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PAIXÃO DE CRISTO, DOAÇÃO PLENA DE AMOR Quaresma é tempo de conversão, tempo de mudança de vida, metanoia! É tempo de vivenciar o amor de Deus e o amor aos irmãos. Na linha dos profetas do Antigo Testamento, podemos distinguir o maior de todos: João Batista. Ele insiste na mudança de atitude, na prática da justiça, da solidariedade, compaixão e mansidão como necessárias para acolher o Messias. A atividade pública de Jesus começa com forte anúncio do serviço ao outro. Na Quarta-Feira de Cinzas sentimos ainda o eco da voz do Senhor, que mediante a Igreja, nos convida à conversão: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Tomemos a parábola do Pai Misericordioso, pois nela vamos encontrar o mais significativo exemplo do que nós cristãos devemos entender por conversão: é abandonar os falsos deuses, que insistem em dominar o nosso coração, e ir ao encontro do Deus verdadeiro, o Pai. Ir ao encontro d’Ele e deixar-se transformar por Seu amor que é fonte de uma nova vida. Por isso, Jesus, ao ser procurado por Nicodemos, explicou-lhe que seria necessário nascer de novo para ver o Reino de Deus. Portanto, o verdadeiro sentido da conversão é o “nascer de novo”. É essa a grande maravilha que Deus quer operar na vida dos seus amados. A imposição das cinzas – com que a Igreja inicia a preparação para a celebração solene do Tríduo Pascal – expressa um compromisso de deixar-se moldar pelo Espírito Santo para a conversão pessoal e comunitária. A conversão é recriação do ser, um fato mais admirável que a criação do Universo. É obra em primeiro lugar do Espírito Santo em nós, para que com sabor novo

possamos pronunciar: “Abba”, Pai! A conversão nos lança num relacionamento mais profundo e íntimo com Deus, a quem não vemos e, necessariamente, com os irmãos, aos quais vemos bater à nossa porta com fome, frio, cansaço, doença, solidão e desespero. Só homens e mulheres “novos” sentirão compaixão ao ver nos rostos – deformados pela miséria – a face de Jesus. No período da Quaresma, a Igreja quer preparar seus fiéis, mediante a solene celebração do Tríduo Pascal, para a renovação de sua existência em Cristo. Os exercícios quaresmais como jejuns, abstinência, esmola, paciência com o próximo, irão favorecer esse nascer de novo. Seremos gestados no seio da Igreja, na comunidade, na obra de misericórdia. Na força da vida nova que nos impregnará, com ardor renovaremos nosso compromisso de servir o Reino de Deus, de dobrar, em atitude humilde e serviçal, os joelhos diante de nossos irmãos pequeninos. Servir o irmão, em suas carências e necessidades, é o que mais devemos almejar ao participar da celebração do Tríduo Pascal. A Associação Servos de Deus carece muito de seu amor, de sua doação espiritual e material para continuar servindo aos empobrecidos.

MARIZETE MARTINS NUNES DO NASCIMENTO PRESIDENTE DA ASD

REVISTA INFORMATIVA DA ASSOCIAÇÃO SERVOS DE DEUS Associação Servos de Deus - CNPJ 00.097.394/0001-48 Presidente Marizete Nascimento Conselho Editorial Rodrigo Padilha Deiga Luane Borges Pedro Rafael Jornalista responsável: Kitia Rubia 0003757/GO Revisão Marizete Nascimento Impressão/Acabamento:

Endereço para correspondência: R. Santa Gertrudes, 329 - St. Coimbra, Goiânia - GO, 74535-420 (62) 4013-7100 | www.rccgoias.org.br Tiragem: 2.000 exemplares Circulação: Dirigida Projeto Gráfico e diagramação:

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Obs: As matérias e fotos desta edição podem ser reproduzidas desde que citada a fonte.


CINZAS

VOLTAR AO PÓ Na noite de Quarta-feira de Cinzas, multidões incontáveis se achegaram nas proximidades dos altares de nossas igrejas. Num caminhar lento e penitente, ofereceram as frontes para receberem as cinzas. Num ritmo processional, muitos deram passos com suas cabeças inclinadas, refletindo, passo a passo, acerca do mistério que são chamados a participar, do qual as cinzas são exteriores sinais. O sentimento de penitência certamente tomou conta dos corações e das mentes dos que acorreram às celebrações da Quarta-feira de Cinzas, e deve continuar ao longo do tempo quaresmal. “És pó e ao pó tu hás de tornar” (Gn 2,19). Essa certeza de que o pecado distorce o vigor da vida, macula a pureza original, faz cair por terra o homem, sua estrutura de valores, o horizonte de significado da vida. Torna-o como Adão, refém de suas próprias escolhas em total dissonância com a ordem harmoniosa e imperativa de Deus Criador. O pecado retira o homem, sobretudo, de Deus, mas, também, o afasta da harmonia original, daquele estado de paz interior, de tranquilidade em meio às tempestades. A Quaresma bem vivida conduz a uma Semana Santa intensa e espiritualmente rica. Através dos dias que a compõem, a pessoa tem a chance de fazer um itinerário de Fé. Dia após dia, em cada atitude de oração e de contemplação do mistério da entrega de Nosso Senhor, de sua dolorosa Paixão sofredora, tem-se a chance de também participarmos do mesmo mistério. Os sofrimentos de Cristo são os nossos sofrimentos. As dores do Crucificado são as nossas dores. Antes, ainda, as tentações por ele submetidas por livre escolha são também as nossas tentações. A contemplação do sofrimento também nos mortifica, de certo modo. Faz-nos também retornarmos à condição de pó, de terra, de um nada, totalmente abertos às mãos criadoras e modeladoras de Deus. O coração mortificado de suas paixões terrenas, de seus apegos desnecessários, de suas limitações estreitas pode experimentar uma grande e renovada experiência do amor de Deus que, tendo Ressuscitado Seu Filho Unigênito das som-

