Page 1


Ah! Recife

Em uma cidade, uma obra funciona habitualmente como elo, por se inscrever na história de um lugar, por ser suscetível de modificá-la, ao mesmo tempo, respeitando-a. Henri- PierreJeudy Nessa cidade de muitos portos e infinitas portas, portal de entrada, permanência e mistura de diversas culturas, a Arte, há muito, se reinventa. Aqui, há quatro anos, um inventivo panorama das Artes Cênicas se aconchega, numa espécie de festa de longa duração (um retorno ao culto dionisíaco), celebrando essa arte milenar em tudo que ela tem de incerto, avesso, diverso, reverso. O Festival Palco Giratório – Brasil foi concebido para dialogar com os centros urbanos do país. Acontece, ao longo deste ano, nas cidades: Recife, Porto Alegre, Cuiabá, Porto Velho, Fortaleza, Rio de Janeiro, São Paulo e Florianópolis. É, sem dúvida, a maior rede de ação cultural sistemática do país, uma vez que toda essa malha é apenas parte da trama de uma teia ainda maior. A Rede Sesc de Difusão e Intercâmbio das Artes Cênicas compõe, através de um conceito de curadoria coletiva, um mosaico de grupos que, em 16 circuitos distribuídos ao longo do ano (entre abril e novembro) abrange rotas, coze linhas, cruza fronteiras num delicioso escambo artístico que promove uma infinidade de experiências estéticas em centenas de cidades de todos os estados brasileiros. Em maio, é a vez do Recife inscrever-se nessa história. É a vez da cidade, que tem no nome a definição das rochas “onde o mar arrebenta”, dá passagem e abrigo a essa tropa. E mais, juntar-se a ela, através da participação dos seus grupos, artistas e do imprescindível público que, ao longo desses anos, vem tecendo essa rede de sonhos possíveis. Galiana Brasil Coordenadora do Festival Palco Giratório Brasil - Recife


08 maio

Zambo

//Grupo Experimental (PE)

Gênero // Dança Contemporânea | Classificação // Livre | Duração // 40 min.

O ESPETÁCULO Um marco na história do Grupo Experimental, Zambo é também retrato de uma época e, mais especificamente, tradução em dança de um movimento que revolucionou o entendimento de cultura: o Manguebeat. No cerne dessa ideologia estético-musical, estava a idéia de uma produção artística que fosse ao mesmo tempo local e universal. Sentindo-se parte dessa geração mangue e comungando da idéia de potencializar as características da arte local conectando-a, ao mesmo tempo, as tantas referências internacionais da contemporaneidade, o Experimental começou a montar Zambo, ainda muito abalado pela perda do principal líder do Manguebeat, Chico Science. O que fazer

com aquele legado por ele deixado? Como continuar desenvolvendo essa estética político-artística tão pernambucana e ao mesmo tempo tão mundial? Com novo elenco, Zambo foi remontado em 2009, ganhando outras dinâmicas e elementos provenientes do histórico dos novos bailarinos.

O GRUPO Com uma pesquisa de linguagem em dança contemporânea consolidada, o Grupo Experimental é uma das companhias mais atuantes e reconhecidas de Pernambuco. Tornou-se uma referência em dança no Nordeste brasileiro, alcançando também a projeção nacional dos seus trabalhos. Fundada em 1993 em Recife, a companhia

adota um perfil que traduz o nome que leva, tendo a experimentação e a interação com diferentes linguagens artísticas como base de seu trabalho.

FICHA TÉCNICA Direção, coreografia e concepção Mônica Lira Produção Christianne Galdino Bailarinos Daniel Silva, Evertom Gomes, Helijane Rocha, Jennyfer Caldas, Januária Finizola, Rafaella Trindade e Ramon Milanez Figurino Período Fértil Assistente de produção e cenotécnico Silvio Barreto Iluminação Beto Trindade Operador de Luz Saulo Uchôa

SERVIÇO Dia // 08 de maio | 19h Local // Teatro Barreto Júnior


09 maio

Guerreiros da Bagunça //Portugal Produções (PE)

Gênero // Infanto-juvenil | Classificação // Livre | Duração // 60 min.

O ESPETÁCULO Farsa, Clown, máscara, música e animação, serão ingredientes desta grande história de vida, onde os personagens estão segregados, divididos entre gatos x gatos x ratos x lixo, desenrolando-se a partir daí toda a peça. Os personagens Romeu e Julieta exilam-se involuntariamente cada um em seu gueto, convivendo com todo o tipo de miséria e disputando entre eles a coleta do alimento diário. Quando esse alimento não vem, ora por falta da coleta, ora por que não fora colocado no lugar de sempre, faz com que estes, criem os seus próprios conflitos entre os seres que lhes rodeiam. Toda essa história é contada com muito humor,

FICHA TÉCNICA músicas ao vivo, onde os atores tocam os instrumentos musicais.

O GRUPO

Pedro Portugal Produções, realizou trabalhos artísticos de grande importância para cena a Pernambucana: A Valsa nº 6, de Nelson Rodrigues; Duelo, de Guimarães Rosa; Foi Bom Meu Bem, de Luiz Alberto de Abreu; Um Inmigo do Povo, de Enrik Ibsen; Trupizupe o Raio da Silibrina, de Braulio Tavares. E os espetáculos infantis: Muitas Luas, de Tatiana Belinsk; A Bela e a Fera, adaptação de Luiz Felipe Botelho; Memória de Emilia, Felipe Botelho; de Monteiro Lobato. Além de produzir o Festival Estudantil de Teatro e Dança de Pernambuco.

Direção Rudimar Constâncio Dramaturgia Guto Greco Direção de Arte Célio Pontes Músicas e Direção Musical Demetrio Rangel Elenco Flávio Santos, Neemias Dinarte, Célia Regina, Rafaelle Carvalho , Gilson Paz, Samuel Lira e Tiago Gondim Iluminação Saulo Uchôa Desenhos Animados Myrna Maracajá e Maria do Socorro Camareira Beta Galdino Contrarregra Geraldo Dias Produção Pedro Portugal

SERVIÇO Dia // 09 de maio | 16h30min. Local // Teatro Barreto Júnior O espetáculo disponibiliza o recurso de áudio-descrição.


09 maio

Deus Danado //Cia A Máscara de Teatro (RN)

O ESPETÁCULO A encenação busca descer mais fundo na crueldade da existência humana, na veia nordestina, procurando, numa história de Trancoso, resgatar um universo arcaico, de infinito deserto, onde o nada é a verdadeira experiência interior. Nesta danação hiper/realista/ fantástica, o homem já não difere dos animais, nem das plantas, e tampouco das pedras. Na falência de todos os sentidos e valores, resta só um sentido: o salto mortal para o Nada.” Este salto é realizado pelos personagens Teodoro e Luiz, durante as treze jornadas do drama, entre o escuro e o claro, a noite e o dia. Nestas longas jornadas, o eterno conflito dos

Gênero // Drama | Classificação // 14 anos | Duração // 70 min.

poderosos versos oprimidos é levado às últimas conseqüências, diante da praga do medo, do indomável sonho e o do paradoxo de ser livre.

O GRUPO A Companhia A Máscara de Teatro é hoje uma das mais tradicionais e importantes do setor artístico e cultural da cidade de Mossoró, no interior do Rio Grande do Norte. Com dez anos de existência e participação cativa nos principais eventos teatrais mossoroenses, a Companhia preserva a pluralidade de idéias como centro de sua formação teatral.

FICHA TÉCNICA Direção Marcelo Flecha Dramaturgia João Denys Elenco Tony Silva, Damásio Costa, Jeyzon Leonardo, Luciana Duarte Iluminação Marcelo Flecha Produção / Direção de Arte / Direção da trilha Sonora Cia A Máscara de Teatro

SERVIÇO Dia // 09 de maio | 19h Local // Teatro Marco Camarotti


O Amargo

Santo da Purificação //Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz (RS)

Gênero // Épico | Classificação // Livre | Duração // 100 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

FICHA TÉCNICA

A encenação coletiva para Teatro de Rua conta a história de um herói popular que os setores dominantes tentaram banir da cena nacional durante décadas. Na seqüência de cenas, o público assiste momentos importantes desta trajetória: das origens na Bahia à luta armada, morte em emboscada e o resgate histórico, buscando um retrato humano do que foi o Brasil no século XX. É uma história de coragem e ousadia, perseverança e firmeza em todas as convicções. A dramaturgia elaborada pela Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz parte dos poemas escritos por Carlos Marighella que transformados em canções são o fio condutor da narrativa. Utilizando a plasticidade das máscaras, de elementos da cultura afro-brasileira e figurinos com fortes signos, a encenação cria uma fusão do ritual com o teatro dança.

A Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz surgiu em 1978 com uma proposta de renovação radical da linguagem cênica. Durante esses anos criou uma estética pessoal, fundada na pesquisa dramatúrgica, musical, plástica, no estudo da história e da cultura, na experimentação dos recursos teatrais a partir do trabalho autoral do ator. Não se limitando à sala de espetáculos, desenvolveu uma linguagem própria de teatro de rua, além de trabalhos artístico-pedagógicos junto à comunidade local. Abriu um novo espaço para a pesquisa cênica - a Terreira da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, que funciona como Escola de Teatro Popular, oferecendo diversas oficinas abertas e gratuitas para a população. A organização da Tribo é baseada no trabalho coletivo, tanto na produção das atividades teatrais, como na manutenção do espaço.

