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PORTFÓLIO ACADÉMICO 2010

ANDREIA ISABEL MOREIRA NOBRE


CURRICULUM VITAE 2010

01


CURRICULUM VITAE 2010

ANDREIA ISABEL MOREIRA NOBRE INFORMAÇÕES PESSOAIS Nome: Andreia Isabel Moreira Nobre Data de nascimento: 17 de Março de 1985, Lisboa, Portugal Morada: Rua da Cavada lt 1 2º Drt, 2415-446 Leiria Telefone: +351 969126963 Correio electrónico: aimnobre@gmail.com Cartão de Cidadão: Carta de condução: L - 1879582 4 FORMAÇÃO ACADÉMICA 09.2003 a 07.2010 Mestrado Integrado em Arquitectura, no Instituto Superior Técnico, Lisboa. Tema de Dissertação de Mestrado: “Reabilitação Sustentável do Património: Análise a um caso de estudo reconvertido para habitação”. Classificação Final de 1º e 2º Ciclo: 15 De 09.2000 a 09.2003 Secundário em agrupamento de artes, na Escola Secundária Domingos Sequeira, Leiria Classificação Final: 15 FORMAÇÃO COMPLEMENTAR 03.2010 “Incluir a sustentabilidade no projecto de licenciamento segundo o sistema Lidera” 13º curso de Assessores do sistema LiderA, no FUNDEC, Lisboa. 12.2008 Autocad 2008 Avançado/3D, na Qualicad - Formação e Consultadoria em Informática Lda., Lisboa. 05.2008 “Structural and Architectural Workshop”, com Prof. Doutor Anthony Hunt no Instituto Superior Técnico, Lisboa.


01 02

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL 12.2007 a 07.2010 Monitorização de Laboratório de Tecnologias de Informação LTICivmat, no Instituto Superior Técnico, Lisboa. 09.2005 a 08.2006 Empregada de escritório, em Tecniplot, Publicidade e Papeis Técnicos Lda., Leiria. INDIOMAS Português - língua materna Inglês - nível elementar de compreensão oral e escrita SOFTWARE Office (Word, Excel, PowerPoint) - nível avançado Autocad 2D e 3D - nível avançado Archicad - nível elementar 3D Studio Max/Viz - nível elementar Corel Draw - nível bom Photoshop - nível bom Sketchup - nível bom INFORMAÇÃO ADICIONAL 07.2009 Participação, em grupo, com o projecto “Torre de escritórios em Alcântara” no “Prémio Universitário Arquitectura e Engenharia Civil 2009”, CMM.

04.2008 Participação, em grupo, com o “Projecto Kapa” no “Prémio Internacional Tektónica '08 | Aldeia itinerante para uma comunidade verde”, O.A. 06.2004 a 10.2004 Realização, em grupo, de uma maqueta para a exposição "Arquitectura e Cidadania Atelier Nuno Teotónio Pereira", realizada no Centro Cultural de Belém, Lisboa.


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

HABITAÇÃO UNIFAMILIAR BARROCAL O projecto enquadra-se no âmbito da cadeira de Projecto III (3º ano - 1º semestre), com orientação dos arquitectos João Pedro Falcão de Campos e Henrique Oliveira. O objectivo geral consistia no desenho de uma habitação unifamiliar na Herdade do Barrocal, Alentejo. O edifício proposto dispõe-se segundo dois corpos perpendiculares que se adoçam ao terreno e aos seus constituintes. O corpo principal é composto pelas áreas comuns, com um hall, uma sala, uma i.s. e uma cozinha. O corpo secundário, formado pelas áreas privativas, tem quatro quartos e três i.s.. A ligação entre os dois corpos permite a transição de um espaço de recepção para uma área lúdica composta por um pátio e um tanque de água. A nascente presencia, ainda, um volume de menor dimensão que corresponde arrumos e estacionamento. Pretendeu-se que o espaço criado valoriza-se o local onde se insere, respeitando a área onde pousa e facultando a ligação entre o espaço exterior e interior. Tal intenção passou, principalmente, pela definição da forma e escolha dos materiais e acabamentos.

