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Trabalho e Movimentos Sociais – Sala 02 ás 14:00hrs

QUE O OPERÁRIO FAZ A COISA / E A COISA FAZ O OPERÁRIO – Trabalho e Socialidade: A oposição teleologia α causalidade como gênese do trabalho social Somente o trabalho tem, como sua essência ontológica, um claro caráter intermediário: ele é, essencialmente, uma interrelação entre homem (sociedade) e natureza, tanto inorgânica [utensílio, matéria-prima, objeto do trabalho, etc.) como orgânica, interrelação que pode até estar situada em pontos determinados da série a que nos referimos, mas antes de mais nada assinala a passagem, no homem que trabalha, do ser meramente biológico ao ser social. Com razão, diz Marx: “O trabalho, como formador de valores de uso, como trabalho útil, é uma condição de existência do homem, independente de quaisquer formas de sociedade, é uma necessidade natural eterna que tem a função de mediar o intercâmbio entre o homem e a natureza, isto é, a vida dos homens. (LUKÁCS: 02)

Depreende-se disso, o desenvolvimento humano a partir sua base material correspondente em relação autodeterminada e recíproca, da qual depende a existência material e espiritual do Ser Social. A ontogeneticidade do trabalho humano, também para Lukács, é o momento da gênese social. 1. O Trabalho como posição teleológica O desenvolvimento do trabalho humano enquanto tal decorre da gênese das potencialidades estruturais, antes inexistentes; primeiro fora a necessidade que se pôs como ato histórico. Enquanto que, no desenvolvimento anterior, as leis eram reguladas por determinação biológica 1, prevalecendo o desgaste de funções físicas e químicas; a adaptação de espécies animais e vegetais ao ambiente não se constituiu como processo teleológico. A adaptação passiva – da natureza, para consigo – tem leis ontológicas de outra ordem, ao que sua gênese infere uma regularidade distinta do movimento da socialidade. A socialidade humana se diferiu da natureza através da sua protoforma histórica, o trabalho concreto; no sentido em que, os produtos originários do trabalho operam: a) Objetivação teleológica à produção de necessidades, onde a teleologia opera como elemento singular e intrínseco da práxis material, enquanto categoria que regula idealmente a potencialidade da produção enquanto projeção, para a produção de valores de uso; b) Dialética do trabalho, entre necessidades e possibilidades, que são condicionadas materialmente pela natureza e pelo grau de desenvolvimento das forças produtivas, enquanto que a segunda produz nova objetividade na história social.

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“nada mais é que um modo particular de uma espécie animal de adaptar-se ao próprio ambiente.” (LUKÁCS: 03-04)


Portanto, quanto à sua forma precisamente-assim-existente, o trabalho é a categoria fundante da socialidade, de caráter ineliminável – e dele, reciprocamente dependente – quanto à estrutura social, na medida em que realiza a unidade da totalidade social enquanto fundamento do trabalho social total, base material da socialidade. Os termos de referência quanto à dialética precisa, interna ao movimento do trabalho e suas categorias internas, são delimitados por Lukács: Vale dizer que, enquanto a causalidade é um princípio de automovimento que repousa sobre si mesmo e que mantém este caráter mesmo quando uma série causal tenha o seu ponto de partida num ato de consciência, a teleologia, ao contrário,, por sua própria natureza, é uma categoria posta: todo processo teleológico implica numa finalidade e, portanto, numa consciência que estabelece um fim. (LUKÁCS: 05)

Para tanto, a teleologia encontraria na sua relação concreta, enquanto momento do trabalho: a) Singularidade no trabalho social; b) Existência objetiva em potencial em-si; e, existência efetiva na dialética com a causalidade – necessariamente, por meio da objetivação do trabalho – ao passo que, ao produzir objetos sociais, o Ser Social se utiliza de instrumental categorial ideal, prévia-ideação. c) O momento predominante do processo encontra-se na causalidade – haja visto que aí se encontram as determinações materiais (LUKÁCS: § 20); que, a teleologia pode ser precisamente delimitada no processo de apreensão da categorias existentes e operantes – na subjetivação, pela consciência teleológica –, e – na objetivação – pelo seu momento de projeção ideal das potências materiais; realizado, o processo de trabalho ainda porta o período de consequências (LUKÁCS § 33); Noutros termos, o trabalho desloca potencias naturais em seu objeto de atividade, de modo que para o objeto de trabalho: Objeto natural (a) -> trabalho concreto, como atividade mediativa -> produto social (x)

