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GOLFE • HIPISMO • NÁUTICA • LUXO

2017 | 72

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Foto: Gabriel Heusi

Diretor Executivo Fábio Trisotto

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Departamento Comercial Cesar Bueno cesar@golfelazer.com.br Colaboradores Gisélle Araújo Grayce Rodrigues

Conheça o novo RX 350, lançamento mundial da Lexus.

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Diagramação Agência Linkers Contato Fábio Trisotto 55 (47) 9 9259.7484 fabio@golfelazer.com.br

TACADA DE SUCESSO Expansão para o norte e nordeste é a nova aposta do Grupo JAV.

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APPROACH Inclusão do golfe em escolas geram melhoras em comportamento.

A Revista Golfe & Lazer é uma publicação bimestral do Grupo Novocom com distribuição gratuita. Todos os direitos reservados. É proibida sua reprodução total ou parcial. A produção da revista não se responsabiliza pelo conteúdo dos anúncios e mensagens publicitárias que estão incluídas nessa edição.

VELOCÍMETRO

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HIPISMO Escola de equitação visa alcançar mas adeptos ao esporte.

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ARQUITETURA Inspire-se em projetos que valorizam o ambiente.

60 golfe.lazer GolfeLazer

JOINVILLE IATE CLUBE Início das atividades no JIC: 2017 de bons ventos.


velocimetro

Lexus RX 350

Nova geração entra no mercado nacional Fonte: lexusimprensa.com.br

Disponível nas versões RX 350 e RX 350 F-Sport, o modelo marca uma fase de consolidação da Lexus no Brasil, com a oferta de veículos que unem sofisticação com um toque de esportividade. A quarta geração do RX 350 possui desenho totalmente renovado, caracterizado por vincos e curvas expressivas, que representam ousada evolução no estilo, mas segue compartilhando o mesmo DNA de de6

sign de outros modelos da linha Lexus lançados recentemente, como o NX 200t. Além disso, o SUV, campeão de vendas da categoria nos diversos mercados em que está inserido, conta com motorização V6 de 3.5L a gasolina, equipado com inovador sistema de injeção direta D-4S, rendendo 305 cv de potência e com baixo consumo de combustível, com média combinada de 8,5 km/l.


Design

Para garantir presença marcante e equilibrada, sem perder o perfil agressivo e esportivo, as linhas fortes, inovadoras e ousadas do RX sugerem uma carroceria esculpida a partir de única peça de metal sólida, como uma obra de arte, remetendo à aparência de diamante. Os faróis de neblina, também em LED, integrados ao para-choque, contribuem para

uma excelente visibilidade, tanto à noite quanto em condições de pouca luz. Com espaço interno otimizado para cinco passageiros, o assoalho traseiro rebaixado da quarta geração do RX 350 proporciona posição de assento comparável ao de passageiros do banco traseiro do sedã de luxo LS da Lexus. O novo RX dispõe de amplo espaço de carga no porta-malas, com 521

litros (61 litros a mais do que a geração anterior) – um dos maiores da sua categoria. Para maior comodidade, o modelo conta com comando elétrico para abertura e fechamento do porta-malas, com acionamento interno ou remoto por meio de botão instalado próximo à abertura da tampa.

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velocimetro

Tecnologia

O Sistema Multimídia Lexus possui tela de cristal líquido de 12,3” de alta definição, com elevado nível de contraste que minimiza a variação de cor, mesmo quando visualizado sob diferentes ângulos. O computador de bordo dispõe de cinco funções – consumo instantâneo, consumo médio, autonomia, velocidade média e

temperatura externa –, sistema de navegação GPS, TV digital e sistema de áudio com HD Radio™, Bluetooth®, DVD player compatível com CD-R/RW, MP3 e WMA, comando de voz, entrada para cartão micro SD, entrada auxiliar, duas portas USB e 12 alto-falantes Pioneer, sendo oito speakers, incluindo um subwoofer e quatro tweeters.

Segurança

O novo Lexus RX 350 foi projetado para atender aos mais rigorosos padrões de segurança. O SUV conta com 10 airbags, sendo dois frontais, quatro laterais, dois de cortina, um de joelho para o motorista e um no assento do banco do passageiro.

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Freios ABS com distribuição eletrônica (EBD) Assistente de Frenagens Emergenciais (BA) Controle de Tração Eletrônico (TRC) Controle de Estabilidade (VSC) Assistente de Subida (HAC)


ENTRE E SURPREENDA-SE

ENTREGAMOS EM TODO BRASIL


tacada de sucesso

Grupo JAV Investimento e expansão. Atendimento de excelência.

Empresa de automação industrial foi fundada em Joinville, mas viu oportunidade de mercado no norte e nordeste do país.

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O Grupo JAV é especializado na distribuição de produtos para automação industrial, instrumentação, materiais elétricos e também na montagem de painéis. A história da empresa começou há 27 anos, em 1990, com a instalação da primeira unidade em Joinville/SC. Hoje, o grupo conta com nove unidades, sendo quatro delas em Santa Catarina e as outras cinco distribuídas pelo Norte e Nordeste do Brasil. Marcos Tadeu Favaro, 57 anos, diretor geral da empresa veio de São Paulo/SP para Joinville com um propósito: trazer uma nova tecnologia na área de automação, que na época era recente aqui. “Somente grandes empresas tinham acesso a essa tecnologia. Meu objetivo não era atender somente os grandes, mas os pequenos empresários”, aborda Favaro. Desde a sua fundação, a JAV deu um salto na quantidade de profissionais. No início, era apenas Marcos, idealizador do negócio, e o estagiário, que atualmente é Engenheiro de Vendas. Hoje, a estrutura da JAV conta com 170 profissionais. “Somos uma empresa catarinense, por isso, gosto de destacar que o joinvilense, o catarinense é muito empreendedor”.

Expandir, mas garantir a qualidade dos serviços

Conforme Marcos, a JAV iniciou seu programa de expansão em 2005. “Depois de já estarmos consolidados no mercado em Santa Catarina, adquirimos nossa primeira empresa fora do estado, em São Luís, no Maranhão. O mercado lá é parecido, tem grandes oportunidades e poucas empresas atuam na área de automação”, comenta. Depois disso, foram compradas mais quatro empresas: Belém/PA, Lauro de Freitas/BA, Recife/PE e Manaus/AM. Em Joinville, concentra-se a maioria dos funcionários do Grupo, são 70 profissionais. “Investimos em programas internos de valorização, com treinamentos constantes. Ficamos felizes em saber que nossos colaboradores estão satisfeitos em trabalhar conosco. Temos baixa rotatividade”, reforça o diretor. Marcos disse que a empresa também conta com um excelente time de engenheiros. Os 36 profissionais desta área participação de cursos no Brasil e nos Estados Unidos. “Mexemos com tecnologia, por isso temos que investir sempre em capacitação”, acrescenta. Para ele, um dos motivos do sucesso da empresa está

no atendimento diferenciado ao cliente. “Identificamos a necessidade que ele possui e, assim, buscamos uma solução de automação industrial para aumentar a produtividade e a qualidade dos produtos que ele industrializa”, explica. O empresário diz que é preciso acompanhar todas as fases, desde a elaboração do projeto, passando pela instalação da tecnologia e, por fim, atuar no pós-venda. “Damos garantia do funcionamento do equipamento. As máquinas não param. Nós temos sempre profissionais de plantão para atender os nossos clientes. Não pode parar a produção por uma falha em nosso equipamento”, salienta. “Hoje as grandes companhias de Santa Catarina, como Tupy, Embraco, Whirlpool, Alcoa são nossos clientes aqui no estado”. Ford, Vale do Rio Doce, Honda, Petrobrás, Procter & Gamble, Unilever são empresas atendidas pelas regionais do Grupo JAV. “É preciso descentralizar para estar muito próximo dos clientes, pois nossa preocupação é de atender bem”, aborda o diretor.

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tacada de sucesso

Crise econômica, novos investimentos e o processo de sucessão

A crise econômica sentida por vários empresários não teve reflexo tão negativo para o Grupo JAV, a empresa cresceu 7% no último ano, enquanto seus concorrentes registravam queda no faturamento. “Neste momento, aumentamos o escopo de produtos no mercado para repor a queda nas vendas. Abrimos em agosto de 2015, em Joinville, a JAV Painéis que atua no desenvolvimento de projetos e montagem de painéis elétricos, com uma equipe técnica especializada para projetos personalizados com tecnologia de ponta. Um outro business, estratégia que nos deu uma segurança”, justifica. Se no período de recessão econômica a empresa abriu outro negócio, está em seu planejamento continuar o programa de aquisições. “Queremos comprar empresas na área de materiais elétricos, com foco na região 12

Norte e Nordeste do país. Nossa meta é estar com 15 unidades nos próximos cinco anos”. Para 2019, o Grupo JAV pretende inaugurar a sua nova sede em Joinville. “Temos um terreno de oito mil metros quadrados na Rua Dona Francisca. Pretendemos construir uma área de 4.500m² de estocagem e 1.600m² para a parte administrativa”, conta. Está em estudo também a sucessão empresarial. Uma instituição americana de consultoria foi contratada para este processo. A intenção é que Lucas Tadeu Favaro, 29 anos, passe a administrar o Grupo. Ele trabalha ao lado do pai há 13 anos, atua na área comercial da JAV. “Daí passarei a ser conselheiro, um consultor da empresa. Quem sabe isso aconteça daqui a uns quatro, cinco anos”, finaliza

JAV Sul Unidade Joinville Unidade Painéis Joinville II Unidade Criciúma Unidade Chapecó

JAV Norte e Nordeste Unidade São Luís/MA Unidade Belém/PA Unidade Lauro Freitas/BA Unidade Recife/PE

JAV Amazônia Unidade Manaus/AM


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BEBA COM MODERAÇÃO


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approach

A chave para a

TRANSFORMAÇÃO Golfe entra em programa escolar e modifica comportamento de alunos da rede pública

