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R E U N I R P ES S OA S

REALIZAR D E S E J O S

A L I M E N TA R GERAÇÕES

Essa é a nossa missão ao abastecer a cidade com a 2 | REVISTA SUPERMERCADOS cristalalimentos.com.br/nossajornada

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@cristalalimentos


EDITORIAL

Gilberto Soares da Silva Presidente da Agos Caros(as) amigos(as) supermercadistas e parceiros(as) do nosso segmento varejista, estamos encerrando o primeiro semestre de 2021. Como todos(as) tem acompanhado, os nossos desafios continuam imensos. Mas estamos confiantes que tempos melhores virão: a economia está em plena retomada, a projeção do PIB aponta para um percentual superior a 4% e vai crescer muito o índice de vacinados. O horizonte, portanto, é muito promissor. Vamos falar, então, como encaramos este primeiro semestre. Os decretos em torno da pandemia, tanto o Estadual, quanto os municipais, trouxeram restrições para o nosso segmento. Em vários casos vimos que definiram que itens que vendíamos em nossas gôndolas não eram de primeira necessidade (os não alimentícios). Com isso, foram “enlonados” e isolados. E isso impactou o nosso faturamento. A Agos teve que agir rápido para minimizar a situação e conter esses prejuízos. Verificamos nesse processo uma coisa muito importante: a união do nosso setor, tanto na capital como no interior. Isso permitiu que a Agos passasse a ser ouvida nos Comitês de Pandemia que se formaram, em Goiânia, Aparecida, Trindade e Anápolis. Com isso, conseguimos um diálogo equilibrado com as autoridades, mostrando a relevância do segmento supermercadista e o quanto ele é essencial para o abastecimento das famílias, para a geração de empregos e renda. Mesmo enfrentando estas dificuldades, o segmento soube se adaptar a esses novos desafios e investiu pesadamente em normas sanitárias e de higiene, para assegurar à população um consumo saudável, sem risco, e aos nossos funcionários um trabalho seguro. Paralelamente a isso, também investiu na modernização e na inovação. As vendas por e-commerce e por meio de aplicativos de mensagens dispararam, e isso diminuiu o impacto negativo nas vendas, pois a população se conscientizou de que poderia fazer as suas compras a partir de suas residências. Também deve ser registrado o quanto a Agos está saindo fortalecida dessa crise. Os supermercadistas estão compreendendo a importância de se associar à entidade. Esse espírito de união está crescendo cada vez mais, a cada dia que passa. As ações desenvolvidas pela Associação ganharam ressonância em todo o Estado de Goiás e isso reverberou em novos associados. Tanto é assim que criamos uma Regional da entidade em Aparecida de Goiânia – e outras vão surgir. Isso vai contribuir para descentralizar as nossas ações e, consequentemente, vamos atingir um público mais amplo. Não obstante a pandemia, a Agos também continuou apostando em cursos e treinamentos para os associados e seus colaboradores, por intermédio da Escola Agos. Não paramos com nossa jornada. E, também, focamos na parceria com a Fecomércio/Sesc e Mesa Brasil para arrecadar alimentos para entidades filantrópicas que ajudam pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social. A campanha que teve inicio em maio envolveu mais de 100 lojas de associados. Apenas num primeiro momento arrecadou mais de oito toneladas de alimentos, que resultou em mais de 800 cestas básicas. E vamos ampliar e muito essas arrecadações. E para isso contamos, uma vez mais, com os nossos associados para adesão ao Carrinho Solidário. Estou muito confiante para o segundo semestre, como disse no início. Trata-se do ponto de virada. Vamos vencer a crise e sair dela mais fortalecidos. É preciso continuar acreditando e apostando na máxima: a União faz a Força! Uma ótima leitura a todos(as)!

EXPEDIENTE

CONSELHO ADMINISTRATIVO Presidente – Gilberto Soares da Silva Vice-presidente – Sirlei Antônio do Couto Secretário – Suail Alcântara 1º Conselheiro – Fábio Mesquita Lima 2º Conselheiro – Ediran Carlos da Silva 3º Conselheiro – Walter de Paula Oliveira 4º Conselheiro – Valdeci Luciano da Costa 5º Conselheiro – Wanderson Ferreira 6º Conselheiro – Roney Rodrigues Fernandes 7º Conselheiro – José Nakamura 8 Conselheiro – Givaldo Ribeiro Batista Junior 9º Conselheiro – Ricardo Pinheiro dos Santos 10º Conselheiro – Júlio Penha Peres 11º Conselheiro – José Elias de Paula 12º Conselheiro – Murilo Moraes 13º Conselheiro – Agnaldo Moreira da Costa Jr. CONSELHO FISCAL - EFETIVOS 1º Conselheiro - Jaime Canêdo 2º Conselheiro - Nivaldo do Nascimento Araújo 3º Conselheiro - Fernando Viandelli Lopes CONSELHO FISCAL - SUPLENTES 4º Conselheiro - Ulisses Jair dos Santos 5º Conselheiro - Márcio Ronney Dantas de Sousa 6º Conselheiro - José Guilherme Schwam DELEGADO JUNTO À ABRAS Nelson Antonino Alexandrino Lima COMITÊ FEMININO Selma Messias Honório COMITÊ DE DESENVOLVIMENTO Glauskston Batista Rios

REVISTA SUPERMERCADOS Editor • Francisco Barros Interativa Comunicação e Eventos (62) 3097-1406 / francisco@interativacomunica.com.br

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SUMÁRIO

6 PAINEL EMPRESARIAL Panificador 4.0 – Atitudes de Sucesso que Fortalecem a Sua Empresa e Transformam o Setor 10 CARRINHO SOLIDÁRIO Agos e Mesa Brasil Lançam Campanha Carrinho Solidário para Ajudar Famílias Necessitadas 12 ALIMENTOS SEGURO Agos e Sr. Food Safety desenvolvem parceria e lançam o projeto “Blitz do Alimento Seguro” 16 DICAS DE GESTÃO Especialista dá Dicas e Ensina Como Perder Menos e Ganhar Mais em Tempos Difíceis 20 TENDÊNCIAS DE MERCADO Produtos Saudáveis, Naturais e Orgânicos Ganham Maior Espaço nas Gôndolas das Lojas 24 POR DENTRO DO MERCADO Ranking Abras 2021 Revela o Notável Ano de um Setor Essencial que responde por 7,5% do PIB 26 HÁBITOS NA PANDEMIA Seção de Limpeza e Higiene Procura Inovar para Atender Consumidor Durante a Pandemia 4 | REVISTA SUPERMERCADOS


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PAINEL EMPRESARIAL

PANIFICADOR 4.0

ATITUDES DE SUCESSO QUE FORTALECEM A SUA EMPRESA E TRANSFORMAM O SETOR Precisamos pensar no Panificador 4.0, aquele que com atitudes à frente do mercado e que merece uma condecoração de honra ao mérito O setor panaderil é forte porque é constituído de homens e mulheres resilientes e que acordam todos os dias com o pensamento vencedor. Assim como minha mãe e meu pai fizeram por anos, enfrentar os desafios diários de ser empresário da panificação exige esforço. É por isso que precisamos pensar no Panificador 4.0, aquele com atitudes à frente do mercado e que merece uma condecoração de honra ao mérito. Especificamente em 2021, enxergam-se as dificuldades sofridas em decorrência da pandemia e as adversidades em manter o negócio aberto. Afinal, as padarias atendem quem reside e quem trabalha nas redondezas, sendo as referências regionais para os consumidores que sumiram das ruas por meses. Certa vez eu estava em um evento e um dos ouvintes da palestra me perguntou se a padaria é o melhor negócio. Respondi que não sei se é o melhor porque não conheço todos, mas é um dos melhores por sua versatilidade e possibilidades de ganho. Exige dedicação? Muita! Vale a pena? Certamente! Os desafios você conhece de perto, mas tomo a liberdade de compartilhar ações efetivas que mudaram a realidade de empresas neste ano. Dentro do desenho da pandemia, a primeira coisa que o empresário fez foi usar da sua resiliência e ajustar os serviços prestados. Por exemplo, as refeições que eram ofertadas na loja foram rapidamente adaptadas para o serviço de take away. O segundo ponto foi também ajustar o mix de produtos, privilegiando a redução de tamanhos de acordo com a nova realidade, regulagem do mix para ampliar a proporção de produtos com maior shelf life, e a busca ágil de adequação para o delivery. Especialmente quem não fazia atendimento online se adaptou com embalagens, na busca de conhecimento e no suporte de tecnologias disponíveis, reposicionamento da equipe de acordo com a redução de fluxo de clientes e conforme o ajuste de mix de produtos da produção própria.

Por Emerson Amaral

CEO do Instituto de Desenvolvimento das Empresas de Alimentação (@consultideal) 6 | REVISTA SUPERMERCADOS

Essas ações impactaram positivamente no aumento da produtividade e alinhamento do custo operacional da empresa. Um detalhe desse ajuste é a realização sem gerar prejuízos ao atendimento ao mercado e entendendo a comunicação com o cliente, que antes era offline. Enxergar a necessidade de trabalhar a comunicação online, reduzindo a distância entre o cliente e a empresa numa situação condicionada pela pandemia foi uma das ações primordiais para o momento.


