o Joan com eles. Se chegavam sem ela, as coisas ficariam grandemente mais complicadas. Teríamos que tratar de submeter ao casal e obter a localização dela. Vivo ou morto, o que precisamos saber era onde estava. Pablo nos enfrentou e olhou para o bosque. Não olhe para nós, seu idiota. Em poucos minutos, as luzes brilhavam entre as árvores, logo estas se apagaram, mas o ruído me dizia que o veículo continuava avançando para nós. Idiotas. Seu motor soava como um pequeno tornado. Perguntava-me no que tinha estado pensando. ‘Hey, Mick, como podemos ser discretos? Bom, Juan, vamos apagar as luzes. Ninguém saberá nunca estamos chegando’. A meu lado, Mahón pôs os olhos em branco. Não estávamos tratando com mentes criminais. Os irmãos Irving não tinham um plano. Viram só umas poucas horas antes, se isso. Por uma vez, isso jogou a nosso favor. É provável que nunca considerassem uma traição. Em suas mentes, isto era uma linha reta: apresentavam-se, e obtinham o dinheiro. Paul quadrou os ombros e levantou a bolsa de lona que havíamos cheios de pacotes de café. Quando ficam no interior de uma bolsa, pareciam-se com as pilhas de dinheiro em efetivo. Os Irvings estacionaram a uns curtos cem metros do sítio e saíram. Inclusive com a luz da lua em quarto crescente, pude distinguir dois grandes forma com uma mais pequena entre eles. OH, bom. Eles haviam a trazido com vida. Ela parecia caminhar, mas eles a estavam guardando entre eles e eu não podia ver seu rosto. Possivelmente Mahón tinha razão e eles eram só bons meninos que tinham ficado apanhados em uma má situação. * "Parker, trouxemos para sua porca" um deles gritou "É melhor ter o dinheiro ou te estripar diante dela, antes de que morra" Ou não. * "Bom" Paul levantou a bolsa. "Tenho-o, deixa-a ir por favor" Podia sentir seu medo e tensão, mas era por sua esposa ou por ele? * "Saca o dinheiro" disse o outro irmano Irving. "Se tudo estiver aí, pode tê-la. Ela não está ferida. Muito. Nós poderíamos havê-lo feito pior, por toda a mierda que nos fez passar" * "Eu?" A voz do Paul negou "Tomou minha esposa! por que? Pelo dinheiro que pensa que te devia?" Ah, aí estava. Se esperarmos tudo ia sair. * "Mentira", disse o irmão maior "Disse-nos que pagaria. Fizemos o trabalho, maldito bastardo. Fizeram que a companhia de seguros a pagar? Não! Construímos a essa gente a flamejante maldita casa, ladrilhos de mierda, pisos de granito, mostradores, gabinetes, eletrodomésticos novos, tivemos que comprar toda essa mierda, e logo nada. Ficamos sem dinheiro, eram oitenta mil dólares, maldita seja" * "Os proprietários não podiam pagar" o irmão menor grunhiu. * "Conseguimos apenas cinco deles. Perdemo-nos uma lista de nomes, Dom deixo de fumar, renunciou o menino da cobertura de chumbo, e nosso representante esta jodido agora. Ninguém nos vai contratar depois disto. Você nos deve, por tudo isso" * "Não é minha culpa!" Paul deixou cair a bolsa. "O pagamento foi aprovado e logo se foram do


negócio. Como ia eu ou seja o dono ia desaparecer com todo o dinheiro em efetivo e sua secretária?" * "Supõe-se que deve saber, é para o que lhe pagamos" o irmão maior grunhiu "Foi um bom concerto, tudo o que tinha que fazer era ir e vir com o representante, obter o pagamento aprovado. Sinta-se em seu pequeno escritório agradável executando os números, enquanto fazemos o trabalho real. Nós sempre lhe demos sua parte. Crie que é melhor que nós porque alguma vez te sujou as mãos, pensa que pode só jodernos e nada vai acontecer?" * "Já disse que o sentia. Tratei de conseguir o dinheiro. Inclusive lhe disse onde consegue, mas nem sequer podiam fazer isso, supunha-se que deviam conseguir o dinheiro do ancião, não matá-lo" * "Bom, como demônios crie que conseguiríamos o dinheiro?" perguntou o maior Irving "estúpido bastardo, possivelmente pensou que os três nos sentaríamos a tomar o chá e logo nos daria o dinheiro" Assenti com a cabeça ao Derek. O menino se adiantou, acendeu um fosforo, e o deixou cair no braseiro de metal. O combustível no interior se acendeu e as chamas se dispararam, iluminando o sítio, Paul, os irmãos Irving, e Joan com uma peça de cinta adesiva sobre sua boca. À direita e esquerda, três incêndios surgiram à vida. Saí e em voz alta lhe perguntei: * "Isso é o que todos queríamos saber. Vocês mataram ao Boris?" Os grandes homens se congelaram por um momento. um pouco drama nunca fere. Joan aproveitou a oportunidade e se separou deles, rasgo a cinta de sua boca. Ela tinha um lábio partido e um moretón sob um olho. Eles a tinham maltratado nos braços e o tinham feito no caminho até aqui, provavelmente justo antes de que saísse do carro, porque Lyc-V tivesse sanado as feridas do contrário. Joan correu para seu marido. O abriu os braços para abraçá-la e lhe deu uma bofetada. Duro, justo ao outro lado da cara. cambaleou-se para trás, olhando aturdido. Ela respirava com dificuldade, mas entre as respirações conseguiu espremer quatro palavras. * "Quero o divórcio" * "É obvio" disse-lhe. Parecia justo sob as circunstâncias. A mim ao redor, os membros do clã pesado se moveram do bosque, em direção aos irmãos Irving. * "Bem" ela apertou os dentes. Um aterrador sorriso se desenhou em seu rosto à medida que avançava em seu agora ex-marido. * "Seu fez isto" disse entre dentes "Enviou-os a matar a meu pai. Estava no certo a respeito de ti, é simplesmente um covarde. Sabia o que tinham feito e me deixou ir vê-los por mim mesma. Que classe de homem faz isso?" * "Eu sempre trabalhe por ti!" Paul ladrou "Fiz uma vida para ti e os meninos. Você gostava da casa agradável, a melhor do Bairro. O que vais fazer, conseguir um pequeno apartamento, e pôr aos meninos na escola pública? Virá te arrastando de volta, ou crie que um desses advogados do trabalho para vai cuidar de ti?" * "Aaaargh! Posso fazer tudo o que faz, idiota. Tenho dinheiro guardado. Crie que é muito melhor que eu e as pessoas com as que trabalho, mas não tenho que fazer armadilha às pessoas, nem trato com estúpidos, valentões violentos como esses dois" * "Hey!" Um dos Irvings começaram a protestar. Estavam rodeados por vários membros de clã pesado, sob a direção do Mahón. Não foram a nenhum lugar. * "te cale" sugeri "Terá seu turno" O feliz casal precisa resolver isto. Anos de amargura e ressentimento foram arrastados fora, e me sentia um pouco voyeur ao estar observando sua vida em comum desentranhada.


