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Índice

                

Apresentação da Serra da Estrela……………………………………………….……………pág. 3 Localização……………………………………………………………………………………………….pág.4 Clima………………………………………………………………………………………………………..pág.5 Fornos de Algodres…………………………………………………………………………………..pág.6 Gouveia………………………………………………………………………………………...………….pág.7 Seia……………………………………………………………………………………………….….………pág.8 Almeida………………………………………………………………………………………….…….…..pág.9 Celorico da Beira……………………………………………………………………………..……...pág.10 Figueira de Castelo Rodrigo………………………………………………………….…..……..pág.11 Guarda…………………………………………………………………..…………………………...…..pág.12 Manteigas………………………………………………………………..…………………………..…pág. 13 Mêda………………………………………………………………………..……………………………..pág.14 Pinhel……………………………………………………………………..……………………………….pág.15 Sabugal………………………………………………………………….……………………………....pág.16 Trancoso……………………………………………………………….………………………………..pág.17 Programa……………………………………………………………….……………………………….pág.18 Desfecho……………………………………………………………….…………………………….….pág.25

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Serra da Estrela A Serra da Estrela é o ponto mais alto do território Português. No seu aspecto salienta-se o relevo acidentado e vigoroso da montanha. Com efeito, basta um breve passeio para facilmente se subir dos 300 metros aos 1900. Nesta Serra são inúmeros os vestígios da última acção glaciar, como os vales em “U”e as lagoas de origem glaciária que aqui têm a sua expressão mais notável a nível nacional. Esta magnífica serra foi classificada como Parque Natural. Com 101 mil hectares, é a maior área protegida portuguesa. Esta zona é um importante ponto de atracção turística devido á sua cobertura de neve nos meses frios e apresentar paisagens sublimes, que se enfeitam de verde, água e vida durante o resto do ano… Ao longo do tempo, a Serra foi dobrada e erguida, e consequentemente desgastada e partida pelas diferentes formas de erosão. Sendo muitas delas de origem glaciar e periglaciária. A montanha é constituída por granitos na parte central e por xistos na periferia. Devido á erosão, os solos são frequentemente delgados ou estão até ausentes, principalmente nas encostas. Os principais tipos de solos são os litossolos, os rankeres, os cambissolos, e os fluvissolos. Devido á erosão muitas das partes mais altas foram aplanadas, dando origem a diversos planaltos. Sendo os granitos mais resistentes que os xistos, as áreas graníticas apresentam uma melhor conservação das superfícies planas e das escarpas e por uma rica variedade de formas de erosão.

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Localização A Serra da Estrela situa-se no centro - este de Portugal. Desta fazem parte algumas regiões como Fornos de Algodres,

Gouveia,

Seia,

Almeida,

Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo,

Guarda,

Manteigas,

Meda,

Pinhel, Sabugal, Trancoso. A Serra da Estrela eleva-se até aos 1993 metros sobre as planícies do Mondego e do Zêzere. Na parte nordeste do maciço, convergem três grandes bacias hidrográficas do território português: a do Douro, o maior rio da Península Ibérica; a do Tejo, o rio mais longo da Península Ibérica; e a do Mondego, o maior dos rios que nascem em Portugal.

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Clima O clima na zona da Serra da Estrela varia em função da região onde nos encontramos. À medida que nos aproximamos do cume da montanha a temperatura cai, assim, o lugar mais frio que se encontra é em Cortes de Meio, a mais de 1500 metros de altitude. O clima resume-se à abundância de ventos, nevoeiros, humidades, frios intensos e grandes oscilações térmicas A Serra da Estrela apresenta-se como ponto de confluência de climas com características marcadamente diferentes. Assim, enquanto a Sul se faz sentir ainda uma forte influência mediterrânea, a Leste a Norte é a rudeza do clima continental que impera. Por outro lado, a influência atlântica, aliada à altitude, é suficiente para que a precipitação esteja entre as mais elevadas na Península Ibérica. De um modo geral os Verões são muito secos e quentes, enquanto que no Inverno a queda de neve impera.

