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Newsletter 23 ASSOCIAÇÃO INSULAR DE GEOGRAFIA Volume 2, Edição 8

Newsletter 23

De regresso ao trabalho

Nesta edição:

Setembro significa, para a maioria de nós, o início de mais um ano de trabalho.

 De regresso ao trabalho

Queremos antes de mais desejar a todos os nossos associados um ano excelente,

 A Associação Insular de Geografia

na esperança que todos os objetivos pretendidos sejam alcançados.

acolhe o Centro de informação Europe Direct

Para os professores é um novo ciclo que se inicia pela “milésima” vez. Todos os anos, por esta altura, a agitação começa. É tempo de conhecer o horário novo, os novos alunos, as novas turmas, os novos encarregados de educação, os novos colegas e, para alguns, uma escola nova. É necessário preparar o ano atempadamente, fazer uma lista do material necessário, multiplicar-se pelas várias reuniões do arranque do ano letivo, preparar as aulas, elaborar planificações a longo, médio e curto prazo, definir estratégias de aprendizagem… entre outras. Como se isso não bastasse, muitos ainda têm a preocupação (não menor) de pensar no regresso à escola do(s) filho(s). Sabemos que isto de regressar às aulas é difícil para os miúdos mas, sobretudo, para os pais. Aos nossos associados professores que ainda não obtiveram colocação, queremos deixar uma palavra de apreço, encorajamento e esperança de uma rápida colocação, assim como para os geógrafos em geral, que estão “fartos” de enviar currículos e que desesperam por uma resposta, se possível positiva. Como habitualmente a equipa da AIG já está no “terreno” para dar-vos todo o apoio

 Trabalho de investigação sobre a perceção do risco dos residentes na RAM

 A Associação Insular de Geografia integra a partir de 16 julho o grupo de parceiros do projeto “Educação para a Segurança e Prevenção de Riscos”

 Ações de sensibilização  Ação de formação “Prevenção e Segurança na Escola”

 Dia Europeu sem carro  Semana da Mobilidade - Funchal  GeoArtigos - “O Risco dos Grandes Aterros do Concelho do Funchal”

 Curiosidades

possível e necessário. Os nossos associados sabem que podem contar com uma equipa empenhada na defesa dos nossos interesses.

Linha de Apoio ao Professor 291944757

A Associação Insular de Geografia acolhe o Centro de Informação Europe Direct Como já é do conhecimento da maioria dos nossos associados, a nossa associação acolhe, desde o dia 1 de janeiro de 2013, o Centro de Informação Europe

www.aigmadeira.com

Direct, integrando assim a Rede de Informação Europe Direct. O Centro de Informação Europe Direct Madeira está localizado nas nossas instalações e irá, entre outras iniciativas, facultar informações de carácter geral sobre a União europeia (UE) (sessões de sensibilização, sítios Web, publicações, colaboração com os órgãos de informação locais) e dar resposta a pedidos de informação dos cidadãos pessoalmente ou por telefone/correio eletrónico.

www.twitter.com/aigmadeira


Newsletter 23 Os centros de informação Europe Direct (CIED) atuam como intermediários entre os cidadãos e a União Europeia ao nível local. Em traços gerais, a missão da rede Europe Direct é: - permitir, a nível local, que os cidadãos disponham de informações, orientação, assistência e respostas a perguntas sobre as instituições, legislação, políticas, programas e possibilidades de financiamento da UE; - promover ativamente o debate sobre a UE e as suas políticas, a nível local e regional; - permitir às instituições europeias melhorarem a difusão da informação adaptada às necessidades locais e regionais; - permitir ao público enviar reações às instituições da UE sob a forma de perguntas, opiniões e sugestões. O Centro de Informação Europe Direct Madeira (CIED Madeira) é um dos 19 centros escolhidos pela Representação da Comissão Europeia em Portugal para o período 2013-2017, integrando a rede de informação que a nível europeu atinge os 500 centros. No nosso Centro encontrará à sua disposição uma equipa qualificada que se encontra pronta para responder às suas questões sobre a UE. Além da função informativa, o CIED Madeira propõe-se igualmente desenvolver diversas iniciativas, desde ações de sensibilização/formação, conferências e eventos, sobre os diversos domínios de atividade da UE, promovendo deste modo uma cidadania mais participativa. Para mais informações poderá consultar a página oficial do Centro Europe Direct Madeira em http://europedirect.aigmadeira.com/ .