* "Ao diabo te fiz um favor!" Paul gritou. "Agora vamos obter sua casa e seu dinheiro. Acreditava que viveria para sempre?" Por um momento, Joan disse nada. Ela ficou perfeitamente imóvel. Uh-OH. * "Petição para a custódia dos filhos", finalmente perguntou em voz alta. * "É obvio" disse-lhe. Paul se voltou para mim. * "O que, por que? São meus filhos também. Solo vai deixar que esta zorra fique? Eles devem decidir com quem querem viver " A risada do Joan era amarga. * "O que pensa que vão dizer, Paul, quando se inteiram de que mandou a matar a seu avô? O homem que os amava e cuidava deles e lhes ensinou as coisas. O homem que os levou de camping e pesca. E por que o fez? Por um pouco de dinheiro. Eles saberão que classe de homem é, e lhe odiarão por isso" * "É uma puta!" A pele do Paul Parker se dividiu. A pele se derramou, rápido, girando para cobrir o novo osso e músculo. Três homens do Jim estavam sobre ele. Agarraram-no, mas de repente, estava em sua forma meia pantera, assobiando e cuspindo, e estavam lutando para retê-lo. Isto nos estava indo das mãos. Joan simplesmente o olhou por um momento e depois se encolheu de ombros. * "Está bem. Se assim for como o quer, está bem. Deixem-no ir" A gente do Jim me olhou. Assenti com a cabeça. Esperamos até que ela trocou, continuando, só se apartou para lhes dar espaço. Onde antes tinha mantido uma mulher loira miúda em seus trinta e tantos anos, agora havia uma enorme fêmea porco. Todos nós fomos maiores em nossa forma de besta que os animais normais, mas os membros do clã pesado eram gigantes. Ela tinha que pesar mais de quinhentas libras de osso duro e potente muscular. A pelagem cinzenta escura se arrepiou ao longo de suas largas costas. Seus olhos eram pequenos e cheios de malícia. Estava louca como o inferno. Paul deu um passo adiante. Joan o superava por quase duzentas libras, mas Paul em forma guerreiro ainda era um monstro de trezentas libras, uma grande massa de forte musculo, tendões e pele manchada com enormes presas e garras. E ela não tinha as presas do pai. O homem pantera se agachou. Tremiam-lhe os lábios e um meio grunhido, ondulou de sua boca. Tive a sensação que esta briga tinha demorado um momento comprido em vir. A cerda respondeu ao desafio com um grunhido profundo. Ela chutou o chão com seu enorme casco e cargo. Quinhentas libras de um cheio o saco porco, passou além de mim como um trem desbocado. Tinha a cabeça para cima. Tratou de investir, mas a pantera saltou com suas articulações líquidas, e aterrissado em suas costas. Ele enterrou suas garras dianteiras nos ombros da porca e mordeu com força em seu focinho. Sangue foi vertida. Joan gritou de raiva e se lançou para frente em rodando. Todo seu peso caiu sobre o homem pantera, e ela se enrolo sobre ele como uma aplanadora, engomando o pavimento. Na marcha, o homem pantera deixo ir o focinho da porca e saltou longe. Ela girou para ele, respirando com dificuldade. Profundas estrias esculpiram seu focinho, seu rosto era uma máscara úmido de cor carmesim. detiveram-se por um momento, congelados. Então, de repente ela carrego de novo. Esta vez, em lugar de ir de sua frente, o grande homem pantera a esquivou e saltou à costas da porca, dente se engancharam grosseiramente em seu pescoço. Joan avançava ao redor do claro, correndo como se sua vida dependesse disso. Não seria ajudada. Ele sangraria. Paul se aferrou a suas costas, rasgando-a. Joan se inclinou bruscamente, girando, e se lançou à pilha de enormes blocos de pedra à espera de converter-se em uma parede. O homem pantera gritou quando 500 libras de porco,


movendo-se a cinqüenta quilômetros por hora se açoitou na pedra, com ele amortecendo sua queda. O osso rangia. A porca rodou a seu lado uma e outra vez até que finalmente ela se levantou, as pernas tremendo, costas jorrando sangue mas agora sem a carga da pantera. Pablo atirado no chão, sua respiração superficial. Suas costelas pareciam estar mau. Estava tudo arrebentado por dentro. Em lugar do que lhe permita recuperar-se, Joan correu para ele, as pezuñas pisoteiam os músculos e o osso se convertia em mingau úmido. deixou-se cair de joelhos e tiro sua grande cabeça para baixo no peito. Seu esterno se rompeu, e seu pescoço rodou para um lado. Ele havia terminou. Ela começou a usar seus enormes dentes caninos para lhe arrancar a garganta. Já era suficiente. Deixei escapar um rugido em busca de sua atenção. * "Joan, para. foi-se" Ela me olhou, com sangue mas invicta, e pensei que poderia carregar contra mim. Em seu lugar, a enorme porca inclinou a cabeça. Carne fluiu quando ela trocou de novo, e uma vez mais, uma pequena mulher loira ficou de pé sobre a erva, mas agora ela estava nua, suja e sangrando por uma dúzia de cortes profundos e arranhões graves. O profundo corte no pescoço estava fechando. * "Levem-na com o Doolittle e tirem o corpo daqui" B saiu do anel que se formou em torno dos combatentes e pôs uma manta ao redor do Joan. * "Vêem comigo, querida. Levaremo-lhe para que lhe arrumem" Sua voz era suave e calmante, mas ela tomou pelos ombros ao Joan, com punho de ferro e começou a levar-lhe La viuda se detuvo y se volvió hacia mí. A viúva se deteve e se voltou para mim. * "O que acontece eles?" Ela fez um gesto aos irmãos Irvings, ainda sujeitos pelo povo do Mahón. "Mataram a meu pai" * "Sei, e o sinto por sua perda. Ouviremos o que isso queiram dizer e logo vão ser julgados pelo Conselho e castigados É o suficientemente bom?" * "Quero ver" B deu volta ao Joan para estar frente a ela e lhe disse em voz baixa, que seria como mover rochas fora de seu caminho. * "Não, querida, realmente não quer ver" Durante um segundo estavam frente a frente, e logo Joan agachou a cabeça. As lágrimas se formaram em seus olhos e se deslizavam para baixo por suas bochechas. B a estreito contra ela. "Estas feita um desastre. vamos limpar te, por que não o fazemos?" Joan assentiu e começou a chorar. Fiz contato visual com B e assentiu com a cabeça para a Fortaleza. B conduziu brandamente afastando-a, e acariciando suas costas. * "Cadela louca!" Era o menor dos irmãos Irving. Mahón lhe deu um golpe na cabeça e se foi para baixo. Duro. O outro luto contra seus captores, sem nenhum resultado. * "Deixe ir, filhos de puta, não fizemos nada. Isto não é justo" * "Foi justo quando os dois se mataram Boris? Estamos ainda à espera de escutar o que aconteceu isso. Por favor, nos digam por que não deveriam ser feitos responsável pelo assassinato o velho?" * "Não foi assim. fomos falar com ele, para perguntar pelo dinheiro. Poderíamos lhe haver mencionado algo sobre não querer que nada mau aconteça a sua formosa filha e seus netos. foi a mierda. Juro que nunca o tocamos até que ele nos empurrou e empurramos de volta. Ele me golpeou de novo contra uma parede e logo Mick o agarrou pelas costas, já sabe, só para arrastá-lo fora mim, e ele se voltou para o Mick. Ninguém chega a meu irmão. Ele o começou, não pretendíamos matá-lo, mas ele não nos deu eleição. foi em defesa própria"


* "Não funciona dessa maneira. Não se pode ir por um velho homem de casa para lhe roubar e logo reclamar a legítima defesa quando contra-ataca. Ameaçou as únicas pessoas que lhe importavam no mundo. O que esperava que fizesse?" * "Ele só devia nos dar o dinheiro. trata-se de criticar. Agora todos vocês vão conspirar contra nós e não é justo, nada disso" Ele era muito aficionado a essa palavra. * "Muito bem Jonh, o que crie que seria o justo? Você sabe que não podemos deixar que vá, mas como devemos resolver isto?" * "Um a um, lutarei contra qualquer de vocês. Se eu ganhar, você deixa que vamos. vou brigar contra qualquer, inclusive você, não tenho medo de nenhum de vocês" Realmente, ele deveria calar-se, mas de novo, ele tinha matado Boris, assim que talvez fosse bastante duro. * "Isso é uma provocação?" Tinha que dizê-lo. * "Sim, o é. Vamos, só você e eu. Promete que se eu começar a ganhar estes bodes não interferirão" * "Ninguém vai interferir, esta é uma luta a morte Se me matas, dou-te minha palavra de que a ti e seu irmão lhes dará aconteço livre fora do território da Manada. Se ganhar, entretanto, Mahón consegue a seu irmão. Seguro de querer fazer isto? As mulheres e homens de idade parecem mais seu tipo" * "Até ladrando? Está pensando em falar com a morte ou vamos brigar?" Assenti com a cabeça ao Mahón, que fez um gesto para que John Irving seja deixado solto. Sem mais preâmbulos, converteu-se em um urso por completo. levantou-se sobre suas patas traseiras e deixou escapar um ensurdecedor rugido. Era grande, sem dúvida, um urso pardo macho adulto. Derek tinha dado no branco, possuía oito pés de raiva e poder. Não tão grande como Mahón, mas ainda era enorme. As pessoas que pensavam que os ursos eram lentos e torpes não os tinham visto brigado antes. Sabia que se o deixava conectar com essas grandes patas, ele tomaria minha cabeça. Minha melhor opção era lançar-se dentro e fora, ele sangrado. Minha forma guerreiro seria melhor, uma boa mescla de velocidade e força, e pude utilizar minha formação e com a esperança de que minha habilidade nivelasse a diferença de tamanho. deixou-se cair pesadamente em quatro patas e começou a baralhar para mim. Rodeamo-nos o um ao outro, cada um de nós cautelosos, sem vontades de dar o primeiro passo. de repente fez um grande giro; esquivei a enorme pata e lancei uma rápida rajada de minha própria pata: voando de esquerda, a direita, abandono de novo. Conectei com seu nariz e deixei profundos sulcos ao longo dela. Ele deu marcha atrás e começou a rodear de novo, em busca de uma abertura. Quando ele se encabritou e tratou de envolver seus grandes braços a mim ao redor, fui de abaixo e para fora, longe de seu alcance. Não ia deixar que me atire em um abraço lhe esmaguem. No caminho, rastelei-me o peito e o ventre, mas a pelagem era tão espessa que fazia muito pouco dano. Ele se equilibrou sobre mim e me dava a volta por debaixo dele e ao lado antes de que pudesse atirar todo seu peso para baixo, mas esteve perto. Se ele me imobilizava, estava jodido. Belisque seu culo antes me lançar de novo fora de fila. Frustrado agora, fechou em mim. Era um estranho forjo, baixou a cabeça e começou a golpear de ida e volta enquanto avançava pesadamente para mim, com a esperança de que me golpearia com ele, ao tempo que protegia seus olhos e nariz vulneráveis. Esperei até que chegou dentro de fila e golpeie, esquivando sua carga, agarrei-lhe a pata dianteira esquerda e mordi com força a orelha. As garras de minha mão direita foram enterradas na pele e a graxa da corcunda e seu sangue estava quente e salgado em minha língua. Tratou de me sacudir, mas tive um bom agarre nas costas e minhas mandíbulas estavam fixos