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Fornos de Algodres… Fornos de Algodres situa-se numa encosta virada ao vasto horizonte por onde passa o idílico vale do Mondego e que avança até às alturas da Serra da Estrela. Para norte eleva-se o planalto de Algodres, recortado a leste pela Ribeira de Muxagata e a oeste pela ribeira de Carapito. Pelo planalto há dólmens rodeados por terras de centeio, de batata e belos prados percorridos por rebanhos de ovelhas. Nos cumes dormem os Deuses Lusitanos e imponentes penedos de granito, arredondados ao vento e aos séculos. Alguns serviram de abrigo e refúgio a civilizações castrejas há mais de cinco mil anos. Este concelho distingue-se por possuir um vasto património histórico-cultural legado por sucessivas épocas e civilizações que ocuparam o seu território. Desse património destacam-se os Dólmens, os Castros e outros povoados préhistóricos, como a Fraga da Pena; as Necrópoles medievais; as calçadas, as pontes romanas, os pelourinhos, oferecendo um conjunto diversificado de testemunhos do passado a que se junta uma arquitectura rural de várias épocas onde palacetes dos séculos XVII e XVIII, se misturam com o casario típico e alguns monumentos religiosos de grande interesse histórico...

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Gouveia… A cidade de Gouveia, sede concelhia, encontra-se situada a cerca de setecentos metros de altitude. Edificada na encosta ocidental da Serra da Estrela, o panorama que dali se desfruta é um dos mais belos do país. Um pouco por todo o Concelho, encontram-se vestígios das diferentes ocupações anteriores: antas, sepulturas antropomórficas, castros. As calçadas e pontes romanas ou a toponímia assim como as lendas atestam também a presença contínua de romanos, tribos germânicas e muçulmanos. Devemos, no entanto destacar o património monumental que Gouveia detém, pela sua majestade e imponência e pelo valor significativo revelando e esclarecendo o seu protagonismo histórico dos últimos séculos. Gouveia é, sem dúvida, um excelente destino de viagem pelos seus inesquecíveis cenários naturais, e pelo património arquitectónico, artístico e gastronómico. Em qualquer altura do ano, poderá desfrutar-se um ambiente calmo e em simultâneo caloroso, ideal para retemperar as forças e afastar o stress. Isto se não quiser mudar-se, em definitivo, para Gouveia.

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Seia… É a maior cidade da sub-região da Serra da Estrela e segunda maior cidade do Distrito da Guarda, pertence à grande área metropolitana de Viseu e fica sensivelmente equidistante entre as cidades da Guarda e Viseu. É neste concelho que se situa o ponto mais elevado de Portugal Continental e o segundo ponto mais alto de todo o país, apenas atrás da Montanha do Pico, nos Açores. A comprovar a antiguidade do povoamento humano do Concelho o património arqueológico existente é vasto. A Anta da Casa dos Mouros em Paranhos e em Vide as gravuras rupestres, datadas da Idade do Ferro, são bons exemplos de vestígios pré-históricos. As pontes romanas de Sandomil e Vila Cova, entre outras, testemunham a ocupação romana. Poderão ser visitadas, ainda, Necrópoles Medievais e não faltam exemplos da arqueologia industrial do início do séc. passado, tais como as fiações de lanifícios e as primeiras Centrais Hidroeléctricas do país. Um pouco por todo o concelho é possível encontrar monumentos: igrejas, capelas, solares, pelourinhos, pontes medievais, chafarizes, fontes, balcões e janelas de diversos estilos nobres e rústicos. A Natureza ofereceu todo o seu esplendor à Serra da Estrela. O ar puro, os horizontes vastos, as lagoas, as encostas íngremes e os vales férteis são alguns dos encantos que o Concelho de Seia, em qualquer época do ano, oferece a quem o visita. Os dias longos e amenos, da Primavera e Verão, são os que melhor permitem desfrutar a Natureza. No Outono a Serra apresenta uma vistosa e colorida vegetação. E no Inverno a queda regular e abundante de neve permite observar belas paisagens e praticar os desportos de neve. Pela sua beleza, Seia, merece a visita de todos aqueles que a procuram como porta de entrada para a Serra da Estrela.