Dramaturgia criada coletivamente a partir dos Poemas de Carlos Marighella Roteiro, Sonoplastia, Figurinos, Máscaras, Adereços e Elementos Cenográficos Criação Coletiva Músicas Johann Alex de Souza Atuadores Paulo Flores, Tânia Farias, Pedro Kinast De Camillis, Clélio Cardoso, Aline Ferraz, Marta Haas, Edgar Alves, Roberto Corbo, Sandra Steil, Paula Carvalho, Letícia Virtuoso, Eugênio Barboza, Anelise Vargas, Lucio Hallal, Paula Lages, Déia Alencar, Raquel Zepka, Alex Pantera, Karina Sieben, Jorge Gil, Caroline Vetori, Eduardo Cardoso, Renan Leandro, Alessandro Müller e Jeferson Cabral

SERVIÇO

Dia // 10 de maio | 19h Local // Praça Carlos Wilson, Centro São Lourenço da Mata Dia // 11 de maio | 17h Local // Praça do Campo Santo, Santo Amaro


12 maio

Federika

//Grupo Mandalá de Teatro (PE)

Gênero // Adulto | Classificação // 16 anos | Duração // 70 min.

O ESPETÁCULO Nossa História começa no Sertão nordestino, no inicio dos anos 90. Federika, uma professora de História do Brasil - atormentada pela seca, pela violência, pelo machismo e pelo conservadorismo político no Sertão enlouquece, sai mundo a fora apregoando sermões apocalípticos e dizendo-se a porta-bandeira do caos. Como num sonho/pesadelo começa sua peregrinação rumo ao mar. Na sua loucura, ela deseja tornar-se Homem e fazer o caminho de volta dos colonizadores. Bradando sermões a medida que avança em seu caminho, desvela suas origens mestiças

e seu conflito interior: Ser ou não ser? Poder e não poder! Numa alucinação final do seu desejo de vingança, suicidase pela redenção de todos.

O GRUPO O grupo Mandalá de Teatro foi fundado em 2009 com integrantes do Núcleo de Teatro Estação da Cultura que há sete anos desenvolviam pesquisa nas artes cênicas. A atividade do grupo é pautada na pesquisa teatral, que entende o ator como força motriz e transmite a essência do teatro através do domínio e conhecimento do gestus.

FICHA TÉCNICA Direção Coletiva Dramaturgia Jomard Muniz de Brito – Adaptação de Vavá Shön Paulino Direção de Arte Claudiney Mendes Direção da trilha Sonora Coletiva Elenco Claudiney Mendes, Jéssica Mendes, Renata Cordeiro, Raphaella Araújo, Dayres Carvalho, Irlandson Bezerra e Ronaldo Brian Iluminação Clayton Tomáz Produção Naruna Freitas

SERVIÇO Dia // 12 de maio | 19h Local // Teatro Marco Camarotti


12 13 14 maio

Raptada pelo Raio //Cia Livre de Teatro (SP)

Gênero // Fábula Sensorial | Classificação // Livre | Duração // 90 min.

O ESPETÁCULO O espetáculo conta a saga de um Homem que passa por diversos povos na tentativa de resgatar sua esposa, Maya, raptada pelo raio. Temas como a separação entre vivos e mortos e os limites do amor e a impossibilidade, são tratados com lirismo neste poema cênico. Com uma linguagem dinâmica, em que atores se misturam aos personagens, a montagem é uma variante do mito de Orfeu.

O GRUPO A Cia. Livre tem como proposta reunir um grupo de artistas que possam revezar nas diversas funções de acordo com o

FICHA TÉCNICA projeto proposto. A nascente da Cia. foi o Estudo Público das Tragédias Cariocas de Nelson Rodrigues (1999) e daí surgiu um par de montagens: Toda Nudez Será Castigada! (2000/02) e Os 7 Gatinhos (2000/01). Para continuar os trabalhos da Cia. Livre, Cibele Forjaz escolhe montar, em 2002, o espetáculo Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams, enquanto Gustavo Machado escreve e dirige Pagarás Com Tua Alma (2000/04) e De Quatro (2004/07). Vadim Nikitin escreve e dirige O Nome da Peça depende da Lua (2004) e Dostoiévski (ou 3497 Rublos e Meio), em 2005.

Direção Cibele Forjaz Elenco Lúcia Romano, Edgar Castro Christian Amêndola e Paulo Azevedo Músicos Cristiano Meireles, Lincoln Antonio e Manuel Pessoa Direção de palco Dani Colazante e Elizete Jeremias Produção Eneida de Souza Direção de arte Simone Mina Iluminação Alessandra Domingues e Luana Gouveia Cenotécnica Wanderley Wagner da Silva Assistência de Produção Local Carminha Lins

SERVIÇO Dia // 12, 13 e 14 de maio | 20h Local // Teatro Armazém 14


13 14 maio

A Obscena

Senhora D

//Circo do Silêncio (SP)

Gênero // Drama | Classificação // 16 anos | Duração // 55 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

Monólogo baseado na obra homônima de Hilda Hilst. A personagem Hillé, apelidada pelo marido Ehud de Senhora D, aos sessenta anos decide viver num vão de escada onde se entrega a uma busca incessante pelo sentido das coisas. Durante uma noite, a Senhora D revive momentos da relação com o marido, recentemente falecido, que insiste para que ela abandone essas especulações sem sentido e reencontre o sabor das coisas simples da vida, o amor e o sexo. Hillé busca a compreensão do sagrado através da enigmática imagem de um menino-porco e chafurda os limites da sanidade ao confrontar-se com a velhice, o abandono, a ruína, o absurdo contido na sucessão dos dias e a própria morte.

Em 2007, a Atriz Suzan Damasceno, que integrou o CPT(Centro de Pesquisa Teatral) por 8 anos, neste período iniciou uma investigação de dramaturgia aliada à interpretação, que culminaria no projeto Prêt-à-Porter, onde criou, atuou e dirigiu quatro textos. A partir daí decidiu continuar sua pesquisa individual calcada no ator e juntamente com Pedro Brandi, iluminador, ator e cineasta formado em cinema pela FAAP, foi fundada a pequena companhia Circo do Silêncio cuja peça A Obscena Senhora D adaptada da obra homônima de Hilda Hilst, foi não só o marco como também estabeleceu as diretrizes estéticas e fundamentais da companhia. Donizete Mazonas (Companhia da Mentira) e Rosi Campos foram grandes colaboradores dessa empreitada.

FICHA TÉCNICA Direção Rosi Campos e Donizete Mazonas Texto Hilda Hilst Adaptação Suzan Damasceno e Germano Melo Direção de Arte Anne Cerutti Elenco Suzan Damasceno Iluminação Pedro Brandi Produção Teatro Grafitti Produções

SERVIÇO Dia // 13 e 14 de maio | 19h Local // Teatro Capiba


13 maio

Aqueles Dois //Cia. Luna Lunera (MG) O ESPETÁCULO Da rotina de uma “repartição” – metáfora para qualquer ambiente inóspito e burocrático de trabalho, revela-se o desenvolvimento de laços de cumplicidade entre dois de seus novos funcionários, Raul e Saul. É que “num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra”. No entanto, essa relação acaba gerando incômodo nos demais colegas de profissão. Criado a partir do conto homônimo do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996), o espetáculo é integrante do projeto Observatório de Criação, da Cia. Luna Lunera.

O GRUPO A Cia. Luna Lunera (Belo Horizonte/ MG) foi criada em 2001 por um grupo de

Gênero // Épico Dramático | Classificação // 16 anos | Duração // 80 min.

atores formados pelo Cefar, Centro de Formação Artística do Palácio das Artes (Fundação Clóvis Salgado). A motivação naquele momento era dar continuidade à montagem de “Perdoa-me por me traíres” (2000), espetáculo de formatura da turma, inspirado nas bases do teatro-dança, que obteve grande receptividade de público e crítica. Mas desde a peça anterior a essa, “Fuleirices em Fuleiró” (2000), notavam-se as afinidades artísticas daquele coletivo. De lá pra cá, a companhia construiu ainda outros quatro espetáculos: “Nesta Data Querida” (2003), “Não desperdice sua única vida ou...” (2005), “Aqueles Dois” (2007) e “Cortiços” (2008). Esses trabalhos contaram com a direção e parceria de artistas como Marcos Vogel, Kalluh Araújo, Rita Clemente, Cida Falabella e Tuca Pinheiro.

FICHA TÉCNICA Direção e Dramaturgia Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves, Rômulo Braga e Zé Walter Albinati Direção de Arte / Direção da trilha Sonora Núcleo de criadores do espetáculo Elenco Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves e Rômulo Braga Iluminação Felipe Cosse e Juliano Coelho Produção Executiva Clarice Castanheira Produção no circuito Palco Giratório Thiago Prata Direção de Produção Cláudio Dias 

SERVIÇO Dia // 13 de maio | 20h Local // Teatro Marco Camarotti


14 maio

Para Luís Melo

//Marcos Damaceno Cia. de Teatro (PR)

Gênero // Tragicomédia | Classificação // 16 anos | Duração // 95 min.

O ESPETÁCULO Uma mulher, que em um jantar artístico, em homenagem ao famoso ator do Teatro Nacional e que faz até telenovela, percebe que está, na verdade, numa reunião de talentos medíocres. Arrependida de ter aceitado o convite, e enquanto espera o famoso ator, que nunca chega, ela reflete sobre sua vida e o meio que a cerca, sob a lembrança de uma grande amiga de todos enterrada naquele mesmo dia.