em seu ouvido. Girou a cabeça a um lado para desprender-se de mim, mas em lugar disso me deu a oportunidade de balançar minhas pernas para cima e ao redor de seu pescoço, espremê-lo em um movimento de tesoura. Vá, um de nós esteve estudando seu jiu-jitsu. Ele resistiu como um cavalo selvagem tratando de lançar um vaqueiro, mas tive uma muito boa posição e eu estava usando todo meu peso, assim como os músculos das pernas para constranger a garganta. depois do que pareceu uma eternidade, ele começou a enlentecer e tropeçar. Assim é, moço grande, só tem que ir dormir. Está quase terminado. Bom, isso não foi tão mau. Algo se estrelou contra mim. Que carajo? Golpeou-me de novo e John e eu caímos juntos, e de algum jeito o terminou em cima de mim. Eu estava sustentando seu peso morto com minhas pernas, mas eu não sabia quanto tempo poderia mantê-lo acima. Estava começando a entrar em razão, e em poucos momentos ele estaria acordado e me arranhando a cara. De repente, o peso em minhas pernas parecia duplicar. Filho de puta! Mick devia ter saltado por cima de seu irmão, com o que o peso mistura dos dois ursos desço em minhas pernas. A carga era muita e efetivamente, minhas pernas espetaram como ramitas. A dor era insuportável. Rugi de dor e raiva. Quando Jonh se veio abaixo, aferre sua garganta com minhas mandíbulas. Minha única esperança era esmagar sua traquéia. Aferrei-me com todas minhas forças e o esmague tão duro como pude. Fui recompensado pelo som satisfatório da cartilagem tireóide e o osso hioides rangendo entre meus dentes. John convulsionou em cima de mim logo se relaxou, e eu sabia que ele se foi. Alguém estava tirando Jonh de cima mim, graças a Deus. Por desgraça, era Mick. Estava de pé sobre mim com o assassinato em seus olhos. Isto não era bom. Começou com uma chuva de golpes sobre mim, cobri-me a cabeça e meus braços tomaram a maior parte do impacto. Minhas pernas eram inútil; Não me podia levantar. Tinha que terminar isto antes de que me golpeasse até a morte. Tome a oportunidade, quando um dos golpes toco terra, e o bloqueie com meus braços e dele atire para baixo. Quando ele esteve bem perto, soltei seu braço, agarre os lados de sua cabeça, ampliei minhas mandíbulas, e tome medidas drásticas contra o nariz. Foi um bom bocado, parte de seu nariz caiu na boca. Eu o cuspi. Isso foi tudo para o Mick, a comoção e a dor era muito. deu-se a volta e pôs-se a correr. De fora do anel de corpos, Mahón entrou em seu caminho. Os dois corpos enormes se estrelaram entre si. Quase imediatamente estavam de pé e tinham seus braços entrelaçados e parecia estar lutando. O urso maior se retorceu e em realidade jogou em seu oponente sobre seu quadril para o chão. Mick logo que tinha golpeado antes de que chegasse Mahón sobre ele. Com sua pata esquerda, pôs seu peso no peito do Mick; com a direita, chegou para trás e então a enorme pata baixou com força para a cabeça do mais pequeno dos ursos, rompendo-a como um melão amadurecido. O movimento era a assinatura do Mahón. Tinha-o visto antes, mas ainda era maldita impressionante. Eu não acredito que algum dia teria que lutar ele, mas se o fizesse, ia permanecer longe dessa grande garra de canhão que tinha. * "Se alguém quer me ajudar a me levantar, faria-o ser grande" O feitiço arrojado pelo sangue e a violência, pareceu romper-se, e Jim e Derek me levantaram entre eles. * "Meu senhor, isso foi incrível... ambos o golpearam" Derek estava assombrado. * "Sim, sobre isso. Quem quer explicar por que coño o outro foi capaz de saltar sobre mim?" Esta vez falo Jim. * "Bom, enquanto estávamos te vendo, pensamos que ele estava fora. Mas as arrumou para liberar-se, rompeu-lhe o nariz do Eduardo, e arranhado ao George para conseguir ficar solto. Desesperado, suponho. Sabia que foste estar bem" * "Sim... que isso não aconteça outra vez. Maldita, me traga para o Doolittle. Necessito-o para que me arrume. Tenho uma grande entrevista de esta noite. E já vou o suficientemente tarde e Kate vai estar cheia o saco. Nesta condição, ela poderia ser capaz de me vencer"


Não passou muito tempo para chegar à Fortaleza e logo à sala de medicina. Doolittle me olhou de cima abaixo, continuando, dirigido-se Jim e Derek para que me depositassem em uma mesa de exame. * "Que classe de loucura estiveste fazendo? Parece que lutou um deslizamento de terra" * "Ursos em realidade. Dois deles" * "por que diabos ia fazer isso?" * "Parecia uma boa idéia nesse momento" * "Parece um maldito parvo para mim. Não tem um montão de grandes assassinos fortes, ao igual a estes dois? "Ele assentiu com a cabeça para indicar Jim e Derek. "por que sente como se tivesse para lutar contra toda maldita alma em Atlanta está além de mim?" * "Se disser que tem razão, sanasse-me? Tenho um lugar ao que ir" Doolittle levantou uma sobrancelha. * "Esta noite? Só lutou com dois ursos e tem um lugar ao que ir? Sabe que ambas as pernas se quebrado, não?" * "isso OH é o que era esse som. Imaginei que se dormiram" * "Não te faça o preparado comigo. Sempre te remendei e o farei de novo, mas não há necessidade de que seja assim " O mundo estava um pouco imprecisa. * "O que acontece deixa de dar ordens a mim ao redor e me acaba de fixar as pernas, maldita seja" * "Qual é a pressa?" Doolittle começou a examinar minhas pernas. Sua voz vinha de muito longe, como se ele estivesse falando da parte inferior de uma escada de profundidade "O que tem que fazer que é tão importante?" As palavras saíram lentamente. * "Tenho uma entrevista com uma garota" * "Ela é especial?" * "Se" * "Então ela o entenderá" O mundo girou, piscou, e logo a escuridão me levou a sua boca e me mordeu. Ela o entenderia. Eu gostaria de explicar-lhe Estaria bem.