“As crianças não aprendem todas do mesmo jeito. Cada uma se desenvolve a partir de estímulos diferentes, e é preciso que elas tenham ao seu alcance as alternativas”. Foi com base neste raciocínio da pedagoga Waldirene Bellardo, que o golfe chegou até alguns dos alunos da escola municipal Presidente Pedrosa, no bairro Portão, em Curitiba. Ali, o projeto Golfe para a Vida – criado pela Federação Paranaense e Catarinense de Golfe, já implantado e funcionando em mais de 20 escolas da capital para levar o esporte até crianças – ganhou um significado ainda maior. Proporcionar atividades diferenciadas de ensino que pudessem atender as necessidades dos estudantes. Não se tratam de alunos especiais. Apenas crianças que precisam de outros mecanismos para se desenvolverem e alcançarem os objetivos previstos no planejamento escolar. “Muitos dos estudantes chegam aqui com as chamadas ‘marcas de insucesso’. Por terem experimentado diversas vezes o sentimento do fracasso escolar, acabaram desestimuladas, sem 16

acreditarem em sua própria capacidade de aprender. Era preciso fazer com que elas vivenciassem, no interior da escola, experiências de sucesso que o colocassem em outro status pedagógico, alterando positivamente as expectativas acerca de seu potencial”, explica Bellardo. Foi aí que um programa criado pela própria escola, personalizado às necessidades individuais, transformou o ambiente escolar. Era preciso que o trabalho a ser desenvolvido acontecesse em uma área de maior interesse do estudante, e que não estivesse atrelada às tarefas clássicas de sala de aula. Então, partindo das características de cada um dos alunos, novas atividades foram incluídas. Música, pintura, modelagem, literatura, jardinagem e o golfe, surgiram como alternativas para despertar nestes alunos a autoestima. Uma das professoras responsáveis pelo ‘Golfe para a Vida’ na escola já vê, em menos de um ano de aulas, resultados impressionantes. “Em pouco tempo tivemos mudanças significativas no comportamento, na socialização, na mobilização para a aprendizagem e, especialmente,


Em pouco tempo tivemos mudanças significativas no comportamento Laiza de Souza

na confiança e nas expectativas dos estudantes com eles mesmos”, diz Laiza de Souza. Ela conta que um dos garotos, de 11 anos, era muito tímido e, com isso, acabava tendo problemas de relacionamento e aprendizado. Mas graças à prática do golfe, ganhou destaque e mudou sua relação com os colegas e o próprio rendimento em sala de aula. Outro caso ainda mais interessante, diz respeito a um menino de apenas sete anos. Diagnosticado com um ‘Transtorno Opositor Desafiador’ e com um histórico de agres-

são aos colegas, professores e a ele próprio, teve o golfe como a ferramenta capaz de fazê-lo se acalmar, buscar concentração e ser capaz de “cumprir combinados”. “Foi uma surpresa enorme para nós. No início nem cogitávamos a possibilidade dele participar das aulas, em função do perigo que podia representar um taco de golfe em suas mãos. Mas a iniciativa partiu dele e aos poucos fomos vendo que era possível. Só o fato dele aguardar a vez já é um ganho imenso no desenvolvimento dele”, comemora a professora de Educação Física, Jocélia Chia-

rello. Entre os alunos está ainda um garoto autista, que está se desenvolvendo melhor desde que começou a atividade. Há também quem participe das aulas apenas para melhorar a concentração, como o Samuel Cardoso, de dez anos. “Eu não gosto muito de futebol. Golfe é mais interessante, tem o silêncio, e a gente aprende a fazer as coisas com precisão. Nas primeiras aulas eu era muito ruim. Mas já melhorei muito, aprendi as posições e já sei até bater com diferentes tacos. É muito legal jogar, além de que poucos amigos meus conhecem”, conta orgulhoso 17


approach

Open Royal Golf abre temporada em grande estilo

Classificação

A cidade de Londrina abriu o calendário do golfe paranaense em 2017. O 13º Open Royal Golf, realizado no início de fevereiro, foi o primeiro evento oficial da FPCG valendo pontos para o ranking e, mais uma vez, surpreendeu os jogadores com um campo em altíssima qualidade. “O campo do Royal apresenta condições de manutenção excepcionais. Sem dúvida está entre os três melhores do estado neste sentido, o que torna a disputa ainda mais interessante e faz o evento ser muito prestigiado“, elogia Maurício Leão, atleta do Clube Curitibano. O torneio - disputado em stroke play e stableford, em 36 buracos - bateu o recorde de inscrições do clube, com mais de 90 golfistas, além da participação de um ilustre cidadão local, o locutor esportivo Galvão Bueno. O destaque, no entanto, foi o jogador Everton Nascimento Menezes, do Terras do Golfe (MS) que garantiu o pri-

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meiro lugar. Entre as mulheres, uma paranaense. Maria Cristina Bueno, do Ponta Grossa Golf Clube foi a primeira colocada. No masculino a decisão foi acirrada. Everton venceu o maringaense, Thales Nunes da Cruz, num sensacional playoff no buraco 18, após empatarem com dois abaixo do par nos dois dias. Já Maria Cristina venceu tranquila, de ponta a ponta, deixando a segunda posição para a local player, Ceila Jorge. O torneio, que contou pontos para o ranking da Federação Paranaense e Catarinense de Golfe, teve ainda uma inovação. A FPCG fez uso do sistema Bluegolf, que permite a todos os jogadores acessar e conferir os scores e resultados online em tempo real

M1 1º Ricardo Nakamura 2º Jorge Montesi 3º Arthur Locoman M2 1º Alessandro B.Nobrega 2º Julio Bueno 3º Adenir Grik M3 1º Rogério G.B. R. Alves 2º Massayuki Kato 3º Luis Maciel M4 1º Eduardo H. T. Cinagawa 2º Fabricio Ducci 3º José Carlos Trevisan F1 1º Vera Prando 2º Alice Ito 3º Marcia Ivantes F2 1º Tereza Gondo 2º Janete Kato 3º Sonia L. C. Migue

Melhor Gross Juvenil Jair Benke Junior Pré-Sênior Eduardo Leal Sênior Noboru Yagui


Coordenação, concentração e foco Crianças com necessidades especiais ganham novo campo de golfe

Coordenação para segurar o taco, concentração para acertar a bolinha e foco para colocá-la no buraco. Foi observando as habilidades necessárias para jogar golfe que uma professora percebeu que a modalidade poderia ajudar no desenvolvimento de crianças deficientes. Criado em 2005, no Paraná, o Golf-7 é uma versão adaptada do golfe. Disputado em um campo menor e com menos buracos, permite a disputa de uma atividade física nas escolas com melhores resultados no comportamento dos alunos. De lá pra cá mais de 35 mil estudantes de 353 escolas do Paraná

- a maioria especiais - já praticaram o esporte. “A beleza deste tipo de atividade é que tanto o aluno hiperativo quanto o letárgico tem a mesma reação: a concentração. Desafios simples mas que fazem uma diferença enorme na socialização desses jovens”, destaca Fátima Alves, professora e criadora da modalidade. Com o objetivo de levar o esporte a cada vez mais crianças, em dezembro, a Federação Paranaense e Catarinense de Golfe inaugurou mais um campo. Desta vez, na Escola Especial Fenix, em Curitiba, justamente onde tudo havia começado, há 11 anos.

14 escolas presentes receberam novos kits compostos por uma bolsa, tacos, bolas e tees profissionais, que serviram para a disputa do 1º Campeonato Paranaense de Golf-7 e que, a partir de agora, vão fazer parte do material das escolas, facilitando a prática constante da atividade. O campo da Escola Fênix foi o primeiro de quatro que ainda serão inaugurados ao longo dos próximos meses dentro do projeto da Lei de Incentivo ao Esporte e graças ao patrocínio das empresas: Mili, Servopa, Condor e Usaçucar

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approach

CBG com a cara da FPCG Presidente e diretor da Confederação Brasileira são oriundos do Paraná

Os anos de 2015 e 2016 foram de muita evolução para a Federação Paranaense e Catarinense de Golfe. Durante a gestão do presidente Daniel Neves a FPCG passou por um importante processo de profissionalização, deixando-a eficiente, participativa e mais transparente. Houve ainda um investimento significativo na comunicação com os associados, graças ao lançamento da revista Golfe & Lazer e à implantação de um novo site. No que diz respeito à arbitragem, a evolução também foi enorme. Hoje o Paraná é o estado com maior número de árbitros nível 3 do país. Os projetos sociais - dirigidos aos jo20

gadores juvenis e crianças com algum tipo de deficiência - ganharam força com os recursos da Lei de Incentivo ao Esporte e cresceram em diversos aspectos. Tudo isso sob o olhar criterioso do então gerente executivo, Euclides Gusi. A boa administração rendeu frutos e foi aí que ao final dos dois anos de trabalho, uma nova chapa foi apresentada para gerir o órgão máximo da modalidade no país no biênio 20172018. Composta por Euclides Gusi na presidência e pelos vice-presidentes Osmar da Costa Sobrinho (SP) e Octavio Villar (RS), a chapa foi eleita e, desde janeiro, assumiu o comando da confederação. Paranaense, Euclides Gusi, é sócio do Clube Curitibano há mais de 40 anos e começou a praticar a modalidade no final da década de 90. Desde então, foi capitão, diretor de golfe e vice-presidente no campo onde é associado. No período em que trabalhou na FPCG buscou profissionalização na área de gestão esportiva, e tornou-se capacitado a arbitrar torneios com certificação do Curso Nível 3 de Administradores de Torneios e

Escola de Árbitros do Royal & Ancient Golf Club of St. Andrews. Parceria segue

Para enfrentar o novo desafio, Gusi tem ao seu lado um importante parceiro. Daniel Neves, ex-presidente da Federação Paranaense e Catarinense de Golfe assume a diretoria de Regras e Relações Internacionais. Daniel, que geriu a FPCG nos últimos dois anos, buscou especialização na modalidade e é atualmente árbitro nível 3 de golfe, também participou das olimpíadas, onde pôde trabalhar como observador de regras durante os jogos. Entre seus principais planos e objetivos para os próximos dois anos está a capacitação de novos árbitros, fazendo com que cada região do país tenha pelo menos um representante oficial, e que o mesmo treine pelo menos uma pessoa, e assim sucessivamente. A Federação Paranaense de Golfe tem orgulho e fazer parte desta nova fase da Confederação Brasileira de Golfe e deseja sucesso a seus ex-comandantes


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approach

Federação começa o ano com

NOVA DIRETORIA O mandato para o biênio 2017/2018 começou em janeiro com novidades na presidência e diretoria da FPCG. Confira os integrantes da nova gestão

Presidente Sakae Tamura

Vice Presidentes VP – Técnico – José Martins Bianeck VP – Adm – Financeiro – Tadashi Oda VP – Marketing – Denis Sperafico

Diretoria nomeada Diretor Técnico – Lucio Minoru Hiratomi Diretor de HCP – Luiz Kamogawa Diretor de Regras – François Cazabon Diretor Financeiro – João Nakamura Diretora Dpto. Feminino – Tica Hara Diretor Social – Antenor Neves Jr. Diretor Institucional – Arata Hara Diretor Juvenil - José Lima Jr.

