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GOLFE • HIPISMO • NÁUTICA • LUXO

2017 | 73

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Foto: Daniel Rodriguez/Green Multimídia

Diretor Executivo Fábio Trisotto

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Colaboradores Gisélle Araújo Grayce Rodrigues Diagramação Agência Linkers Contato Fábio Trisotto 55 (47) 9 9259.7484 fabio@golfelazer.com.br A Revista Golfe & Lazer é uma publicação bimestral do Grupo Novocom com distribuição gratuita.

VELOCÍMETRO Sétima geração do BMW Série 5 chega ao Brasil

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TACADA DE SUCESSO O sucesso da Villa Francioni sob o comando de Daniela Borges de Freitas

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APPROACH Novo campo de golfe em Curitiba está entre os melhores do mundo

Todos os direitos reservados. É proibida sua reprodução total ou parcial. A produção da revista não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios e mensagens publicitárias que estão incluídas nessa edição.

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ARQUITETURA Beleza e sofisticação no bairro Glória

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JOINVILLE IATE CLUBE Velejadores da Escola de Vela vencem Estadual da Classe Laser

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velocímetro

BMW série 5 O último passo antes da direção autônoma

A sétima geração do sedã BMW Série 5 chega ao Brasil no dia 3 de maio ainda mais esportiva, luxuosa e eficiente. Revigorado dinamicamente, mais encorpado e com tecnologias de ponta, o modelo apresenta um sistema operacional totalmente inovador. Sedã executivo mais vendido do mundo desde 1972, quando inaugurou o segmento que hoje lidera, o modelo atualmente produzido em Dingolfing (Alemanha) atingiu a incrível marca de 7,6 milhões de unidades vendidas nas seis gerações anteriores. “A sétima geração do BMW Série 5 representa o que a marca vislumbra para o futuro 6


em questão de conectividade, tecnologia e direção autônoma. Queremos liderar essa corrida tecnológica com produtos que unem apelo emocional e forte interação entre máquina e motorista”, afirma Helder Bovida, Presidente e CEO do BMW Group Brasil. A versão 530i M Sport chega ao mercado nacional com o valor de R$ 314.950 e traz design M Sport, rodas de liga leve M Double-spoke aro 18 e faróis full-LED, Multifunctional Display em tela de 13,3 polegadas e

preparação para Apple CarPlay via wireless. A versão topo de linha 540i M Sport custa R$ 399.950 e apresenta todos os itens da versão acima, oferecendo ainda rodas de liga leve M Double-spoke aro 19, faróis Full-LED adaptativos, sistema de som Surround 7.1 Harman Kardon; novos Driving e Parking Assistant Plus; Head-up Display e Night Vision com reconhecimento de pedestres, entre outros itens de conforto e conveniência. “Não tenho dúvidas de que o novo BMW Série

5 é o carro ideal para apresentar dispositivos inéditos e estabelecer novos padrões tecnológicos para o segmento. Por isso que ele é referência mundial de sedã executivo”, completa Boavida. Ambas as versões trazem cinco opções de pintura externa (Preto Carbono; Preto Safira; Cinza Sophisto; Branco Alpino; Azul Mediterrâneo e Bluestone) e quatro de revestimento interno em couro: Dakota Preto, Dakota Preto com Costura Azul, Dakota Cognac e Dakota Night Blue.

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velocímetro

No Brasil estão disponíveis para o Série 5 duas motorizações a gasolina, que atuam com uma transmissão automática de oito velocidades e tração traseira. O novo motor 2.0 l de quatro cilindros em linha do BMW 530i é capaz de entregar potência máxima de 252 cv entre 5.200 rpm e 6.500 rpm e torque máximo de 350 Nm entre 1.450 rpm e 4.800 rpm. O BMW 530i acelera de 0 a 100 km/h em 6,2 segundos. O BMW 540i, por sua vez, traz sob o capô um motor 3.0 l de seis cilindros em linha, com 340 cv entre 5.500 rpm e 6.500 rpm e 450 Nm de torque entre 1.380 rpm e 5.200 rpm. A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 5,1 segundos. Em ambos os modelos, a velocidade máxima é de 250 km/h e o tanque de combustível tem capacidade de 68l

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planejamento comunicação marketing digital & tradicional

Uma mistura que dá resultado.

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tacada de sucesso

Por amor a Dilor 10

Foto: Vera Rocha


Daniela Borges de Freitas coloca todo expertise e paixão por vinhos à frente da Villa Francioni, de São Joaquim.

Em meio a paisagem verde-amarelada das araucárias, coxilhas e taipas, e que em alguns dias do ano torna-se branca por causa da neve, escondia-se no Planalto Serrano Catarinense uma região diferenciada para a produção de vinhos de alta qualidade. Sabedor dessa riqueza, o empresário Dilor Fernandes decidiu investir seu tempo e conhecimento na acolhedora cidade de São Joaquim, dando início à Villa Francioni. A primeira safra veio em 2004 e o lançamento dos vinhos no ano seguinte, poucos meses após o falecimento do patriarca da família. Herdando a mesma paixão de seu pai para os negócios, coube a Daniela Borges de Freitas, terceira de quatro filhos da família, com os irmãos Adriana e André, seguir o caminho de sucesso da empresa. Presidente do Conselho da Villa Francioni desde 2008, a empresária nascida em Criciúma coloca à frente do negócio todo conhecimento adquirido ao longo desses anos. Formada em Direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, Da-

niela nunca parou de estudar e se aperfeiçoar. Fez pós-graduações em Economia (USP), Direito Empresarial (Mackenzie), Direito Econômico e Empresarial (FGV), e Direito Comparado em Harvard. “Recentemente em fiz o Curso de Marketing do Vinho, na Universidade da Califórnia (UCLA) e também o curso da Wine & Spirit Education Trust (WSET)”, comenta, orgulhosa. Com tanta experiência e conhecimento, Daniela é bem otimista em relação ao mercado nacional de vinhos, pois sabe que o país anda tem muito a explorar nessa área. “O mercado de vinhos é crescente. O interesse das pessoas e o nível de conhecimento aumentou muito e nos dias de hoje o mundo inteiro quer vender para cá, pois sabem do potencial de mercado. Isso é muito bom, pois deixa o mercado mais competitivo e nos faz sempre trabalhar para manter a qualidade dos nossos vinhos dentro dos patamares que projetamos”, explica. Com uma área de 25 hectares, aproximadamente 250.000 m2, a vinícola produz atual-

mente 160 mil garrafas e recebe cerca de 40 mil turistas todos os anos em busca de alguns dos melhores vinhos do Brasil. Mesmo com todo esse sucesso, a empresária afirma que muita coisa precisa ser feita. “Ainda somos crianças nesse mundo. Temos muito para aprender e aprimorar em termos de vinho. Quando você começa a ficar muito visado e reconhecido a atenção deve ser redobrada. Nossa prioridade é garantir a qualidade, sempre ofertando novidades ao mercado, pois o nosso público é muito curioso e gosta de experimentar uvas diferentes”. Em setembro de 2016 os filhos Daniela, Adriana e André puderam celebrar a trajetória de sucesso de Dilor, lançando um rótulo com o nome do fundador da Villa Francioni. Elaborado com seis variedades de uvas da safra de 2009, a melhor desde 2004, o vinho permaneceu por 30 meses em barricas novas de carvalho francês e passou por guarda de dois anos de garrafa antes de ser comercializado.