Vale ressaltar que mesmo tendo esse cenário favorável, o empresário vive dois dilemas: permanece o desafio de como absorver ou repassar a alta de insumos: segundo pesquisa feita com as empresas atendidas por nós da @consultideal, no período de um ano houve um aumento médio de 35% no preço das matérias-primas. Isso impacta a lucratividade das empresas e põe em risco a sua sobrevivência, mesmo num cenário de aumento de vendas. O problema vem da alta da inflação, oscilações cambiais e flutuações de preços por causa do clima. Houve alta principalmente na farinha, gorduras, ovos, proteínas, combustível, gás e embalagens. Não há muito a se fazer no sentido de absorver esse custo, pois as margens existentes já foram comprometidas. O

caminho é aumentar o preço, mesmo sabendo do receio dos empresários em um momento de pandemia e perda do poder aquisitivo. Porém, há um limite que difere uma empresa sustentável de um negócio que acumula prejuízos. Vale destacar ainda a importância da gestão financeira. Mais do que nunca você precisa manter tudo organizado para analisar os dados e tomar as decisões corretas, além de padronizar os processos e trabalhar engenharia de cardápio.

PAINEL EMPRESARIAL

Posso dizer que 2020 foi de aprendizado para quem quis aprender - mas tem gente que não quis. Quem percebeu e se estruturou, colhe frutos em 2021. Há empresas que já retomaram o faturamento de antes da pandemia e começam a vislumbrar 2021 com crescimento significativo, baseado em números no cenário pré-pandêmico. Tenha por certo que 2020 não pode ser nossa base para comparação. O empresário aprendeu, fez o dever de casa, ajustou, implantou e hoje caminha para a retomada de crescimento.

O custo operacional crescendo mesmo tendo adaptado o negócio para a nova realidade: água, luz, aluguel, folha de pagamento etc. estão cada vez mais expressivos. O que se busca, e o caminho que eu entendo para trabalhar, é o ganho de produtividade em duas linhas - ajuste nos processos produtivos para aumento da produtividade, trabalhando principalmente na otimização de mão de obra e redução de desperdícios, o que resulta em menos gasto de insumos; e implantação de estratégias de marketing para valorização dos produtos, gerando maior margem de contribuição. Um dos caminhos para as estratégias de comunicação efetivas é trabalhar as datas sazonais. Destaca-se a venda com experiência de consumo e não apenas de produtos, o que eleva o item a um patamar em que não se vê meramente o preço dos ingredientes, mas sim o valor que ele vai representar ao ser consumido ou re-

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PAINEL EMPRESARIAL

cebido por alguém. Mas há muito espaço para a indulgência - o famoso “eu mereço” - com o cliente buscando por produtos diferenciados, que vão acompanhar os encontros que há muito tempo não aconteciam. O panificador 4.0 sabe que todas essas estratégias precisam estar atreladas à intensidade da comunicação com o cliente e a oferta de ferramentas que possibilitem a contínua compra pelos meios digitais. Atrelando a ampliação do mailing e o trabalho de gestão do cliente (CRM), e a criação de estrutura de venda online tem-se então o ciclo ideal de vendas e de lucratividade. Para entender melhor como reagir a esse cenário, tenha em mente o esquema ao lado. O empreendedor 4.0 é aquele que levanta e coloca a mão na massa. Como já dizia Wayne Huizenga, “tem gente que sonha com o sucesso. E tem gente que trabalha todos os dias para conquista-lo”. O empreendedor 4.0 é aquele que entende que as mudanças fazem parte do caminho mas a certeza do sucesso é o que move. Vamos em frente e conte sempre comigo para contribuir com o sucesso da sua empresa.

desafios atuais & caminhos para superação queda de fluxo de clientes Trabalhe ações de marketing, focando no aumento da comunicação com o cliente e gerando provocações.

queda de vendas Implemente as vendas online e ações de marketing para aumento do ticket médio.

Um abraço e até a próxima edição!

aumento dos custos Trabalhe no redirecionamento da equipe e revisão do mix de produtos.

aumento de matéria-prima Atue na revisão do cardápio, ampliação do mix de produtos de maior shelf live, ajustes no preço de venda e no tamanho dos produtos.

retomada da lucratividade CRM gestão de clientes

ampliação da comunicação digital

estruturação das vendas online

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ÍNDICE DE CONSUMO

NOVOS ASSOCIADOS MAIO, JUNHO E JULHO

GOIÂNIA RLM Representações Panificadora Maná Rigonali Alimentos INTERIOR Supemercado Tassarinha - Caldas Novas Hiper Carnes – Ap. de Goiânia Supermercado Nova Jerusalém – Ap. de Goiânia Supermercado J.A – Ap. de Goiânia Supermercado Reis – Ap. de Goiânia Super Dia – Ap. de Goiânia Supermercado Bruno – Ap. de Goiânia Super Euzane – Ap. de Goiânia Supermercado Serjão – Ap. de Goiânia Super Legal – Ap. de Goiânia Super Bessa – Ap. de Goiânia Super Mini Box N. Sra. Aparecida – Ap. de Goiânia Super 10 Supermercado – Ap. de Goiânia Supermercado Pague Menos – Ap. de Goiânia Supermercado Galvão – Ap. de Goiânia Supermercado Bom Tempo II – Ap. de Goiânia Super Rassio – Ap. de Goiânia Tropical Sorvetes – Ap. de Goiânia Atacado de Produtos do Sul - Rio Verde Solar JR - Nerópolis Pérola Distribuição - Anápolis Líder Supermercado - Xinguara - PA REVISTA SUPERMERCADOS |9


CARRINHO SOLIDÁRIO

A Agos, em parceria com o Sistema Fecomércio-Sesc-Senac, responsável pelo Projeto Mesa Brasil, lançaram no dia 2 de julho a Campanha Carrinho Solidário, que tem por objetivo arrecadar alimentos nos supermercados para destinar a mais de 400 instituições goianas que atendem famílias em situação de vulnerabilidade social. Antes mesmo do lançamento oficial a campanha já arrecadou, num projeto piloto, oito toneladas de alimentos, que foram convertidas em 800 cestas básicas. Até o momento cerca de 100 supermercados da capital já aderiram à campanha. O presidente da Agos, Gilberto Soares, já está articulando junto ao presidente da Fecomércio, Marcelo Baiocchi, levar a ação para o interior do Estado, ampliando o seu escopo. Isso seria possível em função da capilaridade dos supermercados, que estão espalhados pelo Estado de Goiás. O Mesa Brasil entraria com a logística e basta ao lojista aderir ao movimento e ajudar na divulgação da campanha para que os clientes possam doar os alimentos. 10 | REVISTA SUPERMERCADOS


Segundo Gilberto Soares os supermercadistas estão abraçando a ideia com muito entusiasmo, o que pode ser observado nas conversas que ele teve com os lojistas da capital e do interior. “Esta é uma campanha maravilhosa, que está tendo uma adesão acima das nossas expectativas. Eu só tenho a agradecer os supermercadistas pelo empenho e pelo entusiasmo com que estão abraçando esse movimento, que tem por objetivo matar a fome das pessoas que estão em situação de vulnerabilidade social”. O presidente da Fecomércio, Marcelo Baiocchi, durante o lançamento da campanha Carrinho Solidário, mostrou-se entusiasmado com a acolhida que está tendo o projeto. Ele também enalteceu a parceria com a Agos e falou sobre a importância dessa ideia num momento de crise pandêmica como a que estamos vivendo em que tantas pessoas estão passando necessidades básicas, sendo que uma das principais é a carência de ali-

“Para participar da campanha é muito simples: a pessoa que está passando as suas compras pelo check out do supermercado parceiro deposita 1 Kg (ou mais) de alimento não perecível no Carrinho Solidário e com isso estará ajudando a matar a fome de muita gente”

Este gesto de solidariedade num momento de grande dificuldade das populações mais vulneráveis vai confortar milhares de famílias que não tem o que comer. Os alimentos que serão coletados juntos aos supermercados, na capital e no interior, serão convertidos em cestas básicas que irão atender400 entidades filantrópicas de todo o Estado de Goiás que estão cadastradas no Programa Mesa Brasil.

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Produtos wms Limpeza geral!

mentos. “A expectativa é que possamos com essa iniciativa matar a fome de muita gente. Os carrinhos do Mesa Brasil estarão nos supermercados e receberão a doação de todo tipo de alimento não perecível”, explicou.

Como Participar

Para o êxito da campanha é necessário que ocorra a adesão de dois segmentos que são fundamentais: o supermercadista e os consumidores. A participação do supermercadista se dá com a sua adesão ao projeto, em que ele não terá custos, pois ao aceitar participar da campanha ele apenas cede um espaço para a Mesa Brasil colocar os Carrinhos Solidários com banners de divulgação. O cliente, passa pelos check outs e deposita nos carrinhos as suas doações, que podem ser um ou mais quilos de arroz, feijão, óleo, café e outros produtos não perecíveis.

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ALIMENTO SEGURO

Agos e Sr. Food Safety desenvolvem o projeto “Blitz do Alimento Seguro” A parceria vai assegurar aos associados da entidade um diagnóstico totalmente gratuito sobre as condições e boas práticas de manipulação de alimentos O presidente da Agos, Gilberto Soares, costurou parceria com a consultoria Sr. Food Safety, especializada na implantação de processos de qualidade e segurança de alimentos. Fruto dessa cooperação surgiu o programa “Blitz do Alimento Seguro”. O engenheiro de alimentos Wanderson Lima, diretor da Sr. Food Safety, explica que o objetivo do projeto é “disponibilizar para o associado da Agos um diagnóstico técnico totalmente gratuito”. Nesse diagnóstico – explica o engenheiro – “o associado terá uma visão geral sobre as condições de boas práticas de manipulação de alimentos em sua loja”. Por intermédio do Programa Blitz do Alimento Seguro o supermercadista que for associado da Agos poderá se beneficiar de diversas formas. Ele poderá se adequar para atender as normas sanitárias, com isso evita denúncias, multas, interdições, além de garantir a satisfação do consumidor. Wanderson explica que hoje “o maior fiscal quanto à qualidade e segurança do alimento é o próprio con12 | REVISTA SUPERMERCADOS

sumidor, que está cada vez mais atento quanto ao alimento que leva para sua casa”. Em decorrência da crise pandêmica o consumidor está ainda mais exigente quanto à observância das regras sanitárias e de higiene. Por isso, Wanderson acredita que o supermercadista deve ficar ainda mais atento a esta questão. “Investir em alimento seguro proporciona maior credibilidade junto ao consumidor e aos órgãos sanitários. Assim, o empresário que investe em alimento seguro se destaca e sai na frente por oferecer alimento seguro”, argumenta o engenheiro de alimentos.

