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Agrupamento de Escolas de Milheirós de Poiares

CRITÉRIOS GERAIS DE AVALIAÇÃO ANO LETIVO 2011/2012 O êxito no processo de avaliação é certamente a preocupação central da atividade pedagógica: esse êxito significará antes de mais que foi atingido o objetivo fundamental a que qualquer responsável pelo processo ensino-aprendizagem deverá ser sensível – a aquisição de conhecimentos, pelo desenvolvimento integrado de conhecimentos, capacidades e atitudes, capazes de desenvolver nos alunos ao longo do ensino básico um perfil de competências gerais que contribua para a sua formação, progressão e futura integração social. O processo de avaliação resulta incompleto se entendido como simples meio de classificar alunos numa determinada escala numérica ou qualitativa: a avaliação deverá ser igualmente compreendida como um instrumento fundamental da actividade pedagógica, processo que permita para além de classificar, tarefa já de si tão complexa, motivar, melhorar e potenciar a capacidade dos alunos em questão.

EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR A avaliação da Educação Pré-Escolar tem como enquadramento legal o Despacho Normativo nº1/2005,ponto2 e das Orientações Curriculares”- Desp. 5220/97, respetivamente: «A avaliação é um elemento integrante e regulador da prática educativa, permitindo uma recolha sistemática de informações, que uma vez analisadas, apoiam a tomada de decisões adequadas à promoção da qualidade das aprendizagens» e «A perspetiva da avaliação tem uma função essencialmente formativa na dimensão qualitativa e não quantitativa, e define-se como um processo contínuo do progresso da criança, tendo em conta as suas caraterísticas individuais e a sua idade, ao longo do seu percurso na Educação Pré-escolar.» Os critérios de avaliação abrangem as seguintes competências: Competências do Competências Sociais Competências Linguísticas e Conhecimento do e Emocionais Cognitivas Mundo  Expressão motora  Expressão plástica  Autonomia  Conhecimento de  Expressão dramática  Relação com os si e do meio  Expressão musical outros  Conhecimento do  Domínio da matemática  Identidade ambiente natural  Domínio da linguagem  Comportamento oral e da abordagem à escrita A Expressão da avaliação do Pré-escolar contempla: Três momentos Nomenclatura    

Diagnóstico 1º Período 2º Período 3º Período

   

Adq.- Adquirido N.Adq -Não Adquirido E.Aq. – Em Aquisição N.A – Não Avaliado

Instrumentos - Grelha/Registos de observação; - Registo de avaliação trimestral; - Dossier individual da criança;

1º, 2º e 3º CICLOS A nível geral, de modo a evitar possíveis discrepâncias e a minimizar atuações divergentes, procurou-se uniformizar critérios a nível de ciclo e ano. A avaliação dos três ciclos têm como suporte legal o despacho normativo 1/2005 de 5 de Janeiro e consideram-se os seguintes tipos de avaliação: a diagnóstica, a formativa, a autoavaliação e a sumativa.

Avaliação diagnóstica: Esta avaliação tem como objectivo dotar o docente e o aluno de Critérios de Avaliação


informações relevantes quanto ao nível de desenvolvimento das competências, gerais e específicas, deste no início de um ano letivo ou de qualquer nova aprendizagem. Aplica-se em todas as disciplinas e em todas as turmas do agrupamento durante o primeiro mês de aulas de cada ano letivo. Pode ocorrer, também, ao longo do ano, por decisão de cada docente, para verificar os pré-requisitos dos alunos necessários a qualquer nova aprendizagem. A avaliação diagnóstica realizada no início de cada ano letivo, obedece a uma matriz e verifica o domínio das competências gerais e outra específica que afere o domínio das competências específicas Pode integrar ainda uma observação de comportamentos e atitudes, durante um período de tempo determinado (um mês), registada em grelha própria. A informação resultante desta avaliação deve ser registada de forma a explicitar os pontos fortes e fracos de cada aluno

Avaliação Formativa: Tem por objectivo informar, docentes, alunos e Encarregados de Educação, sobre a evolução de cada aluno, por forma a permitir atuar em tempo útil sobre as dificuldades detetadas e potenciar os sucessos alcançados. Esta avaliação é contínua, desenvolve-se ao longo de todo o ano, e tem por base os seguintes instrumentos, nomeadamente: . grelha de observação da atividade do aluno em contexto de aula; . grelha de observação de trabalho de grupo; . fichas de avaliação, de trabalho ou outras; . relatórios de atividades desenvolvidas pelos alunos; . portfólio; . Auto-avaliação do aluno Cada departamento definirá os instrumentos que aplicará em cada disciplina, atribuindo um índice de ponderação a cada tipo de registo efectuado. Os resultados desta avaliação deve ser dada ao aluno diretamente sempre, ao encarregado de educação, via diretor de turma periodicamente. (intercalar entre período). Os resultados devem refletir-se no respetivo Projeto Curricular de Turma.

Auto-avaliação do aluno, dado que é imprescindível a intervenção do aluno no processo de avaliação para que o processo seja totalmente transparente. Desta forma o aluno pode acrescentar dados fundamentais ao processo em que se encontra envolvido. A auto-avaliação deve também permitir a avaliação formativa do aluno dando-lhe a possibilidade de desenvolver estratégias de superação das dificuldades detetadas.

Avaliação sumativa: Consiste na formulação de um juízo globalizante sobre o desenvolvimento das aprendizagens do aluno e das competências definidas para cada disciplina e área curricular. Ocorre no final de cada período letivo e integra obrigatoriamente os domínios Saber/Saber Fazer e Saber Ser/Saber Estar, que devem ser ponderados de acordo com os fatores que se apresentam no quadro seguinte.