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tacada de sucesso

Foto: Photographic

Foto: Photographic

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Localizados em uma região com extrema qualidade para a produção de uvas, como bem ressalta Daniela, e motivados a sempre oferecer um produto de excelência, os irmãos Freitas encontraram a combinação perfeita para o sucesso. Desde que assumiu a presidência do conselho da empresa em 2008, ela colocou em prática seu conhecimento e paixão para tornar a Villa Francioni referência no mercado de viniviticultura. Com um tino empresarial aguçado, Daniela conseguiu se estabelecer em um mercado majoritariamente formado por homens e hoje é serve de espelho para outras mulheres que estão conquistando seu espaço na área. “Atualmente já é possível ver várias mulheres à frente de vinícolas. Há alguns anos eu participei de um encontro só para o público feminino da área e nesse mês de maio farei parte de mais um”, afirma a empresária, que conta uma passagem que a fez crescer muito. “Quando assumi a presidência fui a São Paulo visitar um cliente e ele me disse que não entendia como eu estava à frente de um negócio de homens. Eu nunca vou me esquecer daquilo. Dentro de mim eu sabia que precisava provar que aquilo ia dar certo, foi um desafio pessoal. E foi muito bom ter ouvido aquilo. Na verdade, esse tipo de comentário não me influencia, pois eu fui criada no mundo dos negócios. Não me sinto mais ou menos, pois o que importa realmente é o mérito, é o profissionalismo”


publieditorial

Compliance nas empresas: o prejuízo da Corrupção e o lucro da Ética Por: Rodrigo Pironti

Os casos recentes de corrupção no Brasil, que produziram um reflexo devastador na economia e na imagem das empresas neles envolvidas e levaram boa parte de seus dirigentes e funcionários a prisão, são produto de um novo Brasil, onde a adequação à Lei não constitui mera formalidade, mas fundamentalmente, a possibilidade de manutenção dos negócios da empresa e da tranquilidade pessoal de seus dirigentes, o que só é possível por meio de práticas modernas e efetivas de compliance e integridade. A partir deste novo e irreversível cenário, a preocupação das empresas é ampliada quando analisados os indicadores da corrupção em nosso país. Isso porque o Brasil está entre os países com os maiores índices de práticas corruptivas dentro das empresas. Recente pesquisa da Deloitte apontou que uma empresa pode perder 50% do seu valor de mercado por conta do dano de reputação, afastados os demais danos econômicos, e de acordo com a OCDE, as multas impostas correspondem a aproximadamente 34,5% do lucro 14

dessas empresas. O que preocupa é o que as empresas estão fazendo para redução dessas práticas e se essas medidas são realmente efetivas. Os dados trazidos impõe um agir ético, com a adoção de programas de integridade efetivos, para preservação da imagem, saúde financeira e mitigação dos riscos de sanções civis, criminais e administrativas da empresa e de seus sócios. O sistema de responsabilização da Lei Anticorrupção (e de outras Leis) é amplo e atinge não apenas as pessoas jurídicas, mas também as pessoas físicas produtoras (por ação ou omissão) do ato corruptivo. Um bom programa de integridade engloba o comprometimento da alta direção e a estruturação de regras e instrumentos jurídicos e contratuais de prevenção de ilícitos, com o objetivo de reduzir o cenário de responsabilidade civil e criminal das empresas e de seus sócios. Há necessidade imediata de que as empresas criem ou aprimorarem seus programas e estabeleçam procedimentos eficazes de compliance, inserin-

do uma relação de causa e efeito entre o programa criado e a adequação da conduta de todos aqueles que a ele se submetem

Rodrigo Pironti Pós-Doutor em Direito Econômico pela Universidad Complutense de Madrid. Professor de graduação de pós-graduação no Brasil e no Exterior. Consultor Jurídico da Confederação Brasileira de Golf – CBG. Advogado sócio da Pironti Advogados.


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Golfe invade Hospital Pequeno Príncipe e ajuda no tratamento das crianças A iniciativa, que busca incentivar o esporte e promover a inclusão social no ambiente hospitalar, animou os pacientes que pela primeira vez tiveram contato com a modalidade

Depois de 5 anos tratando um câncer, esta foi a primeira vez que o menino Ricieri pôde praticar um esporte dentro ainda do Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba. Aos 8 anos de idade, deu sua primeira tacada, graças ao campo de Minigolfe instalado no pátio da instituição - o primeiro do Brasil em um ambiente hospitalar. Uma alegria para o pai, Ricieri Carvalho, que viu o filho, recuperado de um tumor no cérebro se divertir e esquecer um pouco da rotina de cirurgias, quimioterapia e radioterapia. “Isso é uma maravilha! Ele está muito contente, nem lembra que veio para fazer o tratamento. Ajuda muito no nosso tempo de espera. Hoje vamos passar 12 horas aqui, e ter uma atividade como esta é bom demais”, comemora Carvalho, que mora com a família em Cambará (PR) e viaja para a capital com frequência para as consultas de Ricieri. Nicolly também não perdeu tempo. A garotinha, de 9 anos, trata problemas neurológicos desde 2011 e agora, entre as muitas consultas que tem que fazer no Hospital, vai aproveitar para praticar esporte, o que ela adora. “A Nicolly adora tudo que envolve esporte e ficou animadíssima. É bom demais ver que ela está brincando e feliz. Nós temos que vir sempre pois são muitas consultas, neurologista, cardiologista, oftalmo, ortopedista... tem mês que temos que estar aqui até 6 vezes. Agora ela vai vir mais animada”, avalia a mãe, Jacinta Pereira, que vem de Guaramiranga (PR) para o tratamento. 16


Os benefícios não são sentidos apenas pelos pais e acompanhantes. De acordo com Fábia Silva, que é voluntária do Hospital há 4 anos, os resultados de atividades como esta são extraordinários. “É maravilhoso! Eles se distraem, interagem, vão se soltando e ao mesmo tempo que brincam vão trabalhando a coordenação, ficam mais animados e dispostos. É uma superação”, explica. O projeto foi desenvolvido pela Federação Paranaense e Catarinense de Golfe (FPCG) com o apoio da A. Yoshii Engenharia, responsável pela obra. A intenção é desenvolver as crianças em tratamento a partir das características do golfe. Concentração, coordenação e disciplina serão praticados enquanto se brinca. O golfe ainda permite que jogadores de diferentes níveis, gênero ou idades sejam colocados em condição de igualdade durante o jogo.

É uma característica que reforça a honestidade, a cortesia, o respeito e a justiça. Para o presidente da FPCG, Sakae Tamura, essa também é uma oportunidade para que os pacientes tenham contato com o esporte e esqueçam um pouco da rotina hospitalar. “Com o Minigolfe, os meninos e meninas poderão desfrutar de um ambiente lúdico, se divertir muito e conhecer um esporte diferente”, destaca. A ação também reforça importantes valores como equidade, honestidade e cortesia. “No golfe, as pessoas podem competir de igual para igual levando em consideração suas diferenças. São princípios de equidade como esses que o Pequeno Príncipe também dissemina como instituição”, destacou o diretor coorporativo da entidade, José Álvaro Carneiro. Além disso, as crianças e os adolescentes que quiserem dar continuidade ao esporte podem vir a fazer parte do projeto Golfe para a Vida – Programa de Formação de Talento e Cidadania, projeto de responsabilidade social corporativa da Confederação Brasileira de Golfe

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Mais um campo de Golf-7 no Paraná Golfe adaptado para crianças especiais ganha mais um campo oficial

Em meio às ações da Semana Mundial de Conscientização sobre o Autismo, foi inaugurado, no início de abril, o segundo campo de Golf-7 do Paraná. O espaço, onde é possível que alunos com deficiência pratiquem uma versão adaptada do esporte, fica em Quatro Barras, na região metropolitana de Curitiba. O novo campo sediou o 2o 18

Campeonato Paranaense da modalidade, disputado por mais de 60 alunos de 15 escolas especiais do estado. E, mais uma vez, antes da bolinha rolar, uniformes, tacos, bolsas e outros materiais oficiais usados por golfistas profissionais foram entregues às escolas que já incluem a modalidade no dia a dia dos alunos. Os reflexos da prática são destacados pelos professores,

que percebem a evolução no comportamento dos alunos graças à modalidade. “Para dar a tacada e acertar o buraco é preciso muito foco, coordenação e calma, características que eles não costumavam ter, e acabaram desenvolvendo com o hábito de jogar golfe. Hoje estão muito mais tranquilos e concentrados”, destaca Fátima Alves, professora e criadora da modalidade.