7 de Junho

A preocupação com a segurança dos alimentos é uma questão que tem mobilizado a sociedade. Tanto é assim que a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, junto com a Organização Pan Americana de


Saúde instituíram a data de 7 de junho como Dia Mundial da Segurança dos Alimentos. O Manifesto de lançamento fazia os seguintes alertas: “Todos temos o direito a uma alimentação segura, nutritiva e suficiente. Ainda hoje, aproximadamente uma em cada dez pessoas no mundo adoece depois de consumir alimentos contaminados. Quando o alimento não é seguro, as crianças não conseguem aprender e os adultos não vão trabalhar. O desenvolvimento humano não acontece”.

Felicidade!

É alimentar o corpo com produtos naturais

“Não existe segurança alimentar sem segurança dos alimentos, e em um mundo em que a cadeia produtiva de alimentos se tornou complexa, qualquer incidente adverso de segurança dos alimentos pode afetar negativamente a saúde pública, o comércio e a economia. No entanto, a segurança dos alimentos é pressuposta. Muitas vezes é invisível até que você tenha uma intoxicação alimentar”. “Alimentos inseguros contêm bactérias, vírus, parasitas ou substâncias químicas nocivas que causam mais de 200 doenças, variando de diarreia a câncer. Este dia internacional é uma oportunidade para fortalecer os esforços realizados para garantir que os alimentos que comemos sejam seguros. Se você produz, processa, vende ou prepara alimentos, então você tem um papel na manutenção da segurança”. “Todos, ao longo da cadeia alimentar, são responsáveis pela segurança dos alimentos. Para este primeiro Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, todas as partes interessadas são convidadas a aumentar a conscientização global sobre a segurança dos alimentos em geral e destacar que todos os envolvidos nos sistemas alimentares têm um papel a desempenhar”.

Dicas Simples para Preservar a Segurança dos Alimentos Ao contrário do que se pensa, um programa alimento seguro não é implantado somente em grandes empresas. Pequenas empresas podem e devem lançar mão dessa ferramenta. Os principais pontos a serem observados são:

. .e ver florescer saúde (62)3295-2151

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Higienização e organização das instalações e equipamentos, por reduzir as fontes de contaminação e trazer maior produtividade. Temperatura de recepção e armazenamento dos alimentos perecíveis por evitar crescimento de microorganismo e reduzir o desperdício. Higiene e saúde dos colonizadores para prevenção a Contaminação cruzada dos alimentos.

Wanderson Lima Engenheiro de alimentos Especialista em Engenharia de Segurança Alimento. CRQXII12300292

Ações simples podem fazer toda a diferença e salvar vidas.

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Salgadinho de queijo é a aposta da Kellogg’s® para crescer em 2021 O Brasil é o 2º maior mercado de salgadinhos da América Latina, registrou R$ 7,3 bilhões em vendas totais em 2019, de acordo com dados da Euromonitor e teve uma taxa de crescimento atrativa nos últimos 5 anos. De olho em uma maior participação nesse segmento, a Kellogg’s® traz para o Brasil o Cheez-it®, a maior marca de snack de queijo dos EUA, e inédito por aqui. O produto, que já está nos pontos de vendas nas opções de 29g, 65g e 115g, é fabricado na planta de São Lourenço do Oeste – SC, a primeira fábrica da companhia na América Latina.

Novo comercial da Piracanjuba na voz de Ivete Sangalo Com campanha inspirada na exaltação dos momentos com quem a gente gosta, a Piracanjuba reforça o mote “Gostamos de fazer bem o que te faz bem” para 2021. O clipe, marcado pela presença da Ivete Sangalo, potencializa o conceito de carinho e cuidado, com toque musical. Na voz da embaixadora, a declaração “Tudo o que eu quero, o que eu sempre quis... é te fazer bem, te fazer bem feliz...” reforça que, nos tempos como os atuais, nosso desejo é estar perto de quem amamos, abraçar pessoas queridas e nos sentir amados. Assim, as cenas da produção ressaltam os pequenos prazeres que a vida oferece, inclusive, quando dividimos uma comida gostosa com alguém especial.

Espumante Aurora é o mais premiado do semestre Quem disse que vinho bom é vinho caro? Importantes concursos e avaliações internacionais comprovam, mais uma vez, que rótulos com preços acessíveis são bem elaborados e que para degustar ótimos produtos não é preciso gastar muito. A Vinícola Aurora abocanhou neste semestre 16 novas distinções. Foram 9 medalhas para 7 produtos diferentes em concursos na França, Inglaterra e Espanha. A empresa também obteve outras 7 pontuações acima de 80 no principal guia de vinhos da América do Sul do mundo. O preço médio deles? Apenas R$ 50! Há cerca de 20 anos a empresa mantém o título de mais premiada do País, com 740 medalhas em disputas chanceladas pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). 14 | REVISTA SUPERMERCADOS


Se os hábitos de consumo continuarem evoluindo como nos últimos anos, cada vez mais os produtos perecíveis demandarão por espaços dentro do salão de vendas, exigindo-se mais e mais da refrigeração. A Eletrofrio Refrigeração Ltda., empresa brasileira com 75 anos no mercado da refrigeração comercial, compactua com todas as decisões dos supermercadistas que almejam projetos mais sustentáveis, mais eficientes e com baixo custo de manutenção. Com uma equipe de engenharia voltada ao desenvolvimento e aplicação de equipamentos de refrigeração para a exposição, armazenamento e manipulação de alimentos, nos colocamos à disposição para apresentar soluções que venham de encontro às necessidades dos mais diversos tamanhos e formatos de loja. Supermercados e indústria, juntos, em busca de um futuro mais sustentável.

NAS GÔNDOLAS

Eletrofrio aposta em parceria para um futuro mais sustentável

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DICAS DE GESTÃO

Como Perder Menos e Ganhar Mais em Tempos Difíceis É hora dos gestores voltarem-se para o administrativo financeiro das lojas e evitar os chamados pequenos desperdícios, que somados ao final geram grandes prejuízos Em momentos de crise como o que estamos vivendo, mesmo tendo crescido o consumo de alimentos entre as famílias, houve uma retração na renda das famílias, que passaram a ser mais seletivas na hora das compras. Se é verdade que os gastos com alimentação doméstica aumentaram, também é verdade que a margem dos supermercados é pequena com esses produtos. O que fazer então diante desse quadro complexo? É hora dos gestores voltarem-se para o administrativo financeiro das lojas e evitar os chamados pequenos desperdícios, que somados ao final geram grandes prejuízos.

A especialista informa que o primeiro ponto que deve ser observado, quando se fala a respeito dos pequenos desperdícios é ficar ligado na rotina inicial do processo de uma empresa. “A água e a energia são custos essenciais para a sobrevivência do negócio”, explica. Giselle cita os campeões de desperdício nessa área: luzes sempre ligadas sem necessidade, torneiras com vazamentos, ar condicionado, freezers e geladeiras velhas que consomem muita energia. “Então” – analisa – “esse é o primeiro ponto que a gente identifica para redução de perdas”.

Para orientar os supermercadistas sobre essas questões a Revista Supermercados conversou com a administradora de empresas, com MBA em Gestão Estratégica, Recursos Humanos e Negócios, Giselle Beatriz de Campos Oliveira. Ela também é consultora do Sebrae Goiás há 9 anos, facilitadora na Escola Agos e dirige a empresa Gisah Consultoria e Assessoria Empresarial. Giselle fez um diagnóstico sobre as questões mais sensíveis que devem ser observadas pelos gestores de supermercados para otimizar os seus lucros nesses tempos de pandemia.

O segundo ponto, de acordo com a administradora, é observar todas as funções que existem dentro de um supermercado. Para efeito prático, ela divide em quatro blocos: o pessoal da padaria; o pessoal do açougue; a equipe do caixa; e a equipe do hortifrúti. E ela cita, ainda, os repositores, responsáveis pelas gôndolas e pelo hortifrúti, sem esquecer, também, do descarte correto. Ela enfatiza que é “necessário analisar com muito critério aquele produto que está indo para o lixo para não desperdiçar ou rejeitar algo que ainda pode ser consumido”.

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DICAS DE GESTÃO

Por outro lado, é necessário ficar atento – pondera Giselle – para não deixar produtos na prateleira que o cliente identifique como algo que pode ser negativo para a imagem do supermercado. “Então” – argumenta – “este é um segundo ponto que é a otimização dos processos na linha, que é a eficiência das atividades do início ao fim, das tarefas de rotina do dia a dia, nessas quatro dimensões que citei, incluindo o chão de loja”. Giselle aponta outra questão que considera muito importante: trabalhar com um software moderno. Por que isso? Ela explica: “Para que possamos alimentar todos os controles da loja, não só o financeiro-contábil, mas também os controles dos custos sobre aquilo que mais se desperdiça, possibilitando um olhar crítico sobre produtos que tem curta durabilidade e vida menor, como é o caso dos laticínios e outros que não podem ficar muito tempo na prateleira. Evita-se, com isso, por exemplo, a perda de produtos perecíveis”. A consultora também chama atenção para o relacionamento com os fornecedores. Ela recomenda que “é preciso estar de olho na flexibilidade da negociação”. O que se quer dizer com isso? Giselle comenta: “Isso inclui preço, prazo, qualidade do material que o fornecedor entrega, mas contempla também a marca que ele oferece, a distância, o frete, as condições de pagamento”. E ela ainda acrescenta: “Ter um olhar bem criterioso para escolher o melhor fornecedor, que ofereça a melhor marca, com o menor preço, no melhor prazo e o menor prazo de entrega”.

uma cultura consciente e inteligente de consumo. Isso inclui, de acordo com a especialista, “desde um copo descartável, que pode ser substituído por um permanente, até o consumo do lanche, em que a pessoa não come tudo e descarta”. Ela explica que se trata de ter um cuidado maior para estimular o consumo consciente que inclui desde a água do banheiro, da descarga, torneira, até a luz, a energia, o telefone da empresa, enfim, tudo que se utiliza no trabalho.