PORTAIS EUROPEUS:


Volume 2, Edição 8 Trabalho de investigação sobre a perceção do risco dos residentes na RAM A Associação Insular de Geografia encontra-se a desenvolver um trabalho de investigação que procura conhecer a perceção dos cidadãos madeirenses sobre os riscos naturais, sua gestão e comunicação, com vista ao desenvolvimento de estratégias de comunicação do risco adequadas à realidade regional. Como parte integrante desse trabalho, estamos a recolher a opinião da população madeirense através de um inquérito que pretendemos abrangente e representativo. Nesse sentido, solicitamos a sua colaboração no preenchimento do seguinte inquérito: https://pt.surveymonkey.com/s/riscosnaturaismadeira (A ligação acima pode ser copiada e reencaminhada, permitindo o preenchimento por terceiros) Os dados fornecidos são confidenciais e anónimos, pelo que lhe solicitamos que seja o mais rigoroso possível no preenchimento. Caso manifeste interesse, teremos todo o gosto em dar-vos conta dos resultados finais deste estudo após a sua conclusão.

A Associação Insular de Geografia integra a partir de 16 julho o grupo de parceiros do projeto “Educação para a Segurança e Prevenção de Riscos” A assinatura do protocolo que estabelece a parceria decorreu no dia 16 de julho, às 12h00, na Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos de Santo António. Na cerimónia estiveram presentes para a assinatura dos protocolos o Secretário Regional da Educação e Recursos Humanos, Jaime Freitas, e o Secretário Regional dos Assuntos Sociais, Francisco Jardim Ramos, assim como as entidades parceiras, nomeadamente, a Associação Insular de Geografia, Serviço Regional de Proteção Civil, Instituto de Administração da Saúde e Serviço de Defesa do Consumidor.


Newsletter 23 O projeto “Educação para a Segurança e Prevenção de Riscos” O Quadro Estratégico de Cooperação Europeia consagra, em matéria de educação e formação, a necessidade de “promover a igualdade, a coesão social e a cidadania ativa”, assim como refere que “na modernidade ocidental, a promoção da cidadania foi sempre assumida como uma das missões essenciais da escola”. Se as catástrofes associadas a fenómenos naturais ou decorrentes de ações humanas, acarretam consequências mais ou menos gravosas, consoante as vulnerabilidades da zona onde se produzem, a magnitude do fenómeno em causa e os próprios elementos em risco nela existentes, nomeadamente a população, as edificações, as atividades económicas, os serviços e as infraestruturas, torna-se imprescindível dotar os cidadãos dos conhecimentos e competências essenciais à prevenção e autoproteção face ao risco, implicando isso, por parte de toda a sociedade, uma alteração de comportamentos que deve ser encarada como uma tarefa de todos e para todos. Corroborando esta necessidade, tanto o estudo de risco de aluvião na RAM, realizado pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa em parceria com o LREC, como o relatório do II Fórum Intermunicipal de Intercâmbio de Experiências em Prevenção de Riscos (Santana, nov. 2011) remetem nas suas conclusões finais para a necessidade de “investir muito na educação dos cidadãos”, particularmente na “educação para a prevenção e gestão de riscos”, e para a “promoção de atividades no âmbito da gestão do risco e das emergências”. Assim, perante a missão da escola de promoção da dimensão de cidadania, e à realidade e vulnerabilidade da RAM face aos diferentes riscos, o projeto “Educação para a Segurança e Prevenção de Riscos” é um passo importante no desenvolvimento de uma cidadania responsável, consciente e ativa, face à segurança e à prevenção de riscos. A escola, como espaço coletivo, além de conhecer os riscos a que se encontra exposta, prever os seus efeitos e interiorizar comportamentos de prevenção e autoproteção, refletidos nos seus Planos de Prevenção e Emergência pode, enquanto espaço privilegiado de disseminação de saber, desempenhar um papel muito relevante na difusão de conhecimentos, competências e comportamentos essenciais à segurança da sociedade. Nesse sentido, este projeto tem como objetivo proporcionar aos alunos uma área de formação vocacionada para o desenvolvimento pessoal e social que contemple simultaneamente temáticas de cidadania, numa perspetiva de prevenção de riscos e valorização da cultura de segurança. Pretende-se, com este projeto, incentivar a adoção consciente de atitudes que evitem comportamentos de risco, que minimizem a exposição a diversos tipos de acidentes e que consciencializem e treinem alguns procedimentos de prevenção e emergência.