IMAGENS 01 | Foto 02 | Foto 03 | Foto 04 | Foto 05 | Foto 06 | Foto 07 | Foto 08 | Foto

da do do da da da da da

área de implantação local local maqueta maqueta maqueta maqueta maqueta


05 06

01

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PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

Alçado Lateral Direito

Planta do Piso 1

A

1

Alçado Lateral Esquerdo 3 4 6

B

2

Corte BB

5

6

5

6

5

1 5

9 1 6

A

8 5

5m LEGENDA 1 - Circulação 2 - Sala 3 - Cozinha 4 - Despensa 5 - Quarto 6 - I.S. 7 - Arrumo/Garagem 8 - Terraço 9 - Tanque

6

5m

B

5

6

5

6

5


07 08

Alçado Frontal

05

Alçado Posterior

06

Corte AA

07

1

5m LEGENDA 1 - Circulação 2 - Sala 3 - Cozinha 4 - Despensa 5 - Quarto 6 - I.S. 7 - Arrumo/Garagem 8 - Terraço 9 - Tanque

3

4

2

1

5

08 MATERIAIS Alvenaria Tijolo Betão


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

HABITAÇÃO MULTIFAMILIAR NA BAIXA O projecto enquadra-se no âmbito da cadeira de Projecto III (3º ano - 2º semestre), com orientação dos arquitectos João Pedro Falcão de Campos e Miguel Pires de Lima Salgado Braz. O objectivo geral consistia na reabilitação de um edifício de habitação multifamiliar na Baixa Chiado, Lisboa. projecto propõem a renovação total do interior que, no entanto, respeita a relação do pré-existente com a construção nova. Tendo em conta as necessidades actuais de habitabilidade e o carácter da proposta optou-se pela introdução de áreas comerciais e de um silo automóvel (de acesso ao estacionamento comum do edifício) no piso 0. E nos pisos superiores de habitação single e duplex de tipologia T1 e T3, respectivamente. A proposta pretendeu, ainda, a renovação do saguão do quarteirão onde se insere o edifício através de uma permeabilidade das áreas comerciais do piso 0 e da abertura do vão de escadas deste para a área interior. A disposição das áreas habitacionais tende, também, a vivenciar o espaço mais intimista do interior do quarteirão, bem como os espaços exteriores das ruas adjacentes ao edifício.

IMAGENS 01 | Planta da área de implantação 02 | Foto do local 03 | Foto do local 04 | Foto do local 05 | Foto do local 06 | Fotomontagem 07 | Foto da maqueta 08 | Foto da maqueta


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PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

A

Planta do Piso 3 A

Planta do Piso 2 A

Planta do Piso 1

9 8 5

4

4

4

4

4

7 9 B

B 1

3

B

B 3

1

B

B

9 9

9 1

7

4

2

3

9

4

4

4

4

6

1

7

9

MATERIAIS Alvenaria Tijolo Betão

11

6

9 8

5m LEGENDA 1 - Entrada 2 - Escadas 3 - Elevador 4 - Comércio/Serviços 5 - Estacionamento em silo 6 - Sala comum 7 - Cozinha 8 - Quarto 9 - I.S. 10 - Casa das Máquinas 11 - Terraço

11

9

2

9

4

7

1

9

9

9

2

6

9

6


11 12

Corte AA A

Planta do Piso 4

9

8

8 6

9 8

8

B

9

7

1

11

B

9 3

2

9

8

9

1

7

11

8 6

9 8 8

9

5m LEGENDA 1 - Entrada 2 - Escadas 3 - Elevador 4 - Comércio/Serviços 5 - Estacionamento em silo 6 - Sala comum 7 - Cozinha 8 - Quarto 9 - I.S. 10 - Casa das Máquinas 11 - Terraço