Ainda sobre esse ponto, Giselle observa que “isso tudo tem que ser analisado em comparativos para que a empresa ganhe em volume de negociação do atacado, porque se a empresa comprasse no varejo seria diferente a negociação. Mas para uma área de supermercado, como a aquisição é em grande volume, essa negociação faz toda a diferença nos quesitos prazo de entrega e a diversidade de marcas que o cliente deseja, para que ele tenha opções de escolha e facilite a sua vida”.

Na verdade, argumenta Gisella, é necessário estimular uma consciência coletiva, que envolva não apenas o bolso, mas que implica em contribuir para a defesa do meio ambiente. Com isso, não se fica restrito a uma visão de que é necessário reduzir apenas as despesas materiais e financeiras, favorecendo a margem de lucro do proprietário do negócio. Trata-se de defender uma causa muito mais ampla: a nossa sobrevivência no Planeta Terra, replicando ações concretas no nosso dia a dia.

Na parte gerencial, Giselle chama atenção para a importância de o administrador estipular metas para a empresa. Isso se daria num contexto em que cada área precisa ter a consciência de que é necessário economizar o que for necessário visando reduzir custos e despesas. Para isso, orienta a especialista, devem ser criadas estratégias inteligentes para se atingir um resultado de redução em relação ao contexto geral da empresa.

A consultora também lembra que existem dois tipos de perdas dentro de um supermercado: as percebidas e as não identificadas. As não identificadas podem ser classificadas em três áreas: os furtos, as fraudes e os desvios cometidos por funcionários. Como combater isso? Rastreando o produto. Ele pode ser inventariado – explica Giselle – pela quantidade de itens adquiridos versus a quantidade de saídas e o que gerou de saldo no estoque. “Se essa diferença for exorbitante é necessário criar uma política de segurança na hora da venda, que pode incluir, inclusive, até uma trava”, comenta.

Como isso se daria na prática? Ela cita o caso da área do escritório do supermercado. “Poderia começar economizando papel A4, impressão não necessária, reutilização de papel rascunho, entre outras coisas. Então, em cada área precisa fazer uma análise criteriosa do que aquela área pode contribuir dentro da sua rotina de trabalho. Isso vale tanto para máquinas e equipamentos, quanto para material de consumo ou, ainda, itens que serão manuseados dentro da meta estabelecida”, argumenta. Giselle considera de grande importância que se crie uma Política de Redução de Perdas para estimular a equipe a ter

O último item que deve ser observado, segundo a consultora, é o que se refere à segurança da loja. É necessário, orienta Giselle, investir nessa área porque ele traz benefício para o gestor e reduz de forma perceptível os prejuízos. Ela sugere ter um monitoramento por câmera de segurança e um segurança presencial que caminhe nas gôndolas. “Trata-se de ter um olhar de fiscal e de segurança para ajudar a diminuir furtos e fraudes, para inibir qualquer atividade ilícita”, conclui. REVISTA SUPERMERCADOS | 17


ABRASMERCADO

CONSUMO NOS LARES BRASILEIROS ACUMULA ALTA DE 5,32% NOS PRIMEIROS MESES DE 2021 Créditos ao consumidor, medidas sociais do governo e investimentos dos próprios supermercadistas que geraram postos de trabalho estimularam o resultado De janeiro a maio deste ano o setor de supermercados acumula alta real de 5,32% (deflacionado pelo IPCA/IBGE). É o que aponta o Índice Nacional de Consumo ABRAS (INC ABRAS) nos lares brasileiros calculado pelo Departamento de Economia e Pesquisa da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS). Na comparação com o mesmo período do ano passado, o resultado também é positivo em 2,88%. Contra abril/21, a alta foi de 1,98%. O desempenho no azul teve influência de um conjunto de fatores. Entre eles, o pagamento da primeira parcela do décimo-terceiro salário para aposentados e pensionistas do INSS na segunda quinzena de maio. Foram R$ 25 bilhões nas contas de 31 milhões de beneficiários. O pagamento do auxílio emergencial por parte do governo também jogou a favor. “Além disso o setor não parou”, aponta o vice-presidente Institucional da ABRAS, Marcio Milan. “O planejamento feito em 2020 para os primeiros meses agora de 2021 está sendo realizado. E o resultado está aparecendo. Só entre abril e maio passados foram abertas 24 novas lojas no Brasil. E outras 45 passaram por grandes reformas“. O efeito imediato destes investimentos aparece inclusive na geração de empregos: 30.883 postos de trabalho foram abertos no setor entre janeiro e maio de 2021. E os números de junho vão confirmar a abertura de pelo menos outras 12 lojas. “ O investimento que gera emprego acaba voltando para o próprio setor. Os novos funcionários também passam a aplicar parte de sua renda na alimentação da família”, explica Milan.

Abrasmercado

Em maio o *Abrasmercado subiu 1,52% em relação a abril. A cesta Abrasmercado chegou ao valor de R$ 653,42, contra R$ 643,67 do mês anterior. As maiores altas nos preços da cesta em maio foram: tomate, + 7,12% , biscoito cream cracker, + 3,58%, carne (corte dianteiro) + 3,20, carne ( traseiro) + 3,07% e a farinha de trigo com + 3,02%. Entre as principais baixas aparecem: cebola - 11,47%, arroz - 1,92%, xampu - 1,20%, batata - 0,86%, feijão -0,83% e quei18 | REVISTA SUPERMERCADOS

jo muçarela - 0,83%. Destaque para o tomate que, apesar da alta no mês, acumula uma queda de preços de 15,24% no ano. Batata com acumulado de quase 30% de queda de janeiro a maio. E para a cebola a tendência é de mais redução de preços nos próximos meses. Garantia da boa safra. *A cesta Abrasmercado não é a cesta básica mas, sim, uma cesta composta por 35 produtos mais vendidos nos supermercados: alimentos, incluindo cerveja e refrigerante, higiene, beleza e limpeza doméstica.

Regiões

Em maio as cinco regiões do país tiveram alta nos preços da cesta Abrasmercado. A maior oscilação foi no sul, + 2,10%. A cesta passou de R$ 694,99 para R$ 709,59. O nordestes veio em segundo lugar, com + 2,01%. Lá a cesta subiu de R$ 569,78 para R$ 581,26. Nas capitais e principais regiões pesquisadas, a cesta baixou de preço em João Pessoa, - 0,75%, passando de R$ 557,80 para R$ 553,62 e no Grande Rio, -0,35%, passando de R$ 590,75 para R$ 588,68. A maior elevação no custo da cesta foi em Natal, + 6,51%, saindo de R$ 565,81 para R$ 602,65. Em Fortaleza, alta de 2,25%.

Perspectivas

O segundo semestre do ano reserva expectativas otimistas para o setor. Há fatores a justificar essa aposta. Entre eles a segunda parcela do 13º aos beneficiários do INSS. Auxílio emergencial prorrogado até outubro. 2º lote da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física: são mais R$ 6 bilhões pagos aos contribuintes só via I.R. “E o movimento de ampliação da vacinação também vai reverter em maior e melhor funcionamento da economia, com reflexo sobre o movimento nos supermercados”, avalia Marcio Milan.


PRIMEIRA REGIONAL

Aparecida de Goiânia sedia primeira regional da Agos O evento que formalizou a filial da entidade aconteceu no dia 10 de junho e contou com a participação do Presidente da Agos Gilberto Soares

Assessoria de Imprensa Agos O setor supermercadista goiano agora conta com a primeira filial da Associação Goiana de Supermercados (Agos) no interior do Estado. A Agos Regional Aparecida de Goiânia será um braço da associação no município, que terá poderes para discutir assuntos de interesse do setor, representar o segmento na cidade, além de possibilitar um relacionamento mais próximo com o associado. A reunião para formação da primeira diretoria Agos Regional Aparecida de Goiânia aconteceu no dia 10 de junho, na sede da Loja Maçônica que fica no Residencial Brasicon. O encontro contou com a presença do presidente da Agos, Gilberto Soares, acompanhado do assessor jurídico, Dr. Reginaldo Vasconcelos. Também participaram associados

que trocaram experiências, expuseram suas opiniões e necessidades do setor. Dicas de gestão de Qualidade e Segurança de Alimentos foram compartilhadas pelo engenheiro de alimentos Wanderson Lima, da Sr. Food Safety. A diretoria da Agos Regional Aparecida de Goiânia foi composta pelos associados Mário Júnior de Farias (Hiper Carnes), Márcio Ronney Dantas de Sousa ( Super Manancial), Valdeir de Oliveira Caetano (Supermercado Euzane), Flávio de Oliveira Silva (Supermercado Bueno), Diego Silva (Supermercado Reis), Bruno Nunes da Silva (Supermercado Serve Bem), Joacy Campos Aires (Supermercado Tend Tudo), Eduardo Amorim (Supermercado Líder) e Rodrigo Rosa (Supermercado Santafé).