Enquanto que, para a causalidade: Causalidade dada (a) -> processo de trabalho -> causalidade posta (x)

Quando, ao contrário, como em Marx, a teleologia é tomada como categoria realmente operante apenas no trabalho, tem-se inevitavelmente uma existência concreta, real e necessária, entre causalidade e teleologia. Sem dúvida, estas permanecem contrapostas, mas apenas no interior de um processo real unitário, cuja mobilidade é fundada na interação destes opostos e que, para tornar real essa interação, age de tal modo que a causalidade, sem ver atingida a sua essência, também ela se torna posta. (LUKÁCS: 07)

Momento predominante da relação2, pelo qual põe: 2

Meio: materialidade possível, consumida e conservada no processo de produção; Fim: Finalidade teleológica – em última instância, a produção e reprodução societal como momento universal da práxis; Modo: atividade determinada historicamente na sua relação recíproca com o grau de desenvolvimento das forças produtivas;


a) Meio, como fundamento da relação, e finalidade como reguladora, por

vias do processo de dependência do reflexo e da alternativa; b) Sujeição do sujeito à atividade e seus limites naturais contrapostos ao trabalhador individual, por questão dos limites naturais do objeto; c) Domínio das necessidades sociais na finalidade, sempre em contraposição ao movimento da causalidade; d) Universalidade e particularidade dos processos de trabalho: finalidade imediata e trabalho social. Nisto, há uma unidade de contraditórios entre natureza e trabalho, na medida em que um subsuma o outro; e no processo, se determinem reciprocamente na troca orgânica do Ser Social para com a matéria-prima e toda sorte de necessidades que extraia da natureza, um “desenvolvimento humano, que se livra da limitação do material originário da natureza e confere aos objetos de uso exatamente aquele caráter que corresponde às suas necessidades sociais.” (LUKÁCS: 09. O grifo é nosso). Ao modo que, o homem tenha desenvolvido apenas consciência de si quando toma – ainda que, pelo “reflexo mais exato possível da realidade considerada” – limitada consciência de seus objetos de atividade imediata e do necessário processo que engendram imanentemente; e, em par dialético à tal princípio, as “cadeias causais”, ou limites naturais do objeto de trabalho, mesmo enquanto posto. O reflexo, nisto opera em reciprocidade à alternativa. Isso corresponde não à intransponibilidade desses limites naturais, mas ao fato da relação de trabalho ser insuprimível quanto à correspondência da necessária produção de produtos de subsistência, sempre nos termos dos limites e necessidades histórico-sociais. Nestes termos, portanto, pensamos ser inequívoco afirmar a necessária dependência das relações objetivas quanto às categorias espirituais do Ser Social, de modo que: A superação da animalidade através do salto da humanização no trabalho e a superação da consciência epifenomênica, determinada apenas biologicamente, ganham assim, com o desenvolvimento do trabalho, uma tendência a reforçar-se permanentemente, a tornar-se universais. Aqui também fica demonstrado que as novas formas do ser só podem desenvolver-se de forma verdadeiramente universal, para além da própria esfera, desdobrando-se gradualmente. Durante o salto e ainda por muito tempo depois do salto, elas estão em constante competição com as formas inferiores do ser das quais se originaram e que - ineliminavelmente - constituem sua base material, mesmo quando o processo de transformação já chegou a um patamar bastante elevado (LUKÁCS: 18)

A humanização3, como “consequência ontológica necessária” do trabalho e sua determinação material, operante na reciprocidade dialética do movimento da atividade material produtiva, poiética: sujeito α objeto; do qual, ambos estão sujeitos à materialidade e historicidade do processo de trabalho (α sujeitoobjeto); de modo que, o Ser Social transforma a natureza na medida de suas necessidades; e, por consequência, recria seu Ser – sua forma de existência – sob novas bases, tanto mais complexas quanto maior o grau de mediação histórica, pois: 3 Aqui, compreendida enquanto desenvolvimento civilizacional na dialética das potencialidades históricas concretas.


