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GOLFE • HIPISMO • NÁUTICA • DECORAÇÃO R$ 18,00

2019 | 80


O futuro dos condomínios logísticos está aqui. Somos um grupo com grande expertise no setor logístico com soluções tailor-made para empresas e indústrias que buscam espaço, segurança e localização privilegiada. Contamos com soluções que vão desde a construção e a locação de espaços personalizados até a fase de operação do empreendimento, oferecendo também serviços logísticos sob demanda em nossos condomínios.

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Diretor Executivo Fábio Trisotto Jornalistas responsáveis Manoela Hoffman Sabrina Coelho - FPCG Diagramação Agência Linkers

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TURISMO

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FEDERAÇÃO PARANAENSE DE GOLFE

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GASTRONOMIA

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LUXO

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ARTE

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LAZER

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JOINVILLE IATE CLUBE

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DESIGN

Contato Fábio Trisotto 55 (47) 9 9259.7484 fabio@golfelazer.com.br Foto capa Envato Impressão Gráfica Coan Tiragem 5.000 Circulação Paraná e Santa Catarina A Revista Golfe & Lazer é uma publicação bimestral do Grupo Novocom com distribuição gratuita. Todos os direitos reservados. É proibida sua reprodução total ou parcial. A produção da revista não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios e mensagens publicitárias que estão incluídas nessa edição.

golfe.lazer GolfeLazer

06 Foz do Iguaçu - Alguns dias de emoções 08 Dos lados de lá 10 Logo ali

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Palavra do Presidente Os Campeões do Ano no Circuito 30+ Academia de novos talentos Nova máquina da Federação Dica do Pro Equipe da Capital vence Copa Intergração Novas regras do golfe

34 Viajando pelos sabores do Brasil 38 Cozinha regional na essência

46 Os mais belos do mundo 52 Luxuosamente selvagem

56 Internacionais, únicos e sonoros

60 Festas em Santa Catarina

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Palavra do Presidente Topembar Regata Comodoro Regata Marinha No dia do Marinheiro Velejadores de Oceano Natal do JIC Sunset

96 Carro design para campos de golfe


turismo

Três em um Alguns dias de emoções e descobertas pela região de Foz do Iguaçu e da Tríplice Fronteira entre Brasil, Paraguai e Argentina Por Felipe Mortara Fotos: Felipe Mortara

Mundialmente célebre pelas impressionantes Cataratas do Iguaçu, a região da tríplice fronteira merece sua fama por inúmeras outras razões. Muito mais do que o mar de quedas d’água encravado em meio a uma vegetação compacta de mata atlântica, o visitante poderá encontrar um destino que reserva experiências intensas para todos os sentidos. Afagada a visão com a paisagem deslumbrante, a audição com o canto dos pássaros, é hora de partir para descobrir um universo de sofisticação, conforto e boa gastronomia que se esconde entre Brasil, Argentina e, acredite, Paraguai. Não existe a possibilidade de chegar à paranaense Foz do Iguaçu, a 1h45 de avião desde São Paulo, e não passar pelo menos um dia dentro do parque nacional mais estruturado do país. Em 2014, bateu recorde de visitação, com 1,5 milhão de turistas, sendo quase 50% estrangeiros. Consideradas uma das 7 Maravilhas da Natureza e Patrimônio Natural pela Unesco, as cataratas têm 250 quedas espalhadas pelos dois lados da fronteira com os “hermanos”. E mesmo que 75% das cascatas estejam no território de lá, é de nossas passarelas que se tem a mais linda vista do conjunto das cataratas. Prepare a câmera e os dedos. Para desfrutar ao máximo das cataratas, sem dúvidas, o lugar mais privilegiado para se hospedar é o Belmond Hotel das Cataratas (belmond. com). Com mais de 50 anos de funcionamento, o tradicional hotel em estilo colonial permite aos hóspedes contemplar toda a beleza das quedas d’água antes do parque abrir para os outros visitantes – a apenas dois minutinhos de caminhada da recepção. Amantes de golfe que não abrem mão do bem estar encontrarão refúgio no Wish Golf Resort (wishgolfresort.com.br), outra opção de alto nível ainda em terras brasileiras. 6


Experiências Entre as experiências intensas - e imperdíveis - nenhuma supera a visão panorâmica do alto, em um inesquecível sobrevoo de helicóptero (voos de 10 a 35 minutos; helisul.com), sobre as cataratas e a usina hidroelétrica de Itaipu, a maior em atividade no país. Porém, não deixe de ver e sentir toda a força das cataratas de dentro do Rio Iguaçu. O jeito mais clássico é pelo Macuco Safári, passeio em barco motorizado

que chega quase em baixo das quedas. Passeio não famoso, mas muito especial, é a Trilha do Poço Preto, que dura três horas e passa por mirantes de pássaros e outros animais da mata atlântica – eu mesmo vi uma cobra urutu-cruzeiro e um gato-mourisco. Quem estiver acompanhado de pequenos tem uma ótima desculpa para ir ao Parque das Aves (parquedasaves.com.br). Crianças de todas as idades se surpreendem ao passear por dentro de enormes viveiros entre tucanos, araras e papagaios. Uma manhã na hidrelétrica de Itaipu pode dar uma dimensão da grandiosidade da obra de engenharia que abastece com eletricidade tanto Brasil como Paraguai.

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turismo

Gastronomia Para fechar os dias de atividade, conte com as boas opções gastronômicas na cidade. Localizado no 18º andar do Hotel Golden Tulip, no centro de Foz do Iguaçu, o Restaurante Cuisine Du Ciel propõe um menu contemporâneo, com destaque para a sinfonia de peixes e o risoto de manga. Se a fome estiver de matar, o clássico (um pouco cafona, é verdade) da região é um rodízio de churrasco com show típico na Rafain Churrascaria Show (rafainchurrascaria.com.br). Dos lados de lá Depois de contemplar as cataratas, atravessar fronteiras é a principal graça desta viagem. E descobrir, a apenas 10 quilômetros do centro de Foz do Iguaçu, que a argentina Puerto Iguazú merece mais que um dia de visita. Bons restaurantes, cassinos badalados, Duty Free com preços competitivos, além da muito bem-vinda mudança natural e cultural. 8


Vale muito a pena passar um dia do lado de lá das cataratas. Sim, é um outro panorama, outra experiência. O Parque Nacional de Iguazú, tem muito mais do que um “z” no lugar do “ç”. Seu trenzinho, que sai a cada 30 minutos, leva da portaria do parque até a Garganta do Diabo, imensa queda a mais de 70 metros de altura. Para alcançar a queda, desça do trem e faça uma caminhadazinha de um quilômetro por passarelas suspensas, de onde se avista bagres africanos e tartarugas. Mais abaixo, começa o Circuito Inferior, com 1.700 metros, o menos explorado e o que mais oferece ângulos inéditos. Lindo, ainda mais se macaquinhos e quatis derem as caras – eles são danados, cuidado com comidas dentro da mochila! Já os 600 metros do Circuito Superior podem ficar ainda mais especiais se você passear por ali durante o nascer da lua cheia. É preciso reservar pelo site (iguazuargentina. com/luna-llena) e ainda é possível jantar um bufê de carnes no Restaurante La Selva, dentro do parque nacional. O paladar se refestela também no Aqva (aqvarestaurant.com), principal casa de Puerto Iguazú dedicada à alta gastronomia, sempre com sotaque dos pampas. Experimente o pernil de cordeiro recheado acompanhado com strudel de vegetais e ragu de funghi e, de sobremesa, a mousse de caipirinha sobre carpaccio de manga e essência de menta. Se não estiver hospedado em Foz ou preferir passar uma noite completa em terras argentinas, o Loi Suites (loisuites.com.ar) é um cinco estrelas dentro da mata, com piscinas, saunas e spa com tratamentos como a esfoliação corporal seguida de massagem com óleo feito à base de 31 ervas. 9


turismo

Logo ali Por muito tempo, a fama de Ciudad del Este, a sete quilômetros de Foz, não foi das melhores. Se a seus produtos e serviços coube, muitas vezes, a pecha de “qualidade duvidosa”, hoje o Paraguai mostra que consegue oferecer opções para quem procura mais do que bons preços além da fronteira. A ordem ainda é fazer compras, mas as possiAlta gastronomia ainda não é o forte da sebilidades são bem mais sofisticadas. gunda maior cidade paraguaia, contudo há opções para refeições honestas e seguras. Geralmente as Esqueça a ideia de que no Paraguai só se en- grandes lojas de departamento têm bons restaucontram produtos falsificados e sem qualidade. A rantes e bistrôs. Localizado do último andar da Sax (saxdepartmentstore.com) é uma excelente loja, o Bistro Sax (+595 61 500405) serve um menu loja de departamentos com dezenas de produtos variado e bem avaliado no Trip Advisor (é o núoriginais de grandes marcas, como Hermès, Cha- mero 1 entre 36 restaurantes cotados), de sashimi nel e Stella McCartney, entre outras – com bons a strogonoff de carne. O mesmo se pode dizer do preços. A Monalisa (monalisa.com.py) tem uma Café Monalisa, ponto de parada entre uma comsérie de opções de perfumes, cosméticos, óculos pra e outra, com massas e carnes. Enfim, em cada e outros itens de moda a preços competitivos. uma de suas pontas, a Tríplice Fronteira tem seus Eletrônicos como câmeras, cartões de memória, destaques, seja a natureza, a gastronomia ou as smartphones e tablets podem ser encontrados na compras. E está pronta para receber até os visiMontecarlo (montecarlosrl.com). tantes mais exigentes. 10


golfe

Palavra do Presidente E chegamos ao fim de dois anos de gestão e muito trabalho. Foi um prazer estar à frente da Federação Paranaense e Catarinense de Golfe e me orgulho de escrever esta retrospectiva e ver o quanto pudemos fazer pelo desenvolvimento do nosso querido esporte. Primeiramente, gostaria de externar os meus agradecimentos à toda a equipe de diretores, conselheiros e colaboradores pelo trabalho, comprometimento e dedicação nesta gestão. Aos patrocinadores que acreditaram e investiram nos nossos projetos, reconhecimento de que a parceria firmada teve uma importante participação para o nosso sucesso. E, por fim, à todos os federados e clubes pelo prestigio e apoio em nossos eventos. Ao assumir o cargo, tinha o grande sonho de poder desenvolver a base do esporte. Para isso criamos a Academia de Novos Talentos da FPCG, em parceria com o clube Las Palmas. Desde então, crianças sem vínculos com clubes tiveram a oportunidade de aprender e conhecer o golfe através da FPCG. Hoje fico extremamente satisfeito com o resultado, pois deste projeto já saíram novos golfistas com handicap oficial. Para o desenvolvimento é necessário a qualidade, e assim a nossa gestão trabalhou para adquirir duas novas máquinas de aeração, uma para Green e outra para Fairway. Desta forma passamos a oferecer a todos os clubes filiados a oportunidade de utilizar as máquinas com uma maior frequência e, como resultado final, a melhoria na qualidade dos nossos campos. Ainda pudemos promover para os clubes um curso direcionado aos Greenkeepers, com o objetivo de se atualizarem das técnicas de manutenção de campos, conhecerem as novidades na parte de equipamento e gerar oportunidades de network entre clubes e empresas especializadas no ramo. 12

O golfe é um esporte para todos! Tanto que o projeto Golf-7 alcançou números impressionantes. Mais de 30 mil alunos portadores de deficiência tiveram contato com esta modalidade e mais de 250 instituições possuem campos adaptados. E a FPCG, que sempre apoiou este projeto, conseguiu em 2017, através da Lei de Incentivo ao Esporte, inaugurar mais 4 campos adaptados (Curitiba, Quatro Barras, Apucarana e Maringá) e criar o primeiro Circuito do Golf-7, competição realizadas em 4 etapas. Seguindo com o sucesso realizamos em 2018 a segunda edição do Circuito. Outro projeto pioneiro no país foi a construção do primeiro mini golf em um ambiente hospitalar. A FPCG, com o apoio da A. Yoshii Engenharia, Instituto Atsushi e Kimiko Yoshii, construiu o campo de Mini Golf no jardim do Hospital Pequeno Príncipe, ajudando assim na recuperação dos pacientes e apresentando o golfe como um esporte inclusivo. Certo de que o golfe continuará crescendo desejo a próxima gestão muito sucesso. Um grande abraço,

Sakae Tamura Presidente


O Golf-7 A modalidade nasceu em 2005 pelas mãos de uma professora de Educação Física paranaense. Fátima Alves da Cruz enxergou nas características do golfe – concentração, foco e coordenação – um caminho para o desenvolvimento de seus alunos de escolas especiais. Ela criou as regras e formas de disputa, e começou a aplicar em suas aulas. Com o apoio da Federação Paranaense e Catarinense de Golfe, a professora conseguiu a expansão do projeto. Desde então, mais de 30 mil alunos de 250 escolas do Paraná já praticaram a atividade e apresentaram grande melhora nas questões cognitivas, no comportamento e na socialização. São crianças e jovens com autismo, transtorno global e outros tipos de deficiências, que através do esporte estão obtendo resultados positivos em diversas áreas. Em 2019 o Golf-7 completa quatro anos sendo que, neste período, o golfe já entrou para a vida de milhares crianças e transformou-se em uma ferramenta de sociabilização, possibilitando o desenvolvimento destes praticantes por meio dos valores do esporte, como: respeito, paciência, foco e coordenação.