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Almeida… O

Concelho

de

Almeida

situa-se no distrito da Guarda, na região

beirã

tradicionalmente

denominada de Riba-Côa. O

seu

posicionamento

geográfico, profundamente marcado pela presença do rio como linha natural de fronteira, aliado à sua evolução histórico-territorial, transformou este concelho num espaço castelológico, carregado de simbolismo. A mera contemplação deste legado patrimonial, transportanos para algumas das páginas mais gloriosas e trágicas da nossa memória colectiva, do nosso querer ser uma nação. Mas a sua riqueza não se esgota nos centros urbanos amuralhados, destacando-se também uma arquitectura civil tradicional e religiosa espalhada pelo concelho de manifesto interesse, bem como um património natural e paisagístico de uma rara beleza agreste, onde o granito domina. Para além do património edificado e cultural, podemos encontrar também património natural, onde mais uma vez se destaca o Rio Côa, o seu principal curso de água que divide o seu território a meio e rasga de forma marcante a sua paisagem. É interessante observar que se trata de um rio que corre de sul para norte, nasce na Serra das Mesas junto à povoação dos Foios no Concelho do Sabugal e desagua no Rio Douro. Destacam-se ainda no concelho outros dois cursos de água, a Ribeira das Cabras que traça a fronteira Oeste do Concelho com Pinhel e a Ribeira dos Tourões (afluente do Rio Águeda) que delimita o Concelho a Leste. Todos estes cursos de água seguem uma direcção mais ou menos paralela entre si. Convém também salientar uma fonte de água minero-medicinal, situada a Noroeste da Vila de Almeida, denominada de Fonte Santa e que foi recentemente reactivada para a prática do Termalismo. Terminaremos assim desejando a todos os que nos visitem: “Alma até Almeida e de Almeida em diante, alma sempre”.

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Celorico da Beira… O concelho de Celorico de Beira, situado na transição do maciço montanhoso da Serra da Estrela para o planalto beirão, está ladeado pelos concelhos de Fornos de Algodres – a poente, Gouveia a sul, Guarda a nascente e Trancoso a norte. As gentes deste concelho limitadas pelas agruras da mãe-natureza, encontraram na silvo pastorícia a sua sobrevivência e na produção do Queijo Serra da Estrelaproduto artesanal por excelência -, a sua riqueza e o seu cartão de visita. Este afamado queijo, produzido -a partir do leite cru de ovelha da raça bordaleira, misturado com a flor do cardo-, por processos ancestrais, transmitidos de geração em geração, aliados às condições favoráveis do clima, ganhou fama, aqui e além fronteiras, granjeando para Celorico o título de “Capital do Queijo da Serra da Estrela”. Em sua homenagem, ergueu-se em Celorico, na zona histórica, perto do castelo, em frente à igreja de Santa Maria, o Solar do Queijo Serra da Estrela, autêntica montra do Queijo Serra da Estrela produzido no concelho. Visitar o concelho é pois, partir à descoberta de um rico património históricocultural e das belezas paisagísticas da serra - verdadeiro museu natural -onde a paisagem de montanha é “pintada” com ribeiros e levadas de águas cristalinas e vales verdejantes que deslumbra qualquer turista. E, para os mais aventureiros o concelho oferece óptimas condições para a prática do montanhismo, desportos de todo o terreno, a caça, a pesca e o parapente, modalidade que encontra em Linhares da Beira –“ Capital do Parapente” – as melhores condições para a sua prática. Visite-nos e verá que vale a pena descobrir os encantos desta linda região serrana. Esperamos por si.

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Figueira de Castelo Rodrigo… Situado em pleno coração da Região do Riba-Côano (interior raiano), o concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, apresenta grande riqueza de património edificado e paisagístico, mas é o calor das gentes que constitui a sua principal riqueza… A Aldeia Histórica de Castelo Rodrigo e o seu recinto muralhado, constituem-se como um dos mais fortes apelativos para tal, pois, por entre as memórias de um espaço que agora nos surge sob a forma de ruínas, subsiste valiosa história que se relaciona directamente com os grandes momentos da história de Portugal. Mas não é apenas o nosso património que serve de cartão de visita a este Concelho, já que a natureza foi pródiga na paisagem. Quem visitar a nossa região não pode deixar de ficar agradavelmente impressionado, principalmente na Primavera, ao contemplar o belo panorama que nele se desfruta. Nos meses de Fevereiro e Março, as amendoeiras em flor oferecem aos nossos olhos uma beleza de estonteante cromatismo. Pelas freguesias, os campos de cereais e as árvores de fruto, conferem à nossa paisagem rural, uma beleza dificilmente igualável, pois os produtos agrícolas têm aqui um sabor diferente e natural. Assim, a vinha, os olivais e amendoais, produzidos nestas terras, são preciosidades que devem merecer a atenção de todos os amigos visitantes. Em definitivo, vale bem a pena uma visita a estas paisagens, onde não faltam os belos atractivos com que a Mãe Natureza a dotou, pois são inúmeras as paisagens paradisíacas e invulgares de beleza. Os produtos regionais de excepcional qualidade e a riqueza da cozinha tradicional são mais um factor a cativar os visitantes, que não mais esquecem os aromas deste calmo, mas vivo Concelho, bem como a hospitalidade das suas gentes. Figueira de Castelo Rodrigo apresenta uma paisagem e acolhimento único e os vales do Douro e do Águeda, assumem-se, no contexto ibérico, como verdadeiros santuários naturais.