O Golf-7

O Golf-7 é uma versão adaptada do esporte direcionado, especialmente, para práticas pedagógicas que visam o desenvolvimento dos alunos. Trata-se de uma alternativa para a inclusão social das pessoas com deficiência e sua formação como cidadão. Jogado em um campo menor e com menos buracos, permite a disputa de uma atividade física nas escolas com melhores resultados no comportamento dos alunos. O Golf-7 foi criado em 2005, no Paraná, e de lá para cá mais de 35 mil estudantes de 353 escolas do Paraná já praticaram o esporte 19


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Curitiba ganha novo campo de golfe Depois de uma grande reforma comandada por arquiteto americano, Graciosa está entre os melhores do mundo

Foram oito meses de obras, mas o resultado foi de encher os olhos. Inaugurado em 17 de março, o novo campo do Graciosa Country Club vem sendo classificado como um dos melhores do mundo quanto às condições técnicas. Com projeto do renomado arquiteto norte-americano, Dan Blankenship, e grama usada nos campos olímpicos, o espaço segue sendo um dos mais belos do país, porém, com novas experiências aos golfistas. Os nove buracos da versão inaugurada em julho de 1927 foram mantidos. De resto, tudo é novidade. A obra começou com a retirada total da grama, passando para a terraplenagem e os serviços para drenagem. Em seguida, o emprego de pedra, brita e areia para a criação das bases dos greens e obstáculos. O sistema de irrigação também foi remodelado para receber a grama definitiva. O projeto também teve especial cuidado com a arborização. Um bosque inteiramente novo ganhou corpo – são mais de 200 árvores, num processo 20

autorizado por todas as licenças ambientais necessárias e acompanhamento especializado. Outra novidade é que agora os nove buracos contam com caminhos para os golf cars, podendo ser percorridos pelos carrinhos tradicionais mesmo em dias de chuva. Blankenship já executou grandes projetos na Ásia e em seu país natal, além de obras por todo o Brasil, somando 24 novos campos, entre outros trabalhos de reforma. “O salto técnico foi marcante. Com o novo campo, o Graciosa adquire condições técnicas que os coloca entre os melhores do mundo”, explica. O novo espaço é motivo de orgulho para os capitães de golfe do clube que tiveram o trabalho de acompanhar de perto cada uma das mudanças. “O campo mudou, mas o charme continua. Todos os sócios devem se orgulhar pelo tamanho desta obra que engrandece não só o golfe, mas todo o clube. Ficou ainda mais gostoso jogar aqui”, afirma Leslie de Oliveira Bocchino. Para o capitão Guilherme

Costa, “o grande destaque foi à modernização como um todo, além do novo sistema de irrigação e drenagem que vai corresponder às expectativas e à demanda dos sócios. Agora o campo do Graciosa segue o padrão dos mais modernos campos do mundo. O sócio tem muito do que se orgulhar”


Aberto de Golf Cidade de Curitiba Competição foi a primeira oficial no novo campo do Graciosa

Mais de 150 jogadores de todo o país puderam experimentar as novidades do campo recém inaugurado. Valendo pontos para os rankings FPCG, nacional e mundial, os golfistas - divididos em dois finais de semana - disputaram a 69ª edição do tradicional torneio praticamente estreando o novo espaço. Os grandes campeões foram Herik Machado do Belém Novo Golf Clube e Lauren Grinberg do Lago Azul Golfe Clube, ambos número 1 no ranking nacional. Os vice-campeões, que também tiveram uma boa performance, foram Daniel Ishii do Itanhangá Golf Club e Ana Beatriz Cordeiro do Alphaville Graciosa Clube.

O golfista coreano Jinbo Ha, do Terras São José Golfe Club, foi o terceiro colocado. Ele se aproximou dos líderes no segundo dia, ao finalizar com uma surpreendente volta (-8), recorde no novo campo, com eagle no 18, sete birdies, um bogey. Herik se manteve na liderança desde o primeiro dia de disputa, mas foi só no último que de fato garantiu a vitória ao jogar quatro abaixo do par. Entre as mulheres, Lauren Grinberg e Ana Beatriz Cordeiro começaram empatadas, mas já no dia seguinte Lauren abriu vantagem e a manteve até o final da última rodada, onde de fato pôde comemorar a vitória

Classificação Especial Fem. Net Senior: Rosa Kamizaki - AGC Net PSN: Ana Tereza Braz - GCC Especial Masc. Net Senior: Nelson Yamamoto - AGC Net PSN: Glaucio Bley Filho - GCC F2 - Índex de 23.8 a 31.7 1º Lucia Maria da Silva Pupo - GCC 2º Roberta Sorice - AGC 3º Gilka Calixto Feres - GCC

F3 - Índex de 16.6 a 23.7 1º Luiza Chiodini Rudy - GCC 2º Sofia Chiodini Rudy - GCC 3º Annie Santos - AGC M4 - Índex de 22.2 a 31.7 1º Walter Souza - AGC 2º Luiz Felipe Russo Schmidt - GCC 3º Rafael Villen Rosa - LPGC M3 - Índex de 14.1 a 22.1 1º Luis Maciel - RGR 2º Paulo de Paula Abreu - GCC 3º Fabiano Veiga Ribeiro - GCC

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Brasil é bronze no Sul-americano juvenil Equipe com integrantes paranaenses vai bem, mas fica fora do mundial

Teve paranaense fazendo bonito no 50º Campeonato Sul-Americano de Golfe Juvenil, disputado no Belém Novo Golf Club, em Porto Alegre (RS). Daniel Celestino e Ana Beatriz Cordeiro, integrantes da equipe brasileira foram bem e conquistaram boas posições. Composta pelos gaúchos Rohan Boettcher e Andrey Xavier, além de Celestino, o time masculino ficou com o 3º lugar. Os brasileiros tiveram apenas duas tacadas a mais que dos vice-campeões, os colombianos. Já os campeões foram os representantes do Peru. Apesar da boa colocação, o trio brazuca acabou ficando fora da Copa do Mundo, que acontece no Japão. Somente as duas melhores equipes garantiam vaga.

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No individual masculino, o paranaense, Daniel Celestino, ficou com o 10º lugar. Rohan Boettcher conquistou o bronze e o local player, Andrey Xavier, foi o quarto colocado. O campeão foi o peruano Julian Perico, único jogador a terminar abaixo do par do campo (-3) ao final da disputa. No feminino, Ana Beatriz Cordeiro foi a melhor brasileira classificada no individual, com o 11º lugar. A venezuelana Valentina Gilly e a argentina Ela Belen Anacona, ficaram empatadas em primeiro lugar. O time brasileiro, formado por Ana Beatriz, Laura Caetano (DF) e Lauren Grinberg (SP), ficou em 8o lugar. O título ficou com a Colômbia, seguida pela Argentina e pelo Paraguai


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Copa Integração Disputa entre interior e capital reúne golfistas em Maringá

Desta vez foi a Equipe do Interior que venceu a Copa Integração. Em sua 4a edição, o torneio que nasceu com o propósito de confraternização entre os golfistas, teve como palco Maringá Golf Clube, no primeiro final de semana de abril. Divididos entre duas equipes, jogadores do Paraná e Santa Catarina disputaram nas modalidades Match Play Gross. A Equipe Curitiba, capitaniada por Jorge Ishii foi formada pelos clubes da capital paranaense: Alphaville Graciosa Clube, Clube Curitibano, Graciosa Country Club, Las Palmas Golf & Country Club e 24

Santa Mônica Clube de Campo. A Equipe do Interior, formada por: Costão Golf Club, Francisco Beltrão, Iguassu Falls Golf Club, Joinville Country Club, Londrina Golf Club, Maringá Golf Clube, Pine Hill Golf Club, Ponta Grossa Golf Club, Royal Golf Residence, Aguativa Golf Resort, Itapema Resort & Spa e Reserva Camburio Yacht & Golf, tinha como capitão é Lucio Minoru Hiratomi. No primeiro dia de disputa foram realizados 24 jogos Four-ball, e a Equipe do Interior abriu uma grande vantagem no placar com 18,5 pontos contra 5,5. No segundo, foram 18 jogos

Single Match-play entre profissionais e jogadores da categoria M1, e 15 jogos Greensomes para as demais categorias. A Equipe do Interior, assim como no primeiro dia, venceu novamente, somando 23,5 contra 9,5 da Equipe Curitibana. O placar final foi de 42 a 15. Com o resultado, o troféu, que estava nas mãos do time da capital, foi passado para o capitão do time do interior. Também foram premiados todos os participantes da equipe vencedora, além dos campeões do ranking de 2016


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Santa Mônica entrega novo campo a golfistas Com 18 buracos e 7 mil jardas e campo é o mais longo do Paraná