Gerente executivo Jorge Ishii

Conselho Fiscal Membro Efetivo – Hilário Giacomin Membro Efetivo – Joel Carneiro da Silva Filho Membro Efetivo – Yoshihiro Miyamura Membro Suplente 1 – Marcus Bernardi Membro Suplente 2 – Laercio Hardt Membro Suplente 3 – Noboru Yagui

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approach

DICA

Use seus grandes músculos! Muitos jogares de golfe, no decorrer do tempo, apresentam lesões e/ou grandes oscilações em suas partidas. Claro que o golfe nos apresenta uma serie de variáveis que acabam provocando mudanças durante o jogo e, principalmente, em nossas batidas. Mas, boa parte desta oscilação, se deve a má utilização do seu corpo e/ou a não utilização dos músculos mais adequados. De fato, para utilizarmos os grandes e eficientes músculos, são necessários alinharmos “N” fatores. Um deles é ter uma boa postura. Na foto 1, um exemplo clássico de ineficiência. A postura, além de expor os golfistas a mais impacto nas articulações, tem uma amplitude torácica muito menor, o que diminui drasticamente a sua potência e consistência. Portanto, quando for jogar, busque aproximar suas escapulas, e afastar os ombros das suas orelhas, conforme ilustra

a foto 2. Desta forma, permita a manutenção de uma postura muito mais atlética e eficiente. Lembre-se que toda mudança requer um tempo de adaptação. Então não pense que como um toque de magica tudo vai melhorar. Mas eu garanto que esta postura, além de melhorar a sua performance em médio prazo, vai contribuir com a saúde do seu movimento! Vida longa a todos os golfistas e bom jogo

Luiz Felipe Miyamura

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SOCIAL approach

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approach

Calendário Abril 01 e 02 – Copa Integração Hosp. Pequeno Príncipe Maringá/PR Maringá Golf Club (Match Play) 13 a 15 – 69º Aberto da Cidade de Curitiba/ 1ª. etapa Curitiba/PR Graciosa Country Club (FPCG) 21 a 23 – 69º Aberto da Cidade de Curitiba/ 2ª. etapa Curitiba/PR Graciosa Country Club (CBG) 29 e 30 – 23º Aberto do Las Palmas São José dos Pinhais/PR Las Palmas Golf & Country Club (FPCG)

Maio 1ª Etapa – Best Golf Curitiba/PR (à definir) 13 – 2ª Etapa Circuito 30+ Florianópolis/SC Costão Golf (Sênior/Pré-sênior) 20 e 21 – VII Teruo Matsuda Maringá/PR Maringá Golf Club (Festivo) 27 e 28 – 9º Aberto Aguativa Cornélio Procópio/PR Aguativa Golf Resort (FPCG)

Expediente Jornalista responsável: Sabrina Coelho

Endereço Federação Paranaense e Catarinense de golfe:

Contato: admgolfe@fprgolfe.com.br www.fpcg.com.br

Rua Pastor Manoel Virginio de Souza, 1020 CEP 82810-400 - Capão da Imbuia Curitiba - PR Telefax: (47) 3366.9159 - (41) 3267-4620

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Hipismo

Festa de encerramento do XVI Ranking SHPr e FPrH Fotos: Grace Cambraia e Juliana Ribas

Com a presença de mais de 250 pessoas, a Sociedade Hípica Paranaense celebrou no dia 11 de dezembro o encerramento do XVI Ranking de Hipismo Helisul táxi aéreo, Rocha Top e Federação Paranaense de Hipismo de 2016. Na ocasião, o presidente da SHPr, Marcelo Mocellin, aproveitou para agradecer aos atletas pelo excelente ano de 2016 e também afirmar a disposição da diretoria em fomentar ainda mais a prática do Hipismo e do Adestramento para o ano de 2017

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No pódio: Carlos Alberto de André Seixas (campeão 1,00m) e Claudete Aparecida Plucinski (vice-campeã 1,00m) recebendo os prêmios das mãos de Anderson Tonon Rodrigues, Marcelo Mocellin e Elio Moacir Dembiski.


Ăšltima etapa do Ranking Estadual movimentou o SHPr

Provas aconteceram entre os dias 09, 10 e 11 de dezembro. Confira alguns momentos

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Hipismo

Hipismo do Paraná com fôlego

PARA CRESCER!

Sociedade Hípica Paranaense planeja alcançar público maior com Escola de Equitação

O hipismo do Paraná entra o ano de 2017 com fôlego renovado. Sob nova direção, a Escola da Sociedade Hípica Paranaense está sendo reformula e reformada. Em um ano, a previsão é de que os investimentos para revitalizar o espaço, que já conta com uma das melhores estruturas do Brasil, ultrapasse aos R$ 300 mil. De acordo com Eduardo Strutz, diretor-geral da Sociedade Hípica Paranaense professor de hipismo há 25 anos, os investimentos feitos pela nova gestão, que assumiu a Escola no último dia 15 de janeiro, tem como intuito promover o hipismo no Paraná e, em especial, em Curitiba. “Em pouco mais de 15 dias já mudaram muita coisa na Escola. Está entrando gente nova e estamos reformando toda a estrutura da Escola”, conta Strutz. Entre as novidades, ele destaca as reforma do pavilhão das cocheiras, a ducha nova para cavalos, os banheiros novos para os cavaleiros e as amazonas, a secretaria com loja e o novo site da instituição (ambos em construção). Embora muitas das reformas ainda estejam em andamento, os primeiros resul32


tados de tanto esforço já começam a aparecer. A Escola de Equitação, uma espécie de “menina dos olhos” e o grande trunfo da Sociedade Hípica Paranaense, está crescendo. Com cerca de 80 alunos, há a expectativa de triplicar esse número até o final do ano.“Estamos recebendo uma média de 10 alunos novos por semana. Com a volta das aulas, pessoal voltando das férias, a procura deve aumentar ainda mais. Nossa meta é chegar a 300 alunos até o final do ano”, conta Strutz. Para atrair novos praticantes do hipismo, a escola aumentou o número de dias com aula. Agora elas ocorrem de terça a domingo, com aulas das 8 às 19h45 durante a semana e das 8 às 13h45 aos sábados e domingos. Os preços variam de R$ 451 (uma aula por semana) a até R$ 890 (quatro aulas por semana). Quem se interessar pode ainda fazer uma aula experimental, com equipamento emprestado pela própria instituição. “Hoje o Paraná é a 4ª maior potência brasileira no hipismo, mas pretendemos fazer nossa parte para levar o estado ainda mais longe, quem sabe até chegar ao primeiro lugar em nível de escola”, diz Strutz.

Aulas são para crianças a partir de dois anos

Para os pais que têm pressa em ver os filhos montando num cavalo ou mesmo para aquelas crianças que não vêem a hora de se divertir com o animal, a boa notícia é que não é preciso esperar. Na Escola de Equitação há aulas para crianças com idade a partir dos dois anos. Os pequenos, inclusive, representam a grande maioria do público de cavaleiros e amazonas em aprendizagem, mas não são os únicos. De acordo com Eduardo Strutz, a instituição conta com alunos com até 65 anos. “Temos muitas crianças, que são 70% dos nossos alunos. Temos aulas para crianças com idade a partir dos dois anos, que daí fazem aulas com pônei e um acompanhamento especial. Mas temos também alunos mais velhos, com até uns 65 anos”, diz Strutz. “São os menores, contudo, que ficam sempre mais fascinados com os cavalos. Eles adoram, gostam de dar banho, comida... Dificilmente alguém faz a aula experimental e não retorna”, completa. 33


Hipismo

Aprendizado tem quatro níveis

A partir dos sete anos de idade já é possível fazer aulas de equitação com cavalos. Para ajudar os alunos a se desenvolver da melhor forma, na aula experimental o instrutor avalia desde a postura até o controle e equilíbrio sobre o cavalo, de forma a avaliar o nível em que ele se encontra. São quatro os níveis: principiante (o aluno que nunca montou e não sabe controlar o cavalo), iniciante (está aprendendo a controlar o cavalo dentro da pista), intermediário (interfere na condução do cavalo durante um percurso) e avançado (já faz movimentos cadenciados e constantes). Para a primeira aula, a Escola de Equitação oferece o equipamento básico (capacete e um colete). Já para seguir em frente na aprendizagem, é necessário adquirir o próprio material (bota, culote, capacete e colete protetor). De acordo com Eduardo Strutz, todos os equipamentos custam em torno de R$ 1 mil 34


1ª etapa do XVII ranking de salto da SHPr

Entre os dias 18 e 19 de fevereiro aconteceu a 1ª etapa do tradicional ranking de salto da SHPr – iniciando a 17ª edição que será disputada ao longo deste ano. Tivemos a participação de diversos atletas e cavalos, possibilitando a apresentação de aproximadamente 150 conjuntos na pista Rafael Cordeiro Justus, dentre sócios e demais entidades, tais como: Regimento da Polícia Montana; Haras Adal; Centro Equestre Gallope; Haras Eohippus; Haras Buena Vista; Villa Hípica de Londrina; Centro Hípico Curitibano; Sociedade Hípica Catarinense; Esta edição trouxe novas opções de alimentação, com a presença dos Food Truck: The Dog Curitiba; Marjoy Espetinhos; Luna Picolés Artesanais; Bera Machine e a tradicional lanchonete da Dna Eli. O público presenciou fortes emoções na disputa da prova principal, com obstáculos a 1,40m e percurso desenhado pelo carioca Rafael Ribeiro Ferrarez. Mauricio de Oliveira Franco e HFB Cervelo ocuparam o topo do pódio com o somatório dos dois dias de competição.

Prova interna em março

Curitiba Summer Tour

No primeiro sábado do mês de março tivemos uma Prova Interna para sócios e convidados que movimentou o Clube; Com provas de 0,80m a 1,30m focando no treinamento para as provas que irão acontecer nas dependências da SHPr no mês de março, sendo uma estadual e uma nacional. Aproximadamente 100 conjuntos estiveram participando.

Grande expectativa para 4ª Edição do Curitiba Summer Tour entre os dias 22 a 26 de março do Concurso de Saltos Nacional. Atletas de diversas federações já confirmaram presença inclusive na 2ª Etapa do XVII Ranking da SHPr nos dias 18 e 19 de março que antecede o CST. Estima-se grande público 35


Hipismo

Torneio de

VERÃO Evento aconteceu nos dias 04 e 05 de fevereiro nas dependências da SHPr com supervisão da FPRH.