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Guarda… Guarda, a cidade mais alta de Portugal, ergue-se a 1056 m de altitude na vertente noroeste da cadeia da Serra da Estrela. Actualmente a cidade da Guarda preocupa-se em ser agradável para os seus habitantes proporcionando-lhe boas condições de trabalho e de vivência urbana. Pretende atrair pessoas e investimentos para isso a estruturação e a qualificação urbanística e ambiental, bem como a dinamização sócio-cultural da Cidade, são os objectivos prioritários da Guarda para os próximos anos. Há também, por parte do Município, uma preocupação constante em melhorar a qualidade dos espaços públicos, tirando vantagem das excelentes condições ambientais, dos valiosos recursos patrimoniais, com particular atenção para o centro histórico. As Gentes da Guarda e alguns dos seus Monumentos com a Sé Catedral, a Capela do Mileu, a Igreja da Misericórdia, a Torre de Menagem continuam a ser bons motivos para uma passagem pela Cidade mais alta de Portugal. Venha visitar a Guarda, a Cidade dos 5 F' s: Farta, Forte, Fria, Fiel e Formosa, mas também hospitaleira. Aqui à boa maneira beirã, encontrará sempre porta aberta, mesa posta e cama feita.

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Manteigas… O

Município

de

Manteigas, "encravado" no Coração da Serra da Estrela, totalmente Parque

integrado Natural,

lugares

no

possui

paisagísticos

emblemáticos, considerados verdadeiros

"ex-libris"

da

Região. A magnitude do Vale Glaciar, serpenteado pelo curso do Rio Zêzere, com um ambiente pastoril característico, que em 2005 prevê-se que seja objecto de Candidatura a Património Mundial da Humanidade; Os imponentes Cântaros (Magro, Gordo e Raso), constituídos por um rochoso granítico na zona do Covão D'Ametade, onde no sopé brota a nascente cristalina do Rio Zêzere; O Poço do Inferno, cascata de água límpida e gélida de uma beleza rara e extraordinária; As Penhas Douradas, a cerca de 1.500 metros de altitude, zona por excelência para o contacto directo com a vegetação agreste e rude predominante naquele maciço da Serra; Outros locais merecem especial destaque como por exemplo o Miradouro do Fragão do Corvo, Vale da Castanheira, Covão da Ponte, Vale de Sameiro, entre outros lugares naturais que aqui, por razões óbvias, não é possível enumerar e descrever. Para além das Paisagens Naturais, Manteigas possui também o Património edificado que merece uma especial e atenta visita, como o caso da Igreja Matriz de Santa Maria, Igreja de São Pedro, Capela da Senhora dos Verdes, Igreja da Misericórdia, Igreja de Sameiro, Capela de Santa Eufêmia, Igreja de Vale de Amoreira, para além de outras capelas dispersas pelo Concelho, autênticos testemunhos vivos da fé e história dos nossos antepassados. No que concerne a Património, uma referência para a Casa das Obras, Solar construído no Século XVIII. Se na época do Inverno Manteigas é procurada pela neve, no Verão a beleza natural domina as atenções dos visitantes.