Os golfistas curitibanos começaram a temporada 2017 com muitas novidades. Teve campo sendo inaugurado, também, no clube Santa Mônica. Os 18 buracos com quase 7 mil jardas fazem parte de um grande projeto, que começou há mais de 20 anos. Redesenhado em 2010, com cerca de 30 alqueires, o campo – que até então tinha 10 buracos - passou por muitos estudos para que fosse feito o melhor aproveitamento do relevo original, evitando grandes subidas e descidas. Boa parte deste planejamento foi feito por Julio Azevedo e François Cazabon, diretor de regras da FPCG. “Foram muitas horas de estudo, de Google Earth, para conseguirmos mudar o projeto. A beleza visual do campo encanta os praticantes, que ao jogarem passam por diversos locais que enchem os olhos, como lagos, árvores e vista panorâmica da cidade”, destaca Cazabon que é árbitro internacional da Profissional Golfers Association – PGA e participou nos Jogos Olímpicos do Rio 2016. Atualmente, o campo de golfe moniquense é o mais longo do Estado e tem tudo para 26

fazer crescer significativamente o número de praticantes no Paraná, de acordo com o presidente da Federação Paranaense e Catarinense, Sakae Tamura. “O Santa Mônica é uma promessa no golfe, em breve irá sediar grandes eventos. Possui um layout muito interessante, os buracos 1, 9 e 18 se localizam próximo a sede de golfe, o que facilita muito aos jogadores, pois iniciam e terminam a partida no mesmo local. Poucos são os clubes que possuem essa característica”, elogiou o presidente. “No meu ponto de vista, o diferencial que o Santa Mônica apresenta aos seus sócios é a prati-

cidade no lazer para toda a família, é um grande complexo esportivo que não necessita deslocamento, todos os esportes em um mesmo local”, acrescentou. Tacada Inicial

O 14º Aberto do Santa Mônica abriu as portas do novo campo e foi o primeiro torneio oficial no novo após a inauguração dos 18 buracos. Odair Pereira e a líder do ranking feminino da FPCG, Maria Cristina Bueno foram os grandes campeões na estreia


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L

1. Norton 2. José Neri Pierog e Dagoberto Pelentier 3. Maria Zelia de Oliveira 4. Guilherme Borges 5. Luiz Augusto Soutes, Guilherme Borges, Rodrigo Navarette e Lidio Duarte 6. Joana Szpak

7. Norio Ami 8. Claudio Gozzo 9. Sv 10. João Tamborin, José Carlos Lima e Rubens Dias 11. Valderez Santos 12. Roberto Haycacibara

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Calendário Junho 02 a 04 – Faldo Series South America Championship Curitiba/PR Alphaville Graciosa Clube (Nacional e Mundial) 10 e 11 – 3ª Aberto das Cataratas Foz do Iguaçu/PR Iguassu Falls Golf Club (FPCG) 16 a 18 – 28º Aberto do Estado do Paraná Quatro Barras/PR Clube Curitibano (FPCG, Nacional e Mundial) 29 – 1ª Etapa – Best Golf Quatro Barras/PR Clube Curitibano (Best Golf)

Julho 02 – IMIM 109 Curitiba/PR Alphaville Graciosa Clube (Torneio Festivo) 06 a 09 – 87º Amador do Brasil a definir (Nacional e Mundial) 21 e 23 – 28º Brasileiro Juvenil a definir (Nacional e Mundial) 30 e 31 – 19º Aberto Sênior e Pré-Sênior FPCG Cambé/PR Londrina Golf Club (Torneio Festivo)

Expediente Jornalista responsável: Sabrina Coelho

Endereço Federação Paranaense e Catarinense de golfe:

Contato: admgolfe@fprgolfe.com.br www.fpcg.com.br

Rua Pastor Manoel Virginio de Souza, 1020 CEP 82810-400 - Capão da Imbuia Curitiba - PR Telefax: (47) 3366.9159 - (41) 3267-4620

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O fiador e a locação com prazo indeterminado Por: Mariane Schappo

A Fiança é uma das modalidades de garantia trazidas pela Lei do Inquilinato. Por tratar-se de garantia sem custo e com menor burocracia, é a mais utilizada nas relações locatícias. É comum que os contratos de locação com tal característica vinculem o fiador às obrigações até o fim da relação locatícia, com a entrega das chaves o que, dada a prorrogação da locação por prazo indeterminado, acaba por prorrogar também o encargo do fiador. No entanto, com o advento da Lei nº 12.112/2009, que alterou a Lei do Inquilinato, é permitido ao fiador desonerar-se da obrigação assumida originalmente. De acordo com a normativa, se realizada a prorrogação do contrato por prazo indeterminado e o fiador tiver a intenção de se eximir da obrigação, deve este notificar o locador. As obrigações decorrentes da fiança, contudo, perdurarão pelo prazo de 120 dias após a notificação do locador. Como efeito da desoneração do fiador, poderá o locador notificar o locatário para, no prazo de 30 dias, apresentar nova garantia sob 32

pena de rescisão contratual. do à locação, além de proteger Destaca-se, ainda, que a seu patrimônio, desde que atenprorrogação do prazo da loca- didos os requisitos legais ção não é entendida como um aditivo contratual, e, portanto, não depende de anuência do fiador. Assim, a fiança se manterá até o prazo final caso não tenha o fiador exercido seu direito à exoneração. Não é demais alertar, inclusive, que havendo execução do contrato locatício e o acionamento do fiador, até seu imóvel tido como bem de família poderá ser penhorado – art. 3º, VII, Lei nº 8.009/1990. Por se tratar o contrato de um instrumento obrigatoriamente escrito, contudo, deve o fiador estar atento às cláusulas firmadas, que muitas vezes podem ajustar a renúncia ao benefício de ordem ou obrigam o fiador como devedor solidário do débito, situações estas em que sequer poderá exigir a execução dos bens do devedor (locatário) antes dos seus. Mariane Schappo (OAB/SC 28.436) Portanto, a participação Sócia do escritório Schappo, Turrek e Melo Advocacia e Consultoria (OAB/SC 3271) ativa do fiador na elaboração do contrato e o controle dos prazos 473804-0496 www.stmadvocacia.adv.br contratuais é essencial. É seu direito eximir-se das obrigações e impedir o vínculo indetermina-


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Arquitetura

Residência

GLÓRIA

Por: Mauricio Ribeiro Arquitetura

Sutil jogo entre transparencia e opacidade, criteriosa escolha de materiais e volumetria baseada em planos geométricos bem demarcados são as propostas preponderantes da residência Glória. Implantada em uma rua calma, delimitada por um muro de vidro que convida à contemplação de sua arquitetura e jardim, esta residência possui elementos construtivos que dão plasticidade à fachada e mantém a privacidade do seu interior. 34

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Laje flutuante e Jardim duplicado

a

A concepção de uma laje continua que flutua nos limites do terreno envolve a casa e seus diversos planos, configurando um vazio central demarcado por uma parede de cobogós e jardins.

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Ao acessar a casa a partir da rua, depara-se com um forte elemento escultural, um grande pórtico revestido de porcelanato madeirado que enquadra o paisagismo exuberante refletido por painéis de vidro espelhado, duplicando o jardim.


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Arquitetura

2

3 em 1

a

O programa coloca em evidência três ambientes: estar, cozinha e sala de jantar. Dessa forma, reflete-se um estilo de vida contemplativo e de grande atividade social do cliente. Estes ambientes podem ser totalmente abertos e integrados ao exterior por painéis de vidro, criando uma extensão da casa para o espaço gourmet e área molhada, proporcionando amplitude e dinamismo.

b

Na continuidade de tais espaços, alcança-se à piscina, jardim e circulação que leva às áreas de contemplação, marcadas por um pergolado, uma parede decorativa e cobogós.

2 a

2 a

O resultado é um lar com grande variedade de pés-direitos onde a ventilação cruzada e a luz do sol controlada através de brises de madeira mantém o conforto ambiental e o bem-estar do usuário.

2 a

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3

Jardim de Inverno

a

Outro elemento visual preponderante no interior da casa é o jardim de inverno, marcando o início do eixo vertical através de um painel de vidro que ilumina a escada escultórica pela qual se tem acesso ao mezanino, que por sua vez tem a função de distribuir o setor íntimo. A casa localizada em Joinville, no bairro Glória é iluminada naturalmente, fluida, com a intenção de proporcionar um relacionamento à família e encontros com os amigos.