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golfe

GOLF-7 NOS JOGOS ESCOLARES PARADESPORTIVOS Cerca de 80 alunos de 11 escolas especiais de Curitiba e região metropolitana participaram dos Jogos Escolares Paradesportivos organizados pela Secretaria Municipal de Esportes Lazer e Juventude (SMELJ). O evento aconteceu nos dias 4 e 5 de outubro nos campos da Federação Paranaense e Catarinense de Golfe.

Os campeões foram os alunos da Escola Municipal Professora Joanna Valache de Quatro Barras. O 2º lugar ficou para a Escola Mercedes Stresses e o 3º para a Escola Tomás Edison, ambas de Curitiba. GOLF-7 PARTICIPA DE EVENTO NO MUSEU OSCAR NIEMAYER

2º CAMPEONATO PARANAENSE DE GOLF-7 A 2ª etapa do Campeonato Paranaense de Golf-7, promovido pela Escola Primavera com recursos da Lei Municipal de Incentivo ao Esporte, foi disputada no dia 10 de outubro, nos campos da FPCG. Dezenas de alunos de escolas especiais de Curitiba e Região Metropolitana participaram da competição que foi disputada em dois formatos: por buraco e por tacada. No caso da disputa por buraco, todos os jogadores (de dois a quatro) saem ao mesmo tempo da base, ao apito do árbitro, e vence aquele que acertar a bolinha no buraco antes. O processo é repetido em cada um dos sete buracos do campo e no final, ganha quem tiver a melhor média. Já na disputa por tacadas, assim como no golfe tradicional, vence quem finaliza com o menor número de tacadas. 14

Em novembro o Golf-7 participou da maior capacitação do Brasil chamada “Autismo na Educação”. O evento, promovido pelo Instituto ICO Project, ocorreu no Museu Oscar Niemayer (MON). Diversas atividades foram desenvolvidas durante três dias, com o objetivo de integrar familiares, profissionais da área de educação e equipes terapêuticas para inclusão e desenvolvimento de crianças com autismo. A oficina de Golf-7 integrou as estações disponíveis para visitação no museu, junto ao Instituto Cão Companheiro, Palestras sobre Autismo, Realidade Virtual, Espaço Gymboree e Motivação Autismo.


BEST GOLF O maior circuito feminino de golfe disputado no país foi, mais uma vez, um dos destaques da Federação Paranaense e Catarinense de Golfe (FPCG) em 2018. Em seu 8º ano de existência, o circuito reuniu cerca de 100 mulheres, que disputaram as quatro etapas do ano em grande estilo. Jogando individualmente ou em equipes, representando seus clubes, as golfistas deixaram suas marcas. Destaque para o time do Graciosa Country Club, que venceu a primeira e a última etapa e ficou com troféu transitório da competição.

A primeira vitória veio logo na etapa de abril, realizada no Joinville Country Club. A segunda etapa, em junho, no Clube Curitibano, foi vencida pela equipe do Alphaville Graciosa Clube, que venceu também em casa, na terceira etapa, realizada em setembro. A quarta e última, disputada em outubro, no Graciosa, ficou com a equipe local player, que somou mais pontos no geral do ano e levou a taça. Classificação Geral: 1º - Graciosa Country Club 2º - Alphaville Graciosa Clube 3º - Clube Curitibano 4º - Clubes Associados 15


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Os campeões do ano no Circuito 30+ 1ª etapa - Clube Curitibano Campeão: Eduardo Leal (Santa Mônica Clube de Campo) Pré Sênior Ouro: Denis Rodrigo da Silva Pré Sênior Prata: Guilherme Augusto Cleto Sênior Ouro: Ovidio Lacerda Sênior Prata: Rodrigo Fuchs Super Sênior Ouro: Paulo Kokubu Super Sênior Prata: Nelson Andrade Near Pin: Fabiano Ribeiro

4ª etapa – Santa Mônica Clube de Campo Campeão: Eduardo Leal (Santa Mônica Clube de Campo) Pré Sênior Ouro: Celso Hilário Pré Sênior Prata: Raul Avelino Sênior Ouro: Sakae Tamura Sênior Prata: Daniel Begnini Super Sênior Prata: Yasumi Takeda Near Pin: Francisco Carrér

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2ª etapa - Ponta Grossa Golf Club Campeão: Anderson Stachechen (Santa Mônica Clube de Campo) Pré Sênior Ouro: Ricardo do Valle Pré Sênior Prata: William Tsuneto Sênior Ouro: Mario Oliveira Sênior Prata: José Gondaski Super Sênior Ouro: Jodi Yamamoto Super Sênior Prata: Mario Matsunaga Near Pin: Waldemar Torri Longest Drive: Odair Pereira

OBS.: A terceira etapa do Circuito não pôde ser realizada por motivos climáticos.


Academia de novos talentos da FPCG um projeto de sucesso O início - A Academia de novos Talentos da FPCG começou em fevereiro de 2017 quando o Presidente Sakae Tamura assumiu a Federação Paranaense e Catarinense de Golfe. O planejamento inicial era formar e descobrir jovens atletas que fortalecessem a base atual do golfe, trazendo crianças que abraçassem a modalidade como sua principal atividade esportiva. A parceria - A academia teve apoio desde o início do Las Palmas Golf & Country Club, localizado em São José dos Pinhais. Além dessa parceria com espaço cedido no campo, a FPCG recebeu o patrocínio da empresa Adesi, que abraçou o projeto desde o começo, até atualmente. A realização só foi possível graças ao apoio e a doação de materiais dos atletas juvenis já federados. O projeto – A Federação escolheu escolas de ensino regular para apresentar o projeto, e convi-

dar alunos que pudessem participar das aulas de golfe gratuitas, que seriam realizadas semanalmente no Las Palmas Golf & Country Club com o profissional Maurílio Santana. Um ano depois do início do projeto, e seis meses após o começo das aulas, foi criado a turma de alto-rendimento que iniciaram a prática em campo adaptado, com um percurso reduzido, ficando mais agradável para a prática dos futuros golfistas. O projeto consiste em duas turmas com aulas nas terças e quartas-feiras, além da turma de alto rendimento que tem horário também na quinta-feira. Torneio de Novos Talentos da FPCG - Os organizadores do projeto viram a necessidade de estar criando competições para os iniciantes, motivando-os com a prática das atividades e estimulando o espírito competitivo entre eles.

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golfe

Durante o decorrer do projeto a Federação organizou quatro torneios para aproximar as crianças do golfe real. Dois desses torneios, foram em paralelo a Etapa Paraná do Tour Nacional Juvenil (campeonato de nível nacional, com os melhores juvenis amadores do Brasil), com a participação das escolinhas de golfe dos demais clubes de Curitiba e região. Totalizando mais de 40 iniciantes em cada evento. As competições aconteceram nas modalidades Drive, Chip, Putt, Stroke Play individual e campeonato de duplas Scramble com golfistas amadores, que se tornaram padrinhos do projeto. Objetivo - Criar cidadania, educação, fomen-

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tar o esporte e gerar novos talentos. A meta final do ciclo desses dois anos foi a geração dos handicaps índex. Após o desenvolvimento e muito trabalho, o sucesso do projeto foi consagrado com a geração de sete alunos com handicap índex, e uma família como sócia do clube. Para somar a academia o projeto foi apresentado para a R&A e conseguimos o apoio financeiro da instituição para 2019. “Os jovens atletas são o futuro do nosso esporte, por isso, é necessário que seja trabalhado efetivamente nesta categoria. A chave do sucesso é a parceria que formamos com os clubes.” – diz o presidente.


Diego Aragon e Isabela Santos vencem etapa paranaense do Tour Juvenil Nacional Foi preciso enfrentar a chuva, além dos demais jogadores, para ficar com o título da etapa local do Tour Juvenil Nacional, disputado em São José dos Pinhais, no Las Palmas Golf & Country Club. Diego Aragon e Isabela Santos o fizeram, do começo ao fim. Liderando nos dois dias, eles foram os grandes campeões do torneio, que ocorreu no mês de novembro. Jogando seu último torneio como juvenil, Diego venceu na categoria geral. Com o feito, além do título, ele ganhou o direito de se tornar membro do ranking mundial de golfe amador – World Amateur Golf Ranking (WAGR). “Foi muito bom ganhar esse torneio são os frutos de um trabalho longo que eu vim desenvolvendo com meu professor, Luiz Felipe Miyamura. Fiquei extremamente feliz com essa vitória, ainda mais por poder integrar o ranking mundial. Isso me abre novos horizontes agora que deixei de ser juvenil”, avalia Diego. Isabela Santos, a campeã feminina, é vista como uma promessa no esporte. Em pouco tempo jogando o tour nacional, já conquistou grandes resultados. “Estou muito feliz com essa vitória, agradeço aos meus pais que sempre me apoiaram, aos meus professores de Golf que me ensinaram diversos tipos de tacadas e o comportamento no campo e aos organizadores desses torneios que fizeram tudo isso possível. Eu gosto de treinar e jogar. Para mim, os torneios foram oportunidades para conhecer outros campos, pessoas e fazer amizades acima de tudo. No próximo ano espero ir em mais torneios, conhecer mais pessoas e lugares e me divertir como me diverti esse ano com o golfe”, diz Isabela. 19


golfe

Mais uma máquina para os campos da Federação A Federação Paranaense e Catarinense de Golfe (FPCG), mais uma vez, investiu pensando em seus golfistas e clubes filiados. Depois de comprar a máquina holandesa de aeração, a federação adquiriu, em outubro, uma nova máquina de aeração de Fairway da Watanabe. O equipamento é usado para a manutenção preventiva. Para arejar o campo de golfe, uma peça faz as perfurações no solo e remove a sujeira. Os pequenos pedaços de sujeira que são removidos são chamados de “plugues”. Com os buracos feitos no solo abrem espaço para a entrada de ar e agua, permitindo o crescimento de raízes e mantendo a grama saudável. Atualmente a FPCG possui duas máquinas de aeração para Green, outras duas de aeração 20

para Fairway, além de um torno de afiação. As máquinas estão à disposição dos clubes, que já tiveram seus funcionários treinados para operá-las da melhor forma. Duas máquinas ficarão acessíveis para o atendimento do norte do Estado e outras duas atenderão Curitiba e região. Os cuidados com manutenção são fundamentais para a consistência e a qualidade do campo. Corte, irrigação, fertilização, aeração e outras ações, dentro da frequência recomendada por um profissional experiente são pontos básicos para que o gramado esteja lado a lado com o golfista. Melhorar o campo de jogo, e assim, a qualidade do golfe praticado por nossos jogadores, é o maior objetivo da FPCG.