MATERIAIS Alvenaria Tijolo Betão


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

Alçado lateral Esquerdo

5m LEGENDA 01 - Entrada 02 - Escadas 03 - Elevador 04 - Comércio/Serviços 05 - Estacionamento em silo 06 - Sala comum 07 - Cozinha 08 - Quarto 09 - I.S. 10 - Casa das Máquinas 11 - Terraço

Alçado Lateral Esquerdo

IMAGENS Alvenaria Tijolo Betão


13 14

Alçado Lateral Direito

Corte BB

01

2

3

2

3

9

2

3

9

2

3

9

2

3

9

2

3

1

01

5m LEGENDA 01 - Entrada 02 - Escadas 03 - Elevador 04 - Comércio/Serviços 05 - Estacionamento em silo 06 - Sala comum 07 - Cozinha 08 - Quarto 09 - I.S. 10 - Casa das Máquinas 11 - Terraço

IMAGENS Alvenaria Tijolo Betão


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

TORRE DE SERVIÇOS EM ALCÂNTARA O projecto enquadra-se no âmbito da cadeira de Projecto IV (4º ano), com orientação do arquitecto Mário Sua Kay. O objectivo geral consistia no desenho de uma área de habitação, comércio e serviços num vazio urbano em Alcântara, Lisboa. O projecto foi realizado em cooperação com mais dois alunos e está documentado na fase de estudo prévio e no projecto de execução (apenas para a torre de escritórios). Situada junto à Av. Da Índia e na proximidade da ponte 25 de Abril, a área de projecto tem uma grande exposição, principalmente a nível visual, o que se tornou um ponto fundamental no desenvolvimento de todo o trabalho. Inserida num plano que abrange edifícios de habitação, comercio, lazer e serviços, a torre de Alcântara mais que um edifício de escritórios será um ícone na paisagem de Lisboa. A sua localização estratégica, no ponto de intersecção entre duas das mais movimentadas avenidas dão-lhe uma excelente acessibilidade o que, favorece o projecto do ponto de vista comercial. Ao mesmo tempo também a proximidade com o rio foi um dos aspectos geradores do conceito. A torre de Alcântara prima pela elegância das suas linhas e pela imponência do seu traçado. A questão da visibilidade tem neste projecto uma dupla faceta, uma vez que uma das premissas do conceito era “ser visto e ver”. Deste modo á medida que sobe em altura, a torre vai abrindo o seu ângulo para o rio e para a cidade, sugerindo visualmente uma rotação da estrutura e criando um espaço interior que permite contemplar a paisagem envolvente nas suas melhores direcções. Por consequência destas ideias, surgiu a necessidade de trazer para a fachada a marcação da estrutura treliçada.

IMAGENS 01 | Foto da área de implantação 02 | Foto do local 03 | Foto do local 04 | Fotomontagem 05 | Foto da maqueta


16 17

01

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03

15


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

05

Esquema de funcionamento

Jardim Panorâmico

Piso de Escritórios

Piso técnico

Piso de Escritórios

Piso técnico

Piso de Escritórios

Recepção

Alçado Lateral Direito


17 18

Planta do Piso 0

5m

Planta do Piso 13


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

Planta do Piso 23

5m

Planta do Piso 35


19 20

Planta pormenorizada do nĂşcleo


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

Área pormenorizada do Corte AA

Pormenor A


21 22

Pormenor B Maciço de betão (elemento pesado)

Envidraçado duplo constituído por vidro exterior termoendurecido, caixa de ar e vidro interior laminado

Isolamento térmico em placas rigidas de poliestireno extrudido com 60mm de espessura, tipo wallmate

Malha metálica em aço inox do tipo "Raver & Boecker" da Cruzifer, modelo Dokawell - mono 3381

Sistemas de impermeabilização, isolamento térmico e acabamento, tipo imperalum, em cobertura invertida