O GRUPO A companhia foi criada em 2003, pelo diretor e dramaturgo Marcos Damaceno e pela atriz Rosana Stavis, com o objetivo de se dedicarem a um processo de trabalho contínuo e consistente.

São características comuns em seus espetáculos: 1-O tratamento do texto nas vozes dos atores como elemento principal da encenação. 2-Apresentações em pequenas salas de espetáculo, devido ao caráter intimista da performance dos atores. 3-A exploração de “peças de devaneios”. Peças que nos revelam mais o funcionamento da mente do que o discurso que é montado para fazê-la compreensível. Colaboram permanentemente na criação dos espetáculos o Iluminador e Cenógrafo Waldo Leon, a Figurinista Maureen Miranda e o Design Gráfico Foca Cruz.

FICHA TÉCNICA Direção Marcos Damaceno Dramaturgia Marcos Damaceno Direção De Arte Waldo Leon Direção da Trilha Sonora Gilson Fukushima Elenco Rosana Stavis e Roger Vaz (Violinista)Iluminação Waldo Leon Produção Marcos Damaceno Companhia de Teatro

SERVIÇO Dia // 14 de maio | 21h Local // Teatro Barreto Júnior


15 maio

Zero

//Cia de Teatro Mevitevendo (SP)

Gênero // Teatro de Animação | Classificação // Livre | Duração // 50 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

Zero é um lugar estranho, onde manivelas fazem a lua aparecer e um único botão acende um céu de estrelas. Seu habitante mais ilustre, o azedo Senhor Z, passa os dias lendo memórias alheias e já nem lembra que um dia foi criança. Seu fiel criado Fulano inventa mil maneiras de alegrá-lo, mas somente quando aparece por lá um pequenino pássaro cantador é que as coisas começam a mudar. Livremente inspirado em O Rouxinol e o Imperador de Hans Christian Andersen, esse conto de fadas moderno nos fala de como a arte é capaz de iluminar nossa existência.

Fundada em 1998, ano em que mudou do Rio Grande do Sul para São Paulo, a Cia. Mevitevendo trabalha exclusivamente com Teatro de Animação. Com onze espetáculos encenados e turnês realizadas no Brasil e na Europa, a dupla de atores-criadores Cleber Laguna e Marcia Fernandes busca nas Artes Visuais e no Cinema de Animação referências e inspiração para suas montagens. Criando mundos insólitos, personagens esquisitos e um modo bem particular de contar suas histórias, a Companhia pesquisa a relação do ator com as formas animadas.

FICHA TÉCNICA Direção Cleber Laguna e Marcia Fernandes Dramaturgia Cleber Laguna Bonecos, Máscaras e Cenário Cleber Laguna Trilha Sonora e Figurinos Marcia Fernandes Ânima-atores Marcia Fernandes e Cleber Laguna Técnico de Luz e Som Tarcísio Brum Produção Cia. Mevitevendo

SERVIÇO Dia // 15 de maio | 16h30min. Local // Teatro Capiba


15 maio

Psicose 4h48

//Marcos Damaceno Cia. de Teatro (PR)

Gênero // Drama | Classificação // 16 anos | Duração // 85 min.

O ESPETÁCULO Psicose 4h48 é o último estreitar do trabalho da dramaturga Sarah Kane. A luta do eu para permanecer-se inteiro. “E a minha mente é o sujeito desses fragmentos confusos”, diz a voz da peça. Embora seja melhor sermos cautelosos aqui. A mente de quem? A mente de quem diz as palavras no teatro, definitivamente sim. Mas isso quer realmente dizer a mente da autora? Psicose 4h48 não é uma carta de despedida, mas sim, uma peça de teatro. A mente, que é o sujeito dos fragmentos da peça, é a mente da autora, mas que é também além da mente da autora. É uma mente que, pela forma aberta da peça, deixa o público entrar e reconhecer-se lá dentro. A voz da peça entra na terapia e na infinita medicação. Nenhuma delas consegue aliviar o sofrimento. Fala com o médico usando uma inteligência

sarcástica. A comédia negra desta descrição de drogas prescritas e os negligenciáveis efeitos me faz lembrar Lear exigindo o impossível do seu farmacêutico: “adoça a minha imaginação”.

O GRUPO A companhia foi criada em 2003, pelo diretor e dramaturgo Marcos Damaceno e pela atriz Rosana Stavis, com o objetivo de se dedicarem a um processo de trabalho contínuo e consistente. São características comuns em seus espetáculos: 1-O tratamento do texto nas vozes dos atores como elemento principal da encenação. 2-Apresentações em pequenas salas de espetáculo, devido ao caráter intimista da performance dos atores. 3-A exploração de “peças de

devaneios”. Peças que nos revelam mais o funcionamento da mente do que o discurso que é montado para fazê-la compreensível. Colaboram permanentemente na criação dos espetáculos o Iluminador e Cenógrafo Waldo Leon, a Figurinista Maureen Miranda e o Design Gráfico Foca Cruz.

FICHA TÉCNICA Texto Sarah Kane Tradução Laerte Melo Direção Marcos Damaceno Elenco Rosana Stavis/Michelle Pucci e Marcelo Bagnara Sonoplastia Vadeco Iluminação Nadja Naira e Fábia Regina Figurinos Maureen Miranda Design Gráfico Foca Realização Marcos Damaceno Companhia de Teatro

SERVIÇO Dia // 15 de maio | 20h Local // Teatro Barreto Júnior


16 maio

Diário Malassombrado //Cia de Teatro Mevitevendo (SP)

Gênero // Teatro de Animação | Classificação // Livre | Duração // 50 min.

O ESPETÁCULO Numa noite de lua cheia, dois curiosos encontram uma mala... e dentro dela um diário. Mas esse não é um diário qualquer – nele estão guardadas memórias de assombrações. Ao lerem suas histórias, eles libertam a Mulher-Caveira, a Velha do Saco, o Homenzinho Terrível, a Grande Malvada e outros personagens de arrepiar! Entre sustos e risadas, esses estranhos visitantes mostrarão que podem não serem tão feios assim... nem tão malvados.

O GRUPO Fundada em 1998, ano em que mudou do Rio Grande do Sul para São Paulo, a Cia.

Mevitevendo trabalha exclusivamente com Teatro de Animação. Com onze espetáculos encenados e turnês realizadas no Brasil e na Europa, a dupla de atores-criadores Cleber Laguna e Marcia Fernandes busca nas Artes Visuais e no Cinema de Animação referências e inspiração para suas montagens. Criando mundos insólitos, personagens esquisitos e um modo bem particular de contar suas histórias, a Companhia pesquisa a relação do ator com as formas animadas e mantém em repertório quatro espetáculos: Zero, Teatro Imaginário, Diário Malassombrado e Quixote.

FICHA TÉCNICA Direção Cleber Laguna e Marcia Fernandes Dramaturgia Cleber Laguna Bonecos, Máscaras e Cenário Cleber Laguna Trilha Sonora e Figurinos Marcia Fernandes Ânima-atores Marcia Fernandes e Cleber Laguna Técnico de Luz e Som Tarcísio Brum Produção Cia. Mevitevendo

SERVIÇO Dia // 16 de maio | 16h30min. Local // Teatro Capiba


16 maio

Conceição //Grupo Experimental (PE)

Gênero // Dança Contemporânea | Classificação // 16 anos | Duração // 55 min.

O ESPETÁCULO “Conceição: nome de mulher, nome de santa, nome de morro. Nome de criação: concepção, e nasce a vida, nasce o som, nasce a dança... Conceição, nome de fé”. Deste “nome-mote” surge o mais recente espetáculo do Grupo Experimental, Conceição, resultado de um processo profundo de pesquisa na festa do Morro da Conceição que trouxe à tona a intrigante questão: o que move as pessoas que participam daquela celebração? Um questionamento matriz que se multiplica em várias outras perguntas. “No que vês, no que tocas, no que sentes? Naquilo em que acreditas, talvez? O que é o seu chão? O que é a sua fé?” São imagens fortes, chocantes: pessoas que “nadam o morro”; caminham de costas; joelhos que se arrastam pelas ladeiras até sangrar... Porém a dramaturgia

de Conceição surge mais do sentimento e das sensações que movem estas pessoas e ressoam nos seus corpos do que em qualquer imagem icônica que caracterize a famosa festa recifense.

O GRUPO Com uma pesquisa de linguagem em dança contemporânea consolidada, o Grupo Experimental é uma das companhias mais atuantes e reconhecidas de Pernambuco. Tornou-se uma referência em dança no Nordeste brasileiro, alcançando também a projeção nacional dos seus trabalhos. Fundada em 1993 em Recife, a companhia adota um perfil que traduz o nome que leva, tendo a experimentação e a interação com diferentes linguagens artísticas como base de seu trabalho.

FICHA TÉCNICA Direção, coreografia e concepção Mônica Lira Produção Christianne Galdino Bailarinos Daniel Silva, Evertom Gomes, Helijane Rocha, Jennyfer Caldas, Januária Finizola, Mônica Lira, Rafaella Trindade e Ramon Milanez Figurino Marcondes Lima e Maria Agrelli Cenário Marcondes Lima Assistente de produção e Cenotécnico Silvio Barreto Iluminação Beto Trindade Operador de Luz Saulo Uchôa Trilha Sonora Original Tomas Alves Souza

SERVIÇO Dia // 16 de maio | 20h Local // Teatro Barreto Júnior


18 maio

Barrela //Trup As Crias de Mãe Júlia (PE) O ESPETÁCULO Barrela, primeiro texto teatral de Plínio Marcos foi escrito em 1958 e censurado diversas vezes. É a história de seis presos que entre acusações e uma vida de tormentos vão revelando seus passados até que um preso recém chegado na cela (o Garoto) imprime uma nova conotação à ação dramática. Barrela – A história de uma curra na prisão.