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TENDÊNCIAS DE MERCADO 20 | REVISTA SUPERMERCADOS


É justamente nesse contexto que está ganhando impulso (e um espaço cada vez maior nas gôndolas de supermercados) os produtos alimentícios que oferecem benefícios que associam dois ingredientes: saúde e bem-estar. Na hora de abastecer as suas gôndolas o varejista não pode deixar de levar em conta o fenômeno que está sendo conhecido como saudabilidade (Veja box sobre o assunto). Na pesquisa citada da Dunnhumb, 60% dos pesquisados declararam que com a pandemia estão mais preocupados em adquirir produtos saudáveis durante as suas compras. Essa é uma tendência global, comum a quase todos os países pesquisados. Outra informação importante retirada dessa pesquisa: 80% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma alimentação saudável. Apesar dessa nova era, es-

sas mesmas pessoas que estão mais exigentes informam que encontram dificuldades em consumir uma dieta 100% saudável quando não sentem tanto prazer na alimentação. É aí que entra essa nova tendência, onde se mistura três quesitos: a saudabilidade, a indulgência e a conveniência. Segundo a Eali, consultoria especializada em Engenharia de Alimentos, vinculada à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), as “Indústrias que tomaram a dianteira nas ações para atender o apelo da indulgência + saudabilidade estão lançando diversas estratégias em todo o mundo. Algumas modificações não são grandes, mas têm significado. Nas embalagens já procuram deixar claro os atributos do alimento, ou apresentam produtos em mini porções (praticidade, conveniência e indulgência)”.

TENDÊNCIAS DE MERCADO

Não resta dúvida de que o foco do varejista deve estar direcionado ao comportamento do consumidor. As mudanças estão se dando em ritmo frenético. A pandemia, ao que tudo indica, acelerou ainda mais esse processo. Sabe-se que ele está bem mais informado, consciente a respeito da importância de cuidar da saúde e dos impactos que o consumo provoca ao meio ambiente. Estudo recente da Dunnhumb (líder mundial em ciências de dados do consumidor) revelou que 90% dos brasileiros acreditam ser importante que os supermercadistas e a indústria os ajudem a fazer escolhas mais saudáveis.

As marcas não estão paradas. Elas estão, em ritmo frenético, se mobilizando para atender às demandas dos consumidores. Isso já está bastante visível nas gôndolas dos supermercados. Já existem muitas opções de produtos com redução de ingredientes como carboidrato, sódio, açúcar ou gordura. Até mesmo as pequenas empresas estão preocupadas em explorar essa nova fronteira, que se apresenta muito promissora: a dos itens livres de lactose, glúten e açúcar. Eles são destinados às pessoas que foram diagnosticadas com alergia a esses ingredientes ou que possuem diabetes.

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REVISTA SUPERMERCADOS | 21


TENDÊNCIAS DE MERCADO

Outra tendência que vem crescendo nos pontos de venda, segundo o site Mundo do Marketing, “é a de produtos sem origem animal – geralmente procurados por pessoas com estilos de vida veganos ou com alergia alimentar”. Com um mercado amadurecido para esse tipo de alimento, os produtos estão deixando de satisfazer apenas um nicho. Isto porque até pouco tempo estavam restritos apenas às lojas de produtos naturais. Esses alimentos à base de soja ou outros vegetais eram tidos como mais caros e exclusivos. Hoje, eles já chegam aos grandes varejistas, que conseguem negociar valores mais acessíveis pelas grandes quantidades adquiridas. Atualmente, as grandes redes supermercadistas como o GPA e Carrefour oferecem cada vez mais produtos naturais nos pontos de venda. A rede Pão de Açúcar, por exemplo, por intermédio de sua marca própria Taeq, lançada há mais de 20 anos, se consolidou nesse segmento. De acordo com o Blog ApasShow: “Além de apresentar preços menores do que outras marcas, o Pão de Açúcar oferece mais de 600 orgânicos nas categorias frutas, verduras, legumes, mercearia, laticínios, vinhos, entre outras. Desde o início de 2018, a rede desenvolve o projeto ‘Espaço Saudável’ em lojas que passam a reunir produtos orgânicos, naturais, free from (sem açúcar, lactose e glúten) e funcionais”. Ainda de acordo com o Blog ApasShow, “Atualmente, são 20 lojas neste modelo e, de acordo com o Pão de Açúcar, houve crescimento de 20% nas vendas dessa categoria desde a criação do projeto. Na mesma linha, o Carrefour lançou a marca Sabor & Qualidade no segundo semestre de 2018. De acordo com a companhia, os produtos seguem critérios de sabor, qualidade, autenticidade, preço e sustentabilidade”. A rede francesa trabalha com a expectativa de alcançar 5% de venda de itens exclusivamente orgânicos nos próximos anos. A prova de que essa tendência dos orgânicos veio pra ficar é que a rede de supermercados americana Whole Foods, especializada em alimentos naturais e orgânicos foi adquirida em 2017 pela Big Tech Amazon.

Crescimento Acelerado Em 2020, comparado ao ano de 2019, o consumo de orgânicos apresentou crescimento de 30%. De acordo com os dados da Associação de Promoção dos Orgânicos (Organis), foram mais de R$ 5,8 bilhões comercializados com a venda desses produtos no varejo. De acordo com a Associação de Promoção dos Produtos Orgânicos (Organis), o crescimento observado no número de unidades produtivas de orgânicos no Brasil foi de 50%. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) sinaliza que, até ano passado, eram 22 mil unidades cadastradas. “O mercado ficou mais surpreso pelos números em 2020” - de acordo com a Universidade Martins do Varejo - “porque o setor continuou crescendo de forma rápida, mesmo com a pandemia do coronavírus. Deixando claro que a questão quanto à alimentação saudável só ganhou ainda mais força. As expectativas também são boas para 2021. O mercado acredita em uma alta de pelo menos 10% para este ano. Por isso, a importância de você ter produtos orgânicos na gôndola. Ao menos uma exclusiva para a categoria”. 22 | REVISTA SUPERMERCADOS

Dicas Práticas para Você Adequar o seu Negócios aos Novos Tempos 1. Busque referências no mercado e veja como essas empresas implementam ações e produtos. 2. Se você ainda não traçou um perfil do seu público-alvo, a hora é agora. O comportamento dos seus clientes atuais e daqueles que você deseja conquistar será importante para direcionar as suas estratégias. 3. Não deixe de comunicar as mudanças que implementar no seu negócio e os motivos que levaram a essa renovação. Demonstre o valor e os benefícios intrínsecos ao consumo dos alimentos que você oferece. Lembre-se que a transparência é decisiva para aproximar seus clientes do seu negócio. 4. Trabalhe para fortalecer o seu mercado e mostre para os clientes que você sabe sobre o que está falando. Para isso, invista em campanhas de marketing que fortaleçam o conceito de saudabilidade. 5. Dependendo do reposicionamento que você pretende fazer, talvez seja necessário reavaliar os fornecedores com os quais trabalha e buscar novas parcerias que estejam alinhadas com seu novo propósito. 6. Converse com seus clientes e não tenha medo de testar. Como já dissemos, não é preciso modificar completamente um negócio para oferecer novas opções no seu estabelecimento. Ofereça amostras dos produtos que quer testar e peça a opinião dos seus clientes sobre elas antes de dar o próximo passo. Fonte: Site falamart.com.br


1 A melhor forma de incentivar a venda desses itens é organizando um espaço exclusivo para os produtos orgânicos na gôndola. As bebidas podem ser expostas em refrigeradores para estimular mais ainda o consumo da bebida pronta e mais fresca. 2 Sinalize para os seus clientes onde ele pode encontrar os produtos e faça um layout diferenciado para destacá-los dentro do ponto de venda. 3 Se possível, monte um espaço à parte, talvez uma ilha pequena de produtos, próximo aos caixas ou do setor de hortifrutigranjeiros. 4 Os produtos orgânicos não devem ser expostos junto aos convencionais. Há obrigatoriedade em separar os alimentos até para evitar risco de contaminação com os outros alimentos. Oriente seus clientes a fazer a mesma coisa em casa. 5 De início e com base no que você conhece do seu público, você pode trabalhar um mix reduzido de orgânicos para sentir a adesão. À medida que as vendas forem aumentando, invista mais no sortimento. 6 Não se esqueça também sobre a certificação: vender orgânicos só está autorizado aos supermercados sob o selo emitido pelo Mapa.

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POR DENTRO DO MERCADO

O notável ano de um setor essencial Em um período em que os supermercados reforçaram a sua importância para a economia e para a sociedade, como um todo, o varejo alimentar brasileiro contribuiu com 7,5% do Produto Interno Bruto nacional Foi divulgado, em 20 de junho, pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras) o Ranking Abras 2021, que aponta os supermercados de melhor desempenho do País no último ano. O evento foi realizado virtualmente, através do YouTube, no canal da entidade. O 1º lugar ficou com o Grupo Carrefour, responsável pelas bandeiras Carrefour e Atacadão, com R$ 22,9 bilhões e R$ 51,8 bilhões de faturamento respectivamente, totalizando R$ 74,7 bilhões de faturamento. Além disso, o evento também apresentou os dados do setor supermercadista no último ano. Ao todo, o Brasil conta com 91.351 lojas no setor, contando com três milhões de trabalhadores empregados direta e indiretamente. A força e a importância dos supermercados brasileiros são demonstradas pelo faturamento de R$ 554 bilhões em todos os seus canais de distribuição em 2020 (mercado de vizinhança, supermercado, hipermercado, atacarejo e e-commerce), o que representa 7,5% do Produto Interno Bruto – PIB do Brasil. Em 2020, o setor supermercadista brasileiro vivenciou mais um período de crescimento, conforme revelam os números 24 | REVISTA SUPERMERCADOS

da 44a edição do Ranking ABRAS, com base no estudo Estrutura do Varejo, realizado pela NielsenIQ exclusivamente para a Revista SuperHiper, que traz os dados oficiais do autosserviço nacional. O desempenho demonstra a força de um setor que, mesmo em meio a um cenário tão delicado, conseguiu ampliar, ainda mais, a sua capilaridade. “Um crescimento assim, em meio a um ano tão difícil, demonstra a força do setor e a credibilidade que possui junto aos 28 milhões de consumidores que passam, diariamente, pelos supermercados de todo o País”, observa o presidente da ABRAS, João Galassi. “No ano passado, o autosserviço nacional demonstrou sua capacidade de adaptação e o seu compromisso com a sociedade, não medindo esforços para garantir o abastecimento dos lares, em um momento tão delicado, com muita segurança e responsabilidade.” O setor de supermercados também avançou em outros importantes indicadores de desempenho, como o de geração de empregos, por exemplo. Sendo, reconhecidamente, um dos maiores empregadores do País, em 2020, o autosserviço contabilizou um efetivo profissional de 3 milhões de colaboradores diretos e indiretos.


