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edição 51 | ano 9 | Junho 2013

AJORPEME - Rua Urussanga nº 292 - Bucarein - CEP 89202-400 - Joinville -SC - Juntos somos mais fortes!

Empreendedorismo, gestão e negócios para as micro e pequenas empresas

E MAIS:

Abertura de empresa é tema de estudo da Ajorpeme- P.22


Índice

Por que sou Associado? Você cuida da sua voz?

.06 .08

Aniversário Ajorpeme

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Entrevista

.12

Caflex

Saúde

Claudio Loetz

30

Conheça as indicações da Biblioteca Ajorpeme

Fale com a

Ajorpeme

Junior Achievement Voluntariado, uma ponte para o empreendedorismo

.14

Comunicação 2101-4111 / comunicacao@ajorpeme.com.br

Divulgação www.ajorpeme.com.br

edição 51 | ano 9 | Maio 2013

Empreendedorismo, gestão e negócios para as micro e pequenas empresas

2101-4140 / comercial@ajorpeme.com.br

Eventos 2101-4154 / eventos@ajorpeme.com.br

Financeiro

Capa

Você pratica esporte? Sabe o bem que ele pode exercer na sua empresa?

Gestão

Indicação Geográfica Programa Atender Abertura de empresas

AJORPEME - Rua Urussanga nº 292 - Bucarein - CEP 89202-400 - Joinville -SC - Juntos somos mais fortes!

2101-4131 / financeiro@ajorpeme.com.br

Instituto Ajorpeme 2101-4141 / instituto@ajorpeme.com.br

Negócios 2101-4130 / negocios@ajorpeme.com.br

E MAIS:

Abertura de empresa é tema de estudo da Ajorpeme- P.22

.20 .22

Sustentabilidade A sua empresa economiza energia?

.25

Prestando Contas com o Associado

.28

Núcleos 2101-4154 / nucleos@ajorpeme.com.br

Pós-vendas 2101-4140 / comercial@ajorpeme.com.br

Recepção 2101-4100 / recepcao@ajorpeme.com.br

Uniajo 2101-4135 / uniajo@ajorpeme.com.br

03


04 Editorial ......................................................

O que eu ganho com isso? No início, ao buscar novos associados a pergunta era: o que eu ganho com isso? Hoje, a pergunta continua a mesma, mas a entidade tem muito conteúdo de benefícios para que o empresário da pequena venha se associar e poder afirmar que: “não tem como não ser associado”.

S

ão mais de 31 anos de associativismo e quase três décadas de Ajorpeme. No mês de maio a Entidade comemorou 29 anos e sua história é cheia de conquistas. O início, em 1980, foi muito difícil lutar pela pequena e micro empresa. Nós empresários da época sentíamos a necessidade de uma associação que buscasse benefícios para esta classe empresarial e tínhamos a necessidade de aprender como gerenciar a empresa. Precisávamos aprender como lidar com os negócios e os sábios precisavam ensinar quem estava iniciando neste segmento. Como não tínhamos muita representatividade, não conseguíamos muitas conquistas para o nosso segmento. A primeira década da Ajorpeme foi muito difícil. Sem recursos, nos reuníamos em um local cedido por um dos fundadores, o empresário Mario Manteuffel. Mas não desistimos e fomos caminhando passo por passo, plano econômico a plano econômico, e hoje somos quem somos. Atualmente a entidade já tem muitas conquistas, está forte, séria e com pessoas de reserva moral e intelectual de alto nível. Os núcleos se consolidam a cada ano que passa aperfeiçoando nossos nucleados.

Somos um marco importante no contexto empresarial. Hoje, o grande não vive sem o pequeno. O funcionário já chega preparado na grande empresa, pois iniciou na pequena e segue muito mais qualificado. O objetivo da Ajorpeme sempre foi agregar empreendedores, fortalecer seus negócios e lutar pela regulamentação do setor, mostrando-se sensível aos desafios impostos pela realidade brasileira. Tem papel fundamental para o desenvolvimento regional e a vida da comunidade joinvilense, com a experiência do associativismo empreendedor. Desde o início, a gestão da presidência é de um ano. Acredito que este é um dos motivos de sucesso pois oferecemos oportunidades para que novas lideranças possam surgir e se destacar no contexto empresarial e associativista. Nesta edição da revista, vocês vão poder conhecer um pouco mais de como anda a nossa entidade, conhecer sobre a Júnior Achievement, um belo projeto social que a Ajorpeme abraça através do Instituto Ajorpeme; saber mais sobre a Lei Geral, além de outras matérias que irão enriquecer o seu dia a dia na empresa. Boa Leitura!

José Roberto Pereira Membro do Conselho Deliberativo Gestão 2013 e presidente da Ajorpeme Gestão 1985/1986

Homenageamos nesta edição os fundadores que iniciaram estes 29 anos de associativismo.

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Beulke e Cia Ltda, Bicicletário Dona Francisca, Chocolate Caseiro Joinville, Comércio de Confecções Motta Ltda , Confecções Maikon Ltda, Distribuidora de Balas Pfiffer Ltda, Dunzer KG Serviços e Assessoria Contábil Ltda, Eldorado Propaganda Ltda, Farmácia Santos Anjos, Gráfica Mapel, H.S. Pinturas de Hari Stegemann, H.R. Schramm & Cia Ltda, IBRAP - Ind. Brasileira de Adesivos Plásticos Ltda, INCAL - Ind. Catarinense de Acessórios, Ind. de Ferramentas Sulmold Ltda, Jabra Ind. de Esfregões Ltda, Joiarte Artefatos de Cimento Ltda, J.P. Gonçalves & Cia Ltda, KN Ind. Com. Repres. Ltda, Lauro Emílio da Rosa (Relojoaria Floresta), Mecânica Garibaldi Ltda, Mecânica 1015 Ind. e Com. de Artefatos de Metais Ltda, Mecânica São Cristóvão de Sílvio Niehues, Modelação Manchester Ltda, M. Silva Ind. de Doces Ltda, Oficina de Mecanográfica de Precisão Ltda, Prometal Produtos Metálicos Ltda, Restaurante e Petisqueira Pinheiro Ltda, Socotar - Ind. e Com. de Artefatos de Cimentos Ltda, Tatiele Confecções Ltda, Tintão Com. de Tintas Ltda e VIPROL Vidraçaria Progresso Ltda. REVISTA AJORPEME - Informativo da Ajorpeme veiculado bimestralmente - Associação de Joinville e Região da Pequena, Micro e Média Empresa. Rua Urussanga, 292, Bucarein, 89202-400, Joinville/SC Fone: (47) 2101-4100 - Site: www.ajorpeme.com.br E-mail: ajorpeme@ajorpeme.com.br Jornalista Responsável: Ana Karina Siqueira Dias (SC 1453 JP), Conselho Editorial: Silvana E. Fioravanti, Gladimir Garcia Mendes, Fábio Santana Corrêa, Ana Karina Siqueira Dias, Juliana Batista Seiler e Vinicius Rockenbach. Textos: Ana Karina Siqueira Dias, Juliana Batista Seiler e Andriele Pereira.

Projeto Gráfico LUCKcomm (47) 3029-4014 Diagramação: Renã Santos Fotos: Fotolia e Arquivos Ajorpeme. Impressão: Gráfica Nacional (Joinville/SC). Tiragem: 4.000 exemplares. As matérias da Revista Ajorpeme podem ser reproduzidas à vontade, desde que citada a fonte e o autor. Os textos assinados não são de responsabilidade da Ajorpeme. A AJORPEME É CERTIFICADA COMO ENTIDADE DE UTILIDADE PÚBLICA MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL

Expediente


Artigo

A Lei da Micro e Pequena Empresa e do Empreendedor Individual poderá se tornar o mais importante projeto de estímulo e de crescimento ao empresariado local.