FPCG terá novo comando no próximo biênio Nos próximos dois anos a Federação Paranaense e Catarinense de Golfe (FPCG) estará sob novo comando. Com o fim da gestão do presidente Sakae Tamura, uma nova chapa foi eleita para o biênio 19/20. Em assembleia geral ordinária realizada no mês de novembro, no Ponta Grossa Golf Club, Bernardo Duarte, filiado ao Graciosa Country Club, foi o escolhido pelos clubes para comandar a instituição. “Iniciaremos em janeiro de 2019 uma nova etapa na Gestão da FPCG. Temos o objetivo claro de colocar o atleta federado em primeiro lu-

gar e aumentar o número de praticantes do nosso esporte. Iremos implementar e propor mudanças técnicas, administrativas e estatutárias. Não queremos mais o velho “não podemos”, tampouco somos “mais do mesmo”. Tentaremos e conseguiremos ser grandes.”, disse o presidente eleito, Bernardo Duarte. Os demais integrantes que ficarão à frente da FPCG são Maurício Grein de Leão, vice-presidente Técnico; Diego Schaedler Veiga, vice-presidente administrativo-financeiro e Alessandro Bergamasco Nobrega, vice-presidente de marketing. O Conselho Fiscal foi eleito com os membros efetivos: Lucas Oliveira Ribeiro, Fernando Barrionuevo, Luiz Guilherme Ferraz. Os membros suplentes são: Rafael Moraes Bernardi, Altaídes Isotton e Lauro Alves de Oliveira.

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golfe

Dica do Pro Aumente sua estabilidade e melhore seu pivô! Muitos jogadores têm o costume de fazer o sway (movimento lateral do quadril no backswing) e isto acaba promovendo uma série de problemas físicos e técnicos, sendo eles: dor na lombar, dor no joelho esquerdo (para destros), falta de consistência na batida e pouca potência. Geralmente este problema se dá em razão de pouca mobilidade no quadril, portanto, uma ótima estratégia é abrir um pouco o seu pé direito, a fim de evitar o sway, possibilitando uma

rotação mais efetiva em cima do quadril direito, facilita um melhor pivô e evita assim movimentos indesejados e o desencadeamento de outras compensações. Na figura, é possível ver o golfista com o pé direito mais aberto e menos aberto, tal como suas consequências. É claro que cada pessoa tem a sua individualidade, para tanto, teste quão aberto é melhor para você adquirir a sua estabilidade e conforto, e pratique com mais segurança.

Bons treinos e bom jogo! Descrição: Luiz Felipe Miyamura é nacional coach regional da Confederação Brasileira de Golfe, membro do instituto americano de performance da Titleist e treinador dos principais jogadores de alta performance do país.

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Luiz Felipe Miyamura


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EQUIPE DA CAPITAL VENCE COPA INTEGRAÇÃO. A Copa Integração aconteceu na primeira semana de dezembro, no Las Palmas Golf & Country Club, encerrando com êxito o calendário de eventos da Federação Paranaense e Catarinense de Golfe. O torneio foi desenvolvido pensando na confraternização de todos os golfistas federados, há cinco anos, tradicionalmente, as equipes são divididas entre “Equipe Capital” e “Equipe Interior” para disputar o título da Copa. Sábado – Em formato match play, as equipes entraram em campo para a disputa, 15 duplas jogando a modalidade Four-ball e 3 jogos individuais. A equipe Curitiba conseguiu um bom desempenho vencendo 13 jogos e empatando 1 jogo para abrir uma vantagem sob a equipe Interior que venceu 4 jogos mais o empate. Domingo – Antes do início dos jogos, os jogadores participaram de um aquecimento acompanhados da fisioterapeuta Susana Helmer. No último dia estavam 22 pontos em disputa, sendo 11 jogos Four-ball e 11 jogos individuais, e a equipe Curitiba manteve o bom desempenho vencendo 11 jogos e empatando 4 jogos para conquistar o título da Copa Integração e levantar o troféu transitório Dilermando Ribeiro dos Santos. O clima de festa foi intenso nos dias de torneio, era nítida a alegria que contagiava à todos, com churrasco, comida japonesa, e entrega de

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diversos brindes, todos os jogadores sentiram-se satisfeitos de integrar-se em mais uma copa. O Presidente Sakae Tamura aproveitou o encerramento do torneio para fazer um agradecimento da sua gestão 2017/2018. “Agradeço o apoio de todos os clubes, a parceria com os nossos patrocinadores, a nossa diretoria, aos conselheiros e a equipe da Federação. Todos os eventos foram um sucesso graças a participação de vocês.”


N VAS REGRAS DE GOLFE ENTRARAM EM VIGOR EM TODO O MUNDO! As novas e modernizadas regras do golfe foram finalizadas e liberadas pela USGA e R&A e entraram em vigor em 1º de Janeiro 2019. Temos já todas elas traduzidas para o português e impressas e prontas para distribuição. Fica aqui o agradecimento mais do que especial ao árbitro internacional Carlos Gasparian pelo trabalho árduo de tradução e compilação dos livros. Embora a premissa geral para essa atualização fosse esclarecer a notória ambigüidade do esporte em torno de suas diretrizes, vamos ser honestos: a linguagem de regras ainda pode ser difícil de processar. Felizmente para você, temos tudo o que você precisa saber sobre as novas Regras de Golfe aqui. Você pode acessar o site da CBG e fazer o download dos livros de regras em português, e aproveito para divulgar que existe também uma página bem legal no Instagram que pode te auxiliar nas dúvidas das novas regras: @golfrules_questions.br As novidades!!!!! Vamos lá: 29


golfe

As áreas do campo Existem cinco áreas do campo. A área geral, que cobre todo o campo, exceto pelas seguintes quatro áreas: • A área do tee do buraco que você está jogando (Regra6.2), • Todas as “áreas de penalidade” (Regra17), • Todos os bunkers (Regra12), e • O green do buraco que você está jogando (Regra13). É importante saber a área do campo onde sua bola se encontra pois afeta as Regras que se aplicam ao jogar sua bola ou ao obter alívio. O número de regras encolheu consideravelmente A fim de simplificar os regulamentos do esporte, existem agora 24 regras, ao invés de 34. Uma considerável redução. Houve ajustes da proposta inicial modernizada que foi lançada em 2017 Quatro, para ser exato. Depois que o primeiro rascunho foi submetido ao público e a testes (inclusive feitos aqui no Brasil), os órgãos governamentais receberam feedback da comunidade de golfe. As alterações são uma resposta ao que ouviram. Uma mudança é projetada especificamente para o jogador recreacional Em relação ao “fora de campo” ou a uma bola perdida. Em vez de tacada e distância, uma nova regra local permite a opção de “dropar” uma bola 30

nas proximidades de onde a original foi perdida ou saiu fora dos limites, incluindo a área de fairway mais próxima, com uma penalidade de duas tacadas. Basicamente, se você “espantar” o seu primeiro drive no meio do mato, não precisará mais bater a terceira do tee. Em vez disso, você pode jogar a sua quarta tacada do fairway. Isso foi feito para ajudar no ritmo de jogo. Esta regra não será aplicada no nível profissional ou em outras competições de elite ou torneios amadores válidos para rankings. Outro ajuste: a altura do “drop” Embora a proposta inicial fosse que o jogador pudesse dropar de qualquer distância acima de duas polegadas do chão, a nova regra estipula que o drop seja feito na altura do joelho, ainda uma mudança significativa em relação ao nível atual do ombro. Lembre-se: o drop DEVERÁ ser feita na altura do joelho. Também não há mais uma penalidade por bater duas vezes na bola com um mesmo movimento Os golfistas agora só contarão uma única tacada quando o fato acontecer. Comprimento do taco, e não polegadas, será a medida para alívio Uma das propostas de março de 2017 exigia um padrão de 20 ou 80 po-


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golfe

legadas, mas os golfistas responderam dizendo “Como vamos realmente medir isso?”. Os órgãos governamentais concordaram, voltando ao tamanho de distância relativo ao tamanho do taco, para medir a sua área de alívio.

linha do putt, desde o momento que o jogador toma o seu stance. Preste muita atenção nesta mudança: você não poderá ser “alinhado” por seu caddie ou parceiro, quando estiver pronto para jogar, mesmo que ele se afaste logo em seguida.

Além dos ajustes, outras propostas no primeiro esboço de março de 2017 serão implementadas

Agora você pode mover impedimentos em bancas e obstáculos de água

Estes englobam seis áreas principais: penalidades por mover a bola, regras de putting-green mais tranquilas, regras facilitadas para azares de água, ritmo de jogo, integridade do jogador e regras no bunker. As grandes conclusões disso são: Não há mais penalidade por mover acidentalmente uma bola no green

Também não há penalidade por tocar o solo ou a água em uma “área de penalidade” (a nova definição para os azares de água). Na banca de areia, no entanto, você não pode encostar o taco próximo a bola. No entanto, se você estiver se apoiando e tocando a areia com o taco, tudo bem (desde de que não logo atrás da bola).

Uma opção extra de alívio foi adicionada para uma bola injogável em Você ainda é penalizado, no entanto, se é uma banca “virtualmente certo” que você fez com que a bola se movimentasse de propósito. Sim, mais uma boa notícia para aqueles que tem problemas com a areia. Você pode jogar a Você pode deixar a bandeira no bola de fora da banca com uma penalidade de lugar duas tacadas. Não só a penalidade por jogar com a ban- As Regras também dão mais legitideira sem “atendimento” foi eliminada, você pode midade à sua integridade jogar sem remover a bandeira – sem problemas!!! Um jogador recebe “julgamento razoável” ao Você pode consertar todas as marestimar ou medir um local, ponto, linha, área ou cas e irregularidades no green distância. Sua julgamento será válido, mesmo se a evidência de vídeo mostrar posteriormente que Qualquer dano, feito por animais, jogado- você não estava no lugar exato. res, bola, etc. Bola deslocada quando você está Outra penalidade removida: tocar a procurando ela linha do putt Agora, quando você está procurando a sua No entanto, caddies não estão autorizados bola no meio do mato, depois de seu tradicional a ficar atrás do jogador ou em uma extensão da “slice”, ou “hook”, caso você pise nela, desloque, 32


etc, não existe mais penalidade. Bola enterrada no próprio pique

ria ser um pouco difícil de aplicar nos torneios amadores. Mas procure sempre jogar de maneira rápida.

Regra já utilizada como “regra local” na Infelizmente, uma das mudanças de grande maioria de torneios, a bola enterrada em regras mais debatidas não foi feita “seu próprio pique” pode ser levantada, limpa e recebe alívio através do campo, e não somente As famigeradas bolas que param dentro de nos fairways, como anteriormente. um “divot”. “Um dos principais objetivos da iniciativa de mudanças é tornar as regras mais fáceis Stance em um “green errado” de entender e aplicar, mas também garantir que mantemos as tradições e os princípios por trás do Se a sua bola acaba parando em um green jogo”, disse nosso amigo Thomas Pagel, diretor “errado” (de outro buraco que você não está jo- sênior de regras e status de amador da USGA. “E gando), você deve aliviar a bola e o seu stance. os princípios são jogar a bola como está e o campo como você o encontra. Então, colocar uma Bola batendo em seu caddie ou no regra que permita que um jogador remova uma seu equipamento bola de um “divot” não era algo que estávamos querendo fazer ”. Agora não há mais penalidade quando você Meus amigos e amigas, as mudanças foram acaba tendo o acidente de bater a sua bola em seu feitas para facilitar o entendimento, o jogo e o caddie ou seu equipamento (bolsa, cart, etc). ritmo. Leia, pergunte, converse em seu clube. Procure sempre estar atento às regras do jogo, Você também não precisa mais proporcionando um jogo justo a todos, e diveranunciar quando estiver levantando tido! uma bola para identificar ou ver se Aproveite as novas regras, e divirta-se. ela está danificada As novas regras estão realmente confiando em você, amigo. Não decepcione.