20 maiores empresas do Ranking Abras 2021 1º Grupo Carrefour – R$ 74 bi

91. 351 lojas 3 Mi de empregos (diretos e indiretos) R$ 554 bi (faturamento em 2020) 7,5% do PIB 235.741 check-outs 22,8 mi de m

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(área de vendas)

2º Assaí Atacadista – R$ 39 bi 3º GPA – R$ 31 bi 4º Grupo Mateus – R$ 14,3 bi 5º Ceconsud – R$ 9,4 bi 6º Grupo Muffato – R$ 9 bi 7º Supermercados BH – R$ 8,9 bi 8º SBD Comércio de Alimentos – R$ 8,8 bi

POR DENTRO DO MERCADO

Os Números Robustos do Ranking Abras

9º Cia Zaffari – R$ 6,1 bi 10º DMA Distribuidora – R$ 5,8 bi 11º Mart Minas Distribuição – R$ 4,6 bi 12º Sonda Supermercado – R$ 4,1 bi

Importante reforçar que os dados gerais de faturamento e de lojas, nesta edição do Ranking ABRAS, foram atualizados pela NielsenIQ, passando a contemplar todos os canais de distribuição dos supermercados. Ou seja, nesta pesquisa, estes indicadores passaram a abranger os números do canal atacarejo, em função da consolidação deste formato no varejo alimentar e da sua crescente presença no território nacional. Este, portanto, é mais um passo da ABRAS para aprimorar o seu estudo, de modo que ele siga acompanhando e registrando as transformações e a realidade do varejo alimentar.

13º Savegnago Supermercados – R$ 4,1 bi 14º Líder Supermercados – R$ 3,5 bi 15º Comercial Zaragoza – R$ 3,3 bi 16º Koch Hipermercado – R$ 3,2 bi 17º Grupo Bahamas – R$ 3,1 bi 18º Cia Sulamericana de Distribuição – R$ 3,0 bi 19º Angeloni Supermercados – R$ 2,9 bi 20º Grupo Super Nosso – R$ 2,9 bi

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HÁBITOS NA PANDEMIA

Seção de Limpeza e Higiene: Inovando Sempre Com a mudança de hábito do consumidor em decorrência da pandemia as empresas precisaram inovar para atender às expectativas A pandemia de coronavírus mudou os hábitos dos consumidores. Se por um lado muitos setores viram suas vendas despencarem e a necessidade de se reinventar, por outro, alguns segmentos ganharam ainda mais relevância e apresentaram crescimento, como é o caso do setor de limpeza e higiene. No começo de 2020, a perspectiva da Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes de Uso Doméstico e de Uso Profissional (Abipla) era de um crescimento anual de 3% a 3,5%, mas, só entre janeiro e julho, a entidade registrou um aumento de 5,9% nas vendas de produtos desse segmento. Logo no começo da pandemia se destacaram produtos específicos para limpeza e desinfecção de ambientes e objetos. Para se ter ideia, de acordo com a Nielsen, entre 16 e 22 de março os desinfetantes tiveram alta nas vendas de 80,3% , álcool de limpeza apresentou alta de 96,6%, água sanitária de 54,4%, detergentes líquidos de 52,2%, concentrados de limpeza de 43,2% e detergente em pó de 40,3%. Com a mudança de hábito do consumidor, as empresas precisaram inovar para atender às expectativas. Assim, além dos pro-

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dutos tradicionais, aumentou a venda de panos umidificados de álcool 70% para higienização, por exemplo. De acordo com estimativas da ABIPLA – Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Higiene, Limpeza e Saneantes de Uso Doméstico e de Uso Profissional, a produção das indústrias de produtos de limpeza pode crescer próximo de 3% em 2021. “Ainda existe uma boa demanda por produtos de limpeza, até por conta da pandemia, mas temos que avaliar qual será o real impacto do fim do auxílio emergencial nos números do setor. De qualquer forma, acompanhar de perto o crescimento do PIB brasileiro, em um ano de recuperação econômica é um bom desempenho”, diz Paulo Engler, Diretor Executivo da entidade. O setor, que fechou o ano de 2020 com volume de produção estável, na comparação com o ano de 2019, mas vem crescendo acima do PIB há alguns anos e a pandemia, apesar de ter provocado uma demanda maior por produtos de desinfecção, exigiu que as indústrias tivessem que adaptar, rapidamente, suas estratégias para garantir aces-


HÁBITOS NA PANDEMIA so da população a itens de limpeza. “Vivemos uma montanha-russa no ano passado. As empresas tiveram que alterar cronogramas de lançamento e lidar com aumentos súbitos de demanda em determinados produtos, como água sanitária, desinfetantes e sabão em barra. Como o setor costuma basear suas estratégias em planejamentos de longo prazo, foi um grande desafio”, diz Engler. Para se ter uma ideia da volatilidade enfrentada em 2020, de janeiro a julho, o setor cresceu 5,9%, em relação ao mesmo período de 2019. No entanto, a produção caiu, bruscamente, no segundo semestre, fazendo com que o volume de produção encerrasse o ano em estabilidade. “A queda coincide com a diminuição do auxílio emergencial”, diz Engler, lembrando que, mesmo com a baixa no segundo semestre, o setor fechou com números melhores que os da indústria em geral, que caiu 4,5%, segundo o IBGE, e o próprio recuo estimado do PIB – os analistas de mercado calculam uma baixa de 5% na economia brasileira, em 2020. “Comparativamente, estamos bem. Além disso, viemos de uma base alta, por conta do crescimento forte nos últimos anos”, conclui. O diretor executivo da ABIPLA acredita que, em 2021, o mercado, que responde por um faturamento anual de mais de R$ 26 bilhões, deverá receber lançamentos de diversos segmentos, como limpeza perfumada, detergentes para roupas, amaciantes e produtos multiuso. “O mercado deve ser bem movimentado este ano. Alguns

lançamentos acabaram sendo diferidos, por conta da pandemia, e já notamos que as indústrias vêm se estruturando para colocar novos produtos no mercado em breve, o que também deve colaborar para a manutenção dos níveis de empregos diretos do setor na área fabril, hoje em torno de 58 mil pessoas com carteira assinada”, acrescenta Engler.

Saúde pública Engler destaca, ainda, que os produtos de desinfecção de ambientes podem continuar com boa demanda e reforça que a população deverá manter os cuidados na prevenção ao coronavírus, mesmo com a chegada da vacina. “A vacina é a melhor notícia que poderíamos ter neste começo de ano, já que ela previne, quase que na totalidade, as formas graves da doença. Mas não podemos esquecer que mesmo um paciente com sintomas leves ainda é um transmissor do vírus”, explica Engler. A opinião é corroborada pelo Gerente de Produtos de Higiene, Perfumes, Cosméticos e Saneantes da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Itamar de Falco Junior. “Como a imunização ainda vai levar um tempo para beneficiar todos os brasileiros, a manutenção dos cuidados que tivemos até aqui é fundamental. Entendo que continuar promovendo as ações de limpeza e desinfecção das superfícies e da prática de antissepsia das mãos, seja lavando com água e sabonete ou utilizando solução de álcool em gel, ajudará a manter a saúde de cada um até chegar sua vez de ser vacinado”, alerta.

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HÁBITOS NA PANDEMIA

Oportunidade e Criatividade A Sepac, indústria que atua no segmento de higiene com uma ampla linha de toalhas de papel, guardanapos, papel higiênicos fraldas descartáveis, constatou que a pandemia trouxe oportunidades, mas também problemas para o setor. Para a gerente de marketing da empresa, Cristiane Takayama, “desde o início da pandemia, as indústrias em geral tiveram que lidar com a falta de matéria-prima e aumento considerável de custos. Mas como temos vários fabricantes neste segmento, isso possibilita mais ofertas de produtos com qualidade e preço ao shopper”. Para enfrentar essa situação foi necessário usar a criatividade. Cristiane informa que “a Sepac prioriza a qualidade na fabricação de seus produtos e tem a preocupação em buscar soluções sustentáveis na cadeia de produção. Estamos atuando com soluções que otimizam o custo produtivo, bem como trabalhando com ações promocionais nos pontos de venda”. Nessa trilha , Cristiane orienta o varejista a “investir em visibilidade e organização nos pontos naturais, gerar oportunidades para exposições extras, crossmerchandising e trabalhar com as marcas que tragam maior giro e rentabilidade”. Outra empresa do segmento que está otimista com as vendas é a BomLixo. De acordo com o CEO Marcelo José Carneiro “esse cenário ainda tem muito para crescer”. Ele explica a razão do otimismo: “o consumidor começou a perceber que a higiene da sua casa é um fator muito positivo para combater a propagação do vírus”. E Marcelo acrescenta: “mesmo com a vacina, o vírus ainda poderá estar entre nós, até que com o tempo seja eliminado por completo”. O CEO revela que a BomLixo sempre teve preocupação com a inovação. “Com isto” – acrescenta –“a nossa empresa sempre investiu em tecnologia de ponta, em máquinas e matérias primas, embalagens e estoques para atender o cliente o mais rápido possível”. Mas não ficou só nisso. Marcelo comenta que também “buscou treinamentos para os colaboradores, agilidade na entrega, tudo isso aliado a uma equipe de merchandising junto aos pontos de vendas, para assegurar total suporte aos clientes”. O dirigente revela ainda um dos segredos de seu negócio: a verticalização das vendas dos sacos de lixo. Ele comenta a forma como isso se deu: “onde tivemos a parceria e a confiança de nossos clientes para mexermos nas gôndolas as vendas cresceram, em média, de 20 a 30%. A isso se agregou outro fator importante que “foi mostrar que algumas marcas baratas, que não seguem os padrões da ABNT e do INMETRO, além de baixa qualidade, puxavam as vendas para baixo e não geravam valor agregado”. Marcelo comemora que, hoje, possui vários clientes onde o saco de lixo da BomLixo é responsável pela maior rentabilidade da categoria do bazar.