O GRUPO A Trup foi criada a partir do resultado dos cursos de teatro do Sesc Caruaru em 2008 tendo atores oriundos de

Gênero // Drama | Classificação // 16 anos | Duração // 70 min.

outros grupos da cidade e jovens talentos. Seu foco é a prática de teatro a partir da pesquisa no trabalho do ator – Seu labô e relação físico-afetiva em comunicação com a dramaturgia e o teatro contemporâneo. No seu primeiro trabalho o grupo já enveredava pela Performance Art apresentando “Se Cria Assim” um trabalho com base na obra e na poética do ceramista Mestre Galino. Agora vem com Barrela – de Plínio Marcos, onde lança um olhar mordaz e sensível numa dramaturgia real e apaixonante.

FICHA TÉCNICA Direção Moisés Gonçalves Dramaturgia Plínio Marcos Direção de Arte Moisés Gonçalves e Cris Ferreira Direção da trilha Sonora Sérgio Félix Elenco Ary Augusto, Beto Aragão, Bob Gomes, Ítalo Martins, Izak Gonzaga, Isac Santyerry, Marcos Mercury, Ramatis Nepomuceno, Jane Cordeiro, Gutemberg Andrade e Sebastião Santos Iluminação Moisés Gonçalves e Breno Rafaelo Produção Bela Araújo

SERVIÇO Dia // 18 de maio | 19h Local // Teatro Marco Camarotti


18 maio

Ideias de Teto //Sua Cia de dança (BA)

O ESPETÁCULO Idéias de Teto é uma colagem de poesia e imagens. Propomos colocar o pensamento em uma outra posição. Que a platéia vire teto. E fique livre para se perguntar o que o teto pensa de nós. Executado por três bailarinas, em oito cenas independentes, a raiz dessa idéia vem dos jogos com a percepção, trabalhando a possibilidade de inverter concreta e simbolicamente sentidos cênicos a partir de uma perspectiva aqui chamada de teto.

O GRUPO Desde 2002 a Sua Cia vem desenvolvendo sua linguagem na arte através de pesquisas sobre a percepção, a palavra, o corpo, a cultura e o espaço. As buscas pelo trânsito

Gênero // Dança Contemporânea | Classificação // Livre | Duração // 45 min.

entre linguagens, pelo inusitado no deslocamento, por espaços materializados e imaginados, pelo olhar sobre estar no mundo, sobre o corpo na cultura e sobre o ser dançante, permanecem como questões para esse grupo de criadores, aproximados pelo desejo de fazer conexões criativas. Em 2009 Sua Cia cresceu e tornouse a Associação Conexões Criativas. Neste grupo, as idéias estão amplamente conectadas a diversas linguagens artísticas, suportes e áreas de conhecimento, reverberando respostas em rede. Cada proposta criativa e cultural desenvolve-se em outras tantas - oficina, debate, artigo, vídeo, música, desenho - retroalimentando e aprofundando o trabalho corporal, intelectual, artístico, político, conceitual.

FICHA TÉCNICA Direção e concepção Clara Trigo Elenco Carolina Laranjeira, Catarina Gramacho e Clara Trigo Assistentes de Coreografia e direção Eduardo Pinheiro e Thais Bandeira Poesia Manoel de Barros Música Vicente Bastos Locução Isbela Trigo Figurino Isa Trigo Iluminação Natália Valério Produção Conexões Criativas Direção de Produção Natália Valério

SERVIÇO Dia // 18 de maio | 21h Local // Teatro Barreto Júnior


19 maio

Um Torto //Grupo Magiluth (PE)

Gênero // Reality Show | Classificação // 12 anos | Duração // 50 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

Um homem que por não comensurar o que é sentir, decide tirar o próprio coração e assim, distanciado da causa de todo tormento, tenta entender a origem deste estado-situação. Uma série de ações que se expõem como fluxos de pensamentos e de impressões sobre a vida, o “jogo”, a vida como jogo, o amor, o eu, apropriação, os outros, numa conflitante e honesta tentativa de dar forma, de atribuir contorno ao caos, ao que não conseguimos ver nem tocar apenas sentir, ao que é disforme... amorfo.

O Grupo Magiluth surgiu em 2004 no curso de Licenciatura em Artes Cênicas da UFPE. Hoje, com dois espetáculos profissionais, vem trilhando um trabalho de pesquisa e experimentação constante na cena teatral recifense, sendo apontado como revelação nos palcos da cidade e participando como convidado dos principais festivais de teatro do país. A cultura do Magiluth, portanto, está alicerçada no treinamento e pesquisa do ator. Assim, surge o Paralelo Magiluth, projeto que possibilita o desenvolvimento de pesquisas individualizadas,

possibilitando a ampliação do estudo por parte do seus integrantes em diversos processos criativos.

FICHA TÉCNICA Direção Pedro Wagner Dramaturgia Giordano Castro Elenco Giordano Castro Direção de arte Pedro Wagner, Giordano Castro e Thiago Liberdade Iluminação Pedro Vilela Vídeo Thaysa Zooby Foto Juliana Galvão Produção Paralelo Magiluth

SERVIÇO Dia // 19 de maio | 19h Local // Teatro Marco Camarotti


19 maio

Encruzilhada Hamlet //Cia do Ator Nu (PE)

O ESPETÁCULO Hamlet e o Coveiro removem a cova onde foram enterrados há cinco séculos e ressurgem no ano em que a peça está sendo mostrada. Com eles, vem as artimanhas do patriarcalismo, a renitência da vida, a ilimitabilidade do sonho, a restringência da morte, a extenuada luta de classes, a inconciliação dos opostos, o êxtase aflitivo de ser criador e criatura e a má fé das promessas e dos pactos sorridentes dos que detêm qualquer tipo de poder e se consideram superiores aos seus (des) semelhantes. Nessa encruzilhada de inumeráveis caminhos, interpretações e interpenetrações, as personagens de todos os teatros brincam de adquirir autonomia figural. Rejubilam-

Gênero // Teatro Pós-Dramático | Classificação // 16 anos | Duração // 70 min.

se com a artificialidade do mundo e dos homens: céu de teatro, terra de teatro, luminares de teatro, voz de teatro. A encenação rende homenagem a todos os trabalhadores da cena – do bilheteiro ao ator, oficiantes da liturgia teatral – gente que insiste em atuar com o mínimo de dignidade, quase em desespero.

O GRUPO Criada em 2004 pelos atores Edjalma Freitas e Henrique Ponzi, a Companhia do Ator Nu se configura hoje como uma das mais promissoras companhias de teatro do Estado. Consolidando-se a cada ano através de seus projetos de formação e reflexão sobre o oficio teatral.

FICHA TÉCNICA Direção João Denys Dramaturgia João Denys Cenografia João Denys Maquiagem Marcondes Lima Figurinos Luciano Pontes Preparação Corpo/voz Mírian Asfora e Rose Mary Martins Assistente de Direção Andréia Veruska Elenco Edjalma Freitas e Henrique Ponzi Direção da trilha Sonora Naná Vasconcelos Operação de Som José Neto Iluminação Saulo Uchôa Contraregragem Marcos Antonio, Severino Idelfonso e Emanuel Ventura Direção de Produção Edjalma Freitas Produção Geral Companhia do Ator Nu

SERVIÇO Dia // 19 de maio | 21h Local // Teatro Barreto Júnior


20 maio

Carícias //Remo Produções (PE)

Gênero // Drama | Classificação // 14 anos | Duração // 80 min.

O ESPETÁCULO Carícias, a nova peça da Remo Produções Artísticas com direção de Leo Falcão, propõe uma viagem através dos relacionamentos do homem urbano contemporâneo ao revelar situações limites das relações afetivas e comunicação humana. O texto do dramaturgo catalão Sergi Belbel com tradução da carioca Christiane Jathay tem como cenário o cotidiano de uma grande metrópole, onde, em onze cenas, personagens vivenciam através de um grande jogo momentos de conflito e união. Sempre com dois personagens em cena, a peça tem uma estrutura circular, onde um personagem do primeiro quadro dialoga com o personagem do quadro

seguinte. A cada cena, as palavras e os gestos mostram o vazio da comunicação, a frustração decorrente da fragmentação das relações afetivas (familiares ou não), momentos de esperança e tímidas manifestações de amor.

O GRUPO Produtora criada em 1983, produziu entre outros, Patética, O Deus nos Acuda,Besame Mucho, Salto Alto, Arlequim, Abelardo e Heloísa, Fernando e Isaura, Quem Tem, Tem Mêdo! (Coprodução com ENTREtanto Teatro de Portugal); Histórias de Além-Mar (Coprodução com Munganga Teatro de Amsterdam).

