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T E ATRO

© João Tuna

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TEATRO NACIONAL D. MARIA II 12 A 22 DE JANEIRO PRAÇA D. PEDRO IV / 800 213 250 / WWW.TEATRO-DMARIA.PT

OS ÚLTIMOS DIAS DA HUMANIDADE Teatro Nacional de São João. Karl Krauss, autoria; Nuno Carinhas e Nuno M Cardoso, encenação; Ana Mafalda Pereira, Andreia Ruivo, António Durães, Benedita Pereira, Diana Sá, João Cardoso, Joana Africano, João Castro, João Lourenço, Mafalda Canhola, Marcello Urgeghe, Maria Inês Peixoto, Miguel Loureiro, Paulo Calatré, Paulo Freixinho, Pedro Almendra, Raquel Cunha, Rita Pinheiro, Sara Barros Leitão, Teresa Arcanjo e Tiago Sarmento, interpretação.

No prefácio deste “Carnaval trágico” escrito por Karl Kraus (1874-1936) durante a Primeira Grande Guerra, o autor austríaco alerta para a veracidade dos “feitos mais inverosímeis aqui relatados”, recorrendo a uma citação invertida de Schiller para afirmar “eu pintei o que eles só fizeram”. Eles são “os contemporâneos, que consentiram que acontecesse o que aqui fica registado”. Obra “majestosa E S T R E I AS ARMAZÉM 13

THE ODDER SIDESHOW Mica Paprika & Lady White, criação e interpretação. 28 JAN: 21H30

CASINO DE LISBOA

OS DIAS REALISTAS

Will Eno, texto; Marcos Barbosa, encenação; Catarina Furtado, João Reis, Manuela Couto e Paulo Pires, interpretação. Os temas do quotidiano entrelaçam-se na relação

e monstruosa”, como a nomeou Roberto Calasso, constituída por mais de 200 cenas, Os Últimos Dias da Humanidade estreia em Lisboa, numa encenação conjunta de Nuno Carinhas e Nuno M Cardoso que procederam, nas suas palavras, a uma “gigantesca colagem” distribuída por três espetáculos com cerca de duas horas cada: Esta Grande Época (dias 12, 15 e 20), Guerra é Guerra (dias 13, 18 e 21) e A Última Noite (dias 14, 19 e 22). Em palco, 21 atores desdobram-se em quase duas centenas de personagens para ilustrar estes últimos dias da humanidade que são, afinal, “os primeiros dias do mundo da guerra perpétua”. Como escreve Nuno M Cardoso, dirigindo-se aos que venham a assistir ao espetáculo, “não percam toda a esperança e sejam bem-vindos”. Ou não fosse este, indubitavelmente, um dos grandes momentos da temporada. Frederico Bernardino

improvável entre dois casais de vizinhos. ESTREIA 11 JAN QUA A SÁB: 21H30, DOM: 17H

revista, pela encenadora Fernanda Lapa, numa incursão pela obra de Ésquilo. 5 A 29 JAN QUI A DOM: 21H30

CLUBE ESTEFÂNIA

CENTRO CULTURAL DE BELÉM

AS FÚRIAS, OU DE COMO O PAI VENCEU A MÃE

Escola de Mulheres. A partir de As Euménides de Ésquilo. Fernanda Lapa, dramaturgia e encenação; Sara Túbio Costa, Marta Lapa, Maria Ana Filipe, Joana Castro, Francisco Côrte-Real e Rodrigo Tomás, intepretação. O papel subalternizado da mulher na sociedade grega é passado em

TERRA SONÂMBULA

ESTE – Estação Teatral. Mia Couto, autoria; Nuno Pino Custódio, criação e encenação; Rosinda Costa, Alexandre Barata e Pedro Fino, cocriação; Rosinda Costa, interpretação.

Regresso ao palco de um espetáculo a partir de uma obra do escritor moçambicano Mia Couto. 28 JAN: 19H, 29 JAN: 11H30

RUA DAS GAIVOTAS 6

BONECAS RUSSAS

Sophie Marie Coletivo. Filipa Leão, Sophie Pinto e Vanda Cerejo, criação; Filipa Leão, Tiago Bôto e Vanda Cerejo, cocriação e interpretação.

Partindo de uma personagem de Ensaio Paralelo (espetáculo anterior do coletivo), procuram-se três perspetivas diferentes sobre essa persona que vive num mundo onírico onde soa insistentemente um hit de Mariah Carey. 26 A 28 JAN QUI A SÁB: 21H30


Agenda Cultural Lisboa | janeiro '17