Conclave fui o Senhor das Bestas de Atlanta a metade de minha vida. Sou responsável pela vida de várias centenas da Gente Livre, do Código. Algumas pessoas lhe dirão que estar a cargo significava lhes dizer a outros que fazer. Isso era sozinho uma parte. A liderança significava fazer o que você sabe é o correto. Em minha experiência raramente envolvia fazer o que quer ou você gosta. Esta noite não era a exceção. Estava atendendo a uma reunião entre o Conselho da Manada, os alfas de todos os clãs, e A Nação, necrománticos que piloteaban aos mortos. Bernard’s era terreno neutro, um santuário onde todos os jogadores de Atlanta vinham para ser vistos e sentir-se importantes. A violência estava estritamente proibida. Nenhum problema, podíamo-nos vestir e jogar bonito com os jodidos cadáveres da Nataraja. por agora não havia necessidade de um conflito entre a Manada e a Nação. A paz não duraria para sempre e um dia veria como a luz desapareceria de seus olhos, enquanto o Cassino se queimava ao redor dele. Empurrando esse agradável pensamento a um lado, entre ao piso principal. Jim estava


esperando com outros alfas, assentiam sua direção e o dirigiu ao grupo escada acima. Comecei a segui-los quando detectei um aroma familiar. Não podia ser. por que ela estaria aqui? Ela tinha irrompido em minha casa, destruído meus pesos, e inclusive pôs erva gatera em minha cama. Em resposta tinha pego esse lindo traseiro dela em uma cadeira de seu escritório. Em resumo estávamos fazendo a dança de emparelhamento. Por um momento pensei que a tinha perdido, mas a nossa própria e jodida maneira nos tínhamos tragado nosso orgulho e cedido o um ao outro. Ambos sabíamos que nunca seria fácil, mas estávamos dispostos a tentá-lo. Sabia que Kate não era totalmente apreciada pela Manada, mas eles me deviam isso. Tinha sangrado por eles, arrumei suas insignificantes discussões. Tinha-lhes dado tudo, eles me dariam esta única coisa. Ou os destruiria. Quando alcançar o alto das escadas via Jim mastigando a um de seus homens um novo idiota. Que diabos? Talvez ela estava aqui. Kate significava problemas e me perguntava que tinha feito para zangar ao Jim. Talvez esta noite não seria completamente aborrecida depois de tudo. Solo esperava não entrar em uma habitação cheia de meus alfas com seus traseiros pegos a seus assentos. Entre à habitação e a busquei. Estava em uma mesa à esquerda e por um momento acredito que esqueci como respirar. Kate te via maravilhosa, seu cabelo estava solto, estava usando maquiagem e esse vestido. Tinha um corte desço no fronte e lhe assentava como se tivesse sido feito para ela. Estava ao lado do Saiman. Ela estava aí com ele. Usava esse vestido por ele. via-se assim por ele. Foi como se alguém me tivesse dado um golpe no estômago. O resto da habitação deixou de existir. Solo estava ele e eu, e a distância entre nós. por que ele, por que aqui? Queria ela me ferir da forma mais pública possível? Jim estava a meu lado tratando de me dizer algo. Olhei-os tratando de lhe dar sentido. O filho de cadela me sorriu e disse algo a ela que não pude deduzir. Estiquei-me e distingui sua presunçosa voz dentro do resto dos sons * "…significaria a guerra. Não pode mover um dedo desconjurado" Quase sorri. Acreditava que estava a salvo. A voz do Jim rompeu minha concentração. * "Não aqui." Sabia que tinha a razão mas não me importava. * "Posso-o fazer desaparecer," Disse Jim a meu lado "Nunca ninguém o encontraria. Posso trazer lhe encadeado isso, ou em pedaços. Solo espera. Não o faça frente a ela. Podemo-lo fazer em qualquer momento. O que mais temos é tempo." Dirigi meu olhar para ela e ela me devolveu isso. Era um olhar desafiadora. Não, ia ser aqui e agora mesmo. Ela podia tratar de me deter, infernos todos podiam tratar, mas ela ia olhar como o destroçava. Pintaria os pisos e as paredes com seu sangue antes que morrera. O fenômeno se Rio. * "Parecemo-nos muito, Curran e eu." OH, tinha que escutar isto. * "Os duas somos presas da luxúria. Ambos cuidamos nosso orgulho e sofremos de ciúmes. Os dois utilizamos nossos recursos para conseguir o que queremos: Eu uso minha riqueza e meu corpo, e ele faz uso sua posição de poder. Você diz que te quero sozinho porque me rechaçou. Ele te quer pela mesma razão. Lembrança quando se converteu no Senhor das Bestas. O rei menino, o perpétuo adolescente, de repente à cabeça da cadeia alimentícia, com acesso a centenas de mulheres que não podiam dizer não. Crie que as obrigava a ir a sua cama? Tem que havê-lo feito ao menos um par de vezes”


O que? Esse enjoativo chupa frangas lhe estava dizendo que eu era um violador. O tipo que follaría com uma serpente se pudesse encontrar alguém que a mantivera quieta. Eu nunca, jamais. Kate, lhe diga que não é verdade. lhe diga que não lhe crie. lhe diga. Não disse nada. Queria-a, e pensei que ela me queria . Fui bom, esperei. Ela esteve na Fortaleza, débil e ferida, mas nunca a toquei. O diria ou faria algo. O a usaria e jogaria em um lado quando se cansasse dela. Eu quase morri durante os Jogos por ela. Ele se inclinou para ela. Poderia cortar a distância entre nós em só três grandes passos. Dois segundos e poderia separar a cabeça de seus ombros e arrojá-la aos pés dela. O levantou a voz. "É toda minha esta noite. me beije, Kate" Não. aproximou-se dela. Ela o esquivou. Algo dentro de mim se rompeu e comecei a avançar para eles. Ele não se iria deste lugar vivo. Não podia fazer que ela me amasse, mas ela não queria as mãos do sobre ela. Esse jodido doente não a tocaria nunca mais. Ela deu um passo frente a ele. Ele estava muito ébrio ou era muito estúpido para dar-se conta do que estava passando. * "…não me fará mal. Não aqui" Quase estava aí, podia cheirar o álcool no suor dele. Ela tomou uma garrafa de uma mesa próxima e balanço para mim. Lindo, mas não seria suficiente. Talvez se tivesse sua espada… * "A Nação saúda o Senhor das Bestas." Nataraja. Tomou tudo o que tinha mas me detive. Se o matava agora, significaria a guerra. Nesse momento tivesse descartado minha vida para sentir o crânio do Saiman romper-se entre minhas mandíbulas, mas ele não valia a vida de meus Alfas. Saiman nunca saberia, mas esse bastardo calvo (Nataraja) tinha salvado sua vida. No momento. Olhe ao Kate e lhe disse uma só coisa. Mais tarde. Devolveu-me o olhar, seus olhos claros. Em qualquer momento. Tomei uma profunda respiração, dava-lhe as costas e em uma acalmada voz disse: * "O Senhor das Bestas saúda a Nação"

Acordado Flutuei em muito agonia por uma eternidade. Às vezes se me concentrava e bloqueava a dor podia escutar sua voz, desde muito longe. Enfoquei-me no som, me dirigindo lentamente para ele. Finalmente, depois de não sei quanto, retornei e inclusive pude me figurar que era o que ela estava dizendo. * “…parece um tipo decente. Agora eles estão apanhados…” Ele tinha a alguém, ela tinha a alguém, ninguém estava falando, e Kate não sabia o que fazer. Abri meus olhos. via-se cansada e esgotada. Mesmo assim, nunca em minha vida tinha visto alguém tão formosa. Tampouco tinha estado tão contente de estar perto dela. Por alguma razão a resposta de seu dilema veio a meu mais fácil que qualquer das outras coisas que realmente queria dizer. * “Faz tratado com a Lei da Segunda Oportunidade?” perguntei-lhe brandamente. Seus olhos não se abriram. Talvez ambos estávamos compartilhando um sonho. O expliquei o melhor que pude e a abracei o mais duro que fui capaz.