FICHA TÉCNICA Direção Leo Falcão Assistente de Direção e preparação de elenco Karina Falcão Dramaturgia Sergi Belbel Tradução Christiane Jathay Direção de Arte Walther Holmes Produção da trilha Sonora Fernando Lobo Elenco Ana Claudia Wanguestel, Carlos Lira, Cira Ramos, Marcelino Dias, Paula de Renor e Rodrigo Garcia Iluminação Beto Trindade Produção Carlos Lira, Cira Ramos, Marcelino Dias e Paula de Renor

SERVIÇO Dia // 20 de maio | 20h Local // Teatro Hermilo Borba Filho


21 maio

Encantrago Grupo Expressões Humanas e Teatro Vitrine (CE) O ESPETÁCULO O espetáculo é um mergulho no coração intratável e miraculoso do Brasil e uma viagem cujo destino é a encantada vastidão do homem do sertão. Esse mergulho, que se configura onde a vida é quase uma impossibilidade, nos conduz a uma aventura onde os contrastes e as ambivalências consagram esse paradoxal mundo sertanejo. O espetáculo resgata os rituais humanos como um elemento essencialmente eficaz na arte teatral e brinca de embaralhar o mundo real e simbólico. Encantrago – Ver de Rosa um Ser Tão é um convite para fomentar um novo olhar diferenciado e crítico sobre esses inquietos e diversos pedacinhos de universos sertanejos. Universos esses

Classificação // 14 anos | Duração // 90 min.

que perpassam a geografia e o homem para chegar aos mistérios e grandezas feéricas do mundo.

O GRUPO O Grupo Expressões Humanas é um grupo de teatro experimental que completa 20 anos de existência se consolidando como propagador da cultura brasileira, comprometido com a práxis artística contemporânea. O Teatro Vitrine, formado em 2006, através da intercessão de várias áreas do conhecimento humano busca aprofundar-se em questões de caráter filosófico-existencial, partindo de uma abordagem introspectiva da alma humana.

FICHA TÉCNICA Direção Herê Aquino Dramaturgia Herê Aquino (Inspirado na obra de Guimarães Rosa e na Cultura Popular) Direção Musical Fabiano de Cristo Criação Juliana Veras e Músicas da Cultura Popular Preparação Musical Orlângelo Leal Elenco Annalies Borges, João Paulo Pinho, Juliana Veras, Katiana Monteiro, Liliana Brizeno, Marina Brito, Marina Brizeno, Monique Cardoso, Nataly Rocha e Paulo Botafogo Iluminação (Criação) Wallace Rios Iluminação (Operação) Tomaz de Aquino Produção ATO – Produção e Marketing Cultural Direção de Produção Monique Cardoso

SERVIÇO Dia // 21 de maio | 19h Local // Teatro Marco Camarotti


21 22 maio

Mi Muñequita //Ponte Cultural (SC)

Gênero // Comédia Dramática | Classificação // 14 anos | Duração // 80 min.

FICHA TÉCNICA

O ESPETÁCULO

O GRUPO

Mi Muñequita é a história de La Nena, uma menina que para crescer precisa se libertar da violência de sua família desajustada: La Madre, El Padre e El Tío. Para tanto ela conta com a ajuda de La Huerfanita, sua boneca preferida. El Presentador é o mestre de cerimônias que nos conduz através desse show de variedades perverso, engraçado e surpreendente. A família de Mi Muñequita está no palco para nos divertir com seu drama.

A Ponte Cultural atua no mercado catarinense desde 1998. Para a realização de cada projeto a produtora se associa a profissionais atuantes no meio artístico em Santa Catarina. O desafio é não apenas somar diferentes técnicas, vivências, pesquisas e talentos, mas organizar esses aportes individuais, primando sempre pelo produto artístico de qualidade.

Direção Renato Turnes Dramaturgia Gabriel Calderón, tradução de Esteban Campanela Direção de Arte Loli Menezes Direção da trilha Sonora Renato Turnes Elenco Alvaro Guarnieri, Malcon Bauer, Milena Moraes, Monica Siedler, Paulo Vasilescu e Sabrina Gizela Iluminação Daniel Olivetto e Renato Turnes Produção Renato Cristofoletti e Milena Moraes

SERVIÇO Dia // 21 de maio | 21h Local // Teatro Barreto Júnior Dia // 22 de maio | 20h Local // Teatro Barreto Júnior


22 maio

E se... //Cia Tato Criação Cênica (PR)

Gênero // Teatro de Animação | Classificação // Livre | Duração // 45 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

FICHA TÉCNICA

E se... discute com bom-humor e fantasia os diversos caminhos que a vida oferece e as interferências das escolhas e ações de cada um no coletivo. A rua de um centro urbano é o ponto de encontros e desencontros no cotidiano de personagens que surgem em cena com o uso de pequenos adereços nas mãos dos atores. Numa realidade urbana bem brasileira e nem por isso menos universal, cada ação desses personagens, que em sua maioria vivem e dependem da rua, revela novos rumos para a história, criando e recriando universos.

A pesquisa no teatro de animação da Tato concentra-se na animação de partes do corpo, principalmente das mãos e expande-se para a manipulação de objetos. A construção dramatúrgica é um foco importante da companhia, criada durante o processo através das improvisações de cenas com a atenção na comunicação corporal, pesquisa batizada como dramaturgia física. Sem a utilização de palavras as personagens possuem uma linguagem inventada, que compõe com os ruídos de cena e temas criados, o clima sonoro da peça.

Concepção/Direção/Dramaturgia/ Composição/Manipulação Katiane Negrao e Dico Ferreira Direção Sonora/ Composição/Preparação Vocal Karla Izidro Figurino e Adereços Cristine Conde Iluminação Luiz Nobre Designer Gráfico/ Fotografia Diogo Negrao Fotografia Sergio Vieira Estrutura Cenográfica Edson Naindorf Produção Luciana Falcon

SERVIÇO Dia // 22 de maio | 16h30min. Local // Teatro Capiba


22 23 maio

Tropeço //Cia Tato Criação Cênica (PR)

Gênero // Teatro de Animação | Classificação // Livre | Duração // 35 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

Tropeço quer dar vida ao simples. Sobre uma mesa, com baús e alguns pequenos objetos cria-se um mundo onde dois atores manipuladores e suas mãos dão vida a duas personagens: duas velhas que moram juntas. Partindo da costumeira visão que temos da velhice, mostra-se sua solidão e as pequenas ações rotineiras, porém cria-se um universo de sutileza e extravagância, poesia e comicidade em mãos que andam, dançam, bebem, respiram, riem e choram.

Com início no ano de 2004, a Cia Tato Criação Cênica vem desenvolvendo seu trabalho de pesquisa cênica tendo como fio condutor uma dramaturgia essencialmente corporal, buscando com a integração das linguagens do teatro, da dança contemporânea, da mímica e do teatro de animação, comunicar e emocionar através do simples. Da junção dos trabalhos de Dico Ferreira e Katiane Negrão, desse processo, surgiu o espetáculo Tropeço e a oficina “Em Busca de Uma Dramaturgia Física”.

FICHA TÉCNICA Concepção e atuação Dico Ferreira e Katiane Negrão Colaboração dramatúrgica Juliana Capilé Produção e Figurino Luciana Falcon

SERVIÇO Dia // 22 e 23 de maio | 20h Local // Teatro Capiba


23 maio

Os Meninos Verdes //Voar Teatro de Bonecos (DF)

Gênero // Teatro de Bonecos | Classificação // Livre | Duração // 45 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

O espetáculo mostra as pequenas criaturas verdes encontradas no jardim de Dona Cora, eles conquistam o afeto da Poetisa através de suas brincadeiras, estripulias, do exercício da imaginação e da pureza tudo com simplicidade, assim como no livro, onde a autora usou ternura para narrar meninices, brincadeiras e sonhos, trazendo a identificação não somente nas crianças, mas também nos adultos.

Fundada no ano de 2003 por Marco Augusto, diretor e bonequeiro oriundo do GRUPO BAGAGEM CIA DE BONECOS onde atuou por 15 anos. A Cia. tem como proposta o estudo e a prática do teatro de bonecos, levando em conta a sua tradição e inovações. E também visa compartilhar suas experiências através de oficinas e ações sócio-culturais no Ponto de Cultura Ação Cultural do Gama.

FICHA TÉCNICA

Direção Marco Augusto Dramaturgia História original Cora Coralina Direção da trilha Sonora A Companhia Elenco Alessandra Barros, Lucia Corrêa, Laércio Nicolau e Wellington Nascimento Iluminação Wesley Barbosa Produção Andrea Mara

SERVIÇO Dia // 23 de maio | 16h30min. Local // Teatro Hermilo Borba Filho


23 maio

Leve

//Maria Agrelli e Renata Muniz (PE)

Gênero // Dança Contemporânea | Classificação // Livre | Duração // 50 min.

O ESPETÁCULO O espetáculo Leve transporta para a cena as sensações, os sentimentos e os questionamentos do ser humano diante da morte. O trabalho foi criado sob a perspectiva de quem viveu a perda, a partir das vivências das criadorasbailarinas Maria Agrelli e Renata Muniz. A concepção do espetáculo surgiu das reflexões das duas artistas, que lidavam de forma diferente, e até mesmo divergente, sobre a perda de pessoas próximas. As variadas perspectivas de encarar a morte serviram de suporte

FICHA TÉCNICA para a criação de Leve, abarcando a complexidade e intensidade do tema proposto. As sensações de impotência, saudade, dor, raiva, desespero, vazio, alívio se mesclam na cena do espetáculo, desveladas pelo corpo das bailarinas e pelo ambiente criado para este trabalho. Um espetáculo de dança que une coreografia e improvisação, propondo a imersão do público em uma atmosfera mística, intimista e lúdica.