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Arquitetura

“Pensamos que a vida moderna nos leva a projetar espaços sociais mais integrados, possibilitando uma interação maior dos moradores com a casa, um aproveitamento melhor dos espaços, e não ambientes compartimentados e isolados” Maurício Ribeiro

Fornecedores

Mauricio Ribeiro Arquitetura Rua XV de Novembro, 2380 - Glória - Joinville - SC 47

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Espaço do Vidro Rua Santo Agostinho, 384 - Guanabara - Joinville - SC

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A influência das provas extraídas da internet em processos de direito de família Por: Jefferson Lauro Olsen

Atualmente a internet ocupa espaço em praticamente todas as atividades cotidianas, e de maneira cada vez mais significativa as relações virtuais vem influenciando os relacionamentos interpessoais através de redes sociais e trocas de e-mails, onde as pessoas se conhecem, criam amizades, namoram, e até mesmo se casam em função de um relacionamento iniciado de forma virtual. Sendo os Tribunais reflexos dos costumes da sociedade, é cada vez mais comum encontrarmos decisões que foram influenciadas por provas produzidas através de impressos de redes sociais, que caracterizam-se pela grande exposição de dados pessoais, pensamentos e imagens, que sem dúvidas podem influenciar no julgamento de um processo. Em casos de direito de família esta exposição facilmente pode ser usada como prova, por exemplo em uma ação de divórcio, a fim de comprovar eventual conduta reprovável de uma das partes, ou ainda em uma ação revisional de alimentos, onde se busca o aumento ou diminuição do valor recebido em decorrência da mudança do estilo de vida/ 40

capacidade financeira, e até mesmo em ações de guarda como prova das condições emocionais e psicológicas dos pais para o deferimento da guarda em favor de um ou de outro. É certo que a grande dificuldade de um processo judicial, em especial nos casos de direito de família é a produção de provas, e sendo a prova da conduta das partes fator determinante para a procedência ou improcedência do pedido alertamos que ao se expor em um ambiente acessível a várias pessoas, a pessoa podem ter os dados apresentados em um processo judicial de forma desfavorável, tendo efeitos indesejáveis que sequer eram imaginados no momento da exposição. Em um primeiro momento tais informações podem parecer óbvias, entretanto a cada dia aumenta o número de pessoas que tem seus interesses prejudicados por editarem perfis inadequados em redes sociais, ou por trocas de e-mails comprometedores, de modo a produzirem provas contra seus interesses. Não há como deixar de reconhecer a importância da internet e dos benefícios que ela nos traz por facilitar as relações

interpessoais, entretanto é importante que as pessoas tenham bom senso no uso desta ferramenta, sob pena de sofrerem as conseqüências de seus atos

Jefferson Lauro Olsen (OAB/SC 12.831)

Especialista em Direito de Família. Membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família - IBDFAM. Sócio do Escritório Olsen Advocacia.


IMPRIMINDO E MULTIPLICANDO IDEIAS

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Realizada no luxuoso Joinville Country Club, o Golf Day by Golfe & Lazer foi apresentado pela Gráfica Jawy e mais uma vez foi um sucesso entre os mais de quarenta empresários presentes no evento. Após a recepção com café da manhã de boas vindas, os convidados participaram de uma clínica com instrutores nas diversas áreas de jogo seguida pelo Torneio Putting Green. A confraternização seguiu com um delicioso almoço e, em seguida, prática livre para encerrar o dia. Como sempre, muita descontração, boa gastronomia, networking e, claro, ótimas tacadas marcaram o Golf Day. O evento contou com o apoio da HA Odontologia, Mercedes DVA, Construtora Bellman, Aleatory e Gráfica Jawi 42


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1. Kelma, Áurea e Andréa 2. Anderson e Olegário

3. Fábio, Edson e Hildembrand 4. Hildembrand, Ramuski, Fábio e Rodrigo

5. Waldemar, Fábio e Alessandro 6. Momento de registro dos convidados


Caderno Especial


CONSELHO DELIBERATIVO Mandato 2014/2017 Jackson Hertenstein Klaus Driesnack João de Deus Assis Filho Orlando Volkmann José Mário Gomes Ribeiro Marco Antonio Corsini Edson Fajardo Nunes da Silva Mandato 2015/2018 Acyr Leye André Bornschein S ilva Antonio Carlos Minatti Eugênio Alberto Fleischer Gert Heinz Schulz Rubens Moura Waldir Harger Mandato 2016/2019 Celso Kupsch Rubens Petry Ivo Birckholz Edmundo Kochmann Júnior Marcelo Hack Horst Dieter Hardt Alberto Raposo de Oliveira

DIRETORIA Comodoro Ivo Brickholz Vice-Comodoro Klaus Driesnack Diretor Secretário José Mário Gomes Ribeiro Diretor de Patrimônio Edson Fajardo Nunes da Silva

Fotos: Daniel Rodriguez/Green Multimídia

Passado o verão, com suas temperaturas extremas e trovoadas de final de tarde, a meia estação nos traz dias mais agradáveis. No Joinville Iate Clube a movimentação de embarcações é gerada por aqueles que curtem a permanência a bordo, seja em uma lancha fundeada próxima a uma ilha, ou nas velejadas tranquilas com clima mais estável. Na área esportiva, o movimento continua intenso por conta dos entusiastas das regatas, sejam elas nos veleiros de oceano, sejam nos monotipos. Outro destaque, o Torneio de Pesca Embarcada - Topembar, que tradicionalmente reúne os aficionados desta prática. No que tange às melhorias de infraestrutura, em alinhamento ao planejamento estratégico e à pesquisa entre associados, em breve teremos a ampliação das vagas molhadas, trazendo mais comodidade aos usuários. As obras estão em andamento. Acompanhe também nesta edição, os registros de viajantes estrangeiros que nos visitaram. Saiba um pouco mais sobre a natureza na Babitonga e algumas dicas técnicas sobre seu barco. Seja passeando, competindo ou pescando, nunca se esqueça os cuidados com a segurança a bordo. Assegure-se que as manutenções estão em dia, tenha equipamentos de segurança suficientes, além da habilitação e documentação da embarcação.

Desejo a todos uma boa leitura, saudações!

Diretor Financeiro Orlando Volkmann Diretor de Esportes Adam Max Mayerle Diretor Cultural Horst Dieter Hardt

Dieter Hardt Diretor Cultural 48


Velejadores da Escola de Vela vencem Estadual da Classe Laser Regata de Itacolomi, em Penha, é a quinta etapa deste ano

Em abril, os velejadores Lucas Edson Michalak, Gustavo Wiemes de Souza e Eduardo da Silva, atletas da Escola de Vela do Joinville Iate Clube (JIC), participaram da Regata de Itacolomi, realizada em Penha/SC. O evento faz parte do Ranking Norte Catarinense de Monotipos, foi a 5ª etapa deste ano. Os velejadores competiram nas categorias Laser 4.7 e Dingue. Lucas Edson Michalak e Gustavo Wiemes de Souza competiram pela Laser e Eduardo na categoria Dingue. Os alunos do JIC competiram com velejadores do estado e também do Paraná e conseguiram bons resultados. “Foram realizadas duas regatas, todas competitivas, com ventos moderados, inconstantes e com muitas rajadas, que aumentou o grau de competição”, explica Lucas Calendário Regatas Ranking Norte Catarinense de Monotipos

Classificação da etapa Lucas Edson Michalak

Porto Belo - 06 e 07/05 JIC - 20/5 JIC - 26/08 Barra do Sul - 16/09 Florianópolis - 21/10 Porto Belo - 11/11 São Francisco do Sul (Marinha) - 02/12

1º lugar - Classe Laser 4.7 1º lugar - Laser (Geral)

Gustavo Wiemes de Souza 2º lugar - Classe Laser 4.7 2º lugar - Laser (Geral)

Eduardo Cleiton da Silva 2º lugar - Classe Dingue

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Joinville Iate Clube Fotos: Daniel Rodriguez/Green Multimídia

Sócios do JIC participam do Campeonato Sul-brasileiro de Hobie Cat Adam trouxe o título para Joinville e Eduardo voltou com o 3º lugar