Cavilha de aluminio com ruptura térmica amodizado na cor natural

Laje colaborante, cosntituída por chapa ondulada e betão

Grelha metálisa com quadrícula com 30mm encastrada na estrutura de betão

Perfil de aço alveolar HEA 400

Sprinkler horizontal

Estrutura de suporte do tecto falso

Vidro serigrafado temperado temperado aparafusado

Tecto falso em placas de gesso cartonado lisas em módulos 600x600mm, com rectas ocultas e acabamentos em cor "branca"

Perfil de aço alveolar UNP 400 alterado

Isolante térmico em placas rígidas de poliestireno extrudido com 40mm de expessura tipo wallmate Chapa de aço fixada na viga para suporte de caixalharia e revestimento 0,2m Monenculutarura A | Estrutura A1 Pilar de secção circular em aço com 850mm de diâmetro e 25mm de espessura A2 Pilar de secção circular em aço com 750mm de diâmetro e 25mm de espessura A3 Malha diagonal estrutural em tubos de aço A4 Perfil de Aço alveolar UNP 400 A5 Perfil de aço alveolar HEA 400 A6 Laje Colaborante, constituída por chapa ondulada e Betão A7 Laje de Betão Armado A8 Parede estrutural de Betão Armado B | Paramentos B1 Revestimento em Painel MDF do tipo “Nature Masisa” da marca “Fresno Oscuro”. B2 Reboco areado fino pintado com tinta de cor “branco” B3 Revestimento de paredes em azulejo cerâmico vidrado cor “ cinza

claro”, dimensões 200x200mm, junta de assentamento branca B4 Divisória para WC revestida em alumínio anodizado B5 Revestimento cerâmico do tipo “Sisal Bordeaux” da marca “ Revigres” C | Tectos C1 Tecto falso em gesso misturado com partículas de madeira e acabamento em folha de madeira natural C2 Tecto falso em placas lisas de gesso cartonado 600x600mm com estrutura metálica de suspensão oculta. C3 Tecto falso em placas perfuradas de gesso cartonado 600x600mm com estrutura metálica de suspensão oculta. C4 Tecto falso em placas lisas de gesso cartonado 600x600mm com estrutura metálica de suspensão oculta, acabamento pintado para zonas húmidas. C5 Reboco areado fino pintado com tinta de cor “branco” D | Pavimentos D1 Pavimento em mosaico cerâmico do tipo “Quartzo Pérola” da marca “Revigres”, com 600x600mm

D2 Pavimento em mosaico cerâmico do tipo “Quartzo Pérola” da marca “Revigres”, com 300x600mm D3 Pavimento falso sobrelevado constituído por módulos de 600x600mm, apoiados em pedestais metálicos reguláveis em altura (podendo ser revestido a módulos coincidentes de alcatifa) D4 Pavimento constituído por módulos 600x600mm do mesmo tipo do pavimento anterior D5 Pavimento em mosaico cerâmico com 200x200mm cor “cinza claro” D6 Argamassa e cola de assentamento D7 Enchimento em Betão leve tipo LECA D8 Revestimento de degraus e patamares em mosaico cerâmico D9 Isolamento Corta-fogo E | Portas E1 Porta exterior corta-fogo de acesso à torre, de dupla folha em vidro lamelado de segurança, classe M0 de resistência ao fogo, 3000mm. E2 Portas interiores corta-fogo de acesso aos escritórios/núcleo, de correr, de dupla folha em vidro lamelado de segurança, classe M0 de resistência ao fogo, 1500mm de largura.