Concepção/direção Maria Agrelli e Renata Muniz Assistente de Coreografia Liana Gesteira Direção de Arte Direção e concepção da trilha Sonora Isaar Bailarinas Maria Agrelli e Renata Muniz Iluminação Luciana Raposo Cenotécnico/sonoplastia Almir Negreiros Produção Carminha Lins

SERVIÇO Dia // 23 de maio | 19h Local // Teatro Marco Camarotti O espetáculo disponibiliza o recurso de áudio-descrição.


25 maio

Agreste //Cia Razões Inversas (SP)

Gênero // Drama | Classificação // 16 | Duração // 60 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

No meio da seca, um casal de lavradores simples descobre o amor e fogem. Pressentem que "algo" de perigoso paira sobre seu amor. A esposa vem a compreender o porquê, anos depois, após a morte do marido. Essa mulher machucada pela perda, sem entender a dimensão de seus atos, acaba sendo vítima do horror da intolerância. Agreste é um vigoroso manifesto poético, uma fábula sobre ignorância, preconceito e amor incondicional. Em cena, dois atores narram e representam as personagens de sua estória.

Criada em 1990 pelo premiado diretor Márcio Aurélio e pela primeira turma da UNICAMP, a Companhia Razões Inversas obteve o reconhecimento da qualidade de seu trabalho pela crítica, prêmios e do público que acompanha suas criações como as premiadas Agreste, Senhorita Else, A Bilha Quebrada e A Arte da Comédia. Em 2010, a Companhia Razões Inversas completa vinte anos de existência mantendo, como principal característica, uma metodologia de trabalho voltada para o constante processo de formação técnica e intelectual dos intérpretes e demais artistas.

FICHA TÉCNICA Encenaçãoe Direção de Arte Marcio Aurelio Texto Newton Moreno Atores Paulo Marcello, João Carlos Andreazza Preparação Corporal Lu Favoreto e Marina Caron Programação Visual Paulo Marcello Direção de Produção Companhia Razões Inversas Produção Executiva Renata Araújo Realização Companhia Razões Inversas

SERVIÇO Dia // 25 de maio | 19h Local // Teatro Marco Camarotti


26 maio

Anatomia Frozen //Cia Razões Inversas (SP)

Gênero // Drama | Classificação // 16 | Duração // 75 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

Anatomia Frozen apresenta três narrativas que se entrelaçam: uma psiquiatra americana que escreve uma tese sobre assassinatos em série, um pedófilo e assassino em série condenado à prisão perpétua na Inglaterra e a mãe de uma de suas vítimas, a garotinha Nina que desapareceu aos dez anos de idade. Esses três personagens que se encontram congelados em seus estados emocionais são dissecados pela encenação em um ambiente asséptico, cirúrgico, no qual podemos observar a anatomia da violência e da psicopatia social.

Criada em 1990 pelo premiado diretor Márcio Aurélio e pela primeira turma da UNICAMP, a Companhia Razões Inversas obteve o reconhecimento da qualidade de seu trabalho pela crítica, prêmios e do público que acompanha suas criações como as premiadas Agreste, Senhorita Else, A Bilha Quebrada e A Arte da Comédia. Em 2010, a Companhia Razões Inversas completa vinte anos de existência mantendo, como principal característica, uma metodologia de trabalho voltada para o constante processo de formação técnica e intelectual dos intérpretes e demais artistas.

FICHA TÉCNICA Texto Bryony Lavery Direção Marcio Aurelio Assistente de direção Lígia Pereira Elenco Joca Andreazza e Paulo Marcello Tradução Rachel Ripani Iluminação Cenário e Trilha Sonora Marcio Aurelio Fotos Pedro Palhares Projeto gráfico Pedro Penafiel Idealização Rachel Ripani

SERVIÇO Dia // 26 de maio | 19h Local // Teatro Marco Camarotti


26 maio

Um Rito de Mães, Rosas e Sangue //(PE)

Gênero // Drama | Classificação // 16 | Duração // 90 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

Um Rito de Mães, Rosas e Sangue (Lorca – Um ato poético em três quadros), traz à cena uma livre licença poética das Três Tragédias Rurais de Federico Garcia Lorca: “Bodas de Sangue”, “Yerma” e “A Casa de Bernarda Alba” em um espetáculo ritualístico ambientado num não lugar aqui presente, o qual o tempo e o espaço não são geometrizados, medidos e comparados. Tudo é reinventado e metaforizado, na cena. Nesse contexto a personagem da Mãe é o foco central do ritual cênico, é o elemento aglutinador das forças que regem a natureza, é ela que dita às regras do jogo nos três quadros que dividem a encenação.

A montagem de Um Rito de Mães, Rosas e Sangue (Lorca – Um ato poético em três quadros) é fruto da união de um grupo de pessoas com experiências de vida diferentes, mas com um desejo único, estabelecer uma discussão sobre o fazer teatral. Discussão esta nascida em 1999 na UFPE com a montagem da performance “A Casa de Bernarda – Uma Performance Obscura”, agora em 2010, contando com o reforço de novos profissionais retomamos os trabalhos e o pensamento, continuando os estudos sobre o universo do escritor Federico Garcia Lorca.

FICHA TÉCNICA Direção Claudio Lira Textos originais Federico Garcia Lorca Dramaturgia Claudio Lira Texto Cênico O Grupo Direção de Arte Luciano Pontes Direção Musical e Preparação Vocal Adriana Millet Elenco Ana Maria Ramos, Auricéia Fraga, Andezza Alves, Daniela Travassos, Luciana Canti, Sandra Rino, Leda Santos, Lano de Lins, Zé Barbosa Iluminação Luciana Raposo Criação de Vídeo Cenário Tuca Siqueira Yoga Ana Maria Ramos

SERVIÇO Dia // 26 de maio | 20h Local // Teatro Hermilo Borba Filho O espetáculo disponibiliza o recurso de áudio-descrição.


27 maio

Filhas da Mata //O Imaginário (RO)

Gênero // Drama| Classificação // Adulto | Duração // 60 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

Mulheres esquecidas e abandonadas pelo tempo e pela memória vivem mergulhadas num mundo fronteiriço entre sonho e realidade, lutando pela redescoberta do sentido de suas existências e suas histórias de vida. Sem rumo e presas às amarras do passado, lembranças e ilusões se confundem, levando as personagens a um estado de aparente alienação. O espetáculo conta com a participação de várias senhoras que compartilham suas memórias com o público e representam o universo metafórico da purificação pelo fluxo das águas.

O Imaginário foi fundado em 2005, com o objetivo de estudar, pesquisar e investigar as diversas linguagens teatrais. Criado e dirigido pelo Ator e Diretor Chicão Santos, que trouxe para o panorama amazônico um jeito inovador e transgressor de pensar o fazer teatral. Em seus trabalhos, O Imaginário sempre busca discutir a relação do público, do teatro e da cidade, e investe na vinda de especialistas em teatro para qualificar e melhorar o nível técnico dos espetáculos, promovendo a troca de experiências e de interações estéticas.

Ficha Técnica Direção Chicão Santos Dramaturgia Jória Lima Direção de Arte Chicão Santos Direção da Trilha Sonora Bira Lourenço Elenco Zaine Diniz, Jória Lima e Gilca Lobo Participação Especial Maria Luiza Iluminação Chicão Santos e André Luiz Produção Chicão Santos

SERVIÇO Dia // 27 de maio | 19h Local // Sesc Casa Amarela


27 maio

De Dentro //Qualquer um Dos Dois Cia de Dança (PE) Gênero // Dança Contemporânea | Classificação // Livre | Duração // 40 min.

O ESPETÁCULO O espetáculo parte da idéia metafísica atual, de que é de dentro que tudo se inicia, que tudo se transforma e que o homem é modificado de dentro pra fora, porém, diante dos desafios da contemporaneidade, não podemos descartar a relação inversa, posto que, o de fora também pode influenciar e modificar o de dentro. A coreografia amplia a percepção que cada um tem de si, numa análise permanente desse ciclo criativo, de dentro pra fora e de fora pra dentro, revelando o homem criatura. Nessa proposta, a companhia, que é formada apenas por homens, dá continuidade a sua pesquisa. Ampliando o recorte no humano, mas em busca de uma identidade de corpo onde o sentimento

permeia toda concepção coreográfica. De Dentro, são sensações, possibilidades de movimentos em que o homem transforma e se transforma a partir das suas relações com o meio sem se reduzir a um único conceito.

O GRUPO

Paixão, atrevimento e o desejo por novos desafios, foram os principais ingredientes na formação da Companhia, que antenados com os acontecimentos contemporâneos fogem dos rótulos e pequenas definições, colocando num caldeirão elementos de outras linguagens sem perder de vista as premissas do movimento, nem as possibilidades de pesquisas que os levam a experimentar outras formas de fazer dança.

FICHA TÉCNICA

Direção e Coreografia Jailson Lima Assistente de Coreografia e Cenografia André Vitor Brandão Figurinos e Maquiagem Rogério Alban Bailarinos André Vitor Brandão, Alan Gêrald, Alexandre Santos, Cleybson Lima, Cristiano Santana e Rogério Alban Criação e Execução de Iluminação Carlos Tiago Execução de Sonoplastia Jefferson Mendes Apoio Técnico / Contra Regra Lucylene Lima Produção Qualquer Um dos 2 Produções Artísticas

SERVIÇO Dia // 27 de maio | 21h Local // Teatro Barreto Júnior


28 maio

Esbórnia //Cia de Dança Sesc Petrolina (PE)

Gênero // Dança Contemporânea | Classificação // 14 anos | Duração // 42 min.