S

egundo estudo publicado recentemente pelo Sebrae, o Brasil já tem aproximadamente seis milhões de microempresas e empresas de pequeno porte e, por este motivo, está no topo da lista de países mais empreendedores do mundo. Outro dado relevante é que 97% do total de empresas em funcionamento no País são ME ou EPPs e geram uma riqueza anual de cerca de R$ 700 bilhões, empregando em torno de 56,4 milhões de pessoas, significando que 52% da mão de obra empregada no país está nos pequenos negócios. Assim, é certo afirmar que o cenário nacional voltou sua atenção às empresas de micro e pequeno porte, bem como do empreendedor individual pois são elas as responsáveis pela redução das desigualdades sociais e pelo crescimento econômico do Brasil. É nesse ambiente favorável e com grande otimismo que a Ajorpeme está elaborando o projeto da lei geral municipal da micro e pequena empresa, bem como do empreendedor individual, contendo políticas públicas de estímulo ao crescimento e fortalecimento das ME, EPP e MEI, projeto esse que já está ser-

Em 16 de dezembro de 2006 foi sancionada a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, que veio para estabelecer as normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às Microempresas e às Empresas de Pequeno Porte no âmbito da União, Estados e dos Municípios, em cumprimento ao estabelecido nos artigos 146, 170 e 179 da Constituição Federal. Passado mais de 6 anos, essa lei sofreu importantes alterações pelas Leis Complementares 127/2007, 128/ 2008, 133/2009 e 139/2011.

vindo de modelo para outros municípios catarinenses. Algumas vantagens bem interessantes contempladas no projeto de lei diz respeito a: i. Centralização de processos com a redução da burocracia em todos os níveis e, em especial, a simplificação dos processos de registro e de legalização de ME, EPP, e MEI; ii. Implementação de incentivos fiscais; iii. Criação de programa de educação empreendedora; iv. Elaboração do banco de dados para unificação de informações, orientações e instrumentos à disposição dos usuários; v. Incentivo para criação de parques tecnológicos e de inovação; vi. Participação preferencial em Licitações públicas; vii. Permitida a subcontratação de Micro e Pequenas Empresas por Empreendimentos de maior porte em lotes de Licitações maiores; vii. Simplificação, racionalização e uniformização, no âmbito de competência do município, das normas relativas à urbanismo, segurança sanitária, metrologia,

controle ambiental e prevenção contra incêndios. Cumpre destacar que algumas ações já foram contempladas em legislações esparsas do município e que serão objeto de pequenas alterações e de compilação em um único texto legal para facilitar o acesso ao conhecimento de todos os benefícios voltados ao segmento. Sabemos que o projeto Atender já foi abraçado pelos órgãos do município por perceber que o excesso de procedimentos afugenta o empresariado local estimulando a manutenção da informalidade ou sua constituição em cidades vizinhas. Joinville vive um bom momento, econômico e socialmente falando. A administração pública, as entidades empresariais, o legislativo local todos estão empenhados em criar mecanismos de desenvolvimento e de crescimento sustentável e a edição de uma norma em prol dos pequenos negócios é a certificação da competência e da sensibilidade por uma cidade mais competitiva, mais atrativa e por que não dizer mais justa. Christiane Schramm Guisso Presidente

05


06 Por que sou associado?

/// Sentados ou não, eles estão sempre em busca de novos negócios! Mesmo com o slogan “Você fará questão de esperar sentado”, o segredo dessa empresa é correr atrás de novos contados e conhecer outros empresários para fazer bons negócios.

C

onforto e ergonomia para as empresas. É isso que oferecemos aos nossos clientes!” A Caflex Comércio de Artigos de Estofaria é uma fabricante de cadeiras, poltronas, banquetas e projetos específicos para atender diversas necessidades dos clientes. Foi fundada em 2009 e está localizada no bairro Aventureiro, em Joinville. Toda a história empreendedora teve início quando Jacir José Prussek aprendeu na adolescência a arte de fazer estofaria e tapeçaria. Trabalhou por anos em uma empresa fabricante de cadeiras na área odontológica. Como gostava muito do que fazia, Jacir resolveu buscar uma especialização na área de projetos e desenvolvimento de cadeiras para diversos segmentos. Foi o início de uma grande história de sucesso. Ele já sonhava em ter seu próprio negócio, pois estava seguro por ter o conhecimento e experiência na área. Os sócios Jacir José Prussek e Karem Cristina


Sentados ou não, eles estão sempre em busca de novos negócios!

Os benefícios da Ajorpeme são de extrema importância para o desenvolvimento econômico e sociocultural dos empreendedores

Muita Pesquisa

Fazer negócios é na Ajorpeme

empresário fez muitas pesquisas antes de fundar efetivamente a Caflex. Foi preciso calma e muita sabedoria para não errar. O sonho não podia acabar por despreparo. Pesquisou o mercado e percebeu a necessidade em relação à ergonomia nos ambientes de trabalho. Através dessas pesquisas na região, constatou a necessidade de uma empresa voltada ao atendimento pessoal, individual e no local do cliente. O start foi dado! A Caflex abriu as portas para atuar no segmento de fabricação de cadeiras, poltronas, banquetas, longarinas e projetos específicos. Com a ergonomia levada ao extremo, oferece, há quatro anos, qualidade, conforto e bem estar, atendendo os segmentos de escritórios, call centers, salas de reuniões, salas de treinamento, escolas, universidades, consultórios odontológicos e médicos. No ano de 2011 alguns sócios desligaram-se da empresa, o que oportunizou a entrada de outros empreendedores: Claudinei Gadotti e Karem Cristina. Ela passou a ser responsável pelo financeiro e comercial da Caflex. Trabalhou por anos na área financeira de várias empresas e cursou Direito na Universidade do Contestado. Mas foi no empreendedorismo que encontrou sua vocação. Com o tempo, os serviços foram melhorando cada vez mais. Hoje a empresa oferece linhas de produtos de acordo com a Norma Regulamentadora NR17/Ergonomia, específicas para atender diversos ambientes profissionais, industriais, institucionais, coletivos e outros. “Dispomos em nossa estrutura, showroom com vários modelos de cadeiras e poltronas, levamos os nossos produtos até as empresas, para que testem junto aos seus colaboradores”, conta Karem. Com uma equipe de cinco pessoas, realiza também serviços de manutenção e reformas de cadeiras.

Caflex associou-se a Ajorpeme com os objetivos de ampliar sua rede de relacionamentos, unirem-se a outros empresários e criar novas oportunidades de negócios e parcerias. “Trocar experiências, prospectar clientes nos faz ter novos contatos que futuramente renderão bons negócios”, afirma Karem. Desde que se associaram, participam de todos os eventos. Principalmente dos eventos de negócios. Café & Negócios, Noite de Negócios e Rodada de Negócios, enfim, a Caflex está sempre presente. “Todos estes eventos representam a melhor forma de estratégia de promoção do desenvolvimento do associado”, diz ela que já fechou vários pedidos nessas ocasiões.

O

A

\\\ Sede da Caflex fica no bairro Aventureiro

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08 Saúde

Não precisa ser radialista, cantor ou ator profissional para dar importância aos cuidados com a voz.