E3 Porta interior corta-fogo de acesso ao corredor de serviço de dupla folha em vidro lamelado de segurança, classe M0 de resistência ao fogo, 800mm. E4 Porta interior de acesso aos I.S.'s e zonas técnicas, com 800mm de largura, montada em aro metálico, com fechadura e acabada com fita de batente. E5 Porta interior de acesso aos I.S.'s, 750mm de largura, de correr, montada em calha superior, acabada com fita de batente. E6 Porta interior corta-fogo de alumínio com acabamento em painel MDF, classe M0 de resistência ao fogo, de acesso à saída de emergência com 100mm, montada em aro em perfil metálico, acabada com fita de batente. F | Fachada F1 Fachada simples com envidraçado Duplo constituído por vidro exterior termo endurecido, caixa-de-ar e vidro interior laminado F2 Fachada dupla ventilada com envidraçado Duplo constituído por vidro exterior termo endurecido, caixa-de-ar e vidro interior laminado G | Equipamentos Fixos ou Móveis

G1 Guarda com corrimão tubular em aço inox (Ø50mm) e restantes barras em perfil de secção quadrangular 20mm em ao inox fixa à estrutura por suportes estandardizados G2 Lavatório de encastrar G3 Sistema integrado de autoclismo e estrutura suspensa de sanita suspensa G4 Torneira de mistura para lavatório G5 Espelho Fixo com réguas inferior e superior G6 Doseador de sabão Liquido G7 Secador de Mãos G8 Portarolo de papel higiénico G9 Piaçaba G10 Prateleira de apoio em vidro G11 Armário Cozinha G12 Carretel de combate a incêndios de 20m G13 Boca-de-incêndio G14 Guarda com corrimão tubular em aço inox (Ø50mm) G15 Degraus metálicos, com rasgos para embutir as chapas de suporte

H | Sistemas Mecânicos H1 Elevador OTIS com capacidade para 17 utentes, 1275Kg e portas com vão de 1000mm. H2 Caixa técnica dos elevadores J | Coretes J1 Distribuição de Águas J2 Recolha de Águas Residuais e Pluviais (sistema separativo) J3 Electricidade J4 Telecomunicações J5 Conduta de Ventilação - insuflação J6 Conduta de Ventilação - extracção K | Diversos K1 Iluminação suspensa do tipo ART4306B70 da marca “arks” K2 Arvore de porte pequeno


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

INTERVENÇÃO URBANA NA ÁREA SUL DA NOVA TTT O projecto enquadra-se no âmbito da cadeira de Projecto V (5º ano), com orientação dos arquitectos Carlos Pereira da Cruz, Frederico Mendes da Fonseca e Nuno Lourenço Fonseca. O objectivo geral consistia no desenho de um plano urbano de enquadramento à Terceira Travessia do Tejo (TTT) no lado Norte, tendo sido alvo de estudo a área relativa ao bairro do Beato, Lisboa. Falar da proposta colectiva A proposta para a rua de Xabregas/Beato assume-se como uma nova centralidade. De forma a criar um maior dinamismo na vivência desta área, os usos previstos divergem entre o comércio, a habitação, serviços e equipamentos. Propõem-se a substituição de alguns edifícios em mau estado de conservação e a demolição dos que impedem a concretização do novo desenho urbano. A colocação de um espaço público central assume-se como um ponto estratégico que permite a relação visual com o rio e a articulação dos edifícios propostos. Propõem-se ainda a compatibilização de usos do porto de Lisboa com os novos equipamentos de utilização pública. De forma a receber o “eixo verde” da proposta global, é sugerido um edifício de carácter comercial/cultural que permite a interligação do espaço verde com a rua Xabregas/Beato. Através da sua dimensão funcional e escala, este edifício assume-se como um intermediário entre a escala urbana do local e a escala da nova ponte. Da mesma forma que a continuidade da frente de rua é sustentada, são propostas ligações à envolvente em pontos estratégicos que permitem dinamização dos novos espaços públicos. Através do espaço verde e do novo equipamento é possível vencer as barreiras longitudinais, estabelecendo ligações entre a cota alta e baixa.