Créditos: Daniel Neves Diretor de Relações Internacionais e Regras da CBG.

Você não tem mais permissão de cinco minutos para procurar uma bola perdida Sua “equipe de busca” agora tem três minutos. Vamos ser honestos, você não iria encontrá-lo em cinco, de qualquer maneira. E um jogador não pode levar mais de 40 segundos para jogar uma tacada Uma mudança feita para ajudar a acelerar o ritmo de jogo, apesar de admitir que este pode33


gastronomia

Viajando pelos

sabores do Brasil

Confira um tour gastronômico pelos melhores restaurantes do país Por Mari Christine - Editora do blog Mari pelo Mundo Fotos Arquivo pessoal Mari Christine

Não é preciso ir muito longe para encontrar restaurantes de padrão mundial e chefs estrelados. Embora os principais nomes da culinária – chefs, restaurateurs e foodies do Guia Michelin 2018 estejam em São Paulo e no Rio, o circuito gastronômico também pode ser feito por várias cidades do Brasil - unindo viagem, lindos hotéis e excelente gastronomia. São Paulo Um restaurante que vem fazendo muito sucesso desde seu lançamento há dois anos é o Tangará Jean-Georges, com menu do chef Felipe Rodrigues – ambos possuem uma estrela Michelin. O hotel é incrível e pela beleza do local e qualidade do restaurante, a dica é passar a noite no hotel e curtir tudo com muita calma. Tem sido uma das boas escolhas para comemorações de aniversários e casamentos. 34


Para quem não quer se deslocar muito pela cidade, uma outra opção que une boa gastronomia e um lindo hotel (a minha favorita) é o Hotel Tivoli Mofarrej. Também inaugurado há pouco tempo, o Restaurante e Bar Seen já está no circuito paulistano. Fica no rooftop do prédio na Alameda Santos e a vista a noite é simplesmente indescritível. O Seen tem menu especial de Reveillon, além de Brunch familiar aos domingos. O bar vai até a madrugada e o bartender Heitor Marin e o Chef William Ribeiro, além da simpatia, dão vida ao local. No térreo do Tivoli há também o Must Bar, com um menu leve e moderno. Drinks lindos e aperitivos deliciosos para serem saboreados a beira da piscina. O D.O.M chefiado por Alex Atala é um dos mais famosos da cidade. Além do bom atendimento e dos ingredientes de qualidade.  Não é difícil encontrar o chef Alex Atala circulando pelo restaurante. Um dos locais preferidos pelos estrangeiros que visitam a cidade e querem ter uma experiência gastronômica com ingredientes bem brasileiros. Robalo com Purê de Açaí, famosa formiga da Amazônia e dala de Caipirinha fazem parte do cardápio.  Com uma bela vista para a Praça da República, o restaurante Esther Rooftop tem atraído um público variado e que curte as novidades de Olivier Anquier. A cozinha é comanda pelo chef também francês Benoit Mathurin. No cardápio opções variadas como a entrada de Ceviche e o bolinho de Siri. O prédio é antigo e é um edifício tombado da década de 30.  Só por isso, já vale a visita. Uma volta ao passado.  Projetado por Álvaro Vital Brasil e Adhemar Marinho e inaugurado em 1938 é uma mistura de prédio residencial e comercial. Um marco da arquitetura moderna e um dos mais conhecidos e importantes edifícios em São Paulo. Uma opção descontraída e não menos requintada é o Iulia que fica no Jockey Club. Mesmo em dias que não há corrida de cavalos, vale a pensa visitar o Jockey. O Iulia completa o dia com chave de ouro.

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gastronomia

Rio de Janeiro O Restaurante ORO do chef Felipe Bronze possui duas estrelas Michelin. Fica no Rio de Janeiro e é parada obrigatória para quem quer conhecer uma cozinha criativa e a alta gastronomia. Há um menu degustação para quem quer ter uma experiência mais completa em apenas uma refeição, com um toque brasileiro acompanhando os peixes e as carnes. Para viajar mais longe sem sair do Rio de Janeiro, o Mee está na lista dos melhores restaurantes do momento e fica no icônico Belmond Copacabana Palace. A gastronomia é pan-asiática contemporânea, ou seja, a culinária Tailandesa e Malaia fazem parte do cardápio, além do sushi-bar com Marcelo Shinohara. Uma experiência única em um ambiente finamente decorado que te transporta ao oriente. E, também no Rio de Janeiro, o Laguiole Lab no Restaurante do MAM no bairro do Flamengo. Ricardo Lapeyre é o chef que propõe um menu criativo e impecáveis. O menu degustação faz sucesso entre os clientes e vale a pena conhecer os pratos bem elaborados e para todos os bolsos. Há uma ótima carta de vinho e entradas deliciosas. São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília Uma ótima opção de restaurante em São Paulo, Rio de Janeiro ou Brasília, é o tradicional Restaurante Rubaiyat. Em Brasília, o Rubaiyat fica no Setor de Clubes Esportivos Sul, na beira do Lago. Chegamos no horário do por do sol e a vista é de tirar o fôlego. Simplesmente maravilhoso.  Sentamos na varanda, que também é um dos espaços que pode ser reservado para eventos, reuniões ou comemorações de casamento. A carta de vinhos do Rubaiyat é famosa, um dos diferenciais do restaurante, com uma variedade impressionante.  Apesar de servir também um ótimo vinho da casa.  O Bar é completo e serve drinks clássicos e aperitivos. Confira mais em: www.maripelomundo.com.br 36


gastronomia

Cozinha regional na essência!

Saboreie a gastronomia inovadora com sabor e história, em Joinville

Willian Vieira é Formado Univille, estagiou com Alex Atala e Manu Buffara. É professor na escola Careme.

Por Chef Willian Stwart

Nesse ano completamos cinco anos de um projeto minucioso, quando começamos a defender a cozinha regional catarinense na sua mais pura essência. Procuramos entender nossa região, nossos produtos, nossas histórias e essa cultura rica que ainda é defendida, com unhas e dentes, por muitas pessoas que acreditam no potencial local. Lutamos diariamente para manter em pé algumas tradições gastronômicas, com plantações de raízes e produtos lácteos. Nosso espaço é de um restaurante intimista, charmoso e tranquilo, para quem aprecia o prazer de comer bem. Durante a experiência no nosso espaço, procuramos transformar todo o universo dos ingredientes regionais em uma sequência única e cheia de surpresas. Adicionamos uma pitada bem contemporânea, mas com os pês no chão, na história da nossa terra!

Um dos nossos destaques do menu confiance é o sorvete de porcini (cogumelo do tipo boletos edulis), que é oriundo da serra catarinense, proveniente das plantações de pinus - o qual pesquisamos e testamos em nossa cozinha. Adicionamos chocolate e lavanda e o resultado é uma das produções mais inusitadas que já fizemos. Vale a pena passar pelo nosso o menu confiança, com diversas iguarias úni-

cas e chegar a essa delícia surpreendente. Nossos clientes contam com um cardápio exclusivo, com opções para todos os gostos: do cordeiro ao bacalhau e o polvo, passando pelo marreco, um clássico local. Nossa equipe não fica parada nunca! Estamos sempre em busca do diferente, do não convencional para trazer o melhor ao paladar dos nossos clientes. Para isso, contamos com parceiros que nos ajudam e entender melhor nosso ecossistema, tentando ver o que ele pode nos oferecer em determinada época do ano. Nos deslocamos frequentemente no outono e inverno a serra catarinense, no caso campo Alegre, onde conseguimos fazer belas colheitas de cogumelos silvestres provenientes das plantações locais. Podemos dizer que dividimos nossas pesquisas em duas partes no ano: outono- inverno e primavera-verão para melhor entendermos nossa região e distribuirmos os sabores entre os diferentes momentos do ano. Apreciem sem moderação nosso espaço e tenham certeza que a boa gastronomia está na nossa cidade em forma de muita pesquisa, dedicação e um delicioso Terroir.

BISTRÔ TERROIR Aberto de segunda a sábado das 19h às 23h. Rua Itaiópolis, 685 – Joinville/SC Contato e reservas: (47) 3026-2481 / Whats: (47) 99237-5446 Fotos: Rictardo Castilho Junior

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publieditorial

O esvaziamento econômico da propriedade e o dever de indenizar Há tempos que o direito de propriedade não é mais absoluto. É considerado um direito-dever, dada a necessidade de atendimento à função social, que abrange também a função socioambiental da propriedade. Em regra, eventuais limitações administrativas impostas à propriedade devem ser genéricas, alcançando os administrados de forma indeterminada. Como exemplo, as regras de uso e ocupação do solo urbano, que podem impedir o uso industrial dos imóveis em determinada região, estabelecer a forma de ocupação do lote, etc. As limitações, portanto, deveriam ser parciais, não impedindo, assim, o aproveitamento da propriedade. No entanto, por vezes, o ônus imposto pela administração pública impossibilita o proprietário de dar ao imóvel a destinação pretendida, denominado pela doutrina e jurisprudência de esvaziamento econômico da propriedade. Nesse caso, o prejuízo deve ser ressarcido.

Em precedente de Santa Catarina (Apelação Cível n. 2013.077843-3), o Tribunal de Justiça concluiu que, quando constatado impedimento para construção ou até supressão de vegetação em maior parte ou totalidade da propriedade, não se trata de limitação, mas sim de interdição do uso da propriedade, passível de indenização. É certo que para pleitear o ressarcimento pelo prejuízo deverá ser feita uma análise minuciosa da situação e, principalmente, comprovada a caracterização do esvaziamento econômico da propriedade. Mas necessário atentar-se que, quando as limitações administrativas são anteriores à aquisição da propriedade, não caberá indenização. Mariane Schappo (OAB/SC 28.436) Sócia do escritório Schappo, Turrek e Melo Advocacia e Consultoria (OAB/SC 3271) 47 3804.0496 www.stmadvocacia.adv.br

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turismo

Vindima 2019 Na abertura da Vindima 2019, surpresa fica por conta da neve fora de época em São Joaquim Fotos: Dani Lottermann e Bruno Rosa

Com a presença de aproximadamente 250 pessoas, entre eles autoridades municipais, estaduais e federais, produtores e convidados, foi aberta em São Joaquim, no início do mês de março, a sexta edição da Vindima de Altitude de Santa Catarina. No espaço especial criado para celebrar a colheita da uva, na Praça Cezário Amarante, compareceram as 14 vinícolas com seus produtos para degustação, houve apresentação de um quarteto de cordas e a surpresa ficou por conta da neve que caiu em São Joaquim em pleno verão. O brinde para a abertura da festa, comandado pela rainha da Vindima Daniele Oliveira, foi feito sob a explosão de neve produzida artificialmente. A programação na Praça foi apenas no primeiro final de se42


mana de março. Até o final do mês, as 14 vinícolas que participam da Vindima oferecem opções de degustação, visitas aos vinhedos, piqueniques, almoços e jantares harmonizados, não apenas em São Joaquim, mas também em Campo Belo do Sul, Bom Retiro e Urubici. Os vinhos de altitude estão situados a cerca de 1.200 metros acima do nível do mar e a pouco mais de 100 km do litoral. Eles levam esse nome por serem produzidos com uvas viníferas cultivadas no topo de uma cadeia de montanhas, em terrenos propícios ao cultivo graças às características do clima e solo da região.

OTIMISMO Festa criada para comemorar o início da colheita das uvas e da produção de vinhos e espumantes, a 6ª Vindima ocorre em clima de otimismo para o setor, que estima alcançar a marca de 1 milhão de garrafas em 2019 e prevê a expansão em mais de 10% na produção anual nas próximas safras com o amadurecimento de novos vinhedos. O presidente da associação Vinhos de Altitude e Produtores Associados, José Eduardo Bassetti, reforça que a safra deste ano, com a colheita estimada de cerca de 1,1 milhão de quilos de uvas, “é excelente”.