Luiz Eduardo Requião Strutz esteve representando o estado do Paraná no CSN SHP Open e conquistou o segundo melhor resultado do desempate na prova de 1,20m, e melhor resultado na categoria mirim 36


Clínica

DODA MIRANDA Durante os dias 31 de janeiro, 01 e 02 de fevereiro a Sociedade Hípica Paranaense recebeu em suas dependências o cavaleiro Doda Miranda, membro da equipe brasileira de salto nos Jogos Olímpicos Rio 2016. O medalhista olímpico ministrou a clínica na Pista Rafael Cordeiro Justus

Calendário Abril

Maio

01 e 02 – CSE Vila Hípica de Londrina VHL

04 a 07* - CSI-W Cidade de Porto Alegre RS

08 e 09 – CSE Expolondrina Londrina

11 a 14* – CSI-W Cidade de Curitiba SHPr

15 e 16 – 3º Etapa do Ranking SHPr

20 e 21 – 4ª Etapa do Ranking SHPr

20 e 23 – Seletivas Sul Americano PE

25 a 28 – Seletivas Sul Americano DF

28 a 01/05 – Seletivas Sul Americano CSN D’maio SP

*essas datas poderão sofrer alterações

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publieditorial

Aluguel pelo uso exclusivo de imóvel comum Por: Jefferson Lauro Olsen

A parte que deixar de residir no lar conjugal, quando da separação do casal, seja por vontade própria em função da animosidade do casal, ou por determinação judicial, em regra, queixa-se por entender como injusto o uso do patrimônio comum pelo outro sem o pagamento de uma compensação financeira através de aluguel. Apesar dos lamentos das partes, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) sempre entendeu como indevidos os alugueres pelo uso do imóvel comum por apenas um dos litigantes. Entretanto, recentemente, o STJ, em recente decisão, apresentou entendimento no sentido que um dos divorciandos terá de pagar aluguel ao outro. No caso, inicialmente, o Tribunal de segunda instância havia decidido pela inviabilidade da compensação financeira, sob a justificativa de que, para tal, seria primordial a realização da partilha de bens, porém, a decisão foi reformada pelo STJ, que, por meio do relator, Ministro Raul Araújo, entendeu que, quando homologada a separação judicial, a mancomunhão, antes existente entre os cônjuges, transforma38

-se em condomínio regido pelas dido, agora contam com uma regras comuns da coproprieda- importante e recente decisão do de, admitindo, assim, o ressar- STJ a seu favor cimento. Sendo, deste modo, atribuição das instâncias ordinárias determinarem quem é a parte mais fraca da lide a merecer a devida proteção e quem está procrastinando a efetivação da partilha e que, portanto, deve sofrer as consequências adversas de seus atos. E, ainda, se o pagamento da indenização, ou o uso exclusivo do bem, representa prestação de alimentos in natura. O Ministro entendeu que o reconhecimento do direito à indenização exige que a parte devida a cada cônjuge tenha sido definida por qualquer meio inequívoco. Ainda de acordo com Araújo, a fixação do aluguel pode influir no valor da prestação de alimentos, já que afeta a renda do devedor, o que, automaticamente, determina que as obrigações sejam reciprocamente consideradas. É inegável que os Tribunais osciJefferson Lauro Olsen (OAB/SC 12.831) Especialista em Direito de Família e membro do lam bastante entre a procedênInstituto Brasileiro de Direito de Família - IBDFAM cia e improcedência do pedido e Sócio do Escritório Olsen Advocacia de arbitramento de indenização por uso exclusivo de imóvel do 473435.0628 casal, mas aqueles que pretenwww.olsenadvocacia.com.br dem verem este direito aten-


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Um misto de sofisticação e descontração para os ambientes Dos tons claros na área social, aos mais escuros e sóbrios no quarto. Por: Willian Roberto Agostinelli

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Área social

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Na área social, foram utilizados tons mais claros, com acréscimo do azul para tornar o ambiente mais despojado.

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Destaque para os vários acabamentos como as pedras no painel da TV na parede da churrasqueira.

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No fundo da ilha da cozinha foi fixado um revestimento em 3D para trazer requinte marcando a divisão dos ambientes; elaborada em conjunto com luminotécnica e gesso para tornar o ambiente acolhedor.

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No lavabo, trabalhou-se a Pietra filha da Cuba da pia mosaico de pedra bruta. Na parede, com uma iluminação indireta.

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Suíte Principal

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No quarto, tons escuros e sóbrios deram um toque mais masculino e intimista para o ambiente. Além da utilização de vários espelhos para ampliar o ambiente.

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No banheiro da suíte principal, tons de dourado nas pastilhas, concreto e preto. Na bancada da pia, uma bombê laqueada preta, com uma cuba de sobrepor redonda preta. O destaque deste ambiente é um espelho veneziano todo laqueado.

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Willian Roberto Agostinelli Designer de Interiores Escritório localizado na rua Presidente Prudente de Morais, número 673, sala 2, edifício CENTER OFFICES, no bairro Santo Antônio em Joinville.

98496.3271 3278.5779

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Suíte do filho

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No quarto do filho adolescente que adora jogos on-line, as cores foram utilizadas para destacar a sua personalidade, com tijolinho a vista, chumbo, amarelo e espelho.

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Uma enorme plotagem na parede com o jogo preferido do filho dá mais identidade ao espaço. O destaque desse quarto fica por conta da laca amarela e da decoração jovem e irreverente


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Imóveis nas margens de córregos urbanos: o que fazer? Por: Julia Turrek de Santana e Mariane Schappo

O Código Florestal, ao tratar das áreas de preservação permanente, não distingue as zonas rurais das urbanas, estabelecendo para ambas as mesmas obrigações quanto à proteção das faixas marginais de cursos d’água. Para córregos com menos de dez metros de largura, por exemplo, a faixa marginal deverá conter, no mínimo, trinta metros de largura. Além do Código Florestal, outras normas estabelecem a manutenção da faixa marginal em córregos de zonas urbanas, como é o caso da Lei de Parcelamento de Solo Urbano, que proíbe a construção de edificações na faixa de quinze metros. Há, ainda, as Municipais, o que acaba causando maior insegurança jurídica. Afinal, qual Lei deve ser aplicada ao caso concreto e qual o recuo deve ser observado para os imóveis urbanos? A questão é relevante, porque diante da incerteza da legislação a ser aplicada certamente existirão casos em que a ocupação de um lote é inviabilizada, sem contar o conflito claro de princípios Constitucionais: a proteção ao meio ambiente e 44

seu equilíbrio como direito de todos, e o direito à moradia e a propriedade. A solução do impasse jurídico vem sendo dada pelo Judiciário, na análise individual dos casos trazidos à discussão. No Estado de Santa Catarina, quando a área urbana é consolidada e as ocupações irreversíveis, o Tribunal Estadual tem se posicionado no sentido de afastar a aplicação de Leis Federais, privilegiando a norma municipal e concluindo que o

direito à moradia pode prevalecer sobre a proteção ao meio ambiente. A questão ainda é controversa em muitos Tribunais Estaduais, mas existem casos em que o Judiciário tem afastado a aplicação das Leis Federais para as áreas urbanas consolidadas, razão pela qual se vê que a discussão em juízo é válida e pode ser a solução para os casos em que a ocupação do imóvel vem sendo prejudicada

Julia Turrek de Santana (OAB/SC 16.682) Mariane Schappo (OAB/SC 28.436) Schappo Turrek e Melo Advocacia e Consultoria – OAB/SC 3271 contato@stmadvocacia.adv.br – fones 473804.0496 / 473804.0497 www.stmadvocacia.adv.br


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Arquitetura

Momento de

LAZER E DECANSO Por: Gisele Busmayer e Carolina Reis

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Churrasqueira e área externa Separada da área interna, foram colocadas portas de correr que permitem a integração com o espaço gourmet e a sala de jantar quando necessário. “Pensamos em uma forma de ter boa circulação que garantisse a amplitude e fluidez dos ambientes”, explicam. “Com mesas de madeiras rústicos a natureza foi valorizada e assim criamos uma harmonia com os grandes vasos de aço corten”, completam. O espaço foi totalmente pensado como um ambiente para a família viver bons momentos na churrasqueira.

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Arquitetura

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Living e lavabo “Em nossos projetos procuramos tornar o living um ambiente agradável que ofereça beleza, conforto e muito estilo. Afinal, trata-se do principal ambiente social e ele tem que ser importante”, contam Gisele e Carolina. A inspiração para este projeto foi o estilo de vida dos clientes e o principal desafio é que ao entrar na casa pela primeira vez a pessoa deve se sentir parte daquele lugar. As especialistas mantiveram peças do acervo da família, porém com uma linguagem mais limpa. Com o pé direito alto, a porta de entrada também na mesma escala, criando um elemento de destaque, por isso a estante feita em MDF auto brilho e os objetos tem proporção bastante grandes. Para preencher ainda mais os espaços foram usadas telas sobrepostas encostadas no chão, estilo bem arrojado e moderno, não sendo óbvio. O lavabo com muxarabi dourado compõe com o papel de parede Versace. Na bancada, o mármore Ônix ilumina nas cores do ambiente

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Gisele Busmayer & Carolina Reis Designers de Interiores Alameda Princesa Izabel, 1664 Bigorrilho - Curitiba - PR

3019.2838

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studio@gibusmayerecarolreis.com.br gibusmayerecarolreis.com.br

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Fornecedores

Plano e Forma Marcenaria

99979.9756

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Incepa Revestimentos Cerâmicos Av. Padre Natal Pigato, 974

2105.2500

3391.1000

cesaraoliveira0707@hotmail.com Colombo - PR

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Boulle Móveis Rua Alberto Balhana, 497 - Santa Felicidade

Diventare Pisos e Decorações AV. Getúlio Vargas, 2301 – Água Verde

3501.5996

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comercial@incepa.com.br incepa.com.br Campo Largo - PR

3342.7008

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contato@boulle.com.br boulle.com.br Curitiba - PR

contato@diventarepisos.com.br diventarepisos.com.br Curitiba-PR

Gramarcal Rua Fortunato Taverna, 40 - Centro Industrial Mauá

Safira Marmoraria Rua Fortunato Taverna, 78

3605.6700

99704.4629

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gramarcal@gramarcal.com.br gramarcal.com.br Colombo-PR

safiramarmoraria@outlook.com Colombo-PR

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Planejamento patrimonial e sucessório Por: Rodrigo Pironti

O tema planejamento patrimonial e sucessório nunca esteve tão atual e relevante. O motivo decorre de duas concepções distintas, que ao final, servem ao mesmo propósito: proteger o patrimônio conquistado de uma vida das intempéries empresariais e evitar conflitos familiares; e obtenção de economia tributária e menor custo no processo sucessório. A importância do planejamento, por meio da criação de uma - ou mais - pessoas jurídicas, constitui uma real maneira de “proteger” o patrimônio, aproveitando os incentivos fiscais oferecidos e resguardando o negócio e os bens familiares com cláusulas contratuais como impenhorabilidade, incomunicabilidade e inalienabilidade, garantindo a longevidade e a estabilidade financeira da família e de seus bens. A empresa constituída – que pode ser uma Holding de Administração de Bens ou de Participação ou ainda Sociedade de Propósito Específico – recebe os bens de seus sócios, que passam a deter quotas ou ações, a depender da modelagem. Mas não é apenas o aspecto prote50

tivo e de organização que motivam a constituição dessas holdings, mas também o fato de que a alocação de ativos em uma empresa é vantajosa sob o ponto de vista tributário, já que a carga fiscal bastante menor do que aquela incidente sobre a pessoa física. Para demonstrar a economia e os benefícios de um adequado planejamento patrimonial, veja o processo de sucessão, que ainda quando todos os herdeiros estejam em harmonia, tem no inventário altos custos como o ITCMD e a assessoria jurídica. Com o planejamento este custo reduz consideravelmente, já que o pagamento do ITCMD é feito como regra base no valor contabilizado e não de mercado de bens, e sem a necessidade de realização de inventário. Neste caso, com o falecimento dos titulares, basta realizar a baixa da do usufruto sobre as cotas. A tranquilidade e estabilidade familiar consagraram a utilização das holdings como um fundamental instrumento de planejamento patrimonial e sucessório

Rodrigo Pironti Pós-Doutor em Direito Econômico pela Universidad Complutense de Madrid. Professor de graduação de pós-graduação no Brasil e no Exterior. Consultor Jurídico da Confederação Brasileira de Golf – CBG. Advogado sócio da Pironti Advogados.