Volume 2, Edição 8 A escola, além de se assumir como um espaço de apreensão de conhecimentos, apresenta-se como veículo de integração social e com um objetivo transformacional do indivíduo na sua sistemática preparação para o exercício ativo da cidadania. Nesta preparação do aluno para a vida ativa surge a necessidade de proporcionar a aquisição de competências na área da educação para a segurança e prevenção de riscos, designadamente: identificação de riscos, procedimentos de emergência, medidas de prevenção e de autoproteção, identificação de sinaléticas, identificação de plantas de emergência e conhecimento e reflexão acerca do espaço envolvente e dos seus riscos. O presente projeto enquadra-se, portanto, no contexto de criação de uma “cultura de segurança” em que o Plano de Prevenção e Emergência, assim como a sua efetiva implementação (obrigatória face ao previsto no artigo 22.º do Decreto-Lei n.º 220/2008 de 12 de novembro, diploma este que foi adaptado à RAM através do Decreto Legislativo Regional n.º 11/2010 de 25 de junho), se constitui como um meio privilegiado para trabalhar essa “cultura de segurança”. Essa efetiva implementação traduz-se na concretização das medidas de autoproteção (artigo 198.º da Portaria n.º 29/2013, de 222 de abril), nomeadamente na periódica realização de simulacros, de ações de sensibilização e formação na área da segurança, dinamizadas pela própria escola, e ainda no preenchimento dos registos de segurança. Mas porque pretendemos perspetivar uma conceção de segurança que seja pluridimensional, neste quadro conceptual que aqui traçamos, queremos também integrar as áreas de segurança alimentar e de segurança rodoviária. O papel da educação alimentar na prevenção da doença e promoção da saúde é outro dos conteúdos de referência nesta temática. Segundo o Regulamento CE n.º 852/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 29 de abril, e em vigor desde janeiro de 2006, no âmbito das preocupações relativas à higiene dos géneros alimentícios, adianta que todas as empresas/instituições deviam criar, aplicar e manter programas de segurança e processos baseados nos princípios HACCP (Hazard Analysis and Critical Controle Points), ou seja, análise dos perigos e controlo de pontos críticos. Nesta vertente do projeto, pretendemos integrar as orientações desenvolvidas pela Direção Regional de Planeamento, Recursos e Infraestruturas no âmbito da higiene e segurança alimentar em ambiente escolar. As doenças alimentares constituem uma das principais preocupações ao nível da saúde pública, principalmente num dos grupos mais vulneráveis: as crianças. São múltiplos os riscos biológicos, físicos e químicos