IMAGENS 01 | Planta da área de implantação da proposta de grupo 02 | Foto do local 03 | Foto do local 04 | Foto da maqueta da proposta de grupo 05 | Foto da maqueta da proposta individual 06 | Foto da maqueta da proposta individual


23 24

01

02

03

04


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

Planta Geral 8,00 18,00

17,00

8,00 17,00

22,00 16,00

7,00 15,00 14,00

14,00

6,00 7,00

13,00

6,00

12,00

26,00

14,00

11,00

5,00 9,00

8,00

7,00

6,00

5,00

10,00 11,00 12,00 15,00

12,00

9,00 13,00

13,00 14,00

Edif. 1

14,00

14,00 25,00

22,50 22,50

13,00

12,00

22,50

Edif. 2 22,50

11,00 10,00

8,00

7,50

Edif. 1

7,50

19,50

17,90

7,00

9,00 8,00

22,50

6,00

6,00

Edif. 1

Edif. 3 19,50

7,00

MALHA 1

MALHA 2 4,90

5,00

5,00

Edif. 1

MALHA 3

Edif. 3

Edif. 1

Edif. 2

24,50

24,50

20,50

Edif. 3

16,50

Edif. 2 20,50

MALHA 4

CONJUNTO

25m

MALHA 5

16,50


25 26

Perfil AA

BEATO A R T E FORUM

25m Perfil BB

26,00 24,50

BEATO A R T E FORUM

22,50 19,50

19,50

16,50

16,50

13,50

13,50

17,90 14,90 14,00 11,90 10,50

10,50 8,90

7,50

7,50

7,50

7,50

7,50

4,90

4,90

4,90

2,30

2,30

2,30

4,90 2,30

4,90

4,90

2,30

2,30

4,90

25m Perfil CC

26,00 24,50

24,50

20,50

16,50

16,50

20,50

20,50

16,50

16,50

20,50

16,50

14,00 12,50

16,50

16,50

13,50 12,50

12,50

12,50 10,50

8,50

8,50

4,50

4,50

1,90

1,90

8,50

8,50 7,50

25m

4,50

4,50 1,90

4,50

4,50 1,90

4,50

4,50


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

Perfil DD

25,50

20,50 17,90 16,50

16,50

14,90 14,00

13,50 12,50

11,90 10,50 8,90

8,50 7,50

5,00

4,90 2,30

4,90

4,50 1,90

4,50

4,50 1,90

Perfil EE

26,00 25,50

24,50

22,00

17,90 18,00

14,00

18,00

14,00

14,00

10,00

Perfil FF

24,50

22,50 20,50 19,50

19,50

16,50

12,50

13,50

13,50

10,50

10,50

16,50

12,50

12,50 10,50

8,50 7,50

25m

7,50

7,50

4,90

4,50

2,30

1,90

4,50


27 28

Perfil AA

05

26,00 24,50

BEATO A R T E FORUM

19,50 16,50 14,00

13,50 10,50 7,50

7,50

7,50

4,90

4,90

2,30

2,30

4,90 2,30

Perfil BB 25,50

20,50 17,90 16,50

16,50

14,90 13,50 12,50

11,90 10,50 8,90

06

8,50 7,50

4,90 2,30

4,90

4,50 1,90

4,50

4,50 1,90

Perfil CC 24,50

22,50 20,50 19,50

19,50

16,50

12,50

13,50

13,50

10,50

10,50

16,50

12,50 10,50

8,50 7,50

10m

7,50

7,50

4,90

4,50

2,30

1,90

4,50


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

PROJECTO RELÂMPAGO O projecto enquadra-se no âmbito do “projecto relâmpago” (exercício desenvolvido em grupo com 5 elementos de vários anos num período de uma semana) com orientação de todos os docentes do MA. O objectivo geral consistia na remodelação do átrio do Pavilhão de Civil e Arquitectura do IST, em Lisboa. O projecto nasceu da afirmação do eixo longitudinal do átrio do pavilhão, que se encontra quebrado pelas torres de circulação existentes, e que fragmentam o átrio em dois espaços que surgem descaracterizados. O eixo foi completamente assumido ao retirar as torres, tornando o átrio uma rua interior ampla, que estabelece o contacto visual entre os dois extremos do edifício. Este gesto levou a uma reorganização da circulação interna do pavilhão. A circulação vertical foi deslocada para o interior dos dois módulos que delimitam a “rua interior”, sendo constituída por quatro núcleos de escadas e elevadores panorâmicos, estes voltados para o átrio. A circulação ao nível de cada piso foi deslocada para o interior dos núcleos, permitindo que as salas se abram para o átrio e que venham “espreitar” e fazer parte da sua vivencia. As salas voltadas para o exterior seguem o mesmo princípio, “espreitando” para a vivência exterior, o que leva a uma reestruturação das fachadas, que se articulam num sistema de “caixas” mais ou menos salientes, participando num jogo de avanços e recuos que conferem dinamismo às fachadas.