bras da morte, o fez participar da glória da Ressurreição para sinalizar a toda a humanidade a sua origem e o seu destino mediante a Fé em Jesus Cristo. Como bem recordou o papa emérito Bento XVI em sua catequese sobre a Quaresma no ano de 2013: “Quando damos espaço ao amor de Deus, tornamo-nos semelhantes a Ele, participantes da sua própria caridade. Abrirmo-nos ao seu amor significa deixar que Ele viva em nós e nos leve a amar com Ele, n’Ele e como Ele; só então a nossa fé se torna verdadeiramente uma ‘fé que atua pelo amor’ (Gl 5,6) e Ele vem habitar em nós (cf. 1Jo 4, 12)”. Para bem viver o tempo quaresmal, além do cumprimento de seus preceitos (Jejum, Esmola e Oração), é necessária essa atitude interna de diminuir o homem velho, para que o homem novo encontre espaço para ser edificado dentro de cada um. Cristo e a experiência da dolorosa entrega pelo bem e em nome da nossa Redenção é a medida de todas as atitudes que marcam a experiência quaresmal e pascal. Ele reconciliou todas as coisas com o Seu precioso sangue derramado na Cruz. De todos os povos, constituiu um só povo. De seu sofrimento redentor brotou uma nova humanidade, libertada de toda fraqueza, como rezamos na liturgia Eucarística. Possa o tempo quaresmal ser propício para esse exercício espiritual fecundo de um mortificar-se e recriar-se segundo a graça e a vontade de Deus. Cada qual examine a si mesmo, busque a Confissão individual sacramental, procure purificar-se de seus próprios pecados na água puríssima que emana do Confessionário. E, assim, com o coração firme, com os bons propósitos, com “os rins cingidos”, todos se acerquem deste momento fundamental e central para a fé da Igreja e para a redenção de toda a humanidade, a saber, o Mistério Pascal de Cristo que nos foi entregue.

DOM WASHINGTON CRUZ, CP ARCEBISPO M E T R O P O L I TA N O D E GOIÂNIA

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RESILIÊNCIA

A NOSSA VIDA PODE SER TRANSFORMADA PELA FÉ Ironi Spuldaro explica a importância de termos uma vida de oração e fé Fé não é mágica nem sentimento, mas adesão. Para vivê-la, precisamos saber em quem estamos confiando e conhecer aquele em quem estamos depositando nossa confiança. Pela vida de oração e pelo conhecimento das coisas de Deus é possível conhecê-Lo, também por meio de uma intimidade com Ele e uma vida sacramental, além de jejum, práticas espirituais, conhecimento e leitura orante da Palavra. Quanto mais conhecemos Deus, quanto mais mergulhamos na vida de oração, na experiência da adoração, jejum, mortificação e combate espiritual, maior será a ação d’Ele em nossa vida, e muito maior nossa sede e busca pelas coisas do Alto. Assim, certamente progrediremos na fé.

Nós não precisamos procurar ser perfeitos para caminhar na fé Em Gênesis 17, Deus vai dizer a Abrão: “Não

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busque a perfeição, mas caminhe na minha presença e eu te aperfeiçoarei a cada passo que você der”. “Deus não veio para os sadios”, também diz a Palavra, mas para os enfermos e doentes, seja espiritual ou fisicamente. É nesse caminhar e no progredir na busca pelas coisas do Alto que vamos aprender a crescer na fé e perceber a manifestação e o agir de Deus em nossa vida, na vida de nossa família e no dia a dia.

O poder da fé A Palavra de Deus vai nos ensinar que pela fé tudo é possível. Foi por meio dela que Abrão se tornou pai, Moisés tocou no mar e este se abriu. Pela fé, Davi lançou a pedra e derrubou o gigante Golias. A fé pode transformar a vida da pessoa e pode mudar o coração mais duro e petrificado, que foi congelado pela ignorância ou até mesmo pela falta de experiência do amor de Deus. A fé muda a pessoa de


um modo geral e a leva a transformar a humanidade, além de se tornar um testemunho de Jesus Cristo. A fé pode mudar a vida de todo homem e de toda mulher a partir de um testemunho de uma pessoa. Deus pode curar, acredite, porque a fé gera em nós um poder sobrenatural como sinais de prodígios e milagres.

Como perseverar na fé? Reflitamos com a vida dos santos, olhemos as perseguições que eles passaram, as doenças que enfrentaram, a fúria de satanás que se levantou na vida deles e as noites escuras que travaram, mas permaneceram firmes. Portanto, permaneçamos firmes na fé, façamos com que a nossa vida seja alimentada também pela vida daqueles que nos antecederam e tornaram-se força viva do Evangelho no meio de nós. Veja o que viveu São Francisco, a beata Helena Guerra, Santo Padre Pio, Santa Gema Gualgona, Santa Teresa D’Ávila e todos os outros santos e santas que, com a sua perseverança, tornaram-se para nós um modelo de vida em Cristo.