Newsletter 23 que se situam na origem das doenças passíveis de serem transmitidas por alimentos. Os microrganismos, por exemplo, podem levar ao aparecimento de toxi-infeções alimentares. Daqui decorre a necessidade de implementar um código de boas práticas que evite a ocorrência de riscos associados à produção e confeção de produtos alimentares, pelo que estas questões de higiene alimentar se podem dividir em quatro grandes áreas: higiene pessoal, higiene e segurança das instalações, higiene e segurança dos equipamentos, ferramentas e superfícies de trabalho e higiene e segurança dos processos. Ainda no âmbito de um conceito alargado e pluridimensional de educação para a segurança, pretendemos integrar a temática da educação rodoviária. A generalização do uso de meios de transporte terrestre alterou significativamente o quotidiano das pessoas, por ter aumentado o número de utentes da via pública, fazendo surgir a necessidade de impor comportamentos cívicos padronizados e de assumir atitudes defensivas na utilização desses espaços comuns. Apesar da evolução tecnológica constatada nos sistemas de transportes, da melhoria dos traçados rodoviários, bem como do aperfeiçoamento do quadro normativo que regula a utilização da via pública e a circulação coletiva, os valores da sinistralidade rodoviária impõem a necessidade de abordar a educação rodoviária enquanto temática integrante da formação pessoal e da educação para o compromisso de cidadania. É neste contexto que se enquadra a intervenção da escola enquanto entidade com responsabilidades de formação global dos indivíduos, considerando que a atitude e a competência demonstrada pelos utentes da via pública dependem da sua educação e formação enquanto utilizadores. A conceção de projetos no âmbito da segurança rodoviária visa, fundamentalmente, conseguir obter redução no número de acidentes de viação através da apreensão de conhecimentos sobre sinalização e regras de trânsito e interiorização de normas de conduta e comportamentos específicos por parte dos utentes das infraestruturas rodoviárias.


Volume 2, Edição 8 Temas a abordar no âmbito do projeto – O cumprimento de normas e medidas de segurança de pessoas e bens; – Os riscos naturais, tecnológicos e mistos, prevenção e autoproteção; – O Plano de Emergência Familiar e o Plano de Prevenção e Emergência das Escolas; – Os agentes da Proteção Civil, emissão de avisos e principais medidas de autoproteção; – A higiene e segurança alimentar; – A educação rodoviária.

Ações de sensibilização A Geografia, enquanto ciência, estuda os fenómenos físicos e humanos à escala local, regional, nacional ou mundial, bem como, a sua distribuição no espaço, procurando identificar os fatores explicativos e as consequências dessa distribuição. Procura também interpretar os significados dos territórios, considerando para o efeito as dimensões identitárias dos lugares. Tendo em linha de conta a infinidade de questões relevantes associadas ao território que se colocam nos nossos dias, bem como a escassez de recursos humanos e financeiros com que quotidianamente nos deparamos, temos a necessidade de apurar aquelas que, pela sua atualidade e pertinência, consideramos mais relevantes para o desenvolvimento da região onde estamos inseridos. Nesse sentido, continuaremos a direcionar a nossa particular atenção para questões que têm ganho relevância na nossa sociedade e nas quais consideramos poder dar um contributo válido. Projetos de Sensibilização em Curso: Projeto “Prevenir Hoje para Salvar Amanhã…” A AIG promove, por solicitação das escolas, ações de sensibilização versando a temática dos Riscos e Catástrofes Naturais. Trata-se de uma apresentação multimédia que visa alertar os alunos para esta problemática, sensibilizando-os para a prevenção de riscos e adoção de medidas de autoproteção. A abordagem desta temática permite reforçar os conteúdos desenvolvidos pelos docentes, pois versam conteúdos que integram o programa curricular da disciplina de Geografia para o 3º ciclo de escolaridade.


Newsletter 23 Projeto “Segurança em Casa, na Rua e na Escola” A AIG, em parceria com o Serviço Regional de Proteção Civil e a Secretaria Regional de Educação e Recursos Humanos, estão a desenvolver ações de esclarecimento e sensibilização aos alunos, docentes, funcionários e encarregados de educação, tendo por objetivo o desenvolvimento de uma cultura de segurança nas escolas e na sociedade regional.

Ação de Formação "Prevenção e segurança na escola" O Centro de Formação e desenvolvimento Geográfico levou a cabo mais uma ação de formação. O curso de formação contínua Prevenção e Segurança na Escola, dirigido aos Professores da Escola Básica 2,3 Dr. Alfredo Ferreira Nóbrega Júnior, numa parceria da AIG com o Serviço Regional de Proteção Civil e com a Secretaria Regional da Educação e Recursos Humanos, decorreu nos dias 11 e 12 de setembro. Este curso visou a informação e consciencialização dos docentes para as responsabilidades individuais e enquanto membros da comunidade educativa, na implementação de medidas de prevenção e autoproteção face a situações de risco e emergência.