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turismo

A Vindima 2019 reúne 14 vinícolas (Abreu Garcia, D’Alture, Hiragami, Suzin, Quinta da Neve, Leone di Venezia, Serra do Sol, Thera, Vivalti, Villa Francioni, Villaggio Bassetti, Villaggio Conti, Vinhedos do Monte Agudo e Pericó), localizadas nos municípios de São Joaquim, Campo Belo do Sul, Urubici e Bom Retiro. Além das vinícolas, a região conta com pousadas para todos os gostos e bolsos, restaurantes, cafés e hotéis. Em São Joaquim, o visitante tem a opção de participar de cursos, workshops e oficinas – oferecidos pelo IFSC Campus Urupema – sobre a variedade de uvas cultivadas pelos produtores de vinhos de altitude, análise sensorial de produtos e características olfativas, visuais e gustativas de vinhos tintos, brancos e rosés. A 6ª Vindima é organizada pela Associação Vinhos de Altitude Produtores e Associados, realizada via Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Zabot, Engie, Lamar Super Center e Oxford, apoio da Prefeitura Municipal de São Joaquim, BRDE, SESC, Santur, Boccati, Aproserra, IFSC, Governo de Santa Catarina, Sebrae, Terroir Villaggio e Souza Cruz, e viabilizada pelo Ministério da Cidadania do Governo Federal.

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luxo

Os mais belos do mundo Selecionamos os 9 Campos de Golfe mais bonitos do mundo para sonhar, admirar e, é claro, jogar! Da redação Fotos Divulgação

Pebble Beach  Muitos jogadores consideram esse o campo de golfe mais belo do mundo. Golfistas do mundo toda reúnem-se para admirar o espaço que une luxo e exclusividades para os amantes do esporte. O lugar tem um clima moderado e condições impecáveis para a prática de golfe ao longo de todo o ano. Além disso, esse circuito tem vistas incríveis para montanhas majestosas, penhascos de tirar o fôlego e uma flora surpreendente. O Pebble Beach Golf Links foi fundado em 1919 e desde então tem feito as delícias de todos os apreciadores da modalidade e já recebeu os melhores campeonatos do mundo. 46


Kauri Cliffs  Do outro lado do mundo, na Nova Zelândia, você encontra mais uma beleza para jogar. A visão para o mar só é comparável à beleza do seu circuito. Apesar da distância em relação aos principais torneios e competições mundiais, este campo é exclusivo, pois um jogador vive as emoções de estar num autêntico anfiteatro, tal é a composição do seu circuito. É de realçar que a baía Waiaua fica mesmo ao lado e isso é suficiente para que alguns golfistas não consigam resistir em apanhar uns banhos de sol na praia, em plena costa do Oceano Pacífico. Este é o local onde o golfe, por vezes, deixa de ser a atração principal e torna-se o elemento secundário de um cenário extraordinário. Pinehurst nº.2  Se você for a à Carolina do Norte (EUA) encontrará essa maravilha. Criado como um resort de saúde antes de se tornar num campo de golfe, destaca-se por ter um dos circuitos mais relaxantes. As paisagens são verdadeiramente descontraídas e naturais e a sua beleza vem do carrilhão dos sinos da igreja, da presença de esquilos e da brisa suave que corre por entre os pinheiros. É por isso que o circuito de Pinehurst no.2 é histórico e atrai todo o tipo de golfistas. Neste circuito, já foram realizados vários torneios de golfe de prestígio e isso faz com que este seja um dos terrenos sagrados, onde todos os profissionais devem jogar.

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luxo

Spyglass Hill  Esse campo de golfe fica localizado na península de Monterey na Califórnia (EUA) e tem uma beleza estonteante. Um golfista pode começar por admirar a vista extraordinária do primeiro tee com a baía de Monterey, o design brilhante e de dificuldade moderada dos seus buracos até à condição imaculada do terreno de jogo. Tudo isto faz com que Spyglass Hill seja uma verdadeira obra de arte moderna. Uma partida de golfe em Spyglass Hill permite que todos os golfistas possam desfrutar de todas as vantagens de um circuito aguerrido, mas também garante uma maior envolvência entre o homem e o meio ambiente. Old Head Deslumbrante e exclusivo, ofere a todos os golfistas um cenário único. Está situado a 100 metros acima da linha do Oceano Atlântico e os sons da água a embater nas falésias e o cheiro a maresia que provém do mar, fazem com que este seja um circuito de eleição no panorama golfista internacional. O Old Head fica no extremo Sul da Irlanda, foi inaugurado no ano de 1997 e é um local tranquilo e de fácil acesso. A sua paisagem natural é diversificada e a fauna é riquíssima. Apesar de ser um circuito recente, este é um local histórico, com monumentos históricos, como por exemplo os 3 faróis (o primeiro construído em 1667) que se encontram ao largo da costa. O campo de golfe de Old Head é, sem dúvida, um dos mais bonitos e históricos em todo o mundo e é por isso que a sua fama não conhece fronteiras. 48


Whistling Straits  Esse luxuoso resort localizado no Estado de Wisconsin (EUA) é um campo de golfe que se distingue dos demais graças às suas colinas e bunkers perfeitamente esculpidos. Apresenta vistas naturais deslumbrantes sobre o lago Michigan e é um local fantástico para desfrutar da beleza do golfe. O Whistling Straits é um dos campos de golfe mais atuais e, apesar de ter ainda 10 anos de idade, já recebeu dois campeonatos importantes – O Campeonato de PGA em 2004 e o Open de Seniores dos EUA em 2007. A combinação de grandes espetáculos e a beleza estonteante da sua natureza, fazem com que Whistling Straits seja um destino de jogo obrigatório para todos os golfistas do mundo. Torrey Pines Golf Club  É um dos espaços mais respeitados pela comunidade golfista internacional, pois é o local onde os melhores jogadores se preparam para enfrentar todos os desafios e competições de uma temporada. Foi originalmente construído em 1957 e está situado na cidade de San Diego, no Estado da Califórnia, nos EUA. Um dos aspetos mais entusiasmantes de Torrey Pines é a forma natural e elegante como se encaixa no seu meio circundante. Oferece uma vista incrível sobre o Oceano Pacífico e, ao longo do seu percurso, é possível encontrar uma vida selvagem abundante (esquilos, veados, linces, entre outros). O Torrey Pines Golf Club é um campo de golfe fantástico e a realização do seu circuito oferece uma experiência única para qualquer golfista devido ao contraste impressionante do manto verde sobre a imensidão do mar azul. 49


luxo

Bethpage Black  Um dos principais campos de golfe do Estado de Nova Iorque (EUA) e um dos campos mais exigentes e populares em todo o mundo, pois abriga o US Open. Por outro lado, este local é também muito acessível para qualquer tipo de jogador, seja ele profissional ou intermediário. Trata-se de um parque estadual onde a paisagem envolvente se destaca pela sua graciosidade e uniformidade e isso é suficiente para que um golfista fique em perfeita harmonia com o seu taco de golfe. O Bethpage Black é exclusivo e revela uma união perfeita entre um golfista, o seu jogo e a natureza. World Woods  É um campo de golfe singular entre os demais e a sua beleza está espalhada ao longo de dois circuitos principais, o Pine Barrens e o Rolling Oaks. Tanto um como o outro apresentam terrenos ondulados, com pinheiros sobre o fairway, bunkers estrategicamente colocados e um total de 44 hectares de área total. Por outro lado, todos os golfistas conseguem retirar vários benefícios da incrível beleza da Florida central e da sua fauna. Estes circuitos são incomparáveis e oferecem uma experiência única a qualquer jogador, o que faz com que o World Woods seja um dos campos de golfe mais apreciados e belos de todo o mundo. (Fonte: Tacadas.com)

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luxo

Luxuosamente selvagem Questionamos constantemente o que é luxo quando falamos de viagens... luxo são experiências de viagem que transformam olhares e resignificam o luxo Por Maristela Gomez Fotos Divulgação

Uma das grandes experiências de luxo é compartilhar a vida selvagem, a natureza em seu esplendor. Assim são as jornadas por Rwanda, remotas, selvagens e luxuosas, direto do coração da África – ainda pouco explorada. E o cenário é dos grandes! Imerso em beleza selvagem e cercado por vistas impressionantes, à beira da floresta tropical de Nyungwe, uma das maiores e mais bem preservadas florestas tropicais de toda a África, um cenário formatado por dramáticas montanhas, exuberantes plantações de chás e gorilas. 52


É ultra luxo o privilégio de desbravar e se emocionar com a vida selvagem deste lugar. Prometendo experiências únicas, em um dos locais naturais mais excepcionais do mundo, está o One&Only Nyungwe House. Todos os elementos do resort foram cuidadosamente desenhados para abraçar a natureza e as tradições locais, curando experiências autênticas para descobrir este lugar. Tudo pensado para valorizar a natureza e as tradições e conservação. Os 22 quartos e suítes foram concebidos para se adaptarem harmoniosamente com o ambiente natural do entorno, valorizando o artesanato local africano, sem perder o aspecto contemporâneo. As lareiras das acomodações são abastecidas com eucaliptos perfumados, garantido fragrâncias irresistíveis, e nas espaçosas varandas, vistas estonteantes da floresta tropical, são de tirar o fôlego.

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luxo

Experiência única  As experiências incluem a oportunidade de participar de Umuganda - uma iniciativa nacional em Rwanda, na qual a última manhã de sábado de cada mês, visitantes passam trabalhando na comunidade local, retribuindo de alguma forma, desde o desenvolvimento da infraestrutura até a proteção ambiental. Além de praticar trekking na região de gorilas, observar estrelas e demais atividades ao ar livre, é possível degustar a gastronomia com inspiração africana e o tradicional Boma, com os incríveis sabores naturais de Nyungwe.

Destaques

Em meio a vida selvagem uma experiência sem precedentes aos que buscam exclusividade.

•23 suítes com lareiras abastecida com eucaliptos da região. •Espaçosas varandas privativas com vistas da floresta tropical. •Restaurantes que prezam o conceito farm-to-table. •SPA com tratamentos naturais Africanos. •Experiências exclusivas para que os hóspedes descubram a região com autenticidade. •Trilhas, animais exóticos, plantas e muita riqueza natural.

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arte

Internacionais, únicos e sonoros Um empurrãozinho do destino e a qualidade musical do Elekfantz fazem do duo um dos mais importantes e requisitados do país. Depois de tocar em mais de 20 países, é hora dos fãs brasileiros apreciarem um pouco mais do melhor da música eletrônica Da redação Fotos Divulgação Elekfantz