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Principais sintomas de problemas com a voz:

Você cuida da sua voz?

I

ndependente da atividade que exerça, a voz é como qualquer outra parte do corpo e também necessita de atenção, afinal é o principal meio de comunicação humana. De acordo com a fonoaudióloga, do Núcleo de Atendimento Terapêutico (NAT) da Unimed Joinville, Gabriela Bitsch Boscardin, as pessoas têm resistência em procurar um profissional da saúde ao identificar algum problema com a voz. “Elas acham que é coisa passageira, acabam se consultando só quando sentem muita dor ou desconforto.” A falta do conhecimento de alguns cuidados que auxiliam na preservação da voz, pode favorecer o surgimento de distúrbios vocais. Um dos mais comuns citados por Gabriela são os nódulos (calos) nas cordas vocais. “Quem usa mais a voz, deve hidratá-la com água sempre e fazer o uso adequado, como falar alto sem gritar. Uma voz

saudável significará sempre uma voz agradável, flexível e fácil de utilizar”. Saber projetar a voz é muito importante, mas poucas pessoas sabem fazê-lo e acabam sobrecarregando as cordas vocais. Por isso, existem as terapias fonoaudiológicas, que orientam para a forma mais correta de usar a voz. Mas, o primeiro passo ao identificar problemas vocais é procurar um médico otorrinolaringologista que fará os exames necessários e verificará se existe necessidade de acompanhamento de um fonoaudiólogo. Tanto a avaliação médica quanto a fonoaudiológica são complementares nos casos de problemas de voz. O médico fará o diagnóstico e dará a conduta do caso (remédios, cirurgia ou terapia), enquanto o fonoaudiólogo especialista em voz fará a avaliação do comportamento vocal e definirá a conduta fonoaudiológica necessária (orientação, aperfeiçoamento e exercícios). Fonte:

Assessoria de Comunicação da Unimed Joinville


A Presidente Christiane Schramm Guisso com o Prefeito Udo Dohler e o Presidente da ACOMAC, Vilmar Steil

Acompanhando o preparo da Costela

Diretoria Executiva com representantes do Sicredi Empresarial

Cerca de 700 pessoas participaram da festa

Diretor de Comunicação, Gladimir Garcias Mendes, Presidente Christiane e o Deputado Estadual Darci de Matos


Presidente Christiane com o Presidente do Instituto Ajorpeme, Roni Goulart e o Presidente da Fampesc, Diogo Otero

Representantes da Unimed Joinville

Secretรกria de Desenvolvimento Regional de Joinvile, Simone Schramm, presidente Christiane e Volnei Batista

Equipe da Construtora e Incorporadora Correia

Equipe Ajorpeme comemorando o sucesso de mais um aniversรกrio


12

Entrevista

CLAUDIO

LOETZ

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Claudio Loetz é jornalista, natural de Joinville. Está há 23 anos no jornal A Notícia e desde 1998 assina a coluna de economia “LIVRE.mercado”. Iniciou sua carreira em São Paulo, onde foi repórter do Diário do Grande ABC (São Bernardo do Campo) e na Agência ESTADO. Também é formado em Comércio Exterior pela Universidade São Judas Tadeu (SP). ***********************

Revista Ajorpeme - Como surgiu a ideia de ser jornalista? Claudio Loetz - Ser jornalista é uma vocação. O adolescente que opta pela profissão precisa saber que não terá vida fácil. Trabalha-se muito - em feriados e fins de semana, inclusive. Esqueça o glamour. Não há. Fatores que definiram minha opção profissional, nos distantes anos 70: gosto por leituras de qualidade e em temas diversificados; curiosidade intelectual intensa; vontade em participar da vida comunitária e, via imprensa, poder refletir sobre o ambiente onde vivemos. Requisitos essenciais para quem se aventura na experiência de ser jornalista: esqueça a rotina e ame o trabalho - não o emprego. ***********************

RA - Quanto tempo você tem de profissão e quando iniciou na cobertura da área de economia? CL - Tenho 33 anos de atuação. No início de carreira fiz de tudo: reportagens para geral e política. O foco em economia decorreu da compreensão de que havia poucos profissionais de imprensa dedicados a este tema e era uma oportunidade de especialização. Isso começou no fim dos anos 80. Como os assuntos de economia (que têm a ver com nosso dia a dia) sempre chamaram minha atenção, entrei na área naturalmente. foto: Cleber Gomes


Claudio Loetz RA - Como você se atualiza? CL - Leio as revistas Exame e Amanhã, jornais Valor Econômico e Folha de S. Paulo, e livros dos mais variados. Gosto de romances, biografias, textos de história e política. Conhecer História é essencial para compreender o que acontece hoje. No campo de textos considerados técnicos, estou lendo “A imaginação econômica”. Que é uma análise do pensamento econômico a partir do cotidiano e de histórias pinçadas para explicar teorias. ******************************

RA - Qual foi o maior desafio que você já passou na sua carreira profissional? CL - Certamente foi cobrir as eleições diretas, em 1984, em São Paulo. Um tempo em que não havia celular e as informações eram repassadas via telefone fixo. Precisávamos de agilidade sem dispor da tecnologia de hoje. Fiz, à época, boletins para a rádio Cultura de Joinville, via orelhão, do vale do Anhangabaú, por exemplo. Em Joinville, antecipar a publicação da venda da Akros para o grupo Amanco, no final dos anos 90, e que rendeu polêmica enorme. É preciso consolidar fontes e garantir a credibilidade junto aos leitores. É o único patrimônio do jornalista: a credibilidade. ******************************

RA - O que mais lhe surpreendeu na economia durante todos esses anos que você cobre o assunto? CL - Houve transformações imensas. Vivi e cobri a hiperinflação, o desemprego sem fim; o confisco da poupança no governo Collor, os planos econômicos fracassados; o Real, que estabilizou a economia e deu segurança à sociedade e aos investidores. O mais absurdo foi o confisco da aplicação do dinheiro. Algo que nem Fidel Castro ousou fazer, em Cuba. ******************************

RA - Em sua opinião, quais são os grandes desafios socioeconômicos do Brasil para os próximos anos? CL - Há vários: os mais importantes e urgentes são elevar os investimentos públicos em infraestrutura e melhorar a qualidade da educação. Sem isto nada vai mudar. O País não tem capacidade de crescer acima de 4% ao ano sem resolver ambos os problemas. Sabemos que os dois pontos exigem longo tempo até serem realmente bem equacionados. É coisa para mais de uma geração.