IMAGENS 01 | Foto do 02 | Foto da 03 | Foto da 04 | Esquema 05 | Esquema 06 | Esquema

edifício a intervir maqueta maqueta do conceito da circulação de funções


29 30

01

04

CONCEITO

05

CIRCULAÇÕES Circulação horizontal Circulação vertical Espaços de transição Salas

02

03

06

piso 0

piso 1

piso 2

piso 3

FUNÇÕES Circulação vertical Espaço de Exposição/Biblioteca Salas de arquitectura Prolongamento salas de Arquitectura Salas de aula Bar/Refeitório Laboratório de Informática (LTI) Sala de estudo (24horas) Gabinetes Sala de reuniões


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

Planta Piso 0

Planta Piso 1

B

B

B

B

A

A

A

10m

B

A

A

A

B

Planta Piso 2


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Alรงado Frontal

Planta Piso 3

A

B

B

Alรงado lateral Esquerdo

Corte AA

A


PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

MAQUETAS O projecto enquadra-se no âmbito do “projecto relâmpago” (exercício desenvolvido em grupo com 5 elementos de vários anos num período de uma semana) com orientação de todos os docentes do MA. O objectivo geral consistia na remodelação do átrio do Pavilhão de Civil e Arquitectura do IST, em Lisboa. O projecto nasceu da afirmação do eixo longitudinal do átrio do pavilhão, que se encontra quebrado pelas torres de circulação existentes, e que fragmentam o átrio em dois espaços que surgem descaracterizados. O eixo foi completamente assumido ao retirar as torres, tornando o átrio uma rua interior ampla, que estabelece o contacto visual entre os dois extremos do edifício. Este gesto levou a uma reorganização da circulação interna do pavilhão.

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"Edifício de habitação social" "Edifício de habitação social" "Edifício de habitação social" "Casa Hermann Lange" "Casa Hermann Lange" "Casa Hermann Lange" "Vivendas sociais" "Vivendas sociais" "Vivendas sociais"


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PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

Projecto Kapa

O projecto enquadra-se no âmbito do “projecto relâmpago” (exercício desenvolvido em grupo com 5 elementos de vários anos num período de uma semana) com orientação de todos os docentes do MA. O objectivo geral consistia na remodelação do átrio do Pavilhão de Civil e Arquitectura do IST, em Lisboa. O “Projecto kapa ” nasce do conceito de um sistema flexível, que através da combinação de módulos recria um local de vivência multifacetado. Cada módulo autónomo é composto por uma zona fixa de preparação de refeições e de higiene pessoal e outra zona flexível de estar/dormir. Através das diferentes combinações possíveis, o projecto adapta-se facilmente ao espaço onde se insere, respondendo às várias funções e usos necessários. Procura-se que cada módulo seja um estímulo á criatividade, tanto dos habitantes da aldeia como dos habitantes locais. Desta forma, propõe-se a recolha de “lixos” (embalagens, garrafas, jornais, revistas, etc.) para que possam ser reutilizados na construção da “ Kapa” geradora do espaço, promovendo assim, o conceito de reutilização e reciclagem. A recolha das águas é feita num recipiente instalado na cobertura e, a recolha das águas residuais é feita directamente para a terra servindo de adubo natural sobre o qual no final da intervenção serão plantadas árvores.