O 43º Campeonato Sul-Brasileiro de Hobie Cat, disputado no início de março, em Florianópolis, reuniu 25 embarcações, sendo 14 na classe Hobie Cat 16 e 11 na Hobie Cat 14. As regatas foram realizadas na sede do Iate Clube de Santa Catarina - Veleiros da Ilha, nas águas de Jurerê Internacional. Foram três dias de regatas com céu azul e ventos constantes, no primeiro dia, com 10 nós e terminando com rajadas acima 22 nós. Adam Mayerle, Richele Botega Mayerle e Kiko Diener participaram do campeonato, além dos alunos da Escola de Vela, Eduardo da Silva e Gustavo Wiemes de Souza. Eles compõem o quadro de sócios-atletas 50

do JIC, uma modalidade em que o atleta cumpre uma série de requisitos e pode utilizar o clube para guardar o veleiro e treinar. Adam, diretor de esportes do JIC, conquistou o título de campeão sul-brasileiro na classe Hobie Cat 14. “Foi uma disputa difícil, os melhores velejadores o Sul do país estavam presentes. A competição foi muito equilibrada e cada detalhe fez a diferença”, comenta. Para ele, foi um ótimo treino para o Mundial de Hobie Cat 14, que vai acontecer na Holanda, em julho deste ano. A dupla Richele e Kiko ficou com o primeiro lugar na categoria nacional. “Foi a primeira vez que competimos juntos e estar entre as melhores duplas do sul-sudeste do país faz com que cada

dia seja um enorme aprendizado”, aborda Richele. Eduardo competiu pela HC 14. De acordo com ele, foram nove regatas bem disputadas. O velejador do JIC conquistou o 1º lugar na categoria jovem e 3º lugar na classificação geral. “Agora é focar nos treinos para os próximos campeonatos em vista como a Copa Mercosul de Laser o Brasileiro da Classe Hobie Cat”, salienta. Gustavo disse que no primeiro dia de regatas o vento estava mais fraco e, no segundo, um pouco intenso. “No último dia o vento começou na casa dos 12 nós e terminou em 20 nós, com diversas quebras e capotadas. Subi duas posições por ter tirado um 3º lugar na última regata”, explica


Classificação Hobie Cat 14

Classificação Hobie Cat 16

1º – Adam Mayerle (SC) – 10pp

1º – Ricardo Halla/Marcela Mendes (SC) – 11pp

2º – Henrique Gomes (SC) – 11pp

2º – Felipe Frey/Geisa Frey (SP) – 13pp

3º – Eduardo da Silva (SC) – 20pp

3º – João Kraemer/Daniele Capiotti (RS) – 15pp

4º – Alexandre Serratine (SC) – 23pp

4º – Mario Dubeux/Karoline Bauermann (RS) – 23pp

5º – Klaus Muller (SC) – 32pp

5º – Ricardo Lowy/Nathassia Kadletz – 32pp

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Joinville Iate Clube Fotos: Cíntia Pereira

Regata Arquipélago das Graças marca a largada do ranking 2017 da FNCVO Os comandantes e a tripulação apreciaram as belezas do arquipélago

O Joinville Iate Clube (JIC) e a Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO) realizam em fevereiro, a Regata Arquipélago das Graças, na Baía Babitonga. O percurso, por volta de 10 milhas náuticas, teve o portão de largada próximo ao canal, no través da Praia do Forte. A chegada foi perto da entrada do Canal do Capri. Esta regata foi a primeira do ranking da FNCVO deste ano. Faltando dez minutos da hora prevista para a largada e a flotilha ainda não havia alcançado a Comissão de Regata, por isso houve um pequeno retardo da largada. O Catarina, inscrito na Classe Regata, encalhou no pier do JIC e não conseguiu zarpar a tempo das 20 milhas até o portão de largada. Durante a prova, os oito veleiros participantes percorreram algumas ilhas que compõem o arquipélago: Sororocas, Ilha Velha, Ilha da Paz, Ilha do Pirata, Ilha do Veado, Pedras da Baleia e Ilha do Lobo. Conforme Antônio Weinfurter, vice-capitão da FNCVO, este trajeto é o Arquipélago das Graças de Sul para Norte. 52


Classe RGS Classe Regata

1º – Veleiro Jackdawn

1º – Veleiro Azurro

2º – Veleiro Moleque

2º – Veleiro Kraken

3º – Veleiro Brasil 31

2º – Veleiro Bronco

4º – Veleiro Catarina

O vento estava fraco, na casa dos 6 nós. Weinfurter também falou sobre as condições do mar: “tivemos mar de almirante, calmo e sem onda, condições muito especiais para os Skippers 21, que andaram na frente”. O Bronco largou 18 minutos depois e não foi desclassificado por não constar da Instrução da Regata. “Ele passou quase toda a flotilha, mas ficou no terceiro lugar”, destaca Antônio. O Moleque, mesmo sem balão, veio minerando e passou o Brasil 31 no corrigido. O veleiro Azurro venceu a prova pela Classe Regata e o Jackdawn, pela RGS. A confraternização foi no Capri a convite do comandante do veleiro Kraken, Roberto Borg. Serão mais dez regatas este ano, a última competição será em dezembro, fechando o calendário 2017 com a Regata da Marinha 53


Joinville Iate Clube Fotos: Cíntia Pereira

Condições climáticas variaram bastante na Regata de Março Durante a prova, velejadores tiveram vento de 12 nós e períodos “sem vento”

A Regata de Março marca a segunda etapa deste ano do Ranking da Flotilha Norte Catarinense de Veleiros Catarinense de Oceano (FNCV). Os veleiros partiram do través da Ilha Redonda, contornaram a laje do fundão e a Ilha do Maracujá. A chegada foi em frente ao Joinville Iate clube (JIC), entre lancha da Comissão de Regata e a boia amarela. Sete barcos se inscreveram, mas seis velejaram a regata. O Kraken, veleiro do comandante Roberto Borg, apresentou um defeito na quilha e não esteve presente na raia. Conforme o velejador Sergio Penteado, as condições climáticas variaram bastante. “No início, o vento favorável de 10 a 12 nós ajudou os barcos a andarem rápido com vento de popa e alheta rondando entre e sul e sudoeste”, ressalta. Ele destacou que após a montagem do arquipélago o vento diminuiu de velocidade, chegando quase a parar no final da regata. “A previsão de chuva não se concretizou para alegria dos participantes”, completa. O veleiro Katana II foi o fita azul da regata, primeiro veleiro a completar a prova, com 54

o tempo de 2 horas 19 minutos e 30 segundos. “Ele foi superado no tempo corrigido pelo veleiro Azurro, que ficou com primeira colocação da Classe Regata. Pela Classe A houve uma intensa disputa, os barcos alternaram posições durante a prova e, no final, o primeiro lugar ficou

com o veleiro Zuriel, seguido do Brasil 31 e do Jackdawn. “A última parte da regata, entre a boia encarnada e o JIC, foi muito difícil, pois ocorreu com vento fraco e diretamente contrário, foi necessário ler e procurar as rajadas para conseguir algum segmento dos barcos desta forma


a regata foi decidida neste detalhe uma vez que todos os barcos se aproximaram antes da fase final”, explica Penteado. O Brasil 31 havia ultrapassado o veleiro Zuriel antes da boia encarnada e abriu boa vantagem, contudo a opção de velejar no canal em detrimento de velejar mais próximo ao vento permitiu a recuperação do Zuriel que chegou próximo e superou o Brasil 31 no tempo corrigido. Os veleiros Jackdawn e Moleque infelizmente perderam a janela de vento fraco e tiveram grande dificuldade para completar a prova. “Valeu a perseverança dos comandantes, que não desistiram, levaram seus barcos até o final da competição”, salienta Sergio. Após a prova houve uma confraternização na tenda do JIC

Classe A Classe Regata

1º – Veleiro Zuriel

1º – Veleiro Azurro

2º – Veleiro Brasil 31

2º – Veleiro Katana II

3º – Veleiro Jackdawn

3º – Veleiro Kraken

4º – Veleiro Moleque

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Joinville Iate Clube Fotos: Patrícia Katzmann Zumbach e arquivo pessoal

Casal de holandeses veleja por águas brasileiras com o Red Max Bas e Monique, em volta ao mundo, visitam Joinville

O Veleiro Red Max já percorreu mais de 86 mil milhas náuticas, comandado pelo capitão Bas. No mar, enfrentou diversos perigos, mas, sobretudo, desfrutou de paisagens encantadoras e de histórias das diversas pessoas que conheceu pelo mundo. Bastiaan Van Ryswyk, 70 anos, é um velejador experiente. Desde os 16 anos de idade se aventura pelo mar, já registrou mais de 120 mil milhas marítimas sob a quilha. Em 1999, o Red Max, veleiro para cruzeiros e regatas, ficou pronto. A primeira viagem foi no mesmo ano, da Holanda para o Brasil. O Red Max já fez oito travessias do Atlântico, contadas no livro “Entre a Ursa Maior e a Cruz do 56

Sul”, de autoria de Bas, onde ele relata suas viagens cheias de reviravoltas. Em outubro de 2015, o veleiro partiu da Holanda para velejar ao redor do mundo, tendo mais uma vez o Brasil como um dos destinos. Esta é a terceira viagem de Bas por terras brasileiras. Desta vez Santa Catarina entrou na rota de navegação e, o melhor, acompanhado de Monique Hofman, 51 anos, esposa do capitão. Eles estão juntos há mais de cinco anos. Quando conheceu Monique, Bas não falou que era velejador, achou que assustaria. Somente depois de algum tempo, convidou-a para velejar. A primeira travessia de Monique pelo Atlântico com o Red

Max foi em 2012. E, de lá para cá, já fez mais de 10 mil milhas, passando pelos Estados Unidos, Açores, Portugal, Espanha e Grã-Bretanha, agora, o Brasil. Nesta viagem fizeram a travessia do Atlântico Norte, de Cabo Verde, para o Atlântico Sul, no Brasil. Eles chegaram em janeiro do ano passado, em Recife. Depois foram a Fernando de Noronha, no estado de Pernambuco. Na Bahia, passaram por Salvador e Abrolhos. Em maio de 2016, visitaram o Rio de Janeiro, onde conheceram Búzios, Paraty e Ilha Grande, em Angra dos Reis. Ficaram três semanas em solo fluminense. Santos, Ilha Bela e Ubatuba foram as cidades visitadas em São Paulo.