RA –- Com o avanço da tecnologia e com as inovações das redes sociais, você acha que isso influencia o jornalismo? De que forma? CL - Certamente que influenciam. E muito. A instantaneidade das informações que circulam em diferentes mídias e redes digitais tem seu lado bom e seu lado ruim. O bom é que a sociedade pode saber imediatamente daquilo que acontece. Twitter e facebook são muito usados para isso. O ruim é que o uso dessas ferramentas de tecnologia nem sempre é feito da forma mais adequada. Vital é saber separar o que é informação correta daquilo que é fofoca inconsequente. Lembro que o jornalista tem o compromisso com a veracidade do que publica ou relata. Acima de tudo é preciso ter responsabilidade. ******************************

RA –- Você assina a coluna LIVRE.mercado desde 1998, como você vê o crescimento e a fidelização deste meio de comunicação. Como surgiu o blog? Ele é a extensão da sua coluna? CL - A coluna LIVRE.mercado chegou para preencher um vazio de informação. Até 1997 era raro o espaço nos jornais catarinenses para notas sobre fatos de negócios corporativos e tendências e análises econômicas. Com o tempo, foi percebido como espaço de leitura útil para executivos, empreendedores, profissionais em geral. A economia ganhou mais espaço nos jornais. A editoria valorizou-se. O formato de notas curtas facilita a leitura. O blog é uma espécie de extensão da coluna, mas, é claro, lá publico menos coisas. Para manter a curiosidade sobre a coluna no impresso. ******************************

RA - Para finalizar, quais foram os prêmios na área jornalística que você já recebeu? CL - Ganhei, como repórter de Economia do Jornal A Notícia, junto com colegas; o prêmio Fiesc de Jornalismo Econômico, em 1997, com uma série de reportagens sobre gargalos da infraestrutura catarinense. Aliás, um tema a ser revisitado. Basicamente, os problemas são semelhantes, apesar de transcorridos 16 anos. E, alguns anos depois, menção na revista IMPRENSA constando entre as mais importantes notícias publicadas no Brasil, com notas sobre a intenção dos sócios majoritários da Tupy - à época - em vender a empresa. Isto foi apurado a partir de um edital publicado pela empresa em letras miudinhas para ninguém perceber. Depois, eles desistiram de fazer negócio. E mantém-se donos da companhia.

13


14 Junior Achievement

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Em uma década de atuação, 1.300 estudantes já foram capacitados pelos programas da Junior Achievement e Instituto Ajorpeme

.............................................................................................................................................................. É fácil encontrarmos muitos argumentos para justificar a falta de tempo, principalmente nos momentos em que estamos extremamente atarefados e somos convidados a doar um pouco do nosso tempo para o voluntariado, mas o que falta para muitas pessoas é iniciativa. O Instituto Ajorpeme, em parceria com a Junior Achievement, capacita voluntários a dar esse primeiro passo e auxiliar jovens para o mundo empresarial. Primeira vez como voluntária, Neise Aparecida do Nascimento diz que ser voluntário é saber que financeiramente não terá nada, mas pessoalmente o crescimento é grande. “O incentivo veio da ajuda que vou dar aos alunos que irão participar do curso. Ensinar a cuidar de uma empresa e incentivar esta prática é muito importante. E o mais importante é aprender junto com eles, pois tenho certeza que muitos têm uma dinâmica de trabalho muito diferente de tudo o que já presenciei”, conta. Para a empresária, é importante ensinar que não basta ter vontade, mas também organização e boa gestão. Poder repassar de forma fácil prática as técnicas que devem ser utilizadas no curso que será ministrado foi seu desafio. “Repassei o meu conhecimento como contadora, de como montar uma empresa rentável e lucrativa, e que permaneça viva ao longo do tempo”. Os programas da Junior Achievement proporcionam ao aluno uma visão ampla do mercado de trabalho, além de auxiliá-los

na escolha de uma profissão e capacitá-los a serem atentos a questões como sustentabilidade e responsabilidade social. Os conhecimentos transmitidos são de grande valia para a formação profissional do aluno, tornando-os verdadeiros empreendedores. Segundo a Educadora Social da Fucas, Camila Mieko Morikawa, o maior desafio é encontrar pessoas que estejam dispostas a doar seu tempo em prol de outras pessoas. “Essa forma de enxergar além do lucro individual, o famoso ‘o que eu ganho com isso?’ está sempre ligado a ganhos de curto prazo ou financeiros. Quando na verdade a ideia é realização pessoal em mudar as coisas, a começar por si mesmo”, diz. Para ela, a Junior Achievement e o Instituto Ajorpeme são comprometidos com o coletivo, com a inclusão e disseminação da cultura ganha-ganha. O fato de transmitir conhecimento e plantar uma semente visando uma sociedade melhor no futuro é sua maior inspiração. “Os temas são muito abrangentes e trazem ao aluno de uma forma lúdica e envolvente situações cotidianas e possibilidades de atitudes, de ser e pertencer. O jovem que muitas vezes não tem contato com esse tipo de sensibilização na escola poderá desenvolver novos horizontes”, explica. Os projetos da Junior Achievement despertaram o interesse de Stefanie Wessler desde 2009, quando foi aluna do projeto ‘As vantagens de permanecer na escola’. “Como alvo dessa ação vo-


Voluntariado: uma ponte para o empreendedorismo luntária do Instituto Ajorpeme, não só aprendi sobre o mercado de trabalho e a importância do estudo, mas também fui incentivada a expandir os meus limites e a atingir o meu potencial como aluna e cidadã. Desde então, venho buscando em cada oportunidade uma maneira de retribuir esse incentivo, inspirando outros jovens a serem líderes do futuro”, conta. Para a estudante de 17 anos, que agora atua como voluntária, o maior desafio é conseguir mostrar para os alunos como palavras e ações podem mudar positivamente a realidade social na qual estão inseridos. “A vontade de gerar mudanças muitas vezes já está presente nesses jovens, só basta, então, que o voluntário os incentive a acreditar no poder de transformação que eles possuem”, relata. De acordo com o diretor executivo da Junior Achievement em Santa Catarina, Evandro Carlos Badin, a meta para 2013 é beneficiar 45 mil jovens em 220 escolas e entidades de 52 cidades catarinenses. “O objetivo é ousado, porém conta com o apoio das nossas empresas mantenedoras, que deverão envolver mais de 1600 voluntários. A ideia sempre foi democratizar ainda mais os programas, conhecimentos e experiências, um número ainda maior de escolas e cidades catarinenses”. Para Badin, o Instituto Ajorpeme representa o braço social da Junior Achievement, sendo assim, as empresas associadas à Ajorpeme podem estar desenvolvendo suas ações de responsabilidade social, em especial àquelas relacionadas aos programas educacionais, com todo o

apoio, capacitação e organização do Instituto. “Essa contribuição não só facilitará a execução das ações planejadas como auxiliará na medição dos resultados alcançados e seu impacto na estratégia da empresa associada. Além disso, o Instituto Ajorpeme empresta sua credibilidade e nos oferta ‘braços e experiências’ para inspirar um número ainda maior de jovens em Joinville”, avalia o diretor. Badin explica que a entidade trabalha com 16 programas educacionais, basicamente, em três pilares: Empreendedorismo, Finanças/Pessoas e Sustentabilidade. Ele entende que os jovens precisam ter experiências e merecem ter acesso ao cabedal de conhecimentos que está nas empresas, nos colaboradores que empreendem no seu dia-a-dia. “As novas gerações precisam entender seu papel como cidadãos, por isso, precisamos dar o exemplo e assim despertar o espírito empreendedor desses jovens ainda na escola para que se sintam aptos e motivados a construir seus futuros”, explica. A filosofia da Junior Achievement lembra ao jovem que “A vida é um caminho e não um destino e você é o arquiteto do seu caminho”. Como é a maior e mais antiga organização de educação prática em economia e negócios, ela registra o mais rápido crescimento em todo o mundo. Em Santa Catarina, está presente em 46 municípios catarinenses e já beneficiou mais de 180.000 jovens através do envolvimento de 90 empresas e 4000 voluntários.