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Arquitetura

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Do seu jeito, apê com cara de casa! Funcionalidade e beleza de mãos dadas

“Meninas, quero o ap pra ontem, prático e lindo, com a minha cara!” Assim começou o desafio! Foi um projeto desenvolvido em tempo recorde, a cliente colaborou grandemente para que isso acontecesse, com decisões rápidas e muito empenho envolvido. O resultado, um apartamento encantador e contemporâneo, com muitos detalhes lindos e superpersonalizados, em tons grafite e areia.

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Cozinha

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Na cozinha, funcionalidade e beleza, aliados ao desenho reto e à otimização de espaço. Foram colocados armários superiores até o teto e em duas profundidades. A área de preparo de refeições recebeu uma superfície sólida, em pedra.

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A parede que dá acesso a lavanderia foi revestida. Neste espaço foram criados nichos com o mesmo material para servir como apoio, assim, garantiu-se a uniformidade visual e favoreceu-se também o quesito limpeza.

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Área social Na área social, destaque para o layout com o rebaixo de teto em madeira ao invés de usar gesso. Este rebaixo desce pela parede atrás do sofá, que além de favorecer a acústica, deixou a sala com esta beleza ímpar. A iluminação foge do convencional, fica na posição unilateral em relação à TV, acompanhando o cortineiro. A escolha pelo rebaixo em madeira foi o tempo da obra, que ficou bem mais enxuto. Temos também o mesmo detalhe em painel de madeira na parede da porta de entrada. Poucos quadros, contudo, de grande efeito, seja pelo tamanho ou pela harmonia das cores das telas. Eles foram estrategicamente posicionados.

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Usamos na área social muito branco nos móveis sob medida, permitindo que a madeira do teto e das paredes saltem aos olhos. Além disso, deixamos os espelhos fazerem seu jogo de prismas para favorecer a integração visual, sempre priorizando o movimento aliado com a leveza, com muito cuidado para não deixar cansativo.

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Sala de jantar Para a sala de jantar projetamos uma cristaleira suspensa com vidros espelhados bronze na portas inferiores e portas fechadas para cima, que serve para acondicionar cristais (portas em vidro) e que imprime leveza ao hall de entrada. As louças de pouco foram dispostas na parte em que a portas são fechadas. Neste espaço, destaque para a linda mesa quadrada, onde usamos um pendente único de iluminação bem intimista e com um toque levemente industrial.

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Arquitetura

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Lavabo No lavabo, linhas retas e materiais nobres. A cuba esculpida na própria pedra, com aproveitamento total do espaço. O espelho colocado de parede a parede para dar amplitude. O corredor que dá acesso à área íntima tem suas paredes e teto pintados de cor diferenciada, assim conseguimos a sensação de profundidade e calmaria. Utilizado também para dar forma a uma galeria de fotos com momentos importantes da família.

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Suíte No quarto principal foi utilizado, principalmente cores claras nos móveis, com apenas detalhes em um tom mais fechado. Nas paredes e alguns detalhes do teto usamos um tom rosê supersuave. Destaque para o espelho da make! Ele fica apoiado na bancada e tem moldura em preto acetinado, um luxo, verdadeiro objeto de desejo. No banheiro desta suíte, algo bem clássico, com mármore travertino, cores claras e nichos abertos para facilitar o dia a dia.

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Quarto do filho E tem também o projeto do QuartoMenino-Pré-adolescente. Uma delícia de projeto! Usamos poucas cores no mobiliário para que a profusão de tons dos brinquedos, quadros e objetos preferido dele ficassem todos a mão e bem aparentes. Ficou um ambiente alegre e cheio de personalidade. A iluminação foi privilegiada na bancada para favorecer os estudos

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Fornecedores

Dani Filippi & Vivian Steindorff Designers de Interiores

Vidraçaria Castelo Rua Toríbio Soares Pereira, 1087 – Iririú

Rua Lindóia, 294 - Glória - Joinville - SC

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3437.8254

99974.2484

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danivivian.interiores@gmail.com filippisteindorff.com.br

vid.castelo2@gmail.com vidracariacastelo.com.br Joinville-SC

Lumino Iluminação Rua Max Colin, 1134 – América

Sierra Móveis Rua Blumenau, 1134 – América

99609.6255 (Dani)

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99609.6255 (Vivian)

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3026.1212

3455.4419

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contato@luminoiluminacao.com.br luminoiluminacao.com.br Joinville-SC

joinville@sierra.com.br sierra.com.br Joinville-SC

Marmoraria Werner Rua Benjamin Constant, 3590 - Glória

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3467.5484

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Marcenaria Design Ímpar

3427.3018

99655.1598

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sergio@moveis@yahoo.com.br

marmorariawerner@hotmail.com marmorariawerner.com.br Joinville-SC

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O Grupo Novocom realizou em novembro de 2016 a clínica de golfe “Golf Day” by Golfe & Lazer. O evento teve como cenário o luxuoso condomínio residencial Reserva Camboriú. Estiveram presentes como nossos convidados, empresários de Joinville, Rio do Sul, Blumenau e Curitiba. Muitas tacadas, gastronomia e muito network. Tivemos a participação especial da Audi Breitkopf, Divina Botella e Bragança Gastronomia. Vem mais por aí

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Caderno Especial


CONSELHO DELIBERATIVO Mandato 2014/2017 Jackson Hertenstein Klaus Driesnack João de Deus Assis Filho Orlando Volkmann José Mário Gomes Ribeiro Marco Antonio Corsini Edson Fajardo Nunes da Silva Mandato 2015/2018 Acyr Leye André Bornschein S ilva Antonio Carlos Minatti Eugênio Alberto Fleischer Gert Heinz Schulz Rubens Moura Waldir Harger Mandato 2016/2019 Celso Kupsch Rubens Petry Ivo Birckholz Edmundo Kochmann Júnior Marcelo Hack Horst Dieter Hardt Alberto Raposo de Oliveira

DIRETORIA Comodoro Ivo Brickholz Vice-Comodoro Klaus Driesnack Diretor Secretário José Mário Gomes Ribeiro Diretor de Patrimônio Edson Fajardo Nunes da Silva Diretor Financeiro Orlando Volkmann Diretor de Esportes Adam Max Mayerle Diretor Cultural Horst Dieter Hardt

Chegou a hora de dar Boas Vindas a 2017, desejar que este seja um ano mais leve e próspero, para que possamos aproveitar com mais entusiasmo o nosso clube e as belezas da Baía Babitonga, que com toda a sua biodiversidade, é um verdadeiro espetáculo à população joinvilense e aos seus visitantes. As belezas podem ser notadas a qualquer dia, sejam pelas gaivotas brancas e pelos guarás avermelhados às margens ou quando as Toninhas nos acompanham e protagonizam verdadeiros shows aquáticos, fazendo a alegria de todos a bordo. Além da beleza natural, a Baía Babitonga é ideal para a prática de esportes náuticos como: velejar, esquiar, remar e pescar ou para passar um simples dia com a família e amigos e dar um mergulho próximo a alguma ilha. Este é o espírito de quem a frequenta e o qual o nosso Clube cultiva e deseja a cada dia mais incentivar e fazer crescer. Atualmente, o Joinville Iate Clube mantém a Escola de Vela e patrocina os velejadores de alto rendimento a participarem de competições em nível nacional, nas quais estes vêm obtendo excelentes resultados, sempre divulgados nas mídias do clube. O apoio ao esporte, estende-se à organização de duas etapas anuais do tradicional Torneio de Pesca Embarcada - Topembar, além da realização de duas etapas do Ranking Norte Catarinense de Veleiros Monotipos e do apoio nas regatas organizadas pela “Flotilha Norte Catarinense de Veleiros Oceano” – FNCVO. Estas são apenas inspirações para que em 2017 possamos aproveitar a excelente estrutura do clube, navegar e praticar esportes na bela Baía Babitonga. Este diretor está e estará sempre à disposição dos sócios para o desenvolvimento do esporte no Joinville Iate Clube.

Bons Ventos! Adam Max Mayerle Diretor de Esportes 61


Joinville Iate Clube

Escola de Vela do JIC participa da Copa da Juventude 2016 Competição reuniu 95 jovens velejadores de sete estados brasileiros

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so, o vento forte influencia bastante no seu desempenho”, explica. No total, 95 jovens velejadores brasileiros de sete estados disputaram pelas classes Laser Radial, 420, RS:X, Hobie Cat 16 e 29er. A competição selecionou a Equipe Brasileira de Vela para participar do Mundial da Juventude, que aconteceu no mês de dezembro, em Auckland, na Nova Zelândia. Conforme dados da Confederação Brasileira de Vela, o Joinville Iate Clube ocupa a 9ª colocação de Foto: Fred Hoffmann

Eduardo da Silva e Lucas Budal, alunos da Escola de Vela do Joinville Iate Clube (JIC), voltaram com o terceiro lugar da Copa da Juventude 2016. O evento, que é organizado pela Confederação Brasileira de Vela (CBVela), foi realizado em outubro do ano passado, na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Pela classe Hobie Cat 16, a dupla Eduardo e Lucas foi a mais leve a competir, entre cinco equipes. “Não batíamos o peso mínimo da classe que é de 112,5kg, por isso, levamos junto sete quilos de lastro”, comenta Eduardo. Ele disse que iniciaram a regata muito bem no primeiro dia, acompanhando a flotilha, mas depois foram prejudicados pelo vento mais intenso, entre 12 e 16 nós. “Andamos mal por conta do nosso peso”, justifica. Com muita tática e o vento mais leve nas últimas regatas, a dupla subiu ao pódio como terceiro lugar. Lucas falou que a dupla teve apenas duas semanas para treinar pela classe Hobie Cat 16, antes competiam pela Laser. “O barco da Hobie Cat é muito mais veloz, qualquer errinho pode fazer com que ele capote. Além dis-

melhor clube de vela jovem do Brasil. Ao longo dos cinco dias de competição, os jovens velejadores assistiram a palestras com grandes nomes do esporte, entre eles, a campeã olímpica Martine Grael, o bicampeão olímpico Robert Scheidt, além dos atletas olímpicos Gabriel Borges e Patrícia Freitas. Os técnicos Javier Torres, Alexandre Saldanha e Bruno Di Bernardi também passaram suas experiências para os jovens velejadores