Alimentemos nossa fé Umas das maneiras de alimentarmos nossa fé é vivermos cada dia com intensidade, é a experiência do batismo no Espírito, que nos convence do pecado e nos leva a fazer coisas maiores do que aquelas que Deus fez. É a promessa de Jesus: recebereis o Espírito Santo e sereis minhas testemunhas. É impossível alimentar a fé e a experiência de Deus em nós sem o batismo no Espírito, sem os exercícios dos carismas, sem a entrega e a total submissão e escravidão ao Espírito Santo. Quanto mais nos aproximarmos do Espírito Santo, mais sadios, fortificados e alimentados na fé seremos. É o Espírito Santo que nos faz buscar as coisas do Alto. Quanto mais a Ele estivermos ligados, muito mais dependentes d’Ele seremos. Quanto mais nos entregarmos ao Espírito Santo, mais livres nos tornaremos das coisas do mundo, dos apetites da carne, das vaidades, dos vícios, de uma sexualidade desordenada e de um caminho de perdição. Alimentar a fé é ser possuído, todos os dias, plenamente, pelo Espírito Santo, para sermos livres de toda possessão do mal.

Tenha o Espírito Santo próximo de ti Não podemos nem queremos deixar de acordar sem dizer: “Bom dia, Espírito Santo! O que vamos fazer juntos hoje?”. Nem podemos dormir a noite sem dizer: “Perdão, Espírito Santo, por aquilo que eu fiz sem O consultar”. Uma pessoa que quer viver uma fé saudável, estruturada, alimentada pela graça de Deus tem de ser possuída pelo Paráclito. Invoquemos o Espírito Santo e alimentemos nossa fé, diariamente, pois Ele tem o poder de abater a fúria de satanás, que vai tornando nossa fé anêmica. Ao nos alimentarmos pelo Espírito, mais sólidos na fé, mais livres de tudo aquilo que é mundano e de tudo o que é desprezível aos olhos de Deus e aos nossos olhos nos tornaremos. Portanto, vivamos uma dependência e uma submissão de escravidão total ao Espírito Santo, pois sem Ele não podemos fazer nada de bom. O Espírito Santo é para nossa alma aquilo que a nossa alma é para o nosso corpo. Se quisermos ter uma fé estruturada, fortificada, precisamos ter a experiência de uma alma mergulhada no “Rio de Água Viva do Espírito Santo”.

Viva a fé diante dos obstáculos É impossível viver a fé sem a cruz. Quem busca Cristo sem cruz vai viver uma cruz sem Cristo. É preciso na cruz buscar a Deus para não desistir e não desanimar. Se você quer perseverar na fé, se quer ter uma fé firme e inabalável, olhe para a cruz com Cristo e a abrace. Não fique criando cruz nem se autoflagelando ou tornando-se vítima diante dos fatos, mas abrace a cruz com Cristo. A cruz de Cristo é redentora, libertadora, transformadora e nos levará a viver o céu neste mundo. Busquemos com Cristo a glória plena do Pai e, em todas as circunstâncias, oremos pelo Espírito, apresentando-nos a Deus, dizendo-Lhe as nossas preocupações mediante súplica e ações de graça. Assim, a paz se manifestará com graças, sinais, prodígios e milagres, até alcançarmos a maturidade de São Paulo e nos tornarmos homens e mulheres adultos na fé. P O R C A N C AO N OVA .CO M

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TR ANSMISSÃO DA PA Z

BUSCAR MAIS A DEUS É LEVAR A PAZ AO MUNDO Sem dúvida alguma, nos tempos atuais, o ser humano precisa de paz. As preocupações da vida moderna são imensas, as pessoas de um modo geral vivem agitadas, atribuladas. Sobre a humanidade, em geral, há uma sobrecarga imensa pela busca das coisas materiais. O que Deus tem a ver com isso? O que nos ensina o Evangelho sobre essas tais preocupações exageradas? Jesus, ao se deparar com essa realidade humana, assim nos ensinou (Mt 6,24-34): “Ninguém pode servir a dois senhores: ou vai odiar o primeiro e amar o outro, ou aderir ao primeiro e desprezar o outro. Não podeis servir a Deus e ao Dinheiro. Por isso, eu vos digo: não vivais preocupados com o que comer ou beber, quanto à vossa vida; nem com o que vestir, quanto ao vosso corpo. Afinal, a vida não é mais que o alimento, e o corpo, mais que a roupa? Olhai os pássaros do céu: não semeiam, não colhem, nem guardam em celeiros. No entanto, o vosso Pai celeste os alimenta. Será que vós não valeis mais do que eles? Quem de vós pode, com sua preocupação, acrescentar um só dia à duração de sua vida? E por que ficar tão preocupados com a roupa? Olhai como crescem os lírios do campo. Não trabalham, nem fiam. No entanto, eu vos digo, nem Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um só dentre eles. Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje está aí e amanhã é lançada ao forno, não fará ele muito mais por vós, gente fraca de fé? Portanto, não vivais preocupados, dizendo: ‘Que vamos comer? Que vamos beber? Como nos vamos vestir? Os pagãos é que vivem procurando todas essas coisas. Vosso Pai que está nos céus sabe que precisais de tudo isso. Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo. Portanto, não vos preocupeis com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá sua própria preocupação! A cada dia basta o seu mal”. Um dos sinais mais evidentes de que estamos nos afastando de Deus e nos deixando dominar pelas