O caminho para o sucesso começou quando, no verão de 2012, um single lançado somente em vinil causou impacto na cena eletrônica internacional. A música foi descoberta por grandes blogs na França e nos EUA e conquistou centenas de milhares de ouvintes em todo o mundo depois que um fã digitalizou o disco e publicou na internet. “Era Wish” (Kompakt Exklusiv) que veio assinada por um nome até então desconhecido pelos amantes das pistas e foi produzida em homenagem a Muddy Waters, o músico lendário que eletrificou o blues e influenciou inúmeras bandas, de Led Zeppelin a Depeche Mode. Especulações sobre a verdadeira identidade correram soltas até que o nome Gui Boratto foi trazido à tona pelos fãs e pela imprensa especializada. A ironia é que foi ele realmente quem os ouviu pela primeira vez e meses depois se tornou seu colaborador e empresário. Levantando a cortina, Gui revelou um duo talentoso: Elekfantz, composto por Daniel Kuhnen e Leo Piovezani. Velhos conhecidos A dupla de músicos se conhece há mais de duas décadas e ainda eram adolescentes quando tocaram juntos em uma banda de blues pela primeira vez. Enquanto Leo continuou sua carreira como músico profissional, tornou-se baterista, cantor e compositor e tocou com alguns dos maiores artistas do Brasil, em quase 20 anos de carreira. Daniel seguiu outro caminho artístico, cresceu no templo da música eletrônica na América do Sul e mais tarde tornou-se DJ residente. Para sorte dos fãs, os caminhos dos dois se cruzaram novamente para criar o Elekfantz, um ícone 56


da música eletrônica atual. “Eles simplesmente soam diferente, bonito”, comenta Gui Boratto, “são músicos de verdade”, completa. Ganhando o mundo Lançada em 2013 pelo selo D.O.C., criado por Gui Boratto para recebê-los e distribuído pela alemã Kompakt, “Diggin’ On You” foi a segunda música mais vendida em seu estilo no ano e ficou por mais de três meses no top 100 do site Beatport. Um dos hits do verão, foi remixada por icônico Solomun e tocada em programas de rádio, charts e podcasts de artistas tão diversos como Chromeo, Pete Tong, Fedde Le Grand, Michael Mayer, John Digweed e H.O.S.H., além de licenciada para dezenas de compilações como Pacha Ibiza, Ministry of Sound, Defected, Global Underground, Es Vive Ibiza, Future Disco, Bargrooves entre outras. Tour Brasil O ano começou intenso para o Elekfantz. Eles alcançaram a marca de 20 milhões de plays nas plataformas digitais. Seu último lançamento, “The Promise”, faz jus ao padrão de sons de qualidade – com referência oitentista, é melódica e quente. O novo single alavancou ainda mais os shows do duo no Brasil, recentemente eles se apresentaram em Joinville e Florianópolis. A agenda do Elekfantz está bastante agitada e quem ainda não viu pode ficar de olho nas datas dos shows no site. É melhor aproveitar antes que eles alcem novos voos pelo mundo... 57


arte

CONHEÇA MAIS Site oficial: www.elekfantz.com Agenda: bandsintown.com/elekfantz Spotify: open.spotify.com/artist Facebook: facebook.com/elekfantz Instagram: instagram.com/elekfantz YouTube: youtube.com/elekfantz Soundcloud: soundcloud.com/elekfantz Twitter: twitter.com/elekfantz

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lazer

FLORIANÓPOLIS

Muita festa? Temos! Florianópolis e Balneário Camboriú conquistam os amantes das festas e prometem o ‘crème de la crème’ do agito do verão brasileiro O verão catarinense já é um ícone quando o assunto são festas sofisticadas. Seguindo a linha das internacionais Ibiza e Miami Beach, o estado não fica para traz quando o assunto é misturar belezas naturais, drinks e VIP’s em um só lugar. POSH Luxo e sofisticação são sinônimos da Posh. Capacidade para 900 pessoas, a casa preza pelos detalhes, sempre lançando tendências e, ao mesmo tempo, atendendo frequentadores de night clubs de balneários como St. Tropez, Ibiza, Miami e Mônaco. Abre as portas apenas durante a temporada de verão no Brasil, quando recebe VIPs do mundo todo, que aproveitam os meses mais quentes do hemisfério sul para vir a Jurerê Internacional. A cada temporada, a casa recebe nova decoração e surpresas. 60


P12 Localizado em Jurerê Internacional, em Florianópolis, o P12 é o símbolo do agito e do glamour nas areias. Trata-se de um day club fechado, disponível de terça a domingo mediante compra de ingresso. Os shows mais badalados da Ilha acontecem por lá. O local, com espaços exclusivos e uma piscina queridinha dos frequentadores, funciona desde 2007 e conta com 130 funcionários. No parador já rolaram festas com mais de duas mil pessoas! A casa tem sete bares e as bebidas comercializadas são somente as tipo premium.

Foto: Adriel Douglas

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lazer

BALNEÁRIO CAMBORIÚ

Green Valley O Green Valley não é apenas um Club, é uma autêntica selva em formato de festival, que se reforça a cada dia como um dos mais tenazes cenários de música eletrônica do Brasil e do mundo. Deste modo, para alimentar as expectativas de sua fiel clientela, o local passou por algumas melhorias ao longo dos anos, incluindo a implantação de um enorme lago artificial, uma terceira pista com decks imersos na vegetação local, vários bares e áreas de circulação, e até mesmo uma boutique com produtos exclusivos que levam a marca do Club. Em uma noite típica de festa, quando o sol nasce lá pelas 6h, ele revela os belos cenários naturais do vale verde em que o local está localizado e que dá o nome ao Clube.

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ITAJAÍ

Warung A combinação perfeita de música e harmonia, integração com a natureza e um público especial pode ser a melhor explicação para a mágica do Warung Beach Club. A magia está sempre lá, mas como seus mistérios, os melhores e deixando as explicações de lado e simplesmente aproveitar. Uma noite no Warung nunca é igual a outra. Além do nome, tema de decoração e design tem uma forte ligação com a ilha da Indonésia. Warung é construído de frente para o mar na praia do paraíso Brava de Itajaí, um dos mais destacados do litoral de Santa Catarina. A partir da varanda principal do mezanino, tem uma vista privilegiada de toda a Praia Brava e a vizinha Camboriú. Anualmente, milhares de turistas e veranistas de todo o país e de todos os cantos do mundo, encontrar um refúgio na Praia Brava preservada, com areia limpa, o mar e toda a região fortemente voltada para o turismo. Inaugurado em novembro de 2002, Warung Beach tem emergido como uma opção nova e impressionante de entretenimento de qualidade e lazer para Santa Catarina e em todo o sul do Brasil. Seu conceito envolve: bares e banhos e duas pistas de dança, uma exterior e uma capital com capacidade para mais de 2000 pessoas, com camarotes e lounges.

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publieditorial

5.Abra os horizontes Viagens, visitas a museus e experiências culturais são de grande valor a quem está descobrindo o mundo a sua volta. Ter contato com arte, história e outras culturas abrirá os horizontes e irá encorajar a criatividade das crianças, servindo também como inspiração e referência para o futuro.

Crianças são conhecidas por fazer muitas perguntas, encontrar soluções inusitadas e inventar histórias engraçadas. Elas são exímias exploradoras e possuem um olhar curioso para enxergar tudo ao seu redor. É importante incentivar a criança a desenvolver suas habilidades respeitando sua individualidade. Destacamos 7 dicas para pais e professores que desejam um estimular a criatividade das crianças: 1.Leia, brinque e faça arte Proporcione momentos criativos, com livros, cadernos de desenhos, fantasias, fantoches, brinquedos de montar e o que mais você imaginar. 2.Esteja preparado para momentos criativos Faça uma “caixa da criatividade” com fantasias, peças de roupa coloridas, aventais para pintura, material de pintura e desenho, blocos de montar, papéis e revistas. 3.Separe um espaço para celebrar a criatividade Paredes riscadas não é o sonho decorativo das mamães, então o ideal é estabelecer um espaço para que a criança possa brincar e criar a vontade. Jornais no chão, paredes protegidas com craft, pintadas com tinta de quadro de giz ou até liberadas para as canetinhas. 4.Aceite o diferente Permita que os pequenos tenham liberdade para descobrir novas ideias e autonomia para tomar decisões. Impor uma forma de fazer inibe o processo criativo. Pintar o sol de verde, dançar sem as sapatilhas ou cantar em um idioma inventado pode ser parte de um caminho de descobertas. 66

6.Incentive as perguntas Crianças adoram fazer perguntas, seja sobre como a lua foi parar no céu ou como funcionam as máquinas de sorvete. Durante o aprendizado, é importante que elas aprendam a verdade sobre as coisas, mas não significa que não poderão imaginar como tudo funciona. Ao receber uma pergunta, instigue a criança a imaginar ao modo dela e criar suas teorias, depois responda. É bom lembrar que nem sempre as coisas foram como são, a criatividade de engenheiros, cientistas e outros especialistas contribuiu para que tudo fosse “descoberto” e se transformasse. Seu filho/aluno pode se tornar um adulto criador, e imaginar um mundo diferente na infância é bom começo. 7.Una aprendizado e felicidade Descubra quais atividades dão prazer à criança e promova a prática. O prazer aliado ao aprendizado gera ótimos resultados para o desenvolvimento. Ao escolher um curso de artes, leve em conta os gostos pessoais da criança para que dançando, cantando, tocando, atuando ou desenhando, ela esteja feliz. Estimular a criatividade das crianças requer algumas estratégias criativas e proporcionar encontros com a arte e a cultura é um ótimo caminho. O Belas Artes Joinville oferece cursos de dança, música, teatro e artes visuais para os pequenos, onde o ambiente de sala de aula e as atividades são preparadas para o estímulo da criação. Um dos princípios da arte é imaginar e nada melhor do que aprender arte para impulsionar a criatividade.

Rua Aubé, 427 / Saguaçu / (47) 3026.1816


Caderno Especial


Foto: Cíntia Pereira

Joinville Iate Clube

CONSELHO DELIBERATIVO MANDATO 2016/2019 CELSO KUPSCH RUBENS PETRY IVO BIRCKHOLZ EDMUNDO KOCHMAN JUNIOR ALBERTO RAPOSO DE OLIVEIRA JOSÉ MÁRIO GOMES RIBEIRO MARCELO HACK MANDATO 2017/2020 MARCO ANTONIO CORSINI JACKSON HERTENSTEIN GÜNTHER OSWALDO WEBER JOHNI LUIZ POST FELIPE HANSEN FERNANDO MAZZOLLI EMERSON BENTES DE FREITAS MANDATO 2018/2021 ANDRÉ BORNSCHEIN SILVA ANTONIO CARLOS MINATTI EUGÊNIO ALBERTO FLEISCHER JOSÉ CLÁUDIO LOPES DE S.THIAGO PAULO CESAR SOUZA THIAGO BORBA VILSON BUSS

DIRETORIA COMODORO IVO BRICKHOLZ VICE-COMODORO MARCO ANTONIO CORSINI DIRETOR SECRETÁRIO JOSÉ MÁRIO GOMES RIBEIRO DIRETOR DE PATRIMÔNIO EDSON FAJARDO NUNES DA SILVA DIRETOR FINANCEIRO EDMUNDO KOCHMAN JÚNIOR DIRETOR DE ESPORTES ADAM MAX MAYERLE DIRETOR CULTURAL ROSALVO MEDEIROS DIRETOR SOCIAL KLAUS DRIESNACK

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Palavra da diretoria Olá caros Amigos e Colegas! Iniciamos um novo ano. Um ano que vem prometendo ser bastante intenso. Um ano com características especiais e com grandes expectativas de mudanças em nosso país. Mudanças estas que esperamos que venham para melhor e que consigamos colocar esse imenso navio à deriva numa trajetória firme e certa para uma rota de desenvolvimento, transparência e seriedade. Nosso clube está em constantes mudanças e evolução. Mudanças essas ora mais percebidas por nós e outras nem tanto, mas que fazem parte de um processo de desenvolvimento continuo. E para que essas ações e trabalhos funcionem contamos com nossos funcionários cada vez mais comprometidos e com uma equipe de Diretores que doam parte do seu tempo para administrar o clube, apoiados por um Conselho participativo e atuante. Assim como muitos de nossos amigos e colegas, considero o Joinville Iate Clube não como um espaço a mais de lazer de fim de semana, mas sim como a extensão de minha casa, o espaço especial que tenho reservado para minha família, onde me sinto muito feliz em receber meus amigos e convidados. Finalmente falta saudar o verão. Parece que ele chegou um pouco “nervoso”, mas que possamos aproveitá-lo da melhor forma possível. Navegando, de preferência! Edmundo Kochman Junior Diretor Financeiro


25 equipes participaram do XLIII Topembar do JIC No último dia (24/11), o Joinville Iate Clube (JIC) realizou o XLIII Topembar – Torneio de Pesca Embarcada. No total, 86 pescadores divididos em 25 equipes participaram do evento. A Equipe Cruzador levou a melhor em três categorias: por pontos, peso total e maior quantidade de peixes. Para Romeu Cunha, 78 anos, que já participou mais de 40 vezes do Topempar, o dia de pescaria estava cheio de conquistas. Ele e o filho fisgaram 29 peixes. “Ficamos onde estava o cardume, na Ilha da Paz”, defende. Ele disse que o evento é excelente, considera o melhor campeonato de pesca da região Norte de Santa Catarina. Rodrigo Roberto, da equipe Só Bagrera comemorou o troféu de maior peixe, um Cação Viola de 2,940Kg. É a quinta vez que ele participa do torneio e pretende voltar em maio, no próximo evento. Para quatro equipes, a Baía Babitonga não estava para peixe, elas disputavam o troféu Baiacu, que foi sorteado para quem não pescou nada. Em tom de descontração, Antônio Carlos da equipe Balamar disse: “preservamos a natureza, por isso não pegamos nenhum peixe”. Seu amigo de equipe, Ezio Borba, completou: “tinha muito vento par pescar, além da maré estar ruim. Viemos com isca para peixe grande”. 69


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O Comodoro do JIC, Ivo Birckholz salientou que este é um dos principais eventos realizados pelo clube, por isso, já somam 43 edições realizadas. “É um grande dia, que envolve as entidades náuticas. Nosso Topembar é tão tradicional quando a nossa Escola de Vela”, aborda. Para Birckholz, que também participou da pescaria, o dia foi de vento e maré e sua equipe não se saiu bem na competição. No final do encontro, foram sorteados diversos brindes, lembrança dos patrocinadores do evento. André de Oliveira Fernandes, da Equipe Wahoo levou o caiaque para casa.