CURSO: EFA Básico (B1,B2,B3) Indicadores de Competências*

Competências Transversais* (Parâmetros Transversais de avaliação)

- Assiduidade/Pontualidade - Adaptação às mudanças; - Capacidade de pesquisa; - Organização do espaço/Material - Iniciativa; - Criatividade; - Autonomia; - Espírito crítico/Reflexivo; -Motivação - Responsabilidade; -Capacidade de síntese; -Participação; -Dinâmica de grupo * Relativos a cada Área de Competência – Chave e por Tema de Vida - Aquisição de saberes; - Mobilização de saberes; - Combinação de saberes para a resolução de problemas; - Transferência das competências para situações diferentes e novos problemas.

Competências -Chave* (Parâmetros Específicos de Avaliação) Critérios de Evidência conforme Referencial de Competências – Chave (RCC) das Áreas de Competências – Chave (ACC).

Critérios de Avaliação


Menção ND- Não Adquirido ; PA - Parcialmente Adquirido; A– Adquirido; CA- Claramente Adquirido

DOMÍNIOS Abrangendo a avaliação aspetos diversificados do processo de ensino-aprendizagem, integra obrigatoriamente os domínios Saber/Saber Fazer e Saber Ser/Saber Estar, que devem ser ponderados de acordo com os fatores que se apresentam no quadro seguinte. Saber / Saber Ser / Domínio Saber Fazer Saber estar Competências 1, 2, 3, 4, 7, 8, 5, 6, 7, 8, 10 9, 10 Gerais Áreas Curriculares Disciplinares

70%

30%

Estudo Acompanhado e Formação Cívica

30%

70%

CEF – Cursos de Educação e Formação Áreas de Formação

Saber/Saber Fazer

Saber ser/Saber estar

Sócio - Cultural

50%

50%

Científica

50%

50%

Tecnológica

60%

40%

Nestes domínios, e de acordo com os princípios atrás referidos, devem-se ter em consideração, os seguintes critérios de avaliação referentes ao desenvolvimento das

COMPETÊNCIAS: - Gerais: O aluno: - Presta atenção à realidade que o rodeia, questiona e emite opiniões - Expressa-se usando o vocabulário específico da área em causa - Compreende o sentido de enunciados e faz-se entender tanto oralmente como por escrito. - Compreende enunciados orais e escritos e interage da mesma forma utilizando expressões do quotidiano - Questiona e preocupa-se em encontrar metodologias de trabalho adequadas a si - Utiliza com alguma destreza os diferentes meios de informação e retira daí informação útil - Identifica problemas, perante eles desenvolve uma estratégia de solução e toma decisões - Revela iniciativa e preocupa-se em realizar as tarefas autonomamente e com marca pessoal - Participa em trabalhos de grupo e respeita regras de convivência - Respeita os espaços, revela cuidados com a sua saúde e com o cumprimento de normas de segurança pessoal e colectiva

- Específicas: Os critérios de avaliação específicos de cada disciplina / área constam da respetiva organização curricular, conforme o registado no Projeto Curricular do Agrupamento e adaptado em cada Projeto Curricular de Turma. Critérios de Avaliação


Para a avaliação de cada um dos domínios considerados, deve-se ter em conta diversos aspetos, tais como: - As áreas prioritárias de intervenção referenciadas no projeto curricular do agrupamento: cidadania, praticas e resultados ; - As competências adquiridas no domínio da disciplina / área, definidas na respetiva organização curricular, conforme o registado no Projeto Curricular do Agrupamento e adaptado em cada Projeto Curricular de Turma; - As competências transversais e outras definidas pelo conselho de cada turma, de acordo com o respetivo projeto curricular; - Nos Cursos EFA, a avaliação será realizada, essencialmente, tendo por base a observação e a demonstração prática, destacando-se os momentos de auto e hetero -avaliação no final de cada tema de vida. O Portefólio Reflexivo de Aprendizagem (PRA) tem caráter qualitativo, processual e orientador da avaliação, promovendo a auto-avaliação e a consciencialização dos (as) formandos (as) para as suas competências e/ou dificuldades. - A diversidade dos alunos a que se aplica, pois é inquestionável que a avaliação deverá ser um processo o mais justo e isento possível. A heterogeneidade da população escolar, de diversas proveniências sociais e culturais, implica uma atenção permanente, de forma a impedir fenómenos de exclusão e a permitir que a todos sejam dadas idênticas oportunidades. - A especificidade dos alunos abrangidos pelo Decreto-Lei n.º 3/2008 de 7 de Janeiro rela tivamente aos quais os critérios de avaliação são adequados de acordo com o perfil de funcionalidade dos alunos e as medidas educativas de que beneficiam de acordo com os seus Programas Educativos Individuais. Os alunos que tenham no seu programa educativo individual a medida «currículo alternativo específico individual», terão uma classificação de 1 a 5, em todas as disciplinas, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. Estes alunos terão menção qualitativa de Não Satisfaz, Satisfaz e Satisfaz Bem, nas áreas curriculares não disciplinares e áreas curriculares que façam parte da estrutura curricular comum, acompanhada de uma apreciação descritiva sobre a evolução do aluno. - A informação explícita e adaptada à capacidade de compreensão dos alunos (de acordo com as suas capacidades e a sua idade) dos critérios que regem a sua avaliação em cada momento, de modo a que possam compreender e corresponder àquilo que deles se espera.

- A ”referência criterial” da avaliação a efectuar, isto é, não se compara o desempenho de um aluno com o dos restantes da turma, mas sim considera-se a qualidade do seu trabalho, o esforço dispendido e a sua evolução desde o início da aprendizagem.

Critérios de Avaliação


Critérios Gerais de Avaliação dos Alunos