Velejadores da Escola de Vela vencem Estadual da Classe Laser Lucas e Gustavo querem dar continuidade ao esporte, participando de outros campeonatos de vela

nhamos que realizar modificações no percurso, o que resultou em um campeonato com um alto nível técnico”, relata Lucas. O velejador do JIC venceu todas as regatas e se consagrou, em 2016, campeão Estadual de Laser 4.7. Lucas também obteve o 1º lugar na 7ª Etapa da Copa Monotipo ICSC que fez parte do evento. Para Michalak, o campeonato foi muito competitivo. O resultado deve-se aos intensos treinos realizados na Escola de Vela do JIC. “Recebemos todo o apoio do clube e também contamos com equipamentos que possibilitam essa conquista”, salienta. Ele lembrou, que para a participação no estadual, contaram

com o apoio do velejador Acir Ferreira Martins e de seus familiares. “Queremos dar continuidade, participando de outros campeonatos, por isso estamos em busca de patrocinadores”, explica. Gustavo conquistou o 3º lugar no Estadual de Laser, e o 2º lugar na 7º Etapa da Copa Monotipo. De acordo com ele, no primeiro dia, o vento estava fraco, cerca de cinco nós. No domingo, o sol apareceu e o vento marcou até 10 nós. “Ondas com cerca de quase um metro de altura e o vento entrando de norte a nordeste”, relata. Para ele, o dia estava perfeito para velejar. “Principalmente no popa, dava para surfar ondas”, comenta Foto: Iate Clube de Santa Catarina - Veleiros da Ilha

O Joinville Iate Clube (JIC) vem sendo bem representado pelos alunos da Escola de Vela. Em outubro, os velejadores Gustavo Wiemes de Souza e Lucas Edson Michalak trouxeram troféus para o clube. Eles disputaram o título estadual do Campeonato Estadual da Classe Laser. O evento foi realizado em Florianópolis, nas águas de Jurerê Internacional, no Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha. Ao todo foram realizadas cinco regatas. No primeiro dia, três e, no domingo, mais duas pela Classe Laser 4.7. “O vento estava moderado, porém com rajadas e variações na direção. Tí-

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Joinville Iate Clube

Aluno da Escola de Vela do JIC é vice-campeão sulbrasileiro de Laser 4.7

Foto: Iate Luciano Saraiva

Evento aconteceu em Florianópolis e cinco alunos do clube participaram

As velejadas de Eduardo Silva, aluno da Escola de Vela do Joinville Iate Clube (JIC), garantiram o título de vice-campeão Sulbrasileiro de Laser 4.7 para a Joinville e para o clube. Ele, juntamente com Lucas Michalak, Lucas Budal, Gustavo de Souza e Beatriz Karling trouxeram mais quatro medalhas para o JIC. O evento foi realizado em novembro na Lagoa Iate Clube (LIC), em Florianópolis. Os alunos da Escola de Vela participaram pela Categoria 4.7. Eles foram acompanhados pelo instrutor de vela Luciano Saraiva e pela professora Alexandra Bernardes. No sábado, primeiro dia de provas, o clima estava favorável, nublado com o vento soprando de sul a sudeste, entre 10 e 15 nós, com rondadas e 64

rajadas, que dificultaram a velejada no contravento e popa. “Vários competidores capotaram nas três regatas disputadas pelo percurso barla-sota, mas não tivemos problemas com os alunos ou com os barcos neste dia”, comenta Luciano. Eduardo e Lucas se destacaram e ficaram entre os dez primeiros em todas as regatas. Os outros alunos do JIC não conseguiram acompanhar o mesmo ritmo. O domingo foi dia com céu nublado, mas sem chuva, o vento estava de leste com 5 a 10 nós. Foram realizadas duas regatas no percurso barla-sota. “Neste dia, Beatriz velejou bem, estando em terceiro na primeira regata, mas cometeu um erro ao contornar a boia de barla e perdeu algumas posições”, explica o instrutor. Na segunda regata ela estava liderando, mas não conseguiu

manter o ritmo no popa, sendo ultrapassa e finalizou em oitavo lugar. Eduardo caiu de rendimento em relação ao dia anterior. Lucas Michalak se manteve entre os dez como no dia anterior e Lucas Budal melhorou de rendimento na primeira, mas na segunda regata queimou a largada, o que prejudicou seu resultado. Contrariando as previsões, o sol brilhou no último dia do evento, segunda-feira (14/11). O vento nordeste se fez presente desde cedo, entre 8 e 12 nós, com raia montada de barla-sota. “Neste dia, Eduardo estava determinado e com boas largadas, muita atenção nas cambadas e um popa rápido, esteve sempre na disputa pelo primeiro lugar com Andrey Godoy (vencedor do evento), que na última perna do popa estava liderando, mas ele retomou a


Eduardo da Silva disse que foi um excelente campeonato, com alto nível. “Participei da Laser 4.7, onde estava presente o atual campeão brasileiro da classe”, aborda. No último dia, seu objetivo era ocupar uma vaga no pódio e ele aproveitou a oportunidade. “Entrou um vento muito bom, entre 16 nós, foram realizadas duas regatas e consegui a vitória nelas. Com isso, conseguir subir para o 2° lugar, sendo vice-campeão sulbrasileiro de Laser 4.7 e campeão na categoria Sênior”, comemora. Lucas Budal competiu pela categoria sub 18. “Enfrentei coisas novas e meu maior desafio era saber sobre as ‘rodadas’ de vento. Quem aproveitou teve uma boa colocação”, salienta. Beatriz também participou pela laser 4.7. Ela ficou em 5º lugar no feminino geral e em 1º lugar na categoria sub 18, também no feminino. “Competi com ótimos

velejadores. Os desafios estavam grandes, porém com o passar das regatas eu tentava superar cada obstáculo”, aborda. Gustavo foi o único velejador que representou o JIC na classe radial. “Ela exige mais fisicamente, portanto, quando tinha mais vento foi um pouco difícil”, lembra. Ele conquistou a terceira colocação na categoria sub 17

Resultado - Geral e Categoria Eduardo: 2º e 1º Sênior Lucas Michalak: 9º e 3º Sênior Lucas Budal: 17º e 5º Sub 18 Beatriz: 14º e 1º Sub 18 feminina Gustavo: 14º e 3º Sub 17

Foto: Iate Luciano Saraiva

regata e venceu”, explica Luciano. Na última regata, Andrey não participou e Eduardo venceu. Na segunda e última regata Gustavo pediu para não participar devido a dores na perna. Lucas Budal não conseguiu acompanhar o ritmo dos primeiros e ficou entre os últimos. Lucas Michalak caiu de rendimento e perdeu a oportunidade de estar entre os cinco primeiros na classificação geral. Saraiva considera positiva a participação dos alunos. Para ele, é uma oportunidade de se aperfeiçoar, conviver com outros competidores, avaliar os barcos, fazer regulagens e analisar as táticas usadas. “Nossos alunos treinam em condições diferenciadas de raia, com pouco vento e muita correnteza. Os demais competidores, na maioria das vezes treinam em locais onde o vento é predominante (Florianópolis e Porto Alegre)”, explica.

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Joinville Iate Clube

JIC realiza formatura da Escola de Vela Velejadores mirins receberam certificado do clube e, alguns, habilitação de veleiro amador da Delegacia da Capitania dos Portos em SFS

Este ano o Joinville Iate Clube (JIC) certificou mais 60 alunos pelo projeto da Escola de Vela. Em dezembro, foi realizada na sede do clube a cerimônia de formatura e entrega de diplomas. 66

Durante o ano, além de aprenderem os conceitos náuticos, de Física, meteorologia, meio ambiente e técnicas de primeiros socorros, os jovens velejadores aprenderam sobre a embarcação e colocaram os

barcos na água para velejar pelas águas da Baía Babitonga. Já são 28 anos de Escola de Vela no clube. Ela foi criada em 1988 e atende crianças a partir de oito anos e adolescentes. O projeto inicial era focado nos filhos dos sócios do clube, mas com o passar do tempo foi se aprimorando, hoje, com foco educacional esportivo e social, atende alunos de escolas municipais, principalmente moradores próximos a sede do clube. Na classe Optimist são seis meses para cada etapa: básico, intermediário e avançado. No nível básico foram 39 crianças que receberam o certificado, no intermediário 20 e no avançado 10. Já pela Classe Laser 4.7, um ano para cada fase. Um aluno foi aprovado no nível básico, dois no intermediário e três no avançado. A Escola de Vela é mantida pelo JIC e recebe apoio da Prefeitura Municipal de Joinville, por meio de um convênio, disponibilizando profissional de educação física para as aulas. Elisabet Staranscheck, gerente da Secretaria Municipal de Educação revelou que é um orgulho terem alunos que navegam. Ela parabenizou os pais


respeitem o mar Márcio Alves Santana

pelo incentivo ao esporte. O capitão de corveta Márcio Alves Santana, delegado da Capitania dos Portos em São Francisco do Sul parabenizou o clube pelo projeto e disse aos jovens velejadores: “respeitem o mar”. Vários alunos da Escola de Vela receberam da delegacia a habilitação de veleiro amador. Representando o 62º Batalhão de Infantaria, o major Júlio César Martins Duarte disse que o mundo oferece muitas mentiras e pediu: “não se esqueçam do respeito, da honestidade, do amor a nossa pátria, aos pais e aos professores”. O comodoro do JIC, Ivo Birckholz, emocionado, mostrou-se orgulhoso de um projeto que existe há 28 anos. “Nossa Escola de Vela está cada vez mais importante”, aborda. Ele aproveitou para pedir: “que os empresários apóiem nossos velejadores para continuarem neste esporte, assim, quem sabe, teremos um joinvilense nos representando nas Olimpíadas”. Dieter Hardt, diretor cultural do JIC disse que a prática de vela é muito mais que conduzir o barco. Para ele, “...é conhecer e respeitar a natureza. Quem veleja

percebe o vento, a maré. É uma rica experiência não só na condução da embarcação, mas na disciplina e no trabalho em equipe”. Ele agradeceu a Marinha por todo o apoio dado ao clube e ao projeto da Escola de Vela. Rosane Bittencourt é mãe da aluna Julia Vitória Schlickmann, 10 anos, que há dois anos participa da Escola de Vela. Conforme ela, depois que a filha iniciou as atividades no JIC, ela tem mais responsabilidade e também pensa mais na preservação do meio ambiente. Julia falou: “adoro cair na água depois de velejar, quando o professor deixa”. Ela explicou que aprendeu as técnicas de navegar e também sobre o barco que utiliza, o optimist. Também com 10 anos de idade, Ana Carolina Mendes de Lemos afirmou que adora cair na água e destacou: “o mais difícil é quando tem vento forte, pois dói as mãos quando velejamos”. Lucas Budal é um dos veteranos no projeto. Ele está participando da Escola de Vela há quase sete anos. Para ele, é importante porque desenvolve o esporte e o lazer. “Quero seguir a carreira na área náutica”, comenta 67