1º AO 5º LUGAR POR PONTOS - EQUIPE 1º lugar – Cruzador 2º lugar – Móveis Peron 3º lugar – Só Bagrera 4º lugar – Despachante Soares 5º lugar – Usimay 1º LUGAR MAIOR PESO TOTAL - EQUIPE 1º lugar – Cruzador 1º LUGAR MAIOR QUANTIDADE TOTAL - EQUIPE 1º lugar – Cruzador 1º AO 3º LUGAR MAIOR PEIXE (PESO) - INDIVIDUAL 1º lugar - Rodrigo Roberto Só Bagrera (Cação Viola de 2,940Kg) 2º lugar – Moacir José Orsi Usimay (Corvina de 1,538Kg) 3º lugar – Gustavo Coelho Zapalon (Bagre Amarelo de 0,936Kg)

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Conheça os patrocinadores do evento DIBRAPE: (47) 3145-1300 COPAPEL: (47) 3177-0657 HESS BIER – CHOPP: (47) 3804-1400 ACR – SISTEMAS CONTRA INCÊNDIO: (47) 3435-4310 SANÁUTICA: (47) 3433-2800 QUEEN CAKES: (47) 99197-8989 FORMAS COMUNICAÇÃO VISUAL: 3025-8853 NOVA ONDA: (47) 3434-1744 - RAMAL 214 GRIIMS NOMENAGENS E PREMIAÇÕES: (47) 3029-3740 72


Regata Comodoro Ivo Birckholz marca 10ª etapa do ranking da FNCVO O Joinville Iate Clube (JIC) realizou no dia 10/11 (sábado), a Regata Comodoro Ivo Birckholz, a 10ª etapa da competição, penúltima válida para o Ranking 2018 da Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO). O evento, organizado pela FNCVO, contou com oito veleiros na raia, sendo três da Classe RGS A, três da RGS B, um da RGS C e uma embarcação competindo pela Bico de Proa. Os comandantes e sua tripulação enfrentaram vento forte e constante, com direção Nordeste. Os veleiros disputaram um percurso barla-sota, misto, com partida no través da Ilha Redonda. Na quinta perna, deixaram a Laje do Fundão por bombordo e contornaram a boia verde em frente a Ilha do Maracujá, deixando-a por bombordo. O retorno foi livre até o portão de chegada, entre a lancha da Comissão de Regata e a boia amarela na posição de largada, em frente à Ilha Redonda.

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Luciano Saraiva, instrutor da Escola de Vela do JIC e comandante do veleiro Guará, participou juntamente com seu aluno e amigo Diogo Dolla pela Bico de Proa e conquistaram o 1º lugar. Conforme ele, o mais difícil foi fazer o primeiro contravento que era também contra a correnteza da maré enchente que estava forte devido à Lua Nova. “Tivemos que ter atenção redobrada para o barco não derivar. O percurso foi longo e lento, pois nosso barco é pequeno”, explica. Ele disse também que após a maré encher a navegação ficou normal e foi uma bela velejada, pois o

vento estava bom. Luciano destaca o papel dos tripulantes da embarcação: “cada um tem uma função e requer conhecimento de como e quando executá-las durante a regata, se um deles não pode participar prejudica toda a equipe, isso quando o barco já tem uma tripulação que treina junto”. De acordo com o capitão da FNCVO, André Casagrande, foi uma das regatas mais duras em consequência da intensidade do vento. “O campeonato está superequilibrado. Teremos a definição dos campeões da classe RGS A e C na próxima etapa”, aborda. De acordo com Casagrande, “nesta etapa, a novidade foi mesclar um circuito barla-sota associado ao percurso”, comenta. Ele ainda acrescentou: “nesta regata pudemos prestar uma homenagem a um grande incentivador da nossa flotilha que é o Comodoro do JIC, Ivo Birckholz”. Depois da regata, foi realizada a premiação e a confraternização oferecida pelo JIC.

Classificação RGS A 1º lugar - Kraken 2º lugar - Azzurro 3º lugar - Katana 2

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RGS B 1º lugar - Brasil 31 2º lugar - Jackdaw 3º lugar - Catarina

RGS C 1º lugar – Vicky

Bico de Proa 1º lugar – Guará


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Eleição da FNCVO para 2019 No início de novembro (9/11), os comandantes que integram a FNCVO participaram da Assembleia Geral na sede do JIC para escolher a nova diretoria da flotilha, que é composta por um capitão, um vice-capitão e um secretário. A atual diretoria foi mantida. O capitão André Casagrande, o vice-capitão Sergio Penteado e o secretário Gerson Beckert continuam no comando em 2019.

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Regata da Marinha contou com 54 embarcações que coloriram a Baía Babitonga Todos os anos, em dezembro, a Regata da Marinha movimenta a Baía Babitonga. No sábado (8/12), o dia ensolarado, que com o colorido das velas deu um toque especial ao evento. A regata é a última do ano para Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO) e para o Ranking Norte Catarinense de Monotipos. O percurso escolhido para o evento foi o trapezoidal. Os veleiros saíram em frente à Capitania dos Portos de São Francisco do Sul em direção ao Capri Iate Clube. Após contornar a boia, as embarcações se dirigiram para as proximidades do Porto de Itapoá. Em seguida, desceram para montar uma boia em frente à Vila da Glória e retornavam para terminar o percurso em frente à Capitania. O percurso teve a distância linear de 8,6 milhas (13,84 km) De acordo com o vice-capitão da FNCVO,

Sérgio Penteado, as condições do tempo estavam excelentes para a prática da vela, com dia ensolarado e temperatura agradável de 24ºC, com vento Sudeste constante de 10 a 12 nós e com rajadas que chegavam aos 15 nós. “O único problema era a chegada, pois perto do continente o vento rondava, exigia manobras constantes para finalizar o percurso”, explica. Foram 10 Veleiros da FNCVO que participaram da Regata da Marinha. O Katana II foi o primeiro a completar o percurso com o tempo de 1 hora e 27 minutos de prova. O evento marcou a última etapa do Ranking da FNCVO e confirmou os vencedores das Classes. O vencedor da RGS A foi o veleiro Azzurro, do Comandante Miguel Bianchi, na RGS B, o veleiro Brasil 31, do comandante André Casagrande, na RGS C, o veleiro Vicky, comandado 77


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por Alexandre Carstens e o grande vencedor da RGS Geral foi o veleiro Kraken, do Comandante Roberto Borg. O Ranking Norte Catarinense de Monotipos competiu a sua última, das treze regatas do ano, contando com a participação de 44 veleiros distribuídos nas classes Laser, Dingue, Shellback, Optimist, Hobie Cat 14 e 16. Para Adam Max Mayerle, diretor de esportes do Joinville Iate Clube, o percurso adotado exigiu bastante técnica dos velejadores, sempre procurando rajadas para acelerar o barco e ficar atento com a correta regulagem das velas. Após a Regata, ocorreu a tradicional recepção nas dependências da Capitania dos Portos, onde os velejadores desfrutaram de um excelente coquetel e receberam suas premiações. O evento contou com a participação de autoridades como o novo Capitão da Capitania dos Portos, Raphael Faria Pinto e com a presença do Comodoro do Joinville Iate Clube (JIC), Ivo Birckholz.

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Escola de Vela Doze alunos da Escola de Vela do JIC participaram da Regata da Marinha. Eles competiram pelas classes Optimist, sendo três na categoria estreantes, três na veteranos e seis alunos pela Laser 4.7. De acordo com o instrutor de vela, Luciano Saraiva, a maior dificuldade neste evento foi o vento que estava rondando, ou seja, mudando de direção. “Devido soprar de Sudeste, por causa da geografia do local, onde há vários morros, o vento ficava mais fraco perto deles e, em outros locais, com rajadas mais fortes, obrigando os velejadores estarem atentos as mudanças de velocidade e de direção durante a prova”, comenta. Luciano destaca que os alunos da Escola de Vela ainda estão em fase de aprendizado nas competições. “Eles treinam somente uma vez por semana, quando há condição, pois em Joinville venta pouco”, aborda. O instrutor disse que a percepção da situação do dia, vento e correnteza da maré são os principais fatores que eles têm que ficar atentos durante toda prova, além das regras de regatas. “Estamos estudando e colocando em prática as principais situações que exigem do aluno o conhecimento do assunto para não se prejudicar. Este ano, a principal regata que os alunos da Escola de Vela participaram foi o Estadual, em Florianópolis competindo com 25 outras crianças e enfrentando vento acima de 15 nós. “Nossos competidores observaram a performance dos atletas da capital, que têm um nível elevado e conseguiram absorver muito para sua evolução nas regatas”, salienta. Para Saraiva, a novidade deste ano foi a mudança no formato de percurso, onde os competidores percorreram uma raia em formato de triângulo. “A maioria dos competidores aprovou, pois durante todo ano as provas são feitas no método barla-sota. Agora, os alunos passam a ter experiência neste formato que é usado em outros eventos estaduais e nacionais”, conclui.


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Joinville Iate Clube

Alunos participantes da Escola de Vela Classe Optimist Veteranos: Amanda Cristina da Silva Júlia Vitória Schlikmann Kevin Gattis Estreantres: Nicolas Tomé Marcos Brasil Matheus Bello Classe Laser 4.7 Thiago S. Pascoal Caio do Nascimento Otávio de Borba Alejandro Ramos Gabriel Lucas Voltolini Nicolas Pravato Valentim CLASSIFICAÇÃO Veleiros Oceano RGS A 1º lugar – Azzurro 2º lugar – Katana II 3º lugar – Kraken RGS B 1º lugar – Jackdaw 2º lugar – Brasil 31 3º lugar – Catarina RGS C 1º lugar – Vicky 2º lugar – Ariel Bico de Proa 1º lugar – Moleque 2º lugar – Jah Veleiros Monotipo Dingue 1º lugar – Silvanio / Julia 2º lugar – Denisson / Alexandre 3º lugar – Ewaldo / João

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Especial 1 1º lugar – Rafael Miranda Hobie Cat 14 1º lugar – Adam Max Mayerle 2º lugar – Gustavo Wiemes 3º lugar – Alderson Pacheco Hobie Cat 14 - Dinocat 1º lugar – Arno Muller 2º lugar – Rafael Brumund 3º lugar – Silvia Maria Leite Laser 1º lugar – Ronaldo Laureci 2º lugar – Claudio Negosseque Laser 4.7 1º lugar – Luiza Nunes 2º lugar – Thiago Pascoal - Escola de Vela JIC 3º lugar – Nicolas P. Valentim - Escola de Vela JIC Hobie Cat 16 1º lugar – Kiko/Jean 2º lugar – Klaus/Stefan Optimist Estreante 1º lugar – Iago Carneiro 2º lugar – João Bergon 3º lugar – Lucas Carneiro Optimist Veterano 1º lugar – Paulo Rosa 2º lugar – Amanda Cristina da Silva - Escola de Vela JIC 3º lugar – Kevin Gattis - Escola de Vela JIC Shellback 1º lugar – Rodrigo Zaleski 2º lugar – Vilmar Braz 3º lugar – Rafael Silva


No Dia do Marinheiro,

JIC entrega diplomas para 65 alunos da Escola de Vela

Na quinta-feira (13/12), o Joinville Iate Clube (JIC) entregou o certificado para os alunos do projeto da Escola de Vela. Autoridades, diretores e funcionários do clube, diretores e professores das escolas participantes, pais e alunos participaram da cerimônia de formatura e entrega de diplomas. tem-se mais campeões adormecidos”, comenta. O comodoro do JIC, Ivo Birckholz parabenizou as famílias dos velejadores mirins e salientou que a missão do clube não é apenas ensinar o esporte náutico, mas também o respeito ao próximo, o senso de responsabilidade. Birckholz aproveitou o evento para falar de um novo plano do clube: implantar a escola de remo. “De manhã não tem vela, porque não tem vento, mas para o remo não precisa de vento”, explica. O diretor cultural do JIC, Rosalvo Medeiros destacou todo aprendizado que a Escola de Vela proporciona. Deu como exemplo a participação de dois ex-alunos do projeto no campeonato nacional de Hobie Cat. Eduardo da Silva veio com o título de campeão nacional e Gustavo Wiemes de Souza conquistou o 5º lugar. “Nossa intenção é levá-los para o campeonato mundial que vai acontecer na França”.