Finalmente ela me olhou. * “Ficou comigo” sussurrei. Ela disse algo que não pude escutar, mas não importava tanto como o que ela estivesse aí para dizê-lo. Sorri-lhe e me voltava dormir. Sonho real esta vez, não a neblina vermelha, só escuridão. Sabia que ela estaria aí quando voltasse para mundo. Sem importava que. Eventualmente despertei outra vez. Algo estava em meu braço e o queria fora. Assim que localizei a fonte de minha irritação, Kate entrou na habitação carregando algo que cheirava como sopa. * “O que é esta mierda?” Perguntei enquanto atirava da agulha da intravenosa de meu braço. * “Manteve-te vivo por onze dias” me informou. Quase duas semanas! estive inconsciente por quase duas malditas semanas, e ela se ficou comigo. Não foi a IV a que me manteve vivo. A verdade disso me deixou de pedra. Ela me passou a sopa. Pu-la a um lado e atirei dela mais perto. Sustentamo-nos o um ao outro por um momento. Logo, entretanto, o familiar tamborilar do Derek rompeu nossa ensoñación e efêmera reunião. * “Kate” perguntou brandamente, claramente pedindo permissão para entrar. Com uma autoridade em sua voz que nunca tinha escutado, lhe disse que entrasse. O menino o fez. * “Tenho a um lobo aí fora que quer verte. Ele diz que é uma emergência. Provavelmente outra provocação…” Provocação? Para mim? Cada músculo em meu corpo se esticou. Realmente, Acaso estão loucos? Quase morro e eles estavam fazendo fila para ter um pedaço do que ficava de mim. Olhei ao Kate e sua cara o dizia tudo. Tinha um olhar de resignação e as rotas peças caíram em seu lugar. Não a mim. Eles a estavam desafiando a ela. Infernos não. Esta mierda ia parar agora mesmo. Derek me viu e repentinamente ficou em silêncio. * “Traz-o. Não lhe diga que estou acordado” O jovem lobo fechou sua boca, girou e partiu rapidamente a cumprir minha ordem. Ele sempre tinha sido um menino preparado. * “Ajuda-me a me levantar?” Kate agarrou minha mão e atirou de mim. Estaria maldito se me viam deitado na cama como um debilucho. Meu corpo gritava por comida. Tomei o prato que trouxe antes. Enquanto antes absorvesse nutrientes, mais rápido me recuperaria. Enquanto tragava a sopa, Jaime Alicia entrou no quarto como se lhe pertencesse. Tão disposto a machucar a meu casal e tomar o que é meu. Um dos melhores brigões do Clã dos Lobos e um boxeador em sua juventude, era alto e bem construído. Tinha-o visto brigar; era forte e rápido. Também estava seguro que Kate podia cortá-lo em pequenos pedacinhos antes de que a sopa se esfriasse. Nunca o admitiria, mas ela era malditamente boa com essa espada dela. Não é que tivesse que fazê-lo---ele estaria morto antes de tocá-la. Nenhum deles a machucaria nunca mais. Mataria-os a todos antes. Jaime me olhou, sua mandíbula caiu. Terminei minha sopa e falei. * “Se?” O lobo se atiro de joelhos e Miro para o chão. Se o tivesse duvidado sequer um segundo teria arrancado seus pulmões através de seu peito. Garras, estiro o braço, e arranco. Seria fácil e o desfrutaria imensamente. Podia cheirar seu medo. Queria lhe rugir. * “Tem algo que dizer?”


Com seu olhar até fixo no chão, sacudiu sua cabeça negativamente. Agora sabíamos quem era quem e que era o que. A ordem precisava ser restabelecido e o resto deles precisavam ser recordados porque era o Senhor das Bestas. * “O conselho terá uma reunião em três minutos. Vê lá e lhes diga que me esperem, e poderia esquecer que esteve aqui” Por seu bem esperava que nunca esquecesse quão perto esteve de uma selvagem e dolorosa morte, porque não lhe daria uma segunda oportunidade. O saiu. O piso foi em um sentido, e eu no outro. Kate agarrou meu braço para me estabilizar, mas sua perna cedeu e ambos caímos no sofá. Estávamos muito longe de estar em mostra melhor forma, mas teria que servir. Juntos, inclusive em nosso estado, fomos mais que rivais para qualquer de meus súditos. Bom, por isso eles sabiam. Quase como se ela soubesse o que estava pensando, Kate perguntou: * “Está seguro que está preparado para uma reunião do Conselho?” Gire-me para ela, pondo em minha cara uma máscara de determinação e ameaça. * “Mais os vale estar preparados para mim.” Tínhamos que dar um show de força. Não podíamos continuar sendo vistos como nada mais que O Senhor das Besta e sua Companheira, indiscutíveis professores de La Manada. Está na natureza de nossa espécie o que valoremos o poder e a violência sobre tudo o resto, sem piedade explorando qualquer debilidade. A autoridade devia ser exercida em todo momento ou se perdia. Minha gente não tinha que me amar nem sequer tinha que lhes gostar de, mas Por Deus que me obedeceriam. Se tinham esquecido porque era temido, os recordaria. Se tinha que matar a alguns como um exemplo, que assim fora. Dirigi-me ao banho. Me cansados vezes, mas minha força estava retornando. A sopa estava fazendo efeito. Um par de minutos depois estava preparado para ir ao quarto do conselho por mim mesmo. Em nosso caminho, Diabinho, um da manada de hienas e um dos favoritos procura pleitos de B, seguiu-nos e manteve o passo. Detive-me. * “Diabinho, vieste a me desafiar também?” Sabia inclusive enquanto o dizia que uma provocação por parte dele era improvável. Diabinho estava ligeiramente louco e podia desobedecer às vezes, mas não era estúpido. Seu usual olhar de diversão se evaporou remplazada por uma de comoção e incredulidade. * “Não meu Senhor, estou ligado a Consorte” Aparentemente todo o lugar se foi ao inferno enquanto estava dormido. Voltei-me para o Kate e esperei por algum tipo de explicação. Ela se encolheu de ombros. * “Fiz um trato com B, e ela me deu isso como uma espécie de conselheiro. Direi-te a respeito disso depois.” Não estava seguro se queria sabê-lo; B nunca para algo por altruísmo. Ela queria algo. Ligeiramente recordava ao Kate me contando a respeito disso, mas os detalhes me escapavam. Tinha assistido ao Kate de alguma forma? Um pensamento me golpeou. * “Diabinho, quantos membros da Manada desafiaram a minha companheira enquanto dormia?” Ele pausou, claramente tratando de recordar, finalmente se volteou para o Kate e perguntou, * “vinte e dois?” Ela assentiu silenciosamente. * “Quantos alfas?” * “Só os Chacais, meu Senhor. Os outros eram da tropa, nem sequer betas” * “Matou aos Chacais?” Ela assentiu. * “Ambos?”


Assentiu. Diabinho limpou sua garganta. * “E provocação ao resto deles a brigar contra ela. A provocação não foi aceito” É obvio. Não te convertia em alfa por ser tolo. Depois que os chacais foram assassinados, os outros se conformaram deixando a seus subordinados cansá-la. Mahón poderia havê-lo detido, mas não o fez. Nunca tem feito secreta sua desaprovação do Kate, mas ficar a um lado permitir que a machuquem em minha ausência… ele e eu falaríamos disto depois. Talvez era tempo de que meu adotivo se retirasse. Lutaria com o resto do conselho logo. À medida que nos aproximávamos da porta os podia ouvir murmurando e sussurrando dentro. Estavam aborrecidos? Irritados? Podia arrumar todo isso. Tomei uma profunda respiração, abri a porta e rugiam meus súditos como se tivesse toda a intenção de acabar com suas vidas nos segundos seguintes. O repentino silêncio era ensurdecedor. OH se, Papai estava em casa e ele não estava feliz. O recreio se acabou. *** *** *** Enquanto meus alfas se sentavam em silêncio, atirei uma cadeira para minha companheira e logo me sentei à cabeça da mesa. Ninguém falou. Percorri os rostos procurando uma provocação. Nenhum deles tinha a coragem de encontrar-se com meu olhar. Todos sabiam que tinha que dar um exemplo e nenhum deles estava ansioso de ser o primeiro. Inclinei-me para diante e no tom mais acalmado que pude dirigir, exigi. * “Expliquem-se” Silêncio. * “Estou esperando que um de vocês me diga por que não fizeram nada enquanto minha companheira era assaltada diariamente.” Finalmente Jim falou. * “Sabia que ela estaria bem. Curran, ela tinha que provar que pertencia” * “Se” Mahón grunhir “Ninguém esperava que a ela lhe permitisse sentar-se a seu lado sem derramar um pouco de sangue, meu Senhor” Se, a verdade, esperava-o. A última vez que revisei eu era o que estava a cargo por aqui. Era tempo de lhes recordar gentilmente isso. Meus olhos estavam em chamas e cada um deles sabia o que isso significava. Inclinei-me para diante e repeti. * “Permitir?” Deixe-os absorvê-lo. deram-se conta de repente. Acabavam de me dizer que tinha permitido fazer. Escute ao novo alfa dos chacais tomar uma profunda respiração e retê-la. Olhei-os. * “vou dizer isto solo uma vez. Eu sou o que permite. Eu permito a todos vocês viver e lhes permito reinar seus próprios clãs como criam conveniente. Se seguir assim ou não depende unicamente do que digam e façam nos segundos seguintes. Sejam muito cuidadosos.” Foi a Tia B quem falou depois * “O Clã Bouda lhe deu conselho e amparo para as provocações injustas a Consorte” Olhou para o Daniel e sua companheira “Entretanto, Não se pode dizer o mesmos dos cães” É obvio, ela não tivesse levantado nem um dedo para parar aos lobos de cavar sua própria tumba. O ódio entre os boudas e os lobos era velho. Os Lobos tinham grandes números, mas os Boudas jogavam melhor o jogo.