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PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

Projecto Escola Lego

O projecto enquadra-se no âmbito do “projecto relâmpago” (exercício desenvolvido em grupo com 5 elementos de vários anos num período de uma semana) com orientação de todos os docentes do MA. O objectivo geral consistia na remodelação do átrio do Pavilhão de Civil e Arquitectura do IST, em Lisboa. A escola proposta é como um jogo. Um jogo de lego que através de um módulo se constrói e se adapta às necessidades requeridas, de concepção e/ou de alteração futura. O módulo (7 x 3 m) é prefabricado e levado para o local de construção onde se faz a montagem do edifício. Esta montagem é como uma brincadeira de crianças, em que o resultado final se constrói com adição e subtracção das várias peças que a compõem e que permite inúmeras combinações. O módulo é constituído por uma estrutura autoportante paralelepipédica e revestido por um material que atende às necessidades de conforto ambiental. De forma a atender as necessidades solares, o módulo na face frontal é constituído por uma fachada em que abertura para o exterior (janela) é mutável. Através de 3 módulos de meia fachada obtêm-se diversas combinações que se adaptam à sua orientação solar. Vistos que os corredores são elementos interiores optou-se pela iluminação zenital. Todas as janelas são compostas por sombreamento vertical exterior e sombreamento horizontal nas fachadas viradas a sul. Temos ainda a implementação de sistemas de energia renovável de forma a IMAGENS responder às necessidades energéticas da escola. 01 | Painel 1 02 03 04 05 06

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PROJECTOS ACADÉMICOS ACADEMIC PROJECTS

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO REABILITAÇÃO SUSTENTÁVEL DO PATRIMÓNIO: Análise a um caso de estudo reconvertido para habitação A presente dissertação procura analisar o tema da reabilitação sustentável do património arquitectónico, de modo a identificar e avaliar os princípios que, integrados na reabilitação de edifícios com valor patrimonial, levam à sustentabilidade do edificado, clarificando o seu contributo e a sua limitação. O estudo estrutura-se em duas partes distintas. A primeira corresponde a um enquadramento teórico sobre o conceito e os critérios de intervenção no património arquitectónico, que incidiram desde o século XVIII até ao início do século XXI. Prossegue-se com a análise ao património no contexto nacional e explora-se os actuais conceitos e critérios de intervenção em edifícios antigos. De seguida, introduz-se e analisa-se os temas sustentabilidade e reabilitação, de modo a ilustrar a sua importância e complementaridade no âmbito do sector da construção. Por último, apresenta-se os princípios e instrumentos para a sustentabilidade do ambiente construído, com especial ênfase no sistema nacional de avaliação voluntária para a construção sustentável - o LiderA. A segunda parte consiste na apresentação e análise de um caso de estudo - o “Convento dos Inglesinhos” - considerando o seu contexto histórico e cultural e o seu posicionamento, após reabilitação e reconversão para uso habitacional, ao nível da sustentabilidade. A análise realiza-se segundo o sistema LiderA que, após os resultados, auxilia na apresentação de estratégias que permitam a melhoria efectiva do desempenho ambiental do caso de estudo. O propósito final, é a elaboração de um conjunto de recomendações gerais de projecto, ao nível da reabilitação de edifícios com valor patrimonial para habitação, que assentes em princípios de sustentabilidade possibilitem a preservação e fruição futura dos valores culturais e ambientais destes edifícios. Palavras-chave Património Arquitectónico | Reabilitação | Habitação | Sustentabilidade |LiderA


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