(...) existe um domínio da consciência sobre o elemento instintivo puramente biológico. Visto do lado do sujeito, isto implica uma continuidade sempre renovada de um tal domínio, e uma continuidade que se apresenta em cada movimento do trabalho como um novo problema, uma nova alternativa e que a cada vez, para que o trabalho tenha êxito, deve terminar com uma vitória da visão correta sobre o elemento meramente instintivo. (LUKÁCS: 18)

Por suposto, compreendido esse impulso interno e insuprimível do trabalho quanto à universalização, pensamos ser correto afirmarmos a tendência – sempre, em mediação com complexos particulares, portanto, particularidades históricas auto-determinadas – ao acúmulo prático e teórico da experiência sensível e aproximação sucessiva – mesmo que, sempre em oposição – da natureza pela consciência; tanto em termos objetivos, quanto subjetivos pelos indivíduos. A natureza, em termos históricos como objeto natural do trabalho, é sempre mais rica e mediada, e isso tem conseqüências tanto negativos quanto pode potencialmente, ter conseqüências positivas. 2. A oposição teleologia α causalidade no interior da contradição do

trabalho humano – relação sujeito-objeto originária – enquanto motor da práxis social O trabalho – aqui, sempre necessariamente em última análise – é a produção de valores de uso; mas como, dadas as particularidades históricosociais – isso implica desenvolvimento ulterior a partir de potencialidades substanciais já presentes na forma do trabalho simples –, existe a necessidade de organização social4, que pode depreender o objeto de trabalho de dado indivíduo na teleologia de outro indivíduo. Isto é, a relação de trabalho pode ser tanto trabalho como troca orgânica entre homem 5 e natureza, ou tendo por objeto a teleologia: entre homem e homem; ou seja, entre o homem e a sociedade. Tal relação demonstra que o trabalho é o fundamento da geneticidade do Ser Social; e, nestes termos, a validade histórico-ontológica da dependência e determinação recíproca de complexos mais desenvolvidos – como a Linguagem – que só opera no interior da dialética do trabalho, primeiro como gérmen na mediação mesma, depois como ato existente na história social. 2.1. Gênese da contradição a) Critério de validade e objetividade dos termos de conhecimento da existência do ser precisamente-existente: práxis, que condiciona a legalidade ontológica do processo histórico; pelo reconhecimento da determinação da especificidade ontológica da socialidade, a contraposição teleologia α causalidade aparece sendo o fundamento real na qual se realiza a socioreprodução tanto no processo infra-estrutural determinante quanto à sua 4 No texto, o exemplo referido por Lukács é das tribos primitivos e da caça, que exigiria uma organização produtiva distinta da divisão social do trabalho capitalista não em termos puramente genéticos quanto à apropriação privada de excedente, mas antes, de uma relação anterior à formação do valor-de-troca, e também presente nas outras formas de trabalho. No exemplo, cita Lukács a coesão gerada pela cooperação. 5 Aqui, compreendido enquanto indivíduo histórico, determinado pela forma objetiva que se põe no trabalho.


reciprocidade dialética no trabalho social total. Tal processo porta as determinações da potencialidade histórico-genética em sua omnilateralidade – aí compreendido o suposto da parte ativa da relação, o sujeito que tal processo objetiva a subjetividade; De modo que, em sua particularidade, todo fenômeno social se fundamenta em tal estrutura, mas sempre em vistas ao processo reprodutivo total e as determinações particulares enquanto tais, na mediação concreta; por primazia, necessariamente em última análise o processo social total; que, disto se tenha a decorrência reflexiva, decorre a duplicação gnoseológica do ser e retorno dialético na estrutura social. 3. História natural, História Social