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aflições da vida é a perda da paz. As preocupações podem nos encher de tal maneira que não sobra espaço para Deus em nossos corações. Nosso Senhor nos ensina que preocupar-se com a vida de modo exagerado é uma tremenda falta de fé em Nosso Pai do Céu. Se quisermos uma vida com paz, temos que buscar a Deus. E buscar a Deus significa ter vida de oração. Saber parar em algum momento do dia e falar com Deus. Apresentar-lhe as preocupações, principalmente aquilo que nos aflige, como nos ensina São Paulo (Fl. 4,6-7): “Não vos preocupeis com coisa alguma, mas, em toda ocasião, apresentai a Deus os vossos pedidos, em orações e súplicas, acompanhadas de ação de graças. E a paz de Deus, que supera todo entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos no Cristo Jesus”. Não nos iludamos, a paz do mundo começa em cada um de nós. Quando aprendemos a confiar a Deus as nossas preocupações, recebemos esta paz inexplicável, que excede a inteligência, paz esta, que guarda os nossos corações e pensamentos em Cristo Jesus. Só assim podemos levar a paz ao mundo, sendo uma testemunha da paz. As dificuldades continuarão presentes, mas orando e confiando em Deus, seremos não só portadores, mas também transmissores da paz.

DOM WASHINGTON CRUZ, CP ARCEBISPO M E T R O P O L I TA N O D E GOIÂNIA

TA C I A N O F E R R E I R A BARBOSA


PRODUTOS

Horário de funcionamento da livraria ASD - 8h às 12h / 14h às 18h | Contato: (62) 4013-7102

Boné (meu escudo é a fé) R$ 34,50

Camiseta (meu escudo é a fé) R$ 38,50

Livro Sorrindo pra Vida R$ 19,90

Boné (São Bento) R$ 34,90

Cruz MDF com strass 30 cm R$ 109,90

Camiseta (São Bento) R$ 35,00

DVD Antonio Alves R$ 29,00

Bíblia ave Maria luxo - marrom R$ 64,90

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SOLENIDADE

Não é sem razão que a Igreja, no meio da Quaresma, tira o roxo, no dia 19 de março, e coloca o branco na liturgia, para celebrar a festa de São José, esposo da Virgem Maria. Entre todos os homens de seu tempo, Deus escolheu o glorioso São José para ser pai adotivo de Seu Filho divino e humano. E Jesus lhe era submisso, como nos mostra São Lucas. Sabemos que Deus Todo-poderoso, para quem “nada é impossível” (Lc 1,37) e que tudo governa com sabedoria infinita, nada pode escolher de menos belo e perfeito, que não seja para sua glória. Desde toda a eternidade, ao determinar a Encarnação do Verbo, quis o Pai que Ele fosse concebido por uma virgem, concebida, por sua vez, sem pecado original, unindo em Si as alegrias da maternidade à flor da virgindade. Porém, para completar o quadro, tornava-se necessária a presença de alguém que projetasse, na terra, a própria “sombra do Pai”. “O Senhor escolheu para Si um homem segundo o seu coração” (1 Sm 13,14). Santa Gertrudes (1256-1302), uma grande mística da Saxônia, disse que “viu os anjos inclinarem a cabeça quando, no céu, pronuncia-

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vam o nome de São José”. Santa Teresa de Ávila (1515-1582), a primeira Doutora da Igreja, disse: “Quem não achar mestre que lhe ensine a orar, tome São José por mestre e não errará o caminho”. E ensinava que, em todas as suas festas, lhe fazia um pedido e que nunca deixou de ser atendida. Ensinava ainda que cada santo nos socorre em uma determinada necessidade, mas que São José nos socorre em todas. O Evangelho fala pouco de sua vida, mas o exalta por ter vivido segundo “a obediência da fé” (Rm 1,5). Deus nos dá a graça para vivermos pela fé (Rm, 5,1.2; Hb 10,38) em todas as circunstâncias. São José, um homem humilde e justo, “viveu pela fé”, sem a qual “é impossível agradar a Deus” (Hab 2,3; Rm 1,17; Hb 11,6). O grande Doutor da Igreja Santo Agostinho compara os outros santos às estrelas, mas, a São José, ele o compara ao Sol. A ele Deus confiou suas riquezas: Jesus e Maria. Por isso, o Papa Pio IX, em 1870, declarou São José padroeiro da Igreja Universal com o decreto Quemadmodum Deus. Leão XIII, na Encíclica Quanquam Pluries, o propôs como “advogado dos lares cristãos”. Pio XII o propôs como “exemplo para todos os trabalhadores” e fixou o dia 1º de maio como festa de José Trabalhador. São José foi pai verdadeiro de Jesus, não pela carne, mas pelo coração; protegeu o Menino das mãos assassinas de Herodes, o Grande e ensinou-lhe o caminho do trabalho. Jesus não se envergonhou de ser chamado “Filho do carpinteiro”. Naquela rude carpintaria de Nazaré, ele trabalhou até iniciar Sua vida pública, mostrando-nos que o trabalho é redentor. Na história da salvação coube a São José dar a Jesus um nome, fazê-lo descendente da linhagem de Davi, como era necessário para cumprir as promessas divinas. A José coube a honra e a glória de dar o nome a Jesus na sua circuncisão. O Anjo disse-lhe: “Ela dará à luz um filho e tu o chamarás com o nome de Jesus, pois ele salvará o seu povo dos seus pecados” (Mt 1,21). A vida exemplar de São José é exemplo para todos nós. Num tempo de crise de autoridade paterna, onde os pais já não conseguem “conquistar seus filhos” e fazerem-se obedecer como