Organização:

Parceiros:


Volume 2, Edição 8

Dia Europeu sem carros O Dia Europeu "Na cidade, sem o meu carro!", fixado para o próximo dia 22 de setembro, partilha os objetivos da União Europeia para a recuperação da qualidade ambiental das cidades do Velho Continente. Consiste numa série de ações que realçam a importância da consciencialização do público, tendo em vista encorajar o desenvolvimento de novos padrões de comportamento que sejam compatíveis com uma mobilidade urbana melhorada e com uma maior proteção do ambiente. Tem um objetivo duplo: 

Consciencializar o público - gerando formas de informação e debate sobre a questão da mobilidade urbana (congestionamento, poluição, segurança,...) e soluções para os atuais problemas neste domínio;

Dar uma oportunidade às autoridades locais para introduzirem e/ou testarem novos meios de transporte e novas medidas de gestão do tráfego urbano, num contexto favorável do ponto de vista da opinião pública.

As condições criadas em cada localidade que participa no evento pretendem: 

Encorajar o desenvolvimento de comportamentos compatíveis com o desenvolvimento sustentável e em particular com a proteção da qualidade do ar e a prevenção do efeito de estufa;

Promover uma oportunidade para as pessoas utilizarem um transporte alternativo ao seu carro;

Proporcionar aos cidadãos uma oportunidade de redescobrirem a sua cidade, os seus habitantes e o seu património.


Newsletter 23 Semana da Mobilidade - Funchal


Volume 2, Edição 8 GeoArtigos Este mês temos o prazer de divulgar um artigo do nosso sócio Duarte Nuno Gouveia Araújo, Geógrafo Especialização em Estudos Ambientais, Mestre em Gestão do Território - Especialização em Planeamento e Ordenamento do Território. O artigo é um resumo da dissertação de mestrado, sob o tema Estudo da Vulnerabilidade dos Depósitos de Materiais de Escavação e de Construção (aterros) no Concelho do Funchal: Inventariação, Cartografia e Caraterização apresentada pelo autor à Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSHUNL) para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Gestão do Território - Planeamento e Ordenamento do Território. O artigo pode ser consultado no nosso sítio da internet. http://www.aigmadeira.com/working/wp-content/uploads/2013/09/Duarte-Araujo-O-risco-dos-aterros-do-concelho-do-Funchal.pdf

Curiosidades Você sabia que dançar combate o stress Se procura um bom remédio para combater o stress, aqui está uma boa solução: dance! Isso mesmo, a dança garante a saúde física e mental. Além de ser benéfico para a sua saúde, uma coisa pode ter a certeza, a diversão é garantida! Os efeitos benéficos para saúde são muitos: tonificação muscular, combate às gorduras extras, aumento da flexibilidade, melhora da coordenação motora, da postura, da memória e do controle da respiração… enfim, é tanta coisa boa que a lista parece não ter fim. Mas dançar não faz bem somente ao físico. O mental também é muito favorecido. O lúdico atrai e alegra as pessoas. Tudo isto motiva os praticantes a prosseguirem com as sessões com muita animação. Um grande incentivo que se encontra na dança é a socialização, conhecer pessoas e, por alguns minutos, espantar a tristeza e combater o stress. Durante as aulas é fácil deixar os problemas de lado. Há pessoas que desejam muito dançar, todavia deixam-se dominar pela timidez porque acham que não tem o mínimo de jeito para a dança. Segundo especialistas, estas pessoas estão muito enganadas, pois conseguem aprender facilmente, não tendo consciência do que o seu corpo é capaz. Porém, para tudo é necessário ter alguns cuidados, principalmente para as pessoas que têm problemas nas articulações dos joelhos. Estas devem consultar um especialista previamente. Visite uma escola, ginásio ou associação e escolha a modalidade de dança que mais combina consigo. Com certeza vai encontrar uma a seu gosto. E aí, a diversão é certa! Fonte: Adaptado da Revista Saúde (Editora Abril)


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