Page 1

Publicação semanal produzida pelos estagiários da Agência Experimental do curso de Comunicação Social da Ulbra/Canoas. Hellen Borges, Juliano Vieira (textos) e Layla Araújo (fotos).

ANO 4 - NÚMERO 8 l 4 A 11 DE JUNHO DE 2012

Presidente do Conferp participa da 10a edição do Entre Linhas A 10ª edição do Entre Linhas (evento que promove o encontro de profissionais com acadêmicos), dia 14 de junho no Centro Cultural Erico Verrísimo, em Porto Alegre, traz como palestrante o presidente do Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas, Flávio Schmidt (foto). Graduado pela Faculdade AnhembiMorumbi de São Paulo, Schmidt possui mais de 25 anos de experiência na área, atuando como consultor de grandes empresas. Além de presidente do Conferp, Flávio Schmidt é proprietário da PróImagem Consultoria de Relações Públicas e autor do livro “Do ponto de vista de Relações Públicas”. Confira o bate-papo que Flávio teve com O Informativo AGEX. Sua palestra do dia 14, em Porto Alegre, abordará as “Duas décadas efervescentes sob o olhar da Relações Públicas.” O que modificou de fato nestas décadas no universo da RP? Flávio – Essa questão é muito interessante, pois hoje o mundo mudou muito. Nestas duas décadas, houve a globalização da comunicação. Anteriormente, não existia comunicação real, imediata e online como há agora. Nestes últimos 20 anos aconteceu uma grande evolução no mundo e Relações Públicas cresceu no mesmo nível, já que há duas décadas, as informações eram apenas locais. As informações mundiais chegavam quatro, cinco dias depois do acontecido. Hoje tudo está ao alcance. A RP está neste contexto, pois promove o relacionamento do público com a empresa. O grande desafio do RP é conviver com este ambiente global e aplicar as práticas a ele.

Como é para um escritor que aborda temas acadêmicos acompanhar a relação das editoras com as universidades para a divulgação do livro? Flávio - É um ponto positivo para o escritor. Esta globalização faz com que todas as empresas necessitem se comunicar com o mercado. Faz parte do jogo. As editoras entenderam e resolveram se especializar. Algumas delas se tornaram peritas em produção acadêmica e procuram estabelecer esta relação, já que é importante para o acadêmico ampliar seu conhecimento. Do ponto de vista prático, minha relação com os cursos de RP é de comunicação aberta devido a exercer o cargo de presidente do Conferp. Palestrando, já visitei mais de 20 universidades brasileiras. Depois de atuar dez anos como professor universitário, e agora também prestando consultorias,

como é a troca de experiência com os acadêmicos nas palestras? Flávio - É uma experiência muito interessante. Quando lecionava, não havia esta integração. Hoje o contexto favorece essas experiências, visto que há uma grande relação entre os integrantes da escola e a empresa. Porém, não ainda como deveria . O aluno deveria se inserir no mercado de trabalho de forma mais inteligente e não somente como estagiário. Nas empresas, os acadêmicos deveriam ser vistos como recicladores do conhecimento, e não deixar o mercado se impor. O grande problema dos alunos da comunicação é que não levam para o mercado o que aprendem na universidade, apenas se moldam a ele. Na tecnologia e na engenharia, por exemplo, as grandes empresas buscam nas universidades essas pessoas que reciclam o conhecimento. Na comunicação isso não ocorre. O que aconselharia aos acadêmicos de RP da Ulbra? Flávio - O aluno deve estar ligado, ter uma grande percepção do mercado, isto é, a visão global do que está acontecendo. E, acima de tudo, deve impor a posição de quem estudou RP. No capítulo “A arte, o conceito e o estilo” do meu livro há uma grande gama de ações que o profissional precisa ter.


PÁGINA

2

Produção “Anos 30” ilustra aulas de Fotografia Editorial Fotografia Editorial, Fotografia Publicitária e Iluminação, do curso superior de Tecnologia em Fotografia da ULBRA, realizaram no dia 20 de maio uma atividade interdisciplinar no Cais do Porto, em Porto Alegre, sob a responsabilidade do professor Fernando Pires. O evento teve uma produção no estilo “Anos 30-Máfia”, onde Pires atuou como produtor executivo e diretor de fotografia, com a colaboração de Geraldo Pagliarini, professor e coordenador do curso superior de Tecnologia em Design. Pagliarini representou o papel de Don Vito Corleone, do filme O Poderoso Chefão, e o elenco contou também com Joice Raquel Wingert e Fabiana Viegas, aluna do curso de Publicidade e Propaganda da ULBRA. A produção de moda ficou por conta da professora Débora Quaresma e suas alunas de CST em Moda. com maquiagens de Márcia Nascente. A atividade correspondeu a uma prática que o curso de Fotografia denomina “saída de campo”, como forma de oferecer aos alunos. A produção foi considerada eficiente, e contou com a colaboração de mais de 40 pessoas.

FICHA TÉCNICA Modelo Gangster/Poderoso Chefão - Geraldo Pagliarini, professor e coordenador do CST em Design; Modelo Morena - Fabiana Viegas, de PP da ULBRA; Modelo Loura - Joice Raquel Wingert; Menino - Leonardo Mattos Cruz; Gangster 1 (Guarda-costas do Poderoso Chefão) - Leonardo Tassoni; Produtora de moda /sttiling professora Débora Quaresma, com as suas alunas do CST em Moda; Make-up - Marcia Nascente (Consultoria de Estilo); Foto de making of - Francesco Lisboa; Locação - Cais do Porto de Porto Alegre. FOTOS DIVULGAÇÃO

Jornal publica crítica de cinema de aluno da ULBRA Marcos Luciano da Cunha (foto), aluno do 1º semestre do curso superior de Tecnologia em Produção Audiovisual da ULBRA, teve sua crítica de filme publicada no jornal Diário Regional de Santa Cruz do Sul. A crítica intitulada “Um filme instigante” que fala sobre o filme “Drive” de Nicholas Winding Refn, fez parte da edição do dia 14 de maio de 2012 (http://www.diarioregionalrs.com.br/adm_jor/ pdfs/detalhe_pdf_grande.php?id_edicao=1719). A crítica de Marcos foi escrita para um trabalho da disciplina de Análise da Produção Audiovisual, da professora Gabriela Almeida. “Na verdade, eu geralmente faço mentalmente algum juízo dos filmes que vejo, agora foi a

primeira vez em que pus isso no papel, levado pela necessidade de escrever textos críticos para a disciplina do curso de Produção Audiovisual.” Embora novato como crítico, o acadêmico afirma que sua paixão pelos filmes já vem de alguma data. “Desde o finalzinho da década de 1980, quando o crítico Goida (Hiron Goidanich) ainda atuava no jornal Zero Hora, fiquei encantado com aquela forma até então desconhecida para mim de falar de um filme”, confessa. Sobre o futuro como profissional de cinema, surge um novo desejo: “Na verdade, embora as duas áreas (crítica e realização) me atraiam bastante, estou curioso mesmo é em saber como eu me sairia como roteirista.”

Informativo Agex n.8  

Produzido pelos estagiários da Agência Experimental de Comunicação da Ulbra Canoas.