Bas e Monique tiverem a companhia de amigos no veleiro, entre eles, o filho de Monique, Joeel. Eles vieram de avião até Ubatuba, em São Paulo e de lá, velejaram com o casal. São Francisco do Sul, a Baía Babitonga e o Joinville Iate Clube (JIC) foram pontos em Santa Catarina, o último pelo mar para os visitantes. Em Santa Catarina, ainda Itajaí e Florianópolis. No Paraná, Paranaguá e a capital, Curitiba. Ainda no percurso de Bas e Monique, Uruguai, Argentina e Chile. “Nestas mais de 86mil milhas que naveguei com o Red Max é como se tivesse dado três voltas ao mundo”, comenta Bas. Para ele, a liberdade é o ponto alto de velejar. Ele afirma que nas viagens tem momentos maravilhosos, com uma natureza esplendorosa e muitas histórias interessantes, mas também enfrenta dias turbulentos, com o mar agitado. O Red Max, veleiro de 63 pés (19,20 metros), combina conforto e desempenho. Foi fabricado em fibra de carbono, inclusive o seu mastro e a retranca. O calado variável, entre 1,80 e 3,30 metros é outro diferencial da embarcação. A frase estampada no cartão do casal que diz: “uma viagem é medida em amigos, não em milhas”, retrata bem o entusiamo de ambos em conhecer causas e casos dos muitos rostos e histórias narradas por onde passam. Quer acompanhar por onde andam estes velejadores? www.redmax4friends.com 57


Joinville Iate Clube Fonte: Redação Ambientebrasil / www.ambientebrasil.com.br Fotos: Pixabay

Golfinhos e botos

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Chegam a 37 espécies descritas entre golfinhos e botos tanto de água salgada como de água doce. Vivem aproximadamente 35 anos. O período de gestação dura cerca de dez meses. Podem medir desde um metro e meio até 3 metros e meio. São dóceis e brincalhões e apreciam a companhia humana. Alguns são mais arredios. Capacidade de mergulho: o golfinho tem uma única na-

rina no alto crânio. Através dela, ele pode renovar 90% do volume de ar cada vez que inspira. Num único mergulho, o golfinho é capaz de submergir por 20 minutos até 300 metros de profundidade. Os golfinhos conseguem nadar a velocidades de até 40 Km/h, graças a um efeito aerodinâmico que eles alcançam contraindo a pele e formando dobras que diminuem as turbulências.

Boto-cor-de-rosa (Inia geoffrensis)

Boto-de-burmeister (Phocoena spinipinnis)

Golfinho-nariz-de-garrafa (Tursiops trucatus)

Popularmente conhecido como boto, boto-vermelho. Família: Innidae. Ocorre na América do Sul, na bacia do Orenoco e Amazonas. O maior comprimento registrado é de 2,50 m, e o peso pode ultrapassar 160 kg. Uma das características são os pêlos modificados (vibrissas) sobre a parte superior do bico, que provavelmente têm função tátil. A coloração pode variar bastante com a idade, atividade e local em que o animal vive e está ligada com a irrigação sanguínea dos vasos subcutâneos. Basicamente é um animal solitário. Alimenta-se de peixes, mas pode também ingerir moluscos e crustáceos.

Tamanho: 1,50 metros e 60 quilos. No Brasil há apenas 2 registros de encalhe: Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Características: este animal não possui rostro definido. Coloração escura e homogênea. Nadadeira dorsal triangular e deslocada caudalmente.

Pertencente à família Delphinidae. É encontrado em todos os oceanos de águas tropicais, subtropicais e temperadas, em estuários, canais, lagos e pode eventualmente entrar em rios. O adulto pode medir de 1,9 a 3,8m. O peso médio é de 270 a 370Kg. Geralmente, vive em grupo com cerca de dez indivíduos, mas em alto-mar foram observados grupos com mais de cem. Alimenta-se de peixes, lulas e ocasionalmente de polvos.


Boto-cinza ou Tucuxi ou Boto-cinza-marinho (Sotalia fluviatilis) Tamanho: 1,70 metros e 40 quilos. Tem o hábito de viver em grupos e são muito sociáveis. Como todos os cetáceos, têm de respirar periodicamente e podem permanecer submersos por longos períodos. Possuem um biossonar que lhes permite localizar objetos e se orientar, utilizando o som e o eco. Geralmente, seus dentes são todos iguais e existe apenas uma dentição. A maioria se alimenta de peixes e lulas e, ocasionalmente, de crustáceos. As fêmeas dão à luz a apenas um filhote após um ano de gestação. Durante o trabalho de parto, é comum a mãe ser ajudada por outros membros do grupo. O período de amamentação dura sete meses em média. Os golfinhos são ótimos nadadores, atingindo velocidades de até 60 km/h e saltam até 5 m acima da água. Podem viver até 80 anos. Utilizam a técnica de pesca em grupo, que facilita o cerco dos peixes. Seu tato é bastante desenvolvido e ocorrem muitos toques entre os golfinhos que, segundo pesquisas, pode ser um tipo de comunicação. Sua principal ameaça são as redes de pesca onde, por acidente, acabam ficando presos e morrendo afogados. Desde 1986, é proibido pesca, caça, perseguição ou captura de cetáceos nas águas brasileiras

Golfinho-pintado-do-atlântico (Stenella frontalis) Comprimento: medem entre 1,6m e 2,2m. Peso: as fêmeas pesam entre 39 e 127 Kg e os machos entre 50 e 143 Kg. Distribuição geográfica: no Brasil, até o momento, existem registros no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Ceará. Nas Bahamas, existe uma famosa área de concentração de golfinhos-pintados-do-atlântico. Características: O corpo é alongado e esguio. Dorso escuro e ventre claro. Os adultos apresentam pintas claras no dorso e escuras na barriga. Filhotes nascem cinza-claro e as pintas vão aparecendo com a idade geralmente da barriga para o dorso. A ponta do relativamente longo e fino bico é branca. O manto dorsal cinza-escuro possui uma mancha clara pontiaguda rompendo seu desenho arredondado logo abaixo da nadadeira dorsal. A nadadeira dorsal é alta e falcada. As nadadeiras peitorais são pontudas e proporcionais ao tamanho do corpo. A região ao redor dos olhos normalmente é escura. Possuem de 60 a 80 dentes cônicos. A forma costeira é maior, mais robusta e mais pintada do que a oceânica.

Golfinho-de-fraser (Lagenodelphis hosei)

Golfinho-de-riso (Grampus griseus)

Golfinho-listrado (Stenella coeruleoalba)

Tamanho: 2 metros e 170 quilos. Pertencente a família Delphinidae. Possui distribuição tropical, provavelmente entre 40ºN e 40ºS. É gregário e forma grupos de 100 a 1.000 indivíduos e associa-se com várias outras espécies de cetáceos. Alimenta-se de peixes, lulas, crustáceos.

Tamanho: 3 metros e 600 quilos. Popularmente é conhecido como golfinho-de-riso. Família. Delphinidae. Habita águas profundas, tropicais, temperadas e quentes de todo o mundo. Em geral, forma grupos com mais de uma dezena de indivíduos. É encontrado solitário ou aos pares; freqüentemente, associa-se a cetáceos de águas profundas, como a baleia-piloto. Alimenta-se com preferência de lulas, eventualmente de peixes.