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Segundo o coordenador do projeto Miniempresa dentro do Instituto Ajorpeme, Luiz Fernando Oliveira, os programas da Junior Achievement trabalham com conteúdos essenciais para o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens, eles são voltados para despertá-los ao espírito empreendedor, proporcionando noções práticas sobre o mundo dos negócios e mercado de trabalho, algo que não se encontra no ensino regular. “Servem também como verdadeiros laboratórios para identificação de vocações e aprendizado sobre liderança. Tudo isso sob uma perspectiva que enfatiza a importância da ética e de iniciativas sustentáveis. Como se vê, é uma causa que se confunde com o próprio objetivo do Instituto Ajorpeme e, por isso, a importância de abraçar essa causa”, afirma. Trabalhando programas como os da Junior Achievement, o Instituto auxilia na formação dos jovens que serão os futuros empresários, seja desenvolvendo novos negócios, seja sucedendo a condução das empresas familiares; assim como na capacitação dos profissionais que atenderão o mercado. Garante-se uma experiência que lhes proporcionem identificar a importância da ética e da sustentabilidade no campo profissional e empresarial. Em 2003, quando a Junior começou a atuar em Joinville a partir da parceria com o Instituto Ajorpeme, o número de voluntários capacitados e de alunos subiu consideravelmente. No primeiro ano, foram capacitados 20 voluntários para atender a uma demanda de 600 alunos. Depois de uma década de atuação, já são mais de 70 voluntários e 1300 alunos. Segundo o presidente do Instituto Ajorpeme, a meta para 2013 é capacitar um número superior a 1500 estudantes. Para este ano, o Instituto Ajorpeme está capacitando voluntários para oito programas: Atitudes pelo Planeta; Economia Pessoal; Introdução ao mundo dos negócios; Nosso Mundo; Nosso Planeta, Nossa Terra; Vamos falar de Ética; Vantagens de permanecer na escola e Miniempresa (in Company). Estes serão aplicados nas seguintes escolas: Colégio Estadual Governador Celso Ramos; Escola de Educação Básica Giovani Pasqualini Faraco; Escola de Educação Básica João Colin; Fucas e In Company Ajorpeme.

Número de Alunos formados pela Junior Achievement

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A Junior Achievement em Joinville

15

600 alunos • 2003 • 1.300 alunos

• 2013 •


16 Capa

Profissionais que realizam atividades físicas em suas rotinas atestam que seu desempenho na empresa é 100% melhor. Corrida ou futebol, vôlei ou simplesmente andar de bicicleta. Independente de qual for a modalidade, tudo vale para aliviar as tensões das responsabilidades a serem cumpridas diariamente e, como consequência, fazer o trabalho render mais e com menos stress.


Você Pratica Esportes?

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“Pessoas que cuidam da sua saúde são normalmente mais alegres” Luis A. N. de Figueiredo

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fotos: Karin Schmidlin

izer que o esporte proporciona qualidade de vida e saúde para seus praticantes não é novidade. Especialistas em recursos humanos e na área da saúde confirmam e ressaltam que a prática esportiva aumenta a produtividade de qualquer empresa. Hoje temos doenças relacionadas com a civilização moderna, como o estresse, que, se o profissional for um atleta, ele vai estar menos propenso a estas doenças do século. Os ganhos que as empresas podem obter são evidentes. Funcionários mais saudáveis e satisfeitos podem trabalhar sempre mais e melhor. E há também a camaradagem que é despertada pela prática de esportes em grupo. Empresas modernas não deixam de lado a qualidade de vida de seus funcionários. De acordo com Luis Angelo Noronha de Figueiredo, que foi diretor de RH e executivo de empresas como Embraco, Whrilpool e WEG e atua como conselheiro de administração, consultor e como coaching de executivos e na gestão dos próprios negócios, em se tratando de organizações e empresas, as vantagens de ter profissionais que praticam esportes são as mais diversas. “Pessoas que cuidam da sua saúde são normalmente mais alegres, mais dispostas, vêem a vida de forma mais positiva. Além disso, as ausências no trabalho são menos frequentes, até porque adoecem menos, ou não adoecem, se estiverem praticando esportes com frequência e sob adequada orientação de um profissional”, ressalta. Outro aspecto relevante para as organizações é que a prática de esportes e a participação em competições contribuem com o desenvolvimento profissional. O individuo que compete em algum

esporte suporta melhor as pressões do dia a dia, convive melhor com o sucesso e o fracasso profissional pois aprende que ganhar e perder faz parte do jogo e da vida. A prática de esportes é um remédio muito eficaz no combate ao stress do dia a dia, este novo mal do século. O empresário Figueiredo pratica esportes de forma competitiva desde os 13 anos de idade. Jogou vôlei por 8 anos, tênis de campo por 30 anos e há 2 anos e meio tornou-se maratonista. “Comecei a correr de forma mais séria em outubro de 2010, já corri mais de 3.000 km entre treinos e provas. Por semana, os treinos envolvem 50 a 70 km. Não me lembro da última vez que fiquei doente, nem da ultima vez que me gripei”, diz Figueiredo. Os programas de incentivo à prática de esportes fazem parte da empresa moderna. Hoje, com a qualidade de vida dos funcionários e com cuidados preventivos de saúde no ambiente de trabalho. A empresa SOFtran estimula todos a praticarem esporte desde sua fundação. Segundo a diretoraadministrativa da SOFtran, Karin Solange Pahl Schmidlin, os esportes coletivos desenvolvem características favoráveis ao trabalho em equipe, como respeito e comunicação. Também auxilia diretamente na manutenção da saúde dos funcionários. “Quando a Ajorpeme promovia os jogos de integração a nossa empresa sempre estava participando. Sentimos falta deste evento que também proporcionava integração da nossa empresa com as demais participantes”, reforça. Pelo fato empresa trabalhar com softwares, os funcionários ficam muito tempo no computador e precisam se movimentar para ter qualidade de vida no trabalho. Pensando nisso, a empresa investe para proporcionar horas de lazer aos seus colaboradores. “Oferecemos sem custo nenhum, todos os sábados, quadra de esporte para jogos de futsal e vôlei. Também temos um profissional de educação física atuando diariamente na empresa com ginástica laboral e fazendo avaliações constantes da saúde do trabalhador”, destaca Karin. Laércio Batista Júnior, empresário do ramo farmacêutico, é outro grande exemplo. Vai todos os dias trabalhar de bicicleta, percorrendo por dia um total de 12 km. “Além de economizar na mobilidade deixando o carro em casa, chego de bem com a vida para trabalhar e me exercito durante todo o dia”, diz. Láercio, que também é presidente do movimento Pedala Joinville e ressalta que a prática do esporte deixa os trabalhadores muito mais felizes.