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Tradicional Regata Marinha do Brasil encerra o ranking 2016 Apesar da chuva, o vento rendeu boas velejadas

Em comemoração à 34ª Semana da Marinha, o Joinville Iate Clube (JIC), a Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO) e o Ranking Norte Catarinense de Monotipos participaram da Regata Marinha do Brasil, em dezembro. O dia estava nublado e chuvoso, mas não tirou o brilho da regata. Vento de fraco a médio, com rajadas de 12 nós. A maré estava enchendo com bastante velocidade, prejudicando os que não escolheram velejar fora do canal. Esta é a última regata do ano, tanto para a Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano, quanto para o Ranking Norte Catarinense de Monotipos. De acordo com o vice-capitão da FNCVO, Antônio Weinfurter, a regata da Marinha é a mais tradicional da flotilha. “O encontro foi marcado por bons ventos, muita chuva e boa participação de veleiros.” Participaram 68

nove veleiros, divididos nas classes Regata, RGS e Bico de Proa. “Tivemos um visitante da cidade de Itajaí, o veleiro Guga Buy de 40 pés, do comandante Eduardo Zanella”, comenta Antônio. Nos monotipos participaram 36 veleiros. Estavam presentes também os alunos da Escola de Vela do JIC, da Associação Náutica de Itajaí (ANI) e do Museu do Mar. Para Adam Mayerle, diretor de esportes do JIC, esta regata tem um significado especial a todos os velejadores. “Ela nos aproxima de um órgão de defesa nacional que apoia muito a vela”, completa. Ele explicou o percurso: “a Regata da Marinha tem aproximadamente 10 milhas. A largada é em frente à Capitania dos Portos de São Francisco do Sul, contornam-se duas boias em frente ao porto de Itapoá, uma boia em frente à Vila da Glória e a chegada em frente à Capitania”. Os veleiros Optimist e Shellback utilizam

uma raia diferente, a barla-sota, montada em frente ao centro de São Francisco do Sul. Da Escola de Vela participaram dez alunos nas classes Laser e Optimist. Eles fizeram um cartaz de apoio aos familiares e amigos que perderam seus entes na tragédia que envolveu o avião da Chapecoense e usaram faixas de luto durante a regata. “Infelizmente a nossa última regata do ano foi marcada por um momento de tristeza, mas muito bem pontuado pela professora da Escola de Vela do JIC, Alexandra Bernardes. Ela mostrou que mesmo com dor, sofrimento, que infelizmente fazem parte da vida, vem


CLASSIFICAÇÃO OCEANO Classe Bico de Proa 1º Veleiro Katana 2º Veleiro Guga Buy 3º Veleiro Jackdaw Classe Regata 1º Veleiro Kraken 2º Veleiro Azurro Classe RGS 1º Veleiro Brasil 31 2º Veleiro Catarina

CLASSIFICAÇÃO MONOTIPOS Classe Dingue 1º Ana e Denisson 2º Silvânio e Sérgio 3º Acir e Piasson Classe Especial 1 1º Claudio Negosseque 2º Sergio Penteado Classe Especial 2 1º Rodolpho e Richele 2º Igor e Henrique Classe Hobie Cat 14 1º Adam Max Mayerle 2º Alderson Pacheco 3º Aldo Kirsten

o espírito de solidariedade, de amor ao próximo, de união, independente do nosso esporte, raça, crença e nacionalidade”, reflete Adam. Os velejadores puderam contemplar as belezas da Baía Babitonga e também a presença de botos cinza próximos aos barcos em vários pontos da regata. Conforme Antônio, a recepção na Capitania dos Portos de São Francisco do Sul foi de muita descontração e histórias sobre as manobras da regata e a chuva, sazonalmente, muito forte. Adam agradeceu o apoio da Marinha, da Soamar e dos patrocinadores do evento

Classe Laser 1º Gustavo Wiemes Classe Laser 4.7 1º Eduardo Cleiton da Silva 2º Lucas Michalack 3º Lucas Budal Classe Multicasco 1º Sergio e Lucas 2º Klaus e Roberto 3º Kiko e Gunnar Classe Optimist Estreante 1º Raissa Ribeiro 2º Luiza Nunes 3º Paulo Marcelino Classe Optimist Veterano 1º Thiago Paschoal 2º Mateus da Silva 3º Alejandro Ramos Classe Shellback 1º Renato Caldas 2º Manoel Camilo 3º Ari Wendt

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Velejar sem pressa

E SEM ROTEIRO Casal de sócios do JIC vai morar no barco e subir a Costa Brasileira

Você teria coragem de deixar o seu dia a dia “em terra” para morar em uma embarcação, sair por aí conhecendo lugares, velejando? Sergio dos Santos Silva, 62 anos, e Rute José Pestana Silva, 60 anos, disseram sim para esta nova aventura. Desde que adquiriram o primeiro veleiro, um Tonner 25 pés, em 2006, o casal está se preparando para deixar a vida “normal”. “Queremos achar a melhor maneira de desapegar das coisas que dependemos até agora. Todo este tempo foi importante para preparar a cabeça para a mudança e diminuir aquele friozinho na barriga”, comentam. Eles estão velejando na nova embarcação que foi adquirida há quatro anos, um Fast 310, chamado Pestana. Sergio, o comandante, disse que o nome Pestana veio do sobrenome da Rute. O barco é um veleiro para mar aberto de 31 pés, tem 9,5 metros de comprimento. “Com um vento razoável navega a uma velocidade média de 6 nós, aproximadamente 11 km por hora, mas já chegou a 20 nós surfando uma onda na entrada do canal da galheta em Paranaguá”, lembra Sergio. “Sempre tivemos contato com o mar, tínhamos uma lancha que 70


Queremos achar a melhor maneira de desapegar das coisas que dependemos até agora. ficava em Paranaguá e curiosidade de como seria navegar em um veleiro. Adquirimos o Tonner 25 pra aprender a velejar”, abordam. Para eles, a integração que se tem com a natureza é prazerosa, pois para velejar é preciso estar em sintonia com tudo ao seu redor. Os dois ressaltaram que o perigo na navegação pode ser a consequência de sair para o mar sem o devido preparo ou não respeitar as normas de segurança. “Dependendo da época do ano, mesmo estando atento às previsões meteorológicas, você pode ser surpreendido por um mau tempo, aí vai contar a experiência de navegação”, aborda o comandante. O casal saiu para velejar outra vez por terras catarinenses. Eles foram no encontro da Associação Brasileira dos Velejadores de Cruzeiro, em Florianópolis, para isso, navegaram por Itajaí e Porto Belo. Além disso, passaram um final de ano na Ilha Bela, litoral norte de São Paulo com os três filhos e o neto. “Nesta viagem tivemos dias maravilhosos de sol e a recepção de muitos golfinhos na chegada, boa pescaria e a entrada de uma frente fria que deu pra saber o que é um mar agitado”, relembram.

Sergio e Rute partiram em dezembro. “Na verdade, nós vamos morar no barco e subir a costa brasileira sem pressa e sem roteiro. Pretendemos conhecer lugares que ainda não fomos na Baía de Paranaguá, ficar alguns dias em Guaraqueçaba, subir pelo Canal do Varadouro, Cananeia, Ilha Bela, Ubatuba, Mamanguá. A região de Parati e Ilha Grande tem muitos lugares pra conhecer. Quando compramos o veleiro a proposta era aprender o suficiente e chegar até Fernando de Noronha”, explicam. O comandante falou que alguns preparativos antes da

partida são extremamente necessários. “É ideal fazer a manutenção da embarcação e deixar tudo funcionando, providenciar captação de água da chuva e placas solares. Também vamos levar bicicletas para passeios em terra.” E o que mais vão precisar? “Vamos saber somente depois de sair”, riem. Para quem pensa que a família não topa a ideia, o casal tem três filhos, Aline, Sergio Júnior e Vinicius e um neto, Kaluanã, filho do Vinicius. “Eles estão torcendo pela nossa viagem. Querem nos visitar onde estivermos”, concluíram 71


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Ranking 2016 reúne velejadores de Oceano e de Monotipo Jantar de encerramento e entrega de premiações das flotilhas foi realizado no JIC

Em dezembro, foi realizado na sede do Joinville Iate Clube (JIC) o jantar de encerramento de 2016 da Flotilha Norte Catarinense de Veleiros de Oceano (FNCVO) e do Ranking Norte Catarinense de Monotipos. Estavam presentes velejadores das flotilhas de oceano e monotipos, além dos alunos da Escola de Vela do JIC e também da Associação Náutica de Itajaí (ANI). Foram premiados os três primeiros colocados de cada classe, com destaque para os velejadores do Joinville Iate Clube, Adam Max Mayerle, vencedor na categoria Hobie Cat 14 e para a dupla Marcio e Gunnar Diener na categoria multicascos com o veleiro Hobie Cat 16. Entre os premiados da Escola de Vela do JIC, Gustavo Wiemes obteve a 2ª posição na Classe Laser. Pela Laser 4.7, Eduardo da Silva e Lucas Michalak ficaram nas duas primeiras posições. E na Classe Optimist Veteranos, Thiago Pascoal e Alejandro Ramos ocuparam o segundo e terceiro lugares, respectivamente. Conforme Adam Mayerle, que é diretor de esportes do JIC e responsável pelo Ranking 72

Norte Catarinense de Monotipos, o ano de 2016 foi muito positivo, com grande número de participantes em cada uma das etapas. “Este ano, o ranking adicionou uma 13ª etapa, na cidade de Florianópolis, com a realização da Copa Admar Gonzaga, na Lagoa da Conceição, que uniu os velejadores do Norte do Estado com os da Ilha de Santa Catarina”, salientou. Além do ranking, grande parte dos velejadores participou dos campeonatos regionais e nacionais em suas classes, como: Sul-brasileiro, Sudeste-brasileiro e Brasileiro de Hobie Cat; Sul-Brasileiro de Laser e Brasi-

leiro de Dingue, demonstrando o alto nível técnico da Flotilha. Para 2017, além das 13 etapas do Ranking Norte Catarinense de Monotipos e dos Campeonatos Regionais e Nacionais, cinco velejadores da classe Hobie Cat 14 pretendem participar do Campeonato Mundial, que será realizado na cidade de Noordwijk, na Holanda, no mês de julho. Caio Gozzi, capitão da FNCVO, disse que 2016 foi um ano ótimo para a flotilha. “O clima ajudou, as raias foram bem escolhidas e as regatas foram um sucesso. “Um fator positivo, que era um objetivo, nós