Tamanho: 2,3 metros e 120 quilos. Distribuição geográfica: no Brasil ocorrem em toda a costa. Características: corpo muito marcado nos machos principalmente, nadadeira dorsal alta e falcada, cabeça em forma de globo com um sulco que se estende do lábio superior até o orifício respiratório, dividindo o melão em duas partes, este animal não possui rosto definido.

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Marinha pede que todas as embarcações registrem o EPIRB O equipamento é essencial nos serviços de busca e salvamento

A Delegacia da Capitania dos Portos em São Francisco do Sul emitiu um comunicado para a importância de todos os navegadores terem o equipamento Radiobaliza Indicadora de Posição de Emergência por Satélite (EPIRB), conforme a Norma de Autoridade da Marinha. Além disso, é preciso que os proprietários de embarcações façam o registro do equipamento junto à Marinha. Ele é utilizado por embarcações em situações de acidentes e naufrágios. Quando acionado, o EPIRB opera na frequência de 406MHz utilizada pelos satélites e na frequência de 121.5MHz utilizada pelas equipes de busca e salvamento. O objetivo é tornar mais eficiente as ações do Serviço de Busca e Salvamento do Brasil (Salvamar). Com este registro é possível obter todos os dados da embarcação, do proprietário e outras informações essenciais para salvamento. Assim, evita-se perda de tempo para determinar a natureza do alerta (se falso ou real) e a resposta do serviço de busca é mais rápida. Como funciona o EPIRB? A estação recebe o sinal e re60

transmite-o para o Centro de Controle de Missão. Este, por sua vez, combina a informação recebida com as de outras recepções de satélite. É possível, assim refinar a localização, adicionar a informação de registro do transmissor e gerar uma mensagem de alerta. Esta mensagem é transmitida ao Centro de Coordenação de Salvamento da área onde está localizado o sinal, que coordena as ações de busca e salvamento


O seu barco tem anodo de sacrifício? Este componente é essencial para proteger importantes peças da embarcação

De repente, acontece a corrosão de uma importante e cara peça da sua embarcação, aí vem aquela dor de cabeça com tempo de conserto e os gastos. Você sabe que a instalação de um pequeno e importante componente pode evitar prejuízos maiores? O anodo, conhecido também por anodo de sacrifício, está entre as pequenas peças da embarcação. Ela é responsável por ajudar a manter o bom estado dos equipamentos metálicos que ficam imersos na água. O anodo protege a rabeta, o leme e os eixos de efeitos da corrosão, ocasionada pela água salgada do mar. Ele é corroído, poupando os componentes bem mais caros, ou seja, ele existe para ser sacrificado, daí seu nome. O anodo é um bloquinho sólido de metal que deve ser grudado a qualquer parte metálica submersa do barco. Mas você sabe por que isso acontece, por que ele é corroído? Graças a um fenômeno chamado eletrólise, ou a corrente elétrica gerada pela união de dois metais submersos (o do anodo com outro qualquer). A intenção é que corroa o que tem maior

eletronegatividade – no caso, o anodo. Para que ele funcione bem, existem algumas particularidades que devem ser respeitadas. Afinal, você quer que esta pecinha de metal tão importante cumpra o seu papel

O melhor material para o anodo nos casos de embarcações que ficam no mar é o zinco ou liga de zinco com magnésio e alumínio. Para água doce, utilize anodo de liga de magnésio; O anodo não deve ser pintado, porque isso tira completamente a sua capacidade de ser corroído, que é a sua função; Não aplique o anodo em partes pintadas. Deixe-o em contato com um metal; Os melhores locais para instalar são os pontos de pouca resistência à água, como dentro do escapamento do motor ou na base dos motores de popa; Substitua o anodo quando a corrosão atingir 50% do seu tamanho, porque, a partir daí, ele corroerá ainda mais rapidamente; O tempo de vida útil do anodo depende do tempo que ele permanecer na água (submerso). Por isso, é importante verificá-lo a cada seis meses e trocar, em média, a cada um ano completo; Aproveite quando o barco estiver fora d’água para analisar o seu estado. Passe uma escova ou palha de aço para eliminar a camada superficial já deteriorada; O ideal é que o anodo seja aparafusado ou soldado em alguma parte metálica da propulsão, ou seja, eixo, leme, rabeta, flap ou hélice; Cuidado: usar mais anodos do que o indicado pode surtir efeito contrário.

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Clubes Conveniados Associação Marina do Sol Rua União da Vitória, 100 – Bairro: Piçarras 83280-000 – Guaratuba – PR Fone: (41) 3442-1178 e.mail: marinadosol@terra.com.br Site: www.marinadosol.org Associação Náutica de Itajaí Av. Ministro Victor Konder, 1001 – Centro 88301-701 – Itajaí – SC Fone: (47) 9918-1618 e.mail: contato@culturanautica.org.br Capri Iate Clube (contrato) Av. Brasil, 14 – Balneário de Capri 89242-000 – São Francisco do Sul – SC Fone: (47) 3444-7247 e.mail: secretaria@capriiateclube.com.br Site: www.capriiateclube.com.br Iate Clube Camboriú Rua Dom Henrique, 1200 88330-000 – Balneário Camboriú – SC Fone: (47) 3367-0452 e.mail: iateicc@terra.com.br Iate Clube de Caiobá Av. Silva Jardim, 2611 – Água Verde 80240-270 – Curitiba – PR Fone: (41) 3342-7010 e.mail: iateclube@icc.org.br Site: www.icc.org.br Iate Clube de Guaíba Av. Guaíba, 777 – Cristal 91760-740 – Porto Alegre – RS Fone: (51) 3268-0397/3268-0376 e.mail: i.c.g@terra.com.br Site: www.iateclubeguaiba.com.br Iate Clube de Paranaguá Rua Benjamin Constant, 423 – Costeira 83203-450 – Paranaguá – PR Fone: (41) 3422-5622 e.mail: iateclubepgua@uol.com.br ou secretaria@icpgua.com.br Site: www.icpgua.com.br Iate Clube de Santa Catarina Veleiros da Ilha Rua Silva Jardim, 212 – Prainha 88020-200 – Florianópolis – SC Fone: (48) 32257799 – ramal 222 e.mail: icsc@icsc.com.br Site: www.icsc.com.br

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Iate Clube de Santos Av. República do Líbano, 315 – Ibirapuera 04501-000 – Santos – SP e.mail: ics@br2001.com.br Site: www.icsantos.com.br Iate Clube do Rio de Janeiro Av. Pasteur, 333 – Urca 22290-240 – Rio de Janeiro – RJ Fone: (21) 25431244/1086 e.mail: cpd@icrj.com.br Site: www.icrj.com.br Lagoa Iate Clube (LIC) Rua Hypólio Vale Pereira, 620 Lagoa da Conceição 88062-210 – Florianópolis – SC Fone: (48) 3232-0088 e.mail: diretoria.lic@hotmail.com Site: www.lic.org.br

Saída de Embarcações Jan/2017 – 210 Fev/2017 – 290 Mar/2017 – 107

Novos sócios Lauri Rui Ramos Esposa: Valeria Chamma Ramos Thiago Batistussi Esposa: Juliana G. Schroeder Batistussi

Marlin Azul Marina Clube (MAMC) Rua Benjamin Constant, 435 – Oceania 83203-190 – Paranaguá – PR Fone: (41) 3422-7238 Yacht Club de Ilhabela Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2729 10º andar – Conjunto: 1010 01401-000 – São Paulo – SP Fone: (11) 3884-5313 e.mail: sec-ilha@yci.com.br Yacht Clube Itaupu (Y.C.I) Rua Iate Clube Itaupu, 500 – Riviera Paulista – 04928-260 – São Paulo – SP Fone: (11) 5517-6229 e.mail: secretaria@itaupu.com.br Site: www.itaupu.com.br Iate Clube Lagoa dos Ingleses BR 040 – Km 559 – Nova Limas Minas Gerais Fone: (31) 3222-0344 e.mail: iateclubelagoa@terra.com.br Site: www.iclimg.com.br Iate Clube de Itacuruçá Rua Evelina, 30 – Itacuruçá – Mangaratuba 23880-000 – Rio de Janeiro – RJ Fone: (21) 2680-7310 e.mail: comodoria@icilazer.com.br

Regata Oceano 27/05/2017 24/06/2017 22/07/2017

Regata Monotipo 20/05/2017 - JIC 10/06/2017 - Porto Belo 26/08/2017 - JIC


Golfe 73 - Federação  
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