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18 Capa Segundo a nutricionista desportiva, Elen Cristina Dalquano, a alimentação é mais importante do que a maioria dos indivíduos pensam. “O empresário assume uma posição importante de responsabilidades e competências, e por isto, geralmente está em constante estresse. Com isto, há uma alteração hormonal importante, além da depleção de nutrientes como zinco e vitaminas do complexo B, o que gera sintomas com queda de cabelo, dificuldade em ganhar massa muscular e unhas fracas, que com uma nutrição adequada pode-se prevenir e fazer com que o profissional viva em equilíbrio ou lide melhor com as situações de estresse”, diz. Um empresário esportista já está de parabéns, porque o esporte auxilia no equilíbrio de hormônios como cortisol (hormônio do estresse), além da liberação de endorfinas que promovem o bem-estar, dentre outros benefícios. A alimentação adequada vai potencializar os efeitos benéficos do exercício, além de otimizar os resultados desejados, que são inúmeros, porém os mais comuns são ganho de massa muscular, emagrecimento ou simplesmente, melhora da qualidade de vida. A alimentação tem de fazer parte do treinamento. Assim como quem dorme bem, treina e trabalha melhor. “Eu costumo dizer que se tem tempo para treinar, tem tempo para se alimentar. A má

alimentação aliada a treinamentos intensos pode predispor a lesões, e isto não é o desejo de quem treina. É só questão de organização e prioridade. A partir do momento que o empresário adequa o comportamento alimentar, ele percebe a diferença, e não quer mais voltar atrás”, diz. As recomendações são individualizadas, mas seguem algumas generalizadas: 1. Começar o dia tomando um rico e nutritivo café da manhã. Consumir proteínas associadas a frutas e fibras, que auxiliam a manter a vontade de comer doces no final do dia. 2. Consumo de carboidratos antes dos treinos (30 a 40 minutos antes) e de preferência, provenientes de alimentos que agreguem valor antioxidante, e rico em vitaminas e minerais. 3. Após os treinos, pode usar e abusar de alimentos antioxidantes (coloridos), aliados a proteínas de boa qualidade e carboidratos, pois previnem lesões e recuperam as energias perdidas no treino. Nos intervalos das refeições, o empresário deve se organizar no trabalho para consumir uma dose de fitoquímicos - cacau, frutas frescas ou secas, sucos de frutas, sementes e oleaginosas que irão favorecer as reservas para treinar melhor. 4. Nos finais de semana, evite exageros. Procure manter a conduta saudável porque os estudos mostram que apenas um dia de extravagâncias, o organismo sente os prejuízos. 5. E claro, procurar sempre o profissional nutricionista esportivo para fazer uma conduta personalizada para potencializar os resultados desejados!

Receita de Smoothie antioxidante

anuncio-ajorpeme.pdf 1 08/03/2013 08:45:07

INGREDIENTES: 1/2 xícara de framboesas congeladas 3 unid. de sementes de cardamomo 1 polpa de açaí congelada 1 col. sopa de flocos de amaranto

MODO DE PREPARO: Bater todos os ingredientes com 200 ml de água e beber em seguida. Ou levar para beber no intervalo.

Existem coisas que você precisa e já sabe onde encontrar.

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20 GestĂŁo

Profissionais nas ĂĄreas de marketing e publicidade trabalham cada vez mais em busca de embalagens que tornem o produto mais atrativo e se destaquem no mercado.


Produtos tradicionais e regionais podem alavancar o Desenvolvimento Regional através da Indicação Geográfica

R

ealmente é fundamental a escolha da marca, estudar o logotipo trazendo uma identidade aos seus produtos para fazer com que o consumidor sinta a necessidade de determinado produto. Mas não pode ser deixado de lado outro grande fator que determina a qualidade do produto e sua sedução: “A procedência do produto”. Alguns consumidores buscam um determinado produto, influenciados a adquirir em função de sua origem. Valorizar o(s) produto(s) da região e torná-lo uma referência é um dos objetivos de se conquistar a indicação geográfica. O registro de Indicação Geográfica (IG) é conferido a produtos ou serviços, que são característicos do seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de os distinguir em relação aos seus similares disponíveis no mercado. São produtos que apresentam uma qualidade única em função de recursos humanos e naturais como solo, vegetação e clima. O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), é a instituição que concede o registro e emite o certificado. O Ministério da Agricultura é uma das instâncias de fomento das atividades e ações para Indicação Geográfica (IG) de produtos agropecuários. Sinônimo de qualidade e status, o vinho branco espumante, produzido na região de Champagne, França, é um exemplo de indicação geográfica, só os espumantes produzidos nesta região podem ser chamados de champanhe, champanha ou em francês champagne. Em Santa Catarina temos apenas uma indicação geográfica reconhecida: a Indicação de Procedência para os vinhos com origem nos “Vales da Uva Goethe”, na região de Urussanga. Mas tanto em nosso estado como em todo o Brasil temos vários produtos que podem

ter este reconhecimento, mas ainda não têm. Exemplos catarinenses são: o cristal artesanal, maçã, ostra, cervejas artesanais, embutidos, têxteis, artesanato em vime, entre outros produtos agroalimentares e não agroalimentares. Segundo a Diretora de Inovação da AMPE de Blumenau e doutoranda em Direito da UFSC, Suelen Carls, o nosso empresariado, tanto do campo quanto da cidade, tem tomado consciência de que não basta exportar commodities, deve-se agregar valor aos produtos, pois é difícil competir com os produtos chineses e europeus, quer pelo custo de produção ou pelos subsídios concedidos naqueles países. Por isso todos estão engajados em agregar valor aos produtos nacionais, viabilizando a manutenção dos atuais mercados e possibilitando acesso a novos. Como a Indicação Geográfica é um selo distintivo composto por um nome geográfico e protegido por lei, indicando assim a origem do produto, é indissociável o sucesso do produto no mercado com o desenvolvimento econômico e social da região de origem. “Nesse sentido, o reconhecimento de Indicações Geográficas para os produtos mais distintos da nossa região, é diferencial e permir agregar valor no mercado onde já estão presentes, abrindo portas para os grandes mercados consumidores do Brasil e do mundo, podendo auxiliar no fortalecimento da economia catarinense. Além de devolver a satisfação e o amor ao território”, ressalta Suelen. Trabalhando neste foco, será realizado no mês de julho, em Blumenau, o II Workshop Catarinense de Indicação Geográfica e I Mostra de Produtos Tradicionais do Vale Europeu e Caminho dos Príncipes. Também haverá uma reunião regional do Fórum Catarinense de Indicações Geográficas e Outros Signos Distintivos Coletivos.

Repercussões positivas das indicações geográficas: • Aumento do valor agregado dos produtos, diferenciando-os dos demais. • Preservação das particularidades dos produtos, patrimônio das regiões específicas. • Estímulo aos investimentos na própria área de produção, com valorização das propriedades, aumento do turismo, do padrão tecnológico e da oferta de emprego. • Minimiza o êxodo rural em certas regiões. • Criação de vínculo de confiança com o consumidor, que, sob a etiqueta da indicação geográfica, sabe que vai encontrar um produto de qualidade e com características regionais.

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22 Atender

Abertura de empresas é tema de estudo da Ajorpeme Projeto já trás resultado e melhorias no processo de abertura de empresas na cidade

Q

uantas empresas deixam de abrir seus negócios em Joinville devido a demora de conseguir a liberação da prefeitura? Inúmeras. Mas segundo um estudo promovido pela Ajorpeme e integrantes da sociedade civil e dos órgãos Municipais, envolvidos na legalização de empresas em Joinville, a demora está com prazo contado. O objetivo do estudo foi de apresentar soluções viáveis para conseguir reduzir este tempo, prevendo ações para desburocratizar e informatizar todo o processo. Algumas das soluções apresentadas trabalham a questão da centralização do atendimento, otimização do tempo e do fluxo de processos, entrada única de dados, promovendo a integração dos sistemas de cadastramento de cada órgão através de

convênio com a JUCESC, para acesso aos registros empresariais, entre outros. De acordo com a vice-presidente administrativa da Ajorpeme e responsável pelo projeto, Maria Lúcia Garcês, esta não é a resposta final para a situação, mas sim ideias e percepções de pessoas que durante anos vivenciam o processo, tanto por parte do Poder Público como da sociedade civil. Segundo o fiscal de tributos municipal, Miqueas de Jesus, que está a frente do projeto na Prefeitura, o objetivo é de formar equipes em cada órgão público envolvido e diminuir o tempo de abertura de empresas para 15 dias até final de outubro. “Reconheço que a implantação integral do projeto pode demorar um pouco mais de seis meses, mas quero concluir pelo menos 80% das ações até outubro”, reforça.