* “Não rompemos nenhuma lei” Daniel reclamou. “Todos sabem que a alfa do Clã Bouda tem um trato com a Companheira do Senhor das Bestas.” Jennifer, sua companheira, assentiu. * “Se, porque queria um status especial para seus degenerados” Um lento sorriso apareceu nos lábios do B. * “Todos sabemos quanto o alfa do Clã de Los Lobos ama a sua companheira e se remete a ela. Solo por curiosidade, quantos de seus lobos estava disposto a sacrificar para consenti-la?” * “A humana tinha que provar-se a si mesmo como todos nós o fizemos” disse Daniel. “É a lei. É justo” Eles falavam como se ela nem sequer estivesse aí, sentada a meu lado. * “Justo, sério?” Perguntei “Quem de vocês a enfrentado vinte e dois provocações em duas semanas?” Nenhum. Nem sequer Mahón, nosso executor, matou tantos tão rápido. Falando da lei. Dirigia-me Jennifer diretamente. “Se lembrança corretamente, Daniel, apesar de ter sido eleito pelo retiro de seus predecessores, enfrentou exitosamente um número de provocações antes de te escolher a ti como sua companheira. Entretanto, você nunca foste desafiada. Sabe por que? Porque de acordo a lei que tão afanosamente citam, qualquer que te desafie também tem que brigar com o Daniel. Os alfas brigam como um. Se um dos alfas está ferido, é uma cortesia entre os membros da Manada esperar que ambos estejam sobre seus pés antes de que a provocação seja levada a cabo. É uma questão de honra. Se tomadas o lugar de outro, deve ganhar justamente. Vocês não lhe ofereceram a mesma cortesia a minha companheira” * “Ela matou a minha irmã” Jennifer gritou. Bem, deixemos sair tudo. Para arrumar as coisas de uma vez por todas. * “Verdade, sua irmã se voltou lupo e a atacou. Kate não o provocou e matou ao que o fez. Sua irritação está mal dirigido. É mais, ela te fez um favor. Se fosse qualquer classe de alfa, saberia que deter sua irmã era sua responsabilidade. Era sua carga, seu é seu parente mais próximo.” Jennifer apertou seus dentes. Medi minhas palavras cuidadosamente. Não a podia desafiar, porque a provocação devia vir de sua parte. Mas se dizia o suficiente, ela o faria. * “Minha companheira assumiu sua carga e em vez de gratidão, odeia-a por isso. Ela é a constante lembrança de sua debilidade. Quer brigar contra ela, mas não pode. Em troca manda a outros a fazer algo que não pode te permitir fazer. É seu maior falta. Entretanto, porque sou piedoso e justo, oferecerei-te uma oportunidade para te reivindicar.” * “Não me desculparei nem me inclinarei ante ela. Prefiro morrer” Jennifer mordia o ar como um cão louco. Já veremos a respeito disso. * “Outra vez te confundiste. O que ofereço é uma oportunidade para a vingança que buscas, mas apropiadamente esta vez. nos desafie. Casal contra casal, como se supõe que seja” Dava-lhe ao resto um olhar de advertência. * “Ninguém interferirá. Só vocês dois contra nós dois. É a Lei” Kate se esticou a meu lado. Encontrei sua mão sob a mesa e lhe dava um delicado apertão para lhe assegurar que solo estava simulando e que tudo estaria bem. Bom, não realmente, mas estava seguro que inclusive como estávamos, podíamos derrotá-los, e a todos outros se fosse necessário. Enquanto eles acreditassem que podíamos fazê-lo, não teríamos que fazê-lo. Jennifer começou a levantar-se, ela era realmente estúpida ou louca, e Daniel agarrou seu braço muito rápido para ver, e a forçou de volta. Ela caiu na cadeira, com força. Ela abriu a boca. Lhe deu um olhar plaina. Ela a fechou e sob o olhar. Sua cara ficou vermelha. Assim que ele não estava disposto a deixar que expulsasse sua vida e a dele. Era o que esperava. Daniel agacho sua cabeça em um pequeno assentimento.


* “O Clã Lobo roga pelo perdão da Consorte. Estamos sinceramente arrependidos por qualquer ofensa que pudemos ter feito. Desejamos expressar nossa contínua lealdade e obediência ao Senhor de Las Bestas e sua Companheira” Bem dito. Talvez ainda havia esperança para ele depois de tudo. * “O que há sobre o resto de vocês?” meu olhar ficou por um momento nos alfas do clã de La Ratos. Thomas e Robert Lonesco sacudiram suas cabeças ao uníssono. Thomas, o major e mais alto do par, falou. * “Não temos nenhum cão nesta briga” Ele sorriu um pouco, mostrando uns muito brancos e parecidos dentes “Não votamos por ela porque não sabíamos o suficiente dela. Compensamo-la” Kate se inclinou para a mim e disse brandamente. * “Depois que matei aos chacais, mandaram-me chocolate” Bem, realmente eu gostava de ambos me teria arrependido de matá-los. Olhe às substituições dos chacais anteriormente mencionados. A fêmea, Tracy, falou. * “Não temos nenhum problema com a Consorte. Estamos em dívida com ela por nossa atual posição.” Era o menos que esperava. Tudo o que ficava era o Clã Nimble (Ligeiro) e Os Pesados do Mahón. Com o velho urso lutaria de forma privada. O Clã Nimble era um tipo de anormalidade dentro da sociedade os cambiaformas. Seus alfas, um velho casal asiática, reinava não porque eram os mais fortes, se não por sua idade e sabedoria a qual era altamente respeitada por seus membros. Não os machucava tampouco que seus leais betas fossem um vicioso par que era temido pelo resto do clã e muitos da Manada. Cuidavam de seus anciões de qualquer dano e estava claro que eles tomariam o lugar como alfas quando o tempo chegasse. O Alfa do Clã Nimble se levantou, em toda sua altura e fez uma profunda inclinação sem que seu olhar deixasse a minha. sustentou-se por um momento e logo se endireitou e proclamou em um tom muito formal. * “O Clã Nimble recorda o entendimento que sua majestade nos mostrou, e nunca nos desonraremos pagando essa amabilidade com traição ou abuso de confiança. A Consorte brigou admiravelmente e ganho um lugar de respeito ao lado de nosso Senhor” Okay, um simples “lhe respaldamos” tivesse sido suficiente mas se ele se sentia mais cômodo com a formalidade, que assim seja. * “Nós respeitamos ao Clã Nimble e temos sua amizade em alta estima” Ahh, isso lhe chegou, quase sorri, inclinou-se uma vez mais e se sentou. Quase preparado. * “Bem, então tudo está arrumado. Se não haver nada mais, podem partir em paz. seu Mahón fique ” O resto se foi tão rápido como pôde mantendo um semblante de dignidade. Kate se volteou para mim. Seus olhos me perguntando Quer que fique? Silenciosamente sacudi minha cabeça. Não, não quer estar aqui para a seguinte parte. *** *** *** Observei ao Conselho da Manada sair do quarto com suas caudas entre as patas. Um por um, fugiram, cuidadosos de não me olhar a mim ou ao Urso. Finalmente o último dos troca formas atravessou as portas. Solo estávamos os dois. Olhe ao Mahón da forma em que um alfa olhe a seus súditos. Mahón cruzou seus maciços braços. * “chegamos a isto então”