Para Jaime Pinsky, em As Primeiras Civilizações, há uma qualidade intrínseca na história do Ser Social que o põe como animal radicalmente distinto na história natural; donde decorre essa distinção que “além de pacientes são agentes.” (PINSKY, 1987: 07). Em que consistiria tal distinção na ruptura¿ Demonstramos acima com Lukács, nossa defesa e fundamentação. Mas qual seria a argumentação de Pinsky¿ Para o autor, para além da ação do indivíduo “que atua subjetivamente dentro do condicionamento histórico” (PINSKY, 1987: 18), haveria a formação cognitiva e afetiva do sujeito individual, algo fora dos mesmos limites materiais, aos quais estariam reduzidas as condições de socioreprodução. Discordamos do autor, ao postular que a mediaticidade teleologia α teleologia, fundamentada e somente reprodutível dentro de limites históricos, portanto, mediados infraestrutural pelo nexo teleologia α causalidade seja a consequência de determinadas relações. Nisto, a distinção e ruptura entre barbárie e civilização, a segunda vindo a ser defendida falsamente como ruptura a partir do desenvolvimento da escrita seja insuficiente e equívoco. Nos termos de Lukács, é defensável que a civilização se fundamente no modo de produção e reprodução social na história. Daí nossa concordância com a crítica do autor quanto o uso do conceito; contudo, a ruptura incessantemente deva ser defendida na relação de produção social poiética, não apenas mediativa e supra-estrutural como é a linguagem. Afinal, como demonstrou o próprio autor, existem espécies de hominídeos que se utilizam de ferramentas. Nenhum deles, como afirma Pinsky (1987: 17) teve o ensejo de olhar acima da relva, muito apesar o fato contundente de ter desenvolvido habilidades e técnica. Fundamento, e não explicação unilateral: como demonstramos noutra oportunidade, a expansão e recriação dos objetos de trabalho para satisfação de necessidades sociais exige um complexo de categorias para sua existência, in nuce no trabalho social; omnilateralidade e não unilateralidade. Daí que, conceber a realização histórica material do progresso civilizatório como


unitário, mas não internamente contraditório seja grave equívoco metodológico, de fundo ontológico. O portador das potencialidades genéricas da civilização tende a ser momento predominante à base material. O que em nada fere a reciprocidade dialética e em última análise a socioreprodução. Do modo como o equívoco é tomado à base material pelo autor, em nada surpreende ter tomado teoria como especulação imaginativa (1987: 23). Antes, teoria é a apreensão sensível do mundo como em-si. Que se apreendam os nexos causais mais fundamentais para a análise das possibilidades históricas do momento preciso, é possível que hajam misticismos, tanto sem grandes perdas para a socioreprodução – como aliás, pode ser deduzido daquilo que anteriormente afirmarmos, na primeira parte deste mesmo trabalho. Contudo, em nada reduz o fato premente da cognição ter sido necessária mesmo quando o Homo erectus se interpôs e pode realizar o movimento bípede. Certamente, violar o véu dogmático das “grandes teorias” com: aspas em dados conceitos, em nada resolve o problema ontológico da socioreprodução. Podemos exemplificar, que o conceito “primitivismo” pode ser utilizado como conceito aplicável à caça e a coleta, de modo que a forma de trabalho desses grupos sociais tenha uma taxa de produtividade muito inferior à reprodução de capital pela moderna indústria posterior à Revolução Industrial. É fato inequívoco, e em nada depreende a particularidade da exterioração e da alienação de cada formação social. Prova do acerto de nossa defesa, é a afirmação de Pinsky sobre a taxa de mobilidade do grupo social e o período de tempo necessário entre uma gestação e a seguinte, própria a determinados grupos coletores: “se o espaçamento fosse muito curto, a mobilidade do grupo ficaria prejudicada” (1987: 26). Em última análise, o que mesmo prevaleceu ? Outra evidência de nosso acerto encontra-se no parágrafo posterior, enquanto o autor versa sobre a divisão sexual do trabalho entre caça e coleta; à qual, a primeira fica sujeita aos homens e a segunda às mulheres, porquanto a coleta seja um meio material de realização da socialidade. A afirmação não é de todo falsa, mas também a primeira atividade exige tanto o intercâmbio dos caçadores para com o caça, como entre si. Outro equívoco ocorre na sugestão de Pinsky quanto à aceitabilidade da divisão social do trabalho em determinados grupos, que lhes exige 44 horas aos homens e 40 para as mulheres, enquanto as mulheres ficam com a tarefa de educação dos filhos, porquanto seja “nada além da média considerada aceitável em nossos dias” (1987: 27). O distanciamento das barreiras naturais é tanto necessário à regulamentação estrutural das sociedades, quanto fato histórico ineliminável e irreversível, que dada forma de produção por compreender uma taxa de produtividade determinada, seja correspodente ao tempo socialmente necessário de trabalho para satisfação de necessidades