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devem, o exemplo do Menino Jesus submisso a seu pai torna-se urgente. Isto mostra-nos a enorme importância do pai na vida dos filhos. Se o Filho de Deus quis ter um pai, ao menos adotivo, neste mundo, o que dizer de muitos filhos que crescem sem o pai? O que dizer de tantos “filhos órfãos de pais vivos” que existem no Brasil, como disse-nos, aqui mesmo, em 1997, o Papa João Paulo II? São José é o modelo de pai presente e atencioso, de esposo amoroso e fiel. Celebrar a festa de São José é lembrar que a família é fundamental para a sociedade e que não pode ser destruída pelas falsas noções de família, “caricaturas de família”, que nada têm a ver com o que Deus quer. É lutar para resgatar a família segundo a vontade e o coração de Deus. Em todos os tempos difíceis, os Papas pediram aos fiéis que recorressem a São José; hoje, mais do que nunca, é preciso dizer: São José, valei-nos! Falando de São José, o Papa João Paulo II, na Exortação Apostólica Redemptoris Custos (o protetor do Redentor), de 15 de agosto de 1989, disse: “Assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho à educação de Jesus Cristo, assim também guarda e protege o seu Corpo Místico, a Igreja” (nº1). “Hoje ainda temos motivos que perduram para recomendar a todos e cada um dos homens a São José (nº 31). São José, tal como a Virgem Maria, com o seu ‘sim’ a Deus, no meio da noite, preparou a chegada do Salvador. Deus contou com ele e não foi decepcionado. Que possa contar também conosco! Cada um de nós também tem uma missão a cumprir no plano de Deus. E o mais importante é dizer ‘sim’ a Deus como São José. “Despertando, José fez como o anjo do Senhor lhe havia mandado” (Mt 1,24). José é como alguém disse: “o servo que faz muito sem dizer nada; o especial agente secreto de Deus”. Ele é o mestre da oração e da contemplação, da obediência e da fé. São José viveu o que ensinou João Batista: “É preciso que Ele cresça e eu diminua (Jo 3,30).

PROFESSOR FELIPE AQUINO - C A N C A O N O VA .C O M


SÓCIO

Campanha Coração Generoso para manter a ASD

Sereis enriquecidos de todos os modos, para praticar toda espécie de obras de generosidade, que suscitarão a ação de graças a Deus por nosso intermédio” (2Cor 9,11)

A generosidade dos filhos de Deus é que sustenta a Sua obra de amor. A campanha CORAÇÃO GENEROSO foi inspirada na Palavra de São Paulo aos Coríntios. Você, que nos acompanha na ASSOCIAÇÃO SERVOS DE DEUS e se solidariza com nossa obra, ajude-nos a mantê-la ativa depositando R$ 100,00 numa das contas abaixo: CNPJ 00.097.394/0001-48

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Após fazer sua doação, pedimos a gentileza de repassar a mensagem da ASD para mais dez amigos de sua confiança para que também possam contribuir e logo após repassar a mensagem. Cada coração generoso, ao abraçar este programa, colaborará para que as contas da obra do Senhor Jesus sejam quitadas. Juntos somos mais fortes! MARIZETE MARTINS NUNES DO NASCIMENTO PRESIDENTE DA ASD

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VITORIOSOS

DEIXAR-SE CONDUZIR PELO ESPÍRITO SANTO

Celestial nos dará o Santo Espírito se pedirmos

b) Acolher o Espírito Santo Precisamos acreditar nas promessas de Jesus e uma delas é que enviaria o Paráclito a quem pedisse ao Pai em seu Nome. Quando temos esta convicção, o Espírito Santo pode agir em nós. Todos nós que somos batizados já temos Deus habitando em nós, porém se não acolhemos e percebemos sua presença Ele não age, pois respeita nossa liberdade. É como se tivéssemos uma visita importantíssima em nossas casas, porém a ignoramos. Quando O acolhemos conseguimos perceber sua presença e, sabendo da sua Grandiosidade Amor por nós, e assim Ele pode agir em nossas vidas.

Quando pensamos na História de Sansão, no livro dos Juízes, nos capítulos 13 a 16, nos vêm à lembrança a força que imaginamos vinda de sua longa cabeleira. Porém, o que fica oculto na Bíblia é que o motivo de tão grande poder era seu voto de Nazareno, o qual não lhe permitia raspar os cabelos e, sobretudo o poder do Espírito Santo. Em Juízes 13, 24-25 diz: “Ela deu à luz um filho e pôs-lhe o nome de Sansão. O menino cresceu e o Senhor o abençoou. 25.E o Espírito do Senhor começou a incitá-lo, em Mahanê-Dã, entre Sorea e Estaol.” No capítulo seguinte diz também: “O Espírito do Senhor apossou-se de Sansão, e ele despedaçou o leão como se fosse um cabrito, sem ter coisa alguma na mão; e não quis contar isso aos seus pais.” (Jz. 14,6). Concluímos então que era o Espírito do Senhor que dava força a Sansão. Com Ele, o grande juiz enfrentou e venceu os Filisteus, mesmo quando Dalila o traiu, contando seu segredo aos inimigos que rasparam sua cabeça. No derradeiro momento, Sansão pediu força ao Senhor e conseguiu vencer seus inimigos (Jz. 16, 28-31). Como Sansão venceu seus inimigos, fortalecido pelo Espírito do Senhor, nós também somos chamados a vencer nossas batalhas, deixando-nos conduzir pela Terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Para isso podemos seguir os seguintes passos:

c) Entregar-se ao Espírito Santo Pedimos, acolhemos, agora resta-nos entregar nossa vida, nossos pensamentos, desejos, sonhos e projetos. É como uma criança, que em cima de um muro, lança-se nos braços de seu pai. Entregar-se ao Espírito é permitir que o Senhor faça em nossa vida sua vontade. É deixar-se levar para onde Ele quiser na certeza que estaremos nas melhores mãos. É dar um voto de confiança e mover-se segundo seus desejos e planos em nossa vida. E tudo isso é maravilhoso! Quando deixamos ser conduzidos pelo Espírito Santo, os frutos que colhemos, são aqueles citados em Gálatas 5, 22-23: “caridade, alegria, paz, paciência, afabilidade, bondade, fidelidade, brandura, temperança.” Notando bem estes frutos chegamos à conclusão que é o que nossa sociedade mais busca em suas vidas. Buscam a paz, a alegria, o amor... mas buscam em lugares onde não podem acha-los, pois só o Espírito Santo pode nos dar. Com certeza abrindo-nos ao Senhor conseguiremos ser felizes, viver bem. Quando estivermos em dificuldades clamemos o Espírito de Deus e Ele com certeza nos dará a força e sabedoria para superarmos. Deus quis estar conosco! Aproveitemos esta grande honra de sermos morada do Senhor!

a) Pedir o Espírito Santo Quando os Apóstolos pedem a Jesus que os ensine a rezar, O Mestre recita a oração do Pai Nosso e logo após diz: “Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas a vossos filhos, quanto mais vosso Pai celestial dará o Espírito Santo aos que lho pedirem.” (Lc. 11,13). Percebemos que o Senhor não colocou nenhuma condição para receber o Espírito Santo, além de pedir. Se notarmos bem Ele diz que somos maus, e mesmo assim o Pai

ZIAD JOSEPH ESPER DIRETOR DE DIVULGAÇ ÃO DA ASD

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REDES SOCIAIS

Como o pode ser uma armadilha para a castidade? cérebro está mais do que pronto para dar início a um processo estimulante que nos levará a estados de excitação sexual cada vez mais intensos e, portanto, mais difíceis de serem controlados. Por isso, a melhor estratégia para guardarmos a castidade é evitar, com simplicidade e discrição, qualquer situação que nos coloque em ocasião de pecar contra essa virtude, inclusive as mais “leves” e “corriqueiras”, como as que nos oferecem as fotos de perfil no Facebook. Devemos resistir, sim, aos primeiros assaltos da carne tão logo os percebemos, antes que cresçam e se agigantem. Quando entrarmos na internet ou em qualquer rede social, devemos nos perguntar sinceramente: o que minha esposa, o que minha noiva ou namorada pensaria se visse o que eu costumo ver ao navegar na rede? Em que tipo de coisas, afinal, gosto de descansar ou estimular a vista? Ao olhar com mais demora para aquela moça ou aquele rapaz já não estou, segundo as palavras do Salvador (cf. Mt 5, 28), cometendo adultério em meu coração, sendo infiel com meus desejos, deixando-me arrastar mar adentro, onde serei tragado, ao fim e ao cabo, pelas vagas de sensualidade que circulam pela web? Lembremo-nos sempre de que o olhar de Deus, puro e sem malícia, penetra nossos rins e corações (cf. Rm 8, 27). Peçamos-lhe com confiança a graça de, sendo fiéis a Ele e a quem nos foi dado por esposa ou esposo, evitarmos — com o heroísmo de quem deseja amar e entregar-se de todo — as pequenas armadilhas, a fim de escaparmos por fim às grandes quedas.

Escondendo grandes perigos por trás de coisas aparentemente pequenas e sem importância, o demônio, como quem semeia joio no meio do trigo (cf. Mt 13, 25), sabe servir-se das realidades humanas para fazer perecer o próprio homem. É assim que o Facebook, uma das redes sociais mais bem sucedidas da história, tem-se tornado uma verdadeira armadilha para a castidade de muita gente. O problema reside, de modo geral, nas chamadas “fotos de perfil”. Moças em poses provocativas, rapazes sem camisa, figuras sensuais e excitantes, tudo isso, além de poluir ainda mais o mundo virtual — saturado de pornografia —, é gatilho certo para pecarmos contra a santa pureza. Não é preciso ser lá muito sábio nem profundo conhecedor da natureza humana; todos sabemos, pois todos partilhamos da mesma inclinação para o mal, que toda imagem ou representação que de alguma forma aluda à sexualidade tem um forte impacto sobre a nossa sensibilidade, facilmente impressionável e educada somente a duras penas. Procuramos explicar as razões deste fenômeno no nosso curso “ O Mal da Pornografia e da Masturbação”. Não custa lembrar, em todo caso, que o nosso cérebro, diante de um estímulo de ordem sexual, está programado para descarregar altas doses de dopamina, um neurotransmissor intimamente relacionado com a sensação de prazer e bem-estar. A dopamina, além disso, está associada ao chamado “circuito de recompensa”, que reforça e cristaliza aqueles atos ou hábitos que mais satisfazem os desejos naturais do organismo. Ao deparar-se, pois, com uma foto provocativa (por mais “ingênua” que a queiramos julgar), o nosso