Representando a Secretaria Municipal de Educação, Silvane Kunde salientou a importância desta parceria e do projeto. “Os alunos são introduzidos no esporte náutico e, quem sabe, desper-

O capitão de corveta Raphael Faria Pinto, delegado da Capitania dos Portos em São Francisco do Sul disse que é bom para a Marinha saber que Santa Catarina tem uma escola de vela disposta a ensinar a navegar com segurança. “Sinto-me honrado pelo convite, principalmente por participar deste evento hoje (13/12), Dia do Marinheiro”. Luciano Saraiva, instrutor de vela do JIC, acompanha os alunos da Escola de Vela durante o ano. Para ele, tem sido uma grata experiência trabalhar com crianças e adolescentes. “Posso passar um pouco do meu conhecimento em um projeto que tem foco na disciplina e no respeito”. Além 81


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dele, a professora Alexandra Bernardes acompanha e instrui neste trabalho. “Vejo a Escola de Vela como um belo projeto social que vem contribuindo com a construção de cidadão em cada criança, é uma escola pra vida”, defende. Wellington Kaio Kamer participa há um ano e meio do projeto e conquistou o diploma de Optimist Avançado. Ele diz que adora velejar e que já participou até do campeonato estadual pela sua classe. Seu pai, Márcio José Kamer, orgulhoso, afirmou que o filho era tímido, mas depois de entrar na Escola de Vela, deixou a timidez um pouco de lado e passou a trabalhar bem em grupo. Os velejadores mirins, durante o ano, aprendem os conceitos náuticos, sobre meteorologia, meio ambiente e técnicas de primeiros socorros e colocam os barcos na água para velejar pelas águas da Baía Babitonga. A Escola de Vela é mantida em uma parceria do JIC com a Prefeitura Municipal de Joinville, por meio de um convênio.

O representando o 62º Batalhão de Infantaria, o Capitão Marques também prestigiou a solenidade. Mais sobre a Escola de Vela do JIC Criada em 1988, já são 30 anos de Escola de Vela, um projeto destinado a crianças a partir de oito anos e adolescentes. O projeto inicial era focado nos filhos dos sócios do clube, mas com o passar do tempo foi se aprimorando, hoje, com foco educacional esportivo e social, atende alunos de escolas municipais, principalmente moradores próximos a sede do clube. 82


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Velejadores de oceano e monotipo são premiados na sede do Joinville Iate Clube Na sexta (14/12), foi realizado o jantar de premiação das competições de regatas realizadas em 2018 pela Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO) e pelo Ranking Norte Catarinense de Monotipos. O evento foi realizado na sede do Joinville Iate Clube (JIC). Conforme Adam Max Mayerle durante as 13 regatas realizadas em 2018, o Ranking Norte Catarinense de Monotipos conseguiu manter uma boa média de participantes, 40 barcos. “Tivemos a inclusão no calendário da etapa de São Francisco do Sul, na praia da Enseada”, aborda. Ele disse que alguns velejadores participaram dos campeonatos nacionais das classes, com destaque para a Hobie Cat 14, onde o velejador Eduardo Cleinton da Silva, ex-aluno da Escola de Vela e atual sócio-atleta do clube, conquistou o título de campeão brasileiro, em evento disputado em Ilhabela – SP. “Esta conquista possibilitou a sua participação no campeonato mundial da clas84

se de 2019, que acontecerá em julho na cidade de La Rochelle, na França”, comemora. Adam disse que este ano também foi criada a marca AVSC – Amigos da Vela de Santa Catarina. “O objetivo é formalizar o que inicialmente era um grupo de amigos para no futuro formarmos uma associação de vela, possibilitando uma melhor visibilidade do nosso esporte”, reflete. Ele descreve os planos para 2019: “conquistar mais adeptos ao esporte, participar de campeonatos nacionais e internacionais e incentivar os velejadores da classe Optimist, que são a base da vela e que darão continuidade ao esporte”.


Para quem quer participar das regatas de veleiros monotipo, segue o calendário do próximo ano. •ARMAÇÃO EVA – 12/JAN •ARMAÇÃO HÉLIO – 26/JAN •BARRA VELHA – 09/FEV •ITACOLOMI – 16/MAR •ZIMBROS – 30/MAR •PORTO BELO – 13-14/ABR •JIC – 18/MAI •PORTO BELO – 15/JUN •JIC – 24/AGO •BARRA DO SUL – 14/SET •ENSEADA – 19/OUT •PORTO BELO – 09/NOV •MARINHA – 30/NOV

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Natal no JIC, distribuição de muitos sorrisos e abraços Para celebrar o ano de 2018 e festejar com funcionários, profissionais autônomos, diretoria e conselheiros, o Joinville Iate Clube (JIC) realizou ontem (19/12), a sua festa de Natal. Aproximadamente 100 pessoas participaram do evento. Para a garotada, o ponto alto foi a chegada do Papai Noel, que veio de trator e, para os funcionários e seus familiares, a confraternização entre amigos. De acordo com Cristiane Hertenstein, esposa do conselheiro Jackson Hertenstein, é uma emoção ver a alegria das crianças com a chegada do Papai Noel. O filho Vinícius, 8 anos, fez questão de deixar a sua declaração sobre a festa: “adoro o Natal aqui, porque faço novas amizades e brinco e também porque o Papai Noel entrega presentes”, comenta. A família participa há seis anos do evento. Guilherme Francesconi é auxiliar administrativo do JIC, trabalhou como jovem aprendiz por dois anos e, devido ao seu comprometimento e força de vontade, voltou como funcionário. Para ele, este é um momento para descontrair, sair da rotina do trabalho. “Estou muito feliz por voltar a trabalhar no clube. Foi meu primeiro emprego, aprendi e aprendo muito”, finaliza. Juliana Barbosa da Costa disse que é a segunda vez que participa do Natal no 87


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clube. “É muito importante, pois marca o reencontro das pessoas, celebra as amizades”, comenta. O comodoro do JIC, Ivo Birckholz destaca que a festa de Natal é tradicional no clube. “Todos os anos comemoramos com os funcionários. Eles que patrocinam o evento, a diretoria do clube é convidada”, aborda. Além disso, os associados do JIC trazem brindes para os funcionários. “É uma forma de retribuírem o trabalho dedicado durante o ano”, reflete. Birckholz desejou a todos um Feliz Natal e que o próximo ano seja próspero e com muita saúde.

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SUNSET O melhor happy hour acontece nas melhores companhias. A Golfe & Lazer propicia os melhores encontros, os melhores drinks e as melhores festas. Veja quem esteve com a gente!

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Quando procurar um Coach de Vida & Carreira?

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Design

Carro design para campos de Golfe O Li, primeiro lançamento da marca catarinense Mobilis, ganha aos poucos o gosto dos golfistas, com um carro cheio de design e tecnologia embarcada Por Grayce Rodrigues Fotos Claudio Brandão

Conexão é a palavra que melhor define o futuro da mobilidade no Brasil. Com a ascensão de novos comportamentos de consumo, a adoção de medidas que visam diminuir os impactos da exploração dos recursos naturais e, principalmente, o meteoro chamado internet, a estrada está livre, à espera de modais de transporte que contribuam efetivamente para a tão sonhada mobilidade inteligente. É dentro deste contexto que a Mobilis – Veículos Elétricos, investe em pesquisa para desenvolver modelos sustentáveis de locomoção, usando como fonte de energia as inovadoras baterias de íons de lítio. E este também é o ponto de partida da história que resultou na fabricação do Li, o primeiro lançamento da marca. Li: do sonho ao primeiro carro elétrico fabricado em SC O projeto, inicialmente pensado para o mercado B2B, apresenta diversas inovações relacionadas à interface de usuário, algumas inéditas no mercado automotivo brasileiro, criadas especialmente para o Li. Para se ter uma ideia das novidades, o veículo projetado pela Mobilis traz partida por login, sistema de manutenção online conectado com a fábrica, que analisa o perfil do condutor e prevê problemas no sistema antes de acontecerem, head up display com projeção de dados importantes do sistema, como o velocímetro e carga da bateria, sistema de gestão de frota (TrackLi), entre outras. 96


A bateria de íons de lítio, que inspirou o nome do veículo, traz um diferencial competitivo para o Li. Se comparado aos produtos disponíveis no Brasil, como carros de golfe convencionais, importados da China ou EUA, por exemplo, que tem bateria com vida útil de três anos, o veículo da Mobilis permite uma duração de mais de 10 anos por conta da tecnologia avançada. “Nós acreditamos em um modelo inovador de transporte e por isso confiamos no sucesso do Li. A partir dele, uma série de soluções voltadas para a mobilidade serão criadas para incentivar a mudança da cultural local, impulsionando a oferta e educando a população para um futuro onde os carros elétricos farão parte do cotidiano nas ruas”, acredita Paulo Bosquiero Zanetti, engenheiro elétrico e sócio da Mobilis. Versão de rua está em processo de homologação Atualmente, a Mobilis está comercializando a versão do Li para uso como veículo de vizinhança (em condomínios, campos de golfe e indústrias). Até o momento, oito unidades foram vendidas e estão sendo fabricadas na micro fábrica da Mobilis, localizada no bairro mais tecnológico da Grande Florianópolis, a Pedra Branca, em Palhoça (SC). A procura do público pela versão de rua é grande: mais de 100 interessados já se cadastraram para adquirir o Li para uso em vias urbanas, mesmo sem a marca ter divulgado a pré-venda e sabendo que o veículo atualmente está em processo de homologação. A previsão, é de que o Urban Li, com portas, freios ABS e airbag comece a ser visto circulando pelas ruas brasileiras ainda em 2019. Mais informações sobre Mobilis estão disponíveis no site www.mobilis.me e nas redes sociais @mobilis.me.

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Design

Ficha técnica Li Capacidade: Dois lugares Comprimento: 2,67m Largura: 1,59m Altura: 1,59m Peso: 450kg Diâmetro de giro: 9m Freios a disco Suspensão independente nas quatro rodas (com dois amortecedores em cada uma) Vão livre: 18cm Motor: 10cv e 2,5 kgfm de torque Bateria: •4,1 kWh (autonomia de até 50km) •6,1 kWh (autonomia de até 100km)

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M O V I N G

T R A V E L

P R I M A V E R A

V E R Ã O

1 8 • 1 9

RUA PRINCESA ISABEL, 527 • CENTRO • JOINVILLE/SC


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Revista Golf e Lazer ed.80  

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