sócio-históricas. Menos ainda é aceitável a tarefa de educação da prole senão em comunidade. Adiante, prossegue postulando que a distribuição dos produtos sociais seja de ordem moral, de modo que a execução da caça por um membro de maior habilidade não seja “prestígio maior” (1987: 27), enquanto sequer há taxa de produtividade suficiente para consecução de tarefas mais complexas como a escrita. Isso somente foi plenamente possível após a Revolução Industrial inglesa, com produto excedente não mais adequado inclusive à propriedade privada. Adiante, Pinsky afirma que somente a Revolução Neolítica (aprox.. 10.000 atrás) teria cedido espaço para que o Homo sapiens sapiens – nossa atual base biológica – se tornasse não mais “paciente” da mudança biológica, mas “agente” histórico de transformação. Decorre aí, no equívoco ontológico suposto já no primeiro capítulo, e pouco defensável em vistas à fundamentação lukácsiana. Se interpôr aos limites de reprodução da natureza, porquanto o caráter teleológico da ação humana seja predominante na categoria trabalho: eis a autêntica realização de desafiar o “medo a-histórico”. Criar ferramentas, ter domínio do fogo, ler e apreender conteúdos históricos, essencialmente nos distingue de qualquer representante de complexos ontológicos inferiores. Nisto, concordamos com o autor. Contudo, a diferença ineliminável e fundamental é o trabalho enquanto relação homem α natureza, como fundamento e não única explicação concebível.


REFERÊNCIAS ARAYA (1959).

Direção:

Margot

Benacerraf;

Produção:

Henry Nadler;

Montagem: Pierre Jalluad Venezuela e França; Documentário; 90 min. HUBERMANN, Leo. “A Semente que Semeais, Outro Colhe...” História da Riqueza do Homem. 18ª ed. Zahar Editores: Rio de Janeiro, 1982. KOSIK, Karel. Dialética do Concreto. Rio de Janeiro – Paz e Terra: 1986. LUKÁCS, Georg. O Trabalho. Para uma Ontologia do Ser Social. Trad. de Ivo Tonet, disponível em: http://pt.scribd.com/doc/32647925/A-Ontologia-doSer-Social-Capitulo-sobre-o-trabalho MARX, Karl. Introdução. In: Grundrisse. Manuscritos econômicos de 185758 – Esboços da crítica da economia política. Tradução: Mario Duayer e Nélio Schneider. Editora UFRJ – Rio de Janeiro e Boitempo – São Paulo: 2011 (2011b). _______. A Mercadoria. IN: O Capital, Crítica da Economia Política. Livro Primeiro: O Processo de Produção do Capital. VOLUME I. 29ª edição, tradução de Reginaldo Sant'Anna. Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro: 2011. MÉSZÁROS, Isván. A Teoria da Alienação em Marx. Trad. de Isa Tavares. Boitempo – São Paulo: 2006. MÉSZÁROS, István. Produção Destrutiva e Estado Capitalista. São Paulo: Ed. Ensaio, 1989. PINSKY, Jaime. As Primeiras Civilizações. São Paulo: Atual, 1987.

O trabalho para uma ontologia do ser social  

Artigo apresentado por Bruno no ERECS

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