PA D R E PA U L O R I C A R D O.O R G

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Confissões - Terça-feira a sábado 8h às 11h

Santa missa dominical Às 9h

R. Santa Gertrudes, 329 - St. Coimbra, Goiânia - GO | Telefone: (62) 4013 7100

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TERAPIA

A IMPORTÂNCIA DO ATENDIMENTO DE ORAÇÃO Há 30 anos a Comunidade Terapêutica Maria de Nazaré atua na recuperação de dependentes químicos e apoio as famílias dos mesmos. Ela tem capacidade para 42 acolhidos por mês, que são atendidos por uma equipe multidisciplinar. Já realizou milhares de atendimentos. Sempre trabalhando no desenvolvimento hu No movimento da Renovação Carismática Católica existe vários ministérios que no seu exercício, participam da obra evangelizadora e misericordiosa da Santíssima Trindade! No Ministérios de Oração Por Cura e Libertação temos visto com frequência o amor, o poder a suavidade do Nosso Deus! O atendimento de oração é mais um meio em que Nosso Senhor Jesus Cristo exerce sua misericórdia (evangelizando, curando e libertando) aos que estão necessitados dela! Usa de pessoas imperfeitas, mas que estão em processo também de aperfeiçoamento espiritual e emocional, para ajudar a resgatar aqueles que estão mais enfraquecidos! E tem por finalidade o acolhimento deste ser humano ferido: escutando, orando e encaminhando de acordo com as suas necessidades. Sejam elas espirituais (orientadas a viverem uma vida sacramental), continuar no acompanhamento de oração, frequentar um grupo de oração onde possa ter a experiência do Batismo no Espírito Santo e vivência em comunidade; e também se for necessário encaminhá-las a profissionais (psicólogo, médico...) de acordo com a suas necessidades. No atendimento de oração, o Senhor ilumina o servo com os Carismas do Espirito Santo (de inspiração, revelação ou os de obras), para ajudar no diagnóstico do problema ou enfermidade. E assim usando o discernimento correto, orar com eficácia, levando a pessoa a ter o seu encon-

HORÁRIOS DE ATENDIMENTOS: • Terça-Feira – 19h30 às 21h30 • Quarta-Feira – 19h30 às 21h30 • Quinta-Feira – 17h às 19h e 19h30 às 21h30

tro pessoal com Nosso Senhor Jesus Cristo! Este atendimento é realizado por servos que tem o chamado ao ministério de Oração Por Cura e Libertação ou servos que tem o dom de orar por cura e libertação. Este atendimento de oração normalmente é realizado por 2 ministros (seguindo o mandato de Jesus), sendo que um ora e outro ajuda intercedendo pela situação e pessoas envolvidas. Muitas pessoas vêm para o atendimento com o semblante desfigurado pela dor ou oprimidas pelo mal e saem com o rosto transfigurado pela paz e alegria que vem de nosso Senhor Jesus Cristo. Isto é muito gratificante para nós servos, saber que somos instrumentos de Deus para a cura e libertação de nossos irmãos! O atendimentos de Oração Por Cura e Libertação é realizado onde tem equipes preparadas e estão em prol dos Grupos de Oração. Na ASD (Associação Servos de Deus), as equipes estão preparadas e em constante formação, tem atendimento quase todos os dias da semana.

ANA MARIA DE REZENDE COORD. MINISTÉRIO DE C U R A E L I B E R TA Ç Ã O D A ARQUIDIOCESE DE GOIÂNIA

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CNBB

Campanha da Fraternidade 2018 A Campanha da Fraternidade 2018 (CF 2018) é realizada todos os anos pela Igreja Católica no Brasil durante o período da Quaresma, e a campanha é coordenada pela CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A Campanha da Fraternidade tem como principal objetivo despertar a solidariedade de todos os seus fiéis e também da sociedade brasileira, em um problema que envolve todos nós, buscando assim uma solução para resolver esses determinados problemas. Todos os anos, são escolhidos temas, o Tema da Campanha da Fraternidade 2018 é: “Fraternidade e superação da violência, tendo como lema Em Cristo somos todos irmãos (Mt 23,8)“.

A CF 2018 é realizada em âmbito nacional, e envolve todas as comunidades cristãs católicas e ecumênicas do Brasil. A arrecadação da Campanha da Fraternidade compõe o Fundo Nacional de Solidariedade e os Fundos Diocesanos de Solidariedade, onde 60% da arrecadação são destinadas ao apoio de projetos sociais da própria comunidade diocesana, e os outros 40% restantes compõem o FNS, que são destinados para o fortalecimento da solidariedade em diversas regiões do país. Educar para a vida em fraternidade, com base na justiça e no amor, exigências centrais do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja Católica na evangelização e na promoção humana, tendo em vista uma sociedade justa e solidária.