Com informações da MCE Press 28 | REVISTA SUPERMERCADOS


HÁBITOS NA PANDEMIA REVISTA SUPERMERCADOS | 29


Agos é fonte de informação no mês de junho na mídia goiana O presidente da Agos, Gilberto Soares, concedeu entrevistas para diversos veículos de imprensa do Estado de Goiás Informar com qualidade, com transparência as ações desenvolvidas e permitir acesso às questões de interesse público são algumas das responsabilidades da Associação Goiana de Supermercados (Agos). E por esse motivo a entidade está sempre à disposição, seja de seus associados, seja da imprensa, que é uma instituição que permite prestar contas à sociedade. Em junho, o presidente da Agos, Gilberto Soares, foi fonte de informação para diversos veículos goianos de comunicação. No dia 7 de junho, concedeu entrevista ao repórter Francis Nery, da Rádio Brasil Central. Ele analisou o comportamento das vendas dos produtos típicos das festas juninas. No dia 10, à jornalista Lúcia Monteiro, do jornal O Popular, falou sobre a alta da inflação e seus impactos para a sociedade e, especialmente, para o segmento supermercadista. Dia 17, ao programa NaTela, da TV Goiânia Band, repercutiu o aumento da tarifa da energia elétrica e seus reflexos nos preços de alimentos, na matéria da jornalista Sthéfany Araújo. Dia 21, novamente à Radio Brasil Central, conversou com o repórter Gil Bonfim sobre a proposta da Abras que pretende flexibilizar a regra sobre a validade de alimentos. À TV Anhanguera, no dia 24, comentou sobre o aumento dos preços do café ao JA1, ao jornalista João Victor Guedes. E ainda sobre aumento de preços, mas desta vez do leite e seus derivados, concedeu entrevista ao jornal O Popular, à Lúcia Monteiro, no dia 28; à Radio Brasil Central, no dia 29, à repórter Débora Marques, e aos programas Bom Dia Goiás e Jornal Anhanguera 1ª. Edição, ambos da TV Anhanguera, no dia 30, matéria da jornalista Camila Faraco. Fonte: Assessoria de Imprensa Agos

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Gilberto Soares participa de Live e faz balanço do setor Presidente da Agos, Gilberto Soares, participa de LIVE da D&D Comunicação e enumera experiências vividas pelo segmento supermercadista em 2021

Na última terça-feira, 29 de junho, o presidente da Associação Goiana de Supermercados (Agos), Gilberto Soares da Silva, foi convidado para uma LIVE no Instagram com o jornalista Iuri Godinho, da D&D Comunicação. Num bate-papo, Gilberto fez um balanço do primeiro semestre de 2021 e trouxe as expectativas para o segmento supermercadista. Os dois iniciaram trocando impressões sobre as atuais medidas e restrições impostas pelos decretos municipais e estadual, que ainda impactam o setor. Gilberto expôs as experiências amargas vivenciadas pelos decretos, entre elas a definição de que gôndolas e mercadorias consideradas fora dos itens de primeira necessidade (não alimentício) fossem “enlonadas” e isoladas, o que refletiu de forma ruim para o segmento. Em seguida, o presidente enumerou as ações da Agos para tentar minimizar os impactos. “O setor esteve unido tanto na capital quanto no interior, ganhou espaço nos comitês e câmaras municipais, sendo ouvido pelas autoridades e tendo contribuído para as tomadas de decisões”, afirmou Gilberto, apontando que o setor equilibrou geração de emprego, renda e oportunidade, tendo grande reponsabilidade na economia. “E muito mais que preocupado com a economia, o setor investiu e se adaptou às normas de segurança, permitindo que a população pudesse garantir sobrevivência sem risco”, ressaltou. Mesmo diante do cenário, os supermercados se modernizaram e se inovaram. Tornou-se visível a importância do segmento na economia. “As vendas e-commerce e por meio de aplicativo de mensagem seguraram os números, permitindo que os reflexos da crise sanitária fossem de

menor impacto, e consequentemente permitiu conscientização dos consumidores, que puderam fazer suas compras em casa”, explicou. O resultado do trabalho da Associação e a união do setor, segundo Gilberto, permitiram a adesão de novos associados. “Estivemos unidos durante período de crise e acabamos nos tornando multiplicadores das ações da Agos, o que resultou em novos associados. O fruto disso foi a criação da Agos Regional Aparecida de Goiânia, que resulta na descentralização das ações e atinge um público ainda maior”, revelou. Em meio à crise, a Agos também continuou oferecendo cursos e treinamentos aos associados e seus colaboradores, por meio da Escola Agos. E por fim, a empatia e a solidariedade fizeram o setor se engajar na questão de arrecadação de alimentos para doação às entidades filantrópicas, como a parceria com o Mesa Brasil, para o lançamento do Carrinho Solidário, campanha que iniciou em maio e envolveu mais de 100 lojas de associados, arrecadando oito toneladas de alimentos. As expectativas para o segundo semestre, de acordo com Gilberto, são positivas. “Acreditamos na retomada da economia e, consequentemente, temos uma visão otimista para o setor. Prova disso é o recuo do dólar, que varia na margem de 18%. Isso deve resultar em efeito cascata, refletindo na queda dos preços dos produtos importados. Já é possível sentir o reflexo imediato das últimas variações do câmbio”, finaliza. Para rever a LIVE acesse o Instagram: @ agos_goias e @dedcomunica. REVISTA SUPERMERCADOS | 31


ATUAÇÃO PARLAMENTAR

Glaustin da Fokus destina R$6 milhões para o Centro-Sul goiano Deputado federal beneficiou 10 municípios da região com emendas parlamentares e recursos extra orçamentários definidos em maio O deputado federal Glaustin da Fokus (PSC-GO) destinou em maio R$ 6 milhões para 10 municípios do centro-sul goiano. O parlamentar visitou cinco dessas cidades no último dia do mês para anunciar a decisão de beneficiá-las com emendas orçamentárias voltadas a infraestrutura, eventos culturais e saúde, sobretudo para enfrentamento à pandemia do coronavírus. “Fiz questão de conversar com cada prefeito, vereador ou liderança porque são municípios onde me sinto em casa, acolhido pela população, e também porque eu tenho a certeza e a convicção de que essas pessoas vão conduzir suas cidades ainda melhor agora, pois conheço a responsabilidade de cada um deles em investir bem os recursos recebidos”, disse Glaustin na rádio Edéia FM. “Vocês não têm apenas um parlamentar, mas um amigo e um servo.”

entrevista à rádio Nativa FM. “É o famoso homem mais trabalhador do estado de Goiás”, definiu. “Ele se sobressaiu como empresário não foi à toa, foi trabalhando mesmo, em uma luta muito grande. E agora no serviço público, como deputado federal, ele mostra que não vai deixar Goiás parado de jeito nenhum, fazendo tudo pelo estado.” A vereadora Professora Gillene (DEM) reforçou o posicionamento do prefeito a respeito do deputado: “Glaustin é um grande parceiro, realmente trabalhador, e se preocupa de verdade com Edéia”, afirmou. “A gente fica muito agradecido!”

Orçamento

Para Edéia, o deputado federal indicou R$ 980 mil, dos quais R$ 430 mil devem ser aplicados no combate à covid-19, R$ 300 mil em uma etapa de Fórmula 200 e R$ 250 mil em infraestrutura. Em 2019 e 2020, ele já havia apoiado a rede pública de saúde edeense com outros R$ 250 mil.

Já o prefeito de Cromínia, Gil Alves (PSDB), ressaltou o papel de Glaustin para ajudar o município a enfrentar a pandemia. Os novos recursos lhe garantem R$ 1 milhão, metade para a saúde e metade para infraestrutura. Em 2020, a cidade havia recebido outros R$ 100 mil para a luta contra o coronavírus.

O prefeito de Edéia, José Wagner, o Waguinho (DEM), destacou o compromisso de Glaustin com o município em

A prefeita de Edealina, Cristina Leandro (DEM), agradeceu pela regularidade do compromisso de Glaustin. Desde

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Para Mairipotaba, ao indicar R$ 400 mil ao combate à covid-19 – a pedido do prefeito Carlos Henrique (PP) e do vereador Jurandir Filho, o Bi (DEM) –, Glaustin totaliza quase R$ 1,8 milhão destinado ao município, dos quais R$ 1 milhão se direcionam à saúde, R$ 387,3 mil à educação e R$ 400 mil para aquisição de um caminhão basculante e uma retroescavadeira.