Abertura de empresas é tema de estudo da Ajorpeme

Apresentação do Projeto Atender agiliza o processo de abertura de empresas em Joinville

Prazo Médio Total de Conclusão

Processo ATUAL Após quinze dias da apresentação do Projeto Atender realizado pela Ajorpeme ao Prefeito Udo Döhler, o processo de abertura de empresas ficou mais ágil. Em abril deste ano o processo total voltou a ser de 84 dias, sendo que de dezembro a março estava levando 100 dias. Antes do fechamento desta matéria, apuramos que o Seinfra já está liberando os processos de viabilidade das empresas em 24 horas, ficando pendente somente aqueles que vão para a fiscalização. Logo, o prazo que o Seinfra estava realizando de 40 dias no início deste ano,passou a ser de 24 horas. Entenda como funciona o processo de abertura de empresas hoje em Joinville. PRAZo ANTIGO

71 DIAS Viabilidade / Regin Análise Prévia

05 DIAS

01 DIA

SEinfra

S.E.F

JUCESC

Protocolo/arquivamento JUcesc

07 DIAS

IMEDIATO

15 15 DIAS DIAs

ITTRAN

IMEDIATO

SEINFRA

03 03 DIAS DIAs

15 DIAs

CNPJ

REGIN/VIStorias municipais

Inscrição Estadual

FUNDEMA

02 20 DIAS DIAs

IMEDIATO

02 02 DIAS DIAs

CEREST 15 DIAs

15 DIAS

BOMBEIROS

Cadastro imobiliário - Alvará

PRAZO ATUAL

10 DIAs

C.M.EDUC

05 DIAS

20 DIAs

20 DIAS

Vigilância

02 03 DIAS DIAs

Projeto Atender O grupo de estudo do Projeto Atender, liderado pela Ajorpeme, está monitorando todos os processos e os prazos atuais para a realização da abertura de empresas. Confira o fluxograma proposto pela entidade.

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CLIENTE Projeto Atender CCO S.E.F.

BOMBEIROS

JUCESC

SEINFRA

Análise zoneamento

Registro (cnpj/i.e./contrato) Entrada única de dados Atividade de Risco

Atividade de Baixo Risco

Vistoria Prévia

Alvará provisório Vistorias

C.M. Educação

ITTRAN

CEREST Alvará definitivo Cliente

VISA

FUNDEMA

50 50 DIAS DIAs


Sustentabilidade

A sua empresa economiza energia?

V

ocê já ouviu falar do tripé da sustentabilidade ou o “Triple bottom line” (People, Planet and Profit)? Sim. Não. Quer saber? Então, os chamados negócios sustentáveis se baseiam em um modelo de gestão que trabalha o lucro, as pessoas e o planeta. A imagem do tripé é perfeita para entender a sustentabilidade. No tripé estão contidos os aspectos econômicos, ambientais e sociais, que devem interagir, de forma holística, para satisfazer o conceito. Independente do porte, cada vez mais empresas assumem esse modelo de gestão e compromissos sociais e ambientais, seja pela consciência de seus proprietários, as exigências regulatórias dos governos ou mesmo a cobrança dos consumidores. A sustentabilidade virou um fator de competitividade para as empresas e pode estar em todas as etapas do negócio, desde a economia de energia até a redução de desperdício e o planejamento eficiente da produção. O ambiente de trabalho, por exemplo, deve ser foco de todas as pessoas que fazem parte de uma empresa. Para isso, é necessário empenho e, principalmente, consciência. As atitudes sustentáveis podem ir da economia de papel ao uso eficiente da iluminação. Algumas iniciativas simples podem ser tomadas para tornar as empresas mais sustentáveis. A empresa Plug Elétrica, por exemplo, trabalha com soluções para adequar o consumo de energia das empresas, tornando-as mais rentáveis economicamente enquanto mantémse em equilíbrio com o meio ambiente.

Consumo inteligente Com resultado de um trabalho criterioso de análise técnica e de custos, a empresa Plug realiza estudos de racionalização no consumo de energia elétrica, com aplicação de geradores, banco de capacitadores, alterações na forma de energia contratada junto à Celesc. “Realizamos análise do consumo, através de suas últimas faturas e também de um programa de acompanhamento de consumo durante a jornada de trabalho diária da empresa, verificando horários e processos de maior consumo, assim como também o consumo nos horários de pico”, diz o sócio-proprietário da Empresa Plug Elétrica. O consumo inteligente de energia é uma das propostas que a empresa Plug Elétrica oferece. Parti-

A introdução do conceito de sustentabilidade nas empresas é relativamente nova e busca equilibrar lucros com preservação ambiental Lucro + PESSOAS + PLANETA =

SUStentabilidade “Com estas implantações tivemos uma redução financeira significativa. Além de não prejudicar o meio ambiente, estamos tendo um impacto financeiro muito positivo” cipando de eventos promovidos pela Ajorpeme, a empresa teve a oportunidade de conquistar vários clientes e montar um portfólio que comprova a eficácia destas adequações. Segundo a sócia-administrativa da empresa Aliança Serralheria e tratamento de superfície, Irena Izabela da Silva, foi implantado na sua empresa o controle de demanda, controle do fator de potência e enquadramento tarifário. “Com estas implantações tivemos uma redução financeira significativa. Além de não prejudicar o meio ambiente, estamos tendo um impacto financeiro muito positivo”, destaca Irena. “Se cada empresa compensar suas cargas reativas adequadamente, todos serão beneficiados”, ressalta Eder.

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Tecnologia

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GL E G o o de 15g

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oftware de gestão para micro e pequenas empresas totalmente online, onde o usuário pode acompanhar o andamento de sua empresa em qualquer lugar via internet. É um sistema de controle de estoque e caixa, operações de vendas e ordens de serviços, diversos relatórios e emissão de notas fiscais eletrônicas de produtos e boletos sem registro, permitindo cadastro de produtos, clientes e fornecedores. O programa não precisa de instalação e pode ser utilizado em qualquer navegador, sistema operacional e aparelho. Os backups são feitos automaticamente, a cada meia hora, e são enviados para locais físicos reduzindo o risco da perda de dados. O egestor é gratuito, porém têm outros três planos profissionais (Light, Padrão e Avançado) para os usuários que preferirem versões estendidas, esses planos são pagos mensalmente.

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Google anunciou no início de maio a unificação do espaço nas contas do Gmail e Google Drive, a partir de agora os usuários terão 15GB de armazenamento gratuitamente. Antes da mudança, era oferecido 10GB no Gmail e 5GB no Google Drive, com a unificação do sistema o usuário tem mais liberdade para gerenciar os arquivos. Aqueles que pagam pelo espaço adicional, também receberam benefícios: não há mais o limite de 25GB de armazenamento avulso e pode-se fazer upgrade para 100 GB, por US$ 4,99 por mês, ou até mesmo para 16 TB, alcançam o valor de US$ 799,99 mensais.