Campanha da Fraternidade 2018 - Datas Muitas pessoas que vem aqui no site tem essa dúvida, “Quais são as datas da Campanha da Fraternidade 2018?” A Campanha da Fraternidade 2018 começa na quarta-feira de cinzas e se estende durante o ano todo. Algumas pessoas acham que a CF 2018 termina depois da Páscoa, mas como falamos acima, acontece durante o ano todo, juntamente com o Ano Litúrgico, onde são desenvolvidas diversas atividades pastorais em todas as regiões do Brasil. Como falamos acima, a Campanha da Fraternidade acontece o ano todo, onde ela é trabalhada, debatida e refletida com todas as comunidades no Brasil. Mas com ela é debatida? A resposta é muito simples! Ela é debatida com cartazes, hinos, desenhos, texto-base, vídeos, textos destinados para cada pastoral entre muitas outras formas. C A M PA N H A D A F R AT E R N I D A D E 2 0 1 8 . C O M

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Sabia que você pode ajudar a Associação Servos de Deus de várias maneiras, e tem um jeito fácil e sustentável! A ASD convida você a doar óleo vegetal usado, isso mesmo! É só trazer o seu óleo usado em uma garrafa pet e entregar na sede da instituição. Isso vai nos ajudar na fabricação do nosso próprio material de limpeza, assim vamos diminuir nossas despesas mensais. Ajuda-nos! Fazendo parte do nosso projeto em favor do meio ambiente e um mundo mais sustentável!

O que não serve mais para você pode contribuir para Associação Servos de Deus, gerando renda para manter as obras sociais da instituição. Doar é muito simples, o que é descarte na sua casa, pode valer muito para a ASD. Deixa o material reciclável na portaria. Ajuda-nos! Fazendo parte do nosso projeto em favor do próximo e de um mundo mais sustentável!

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se afastar”. Provérbio 22,6 Promessa acolhida por cada evangelizador, que mesmo em face de qualquer empecilho, vai ao encontro das crianças para revelar este caminho de verdade e vida. “E desde a infância conheces as Sagradas Escrituras e sabes que elas têm o condão de te proporcionar sabedoria que conduz à salvação, pela fé em Jesus Cristo”. II Timóteo 3,15 Toda evangelização acontece pautada pela Palavra de Deus e esta passagem bíblica faz parte da infância das crianças que participam ou participaram do Grupo de Oração Infantil – GOI. “Eu vim lançar fogo à terra, e que tenho eu a desejar se ele já está aceso?” Lucas 12,49 É na convicção que esta palavra já se cumpriu, que o Ministério para Crianças proclama: “Onde há criança há Chama!” A criança evangelizada distingue a voz de Deus, responde ao seu chamado e com a chama do Espírito Santo inflama as famílias, os grupos de oração, a escola. “Da boca das crianças e dos pequeninos sai um louvor que confunde vossos adversários, e reduz ao silêncio vossos inimigos”. Salmo 8,3 No anúncio querigmático, o evangelizador desenvolve nas crianças o temor ao Senhor, e quando elas bendizem o nome do nosso Deus, o mal já não encontra lugar entre nós. “A alegria do coração é a vida do homem, e um inesgotável tesouro de santidade. A alegria do homem torna mais longa a sua vida”. Eclesiástico 30,23 A cada sorriso, beijo e abraço de um pequenino do Senhor, as nossas forças se renovam, o nosso ser se regozija e temos a certeza que não há Ministério melhor que este. Evangelizadores de crianças, gravem, selem o seu coração, a sua mente com a certeza de que o seu lugar é neste Ministério! E aos que sentem este chamado: Vem pra cá também!

Onde há criança

há Chama

O Ministério para crianças da RCC, procura cumprir esta ordem divina, expressa em Mateus 19,14: - Disse-lhes Jesus: “Deixai vir a mim estas criancinhas e não as impeçais, porque o Reino dos céus é para aqueles que se lhes assemelham”. Nos grupos de oração, encontros, seminários, retiros, nas comunidades e missas, usando linguagem e recursos adequados para “tornar Jesus Cristo reconhecido e amado”¹ pelos pequeninos, cada evangelizador é chamado a mostrar este Deus próximo de nós, amoroso e bom, usando de amor, paciência, arte e brincadeira. “Outras, enfim, caíram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um”. Mateus 13,8 Num tempo onde querem fazer valer a cultura de morte já na concepção; acabar com a certeza biológica, natural e inquestionável, que homem é quem nasce com órgão genital masculino e mulher com o feminino; destruir a verdadeira e única família criada por Deus: Pai + Mãe = Filhos; a evangelização infantil vem lavrar e semear nesta terra boa, para que não precisemos resgatar os homens de amanhã. “Ensina à criança o caminho que ela deve seguir; mesmo quando envelhecer, dele não se há de

¹ Citação na página 16 do Módulo Serviço Apostila I do Ministério para Criança, Editora RCC Brasil, autores Hyde Flávia Lobato Marinho Dias e Myles Alexander de Almeida Elias.

MÁRCIA MARINO FOGAÇA S E R VA D O M C / G O

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ASSOCIAÇÃO SERVOS DE DEUS R. Santa Gertrudes, 329 - St. Coimbra, Goiânia/GO Telefone: (62) 4013-7100

Revista Servos de Deus - Edição Fevereiro e Março de 2018  
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