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Mêda… Cidade situada no Nordeste do Distrito da Guarda, delimitada a Norte pelo concelho de Vila Nova de Foz Côa, a este pelo concelho de Pinhel e Vila Nova de Foz Côa, a Oeste pelo concelho de Penedono e a Sul pelo concelho de Trancoso. A Cidade de Meda dista da sede de distrito 70 Km e de Viseu 100 Km, aproximadamente. O concelho tem uma área de 292.20 Km2, conta nos seus limites com 16 freguesias e uma população de 7.440 habitantes (censos de 1991). A região medobriense é marcada, nos nossos dias, por baixa densidade populacional. Região essencialmente dependente da agricultura, que continua a fazer-se em moldes tradicionais, condicionados pela natureza do solo e pelo minifúndio disperso. A riqueza do património histórico do concelho, com os centros históricos de Meda, Longroiva, Ranhados e Casteição e a Aldeia Histórica de Marialva, originam, neste momento, que o turismo seja uma actividade económica importante, tanto mais que o concelho da Meda foi, recentemente, incluído no PROCÔA.

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Pinhel… Integra a zona de planalto que se estende para norte da Guarda. O território do concelho de Pinhel, com uma altitude média de 300m, é atravessado por inúmeros cursos de água que correm para norte em direcção ao rio Douro. Destacam-se dois cursos de água que limitam o concelho a Oeste e a Este, respectivamente: a ribeira do Massueime e o rio Côa que cortam abruptamente o planalto, formando vales encaixados. O equilíbrio da paisagem humanizada e a coloração da paisagem que evidencia no período de Primavera e Outono dão-lhe uma expressão forte e bela. Torna-se uma paisagem cativante quando observada dos muitos montículos que caracterizam o território pertencente a este concelho. Mas o concelho de Pinhel apresenta também um conjunto muito significativo de testemunhos arqueológicos e históricos. Às muitas estações arqueológicas atribuídas a períodos anteriores à romanização, há que juntar as referências a locais romanizados. Recentemente foi descoberta uma estação romana que possui pavimentos decorados com mosaicos. Durante a época medieval e moderna foram edificados alguns testemunhos que dão a Pinhel o epíteto de cidade falcão Guarda-mor de Portugal. O castelo, os muitos solares, igrejas e capelas, as pontes são atracções turísticas que deliciam todos quanto nos visitam. São estas particularidades que poderão ser observadas quando percorremos as estradas municipais, longe da confusão das estradas principais e dos grandes centros urbanos que deleitam os pinhelenses e aqueles que nos visitam, que dão ao concelho de Pinhel a imagem de um concelho com vida…

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Sabugal… O concelho de Sabugal, região Centro e sub-região da Beira Interior Norte, Fica em Terras de Riba-Côa, assim como Pinhel, Almeida, Mêda e Figueira de Castelo Rodrigo Desfrute de um território onde o ar é puro e a natureza imensa. Conheça a antiga linha de fronteira com Castelos medievais e povoações com tradições únicas. Encontre infra-estruturas modernas, preparadas para o acolher confortavelmente. Conviva com um Povo simples e hospitaleiro num ambiente rural autêntico, sempre à sua espera para que de facto... Pela diversidade da paisagem o Sabugal constitui um convite ao desporto ou à simples ocupação do tempo livre. Aqui poderá percorrer os caminhos rurais, conduzindo um todo-o-terreno ou uma moto, pedalando uma bicicleta, montando a cavalo ou simplesmente caminhando calmamente pelas serranias. A caça à perdiz, ao coelho e à lebre, as montarias ao javali, a pesca, em especial à truta no Côa, o sol e os mergulhos nas águas límpidas das praias fluviais, contemplam uma oferta de actividades ao ar livre difícil de igualar.

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Trancoso… Trancoso foi uma das mais importantes

vilas

medievais

portuguesas, já que, devido à sua posição estratégica, constitui um dos pontos mais avançados da reconquista cristã para sul. A posição dominante do castelo actual, com os seus quase novecentos metros de altitude, faz-nos crer que, desde sempre essa situação foi considerada pelos povoadores de todas as épocas. Naturalmente que Trancoso seria um pequeno povoado e não devia ultrapassar o espaço intra-muros e que se circunscreveria certamente no ocupado hoje pelo castelo e pouco mais. Após a invasão dos godos, naturalmente que a povoação terá evoluído, mas nenhum documento nos permite concluir, quer a dimensão dessa evolução, quer o seu processamento. A vila, que possuiria dimensões muito restritas e confinadas à área envolvente do castelo (desaparecidas Portas de S. João à Porta do Carvalho ou de João Tição), vai ver-se acrescentada de uma boa “fatia” de território e ter o seu limite fixado, no sentido poente - sul - norte até onde são hoje as Portas d’El-Rei e do Prado. Esta ampliação, assaz importante e necessária, permite-lhe ainda conseguir duas contribuições fundamentais para o seu futuro dimensionamento: o da formação do vasto bairro judaico e o traçado da famosa via - rua Direita, depois de Corredoura e presentemente de Dr. Fernandes Vaz, que há-de demarcar e até dividir todo o característico traçado do burgo medieval no final de Quatrocentos e mesmo nos séculos seguintes. Trancoso foi uma das terras que tomou o partido de Mestre de Avis na crise de 1383/85, acabando por ter que defrontar os castelhanos, que foram derrotados, na Batalha de S. Marcos a 29 de Maio de 1385. Durante as Invasões Francesas, o General inglês Beresford estabelece aqui o seu Quartel-General, numa casa que ainda se conserva. Trancoso teve também um papel fundamental no séc. XIX, aquando da Revolução Liberal…