Não respondi. * “Já era tempo. estive esperando por isso. Precisamos resolvê-lo” Bem, entendíamo-nos. * “Quer resolvê-lo aqui, velho, ou tem outro lugar em mente?” Mahón o pensou durante um comprido momento. * “vamos necessitar espaço. Este lugar é muito pequeno” * “A terraço do quarto piso então” A terraço, uma superfície plaina de uma das torres mais pequenas, era um quadrado de pedra, com perto de vinte por cinqüenta jardas. Na primavera e no verão a usávamos para jantares e reuniões ao ar livre, mas no inverno estava deserta. Daria-nos suficiente espaço e privacidade também. Isto entre o Mahón e eu não ia ser uma exibição. Não era uma briga a morte tampouco, mas se alguém da Manada chegava a ser testemunha desta, poderia converter-se em uma. Teria que matar ao Mahón, e não queria fazê-lo. Mahón não era meu pai, mas eu era seu filho. Isto era entre os dois e quando terminasse saberíamos de uma vez por todas qual dos dois era o mais forte. Caminhei através das portas. O me seguiu. Fora do quarto Derek me viu e se afastou da parede. Observe-o e lhe disse: * “me siga” e segui caminhado. O menino ficou um passo detrás de nós. Necessitaríamos um guarda para evitar que o resto da Manada colocasse seus narizes onde não deviam e não podia ser Jim ou Kate. Jim era meu melhor amigo. O interferiria. Isto Kate era algo que não queria que ela visse. Derek faria o que lhe dissesse e manteria ao resto fora. Os três percorremos o caminho por volta do quarto piso. Uma sólida porta de madeira fechava a entrada a terraço. Olhei ao Derek. * “Pára-te aqui. Ninguém passa ao outro lado desta porta” sustentei seu olhar durante um momento mais para me assegurar de que tinha sua atenção “Ninguém” * “Se, Meu Senhor” Abri a porta e Mahón e eu saímos. O frio ar golpeou meus pulmões. A porta se fechou detrás de nós. Tinha escurecido. O céu estava escuro e imenso, e as pequenas luzes das estrela o perfuravam com sua fria luz. detrás de nós as cinzas torres da Guarida bloqueavam a lua, mas estava aí, salpicando sua luz na neve pulverizada no claro que rodeava à Guarida. Mais à frente, elevava-se o escuro bosque. A terraço se estendia ante nós, coberta com branca neve sem tocar. Antes que isto terminasse, pintaríamo-la de vermelho. * “Como te agrada fazê-lo?” Perguntou Mahón. * “Não assim e sua meia forma empresta” Lhe disse. “Quero-te em seu melhor momento. Assim será melhor que tire o urso” * “Nesse caso, será melhor que me ataque em sua forma de guerreiro. Dará-te uma melhor oportunidade.” * “Não é necessário” Lhe respondi. Apoiou sua mão sobre meu ombro e disse brandamente. * “Meu filho, se dúvidas ou te contém, te vou romper” Tentará-o. * “Não mais conversa.” Deixe-o ir. O calor me encheu. Havia uma tremenda calidez. Era como ser estirado em um potro


enquanto foi queimado. E todo te atirava: ossos, tendões, músculos, a pele ficava tirante. O nebuloso véu que não notava caiu e repentinamente o mundo era dolorosamente claro. Cheirava-o tudo, o vento do frio céu, um pingo de fumaça da cozinha da Guarida, a pedra seca, a poda neve, e a pelagem de um enorme urso esperando para romper minhas costas. Urso. Um aroma familiar. Seguro. O mesmo aroma que senti faz anos, quando não tinha um lugar aonde ir e Mahón me disse que tinha um lar. Era enorme então, grande e rude, mais alto que eu por quase um pé (30 cms). “Pode ficar aqui moço. Trataremo-lhe como um dos nossos. Não tem que me chamar papai, com o Mahón será suficiente” Ao outro lado da terraço, o Kodiak sacudiu sua cabeça. Era enorme, quase doze pés de alto, e pesava quase uma tonelada. Ir cara a cara com ele estava fora da questão. Sacudi-me, provando a mudança. Tudo tinha cansado em seu lugar. Não estava em meu melhor momento, mas isso estava bem. Estava muito zangado para que me comportasse nesta luta. A gigante e lanzuda besta se elevou sobre suas patas e me rugiu. Assim é, me mostre esse ventre grande e suave. Abri minha boca e lhe rugi de volta, opacando o seu. Adiante, menino gordo. Minha melhor aposta era sangrá-lo. me lançar, morder ou rasgar, e me afastar antes de que essas grandes patas pudessem conectar. Não deixá-lo me agarrar ou me sustentar. Se o fazia, Mahón podia me atirar a um abraço e esmagar minha cabeça com suas mandíbulas. E se era suertudo, viria a meu justo assim, parado em duas patas com seu ventre exposto. Afundei-me na neve, provando o terreno. Minha garra encontrou gelo revestindo às pedras. Uma capa. Vamos Urso, Vêem mim. Caiu em quatro patas e saltou para a mim com sua cabeça baixada. Maldição. Se o deixava, o trataria de me forçar ao chão. Tinha matado a um urso antes, e foi a briga mais difícil de minha vida. Mahón seguia movendo-se, trocando a um balanço de lado a lado. O urso se arrastava. via-se torpe, mas o deixava usar a parte mais grosa de sua pelagem e graxa que envolvia seus quartos dianteiros como um escudo. E um ataque pelo flanco tampouco serviria sem conseqüências. Arrastando-se ou não, ele era rápido. Nunca brigamos, não assim, mas o tinha visto matar durante os últimos quinze anos, e sabia que o usaria essa grande cabeça como um curvo. Ser golpeado de cabeça por um urso era como ser chutado por um cavalo. Nocautearia-me e logo poria todo esse peso sobre mim. Era tempo de dançar. Deixe-o aproximar-se de cinco pés de mim. Mahón se lançou. Esquive-o para um lado e enterrei minhas garras em sua cabeça e pescoço. A maioria do que alcancei foi pelagem e graxa, mas o tinha ferido. O urso se sacudiu, tratando de que o soltasse. Agarrei-me e dava uma grande mordida a sua orelha. O familiar sabor do sangue alagou minha boca. Mahón bramou de dor. Sim, isso ia deixar uma marca. De repente minhas patas deixaram o chão, e começamos a nos mover. Empurrou-me para trás, como um martelo a um prego. Deus, ele era jodidamente forte. Não havia nada que pudesse fazer a respeito disso, exceto soltá-lo. Soltei meu agarre. Muito tarde. A parede golpeou em minhas costas e todo o grosso do urso se chocou contra mim. Ouch. *** *** *** Lado do Kate. O muro se sacudiu. Do outro lado da parede Curran estava recebendo uma surra e ele me tinha


deixado fora e ao menino maravilha em posição junto à porta para assegurar-se de que ficasse fechada. O quarto estava cheio de cambiaformas. Os Alfas, os Betas, qualquer com qualquer tipo de fila se aberto caminho à habitação. Jim estava sobre o Derek. O menino maravilha tinha crescido, mas Jim ainda era perto de três polegadas mais alto e o aproveitava cada centímetro. * “te mova.” Derek não respondeu. * “É uma Ordem” Derek Miro diretamente para o fronte. A mensagem estava clara. Jim teria que matá-lo antes de que abrisse a porta. Isto era inútil. Abri-me caminho fora da habitação para o corredor. Barabás saiu detrás de mim. Arraste-me pelo corredor para baixo, longe da multidão. Minha perna estava em fogo. Por uma vez deseje ter trazido esse estúpido fortificação, assim poderia me mover mais rápido. Dobramos a esquina. * “Há algum outro lugar do qual possa chegar a terraço?” Sussurrei-lhe. * “Chegar, não. Ver, sim” * “me leve aí.” * “Há escadas” Diabinho me advertiu. * “me leve aí ou te atirarei pela janela” * “Por este caminho Alfa” *** *** *** Lado de Curran Mordi a ponte do nariz do Mahón, Bem-vindo a asas mandíbulas do leão. O grunho de dor e caiu. Caí na neve, rodei de pé, e corri, pondo algo de distancia entre nós. Minhas costelas doíam. O calor fluía, unindo o osso fraturado. Nenhum dano maior, mas um mais assim e estaria acabado. Tinha que sangrá-lo. Dentro e fora. Se cortava o suficiente seu crânio, o Lyc-V repararia o dano, mas não antes de que Mahón sangrasse. Suficiente sangue em seus olhos, e seria muito mais fácil de dirigir. O urso se arrastou para diante. Corri para ele, com as garras listas. *** *** *** Lado do Kate Cinqüenta milhões de jodidos escalone, cada passo disparando uma rajada de dor a meu quadril, ao ponto de que queria me rasgar a perna para encontrar a fonte deste. Vamos Kate, empurra. Empurra. * “Lamento isto” Diabinho disse. * “Lamenta o que?” Tomou em braços e correu pelas escadas. Dois segundos e saímos por uma porta de ferro para uma pequena terraço de pedra. Estávamos em uma das torres do lado, em um ângulo de noventa graus da Guarida principal. Dois pisos baixo nós, um enorme urso e meu leão ajustavam contas na sangrenta neve. OH Curran. Estúpido, estúpido homem. Diabinho me baixo ao chão.