FICHA TÉCNICA

O ESPETÁCULO

O GRUPO

Esbórnia é um espetáculo sensual, provocativo e bem humorado. É uma ode ao exagero, ao excesso. Um passeio musical que vai do tango ao brega em coreografias irônicas, repletas de clichês. É uma brincadeira com os tipos das noites boêmias: conquistadores, malandros, mulheres insinuantes e sedutoras. Mais que nos ritmos, os bailarinos baseiamse no vocabulário corporal desses tipos, agregando aos movimentos um caráter cênico que intensifica a proposta das coreografias.

Com quinze anos de atividades a Companhia de Dança do Sesc Petrolina vem se destacando, tornando-se uma referência na região, sendo responsável pela formação de novos bailarinos no Vale do São Francisco. No currículo apresenta vários espetáculos com os mais diversos temas, desde os regionais como: Fabrica Mix, Fuá na Casa de Zé Mané e Bailantes Brincantes Dançantes, até os que falam dos conflitos humanos como: Labirintos, Chamas, Fênix, Riscos e Ao amor e à Dor.

Direção, Coreografia e Cenografia Jailson Lima Assistente de Direção e Criação de Iluminação Thom Galiano Assistentes de Coreografia André Vitor Brandão, Gracy Marcus e Dijma Darc Figurinos e Maquiagem Criação Coletiva Bailarinos André Vitor Brandão, Alan Gêrald, Alexandre Santos, Cleybson Lima, Cristiano Santana, Rogério Alban, Clara Isis, Dijma Darc, Gracy Marcus, Mariana Mascimento, Mary Ane Nascimento, Regiane Nascimento, Júlia Godin, Cristina Araújo e Willyana Joylla Criação e Execução de Iluminação Carlos Tiago Execução de Sonoplastia Carol Andrade Apoio Técnico/Contra Regra Lucylene Lima Produção Sesc Petrolina

SERVIÇO Dia // 28 de maio | 17h Local // Teatro Marco Camarotti


28 maio

Malentendido

//Galharufa Produções (RJ)

Gênero // Drama | Classificação // 16 anos | Duração // 70 min.

O ESPETÁCULO Tragédia moderna escrita em 1943 durante a segunda guerra mundial, “O Mal-entendido” é uma das peças mais célebres de Albert Camus - ganhador do Prêmio Nobel de literatura. A encenação da peça “O Mal-entendido” tem ressonância no Brasil de hoje porque discute uma temática de vital importância para a sociedade atual, que aborda a necessidade do fortalecimento da nossa identidade, da comunicação e da não violência. A dramaturgia está apoiada na complexidade, ambigüidade e riqueza da condição humana. Os personagens refletem uma sociedade niilista, onde

se sentem alienados, sem perspectiva, numa situação limite transitando por um cenário minado por zonas escuras onde o essencial não é dito. O Malentendido, no primeiro contato, incomoda e encanta com a objetividade árida de seus diálogos, seu tom trágico, o tanto dito e não ouvido. Reencontro Meursaut em Ian que procura deixar de ser estrangeiro em sua vida e o "Sísifo" em Martha que procura no crime um meio de escapar à uma existência absurda. A peça foi escrita nas montanhas da França ocupada pelo terceiro Reich. “A vida é um Malentendido". É trágica.

FICHA TÉCNICA Texto Albert Camus Direção Marco André Nunes Co-direção Pedro Kosovsky Elenco Alexandre Dantas, Carolina Virguez, Ludmila Wischansky, Maria Esmeralda Forte e Gustavo Damasceno Cenário e Figurinos Marcelo Marques Luz Renato Machado Direção Musical Diogo Ahmed Produção Galharufa Produções Culturais

SERVIÇO Dia // 28 de maio | 21h Local // Teatro Barreto Júnior


29 maio

O Fio Mágico //Mão Molenga (PE) O ESPETÁCULO O Fio Mágico apresenta a história de Gèrard, um menino impaciente que recebe o dom de adiantar o tempo puxando o fio de sua própria vida. Apesar da situação fantástica, que aparentemente resolveria seus problemas, o personagem se depara com dúvidas e desafios como o conflito entre o bem e o mal, o envelhecimento e a inevitabilidade da morte. O simbolismo implícito nas situações e personagens mostra que é possível vencer obstáculos e ser bem-sucedida, mesmo sem se ter um dom especial. Que a mágica da vida

Gênero // Teatro de Bonecos | Classificação // Livre | Duração // 50 min.

reside em se vivê-la plenamente. Assim, o personagem consegue construir um novo olhar sobre o que é a vida, a importância de aproveitar o tempo e enfrentar os desafios.

O GRUPO

O domínio da linguagem das formas animadas pela companhia Mão Molenga é fruto de um trabalho de 24 anos de grupo. Possui 14 montagens teatrais com texto original. Destaca-se o espetáculo Babau, cuja qualidade e a originalidade foram reconhecidas pela crítica local e curadorias nacionais.

FICHA TÉCNICA Direção Marcondes Lima Dramaturgia Carla Denise Direção de Arte Marcondes Lima Direção da trilha Sonora Henrique Macêdo Elenco Fábio Caio, Fátima Caio e Marcondes Lima Iluminação Sávio Uchôa Produção Mão Molenga Produções Artísticas e Culturais

SERVIÇO Dia // 29 de maio | 16h30min. Local // Teatro Capiba O espetáculo disponibiliza o recurso de áudio-descrição.


29 30 maio

Transduções

Caleidoscópicas e Imaginações //Cia Buffa de Teatro (Itália/Brasil) O ESPETÁCULO O espetáculo começa com a máscara de ZanPiedini que entra a procura de seu patrão. Não encontrando, Zanni sai pelas coxias. A atriz retorna ao palco sem a máscara e começa a explicar o que é a commedia dell’arte e como as manifestações espetaculares populares brasileiras se conectam com as máscaras dell’arte. Para melhor explicar como acontece tal conexão, é apresentado uma cena sem máscara, com partitura criada a partir de códigos de práticas espetaculares populares brasileira (coco, ciranda, xaxado, maracatu, caboclinho, maculelê, capoeira, frevo, cavalo-marinho, samba e dança dos Orixás). O espetáculo segue intercalando explicações das

Gênero // Aula Espetáculo | Classificação // Livre | Duração // 90 min.

máscaras dell’arte e das conexões destas com as práticas espetaculares populares brasileiras e cenas com as máscaras dell’arte do Arlecchino, Capitano, Pantalone e Cortigiana.

O GRUPO

Companhia Buffa de Teatro foi criada em 1998, no Rio Grande do Sul, desde 2002 tem sede em Salvador/BA. Tem intercâmbio com a Bottega Buffa CircoVacanti (Trento/IT) e colabora com a Cia del Fracaso (Luxembourg/ LUX). No seu histórico produziu sete espetáculos, se apresentou em vários estados e festivais de teatro nacionais e internacionais, arrecadando 14 prêmios e 23 indicações. Trabalhando sempre na

linha de pesquisa em direção, preparação de atores, teatro físico, bufão, commedia dell’arte e clown, a Cia Buffa de Teatro produz cursos e colóquios para fomentar e discutir as práticas teatrais.

FICHA TÉCNICA Direção/Dramaturgia/Direção de Arte/ Direção da trilha Sonora/Atriz Joice Aglae Execução da trilha sonora/Iluminação Erico José Produção Cia Buffa de Teatro

SERVIÇO Dia // 29 e 30 de maio | 19h Local // Teatro Marco Camarotti


30 maio

Dolores

//Mimulus Cia de Dança (MG)

Gênero // Dança | Classificação // Livre | Duração // 65 min.

O ESPETÁCULO

O GRUPO

FICHA TÉCNICA

Inspirado no universo do cineasta espanhol Pedro Almodóvar, Dolores é um espetáculo de dança que envolve drama, sensualidade, ironia e sarcasmo ao som das trilhas sonoras dos filmes de Almodóvar. Tradicionalmente apresentando espetáculos construídos a partir de elementos da dança de salão, a Cia Mimulus (MG) ousou em Dolores, fazendo usos de gestos e expressões corporais não permitidas em danças sociais no embalo das significativas letras e melodias das músicas.

Em 1990, fundou-se a Mimulus Escola de Dança com a proposta de reaculturação da dança de salão em Minas Gerais, através de pesquisas realizadas em outros Estados e Países. Em 1992 formouse um Grupo Experimental de Dança composto por alunos com o objetivo de divulgar aquele novo conhecimento e com a expectativa de utilizá-lo de forma artística. A partir do exercício e da seriedade com que os seus participantes levaram à frente sua tarefa, surgiu um grupo de alto nível.