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inkedIn completa 10 anos. Fundado em um pequeno escritório no Vale do Silício e lançado por Reid Hoffman, o LinkedIn já ostenta mais de 200 milhões de usuários (11 milhões só no Brasil), sendo o 23º site mais visitado da internet, com 26 escritórios espalhados pelo planeta. Em maio, a rede social que conecta profissionais em todo mundo, completou 10 anos. Avaliado em cerca de US$ 20 bilhões, tornando-se uma das maiores empresas de tecnologia dos Estados Unidos em termos de valor de mercado, a rede está dentre as maiores páginas de busca de emprego do mundo, representando uma nova forma de apresentação profissional frente ao mercado de trabalho. Foram tantos acontecimentos ao longo deste crescimento, que o LinkedIn resolveu criar um infográfico para ilustrar esta década de conquistas, que pode ser conferido pelo link: ourstory.linkedin.com.

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EGESTOR: Sistema

de gestão empresarial


28 Associado

Confira nesta edição algumas das ações que a entidade realizou nos últimos dois meses com objetivo de defender o justo tratamento diferenciado e simplificado às MPEs. Agenda Nacional iUma comitiva da Ajorpeme e da Fampesc partic Nacional pou da oficina para construção da Agendadas Micro de Desenvolvimento e Competitividade As ba. Curiti em , 2022 2013esas empr e Pequenas gos atividades práticas do encontro incluíram diálo s como: colaborativos e plenárias abordando tema Desbue ão neraç Deso s, entai rnam Gove ras Comp Investio, citaçã Capa e ação Inform rocratização, ção. mento e Financiamento e Tecnologia e Inova a consO objetivo da oficina foi de contribuir paraimen to e trução da Agenda Nacional de Desenvolv de debaés atrav EPP, e ME MEI, de Competitividade áreas tes e indicação de ações estratégicas nas seis neste temáticas. Uma das principais revindicações Simno ades ativid as todas de ão inclus a foi to even essiprogr a tabel da ação ment imple e ples Nacional va no Simples Nacional nos moldes do IRPJ e IRPF.

Ministério da Micro e Pequen Empresa

a

umiu no dia 09 Guilherme Afif Domingos, ass ria da Micro e reta Sec da rio isté de maio, o min vê a lei que pre o und Seg Pequena Empresa. ulará polítiform ta criou a secretaria, a pas e empresas as res mp roe mic a io apo cas de ato. Cuidasan arte de e te por o de pequen lificação, qua a ver mo pro de rá, por exemplo, ivar as ent inc e e dad aumentar a competitivi serviços. Através do e s ben de s exportaçõe e do Governador Deputado Darci de Mattos um convite para os iam env Raimundo Colombo, sugerido é “As a tem o viabilizar uma palestra cuj o e de Crescimento ent cim tale For de Políticas das MPEs na sua gestão.”

Ministra Ideli A Ajorpeme e a Fampesc solicitam à Minisais tra da Secretaria das Relações Institucionjunir interv para apoio o tti, Salva Ideli – SRI, to aos órgãos federais para que os mesmos ridispensem a atenção necessária aos reque mentos do Fórum Permanente, via MDIC, quevisam implementar os planos de ações elabo rados pelos Comitês de Trabalho, mais preci samente com o Ministério do Trabalho, Inme tro, Receita Federal do Brasil e Ibama, cuja rparticipação é de suma importância, confo das ão etizaç concr a para sto me acima expo políticas de fortalecimento e de crescimento econômico e a geração de emprego e renda.

Fórum Permanente MDIC Durante a reunião do Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - MDIC, a presidente Christiane Schramm Guisso se posicionou sobre as dificuldades tributárias para a criação de um fundo de aval. Comentou também sobre o programa Juro Zero em SC e sobre a necessidade de criação de uma capacitação vinculada às concessões de financiamento. Outro pleito solicitado pela presidente foi relacionado ao distanciamento do Fisco no Fórum Permanente. Mesmo não podendo deliberar, a presidente solicita que o Fórum discuta os assuntos de legislação tributária e que se envie mensagem de preposição com vistas `as mudanças necessárias às ME e EPPs.

Participação em Conselhos Buscando trabalhar cada vez mais a represendos tatividade, a Ajorpeme participa ativamente Comde cipal Muni elho Cons : elhos cons seguintes cipal do bate a Pirataria (COMCAPI), Conselho Muni cipal Meio Ambiente (COMDEMA), Conselho Muni Adminisde Turismo (COMTUR), Junta de RecursosMuni cipal trativos – Tributários (JURAT), Conselho ille, Conde Ciência, Tecnologia e Inovação de Joinvicação de selho Fundação Softville, Comitê de Certif lativa Responsabilidade Social da Assembléia Legis Bacia da nto ciame geren tê Comi ina, Catar de Santa CaRio Cubatão e Movimento Nós Podemos Santa a pensar tarina. Para alinhar com seus conselheiros os memAjorpeme, serão realizadas reuniões com apreemos estar ão ocasi Nesta es. ipant bros partic r dos sentando um modelo de relatório para sabetos de temas abordados e quais os encaminhamen é um cada conselho. Como representar a entidades uma ramo elabo e, ilidad nsab respo e ato de grand tamcarta do compromisso com o voluntariado que bém será consensado com o grupo.

Pleitos Senadores Dando continuidade as visitas em Brasília, a presidente entregou para os três senadores Casildo Maldaner, Luiz Henrique da Silveira e Paulo Bauer, um ofício solicitando pleitos envolvendo a micro e pequena empresa, como a criação de Projeto de Lei objetivando o parcelamento dos tributos às empresas enquadradas no Simples Nacional, bem como a correção anual automática do teto do Simples.


A Ajorpeme disponibiliza em sua biblioteca mais de 160 livros nas áreas de vendas, finanças, liderança, gestão, recursos humanos e empreendedorismo. Todo empresário associado e seus colaboradores podem emprestar livros na entidade gratuitamente. Mais informações 2101-4100 ou recepcao@ajorpeme.com.br A Arte de Gerir Pessoas em Ambientes Criativos Autor: José Wilson Armani Paschoal Sinopse: Após 20 anos de experiência como diretor de Recursos Humanos do Grupo Abril, José Pascoal reuniu seu conhecimento em nesta obra. Passando por questões do mundo corporativo, o autor mostra como é importante fazer a ponte entre a disciplina no trabalho e a liberdade para a criatividade. Dirigido a funcionários e administradores de empresa, o livro ensina como conseguir espaços criativos dentro da rigidez que o negócio requer.

O Jogo do Trabalho - Como Transformar Sua Profissão no seu Esporte Favorito Autor: Charles A. Coonradt Sinopse: Há pessoas que pagam para suar a camisa se for para praticar um esporte, mas não se esforçam com a mesma intensidade quando estão sendo pagas para trabalhar. Existem princípios que motivam as pessoas a se dedicar por inteiro às atividades esportivas que podem ser aplicados com sucesso na vida profissional. Em O jogo do trabalho você saberá quais são eles.

Jornalismo empresarial: isso é possível? Autor: Guilherme Diefenthaeler Sinopse: O autor faz um apanhado histórico do jornalismo corporativo, apresenta casos de excelência em publicações que se distinguem por um tratamento mais aberto e transparente da informação veiculada e debate a qualidade dessa ferramenta com 20 profissionais entrevistados.

Construindo o Futuro através da Educação Autor: Tercio Pacitti Sinopse: Em Construindo o Futuro Através da Educação,o autor Tércio Pacitti faz um histórico da Informática dos anos 40 até os dias de hoje,trazendo consigo ‘historinhas’ e experiências de vida de um educador.Pacitti revive nomes de pessoas,até hoje anônimas ou não,que participaram,de uma maneira ou de outra,de sua escalada.O livro narra os primeiros tempos do ITA,quando o curso de Engenharia da Aeronáutica se separou do IME.



Revista Ajorpeme (ed. 51)