Mahón estava respirando duro. Seus peludos flancos se levantavam e baixavam soltando nuvens de vapor através de seu nariz. Sangue empapava seus lados. Curran coxeava ligeiramente, favorecendo sua perna esquerda. Curran se lançou, um borrão. Sustentei minha respiração. aproximava-se do Mahón, cortava sua cara e se retirava, evitando um varrido da colossal garra do urso por um cabelo. Curran estava tratando de sangrar ao Mahón, mas o Lyc-V o estava curando mais rápido do que ele podia feri-lo. cedo ou tarde Mahón o apanharia. E faz uma hora Curran tinha estado inconsciente em sua cama. * “me leve a essa terraço” Disse entre dentes. * “Não posso” disse Diabinho “É muito longe” Eu não podia saltar a distância, não com minha perna. * “me lance” * “Há cinqüenta jardas entre nós e eles, sem mencionar a queda de trinta pés” Diabinho disse “Seu corpo aterrissaria entre um zangado urso e um leão louco de sangue. É meu dever te assistir em qualquer forma que possa, mas o suicídio não está no menu.” Meu joelho cedeu. Apoiei-me no corrimão de pedra e observei a Curran brigar. Era tudo o que podia fazer. *** *** *** Lado de Curran Ele ia apanhar me. Meu flanco doía como o inferno e minha visão estava um pouco imprecisa. Mahón tinha golpeado minha cabeça duas vezes com suas patas. sentiu-se como ser golpeado por um automóvel. Não podia tomar mais golpes fortes à cabeça. Tinha que derrotá-lo e acabar com isto. Mahón me golpeou. O devolvi e retrocedi. Tinha que incitá-lo a que entrasse em cólera. Se se parava em suas patas traseiras, teria uma oportunidade. Cheirava Kate. Ela estava aqui. De alguma forma ela estava aqui. Se tirava meus olhos do Mahón, o me dría uma surra. por que ela não podia fazer o que lhe dizem por uma maldita vez, solo uma maldita vez? Mahón atacou. Esquivei para a esquerda, direto à parede. Ele pensou que me tinha e se aproximou: enorme, rápido, imparable. Saltei sobre a parede, dava a volta no ar, e aterrissei sobre ele. Olá velho. Minhas garras perfuraram sua pele e cortei sua pelagem com meu jogo de quatro garras, rasgando desde sua cabeça até seu peludo traseiro. Mahón bramou de dor. Saltei livre e mordi seu nariz. A pata do urso apanhou meu flanco. Tomei o golpe, doeu como o inferno, e golpeie seu nariz, cortando-a. Um, dois, três. Outra vez. Outra vez. O carregou contra minha outra vez. Sua cabeça para baixo. Virei à direita, fechei minhas mandíbulas em sua orelha machucada e mordi o resto dela. O urso grunho, em dor e fúria. Cuspi a orelha e a chute para o com minha garra. Não, não pode mantê-la. Não sabe tão bem. O enorme Kodiak bramou como uma sereia e se parou. Sip, isso o fez, agora ele estava lindo e zangado. Com um grunhido que sacudiu a terra se lançou para mim, todo urso, sem pensamento humano ou estratégia, motivado por pura ira e dor. Seria sua perdição ou a minha. *** *** ***


Lado Kate Mahón se levantou em suas patas traseiras. Curran coxeou afastando-se. Seu lado estava sangrando---um mau sinal. O Lyc-V não estava mantendo-se ao mesmo tempo com a sanación. Mahón continuou movendo-se. Curran retrocedeu para o bordo da terraço. Sem lugar aonde ir. Se o perdia aqui, nesta idiota briga, depois de que lutei e o cuidei por duas semanas, depois de que chorei e pensei que ele estava morrendo. Encontraria-o na seguinte vida e o mataria outra vez. Mahón lanço um amplo golpe. Curran se agacho sob as enormes garras, surpreendentemente rápido, e enterrou suas próprias garras na pata traseira esquerda do urso e mordeu duramente. Sabia muito bem quanta pressão essas mandíbulas podiam exercer. O mordeu atravessando a pelagem e o músculo, e a perna do Mahón se dobrou como um palito de dentes quebrado, enquanto as enormes presas do felino destroçavam seus ossos. Curran girou e chutou com suas pernas traseiras, um movimento que nenhum leão poderia pensar sem um cérebro humano dirigindo-o. Seu golpeado corpo oscilou e suas costas se chocou contra a perna ferida do Mahón. Por segundo meio o urso se manteve de pé por pura força de vontade, e logo caiu, de costas, como um gigante com as pernas cortadas. OH meu Deus. Curran rodou fora do caminho antes de que o enorme corpo o esmagasse. Enquanto ele estava de costas, Curran pôs suas patas dianteiras e peso em seu peito. A enorme cabeça do leão inclinando-se para baixo. Curran abriu sua boca. Sua mandíbula se fechou no pescoço do Mahón e o sustentou, facilmente, quase gentilmente. Uma enorme pata marrom se elevou e caiu. Tinha terminado. Curran ganhou.

*** *** *** Lado de Curran Deitei-me na neve, exausto. Meu corpo voltou para seu familiar forma humana. Tudo me doía. Meu corpo se sentia quente, como se me estivesse queimando de dentro. * “Boa briga moço” disse Mahón desde algum lugar à direita. “Estou orgulhoso de ti.” * “te cale” A neve se estava derretendo para mim ao redor. O líquido frio se sentia bem em minha pele. Bom, isso era muito agradável. Podia ficar aí por um momento, enquanto não tivesse que me mover. * “Ainda crie que ela vale a pena? “Mahón perguntou tranqüilamente. * “É obvio. Ela é minha Companheira” Mahón suspirou. * “Assim está decidido.” * “Crie que estaríamos sangrando aqui na neve se não estivesse seguro?” * “Bom ponto” Tomei um punhado de neve e o pus em minha cara. Mmm… isso se sentia bem. * “Esperava que ela fora um de nós” Mahón disse. * “Bom, não sempre pode ter o que quer. Eu esperava que meu povo não tratasse de matar a minha Companheira enquanto eu estava deitado morrendo” * “Não chegou a isso” Mahón disse “Ela é mais forte do que qualquer de nós pensou” * “Eu sabia”


* “Me imaginava” Mahón suspirou “Ela nunca nos entenderá completamente” * “Não é sempre a respeito de vocês. Esta vez é a respeito de mim. Ela me entende e isso é suficiente” Havia algum tipo de comoção tomando lugar detrás da porta. * “Nunca faremos isto outra vez” Mahón disse. * “Isso depende de ti. Cada vez que necessite que lhe recorde isso…” Mahón se Rio. * “Acredita-te muito bem.” A porta voou de suas dobradiças e se deslizou pela neve, com o Derek nela. Bom, não podia dizer que o menino não o tentou. Martha apareceu na terraço. * “OH-OH,” murmurou Mahón. A esposa do Mahón olhou para baixo a nós. Suas mãos foram a seus quadris. * “qual de vocês idiotas quer me explicar que diabos está passando?” Com grande esforço levantei meu braço e apontamento na direção do Mahón. * “Ele” Kate apareceu na porta. * “O que lhe fez ao moço?” Martha exigiu. * “O que lhe fiz ao moço? O que me fez ?! Kate ajoelhou a meu lado. Levantei minha mão e acariciei sua bochecha. * “É um idiota” Me disse. * “Sei. Martha já nos disse isso.” * “Está arrumado?” Martha exigiu. Não parecia estar dirigido a mim, assim não respondi. * “Se” Mahón respondeu. * “Bem. Vamos” Houve um pouco de movimento e logo ambos foram caminho à porta para a luz da Guarida. Quando passaram por nosso lado, Mahón inclinou sua cabeça. * “Meu Senhor. Minha Senhora.” Então se foram. Com o Derek seguindo-os carregando a porta. * “Quer ir ?”Kate me perguntou. * “Não ainda” sentou-se na neve a meu lado. Pus meu braço ao redor dela, devorando-a mais perto. Derek pôs a porta em seu lugar. Estávamos sozinhos. Solo nós, a neve e as estrelas. * “Esse foi um bom movimento com o salto” ela disse. * “Viu-o?” * “Vi-o.” Sorri-lhe. * “Chute seu traseiro.” * “Se, fez-o. Essa neve deve estar te congelando. Necessita que te ajude a te parar, chuta traseiros?” * “Essa é minha linha.” Se Rio brandamente. * “Não te posso carregar, sabe.” * “me dê outros cinco minutos. E serei capaz de caminhar” Sentamo-nos na neve e olhamos as estrelas. Amanhã teria que lutar com todas seus mierdas de novo. Mas esta noite era nossa. Nos ganhamos.


Pov de curran (trad mec esp)