Direção Artística Jomar Mesquita Elenco Jomar Mesquita, Juliana Macedo, Bruno Ferreira, Mariana Fernandes, Rodrigo de Castro, Andréa Pinheiro , Murilo Borges e Nayane Diniz Iluminação Rodrigo Marçal Montagem de Cenário Paula Pazos Som Operação Paula Pazos Produção Executiva Karla Danitza

SERVIÇO Dia // 30 de maio | 20h Local // Teatro Barreto Júnior


//Prof. Dr. Ricardo Bigi de Aquino (PE) 11/maio | 19h | Teatro Marco Camarotti Público-alvo: estudantes de teatro, dramaturgos, artistas em geral

Celebração da vida e obra do dramaturgo francês Jean Anouilh (19101987) por ocasião do aniversário dos 100 anos de seu nascimento. Jean Anouilh foi um dos dramaturgos mais encenados do século XX. Sua vasta produção literária, iniciada na década de 30, alcançou excepcional popularidade nas décadas de 40 e 50, tornando-o um dos mais prestigiados homens de teatro da França, com peças que causaram profundo impacto junto ao público e à crítica, como O viajante sem bagagem, A Selvagem, O baile dos ladrões, Leocádia, Eurídice, Antígona, Convite ao baile, O ensaio, A valsa dos toreadores, O canto da cotovia, Becket e A orquestra. A presença de Anouilh nos palcos franceses e internacionais diminuiu sensivelmente após as décadas de 70 e 80, com o

surgimento de autores e encenadores sintonizados com as propostas estéticas do teatro contemporâneo. Entretanto, nos últimos vinte anos, nota-se um ressurgimento de interesse na dramaturgia de Jean Anouilh por parte de grupos amadores e profissionais em todo o mundo. Por ocasião do centenário do seu nascimento, revisitamos a obra de Jean Anouilh e acompanhamos os fatos principais da trajetória artística deste importante autor.

//Pedro Brandi - Circo do Silêncio (SP) 12/maio | 14h às 18h | Teatro Capiba Público-alvo: estudantes de iluminação e interessados em enriquecer seu repertório | 20 vagas

Partindo da iluminação realizada na peça ''A Obscena Senhora D", as escolhas que nortearam o trabalho do iluminador serão analisadas

objetivamente, buscando criar um diálogo entre o iluminador e os participantes da oficina. Diálogo que busca, através da análise do espetáculo e de diversos filmes, pinturas e fotografias, enriquecer o repertório e o vocabulário analítico dos participantes sobre as linguagens da luz, e seu produto final, a imagem. Conceitos e técnicas como, iluminação naturalista, realista, expressionista, a iluminação por três pontos; luz de ataque, luz de preenchimento, contraluz, a iluminação nos olhos, contraste de luz no rosto humano, formas de se descobrir de onde vem a fonte de luz, as simbologias de uma luz; a pino, contraluz, luz monstro, a simbologia das cores na luz, etc... Será dada ênfase na operação de luz como linguagem, transição de luz suave ou dura, transição durante a ação ou inação em cena, luz


consciente e inconsciente, como realizar uma operação de luz através do reconhecimento da linguagem da peça, do encenador, do iluminador, a relação entre o operador de luz e sua mesa de luz.

// 13/maio 13h às 18h // 14/maio 13h às 18h // 15/maio 9h às 14h // Sesc Santo Amaro Público-alvo: estudantes de teatro com mais de 16 anos | 25 vagas

A oficina de Vivência com a Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz, consiste em um encontro coordenado pelos profissionais do grupo, a oficina investigará o movimento e a voz para a ampliação do corpo do ator e a ocupação do espaço teatral e urbano. Promover condições

favoráveis ao desenvolvimento da criatividade espontânea e expressiva, crítica e ressignificante do corpo, a partir da organização de uma vivência teatral de grupo.Investir nos elementos e recursos plásticos e musicais que auxiliam a criação poética da cena, utilizando os princípios básicos do teatro popular a partir de jogos dramáticos, expressão corporal e improvisação. Investigar o movimento, o gesto, a atividade mimética do ato físico no jogo dramático, proporcionando experimentação de linguagens para o desenvolvimento de personagens, situações, fábulas. Intensificar a dinâmica teatral do corpo, através de exercícios de desinibição, sensibilização, musicalidade, expressividade e coordenação rítmica, aliados a jogos de inter-relacionamento dramático. Ativar padrões nãocotidianos de comunicação a partir de signos teatrais específicos, com ênfase na pesquisa de sons e movimentos expressivos, próprios para a estilização de ações, gestos, cantos e danças.

// Cia Mevitevendo (SP) // 14/maio | 8h às 14h // Teatro Capiba Público-alvo: estudantes de teatro, artistas, interessados em geral | 20 vagas

A oficina pretende trabalhar o Teatro de Animação através da manipulação de bonecos e objetos. Por meio de exercícios de experimentação os alunos descobrirão no inanimado as infinitas possibilidades de expressão e criação poética. Com práticas e reflexões sobre a ANIMAÇÃO, a oficina quer despertar, instigar e inspirar os participantes. As idéias e práticas propostas pela Companhia são resultado de doze anos de dedicação exclusiva ao estudo e encenação do Teatro de Formas Animadas (bonecos, máscaras e objetos).


// Suzan Damasceno - Circo do Silêncio (SP) // 15/maio | 09h às 13h / 14h às 18h // Teatro Capiba Público-alvo: atores, estudantes de Teatro e amantes da arte | 25 vagas

A oficina será baseada num intenso trabalho prático que terá como ponto de partida o conto " O grande pequeno Jozú" (0 texto deverá ser distribuído no ato da inscrição), do livro''Rútilo Nada'' de Hilda Hilst . Serão abordados aspectos como: A condição física e intelectual do artista como base da criação, independente dos recursos externos disponíveis; a respiração como instrumento fundamental do ator na construção da partitura emocional e física da personagem. Sua ressonância na imaginação e no corpo.

// Lúcia Romano e Edgar Castro - Cia Livre de Teatro (SP) // 15/maio | 9h às 13h / 14h às 18h // Sesc Santa Rita // Público-alvo: atores, diretores, dramaturgos e outros interessados no processo de criação teatral | 30 vagas

A evolução pela qual passou a cena moderna, primeiro com o predomínio do texto sobre o espetáculo e, depois, com a revolução da encenação, limitou a assinatura da obra ao dramaturgo e ao diretor. A inserção do teatro dentro do “mercado cultural” (e a transformação do ator em mercadoria), por sua parte, conduziram o intérprete em direção a preocupações que o distanciam da busca de sua autonomia criativa. No contexto da produção atual, os processos de colaboração exigem do ator a retomada de sua posição como ator do espetáculo. Na Cia

Livre, essa proposta relaciona-se ao rompimento com um teatro de caráter meramente ilusionista, onde o espectador não encontra nem magia, nem transformação, bem como ao resgate de outras formas de comunicação com o espectador. Entre elas, a Cia Livre investiga a atuação do ator/narrador, que passa pela restauração do vínculo entre o ator e seu discurso e pelo “desenferrujar” dos mecanismos que possibilitam a ele dinamizar sua relação com o espectador. A oficina ressalta o processo de criação teatral desenvolvido na pesquisa em torno do mito Kaná Kawã, do povo Marubo, que resultou no espetáculo Raptada pelo Raio, da Cia Livre de Teatro. A oficina divide-se em dois períodos, “o ator narrador” e “dramaturgia em processo”.

// Ponte Cultural (SC) // 17, 18 e 19/maio | 9h às 13h // Sesc Piedade Público-alvo: atores, diretores e balarinos | Idade mínima: 18 anos | 15 vagas

Existem muitas metodologias possíveis para o desenvolvimento das qualidades do ator e da construção da cena. Para cada escolha estilística corresponde um


procedimento artístico específico, e vice-versa. Nesta oficina, a dança contemporânea é o mote para trabalhar a “presença cênica” do ator, pautada em exercícios que visam oferecer um maior conhecimento do próprio corpo e do corpo do outro. Também é a base para a construção criativa de cenas, que tem no ator (na sua presença psicofísica) o principal eixo do fazer teatral. Nesse contexto, o corpo é gerador de significados próprios, que se situam numa zona limítrofe, entre o gesto figurativo e o movimento abstrato.

// Joice Aglae (BA) // 29 e 30/maio | 19h // Teatro Marco Camarotti

A Aula-Espetáculo “Transduções Caleidoscópicas e Imaginações” mostra um pouco da riquíssima cultura popular brasileira, através de algumas manifestações espetaculares populares brasileiras (coco, ciranda, maracatu, xaxado, caboclinho, cavalo-marinho, frevo, capoeira, samba, dança dos Orixás e maculelê) e a possibilidade destas se transformarem em material propício para o trabalho do ator e de um possível acesso à práticas espetaculares populares de outra cultura. Potencializando nossa cultura popular como material de cena e de diálogo com outras culturas.

O uso da própria cultura para o conhecimento e apropriação da cultura de outrem revela um caminho antropofágico realizado por Joice Aglae. O caminho começa pela máscara do clown, que a faz descobrir o Bufão, se encontra com o carnaval e se conecta de modo rizomático com as práticas espetaculares populares brasileiras e as máscaras da commedia dell’arte. Nesta aula-espetáculo é enfocada a rede conectiva que se forma entre as práticas espetaculares populares brasileiras e as máscaras da commedia dell’arte - Zanni, Arlecchino, Capitano, Pantalone e Cortigiana. Mostrando as duas técnicas que se formaram para possibilitar este movimento de apropriação das máscaras dell’arte: Técnica de “translocação caleidoscópica” e Técnica de “transdução caleidoscópica”.


Utilize estes espaços para registrar todas as suas emoções após assitir aos espetáculos do Festival Palco Giratório Recife 2010


Expediente

Apoio

Revista Brasileira de Tradução Visual


Palco Giratório 2010  

Catálogo para o Festival Palco Giratório 2010. Festiva Realizado Pelo Sesc Pernmabuco.

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you