VELEIROS OCEANO Classe Bico de Proa 1º Veleiro Hirondelle 2º Veleiro Moleque 3º Veleiro Jackdaw Classe Regata 1º Veleiro Kraken 2º Veleiro Azurro 3º Veleiro Paranoya 4º Veleiro Makika 5º Veleiro Bronco Classe RGS 1º Veleiro Zuriel 2º Veleiro Brasil 31 3º Veleiro Catarina 3º Veleiro Hagar VELEIROS MONOTIPOS Classe Dingue 1º Ana e Denisson 2º Silvânio e Sérgio 3º Acir e Piasson Classe Especial 1 1º Claudio Negosseque 2º Sergio Penteado 3º Carlos Pastorello Classe Especial 2 1º Rodolpho e Richele 2º Igor e Henrique 3º Evandro e Rodrigo

tivemos uma média bem mais alta de veleiros nas raias, em média dez por regata”. Ele também disse que a criação do grupo de whatsapp da flotilha deixou os debates mais democráticos e ampliou a participação. “Não somente os capitães, mais os tripulantes podem acompanhar e opinar”. Gozzi comentou que para este ano já tem vários novos veleiros inscritos. “Gostaria de ter 15 barcos na raia por regata. É um desafio novo”, aborda. Para Adam, o jantar de encerramento em conjunto das flotilhas é importante para a união dos velejadores de monotipos e oceano e uma forma

de interação para os alunos das Escolas de Vela de Joinville e Itajaí, com as demais classes. Ao final do jantar foi sorteada uma carta náutica para GPS oferecida pelo sócio Gunther Weber, onde a ganhadora foi a velejadora Heidi Hardt

Classe Hobie Cat 14 1º Adam Max Mayerle 2º Aldo Júnior 3º Bruno Hoorn Classe Laser 1º Benno Volrath 2º Gustavo Wiemes 3º Jean Schulz Classe Laser 4.7 1º Eduardo Cleiton da Silva 2º Lucas Michalack 3º Alexandre de Souza Filho Classe Multicasco 1º Kiko e Gunnar Diener 2º Sérgio e Mateus 3º Klaus Muller e Leonardo Classe Optimist Estreante 1º Raissa Ribeiro 2º Luiza Nunes 3º Paulo Marcelino Classe Optimist Veterano 1º Mateus da Silva 2º Thiago S. Pascoal 3º Alejandro Ramos Classe Shellback 1º Renato Caldas 2º Ari Wendt 3º Manoel Camilo

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Jantar de Natal do JIC reúne mais de 150 pessoas Todas as crianças que estavam no jantar foram presenteadas

O jantar de Natal do Joinville Iate Clube (JIC) reuniu no restaurante do clube mais de 150 pessoas, entre funcionários, terceirizados e convidados. No total, 33 crianças de até 11 anos receberam presentes das mãos do papai Noel. O momento é de muita confraternização, de lembrar o ano que passou e prospectar o que está por vir. “O bom velhinho, mais uma vez, fez brilhar os olhinhos das crianças e até mesmo dos adultos”, abordou Patrícia Katzmann Zumbach, assistente administrativa do JIC

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Jantar de confraternização para sócios do JIC O evento foi organizado pelo clube e teve o apoio de empresas e da Revista Golfe e Lazer

Mais de 150 pessoas prestigiaram, em novembro, um jantar exclusivo para os sócios do Joinville Iate Clube (JIC). Eles saborearam um delicioso jantar, degustaram uma garrafa de vinho que foi brinde do evento, além das atrações musicais e da confraternização entre os convidados. O momento teve o apoio da Revista Golfe e Lazer e das empresas Euro Import BMW, Incorposul, Alv e Bentec. Veja as fotos deste encontro na nossa galeria

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Topembar do JIC reúne quase cem pescadores A XXXIX edição do torneio de pesca realizado pelo clube movimentou a Baía Babitonga

Tá nervoso? Vai pescar! Não sei se estavam nervosos, mas foi o que fizeram 91 pescadores amadores em um sábado de sol de novembro. Eles participaram da edição XXXIX TOPEMBAR – Torneio de Pesca Embarcada do Joinville Iate Clube (JIC). No total, 25 equipes participaram do evento, que iniciou na manhã do sábado e encerrou à tarde, com a entrega de troféus e medalhas. O Topembar acontece em duas edições anuais. Para os diretores do JIC, o torneio é, sem dúvida, um momento que traz diversão em um ambiente com muita beleza natural. Alessandro Krüger, que participou pela Equipe Leisa, venceu a competição por pontos e também no quesito peso. Conforme ele, o evento permite a integração entre os participantes e divulga as belezas da Baía Babitonga, que é tão pouco explorada. Alessandro pescou um bagre de quase um quilo e levou a medalha de 2º lugar como maior peixe. Na sua equipe participaram Romeu Valentin Cunha e Álvaro Valentim Cunha. 76

Clenilson Borba, da equipe Abuboo, pescou uma caranha de 1,506 kg e ficou em primeiro lugar com o maior peixe. “Para mim, foi uma surpresa ter conquistado este prêmio, pois achei que não seria o maior peixe”, comenta. Para ele, o torneio incentiva a esportividade, proporciona interação com as pessoas e convívio com a natureza. “A região é rica e diversificada”, salienta. A Abuboo participou com cinco pessoas no barco. “Foi um dia maravilhoso para passar com amigos e familiares”, completa. Foram sorteados alguns prêmios no dia do evento. Gustavo Henrique Carvalho, da equipe Durts, foi o ganhador de uma prancha de stand-up paddle. Ele aproveitou as águas da Babitonga para usufruir do presente. A pesca, mesmo que ainda não comprovada cientificamente, traz satisfação e alegria para quem a pratica. O ambiente da pescaria, que envolve a natureza, traz relaxamento, sem falar da emoção em fisgar um peixe


PONTOS 1º Equipe Leisa 2º Equipe Dentinho 3º Equipe Despachante Soares

PESO 1º Equipe Leisa

QUANTIDADE DE PEIXES 1º Equipe Dentinho

MAIOR PEIXE PESO (INDIVIDUAL) 1º Clenilson Borba Equipe Abuboo (Caranha de 1.506Kg) 2º Alessandro Krüger Equipe Leisa (Bagre de 0,976kg) 3º Paulo Cesar Souza Equipe Equipelota (Pescada de 0,940Kg)

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Clubes Conveniados Associação Marina do Sol Rua União da Vitória, 100 – Bairro: Piçarras 83280-000 – Guaratuba – PR Fone: (41) 3442-1178 e.mail: marinadosol@terra.com.br Site: www.marinadosol.org Associação Náutica de Itajaí Av. Ministro Victor Konder, 1001 – Centro 88301-701 – Itajaí – SC Fone: (47) 9918-1618 e.mail: contato@culturanautica.org.br Capri Iate Clube (contrato) Av. Brasil, 14 – Balneário de Capri 89242-000 – São Francisco do Sul – SC Fone: (47) 3444-7247 e.mail: secretaria@capriiateclube.com.br Site: www.capriiateclube.com.br Iate Clube Camboriú Rua Dom Henrique, 1200 88330-000 – Balneário Camboriú – SC Fone: (47) 3367-0452 e.mail: iateicc@terra.com.br Iate Clube de Caiobá Av. Silva Jardim, 2611 – Água Verde 80240-270 – Curitiba – PR Fone: (41) 3342-7010 e.mail: iateclube@icc.org.br Site: www.icc.org.br Iate Clube de Guaíba Av. Guaíba, 777 – Cristal 91760-740 – Porto Alegre – RS Fone: (51) 3268-0397/3268-0376 e.mail: i.c.g@terra.com.br Site: www.iateclubeguaiba.com.br Iate Clube de Paranaguá Rua Benjamin Constant, 423 – Costeira 83203-450 – Paranaguá – PR Fone: (41) 3422-5622 e.mail: iateclubepgua@uol.com.br ou secretaria@icpgua.com.br Site: www.icpgua.com.br Iate Clube de Santa Catarina Veleiros da Ilha Rua Silva Jardim, 212 – Prainha 88020-200 – Florianópolis – SC Fone: (48) 32257799 – ramal 222 e.mail: icsc@icsc.com.br Site: www.icsc.com.br

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Iate Clube de Santos Av. República do Líbano, 315 – Ibirapuera 04501-000 – Santos – SP e.mail: ics@br2001.com.br Site: www.icsantos.com.br Iate Clube do Rio de Janeiro Av. Pasteur, 333 – Urca 22290-240 – Rio de Janeiro – RJ Fone: (21) 25431244/1086 e.mail: cpd@icrj.com.br Site: www.icrj.com.br Lagoa Iate Clube (LIC) Rua Hypólio Vale Pereira, 620 Lagoa da Conceição 88062-210 – Florianópolis – SC Fone: (48) 3232-0088 e.mail: diretoria.lic@hotmail.com Site: www.lic.org.br Marlin Azul Marina Clube (MAMC) Rua Benjamin Constant, 435 – Oceania 83203-190 – Paranaguá – PR Fone: (41) 3422-7238 Yacht Club de Ilhabela Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 2729 10º andar – Conjunto: 1010 01401-000 – São Paulo – SP Fone: (11) 3884-5313 e.mail: sec-ilha@yci.com.br Yacht Clube Itaupu (Y.C.I) Rua Iate Clube Itaupu, 500 – Riviera Paulista – 04928-260 – São Paulo – SP Fone: (11) 5517-6229 e.mail: secretaria@itaupu.com.br Site: www.itaupu.com.br Iate Clube Lagoa dos Ingleses BR 040 – Km 559 – Nova Limas Minas Gerais Fone: (31) 3222-0344 e.mail: iateclubelagoa@terra.com.br Site: www.iclimg.com.br Iate Clube de Itacuruçá Rua Evelina, 30 – Itacuruçá – Mangaratuba 23880-000 – Rio de Janeiro – RJ Fone: (21) 2680-7310 e.mail: comodoria@icilazer.com.br

Saída de Embarcações Out/2016 – 104 Nov/2016 – 146 Dez/2016 – 202

Novos sócios Enrico Meinhard Glausch Reinaldo Maykot Esposa: Luciana Zacchi Maykot


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Florianópolis 48 3027-5111 Blumenau 47 3036-5111 Florianópolis 48 3027-5111 Blumenau 47 3036-5111 Baln. Camboriú 47 3228-511 ri i m 4 21 1-

Baln. Camboriú 47 3228-5111 Criciúma 48 2101-8965

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