ATUAÇÃO PARLAMENTAR

2019, o deputado irriga o município com recursos dos ministérios da Saúde, com R$ 210 mil pagos anteriormente, e da Educação, por meio de um ônibus escolar de R$ 193,6 mil. Agora, em 2021, a gestora edealinense tem à disposição R$ 745 mil, sendo R$ 400 mil para enfrentar a pandemia, R$ 245 mil para comprar um trator com implementos e R$ 100 mil por um veículo voltado ao transporte de equipes de saúde.

Ainda em 31 de maio, o deputado federal visitou Professor Jamil, onde se reuniu com a liderança Wenderson Marques, o Preto. O município se beneficiou de R$ 322,9 mil para saúde e educação em 2019 e 2020. Os recursos recém-indicados também contemplam Aragoiânia, com R$ 250 mil para construção de uma praça pública solicitada pelo vereador Alessandro Cabaça (DEM); Bonfinópolis, com R$ 300 mil a serem aplicados na saúde; Caldazinha, com R$ 636,4 para a saúde e um trator com implementos; Cristianópolis, com R$ 1 milhão para saúde e esporte; Jandaia, com R$ 400 mil para saúde; e Varjão, com R$ 249,3 mil para comprar uma ambulância. Ao todo, o deputado federal garantiu o envio de R$ 38 milhões a 70 municípios goianos em 2021, dentre emendas impositivas e recursos extraorçamentários.

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CARNE SUÍNA

Campanha Divulga Vantagens da Carne Suína para todo o Brasil Pela primeira vez a campanha foi pensada para atender os pequenos e médios varejistas. Em Goiás está ganhando expressiva adesão A campanha de promoção à carne suína “Carne de porco: bom de preço, bom de prato” foi desenvolvida e entregue pela Associação Brasileira de Criadores de Suínos (ABCS) e compartilhada com todas as associações afiliadas, empresas do setor e frigoríficos contribuintes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS), no início do mês de abril com mais de 30 peças que incluíam vídeos, um jingle, posts para as redes sociais e materiais para PDV com foco em preço e sabor. A campanha veio para conversar com os consumidores das classes C e D, aproveitando de forma estratégica o momento de alta nos preços das proteínas de origem animal, para consolidar a carne suína como a melhor opção para quem 34 | REVISTA SUPERMERCADOS

quer priorizar o custo-benefício. Além disso, a campanha traz uma linguagem diferente: utiliza a palavra “carne de porco” que é muito mais popular entre os consumidores, sempre associada à carne suína, promovendo assim a educação que a ABCS e o Sistema tanto prezam. Também pela primeira vez a campanha foi pensada para atender os pequenos e médios varejistas, e graças ao empenho de frigoríficos e associações estaduais e regionais, está chegando a todo o Brasil! No estado de Goiás, a Associação Goiana de Suinocultores (AGS) trabalhou durante os meses de abril e maio para fechar importantes parcerias com a União Distribuidora de Carne Suína, o que levou supermercados e açougues de Anápolis a exibirem faixas,


A gestora da associação, Crenilda Neves comemora. “Trabalhamos para que a carne suína ocupe no mercado interno um espaço maior na cultura e na mesa dos brasileiros. Cartazes e faixas já estão presentes nos estabelecimentos, e postagens já estão sendo feitas nas redes sociais da associação e empresas como incentivo ao consumo. Além disso, estamos confeccionando mais materiais para atender mais redes em Goiânia, Anápolis, Rio Verde, Goiás Velho e Aparecida.”

CARNE SUÍNA

cartazes e banners da campanha.

De acordo com Crenilda, “tanto os supermercados quanto os açougues são essenciais para o sucesso da campanha, uma vez que são os lugares em que os consumidores buscam para adquirir carne. E muitos supermercados já têm seus próprios açougues, o que agrega ainda mais”. Ela informa que “a campanha busca levar ao cliente dessas unidades mais informação sobre a carne suína, desmistificando a fama antiga de carne gordurosa, e até mesmo destacando o preço, mais em conta do que a carne bovina. O know how que os supermercados possuem, como o atendimento e o conhecimento nos gostos dos clientes, ajuda a campanha a atingir seu objetivo”. Para Crenilda, “A campanha vem para ajudar a destacar a proteína nos açougues e supermercados, com a fixação de cartazes e banners informativos, além de postagens nas redes sociais”. A executiva informa que “hoje estamos com a campanha Carne de Porco, bom de preço e bom de prato em 20 municípios e em 70 estabelecimentos”. Crenilda orienta: “Os supermercados ou açougues que desejarem divulgar mais a carne suína basta entrar em contato com a AGS pelo Aúncio Meia pg_Revista Supermercados.pdf 08/07/2021 telefone 62.3203-1666 ou acessar as 1redes sociais da17:24:26 associação”.

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Presidente da Agos participa de reunião na Embaixada da Argentina em Brasília

Em breve, supermercadistas poderão realizar novos negócios com produtores e fornecedores de produtos argentinos. Isso porque, dia 06 de maio, o presidente da Agos, Gilberto Soares, participou de uma reunião em Brasília, na Embaixada da República da Argentina, onde a Câmara Bilateral de Comércio Argentina-Goiás esteve com o embaixador da Argentina Daniel Scioli. Durante o encontro, que contou com representantes do comércio e varejo de Goiás, como a Fecomércio, e o corpo técnico da Embaixada da Argentina, um acordo foi firmado junto a uma exportadora de produtos para que os trâmites sejam realizados via o Porto Seco de Anápolis.

2 Agos e Acieg traçam

estratégias para retomada da economia

No dia 07 de junho a Agos e a Acieg reuniram-se para traçarem juntas estratégias que busquem a retomada da economia no Estado, seguindo sempre os protocolos de segurança e controle da pandemia. Gilberto Soares, presidente da Agos, destacou o quanto a aproximação das associações será imprescindível para o reaquecimento das ações dos supermercadistas, enquanto Rubens Fileti, presidente da Acieg, ressaltou a importância da troca de experiências entre as entidades visando o reestabelecimento dos associados. Também estiveram na reunião o vice-presidente e o diretor da Acieg, Thiago Falbo e Yuri Augustus.

3 Gilberto marca presença na

Inauguração do Smart Real em Aragoiânia

No dia 03 de junho, o presidente da Agos, Gilberto Soares, marcou presença na inauguração do Smart Real, em Aragoiânia, região metropolitana da Capital. “Essa proximidade contribui para o desenvolvimento das empresas, que têm na associação um ponto de apoio, principalmente no que diz respeito a aprimoramento do conhecimento e das habilidades voltadas para o crescimento da equipe e dos negócios”, afirma Gilberto. 36 | REVISTA SUPERMERCADOS

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Proximidade com Inmetro garante orientação correta e precisa ao associado

Os estabelecimentos varejistas, entre os quais os supermercados, que utilizam balanças para a medição de produtos devem atender à Portaria 236/94 do Inmetro. Este dispositivo, que rege a fabricação, a manutenção e o uso das balanças no Brasil, estabelece condições técnicas e metrológicas, bem como controle metrológico, aplicadas aos instrumentos de pesagem. Visando buscar uma aproximação com o Inmetro – Superintendência Goiás e garantir a segurança de que o peso informado está em conformidade com o conteúdo do recipiente, o presidente e o diretor administrativo da Associação Goiana de Supermercados (Agos), Gilberto Soares e Júlio Reis, estiveram reunidos, no dia 9 de junho, com o superintendente do Instituto, Marco Aurélio de Andrade Lima. “Qualquer estabelecimento varejista que trabalhe com pesagem, seja de pequeno ou grande porte, tem a obrigatoriedade de ter uma balança comercial, e esta deve estar aferida, com a certificação e Selo de Identificação Inmetro para estar em uso”, informa Gilberto Soares. O objetivo das duas instituições (Agos e Inmetro) é disseminar orientações ao setor e à população, para que observem a regularidade dos equipamentos durante a pesagem.

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Reunião da Diretoria da Agos Discute atualização do Estatuto

A diretoria da Associação Goiana de Supermercados (Agos) – presidente Gilberto Soares, vice-presidente, Sirley Couto e conselheiro Jaime Canêdo – se reuniu no dia 08 de junho com sua equipe jurídica, formada pelos advogados Reginaldo Vasconcelos e Wellington Romanhol, para reestruturação e atualização do estatuto da entidade. Um dos objetivos é criar regionais no Estado para dissociar as ações realizadas em Goiânia. A descentralização das atividades, com as regionais, visa tornar a associação mais forte e atuante, com atividades que atinjam todo o Estado. Em seguida, a diretoria recebeu um grupo de representantes supermercadistas de Aparecida de Goiânia, liderado pelo associado Márcio Ronney, e o presidente da Câmara Municipal da referida cidade, vereador André Fortaleza, para tratar sobre assuntos pertinentes a criação da primeira seccional da Agos no município.


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Agos faz parceria com Secretaria do Trabalho de Aparecida

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Com o objetivo de firmar parceria com a Secretaria do Trabalho, Emprego e Renda de Aparecida de Goiânia, o superintendente e o diretor administrativo da Agos, Francisco Lopes de Araújo e Júlio Reis, reuniram-se, no dia 17 de junho, com o secretário municipal da pasta, Jeferson Ferreira. Durante a reunião, a Secretaria apresentou alguns dos cursos que plataforma própria oferece ao trabalhador, além da captação de vagas. Na contrapartida, a Agos propôs algumas demandas dos supermercados, no sentido de viabilizar uma parceria para qualificar os associados.

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De acordo com Júlio Reis, a parceria trará agilidade às contratações, uma vez que a Secretaria consegue fazer um trabalho de triagem, cadastro e pré-seleção. “A plataforma encaminha ao empregador o profissional de acordo com o perfil que cada empresa demanda para a vaga específica. Trata-se de um considerável ganho de tempo”, pontua.

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Revista Supermercados - Edição 194  

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