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Após uma breve abordagem a toda a região da Serra da Estrela, diga lá se estão não serão:

As últimas férias e o melhor Reveillon de sempre! Nesta época, nada melhor do que fazer umas férias! Afinal, nada melhor do que este clima de inverno para divertir e descansar. Para a garotada, as férias devem ser garantidas, e para as pessoas que trabalham este período deve ser escolhido para relaxar… Distrair e para depois poder usufruir de uma fantástica época festiva! Se há lugar mágico em Portugal para passar o ano, é sem dúvida a Serra da Estrela. Toda esta envolvência com a natureza deve ser partilhada…A neve, o frio, a família, os amigos e a paisagem fabulosa, são mais do que razões para considerar este local para o Reveillon. Quem experimenta não quer outra coisa: regressa regularmente à montanha para mais umas divertidas férias na neve. Quem ainda não se estreou... nem tem ideia do que está a perder! Temos para si o melhor programa para as melhores férias de sempre! Este programa, destina-se a toda a família pois nele encontra actividades que agradam a pequenos e graúdos…

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Descrição do programa:

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A Serra da Estrela - montanha mais alta de Portugal Continental - apresenta uma grande diversidade climática que lhe confere um património biológico, paisagístico e etnográfico único no país. Aqui aconteceram fenómenos de glaciação de que resultaram autênticos monumentos geológicos, criando o habitat adequado a espécies vulneráveis e ameaçadas, algumas das quais endémicas. A história também marcou a região tornando-a uma terra de lendas e castelos, de aldeias históricas e de judiarias medievais. É neste palco único que lhe lançamos o desafio de viver experiências inusitadas: * Passeios diversos: descubra a Serra da Estrela a pé, de bicicleta, de moto 4, de hummer ou pelo ar num voo de parapente. * Eventos culturais: conheça os diversificados museus da Serra da Estrela, visite aldeias históricas ou descubra os Centros de Interpretação da região. * Aventuras de montanha: pratique desportos radicais. * Sensações ''relax''. Enfim... Escolha a emoção que condiz melhor consigo e recupere energias nas confortáveis unidades hoteleiras desta zona. Para dois ou para toda a família, aproveite este refúgio de inverno europeu. Desfrute de uma grande variedade de atmosferas exclusivas que passam por galerias de arte, castelos, aldeias históricas, … Desfrute ainda da fantástica gastronomia: queijo da Serra, pão de centeio, morcela, chouriço, farinheira, cabrito assado, alambicada de borrego, feijocas à pastor, sopa de moiros, sopa de bacalhau, caldo de castanha, arroz de carqueja, bôlas de carne, míscaros, requeijão com doce de abóbora, bola doce, arroz doce, doce de castanha, leitecreme e, não esquecer beber um belo cálice da típica Ginjinha. Para mais tarde recordar, pode ainda adquirir pequenas lembranças como por exemplo: trabalhos em madeira, pele, tecelagem tradicional, casacos de pastor, chinelos de trapos, mantos de trapos, botas cardadas, tanoaria e olaria… Desejamos-lhe umas Boas Férias na nossa companhia!

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Anexo - Este programa destina-se a toda a família jovem; - Não se esqueça de roupa quente (não se esqueça que está na época mais fria do ano!); - Estas férias ficam pela simples quantia de 500€ em regime de meia-pensão (inclui jantar de passagem de ano).

Para mais informações contacte: Nuno Portugal Santos e Vânia Morais Nr . 14 e nr 20 do 12ºH, respectivamente

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serra da estrela  

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